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	<title>Livros só mudam pessoas</title>
	
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		<title>A imortal baiana do candomblé</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tininha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mãe Stella é a primeira ialorixá na Academia de Letras da Bahia
Cynara Menezes, na Carta Capital
Não sem espanto a mãe de santo Stella de Oxóssi recebeu a notícia de sua eleição, na quinta-feira 25, para a cadeira 33 da Academia de Letras da Bahia, lugar ocupado no passado pelo poeta Castro Alves.  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mãe Stella é a primeira ialorixá na Academia de Letras da Bahia</strong></p>
<div id="attachment_25622" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1104.jpg"><img src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1104.jpg" alt="Os artigos de Mãe Stella para o jornal A Tarde são escritos à mão (Edson Ruiz)" width="400" height="266" class="size-full wp-image-25622" /></a><p class="wp-caption-text">Os artigos de Mãe Stella para o jornal A Tarde são escritos à mão (Edson Ruiz)</p></div>
<p>Cynara Menezes, na <a href="http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-imortal-baiana-do-candomble/view">Carta Capital</a></p>
<p>Não sem espanto a mãe de santo Stella de Oxóssi recebeu a notícia de sua eleição, na quinta-feira 25, para a cadeira 33 da Academia de Letras da Bahia, lugar ocupado no passado pelo poeta Castro Alves. Ao contrário do hábito dos candidatos nesta e em outras praças, Stella não tinha feito campanha. “Levei um choque, pois é uma coisa que não é comum”, diz a ialorixá do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, primeira mãe de santo acadêmica do País. “Depois vi que foi a comunidade que proporcionou isso e achei uma recompensa.” A posse será em setembro e ela confessa não saber exatamente qual seu papel na Academia.</p>
<p>O título não é meramente honorífico. Mãe Stella publicou seis livros, bem mais do que alguns imortais da Academia Brasileira. Nascida Maria Stella Azevedo dos Santos, formou-se em Enfermagem pela Escola Bahiana de Medicina. Foi enfermeira durante 30 anos até ser escolhida, em 1976, mãe de santo do Ilê Axé Opô Afonjá, uma das casas de candomblé mais importantes e tradicionais do estado, fundada em 1910. O último de seus livros é uma antologia dos artigos publicados quinzenalmente no jornal A Tarde. Escreve à mão e suas “filhas” digitam o texto. “Sou analfabeta em computador.”</p>
<p>Na quinta-feira 2, a ialorixá completou 88 anos. Ela desce as escadas do sobrado onde vive com certo esforço, mas sem o apoio de ninguém. Por causa da dificuldade de locomoção, passa a maior parte do tempo no andar de cima da casa. Só desce para acompanhar a cerimônia de culto a Xangô, orixá da Justiça, às quartas-feiras, ou para receber visitas. Seu cérebro continua, porém, afiado. “Envelhecer é uma briga constante entre o que a mente pode e o corpo não deixa.”</p>
<p>A ialorixá tem o costume de assistir ao noticiário na televisão, ler jornal e revistas. “Gosto de saber das coisas. Se a gente não se informa, vira inocente útil.” Em suas colunas de jornal, conta histórias antigas, fala de espiritualidade, do candomblé e da atualidade. Em um dos textos mais recentes, criticou os sacerdotes que confundem religiosidade com fanatismo e aqueles que utilizam a religião como meio de enriquecimento, inclusive no próprio candomblé. “Alguns acham que o barato da religião é ficar rico baseado na crença alheia”, provoca. “Mas religião não é meio de vida.”</p>
<p>Bem informada, ela acompanha as polêmicas entre líderes evangélicos e homossexuais. O candomblé não é contra os gays e nele não existe a palavra pecado, explica. “Se Deus consentiu que existisse, quem pode ser contra a homossexualidade? Se é um assunto que não prejudica o outro, temos a obrigação de ser felizes.” Ela desmente, com bom humor, a crença frequente entre gays de que o orixá Logun-Edé seria homossexual, por aparecer na tradição como meio homem, meio mulher. “Logun-Edé foi morar com a avó Iemanjá e, como era o único homem no pedaço, passou a se vestir como as mulheres de lá. É mito que seja gay. Mas é um bom mito.”</p>
<p>Na Bahia, os seguidores do candomblé sofrem com o preconceito disseminado por pastores evangélicos, mas esse não é assunto do seu interesse. “Não tenho tempo para perder falando desse tipo de gente, para fazer guerra santa”, diz. “Porém, até Jesus, se fosse deste tempo, iria procurar a defesa dele, não ia sofrer calado.” Se a líder espiritual não fala, outros integrantes do terreiro estão atentos e participam das articulações políticas contra a intolerância religiosa. Mãe Stella lembra de quando Mãe Aninha, a fundadora do Opô Afonjá, foi ao Rio de Janeiro, em 1934, se queixar a Getúlio Vargas da proibição ao candomblé, e conseguiu. O Decreto 1.202 instituiu a liberdade de culto no País.</p>
<p>Tombado como Patrimônio Histórico em 1999, o Ilê Axê Opô Afonjá foi fundado por Mãe Aninha em uma enorme fazenda, que ocupava quase todo o atual bairro. Chamava-se Roça de São Gonçalo. Mãe Aninha, com medo de o terreno ser confiscado pela polícia, prática comum na época, foi ao cartório registrar a propriedade. Quando o funcionário perguntou “Em nome de quem?”, a mãe de santo respondeu: “Xangô”. Como não era possível, Mãe Aninha criou a Sociedade Cruz Santa do Ilê Axé Opô Afonjá, com ata, presidente e tudo o mais, em nome da qual as terras acabaram registradas.</p>
<p>“Ela era uma mulher de visão. Costumava dizer que queria ver todos os filhos a serviço de Xangô com anel no dedo, ou seja, formados”, conta Mãe Stella. Em honra à matriarca, a escola Eugênia Anna dos Santos funciona desde 1986 no terreiro. Atualmente, 350 crianças cursam o ensino fundamental. Além das aulas de matemática, português e demais disciplinas, elas aprendem história e cultura afro-brasileira, com noções da língua iorubá. Com o tempo, o terreno de Mãe Aninha foi invadido e se transformou em bairro. Na parte interna do terreiro, murado para evitar novas invasões, vivem atualmente cerca de cem famílias.</p>
<p>Mãe Stella é a quinta sucessora de Aninha. Depois da fundadora vieram Mãe Bada, Mãe Senhora e Mãe Ondina – a tradição do Opô Afonjá é de vitaliciedade e matriarcado. Stella, cuja mãe morreu quando tinha 7 anos, foi criada por um casal de tios, uma família de bens, “abastada”, como descreve. Seu tio era tabelião e a menina negra estudou em boas escolas da capital baiana. Aos 13 anos, foi iniciada no candomblé a partir da sugestão de uma conhecida. Nas biografias postadas na internet, diz-se que Stella apresentava então um “comportamento não esperado”. Pergunto o que era exatamente. Mediunidade?</p>
<p>“Que nada, era traquinagem. Eu, ao contrário das meninas da minha época, gostava de jogar bola na rua, subir no bonde. Além disso, falava sozinha, tinha meus amiguinhos que ninguém via. Aí alguém comentou: ‘Ela tem de fazer orixá’.” A menina foi levada, primeiro, ao terreiro do Gantois, onde esperou muito tempo e não foi atendida. A tia, brava, acabou por levá-la para “fazer orixá” no Opô Afonjá, com Mãe Senhora. “Mãe Menininha costumava dizer: ‘Você só não fez santo aqui por causa de um recado mal dado’.”</p>
<p>Tanto o Gantois quanto o Opô Afonjá sempre foram frequentados por artistas e políticos. O escritor Jorge Amado, o antropólogo Pierre Verger e o artista plástico Carybé costumavam ir até lá para a cerimônia ou simplesmente para bater papo com Mãe Stella. De Carybé ela recorda o jeito brincalhão. “Era um molequinho.” Ao lado de Verger, a mãe de santo conheceu o Benin, mas se encantou mesmo foi com a Nigéria, terra de seus ancestrais.</p>
<p>“A Nigéria é Salvador, o clima, os costumes, as árvores. Uma vez dormiram uns nigerianos aqui em casa, depois de viajar muitas horas e um deles, ao acordar, olhou pela janela e disse: ‘Andei tanto para saltar no mesmo lugar’”, gargalha. Sobre os políticos, fala que recebeu todos, de Antonio Carlos Magalhães a Jaques Wagner, mas prefere não dizer o nome de seu predileto, para não provocar ciúmes. Filha de Oxóssi, orixá caçador, Mãe Stella diz ter incorporado deste o hábito de não falar muito. “Caçador fica atento, não fala. Quem fala muito se perde. Os antigos diziam que quem fala muito dá bom dia a cavalo.” Ela adora provérbios, tema de um de seus livros. “Sou uma menina tímida.”</p>
<p>Sobre a morte, Mãe Stella conta que, no candomblé, o espírito vira ancestral. “Não vou dizer que não me importo de morrer. Me importo, sim. Não gosto de morrer porque gosto de viver.” E a sabedoria conquistada com o tempo, Mãe Stella, é verdade? “É uma obrigação. Se Deus deu esse privilégio de viver tantos anos, como não aproveitar? Agora, a gente está sempre aprendendo, ninguém é completamente sabido”, ensina. “Aprendo muito com os jovens e com as crianças. Eles têm cada saque tão interessante.”</p>
<p>dica do Sidnei Carvalho de Souza</p>
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		<title>Ato na USP reúne alunas de gravata, rapazes de top e ‘pebolim de saias’</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:00:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Evento &#8216;USP de saia&#8217;, nesta quinta, teve 3 mil adesões no Facebook.
Ideia do &#8216;saiaço&#8217; é refletir sobre padrões e preconceito, dizem estudantes.
Ana Carolina Moreno, no G1
Estudantes da Universidade de São Paulo promoveram nesta quinta-feira (16) o ato &#8220;USP de saia&#8221; em apoio ao estudante Vitor  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Evento &#8216;USP de saia&#8217;, nesta quinta, teve 3 mil adesões no Facebook.<br />
Ideia do &#8216;saiaço&#8217; é refletir sobre padrões e preconceito, dizem estudantes.</strong></p>
<div id="attachment_25634" class="wp-caption aligncenter" style="width: 568px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1105.jpg"><img class=" wp-image-25634 " alt="Estudantes disputam partida de pebolim no Centro Acadêmico da Escola de Comunicações e Artes da USP (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1105.jpg" width="558" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes disputam partida de pebolim no Centro Acadêmico da Escola de Comunicações e Artes da USP (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)</p></div>
<p>Ana Carolina Moreno, no <a href="http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/05/ato-na-usp-reune-alunas-de-gravata-rapazes-de-top-e-pebolim-de-saias.html">G1</a></p>
<p>Estudantes da Universidade de São Paulo promoveram nesta quinta-feira (16) o ato &#8220;USP de saia&#8221; em apoio ao estudante Vitor Pereira, que foi ofendido pela internet depois de vestir saia para ir à aula no campus da USP na Zona Leste. Pelas ruas do campus da Cidade Universitária, na Zona Oeste de São Paulo, foi possível encontrar homens usando saia, top e até vestido e mulheres de gravata. Teve até &#8220;pebolim de saias&#8221;. O ato também teve adesão nos outros campi da USP, como o da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, USP Leste, Ribeirão Preto e São Carlos.</p>
<p>Pelo Facebook, mais de 3 mil pessoas confirmaram presença no &#8220;saiaço&#8221;. Cinco campi da instituição aderiram à manifestação simultânea, mas o &#8220;saiaço&#8221; também saiu das fronteiras do estado. Estudantes da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc) também planejaram uma manifestação semelhante nesta quinta. Na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o preconceito será debatido na sexta-feira (17), quando se celebra o Dia Mundial de Combate à Homofobia.</p>
<div id="attachment_25635" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1106.jpg"><img class=" wp-image-25635 " alt="Calouros de física, Yasmin e Rafael aderiram ao ato na USP (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1106.jpg" width="270" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Calouros de física, Yasmin e Rafael aderiram ao<br />ato na USP (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)</p></div>
<p>As organizadoras e organizadores do evento na USP afirmaram ao G1 que &#8220;esse tipo de movimento já vinha timidamente acontecendo&#8221; na instituição. Os estudantes da USP se reúnem em grupos específicos, como a Frente GLBTT, que debatem diversos temas e propõem ações para incentivar a reflexão.</p>
<p>De acordo com o grupo por trás da manifestação, &#8220;o caso do estudante da EACH foi apenas um dos muitos atos de repressão impostos àqueles que desejam quebrar padrões&#8221;.</p>
<p>Segundo eles, o objetivo é fomentar uma discussão ampla sobre as questões de gênero, não só em relação às roupas, mas aos papeis sociais atribuídos aos gêneros como um todo.</p>
<p>&#8220;Nossa ideia é confrontar a realidade, mostrar que as coisas podem ser diferentes, nenhum padrão é eterno. Os costumes são adquiridos social e historicamente, assim eles se transformam. Na idade média uma mulher que usasse roupas de homem seria condenada à morte, era uma heresia gravíssima.&#8221;</p>
<div id="attachment_25636" class="wp-caption aligncenter" style="width: 568px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1107.jpg"><img class=" wp-image-25636 " alt="Na USP Leste, o estudante Vítor Pereira (de saia amarela) desfila com os colegas (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1107.jpg" width="558" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Na USP Leste, o estudante Vítor Pereira (de saia amarela) desfila com os colegas (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo)</p></div>
<p>No campus Butantã, o &#8220;saiaço&#8221; dura todo o dia: os alunos homens foram convidados a vestir saias e vestidos, enquanto as mulheres participantes planejaram vestir roupas convencionalmente atribuídas aos homens, como paletó e gravata. O evento será encerrado com um encontro às 18h desta quinta na Praça do Relógio da Cidade Universitária, na Zona Oeste de São Paulo, no período de intervalo entre os aluns que têm aulas à tarde e os que estudam à noite.</p>
<div id="attachment_25637" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1108.jpg"><img class=" wp-image-25637 " alt="Estudantes da Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, descem as escadas usando saia (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1108.jpg" width="270" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes da Faculdade de Direito da USP, no<br />Largo São Francisco, descem as escadas usando<br />saia (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo)</p></div>
<p><strong>Olhares ostensivos</strong></p>
<p>Os alunos de publicidade Daniel Drumond, de 19 anos, e Pedro Bisordi, de 18, jogaram pebolim de saias no início da tarde. Daniel afirmou que é a sua primeira vez com saia. &#8220;Acho que estou muito bonito, porque estava todo mundo me olhando de cima a baixo&#8221;, afirmou ele sobre sua visita ao restaurante universitário.</p>
<p>O estudante disse que se incomodou com os olhares ostensivos. Ele emprestou a saia de uma colega após a aula, na manhã desta quinta-feira. No banheiro, ele diz que um funcionário da instituição o olhou de maneira reprovadora. Um dos primeiros a chegar ao restaurante, ele acabou virando alvo de algumas risadas e chacotas e, em determinado momento, parou de cruzar os olhos com as outras pessoas. &#8220;Só fiquei de boa porque estava com os meus amigos.&#8221;</p>
<div id="attachment_25638" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1109.jpg"><img class=" wp-image-25638 " alt="Aluna de artes cênicas emprestou a saia para o colega participar do ato (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1109.jpg" width="270" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Aluna de artes cênicas emprestou a saia para o<br />colega participar do ato<br />(Foto: Ana Carolina Moreno/G1)</p></div>
<p>Os estudantes de artes cênicas Pedro Oliveira, de 20 anos, e Felipe Lima, de 22, esqueceram que hoje era o dia de saia na USP. Felipe, porém, decidiu pegar a saia que a colega Juliana Prado, de 20 anos, trouxe para um ensaio. &#8220;Dá uma ventilada, é muito gostoso&#8221;, disse ele.</p>
<p>Assim como Felipe, a maioria dos meninos emprestaram a peça de roupa de alguma colega. Yasmin conta que seu pai lhe emprestou a gravata, já com o nó feito, para o ato desta quinta.</p>
<p>Leonardo Rudi, aluno de relações públicas que vestiu uma saia azul emprestada de uma amiga, conhece o estudante Vitor Pereira, da USP Leste, e condenou as ofensas recebidas por ele. O aluno defende que a universidade tem que ter um papel transgressor. &#8220;É o papel mais importante dela&#8221;, afirmou ele.</p>
<p>Os organizadores do evento defendem que &#8220;é função dos universitários que detêm o privilégio de estudar em uma universidade pública não apenas estudar, ganhar seu próprio diploma e fazer uma carreira&#8221;. Eles afirma que o alto custo da universidade pública só é justificado por esse retorno que esses estudantes dão à sociedade. &#8220;Se é uma questão que se mostra importante de ser discutida e alvo de preconceitos, como os estereótipos de gênero, a universidade é o lugar ideal (embora não o único) para esse debate se iniciar.&#8221;</p>
<div id="attachment_25639" class="wp-caption aligncenter" style="width: 568px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1110.jpg"><img class=" wp-image-25639 " alt="'Saiaço' na USP reúne alunos de saia, top e vestido e meninas de gravata (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/1110.jpg" width="558" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Saiaço&#8217; na USP reúne alunos de saia, top e vestido e meninas de gravata (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)</p></div>
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		<title>Mais pop que “50 Tons de Cinza”, livro apresenta Leminski complexo à geração do Facebook</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carlos Minuano, no UOL
Feito raro num país que dá pouca bola à literatura, Paulo Leminski é pop. Morto em junho de 1989, aos 44 anos, os versos do escritor e jornalista paranaense circulam há décadas em agendas e cadernos de estudantes e, hoje, encontram terreno fértil também na internet, sobretudo  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25648" class="wp-caption aligncenter" style="width: 625px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/leminski.jpg"><img class="size-full wp-image-25648" alt="O escritor Paulo Leminski posa para foto em bar de São Paulo, em 1984 (Foto: Avani Stein/Folhapress)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/leminski.jpg" width="615" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Paulo Leminski posa para foto em bar de São Paulo, em 1984 (Foto: Avani Stein/Folhapress)</p></div>
<p>Carlos Minuano, no <a href="http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/17/mais-pop-que-50-tons-de-cinza-livro-apresenta-leminski-complexo-a-geracao-do-facebook.htm">UOL</a></p>
<p>Feito raro num país que dá pouca bola à literatura, Paulo Leminski é pop. Morto em junho de 1989, aos 44 anos, os versos do escritor e jornalista paranaense circulam há décadas em agendas e cadernos de estudantes e, hoje, encontram terreno fértil também na internet, sobretudo em redes sociais como o Facebook. Um dos poemas mais populares na rede diz o seguinte: &#8220;Isso de querer ser exatamente aquilo que a gente é ainda vai nos levar além&#8221;.</p>
<p>E é para além do universo de citações fáceis &#8211; e muitas vezes descontextualizadas ou incorretas &#8211; que uma série de lançamentos e projetos futuros, incluindo livros, filmes, discos e site, pretende levar a obra do autor descrito por Caetano Veloso como &#8220;concretista beatnik&#8221;, por Haroldo de Campos como &#8220;polilíngue paroquiano cósmico&#8221; ou simplesmente como &#8220;samurai malandro&#8221;, por Leyla Perrone-Moisés.</p>
<h3>50 TONS DE LARANJA</h3>
<div id="attachment_25649" class="wp-caption alignright" style="width: 225px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/50tons.jpg"><img class="size-full wp-image-25649" alt="Capa do recém-lançado &quot;Toda Poesia&quot;, que reúne mais de 600 poemas de Paulo Leminski" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/50tons.jpg" width="215" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do recém-lançado &#8220;Toda Poesia&#8221;, que reúne mais de 600 poemas de Paulo Leminski</p></div>
<p>Recém-publicado pela Companhia das Letras, &#8220;Toda Poesia&#8221; reúne os seus mais de 600 poemas, de diferentes fases e estilos, e procura decifrar o complexo universo de Leminski, que transitou com desenvoltura pelos territórios distintos, e eventualmente opostos, do erudito e do popular.</p>
<p>Prova de que o poeta é mesmo pop, o livro está há semanas no topo da lista dos mais vendidos nas livrarias brasileiras na categoria ficção e já desbancou até mesmo o best-seller pornô soft &#8220;50 Tons de Cinza&#8221;.</p>
<p>No conjunto, a criação poética de Leminski apresentada em &#8220;Toda Poesia&#8221; mostra como ele circulava livremente por diferentes estilos. Do concretismo ao coloquialismo, em haicais ou poemas-piadas, o caboclo polaco-paranaense (descendente de negro e polonês), exibe uma linguagem, que resiste ao tempo.</p>
<p>Apesar de não trazer nenhum texto inédito, o lançamento republica material de livros raros, quase todos já fora de catálogos. A maior parte organizada em livros pelo próprio Leminski, segundo a poeta Alice Ruiz, viúva do autor, e responsável pela seleção dos poemas reunidos na nova publicação.</p>
<p>&#8220;O que ficou de fora foi porque ele assim quis, e respeito isso&#8221;, diz. &#8220;O que ele não considerou pronto não será publicado&#8221;, completa.</p>
<p><strong>Múltiplo Leminski</strong><br />
Os holofotes que se voltam sobre Leminski nesse momento, além de recolocar em destaque um nome de relevo da poesia brasileira, também devem jogar luz sobre facetas do autor mais desconhecidas do grande público.</p>
<p>Por trás de tudo isso, o esforço da família, Alice e as filhas Estrela e Áurea, que há anos trabalham na organização e difusão da extensa produção de Leminski nas mais diferentes áreas. Parte desse trabalho resultou na exposição &#8220;Múltiplo Leminski&#8221;. A mostra, que fica até outubro em Curitiba e depois segue para Goiânia e Recife, além da obra poética, destaca os trabalhos do artista na música, no cinema, grafite e quadrinhos.</p>
<p>Áurea também está à frente da digitalização do acervo de Leminski. &#8220;Trabalho muito extenso&#8221;, desabafa. &#8220;Já são quase três anos debruçada sobre esse material&#8221;, conta. O motivo de tanta labuta é lançar em agosto deste ano o acervo digital do autor, a ser distribuído em bibliotecas e universidades.</p>
<p>Outra parte deve se tornar um site oficial gerido pela família. Embora familiarizada com a obra do pai, Áurea diz ter se surpreendido com a multiplicidade de suas criações. &#8220;Ele era profundamente interessado em todas as formas de conhecimento, sobretudo as ligadas às áreas humanas&#8221;.<span id="more-25647"></span></p>
<h3>QUASE PARCEIROS</h3>
<p>Uma história pouco conhecida de Leminski é sobre sua &#8216;quase&#8217; parceria na canção &#8220;Tô Tenso&#8221;, dos irmãos Arrigo e Paulo Barnabé e Itamar Assumpção. Paulo Barnabé conta que depois que se tornaram amigos em um boteco de Curitiba, e de se encontraram depois em shows e lançamentos de livros, ligou para o poeta em Curitiba para pedir uma ajuda. &#8220;Estava escrevendo a música e passei a ele a letra, queria ela mais comprida&#8221;, explica.</p>
<p>Depois de uns dias Leminski mandou o complemento, que segundo Paulo Barnabé ficou muito bom. Mas o trecho acabou não sendo usado. &#8220;Infelizmente eu perdi o papel. Naquela época não tinha internet, ficou difícil falar com ele sobre isso novamente, acabei deixando pra lá&#8221;, justifica.</p>
<p>A produção musical de Leminski também é robusta. Suas canções foram gravadas por nomes como Caetano Veloso, Paulinho Boca de Cantor, Jorge Mautner e Itamar Assumpção. Do extenso cancioneiro do poeta pop (também compositor, cantor e músico), quem está cuidando é a outra filha, a compositora e escritora, Estrela.</p>
<p>É ela quem está digitalizando o acervo de gravações em fita cassete. &#8220;Tarefa nada fácil&#8221;, garante. &#8220;Algumas estão com bolor, outras grudadas&#8221;. Ela está reunindo todas as composições do pai para um songbook, que será lançado em 2014.</p>
<p>Em paralelo, ainda está gravando um CD duplo. &#8220;Um disco será composto de parcerias do meu pai com diversas pessoas, Itamar Assumpção e Moraes Moreira, por exemplo, e o outro com composições só dele&#8221;, explica. &#8221;Estou mergulhando na linguagem dele, acho que é mais fácil pra mim por ter crescido ouvindo essas músicas e por saber bem o gosto musical do meu pai&#8221;, observa Estrela.</p>
<p>Mas a falta de distanciamento embolou um pouco o meio de campo, na hora da seleção das músicas. &#8220;Minha vontade era de gravar todas as inéditas, mas já sei que nesse projeto não vai caber tudo&#8221;. Segundo ela, os discos terão algumas participações especiais, como de Zélia Duncan e Zeca Baleiro.</p>
<p><strong>Alice e Paulo</strong><br />
A vida e a obra de Paulo Leminski e Alice Ruiz também vai virar filme. Ou melhor, dois filmes. Segundo o produtor João Pedro Albuquerque, são dois projetos, paralelos e complementares, chamados provisoriamente de &#8220;Alice e Paulo&#8221;. &#8220;Representarão toda a pulsação criativa destes poetas&#8221;, adianta. Ambos em fase de captação serão lançados em 2014, de acordo com o produtor.</p>
<p>O longa, dirigido por Gustavo Tissot, vai retratar a vida e o amor do casal. &#8220;Uma incrível jornada de dois jovens que se conheceram e se apaixonaram em Curitiba, em 1968, e fizeram história em uma geração de contestação cultural&#8221;, diz.</p>
<p>Em paralelo, ele conta que está sendo produzido um documentário sobre a vida e a obra dos dois poetas, dirigido por Oscar Rodrigues Alvez. &#8220;Trará diversas entrevistas e imagens reais da vida e construção da obra deles&#8221;.</p>
<p>Para Estrela, o objetivo central de tantos projetos é preencher uma lacuna. &#8220;As pessoas hoje conhecem muitas coisas pela web, mas perdem o todo do autor, como o meu pai é múltiplo, sinto que há um buraco de informações&#8221;.</p>
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		<title>Com Bolsa Família, alunos do Norte e NE têm aprovação maior que média</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 11:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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Estudantes beneficiados pelo programa governamental Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste têm rendimento melhor do que a média brasileira no ensino médio das escolas públicas. A taxa de aprovação desses alunos é de 82,3% no Norte e de 82,7% no Nordeste, enquanto a  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25631" class="wp-caption aligncenter" style="width: 623px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/sala-de-aula-1304540620897_615x300.jpg"><img class="size-full wp-image-25631" alt="Fernando Moraes/Folhapress" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/sala-de-aula-1304540620897_615x300.jpg" width="613" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Fernando Moraes/Folhapress</p></div>
<p>Mariana Tokarnia, no <a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/05/16/no-e-ne-com-bolsa-familia-alunos-tem-aprovacao-maior-que-media-do-pais.htm">UOL </a></p>
<p>Estudantes beneficiados pelo programa governamental Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste têm rendimento melhor do que a média brasileira no ensino médio das escolas públicas. A taxa de aprovação desses alunos é de 82,3% no Norte e de 82,7% no Nordeste, enquanto a taxa brasileira é 75,2%.</p>
<p>Os números foram feitos com o cruzamento de dados de 2011 do MEC (Ministério da Educação) e do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome) e apresentados hoje (16) pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, no 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).</p>
<p>&#8220;Os mais pobres tiveram um desempenho melhor do que a média&#8221;, constata Tereza Campello. &#8220;Não só conseguimos garantir que essas crianças não saiam mais da escola, mas conseguimos garantir que elas consigam ir melhor na escola&#8221;.</p>
<p>Ela atribui o rendimento ao fato de que os estudantes beneficiados pelo programa não podem ter uma taxa de frequência inferior a 85%. Para os demais alunos, a taxa é 75%.</p>
<p>&#8220;Além disso, esses estudantes são superestimulados, as famílias entendem que é um ganho muito grande&#8221;, diz a ministra.</p>
<p>No Brasil, esses estudantes também se destacam.  A taxa de abandono escolar brasileira no ensino médio era de 10,8% em 2011, mas entre os alunos beneficiados pelo Bolsa Família, a taxa foi de 7,1%. A taxa de aprovação entre os beneficiados foi de 79,9% em comparação à taxa nacional de 75,2%.</p>
<h3>Ensino fundamental pior</h3>
<p>No ensino fundamental, estudantes beneficiados do Norte e Nordeste tiveram taxa de rendimento um pouco inferior à taxa nacional. No Norte, a taxa de aprovação dos beneficiados foi 84,4% em 2011 e  82% no Norte, em comparação à taxa nacional de 86,3%.</p>
<p>No Brasil, a taxa geral de aprovação dos beneficiados foi 83,9%. O abandono nacional nessa etapa do ensino foi 3,2%. Entre os beneficiados, também foi inferior, 2,9%.</p>
<p>A ministra também apresentou dados que mostram a maior presença dos 20% mais pobres da população brasileira no sistema de ensino. Em 2001, 17,3% dos jovens com 16 anos, que fazem parte desse grupo, tinham ensino fundamental completo. O número passou para 42,7%, em 2011. No Brasil, em 2001, 43,8% dos jovens nessa faixa etária tinham o ensino fundamental completo, e em 2011, 62,6%.</p>
<p>Entre os 20% mais pobres do país, os jovens de 15 a 17 anos na escola passaram de 71,1%, em 2001, para 81,1%. No Brasil, a porcentagem de jovens nessa faixa etária na escola passou de 81% para 83,7%. Entre os 20% mais pobres de 15 a 17 anos no ensino médio, &#8211; a idade adequada a essa etapa de ensino &#8211; a taxa passou de 13,6% para 35,9%. A variação nacional foi  37,4% para 51,7%.</p>
<p>&#8220;Houve uma melhora no fluxo escolar e são os mais pobres que estão puxando esses indicadores para cima&#8221;, constata Tereza.</p>
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		<title>Tá serto!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 23:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Dica da Anamaria Modesto Vieira
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/553675_492218917514222_59743966_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25627" alt="553675_492218917514222_59743966_n" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/553675_492218917514222_59743966_n.jpg" width="615" height="447" /></a><br />
Dica da Anamaria Modesto Vieira</p>
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		<title>Lei contra biografias não autorizadas faz editora LeYa engavetar livro sobre José Dirceu</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo
A editora LeYa decidiu engavetar livro sobre a vida de José Dirceu que publicaria ainda neste ano. Motivo: a lei brasileira que proíbe o lançamento de biografias sem a autorização do biografado seria tão drástica que poderia gerar multas e punições que colocariam  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mônica Bergamo, na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2013/05/1279270-lei-contra-biografias-nao-autorizadas-faz-editora-leya-engavetar-livro-sobre-jose-dirceu.shtml">Folha de S.Paulo<a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/Logo-Leya-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-25600" alt="Logo-Leya-1" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/Logo-Leya-1.jpg" width="161" height="221" /></a></a></p>
<p>A editora LeYa decidiu engavetar livro sobre a vida de José Dirceu que publicaria ainda neste ano. Motivo: a lei brasileira que proíbe o lançamento de biografias sem a autorização do biografado seria tão drástica que poderia gerar multas e punições que colocariam em risco a própria existência da empresa no país. O parecer foi dado pelo departamento jurídico da editora portuguesa.</p>
<p><b>FORO ÍNTIMO</b><br />
&#8220;Não houve ameaça do José Dirceu. Nós é que tivemos dúvidas e decidimos consultar advogados. Mas o direito à reserva da vida privada é considerado absoluto no Brasil, o que faz com que seja impossível publicar livro sobre qualquer personagem histórico do país&#8221;, diz Maria João Costa, editora-executiva da LeYa. &#8220;Até personagens secundários citados em fatos irrelevantes poderiam processar a editora.&#8221;</p>
<p><b>DÁ UM FILME</b><br />
A obra é assinada por Otávio Cabral, jornalista da revista &#8220;Veja&#8221;. &#8220;Cada linha do livro poderia ser provada. Já tínhamos comprado os direitos&#8221;, diz a executiva. &#8220;É absolutamente frustrante e algo que não ocorre em outros países democráticos. Aqui tudo é proibido. Histórias fantásticas não poderão ser contadas no Brasil.&#8221; Como a vida de Dirceu, que, segundo Maria João Costa, &#8220;é digna de cinema&#8221;.</p>
<p><b>NA GAVETA</b><br />
Entre os precedentes que assustam a LeYa estão a vitória do cantor Roberto Carlos, que já conseguiu recolher e incinerar a edição de um livro sobre sua vida, e o processo que o dono de uma academia de boxe moveu contra editora que lançou a biografia de Anderson Silva.</p>
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		<item>
		<title>Promoção: “Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras”</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tininha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Que o brasileiro ama cerveja já sabíamos. Não é à toa que é a bebida alcoólica mais consumida no país. O que agora todos saberão é quais são e onde estão as melhores cervejas feitas no Brasil, do Norte ao Sul.
Para este detalhado guia, os autores mapearam e catalogaram praticamente todas as  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/brasil-beer-promo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-25592" alt="brasil beer promo" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/brasil-beer-promo.jpg" width="427" height="768" /></a></p>
<p><iframe src="//e.issuu.com/embed.html#0/2454059" height="558" width="620" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Que o brasileiro ama cerveja já sabíamos. Não é à toa que é a bebida alcoólica mais consumida no país. O que agora todos saberão é quais são e onde estão as melhores cervejas feitas no Brasil, do Norte ao Sul.</p>
<p>Para este detalhado guia, os autores mapearam e catalogaram praticamente todas as cervejarias, microcervejarias e associações de cervejeiros artesanais que atualmente existem no Brasil. São produtos com cores, aromas e sabores distintos dos convencionais, produzidos em menor escala, com qualidade superior e sempre com o olhar do dono do negócio.</p>
<p>Além disso, traçaram os principais roteiros, reunidos por região do país, estado e cidade, que poderão ser percorridos para se encontrar uma boa cerveja, onde quer que você esteja. São mais de 500 cervejas, e mais de 120 locais em que se pode beber o precioso líquido.</p>
<p>____</p>
<p>O Livros e Pessoas vai sortear <span style="color: #ff6600;"><strong>3 exemplares</strong></span> de &#8220;<strong><span style="color: #ff6600;">Brasil Beer &#8211; O guia de cervejas brasileiras</span></strong>&#8220;.</p>
<p><strong>Para participar é necessário:</strong></p>
<p>* Ter + de 18 anos<br />
* Faça o login<br />
* Preencha os requisitos do aplicativo abaixo</p>
<p>O resultado será divulgado no dia <span style="color: #ff6600;"><strong>3/6</strong></span> e o nome dos ganhadores serão conhecidos aqui no post e no perfil <span style="color: #ff6600;"><strong>@livrosepessoas</strong>.</span></p>
<p>Boa sorte!</p>
<p><a class="rafl" id="rc-78c57f28" href="http://www.rafflecopter.com/rafl/display/78c57f28/" rel="nofollow">a Rafflecopter giveaway</a><br />
<script type="text/javascript" src="//d12vno17mo87cx.cloudfront.net/embed/rafl/cptr.js"></script></p>
<p>***<br />
<strong>Atenção:</strong></p>
<p>Os requisitos são:</p>
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		<title>Grifar é forma de estudo pouco eficiente; confira melhores técnicas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no UOL
Um estudo realizado por pesquisadores de quatro universidades dos Estados Unidos indica que resumir e grifar textos são técnicas com baixa utilidade para o aprendizado dos estudantes. Das dez práticas avaliadas pelo trabalho científico, outras três compõem a lista com pior  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25610" class="wp-caption aligncenter" style="width: 625px"><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/pic35.jpg"><img class="size-full wp-image-25610" alt="foto: Carlos Cecconello/Folhapress" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/pic35.jpg" width="615" height="492" /></a><p class="wp-caption-text">foto: Carlos Cecconello/Folhapress</p></div>
<p>Publicado no <a href="http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/05/15/grifar-e-forma-de-estudo-pouco-eficiente-confira-melhores-tecnicas.htm">UOL</a></p>
<p>Um estudo realizado por pesquisadores de quatro universidades dos Estados Unidos indica que resumir e grifar textos são técnicas com baixa utilidade para o aprendizado dos estudantes. Das dez práticas avaliadas pelo trabalho científico, outras três compõem a lista com pior avaliação: criação de palavras-chaves, uso de imagens para fixação de conceitos e releitura.</p>
<p>Fazer exercícios práticos e estudar aos poucos ao longo de todo o curso foram apontados como as melhores formas de aprendizagem por beneficiar diretamente alunos de diferentes idades e habilidades.</p>
<p>De acordo com a pesquisa -<a href="http://psi.sagepub.com/content/14/1/4.full?ijkey=Z10jaVH/60XQM&amp;keytype=ref&amp;siteid=sppsi" target="_blank"> divulgada pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica</a> do país, o resumo e as marcações nos textos como ferramentas de aprendizagem possuem benefícios limitados. A primeira técnica não é considerada tão eficiente, pois é necessário um treinamento extensivo para seu sucesso. Quanto à segunda prática, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes.</p>
<p>O uso de perguntas elaboradas, de auto-explicação e de uma prática intercalada de estudo recebeu utilidade moderada dentro dos parâmetros da pesquisa.</p>
<h3>Parâmetros</h3>
<p>O trabalho avaliou os benefícios gerais levando em consideração quatro categorias de comparação: *<strong>condições de aprendizagem, características do estudante, materiais e critérios das tarefas.</strong> As 10 técnicas analisadas foram selecionadas de acordo com a facilidade de utilização e preferência dos estudantes.</p>
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		<title>Promo de quinta (9)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pavarini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Olá, devoradores de livros.
Hoje é dia de blockbuster na &#8220;Promo de Quinta&#8221;. A V &#38; R volta a marcar presença com a gente, desta vez com com o volume + recente da bombadíssima série Diário de um banana. #osmanopira
Confiram a sinopse do livro:
O Dia dos Namorados está chegando e Greg Heffley  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/promo-de-quinta-mob-publishnews2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-25605" alt="promo-de-quinta-mob-publishnews2" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2013/05/promo-de-quinta-mob-publishnews2.png" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Olá, devoradores de livros.</p>
<p>Hoje é dia de <em>blockbuster</em> na &#8220;Promo de Quinta&#8221;. A V &amp; R volta a marcar presença com a gente, desta vez com com o volume + recente da bombadíssima série <strong>Diário de um banana</strong>. #osmanopira</p>
<p>Confiram a sinopse do livro:</p>
<blockquote><p>O Dia dos Namorados está chegando e Greg Heffley continua sozinho. Mas um baile organizado pela escola pode mudar tudo. Ele precisa encontrar uma garota urgentemente. Para isso, conta com a ajuda de outro “solteirão”, Rowley, seu melhor amigo.</p></blockquote>
<p>Nesta semana, o livro deu a Jeff Kinney o prêmio de &#8220;Autor do ano&#8221; no Children’s Book Council. É a segunda vitória seguida do escritor. Para ficar por dentro de todas as notícias, recomendamos curtir a <a href="https://www.facebook.com/diariodeumbanana">fan page da série</a> e juntar-se a + de 370 mil fãs. :-O</p>
<p>E aê, quer concorrer a 2 exemplares de <a href="http://www.vreditoras.com.br/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=573">Diário de Um Banana 7 &#8211; Segurando Vela</a>? É facinho: basta seguir os perfis @<a href="https://twitter.com/diariobanana">diariobanana</a> @PublishNews @LivrosePessoas e tuitar (ou dar RT) na mensagem abaixo, com a hashtag #AmoLer:</p>
<blockquote><p>Curto livros legais e quero ganhar &#8220;Diário de um Banana &#8211; Segurando Vela&#8221;, presente do @PublishNews e @LivrosePessoas #AmoLer</p></blockquote>
<p>Às 17h30 divulgaremos os nomes dos <del>sortudos</del> internautas premiados. Semana que vem tem + prêmios, <em>people</em>.</p>
<p>Até lá! <img alt=":-)" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" /></p>
<p><em>Big</em> abraço</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Parabéns aos ganhadores: Rangel Lobo e Nane Pereira. =)</strong></span></p>
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		<title>Professores de hoje são heróis, diz premiada autora infantojuvenil</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eva Furnari fala sobre educação, tecnologia e comportamento do brasileiro
Publicado no Divirta-se





Eva Furnari não costuma conceder entrevistas. “Fico tão concentrada no trabalho”, justifica a autora e ilustradora de livros infantojuvenis publicados e premiados no Brasil e mundo afora – Itália,  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="descricao">Eva Furnari fala sobre educação, tecnologia e comportamento do brasileiro</p>
<p class="descricao">Publicado no <a href="http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/pensar/2013/05/11/noticia_pensar,142219/os-professores-sao-herois.shtml">Divirta-se</a></p>
<div class="cont_superior_filme pbl mtl width unit">
<div class="cont_filme_left unit prm" id="HOTWordsTxt" style="display: block;">
<div class=" centro config_legenda_cen"><img class="aligncenter" style="border: 0px none;" title=" (CFAG/Divulgação)" alt=" (CFAG/Divulgação)" src="http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/app/noticia_133890394703/2013/05/11/142219/20130511102347764457a.jpg" width="615" height="385" border="0" /></div>
<div class=" centro config_legenda_cen"></div>
<div class=" centro config_legenda_cen"></div>
<p>Eva Furnari não costuma conceder entrevistas. “Fico tão concentrada no trabalho”, justifica a autora e ilustradora de livros infantojuvenis publicados e premiados no Brasil e mundo afora – Itália, México, Equador, Guatemala, Bolívia. A italiana de 64 anos, que mora em São Paulo desde os 2, abriu exceção para o Pensar, na ocasião de relançamento de Anjinho, obra de 1998 premiada com o Jabuti de melhor ilustração. E falou, com o mesmo destemor com a qual escreve, sobre bullying, comportamento, novas tecnologias, educação, da falta dela. “A democracia não é um mar de rosas, requer negociação e os professores têm a missão difícil de lidar com as crianças livres demais, mimadas pelo capitalismo”, analisa. Eva assina o texto e as imagens de mais de 60 livros, alguns retirados por ela mesma do mercado. “Porque não estava satisfeita com eles. Tenho uns 60 e poucos livros, então, acontece”. No fim das contas, a escritora, que confessou não ler quando criança por ter hipermetropia, não resiste a uma boa história.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Alguns títulos infantojuvenis estão tão focados na moral da história que são chatos. Que qualidade é imprescindível em um livro para jovens e crianças?</span><br />
Na literatura cabe de tudo, desde que seja benfeito. Os professores usam muito a literatura na escola e viramos (autor e professor) uma dupla, mas acho que alguns focam mais no valor ético e acabam fazendo um material que é mais racional. Mas, se a literatura <a style="cursor: hand; color: #ff9900; text-decoration: underline; border-bottom: dotted 1px;" href="http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/#" rel="nofollow">infantil</a> não tiver um aspecto emocional, a criança não se liga, não atinge. Sobre o que é imprescindível, acho que, em primeiro lugar, a qualidade do texto. Precisa ser escrito em linguagem adequada pois são leitores ainda em desenvolvimento, mas acho que uma boa história é uma história bem contada. Normalmente, o que interessa e envolve o adulto vai envolver e interessar à criança também.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Você se considera uma escritora realizada?</span><br />
Realizada, com certeza. Tenho mais de 30 anos de carreira. E o carinho enorme que recebo de professores. Às vezes, não tenho tempo de atender as pessoas&#8230; Mas, por outro lado, me sinto começando junto com desafios novos. Não consigo repetir projetos. Quando me pedem “faz um livro parecido com aquele e tal”, não consigo. Se repetir, acho que fica vazio, irracional, a gente precisa criar com alma. Nesse sentido, cada livro é uma experiência nova.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Você tem uma relação com personagens que, nos padrões da sociedade, parecem perdedores. Felpo Filva; Mel, que sofre bullying em Nós; os personagens de Listas fabulosas. Todos eles, no entanto, são anti-heróis encantadores. Tem algo de autobiográfico nisso?</span><br />
Acho que aconteceu com todo mundo. Todo mundo tem um desajuste. O ser humano quer ser reconhecido, protegido, olhado com consideração, amor. Uns são mais intensos, sofridos, outros mais leves, mas acho que hoje existe uma tentativa de maior cuidado com o outro. A competição é natural, a disputa por liderança está em cachorros, mas somos racionais e podemos tentar ver de um ponto de vista diferente. É natural uma criança querer ser mais do que outra e fazer isso diminuindo o outro, mas é dever do adulto oferecer outras alternativas, ver que o problema existe naquele que quer humilhar. Acho que essa consciência é do adulto.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Sua <a style="cursor: hand; color: #ff9900; text-decoration: underline; border-bottom: dotted 1px;" href="http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/#" rel="nofollow">infância</a> foi feliz?</span><br />
Foi sim, muito feliz. Tinha todas aquelas mais <a style="cursor: hand; color: #ff9900; text-decoration: underline; border-bottom: dotted 1px;" href="http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/#" rel="nofollow">brincadeiras</a>&#8230;</p>
<p>Que qualidades você admira nas crianças de agora? Quais não admira?<br />
A criança é o resultado de como está sendo educada. Ela ocupa o espaço que o adulto deixar. Admiro o interesse delas por tudo, suas ideias, suas observações. Mas muitas vivem com a falta de respeito. E isso não admiro. Não respeitar professores, colegas, mais velhos. Não admiro criança folgada, mimada.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">E o que você pensa da educação hoje?</span><br />
Estamos em um momento de confusão, com novos padrões. A educação saiu de autoritária e centralizada, da época da ditadura militar, para, com a guerra, a emancipação da mulher, um modelo democrático. E em todas as instâncias: governo, <a style="cursor: hand; color: #ff9900; text-decoration: underline; border-bottom: dotted 1px;" href="http://imgsapp.divirta-se.uai.com.br/#" rel="nofollow">família</a>. A tentativa é conciliar a necessidade de ordem coletiva com liberdade pessoal. Na educação estamos em fase experimental sobre como equacionar este conflito. A democracia não é um mar de rosas, requer negociação e os professores têm a missão difícil de lidar com as crianças livres demais, mimadas pelo capitalismo. Hoje, o desafio maior é comportamental, de relacionamento, da figura de autoridade. Os professores são verdadeiros heróis e me alegro de fazer parte desse time que batalha. O governo parece ser do contra e, em vez de ajudar, atrapalha. Mas acho que estamos indo bem: existe uma democracia em construção.</p>
<p><span id="more-25570"></span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Que conselho você daria aos pais?</span><br />
Os pais precisam entender que não há como evitar o sofrimento dos filhos. E parece que educamos tentando fazer com que a vida deles seja um mar de rosas, mas ela não é nem vai ser. Com esse sentimento interiorizado, fica mais fácil entender a importância dos limites.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Qual sua opinião sobre e-books e demais tecnologias?</span><br />
Eu acho que a tecnologia faz parte do desenvolvimento. As crianças hoje são rápidas. A internet funciona nesse mesmo ritmo, uma aceleração mental de um Come-come. Mas é em detrimento do corpo, que fica menos presente, mais desconectado. No livro, a leitura tem um ritmo um pouco mais lento e mais próximo do funcionamento padrão. A questão é física. O ser humano precisa estar mais integrado em si mesmo. Acho importante que haja limite na quantidade de tecnologia para o bem do corpo, que foi feito para relaxar quando o Sol se põe. Com a luz elétrica, o computador, a internet, perdemos isso. Não é uma questão moral, de ser contra ou a favor. Acho que o desenvolvimento é útil, mas o limite é necessário.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Você foi uma criança que gostava de ler?</span><br />
Eu, na verdade, tinha hipermetropia, então, não via muito bem. Minha mãe é que me contava muitas histórias. Hoje, sou uma leitora voraz.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">O que você está lendo?</span><br />
O homem que ouve cavalos. É uma autobiografia de Monty Roberts, um encantador de cavalos que ainda está vivo e conta como descobriu seu método de domar esses animais. Também li o livro adulto da autora de Harry Potter, J.K. Rowling. Ela é outra grande contadora de histórias. Gostei muito de Morte súbita.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Você já pensou em escrever um livro adulto?</span><br />
Acho que permaneci um pouco infantil e tenho essa afinidade com literatura infantojuvenil, mas, de vez em quando, escrevo um conto. Quem sabe, um dia, não vou publicá-los?!</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Qual sua atual relação com a Itália?</span><br />
Tenho pouquíssimos parentes lá e só vou à Itália de vez em quando, mas tenho uma ligação com a cultura. Tenho a coisa europeia da transparência, da honestidade no falar o que pensa. O brasileiro tem essa cultura de pensar uma coisa e falar outra para não ser deselegante ou grosseiro. E isso gera uma desconfiança grande nas relações. O europeu, não todos, claro, tem essa cultura de, por mais que doa, falar a verdade.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Vida e obra</span></p>
<p>. Eva Furnari é mãe de Cláudia, de 37 anos, e Paulo, de 33, Eva escreve uma média de dois livros por ano.</p>
<p>. Sua incursão pelo universo de autora começou aos 32 anos, quando era formada em arquitetura e publicava trabalhos como ilustradora.</p>
<p>. Italiana radicada em São Paulo, recebeu prêmios como o da APCA (pelo Conjunto da Obra, em 1987), o Jabuti (Felpo Filva foi o mais recente, em 2007) e da Fundação do Livro Infantil e Juvenil (recebido nove vezes).</p>
<p>. Vários textos de Eva Furnari foram adaptados para o teatro, entre eles: Lolo Barnabé, Pandolfo Bereba, Truks (premiado com o Mambembe de 1994), Cocô de passarinho e Cacoete.</p>
</div>
</div>
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