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		<title>Tom Zé relata sua experiência com Euclides da Cunha</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 23:00:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depoimento imperdível de Tom Zé com a experiência de ler Os Sertões.
Publicado por Livros e Afins
Recomendo, na verdade, ver a entrevista inteira…

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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Depoimento imperdível de Tom Zé com a experiência de ler Os Sertões.</strong></p>
<p>Publicado por <a href="http://livroseafins.com/tom-ze-relata-sua-experiencia-com-euclides-da-cunha/">Livros e Afins</a></p>
<p>Recomendo, na verdade, ver a entrevista inteira…</p>
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		<title>Por que as crianças francesas não têm Deficit de Atenção?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:00:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Marilyn Wedge, no Cultivando o Equilíbrio
Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1121.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25707" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1121.jpg" width="580" height="351" /></a></p>
<p>Marilyn Wedge, no <a href="http://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/">Cultivando o Equilíbrio</a></p>
<p>Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas para o TDAH é inferior a 0,5%. Como é que a epidemia de TDAH, que tornou-se firmemente estabelecida nos Estados Unidos, foi quase completamente desconsiderada com relação a crianças na França?</p>
<p>TDAH é um transtorno biológico-neurológico? Surpreendentemente, a resposta a esta pergunta depende do fato de você morar na França ou nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, os psiquiatras pediátricos consideram o TDAH como um distúrbio biológico, com causas biológicas. O tratamento de escolha também é biológico – medicamentos estimulantes psíquicos, tais como Ritalina e Adderall.</p>
<p>Os psiquiatras infantis franceses, por outro lado, vêem o TDAH como uma condição médica que tem causas psico-sociais e situacionais. Em vez de tratar os problemas de concentração e de comportamento com drogas, os médicos franceses preferem avaliar o problema subjacente que está causando o sofrimento da criança; não o cérebro da criança, mas o contexto social da criança. Eles, então, optam por tratar o problema do contexto social subjacente com psicoterapia ou aconselhamento familiar. Esta é uma maneira muito diferente de ver as coisas, comparada à tendência americana de atribuir todos os sintomas de uma disfunção biológica a um desequilíbrio químico no cérebro da criança.</p>
<p>Os psiquiatras infantis franceses não usam o mesmo sistema de classificação de problemas emocionais infantis utilizado pelos psiquiatras americanos. Eles não usam o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders ou DSM. De acordo com o sociólogo Manuel Vallee, a Federação Francesa de Psiquiatria desenvolveu um sistema de classificação alternativa, como uma resistência à influência do DSM-3. Esta alternativa foi a CFTMEA (Classification Française des Troubles Mentaux de L’Enfant et de L’Adolescent), lançado pela primeira vez em 1983, e atualizado em 1988 e 2000. O foco do CFTMEA está em identificar e tratar as causas psicossociais subjacentes aos sintomas das crianças, e não em encontrar os melhores bandaids farmacológicos para mascarar os sintomas.</p>
<p>Na medida em que os médicos franceses são bem sucedidos em encontrar e reparar o que estava errado no contexto social da criança, menos crianças se enquadram no diagnóstico de TDAH. Além disso, a definição de TDAH não é tão ampla quanto no sistema americano, que na minha opinião, tende a “patologizar” muito do que seria um comportamento normal da infância. O DSM não considera causas subjacentes. Dessa forma, leva os médicos a diagnosticarem como TDAH um número muito maior de crianças sintomáticas, e também os incentiva a tratar as crianças com produtos farmacêuticos.</p>
<p>A abordagem psico-social holística francesa também permite considerar causas nutricionais para sintomas do TDAH, especificamente o fato de o comportamento de algumas crianças se agravar após a ingestão de alimentos com corantes, certos conservantes, e / ou alérgenos. Os médicos que trabalham com crianças com problemas, para não mencionar os pais de muitas crianças com TDAH, estão bem conscientes de que as intervenções dietéticas às vezes podem ajudar. Nos Estados Unidos, o foco estrito no tratamento farmacológico do TDAH, no entanto, incentiva os médicos a ignorarem a influência dos fatores dietéticos sobre o comportamento das crianças.</p>
<p>E depois, claro, há muitas diferentes filosofias de educação infantil nos Estados Unidos e na França. Estas filosofias divergentes poderiam explicar por que as crianças francesas são geralmente mais bem comportadas do que as americanas. Pamela Druckerman destaca os estilos parentais divergentes em seu recente livro, Bringing up Bébé. Acredito que suas idéias são relevantes para a discussão, por que o número de crianças francesas diagnosticadas com TDAH, em nada parecem com os números que estamos vendo nos Estados Unidos.</p>
<p>A partir do momento que seus filhos nascem, os pais franceses oferecem um firme cadre &#8211; que significa “matriz” ou “estrutura”. Não é permitido, por exemplo, que as crianças tomem um lanche quando quiserem. As refeições são em quatro momentos específicos do dia. Crianças francesas aprendem a esperar pacientemente pelas refeições, em vez de comer salgadinhos, sempre que lhes apetecer. Os bebês franceses também se adequam aos limites estabelecidos pelos pais. Pais franceses deixam seus bebês chorando se não dormirem durante a noite, com a idade de quatro meses.</p>
<p>Os pais franceses, destaca Druckerman, amam seus filhos tanto quanto os pais americanos. Eles os levam às aulas de piano, à prática esportiva, e os incentivam a tirar o máximo de seus talentos. Mas os pais franceses têm uma filosofia diferente de disciplina. Limites aplicados de forma coerente, na visão francesa, fazem as crianças se sentirem seguras e protegidas. Limites claros, eles acreditam, fazem a criança se sentir mais feliz e mais segura, algo que é congruente com a minha própria experiência, como terapeuta e como mãe. Finalmente, os pais franceses acreditam que ouvir a palavra “não” resgata as crianças da “tirania de seus próprios desejos”. E a palmada, quando usada criteriosamente, não é considerada abuso na França.</p>
<p>Como terapeuta que trabalha com as crianças, faz todo o sentido para mim que as crianças francesas não precisem de medicamentos para controlar o seu comportamento, porque aprendem o auto-controle no início de suas vidas. As crianças crescem em famílias em que as regras são bem compreendidas, e a hierarquia familiar é clara e firme. Em famílias francesas, como descreve Druckerman, os pais estão firmemente no comando de seus filhos, enquanto que no estilo de família americana, a situação é muitas vezes o inverso.</p>
<p>Texto original em Psychology Today</p>
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		<title>Sexo na Casa Branca</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 17:00:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Livro narra em detalhes os maiores escândalos envolvendo presidentes e primeiras-damas dos EUA e mostra que as traições conjugais existem desde a independência do país

Ivan Claudio, na Isto É
Bem antes do escândalo envolvendo a estagiária Monica Lewinski e o presidente americano Bill Clinton, em  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livro narra em detalhes os maiores escândalos envolvendo presidentes e primeiras-damas dos EUA e mostra que as traições conjugais existem desde a independência do país</strong></p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1122.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25713" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1122.jpg" width="379" height="500" /></a></p>
<p>Ivan Claudio, na <a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/299366_SEXO+NA+CASA+BRANCA?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">Isto É</a></p>
<p>Bem antes do escândalo envolvendo a estagiária Monica Lewinski e o presidente americano Bill Clinton, em 1998, os seguranças do governo já sabiam de seus encontros furtivos. Criaram até um tipo de aposta: quanto tempo Clinton levaria para ir da área residencial da Casa Branca até a ala oeste onde ficam as salas de despachos – isso era cronometrado após a chegada de Monica aos domingos. A traição se mostrava tão evidente que o vice-chefe do Estado-Maior, Harold Ickes, uma vez se juntou a um oficial do serviço secreto e resolveu fazer uma surpresa ao seu superior. Bateu na porta do Salão Oval gritando: “Senhor presidente! Senhor presidente!” Clinton saiu correndo – e levantando as calças – por uma porta, enquanto Monica desaparecia pela outra. O episódio está contado no livro “Sexo na Casa Branca” (Gutenberg), de autoria do historiador David Eisenbach e do editor da revista pornográfica “Hustler”, Larry Flynt. Em 300 páginas, a dupla narra em detalhes a intimidade de chefes de Estado, primeiras-damas e assessores dos EUA num mapeamento surpreendente pela credibilidade das fontes.</p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1123.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25714" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1123.jpg" width="450" height="437" /></a></p>
<p>O “monicagate” é um dos casos mais recentes, mas o entra e sai de amantes na sede do governo vem de longe. Durante o governo de Franklin Delano Roosevelt (1933-1945), por exemplo, o prédio serviu de residência para duas mulheres sem nenhuma ligação com a família: Marguerite LeHand e Lorena Hickok. A primeira saltou de secretária à “primeira-dama informal’, prestando ainda serviços de enfermeira – Roosevelt não conseguia andar devido a uma poliomielite. A outra convidada era uma jornalista com passagem pelo jornal “The New York Times”, que manteve por 30 anos um romance com Eleonor, a mulher do presidente. Sempre que acontecia um encontro oficial no Salão Vermelho com o Comitê Nacional Democrata, do qual Lorena fazia parte, a primeira-dama a cumprimentava com efusão. “Fazia isso como se não me visse há um mês, apesar de termos tomado café da manhã juntas”, escreveu a jornalista em suas memórias. O presidente e a primeira-dama sabiam das respectivas traições e as incentivavam, já que nem sequer dormiam juntos desde que Roosevelt caíra de amores pela secretária da esposa, Lucy Mercer. Antes de morrer, ele destinou a Lucy metade de sua herança. “As crianças podem cuidar de si mesmas”, teria dito.</p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1124.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25715" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1124.jpg" width="450" height="344" /></a></p>
<p>A forma como o staff governamental tratava tais aventuras amorosas muda de acordo com o mandato, em um cerimonial de regras elásticas. O humor, contudo, está sempre presente. Durante a gestão de John Kennedy (1961-1963), que sentia enxaquecas caso não fizesse sexo diariamente – e com uma mulher diferente –, duas funcionárias de sua predileção ficaram conhecidas pelos codinomes “Conversa” e “Fiada”. Jacqueline Kennedy sabia dessas e de outras conquistas, mas só se sentiu humilhada – e com toda razão – quando sua irmã Lee contou a ela sobre as escapadas do marido com a atriz Marilyn Monroe. Retribuiu na mesma moeda: viajou para a Itália e passou mais de um mês em companhia do empresário Gianni Agnelli, dono da Fiat.</p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1125.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25716" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1125.jpg" width="400" height="359" /></a></p>
<p>Baseado em documentos guardados na Biblioteca do Congresso e nos museus dedicados à vida de presidentes, o livro mergulha no passado atrás de indiscrições – e encontra bastante. Identifica um político gay a conduzir o país, James Buchanan, que viveu 16 anos com<br />
o sulista Rufus King, de ideologia escravagista. Andrew Jackson, o sétimo presidente dos EUA, chamava-os de Tia Fancy (King) e Senhora Nancy (Buchanan).</p>
<p>Entre os chamados “fundadores da nação”, Abraham Lincoln permanece o mais enigmático em sua vida privada. Os autores lançam suspeita sobre a sua relação com um amigo de juventude, o fazendeiro Joshua Speed, de quem foi sócio – a partida dele deixou Lincoln devastado. Já na Presidência, ficou amigo do capitão David Derrickson, a quem poupou de ir ao campo de batalha durante a Guerra Civil. Nessa época, as más línguas já comentavam sobre o assunto delicado. A filha de um ministro chamada Virginia Woodbury Fox escreveu: “Há um soldado Rabo de Cervo (nome da brigada de Derrickson) que anda com ele (Lincoln) e, quando a sra. L. não está em casa, dorme com ele.” Isso foi o que Virginia anotou em seu diário em 16 de novembro de 1862. Os autores defendem que a vida privada (a sexual incluída) de políticos determina os caminhos de um país. Em certos casos, sim. Mas a generalização é um exagero.</p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1126.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25717" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1126.jpg" width="300" height="1015" /></a></p>
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		<title>Intrínseca encosta na Sextante</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 15:30:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 3º lugar a editora Vergara &#38; Riba
Cassia Carrenho, no PublishNews
Sextante: 1º lugar no ranking das editoras com 16 livros, 1º lugar em negócios com o livro Sonho grande, 4 livros na lista gerale 23.308 exemplares vendidos ao todo.
Intrínseca: 2º lugar no ranking das editoras com 15 livros, 1º  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em 3º lugar a editora Vergara &amp; Riba</strong></p>
<p>Cassia Carrenho, no <a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=73129">PublishNews</a></p>
<p>Sextante: 1º lugar no <a href="http://www.publishnews.com.br/telas/mais-vendidos/Default.aspx?data=17/05/2013&amp;tipo=semanal">ranking das editoras</a> com 16 livros, 1º lugar em negócios com o livro Sonho grande, 4 livros na lista gerale 23.308 exemplares vendidos ao todo.</p>
<p>Intrínseca: 2º lugar no ranking das editoras com 15 livros, 1º lugar em ficção com o livro O lado bom da vida e em infantojuvenil com o livro A marca de Atena, 7 livros na lista geral e 33.563 exemplares vendidos no total.</p>
<p>Um livro de separação da primeira para a segunda no ranking das editoras. Mais de 10 mil exemplares a mais da segunda para a primeira em livros vendidos. Uma briga boa para os leitores!</p>
<p>Em 3º lugar no ranking, uma surpresa esperada: Vergara &amp; Riba. Ainda embalada pelas vendas dos dias das mães e pelos eternos bananas, a editora colocou 11 livros na lista &#8211; 3 sobre mães e 8 da coleção Diário de um banana.</p>
<p>As estreias na lista foram: em ficção, Entre o agora e o nunca (Suma das Letras), Anjo da morte (Verus) do querido nerd Eduardo Spohr, e Amor (Bertrand) de Isabel Alende; em não ficção, o polêmico livro do Lobão Manifesto do nada na terra do nunca (Nova Fronteira), Carlos Wizard (Gente) e Um gato de rua chamado Bob (Novo Conceito); em infantojuvenil, Os diários do semideus (Intrínseca); em autoajuda, Mãe, você é tudo para mim (Gente) e Para minha supermamãe (Vergara &amp; Riba); em negócios, A bola não entra por acaso (Principio) e Startup de $100 (Saraiva).</p>
<p>Vale lembrar que o já tão conhecido Padre Marcelo continua no altar com o livro Kairós (Principium), que atingiu essa semana a marca de 29.445 exemplares vendidos. Santo Expedito deve estar recebendo muitos agradecimentos pela graça alcançada!</p>
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		<title>Dicionário de crianças colombianas surpreende adultos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 14:00:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[São definições cheia de poesia e sabedoria, apesar da pouca idade de seus autores. Ou talvez por isso mesmo.
Arturo Wallace, na BBC
Vão desde A de adulto (&#8220;Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si&#8221;, segundo Andrés Felipe Bedoya, de 8 anos), até V de violência (&#8220;A parte ruim da  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São definições cheia de poesia e sabedoria, apesar da pouca idade de seus autores. Ou talvez por isso mesmo.</strong></p>
<p>Arturo Wallace, na <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130518_dicionario_criancas_colombia_aw_cc.shtml">BBC</a></p>
<div id="attachment_25696" class="wp-caption alignright" style="width: 234px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1117.jpg"><img class="size-full wp-image-25696" alt="Crianças produziram cerca de 500 definições, que viraram livro de sucesso" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1117.jpg" width="224" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças produziram cerca de 500 definições, que viraram livro de sucesso</p></div>
<p>Vão desde A de adulto (&#8220;Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si&#8221;, segundo Andrés Felipe Bedoya, de 8 anos), até V de violência (&#8220;A parte ruim da paz&#8221;, na definição de Sara Martínez, de 7 anos).</p>
<p>O dicionário está no livro &#8220;Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças&#8221;, uma obra que surpreendeu ao se tornar o maior sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, no final do mês de abril. A surpresa aconteceu especialmente porque o livro foi publicado pela primeira vez na Colômbia em 1999 e reeditado no início desse ano.</p>
<p>&#8220;Isso me faz pensar que o livro continua revelando, continua falando sobre as pequenas coisas&#8221;, disse à BBC Mundo Javier Naranjo, que compilou as definições feitas por crianças colombianas.</p>
<p>&#8220;Eles têm uma lógica diferente, outra maneira de entender o mundo, outra maneira de habitar a realidade e de nos revelar muitas coisas que esquecemos&#8221;, diz.</p>
<p>É assim que, no peculiar dicionário, a água é uma &#8220;transparência que se pode tomar&#8221;, um camponês &#8220;não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos&#8221; e a Colômbia é &#8220;uma partida de futebol&#8221;.</p>
<p>Além disso, uma das definições de Deus passa a ser &#8220;o amor com cabelo grande e poderes&#8221;, a escuridão &#8220;é como o frescor da noite&#8221; e a solidão é a &#8220;tristeza que a pessoa tem às vezes&#8221;.</p>
<p>&#8216;Outra visão do mundo&#8217;</p>
<p>As definições &#8211; quase 500, para um total de 133 palavras diferentes &#8211; foram compiladas durante um período &#8220;entre oito e dez anos&#8221;, enquanto Naranjo trabalhava como professor em diversas escolas rurais do Estado de Antioquía, no leste do país.</p>
<p>&#8220;Na criação literária fazíamos jogos de palavras, inventávamos histórias. E a gênese do livro é um dos exercícios que fazíamos&#8221;, conta ele, que agora é diretor da biblioteca e centro comunitário rural Laboratório do Espírito.</p>
<p>Ele diz que teve a ideia de pedir aos alunos uma definição do que era uma criança, em uma comemoração do dia das crianças.</p>
<p>&#8220;Me lembro de uma definição que era: &#8216;uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir mais cedo&#8217;. Eu adorei, me pareceu perfeita.&#8221;</p>
<p>&#8220;As crianças escolheram algumas palavras e eu também: palavras que me interessavam, sobre as quais eu me perguntava. Mas não fugi de nenhum&#8221;, afirma Naranjo.</p>
<p>No dicionário aparecem temas do cotidiano da Colômbia, como guerra e &#8220;desplazado&#8221;, pessoa que se desloca pelo país, geralmente fugindo de conflitos. Um dos alunos definiu a palavra criança como &#8220;um prejudicado pela violência&#8221;.</p>
<p>Aprender a escutar</p>
<p>Para a publicação, Naranjo corrigiu a pontuação e a ortografia das definições escolhidas, mas afirma não ter tirado nenhuma das palavras por &#8220;questões ideológicas&#8221;.</p>
<p>Por isso, o livro mantém a voz das crianças, com suas formas de explicar as coisas e construções gramaticais particulares. Bianca Yuli Henao, de 10 anos, define tranquilidade como &#8220;por exemplo quando seu pai diz que vai te bater e depois diz que não vai&#8221;.</p>
<p>O ex-professor diz que o respeito à voz das crianças também é parte do sucesso do livro, que foi reeditado em 2005 e 2009 e inspirou obras semelhantes no México e na Venezuela.</p>
<p>As vendas do livro ajudaram a financiar as atividades da biblioteca atualmente dirigida por Naranjo, que continua convidando as crianças a deixar a imaginação voar com outras dinâmicas.</p>
<p>&#8220;Nós adultos somos condescendentes quando falamos com as crianças e deve ser o contrário. Mais que nos abaixarmos temos que ficar na altura deles. Estar à altura deles é nos inclinarmos para olhar as crianças nos olhos e falar com elas cara a cara. Escutar suas dúvidas, seus medos e seus desejos&#8221;, diz.</p>
<p>Sabedoria infantil</p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1118.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25697" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1118.jpg" width="304" height="171" /></a></p>
<p>Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)</p>
<p>Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)</p>
<p>Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos)</p>
<p>Branco: O branco é uma cor que não pinta (Jonathan Ramírez, 11 anos)</p>
<p>Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos)</p>
<p>Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)</p>
<p>Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos)</p>
<p>Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana<br />
María Noreña, 12 anos)</p>
<p>Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos)</p>
<p>Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)</p>
<p>Guerra:Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Mejía, 11 anos)</p>
<p>Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos)</p>
<p>Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos)</p>
<p>Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos)</p>
<p>Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos)</p>
<p>Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos)</p>
<p>Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)</p>
<p>Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes (Iván Darío López, 10 anos)</p>
<p>Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)</p>
<p>Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)</p>
<p>Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos)</p>
<p><em>Fonte: livro Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças, de Javier Naranjo</em></p>
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		<title>‘O ensino não está pronto para receber superdotados’, diz professor</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 10:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tininha</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Dele]]></category>
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		<category><![CDATA[Dos Motivos]]></category>
		<category><![CDATA[ensino fundamental]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Estimativa aponta que até 39 mil crianças sejam superdotadas no Paraná.
Dessas, apenas 526 em idade escolar recebem acompanhamento.
Samuel Nunes, no G1
A Organização Mundial da Saúde estima que de 3% a 5% da população mundial pode ser chamada de “superdotados”. No Paraná, de acordo com a Secretaria  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estimativa aponta que até 39 mil crianças sejam superdotadas no Paraná.<br />
Dessas, apenas 526 em idade escolar recebem acompanhamento.</strong></p>
<div id="attachment_25689" class="wp-caption aligncenter" style="width: 568px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1112.jpg"><img class=" wp-image-25689 " alt="Instituto de Educação do Paraná foi o primeiro local a ter uma sala específica para atender os alunos no estado (Foto: Samuel Nunes/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1112.jpg" width="558" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">Instituto de Educação do Paraná foi o primeiro local a ter uma sala específica para atender os alunos no estado (Foto: Samuel Nunes/G1)</p></div>
<p>Samuel Nunes, no <a href="http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/05/o-ensino-nao-esta-pronto-para-receber-superdotados-diz-professor.html">G1</a></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde estima que de 3% a 5% da população mundial pode ser chamada de “superdotados”. No Paraná, de acordo com a Secretaria de Educação (Seed), o número de alunos com essa condição, entre o 6º ano do ensino fundamental e o 3º ano do ensino médio, pode chegar a 39 mil pessoas.</p>
<p>Para o professor André Ribas, que há quase nove anos cuida da primeira sala de recursos destinada ao atendimento desses alunos no Paraná, um dos problemas que dificulta a identificação desses alunos está no próprio ensino. &#8220;A escola ainda é a mesma que eu frequentava há 20 anos, que meus pais frequentavam há 40. O ensino não está pronto para recebê-los”, acredita Ribas.</p>
<p>A preocupação dele é compartilhada pela Secretaria da Educação. Segundo a técnica pedagógica Denise Matos Lima, que trabalha no Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional, um dos motivos para o atendimento ainda não ter alcançado números maiores é a dificuldade de identificação dos alunos e a novidade que o atendimento diferenciado a eles representa na pedagogia. &#8220;As universidades ainda não formam os professores para identificar os alunos que possuem altas habilidades. Eles costumam receber formação justamente para o contrário, ajudar os alunos que têm dificuldades&#8221;, diz.</p>
<div id="attachment_25690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 568px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1113.jpg"><img class=" wp-image-25690 " alt="Ribas diz que materiais usados com os alunos geralmente são doados (Foto: Samuel Nunes/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1113.jpg" width="558" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Ribas diz que materiais usados com os alunos geralmente são doados (Foto: Samuel Nunes/G1)</p></div>
<p>Descobrindo superdotados</p>
<p>O professor Ribas diz que um dos primeiros locais em que os alunos superdotados são identificados é dentro das próprias famílias. Ele explica que, para essas crianças, a fase dos &#8220;porquês&#8221; nunca passa. “Elas são mais curiosas e estão sempre questionando tudo e todos. Costumam chamar os professores de burros, às vezes não gostam de ir à escola, o que é óbvio, já que elas selecionam o que querem aprender. Quando algo não lhes interessa mais, passam para o próximo tópico”, conta.</p>
<p>Caso haja uma identificação das habilidades cognitivas do aluno, a criança é encaminhada para a sala de recursos. Dali, ela vai para uma avaliação com um psicólogo, que emite um laudo apontando os pontos em que a criança está acima da média e aqueles em que ainda precisa ter um acompanhamento melhor. “Nós também trabalhamos para deixar essa área [deficitária] o mais próximo possível da média dos demais alunos”, pontua Ribas.</p>
<p>Quando o laudo chega às mãos do professor que coordena a sala de recursos, é preciso encontrar formas de adaptar os materiais às habilidades que o aluno possui. Para isso, são usadas diversas ferramentas que variam desde jogos até projetos acadêmicos, em parceria com outras instituições de ensino e com a comunidade.</p>
<p>Atendimento</p>
<p>A sala comandada por Ribas funciona no Instituto de Educação do Paraná Erasmo Pilotto, em Curitiba. O projeto atualmente atende todo o público interno do colégio, mas em casos especiais acaba recebendo alunos de outras unidades de Curitiba. A escola possui alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio.</p>
<p>Na sala, os alunos desenvolvem vários projetos que tentam se adaptar às necessidades e às curiosidades de conhecimento que os alunos possuem. Um deles, por exemplo, é uma oficina de robótica, que funciona em parceria com a Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UTFPR). Nela, três alunos do ensino médio tentam montar um pequeno robô para participar de uma competição. A iniciativa é patrocinada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p>Da mesma forma que aqueles que possuem dificuldades de aprendizagem, os alunos superdotados necessitam de acompanhamento diferenciado. No Instituto de Educação, a sala de recursos funciona no contraturno escolar.</p>
<p>O espaço, segundo Ribas, se adapta às necessidades de cada aluno. O professor pontua que a metodologia usada por ele contempla a superdotação pelas áreas de conhecimento. “Ninguém é bom em tudo. Ao todo, são 11 tipos de inteligência que a gente considera. Alguns são melhores em determinadas áreas, mas deficientes em outras”, diz o professor.</p>
<div id="attachment_25691" class="wp-caption aligncenter" style="width: 568px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1114.jpg"><img class=" wp-image-25691 " alt="Gabriela Passos é uma das alunas atendidas no Instituto de Educação do Paraná, em Curitiba (Foto: Samuel Nunes/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1114.jpg" width="558" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">Gabriela Passos é uma das alunas atendidas no Instituto de Educação do Paraná, em Curitiba (Foto: Samuel Nunes/G1)</p></div>
<p>Competição de robôs</p>
<p>Gabriela de Abraão Passos, de 15 anos, é uma das alunas que participam do projeto. Ela conta que procurou, por conta própria, há um ano, a sala de altas habilidades porque se interessou na ideia de aprender sobre computação. Antes de aprenderem robótica, os alunos passaram por outra oficina, de programação.</p>
<p>“Eu sempre tive curiosidade. Gosto de descobrir várias coisas e por isso acabei entrando no projeto”, diz Gabriela. A menina diz que sempre sentiu mais facilidade nas matérias de Química, Física e História. “São temas que eu gosto bastante”, conta. Segundo ela, os meses que passou aprendendo a programar já fizeram pensar em seguir a carreira como engenheira de computação.</p>
<p>Da parte da UTFPR, duas alunas do curso de engenharia de computação ministraram aulas ao grupo do Instituto de Educação. Kaya Sumire Abe e Bianca Alberton passaram os últimos meses explicando aos alunos o processo de construção de um robô.</p>
<p>Bianca diz que o grupo não teve o rendimento esperado na oficina e acha difícil que consigam montar o robô a tempo da competição, que deve ocorrer em cerca de um mês. “Acho que um dos motivos foi porque não conseguimos passar como se fazia a programação. Mesmo assim, o pessoal da faculdade de engenharia demora bastante a conseguir. Mas para o próximo ano acredito que eles já consigam montar um”, diz.</p>
<div id="attachment_25692" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1115.jpg"><img class="size-full wp-image-25692" alt="Teatro, jogos e outras atividades são usadas para incentivar as áreas de inteligência dos alunos (Foto: Samuel Nunes/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1115.jpg" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Teatro, jogos e outras atividades são usadas<br />para incentivar as áreas de inteligência dos alunos<br />(Foto: Samuel Nunes/G1)</p></div>
<p>Objetivos do atendimento</p>
<p>O sucesso ou fracasso no concurso de robôs, porém, não é o que move os objetivos da sala de recursos. De acordo com Ribas, o projeto visa ajudar os alunos com altas habilidades a se encontrar e a se relacionar melhor com os colegas. “Muitos deles chegam aqui e dizem ‘esse é um lugar em que vão me entender’”, conta o professor.</p>
<p>Segundo ele, a maior parte desses alunos é incompreendida pelos colegas e até por alguns professores, que os veem como pessoas problemáticas. “Ele [aluno] é incompreendido, porque a gente não tem paciência para ouvir”, diz.</p>
<p>É a situação de Gabriela, por exemplo. A menina diz que os conflitos com professores sempre foram constantes. &#8220;Às vezes, não concordo com o que eles dizem ou com a forma como ensinam&#8221;, lembra.</p>
<p>Mitos dos superdotados</p>
<p>Um dos principais mitos em relação aos alunos superdotados é chamá-los de gênios. “Gênio é aquele que deixou alguma contribuição para a sociedade. Steve Jobs foi um gênio? Isso depende do ponto de vista. Do ponto de vista do design e do modo de se usar computadores, sim”, argumenta Ribas. Para ele, o conceito de “gênio” é relativo e depende do contexto em que se avalia cada caso.</p>
<p>Da mesma forma, os alunos superdotados nem sempre tiram as maiores notas em todas as matérias na escola. “Tem muitos superdotados que tiram zero e reprovam, seja por não gostarem da matéria, seja por pirraça ou até por dificuldade em entender aquele conteúdo”, diz.</p>
<blockquote><p>Tem muitos superdotados que tiram zero e reprovam.&#8221;<br />
André Ribas, professor</p></blockquote>
<p>&#8216;Altas habilidades&#8217; X &#8216;superdotados&#8217;</p>
<p>Embora pareça pequena, existe uma diferença de significados entre os dois termos. Ribas explica que o conceito de aluno superdotado trabalha apenas com dois tipos de inteligência e privilegia a facilidade acadêmica das crianças. Dessa forma, pessoas que têm a possibilidade de se destacar em outras áreas, acabavam sendo excluídas do atendimento especial. &#8220;Um jogador de futebol pode um superdotado, mas isso não significa que ele seja bom na escola&#8221;, pontua.</p>
<p>Segundo ele, o termo &#8220;altas habilidades&#8221; é o que mais tem aparecido entre as pessoas que estudam o tema atualmente. Esse conceito atua nas várias inteligências que as pessoas podem desenvolver. Assim, conforme o professor, é possível pensar em atividades que possam ampliar as habilidades cognitivas específicas de cada aluno, evitando, inclusive, que saiam da escola.</p>
<p>Outros locais de ensino</p>
<p>A Secretaria de Educação informou que as salas especiais de atendimento aos alunos superdotados estão disponíveis em 28 cidades do Paraná. Ao todo, 54 escolas oferecem o serviço. Denise Matos diz que o objetivo da Secretaria da Educação é expandir o projeto aos poucos, até chegar a outras cidades. &#8220;Nosso primeiro passo é formar um grupo de multiplicadores, que possam passar os conhecimentos nessa área a outros professores&#8221;, diz.</p>
<p>Ela ainda revela ainda que a Secretaria da Educação e o Conselho Brasileiro para a Superdotação estão organizando um congresso internacional sobre o tema, que deve ocorrer em Foz do Iguaçu, em 2014. &#8220;A escolha da cidade foi justamente para ampliar a nossa atuação nas cidades da região. Nesses eventos, além de professores, sempre aparecem pais interessados no tema&#8221;, conta.</p>
<p>Abaixo, você pode conferir a lista de cidades que disponibilizam a atenção especial. Nos núcleos regionais de educação é possível saber quais escolas estão aptas a receber os alunos que apresentam superdotação. De acordo com a Secretaria da Educação, nenhuma escola particular dispõe de atendimento especializado.</p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1116.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25693" alt="1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1116.jpg" width="466" height="278" /></a></p>
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		<title>Entrevista com Jeff Bliss, o aluno que deu lição de moral em sua professora</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 22:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Publicado no Sedentário [via Profetirando]
O vídeo de Jeff dando uma lição de como dar aula a sua professora de História está sendo um viral desde a semana passada. Um jornal de sua cidade foi atrás de Jeff para conversar e ele explicar mais um pouco da pequena confusão que se tornou isso  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="620" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ittDtzZvvVU?hl=pt_BR&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ittDtzZvvVU?hl=pt_BR&amp;version=3" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Publicado no <a href="http://www.sedentario.org/videos/entrevista-com-jeff-bliss-aluno-que-deu-licao-de-moral-em-sua-professora-64275" target="_blank">Sedentário</a> [via <a href="http://profetirando.com.br/entrevista-com-jeff-bliss-aluno-que-deu-licao-de-moral-em-sua-professora/">Profetirando</a>]</p>
<p>O vídeo de Jeff dando uma lição de como dar aula a sua professora de História está sendo um viral desde a semana passada. Um jornal de sua cidade foi atrás de Jeff para conversar e ele explicar mais um pouco da pequena confusão que se tornou isso tudo.</p>
<p>Abaixo, o vídeo original da manifestação do aluno contra a professora.</p>
<p><object width="620" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D1ynYexxnGY?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/D1ynYexxnGY?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/livrosepessoas/~4/9ZBgiIfQYEk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Documentário promete retratar a vida íntima do discreto autor de “O apanhador no campo de centeio”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/livrosepessoas/~3/R7j7RrncJAs/</link>
		<comments>http://www.livrosepessoas.com/2013/05/19/documentario-promete-retratar-a-vida-intima-do-discreto-autor-de-o-apanhador-no-campo-de-centeio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 20:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor americano J.D. Salinger também será mote de livro
Publicado em O Globo
RIO &#8211; Autor de “O apanhador no campo de centeio” e um dos reclusos mais famosos dos Estados Unidos, J.D. Salinger (1919-2010) será mote de um documentário, cujos detalhes são mantidos em segredo tanto quanto ele  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O escritor americano J.D. Salinger também será mote de livro</strong></p>
<div id="attachment_25685" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/2010-314438226-20100128180750028ap.jpg_20100128.jpg"><img class="size-full wp-image-25685" alt="O autor americano e exemplares de sua mais célebre obra AP Photo/Amy Sancetta" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/2010-314438226-20100128180750028ap.jpg_20100128.jpg" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">O autor americano e exemplares de sua mais célebre obra AP Photo/Amy Sancetta</p></div>
<p>Publicado em <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/documentario-promete-retratar-vida-intima-do-discreto-autor-de-apanhador-no-campo-de-centeio-8432983">O Globo</a></p>
<p>RIO &#8211; Autor de “O apanhador no campo de centeio” e um dos reclusos mais famosos dos Estados Unidos, J.D. Salinger (1919-2010) será mote de um documentário, cujos detalhes são mantidos em segredo tanto quanto ele próprio o fazia com sua vida privada.</p>
<p>“Salinger”, o filme, foi escrito ao longo de nove anos por Shane Salerno, que também dirige e produz o longa, bancado por ele mesmo. O projeto é uma virada na carreira de Salerno, mais conhecido pelo trabalho como roteirista de blockbusters tradicionais como “Alien vs. Predador”.</p>
<p>Mas a promessa de descobrir detalhes da vida de um dos escritores mais respeitados da América provou ser uma atração enorme para Hollywood. “Salinger” foi comprado pelo magnata do cinema independente Harvey Weinstein depois de ter viso uma exibição privada na manhã do Oscar deste ano. Mesmo que, na amostra, não tenha visto todas as revelações que o filme promete, ele fechou negócio imediatamente.</p>
<p>Salerno e sua equipe também estão lançando um programa de TV baseado no documentário e já fecharam acordo com a editora Simon and Schuster para publicar um livro chamado “A guerra particular de J.D. Salinger”.</p>
<p>Como Salerno não dá entrevistas, há especulações febris sobre detalhes de casos de amor e rumores de manuscritos inéditos de Salinger. Uma das poucas pistas veio quando Salerno anunciou o negócio do livro. “O mito que as pessoas criaram e acreditaram nos últimos 60 anos em torno de J.D. Salinger é de alguém muito puro para ser publicado, muito sensível para ser tocado. Substituímos esse mito por um ser humano extraordinariamente complexo e profundamente contraditório. Nosso livro oferece uma completa reavaliação e reinterpretação de seu trabalho e de sua vida”, disse Salerno.</p>
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		<title>George R.R. Martin, o ‘senhor dos Tronos’, na primeira entrevista ao Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 17:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo
Seria apenas meia hora de conversa por telefone e o assunto não poderia fugir muito de “Wild Cards”, série  coletiva sobre super-heróis que George R.R. Martin edita e na qual escreve desde os anos 1980. Duas das condições com as quais chegou até mim, no mês  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<div id="attachment_25677" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/grrm2-Paris-McBride-11.jpg"><img class="size-full wp-image-25677" alt="O escritor americano em foto da mulher, Paris McBride" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/grrm2-Paris-McBride-11.jpg" width="450" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor americano em foto da mulher, Paris McBride</p></div>
<p dir="ltr">Raquel Cozer, na <a href="http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/2013/05/19/george-r-r-martin-o-senhor-dos-tronos-na-primeira-entrevista-ao-brasil/">Folha de S.Paulo</a></p>
<p dir="ltr">Seria apenas meia hora de conversa por telefone e o assunto não poderia fugir muito de “Wild Cards”, série  coletiva sobre super-heróis que George R.R. Martin edita e na qual escreve desde os anos 1980. Duas das condições com as quais chegou até mim, no mês passado, a possibilidade de entrevistar o autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que nunca tinha falado a jornais do Brasil, país que está entre aqueles onde ele tem hoje mais leitores.</p>
<p dir="ltr">Confesso que bateu aflição à medida que lia entrevistas com ele. GRRM é um bom entrevistado, mas a paixão que sua obra desperta e a atenção implacável de fãs fez com que já fosse questionado sobre todo assunto que se possa imaginar, e as respostas tendem a se repetir. No fim, até ajudou falar de um tema menos abordado, “Wild Cards”, cujo volume 1 a editora LeYa acaba de pôr nas lojas (o segundo e o terceiro saem em novembro). E, é claro, fui encaixando na conversa as “Crônicas” e “Game of Thrones”, a série da HBO baseada nos livros.</p>
<p dir="ltr">Em “Wild Cards”, como nas “Crônicas”, GRRM dá um tratamento mais adulto, por assim dizer, a temas que tendem a ser associados ao juvenil (super-heróis, fantasia), com violência, política e sexo como pano de fundo. A boa notícia para os fãs das “Crônicas” é que GRRM hoje quase não ocupa seu tempo escrevendo para “Wild Cards”, embora editar a obra seja, como ele diz, “o trabalho mais desafiador” nesse sentido.</p>
<p dir="ltr">“Wild Cards”surgiu como RPG nos anos 1980. GRRM convidou vários amigos nerds a escrever contos a partir dessa premissa: um vírus alienígena que, em 1946, infectou terráqueos com sintomas imprevisíveis, matando muitos, dando superpoderes a uns e deixando outros deformados. Nisso, já foram 22 livros, histórias isoladas com personagens que se repetem e cujo fio narrativo é unificado. Cabe a GRRM reescrever muita coisa e fazer o conjunto funcionar, “conduzindo a sinfonia como se fosse uma big band”.</p>
<p dir="ltr">O resultado foi a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/05/1280251-referencia-da-fantasia-george-rr-martin-comenta-wild-cards-que-chega-ao-pais.shtml" target="_blank"><strong>capa da Ilustrada deste domingo</strong></a>, com os principais trechos da entrevista,  cuja íntegra você pode ler abaixo. Também <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/05/1280076-autores-comentam-importancia-de-george-rr-martin-na-literatura-fantastica.shtml" target="_blank"><strong>questionei vários autores sobre a relevância de GRRM na literatura fantástica</strong></a>.</p>
<p>*</p>
<p dir="ltr"><strong>Folha – O sr. se tornou escritor devido ao interesse por quadrinhos, como costuma dizer, e em “Wild Cards” o sr. leva os super-heróis dos quadrinhos para a literatura. Como é usar na literatura um tema tão característico das HQs?<br />
George R.R. Martin -</strong> Bom, nós buscamos, nos livros, fazer uma abordagem mais realista. Para começar do básico: eu amo quadrinhos, cresci lendo quadrinhos, mas há muitas convenções no formato que não fazem sentido quando você pensa nelas. A noção de que alguém que consegue superpoderes vai imediatamente comprar uma roupa de spandex e combater o crime. Não acho que isso funcione. No mundo real, se você conseguisse superpoderes, se eu tivesse a habilidade de voar, bem, provavelmente eu ainda seria um escritor, com a diferença de que não andaria mais de aviões. Isso iria mudar minha vida, mas não como acontece nos quadrinhos.</p>
<p dir="ltr">Então essa foi a situação quando pensamos no básico. Partimos da premissa: ok, depois da Segunda Guerra, algumas pessoas conseguiram superpoderes. Poderes e habilidades que vão muito além daquelas dos simples mortais. E começamos a pensar como o mundo seria transformado, como a vida das pessoas atingidas seria transformada.</p>
<p><strong>Outra diferença entre “Wild Cards” e outras histórias de heróis é que a série lida mais diretamente com a história real e, conforme ela passa, muda seus rumos.<br />
</strong>Sim, o realismo nos fez colocar os super-heróis no tempo real, interagindo com o mundo real. Por exemplo, eu lembro, quando era garoto, que estava na escola e apareceu o Homem-Aranha. Ele estava no ensino médio, igual a mim. Houve uma identificação imediata, e pude entender problemas pelos quais ele estava passando. Então me formei no ensino médio e entrei na faculdade, e o Homem-Aranha terminou o ensino médio e entrou na faculdade, Peter Parker fez isso. Estávamos mudando.</p>
<p>Mas saí da faculdade em quatro anos, e o Homem-Aranha levou uns 20 anos para se formar. E, depois que saiu da faculdade, ficou preso naquela coisa de ser um cara de 20 e poucos anos que tinha acabado de sair da faculdade. E ficou um tempo casado, e depois não estava mais casado, disseram que o casamento nunca tinha acontecido. Você pega um livro do Homem-Aranha hoje e ele ainda tem lá seus 23 anos e saiu da faculdade poucos anos atrás. Lembro ter lido livros do Homem-Aranha em que ele estava envolvido em demonstrações dos anos 1960 conta a Guerra do Vietnã… Obviamente, o tempo dos quadrinhos não faz o menor sentido. Ele era da minha geração e agora é parte de uma geração muito mais jovem.</p>
<p>O Superman veio à Terra nos anos 1920, eu acho, e aterrissou pequeno e se tornou o Superman público no final dos anos 1930, mas, agora, se você lê os livros, ele veio à Terra em 1995 ou algo assim. Os criadores ficam revisando a história para mantê-los eternamente jovens, e essa é uma armadilha na qual decidimos não cair em “Wild Cards”. Queríamos fazer algo mais ligado ao tempo real. Heróis que conseguiram seus superpoderes em 1946, data do primeiro “Wild Cards”, e tivessem 20 anos naquela época, bem, agora eles estão aposentados, estiveram casados, têm filhos e casaram de novo e seus filhos cresceram. Eles tiveram todo tipo de problema que as pessoas têm ao longo da vida. Ser superforte ou lançar raios pelos dedos não eliminam os problemas que as pessoas têm na vida real.<span id="more-25676"></span></p>
<p><strong>E como surgem esses novos heróis com o tempo, à medida que os outros envelhecem?<br />
</strong>Isso depende. A genética de “Wild Cards” é complicada. É uma mudança na estrutura genética e se torna uma… Se os dois pais têm o vírus do “Wild Cards”, então a criança seria um Carta Selvagem [na tradução da LeYa, embora o título do livro seja em inglês, os infectados recebem no texto o nome em português], mas poderia também morrer, porque 90% das pessoas que pegaram o vírus e tornaram Rainha Negra [gíria para morte usada nos livros], como dizemos, morrendo. E 10% viram Curingas [personagens que ficam deformados], só um em cem se torna Ases e acabam como super-heróis. O bebê infectado tem as mesmas chances de qualquer um, não é algo simplesmente herdado.</p>
<p><strong>Os Curingas, nesse sentido realista, são importantes para tratar de questões como o preconceito, não?<br />
</strong>Sim, sim. Muitas mutações não são boas. Queríamos dizer: ‘Sabe, se você sofresse uma mutação como essas dos quadrinhos, seria possível que isso não fosse tão bom, e isso é muito mais provável que uma mutação boa, inclusive’. Isso torna a história diferente de qualquer outra da Marvel, da DC Comics, Universal, a comunidade Coringa e a existência desse segundo time junto com os superpoderosos Ases, isso é algo que ninguém mais faz.</p>
<p><strong>Acontece de um autor escrever para “Wild Cards” algo que o sr. acha que não vai caber na história como um todo e isso ser vetado? Como é escrever em equipe para um autor tão acostumado a escrever sozinho [como em "As Crônicas de Gelo e Fogo"]?<br />
</strong>Isso acontece o tempo todo. Vem acontecendo há 20 anos, e por isso sou necessário como  editor. Os autores escrevem suas histórias e meu trabalho principal, além de também escrever as minhas, é juntá-las. E há um grande trabalho de reescrita envolvido, porque as histórias nunca ficam perfeitas juntas de primeira. Às vezes, tenho autores que escrevem duas cenas que se contradizem ou que se duplicam, e essencialmente eu conduzo a sinfonia aqui, como se fosse uma “big band”, com todos os instrumentos e personagens funcionando juntos.</p>
<p>É um trabalho difícil. Editei uma série de publicações ao longo dos anos, mas o trabalho envolvido em “Wild Cards” é certamente o mais desafiador tipo de edição, simplesmente  porque você tem que pensar em equipe e ao mesmo tempo conseguir boas histórias dos escritores. Criamos um mecanismo pelo qual o criador de cada personagem revisa o texto quando seu personagem é usado por outro escritor. Além de mim como editor, os escritores interagem. Então, se alguém vai usar um personagem meu, como o Tartaruga, posso dizer:  ”Não, ele não diria isso dessa maneira”, ou “Ele nunca faria isso”. Muita reescrita. Mas, felizmente, a maior parte dos escritores faz o trabalho com muita vontade, adora escrever sobre esses personagens e esse universo.</p>
<p><strong>Há algum personagem de outros autores que você gostaria de ter criado?<br />
</strong>Provavelmente o Dorminhoco, que foi criado por Roger Zelazny, um amigo querido e um dos melhores escritores que a ficção científica já produziu. É muito original, parte do time original [personagens do primeiro livro]. O Dorminhoco é flexível, tem suas características,  mas pode caber em praticamente qualquer história dos outros autores, às vezes como herói, às vezes não. E ele é um homem do nosso tempo. Ele vive em 2013, era um garoto quando o vírus chegou à Terra, em 1946, então ele se lembra de um mundo diferente. Toda vez que ele vai dormir, não sabe como vai acordar [se com poderes de Ás ou deformidades de Coringas] ou se vai acordar. É um personagem incrível, provavelmente o mais icônico do “Wild Cards”.</p>
<p><strong>Atualmente a série está saindo em vários países, mas a maior parte das histórias se passa nos Estados Unidos. Não pensam em torná-la mais global?</strong><br />
A maior parte das histórias se passa em Nova York. Mas, de tempos em tempos… O quarto livro da série, chamado “Aces Abroad”, é um livro no qual os personagens fazem uma turnê mundial, visitam várias cidades. Acho que eles passam pelo Brasil, embora não tenham uma história aí. Mas temos uma história no Peru. E temos histórias no Oriente Médio, na Europa Oriental e Ocidental, no Japão. Depois, muitos volumes depois, aparecem histórias que têm uma base mundial. A série que começa com “Inside Straight”, volumes 18, 19 e 20, começa em Los Angeles, passa para o Egito e o Oriente Médio, e lá e personagens se envolvem com a ONU. Tentamos dar um sabor mais global. Soube que no Brasil pediram por esses livros, gostaria de sediar histórias aí. Isso seria divertido.</p>
<p><strong>Os direitos de adaptação foram comprados pela Universal para o cinema. Em que pé está isso? O sr. lida bem com a ideia de transformar a série em um único </strong><strong>filme, algo que não quis aceitar para “As Crônicas de Gelo e Fogo”?<br />
</strong>Bom, Wild Cards não é bem uma história, são centenas de histórias, é um mundo. Esperamos que o primeiro filme conte uma história de um grupo particular de personagens, e, se fizer sucesso, o segundo filme pode ser com um time completamente diferente de personagens. E pode ser no passado, no futuro. Temos centenas de personagens e histórias. É uma franquia incrível, que funciona para uma série de filmes, que é o que esperamos conseguir, ou para uma série de TV, o que pode vir a acontecer se os filmes fizerem sucesso. Mas agora estamos no estágio inicial, Melinda Snodgrass [uma das autoras da série e coprodutora, com GRRM, do fillme] está escrevendo o roteiro, está no segundo rascunho. Estamos esperando.</p>
<p><strong>Os leitores no Brasil o conhecem mais como autor de fantasia que de ficção científica. É diferente criar uma e outra</strong>?<br />
Não há grande diferença. Em ficção científica, você tem aliens e naves espaciais; em fantasia, tem dragões e cavaleiros, mas de toda forma está contando histórias, e o coração de toda história, no passado, no presente ou no futuro, seja ficção científica, seja mistério, seja romance, o coração de qualquer história são os personagens. Se você tem bons personagens, que os leitores achem interessantes e com os quais se preocupem, sua história vai funcionar. Não importa o gênero.</p>
<p>William Faulkner, o grande escritor americano, uma vez disse que o coração humano em conflito consigo mesmo é a única coisa sobre a qual vale a pena escrever, e acredito nisso. Não acho que o gênero importe tanto.</p>
<p><strong>Se o gênero não importa tanto, e c</strong><strong>onsiderando que o sr. gosta de histórias muito realistas, envolvendo questões políticas, violência, sexo, nunca pensou em escrever abrindo mão da fantasia?<br />
</strong>Gosto de violência, sexo e política, é verdade [risos]. Mas fantasia, bom, eu amo a fantasia, ela permite usar a imaginação. Quando eu era criança, vivia uma vida de imaginação. Éramos pobres, não tínhamos dinheiro, não íamos a  lugar nenhum. Vivíamos perto de um canal, e eu olhava a água, e eu via embarcações o tempo todo indo a Hong Kong ou Japão ou França ou Brasil, eu olhava para as bandeiras e imaginava quem estava naqueles navios. Daí começava a pensar também como seria estar em naves espaciais ou com aliens. É tudo imaginação. Amo ser levado a mundos fabulosos de maravilhas e cores.</p>
<p><strong>O sr. ainda tem tempo para se dedicar a “Wild Cards”? Os leitores de “As Crônicas de Gelo e Fogo” permitem isso?<br />
</strong>Bom, alguns ficam irritados. Mas, dito isso, hoje não escrevo muito para “Wild Cards”. Faço a edição, que é algo que demanda tempo, mas não tanto quanto escrever as histórias. Gostaria de escrever mais para “Wild Cards”, adoro esse mundo, adoro meus personagens nesse mundo, mas não posso até terminar as “Crônicas de Gelo e Fogo”. Essa é a minha prioridade, ainda tenho dois livros a terminar e isso vai me tomar alguns anos, e ainda tenho a série de TV vindo atrás de mim.</p>
<p><strong>Como é a receptividade de “Wild Cards” entre os fãs? Eles não chegam a ser intensos como os das “Crônicas de Gelo e Fogo”, imagino.<br />
</strong>Eles existem em menor número. “As Crônicas de Gelo e Fogo” são a coisa mais bem-sucedida que fiz, então tem mais leitores. Mas os fãs de “Wild Cards” também sabem ser intensos, formam relações com personagens diferentes. Odeiam alguns, amam outros, discutem quem venceria quem numa briga. É sempre interessante. No geral, adoro a intensidade dos fãs. Você quer que eles se importem, que discutam os livros e implorem por lançamentos. A pior coisa para um escritor é quando os leitores não se importam, o que é a triste verdade para a maior parte dos escritores.</p>
<p><strong>Sobre a relação com fãs, o sr. já disse que prefere não ler o que eles escrevem, como as fanfics [histórias de fãs usando universos de um escritor], inclusive para não ser acusado de plagiá-los. Como lida com a ideia de que um dia deixará sua história de herança para outros, como aconteceu com Tolkien?<br />
</strong>[pausa] Bem, algum dia, eu imagino, sim…</p>
<p><strong><strong>Digo, um dia num futuro distante, é claro.<br />
</strong></strong>Certo [risos]. Não me preocupo com o futuro distante. Acho que o presente me mantém ocupado o suficiente.</p>
<p><strong>O sr. lida com muita pressão para terminar as “Crônicas”, há quem até tenha medo de que não consiga terminar o sétimo livro, dado que já se passaram mais de 20 anos desde que começou a escrever e ainda faltam dois títulos. O sr. costuma dizer que guarda na memória, mas não tem algo no computador, uma linha geral, algo que eventualmente sirva como base num futuro distante?<br />
</strong>Tenho alguma coisa anotada, sei para onde está indo a história e estou seguindo isso. Não tenho todos os detalhes anotados, isso é algo que prefiro pensar à medida que escrevo.  Essa é a aventura de escrever, quando os personagens e a linha da história vão para lugares não imaginados, mas sei as principais coisas que vão acontecer. Sou um escritor lento, reescrevo tudo. Não imagino que isso vá mudar, então as pessoas que ficam aflitas com a chegada dos meus livros vão ter que se acalmar e lidar com isso. Não posso ir mais rápido só porque estão impacientes.</p>
<p><strong>Quando o sr. começou a criar “Wild Cards”, não se usava a internet. Com o tempo se popularizaram não só a internet como ferramentas de pesquisa, como o Google, e de organização. Há escritores que usam Excell, que nem é uma ferramenta nova, para se organizarem. Como lida com essas tecnologias?<br />
</strong>Elas foram bastante úteis para “Wild Cards”, preciso dizer. Quando começamos, e estamos falando do início do início dos anos 1980, com o primeiro livro saindo em 1987, não havia internet. Muitos dos escritores nem computadores tinham, era tudo na base da máquina de escrever. Tínhamos de redigitar as histórias, e então havia ligações telefônicas, enormes distâncias a superar… Mas isso mudou com o tempo.</p>
<p>Na metade dos anos 90, vários de nós já estávamos na internet, e existia um serviço, que não existe mais, da General Electric, que tinha fóruns e mensageiros, nos quais você podia tratar assuntos privados. Criei diferentes tópicos sobre “Wild Cards”, e discutíamos ali, o que certamente era bem mais fácil que fazer ligações telefônicas e mandar pelo correio os manuscritos ao redor dos Estados Unidos. Agora, é claro, está tudo na internet, mandamos tudo por e-mail. Isso faz as coisas mais fáceis quando você trabalha em grupo.</p>
<p dir="ltr">Agora, com as “Crônicas de Gelo e Fogo” não uso nada disso. Sou só eu, sozinho, com meu computador, escrevendo histórias. Sim, quando termino posso mandar por e-mail ao meu editor, mas é algo muito básico para escrever. Não uso nenhum tipo alta tecnologia. Na verdade, faço a maior parte do meu trabalho num DOS [sistema operacional comum nos computadores até os anos 1990].</p>
<p>E também tenho algo que não chega a ser uma tecnologia nova, que é função de busca do computador, o que torna fácil encontrar detalhes como as cores dos olhos dos personagens.  Tenho um arquivo gigante que contém todos os cinco livros e posso pesquisar neles para evitar contradições.</p>
<p><strong>O sr. trabalha como consultor de “Game of Thrones”, série de TV baseada nos livros, sem poder de veto, até onde entendo. Como lida com as mudanças feitas pelos roteiristas, que estão mais comuns nesta terceira temporada? Há alguma solução deles que o sr. chegou a achar melhor do que o que estava no livro?<br />
</strong>Bom, adoro a série de TV, mas gosto mais dos livros. Foi de grande ajuda para mim, em relação a série, o fato de eu ter trabalhado em TV por dez anos, nos anos 1980 e 1990 [foi roteirista das séries "Além da Imaginação" e "A Bela e a Série"]. Não trabalhava na criação, adaptava material de outros escritores. Então sei o tipo de alterações que são necessárias, em geral por questões práticas, como ter só uma hora por episódio, ter que encaixar tudo num certo orçamento.</p>
<p>O orçamento de “Game of Thrones” é grande na comparação com outros do tipo, mas ainda é um orçamento. Você não tem todo o dinheiro de que precisa nem pode contratar todos os atores de que gostaria. Com isso, personagens têm de ser combinados, outros têm de ser modificados, situações também. Temos dez episódios por temporada. Sempre disse que o ideal seriam 12 episódios, o que permitiria aproveitar mais personagens e situações que infelizmente ficam de fora, mas seria caro. Dez episódios é o que temos, e acho que fazem um trabalho excelente com isso. De algumas das mudanças eu gosto, por outras não são sou tão apaixonado. Mas entendo a necessidade de todas elas.</p>
<p><strong>Pode dar exemplos de mudanças de que goste ou não?<br />
</strong>Acho que as novas cenas que estão inventando para o programa estão funcionando, muitas são perfeitas, algumas das melhores da série estão nesses episódios. Sinto falta de algumas das cenas com o Mance [Ryder] ou diálogos que foram cortados. Algumas mudanças eu não faria. Fiz os livros por razões que eram minhas e prefiro na maior parte dos casos elas tal como estão nos livros.</p>
<p><strong>Impressiona a dimensão geográfica e genealógica que a história toda tomou. Ela chega a fugir do seu controle?</strong><br />
Isso é uma razão por que demoro tanto escrever. A história foge constantemente do meu controle. Reescrevo muito, vou seguindo os personagens e às vezes eles me levam pelo caminho errado, então tenho que voltar e entender o que deu errado. E então reescre, coloco numa ordem diferente, até entender como deve ser.</p>
<p><strong>O sr. usa com muita frequência os chamados cliffhangers [estratégia para prender o leitor ao final de cada capítulo]. Diria que é uma forma de arte?<br />
</strong>Sim, definitivamente. Esses dez anos em que fiz televisão me ensinaram muito sobre isso. Não sei como é no Brasil, mas, na TV americana, os programas têm muitos comerciais. E é preciso que a cada ato, considerando que um programa tem de quatro a cinco atos em uma hora, exista o chamado “act break”, que pode ser um cliffhanger, embora não precise ser. Algo como uma revelação, um personagem que descobre algo, alguma coisa que impeça que o espectador mude de canal no comercial e que o faça pensar no que vai acontecer.</p>
<p dir="ltr">Essa é uma técnica boa, que prende as pessoas na história. Em “Game of Thrones”, mesmo não tendo intervalos, eu queria que cada capítulo terminasse com um “act break”. Alguma coisa acontecendo do final de cada capítulo, por exemplo, da Arya, que fizesse você imediatamente querer saber o que acontecerá no capítulo seguinte. Mas você não pode saber isso imediatamente, porque agora tem que ler um capítulo do Tyrion ou do Jon Snow. E então você lê o capítulo do Tyrion e ali acontece algo que faz você querer ler o próximo capítulo dele. O ideal é que funcione com todos os personagens. Não é uma técnica fácil, mas acho que tem funcionado.</p>
<p><strong>Qual o sr. diria que é o tema central das “Crônicas” e o que elas refletem da visão que o sr. tem de política ou das sociedades atuais?<br />
</strong>Um tema central é certamente a  disputa de poder. As relações de políticas e de governos. Mas prefiro pensar menos em temas e mais em histórias individuais, o que nos leva de volta aos personagens, à questão do coração de que falou Faulkner. Estou mais interessado no que Jon ou Dany faria agora do que nas falhas das sociedades médias como um todo. Os personagens se tornaram muito verdadeiros para mim e espero que também para ao leitor.</p>
<p>O mundo é minha criação. Não estou interessado em criar uma alegoria ou fazer um comentário político ou social, mas inevitavelmente meus pontos de vista e minhas opiniões estão lá, porque eles fazem parte de mim.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Choque elétrico na cabeça melhora o aprendizado em matemática, diz especialista</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 14:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tininha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade Oxford elaboraram o procedimento em estudantes

Publicado no Daily Mail [via R7]
Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, elaboraram um experimento inovador: choque elétrico na cabeça dos estudantes melhora as habilidades com a matématica e desenvolvimento  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pesquisadores da Universidade Oxford elaboraram o procedimento em estudantes</strong></p>
<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/dailymail.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-25672" alt="dailymail" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/dailymail.png" width="614" height="460" /></a></p>
<p>Publicado no Daily Mail [via <a href="http://noticias.r7.com/educacao/noticias/choque-eletrico-na-cabeca-melhora-o-aprendizado-em-matematica-diz-especialista-20130516.html">R7</a>]</p>
<p>Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, elaboraram um experimento inovador: choque elétrico na cabeça dos estudantes melhora as habilidades com a matématica e desenvolvimento do aprendizado. Os alunos aprendem cáclculos até cinco vezes mais rápido. As informações foram retiradas do Daily Mail.</p>
<p>A equipe de Oxford realizou a experiência em 51 alunos durante cinco sessões. Em um forma mais rápida que o ensino escolar, os estudantes aprenderam novas contas e maneiras de recordar figuras em tabelas.</p>
<p>Roi Cohen Kadosh, pesquisador chefe do departamento de psicologia experimental de Oxford, disse que a equipe estava tentando encontrar uma forma de ajudar as pessoas que tem dificuldade com a matemática.</p>
<p>— O estudo sugere uma maneira segura e barata que podemos melhorar matemática na vida das pessoas. Em cinco dias, fomos capazes de trazer melhorias duradouras nas funções cognitivas e do cérebro.</p>
<p>Exames elaborados durante o procedimento de corrente elétrica demonstram que a técnica aumenta o suprimento de oxigênio e nutrientes no cérebro.</p>
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