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  <title><![CDATA[Canaltech]]></title>
  <description><![CDATA[Confira em tempo real as últimas matérias da redação do Canaltech.]]></description>
  <link>https://canaltech.com.br/</link>
  <language>pt-br</language>
  <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:16:12 +0000</pubDate>
  <ttl><![CDATA[60]]></ttl>
  <item>
    <title><![CDATA[Apple vai lançar controle para transformar iPhone em videogame; entenda]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A Apple trabalha h&aacute; mais de um ano em um <strong>controle para transformar iPhone em videogame</strong>&nbsp;e pode lan&ccedil;&aacute;-los pela Beats, segundo informa&ccedil;&otilde;es de Mark Gurman, da Bloomberg. Os acess&oacute;rios apareceram em c&oacute;digos de vers&otilde;es recentes dos sistemas da Apple, identificados pelos codinomes T6502 e T1057.</p>
<ul>
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</li>
</ul>
<p>Os dois seguem o formato tradicional de controles para videogame, com direcional, dois anal&oacute;gicos, bot&otilde;es superiores, gatilhos e teclas Home e Menu.</p>
<p>O T1057 tem aceler&ocirc;metro e girosc&oacute;pio, mas o T6502 n&atilde;o traz esses sensores. Os c&oacute;digos tamb&eacute;m indicam a presen&ccedil;a de diferentes sistemas de resposta t&aacute;til nos dois modelos.</p>
<p>As refer&ecirc;ncias foram encontradas inicialmente em c&oacute;digos do macOS 26.7, embora os controles sejam descritos como acess&oacute;rios voltados ao iPhone. A Apple chegou a retirar essas refer&ecirc;ncias de uma segunda vers&atilde;o de testes do sistema, o que deixa aberta a possibilidade de que parte do material esteja ligada a equipamentos usados internamente.</p>
<h2>Beats pode ser a marca dos controles</h2>
<p>Segundo Gurman, a Apple trabalha nos controles h&aacute; pouco mais de um ano e pretende coloc&aacute;-los sob a marca Beats.</p>
<p>A ideia seria oferecer um produto mais acess&iacute;vel e com uma proposta diferente dos acess&oacute;rios premium vendidos diretamente pela Apple. O universo dos jogos tamb&eacute;m combina com a identidade da Beats, segundo o jornalista.</p>
<p>A empresa j&aacute; vende controles de outras marcas em sua loja, incluindo modelos da SteelSeries e da Backbone, mas nunca lan&ccedil;ou um acess&oacute;rio pr&oacute;prio desse tipo.</p>
<p>A Apple j&aacute; teve outras oportunidades para entrar nesse mercado, como no lan&ccedil;amento do Apple Arcade, da Apple TV e do Vision Pro. Em vez de criar um controle pr&oacute;prio, a companhia preferiu ampliar o suporte a acess&oacute;rios de terceiros.</p>
<p>Ainda <strong>n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o de lan&ccedil;amento </strong>para os dois controles. Atualmente, existe tamb&eacute;m uma <a href="https://canaltech.com.br/produtos/capinha-transforma-iphone-em-gameboy-com-botoes-de-verdade/" target="_blank" rel="noopener">capinha que transforma iPhone em GameBoy com bot&otilde;es de verdade</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/produtos/apple-vai-lancar-controle-para-transformar-iphone-em-videogame-entenda/</link>
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    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:08:07 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Nathan Vieira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Nathan Vieira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Chevrolet define data para estreia do Tracker e Montana em versões híbridas]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Quem est&aacute; na expectativa da chegada das vers&otilde;es h&iacute;bridas do <strong>SUV Tracker</strong> e da <strong>picape Montana</strong>, da <strong>Chevrolet</strong>, j&aacute; pode anotar no calend&aacute;rio: a dupla eletrificada chega &agrave;s concession&aacute;rias em <strong>janeiro</strong>, marcando o in&iacute;cio da estrat&eacute;gia da marca para concorrer com nomes tradicionais, como <strong>Fiat e Toyota</strong>, que j&aacute; t&ecirc;m seus pr&oacute;prios h&iacute;bridos produzidos por aqui.</p>
<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es do Autoesporte, a montadora norte-americana deve montar a dupla na f&aacute;brica de <strong>S&atilde;o Caetano do Sul (SP)</strong> com o in&eacute;dito sistema <strong>h&iacute;brido leve (MHEV) de 48 volts</strong>, em uma investida estrat&eacute;gica para refor&ccedil;ar sua competitividade no mercado nacional. Desta forma, o projeto insere a marca no grupo de fabricantes com produ&ccedil;&atilde;o nacional de h&iacute;bridos, rivalizando diretamente com <strong>Jeep e GWM</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Tracker vai estrear na vers&atilde;o h&iacute;brida em breve" data-creditos="Chevrolet/Divulga&ccedil;&atilde;o" src="https://tl.ctcdn.com.br/XKdD3XaZNk-VPxA6Myy0LgbFhgA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/de2607ed-10fd-4cb5-81a0-89e328ce763f.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="chevrolet tracker"></figure>
<p>O investimento integra o plano de&nbsp;<strong>R$ 10,5 bilh&otilde;es</strong> anunciado pela GM no pa&iacute;s at&eacute; 2028 e marca a estreia mundial de um conjunto h&iacute;brido leve com <strong>tecnologia flex</strong>, capaz de funcionar com <strong>etanol e gasolina</strong>. Esta, ali&aacute;s, vai ser a primeira vez em que o conjunto eletrificado da GM vai ser usado.</p>
<h2>Motoriza&ccedil;&atilde;o flex e produ&ccedil;&atilde;o nacional</h2>
<p>Por enquanto, n&atilde;o h&aacute; confirma&ccedil;&atilde;o das especifica&ccedil;&otilde;es do motor dos novos h&iacute;bridos. Mesmo assim, ainda de acordo com o portal, o grupo propulsor vai combinar o conhecido motor <strong>1.2 turbo flex de tr&ecirc;s cilindros</strong> a um <strong>gerador el&eacute;trico de 48V</strong>, com a produ&ccedil;&atilde;o do motor concentrada em <strong>Joinville (SC)</strong>.</p>
<p>A arquitetura promete ser mais eficiente do que os <strong>sistemas de 12V</strong> adotados por concorrentes diretos, como <strong>Jeep Renegade e Fiat Toro</strong>, garantindo aux&iacute;lio de torque e pot&ecirc;ncia em ultrapassagens e retomadas, al&eacute;m de otimizar o <strong>consumo de combust&iacute;vel</strong> e reduzir emiss&otilde;es de poluentes.</p>
<p>Curtiu as novidades? Aproveite para conferir tamb&eacute;m <a href="https://canaltech.com.br/carros/eletrico-ou-hibrido-plug-in-o-que-ja-se-sabe-sobre-novo-sedan-acessivel-da-chevrolet/">o que j&aacute; se sabe sobre o <strong>novo sedan acess&iacute;vel da Chevrolet</strong>!</a></p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/chevrolet-define-data-para-estreia-do-tracker-e-montana-em-versoes-hibridas/</link>
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    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:37:03 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Danielle Cassita]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Danielle Cassita]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Xiaomi cria “varal do futuro” que seca 80 peças e ainda vira luminária]]></title>
    <description><![CDATA[<p><span style="font-size: 1em;">A Xiaomi criou o "varal do futuro". &Eacute; uma <strong>secadora de roupas de teto </strong>que foge bastante do formato tradicional, chamada </span><strong style="font-size: 1em;">Mijia Smart Clothes Dryer 3 Max</strong><span style="font-size: 1em;">, que combina espa&ccedil;o para at&eacute; 80 pe&ccedil;as de roupa, suporte para cargas de at&eacute; 45 kg e um enorme painel de luz de 42 polegadas. O produto est&aacute; em financiamento coletivo na China por 2.399 yuans (cerca de </span><strong style="font-size: 1em;">R$ 1.823</strong><span style="font-size: 1em;">).</span></p>
<ul>
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</li>
</ul>
<p>O visual &eacute; uma das caracter&iacute;sticas mais curiosas do produto. O equipamento fica instalado no teto e tem apenas 9 cm de espessura.</p>
<p>Na parte inferior, um painel de luz de 42 polegadas esconde a sa&iacute;da de ar e faz o aparelho se parecer mais com uma grande lumin&aacute;ria do que com um varal.</p>
<p>A ilumina&ccedil;&atilde;o pode ter brilho e temperatura de cor ajustados de forma cont&iacute;nua, e o sistema tamb&eacute;m detecta quando algu&eacute;m est&aacute; no ambiente e pode adaptar a ilumina&ccedil;&atilde;o automaticamente.</p>
<h2>At&eacute; 45 kg de roupas no mesmo lugar</h2>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Xiaomi cria &ldquo;varal do futuro&rdquo; que seca 80 pe&ccedil;as e ainda vira lumin&aacute;ria" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Xiaomi" src="https://tl.ctcdn.com.br/q8AfB5g8OAZkBhfEQv0LuCU0BO8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/eb33f379-1db1-4972-981f-fdfab10ce3a7.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="secadora Xiaomi"></figure>
<p>A secadora foi pensada para quem precisa usar bastante roupa de uma vez. Uma estrutura de 2,4 metros divide o espa&ccedil;o em cinco &aacute;reas, permitindo acomodar cerca de 80 pe&ccedil;as ou dois edredons simultaneamente.</p>
<p>O mecanismo de eleva&ccedil;&atilde;o suporta at&eacute; 45 kg, enquanto o usu&aacute;rio pode controlar a altura do varal e programar hor&aacute;rios pelo aplicativo. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel criar uma rotina para baixar a estrutura durante o dia e levant&aacute;-la novamente &agrave; noite.</p>
<p>A secadora tem uma sa&iacute;da de ar de 770 mm, respons&aacute;vel por espalhar o ar pela &aacute;rea onde as roupas ficam. O sistema combina 1.250 W de ar quente com uma circula&ccedil;&atilde;o natural de 10 W.</p>
<p>A estrutura tamb&eacute;m inclui uma tela de secagem com efic&aacute;cia antibacteriana de 99% e uma tecnologia de libera&ccedil;&atilde;o de plasma que trabalha em conjunto com esse recurso para ajudar na esteriliza&ccedil;&atilde;o das roupas.</p>
<p>A Xiaomi n&atilde;o informou se pretende vender a secadora em outros pa&iacute;ses al&eacute;m da China. &Eacute; apenas mais um dos<a href="https://canaltech.com.br/produtos/4-produtos-da-xiaomi-mais-aleatorios-que-voce-nao-sabia-que-existiam/" target="_blank" rel="noopener">&nbsp;produtos da Xiaomi mais aleat&oacute;rios que voc&ecirc; n&atilde;o sabia que existiam</a>.&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/eletro/xiaomi-cria-varal-do-futuro-que-seca-80-pecas-e-ainda-vira-luminaria/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/eletro/xiaomi-cria-varal-do-futuro-que-seca-80-pecas-e-ainda-vira-luminaria/</guid>
    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:34:57 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Nathan Vieira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Nathan Vieira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Como gravar, transcrever e resumir reuniões com IA]]></title>
    <description><![CDATA[<p>As plataformas de videoconfer&ecirc;ncia incorporaram recursos de intelig&ecirc;ncia artificial para automatizar o registro de reuni&otilde;es de trabalho. Atualmente, ferramentas como <strong>Google Meet, Microsoft Teams e Zoom</strong> executam a grava&ccedil;&atilde;o do &aacute;udio e v&iacute;deo, a convers&atilde;o da fala em texto e a gera&ccedil;&atilde;o de resumos com as decis&otilde;es e tarefas definidas durante as chamadas.</p>
<p>A disponibilidade dessas ferramentas varia conforme o tipo de licen&ccedil;a, plano de assinatura e permiss&otilde;es configuradas pelos administradores das organiza&ccedil;&otilde;es. Abaixo, confira como utilizar os recursos nas principais plataformas do mercado. Neste conte&uacute;do voc&ecirc; encontra:</p>
<ul>
<li>Como gravar, transcrever e resumir reuni&otilde;es no Google Meet</li>
<li>Como gravar, transcrever e resumir reuni&otilde;es no Microsoft Teams</li>
<li>Como gravar, transcrever e resumir reuni&otilde;es no Zoom</li>
</ul>
<h2>Google Meet</h2>
<p>O Google Meet re&uacute;ne op&ccedil;&otilde;es de grava&ccedil;&atilde;o, transcri&ccedil;&atilde;o automatizada e recursos generativos integrados ao ecossistema Google Workspace e aos modelos do Gemini.</p>
<p>A grava&ccedil;&atilde;o e a transcri&ccedil;&atilde;o simples <strong>n&atilde;o funcionam em contas pessoais gratuitas do Google</strong>. A grava&ccedil;&atilde;o exige assinaturas do Google Workspace como Business Standard, Business Plus ou Enterprise, al&eacute;m de estar dispon&iacute;vel em contas do Google Workspace Individual.</p>
<p>A transcri&ccedil;&atilde;o simples &eacute; oferecida em edi&ccedil;&otilde;es corporativas, educacionais e no Google Workspace Individual. J&aacute; a gera&ccedil;&atilde;o de resumos autom&aacute;ticos por IA pela fun&ccedil;&atilde;o "Anota pra Mim" (Take notes with Gemini) &eacute; exclusiva para clientes Workspace que contratarem a licen&ccedil;a adicional Gemini Enterprise, Gemini Business ou Gemini Education. O recurso tamb&eacute;m pode ser desativado pelo administrador da conta no painel de controle.</p>
<h3>Como gravar uma reuni&atilde;o no Google Meet</h3>
<ol>
<li>
<p>Na janela da chamada pelo computador, clique em "Ferramentas da reuni&atilde;o", no canto inferior direito;</p>
</li>
<li>
<p>Selecione a op&ccedil;&atilde;o "Gravar" e clique em "Come&ccedil;ar a gravar";</p>
</li>
<li>
<p>Confirme a a&ccedil;&atilde;o na janela pop-up para emitir o aviso aos participantes.</p>
</li>
</ol>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Na aba de ferramentas voc&ecirc; encontra boa parte das a&ccedil;&otilde;es que pode tomar na chamada, como grava&ccedil;&atilde;o e transcri&ccedil;&otilde;es" data-creditos="Captura de tela/Marcelo Fischer/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/MKxVfPDnxBIa6RHOUaYSW4rtdsA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/76b1fa6e-0830-42a8-aedb-90efbac7b4d3.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="meet  grava&ccedil;&atilde;o"></figure>
<p>Ap&oacute;s o encerramento da chamada, o arquivo de v&iacute;deo &eacute; salvo no Google Drive do organizador, dentro da pasta<strong> "Meet Recordings"</strong>. Um link direto para o arquivo tamb&eacute;m &eacute; enviado por e-mail ao anfitri&atilde;o e anexado ao compromisso no Google Agenda.</p>
<h3>Como transcrever uma reuni&atilde;o no Google Meet</h3>
<ol>
<li>
<p>Clique no &iacute;cone de "Ferramentas da reuni&atilde;o";</p>
</li>
<li>
<p>Acesse a guia "Transcri&ccedil;&otilde;es" e clique em "Iniciar transcri&ccedil;&atilde;o";</p>
</li>
<li>
<p>Escolha o idioma falado na chamada e confirme o in&iacute;cio do registro.</p>
</li>
</ol>
<p>Quando a reuni&atilde;o termina, o documento de texto &eacute; gerado e <strong>salvo no Google Drive do organizador</strong>.</p>
<h3>Como resumir uma reuni&atilde;o com o Gemini</h3>
<p>O recurso de resumo autom&aacute;tico no Meet funciona por meio da ferramenta <strong>"Anota pra Mim"</strong>. Para acionar a fun&ccedil;&atilde;o durante a chamada, clique no &iacute;cone de bloco de notas com a estrela do Gemini no canto superior direito da tela e selecione "Iniciar anota&ccedil;&otilde;es".</p>
<p>Durante o encontro, o painel lateral exibe t&oacute;picos e anota&ccedil;&otilde;es em tempo real. Ao fim da reuni&atilde;o, o Gemini cria um documento no Google Docs dentro do Google Drive do organizador, contendo a s&iacute;ntese da discuss&atilde;o, decis&otilde;es tomadas e atribui&ccedil;&otilde;es de tarefas. O link do arquivo &eacute; enviado por e-mail ao organizador e anexado ao convite da reuni&atilde;o no Google Agenda.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Al&eacute;m do Anota Pra Mim, &eacute; poss&iacute;vel perguntar ao Gemini durante a reuni&atilde;o, pela barra de comandos no canto inferior esquerdo" data-creditos="Captura de tela/Marcelo Fischer/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/PrcvHpKgVWQv8g5dA6EoEuymTp8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/f7b916c5-654f-4c78-bfb3-2c6c917393a8.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="meet anota pra mim"></figure>
<h2>Microsoft Teams</h2>
<p>O Microsoft Teams centraliza o gerenciamento de reuni&otilde;es corporativas por meio da integra&ccedil;&atilde;o entre <strong>grava&ccedil;&atilde;o, registro em texto e an&aacute;lise de conte&uacute;do por IA</strong>.</p>
<p>Contas pessoais gratuitas do Teams <strong>n&atilde;o possuem acesso</strong> &agrave; grava&ccedil;&atilde;o na nuvem, transcri&ccedil;&atilde;o automatizada ou resumos com intelig&ecirc;ncia artificial. A grava&ccedil;&atilde;o e a transcri&ccedil;&atilde;o dependem de planos corporativos como o Microsoft 365 Business Basic, Business Standard ou Enterprise.</p>
<p>A fun&ccedil;&atilde;o de Recapitula&ccedil;&atilde;o Inteligente (Intelligent Recap), que traz notas e destaques autom&aacute;ticos, &eacute; liberada com a assinatura do Teams Premium ou com a licen&ccedil;a do Microsoft 365 Copilot. Para interagir com a IA em tempo real e fazer perguntas sobre a conversa, &eacute; necess&aacute;rio ter a licen&ccedil;a do Microsoft 365 Copilot. As fun&ccedil;&otilde;es podem ser bloqueadas pelo administrador no centro de administra&ccedil;&atilde;o do Teams.</p>
<h3>Como gravar e transcrever uma reuni&atilde;o no Teams</h3>
<ol>
<li>
<p>Na barra superior de controles da reuni&atilde;o, clique no bot&atilde;o "Mais" (&iacute;cone de tr&ecirc;s pontos);</p>
</li>
<li>
<p>Navegue at&eacute; a op&ccedil;&atilde;o "Gravar e transcrever";</p>
</li>
<li>
<p>Clique em "Iniciar grava&ccedil;&atilde;o" (o sistema ativa a transcri&ccedil;&atilde;o de forma simult&acirc;nea por padr&atilde;o).</p>
</li>
</ol>
<p>Caso precise registrar apenas o texto sem gerar v&iacute;deo, selecione "Iniciar transcri&ccedil;&atilde;o" no mesmo menu. A grava&ccedil;&atilde;o em v&iacute;deo fica armazenada no OneDrive do organizador (ou no SharePoint, no caso de reuni&otilde;es de canais) e aparece no chat da chamada. A transcri&ccedil;&atilde;o pode ser consultada e baixada na aba "Recapitula&ccedil;&atilde;o" nos formatos .docx ou .vtt.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Alguns usu&aacute;rios n&atilde;o possuem permiss&atilde;o para iniciar a transcri&ccedil;&atilde;o" data-creditos="Captura de tela/Marcelo Fischer/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/X7A88u32Z1sG5bCXzZV5gpAZY7w=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0f903be1-91b8-4d3c-a71f-1c9dff94ef8c.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="teams grava&ccedil;&atilde;o"></figure>
<h3>Como resumir uma reuni&atilde;o com o Copilot</h3>
<ol>
<li>
<p>Durante a chamada, clique no bot&atilde;o do "Copilot" localizado na barra superior de ferramentas;</p>
</li>
<li>
<p>Escolha um comando no painel lateral, como "Resumir a reuni&atilde;o at&eacute; agora" ou "Quais pend&ecirc;ncias foram definidas?";</p>
</li>
<li>
<p>Para consultar o resumo ao final do encontro, abra o chat da chamada e acesse a aba "Recapitula&ccedil;&atilde;o".</p>
</li>
</ol>
<p>Quando a transcri&ccedil;&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel, o Copilot pode utiliz&aacute;-la junto ao conte&uacute;do do chat para responder perguntas sobre a reuni&atilde;o. Sem a transcri&ccedil;&atilde;o ativada, o funcionamento do recurso fica limitado ao conte&uacute;do dispon&iacute;vel no chat ou ao processamento tempor&aacute;rio em tempo real, conforme a configura&ccedil;&atilde;o definida para o evento.</p>
<h2>Zoom</h2>
<p>No Zoom, o processamento de texto e a gera&ccedil;&atilde;o de resumos em chamadas s&atilde;o realizados pelo <strong>Zoom AI Companion</strong>.</p>
<p>A conta gratuita do Zoom (Basic) permite realizar <strong>apenas grava&ccedil;&atilde;o local</strong>, salva diretamente no computador do usu&aacute;rio, e n&atilde;o possui acesso ao Zoom AI Companion. O assistente de IA com transcri&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;ada e resumo est&aacute; dispon&iacute;vel sem custo adicional nos planos pagos do <strong>Zoom Workplace</strong> (como os pacotes Pro, Business e Enterprise). A fun&ccedil;&atilde;o exige habilita&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via no portal web do Zoom e pode ser gerenciada pelo administrador da conta.</p>
<h3>Como gravar uma reuni&atilde;o no Zoom</h3>
<p>Nas contas gratuitas, a grava&ccedil;&atilde;o &eacute; <strong>limitada ao armazenamento local</strong>. Em assinaturas pagas, o usu&aacute;rio pode optar pelo salvamento na nuvem.</p>
<ol>
<li>
<p>Na barra de ferramentas inferior da reuni&atilde;o, clique no bot&atilde;o "Gravar";</p>
</li>
<li>
<p>Em contas pagas, escolha entre "Gravar neste computador" ou "Gravar na nuvem";</p>
</li>
<li>
<p>Para encerrar, clique em "Parar grava&ccedil;&atilde;o" no mesmo menu.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O &iacute;cone de grava&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode estar na se&ccedil;&atilde;o &quot;Mais&quot;; para tirar de l&aacute; e passar para a barra principal, basta clicar, segurar e arrastar at&eacute; l&aacute;" data-creditos="Captura de tela/Marcelo Fischer/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/ZqdL9twDafqVw0ZGSs3yw20Kjgo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/78ca7258-888e-4d50-b82e-add4958d4ee9.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="zoom grava&ccedil;&atilde;o"></figure>
</li>
</ol>
<p>As grava&ccedil;&otilde;es locais s&atilde;o salvas por padr&atilde;o na pasta "Documentos &gt; Zoom" do sistema operacional, caminho que pode ser alterado nas configura&ccedil;&otilde;es do aplicativo. As grava&ccedil;&otilde;es na nuvem ficam armazenadas na aba "Grava&ccedil;&otilde;es" do portal web do Zoom.</p>
<h3>Como transcrever e resumir uma reuni&atilde;o com o Zoom AI</h3>
<p>Pelas se&ccedil;&otilde;es "My Notes" e "Zoom AI", o usu&aacute;rio pode usar a transcri&ccedil;&atilde;o da chamada e tamb&eacute;m criar resumos.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="As op&ccedil;&otilde;es ficam no canto superior direito da chamada" data-creditos="Capturas de tela/Marcelo Fischer/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/EYyLFmNQWQ8-BJJrf7hBq34iuP4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/72b76d76-68c0-4b47-a667-86dd1b129d12.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="zoom ferramentas"></figure>
<p>O resumo da reuni&atilde;o n&atilde;o exige que a grava&ccedil;&atilde;o na nuvem esteja ativa para ser gerado. Ao t&eacute;rmino do evento, a s&iacute;ntese estruturada por t&oacute;picos &eacute; enviada por e-mail ao anfitri&atilde;o. O texto completo e os destaques gerados pela IA ficam armazenados na se&ccedil;&atilde;o "Resumos de Reuni&atilde;o" (Meeting Summaries) no portal web do Zoom.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/apps/como-gravar-transcrever-e-resumir-reunioes-com-ia/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/apps/como-gravar-transcrever-e-resumir-reunioes-com-ia/</guid>
    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:00:03 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Marcelo Fischer]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Marcelo Fischer]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Galaxy S27 Ultra pode perder grande upgrade na câmera; veja o que mudou]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (14), um novo vazamento indica que o <strong>Galaxy S27 Ultra pode n&atilde;o receber a c&acirc;mera com zoom &oacute;ptico de 4x</strong> que havia sido apontada em rumores anteriores. Segundo post feito pelo leaker Ice Universe no X, o futuro topo de linha da Samsung deve manter a c&acirc;mera perisc&oacute;pica de 50 MP com&nbsp;<strong>zoom &oacute;ptico de 5x e sensor de 1/2,52 polegada</strong>, semelhante ao que j&aacute; &eacute; esperado no Galaxy S26 Ultra.</p>
<ul>
<li>
<p>📱 <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va8w71Y9xVJhPriudt0q?utm_source=produtos">Veja as melhores promo&ccedil;&otilde;es de hoje no WhatsApp do CT Ofertas</a></p>
</li>
</ul>
<p>A informa&ccedil;&atilde;o contradiz um vazamento divulgado anteriormente, que apontava uma mudan&ccedil;a mais significativa no conjunto de c&acirc;meras. A expectativa era de que a Samsung abandonasse o zoom de 5x e adotasse uma c&acirc;mera de&nbsp;<strong>4x com sensor maior</strong>, de 1/1,9 polegada.</p>
<p>Ice Universe, por&eacute;m, afirmou que essa informa&ccedil;&atilde;o estaria errada. De acordo com o leaker, o Galaxy S27 Ultra continuar&aacute; com uma c&acirc;mera perisc&oacute;pica de 5x e sensor de 1/2,52 polegada.</p>
<p>Ainda n&atilde;o est&aacute; claro se a Samsung far&aacute; alguma mudan&ccedil;a nesse sensor ou se ele ser&aacute; exatamente o mesmo da gera&ccedil;&atilde;o anterior. Como o celular deve ser apresentado apenas no in&iacute;cio de 2027, ainda h&aacute; bastante espa&ccedil;o para novos rumores.</p>
<p><embed origin="x" category="tweet" id="2099327785814945972" src="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP///yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7" data-title="Don't believe that source, which has a long history of spreading false information.The Galaxy S27 Ul..." data-legenda="" data-creditos="" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem">   </p>
<h2>Galaxy S27 Ultra pode ter c&acirc;mera menos inovadora</h2>
<p>A poss&iacute;vel manuten&ccedil;&atilde;o da c&acirc;mera de 5x ganha ainda mais import&acirc;ncia porque o Galaxy S27 Ultra tamb&eacute;m deve perder a lente dedicada de 3x. O rumor anterior j&aacute; indicava que a Samsung pretende retirar essa c&acirc;mera do aparelho.</p>
<p>A combina&ccedil;&atilde;o pode deixar o futuro Ultra com apenas uma <strong>c&acirc;mera dedicada para zoom</strong>. Por outro lado, avan&ccedil;os no processamento das imagens podem ajudar a compensar parte dessa mudan&ccedil;a.</p>
<p>O Galaxy S26 Ultra j&aacute; &eacute; considerado capaz no departamento de c&acirc;meras, mesmo quando comparado a celulares de outras fabricantes que apostam em sensores maiores e configura&ccedil;&otilde;es mais avan&ccedil;adas. Por isso, a Samsung pode entender que n&atilde;o precisa fazer uma mudan&ccedil;a radical.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m chama aten&ccedil;&atilde;o porque a Samsung tem tecnologia para desenvolver sensores mais avan&ccedil;ados. A empresa apresentou recentemente um sensor de 200 MP que pode aparecer em celulares de outras marcas, enquanto seus pr&oacute;prios aparelhos Galaxy podem seguir uma estrat&eacute;gia mais conservadora.</p>
<p>Se o <strong>Galaxy S27 Ultra </strong>realmente mantiver o<strong> zoom de 5x </strong>e abandonar a c&acirc;mera de 3x, a<strong> Samsung</strong> talvez precise apresentar outras novidades para justificar a pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que o <a href="https://canaltech.com.br/smartphone/preco-dos-celulares-nao-vai-parar-de-subir-pelo-menos-ate-2028-diz-samsung/" target="_blank" rel="noopener">pre&ccedil;o dos celulares n&atilde;o vai parar de subir pelo menos at&eacute; 2028</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/smartphone/galaxy-s27-ultra-pode-perder-grande-upgrade-na-camera-veja-o-que-mudou/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/smartphone/galaxy-s27-ultra-pode-perder-grande-upgrade-na-camera-veja-o-que-mudou/</guid>
    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:47:07 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Nathan Vieira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Nathan Vieira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[9 smartwatches que funcionam sem celular para comprar sem medo em 2026]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Quem quer sair de casa sem carregar o celular precisa tomar cuidado na hora de escolher um smartwatch. Muitos modelos conseguem registrar exerc&iacute;cios, usar GPS e armazenar m&uacute;sicas offline, mas ainda dependem do smartphone para chamadas, mensagens e internet.&nbsp;</p>
<p>Para ter uma experi&ecirc;ncia realmente independente, o ideal &eacute; procurar modelos com <strong>4G/LTE, eSIM ou recursos de comunica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prios</strong>. A boa not&iacute;cia &eacute; que existem v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es capazes de continuar <a href="https://canaltech.com.br/produtos/vale-trocar-smartwatch-por-smartband-testamos-rotinas-reais/" target="_blank" rel="noopener">funcionando longe do telefone</a>.&nbsp;</p>
<ul>
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</ul>
<p>Aqui separamos nove modelos que merecem aten&ccedil;&atilde;o, mas nem todos eles s&atilde;o vendidos oficialmente no Brasil. Nesses casos, seria necess&aacute;rio comprar via importa&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2><strong>1. Apple Watch Series 11</strong></h2>
<p>O <strong>Apple Watch Series 11 GPS + Cellular</strong> &eacute; uma das op&ccedil;&otilde;es mais completas para quem usa iPhone e quer sair sem o celular.</p>
<p>Com um plano de dados ativo, ele pode fazer e receber liga&ccedil;&otilde;es, enviar mensagens, receber notifica&ccedil;&otilde;es e fazer streaming de m&uacute;sica sem o iPhone por perto. No Brasil, Claro, TIM e Vivo aparecem entre as operadoras compat&iacute;veis.</p>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>2. Apple Watch SE 3</strong></h2>
<p>Mais barato que os modelos premium da Apple, o <strong>Apple Watch SE 3 GPS + Cellular</strong> tamb&eacute;m oferece conex&atilde;o m&oacute;vel. Ele consegue manter comunica&ccedil;&atilde;o e outros recursos conectados longe do iPhone, desde que a vers&atilde;o Cellular esteja associada a um plano compat&iacute;vel.</p>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>3. Apple Watch Ultra 3</strong></h2>
<p>Para quem quer independ&ecirc;ncia e tamb&eacute;m um rel&oacute;gio para esportes e aventura, o <strong>Apple Watch Ultra 3</strong> &eacute; uma das alternativas mais completas. O modelo tem conex&atilde;o celular integrada e, com plano de dados, permite permanecer conectado mesmo deixando o iPhone em casa.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Com o Apple Watch Ultra 4 rec&eacute;m-lan&ccedil;ado, o Ultra 3 tende a ficar mais barato nos pr&oacute;ximos meses" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Apple" src="https://tl.ctcdn.com.br/Eenx5hS8_HTUZP8l5_PJCne4Wmo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/e672ab80-cf0a-47d0-b34c-95f5ac623afe.jpg" width="3840" height="2560" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Apple-Watch-Ultra-4-lifestyle-02-260909"></figure>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>4. Samsung Galaxy Watch8 LTE</strong></h2>
<p>O <strong>Galaxy Watch8 LTE</strong> &eacute; uma das principais op&ccedil;&otilde;es para usu&aacute;rios Android. A vers&atilde;o com rede m&oacute;vel permite fazer chamadas, enviar mensagens, transmitir m&uacute;sicas e receber notifica&ccedil;&otilde;es <strong>sem o telefone por perto</strong>. O modelo tamb&eacute;m possui GPS de dupla frequ&ecirc;ncia e armazenamento interno para aplicativos e conte&uacute;dos.</p>
<ul>
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</ul>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Smartwatch da Samsung tem vers&otilde;es LTE para usar longe de casa sem o celular por perto" data-creditos="L&eacute;o M&uuml;ller/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/d7L0_qVwlw5iwSZjYNawWIpP9kw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/edbe2da4-c17a-43d3-bddd-ee41a3d2f704.jpeg" width="1328" height="998" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="SCR-20260819-jvwk"></figure>
<h2><strong>5. Samsung Galaxy Watch8 Classic LTE</strong></h2>
<p>Quem prefere o visual tradicional de rel&oacute;gio pode optar pelo <strong>Galaxy Watch8 Classic LTE</strong>. Assim como o Watch8, a vers&atilde;o LTE consegue fazer chamadas, enviar mensagens e transmitir m&uacute;sica longe do smartphone. A &uacute;nica mudan&ccedil;a aqui seria no design do acess&oacute;rio.</p>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>6. Samsung Galaxy Watch Ultra</strong></h2>
<p>O <strong>Galaxy Watch Ultra</strong> &eacute; voltado para quem quer uma op&ccedil;&atilde;o mais robusta. A vers&atilde;o LTE permite comunica&ccedil;&atilde;o sem o celular por perto e combina isso com GPS, sensores de sa&uacute;de, maior resist&ecirc;ncia e bateria mais ampla que a dos modelos convencionais da linha.&nbsp;</p>
<p>Mesmo com o Ultra 2 j&aacute; dispon&iacute;vel no mercado, o primeiro ainda leva vantagem pelo pre&ccedil;o, oferecendo maior custo-benef&iacute;cio.</p>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>7. Moto Watch Ultra</strong></h2>
<p>Uma das novidades mais interessantes de 2026 &eacute; o <strong>Moto Watch Ultra</strong>, que chegou com conectividade LTE. Segundo a Motorola, ele permite fazer e receber chamadas, enviar mensagens, gerenciar notifica&ccedil;&otilde;es, ouvir m&uacute;sica e baixar aplicativos sem precisar carregar o telefone.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Moto Watch Ultra tamb&eacute;m &eacute; uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o para quem pratica atividades f&iacute;sicas" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Motorola" src="https://tl.ctcdn.com.br/rqgqZjtsJkibObM2o5mixUtZq5s=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0dd2612f-925e-4ee8-b52d-215cd441a6f5.jpg" width="1996" height="1331" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Atlas-wellness 2"></figure>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>8. Xiaomi Watch 2 Pro LTE</strong></h2>
<p>O <strong>Xiaomi Watch 2 Pro na vers&atilde;o LTE</strong> tamb&eacute;m oferece uma experi&ecirc;ncia independente. O modelo consegue receber chamadas e responder mensagens sem o telefone, utilizando eSIM e um plano compat&iacute;vel. A pr&oacute;pria Xiaomi ressalta que essa fun&ccedil;&atilde;o &eacute; exclusiva da vers&atilde;o LTE.</p>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>9. Garmin fēnix 8 Pro</strong></h2>
<p>A proposta do <strong>Garmin fēnix 8 Pro</strong> &eacute; um pouco diferente. Em vez de funcionar como um substituto completo do celular, o rel&oacute;gio utiliza a tecnologia inReach para comunica&ccedil;&atilde;o independente por LTE ou sat&eacute;lite.&nbsp;</p>
<p>Com uma assinatura ativa, &eacute; poss&iacute;vel manter contato com familiares e amigos, compartilhar localiza&ccedil;&atilde;o e realizar chamadas pelo Garmin Messenger em determinadas condi&ccedil;&otilde;es.</p>
<ul>
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</ul>
<p>De todas essas op&ccedil;&otilde;es, o ponto mais <a href="https://canaltech.com.br/smartwatch/melhor-smartwatch-para-comprar-hoje-especialistas-do-canaltech-recomendam/" target="_blank" rel="noopener">importante &eacute; verificar a conectividade antes da compra</a>. N&atilde;o basta o rel&oacute;gio ter GPS ou Wi-Fi: para chamadas, mensagens e internet longe do celular, <strong>&eacute; necess&aacute;rio conferir se existe vers&atilde;o LTE/eSIM e se a operadora oferece suporte ao servi&ccedil;o.</strong> Al&eacute;m disso, alguns recursos continuam dependendo do smartphone para configura&ccedil;&atilde;o ou sincroniza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/smartwatch/9-smartwatches-que-funcionam-sem-celular-para-comprar-sem-medo-em-2026/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/smartwatch/9-smartwatches-que-funcionam-sem-celular-para-comprar-sem-medo-em-2026/</guid>
    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:30:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Renato Moura Jr.]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Renato Moura Jr.]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Vazou: Galaxy Tab S12+ e Ultra já têm data de lançamento; saiba mais]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A Samsung pode apresentar os novos&nbsp;<strong>Galaxy Tab S12+ e Galaxy Tab S12 Ultra em 7 de outubro</strong>, segundo informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pelo leaker Evan Blass. Os tablets devem ser os &uacute;ltimos grandes lan&ccedil;amentos m&oacute;veis da marca em 2026 e podem chegar com processador MediaTek, Android 17 e pre&ccedil;os a partir de US$ 1.199 (R$ 6.139).</p>
<p>A poss&iacute;vel data de lan&ccedil;amento fica dentro da janela esperada para a nova gera&ccedil;&atilde;o. Rumores anteriores apontavam que os <strong>tablets seriam apresentados entre setembro e outubro</strong>.</p>
<ul>
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</ul>
<p>O <strong>Galaxy Tab S12+</strong> deve partir de US$ 1.199 nos Estados Unidos, com 12 GB de RAM e at&eacute; 512 GB de armazenamento. Uma vers&atilde;o com conex&atilde;o celular tamb&eacute;m &eacute; esperada para o modelo de 256 GB.</p>
<p>J&aacute; o <strong>Galaxy Tab S12 Ultra</strong> pode ter pre&ccedil;o inicial de US$ 1.399 (R$ 7.163). O modelo mais avan&ccedil;ado deve chegar a 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, embora configura&ccedil;&otilde;es diferentes tamb&eacute;m sejam esperadas.</p>
<h2>MediaTek deve equipar os novos tablets</h2>
<p>Os dois modelos devem compartilhar o <strong>Dimensity 9500</strong>, novo processador da MediaTek. O componente j&aacute; apareceu em registros relacionados aos tablets e &eacute; uma das principais mudan&ccedil;as esperadas para a gera&ccedil;&atilde;o.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Galaxy Tab S12+ e Ultra j&aacute; t&ecirc;m data de lan&ccedil;amento" data-creditos="Gabriel Furlan Batista/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/kfJticr16LHu85RPkJ_Q0lsXnHQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/780605be-6698-4931-b6f0-ad983fc950a8.jpeg" width="3849" height="2162" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Galaxy Tab"></figure>
<p>O <a href="https://canaltech.com.br/tablet/google-vaza-novo-tablet-top-de-linha-da-samsung-sem-querer/" target="_blank" rel="noopener">Galaxy Tab S12 Ultra 5G foi identificado anteriormente no Google Play Console</a> com 12 GB de RAM, Android 17 e o chip MediaTek. O mesmo processador tamb&eacute;m apareceu associado ao Galaxy Tab S12+.</p>
<p>Os registros ainda apontaram telas de alta resolu&ccedil;&atilde;o. O Ultra pode manter um painel de 14,6 polegadas, enquanto o S12+ deve ter uma tela um pouco menor.</p>
<h2>Android 17 e S Pen est&atilde;o entre os recursos</h2>
<p>Os tablets devem sair de f&aacute;brica com <strong>Android 17 e One UI 9.0</strong>, interface personalizada da Samsung. A empresa tamb&eacute;m pode oferecer suporte a sete gera&ccedil;&otilde;es de atualiza&ccedil;&otilde;es do Android.</p>
<p>A <strong>S Pen</strong> deve continuar inclu&iacute;da na caixa dos dois modelos, que tamb&eacute;m devem contar com certifica&ccedil;&atilde;o IP68 contra poeira e &aacute;gua.</p>
<p>Por enquanto, a Samsung ainda n&atilde;o confirmou oficialmente a data, os pre&ccedil;os ou todas as especifica&ccedil;&otilde;es. Se o vazamento estiver correto, a espera pode terminar em <strong>7 de outubro</strong>. O que se sabe, no momento, &eacute; que o <a href="https://canaltech.com.br/tablet/novo-tablet-top-da-samsung-pode-ficar-mais-caro-por-causa-da-ia/" target="_blank" rel="noopener">novo tablet top da Samsung pode ficar mais caro por causa da IA</a>.&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/tablet/vazou-galaxy-tab-s12-e-ultra-ja-tem-data-de-lancamento-saiba-mais/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/tablet/vazou-galaxy-tab-s12-e-ultra-ja-tem-data-de-lancamento-saiba-mais/</guid>
    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:29:40 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Nathan Vieira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Nathan Vieira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[10 melhores edições limitadas do Nintendo Switch já lançadas]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A Nintendo sempre foi conhecida por trazer <strong>edi&ccedil;&otilde;es limitadas fant&aacute;sticas de seus consoles desde o Nintendo 64</strong>. Como a marca consolidou franquias extremamente carism&aacute;ticas e amadas pelos jogadores, &eacute; normal que a companhia use e abuse desse "poder" para trazer hardwares especiais bel&iacute;ssimos.</p>
<p><strong>O Nintendo Switch foi uma das casas mais emblem&aacute;ticas dessas edi&ccedil;&otilde;es limitadas</strong>. Diferentemente do PlayStation 5 e do XBOX, a Big N tem um carinho especial na hora de vender seus consoles e mostrou isso com seu h&iacute;brido.</p>
<p>O cen&aacute;rio deve se repetir com o Nintendo Switch 2, <a href="https://canaltech.com.br/games/remake-de-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-vai-disputar-mes-com-gta-6/">a exemplo da primeira grande edi&ccedil;&atilde;o inspirada no remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time</a>.</p>
<p>Para relembrar as vers&otilde;es mais bonitas do h&iacute;brido de 2017 da Big N, o Canaltech reuniu as melhores edi&ccedil;&otilde;es limitadas do Nintendo Switch j&aacute; lan&ccedil;adas:</p>
<ol>
<li>Nintendo Switch OLED - The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom Edition</li>
<li>Nintendo Switch OLED - Splatoon 3 Edition</li>
<li>Nintendo Switch Lite - Hyrule Edition</li>
<li>Nintendo Switch OLED - Pok&eacute;mon Scarlet &amp; Violet Edition</li>
<li>Nintendo Switch - Monster Hunter Rise Edition</li>
<li>Nintendo Switch - Animal Crossing: New Horizons Edition</li>
<li>Nintendo Switch Lite - Dialga &amp; Palkia&nbsp;</li>
<li>Nintendo Switch Lite - Animal Crossing: New Horizons Aloha Edition</li>
<li>Nintendo Switch Lite - Zacian &amp; Zamazenta Edition</li>
<li>Nintendo Switch - Labo Edition</li>
</ol>
<h2><strong>10. Nintendo Switch - Labo Edition</strong></h2>
<p>A Nintendo sempre foi conhecida por inovar com seus hardwares (o pr&oacute;prio Nintendo Switch &eacute; a prova viva disso), e n&atilde;o foi diferente quando a empresa lan&ccedil;ou o Nintendo Labo. <strong>A plataforma nada mais era que uma forma de jogar Switch de maneira criativa</strong>, usando materiais como o papel&atilde;o para criar experi&ecirc;ncias &uacute;nicas.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vqx_Gby2uD4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Da&iacute; nasceu o Nintendo Switch - Labo Edition, que nada mais &eacute; do que uma das vers&otilde;es mais raras do sistema h&iacute;brido. O console tem visual de papel&atilde;o e foi criado como premia&ccedil;&atilde;o para o Concurso de Criadores do Nintendo Labo, que aconteceu em v&aacute;rias partes do mundo. De acordo com o banco de dados Console Variations, <strong>h&aacute; apenas 10 exemplares espalhados pelo globo</strong>.</p>
<h2><strong>9. Nintendo Switch Lite - Zacian &amp; Zamazenta Edition</strong></h2>
<p><strong>N&atilde;o foram apenas os modelos padr&atilde;o e OLED do Nintendo Switch que receberam edi&ccedil;&otilde;es limitadas</strong>. A vers&atilde;o Lite do console, focada apenas no modo port&aacute;til, tamb&eacute;m recebeu algumas edi&ccedil;&otilde;es diferenciadas e muito belas.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Nintendo Switch Lite - Zacian &amp; Zamazenta Edition possui uma cor &uacute;nica em cinza claro" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/yFE4yvGCpssP2lj5kMQ3e0SvTOY=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/bc39c4d8-ace4-403d-9657-3296ce811554.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch Lite - Zacian &amp; Zamazenta Edition"></figure>
<p>Este &eacute; o caso do Nintendo Switch Lite - Zacian &amp; Zamazenta Edition, inspirado em Pok&eacute;mon Sword &amp; Shield, de 2019. <strong>O port&aacute;til exibe cores bem diferentes de outras vers&otilde;es do Switch Lite</strong>, com um tom cinza-claro e bot&otilde;es azuis e vermelhos. Outro destaque vai para a line art que se encontra na parte traseira do videogame.</p>
<h2><strong>8. Nintendo Switch Lite - Animal Crossing: New Horizons Aloha Edition</strong></h2>
<p>Animal Crossing se tornou uma das IPs mais importantes para a Nintendo na era do Switch. Lan&ccedil;ado em 2020, <strong>Animal Crossing: New Horizons vendeu mais de 50 milh&otilde;es de unidades no mundo todo</strong> e ocupa o segundo lugar entre os jogos mais vendidos do sistema, atr&aacute;s apenas de Mario Kart 8 Deluxe.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Nintendo Switch Lite - Animal Crossing: New Horizons Aloha Edition &eacute; uma das vers&otilde;es mais simples do Switch" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/UlMvoUFNvcWlfWG7ZGiT3KWWMes=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/c446de98-af66-4c1f-93c9-8ae1748736b3.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch Lite - Animal Crossing: New Horizons Aloha Edito"></figure>
<p>N&atilde;o &eacute; surpresa para ningu&eacute;m que a Nintendo aproveitaria todo esse sucesso lan&ccedil;ando edi&ccedil;&otilde;es limitadas do Switch (dito e feito). Uma delas &eacute; o Nintendo Switch Lite - Animal Crossing: New Horizons Aloha Edition, que possui duas varia&ccedil;&otilde;es, em rosa e turquesa. <strong>Embora o design seja um tanto simples</strong>, com um padr&atilde;o das folhas cl&aacute;ssicas da s&eacute;rie e um pequeno logo na parte frontal, a edi&ccedil;&atilde;o j&aacute; se diferencia das vers&otilde;es do Switch Lite comum.</p>
<h2><strong>7. Nintendo Switch Lite - Dialga &amp; Palkia Edition</strong></h2>
<p>Pok&eacute;mon &eacute; uma das franquias mais utilizadas em edi&ccedil;&otilde;es especiais do Nintendo Switch, gra&ccedil;as &agrave; popularidade da s&eacute;rie. <a href="https://canaltech.com.br/games/review-pokemon-brilliant-diamond-e-shining-pearl-sinnoh-merecia-mais-203226/">Embora os remakes de Pok&eacute;mon Diamond &amp; Pearl tenham desagradado a muitos f&atilde;s</a>, em especial pelos seus gr&aacute;ficos no estilo toy totalmente question&aacute;veis, os jogos pelo menos serviram de base para uma bel&iacute;ssima edi&ccedil;&atilde;o limitada de hardware.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Nintendo Switch Lite - Dialga Palkia Edition chegou em 2021" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/sB4YN41eUiF7V93FyeF9pJ3niEA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/c05544c5-f2e1-42da-bf37-8bad09a95900.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch Lite - Dialga Palkia Edition"></figure>
<p>O Nintendo Switch Lite - Dialga &amp; Palkia Edition possui uma cor cinza-escuro e estampa os lend&aacute;rios da regi&atilde;o de Sinnoh, Dialga e Palkia, em dourado e prata na parte traseira do port&aacute;til.<strong> Diferentemente de outras vers&otilde;es, a edi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o inclui a m&iacute;dia digital</strong>.</p>
<h2><strong>6. Nintendo Switch - Animal Crossing: New Horizons Edition</strong></h2>
<p>Para comemorar o lan&ccedil;amento de Animal Crossing: New Horizons, a Nintendo lan&ccedil;ou uma edi&ccedil;&atilde;o especial do Switch em tons past&eacute;is em mar&ccedil;o de 2020. A vers&atilde;o estampa tr&ecirc;s Tom Nooks na parte frontal do dock e traz cores em azul-claro e verde.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/i5GP4G_NW8Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>A edi&ccedil;&atilde;o do Animal Crossing: New Horizons &eacute; uma das mais leves em quest&atilde;o de design</strong>, o que acompanha muito o clima do jogo, focado no estilo cozy game e simula&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um modelo relativamente simples de se encontrar e n&atilde;o inclui o jogo em formato digital ou f&iacute;sico.</p>
<h2><strong>5. Nintendo Switch - Monster Hunter Rise Edition</strong></h2>
<p>Monster Hunter Rise foi um verdadeiro estrondo quando chegou com exclusividade tempor&aacute;ria ao Nintendo Switch em 2021. <strong>O RPG da Capcom figurou entre os mais vendidos do sistema por meses</strong>, o que definitivamente renderia uma edi&ccedil;&atilde;o especial do h&iacute;brido.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Monster Hunter Rise foi um dos jogos third-party mais vendidos do Switch" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/lE45Ro69QUV-1Ws-_hIcorbGBeI=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b7fa829e-78c9-4650-b22e-f9474c01dc55.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch - Monster Hunter Rise Edition"></figure>
<p>O Nintendo Switch - Monster Hunter Rise Edition conta com um design em preto e detalhes em uma cor pr&oacute;xima ao dourado. <strong>Tanto os Joy-Cons quanto o dock possuem artes inspiradas no jogo</strong>, incluindo Magnamalo, o principal antagonista do RPG.</p>
<h2><strong>4. Nintendo Switch OLED - Pok&eacute;mon Scarlet &amp; Violet Edition</strong></h2>
<p>O Nintendo Switch OLED tamb&eacute;m ganhou muitas varia&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s sua estreia em 2021. Na verdade, <strong>o modelo recebeu vers&otilde;es tem&aacute;ticas de suas principais franquias</strong>, e Pok&eacute;mon n&atilde;o ficaria de fora dessa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ShAaQ66TbX8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Apesar do pol&ecirc;mico lan&ccedil;amento de <a href="https://canaltech.com.br/games/piores-jogos-pokemon/">Pok&eacute;mon Scarlet &amp; Violet</a>, os bugs, a performance baixa e a qualidade duvidosa n&atilde;o foram suficientes para deixar o Nintendo Switch OLED - Pok&eacute;mon Scarlet &amp; Violet Edition de fora do gosto dos f&atilde;s. <strong>A variante conta com Joy-Cons nas cores vermelha e roxa e estampa os dois lend&aacute;rios da regi&atilde;o de Paldea</strong>.</p>
<h2><strong>3. Nintendo Switch Lite - Hyrule Edition</strong></h2>
<p>Quem diria que o Nintendo Switch Lite contaria com uma das varia&ccedil;&otilde;es mais bonitas lan&ccedil;adas para o h&iacute;brido da Big N? A edi&ccedil;&atilde;o limitada Hyrule Edition conta com uma bel&iacute;ssima cor dourada e estampa o bras&atilde;o da Triforce.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Nintendo Switch Lite - Hyrule Edition chegou oficialmente ao Brasil" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/PhCANn8Cae6gJlL-DOoeOcU-1hg=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/5dfe00cc-b3c4-453a-bf2b-742a261070fc.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch Lite - Hyrule Edition"></figure>
<p>Apesar de simples, a varia&ccedil;&atilde;o mant&eacute;m o padr&atilde;o dos antigos consoles da franquia Zelda lan&ccedil;ados pela Nintendo, <strong>como o 3DS e o Game Boy Advance</strong>. O toque final &eacute; que o bras&atilde;o tem um aspecto reluzente, que o destaca ainda mais.</p>
<h2><strong>2. Nintendo Switch OLED - Splatoon 3 Edition</strong></h2>
<p>Qual franquia seria melhor para estampar uma edi&ccedil;&atilde;o especial do Nintendo Switch do que Splatoon? O terceiro game da s&eacute;rie foi a cara de um modelo OLED lan&ccedil;ado em 2022. O destaque do Nintendo Switch OLED - Splatoon 3 Edition &eacute; justamente os Joy-Cons, que<strong> contam com gradientes de azul para roxo e de amarelo para verde</strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OUwmGziglpc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Outro detalhe marcante desta varia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os desenhos ic&ocirc;nicos da s&eacute;rie em cinza no dock branco, <strong>bem como um splash de tinta marcante da franquia</strong>.</p>
<h2><strong>1. Nintendo Switch OLED - The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom Edition</strong></h2>
<p>Por fim, a Nintendo criou um dos modelos de edi&ccedil;&atilde;o limitada mais lindos de toda a sua hist&oacute;ria para comemorar o lan&ccedil;amento de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.<strong> A varia&ccedil;&atilde;o pede emprestado aquele dourado que vimos no Switch Lite</strong> e dilui a cor no dock e nos Joy-Cons, com detalhes que refletem a luz e d&atilde;o ainda mais destaque ao console.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/O1NqcD_QAuw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Os Joy-Cons do Nintendo Switch OLED - The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom Edition tamb&eacute;m contam com detalhes em verde-escuro que <strong>d&atilde;o um charme a mais e seguem a paleta do t&iacute;tulo &agrave; risca</strong>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/nintendo-switch-melhores-edicoes-limitadas/</link>
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    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Quanto custaria um Fiat Marea hoje, com a inflação?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>O&nbsp;<strong>Fiat Marea</strong> &eacute; um carro que, para o bem ou para o mal,&nbsp;<strong>fez hist&oacute;ria no Brasil</strong>. Enquanto <strong>alguns tratam o sedan</strong> da marca italiana apenas <strong>como um "meme"</strong>, <strong>outros guardam boas lembran&ccedil;as</strong> do modelo na mem&oacute;ria, e <strong>at&eacute; se sentem ofendidos quando algu&eacute;m "ousa" falar mal</strong> do carro que ficou em linha por aqui entre 1998 e 2007.</p>
<p><strong>Independentemente da opini&atilde;o</strong> que cada um tenha a respeito do sedan derivado do Brava, fato &eacute; que <strong>uma curiosidade &eacute; ponto comum</strong> entre as pessoas: <strong>saber quanto custaria hoje, com a corre&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o, um Fiat Marea</strong>, carro que atualmente poderia ocupar um lugar acima do Cronos no portf&oacute;lio da montadora do Grupo Stellantis.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Fiat Marea fez hist&oacute;ria no Brasil, embora alguns n&atilde;o curtam o sedan" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Stellantis" src="https://tl.ctcdn.com.br/J1oZhlxaCueZR0RTuwpUF8plqmo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b80e75ed-7497-4216-8426-86ffa27277a3.png" width="1920" height="1280" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="fiat-marea-hlx"></figure>
<p>Se voc&ecirc; tamb&eacute;m tem essa curiosidade, fique tranquilo, pois o <strong>CT Auto vai fazer as contas</strong>. Entre conosco no&nbsp;<strong>t&uacute;nel do tempo</strong>, volte ao ano de 1998, mais precisamente <strong>em Florian&oacute;polis</strong> (SC), palco <strong>onde o Marea foi apresentado &agrave; imprensa brasileira</strong> e descubra conosco <strong>quanto custaria o sedan da Fiat hoje, quase tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois</strong>, com a corre&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2>Quanto custava um Fiat Marea quando foi lan&ccedil;ado?</h2>
<p>O Fiat Marea&nbsp;<strong>chegou ao Brasil em maio de 1998</strong>. A marca italiana mostrou o sedan do Brava em duas vers&otilde;es (ELX e HLX), ambas com motor 2.0 de cinco cilindros. As variantes SX, de entrada, e Turbo, a mais completa (e a preferida dos memes), chegaram somente a partir de julho ao portf&oacute;lio.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Stellantis" src="https://tl.ctcdn.com.br/Rcq0xmjNVjxwKjzbS0HeGvIjUn4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7160915b-ac7b-4268-a1ae-d86a891d61c5.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Fiat Marea"></figure>
<p>Por conta disso, <strong>vamos pegar como base</strong> para nossa mat&eacute;ria o <strong>Mareal HLX</strong>, modelo intermedi&aacute;rio do sedan, que <strong>chegou ao Brasil ao pre&ccedil;o de R$ 33.200</strong>, sem a incis&atilde;o de frete e IPI, combinado?</p>
<h2>Quanto custaria um Marea em 2026, com a infla&ccedil;&atilde;o?</h2>
<p>Agora que <strong>descobrimos quanto custava um Marea no lan&ccedil;amento </strong>e definimos como par&acirc;metros os meses iniciais (maio de 1998) e finais (julho de 2026) para nossa equa&ccedil;&atilde;o, <strong>ficou f&aacute;cil encontrar o "X" da quest&atilde;o</strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-fWaKNK6lKc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Utilizando a <strong>calculadora oficial do Banco Central do Brasil</strong>, descobrimos que um Fiat Marea custaria hoje, com a corre&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o, <strong>R$ 271.675,10</strong>, gra&ccedil;as &agrave; <strong>incis&atilde;o de 718,29% do IGP-M</strong> sobre o valor original do sedan. O valor &eacute; exagerado, principalmente <strong>se compararmos com os pre&ccedil;os da linha Cronos</strong>, que <strong>flutuam entre R$ 103.490 e R$ 124.990, dependendo da vers&atilde;o escolhida</strong>.</p>
<p>Se voc&ecirc; curtiu esse conte&uacute;do e gosta de acompanhar as mat&eacute;rias do&nbsp;<strong>CT Auto</strong> da s&eacute;rie&nbsp;<strong>"quanto custaria"</strong>, te convidamos a descobrir tamb&eacute;m os <a href="https://canaltech.com.br/carros/quanto-custariam-os-carros-antigos-da-fiat-hoje-com-a-inflacao/" target="_blank" rel="noopener">pre&ccedil;os corrigidos pela infla&ccedil;&atilde;o de outros carros antigos da Fiat</a>.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/quanto-custaria-um-fiat-marea-hoje-com-a-inflacao/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/carros/quanto-custaria-um-fiat-marea-hoje-com-a-inflacao/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 20:05:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Paulo Amaral]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Paulo Amaral]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Fim de uma era: o que está por trás do divórcio entre PlayStation e Hideo Kojima?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Em 31 de janeiro de 2024, o chefe da PlayStation Studios, Herman Hulst, e o lend&aacute;rio desenvolvedor de games Hideo Kojima<strong> apertavam as m&atilde;os para selar o State of Play com o an&uacute;ncio de Physint</strong>. O jogo &eacute; uma nova IP original da Kojima Productions que promete retornar &agrave;s ra&iacute;zes dos g&ecirc;nero de a&ccedil;&atilde;o e espionagem t&aacute;tica, posto para o p&uacute;blico <strong>como um sucessor espiritual de Metal Gear</strong>.</p>
<p>O an&uacute;ncio tamb&eacute;m indicava que o t&iacute;tulo ultrapassaria a barreira dos games e ganharia novos ares com o apoio da Columbia Pictures, produtora e distribuidora de filmes que faz parte do conglomerado da Sony.</p>
<p>Dois anos mais tarde, em junho de 2026, a produtora foi notificada pela PlayStation sobre o fim do financiamento e o cancelamento do projeto Physint. A decis&atilde;o levou a Kojima Productions a buscar uma nova empresa nos tr&ecirc;s meses seguintes para manter o jogo vivo, <a href="https://canaltech.com.br/games/reviravolta-historica-playstation-cancela-novo-jogo-de-kojima-e-xbox-assume-projeto/">encontrando ref&uacute;gio no XBOX de Asha Sharma</a>.</p>
<p>A PlayStation Studios justificou a decis&atilde;o de se afastar da colabora&ccedil;&atilde;o com a produtora, afirmando que a&ccedil;&atilde;o foi feita "ap&oacute;s uma an&aacute;lise cuidadosa". A marca refor&ccedil;ou em um r&aacute;pido comunicado que segue tendo uma "grande admira&ccedil;&atilde;o pela vis&atilde;o de Hideo Kojima para o jogo" e afirmou que o relacionamento com o diretor seguir&aacute; forte ap&oacute;s tr&ecirc;s d&eacute;cadas de parceria.</p>
<p><strong>A Sony n&atilde;o revelou detalhes do motivo de voltar atr&aacute;s com Physint</strong>, o que soou n&atilde;o apenas como um tapa na cara dos f&atilde;s do PlayStation, mas como uma facada nas costas de Kojima.</p>
<h2><strong>Physint: o presente de Kojima aos f&atilde;s de Metal Gear</strong></h2>
<p>Todo o status de <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-hideo-kojima/">Hideo Kojima</a> como intoc&aacute;vel na ind&uacute;stria dos games se deve &agrave; genialidade e &agrave; inova&ccedil;&atilde;o do diretor japon&ecirc;s em trazer ideias totalmente mirabolantes para os seus projetos.<a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-hideo-kojima/"> Kojima ficou extremamente popular gra&ccedil;as ao seu trabalho na s&eacute;rie Metal Gear</a>, enquanto ainda era funcion&aacute;rio da Konami. O destaque aqui vai para a inventividade desses jogos, personalidade que os torna quase &uacute;nicos e personagens marcantes dignos do diretor.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Metal Gear bombou em todas as gera&ccedil;&otilde;es em que houve o lan&ccedil;amento da s&eacute;rie" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Konami" src="https://tl.ctcdn.com.br/OfNq1DcjHeVZsJb0qprnEKfylfU=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8bbe9491-1366-4f22-b194-f5c1c89f2f05.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Metal Gear"></figure>
<p><strong>Tudo isso foi levado por Kojima quando ele deixou a produtora japonesa em 2015</strong> e se afastou do g&ecirc;nero de a&ccedil;&atilde;o e espionagem t&aacute;tica para focar em sua primeira IP independente, Death Stranding. O jogo foi lan&ccedil;ado em 2019 e foi um exclusivo tempor&aacute;rio do PlayStation por anos, completando a line-up de jogos que s&oacute; poderiam ser encontrados no PS4. Ter um jogo de um dos maiores desenvolvedores de todos os tempos apenas na sua plataforma n&atilde;o era pouca coisa.</p>
<p>O afastamento de Metal Gear frustrou muitos f&atilde;s. Apesar de ser propriedade da Konami, a franquia despontou como uma das mais importantes do mundo dos games, em especial na d&eacute;cada de 2000. A s&eacute;rie j&aacute; segue em um hiato de t&iacute;tulos principais h&aacute; mais de uma d&eacute;cada (n&atilde;o, Metal Gear Survive n&atilde;o existe e ele n&atilde;o pode te machucar).</p>
<p>Em 2020, isso mudaria totalmente. Em plena pandemia, <strong>Kojima passou por um per&iacute;odo de isolamento e por problemas de sa&uacute;de que o levaram a fazer uma cirurgia</strong>. "Eu estava no meu n&iacute;vel mais baixo e senti que n&atilde;o poderia voltar a fazer jogos", afirmou o diretor em entrevista &agrave; IGN em 2024. "Eu escrevi um testamento tamb&eacute;m. E naquele momento percebi que as pessoas morrem. Mas fiz 60 anos no ano passado. Farei 70 anos em 10 anos. Espero nunca me aposentar."</p>
<p>Por esse motivo e pelo pedido de v&aacute;rios f&atilde;s de Metal Gear, Kojima pensou que deveria mudar suas prioridades. Embora ainda queira trabalhar em projetos totalmente novos e desafiadores como o pr&oacute;prio Death Stranding, <strong>ele decidiu retornar ao g&ecirc;nero de a&ccedil;&atilde;o e espionagem t&aacute;tica</strong>. Da&iacute; nasceu Physint.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WEpK67JDLu8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Vale notar que a palavra 'Physint' nada mais &eacute; que um nome provis&oacute;rio e ainda n&atilde;o representa o t&iacute;tulo final da produ&ccedil;&atilde;o, embora carregue refer&ecirc;ncias &agrave; franquia protagonizada por Snake. Kojima destacou o projeto como um jogo de pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o e promete entregar um <strong>n&iacute;vel t&eacute;cnico t&atilde;o alto a ponto de quebrar a barreira entre videogame e cinema</strong>.</p>
<p>Physint &eacute; um jogo de ponta que contar&aacute; com o pedigree da Kojima Productions muito bem visto na <a href="https://canaltech.com.br/games/death-stranding-2-on-the-beach-vale-a-pena/">geometria de Death Stranding 2: On the Beach </a>e na <a href="https://canaltech.com.br/games/hideo-kojima-quer-que-od-ultrapasse-todos-os-limites-do-medo/">promessa crescente de OD</a>, outro projeto do diretor em parceria com o XBOX. No entanto, o jogo de a&ccedil;&atilde;o e espionagem t&aacute;tica est&aacute; em seus est&aacute;gios embrion&aacute;rios e <strong>n&atilde;o deve ver a luz do dia at&eacute; pelo menos 2030</strong>.</p>
<h2><strong>PlayStation e "O Curso do Imp&eacute;rio: Destrui&ccedil;&atilde;o"</strong></h2>
<p><a href="https://canaltech.com.br/games/por-que-a-cpu-do-ps3-aprisionou-jogos-como-metal-gear-solid-4-por-tantos-anos/">A Sony contou com uma recupera&ccedil;&atilde;o fant&aacute;stica ap&oacute;s entregar uma gera&ccedil;&atilde;o complicada com o PS3</a>. Em 2020, a empresa estreou o seu PlayStation 5, que prometia carregar todas as conquistas de seu antecessor, entre elas jogos de ponta com a&ccedil;&atilde;o e cinematografia que prometiam chegar at&eacute; mesmo com quem nunca encostou num controle.</p>
<p>A Sony nunca lucrou tanto com um console como com o PS5, o que n&atilde;o significa que a empresa esteja em um bom momento. Em&nbsp;Destrui&ccedil;&atilde;o (1836), o artista norte-americano Thomas Cole retrata <strong>a queda de um imp&eacute;rio tomada pela arrog&acirc;ncia, pelo materialismo e pela desconex&atilde;o</strong>. Quase dois s&eacute;culos depois, este &eacute; o cen&aacute;rio perfeito para descrever o PlayStation em 2026.</p>
<p><strong>A marca tem passado por sua pior crise de imagem p&uacute;blica desde a sua funda&ccedil;&atilde;o em 1994</strong>, em um momento em que suas principais rivais se afastaram e a crise de componentes tem assolado todos os bens de consumo do mundo que necessitam de qualquer esp&eacute;cie de chip.</p>
<p>A divis&atilde;o apostou todas as suas fichas em jogos como servi&ccedil;o para um retorno financeiro r&aacute;pido, buscando sucessos do n&iacute;vel de Call of Duty e Fortnite, mas tem fracassado de maneira retumbante em todas as suas tentativas.<a href="https://canaltech.com.br/games/mesmo-apos-tropeco-com-concord-playstation-insiste-em-jogos-como-servico/"> Concord, por exemplo, foi considerado um dos maiores fracassos da hist&oacute;ria do PlayStation</a>, e n&atilde;o &eacute; para menos. Embora a divis&atilde;o tenha se recuperado nesse setor com Helldivers II, todo o hiperfoco em jogos multiplayer online com microtransa&ccedil;&otilde;es tem se afastado do desejo dos f&atilde;s e da proposta que tornou o PlayStation 4 algo t&atilde;o atraente.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Concord &eacute; um s&iacute;mbolo do fracasso do PlayStation em live-services" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Sony" src="https://tl.ctcdn.com.br/2dWIycmYVp6YS6-IlBk2haeqX2k=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/964fd935-b3d4-4d1a-8744-273b410b59b2.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Concord"></figure>
<p>Al&eacute;m disso, a Sony tem tomado decis&otilde;es bem complicadas sobre seus est&uacute;dios. <a href="https://canaltech.com.br/games/sony-fecha-bluepoint-games-estudio-de-demons-souls-e-shadow-of-the-colossus/">A empresa fechou a Bluepoint Games em fevereiro de 2026</a>. O est&uacute;dio tinha foco em trazer cl&aacute;ssicos como Shadow of the Colossus e Demon's Souls para plataformas modernas, uma excelente oportunidade para recuperar IPs antigas e a confian&ccedil;a dos f&atilde;s, algo jogado no lixo com o seu fechamento.</p>
<p>A compra da Bungie &eacute; outro movimento question&aacute;vel apontado por cr&iacute;ticos da nova fase do PlayStation. O est&uacute;dio ficou respons&aacute;vel por supervisionar os projetos live-service da divis&atilde;o, mas acabou sofrendo com demiss&otilde;es em massa e, no momento, se afastou da IP de Destiny.</p>
<p>A cereja do bolo, no entanto, foi o an&uacute;ncio do <a href="https://canaltech.com.br/games/fim-da-midia-fisica-no-play-station-vira-crise-global-para-a-sony/">fim de jogos em m&iacute;dia f&iacute;sica para o PlayStation em janeiro de 2028, o que desencadeou uma crise sem precedentes para a Sony</a>. H&aacute; ainda problemas como <strong>a precifica&ccedil;&atilde;o na PlayStation Store do Brasil</strong>, o <strong>encarecimento de servi&ccedil;os e hardware</strong> e <strong>a falta de criatividade em novos t&iacute;tulos</strong>.</p>
<p>Apesar de estar vivendo a sua pior fase, n&atilde;o parece haver qualquer esfor&ccedil;o por parte da Sony para tentar reverter esse caminho. Em mais uma p&aacute; de cal, a Sony dispensou uma das mentes mais criativas dos games e a viu correr para os bra&ccedil;os de sua principal rival ao longo de duas d&eacute;cadas. N&atilde;o s&oacute; isso: <strong>o PlayStation negou um projeto de Kojima que provavelmente o faria retornar ao g&ecirc;nero que o lan&ccedil;ou</strong>, algo que deve balan&ccedil;ar toda a ind&uacute;stria como Metal Gear fez no passado.</p>
<h2><strong>PlayStation e Kojima: Folie &agrave; Deux</strong></h2>
<p>Mas afinal, por que a Sony tomaria uma decis&atilde;o t&atilde;o impopular em seu momento mais cr&iacute;tico com um de seus parceiros mais antigos? Bom, h&aacute; muitas camadas a se explorar aqui, mesmo com o PlayStation n&atilde;o admitindo ou revelando o motivo da ruptura em momento algum at&eacute; agora.</p>
<p>Hideo Kojima &eacute; conhecido por toda a sua inventividade em seus jogos, <strong>algo que s&oacute; pode ser feito a certo custo</strong>. Toda a ambi&ccedil;&atilde;o do produtor em suas IPs o leva a utilizar tecnologias de ponta, contratar atores estourados de Hollywood e atingir um n&iacute;vel t&eacute;cnico alt&iacute;ssimo, o que gera custos que a Sony aparentemente n&atilde;o quer bancar.</p>
<p>Como dito anteriormente, Physint deve chegar somente em 2030 (ou at&eacute; depois), algo que pode n&atilde;o agradar muito a um PlayStation que tem apostado em jogos live-service para um r&aacute;pido retorno financeiro. Basta ver projetos como <strong>Fair Games, 4:Loop, Horizon Hunters Gathering e Marathon</strong>, jogos que foram lan&ccedil;ados ou seguem em desenvolvimento, mesmo que o p&uacute;blico j&aacute; tenha deixado claro que n&atilde;o quer esse tipo de experi&ecirc;ncia das m&atilde;os do PlayStation.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Physint agora &eacute; do XBOX" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Kojima Productions, Microsoft" src="https://tl.ctcdn.com.br/2UjR0qCoBJ9MNFK2cDFCDXri-Wc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/558db22a-97c9-4cc5-b565-162bdeac5391.jpg" width="1600" height="900" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Physint XBOX"></figure>
<p>Apostar em uma nova IP que pode ser lan&ccedil;ada somente na virada da d&eacute;cada pode ter ligado um alerta vermelho nos corredores da Sony, mesmo que seja um projeto de um dos maiores desenvolvedores de todos os tempos. A marca parece mais rigorosa com seus or&ccedil;amentos, mesmo que esteja vivendo <a href="https://canaltech.com.br/consoles/playstation-5-e-a-geracao-mais-lucrativa-da-historia-da-sony-291243/">uma gera&ccedil;&atilde;o de recordes de receita, sendo a mais lucrativa da hist&oacute;ria, segundo a pr&oacute;pria japonesa</a>.</p>
<p>Um dos pontos de mudan&ccedil;a nessa falta de investimento a longo prazo foi a ocidentaliza&ccedil;&atilde;o da companhia, em especial na forma como gere seus recursos, investimentos e como desenvolve seus games. Nos &uacute;ltimos anos,<strong> grandes marcas e est&uacute;dios do Ocidente t&ecirc;m passado por problemas frequentes de or&ccedil;amento</strong>, demiss&otilde;es em massa e cancelamentos de projetos, enquanto, do outro lado do mundo, <strong>empresas como Capcom e Nintendo parecem viver um nirvana</strong>.</p>
<p>Na teoria, <strong>jogos live-service d&atilde;o um retorno mais r&aacute;pido e constante</strong>, algo que toda companhia de games ocidental tem buscado desde que os consoles entraram na era digital. N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para projetos como Physint nessa equa&ccedil;&atilde;o, e <strong>o resultado &eacute; exatamente o mesmo: cancelamento atr&aacute;s de cancelamento</strong>.</p>
<p>H&aacute; tamb&eacute;m o fator de vendas. De acordo com a Alinea Analytics,<strong> Death Stranding 2 vendeu 2,5 milh&otilde;es de unidades at&eacute; setembro de 2026</strong>. Deste total, 1,8 milh&atilde;o foi comercializado no PlayStation 5, enquanto outras 700 mil c&oacute;pias foram vendidas no Steam, o que, segundo os dados, teria gerado uma receita de US$ 170 milh&otilde;es.</p>
<p>O chefe de an&aacute;lise de mercado da Alinea, Rhys Elliott, sugere que a franquia Death Stranding pode ter conseguido se pagar desde a estreia do primeiro jogo em 2019, <strong>mas sem necessariamente uma margem ampla de lucros</strong>. Ser&aacute; que Physint, no escopo que promete, conseguiria gerar lucros suficientes para agradar a Sony? N&atilde;o sabemos.</p>
<p>O motivo real do rompimento entre PlayStation e Kojima pode nunca vir a p&uacute;blico. O diretor &eacute; dif&iacute;cil de trabalhar? Os prazos estavam muito longos? A Sony precisaria apostar muito alto por um retorno incerto? <strong>S&atilde;o perguntas que ficar&atilde;o na nossa mente quando Physint chegar ao XBOX e provavelmente ao PC em 2030</strong> (ou al&eacute;m), se a Microsoft permitir que o projeto exista at&eacute; l&aacute;.</p>

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    <link>https://canaltech.com.br/games/porque-playstation-nao-quis-jogo-hideo-kojima/</link>
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    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[A mentira dos megapixels: como saber se a câmera do celular é boa de verdade]]></title>
    <description><![CDATA[<p>&Eacute; f&aacute;cil olhar a ficha t&eacute;cnica de dois celulares, encontrar uma c&acirc;mera de 200 MP em um deles e concluir que ela deve ser melhor que outra de 50 MP. Afinal, 200 &eacute; quatro vezes mais que 50. S&oacute; que <strong>c&acirc;meras de smartphones n&atilde;o funcionam dessa forma</strong>.</p>
<ul>
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</ul>
<p>Megapixels indicam principalmente a resolu&ccedil;&atilde;o que o sensor pode entregar. A qualidade final depende de um conjunto bem maior, que inclui <strong>tamanho do sensor, abertura da lente, estabiliza&ccedil;&atilde;o, processamento de imagem, qualidade das c&acirc;meras auxiliares e software</strong>.</p>
<p>Por isso, um celular de 50 MP pode tirar fotos melhores que outro de 108 MP ou 200 MP. A ficha t&eacute;cnica ajuda bastante na escolha, mas &eacute; preciso saber quais n&uacute;meros realmente importam e, principalmente, onde ela deixa de contar a hist&oacute;ria toda.</p>
<h2>Mais megapixels significam c&acirc;mera melhor?</h2>
<p><strong>N&atilde;o. Mais megapixels significam maior resolu&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o garantem melhor qualidade de imagem.</strong> O n&uacute;mero indica quantos milh&otilde;es de pixels o sensor pode usar para formar uma fotografia.</p>
<p>Uma c&acirc;mera de 50 MP, por exemplo, tem capacidade de gerar uma imagem com aproximadamente 50 milh&otilde;es de pixels. Isso pode ser &uacute;til para fazer recortes, ampliar determinadas partes da foto ou preservar mais resolu&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas.</p>
<p>S&oacute; que os megapixels, sozinhos, n&atilde;o dizem se uma fotografia ter&aacute; <strong>cores melhores, bom HDR, pouco ru&iacute;do, foco preciso ou bom resultado &agrave; noite</strong>. Tamb&eacute;m n&atilde;o informam se o v&iacute;deo ser&aacute; est&aacute;vel ou se a c&acirc;mera conseguir&aacute; lidar bem com cenas de alto contraste.</p>
<p>&Eacute; justamente a&iacute; que a compara&ccedil;&atilde;o apenas pela ficha t&eacute;cnica come&ccedil;a a falhar.</p>
<h3>C&acirc;mera de 200 MP &eacute; melhor que c&acirc;mera de 50 MP?</h3>
<p><strong>N&atilde;o necessariamente.</strong> Uma c&acirc;mera de 50 MP pode superar uma de 200 MP se tiver um sensor maior, uma lente melhor, estabiliza&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica mais eficiente e processamento de imagem superior.</p>
<p>Tamb&eacute;m pode acontecer o contr&aacute;rio. Um bom sensor de 200 MP, aliado a uma lente de qualidade e um software bem ajustado, pode entregar excelentes resultados.</p>
<p>O ponto &eacute; que <strong>200 MP n&atilde;o s&atilde;o uma garantia de qualidade</strong>, assim como 12 MP ou 50 MP n&atilde;o significam automaticamente uma c&acirc;mera inferior.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="N&uacute;mero de resolu&ccedil;&atilde;o, sozinho, n&atilde;o indica uma boa c&acirc;mera" data-creditos="Ivo Meneghel Jr./ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/D6GLpYrW5IatxpTjY9v5TeLFZRc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8b091b62-a676-4128-9fd8-e6b71fe0d028.jpg" width="2048" height="1150" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="iPhone Pro Max C&acirc;mera e Logo"></figure>
<p>Na hora da compra, megapixels devem entrar na conta como apenas uma das caracter&iacute;sticas do conjunto fotogr&aacute;fico.</p>
<h2>Por que celulares de 200 MP normalmente tiram fotos de 12 MP?</h2>
<p><strong>Porque muitos sensores de alta resolu&ccedil;&atilde;o agrupam v&aacute;rios pixels antes de gerar a fotografia final.</strong> Essa t&eacute;cnica &eacute; chamada de <strong>pixel binning</strong>.</p>
<p>Em vez de usar cada pequeno pixel do sensor de forma independente, o celular re&uacute;ne informa&ccedil;&otilde;es de v&aacute;rios deles para formar um pixel maior na imagem final. A ideia &eacute; aproveitar melhor a luz captada e reduzir problemas como ru&iacute;do, especialmente em condi&ccedil;&otilde;es menos favor&aacute;veis.</p>
<p>Por isso, ao abrir a c&acirc;mera de um celular com sensor de 200 MP e tirar uma foto no modo autom&aacute;tico, &eacute; comum que o arquivo final tenha uma resolu&ccedil;&atilde;o bem menor.</p>
<p>Normalmente existe um modo espec&iacute;fico para fotografar na resolu&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima. Ele pode ser interessante quando h&aacute; bastante luz e o objetivo &eacute; registrar o m&aacute;ximo de detalhes poss&iacute;vel, mas tamb&eacute;m produz arquivos maiores.</p>
<p>Para o uso cotidiano, o modo autom&aacute;tico costuma priorizar o equil&iacute;brio entre <strong>detalhes, luz, processamento e tamanho do arquivo</strong>, n&atilde;o o maior n&uacute;mero dispon&iacute;vel na ficha t&eacute;cnica.</p>
<h2>Por que o tamanho do sensor &eacute; t&atilde;o importante?</h2>
<p><strong>Porque &eacute; o sensor que recebe a luz usada para formar a imagem.</strong> De forma geral, um sensor maior tem mais &aacute;rea dispon&iacute;vel para captar essa informa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Isso pode ajudar principalmente em ambientes escuros, nos quais a c&acirc;mera trabalha com muito menos luz. Tamb&eacute;m pode contribuir para reduzir ru&iacute;do, preservar detalhes nas sombras e melhorar o alcance din&acirc;mico.</p>
<p>Um sensor maior ainda pode favorecer uma separa&ccedil;&atilde;o mais natural entre o objeto fotografado e o fundo em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, sem depender exclusivamente do efeito artificial do modo retrato.</p>
<p>Mas a mesma regra vale aqui: <strong>sensor maior n&atilde;o garante sozinho uma c&acirc;mera melhor</strong>. A lente usada na frente dele, o processamento e a estabiliza&ccedil;&atilde;o continuam importantes.</p>
<h3>Como interpretar n&uacute;meros como 1/1,3", 1/1,56" e 1/2"?</h3>
<p>Existe uma regra simples para n&atilde;o se perder nesses n&uacute;meros: <strong>quanto menor o denominador, maior &eacute; o sensor</strong>.</p>
<p>Portanto, entre tr&ecirc;s sensores identificados como 1/1,3", 1/1,56" e 1/2", o primeiro &eacute; o maior e o &uacute;ltimo &eacute; o menor.</p>
<p>&Eacute; uma informa&ccedil;&atilde;o mais &uacute;til para avaliar uma c&acirc;mera do que simplesmente olhar os megapixels, especialmente quando se compara a c&acirc;mera principal de celulares de categorias semelhantes.</p>
<p>Ainda assim, n&atilde;o vale escolher um aparelho apenas porque seu sensor &eacute; alguns pontos maior. Essa diferen&ccedil;a precisa aparecer tamb&eacute;m nas fotos reais.</p>
<h2>O que significa abertura f/1.8 na c&acirc;mera do celular?</h2>
<p><strong>A abertura indica quanto a lente pode favorecer a entrada de luz no sistema fotogr&aacute;fico.</strong> Na pr&aacute;tica, n&uacute;meros como f/1.4, f/1.7, f/1.8 e f/2.2 aparecem com frequ&ecirc;ncia nas fichas t&eacute;cnicas.</p>
<p>De forma simplificada, <strong>quanto menor o n&uacute;mero depois do f, maior &eacute; a abertura</strong>. Uma lente f/1.7, por exemplo, tem uma abertura maior que uma f/2.2.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="iPhone 18 Pro tem abertura vari&aacute;vel, como de uma c&acirc;mera profissional, mas seus concorrentes possuem abertura fixa" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Apple" src="https://tl.ctcdn.com.br/PhzJXLm89-oh7e8msUbwj_j98OU=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/89605ed1-bf23-4844-9609-ab9e3f158e1e.png" width="2880" height="1800" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02"></figure>
<p>Isso &eacute; especialmente &uacute;til em locais com pouca ilumina&ccedil;&atilde;o. Com mais luz dispon&iacute;vel, a c&acirc;mera pode ter mais margem para produzir uma fotografia limpa ou usar uma captura mais r&aacute;pida, o que tamb&eacute;m ajuda a evitar borr&otilde;es.</p>
<p>S&oacute; n&atilde;o vale transformar f/1.4 ou f/1.8 em um selo autom&aacute;tico de qualidade. A compara&ccedil;&atilde;o faz mais sentido entre c&acirc;meras semelhantes, e fatores como sensor, qualidade da lente, OIS e processamento continuam fundamentais.</p>
<h2>O que intelig&ecirc;ncia artificial e processamento fazem na c&acirc;mera?</h2>
<p><strong>Muito mais do que parece.</strong> A foto que aparece na galeria do celular n&atilde;o &eacute; simplesmente uma c&oacute;pia direta do que o sensor enxergou no momento em que o bot&atilde;o foi pressionado.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="IA tamb&eacute;m faz um trabalho importante no p&oacute;s-processamento" data-creditos="Ivo Meneghel Jr./ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/uA1J7yn-rZS2Zme2vOWeFomMMc4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7c953266-47c5-4410-8406-00265145d8b8.jpg" width="2048" height="1150" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Apple iPhone 15 Plus Tete de C&acirc;mera"></figure>
<p>&nbsp;O aparelho interpreta os dados captados e aplica diferentes tratamentos antes de entregar o arquivo final. &Eacute; nesse processo que entram ajustes de&nbsp;<strong>HDR, cores, contraste, nitidez, balan&ccedil;o de branco e redu&ccedil;&atilde;o de ru&iacute;do</strong>.</p>
<p>O software tamb&eacute;m tem papel importante no modo noturno, no retrato e at&eacute; no zoom. Em alguns casos, o celular usa informa&ccedil;&otilde;es captadas em diferentes momentos ou por mais de uma c&acirc;mera para chegar ao resultado final.</p>
<p>&Eacute; por isso que dois aparelhos com sensores parecidos podem produzir fotografias completamente diferentes.</p>
<p>Um pode priorizar cores mais saturadas, enquanto outro busca tons mais naturais. Um pode controlar melhor as luzes do c&eacute;u, enquanto o outro preserva mais detalhes nas sombras. A ficha t&eacute;cnica dificilmente mostra essas diferen&ccedil;as.</p>
<h3>O que &eacute; ISP?</h3>
<p>O <strong>ISP, ou Image Signal Processor</strong>, &eacute; a parte do sistema respons&aacute;vel por processar as informa&ccedil;&otilde;es que chegam da c&acirc;mera e transform&aacute;-las em imagem.</p>
<p>Ele trabalha em conjunto com o software e com outros componentes do aparelho para interpretar os dados captados pelo sensor e aplicar v&aacute;rios dos ajustes necess&aacute;rios antes da foto chegar &agrave; galeria.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, &eacute; mais um motivo para n&atilde;o comparar c&acirc;meras apenas pelos sensores. <strong>O mesmo hardware pode entregar resultados diferentes dependendo de como cada fabricante trata a imagem.</strong></p>
<p>&Eacute; justamente por isso que testes pr&aacute;ticos t&ecirc;m tanto peso na avalia&ccedil;&atilde;o de uma c&acirc;mera de celular.</p>
<h2>OIS e EIS fazem diferen&ccedil;a? Por que estabiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o importante?</h2>
<p><strong>Sim, e bastante.</strong> A estabiliza&ccedil;&atilde;o pode fazer diferen&ccedil;a tanto nas fotografias quanto nos v&iacute;deos, principalmente em cenas com pouca luz ou quando o celular est&aacute; em movimento.</p>
<p>O <strong>OIS, ou estabiliza&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica de imagem</strong>, usa mecanismos f&iacute;sicos para compensar pequenos movimentos da c&acirc;mera. Isso ajuda a manter a imagem mais est&aacute;vel durante a captura.</p>
<p>J&aacute; o <strong>EIS, ou estabiliza&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica</strong>, usa software para reduzir os efeitos dos movimentos no v&iacute;deo. Muitos celulares combinam os dois sistemas para conseguir um resultado mais eficiente.</p>
<p>Nas fotos, o OIS pode ajudar a evitar imagens borradas em situa&ccedil;&otilde;es nas quais a c&acirc;mera precisa captar luz por mais tempo. Nos v&iacute;deos, a diferen&ccedil;a aparece principalmente ao caminhar ou filmar cenas em movimento.</p>
<h3>Resolu&ccedil;&atilde;o &eacute; mais importante que estabiliza&ccedil;&atilde;o no v&iacute;deo?</h3>
<p>N&atilde;o. Um v&iacute;deo em 4K ou 8K pode ter alta resolu&ccedil;&atilde;o e ainda ser ruim.</p>
<p>Se a imagem treme demais, o foco se perde constantemente ou a exposi&ccedil;&atilde;o varia de forma brusca, os milh&otilde;es de pixels extras n&atilde;o resolvem o problema.</p>
<p>No uso real, <strong>estabiliza&ccedil;&atilde;o, foco, exposi&ccedil;&atilde;o e qualidade geral da imagem costumam fazer mais diferen&ccedil;a</strong> do que simplesmente ter a maior resolu&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel.</p>
<p>Isso tamb&eacute;m explica por que dois celulares que gravam em 4K a 60 fps podem entregar resultados muito diferentes.</p>
<p>A especifica&ccedil;&atilde;o informa a resolu&ccedil;&atilde;o e a quantidade de quadros por segundo, mas n&atilde;o mostra qu&atilde;o suave &eacute; a estabiliza&ccedil;&atilde;o, quanto o foco demora para mudar de um objeto para outro ou como a c&acirc;mera reage quando a ilumina&ccedil;&atilde;o muda.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Estabiliza&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica de imagem ajuda a manter v&iacute;deos com menos tremedeiras e, para fotos, garantem fotos mais claras sem borr&otilde;es" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/jbIiYze20sOoS_qNu1YOhv5WcD4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/6a59a4e9-101d-449c-be27-d704c0ac688b.jpeg" width="849" height="477" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="iPhone 17 Pro"></figure>
<h2>Zoom &oacute;ptico &eacute; melhor que zoom digital?</h2>
<p><strong>De forma geral, sim.</strong> O zoom &oacute;ptico depende da pr&oacute;pria c&acirc;mera e da lente para oferecer uma dist&acirc;ncia focal diferente, enquanto o zoom digital amplia e processa a imagem captada.</p>
<p>Nos celulares, isso normalmente acontece com uma c&acirc;mera teleobjetiva dedicada. Modelos mais avan&ccedil;ados tamb&eacute;m podem usar uma estrutura perisc&oacute;pica, que permite acomodar um sistema &oacute;ptico maior dentro do corpo fino do aparelho.</p>
<p>Por isso, n&uacute;meros como <strong>50x, 100x ou 120x</strong> precisam ser vistos com cuidado. Essas amplia&ccedil;&otilde;es muito altas dependem bastante de zoom digital e processamento.</p>
<p>Mais importante do que descobrir qual celular chega ao maior n&uacute;mero &eacute; verificar <strong>como a c&acirc;mera se comporta nas amplia&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; realmente pretende usar</strong>.</p>
<p>Um aparelho pode oferecer 100x, mas ter seus melhores resultados em n&iacute;veis muito menores. Outro pode ter alcance m&aacute;ximo inferior e entregar fotografias mais consistentes no zoom intermedi&aacute;rio.</p>
<p>Tamb&eacute;m n&atilde;o basta saber que existe uma teleobjetiva. A qualidade do sensor, da lente, da estabiliza&ccedil;&atilde;o e do processamento dessa c&acirc;mera continua importante.</p>
<h2>E as c&acirc;meras ultrawide, teleobjetiva e frontal?</h2>
<p><strong>Elas tamb&eacute;m precisam ser avaliadas separadamente.</strong> Uma &oacute;tima c&acirc;mera principal n&atilde;o garante que todas as outras lentes do celular estejam no mesmo n&iacute;vel.</p>
<p>&Eacute; comum que a ultrawide tenha caracter&iacute;sticas diferentes da principal, assim como a teleobjetiva e a c&acirc;mera frontal. Isso pode resultar em mudan&ccedil;as percept&iacute;veis de cor, nitidez, HDR e desempenho noturno ao alternar entre elas.</p>
<p>Quem usa bastante a ultrawide, por exemplo, deve procurar amostras espec&iacute;ficas dessa c&acirc;mera. O mesmo vale para quem prioriza selfies ou pretende usar o zoom com frequ&ecirc;ncia.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Tamanhos e tipos de sensores s&atilde;o importantes no conjunto de um celular" data-creditos="Ivo Meneghel Jr./ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/svKOdeBr6hT9baewZH9orKOfQ90=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b2be679d-fcb0-46b0-b3d6-c4aa8e26116d.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Oppo Find X9 Ultra Cameras"></figure>
<p>Por isso, contar quantas c&acirc;meras existem na traseira tamb&eacute;m diz pouco sobre a qualidade do aparelho.&nbsp;<strong>Versatilidade s&oacute; &eacute; uma vantagem quando essas c&acirc;meras entregam bons resultados.</strong></p>
<h2>RAW, ProRes, LOG e LUT fazem diferen&ccedil;a para todo mundo?</h2>
<p>N&atilde;o. Esses recursos t&ecirc;m muito mais import&acirc;ncia para quem pretende editar fotos ou v&iacute;deos depois da captura.</p>
<p>Eles podem ser extremamente &uacute;teis para fot&oacute;grafos, vide&oacute;grafos e criadores de conte&uacute;do, mas dificilmente devem ser prioridade para quem apenas fotografa, grava e publica o resultado diretamente nas redes sociais.</p>
<h3>Para que servem RAW e ProRAW?</h3>
<p>O <strong>RAW</strong> preserva mais informa&ccedil;&otilde;es da captura e oferece maior liberdade para ajustes posteriores.</p>
<p>Isso d&aacute; mais espa&ccedil;o para alterar elementos como exposi&ccedil;&atilde;o, sombras, luzes e cores durante a edi&ccedil;&atilde;o, sem depender tanto do tratamento autom&aacute;tico feito pelo celular.</p>
<p>O <strong>ProRAW</strong> segue a mesma l&oacute;gica, mas combina essa flexibilidade com parte do processamento computacional usado nos dispositivos compat&iacute;veis.</p>
<p>Para quem n&atilde;o pretende editar a fotografia, por&eacute;m, o arquivo pronto produzido pela c&acirc;mera costuma ser mais pr&aacute;tico.</p>
<h3>Para que serve ProRes?</h3>
<p>O <strong>ProRes</strong> &eacute; um formato de v&iacute;deo voltado para fluxos de trabalho que priorizam qualidade e edi&ccedil;&atilde;o posterior.</p>
<p>A contrapartida &eacute; o tamanho dos arquivos, que pode crescer bastante. Para v&iacute;deos casuais, isso ocupa armazenamento sem necessariamente trazer uma vantagem percept&iacute;vel para quem s&oacute; pretende publicar o conte&uacute;do rapidamente.</p>
<p>Para produ&ccedil;&atilde;o profissional, por outro lado, a flexibilidade durante a edi&ccedil;&atilde;o pode ser muito mais importante.</p>
<h3>O que &eacute; LOG?</h3>
<p>LOG &eacute; um perfil de imagem pensado para preservar mais informa&ccedil;&otilde;es de luz e cor para a p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O v&iacute;deo pode parecer lavado ou sem contraste quando visto sem tratamento, mas essa apar&ecirc;ncia &eacute; proposital. O objetivo &eacute; dar mais liberdade para o ajuste de cores durante a edi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Por isso, ter grava&ccedil;&atilde;o em LOG &eacute; um diferencial muito mais relevante para quem trabalha com v&iacute;deo do que para o consumidor comum.</p>
<h3>O que s&atilde;o LUTs?</h3>
<p>As <strong>LUTs</strong> s&atilde;o usadas para transformar ou padronizar cores durante o processo de edi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Elas podem facilitar a aplica&ccedil;&atilde;o de uma determinada est&eacute;tica ou ajudar a chegar ao resultado desejado ap&oacute;s uma grava&ccedil;&atilde;o em perfis que exigem tratamento.</p>
<p>Mais uma vez, &eacute; um recurso valioso para produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do, mas n&atilde;o deve pesar tanto na compra de quem nunca pretende editar seus v&iacute;deos.</p>
<h2>D&aacute; para confiar nas fotos oficiais divulgadas pelas fabricantes?</h2>
<p>Elas servem como refer&ecirc;ncia, mas <strong>n&atilde;o devem ser sua &uacute;nica refer&ecirc;ncia</strong>.</p>
<p>Fotos promocionais s&atilde;o feitas justamente para apresentar o celular nas melhores condi&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis. A fabricante pode escolher cen&aacute;rios favor&aacute;veis, controlar a ilumina&ccedil;&atilde;o, usar fot&oacute;grafos experientes e selecionar apenas os melhores resultados.</p>
<p>Isso n&atilde;o significa que as imagens sejam falsas. O problema &eacute; que <strong>elas dificilmente mostram todos os cen&aacute;rios que voc&ecirc; encontrar&aacute; no uso cotidiano</strong>.</p>
<p>Uma c&acirc;mera precisa lidar com luz forte, noite, pessoas em movimento, animais, interiores, contraluz, zoom e v&aacute;rias outras situa&ccedil;&otilde;es menos previs&iacute;veis.</p>
<p>Por isso, antes da compra, vale procurar fotos produzidas por ve&iacute;culos especializados, reviewers e usu&aacute;rios que j&aacute; tenham o aparelho.</p>
<p>Tamb&eacute;m &eacute; importante lembrar que redes sociais comprimem fotos e v&iacute;deos. Sempre que poss&iacute;vel, procure galerias que permitam observar os arquivos com mais qualidade ou em resolu&ccedil;&atilde;o original.</p>
<h2>Como comparar c&acirc;meras de celulares antes de comprar?</h2>
<p><strong>A melhor compara&ccedil;&atilde;o junta ficha t&eacute;cnica e testes reais.</strong> A primeira ajuda a entender o potencial do conjunto, enquanto os reviews mostram o que o celular efetivamente consegue fazer com esse hardware.</p>
<p>Comece pela c&acirc;mera principal. Veja o tamanho do sensor, a abertura da lente e se existe estabiliza&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica. Depois, fa&ccedil;a a mesma an&aacute;lise das c&acirc;meras auxiliares que s&atilde;o importantes para voc&ecirc;.</p>
<p>Na sequ&ecirc;ncia, procure fotografias reais em cen&aacute;rios diferentes. Uma c&acirc;mera pode impressionar durante o dia e perder muita qualidade &agrave; noite, por exemplo.</p>
<p>Tamb&eacute;m observe <strong>HDR, cores, defini&ccedil;&atilde;o, retratos e selfies</strong>. Se zoom for uma prioridade, confira fotografias em diferentes n&iacute;veis, principalmente aqueles que voc&ecirc; realmente pretende usar.</p>
<p>Para v&iacute;deo, n&atilde;o fique apenas na ficha que diz "4K a 60 fps" ou "8K". Procure grava&ccedil;&otilde;es com o celular em movimento, mudan&ccedil;as de foco e varia&ccedil;&otilde;es de ilumina&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Um bom teste caminhando com o aparelho pode dizer muito mais sobre a c&acirc;mera do que a resolu&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima descrita na p&aacute;gina do produto.</p>
<h2>Como saber se a c&acirc;mera de um celular &eacute; boa de verdade?</h2>
<p><strong>N&atilde;o existe uma &uacute;nica especifica&ccedil;&atilde;o capaz de responder essa pergunta.</strong> Uma boa c&acirc;mera de celular nasce da combina&ccedil;&atilde;o entre hardware, software e o resultado que os dois conseguem entregar no uso real.</p>
<p>Antes de comprar, estes s&atilde;o os principais pontos que merecem aten&ccedil;&atilde;o:</p>
<ol>
<li>
<p><strong>Tamanho do sensor:</strong> sensores maiores podem ter vantagem principalmente na capta&ccedil;&atilde;o de luz.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Abertura da lente:</strong> n&uacute;meros f menores indicam uma abertura maior, mas n&atilde;o devem ser analisados sozinhos.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Presen&ccedil;a de OIS:</strong> a estabiliza&ccedil;&atilde;o &oacute;ptica pode ajudar tanto em fotografias quanto em v&iacute;deos.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Processamento de imagem:</strong> influencia HDR, cores, ru&iacute;do, nitidez, noite, retrato e v&aacute;rios outros resultados.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Qualidade das c&acirc;meras auxiliares:</strong> ultrawide, teleobjetiva e frontal tamb&eacute;m precisam entregar bons resultados.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Tipo e qualidade do zoom:</strong> observe o alcance &oacute;ptico e a qualidade nas amplia&ccedil;&otilde;es que realmente fazem sentido.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Qualidade de v&iacute;deo:</strong> resolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o substitui estabiliza&ccedil;&atilde;o, foco e exposi&ccedil;&atilde;o consistentes.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Desempenho em diferentes condi&ccedil;&otilde;es:</strong> c&acirc;mera boa precisa funcionar al&eacute;m de uma foto bonita sob luz perfeita.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Reviews independentes:</strong> testes pr&aacute;ticos mostram caracter&iacute;sticas que n&atilde;o aparecem na ficha t&eacute;cnica.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Amostras reais:</strong> procure fotos e v&iacute;deos feitos com o aparelho fora do material promocional.</p>
</li>
</ol>
<p>Megapixels continuam relevantes. Eles dizem bastante sobre a resolu&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel e podem trazer vantagens em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas.</p>
<p>S&oacute; que <strong>12 MP, 50 MP, 108 MP ou 200 MP nunca devem servir, sozinhos, para classificar uma c&acirc;mera como boa ou ruim</strong>. Na pr&oacute;xima vez que uma ficha t&eacute;cnica tentar impressionar pelo n&uacute;mero maior, vale olhar um pouco mais para o lado. &Eacute; ali que normalmente est&atilde;o as especifica&ccedil;&otilde;es que realmente fazem diferen&ccedil;a.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/smartphone/a-mentira-dos-megapixels-como-saber-se-a-camera-do-celular-e-boa-de-verdade/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/smartphone/a-mentira-dos-megapixels-como-saber-se-a-camera-do-celular-e-boa-de-verdade/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 18:30:03 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Quais são as séries mais premiadas na história do Emmy?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Considerado o Oscar das telinhas, o <strong>Emmy Awards</strong> &eacute; a premia&ccedil;&atilde;o mais importante da televis&atilde;o norte-americana, sendo respons&aacute;vel por consolidar v&aacute;rias s&eacute;ries de TV com uma estatueta dourada de respeito. Alguns desses programas, inclusive, j&aacute; at&eacute; tiveram a honra de receb&ecirc;-las em&nbsp;<strong>n&uacute;meros recordes</strong>.&nbsp;</p>
<p>Com a 78&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do pr&ecirc;mio marcada para acontecer no dia 14 de setembro deste ano, o Emmy volta a reafirmar seu prest&iacute;gio anual na ind&uacute;stria do entretenimento, um marco que ocorre desde 1949 para celebrar <strong>o melhor da televis&atilde;o</strong>.&nbsp;</p>
<p>Para a cerim&ocirc;nia deste ano, s&eacute;ries como <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/emmy-2026-the-pitt-e-hacks-lideram-indicacoes-ao-maior-premio-da-tv-veja-lista/">The Pitt<strong> </strong>e Hacks</a> lideram o ranking nas categorias de drama e com&eacute;dia, respectivamente, com o maior n&uacute;mero de indica&ccedil;&otilde;es para cada uma delas. A antecipa&ccedil;&atilde;o para o pr&ecirc;mio caminha de m&atilde;os dadas com uma tradi&ccedil;&atilde;o lend&aacute;ria na ind&uacute;stria estadunidense, que j&aacute; premiou algumas produ&ccedil;&otilde;es ic&ocirc;nicas v&aacute;rias e v&aacute;rias vezes.</p>
<h2>Qual &eacute; a s&eacute;rie mais premiada na hist&oacute;ria do Emmy?</h2>
<p>A s&eacute;rie mais premiada na hist&oacute;ria do Emmy n&atilde;o &eacute; uma s&eacute;rie no sentido seriado da coisa, mas sim um programa de esquetes. Estamos falando de <strong>Saturday Night Live</strong>, o programa de humor mais antigo da hist&oacute;ria da TV estadunidense.&nbsp;</p>
<p>No ar desde 1975, o Saturday Night Live j&aacute; levou para casa <strong>94 pr&ecirc;mios</strong> do Emmy, com 349 indica&ccedil;&otilde;es no geral. &Eacute; o maior n&uacute;mero de pr&ecirc;mios conquistados na hist&oacute;ria da premia&ccedil;&atilde;o, ultrapassando outros programas seriados de sucesso.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Saturday Night Live &eacute; o programa com maior n&uacute;mero de estatuetas do Emmy conquistadas." data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Peacock" src="https://tl.ctcdn.com.br/IVjqcXyEVpTR6rCgLJlMnxxsg9I=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/88950ed9-a236-46c5-a639-fe51c91a6a1c.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="saturday night live"></figure>
<p>Casa de com&eacute;dia que j&aacute; abrigou nomes como Tina Fey, Jimmy Fallon e Will Ferrell, o Saturday Night Live segue fazendo sucesso nos Estados Unidos com esquetes humor&iacute;sticas estreladas por comediantes da equipe, trazendo tamb&eacute;m n&uacute;meros musicais e celebridades para apresentar o programa.</p>
<h2>S&eacute;ries recordistas de pr&ecirc;mios do Emmy</h2>
<p>Se o Saturday Night Live segue aumentando o n&uacute;mero de pr&ecirc;mios do Emmy em sua estante, existem outras s&eacute;ries ficcionais que tamb&eacute;m bateram recordes de estatuetas conquistadas na hist&oacute;ria do evento.</p>
<p>Na categoria de drama, <strong>Game of Thrones</strong>, a amada s&eacute;rie de fantasia da HBO inspirada na obra de George R.R. Martin, lidera o ranking at&eacute; o momento com<strong> 59 pr&ecirc;mios</strong> coletados. Durante todo o per&iacute;odo de exibi&ccedil;&atilde;o do programa, foram 159 indica&ccedil;&otilde;es ao Emmy.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Game of Thrones &eacute; recordista na categoria de drama, com 59 vit&oacute;rias no Emmy." data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/HBO" src="https://tl.ctcdn.com.br/F7eEvzBhNc0PbXcx7zd5rpXm8yM=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8cfe5269-1134-47fa-9780-71d163fbdf75.png" width="1200" height="675" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="game of thrones"></figure>
<p>J&aacute; na com&eacute;dia,&nbsp;<strong>Frasier&nbsp;</strong>&eacute; uma grande recordista, com<strong> 38 estatuetas </strong>conquistadas na hist&oacute;ria da premia&ccedil;&atilde;o. A sitcom fez sucesso na d&eacute;cada de 1990 na NBC com a hist&oacute;ria de um psiquiatra que apresenta um programa de r&aacute;dio para ajudar os ouvintes, mas que tem dificuldade em lidar com seus pr&oacute;prios problemas pessoais.</p>
<p>Entre as anima&ccedil;&otilde;es seriadas, quem lidera o ranking &eacute; <strong>Os Simpsons</strong> com <strong>37 vit&oacute;rias</strong> no total. Exibida desde 1989, a s&eacute;rie animada mais popular da TV j&aacute; recebeu 106 indica&ccedil;&otilde;es ao longo de sua passagem pelo Emmy.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Frasier e Os Simpsons s&atilde;o mais duas s&eacute;ries recordistas de pr&ecirc;mios do Emmy." data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/NBC/Fox" src="https://tl.ctcdn.com.br/4SbNIutyb_OPZI0cRFximUigh-4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7e56a931-4a76-4d83-b8f6-822154169f01.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="s&eacute;ries mais premiadas do emmy"></figure>
<p>Outras s&eacute;ries que tamb&eacute;m conquistaram v&aacute;rias estatuetas do Emmy s&atilde;o:</p>
<ul>
<li><strong>The Mary Tyler Moore Show</strong> - 29 vit&oacute;rias e 67 indica&ccedil;&otilde;es;</li>
<li><strong>Cheers </strong>- 28 vit&oacute;rias e 117 indica&ccedil;&otilde;es;</li>
<li><strong>American Masters</strong> - 20 vit&oacute;rias e 59 indica&ccedil;&otilde;es;</li>
<li><strong>Chumbo Grosso</strong> - 26 vit&oacute;rias e 98 indica&ccedil;&otilde;es;</li>
<li><strong>West Wing: Nos Bastidores do Poder</strong> - 26 vit&oacute;rias e 95 indica&ccedil;&otilde;es.</li>
</ul>
<h2>Emmy premia o melhor da TV em setembro</h2>
<p>Mantendo sua tradicional estrutura, o Emmy Awards 2026 acontece na pr&oacute;xima segunda-feira (14), chegando a tempo de atualizar a lista de pr&oacute;ximas maratonas daqueles que adoram assistir &agrave;s s&eacute;ries mais premiadas do momento.&nbsp;</p>
<p>Caso voc&ecirc; ainda n&atilde;o tenha se inteirado dos principais destaques da premia&ccedil;&atilde;o deste ano, aproveite para saber tudo sobre o <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/emmy-2026-quando-vai-ser-onde-assistir-series-indicadas/">Emmy 2026: Quando vai ser, onde assistir e quais s&atilde;o as s&eacute;ries indicadas</a>.&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/entretenimento/emmy-quais-sao-series-mais-premiadas-historia/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/entretenimento/emmy-quais-sao-series-mais-premiadas-historia/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 18:00:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Kindle ficou 50% mais caro: 5 alternativas mais baratas para comprar agora]]></title>
    <description><![CDATA[<p>O <strong>Kindle ficou mais caro no Brasil </strong>ap&oacute;s a Amazon reajustar os pre&ccedil;os de seus dispositivos. O modelo de entrada de 16 GB da 11&ordf; gera&ccedil;&atilde;o passou de R$ 599 para&nbsp;R$ 899, uma alta de 50%. Com esse cen&aacute;rio, &eacute; natural que aumentem as buscas por <strong>alternativas mais baratas</strong> para comprar.</p>
<p>Segundo a pr&oacute;pria Amazon, o&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/e-reader/kindle-dispara-de-preco-no-brasil-amazon-revela-o-que-causou-aumento-de-50/" target="_blank" rel="noopener"> aumento do pre&ccedil;o no Brasil </a>est&aacute; relacionado &agrave; eleva&ccedil;&atilde;o global dos custos de componentes de mem&oacute;ria e armazenamento.</p>
<ul>
<li>📱 <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va8w71Y9xVJhPriudt0q?utm_source=produtos" target="_blank" rel="noopener">Veja as melhores promo&ccedil;&otilde;es de hoje no WhatsApp do CT Ofertas</a></li>
</ul>
<p>O reajuste tamb&eacute;m atingiu os modelos mais avan&ccedil;ados da linha. Com isso, quem estava pensando em comprar um leitor digital pode encontrar alternativas mais baratas em outras marcas, principalmente em marketplaces brasileiros.</p>
<p>H&aacute; op&ccedil;&otilde;es compactas que custam<strong> menos da metade do novo pre&ccedil;o do Kindle</strong> b&aacute;sico e outras que oferecem uma experi&ecirc;ncia mais pr&oacute;xima de um e-reader tradicional.</p>
<h2>Quanto custam os Kindles no Brasil?</h2>
<p>Atualmente, os principais modelos da Amazon aparecem com os seguintes pre&ccedil;os:</p>
<ul>
<li>
<p><strong>Kindle 16 GB, 11&ordf; gera&ccedil;&atilde;o:</strong> R$ 899;</p>
</li>
<li>
<p><strong>Kindle Paperwhite 16 GB, 12&ordf; gera&ccedil;&atilde;o:</strong> R$ 1.149;</p>
</li>
<li>
<p><strong>Kindle Paperwhite Signature Edition 32 GB, 12&ordf; gera&ccedil;&atilde;o:</strong> R$ 1.349;</p>
</li>
<li>
<p><strong>Kindle Colorsoft Signature Edition 32 GB:</strong> R$ 1.749.</p>
</li>
</ul>
<p>Os valores podem variar conforme promo&ccedil;&otilde;es, forma de pagamento e disponibilidade. A alta tamb&eacute;m n&atilde;o atingiu todos os modelos da Amazon na mesma propor&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2>5 alternativas mais baratas ao Kindle</h2>
<ol>
<li>
<p>Xteink X4;</p>
</li>
<li>
<p>Xteink X3;</p>
</li>
<li>
<p>PocketBook Verse Lite;</p>
</li>
<li>
<p>PocketBook Verse;</p>
</li>
<li>
<p>Kobo Clara BW;</p>
</li>
</ol>
<h2>1. Xteink X4</h2>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Xteink custa metade do pre&ccedil;o de  um Kindle" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Xteink" src="https://tl.ctcdn.com.br/LfSV9fB4TjDxNTFdjD6WBwnEkGU=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b93beb17-df9e-4e71-a016-e320e59e69de.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Xteink X4"></figure>
<p>O <strong>Xteink X4</strong> &eacute; uma das op&ccedil;&otilde;es mais diferentes para quem quer fugir do pre&ccedil;o do Kindle. O mini e-reader tem tela E-Ink de 4,3 polegadas e aposta em um formato extremamente compacto. No Brasil, o modelo j&aacute; apareceu por cerca de R$ 499.</p>
<p>A tela pequena faz com que o X4 seja mais voltado para quem prioriza portabilidade. Ele pode ser levado no bolso e ocupa muito menos espa&ccedil;o que um e-reader convencional.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinecanaltechbr/busca/Xteink+X4" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Xteink X4 no Magalu</a></li>
<li><a href="https://lista.mercadolivre.com.br/Xteink-X4?matt_tool=73545225&amp;forceInApp=true" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Xteink X4 no Mercado Livre</a></li>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/s?k=Xteink+X4&amp;tag=canaltech-site-20" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Xteink X4 na Amazon</a></li>
</ul>
<h2>2. Xteink X3</h2>
<p>O <strong>Xteink X3</strong> segue uma proposta ainda mais compacta. O aparelho tem tela E-Ink de apenas 3,7 polegadas e foi pensado para quem quer carregar um leitor digital praticamente no bolso. O modelo aparece na faixa de R$ 320<strong> </strong>e&nbsp; exige aceitar uma tela muito menor.&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinecanaltechbr/busca/Xteink+X3" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Xteink X3 no Magalu</a></li>
<li><a href="https://lista.mercadolivre.com.br/Xteink-X3?matt_tool=73545225&amp;forceInApp=true" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Xteink X3 no Mercado Livre</a></li>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/s?k=Xteink+X3&amp;tag=canaltech-site-20" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Xteink X3 na Amazon</a></li>
</ul>
<h2>3. PocketBook Verse Lite</h2>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="PocketBook Verse Lite &eacute; uma alternativa ao Kindle" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/PocketBook" src="https://tl.ctcdn.com.br/IFY5o3d1A6YI99HhHsl-FJX_Wjc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/79e21d16-94d4-42f3-82c8-c9b5cdeb5703.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Pocketbook Verse Lite 6"></figure>
<p>O <strong>PocketBook Verse Lite</strong> &eacute; uma alternativa mais tradicional aos Kindles. O aparelho tem tela E Ink Carta de 6 polegadas, ilumina&ccedil;&atilde;o frontal e suporte a 25 formatos de e-books, al&eacute;m de recursos de sincroniza&ccedil;&atilde;o e armazenamento em nuvem. Pode ser encontrado por aproximadamente R$ 690.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinecanaltechbr/busca/PocketBook+Verse+Lite" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar PocketBook Verse Lite no Magalu</a></li>
<li><a href="https://lista.mercadolivre.com.br/PocketBook-Verse-Lite?matt_tool=73545225&amp;forceInApp=true" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar PocketBook Verse Lite no Mercado Livre</a></li>
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</ul>
<h2>4. PocketBook Verse</h2>
<p>Mas se voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; problema em gastar um pouco mais, o <strong>PocketBook Verse</strong> tamb&eacute;m tem tela de 6 polegadas e oferece uma experi&ecirc;ncia mais pr&oacute;xima da encontrada em um Kindle convencional.</p>
<p>Suporta diversos formatos de livros digitais e conta com ilumina&ccedil;&atilde;o frontal para leitura em ambientes com pouca luz. Custa cerca de R$ 718 e a principal vantagem est&aacute; na maior liberdade para lidar com diferentes formatos de arquivos.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinecanaltechbr/busca/PocketBook+Verse" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar PocketBook Verse no Magalu</a></li>
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</ul>
<h2>5. Kobo Clara BW</h2>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Kobo Clara BW &eacute; uma alternativa mais cara que as outras, mas pode compensar" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Kobo" src="https://tl.ctcdn.com.br/3Pa3pmrIl2GEJkhN7q3zdjQU9pE=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/2d240210-219a-4297-ad6b-eef10af55ed9.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Kobo Clara BW"></figure>
<p>O <strong>Kobo Clara BW</strong> &eacute; uma alternativa para quem aceita gastar um pouco mais que os R$ 899 do Kindle b&aacute;sico, mas quer recursos que normalmente aparecem em modelos mais caros da Amazon.</p>
<p>O e-reader tem tela E Ink Carta 1300 HD de 6 polegadas, 16 GB de armazenamento, prote&ccedil;&atilde;o IPX8 contra &aacute;gua e ComfortLight PRO, que permite ajustar tanto o brilho quanto a temperatura da tela para reduzir a emiss&atilde;o de luz azul.&nbsp;</p>
<p>A fabricante tamb&eacute;m promete at&eacute; 53 dias de bateria em determinadas condi&ccedil;&otilde;es de uso. O<span style="font-size: 1em;"> pre&ccedil;o fica entre&nbsp;</span><span style="font-size: 1em;">R$ 800 e R$ 1.300</span><span style="font-size: 1em;">.&nbsp;</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinecanaltechbr/busca/Kobo+Clara+BW" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Kobo Clara BW no Magalu</a></li>
<li><a href="https://lista.mercadolivre.com.br/Kobo-Clara-BW?matt_tool=73545225&amp;forceInApp=true" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Kobo Clara BW no Mercado Livre</a></li>
<li><a href="https://www.amazon.com.br/s?k=Kobo+Clara+BW&amp;tag=canaltech-site-20" target="_blank" rel="nofollow noopener">Comprar Kobo Clara BW na Amazon</a></li>
</ul>
<p>No fim, quem n&atilde;o faz quest&atilde;o de ter um Kindle pode economizar bastante escolhendo <strong>alternativas mais baratas</strong>. Outra forma de economizar &eacute; optar por um&nbsp;Kindle usado: veja <a href="https://canaltech.com.br/e-reader/kindle-usado-7-coisas-que-voce-precisa-saber-antes-de-comprar/" target="_blank" rel="noopener">coisas que voc&ecirc; precisa saber antes de comprar</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/e-reader/kindle-ficou-50-mais-caro-5-alternativas-mais-baratas-para-comprar-agora/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/e-reader/kindle-ficou-50-mais-caro-5-alternativas-mais-baratas-para-comprar-agora/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Nathan Vieira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Nathan Vieira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[5 recursos do Apple Maps que não existem no Google Maps]]></title>
    <description><![CDATA[<p>O<strong> Apple Maps</strong> (ou Mapas) &eacute; o app padr&atilde;o de navega&ccedil;&atilde;o com geolocaliza&ccedil;&atilde;o do iPhone. A ferramenta n&atilde;o &eacute; t&atilde;o popular como o Google Maps, mas traz alguns recursos que n&atilde;o existem ou s&atilde;o pouco aproveitados no concorrente.</p>
<p>O servi&ccedil;o da Apple &eacute;<strong> relativamente mais novo</strong> &mdash; foi lan&ccedil;ado em 2012, enquanto o Maps &eacute; de 2005 &mdash; e teve uma chegada conturbada no iOS, mas se tornou uma ferramenta s&oacute;lida com o passar dos anos.</p>
<p>O <strong>Canaltech </strong>traz algumas das ferramentas de destaque do Mapas.</p>
<h2>5 recursos do Apple Mapas que o Google Maps n&atilde;o tem</h2>
<p>Confira:</p>
<ol>
<li>
<p>Maior imers&atilde;o com detalhes 3D</p>
</li>
<li>
<p>Mapas topogr&aacute;ficos</p>
</li>
<li>
<p>Maior integra&ccedil;&atilde;o com Apple Watch</p>
</li>
<li>
<p>Curadoria pr&oacute;pria</p>
</li>
<li>
<p>Refor&ccedil;o de privacidade</p>
</li>
</ol>
<h3>1. Maior imers&atilde;o com detalhes 3D</h3>
<p>A visualiza&ccedil;&atilde;o do aplicativo da Apple &eacute; muito <strong>mais detalhada</strong> do que o concorrente do Google. Ambos possuem visualiza&ccedil;&otilde;es em 3D de pontos tur&iacute;sticos e monumentos hist&oacute;ricos, mas a Apple consegue incluir mais informa&ccedil;&otilde;es de relevo e at&eacute; os locais de prova da F&oacute;rmula 1.</p>
<p>O Mapas j&aacute; teve o recurso <strong>Flyover</strong>, que permitia fazer um &ldquo;tour virtual&rdquo; sobrevoando algumas cidades, mas a fun&ccedil;&atilde;o foi removida no ano passado.</p>
<h3>2. Mapas topogr&aacute;ficos e trilhas</h3>
<p>Ainda na parte visual, o aplicativo tem <strong>mapas topogr&aacute;ficos</strong> com diferen&ccedil;as de relevo e altura. Alguns parques nacionais nos Estados Unidos incluem at&eacute; uma se&ccedil;&atilde;o com <strong>trilhas populares</strong>, mostrando a eleva&ccedil;&atilde;o e o tempo necess&aacute;rio para conclu&iacute;-las.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Apple Maps tem trilhas em regi&otilde;es dos Estados Unidos" data-creditos="Captura de tela/Andr&eacute; Magalh&atilde;es/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/j8hjlVavyyCp-o-HSp-qyPpvGRs=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/465cdabb-de4e-4800-8350-85637986fc1a.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Apple Maps trilha"></figure>
<h3>3. Maior integra&ccedil;&atilde;o com Apple Watch</h3>
<p>O <strong>Apple Maps &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o melhor para quem tem Apple Watch</strong>. O Google tem um app pr&oacute;prio para os rel&oacute;gios, mas a integra&ccedil;&atilde;o com o Mapas &eacute; refor&ccedil;ada com mais comandos e feedback h&aacute;ptico.</p>
<h3>4. Curadoria pr&oacute;pria</h3>
<p>Na hora de preparar uma viagem, vale a pena conferir os <strong>guias existentes no Mapas</strong>. O app conta com uma se&ccedil;&atilde;o de curadoria com destaques de diferentes cidades no Brasil e no mundo e pode proporcionar descobertas interessantes.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Servi&ccedil;o da Apple funciona como guia tur&iacute;stico" data-creditos="Captura de tela/Andr&eacute; Magalh&atilde;es/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/gJ2anQZyX6yNRdakrBMzCRIta2s=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8e666560-fd98-418c-9745-39b4b58e8ef6.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Apple Maps guias"></figure>
<h3>5. Refor&ccedil;o de privacidade</h3>
<p>O Apple Mapas &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o com <strong>maior foco em privacidade</strong>: o hist&oacute;rico de navega&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; atrelado ao ID Apple, enquanto algumas rotas personalizadas s&atilde;o protegidas por criptografia e n&atilde;o s&atilde;o compartilhadas com terceiros.</p>
<p>O Google permite desabilitar o hist&oacute;rico, mas vincula os resultados de navega&ccedil;&atilde;o com a conta e n&atilde;o ao app.</p>
<p>Qual app usar no tr&acirc;nsito? Veja um <a href="https://canaltech.com.br/apps/waze-vs-google-maps-qual-e-o-melhor-para-o-dia-a-dia-no-transito/" target="_blank" rel="noopener">comparativo entre Google Maps e Waze</a> para quem dirige com frequ&ecirc;ncia.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/apps/recursos-do-apple-maps-que-google-maps-nao-tem/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/apps/recursos-do-apple-maps-que-google-maps-nao-tem/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Chuveiro de 7.500 W precisa de fio mais grosso? Veja como calcular ]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Trocar o chuveiro el&eacute;trico de casa por um modelo mais potente pode parecer uma mudan&ccedil;a simples, mas a <strong>instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica tamb&eacute;m precisa acompanhar essa escolha</strong>. No caso de equipamentos de <strong>7.500 W</strong>, uma das principais d&uacute;vidas &eacute; se a fia&ccedil;&atilde;o precisa ser mais grossa para funcionar com seguran&ccedil;a.</p>
<p>E spoiler: <strong>a resposta depende de mais fatores do que o n&uacute;mero de watts indicado na embalagem</strong>. A pot&ecirc;ncia ajuda a descobrir quanta corrente el&eacute;trica o chuveiro exige, mas a se&ccedil;&atilde;o do condutor, popularmente chamada de bitola, tamb&eacute;m varia conforme as caracter&iacute;sticas da instala&ccedil;&atilde;o.</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va8w71Y9xVJhPriudt0q?utm_source=produtos" target="_blank" rel="nofollow noopener">📱 Acompanhe as promo&ccedil;&otilde;es de chuveiros no WhatsApp do CT Ofertas</a></strong></li>
</ul>
<p>Para mostrar essa rela&ccedil;&atilde;o em um caso real, o <strong>Canaltech</strong> usou como refer&ecirc;ncia o <strong>Loren Shower Ultra Eletr&ocirc;nico, da Lorenzetti</strong>, na vers&atilde;o de 7.500 W e <a href="https://canaltech.com.br/produtos/110v-ou-220v-entenda-as-diferencas/" target="_blank" rel="noopener">220 V</a>. A an&aacute;lise tamb&eacute;m considera crit&eacute;rios da <strong>NBR 5410</strong>, norma da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Normas T&eacute;cnicas (ABNT) que estabelece requisitos para instala&ccedil;&otilde;es el&eacute;tricas de baixa tens&atilde;o.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Tamanho do fio ideal para instala&ccedil;&atilde;o de chuveiro de 7.500 W depende de diversos fatores, n&atilde;o apenas da pot&ecirc;ncia" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Lorenzetti" src="https://tl.ctcdn.com.br/U2UxKu0TRy6SMFm9Dtt62ixg978=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/9637780c-339d-44d8-a619-a6575e414dd4.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Chuveiro el&eacute;trico"></figure>
<h2>Como calcular a corrente de um chuveiro de 7.500 W?</h2>
<p>Antes de olhar para a bitola do fio, &eacute; necess&aacute;rio descobrir a corrente el&eacute;trica exigida pelo seu <a href="https://canaltech.com.br/eletro/chuveiro-eletrico-e-perigoso-saiba-como-evitar-problemas/" target="_blank" rel="noopener">chuveiro el&eacute;trico</a>. Para isso, precisamos considerar tr&ecirc;s medidas: pot&ecirc;ncia, em <strong>watts (W)</strong>; tens&atilde;o, em <strong>volts (V)</strong>; e corrente, em <strong>amperes (A)</strong>.</p>
<p>Em um c&aacute;lculo simplificado para o chuveiro el&eacute;trico, basta dividir a pot&ecirc;ncia pela tens&atilde;o da rede. A f&oacute;rmula fica assim:</p>
<ul>
<li><strong>Corrente (A) = Pot&ecirc;ncia (W) &divide; Tens&atilde;o (V)</strong></li>
</ul>
<p>Logo, no chuveiro de 7.500 W e 220 V usado como refer&ecirc;ncia, a conta fica em <strong>7.500 &divide; 220</strong>. O resultado &eacute; uma corrente de aproximadamente <strong>34,1 A</strong>.</p>
<p>A conta tamb&eacute;m mostra como a tens&atilde;o faz diferen&ccedil;a no resultado. Se aplic&aacute;ssemos a mesma pot&ecirc;ncia de 7.500 W a uma rede de 127 V apenas a t&iacute;tulo de compara&ccedil;&atilde;o, a corrente subiria para cerca de&nbsp;<strong>59,1 A</strong>.</p>
<h2>Chuveiro de 7.500 W precisa de fio mais grosso?</h2>
<p>Em geral, um chuveiro de 7.500 W exige uma fia&ccedil;&atilde;o dimensionada para suportar uma corrente elevada, mas isso n&atilde;o significa que exista uma &uacute;nica bitola indicada para todos os casos. No Loren Shower Ultra analisado, por exemplo, a Lorenzetti orienta o uso de <strong>fios de 6 mm&sup2; acompanhados de um disjuntor de 40 A</strong>.</p>
<p>Essa medida em <strong>mm&sup2; indica o tamanho da se&ccedil;&atilde;o da bitola</strong>. Em geral, quanto maior essa medida, maior &eacute; a capacidade do cabo de conduzir corrente, ainda que isso tamb&eacute;m dependa da forma como ele est&aacute; instalado.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="6 mm&sup2; indicados pela Lorenzetti n&atilde;o devem ser tratados como regra univers&atilde;o para todos os chuveiros de 7.500 W" data-creditos="Danilo Berti/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/VkXdLMDPZW_V55Oz2h1RcscbHTc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/005a793f-a88d-409e-ba4d-ddaf9f3a962d.png" width="1200" height="675" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Chuveiro el&eacute;trico"></figure>
<p>A NBR 5410 tamb&eacute;m mostra que essa capacidade muda de acordo com a instala&ccedil;&atilde;o. Em uma das configura&ccedil;&otilde;es previstas pela norma, com condutores de cobre de 6 mm&sup2; passados por eletroduto embutido na parede, a capacidade de refer&ecirc;ncia pode chegar a&nbsp;<strong>41 A</strong>.</p>
<p>A temperatura do ambiente tamb&eacute;m interfere nesse n&uacute;mero. Segundo a norma, em um local a 40 &deg;C, o cabo do exemplo passa por uma corre&ccedil;&atilde;o que reduz sua capacidade de <strong>41 A para cerca de 35,7 A</strong>.</p>
<p>Outro fator &eacute; o agrupamento com outros circuitos, que pode aumentar o aquecimento e reduzir a capacidade dos cabos. Por isso, <strong>os 6 mm&sup2; indicados pela Lorenzetti n&atilde;o devem ser tratados como uma regra para qualquer instala&ccedil;&atilde;o</strong>, j&aacute; que determinadas condi&ccedil;&otilde;es podem exigir uma se&ccedil;&atilde;o maior.</p>
<h2>Dist&acirc;ncia e disjuntor tamb&eacute;m entram na conta</h2>
<p>A <strong>dist&acirc;ncia entre o quadro de distribui&ccedil;&atilde;o e o chuveiro</strong> &eacute; outro fator que influencia no dimensionamento da fia&ccedil;&atilde;o. Quanto maior esse percurso, maior pode ser a queda de tens&atilde;o, ou seja, a redu&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o el&eacute;trica at&eacute; chegar ao aparelho.</p>
<p>No manual do Loren Shower, a Lorenzetti considera<strong> 35,5 metros como dist&acirc;ncia m&aacute;xima</strong> <strong>entre o disjuntor e o aparelho </strong>para a vers&atilde;o de 7.500 W, 220 V e fios de 6 mm&sup2;. Acima desse limite, a se&ccedil;&atilde;o dos cabos precisa ser reavaliada.</p>
<p>O disjuntor tamb&eacute;m n&atilde;o deve ser escolhido apenas pegando a corrente do chuveiro e arredondando o valor para cima. Ele precisa ser compat&iacute;vel tanto com a corrente exigida pelo aparelho <strong>quanto com a capacidade dos cabos instalados</strong>.</p>
<p>Na pr&aacute;tica,<strong> </strong>usar um disjuntor maior apenas para evitar desarmes n&atilde;o resolve o problema se os cabos n&atilde;o tiverem capacidade suficiente. O dispositivo existe justamente para proteger o circuito contra sobrecargas, por isso <strong>fia&ccedil;&atilde;o e disjuntor precisam ser dimensionados em conjunto</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Disjuntor precisa ser compat&iacute;vel com a corrente exigida pelo chuveiro e tamb&eacute;m com a capacidade dos cabos instalados" data-creditos="Erick Teixeira/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/UM6kSzNqfHHyEoVM_nka2uqGY-8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/451ef374-daad-41ec-be63-600b77b6c9bb.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Chuveiros el&eacute;tricos"></figure>
<h2>Afinal, qual fio usar em um chuveiro de 7.500 W?</h2>
<p>N&atilde;o existe uma bitola universal definida apenas pela pot&ecirc;ncia de <strong>7.500 W</strong>. No modelo da Lorenzetti usado como refer&ecirc;ncia, a fabricante indica fios de 6 mm&sup2; e disjuntor de 40 A para a vers&atilde;o de 220 V, <strong>mas esses valores valem dentro das condi&ccedil;&otilde;es previstas pela fabricante</strong>.</p>
<p>Forma de instala&ccedil;&atilde;o, temperatura, agrupamento dos circuitos e dist&acirc;ncia at&eacute; o chuveiro podem alterar o dimensionamento necess&aacute;rio. Isso significa que <strong>at&eacute; um mesmo aparelho pode exigir uma se&ccedil;&atilde;o diferente</strong> dependendo das condi&ccedil;&otilde;es encontradas na instala&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica.</p>
<p>Fazer a conta da corrente ajuda a entender por que um chuveiro mais potente exige aten&ccedil;&atilde;o &agrave; parte el&eacute;trica, mas <strong>n&atilde;o substitui o dimensionamento da instala&ccedil;&atilde;o</strong>. A escolha dos cabos e dispositivos de prote&ccedil;&atilde;o deve seguir o manual do fabricante, o projeto el&eacute;trico e as normas t&eacute;cnicas aplic&aacute;veis.</p>
<p>Al&eacute;m disso, qualquer mudan&ccedil;a ou novo dimensionamento do circuito <strong>deve contar com a avalia&ccedil;&atilde;o de um</strong> <strong>profissional qualificado</strong>, que poder&aacute; verificar as condi&ccedil;&otilde;es reais da instala&ccedil;&atilde;o e definir os componentes adequados.</p>
<p>Al&eacute;m de seguir as orienta&ccedil;&otilde;es para evitar problemas el&eacute;tricos, voc&ecirc; pode conferir essas <a href="https://canaltech.com.br/eletro/7-dicas-para-economizar-energia-com-o-chuveiro-eletrico/" target="_blank" rel="noopener">7 dicas para economizar energia com o chuveiro el&eacute;trico.</a></p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/eletro/chuveiro-de-7500-w-precisa-de-fio-mais-grosso-veja-como-calcular/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/eletro/chuveiro-de-7500-w-precisa-de-fio-mais-grosso-veja-como-calcular/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[João Melo]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[João Melo]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Saudades do Orkut? Nova rede social copia visual, depoimentos e mais; conheça]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Quem sente falta do Orkut ganhou uma nova op&ccedil;&atilde;o para matar a saudade em 2026. O <strong>Angiru </strong>&eacute; uma rede social independente criada no Paraguai que reproduz elementos marcantes da antiga plataforma do Google, incluindo perfis, comunidades, amigos, fotos e depoimentos.</p>
<p>A proposta n&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o oficial com o Google e tamb&eacute;m n&atilde;o recupera as antigas contas do Orkut. Na pr&aacute;tica, quem quiser experimentar o servi&ccedil;o precisa criar um novo perfil e reconstruir sua rede de contatos.</p>
<p>A plataforma voltou a chamar aten&ccedil;&atilde;o no Brasil nas &uacute;ltimas semanas, com usu&aacute;rios compartilhando perfis e mostrando a experi&ecirc;ncia nas redes sociais. Uma publica&ccedil;&atilde;o no Instagram sobre o Angiru, por exemplo, acumulava centenas de coment&aacute;rios de pessoas perguntando como criar uma conta ou relatando que j&aacute; haviam entrado no servi&ccedil;o.</p>
<h2>Angiru tenta recriar o Orkut dos anos 2000</h2>
<p>O Angiru foi desenvolvido pela empresa paraguaia Softwarani E.A.S. e assume como refer&ecirc;ncia a experi&ecirc;ncia do Orkut. O nome vem do guarani e significa <strong>"amigo"</strong>, segundo informa&ccedil;&otilde;es publicadas sobre o projeto.</p>
<p>A interface tamb&eacute;m segue essa proposta. Em vez de apostar apenas em um feed de publica&ccedil;&otilde;es, como acontece nas principais redes sociais atuais, o servi&ccedil;o organiza a experi&ecirc;ncia em torno de perfis, amizades e comunidades.</p>
<p>O site funciona diretamente pelo navegador e possui op&ccedil;&atilde;o de idioma em portugu&ecirc;s. O cadastro &eacute; feito dentro da pr&oacute;pria plataforma, sem necessidade de instalar um aplicativo ou programa no computador.</p>
<p>Outro detalhe importante &eacute; que o servi&ccedil;o <strong>n&atilde;o utiliza os dados do antigo Orkut</strong>. N&atilde;o existe uma forma de entrar com a antiga conta do Google e recuperar automaticamente amigos, fotos, mensagens ou comunidades.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A interface do Angiru reproduz elementos visuais associados ao antigo Orkut, incluindo a organiza&ccedil;&atilde;o dos perfis e da rede de contatos" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Reddit" src="https://tl.ctcdn.com.br/mnrL52BP0sTqqVbAo_oyZ14RrsQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d96a54f0-21ae-43e8-8248-bc2bf58b7cd4.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="angiru  home"></figure>
<h2>Comunidades e depoimentos est&atilde;o de volta</h2>
<p>A parte mais nost&aacute;lgica da experi&ecirc;ncia est&aacute; nos recursos sociais.</p>
<p>O Angiru permite <strong>criar e participar de comunidades</strong>, al&eacute;m de manter perfis pessoais e intera&ccedil;&otilde;es entre usu&aacute;rios. A estrutura tenta recuperar uma din&acirc;mica que era comum no Orkut, quando comunidades funcionavam como grandes pontos de encontro para pessoas com interesses em comum.</p>
<p>Os <strong>depoimentos </strong>tamb&eacute;m fazem parte da experi&ecirc;ncia. O recurso era uma das caracter&iacute;sticas mais conhecidas do Orkut e permitia que outras pessoas escrevessem mensagens sobre determinado usu&aacute;rio para aparecerem em seu perfil.</p>
<p>Tamb&eacute;m h&aacute; recursos relacionados a fotos e publica&ccedil;&otilde;es, mantendo a estrutura geral de uma rede social tradicional. A experi&ecirc;ncia, por&eacute;m, &eacute; constru&iacute;da sobre uma plataforma nova e n&atilde;o sobre os servidores ou bancos de dados utilizados pelo Orkut original.</p>
<h2>D&aacute; para recuperar minha antiga conta do Orkut?</h2>
<p><strong>N&atilde;o.&nbsp;</strong>Essa &eacute; uma das principais diferen&ccedil;as entre uma recria&ccedil;&atilde;o como o Angiru e uma eventual volta do servi&ccedil;o original. O Orkut foi encerrado pelo Google em 2014, e <strong>o Angiru n&atilde;o tem acesso &agrave; antiga base de usu&aacute;rios</strong>.</p>
<p>Isso significa que n&atilde;o h&aacute; como importar automaticamente a lista de amigos, fotos, comunidades ou mensagens que faziam parte do perfil antigo.</p>
<p>Quem entrar no Angiru come&ccedil;a praticamente do zero. &Eacute; preciso criar um novo usu&aacute;rio, encontrar outras pessoas na plataforma e participar novamente das comunidades.</p>
<p>O pr&oacute;prio projeto deixa claro que <strong>n&atilde;o possui rela&ccedil;&atilde;o com o Google</strong>. Outras publica&ccedil;&otilde;es que explicaram o funcionamento da plataforma tamb&eacute;m destacam que ela foi desenvolvida de forma independente.</p>
<h2><strong>Visual tamb&eacute;m faz parte da nostalgia</strong></h2>
<p>A inspira&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; limitada &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es.&nbsp;A interface do Angiru procura reproduzir a organiza&ccedil;&atilde;o visual associada ao Orkut, com p&aacute;ginas de perfil e elementos que remetem &agrave; rede social dos anos 2000. Essa escolha ajuda a explicar por que imagens da plataforma come&ccedil;aram a circular entre usu&aacute;rios brasileiros.</p>
<p>A diferen&ccedil;a &eacute; que o Angiru foi desenvolvido para funcionar atualmente, enquanto o Orkut original deixou de operar h&aacute; mais de uma d&eacute;cada.</p>
<p>Por isso, a plataforma pode reproduzir a estrutura e alguns recursos que ficaram associados ao Orkut, mas n&atilde;o consegue recuperar a experi&ecirc;ncia original de quem utilizava a rede naquela &eacute;poca.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A cl&aacute;ssica comunidade &quot;Eu Odeio Acordar Cedo&quot; tamb&eacute;m existe no Angiru" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Reddit" src="https://tl.ctcdn.com.br/0hQqame12wqw5ASQCTMNVoYVf3E=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/179304d7-4e8f-4741-87de-65b51f88b5b3.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="angiru comunidade 2"></figure>
<h2>E os cuidados com seguran&ccedil;a?</h2>
<p>O Angiru &eacute; um servi&ccedil;o independente, ent&atilde;o vale adotar os mesmos cuidados recomendados para qualquer plataforma nova.</p>
<p>Um dos principais &eacute; utilizar uma senha exclusiva. <strong>Ela n&atilde;o deve ser igual &agrave; usada no e-mail, redes sociais, servi&ccedil;os financeiros ou outras contas importantes</strong>.</p>
<p>Tamb&eacute;m &eacute; recomend&aacute;vel evitar o compartilhamento de informa&ccedil;&otilde;es sens&iacute;veis em uma rede social que voc&ecirc; ainda n&atilde;o conhece bem.</p>
<h2>Afinal, o Orkut voltou?</h2>
<p>N&atilde;o. O Orkut original continua encerrado.&nbsp;O que existe &eacute; uma <strong>rede social independente</strong> que tenta reproduzir parte da experi&ecirc;ncia que marcou a internet brasileira nos anos 2000. O Angiru traz de volta elementos como perfis, comunidades, amizades e depoimentos, mas exige uma nova conta e n&atilde;o recupera os dados da antiga plataforma.</p>
<p>Para quem sente falta especificamente dessas caracter&iacute;sticas, a proposta &eacute; f&aacute;cil de entender: entrar em uma rede social que tenta funcionar mais como o Orkut daquela &eacute;poca do que como as plataformas dominantes atualmente.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/internet-e-redes-sociais/saudades-do-orkut-nova-rede-social-copia-visual-depoimentos-e-mais-conheca/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/internet-e-redes-sociais/saudades-do-orkut-nova-rede-social-copia-visual-depoimentos-e-mais-conheca/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 15:00:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Marcelo Fischer]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Marcelo Fischer]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Como são os semáforos inteligentes que usam algoritmos e IA para acabar com o trânsito]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Quem dirige nas grandes cidades conhece bem o inc&ocirc;modo de passar longos per&iacute;odos no tr&acirc;nsito. &Eacute; aqui que entram os chamados <strong>sem&aacute;foros inteligentes</strong>, tecnologia j&aacute; adotada em algumas cidades brasileiras como a aposta das prefeituras locais para melhorar o tr&aacute;fego.</p>
<p>Os far&oacute;is tradicionais funcionam com tabelas de hor&aacute;rios e tempos, mas n&atilde;o &eacute; o caso dos inteligentes, que s&atilde;o conjuntos de equipamentos e software que, juntos, controlam a sinaliza&ccedil;&atilde;o de cruzamentos (ou de uma rede deles) sempre com <strong>capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o</strong>. Em outras palavras, a tecnologia gerencia o tr&acirc;nsito de forma <strong>din&acirc;mica</strong>, de acordo com a <strong>demanda daquele momento</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A novidade j&aacute; ajuda a reduzir o tr&acirc;nsito em SP" data-creditos="Arquivo/Ag&ecirc;ncia Brasil" src="https://tl.ctcdn.com.br/RhSxT-I-L7g4avQmydTPdLWzVpQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/f6361648-a255-4af8-8417-895d2bdc2610.png" width="1820" height="904" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="tr&acirc;nsito s&atilde;o paulo"></figure>
<p>Na pr&aacute;tica, os equipamentos e o software usam dados do tr&aacute;fego para definir os tempos entre as luzes do farol,&nbsp;<strong>priorizando as vias mais sobrecarregadas</strong> com tempos maiores de sinal verde. Al&eacute;m disso, se necess&aacute;rio, os sem&aacute;foros inteligentes criam <strong>"ondas verdes"</strong> em corredores inteiros sem alterar o tempo de travessia segura dos pedestres.</p>
<h2>Como &eacute; o farol inteligente</h2>
<p>&Eacute; um engano pensar que os far&oacute;is do tipo contam apenas com c&acirc;meras e outros dispositivos. Na verdade, estes equipamentos s&atilde;o para l&aacute; de tecnol&oacute;gicos, j&aacute; que contam com <strong>modelos de controle</strong> prontos para reagir com varia&ccedil;&otilde;es de fluxo em <strong>tempo real</strong> enquanto &ldquo;conversam&rdquo; com outros equipamentos, bem como com uma central.</p>
<p>J&aacute; o n&iacute;vel da tecnologia varia de acordo com o local. Os sem&aacute;foros inteligentes <strong>mais simples</strong>, por exemplo, t&ecirc;m sensores que detectam carros ou pedestres, liberando as fases quando necess&aacute;rio. Enquanto isso, os <strong>intermedi&aacute;rios</strong> coordenam as fases por corredor. Os <strong>avan&ccedil;ados</strong>, por sua vez, contam com <strong>algoritmos adaptativos e <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/o-que-e-inteligencia-artificial/">intelig&ecirc;ncia artificial</a></strong> que antecipa a chegada de grandes quantidades de carros de uma s&oacute; vez.</p>
<p>Os equipamentos j&aacute; est&atilde;o rendendo resultados interessantes em pontos estrat&eacute;gicos de grandes centros urbanos. Em S&atilde;o Paulo, por exemplo, a lentid&atilde;o na Avenida Indian&oacute;polis <strong>despencou 66,2%</strong>, enquanto a Avenida Paes de Barros apresentou <strong>queda de 57,1%</strong> nos congestionamentos.</p>
<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es da Prefeitura de S&atilde;o Paulo, os &iacute;ndices de lentid&atilde;o <strong>ca&iacute;ram em 12,16%</strong>, e a capacidade de circula&ccedil;&atilde;o dos carros na cidade <strong>aumentou em 5,72%</strong> ap&oacute;s a chegada dos sem&aacute;foros inteligentes em <strong>1.677 cruzamentos</strong>. Al&eacute;m de S&atilde;o Paulo, capitais como <strong>Curitiba e Belo Horizonte</strong> tamb&eacute;m investem na tecnologia para garantir deslocamentos mais r&aacute;pidos e seguros para motoristas, pedestres e ciclistas.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/como-sao-os-semaforos-inteligentes-que-usam-algoritmos-e-ia-para-acabar-com-o-transito/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/carros/como-sao-os-semaforos-inteligentes-que-usam-algoritmos-e-ia-para-acabar-com-o-transito/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Danielle Cassita]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Danielle Cassita]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[JBL Live 780NC me deixou mal-acostumado com o cancelamento de ruído]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Depois de cerca de 10 dias usando o <strong>JBL Live 780NC</strong> em casa, no trabalho, na rua e no metr&ocirc;, &eacute; dif&iacute;cil voltar para um fone mais simples depois de experimentar um ANC t&atilde;o eficiente.&nbsp;</p>
<p>O cancelamento de ru&iacute;do &eacute; o principal destaque do headphone, mas o conjunto tamb&eacute;m entrega um som detalhado, graves fortes e <a href="https://canaltech.com.br/produtos/fones-jbl-com-bateria-para-80-horas-e-anc-chegam-ao-brasil-veja-preco-e-recurso/" target="_blank" rel="noopener">bateria para at&eacute; 80 horas e ANC</a>, suficiente para passar v&aacute;rios dias longe da tomada.</p>
<p>O Live 780NC n&atilde;o &eacute; perfeito. O conforto poderia ser melhor para sess&otilde;es muito longas, as hastes n&atilde;o t&ecirc;m marca&ccedil;&otilde;es de ajuste &mdash; o que atrapalha na hora de conferir se ambos os lados est&atilde;o iguais &mdash; e algumas fun&ccedil;&otilde;es ficam mais f&aacute;ceis de aproveitar quando o aplicativo JBL Headphones est&aacute; instalado.</p>
<p>Ainda assim, considero que ele entrega uma experi&ecirc;ncia pr&oacute;xima do que espero de um headphone premium por um pre&ccedil;o que pode fazer sentido quando aparece na faixa dos R$ 650.</p>
<h2>Pr&oacute;s e contras</h2>
<table><colgroup><col><col></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Pr&oacute;s</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Contras</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Cancelamento de ru&iacute;do excelente</p>
</td>
<td>
<p>Hastes sem marca&ccedil;&otilde;es de ajuste</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Som detalhado e graves fortes</p>
</td>
<td>
<p>Algumas fun&ccedil;&otilde;es dependem do aplicativo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Boa autonomia com ANC ligado</p>
</td>
<td>
<p>Conforto poderia ser melhor em sess&otilde;es muito longas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Constru&ccedil;&atilde;o com apar&ecirc;ncia premium</p>
</td>
<td>
<p>Modo neutro n&atilde;o &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o padr&atilde;o no bot&atilde;o de modos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Controles f&iacute;sicos e touch bem posicionados</p>
</td>
<td>
<p>Estrutura dobra, mas n&atilde;o fica t&atilde;o compacta</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Notas do produto</h2>
<table><colgroup><col><col></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Categoria</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Nota</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Bateria</p>
</td>
<td>
<p>4,5/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Conforto</p>
</td>
<td>
<p>4/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Constru&ccedil;&atilde;o</p>
</td>
<td>
<p>4/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>&Aacute;udio</p>
</td>
<td>
<p>4,5/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Cancelamento de ru&iacute;do</p>
</td>
<td>
<p>5/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Conectividade</p>
</td>
<td>
<p>5/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Recursos</p>
</td>
<td>
<p>4,5/5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Geral</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>4,5/5</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Estrutura do Live 780NC passa a sensa&ccedil;&atilde;o de um produto premium" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/5j4dyivyp-j3gJBB99Hy8tGbJ6o=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/98a5dfde-d51f-4c91-b5ed-42f09c2f2ecb.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="JBL780NC_3"></figure>
<h2>Para quem &eacute; o JBL Live 780NC?</h2>
<p>O JBL Live 780NC &eacute; indicado principalmente para <strong>quem passa v&aacute;rias horas do dia com fones de ouvido</strong> e quer combinar qualidade de &aacute;udio com um cancelamento de ru&iacute;do realmente eficiente. Durante meus testes, ele funcionou muito bem para trabalhar, viajar e ouvir m&uacute;sica no transporte p&uacute;blico.</p>
<p>Tamb&eacute;m recomendo o modelo para quem gosta de graves fortes, mas n&atilde;o quer abrir m&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o de outros elementos da m&uacute;sica. Nos testes com Billie Eilish, Beatles, Michael Jackson, Pantera, Red Hot Chili Peppers e 21 Savage, consegui identificar instrumentos e detalhes com bastante facilidade.</p>
<p>Quem usa fones <strong>apenas ocasionalmente</strong> pode ter mais dificuldade para justificar o pre&ccedil;o. Nesse caso, modelos mais simples podem atender bem sem exigir um investimento pr&oacute;ximo de R$ 700.</p>
<p>Tamb&eacute;m n&atilde;o considero o Live 780NC a melhor escolha para quem procura uma experi&ecirc;ncia de &aacute;udio profissional. Ele tem um som bastante agrad&aacute;vel e detalhado para consumo de m&uacute;sica, filmes e jogos, mas sua proposta continua sendo a de um headphone sem fio <strong>para uso cotidiano</strong>.</p>
<h2>Quanto vale a pena pagar no JBL Live 780NC?</h2>
<p>O Live 780NC faz parte da nova gera&ccedil;&atilde;o de produtos da marca apresentada no pa&iacute;s, junto de <a href="https://canaltech.com.br/fone-de-ouvido/jbl-lanca-novos-fones-das-linhas-live-e-soundgear-no-brasil-conheca/" target="_blank" rel="noopener">novos fones das linhas JBL Live e Soundgear lan&ccedil;ados no Brasil</a>. O pre&ccedil;o oficial do JBL Live 780NC &eacute; de <strong>R$ 799</strong> no Brasil.</p>
<p>No momento da consulta, a pr&oacute;pria JBL oferecia o produto por R$ 719,10 no Pix, enquanto ofertas em marketplaces apareciam na casa dos R$ 650 a R$ 750.</p>
<p>Para mim, <strong>R$ 650 &eacute; um &oacute;timo pre&ccedil;o para o Live 780NC</strong>. Nessa faixa, o ANC, a qualidade sonora, a bateria e a constru&ccedil;&atilde;o formam um conjunto bastante competitivo.</p>
<p>J&aacute; acima de R$ 750, eu come&ccedil;aria a considerar outras op&ccedil;&otilde;es e headphones de categoria superior. O Live 780NC entrega bastante, mas n&atilde;o vejo motivo para pagar muito mais do que isso por um modelo que ainda tem algumas limita&ccedil;&otilde;es de conforto e acabamento.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Almofadas do JBL Live 780NC s&atilde;o de couro sint&eacute;tico" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/YezDm5_KjJvRmuDO87TDDelQ3Vg=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/5ef2f8ee-fad5-4a65-a3bf-20a77a380ab3.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="JBL780NC_4"></figure>
<h3>Onde comprar o JBL Live 780NC</h3>
<ul>
<li>
<p><a href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinecanaltechbr/busca/jbl+live+780nc/" target="_blank" rel="nofollow noopener sponsored">Veja o pre&ccedil;o do JBL Live 780NC no Magalu</a></p>
</li>
<li>
<p><a href="https://lista.mercadolivre.com.br/jbl-live-780nc?matt_tool=73545225&amp;forceInApp=true" target="_blank" rel="nofollow noopener">Veja o pre&ccedil;o do JBL Live 780NC no Mercado Livre</a></p>
</li>
<li>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/s?k=JBL+Live+780NC&amp;tag=canaltech-site-20" target="_blank" rel="nofollow noopener">Veja o pre&ccedil;o do JBL Live 780NC na Amazon</a></p>
</li>
</ul>
<h2>O JBL Live 780NC tem um bom som?</h2>
<p><strong>Sim. </strong>O Live 780NC entrega um som que <strong>considero excelente para uso cotidiano</strong>, principalmente pela quantidade de detalhes que consegue manter mesmo quando a m&uacute;sica tem muitos elementos.</p>
<p>A sensa&ccedil;&atilde;o durante os testes foi de conseguir ouvir a m&uacute;sica de uma maneira bastante pr&oacute;xima do que imagino que o produtor pretendia. Vocais, instrumentos e efeitos permanecem distingu&iacute;veis, enquanto os graves t&ecirc;m presen&ccedil;a suficiente para quem gosta da assinatura sonora caracter&iacute;stica da JBL.</p>
<p>O modelo utiliza drivers din&acirc;micos de 40 mm e tem resposta de frequ&ecirc;ncia de 10 Hz a 40 kHz, segundo a ficha t&eacute;cnica oficial. A JBL tamb&eacute;m classifica o produto como compat&iacute;vel com &aacute;udio Hi-Res, tanto com conex&atilde;o sem fio quanto com fio.</p>
<h3>O grave do JBL Live 780NC &eacute; bom?</h3>
<p><strong>Sim, especialmente para quem gosta de graves fortes.</strong></p>
<p>Em &ldquo;bad guy&rdquo;, da Billie Eilish, os graves e subgraves s&atilde;o bastante marcantes, mas n&atilde;o chegam a roubar completamente o espa&ccedil;o dos outros elementos. Os estalos de dedo, a linha principal de teclado e a voz sussurrada continuam f&aacute;ceis de perceber.</p>
<p>Em &ldquo;Ric Flair Drip&rdquo;, de 21 Savage, o headphone tamb&eacute;m passou bem pelo teste. A faixa serve para mostrar justamente a for&ccedil;a dos graves, e o Live 780NC n&atilde;o decepciona nesse aspecto.</p>
<h3>O JBL Live 780NC separa bem os instrumentos?</h3>
<p><strong>Sim, </strong>e essa foi uma das caracter&iacute;sticas que mais gostei no fone.</p>
<p>Em &ldquo;Come Together&rdquo;, dos Beatles, o baixo aparece com bastante presen&ccedil;a, enquanto o teclado mais sutil continua percept&iacute;vel ao fundo. As vozes secund&aacute;rias tamb&eacute;m ficam distintas da principal.</p>
<p>&ldquo;Californication&rdquo;, do Red Hot Chili Peppers, foi outro bom teste. A mixagem mais comprimida da faixa cria uma situa&ccedil;&atilde;o interessante para avaliar se o headphone consegue manter os diferentes elementos identific&aacute;veis, e o Live 780NC passou bem por isso.</p>
<p>Mesmo com a m&uacute;sica preenchendo bastante o espectro sonoro, foi f&aacute;cil perceber instrumentos e elementos de sintetizador ao longo da faixa.</p>
<h3>O JBL Live 780NC &eacute; bom para rock e metal?</h3>
<p><strong>Sim. </strong>O headphone consegue reproduzir guitarras e bateria com bastante presen&ccedil;a.</p>
<p>Em &ldquo;Walk&rdquo;, do Pantera, os detalhes das guitarras ficam bastante evidentes. O encaixe tamb&eacute;m ajuda nesse tipo de uso: mesmo movimentando a cabe&ccedil;a, o headphone n&atilde;o sai facilmente do lugar.</p>
<p>Em &ldquo;Billie Jean&rdquo;, de Michael Jackson, a bateria mant&eacute;m presen&ccedil;a durante a faixa sem parecer estourada ou excessivamente seca. Os agudos tamb&eacute;m apresentaram bom n&iacute;vel de defini&ccedil;&atilde;o.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Bot&otilde;es do lado direito do headphone" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/gu0J2xHAVmDgDRSMie34io8Hnf0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0c9ac16f-eb99-4f29-804a-a19ddccd4090.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="JBL780NC_16"></figure>
<h2>Quanto dura a bateria do JBL Live 780NC?</h2>
<p><strong>A bateria dura bastante</strong>, mas a autonomia oficial depende do modo utilizado.</p>
<p>A JBL promete at&eacute; 80 horas de reprodu&ccedil;&atilde;o com o ANC desligado e at&eacute; 50 horas com o cancelamento ativo ligado. Uma carga completa leva aproximadamente duas horas, e cinco minutos de carregamento podem render at&eacute; quatro horas de reprodu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A autonomia coloca o modelo acima de alguns outros lan&ccedil;amentos recentes da empresa. A JBL tamb&eacute;m trouxe ao pa&iacute;s <a href="https://canaltech.com.br/fone-de-ouvido/novos-fones-da-jbl-chegam-ao-brasil-com-48h-de-bateria-veja-precos/" target="_new" rel="noopener">novos fones com at&eacute; 48 horas de bateria</a>, dependendo do modelo e do modo de uso.</p>
<p>No meu teste, a bateria caiu de 100% para 90% depois de aproximadamente 4 horas e 45 minutos com o ANC ligado.</p>
<p>Com o modo neutro, foram aproximadamente 7 horas e 30 minutos para consumir os mesmos 10 pontos percentuais.</p>
<p>O resultado do modo neutro ficou pr&oacute;ximo da autonomia prometida pela JBL. Com ANC, naturalmente, a dura&ccedil;&atilde;o cai, mas ainda considero 50 horas uma autonomia bastante alta para um headphone dessa categoria.</p>
<p>O principal ponto negativo est&aacute; na forma como a bateria &eacute; apresentada. O n&iacute;vel &eacute; mostrado em dezenas, como 100%, 90%, 80% e assim por diante. Isso dificulta saber exatamente quanto resta.</p>
<h2>O cancelamento de ru&iacute;do do JBL Live 780NC &eacute; bom?</h2>
<p><strong>Sim. </strong>O ANC &eacute;, para mim, <strong>o maior diferencial</strong> do Live 780NC.</p>
<p>A JBL utiliza o <em>True Adaptive Noise Cancelling 2.0</em>, que ajusta o cancelamento de acordo com o ambiente. A empresa afirma que o sistema usa microfones para analisar os ru&iacute;dos ao redor e fazer ajustes em tempo real.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, foi um dos melhores sistemas de cancelamento de ru&iacute;do que j&aacute; testei nessa categoria. O isolamento passivo tamb&eacute;m ajuda, j&aacute; que as conchas cobrem completamente as orelhas.</p>
<p>No metr&ocirc;, por exemplo, n&atilde;o precisei aumentar muito o volume para ouvir a m&uacute;sica com clareza. No volume m&eacute;dio, o som externo j&aacute; fica bastante controlado.</p>
<p>O resultado tamb&eacute;m foi muito &uacute;til <strong>para trabalhar</strong>. Com o ANC ligado, conversas pr&oacute;ximas praticamente desaparecem, a ponto de eu s&oacute; conseguir entender algu&eacute;m quando a pessoa falava muito alto ou quando eu prestava aten&ccedil;&atilde;o visualmente no que estava acontecendo.</p>
<p>O efeito foi importante porque permitiu ouvir m&uacute;sica em volume moderado mesmo em ambientes barulhentos. Isso evita a necessidade de aumentar constantemente o volume para compensar o som externo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Entrada de energia do fone &eacute; USB-C" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/vqxeB__599Bm5jNQ1nDc8h-Hrqk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/65f5c268-0b17-4f42-993e-04fa147c3b99.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="JBL780NC_6"></figure>
<h2>O isolamento passivo do JBL Live 780NC funciona bem?</h2>
<p><strong>Sim. </strong>Mesmo com o ANC desligado, o headphone j&aacute; bloqueia uma quantidade consider&aacute;vel de sons externos.</p>
<p>O formato over-ear faz diferen&ccedil;a aqui. As almofadas <strong>envolvem completamente as orelhas</strong> e criam uma barreira f&iacute;sica contra o ambiente.</p>
<p>Por isso, o ANC n&atilde;o come&ccedil;a do zero. O pr&oacute;prio formato do produto j&aacute; reduz parte dos ru&iacute;dos, enquanto o cancelamento ativo trabalha sobre o que consegue chegar aos microfones e ao ouvido.</p>
<h2>Ambient Aware e TalkThru funcionam bem?</h2>
<p><strong>Sim, </strong>mas s&atilde;o modos que fazem mais sentido em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas.</p>
<p>O <strong>Ambient Aware</strong> deixa os sons externos entrarem no headphone. Nos meus testes, foi poss&iacute;vel ouvir carros, buzinas, alertas sonoros e at&eacute; sons como objetos caindo.</p>
<p>O <strong>TalkThru </strong>tem uma proposta diferente, priorizando a percep&ccedil;&atilde;o da fala. Com ele ativado, tamb&eacute;m consegui ouvir minha pr&oacute;pria voz sem problemas.</p>
<p>Para quem n&atilde;o est&aacute; acostumado com esses recursos, como eu, existe uma certa estranheza inicial. Minha prefer&ecirc;ncia continua sendo retirar um dos lados do headphone ou simplesmente diminuir o volume quando preciso prestar aten&ccedil;&atilde;o no ambiente.</p>
<p>Ainda assim, os dois modos funcionam e podem ser &uacute;teis para quem precisa continuar usando o fone enquanto aguarda algu&eacute;m chamar, precisa ouvir uma campainha ou quer acompanhar o ambiente sem retirar o aparelho.</p>
<h2>O JBL Live 780NC &eacute; confort&aacute;vel?</h2>
<p><strong>Sim, mas n&atilde;o &eacute; perfeito.</strong></p>
<p>O Live 780NC pesa 260 gramas, segundo a JBL. Mesmo com esse peso, consegui us&aacute;-lo durante v&aacute;rias horas sem sentir dor nas orelhas ou press&atilde;o excessiva na cabe&ccedil;a.</p>
<p>As almofadas s&atilde;o revestidas em couro sint&eacute;tico e possuem preenchimento com espuma de mem&oacute;ria. Elas cobrem completamente as orelhas e n&atilde;o absorvem suor com facilidade, o que facilita a limpeza.</p>
<p>Usei o headphone por cerca de 10 dias e n&atilde;o tive problemas relevantes de conforto. Ainda assim, depois de muitas horas seguidas, fica percept&iacute;vel que existe um headphone de 260 g sobre a cabe&ccedil;a.</p>
<p>A JBL tamb&eacute;m tem alternativas menores para quem prioriza esse aspecto, como mostramos no <a href="https://canaltech.com.br/produto/jbl/live-free-2-tws/analise/" target="_blank" rel="noopener">review do JBL Live Free 2, confort&aacute;vel e com &oacute;timos recursos</a>.</p>
<p>A press&atilde;o lateral, por outro lado, foi bem equilibrada. O produto fica firme <strong>sem apertar demais</strong>, e as almofadas ajudam a distribuir o contato.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Live 780NC possui hastes bem flex&iacute;veis" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/M9OcJLpGndYCaC7ffjL8dpW9Maw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8352743a-6999-404e-b334-61b16c22f7dd.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="JBL780NC_12"></figure>
<h2>Como &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o do JBL Live 780NC?</h2>
<p>A constru&ccedil;&atilde;o transmite uma sensa&ccedil;&atilde;o <strong>mais premium</strong> do que a de headphones b&aacute;sicos da JBL.</p>
<p>As almofadas t&ecirc;m bom acabamento, o arco &eacute; revestido em silicone e as hastes passam uma sensa&ccedil;&atilde;o de resist&ecirc;ncia. A JBL tamb&eacute;m utiliza uma dobradi&ccedil;a met&aacute;lica na estrutura.</p>
<p>As conchas podem ser rotacionadas, o que facilita deixar o headphone apoiado no pesco&ccedil;o e tamb&eacute;m ajuda na hora de guard&aacute;-lo.</p>
<p>As hastes s&atilde;o flex&iacute;veis e permitem ajustar o tamanho, mas n&atilde;o possuem marca&ccedil;&otilde;es num&eacute;ricas, ponto negativo principalmente para quem costuma retirar e colocar o headphone v&aacute;rias vezes. A falta das marca&ccedil;&otilde;es num&eacute;ricas dificulta na hora de ajustar as hastes e deixar os dois lados semelhantes em tamanho.</p>
<p>Ele tamb&eacute;m dobra para transporte, o que ajuda a reduzir o espa&ccedil;o ocupado, embora o Live 780NC n&atilde;o fique pequeno o suficiente para fazer uma diferen&ccedil;a enorme dentro da mochila.</p>
<p>Na caixa, a JBL inclui uma bolsa de transporte. &Eacute; um acess&oacute;rio simples, mas &uacute;til para proteger o headphone quando ele n&atilde;o est&aacute; sendo utilizado. A ficha oficial confirma a presen&ccedil;a da bolsa e do cabo USB-C para &aacute;udio anal&oacute;gico de 3,5 mm.</p>
<h2>Os controles do JBL Live 780NC s&atilde;o bons?</h2>
<p><strong>Sim, </strong>depois que voc&ecirc; se acostuma com a posi&ccedil;&atilde;o e o funcionamento dos comandos.</p>
<p>No lado esquerdo ficam os controles de volume, que s&atilde;o separados e f&aacute;ceis de identificar pelo toque.</p>
<p>No lado direito est&aacute; o controle de energia. Ele foi um dos poucos pontos que me confundiram no come&ccedil;o porque n&atilde;o funciona como o tradicional bot&atilde;o de pressionar e segurar.</p>
<p>O comando funciona como um <strong>interruptor</strong>: uma posi&ccedil;&atilde;o desliga o headphone, a posi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria mant&eacute;m o aparelho ligado e um movimento adicional inicia a busca por dispositivos Bluetooth.</p>
<p>No in&iacute;cio, precisei prestar aten&ccedil;&atilde;o para entender o funcionamento. Depois de alguns dias, por&eacute;m, considerei o sistema bastante pr&aacute;tico.</p>
<p>Tamb&eacute;m existe um bot&atilde;o f&iacute;sico para controlar os modos de &aacute;udio. De f&aacute;brica, ele alterna entre ANC e Ambient Aware, enquanto o TalkThru pode ser acionado por outro comando. O comportamento dos controles pode ser personalizado pelo aplicativo JBL Headphones.</p>
<h2>O JBL Live 780NC tem controles por toque?</h2>
<p><strong>Sim. </strong>O lado direito tamb&eacute;m possui uma superf&iacute;cie sens&iacute;vel ao toque.</p>
<p>A &aacute;rea pr&oacute;xima &agrave; logo da JBL permite controlar reprodu&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sicas, trocar faixas e atender ou recusar chamadas.</p>
<p>Gostei particularmente deste recurso porque ele lembra os comandos encontrados em alguns earbuds. A pr&oacute;pria marca tem modelos mais sofisticados nesse formato, como mostramos no <a href="https://canaltech.com.br/produto/jbl/live-beam-3/analise/" target="_blank" rel="noopener">review do JBL Live Beam 3, um &oacute;timo fone com tela no estojo</a>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Lado direito do fone possui uma &aacute;rea com sensibilidade &agrave; toques" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/aEfr1g7KDyF_5fF-p1Fm0XWKJuA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7d061087-20db-44dc-9d41-fd7f70d303c7.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="JBL780NC_18"></figure>
<h2>O JBL Live 780NC pausa a m&uacute;sica quando tiro da cabe&ccedil;a?</h2>
<p><strong>Sim. O headphone possui detec&ccedil;&atilde;o de uso e pausa automaticamente a reprodu&ccedil;&atilde;o quando &eacute; retirado.</strong></p>
<p>Durante os testes, tamb&eacute;m foi poss&iacute;vel acionar a pausa simplesmente afastando a concha direita da orelha.</p>
<p>&Eacute; um recurso simples, mas que faz diferen&ccedil;a na rotina. N&atilde;o &eacute; preciso procurar o celular ou tocar no fone quando algu&eacute;m come&ccedil;a a conversar com voc&ecirc;.</p>
<h2>Preciso usar o aplicativo JBL Headphones?</h2>
<p><strong>N&atilde;o, mas o aplicativo ajuda a extrair mais do Live 780NC.</strong></p>
<p>Foi poss&iacute;vel conectar o headphone e come&ccedil;ar a ouvir m&uacute;sica sem instalar o aplicativo. Para quem quer apenas parear o aparelho, escolher ANC e ouvir m&uacute;sica, isso &eacute; suficiente.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o muda quando a ideia &eacute; <strong>personalizar a experi&ecirc;ncia</strong>. O aplicativo JBL Headphones permite mexer no equalizador, configurar controles, ajustar recursos de cancelamento de ru&iacute;do, utilizar Personi-Fi e configurar o Spatial Sound.</p>
<p>No meu caso, senti falta principalmente de uma maneira mais simples de acessar um modo neutro diretamente pelo bot&atilde;o f&iacute;sico. De f&aacute;brica, o comando de modos fica concentrado em ANC e Ambient Aware.</p>
<p>Por isso, o aplicativo n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;rio, mas recomendo instalar pelo menos uma vez para configurar o headphone de acordo com a sua prefer&ecirc;ncia.</p>
<h2>O JBL Live 780NC tem som espacial?</h2>
<p><strong>Sim, </strong>mas achei o recurso mais interessante para filmes e jogos do que para m&uacute;sica.</p>
<p>Com m&uacute;sica, o Spatial Sound altera a apresenta&ccedil;&atilde;o do &aacute;udio, mas n&atilde;o tive aquela sensa&ccedil;&atilde;o de conseguir apontar exatamente onde cada instrumento estaria dentro de uma sala virtual.</p>
<p>A experi&ecirc;ncia foi diferente em filmes e jogos. Nesses casos, o processamento espacial contribuiu mais para a sensa&ccedil;&atilde;o de imers&atilde;o.</p>
<p>Por isso, minha recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; usar o recurso de acordo com o conte&uacute;do. Para m&uacute;sica, prefiro o som convencional na maior parte do tempo. Em filmes e jogos, vale experimentar o Spatial Sound.</p>
<h2>O JBL Live 780NC &eacute; bom para trabalhar?</h2>
<p><strong>Sim, principalmente por causa do ANC.</strong></p>
<p>Com o cancelamento ligado, o ambiente ao redor deixa de competir tanto com a m&uacute;sica. Conversas, ru&iacute;dos constantes e sons de transporte p&uacute;blico ficam muito menos percept&iacute;veis.</p>
<p>Isso permite manter a m&uacute;sica em um volume moderado e ainda assim ouvir os detalhes da faixa. Para quem trabalha em escrit&oacute;rio, estuda ou precisa se concentrar em locais movimentados, considero esse um dos melhores usos do Live 780NC.</p>
<h2>O JBL Live 780NC &eacute; bom para usar no metr&ocirc;?</h2>
<p><strong>Sim, e esse foi um dos ambientes em que mais gostei do headphone.</strong></p>
<p>O isolamento natural das conchas j&aacute; reduz parte do ru&iacute;do. Quando o ANC entra em a&ccedil;&atilde;o, a quantidade de som externo cai bastante.</p>
<p>Durante meus testes, o volume m&eacute;dio foi suficiente para ouvir m&uacute;sica com clareza dentro do metr&ocirc;. N&atilde;o precisei aumentar o som para competir constantemente com o ambiente.</p>
<p>Esse comportamento tamb&eacute;m reduz a necessidade de ouvir m&uacute;sica em volumes muito altos em ambientes barulhentos.</p>
<h2>O JBL Live 780NC vale a pena?</h2>
<p><strong>Sim, desde que voc&ecirc; encontre o pre&ccedil;o certo.</strong></p>
<p>A experi&ecirc;ncia de uso me deixou com a sensa&ccedil;&atilde;o de que o Live 780NC est&aacute; em uma categoria diferente dos headphones b&aacute;sicos que j&aacute; testei. <strong>O ANC &eacute; muito eficiente</strong>, o &aacute;udio consegue entregar graves fortes sem esconder os demais elementos e a bateria n&atilde;o exige preocupa&ccedil;&atilde;o constante.</p>
<p>Os problemas existem. Eu gostaria de ter <strong>mais conforto em sess&otilde;es longas</strong>, marca&ccedil;&otilde;es nas hastes e uma forma mais direta de acessar todas as fun&ccedil;&otilde;es sem depender do aplicativo.</p>
<p>Ainda assim, s&atilde;o limita&ccedil;&otilde;es menores diante do que o produto entrega. Por cerca de <strong>R$ 650</strong>, considero o Live 780NC uma excelente compra para quem passa muitas horas com fones durante o dia.</p>
<p>Acima de R$ 750, a decis&atilde;o fica mais dif&iacute;cil. Nesse pre&ccedil;o, j&aacute; vale pesquisar headphones de categorias superiores ou esperar uma promo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para quem procura um headphone para ouvir m&uacute;sica, trabalhar concentrado, viajar e usar no transporte p&uacute;blico, o Live 780NC &eacute; uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o. Ele tamb&eacute;m tem um efeito colateral: depois de passar alguns dias usando um ANC desse n&iacute;vel, voltar para um modelo de entrada pode ser dif&iacute;cil.</p>
<gallery id="7f39f4b0-5f95-4df7-b50c-b862449c16f8" contenteditable="false" data-gal-decorating="0" data-gal-decorated="1"></gallery>
<h2>JBL Live 780NC: ficha t&eacute;cnica</h2>
<table><colgroup><col><col></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Especifica&ccedil;&atilde;o</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>JBL Live 780NC</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Tipo</p>
</td>
<td>
<p>Over-ear sem fio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Driver</p>
</td>
<td>
<p>Din&acirc;mico de 40 mm</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Resposta de frequ&ecirc;ncia</p>
</td>
<td>
<p>10 Hz a 40 kHz</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Imped&acirc;ncia</p>
</td>
<td>
<p>32 ohms</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Sensibilidade</p>
</td>
<td>
<p>98 dB</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Peso</p>
</td>
<td>
<p>260 g</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Bluetooth</p>
</td>
<td>
<p>6.0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>ANC</p>
</td>
<td>
<p>True Adaptive Noise Cancelling 2.0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Spatial Sound</p>
</td>
<td>
<p>Sim</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Ambient Aware</p>
</td>
<td>
<p>Sim</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>TalkThru</p>
</td>
<td>
<p>Sim</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Conex&atilde;o multiponto</p>
</td>
<td>
<p>Sim</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Controle touch</p>
</td>
<td>
<p>Sim</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Carregamento</p>
</td>
<td>
<p>USB-C</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Bateria sem ANC</p>
</td>
<td>
<p>At&eacute; 80 horas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Bateria com ANC</p>
</td>
<td>
<p>At&eacute; 50 horas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Tempo de carga</p>
</td>
<td>
<p>Cerca de 2 horas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Carga r&aacute;pida</p>
</td>
<td>
<p>5 minutos para at&eacute; 4 horas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Microfones</p>
</td>
<td>
<p>4 na ficha t&eacute;cnica oficial</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Aplicativo</p>
</td>
<td>
<p>JBL Headphones</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/produtos/jbl-live-780nc-me-deixou-mal-acostumado-com-o-cancelamento-de-ruido/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/produtos/jbl-live-780nc-me-deixou-mal-acostumado-com-o-cancelamento-de-ruido/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 14:00:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Marcelo Fischer]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Marcelo Fischer]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[7 vezes que a ficção científica acertou sobre IA]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica imagina h&aacute; d&eacute;cadas como computadores e m&aacute;quinas poderiam transformar a sociedade. Antes de existir um chatbot capaz de manter uma conversa fluida, roteiristas e diretores j&aacute; especulavam sobre sistemas que ouviam, aprendiam e tomavam decis&otilde;es por conta pr&oacute;pria.</p>
<p>A populariza&ccedil;&atilde;o da intelig&ecirc;ncia artificial generativa, impulsionada por ferramentas como ChatGPT e Gemini, trouxe parte desses conceitos para o cotidiano. Assistentes de voz, conte&uacute;do sint&eacute;tico e sistemas aut&ocirc;nomos deixaram de ser apenas roteiro de cinema e <strong>passaram a integrar o debate p&uacute;blico sobre tecnologia</strong>.</p>
<p>A lista a seguir re&uacute;ne <strong>7 filmes que anteciparam tend&ecirc;ncias, comportamentos ou dilemas hoje discutidos por especialistas em IA</strong>. Os roteiristas n&atilde;o previram o futuro com exatid&atilde;o, mas enxergaram dire&ccedil;&otilde;es que a tecnologia acabou seguindo.</p>
<h2>Filmes que anteciparam o futuro da IA</h2>
<h3>1. 2001: Uma Odisseia no Espa&ccedil;o (1968)</h3>
<p>Dirigido por Stanley Kubrick, o filme apresenta o supercomputador HAL 9000, capaz de <strong>conversar naturalmente com a tripula&ccedil;&atilde;o, reconhecer comandos de voz e tomar decis&otilde;es</strong> durante a miss&atilde;o espacial. Na trama, o sistema chega a desobedecer ordens humanas para cumprir o que considera sua miss&atilde;o.</p>
<p>Assistentes de voz como Alexa, Siri e Gemini incorporaram parte dessa promessa, com reconhecimento de fala e respostas em linguagem natural. Chatbots baseados em IA generativa, caso do ChatGPT e do Gemini, avan&ccedil;aram ainda mais nesse tipo de intera&ccedil;&atilde;o, embora nenhum sistema comercial atual tenha autonomia de decis&atilde;o compar&aacute;vel &agrave; de HAL 9000.</p>
<p><strong>Onde assistir 2001: Uma Odisseia no Espa&ccedil;o:&nbsp;</strong>HBO Max.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oR_e9y-bka0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>2. Blade Runner (1982)</h2>
<p>Ridley Scott constr&oacute;i um futuro em que replicantes, androides biologicamente quase id&ecirc;nticos a humanos, questionam a pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia e reivindicam emo&ccedil;&otilde;es. O filme, baseado em livro de Philip K. Dick, levanta o debate sobre <strong>o que diferencia uma m&aacute;quina de uma pessoa</strong>.</p>
<p>A discuss&atilde;o sobre consci&ecirc;ncia artificial ganhou for&ccedil;a com o avan&ccedil;o de modelos de linguagem que simulam empatia e criatividade nas respostas. Empresas e pesquisadores de IA discutem hoje limites &eacute;ticos parecidos com os do filme, ainda que nenhuma tecnologia atual replique consci&ecirc;ncia ou emo&ccedil;&otilde;es reais.</p>
<p><strong>Onde assistir Blade Runner:</strong> Amazon Prime Video e HBO Max.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eogpIG53Cis" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>3. O Exterminador do Futuro (1984)</h2>
<p>James Cameron apresenta o Skynet, sistema de defesa militar <strong>que se torna autoconsciente e decide eliminar a humanidade</strong>. O filme trata da entrega de decis&otilde;es estrat&eacute;gicas, incluindo o uso de armas, a uma intelig&ecirc;ncia artificial sem supervis&atilde;o humana.</p>
<p>O uso de IA em contextos militares avan&ccedil;ou nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, com sistemas de vigil&acirc;ncia, an&aacute;lise de dados e armas aut&ocirc;nomas em desenvolvimento por diferentes pa&iacute;ses. Organiza&ccedil;&otilde;es internacionais debatem regras para impedir que decis&otilde;es letais sejam tomadas sem controle humano, tema recorrente em f&oacute;runs da ONU.</p>
<p><strong>Onde assistir O Exterminador do Futuro:</strong> MGM+, dispon&iacute;vel como canal via Apple TV ou Amazon Prime Video, ou por aluguel na Apple TV Store e no Amazon Video.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nGrW-OR2uDk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>4. Matrix (1999)</h2>
<p>As irm&atilde;s Wachowski constroem uma realidade simulada por m&aacute;quinas, onde humanos vivem presos a um mundo artificial sem perceber. O filme explora a fronteira entre o que &eacute; real e o que &eacute; gerado por sistemas computacionais.</p>
<p><strong>V&iacute;deos e imagens sint&eacute;ticas geradas por IA tornaram mais dif&iacute;cil distinguir conte&uacute;do real do produzido artificialmente</strong>. Plataformas como YouTube e TikTok j&aacute; adotam r&oacute;tulos para identificar material feito por intelig&ecirc;ncia artificial, numa tentativa de reduzir a confus&atilde;o que o filme retratou de forma extrema.</p>
<p><strong>Onde assistir Matrix:&nbsp;</strong>HBO Max e Globoplay.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vKQi3bBA1y8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>5. Ela (2013)</h2>
<p>Spike Jonze narra o relacionamento entre Theodore, um homem solit&aacute;rio, e Samantha, sistema operacional com voz e personalidade pr&oacute;prias. A trama acompanha <strong>como a IA aprende as prefer&ecirc;ncias do usu&aacute;rio e se torna companhia emocional</strong>, roteiro que rendeu a Jonze o Oscar de Melhor Roteiro Original em 2014.</p>
<p>Chatbots de companhia replicam parte dessa proposta, oferecendo conversas cont&iacute;nuas e adaptadas ao usu&aacute;rio. Pesquisadores t&ecirc;m discutido o impacto desse tipo de v&iacute;nculo emocional com IA na vida social das pessoas, tema que ecoa diretamente o argumento do filme.</p>
<p><strong>Onde assistir Ela: </strong>aluguel ou compra digital no Prime Video.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TggD91pV6KE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>6. Ex Machina (2014)</h2>
<p>Alex Garland escreve e dirige a hist&oacute;ria de Caleb, programador convidado a testar Ava, <strong>rob&ocirc; com intelig&ecirc;ncia artificial avan&ccedil;ada</strong>. Ao longo do filme, Ava demonstra capacidade de interpretar emo&ccedil;&otilde;es humanas e manipular seu interlocutor para atingir os pr&oacute;prios objetivos, atua&ccedil;&atilde;o que rendeu ao filme o Oscar de Melhores Efeitos Visuais em 2016, &agrave; frente de concorrentes como "Mad Max: Estrada da F&uacute;ria" e "Star Wars: O Despertar da For&ccedil;a".</p>
<p>A capacidade de sistemas de IA de interpretar padr&otilde;es de comportamento humano avan&ccedil;ou com o uso de grandes volumes de dados de treinamento. Pesquisadores alertam para riscos de manipula&ccedil;&atilde;o em interfaces conversacionais, sobretudo quando sistemas s&atilde;o projetados para maximizar o engajamento do usu&aacute;rio.</p>
<p><strong>Onde assistir Ex Machina:</strong> aluguel ou compra digital na Apple TV, no Amazon Video e no Google Play.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sDkEF7Db7Gw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>7. WALL-E (2008)</h2>
<p>A Pixar imagina uma humanidade que delegou tarefas cotidianas a m&aacute;quinas e passou a viver em naves espaciais, dependente de sistemas automatizados at&eacute; para locomo&ccedil;&atilde;o. O rob&ocirc;-t&iacute;tulo &eacute; o &uacute;nico personagem que ainda mant&eacute;m curiosidade e iniciativa pr&oacute;prias.</p>
<p>A <strong>automa&ccedil;&atilde;o de tarefas rotineiras via IA generativa</strong>, da reda&ccedil;&atilde;o de textos ao atendimento ao cliente, reacende o debate sobre <strong>depend&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica</strong>. Especialistas em educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de discutem os efeitos da delega&ccedil;&atilde;o excessiva de decis&otilde;es a sistemas automatizados, quest&atilde;o central da cr&iacute;tica social do filme.</p>
<p><strong>Onde assistir Wall-E:</strong>&nbsp;Disney+.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/alIq_wG9FNk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>O que a fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica realmente antecipou</h2>
<p>Nenhum dos sete filmes previu especificamente <strong>modelos de linguagem, redes neurais ou os nomes das empresas que hoje lideram o setor de intelig&ecirc;ncia artificial</strong>. Os acertos t&eacute;cnicos s&atilde;o pontuais e, em muitos casos, aproximados, constru&iacute;dos mais por intui&ccedil;&atilde;o narrativa do que por pesquisa cient&iacute;fica.</p>
<p>O que essas obras anteciparam foram as perguntas que a intelig&ecirc;ncia artificial acabaria colocando em pauta: at&eacute; onde vai a autonomia de um sistema, o que diferencia consci&ecirc;ncia de simula&ccedil;&atilde;o e como pessoas se relacionam emocionalmente com m&aacute;quinas. Essas quest&otilde;es, levantadas <strong>d&eacute;cadas antes da IA generativa existir</strong>, seguem no centro do debate atual sobre o tema.</p>
<p>Confira tamb&eacute;m <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/filmes-pouco-lembrados-para-maratonar/" target="_blank" rel="noopener">10 filmes pouco lembrados que merecem entrar na sua pr&oacute;xima maratona</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/entretenimento/vezes-que-ficcao-cientifica-acertou-sobre-ia/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/entretenimento/vezes-que-ficcao-cientifica-acertou-sobre-ia/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 13:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Marcelo Fischer]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Marcelo Fischer]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Huawei quer trazer relógio que mede pressão ao Brasil e busca aval da Anvisa]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A <strong>Huawei </strong>quer ampliar os recursos de sa&uacute;de dispon&iacute;veis em seus<strong> smartwatches no Brasil,</strong> e j&aacute; trabalha para conseguir as aprova&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias no pa&iacute;s. Um dos principais produtos nesse processo &eacute; o<strong> Huawei Watch D3,</strong> rel&oacute;gio capaz de aferir a press&atilde;o arterial e acompanhar os dados ao longo do dia.</p>
<ul>
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</ul>
<p>Em entrevista exclusiva ao Canaltech, Carlos Morales, diretor de Rela&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas da Huawei Devices para a Am&eacute;rica Latina, confirmou que a fabricante atua para viabilizar essas fun&ccedil;&otilde;es no mercado brasileiro. No entanto, a empresa ainda n&atilde;o tem previs&atilde;o para obter a aprova&ccedil;&atilde;o da Anvisa nem confirmou o lan&ccedil;amento do Watch D3 no pa&iacute;s.</p>
<h2>Huawei busca aprova&ccedil;&atilde;o para recursos m&eacute;dicos no Brasil</h2>
<p>A linha Watch D se diferencia dos smartwatches tradicionais por oferecer um sistema dedicado &agrave; <strong>aferi&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o arterial. </strong>Em mercados nos quais os recursos est&atilde;o dispon&iacute;veis, o rel&oacute;gio pode acompanhar as varia&ccedil;&otilde;es ao longo do dia, inclusive antes e depois de exerc&iacute;cios.</p>
<p>Por se tratar de uma fun&ccedil;&atilde;o relacionada &agrave; sa&uacute;de, por&eacute;m, a disponibilidade depende das regras de cada mercado. Segundo Morales, a Huawei entende que as autoridades adotam uma an&aacute;lise mais rigorosa nesse tipo de dispositivo.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Sim, com certeza. Isso &eacute; algo em que estamos trabalhando ativamente para tentar viabilizar. Quando falamos dessa &aacute;rea espec&iacute;fica, consigo entender as preocupa&ccedil;&otilde;es das autoridades, porque estamos tratando de uma quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica&rdquo;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O executivo explicou ainda que a empresa tenta fornecer evid&ecirc;ncias para avan&ccedil;ar no processo regulat&oacute;rio. A Huawei, contudo, n&atilde;o detalhou em qual est&aacute;gio est&aacute; esse trabalho no Brasil.</p>
<h2>Huawei diz que esfor&ccedil;o envolve toda a ind&uacute;stria</h2>
<p>A discuss&atilde;o n&atilde;o se limita &agrave; fabricante chinesa. Morales destacou que outras empresas tamb&eacute;m trabalham para ampliar a presen&ccedil;a de dispositivos com fun&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas na Am&eacute;rica Latina, enquanto cada pa&iacute;s adota regras pr&oacute;prias para essa categoria.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Esse n&atilde;o &eacute; um trabalho feito apenas pela Huawei. Trata-se de um esfor&ccedil;o de toda a ind&uacute;stria. N&atilde;o &eacute; apenas a Huawei; outras marcas tamb&eacute;m est&atilde;o trabalhando nisso.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Para o executivo, a presen&ccedil;a de mais fabricantes pode contribuir para que governos e &oacute;rg&atilde;os reguladores compreendam melhor esses dispositivos e definam mecanismos adequados para autorizar sua entrada nos mercados.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Acredito que isso seja muito positivo porque, quanto mais marcas entrarem nesse segmento, mais f&aacute;cil ser&aacute; para os governos entenderem melhor esse mercado e encontrarem mecanismos mais adequados para aprovar esses produtos&rdquo;, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Ainda assim, Morales reconheceu que o processo n&atilde;o &eacute; simples. &ldquo;&Eacute; um processo dif&iacute;cil, mas estamos trabalhando nisso&rdquo;, completou.</p>
<h2>Watch D3 pode ajudar no acompanhamento de familiares</h2>
<p>Al&eacute;m de aferir a press&atilde;o, a Huawei aposta na possibilidade de usar os dados coletados pelo rel&oacute;gio para acompanhar pessoas pr&oacute;ximas. Morales citou como exemplo <strong>familiares que moram sozinhos </strong>e podem precisar de aten&ccedil;&atilde;o caso apresentem uma leitura elevada.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Huawei Watch D3 chega para suceder o &oacute;timo Huawei Watch D2" data-creditos="Ivo Meneghel Jr./ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/OVdVWuK85dRnMoINB7tbanXX73c=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/2fece5ca-f55f-4f3a-b88a-ea7dee38543b.jpg" width="2048" height="1152" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Huawei Watch D2 Airbag Ativo"></figure>
<blockquote>
<p>&ldquo;Se voc&ecirc; tem pais, parentes ou algu&eacute;m querido que mora sozinho e n&atilde;o consegue estar por perto o tempo todo, ainda pode receber notifica&ccedil;&otilde;es caso haja uma leitura de press&atilde;o elevada e ajudar essa pessoa.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o do executivo, essa &eacute; uma das fun&ccedil;&otilde;es com maior potencial da linha Watch D, especialmente para pessoas que convivem com hipertens&atilde;o.</p>
<p>Morales afirmou que o acesso frequente a essas informa&ccedil;&otilde;es pode mudar a forma como o usu&aacute;rio acompanha sua condi&ccedil;&atilde;o. A proposta, por&eacute;m, n&atilde;o &eacute; transformar o smartwatch em substituto de consultas, exames ou equipamentos m&eacute;dicos indicados por profissionais de sa&uacute;de.</p>
<h2>Rel&oacute;gio n&atilde;o substitui diagn&oacute;stico m&eacute;dico</h2>
<p>Apesar dos recursos avan&ccedil;ados, informa&ccedil;&otilde;es e alertas emitidos pelo dispositivo n&atilde;o devem ser interpretados automaticamente como um diagn&oacute;stico.</p>
<p>O pr&oacute;prio executivo fez essa ressalva ao explicar o papel dos algoritmos usados pela Huawei para analisar dados de sa&uacute;de.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Isso de forma alguma significa que se trata de um diagn&oacute;stico. &Eacute; apenas um sinal de alerta e deve sempre ser acompanhado por avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Assim, a chegada de fun&ccedil;&otilde;es como as oferecidas pelo Watch D3 ao Brasil ainda <strong>depende da etapa regulat&oacute;ria.</strong> A Huawei confirma que trabalha para avan&ccedil;ar nesse processo, mas n&atilde;o h&aacute; prazo para aprova&ccedil;&atilde;o da Anvisa nem garantia de lan&ccedil;amento do rel&oacute;gio no mercado brasileiro.</p>
<p>A gera&ccedil;&atilde;o passada do Huawei Watch D2 j&aacute; passou pelos testes aqui no Canaltech, e&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/produto/huawei/watch-d2/analise/" target="_blank" rel="nofollow noopener"> se destacou como uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o para monitorar press&atilde;o arterial </a>de forma independente.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/smartwatch/huawei-quer-trazer-relogio-que-mede-pressao-ao-brasil-e-busca-aval-da-anvisa/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/smartwatch/huawei-quer-trazer-relogio-que-mede-pressao-ao-brasil-e-busca-aval-da-anvisa/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 13:00:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[7 dicas para economizar e não gastar os créditos do seu plano de IA]]></title>
    <description><![CDATA[<p>&Eacute; frustrante notar que os limites do plano de IA foram atingidos durante uma tarefa, o que for&ccedil;a a pessoa a esperar, assinar outro plano ou mudar de servi&ccedil;o. Por outro lado, existem algumas dicas que ajudam a <strong>economizar nos cr&eacute;ditos e tokens durante as intera&ccedil;&otilde;es</strong>.</p>
<p>Os principais servi&ccedil;os do mercado operam com <strong>limites de uso baseados no poder computacional de cada comando</strong>: prompts curtos e simples podem garantir mais uso di&aacute;rio, enquanto uma tarefa muito extensa pode consumir boa parte da &ldquo;franquia&rdquo; do plano de uma s&oacute; vez.</p>
<h2>7 dicas para n&atilde;o gastar os limites de uso da IA</h2>
<p>Confira algumas op&ccedil;&otilde;es:</p>
<ol>
<li>
<p>Alterne entre diferentes modelos</p>
</li>
<li>
<p>Acompanhe os limites de uso</p>
</li>
<li>
<p>Otimize os arquivos</p>
</li>
<li>
<p>Coloque todos os pedidos no mesmo prompt</p>
</li>
<li>
<p>Ajuste o tamanho da resposta</p>
</li>
<li>
<p>Crie novas conversas&nbsp;</p>
</li>
<li>
<p>Remova regras repetidas</p>
</li>
</ol>
<h3>1. Alterne entre diferentes servi&ccedil;os&nbsp;</h3>
<p>Uma boa dica &eacute; <strong>dividir as tarefas pelo n&iacute;vel de complexidade</strong>: o plano mais avan&ccedil;ado de IA pode ser usado para realizar os comandos mais desafiadores, mas n&atilde;o precisa entrar em a&ccedil;&atilde;o para prompts mais simples e que podem consumir os limites.</p>
<p>O <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/chat-gpt-libera-conversas-ilimitadas-e-modo-de-raciocinio-para-usuarios-gratis/" target="_blank" rel="noopener">ChatGPT n&atilde;o tem limites de uso para mensagens na vers&atilde;o gratuita</a>, por exemplo, ent&atilde;o pode ser uma alternativa para delegar alguns prompts e servir como suporte para uma IA paga.</p>
<h3>2. Acompanhe os limites de uso</h3>
<p>A melhor forma de entender o impacto de cada tarefa no dia a dia &eacute; <strong>acompanhar a tela de limites de uso</strong>, oferecida por Gemini, ChatGPT e Claude (o acesso pode depender de planos pagos).&nbsp;</p>
<p>O espa&ccedil;o traz um painel com o tempo restante at&eacute; os limites serem restaurados, al&eacute;m de um medidor que informa quanto j&aacute; foi gasto.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Ferramentas como o Gemini informam o total do limite usado no dia e quando os valores s&atilde;o restaurados" data-creditos="Captura de tela/Andr&eacute; Magalh&atilde;es/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/rG7rZ8kyzp2SPh9N-r2Nx0KpSJs=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/ee141753-8429-4f56-9af2-c2fd632fc4a4.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Limite de uso Gemini IA"></figure>
<h3>3. Otimize os arquivos</h3>
<p>Enviar arquivos mais leves ajuda a economizar no consumo de cr&eacute;ditos de IA. Um arquivo <strong>PDF pode ser convertido para Markdown</strong> para facilitar a leitura, enquanto uma planilha com apenas texto e n&uacute;meros pode ser<strong> transformada no formato CSV</strong> para otimizar a interpreta&ccedil;&atilde;o dos dados.</p>
<h3>4. Coloque todos os pedidos no mesmo prompt</h3>
<p>O ideal &eacute;<strong> juntar todos os pedidos que voc&ecirc; quer fazer no prompt inicial</strong>. A cada novo comando na conversa, a IA ter&aacute; que interpretar todas as informa&ccedil;&otilde;es de novo e consumir maior poder computacional, o que n&atilde;o &eacute; ideal para os limites de uso.</p>
<p>Por exemplo: voc&ecirc; quer usar a IA para consultar op&ccedil;&otilde;es de celulares por custo-benef&iacute;cio, comparar especifica&ccedil;&otilde;es e listar ofertas. O ideal &eacute; informar todas as instru&ccedil;&otilde;es no primeiro prompt e n&atilde;o &ldquo;picotar&rdquo; as tarefas a cada nova resposta.</p>
<h3>5. Ajuste o tamanho da resposta</h3>
<p>Uma IA consome&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/o-que-sao-tokens-entenda-como-funciona-a-unidade-fundamental-da-ia/" target="_blank" rel="noopener"> tokens </a>na entrada (prompt) e na sa&iacute;da (resposta gerada pela ferramenta). Portanto,<strong> pedir um tamanho espec&iacute;fico de resposta </strong>&eacute; ideal para receber um resultado mais econ&ocirc;mico e evitar que o assistente prolongue demais o texto gerado.</p>
<p>Essa regra, inclusive, &eacute; recomendada pela pr&oacute;pria OpenAI no guia de uso dos modelos do ChatGPT.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="&Eacute; importante ter cuidados para economizar no uso di&aacute;rio de cada IA" data-creditos="Jo&atilde;o Melo/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/GuHlIeHlJF65Bn9SHhUgVZ5n7Pk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/1846c6a3-4788-41d5-9a18-a48a3f18c13d.jpeg" width="4000" height="2252" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Chatbots de IA - Gemini Grok Claude ChatGPT"></figure>
<h3>6. Crie novas conversas&nbsp;</h3>
<p>A n&atilde;o ser que a informa&ccedil;&atilde;o anterior seja muito importante para formular a resposta, o ideal &eacute;<strong> criar novas conversas no chatbot </strong>para trazer instru&ccedil;&otilde;es mais &ldquo;limpas&rdquo;. A cada novo prompt dentro de um chat, a IA l&ecirc; e analisa tudo o que foi escrito anteriormente, o que aumenta o consumo dos limites.&nbsp;</p>
<h3>7. Remova regras repetidas</h3>
<p>Caso o primeiro prompt j&aacute; tenha<strong> todas as regras que precisam ser seguidas pela IA</strong> (formato, tom e tamanho, entre outras), n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio repeti-las nas pr&oacute;ximas intera&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<p>Uma documenta&ccedil;&atilde;o oficial da OpenAI informa que &ldquo;remover instru&ccedil;&otilde;es repetidas e exemplos, al&eacute;m de simplificar descri&ccedil;&otilde;es da ferramenta podem melhorar o desempenho da tarefa e a efici&ecirc;ncia de tokens&rdquo;.</p>
<p>Confira um <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/chatgpt-gemini-ou-copilot-qual-ia-usar-em-cada-tarefa/" target="_blank" rel="noopener">guia do Canaltech para escolher qual IA usar em cada tarefa</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/dicas-para-economizar-nao-gastar-tokens-plano-de-ia/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/dicas-para-economizar-nao-gastar-tokens-plano-de-ia/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 12:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Até quando meu Nintendo Switch vai receber jogos novos?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>O Nintendo Switch completa uma d&eacute;cada de exist&ecirc;ncia em 2027. O console h&iacute;brido da Big N fez um sucesso estrondoso por onde passou e contabilizou mais de 150 milh&otilde;es de unidades vendidas, estabelecendo novos patamares na ind&uacute;stria dos games.</p>
<p>Seu sucessor, o Switch 2, <strong>chegou ao mercado em junho de 2025 e j&aacute; d&aacute; sinais de que ir&aacute; substituir totalmente o h&iacute;brido original</strong>. Em 2026, a Nintendo come&ccedil;ou a lan&ccedil;ar exclusivos para o novo sistema, deixando o primeiro Switch um pouco de canto, algo esperado em uma troca de gera&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><strong>A verdade &eacute; que o PlayStation 5 e o XBOX Series acostumaram os jogadores com uma realidade totalmente diferente</strong>. Ainda hoje, uma tonelada de jogos chega ao PS4 e XBOX One, mesmo ap&oacute;s seis anos do in&iacute;cio da atual gera&ccedil;&atilde;o. Essa situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve se repetir com o Nintendo Switch.</p>
<p>Para quem est&aacute; se perguntando <strong>"at&eacute; quando meu Nintendo Switch vai receber jogos novos?"</strong>, o Canaltech trouxe algumas informa&ccedil;&otilde;es importantes para responder a esta e a outras d&uacute;vidas sobre o h&iacute;brido da Big N.</p>
<h2>A Nintendo j&aacute; anunciou o fim do Switch?</h2>
<p>Antes de mais nada, &eacute; importante notar que a Nintendo ainda n&atilde;o anunciou o fim do ciclo do primeiro Nintendo Switch. O que temos at&eacute; agora &eacute; que a empresa deixar&aacute; de fabricar novas unidades do hardware na Europa a partir de 2027, devido &agrave; exig&ecirc;ncia de incluir baterias remov&iacute;veis em dispositivos port&aacute;teis.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Produ&ccedil;&atilde;o do Nintendo Switch segue a todo o vapor em 2026" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Lucas Santos, Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/VG583Xst4TRbjjL-fdm-xVEA_ro=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/ad96c2fb-00e2-4293-9b48-cbf21930a94e.png" width="1200" height="675" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch Joy-Con"></figure>
<p>Outras regi&otilde;es, como os Estados Unidos e o Jap&atilde;o, devem seguir com o fornecimento do Nintendo Switch at&eacute; segunda ordem.</p>
<p>Vale lembrar que<strong> a Nintendo vendeu 156,59 milh&otilde;es de unidades do h&iacute;brido at&eacute; junho de 2026</strong>, o que significa que ela possui uma ampla base de jogadores dividida entre Switch padr&atilde;o, OLED e Lite, e que vale a pena seguir dando algum n&iacute;vel de suporte &agrave; plataforma.</p>
<p>No momento, as vendas do Nintendo Switch est&atilde;o em queda livre, <strong>algo esperado pelo lan&ccedil;amento do sucessor do sistema e pelo encarecimento do hardware em n&iacute;vel global</strong>.</p>
<h2>O Nintendo Switch seguir&aacute; recebendo jogos?</h2>
<p>Um ponto bem delicado &eacute; o lan&ccedil;amento de jogos para o Nintendo Switch. Apesar da vasta biblioteca e de uma tonelada de exclusivos, o primeiro h&iacute;brido da Big N tem recebido <strong>pouqu&iacute;ssimos grandes lan&ccedil;amentos AAA e t&iacute;tulos de peso</strong>.</p>
<p>Um dos &uacute;ltimos jogos relevantes de fato foi <a href="https://canaltech.com.br/games/review-metroid-prime-4-beyond/">Metroid Prime 4, que, embora marque o glorioso retorno de Samus</a>, decepcionou um pouco depois de anos de desenvolvimento ca&oacute;tico. Outro que marcou forte presen&ccedil;a no sistema foi Tomodachi Life: Living the Dream, lan&ccedil;ado em abril deste ano.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Tomodachi Life: Living the Dream pode ter sido o &uacute;ltimo grande lan&ccedil;amento first-party do nintendo Switch" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/2NHhcquXFreD-Wyx7ktYlM7rfGo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/5f156ac3-98fa-4d3d-a122-67e010bf18d2.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Tomodachi Life Living the Dream"></figure>
<p>Desde ent&atilde;o, o Nintendo Switch de 2017 tem sido a casa de t&iacute;tulos indie de menor or&ccedil;amento, al&eacute;m de algumas remasteriza&ccedil;&otilde;es e ports. O futuro &eacute; ainda menos promissor. <strong>Embora Mega Man Dual Overdrive esteja confirmado para o sistema em 2027</strong>, o pr&oacute;ximo ano do console h&iacute;brido deve ser menos movimentado, &agrave; medida que o Nintendo Switch 2 vai ganhando mais espa&ccedil;o.</p>
<p>Jogos como <a href="https://canaltech.com.br/games/remake-de-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-vai-disputar-mes-com-gta-6/">o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time </a>devem ajudar muito nessa transi&ccedil;&atilde;o, dada a popularidade do cl&aacute;ssico do Nintendo 64.</p>
<h2>O que sobra para o Switch ap&oacute;s 2017?</h2>
<p>Al&eacute;m de todos os motivos citados, <strong>precisamos admitir que o Nintendo Switch tem um hardware um tanto defasado</strong>. Apesar de abrigar excelentes jogos, o sistema ficou conhecido por rodar jogos em resolu&ccedil;&atilde;o e desempenho menores do que os rivais, o que faz sentido para um port&aacute;til.</p>
<p>Com o tempo, veremos cada vez mais jogos exigentes, <strong>o que deve frustrar futuros lan&ccedil;amentos para a plataforma de 2017</strong>. O ano que vem, inclusive, pode ser o &uacute;ltimo em que ouviremos falar de lan&ccedil;amentos de novos jogos para o console, o que n&atilde;o &eacute; necessariamente um problema.</p>
<p>A biblioteca do Switch original &eacute; bem recheada, o que garante muito tempo de divers&atilde;o mesmo sem jogos novos. <strong>Jogadores chegam a transformar o h&iacute;brido em uma m&aacute;quina de emula&ccedil;&atilde;o</strong>, em especial nos primeiros modelos e revis&otilde;es do dispositivo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Nintendo Switch inovou com os controle joy-con" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Nintendo" src="https://tl.ctcdn.com.br/ZQm8f8y1-XgGsqBmTpzkoVwlBgA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8d1f3731-0e8b-478e-a3c5-bd22d8c38faf.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Nintendo Switch"></figure>
<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o que fica &eacute; como a Nintendo ir&aacute; lidar com quest&otilde;es de suporte, servidores e servi&ccedil;os online do sistema. <strong>Fabricantes de consoles n&atilde;o t&ecirc;m l&aacute; um bom hist&oacute;rico de suporte a plataformas antigas</strong>, ainda mais na era digital. Em 2022, por exemplo,<a href="https://canaltech.com.br/games/eshop-do-wii-u-e-nintendo-3ds-serao-desativadas-209359/"> a empresa encerrou a eShop nos consoles Wii U e Nintendo 3DS, cerca de uma d&eacute;cada depois do lan&ccedil;amento desses sistemas</a>.</p>
<p><strong>A &uacute;nica certeza que temos &eacute; que vamos ouvir falar do Nintendo Switch por muitos anos</strong>. O h&iacute;brido destacou o ponto mais forte da Big N, a inova&ccedil;&atilde;o e criatividade em mostrar um hardware nunca antes visto que atende uma demanda dos jogadores cada vez maior: portabilidade. O console ainda deve ser t&oacute;pico em discuss&otilde;es sobre hardware, emula&ccedil;&atilde;o e videogames retr&ocirc;.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/ate-quando-nintendo-switch-recebe-jogos-novos/</link>
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    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[5 tecnologias incríveis do BYD King que você não encontra no Corolla]]></title>
    <description><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">O <strong>BYD King&nbsp;</strong>chegou ao Brasil com uma <strong>combina&ccedil;&atilde;o de tecnologia, efici&ecirc;ncia e equipamentos</strong> que ajudou o sedan h&iacute;brido plug-in a <strong>ganhar espa&ccedil;o</strong> em uma categoria tradicionalmente <strong>dominada pelo Toyota Corolla</strong>. Durante o <strong>per&iacute;odo de um m&ecirc;s que o CT Auto passou com a vers&atilde;o GS, topo de linha do modelo</strong>, alguns recursos se mostraram t&atilde;o incr&iacute;veis que chamaram aten&ccedil;&atilde;o especialmente pelo impacto no uso cotidiano.</p>
<p>A <strong>lista de equipamentos do King GS</strong> n&atilde;o possui nenhuma grande novidade para quem j&aacute; conhece os carros da marca, mas inclui muitas tecnologias que n&atilde;o se v&ecirc; no rival japon&ecirc;s. O sedan chin&ecirc;s conta com <strong>recursos avan&ccedil;ados de assist&ecirc;ncia ao motorista,</strong> central multim&iacute;dia com tela girat&oacute;ria e <strong>tecnologias voltadas para conforto e praticidade</strong>, al&eacute;m do s<a href="https://canaltech.com.br/carros/como-funciona-o-sistema-hibrido-do-byd-song-plus-272507/" target="_blank" rel="noopener">istema h&iacute;brido plug-in DM-i, o mesmo do Song Plus.</a></p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="King tem tecnologias que n&atilde;o constam no rival Corolla" data-creditos="Imagem gerada por IA sobre fotos de Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/WqdCJkCrEDKALqHNAAP364tWxHg=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/39474882-7dcc-41c9-abc1-e934662cca0e.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Tecnologias BYD King"></figure>
<p>Por isso, ap&oacute;s o longo per&iacute;odo de conviv&ecirc;ncia com o sedan chin&ecirc;s, o <strong>CT Auto</strong> preparou um review completo sobre o carro e, de quebra, selecionou <strong>cinco tecnologias incr&iacute;veis do BYD King GS que n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis no Toyota Corolla</strong>. Elas ajudam a explicar um pouquinho o porqu&ecirc; de o King entregar uma experi&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica bastante diferente do rival. Confira os recursos que mais se destacam.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">5. Pacote ADAS com frenagem aut&ocirc;noma e ponto cego</h2>
<p><br>O <strong>BYD King GS</strong> conta com um pacote avan&ccedil;ado de assist&ecirc;ncia ao motorista que inclui <strong>controle de cruzeiro adaptativo (ACC), controle de cruzeiro inteligente (ICC), alerta de colis&atilde;o frontal (FCW), alerta de mudan&ccedil;a de faixa (LCW), assistente de perman&ecirc;ncia em faixa (LKA), detec&ccedil;&atilde;o de ponto cego (BSD) e frenagem de emerg&ecirc;ncia autom&aacute;tica (AEB)</strong>. Os recursos fazem parte do pacote ADAS 2 oferecido na vers&atilde;o GS.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Sistema ADAS do BYD King tem recursos bem interessantes" data-creditos="Imagem gerada por IA sobre foto de Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/G6zZx1hwHmeoeVWc1RCHocnEtQo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/9197e721-dcf6-464c-ae1b-f2d554a7e5a5.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="BYD King ADAS"></figure>
<p>Na pr&aacute;tica, o <strong>conjunto amplia a atua&ccedil;&atilde;o dos sistemas eletr&ocirc;nicos durante a condu&ccedil;&atilde;o</strong>. O ACC ajusta a velocidade de acordo com o tr&acirc;nsito &agrave; frente, enquanto o LKA auxilia na perman&ecirc;ncia dentro da faixa. J&aacute; o BSD monitora os pontos cegos e o AEB pode atuar diante de uma situa&ccedil;&atilde;o de risco de colis&atilde;o.&nbsp;</p>
<h2>4. Tela girat&oacute;ria de 12,8 polegadas com atualiza&ccedil;&atilde;o OTA</h2>
<p>Outro recurso que chama aten&ccedil;&atilde;o no <strong>King GS</strong> &eacute; a <strong>central multim&iacute;dia com tela flutuante de 12,8 polegadas e rota&ccedil;&atilde;o</strong>, que permite alterar a orienta&ccedil;&atilde;o do display. O sistema tamb&eacute;m oferece Apple CarPlay, Android Auto, comandos de voz, GPS integrado e conex&atilde;o 4G.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H0f7VSTfZK8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A central tamb&eacute;m recebe <strong>atualiza&ccedil;&otilde;es remotas OTA</strong>, permitindo que determinados <strong>aprimoramentos do sistema</strong> sejam realizados sem a necessidade de levar o carro &agrave; concession&aacute;ria. O modelo utiliza ainda o<strong> sistema DiLink</strong>, plataforma de conectividade da BYD.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">3. Comando de voz &ldquo;Hi, BYD&rdquo;</h2>
<p>O <strong>BYD King GS</strong> tamb&eacute;m tem o <strong>sistema de comando de voz &ldquo;Hi, BYD&rdquo;</strong>, que permite controlar diversas fun&ccedil;&otilde;es do carro sem precisar procurar os comandos na central multim&iacute;dia. Entre as possibilidades est&aacute; o <strong>controle do</strong> <strong>ar-condicionado</strong>, incluindo o ajuste da <strong>velocidade de ventila&ccedil;&atilde;o</strong>, algo especialmente &uacute;til durante a condu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6wfHYGfypjw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O sistema tamb&eacute;m aceita <strong>comandos relacionados ao</strong> <strong>carregamento inteligente ou agendado</strong>. No manual brasileiro do King, a BYD documenta comandos como ativar, utilizar ou desativar o carregamento inteligente/agendado. Dessa forma, o <strong>motorista pode recorrer &agrave; voz </strong>para alterar determinadas configura&ccedil;&otilde;es sem precisar operar manualmente a central.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">2. C&acirc;mera com vis&atilde;o de 360 graus</h2>
<p>A <strong>c&acirc;mera com vis&atilde;o de 360 graus</strong> &eacute; outro <strong>recurso de destaque do King GS</strong>. O sistema utiliza as imagens captadas ao redor do ve&iacute;culo para facilitar manobras e estacionamentos, especialmente em locais apertados.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Mrie1FgGmfE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O equipamento &eacute; oferecido na vers&atilde;o GS e <strong>trabalha em conjunto com os sensores de estacionamento</strong>. Para um sedan com <strong>4,78 metros de comprimento</strong>, a tecnologia se mostra especialmente &uacute;til no cotidiano, principalmente em garagens e vagas mais estreitas.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">1. Sistema h&iacute;brido DM-i com prioridade para o motor el&eacute;trico</h2>
<p>A <strong>tecnologia mais importante do King </strong>est&aacute; justamente no conjunto que move o carro. O BYD King GS utiliza o<strong> sistema h&iacute;brido plug-in DM-i</strong>, baseado no conjunto el&eacute;trico EHS e <strong>desenvolvido para priorizar o acionamento el&eacute;trico em diferentes condi&ccedil;&otilde;es</strong> de condu&ccedil;&atilde;o. A BYD apresenta o sistema como uma solu&ccedil;&atilde;o voltada &agrave; efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, baixo consumo e conforto ao volante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wO59q3nqeWo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>No GS, a bateria Blade tem&nbsp;<strong>18,3 kWh</strong>, enquanto o <strong>sistema permite utilizar o carro em modo 100% el&eacute;trico</strong> ou combinar eletricidade e motor a combust&atilde;o. A BYD tamb&eacute;m informa <strong>efici&ecirc;ncia t&eacute;rmica de at&eacute;</strong> <strong>43%</strong> para o <strong>motor a combust&atilde;o</strong> e destaca o sistema el&eacute;trico EHS, que utiliza velocidade vari&aacute;vel cont&iacute;nua.</p>
<p>Agora que mostramos em detalhes&nbsp;<strong>5 tecnologias incr&iacute;veis do BYD King</strong> que voc&ecirc; n&atilde;o encontra no Toyota Corolla, que tal ampliar seus conhecimentos sobre esse disputado segmento e aprender tamb&eacute;m <a href="https://canaltech.com.br/carros/como-aproveitar-ao-maximo-a-autonomia-de-um-carro-hibrido/" target="_blank" rel="noopener">como aproveitar ao m&aacute;ximo a autonomia de um carro h&iacute;brido</a>?</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/5-tecnologias-incriveis-do-byd-king-que-voce-nao-encontra-no-corolla/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/carros/5-tecnologias-incriveis-do-byd-king-que-voce-nao-encontra-no-corolla/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 11:31:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Paulo Amaral]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Paulo Amaral]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[30 anos de GTA: como cada jogo mudou a indústria até chegar em GTA 6]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Em GTA 6, abastecer o carro exigir&aacute; segurar um bot&atilde;o por dez segundos no posto. A pol&iacute;cia memoriza a roupa que voc&ecirc; est&aacute; usando, o ve&iacute;culo em que fugiu e se Jason e Lucia foram vistos juntos no momento do crime. Um &iacute;ndice de reputa&ccedil;&atilde;o pesa contra quem exagera na viol&ecirc;ncia e a favor de quem, sem motivo nenhum, joga o pr&oacute;prio lixo no lixo. <strong>Nenhum GTA tentou simular o cotidiano com esse n&iacute;vel de detalhe antes</strong>.</p>
<p>&Eacute; muita coisa para processar de uma vez. E &eacute; ainda mais estranho lembrar que essa mesma franquia come&ccedil;ou em 1997 com carrinhos vistos de cima, gr&aacute;ficos toscos e uma cidade que cabia inteira numa &uacute;nica tela. <strong>Como uma s&eacute;rie que nasceu assim virou a principal refer&ecirc;ncia t&eacute;cnica, comercial e criativa da ind&uacute;stria de games?</strong>&nbsp;</p>
<p>A resposta n&atilde;o est&aacute; em GTA 6. Est&aacute; nos quase <strong>30 anos de hist&oacute;ria da franquia</strong>, numa sequ&ecirc;ncia de jogos que, um de cada vez, resolveram um problema que o anterior tinha deixado em aberto. Esta &eacute; a hist&oacute;ria dessa sequ&ecirc;ncia, ato por ato.</p>
<h2><strong>Ato 1: Antes de GTA existir como conhecemos</strong></h2>
<h3><strong>Grand Theft Auto (1997): a cidade como playground criminal</strong></h3>
<p>O Grand Theft Auto original <strong>n&atilde;o inventou o mundo aberto</strong>: outros jogos j&aacute; ofereciam cen&aacute;rios explor&aacute;veis antes dele. O que a DMA Design colocou no centro da experi&ecirc;ncia foi a <strong>liberdade irrestrita</strong> dentro de uma <strong>cidade que reagia ao caos provocado pelo jogador</strong>.&nbsp;</p>
<p>Era poss&iacute;vel ignorar completamente os objetivos, roubar qualquer ve&iacute;culo e observar a pol&iacute;cia escalar sua resposta conforme a bagun&ccedil;a aumentava. As an&aacute;lises da &eacute;poca j&aacute; destacavam justamente isso como o grande diferencial do jogo: a <strong>possibilidade de ir a qualquer lugar e pegar qualquer carro</strong>, sem que isso fosse tratado como uma falha de design a ser corrigida.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="GTA revolucionou ao deixar jogador livre para tocar o terror como bem entendesse" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/JbtQHGrxoChCik8nPUXXzvbbCiI=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/28b740e2-dedb-49b5-91cd-56c3577587a0.jpg" width="1920" height="1080" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="GTA 1"></figure>
<p>O&nbsp;<em>carjacking </em>n&atilde;o era um evento roteirizado reservado para um momento espec&iacute;fico da hist&oacute;ria, mas sim uma mec&acirc;nica b&aacute;sica, dispon&iacute;vel o tempo todo. As miss&otilde;es coexistiam com a possibilidade de serem simplesmente ignoradas. E &eacute; dessa combina&ccedil;&atilde;o que surgiu o <strong>DNA da s&eacute;rie</strong>, que est&aacute; a&iacute; at&eacute; hoje: um sistema que produz <strong>hist&oacute;rias improvisadas, n&atilde;o roteirizadas</strong> pelo est&uacute;dio, mas <strong>inventadas pelo pr&oacute;prio jogador</strong>.</p>
<p>O problema &eacute; que, em 1997, essa liberdade ainda estava dentro de uma cidade abstrata, sem identidade pr&oacute;pria. GTA j&aacute; sabia dar liberdade ao jogador, mas faltava transformar essa liberdade em um mundo que parecesse real.</p>
<h3><strong>GTA: London 1969 e London 1961 (1999): a cidade ganha personalidade</strong></h3>
<p>Os dois pacotes ambientados em Londres (o primeiro como jogo independente, o segundo como expans&atilde;o lan&ccedil;ada meses depois) n&atilde;o trouxeram revolu&ccedil;&otilde;es mec&acirc;nicas. Em vez disso, esses dois jogos foram o primeiro <strong>ensaio do que se tornaria essencial em Vice City e San Andreas</strong> alguns anos depois.&nbsp;</p>
<p>Ve&iacute;culos de &eacute;poca, humor e linguagem brit&acirc;nicos, refer&ecirc;ncias culturais reconhec&iacute;veis e uma reconstru&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica deliberada mostravam que a <strong>f&oacute;rmula de GTA podia mudar de pele sem perder sua identidade </strong>central. Ainda era um experimento modesto, mas plantava a ideia de que uma <strong>cidade fict&iacute;cia precisa </strong>de mais do que ruas e pr&eacute;dios. Ela precisa <strong>de personalidade</strong>.</p>
<h3><strong>GTA 2 (1999): o mundo come&ccedil;a a lembrar do que voc&ecirc; fez</strong></h3>
<p>Antes de GTA 2 ser lembrado como uma ponte entre a era 2D e a chegada do 3D, vale resgatar uma mec&acirc;nica que passou batido para boa parte dos jogadores: o <strong>sistema de gangues e respeito</strong>. Trabalhar para uma fac&ccedil;&atilde;o aumentava a reputa&ccedil;&atilde;o do jogador com ela, mas prejudicava a rela&ccedil;&atilde;o com rivais, que passavam a atacar por conta pr&oacute;pria. O <strong>sistema policial </strong>tamb&eacute;m escalava para <strong>respostas cada vez mais duras conforme o n&iacute;vel de procurado subia</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="GTA 2 trouxe um sistema de fac&ccedil;&otilde;es aprimorado, com cada m&aacute;fia lembrando exatamente o que o jogador fez" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/JbiMz816LG1_egviyZvR8WQKc4U=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/04494e11-0b10-4a16-bc49-5550167d427a.jpg" width="1200" height="694" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="8a6483a7b62ad8b936ef79869b63159a-1200-80"></figure>
<p>N&atilde;o &eacute; o caso de dizer que GTA 2 inventou sistemas de reputa&ccedil;&atilde;o em jogos &mdash; para falar a verdade, eles j&aacute; existiam em outros g&ecirc;neros. Por&eacute;m, foi neste jogo que a franquia come&ccedil;ou a&nbsp;<strong>testar formas de fazer o mundo responder sistemicamente &agrave;s a&ccedil;&otilde;es do jogador</strong>, em vez de apenas servir de cen&aacute;rio est&aacute;tico para as miss&otilde;es. &Eacute; um embri&atilde;o distante, mas reconhec&iacute;vel, de algo que hoje &eacute; padr&atilde;o em RPGs e mundos abertos: fac&ccedil;&otilde;es com mem&oacute;ria.</p>
<h2><strong>Ato 2: A revolu&ccedil;&atilde;o que criou um novo padr&atilde;o</strong></h2>
<h3><strong>GTA III (2001): mundo aberto moderno com linguagem pr&oacute;pria</strong></h3>
<p>Se existe um jogo na lista para o qual a palavra <strong>"revolucion&aacute;rio"</strong> &eacute; literal, e n&atilde;o for&ccedil;a de express&atilde;o publicit&aacute;ria, &eacute; GTA III. A Rockstar pegou a liberdade que j&aacute; definia a s&eacute;rie desde 1997 e a transplantou para dentro de uma Liberty City totalmente 3D, eliminando boa parte das barreiras entre as mec&acirc;nicas do jogo.&nbsp;</p>
<p>O jogador dirigia porque entrava em um carro. Combatia porque sacava uma arma. Descobria novos trabalhos porque percorria fisicamente a cidade e via o &iacute;cone de miss&atilde;o na esquina. N&atilde;o havia mais menus separando essas a&ccedil;&otilde;es em compartimentos distintos: <strong>tudo acontecia dentro do mesmo espa&ccedil;o cont&iacute;nuo</strong>. O pr&oacute;prio Dan Houser, cofundador da Rockstar, destacaria mais tarde essa integra&ccedil;&atilde;o e o acesso ao conte&uacute;do atrav&eacute;s da geografia da cidade, em vez de telas de sele&ccedil;&atilde;o, como parte central do legado do jogo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Mundo de GTA 3 continuava vivo, independentemente do que o jogador estivesse fazendo" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/0Jhrj6uVbRw9AdfQ4kMGKPFARDs=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/046b5d21-6065-46fd-a5f8-924ce43fce9e.png" width="2126" height="1595" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="gta-3-truly-set-the-bar-for-what"></figure>
<p>A&nbsp;<strong>lista de elementos que GTA III normalizou &eacute; longa</strong>: mundo aberto em 3D, transi&ccedil;&atilde;o natural entre dirigir, andar e atirar, sistema policial integrado ao sandbox, r&aacute;dios funcionais dentro dos ve&iacute;culos, narrativa cinematogr&aacute;fica que coexistia com o caos gerado pelo jogador. O resultado era a <strong>sensa&ccedil;&atilde;o</strong>, ent&atilde;o in&eacute;dita nessa escala, <strong>de uma metr&oacute;pole que continuava existindo independentemente da miss&atilde;o ativa</strong>.</p>
<p>O impacto na ind&uacute;stria foi imediato e mensur&aacute;vel em quantos est&uacute;dios tentaram replicar a f&oacute;rmula. Desenvolvedores por tr&aacute;s de Sleeping Dogs reconheceriam GTA III como um divisor de &aacute;guas para o potencial criativo dos mundos abertos, e projetos como True Crime nasceram justamente no contexto da disputa pela chamada "coroa de GTA". The Getaway, Saints Row e Mafia fazem parte dessa onda que GTA III ajudou a desencadear, mas n&atilde;o como c&oacute;pias diretas, e sim como herdeiros de uma linguagem que a Rockstar havia acabado de inventar.</p>
<p>Depois de <strong>ensinar &agrave; ind&uacute;stria como um mundo aberto podia funcionar</strong> mecanicamente, faltava &agrave; pr&oacute;pria Rockstar descobrir como fazer esse mundo ter personalidade. &Eacute; exatamente o problema que Vice City resolveria no ano seguinte.</p>
<h3><strong>GTA: Vice City (2002): ambienta&ccedil;&atilde;o vira protagonista</strong></h3>
<p>Em Vice City, pela primeira vez a <strong>ambienta&ccedil;&atilde;o</strong> de um GTA <strong>se tornou t&atilde;o central quanto o pr&oacute;prio gameplay</strong>. A Rockstar usou trilha sonora licenciada, r&aacute;dios tem&aacute;ticas, dire&ccedil;&atilde;o de arte, moda, ve&iacute;culos e um elenco de vozes hollywoodiano &mdash; com Ray Liotta no papel principal &mdash; para transformar uma Miami fict&iacute;cia em uma c&aacute;psula quase perfeita dos anos 1980. A trilha reunia mais de oito horas de m&uacute;sica licenciada e foi t&atilde;o importante para a experi&ecirc;ncia que recebeu, na &eacute;poca, um lan&ccedil;amento comercial pr&oacute;prio, separado do jogo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Mapa de GTA Vice City passou a ser t&atilde;o protagonista quanto o pr&oacute;prio boneco" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/ta3jtOqrI73PO10yJ0eH55rrRI4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7cdd8a2f-37d0-41bc-9bd1-6bfcdd225466.png" width="1200" height="804" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="G8fPCTRWsAAo-Qa"></figure>
<p>O&nbsp;<strong>r&aacute;dio deixou de ser mero acompanhamento</strong> sonoro e passou a funcionar como ferramenta de constru&ccedil;&atilde;o de universo. A d&eacute;cada de 1980 era reconhec&iacute;vel instantaneamente, sem que o jogo precisasse explicar nada. E o efeito colateral disso est&aacute; por a&iacute; at&eacute; hoje: depois de Vice City, mundos abertos passaram a ser avaliados n&atilde;o apenas pela extens&atilde;o em quil&ocirc;metros quadrados, mas pela <strong>capacidade de transmitir um senso de lugar</strong>.&nbsp;</p>
<p>GTA III havia criado um espa&ccedil;o para jogar. Vice City mostrou que esse espa&ccedil;o tamb&eacute;m podia carregar identidade cultural.</p>
<h3><strong>GTA Advance (2004): a f&oacute;rmula moderna em hardware restrito</strong></h3>
<p>Vale um par&ecirc;ntese breve. GTA Advance retornou &agrave; vis&atilde;o <em>top-down </em>das primeiras entradas da s&eacute;rie, combinando elementos cl&aacute;ssicos com conven&ccedil;&otilde;es j&aacute; popularizadas pelos cap&iacute;tulos 3D &mdash; uma tentativa ambiciosa, mas claramente limitada pelo hardware do Game Boy Advance, de levar a experi&ecirc;ncia contempor&acirc;nea de GTA a um port&aacute;til de capacidade modesta.&nbsp;</p>
<p>N&atilde;o &eacute; um jogo que redefiniu a ind&uacute;stria, e n&atilde;o h&aacute; motivo para for&ccedil;ar essa percep&ccedil;&atilde;o. Seu valor &eacute; justamente mostrar que nem todo lan&ccedil;amento da franquia precisou ser um divisor de &aacute;guas para que ela continuasse avan&ccedil;ando.</p>
<h3><strong>GTA: San Andreas (2004): o mundo aberto vira simulador de estilo de vida</strong></h3>
<p>Se GTA III definiu a estrutura e Vice City construiu identidade, San Andreas fez uma pergunta diferente: <strong>quantas coisas distintas cabem dentro de um &uacute;nico mundo aberto?</strong> A resposta veio em forma de tr&ecirc;s grandes cidades, &aacute;reas rurais, desertos e uma quantidade de atividades paralelas que nenhum GTA anterior havia tentado reunir no mesmo pacote.&nbsp;</p>
<p>GTA SA introduziu sistemas de atributos e transforma&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica para CJ, ligados diretamente &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, exerc&iacute;cios f&iacute;sicos e treinamento &mdash; <strong>decis&otilde;es do jogador refletiam literalmente no corpo do personagem</strong>. Customiza&ccedil;&atilde;o de roupas, cabelo e apar&ecirc;ncia, evolu&ccedil;&atilde;o de habilidades, relacionamentos, guerra de gangues por territ&oacute;rio, aquisi&ccedil;&atilde;o de propriedades: San Andreas empilhou tudo isso sem abandonar a espinha dorsal criminal da s&eacute;rie.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="GTA San Andreas trouxe um n&iacute;vel de RPGiza&ccedil;&atilde;o para o g&ecirc;nero e que poucos conseguiram replicar" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/3V3HKXg2Oi_QJjKNeGNHZD6TZS0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/42736fa0-b08b-4ead-b8ac-76f104214e14.jpg" width="1280" height="720" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="gta-san-andreas-really-is-coming-to-xbox-360_kcsj"></figure>
<p>Foi, literalmente, a&nbsp;<strong>RPGiza&ccedil;&atilde;o do sandbox</strong>. N&atilde;o bastava mais ter um mapa maior; era preciso dar ao jogador ferramentas para construir sua pr&oacute;pria vers&atilde;o daquele personagem e sua pr&oacute;pria rotina dentro do mundo. Essa ideia de mundo aberto como espa&ccedil;o de customiza&ccedil;&atilde;o, progress&atilde;o e vida paralela, e n&atilde;o apenas cen&aacute;rio para miss&otilde;es, se tornaria cada vez mais comum nas d&eacute;cadas seguintes, muito al&eacute;m da pr&oacute;pria franquia GTA.</p>
<h2><strong>Ato 3: GTA cabe no bolso e come&ccedil;a a experimentar</strong></h2>
<h3><strong>Liberty City Stories (2005): um GTA 3D quase completo, no bolso</strong></h3>
<p>O destaque de Liberty City Stories &eacute; t&eacute;cnico, n&atilde;o conceitual. Na &eacute;poca, impressionou por <strong>comprimir uma experi&ecirc;ncia pr&oacute;xima &agrave; dos consoles dentro do PSP</strong> &mdash; reviews da &eacute;poca trataram o feito como uma proeza de engenharia.&nbsp;</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; em Liberty City Stories uma revolu&ccedil;&atilde;o de design a ser garimpada: o mais relevante aqui &eacute; que o mundo aberto em 3D j&aacute; havia se tornado importante o suficiente para que a Rockstar investisse em lev&aacute;-lo, quase por inteiro, a uma plataforma port&aacute;til.</p>
<h3><strong>Vice City Stories (2006): de criminoso a administrador de imp&eacute;rio</strong></h3>
<p>Vice City Stories vale um pouco mais de aten&ccedil;&atilde;o por causa do <strong>sistema de imp&eacute;rio</strong>: era poss&iacute;vel conquistar locais pela cidade, definir que tipo de neg&oacute;cio funcionaria ali, investir nele e defend&ecirc;-lo de ataques rivais. N&atilde;o &eacute; uma revolu&ccedil;&atilde;o isolada, mas sim a liga entre as propriedades j&aacute; vistas em Vice City, os territ&oacute;rios disputados em San Andreas e os neg&oacute;cios criminosos que, anos depois, se tornariam centrais em GTA Online. Um sistema que, na &eacute;poca, parecia lateral, mas que <strong>apontava com clareza para onde a franquia estava caminhando</strong>.</p>
<h2><strong>Ato 4: N&atilde;o basta o mundo ser grande; ele precisa reagir</strong></h2>
<h3><strong>GTA IV (2008): f&iacute;sica, comportamento e rela&ccedil;&otilde;es tornam Liberty City convincente</strong></h3>
<p>Com GTA IV, a Rockstar n&atilde;o perseguiu simplesmente "mais coisas", como vimos em San Andreas. Ela buscou peso e credibilidade. Um dos pilares t&eacute;cnicos do jogo foi a integra&ccedil;&atilde;o da tecnologia Euphoria, desenvolvida pela NaturalMotion, ao motor RAGE, permitindo que <strong>personagens reagissem fisicamente de forma procedural a colis&otilde;es, tiros e quedas</strong>, em vez de depender quase exclusivamente de anima&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-programadas. O resultado era percept&iacute;vel em cada acidente de carro, cada pedestre atropelado, cada corpo que ca&iacute;a de um jeito ligeiramente diferente a cada tentativa.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Aposta de GTA 4 foi no alt&iacute;ssimo n&iacute;vel de simula&ccedil;&atilde;o, uma f&oacute;rmula que voltar&aacute; a ser usada em GTA 6" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/v39bEmyB_rbCRMOb0QQEAxiNb1U=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/f017c96f-245a-41a8-b9ff-4375d8f795f1.jpg" width="1600" height="900" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="09095831690060"></figure>
<p>Os ve&iacute;culos ganharam peso percept&iacute;vel ao dirigir.&nbsp;<strong>Pedestres e a cidade em geral pareciam mais convincentes</strong>. O celular deixou de ser apenas uma interface de menu e se tornou um objeto dentro do pr&oacute;prio universo do jogo, usado para receber trabalhos, manter contatos e articular rela&ccedil;&otilde;es sociais, inclusive com uma internet fict&iacute;cia funcional. O <strong>tom narrativo</strong> tamb&eacute;m ficou <strong>consideravelmente mais s&oacute;brio</strong> do que o exagero deliberado de San Andreas.</p>
<p>GTA IV ajudou a trocar a obsess&atilde;o pelo tamanho do mapa pela <strong>obsess&atilde;o pela rea&ccedil;&atilde;o do mundo a cada a&ccedil;&atilde;o do jogador</strong>. Uma f&oacute;rmula que definiria boa parte do que viria depois na franquia.</p>
<h3><strong>The Lost and Damned e The Ballad of Gay Tony (2009): o mesmo mundo, hist&oacute;rias diferentes</strong></h3>
<p>As duas expans&otilde;es de GTA IV est&atilde;o <strong>longe de serem pacotes de miss&otilde;es extras</strong>. The Lost and Damned apresentou outro protagonista, ve&iacute;culos, trilha sonora e armas pr&oacute;prias, al&eacute;m de uma trama que se cruzava em pontos espec&iacute;ficos com os acontecimentos vividos por Niko Bellic.&nbsp;</p>
<p>The Ballad of Gay Tony levou o conceito adiante, revisitando parte desses eventos por outra perspectiva e trazendo miss&otilde;es mais espetaculares, incluindo saltos de paraquedas e um sistema de pontua&ccedil;&atilde;o para replay.&nbsp;</p>
<p>Liberty City deixou de pertencer exclusivamente a um &uacute;nico protagonista; e o mesmo espa&ccedil;o passou a comportar <strong>hist&oacute;rias paralelas que se cruzavam</strong>, algo bem mais interessante do que simplesmente tratar as expans&otilde;es como "mais do mesmo GTA IV".</p>
<h3><strong>Chinatown Wars (2009): redesenhar para o hardware, n&atilde;o apenas reduzir</strong></h3>
<p>Chinatown Wars &eacute; o azar&atilde;o desta mat&eacute;ria. No Nintendo DS, a Rockstar usou a tela sens&iacute;vel ao toque para a&ccedil;&otilde;es como roubar carros, preparar coquet&eacute;is molotov e interagir fisicamente com objetos, integrando PDA, GPS e outros sistemas &agrave; experi&ecirc;ncia de um jeito que s&oacute; fazia sentido naquele hardware espec&iacute;fico.&nbsp;</p>
<p>O elemento mais cativante, por&eacute;m, &eacute; o tr&aacute;fico de drogas: compra e venda com pre&ccedil;os vari&aacute;veis, necessidade de procurar mercados mais lucrativos e o risco embutido em cada negocia&ccedil;&atilde;o, transformando parte de Liberty City em uma pequena economia criminal aut&ocirc;noma.&nbsp;</p>
<p>Em vez de tentar encaixar um GTA IV imposs&iacute;vel dentro do DS, a <strong>Rockstar reinterpretou a pr&oacute;pria f&oacute;rmula</strong> para a plataforma &mdash; uma <strong>li&ccedil;&atilde;o de adapta&ccedil;&atilde;o</strong> que muitos est&uacute;dios ainda erram ao tentar portar experi&ecirc;ncias grandes para hardware limitado.</p>
<h2><strong>Ato 5: GTA deixa de ser jogo e vira plataforma</strong></h2>
<h3><strong>GTA V (2013): tr&ecirc;s protagonistas transformam perspectiva em mec&acirc;nica</strong></h3>
<p>A <strong>inova&ccedil;&atilde;o mais impactante de GTA V</strong> n&atilde;o &eacute; o tamanho do mapa, mas sim <strong>Michael, Franklin e Trevor como protagonistas</strong>. O jogador podia alternar entre os tr&ecirc;s dentro e fora das miss&otilde;es, enquanto os <strong>personagens n&atilde;o escolhidos continuavam suas pr&oacute;prias rotinas</strong> em segundo plano. Durante os grandes assaltos, a troca de bonecos tamb&eacute;m permitia acompanhar e controlar diferentes fun&ccedil;&otilde;es dentro da mesma opera&ccedil;&atilde;o simultaneamente &mdash; um deles dirigindo a fuga, outro cobrindo de cima de um pr&eacute;dio, outro dentro do banco.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Com mundo completamente vivo, GTA 5 nos deixou ver esse universo por 3 perspectivas muito diferentes" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/3UEl8rQdTZ5-YKhybhqsmmSRSlU=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/711a3d74-e05e-4f48-8216-969192356324.png" width="1800" height="900" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="lp7qrro47nnc1"></figure>
<p>Nos GTA anteriores, o jogador controlava um &uacute;nico indiv&iacute;duo dentro de uma cidade. Em GTA V, era poss&iacute;vel&nbsp;<strong>observar o mesmo mundo atrav&eacute;s de tr&ecirc;s vidas diferentes</strong>, com hist&oacute;rias independentes que convergiam em momentos-chave da campanha. Esse <strong>salto conceitual</strong> para uma perspectiva m&uacute;ltipla e coordenada &eacute; o que vale preservar dessa entrada da s&eacute;rie, mais do que qualquer dado sobre o tamanho de Los Santos.</p>
<h3><strong>GTA Online (2013): de mundo aberto blockbuster a plataforma persistente</strong></h3>
<p>GTA Online merece um cap&iacute;tulo pr&oacute;prio, n&atilde;o um ap&ecirc;ndice de GTA V. Desde o an&uacute;ncio, a Rockstar j&aacute; descrevia o modo como um <strong>mundo compartilhado que continuaria crescendo</strong> e sendo moldado ao longo do tempo. N&atilde;o &eacute; o caso de dizer que GTA Online inventou o conceito de <em>live service</em> &mdash; evidentemente n&atilde;o inventou.</p>
<p>Ainda assim, GTA Online demonstrou, em uma escala at&eacute; ent&atilde;o in&eacute;dita para o g&ecirc;nero, que o <strong>mundo de um jogo AAA</strong> tradicional <strong>podia sobreviver ao lan&ccedil;amento</strong> original e se transformar em uma <strong>plataforma de entretenimento </strong>sustentada por mais de uma d&eacute;cada, com mundo compartilhado, miss&otilde;es cooperativas, assaltos, propriedades, neg&oacute;cios criminosos, moda, status social, economia pr&oacute;pria e atualiza&ccedil;&otilde;es constantes.</p>
<p>Se San Andreas permitia viver dentro daquele mundo, GTA Online permitiu viver nele ao lado de outras pessoas. E foi justamente essa caracter&iacute;stica e sua longevidade &mdash; mais do que qualquer n&uacute;mero isolado de faturamento &mdash; que redefiniu o <strong>crit&eacute;rio pelo qual um lan&ccedil;amento AAA passou a ser avaliado</strong>: n&atilde;o apenas pela semana de estreia, mas pela <strong>capacidade de continuar relevante anos depois</strong>.</p>
<h2><strong>Ato 6: A revolu&ccedil;&atilde;o que vai acontecer com GTA VI</strong></h2>
<p>At&eacute; aqui, cada cap&iacute;tulo desta retrospectiva foi analisado olhando para tr&aacute;s, sabendo o que aconteceu depois. Com GTA VI, s&oacute; saberemos exatamente o que ir&aacute; acontecer e qual ser&aacute; o seu legado quando o lan&ccedil;amento acontecer em 19 de novembro de 2026.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Atos simples, como acariciar um doguinho, podem mudar os rumos de GTA 6" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/0JDUxWp1epokMNuf6ScqTSj1DrY=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/cab1669e-b5ea-400f-9b41-7f025508d887.jpg" width="3840" height="2160" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="0ba75115-2a42-471b-ac8d-e22aa3adbc46"></figure>
<p>Mas j&aacute; temos uma boa no&ccedil;&atilde;o do tamanho da&nbsp;<strong>ambi&ccedil;&atilde;o da Rockstar com o jogo</strong>. A companhia j&aacute; mostrou e comentou <a href="https://canaltech.com.br/games/amor-e-crime-previa-de-gta-6-revela-sistema-de-relacionamento-inedito-e-mais-novidades/">diversos detalhes sobre GTA 6</a>, incluindo personagens, mec&acirc;nicas, recursos e sistemas que permearam todo o gameplay.</p>
<p>Entre o que j&aacute; foi confirmado ou detalhado, quatro eixos se destacam. O primeiro &eacute; a <strong>evolu&ccedil;&atilde;o da dupla de protagonistas</strong>: Jason e Lucia podem explorar o mundo e cometer crimes juntos, e <a href="https://canaltech.com.br/games/rockstar-detalha-como-jogador-fara-troca-entre-jason-e-lucia-em-gta-6/">o quanto o jogador investe nessa rela&ccedil;&atilde;o afeta como a hist&oacute;ria se desenrola</a> &mdash; um passo al&eacute;m da simples altern&acirc;ncia entre personagens de GTA V.&nbsp;</p>
<p>O segundo &eacute; a <strong>rea&ccedil;&atilde;o social mais sofisticada</strong>: NPCs argumentam, atacam, fogem e <a href="https://canaltech.com.br/games/npcs-de-gta-6-conversarao-entre-si-e-vao-espalhar-fofocas-pelo-mapa/">at&eacute; deduram suas a&ccedil;&otilde;es &agrave; pol&iacute;cia, dependendo do contexto</a>. Falando nos policiais, eles passar&atilde;o a rastrear descri&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas &mdash; roupas, ve&iacute;culo, se os dois protagonistas foram vistos juntos &mdash;, o que tornar&aacute; a troca de roupa ou separa&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria da dupla uma t&aacute;tica vi&aacute;vel de fuga.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Em GTA 6, NPCs reagiram de acordo com as a&ccedil;&otilde;es que o jogador tomar com os protagonistas" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/7oFSqCpa1eauH8YV6tS4sKENcGs=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/e29324ee-6a93-4946-b27e-948d9795add4.jpg" width="1633" height="919" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="download (4)"></figure>
<p>O terceiro eixo &eacute; a&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/games/gta-6-como-nivel-de-procurado-de-6-estrelas-vai-impactar-gameplay/"><strong>criminalidade mais contextual</strong></a>, simbolizada pelo <a href="https://canaltech.com.br/games/conheca-os-4-niveis-do-perfil-criminal-de-jason-e-lucia-em-gta-6/">chamado Perfil Criminal</a>: um sistema que ir&aacute; acompanhar o padr&atilde;o de comportamento do jogador ao longo do tempo, e n&atilde;o apenas o n&iacute;vel de procurado do momento &mdash; <a href="https://canaltech.com.br/games/pequenos-habitos-e-gestos-mudarao-rumo-da-historia-de-gta-6/">viol&ecirc;ncia desnecess&aacute;ria vai pesar contra o jogador, enquanto pequenos gestos, como descartar o pr&oacute;prio lixo, podem pesar a favor</a>.&nbsp;</p>
<p>O quarto &eacute; o <strong>cotidiano elevado a sistema jog&aacute;vel</strong>: reabastecer o carro segurando o bot&atilde;o por cerca de dez segundos no posto, recuperar ve&iacute;culos abandonados atrav&eacute;s de um servi&ccedil;o de entrega fict&iacute;cio, <a href="https://canaltech.com.br/games/gta-6-roubar-dirigir-carros-mudancas/">roubar carros por m&eacute;todos diferentes conforme o modelo</a>, com consequ&ecirc;ncias distintas para o Perfil Criminal dependendo da abordagem escolhida.</p>
<p>Ao que tudo indica, GTA VI n&atilde;o vai introduzir um &uacute;nico sistema definidor, como aconteceu em GTA III com o 3D ou GTA IV com a f&iacute;sica procedural, mas sim dar densidade e interligar sistemas que a pr&oacute;pria franquia j&aacute; vinha construindo h&aacute; d&eacute;cadas &mdash; reputa&ccedil;&atilde;o, rea&ccedil;&atilde;o policial, customiza&ccedil;&atilde;o, consequ&ecirc;ncia comportamental.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Jason e Lucia ter&atilde;o uma din&acirc;mica bastante particular, estreando um novo sistema na franquia GTA" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/d0clXO5sdbaiBVXKjXAoyZDbfQA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/728a63df-ee50-4cef-8950-e26f4314d7c5.jpg" width="3840" height="2160" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="download"></figure>
<p>Mas ser&aacute; que isso vai ser suficiente para justificar o mesmo tipo de salto que GTA III, San Andreas, GTA IV e GTA V representaram em seus respectivos lan&ccedil;amentos?</p>
<h2><strong>O que GTA precisa provar agora</strong></h2>
<p>Ent&atilde;o voltamos &agrave; pergunta que abriu esta mat&eacute;ria: como uma s&eacute;rie que come&ccedil;ou com carrinhos vistos de cima virou a principal refer&ecirc;ncia t&eacute;cnica, comercial e criativa do mundo aberto?&nbsp;</p>
<p>A resposta n&atilde;o est&aacute; em nenhum sistema isolado. N&atilde;o &eacute; o 3D de GTA III, nem a f&iacute;sica de GTA IV, nem os tr&ecirc;s protagonistas de GTA V&hellip; &Eacute; a <strong>capacidade que a Rockstar </strong>desenvolveu, jogo ap&oacute;s jogo, de pegar tecnologias, sistemas e ideias que nada tinham a ver entre si (motor gr&aacute;fico, trilha sonora licenciada, f&iacute;sica procedural, economia de servidor compartilhado) e<strong> fazer tudo parecer parte do mesmo mundo</strong>, coerente o suficiente para que o jogador nunca sinta as costuras.</p>
<p>&Eacute; esse ac&uacute;mulo, e n&atilde;o uma &uacute;nica sacada de g&ecirc;nio, que explica por que GTA hoje ocupa o lugar que ocupa. E &eacute; esse mesmo ac&uacute;mulo que cria a armadilha espec&iacute;fica de GTA VI. Hoje, toda a ind&uacute;stria de games opera, em alguma medida, dentro de uma linguagem que a pr&oacute;pria Rockstar ajudou a popularizar desde 2001. Isso significa que GTA VI enfrenta um problema que GTA III nunca precisou enfrentar: como revolucionar um g&ecirc;nero cujas regras a pr&oacute;pria franquia ajudou a escrever?</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; resposta poss&iacute;vel antes de jogarmos o game em 19 de novembro. Mas temos uma boa ideia de que algo grandioso est&aacute; vindo a&iacute;. Basta olhar tudo o que os GTA anteriores j&aacute; fizeram at&eacute; chegarmos aqui.</p>
<p>Tem um PlayStation 5 ou Xbox Series e mal v&ecirc; a hora de GTA 6 estrear? Veja a <a href="https://canaltech.com.br/games/que-horas-gta-6-sera-lancado-no-brasil/">hora que o jogo ser&aacute; lan&ccedil;ado no Brasil</a>. Tem um PC? Ent&atilde;o voc&ecirc; <a href="https://canaltech.com.br/games/por-que-gta-6-pode-demorar-para-chegar-ao-pc/">provavelmente vai ter que esperar&nbsp;bastante tempo para poder jogar GTA 6</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/historia-evolucao-franquia-gta/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/games/historia-evolucao-franquia-gta/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 10:58:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Jones Oliveira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Jones Oliveira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Quando estreia a temporada 4 de Silo? Trailer revela data, e não vai demorar]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Sem perder tempo, a Apple TV aproveitou o lan&ccedil;amento do epis&oacute;dio final da terceira temporada de <strong>Silo </strong>para refor&ccedil;ar que o quarto ano do programa j&aacute; est&aacute; garantido. Definida como o &uacute;ltimo cap&iacute;tulo, a continua&ccedil;&atilde;o da jornada de Juliette (Rebecca Ferguson) ainda ganhou uma<strong> data de estreia</strong> e um <strong>teaser in&eacute;dito</strong>.&nbsp;</p>
<p>Lan&ccedil;ada em 2023, Silo conquistou o cora&ccedil;&atilde;o dos f&atilde;s de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica com uma realidade dist&oacute;pica, onde apenas 10 mil pessoas restantes no planeta vivem em abrigos subterr&acirc;neos depois que uma cat&aacute;strofe deixou a Terra in&oacute;spita.</p>
<p>Inspirada na obra liter&aacute;ria do escritor Hugh Howey, a s&eacute;rie chamou a aten&ccedil;&atilde;o pelos <strong>segredos intrigantes </strong>envolvendo a constru&ccedil;&atilde;o desses silos, assim como as motiva&ccedil;&otilde;es sombrias por tr&aacute;s do confinamento das pessoas em bunkers.&nbsp;</p>
<p>Tais enigmas come&ccedil;aram a ser elucidados justamente na terceira temporada, que contou com algumas revela&ccedil;&otilde;es interessantes que devem repercutir no vindouro cap&iacute;tulo final do programa.</p>
<h2>Teaser confirma data de estreia da temporada 4 de Silo</h2>
<p>Para quem achou que iria ficar anos esperando por respostas, a Apple TV tem uma &oacute;tima not&iacute;cia para voc&ecirc;: a <strong>temporada 4 de Silo estrei no dia&nbsp;9 de julho de 2027</strong>, praticamente um ano depois da estreia do terceiro cap&iacute;tulo.&nbsp;</p>
<p>A confirma&ccedil;&atilde;o pegou os f&atilde;s de surpresa, especialmente considerando que alguns programas do streaming, como <strong>Ruptura</strong>, demoram para lan&ccedil;ar novas temporadas na plataforma. No caso de Silo, a rapidez na estreia tem rela&ccedil;&atilde;o com o fato de que a <strong>quarta temporada foi gravada poucos meses depois da finaliza&ccedil;&atilde;o da terceira</strong>, antecipando esse processo.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Temporada final de Silo j&aacute; tem data para estrear na Apple TV." data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Apple TV" src="https://tl.ctcdn.com.br/gvp8YJA7JOe3BFnmwsbnwIfdoEo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/64cea576-f442-4784-a2d5-ca40180605dd.png" width="1200" height="675" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="silo apple tv"></figure>
<p>Diante desse cen&aacute;rio, n&atilde;o ser&aacute; necess&aacute;rio esperar tanto tempo para finalmente descobrir o que vai acontecer com Juliette e companhia, assim como obter respostas sobre o que realmente est&aacute; por tr&aacute;s da manuten&ccedil;&atilde;o dos bunkers.&nbsp;</p>
<p>A pr&eacute;via, por sua vez, faz uma mistura entre uma <strong>retrospectiva </strong>dos epis&oacute;dios finais da terceira temporada e<strong> imagens in&eacute;ditas </strong>do que vem por a&iacute;, como cenas de uma rebeli&atilde;o e sequ&ecirc;ncias que parecem mostrar mais do que aconteceu antes da popula&ccedil;&atilde;o se abrigar nos silos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8Yq7dvVINpY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Lembrando que as tr&ecirc;s temporadas de Silo est&atilde;o completas no cat&aacute;logo da Apple TV. Enquanto voc&ecirc; espera pelo cap&iacute;tulo final da s&eacute;rie, aproveite para saber <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/silo-o-que-mudou-na-3-temporada-em-relacao-aos-livros/">o que mudou na 3&ordf; temporada de Silo em rela&ccedil;&atilde;o aos livros? Veja 4 diferen&ccedil;as</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/entretenimento/quando-estreia-temporada-4-de-silo/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/entretenimento/quando-estreia-temporada-4-de-silo/</guid>
    <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 10:30:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Review Asrock Phantom Gaming | Testamos monitor OLED que troca 4K por 480 Hz num clique]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Um monitor <strong>OLED</strong> &eacute; o sonho de consumo de muitos gamers, especialmente de PC. Esse painel entrega a melhor qualidade de imagem, tempo de resposta quase nulo, taxa de atualiza&ccedil;&atilde;o muito alta e uma s&eacute;rie de outras vantagens. Cada fabricante integra a tecnologia do seu modo, <a href="https://canaltech.com.br/monitores/analise/review-monitor-alienware-aw2725q/">alguns com qualidade extrema</a>, al&eacute;m de <a href="https://canaltech.com.br/hardware/review-samsung-odyssey-g9/">formatos que v&atilde;o al&eacute;m do tradicional</a> e telas planas grandes, como &eacute; o caso do <strong>ASRock Phantom Gaming PGO32UFS</strong>.</p>
<p>Esse modelo tem diferentes tecnologias essenciais para os gamers, como um modo duplo que foca em maior resolu&ccedil;&atilde;o e menos velocidade ou o contr&aacute;rio,&nbsp;<strong>chegando a quase 500 Hz</strong>, al&eacute;m de alta resolu&ccedil;&atilde;o e, claro, uma tela OLED. Mas vamos ver se todo o conjunto &eacute; realmente bom.</p>
<h2>Pr&oacute;s</h2>
<ul>
<li>Tela WOLED de qualidade</li>
<li>Tratamento antirreflexo fosco que funciona</li>
<li>Boa densidade de pixels para uma tela de 32"</li>
<li>Modo duplo de opera&ccedil;&atilde;o</li>
<li>Muitas conex&otilde;es</li>
<li>Suporte a antena Wi-Fi</li>
<li>Bom leque de ajustes</li>
<li>Base ocupa pouco espa&ccedil;o</li>
</ul>
<h2>Contras</h2>
<ul>
<li>Ilumina&ccedil;&atilde;o traseira limitada</li>
<li>HDR com cores lavadas</li>
<li>Pouco brilho</li>
<li>Alto-falantes fracos</li>
</ul>
<h2>Design e constru&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>O monitor ASRock PGO32UFS tem uma <strong>base relativamente pequena para um monitor de 32 polegadas</strong>. Na verdade, eu j&aacute; vi bases maiores em monitores menores. Isso &eacute; um ponto positivo, j&aacute; que sobra espa&ccedil;o na sua mesa. Feita de a&ccedil;o, a base tem duas pernas relativamente finas e no meio delas, uma logo da linha Phantom Gaming, que s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel ser vista em determinados &acirc;ngulos. Eu particularmente at&eacute; esqueci que ela existe de t&atilde;o apagada que &eacute;.</p>
<p>O destaque da estrutura desse monitor &eacute; o <strong>suporte a antenas de Wi-Fi</strong>. Se voc&ecirc; tem uma placa-m&atilde;e com essa tecnologia, &eacute; poss&iacute;vel conectar o cabo que vem com o monitor na sa&iacute;da da placa e a outra ponta na conex&atilde;o que existe na base. Isso faz com que a capacidade de capta&ccedil;&atilde;o do sinal sem fio seja maior do que as antenas que v&ecirc;m na caixa das placas-m&atilde;e conseguem oferecer. <strong>Caso seu roteador fique longe do PC, essa &eacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o</strong>.</p>
<gallery id="733ac672-2ce3-435b-8e40-d1631fc08cce" contenteditable="false" data-gal-decorating="0" data-gal-decorated="1"></gallery>
<p>Algo que me agradou muito nesse monitor s&atilde;o os&nbsp;<strong>ajustes ergon&ocirc;micos</strong>. A tela pode ser ajustada na sua altura, no &acirc;ngulo (horizontal e vertical) e no seu eixo (giro), embora essa &uacute;ltima seja de poucos cent&iacute;metros, ou seja, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel deixar a tela na vertical. Mesmo assim, &eacute; um monitor completo nesse quesito.</p>
<p>O que deixa a desejar, no entanto, &eacute; <strong>a ilumina&ccedil;&atilde;o traseira, que nem &eacute; forte e s&oacute; oferece as cores vermelha, veerde e azul, caso queira o modo est&aacute;tico</strong>. Os outros dois modos, Deslocar e Respirar, ficam alterando a intensidade dessas cores em vez de oferecer uma variedade RGB.</p>
<h2>Tela e qualidade de imagem</h2>
<p>Quando falamos de um monitor OLED, a tela passa a ser o maior destaque, por mais que o modelo ofere&ccedil;a outras tecnologias. Os ajustes de f&aacute;brica da ASRock s&atilde;o &oacute;timos, melhores do que os oferecidos pela Samsung e pelo seu Odyssey G9 gigante. <strong>Mesmo sendo um WOLED, as cores ainda s&atilde;o vivas e o preto, como costuma acontecer em qualquer OLED, &eacute; profundo</strong>.</p>
<p>Por&eacute;m <strong>o brilho &eacute; relativamente fraco para uma tela desse tamanho e nem o HDR resolve essa quest&atilde;o</strong>. Na verdade, <strong>ativar a tecnologia deixa as cores mais lavadas</strong> e isso &eacute; algo que voc&ecirc; n&atilde;o quer em uma tela OLED. No modo normal, com poucos ajustes no menu, &eacute; poss&iacute;vel ter preto profundo e cores vivas. Seja um jogo colorido ou com foco na escurid&atilde;o, voc&ecirc; estar&aacute; bem suprido.</p>
<gallery id="6d65c8fe-5017-4b6e-9b7f-74c3e60d8f09" contenteditable="false" data-gal-decorating="0" data-gal-decorated="1"></gallery>
<p>Apesar de ser uma tela de 32 polegadas, <strong>a densidade de pixels &eacute; boa por conta da resolu&ccedil;&atilde;o 4K</strong>. A ASRock n&atilde;o divulga o n&uacute;mero exato, mas esse conjunto <strong>deve entregar cerca de 137 pixels por polegada</strong>. Isso significa que voc&ecirc; n&atilde;o ver&aacute; serrilhado nos caracteres e logos quando estiver trabalhando e navegando.</p>
<p>O <strong>modo duplo de opera&ccedil;&atilde;o &eacute; muito interessante</strong> se voc&ecirc; &eacute; realmente entusiasta de jogos competitivos com foco em velocidade, como muitos FPS, <strong>e consegue aguentar a resolu&ccedil;&atilde;o 1920x1080 em uma tela desse tamanho</strong>. A queda brutal na qualidade de imagem &eacute; compensada por uma t<strong>axa de atualiza&ccedil;&atilde;o de 480 Hz</strong>, se voc&ecirc; tiver um PC forte o suficiente para empurrar essa quantidade de FPS. O legal desse modo &eacute; que ele <strong>pode ser ativado com um bot&atilde;o dedicado do monitor</strong>.</p>
<h2>Especifica&ccedil;&otilde;es do ASRock Phantom Gaming 32" WOLED</h2>
<h3>Tela</h3>
<ul>
<li>Tamanho: 31,5 polegadas</li>
<li>Tipo de Painel: WOLED</li>
<li>Resolu&ccedil;&atilde;o: Modo duplo: 4K e FullHD com o apertar de um bot&atilde;o</li>
<li>Propor&ccedil;&atilde;o de Tela: 16:9</li>
<li>Revestimento da Tela: Antirreflexo (fosco)</li>
</ul>
<h3>Desempenho</h3>
<ul>
<li>Taxa de Atualiza&ccedil;&atilde;o: 240 Hz em 4K e 480 Hz em FullHD</li>
<li>Tempo de Resposta: 0,03 ms (GTG)</li>
<li>Contraste: 1,500,000:1</li>
<li>Brilho: 275 nits (SDR Typ.) / 1300 nits (HDR Peak)</li>
<li>Tecnologia de Sincroniza&ccedil;&atilde;o: AMD FreeSync Premium Pro</li>
</ul>
<h3>Cor e imagem</h3>
<ul>
<li>Gama de Cores: CDI-P3 99%</li>
<li>Profundidade de Cor: 1 bilh&atilde;o de cores</li>
<li>Suporte a HDR: HDR True Black 400</li>
</ul>
<h3>Conectividade</h3>
<ul>
<li>Portas de V&iacute;deo: 2 x DisplayPort 1.4 e 2 x HDMI 2.1</li>
<li>Portas USB: 1x Tipo-C 3.2 Gen 1, 3x Tipo-A 3.2 Gen 1 e 1x Tipo-B 3.2 Gen 1</li>
<li>Conector de energia</li>
<li>Conector de fone de ouvido</li>
</ul>
<h3>Recursos e informa&ccedil;&otilde;es adicionais</h3>
<ul>
<li>Redu&ccedil;&atilde;o de Luz Azul: Sim</li>
<li>Ajustes Ergon&ocirc;micos: Altura, inclina&ccedil;&atilde;o, rota&ccedil;&atilde;o e &acirc;ngulo</li>
<li>Picture in Picture: N&atilde;o</li>
<li>Montagem VESA: Compat&iacute;vel com 100 mm x 100 mm</li>
<li>Black Equalizer: Sim</li>
<li>Alto-falantes: 2x de 5W</li>
<li>Consumo de energia: 235W (m&aacute;ximo)</li>
</ul>
<h3>Dimens&otilde;es e peso</h3>
<ul>
<li>Dimens&otilde;es com base: 71,5 cm de largura x 28 cm de profundidade x 60,2 mm de altura</li>
<li>Peso com base: 6,3 kg</li>
<li>Peso sem base: 4,1 kg</li>
</ul>
<h2>Usabilidade</h2>
<p>O monitor da ASRock &eacute; <strong>f&aacute;cil de ser montado, &eacute; relativamente leve para o seu tamanho e n&atilde;o ocupa espa&ccedil;o na mesa por conta do tamanho da sua base</strong>. &Eacute; poss&iacute;vel ajustar a tela sem toc&aacute;-la diretamente por causa das suas bordas (afinal, OLED e digitais n&atilde;o d&atilde;o certo). O que me incomodou no uso &eacute; a posi&ccedil;&atilde;o dos&nbsp;<strong>bot&otilde;es do menu, que ficam na lateral direita e a 5 cm da borda</strong>. Como n&atilde;o &eacute; algo que precisamos acessar com frequ&ecirc;ncia, n&atilde;o se torna um ponto negativo de destaque.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Esse monitor da ASRock &eacute; bem suprido com conex&otilde;es diversas" data-creditos="Raphael Giannotti/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/0wp-ZLeCVLsznmQo0brOO2QW_cI=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/a767a408-f9e4-4f0b-8b21-12391b5d9871.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="asrock-phantom-gaming (50)"></figure>
<h2>Concorrentes</h2>
<p>No momento da publica&ccedil;&atilde;o dessa an&aacute;lise, o ASRock Phantom Gaming PGO32UFS <strong>encontra-se indispon&iacute;vel</strong> no mercado brasileiro, mas seu &uacute;ltimo pre&ccedil;o foi de <strong>R$ 8.000</strong>. Baseados nessa faixa, trazemos aqui outras op&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis hoje no mercado.</p>
<p>A primeira indica&ccedil;&atilde;o fica para o <strong>Alienware AWw3225QF</strong>, um monitor curvo (1700R) de 32 polegadas, com resolu&ccedil;&atilde;o 4K e painel QD-OLED. Ele tamb&eacute;m oferece taxa de 240 Hz e 0,03 ms de tempo de resposta. Seu pre&ccedil;o normal &eacute; <strong>em torno de R$ 7.800</strong>, mas ele pode ser encontrado <strong>em promo&ccedil;&otilde;es por cerca de R$ 6.800</strong>.</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Monitor-Gamer-Alienware-QD-OLED-AW3225QF/dp/B0CVQGSRZ9?&amp;tag=canaltech-ofertas-20">Compre o monitor Alienware AWw3225QF</a></p>
<p>Minha outra indica&ccedil;&atilde;o &eacute; o <strong>Samsung Odyssey G8</strong>. Esse &eacute; um monitor QD-OLED de 32 polegadas, tela plana, que se beneficia da velocidade desse painel tamb&eacute;m. Ele custa um pouco mais, chegando a <strong>R$ 8.500</strong>.</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Samsung-LS32FG810SNXZD-Odyssey-OLED-G8/dp/B0F8W8PQXJ?&amp;tag=canaltech-ofertas-20">Compre o monitor Samsung Odyssey G8</a></p>
<h2>Vale a pena comprar o ASRock Phantom Gaming PGO32UFS?</h2>
<p>Considerando que esse monitor volte ao mercado logo, <strong>ele se tornaria uma op&ccedil;&atilde;o mais interessante abaixo de R$ 7.000</strong>, j&aacute; que as minhas duas indica&ccedil;&otilde;es, entre outras, entregam constru&ccedil;&atilde;o de qualidade maior, al&eacute;m de uma tela superior por um pre&ccedil;o similar.</p>
<p>Ent&atilde;o, quando decidir comprar um monitor OLED com tela grande, procure saber primeiro quanto est&aacute; custando este modelo da ASRock, j&aacute; que ele oferece um bom conjunto em geral.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/hardware/review-asrock-phantom-gaming-32/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/hardware/review-asrock-phantom-gaming-32/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Raphael Giannotti]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Raphael Giannotti]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Você sabe por que sedans não têm limpador no vidro traseiro?]]></title>
    <description><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">Quem est&aacute; <strong>acostumado com carros hatch e SUVs</strong> provavelmente j&aacute; percebeu uma <strong>diferen&ccedil;a curiosa</strong> ao olhar para<strong> um sedan</strong>: <strong>o vidro traseiro normalmente n&atilde;o tem limpador</strong>. Em <strong>dias de chuva</strong>, isso pode chamar ainda mais aten&ccedil;&atilde;o, principalmente quando o motorista v&ecirc; outros ve&iacute;culos acionando a <strong>palheta traseira</strong>.</p>
<p>A <strong>aus&ecirc;ncia do equipamento</strong> n&atilde;o significa que as montadoras simplesmente tenham decidido economizar uma pe&ccedil;a. <strong>Existe uma</strong> <strong>explica&ccedil;&atilde;o</strong> ligada ao <strong>formato da carroceria, &agrave; aerodin&acirc;mica e &agrave; maneira como o ar circula pela parte traseira do ve&iacute;culo</strong>. Por isso, a solu&ccedil;&atilde;o adotada nos sedans &eacute; diferente daquela encontrada em carros com traseira mais vertical.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Explica&ccedil;&atilde;o para aus&ecirc;ncia do limpador em sedans &eacute; puramente f&iacute;sica" data-creditos="Rana Singh/Unsplash/CC" src="https://tl.ctcdn.com.br/N4-C__ICRIAuAqHO91SKnOc3OlU=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0263c281-0755-43e4-8fc8-66e710de0ff8.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Sedan vidro traseiro"></figure>
<p>Mas por que isso acontece? E por que um hatch precisa de limpador traseiro enquanto um sedan geralmente consegue dispens&aacute;-lo? A resposta est&aacute; justamente na intera&ccedil;&atilde;o entre <strong>vento, &aacute;gua e desenho da carroceria</strong>.</p>
<h2>Aerodin&acirc;mica explica a aus&ecirc;ncia do limpador traseiro</h2>
<p>Nos sedans, o v<strong>idro traseiro fica inclinado e integrado a uma tampa do porta-malas</strong> que forma uma esp&eacute;cie de prolongamento da carroceria. Quando o ve&iacute;culo est&aacute; em movimento, o fluxo de ar passa pela superf&iacute;cie e ajuda a evitar que uma quantidade significativa de &aacute;gua permane&ccedil;a acumulada no vidro.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Aerodin&acirc;mica permite que sedans n&atilde;o tenham limpador traseiro" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Mercedes-Benz" src="https://tl.ctcdn.com.br/059LqCHZJML5bP9eMeXwgF96Qf8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/04d6a167-2a3a-44f5-97e8-dd62bdb47b68.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Sedan sem limpador mercedes ci&ecirc;ncia"></figure>
<p>O <strong>desenho tamb&eacute;m interfere na maneira como a sujeira chega &agrave; superf&iacute;cie</strong>. Em carros com traseira mais vertical, como hatchbacks, o ar que passa pela carroceria pode criar uma regi&atilde;o de turbul&ecirc;ncia atr&aacute;s do ve&iacute;culo. Essa &aacute;rea de baixa press&atilde;o favorece o ac&uacute;mulo de <strong>&aacute;gua, poeira e sujeira no vidro traseiro</strong>, tornando o limpador necess&aacute;rio para manter a visibilidade.</p>
<h2>Por que hatchbacks precisam mais do limpador traseiro?</h2>
<p>Nos hatchbacks, <strong>o vidro traseiro costuma ficar mais pr&oacute;ximo da posi&ccedil;&atilde;o vertical</strong>. O fluxo de ar n&atilde;o consegue "varrer" a superf&iacute;cie da mesma maneira que acontece em um sedan. Como resultado, a &aacute;gua da chuva e part&iacute;culas presentes na estrada podem se depositar com maior facilidade no vidro.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Carros com carroceria hatchback precisam do limpador traseiro" data-creditos="Luke Muller/Unsplash/CC" src="https://tl.ctcdn.com.br/JThfRHCaI0pGSfgJ9_7tmX0UxwA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d0341273-2534-44a7-93d8-0ee039679cb3.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Carro hatchback"></figure>
<p>&Eacute; por isso que o <strong>limpador traseiro &eacute; t&atilde;o comum em hatchbacks, peruas e SUVs</strong>. A configura&ccedil;&atilde;o da carroceria favorece o ac&uacute;mulo de sujeira e exige uma solu&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para garantir a visibilidade do motorista. Nos sedans, por outro lado, o desenho da traseira normalmente reduz esse problema a ponto de a palheta n&atilde;o ser necess&aacute;ria.</p>
<h2>Ent&atilde;o um sedan nunca precisa de limpador traseiro?</h2>
<p>Embora seja raro, <strong>existem exce&ccedil;&otilde;es</strong>. A presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia do equipamento depende principalmente do <strong>projeto aerodin&acirc;mico de cada carro</strong>, e n&atilde;o de uma regra que determine que sedans n&atilde;o podem ter limpador traseiro.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Alguns sedans experimentaram o limpador traseiro, mas s&atilde;o exce&ccedil;&otilde;es" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Mitsubishi" src="https://tl.ctcdn.com.br/tLuvVOhkdv3eMhGB_Dtk7M1kJx8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d8f05359-16ed-4bb2-a916-c482ae460e65.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Sedan limpador traseiro"></figure>
<p>A solu&ccedil;&atilde;o adotada pelas fabricantes busca&nbsp;<strong>equilibrar visibilidade, aerodin&acirc;mica, custo, peso e desenho da carroceria.</strong> Por isso, <strong>enquanto um hatch pode precisar da palheta</strong> para lidar com a sujeira acumulada durante a condu&ccedil;&atilde;o, o <strong>sedan consegue manter o vidro traseiro suficientemente limpo apenas com o fluxo de ar</strong> provocado pelo movimento do ve&iacute;culo.</p>
<p>Gostou dessa&nbsp;<strong>curiosidade do universo automotivo</strong>? Ent&atilde;o voc&ecirc; n&atilde;o pode deixar de conferir tamb&eacute;m <a href="https://canaltech.com.br/carros/5-mitos-automotivos-em-que-voce-precisa-parar-de-acreditar/" target="_blank" rel="noopener">quais s&atilde;o os 5 mitos automotivos em que voc&ecirc; precisa parar de acreditar</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/voce-sabe-por-que-sedans-nao-tem-limpador-no-vidro-traseiro/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/carros/voce-sabe-por-que-sedans-nao-tem-limpador-no-vidro-traseiro/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 20:01:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Paulo Amaral]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Paulo Amaral]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Mais do mesmo? 7 jogos atuais que elevaram os padrões da geração]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Uma das maiores reclama&ccedil;&otilde;es dos jogadores sobre a gera&ccedil;&atilde;o atual &eacute; a de que <strong>as desenvolvedoras ainda n&atilde;o conseguiram extrair toda a capacidade do PlayStation 5 e XBOX Series X</strong>. O salto geracional dos jogos tem ficado cada vez menos distante devido &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o exponencial das tecnologias que cercam os videogames.</p>
<p>A sensa&ccedil;&atilde;o que fica &eacute; a de que h&aacute; pouqu&iacute;ssimas melhorias no hardware atual em compara&ccedil;&atilde;o com o PlayStation 4 e o XBOX One. Se considerarmos que jogos como <strong>Gears 5, The Last of Us Part II e at&eacute; mesmo Red Dead Redemption 2 rodavam na gera&ccedil;&atilde;o anterior</strong>, realmente parece que estamos passando por um per&iacute;odo de defasagem brutal.</p>
<p>No entanto, alguns jogos lan&ccedil;ados ap&oacute;s 2020 conseguiram surpreender at&eacute; mesmo os mais c&eacute;ticos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gera&ccedil;&atilde;o do PS5 e XBOX Series, seja por apresentar gr&aacute;ficos de ponta ou usar e abusar de tecnologias como o SSD.<strong> Embora muitos ainda considerem a hist&oacute;ria de Velho Oeste de Arthur Morgan um marco imbat&iacute;vel</strong>, podemos colocar alguns t&iacute;tulos na mesma prateleira.</p>
<p>O Canaltech selecionou 7 exemplos de jogos impressionantes desta gera&ccedil;&atilde;o e subiram a r&eacute;gua para novos lan&ccedil;amentos. Alguns desses games sequer lan&ccedil;aram, <strong>mas j&aacute; prometem balan&ccedil;ar as estruturas da ind&uacute;stria</strong>. S&atilde;o eles:</p>
<ol>
<li>GTA 6</li>
<li>Gears of War: E-Day</li>
<li>Forza Horizon 6</li>
<li>Death Stranding 2: On the Beach</li>
<li>Hellblade II: Senua's Saga</li>
<li>Alan Wake II</li>
<li>Ratchet &amp; Clank: Rift Apart</li>
</ol>
<h2><strong>7. Ratchet &amp; Clank: Rift Apart</strong></h2>
<p>A gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; mostrou a que veio logo no primeiro ano de lan&ccedil;amentos. A Sony demonstrou todo o poderio do SSD do PlayStation 5 com <a href="https://canaltech.com.br/games/review-ratchet-clank-em-uma-outra-dimensao-186649/">Ratchet &amp; Clank: Rift Apart.</a> O jogo acompanha a dupla e a estreante Rivet, que precisam viajar entre dimens&otilde;es.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GffelVJeGws" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----></p>
<p>O jogo se destaca justamente pelas trocas bruscas de cen&aacute;rios e mundos inteiros sem qualquer tipo de carregamento, <strong>gra&ccedil;as ao SSD do console e ao excelente trabalho da Insomniac</strong>. Ratchet &amp; Clank: Rift Apart tamb&eacute;m foi muito elogiado pelos <a href="https://canaltech.com.br/consoles/como-desativar-os-efeitos-dos-gatilhos-no-controle-do-ps5/">gatilhos adapt&aacute;veis do DualSense</a>, sendo o melhor exemplo do uso desse recurso mesmo ap&oacute;s cinco anos do seu lan&ccedil;amento.</p>
<h2><strong>6. Alan Wake II</strong></h2>
<p>Demorou um pouco para vermos outro jogo de destaque que realmente elevasse o patamar da gera&ccedil;&atilde;o, em especial pelo fato do PlayStation 4 e o XBOX One seguirem recebendo suporte de novos jogos AAA. <a href="https://canaltech.com.br/games/review-alan-wake-2-268507/">Alan Wake II mudou esse cen&aacute;rio quando chegou em 2023</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dlQ3FeNu5Yw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-xbox-360-definiram-a-geracao/">A sequ&ecirc;ncia do cl&aacute;ssico cult do XBOX 360</a> usou e abusou de elementos de luz e sombra para entregar um visual espetacular, mesmo em uma estrutura mais linear. No PS5 e XBOX Series, <strong>Alan Wake II brilhou por integrar esses elementos a uma otimiza&ccedil;&atilde;o que garantiu jogatinas lisas</strong> e dire&ccedil;&atilde;o de arte marcante. No PC, o <a href="https://canaltech.com.br/hardware/quanto-custa-montar-um-pc-para-jogar-alan-wake-2-268213/">jogo virou sin&ocirc;nimo de benchmark</a> e exigiu especifica&ccedil;&otilde;es parrudas para qualquer um que tentasse rod&aacute;-lo na m&aacute;quina.</p>
<h2><strong>5. Hellblade II: Senua's Saga</strong></h2>
<p>A Ninja Theory ficou muito conhecida por sua capacidade t&eacute;cnica quando lan&ccedil;ou Hellblade em 2017<strong>. O jogo era descrito como um 'indie AAA'</strong> e apresentava a experimenta&ccedil;&atilde;o dos est&uacute;dios independentes aliada a um visual de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, algo que atraiu os olhos do XBOX. Na Microsoft, a desenvolvedora do Reino Unido tornou-se um verdadeiro polo de Pesquisa e Desenvolvimento, sendo reconhecida por seus feitos em fotogrametria, captura de movimento e gr&aacute;ficos de ponta.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VLXmOJLcd7s" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Toda essa expertise foi utilizada em<a href="https://canaltech.com.br/games/review-senuas-saga-hellblade-2-289909/"> Hellblade II: Senua's Saga</a>, que, embora divida opini&otilde;es entre os jogadores quanto a mec&acirc;nicas e gameplay, surpreendeu por sua qualidade gr&aacute;fica at&eacute; mesmo no XBOX Series S. <strong>A Ninja Theory usou e abusou de tecnologias da Unreal Engine 5, como Lumen e Nanite</strong>, para criar ambientes n&oacute;rdicos espetaculares.</p>
<h2><strong>4. Death Stranding 2: On the Beach</strong></h2>
<p><a href="https://canaltech.com.br/games/death-stranding-2-on-the-beach-vale-a-pena/">A geometria de Death Stranding 2: On the Beach realmente surpreendeu</a>. Diferentemente de jogos anteriores, a sequ&ecirc;ncia do jogo de Hideo Kojima &eacute; um mundo aberto que mant&eacute;m os gr&aacute;ficos nas alturas, mesmo no PlayStation 5 base.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4NSjsZcojMM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Death Stranding 2: On the Beach chegou ao topo quando o assunto s&atilde;o entregas gr&aacute;ficas de nova gera&ccedil;&atilde;o, a ponto de parecer um filme. <strong>&Eacute; dif&iacute;cil imaginar um jogo desse calibre rodando em sistemas mais fracos ou em consoles da gera&ccedil;&atilde;o anterior</strong>, tamanho o salto dado pela Kojima Productions.</p>
<h2><strong>3. Forza Horizon 6</strong></h2>
<p>A franquia Forza ganhou enorme renome desde que se dividiu entre Motorsport e Horizon, com esta &uacute;ltima adotando mundo aberto e um estilo mais arcade. Forza Horizon tem sido elogiada por sua qualidade gr&aacute;fica desde o primeiro t&iacute;tulo (e evolu&iacute;do a cada lan&ccedil;amento).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oYhaW-Vr4wg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://canaltech.com.br/games/review-forza-horizon-6/">Forza Horizon 6 leva a s&eacute;rie ao &aacute;pice ao apresentar o Jap&atilde;o como um espet&aacute;culo visual de tirar o f&ocirc;lego</a>. A Playground Games provou que consegue se superar ao entregar uma experi&ecirc;ncia graficamente fant&aacute;stica, <strong>incorporando elementos de Ray Tracing no XBOX Series X</strong>, em especial nos carros e nas rodovias japonesas. N&atilde;o &agrave; toa, Forza Horizon 6 &eacute; facilmente um dos fortes concorrentes a jogo da gera&ccedil;&atilde;o no XBOX.</p>
<h2><strong>2. Gears of War: E-Day</strong></h2>
<p>Apesar de ainda n&atilde;o estar nas prateleiras,<a href="https://canaltech.com.br/games/gears-of-war-e-day-no-pc-veja-requisitos-para-jogar/"> Gears of War: E-Day promete entregar uma experi&ecirc;ncia t&eacute;cnica robusta</a>, em especial por vir da The Coalition, que, assim como a Ninja Theory, tem um pedigree tecnol&oacute;gico de tirar o chap&eacute;u.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yAWz9IIQvt0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O est&uacute;dio especializado em Unreal Engine 5 atuou como suporte para outros projetos do XBOX, entre eles Indiana Jones and the Great Circle. Em apresenta&ccedil;&otilde;es, entrevistas e eventos, a <strong>The Coalition confirmou tecnologias como Lumen, Nanite e microdestrui&ccedil;&atilde;o em tempo real</strong>, o que deve dar a Gears of War: E-Day uma pegada realista e destrutiva exemplar.</p>
<h2><strong>1. GTA 6</strong></h2>
<p>O jogo mais impressionante da gera&ccedil;&atilde;o, no entanto, est&aacute; por vir em novembro. Ap&oacute;s entregar com excel&ecirc;ncia Red Dead Redemption 2, que at&eacute; hoje impressiona por seu n&iacute;vel de detalhes e gr&aacute;ficos mesmo oito anos ap&oacute;s o seu lan&ccedil;amento, <strong>a Rockstar Games pode estar se preparando para lan&ccedil;ar o t&iacute;tulo mais tecnicamente formid&aacute;vel de todos os tempos</strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VQRLujxTm3c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://canaltech.com.br/games/gta-6-olhar-estendido-10-novidades-netflix/">O trailer de GTA 6 na Netflix refor&ccedil;a todo o carinho e n&iacute;vel de detalhes </a>que a Rockstar Games emprega em seus games, desde a fidelidade visual fant&aacute;stica, espa&ccedil;o urbano imenso, troca de personagens ultrarr&aacute;pida, captura de movimentos, enfim a lista &eacute; longa. O jogo promete mesclar GTA 5 e Red Dead Redemption 2 em um jogo de a&ccedil;&atilde;o que promete marcar toda a gera&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/jogos-atuais-que-elevaram-padroes-da-geracao/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/games/jogos-atuais-que-elevaram-padroes-da-geracao/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 19:30:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Como a IA pode impactar negativamente as Eleições 2026]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A intelig&ecirc;ncia artificial &eacute; um ponto de aten&ccedil;&atilde;o muito importante nas Elei&ccedil;&otilde;es Gerais de 2026 no Brasil. Cada vez mais enraizada na rotina digital dos brasileiros, a tecnologia &eacute; usada para checar not&iacute;cias e criar conte&uacute;dos, mas tamb&eacute;m <strong>apresenta potencial negativo durante o pleito</strong>.</p>
<p>A IA j&aacute; era presente durante as elei&ccedil;&otilde;es municipais de 2024, mas esta &eacute; a&nbsp;<strong>primeira vez que aparece como protagonista</strong> no processo para eleger presidente, deputados, governador e senadores. Vale lembrar que o ChatGPT (que marca o in&iacute;cio da era da IA generativa) foi lan&ccedil;ado ap&oacute;s o segundo turno das elei&ccedil;&otilde;es de 2022.</p>
<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) j&aacute; <a href="https://canaltech.com.br/mercado/tse-proibe-chatgpt-gemini-e-outras-ias-de-indicar-candidatos-em-2026/" target="_blank" rel="noopener">estabeleceu regras sobre o uso dos assistentes durante as elei&ccedil;&otilde;es</a>, mas ainda existem preocupa&ccedil;&otilde;es sobre fake news e outros impactos negativos.&nbsp;</p>
<h2>Quais riscos a IA pode apresentar nas elei&ccedil;&otilde;es?</h2>
<p>O principal problema envolve a desinforma&ccedil;&atilde;o. Conte&uacute;dos falsos em per&iacute;odo eleitoral n&atilde;o s&atilde;o nenhuma novidade, mas a<strong> intelig&ecirc;ncia artificial consegue produzi-los em larga escala e ampliar a distribui&ccedil;&atilde;o</strong>.&nbsp;</p>
<p>Uma simples montagem em v&iacute;deo pode ser feita em alguns segundos e ser compartilhada nas redes sociais, por exemplo. Ainda que o post original seja derrubado, ainda abre brecha para que outros materiais do mesmo tipo sejam criados.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="IAs devem ser protagonistas para busca de informa&ccedil;&otilde;es nas elei&ccedil;&otilde;es deste ano" data-creditos="Andr&eacute; Magalh&atilde;es/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/j6S0md4xF0orJk9wsNCmtjII1G0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/951ba2b0-05a9-4d99-b31c-2c49bdf170b6.png" width="1200" height="675" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Conversa intelig&ecirc;ncia artificial ChatGPT"></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em conversa com o <strong>Canaltech</strong>, o Diretor S&ecirc;nior de IA e Inova&ccedil;&atilde;o da empresa de ciberseguran&ccedil;a Norton, Iskander Sanchez-Rola, explica que esse o ritmo acelerado das IAs &eacute; um problema no per&iacute;odo.</p>
<blockquote>
<p>"A IA mudou a velocidade e o alcance com que a desinforma&ccedil;&atilde;o pode se espalhar. Durante as elei&ccedil;&otilde;es, conte&uacute;dos enganosos podem ganhar aten&ccedil;&atilde;o rapidamente e influenciar a forma como as pessoas compreendem uma quest&atilde;o antes mesmo de terem a chance de verificar as informa&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Isso torna ainda mais importante fazer uma pausa antes de compartilhar algo, verificar de onde veio a informa&ccedil;&atilde;o e conferir se outras fontes confi&aacute;veis est&atilde;o divulgando o mesmo conte&uacute;do. Uma regra simples: se voc&ecirc; n&atilde;o consegue verificar a informa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o tenha pressa em compartilh&aacute;-la".</p>
</blockquote>
<h3>Lado positivo da tecnologia</h3>
<p>Por mais contradit&oacute;rio que pare&ccedil;a, a pr&oacute;pria IA &eacute; uma forma de ajudar a combater a desinforma&ccedil;&atilde;o gerada pela tecnologia. Ainda que os assistentes n&atilde;o possam sugerir nomes de pol&iacute;ticos, eles podem ser usados para verificar not&iacute;cias e confirmar se um fato &eacute; real.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Ela pode ajudar a explicar o que est&aacute; sendo dito, destacar detalhes que merecem uma an&aacute;lise mais cuidadosa e indicar fontes que as pessoas podem consultar e verificar por conta pr&oacute;pria. Isso pode ser especialmente &uacute;til quando o volume de informa&ccedil;&otilde;es &eacute; t&atilde;o grande que se torna dif&iacute;cil analisar cada afirma&ccedil;&atilde;o em profundidade&rdquo;, refor&ccedil;a o Diretor de IA e Inova&ccedil;&atilde;o da Norton, Iskander Sanchez-Rola.</p>
</blockquote>
<p>O Gemini, por exemplo, permite verificar se um v&iacute;deo ou imagem foi criado com intelig&ecirc;ncia artificial do Google, enquanto o <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/claude-como-funciona-sistema-que-dedura-quem-cria-texto-com-ia/" target="_blank" rel="noopener">Claude pode incluir uma marca d&rsquo;&aacute;gua invis&iacute;vel em textos</a>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Ferramentas de IA podem criar conte&uacute;do enganoso, mas tamb&eacute;m servem para checagem de fatos" data-creditos="Jo&atilde;o Melo/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/GuHlIeHlJF65Bn9SHhUgVZ5n7Pk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/1846c6a3-4788-41d5-9a18-a48a3f18c13d.jpeg" width="4000" height="2252" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Chatbots de IA - Gemini Grok Claude ChatGPT"></figure>
<h2>Como n&atilde;o compartilhar conte&uacute;dos falsos feitos por IA</h2>
<p>Algumas dicas ajudam a identificar e restringir conte&uacute;dos enganosos feitos com IA durante esse per&iacute;odo. Confira:</p>
<ul>
<li>
<p>Verifique a mesma informa&ccedil;&atilde;o v&aacute;rias vezes antes de postar</p>
</li>
<li>
<p>Procure por poss&iacute;veis sinais de manipula&ccedil;&atilde;o na imagem</p>
</li>
<li>
<p>Consulte diferentes fontes sobre o mesmo tema</p>
</li>
<li>
<p>Tenha cuidado com links suspeitos e mensagens com senso de urg&ecirc;ncia</p>
</li>
</ul>
<p>Veja algumas <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/dicas-descobrir-se-texto-foi-escrito-por-ia/" target="_blank" rel="noopener">dicas para identificar se um texto foi gerado por IA</a>.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/como-a-ia-pode-impactar-negativamente-as-eleicoes-2026/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/como-a-ia-pode-impactar-negativamente-as-eleicoes-2026/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 19:00:04 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Como a Rockstar escolhe as músicas das radios de GTA?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A cr&iacute;tica ao padr&atilde;o de vida norte-americano, o humor &aacute;cido, as fugas, os delitos e o mundo aberto s&atilde;o alguns dos pilares da franquia GTA. Apesar de esses serem elementos primordiais da experi&ecirc;ncia da Rockstar desde o terceiro game numerado da s&eacute;rie, as m&uacute;sicas e esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio mant&ecirc;m GTA na cabe&ccedil;a de todos n&oacute;s.</p>
<p>A prova disso &eacute; GTA 5, que elevou a experi&ecirc;ncia de ouvir m&uacute;sica nos jogos com as esta&ccedil;&otilde;es Non-Stop-Pop FM, Rebel Radio, Los Santos Rock Radio, entre outras p&eacute;rolas.</p>
<p>A expectativa para a trilha sonora de GTA 6 &eacute; bem alta, e a Rockstar j&aacute; come&ccedil;ou a mexer os pauzinhos. A produtora j&aacute; reuniu uma playlist de respeito, de Phil Collins a Lil Wayne.</p>
<p>Mas, afinal, como a Rockstar escolhe as m&uacute;sicas licenciadas para as esta&ccedil;&otilde;es de GTA? Essa pergunta parece ser do tipo cuja resposta &eacute; regada a especula&ccedil;&otilde;es sem fim, mas n&atilde;o &eacute; o caso desta vez.</p>
<h2><strong>Como as r&aacute;dios surgiram em GTA?</strong></h2>
<p>Em entrevista &agrave; extinta revista brit&acirc;nica GamesTM em 2015, o ex-diretor de &aacute;udio da Rockstar North, Craig Conner, revelou os bastidores por tr&aacute;s da escolha das m&uacute;sicas e das esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio.</p>
<p>Conner trabalhou por quase duas d&eacute;cadas na produtora, sendo GTA 5 o seu &uacute;ltimo projeto. O ex-diretor revelou que as r&aacute;dios foram consideradas desde o primeiro game da franquia, embora tenha demorado um pouco para chegar ao patamar que conhecemos hoje: m&uacute;sicas licenciadas, autorais, DJs e at&eacute; qualidades de som diferentes (dependendo de quantos recursos cada emissora tem).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YYIBtojKDSc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>N&atilde;o &agrave; toa, o primeiro GTA, de 1997, &eacute; considerado por muitos como o primeiro videogame a integrar esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio. A evolu&ccedil;&atilde;o veio em GTA III, quando a Rockstar integrou programas, entrevistas e liga&ccedil;&otilde;es de ouvintes, tornando o recurso ainda mais realista.</p>
<h2><strong>Como a Rockstar escolhe as r&aacute;dios?</strong></h2>
<p>Apesar de parecer simples montar uma r&aacute;dio em um videogame &mdash; afinal, qual &eacute; a dificuldade de colocar v&aacute;rias m&uacute;sicas em sequ&ecirc;ncia nos carros? &mdash;, para a Rockstar, montar as esta&ccedil;&otilde;es em GTA &eacute; como &ldquo;pintar um quadro musical&rdquo;. A express&atilde;o foi utilizada por Ivan Pavlovich, diretor de m&uacute;sica e &aacute;udio da produtora (Red Dead Redemption 2, GTA Online e Midnight Club).</p>
<p>Ele explica que a Rockstar escolhe as m&uacute;sicas das esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio de forma que as faixas capturem o tempo e o lugar onde os jogos se passam. Por isso,<strong> os desenvolvedores optam por escolher artistas que tenham certa conex&atilde;o com as cidades retratadas</strong>, al&eacute;m de apresentar ao p&uacute;blico m&uacute;sicas que eles pr&oacute;prios amam.</p>
<p>Conner explica que a primeira etapa<strong> era identificar o estilo de cada esta&ccedil;&atilde;o e definir as faixas-&acirc;ncora</strong>, que determinam a identidade do canal. A partir dessas m&uacute;sicas, a Rockstar constru&iacute;a uma playlist completa que combinasse com a obra como um todo. A equipe fazia um sistema de 'beija, casa ou passa' com todas as faixas<strong> at&eacute; o &uacute;ltimo dia da entrega final</strong>, pr&aacute;tica que o pr&oacute;prio ex-diretor descreve como "bastante empolgante" em entrevista.</p>
<p>Toda essa preocupa&ccedil;&atilde;o com a trilha sonora nos jogos da franquia GTA n&atilde;o ficava apenas nas costas de compositores e profissionais de &aacute;udio. Pavlovich explica que todos os funcion&aacute;rios da Rockstar Games, <strong>desde os fundadores at&eacute; os cargos de entrada</strong>, importam-se profundamente com as m&uacute;sicas que entram para a sele&ccedil;&atilde;o final.</p>
<p>O trabalho da produtora ao definir as esta&ccedil;&otilde;es do jogo n&atilde;o ficava apenas na curadoria das m&uacute;sicas. Os desenvolvedores tamb&eacute;m fazem<strong> um estudo profundo do g&ecirc;nero de cada esta&ccedil;&atilde;o </strong>para torn&aacute;-las o mais aut&ecirc;nticas poss&iacute;vel, chegando a consultar especialistas e astros dos estilos. Muitas vezes, esses profissionais acabam entrando no jogo como DJs na r&aacute;dio que dominam.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="GTA 5 tem 21 esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Rockstar Games" src="https://tl.ctcdn.com.br/PVH_bl8a641sfRKJI0urpxh_MT4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/fd067a76-639d-4f5f-b0b3-b2181ff788b3.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Radios GTA 5"></figure>
<p>Conner foi ainda mais longe para garantir o realismo e a fidelidade das r&aacute;dios.<strong> Ele tentava recriar os sons das esta&ccedil;&otilde;es com base no or&ccedil;amento, perfil e audi&ecirc;ncia das esta&ccedil;&otilde;es</strong>, como acontece no mundo real. Isso afeta desde o estilo at&eacute; a qualidade do som de cada r&aacute;dio, digno do n&iacute;vel de detalhismo pelo qual a Rockstar &eacute; conhecida.</p>
<p>Para fechar com chave de ouro, assim que as esta&ccedil;&otilde;es eram refinadas, o cofundador da Rockstar, Sam Houser, nomeava pessoalmente cada uma. Logo depois, os devs gravavam as vinhetas e amarravam tudo em um pacote s&oacute;.</p>
<p>Assim surgiram r&aacute;dios lembradas pelos jogadores at&eacute; hoje, como as ic&ocirc;nicas <strong>Flash FM (GTA: Vice City), Radio Los Santos (GTA: San Andreas) ou a Non-Stop-Pop FM (GTA 5)</strong>. As m&uacute;sicas das r&aacute;dios de GTA marcaram gera&ccedil;&otilde;es e prometem seguir a mesma f&oacute;rmula em GTA 6.</p>
<p>O jogo sofreu com diversos vazamentos em agosto, incluindo informa&ccedil;&otilde;es sobre as r&aacute;dios e uma extensa playlist que provavelmente far&aacute; parte da trilha oficial.&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/games/playlist-de-respeito-gta-6-tem-de-phil-collins-a-lil-wayne-veja-lista-completa/">A playlist de respeito de GTA 6 inclui Phil Collins a Lil Wayne; veja a lista completa</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/como-a-rockstar-escolhe-as-musicas-das-radios-de-gta/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/games/como-a-rockstar-escolhe-as-musicas-das-radios-de-gta/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 18:30:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[10 HQs para ler antes de jogar Marvel's Wolverine]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A <strong>Insomniac Games</strong> prepara <strong>Marvel&rsquo;s Wolverine</strong> como uma abordagem in&eacute;dita do personagem, mas banhada em refer&ecirc;ncias e personagens conhecidos das HQs.</p>
<p>Nas pr&eacute;vias, podemos notar que her&oacute;is e vil&otilde;es como <strong>Jean Grey</strong>, <strong>M&iacute;stica,</strong> <strong>Omega Vermelho</strong> e outros far&atilde;o parte da narrativa &mdash; <strong>antes mesmo de os X-Men come&ccedil;arem a atuar</strong>.</p>
<p>Contudo, &eacute; poss&iacute;vel ler algumas das principais HQs da&nbsp;<strong>Marvel</strong> para compreender como a aventura de Logan se desenvolver&aacute; no <strong>PlayStation 5 </strong>no m&ecirc;s de setembro.</p>
<p>Confira <strong>10 HQs para ler antes de jogar <a href="https://canaltech.com.br/games/review-marvels-wolverine/">Marvel&rsquo;s Wolverine</a></strong>, que prometem trazer um aprofundamento maior no que vai encontrar na trama:</p>
<h2>10. Eu, Wolverine</h2>
<p>Em <strong>Eu, Wolverine</strong> (1982), &eacute; vista a primeira hist&oacute;ria solo do carcaju, que mostra uma viagem do mutante ao Jap&atilde;o para se reencontrar com o amor da sua vida. Por&eacute;m, seus planos s&atilde;o atrapalhados e ele enfrenta diversos obst&aacute;culos em terras nip&ocirc;nicas.</p>
<p>Com envolvimento de her&oacute;is como o Solaris e vil&otilde;es como o cl&atilde; do Tent&aacute;culo, ele encara muitos desafios para alcan&ccedil;ar uma paz que parece nunca estar dispon&iacute;vel para o super-her&oacute;i. &Eacute; uma das tramas mais emblem&aacute;ticas de Logan e abriu as portas para uma abordagem in&eacute;dita sobre o personagem.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Em Eu, Wolverine, vemos Logan encarar o Cl&atilde; do Tent&aacute;culo" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/wt0MRk3IXEMZ0BsxLXdHg5hxnCk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/5c40a549-16a6-48db-8918-e58fc1bf3e45.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img10"></figure>
<h2>9. Arma X</h2>
<p>Um verdadeiro mergulho pela origem de Wolverine, a saga <strong>Arma X</strong> (1991) mostra todos os testes e experimentos pelos quais ele passou para obter o seu esqueleto de adamantium. Tratada como um animal de laborat&oacute;rio, ele &eacute; visto mais vulner&aacute;vel e tamb&eacute;m mais feroz.</p>
<p>A trama ganha outras camadas quando ele, Dentes-de-Sabre e outros s&atilde;o salvos por um cientista chamado Windsor, que depois se revela ser o Sr. Sinistro &mdash; cujo objetivo era operar seus pr&oacute;prios experimentos nas figuras mais perigosas com o Gene X.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Arma X revela como Logan conseguiu os ossos revestidos de adamantium" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/aYEtbbhA5pQrKnV6k9QnvFtuZk4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/ac0540bf-5877-4f9e-a1e3-4bf4adf71559.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img9"></figure>
<h2>8. Inimigo do Estado</h2>
<p>Capturado pela Hidra e pelo Tent&aacute;culo, Wolverine vivencia <strong>Inimigo do Estado</strong> (2004) como um verdadeiro vil&atilde;o. Ap&oacute;s ter sua mente apagada, ele passa a obedecer &agrave;s duas organiza&ccedil;&otilde;es contra os maiores super-her&oacute;is da Terra.</p>
<p>Enviado para ca&ccedil;ar aliados como os pr&oacute;prios mutantes de Charles Xavier, o Quarteto Fant&aacute;stico e o Demolidor, ele se posiciona contra tudo o que acredita &mdash; at&eacute; descobrir que mais uma vez mexeram com a sua cabe&ccedil;a.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Wolverine sofreu diversas lavagens cerebrais ao longo das historias em quadrinhos" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/NMSnLbQcOWZvVwjVyLadjW_mVp4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/cb58bad5-1355-48e5-9208-0686ae2826e6.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img8"></figure>
<h2>7. Era do Apocalipse</h2>
<p>Na realidade alternativa de <strong>Era do Apocalipse</strong> (1995), Scott Summers &eacute; um vil&atilde;o e quem se prontifica a det&ecirc;-lo &eacute; o casal Jean Grey e Wolverine. A trama &eacute; mostrada na miniss&eacute;rie Arma X que existe dentro do arco, mas que foi apresentada de forma diferente da vista na original alguns anos antes.</p>
<p>&Eacute; importante notar que os dois nunca formalizaram um relacionamento, exceto por este universo &mdash; no qual &eacute; poss&iacute;vel ver a din&acirc;mica entre os dois e se o destino dos pombinhos era a uni&atilde;o ou seguirem caminhos separados desde o princ&iacute;pio.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Jean se apaixona perdidamente por uma das vers&otilde;es mais descontroladas de Logan" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/SSK8RekbT3H2fxYja8PNN7gCSZM=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/e29fd5ae-a775-4248-8651-7a7bf11b954f.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img7"></figure>
<h2>6. O Massacre de Mutantes</h2>
<p>Nos trailers de Marvel&rsquo;s Wolverine, observa-se que Jean Grey tenta salvar os Morlocks ao lado do carcaju. Nas HQs, <a href="https://canaltech.com.br/quadrinhos/conheca-o-massacre-de-mutantes-o-1o-grande-crossover-dos-x-men-nos-quadrinhos-185314/" target="_blank" rel="noopener">ela presencia uma verdadeira trag&eacute;dia em <strong>O Massacre de Mutantes</strong></a> (1986) &mdash; com uma ca&ccedil;ada do Sr. Sinistro aos mutantes no esgoto.</p>
<p>Mesmo ao salvar Leech, Calliban e alguns outros, ela presencia mais uma vez como o &oacute;dio contra a sua esp&eacute;cie &mdash; principalmente aos menos favorecidos dela &mdash; age na sociedade. A partir disso, ela se torna uma figura materna deles na equipe X-Factor, com o desenvolvimento de um la&ccedil;o forte da super-hero&iacute;na com eles.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Massacre de Mutantes &eacute; uma das hist&oacute;rias emblem&aacute;ticas dos X-Men nas HQs" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/2G3LvayF1Be9sNElD1gSLVQRmGk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7dd56edb-6796-43af-b5ad-0855422f095f.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img6"></figure>
<h2>5. X-Men Vol.2</h2>
<p>Despertado pelo Tent&aacute;culo em <strong>X-Men Vol.2 #4</strong> (1992), o &Ocirc;mega Vermelho tem de recuperar o Sintetizador C, &uacute;nico composto que impede o veneno de seus tent&aacute;culos de o matarem. Ele foi roubado ainda nos anos 1960, por Wolverine, Dentes-de-Sabre e outras figuras moralmente question&aacute;veis.</p>
<p>Com um rancor intenso pelo carcaju, ele consegue derrubar sozinho todo o time de mutantes e Logan para descontar o &oacute;dio que nutriu por todos os anos. Depois disso, ele se torna um n&ecirc;mesis pessoal do carcaju e sempre o atormenta quando tem a oportunidade.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Omega Red surgiu como uma grande amea&ccedil;a para os super-her&oacute;is" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/m3OpkyS8xqGqP92Bob8fdLrgfPE=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b461e894-2069-4c62-9422-0af1b643a567.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img5"></figure>
<h2>4. Fabulosos X-Men</h2>
<p>Em <strong>Fabulosos X-Men #251</strong> (1989), o vil&atilde;o Donald Pearce e a Lady Letal decidem reunir diversos inimigos derrotados por Wolverine, mutilados pelo her&oacute;i e reconstru&iacute;-los com membros bi&ocirc;nicos. Chamados de Carniceiros, eles t&ecirc;m como seu maior objetivo se vingar do personagem a mando de seus novos benfeitores.</p>
<p>Ao voltar para a base australiana, ele cai em uma armadilha e acaba crucificado pelos seus inimigos &mdash; enquanto delira com diversos trechos de sua trajet&oacute;ria, que misturam o passado com o presente para mostrar todos os erros que cometeu ao longo de sua vida.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A crucifica&ccedil;&atilde;o de Wolverine &eacute; uma das cenas mais ic&ocirc;nicas do carcaju" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/H-hQlDtKKUi7R9cMJ1PV_SlGfxE=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/3114af2f-ee56-4429-8d69-01cc570158c1.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img4"></figure>
<h2>3. X-Men&nbsp;</h2>
<p>Nas HQs dos <strong>X-Men</strong> (1965), vemos o cientista Bolivar Trask se sentir amea&ccedil;ado pelo n&uacute;mero cada vez maior de mutantes ao redor do planeta. Seu temor era que a esp&eacute;cie escravizasse os humanos, algo que considerava inconceb&iacute;vel. Ele ent&atilde;o apresenta ao mundo a solu&ccedil;&atilde;o que encontrou para resolver o problema: os Sentinelas.</p>
<p>Os rob&ocirc;s foram criados para monitorar e ca&ccedil;ar todos que carregam o Gene X, o que cria uma das maiores amea&ccedil;as que o grupo j&aacute; enfrentou ao longo de dezenas de sagas. O arco definiu completamente a forma como os homo sapiens enxergavam os mutantes, assim como mostrou o que cada lado estava disposto a fazer para se defender do outro.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Os Sentinelas s&atilde;o os grandes n&ecirc;mesis de toda a esp&eacute;cie mutante" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/sZebUHAJdmWy0gtAknNtFINCElQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0c58086c-e85d-47be-beb8-86253e4a1abf.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img3"></figure>
<h2>2. Dias de um Futuro Esquecido&nbsp;</h2>
<p>Em uma realidade dist&oacute;pica, os X-Men e os demais mutantes s&atilde;o escravizados pelos sentinelas e s&atilde;o obrigados a levar Kitty Pryde ao passado para reverter a hist&oacute;ria. Em <strong>Dias de um Futuro Esquecido </strong>(1981), vemos a jovem e Wolverine enfrentarem um destino terr&iacute;vel e lutarem contra o pr&oacute;prio tempo.</p>
<p>Como diversos seres poderosos n&atilde;o conseguiram criar uma revolu&ccedil;&atilde;o? Simples, atrav&eacute;s dos colares que inibem seus poderes. Assim, conseguiram manter os portadores do Gene X sob controle e eliminar a esp&eacute;cie aos poucos &mdash; at&eacute; a dupla vencer o desafio e criar um amanh&atilde; melhor para todos.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Os inibidores de poderes mutantes t&ecirc;m uma grande import&acirc;ncia em Dias de um Futuro Esquecido" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/H5oScfEj0afibrdd9nMG2dVMASQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d738c060-88be-4eb7-a467-8c14ce5374e6.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img2"></figure>
<h2>1. X-Men: As Aventuras de Ciclope e F&ecirc;nix</h2>
<p>No arco de<strong> X-Men: As Aventuras de Ciclope e F&ecirc;nix</strong> (1996), o p&uacute;blico finalmente conhece o passado de um dos maiores vil&otilde;es dos mutantes: o ambicioso Sr. Sinistro. &Eacute; essa hist&oacute;ria que traz o primeiro choque em rela&ccedil;&atilde;o ao personagem: ele nunca teve o Gene X e sempre foi um ser humano.</p>
<p>Nathaniel Essex passa a estudar os superseres no S&eacute;c.XIX e perde a sua moralidade, em busca de poder para si. A situa&ccedil;&atilde;o piora quando ele se encontra com o Apocalipse, que d&aacute; ao vil&atilde;o a vida eterna &mdash; o que gera muita confus&atilde;o e caos para a vida dos alunos de Charles Xavier.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O Sr. Sinistro pode ser o grande vil&atilde;o dos X-Men nos videogames tamb&eacute;m" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Marvel Comics" src="https://tl.ctcdn.com.br/ers4OuyTJ69vAXpPAa3QKewo1SM=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/10bd803e-549d-4958-9204-cf0871ac7ec3.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Wolverine-10-HQs-para-ler-antes-de-jogar-Img1"></figure>
<h2>O universo ao redor de Marvel&rsquo;s Wolverine</h2>
<p>&Eacute; importante notar que a hist&oacute;ria &eacute; centrada em Logan, mas Marvel&rsquo;s Wolverine traz um elenco fort&iacute;ssimo e que pode ter uma grande import&acirc;ncia dentro da trama. Voc&ecirc; j&aacute; leu alguma dessas HQs essenciais para entender o game? Elas s&atilde;o:&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<p>X-Men: As Aventuras de Ciclope e F&ecirc;nix</p>
</li>
<li>
<p>Dias de um Futuro Esquecido</p>
</li>
<li>
<p>X-Men</p>
</li>
<li>
<p>Fabulosos X-Men</p>
</li>
<li>
<p>X-Men Vol.2</p>
</li>
<li>
<p>O Massacre de Mutantes</p>
</li>
<li>
<p>Era do Apocalipse</p>
</li>
<li>
<p>Inimigo do Estado</p>
</li>
<li>
<p>Arma X</p>
</li>
<li>
<p>Eu, Wolverine</p>
</li>
</ol>
<p>&Eacute; importante lembrar que <a href="https://canaltech.com.br/games/lancamentos-jogos-novos-setembro-2026/" target="_blank" rel="noopener">Wolverine, Control Resonant e os lan&ccedil;amentos de jogos em setembro de 2026</a> fogem de GTA 6, confira o calend&aacute;rio completo de dezenas de t&iacute;tulos que chegar&atilde;o em um curto per&iacute;odo de semanas.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/entretenimento/hqs-para-ler-antes-de-jogar-marvels-wolverine/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/entretenimento/hqs-para-ler-antes-de-jogar-marvels-wolverine/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 18:00:04 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Diego Corumba]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Diego Corumba]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Bateria do Galaxy Z Fold 8 aguenta quanto tempo? Fizemos o teste]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A <strong>bateria </strong>&eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o natural em um celular dobr&aacute;vel. Afinal, o Galaxy Z Fold 8 precisa alimentar duas telas, incluindo um painel interno de 7,6 polegadas, e ainda tem hardware de topo de linha. Por isso, decidi fazer uma an&aacute;lise di&aacute;ria bem detalhada, e acompanhei a autonomia durante v&aacute;rios dias de uso normal, como meu celular principal.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va8w71Y9xVJhPriudt0q?utm_source=produtos" target="_blank" rel="nofollow noopener sponsored">📱 Veja as melhores promo&ccedil;&otilde;es de celulares no WhatsApp do CT Ofertas</a></li>
</ul>
<p>Nesse per&iacute;odo, o Fold 8 passou por rotinas bem diferentes. Usei o celular em dias inteiros fora de casa e conectado &agrave; rede m&oacute;vel, durante o trabalho em home office, em fins de semana com mais tempo no Wi-Fi e at&eacute; em uma viagem internacional entre Brasil e Alemanha.</p>
<p>O uso tamb&eacute;m variou bastante, mas aplicativos como Instagram, TikTok, Threads, WhatsApp, Samsung Browser, ChatGPT e Spotify apareceram com frequ&ecirc;ncia. C&acirc;mera, mapas e outros servi&ccedil;os completaram a rotina em momentos espec&iacute;ficos.</p>
<h2><strong>Quanto dura a bateria do Galaxy Z Fold 8?</strong></h2>
<p>Na pr&aacute;tica, <strong>o Galaxy Z Fold 8 aguenta um dia inteiro de uso intenso sem precisar de uma recarga intermedi&aacute;ria</strong>. Nos dias mais pesados, normalmente cheguei ao fim da rotina com algo entre 10% e 20% de bateria restante.</p>
<p>Um dos melhores exemplos aconteceu em 20 de agosto. Tirei o celular da tomada por volta das 7h05, com 100%, e cheguei &agrave;s 21h03 com 13%. Foram quase 14 horas longe da tomada e <strong>6h50 de tela ligada</strong>, o maior tempo registrado durante o acompanhamento.</p>
<p>No dia 26, comecei ainda mais cedo, por volta das 5h17. Ap&oacute;s 15h43 de uso e 5h55 de tela ligada, o Fold 8 chegou &agrave;s 21h com 15%. No dia seguinte, sa&iacute; de casa com apenas 84% e, mesmo assim, terminei cerca de 13 horas depois com 14%.</p>
<p>O resultado mais interessante, por&eacute;m, apareceu quando o uso caiu de intensidade. Entre os dias 22 e 23 de agosto, passei <strong>mais de 34h sem carregar o celular</strong>. A carga caiu de 100% para 13% nesse intervalo, com 6h22 de tela ligada somados nos dois dias.</p>
<p>Isso deixa bem clara a diferen&ccedil;a entre os dois cen&aacute;rios. Com uso intenso, &eacute; um celular para um dia. Em uma rotina mais tranquila, principalmente com mais tempo conectado ao Wi-Fi, d&aacute; para entrar no segundo dia sem grandes dificuldades.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Galaxy Z Fold 8 surpreende positivamente em teste de bateria" data-creditos="Bruno Bertonzin/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/STBPHUkrcg4CeJT9zil0F-RsF90=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/621c5e3b-346f-44cc-9b39-d34d9606cc8d.jpg" width="6120" height="4596" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="IMG20260811150555"></figure>
<p>A viagem entre Brasil e Alemanha tamb&eacute;m serviu como um teste fora do padr&atilde;o. Sa&iacute; com 100% &agrave;s 15h08 do dia 31 de agosto e cheguei ao destino 19h38 depois, ainda com <strong>21% de bateria</strong>, sem qualquer recarga no caminho.</p>
<p>Houve apenas uma situa&ccedil;&atilde;o em que preferi recorrer &agrave; tomada antes de voltar para casa. Em 18 de agosto, o primeiro dia analisado, cheguei &agrave;s 18h12 com 36% e 4h57 de tela ligada. Como ainda tinha o trajeto de volta, aproveitei para carregar o aparelho. N&atilde;o significa que ele n&atilde;o completaria o dia, mas foi o &uacute;nico momento em que senti necessidade de garantir uma margem maior.</p>
<h2><strong>Resultados do teste de bateria do Galaxy Z Fold 8</strong></h2>
<table><colgroup><col><col><col><col><col><col><col><col></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Data/cen&aacute;rio</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>In&iacute;cio</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Bateria inicial</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Final</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Bateria final</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Tela ligada</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Perfil</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>18/08</p>
</td>
<td>
<p>~7h00</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>18h12</p>
</td>
<td>
<p>36%</p>
</td>
<td>
<p>~11h12</p>
</td>
<td>
<p>4h57</p>
</td>
<td>
<p>Uso di&aacute;rio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>19/08</p>
</td>
<td>
<p>7h14</p>
</td>
<td>
<p>96%</p>
</td>
<td>
<p>21h54</p>
</td>
<td>
<p>27%</p>
</td>
<td>
<p>14h40</p>
</td>
<td>
<p>4h44</p>
</td>
<td>
<p>Trabalho presencial</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>20/08</p>
</td>
<td>
<p>~7h05</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>~21h03</p>
</td>
<td>
<p>13%</p>
</td>
<td>
<p>~13h58</p>
</td>
<td>
<p>6h50</p>
</td>
<td>
<p>Uso intenso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>22&ndash;23/08</p>
</td>
<td>
<p>~11h09</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>21h27</p>
</td>
<td>
<p>13%</p>
</td>
<td>
<p>~34h18</p>
</td>
<td>
<p>6h22</p>
</td>
<td>
<p>Fim de semana</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>24&ndash;25/08</p>
</td>
<td>
<p>~9h42</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>5h42</p>
</td>
<td>
<p>28%</p>
</td>
<td>
<p>~20h</p>
</td>
<td>
<p>&mdash;</p>
</td>
<td>
<p>Home office</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>25/08</p>
</td>
<td>
<p>~7h05</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>22h12</p>
</td>
<td>
<p>~18&ndash;19%</p>
</td>
<td>
<p>~15h07</p>
</td>
<td>
<p>6h40</p>
</td>
<td>
<p>Trabalho presencial</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>26/08</p>
</td>
<td>
<p>~5h17</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>21h00</p>
</td>
<td>
<p>15%</p>
</td>
<td>
<p>~15h43</p>
</td>
<td>
<p>5h55</p>
</td>
<td>
<p>Uso di&aacute;rio intenso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>27/08</p>
</td>
<td>
<p>7h21</p>
</td>
<td>
<p>84%</p>
</td>
<td>
<p>~20h25</p>
</td>
<td>
<p>14%</p>
</td>
<td>
<p>~13h04</p>
</td>
<td>
<p>5h28</p>
</td>
<td>
<p>Trabalho presencial</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>29/08</p>
</td>
<td>
<p>8h41</p>
</td>
<td>
<p>80%</p>
</td>
<td>
<p>23h19</p>
</td>
<td>
<p>28%</p>
</td>
<td>
<p>14h38</p>
</td>
<td>
<p>3h18</p>
</td>
<td>
<p>S&aacute;bado/Wi-Fi</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>31/08&ndash;01/09</p>
</td>
<td>
<p>15h08</p>
</td>
<td>
<p>100%</p>
</td>
<td>
<p>10h46 BRT</p>
</td>
<td>
<p>21%</p>
</td>
<td>
<p>19h38</p>
</td>
<td>
<p>&mdash;</p>
</td>
<td>
<p>Viagem Brasil&ndash;Alemanha</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os n&uacute;meros tamb&eacute;m mostram por que &eacute; dif&iacute;cil resumir a autonomia apenas em horas de tela. Em 20 de agosto, quase sete horas de tela foram suficientes para levar a bateria a 13%. J&aacute; no s&aacute;bado, dia 29, o celular passou 14h38 longe da tomada e consumiu somente 52 pontos percentuais, gra&ccedil;as ao uso bem mais leve.</p>
<h2><strong>Quais apps mais consumiram bateria?</strong></h2>
<p>Redes sociais foram respons&aacute;veis por uma parcela importante do consumo durante os dias mais intensos. <strong>Instagram, TikTok e Threads</strong> apareceram repetidamente entre os aplicativos que mais gastaram energia, junto de navegadores, WhatsApp, Spotify e ChatGPT.</p>
<p>No dia 26, por exemplo, o Threads acumulou 1h10 de uso e respondeu por 8,4% do consumo. O TikTok chegou a 8,2% em apenas 28 minutos, enquanto 46 minutos no Instagram representaram outros 7,1%.</p>
<p>J&aacute; no s&aacute;bado, com uma rotina mais leve e bastante tempo no Wi-Fi, o Instagram liderou com 1h01 de uso e 12,7% de consumo. O TikTok apareceu logo depois, com 45 minutos e 9,5%.</p>
<p>Portanto, os resultados n&atilde;o vieram de um cen&aacute;rio artificialmente leve. Nos dias mais exigentes, houve v&aacute;rias horas de tela e bastante uso de redes sociais, navegador e outros aplicativos comuns no cotidiano.</p>
<h2><strong>Como foi o teste te&oacute;rico de bateria?</strong></h2>
<p>Al&eacute;m do acompanhamento di&aacute;rio, o Galaxy Z Fold 8 passou pelo teste padronizado de bateria do Canaltech. O celular reproduziu v&iacute;deos em alta defini&ccedil;&atilde;o no YouTube durante quatro horas consecutivas.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Galaxy Z Fold 8 vai bem em teste de reprodu&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia" data-creditos="Ivo Meneghel Jr/ Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/eOr_h7R7gxxXL6rCae58y7uuuE0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/245c30c0-fd3f-4dc0-ab43-c39094e4288f.jpg" width="2048" height="1365" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="24-ZFOLD8"></figure>
<p>Ao final desse per&iacute;odo,&nbsp;<strong>o Fold 8 havia consumido 20% da bateria</strong>. O resultado ajuda a isolar um cen&aacute;rio espec&iacute;fico e serve como contraponto aos testes pr&aacute;ticos, nos quais fatores como rede m&oacute;vel, tempo de tela e aplicativos utilizados mudam bastante de um dia para outro.</p>
<h2><strong>Afinal, a bateria do Galaxy Z Fold 8 dura quanto?</strong></h2>
<p><strong>A bateria do Galaxy Z Fold 8 dura um dia inteiro com uso intenso e pode passar de um dia em rotinas moderadas.</strong> Foi esse o comportamento que se repetiu durante o per&iacute;odo de testes.</p>
<p>Nos dias mais pesados, consegui entre aproximadamente 5h30 e quase 7 horas de tela ligada, com carga suficiente para chegar ao fim da rotina. Os resultados normalmente deixaram algo entre 10% e 20% dispon&iacute;vel antes de conectar o aparelho &agrave; tomada.</p>
<p>Com menos intensidade, a hist&oacute;ria muda bastante. O per&iacute;odo de 34h18 durante o fim de semana mostra que <strong>&eacute; perfeitamente poss&iacute;vel entrar no segundo dia com uma &uacute;nica carga</strong>.</p>
<p>Para um dobr&aacute;vel com tela interna de 7,6 polegadas, portanto, a autonomia n&atilde;o se mostrou um problema no cotidiano. O Fold 8 n&atilde;o &eacute; um celular para ficar dois dias longe da tomada sob uso pesado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o exige que voc&ecirc; carregue uma bateria externa s&oacute; para ter seguran&ccedil;a de chegar ao fim do dia.</p>
<p>O Galaxy Z Fold 8 tem sido meu celular principal desde o seu lan&ccedil;amento no Brasil e, ap&oacute;s essas semanas de uso, uma coisa ficou clara para mim: <a href="https://canaltech.com.br/smartphone/galaxy-z-fold-8-ressuscitou-uma-coisa-que-os-celulares-mataram-telas-pequenas/">ele chegou para ressuscitar uma coisa que os celulares atuais quase "mataram", os telefones de tela pequena.&nbsp;</a></p>
<ul>
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</ul>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/smartphone/teste-de-bateria-do-galaxy-z-fold-8-quanto-tempo-ele-dura/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/smartphone/teste-de-bateria-do-galaxy-z-fold-8-quanto-tempo-ele-dura/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Como editar a memória do Claude?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>O Claude, chatbot da Anthropic, consegue <strong>guardar informa&ccedil;&otilde;es de conversas anteriores </strong>para manter o contexto entre diferentes sess&otilde;es. Com a fun&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;ria, a IA pode lembrar de prefer&ecirc;ncias, projetos, contexto profissional e outros detalhes &uacute;teis sem que o usu&aacute;rio precise repetir tudo a cada conversa. O recurso est&aacute; ativado por padr&atilde;o para todos os usu&aacute;rios do Claude, inclusive as contas gratuitas.</p>
<p>A ferramenta recebeu uma atualiza&ccedil;&atilde;o que deixou esse gerenciamento mais completo. Agora, as informa&ccedil;&otilde;es lembradas pelo Claude aparecem organizadas em <strong>T&oacute;picos</strong>, que podem ser editados ou exclu&iacute;dos individualmente. A mem&oacute;ria tamb&eacute;m passou a funcionar entre o chat e o Claude Cowork na nuvem.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A mem&oacute;ria do Claude guarda informa&ccedil;&otilde;es de conversas anteriores e agora permite editar ou excluir T&oacute;picos individualmente." data-creditos="Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/CLfE2pkdB5KDXHhPgoNmQSS51_k=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/29775db9-4492-4bdb-8689-9f442e3775af.jpg" width="4000" height="2252" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Claude"></figure>
<h2>Como ajustar a mem&oacute;ria da IA da Anthropic?</h2>
<p>&Eacute; poss&iacute;vel consultar e alterar o que o Claude lembra pelas <strong>configura&ccedil;&otilde;es</strong>. A ferramenta tamb&eacute;m aceita comandos feitos pelo chat para adicionar, modificar ou apagar informa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<h3>No celular</h3>
<p>No aplicativo do Claude, o caminho aparece dentro das configura&ccedil;&otilde;es de Recursos:</p>
<ol>
<li>
<p>Toque no &iacute;cone do perfil;</p>
</li>
<li>
<p>Entre em &ldquo;Configura&ccedil;&otilde;es&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Acesse &ldquo;Recursos&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Toque em &ldquo;Arquivos de mem&oacute;ria&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Escolha o t&oacute;pico que deseja alterar;</p>
</li>
<li>
<p>Fa&ccedil;a a edi&ccedil;&atilde;o por meio de um comando de texto ou exclua a informa&ccedil;&atilde;o.</p>
</li>
</ol>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="D&aacute; para consultar e alterar a mem&oacute;ria do Claude pelas configura&ccedil;&otilde;es." data-creditos="Captura de tela/Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/loziaRwY1gJhOjTOCuKXVh8vGNY=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0e03b899-6526-460c-9c92-c7765db9d380.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Editar mem&oacute;ria do Claude"></figure>
<h3>No computador</h3>
<p>No computador, siga os passos abaixo:</p>
<ol>
<li>
<p>Abra o Claude;</p>
</li>
<li>
<p>Acesse o menu do perfil;</p>
</li>
<li>
<p>Entre em &ldquo;Configura&ccedil;&otilde;es&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Selecione &ldquo;Mem&oacute;ria&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Localize a se&ccedil;&atilde;o &ldquo;T&oacute;picos&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Clique no t&oacute;pico que deseja consultar;</p>
</li>
<li>
<p>Use o &iacute;cone de edi&ccedil;&atilde;o para modificar a informa&ccedil;&atilde;o ou selecione o &iacute;cone de lixeira para apag&aacute;-la.</p>
</li>
</ol>
<h2>Como funciona a mem&oacute;ria do Claude?</h2>
<p>A mem&oacute;ria do Claude &eacute; organizada de acordo com o contexto em que as informa&ccedil;&otilde;es foram registradas. Nos <strong><a href="https://canaltech.com.br/apps/como-funcionam-os-projetos-do-claude-funcao-ajuda-a-organizar-os-chats-da-ia/" target="_blank" rel="noopener">Projetos</a></strong>, por exemplo, a IA mant&eacute;m o conte&uacute;do separado para evitar que dados de tarefas diferentes se misturem. Ao final de cada dia, o Claude tamb&eacute;m gera um resumo do trabalho realizado no projeto, que pode ser revisado e editado pelo usu&aacute;rio.</p>
<p>J&aacute; as informa&ccedil;&otilde;es que precisam ser lembradas de forma mais ampla, independentemente do projeto ou ferramenta utilizada, podem ser adicionadas ao <strong>Perfil</strong> dentro das configura&ccedil;&otilde;es de mem&oacute;ria. Dessa forma, prefer&ecirc;ncias e outros detalhes gerais ficam dispon&iacute;veis em diferentes contextos.</p>
<p>Por padr&atilde;o, o Claude n&atilde;o salva mem&oacute;rias sobre assuntos sens&iacute;veis, como <strong>sa&uacute;de, pol&iacute;tica, ra&ccedil;a, religi&atilde;o ou identidade de g&ecirc;nero</strong>. Para incluir esse tipo de informa&ccedil;&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio ativar manualmente a op&ccedil;&atilde;o <strong>&ldquo;Incluir t&oacute;picos sens&iacute;veis na mem&oacute;ria&rdquo;</strong>. Mesmo com a configura&ccedil;&atilde;o habilitada, alguns dados estritamente confidenciais, como n&uacute;meros de documentos de identidade, n&atilde;o s&atilde;o armazenados pela IA.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A mem&oacute;ria do Claude mant&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es separadas por Projetos." data-creditos="Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech / Editada por IA/Gemini" src="https://tl.ctcdn.com.br/GeVucxq2cxWTFjBgDumBlE70oYY=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/60c53e74-9ff4-4239-b082-6c5431dd3005.png" width="2730" height="1536" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Claude"></figure>
<p>A Anthropic tamb&eacute;m oferece uma ferramenta para <strong>importar mem&oacute;rias</strong>, o que facilita a transfer&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es de outros assistentes de IA, como o ChatGPT, para o Claude.</p>
<p>Caso o usu&aacute;rio n&atilde;o queira que novas mem&oacute;rias sejam criadas automaticamente, &eacute; poss&iacute;vel desativar esse recurso nas configura&ccedil;&otilde;es. O Claude oferece as op&ccedil;&otilde;es de <strong>Pausar</strong> a mem&oacute;ria, interrompendo temporariamente a cria&ccedil;&atilde;o de novos registros, ou <strong>Redefinir</strong> a mem&oacute;ria, que apaga as informa&ccedil;&otilde;es armazenadas e n&atilde;o pode ser desfeito.</p>
<p>Se voc&ecirc; gostou do conte&uacute;do, talvez tamb&eacute;m se interesse por conferir &ldquo;<a href="https://canaltech.com.br/apps/cansou-do-chatgpt-veja-como-migrar-suas-memorias-para-o-claude/" target="_blank" rel="noopener"><u>Cansou do ChatGPT? Veja como migrar suas mem&oacute;rias para o Claude</u></a>&rdquo;.&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/como-editar-a-memoria-do-claude/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/como-editar-a-memoria-do-claude/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 17:00:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Viviane França]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Viviane França]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Pastilha para esterilizar máquina funciona mesmo? Veja o que dizem fabricantes ]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Circulam nas redes sociais diversos v&iacute;deos que exibem&nbsp;<strong>pastilhas que prometem &ldquo;esterilizar&rdquo; a m&aacute;quina de lavar,</strong> removendo res&iacute;duos que grudam nas partes internas do equipamento. Mas ser&aacute; que esses produtos s&atilde;o seguros e realmente deixam o interior da lavadora limpo?</p>
<p>A resposta n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples. Fabricantes e assist&ecirc;ncias t&eacute;cnicas ouvidas pelo <strong>Canaltech </strong>explicam que esses produtos at&eacute; podem <strong>ajudar na remo&ccedil;&atilde;o de determinados res&iacute;duos</strong>, principalmente como uma medida preventiva, mas possuem limita&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o necessariamente s&atilde;o indicados para qualquer m&aacute;quina.</p>
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<p>O primeiro cuidado come&ccedil;a pelo pr&oacute;prio termo &ldquo;esteriliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; usado por algumas marcas. Gabriela Potiens, gerente de produtos de linha branca da Samsung Brasil, explica que a palavra pressup&otilde;e a elimina&ccedil;&atilde;o de todas as formas microrganismos, <strong>o que geralmente n&atilde;o acontece com o uso de uma pastilha dom&eacute;stica</strong>.</p>
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<p>&ldquo;O termo &lsquo;esteriliza&ccedil;&atilde;o&rsquo; &eacute; tecnicamente inadequado para a a&ccedil;&atilde;o dessas pastilhas. No meio fabril e biol&oacute;gico, a esteriliza&ccedil;&atilde;o implica a elimina&ccedil;&atilde;o total e absoluta de todas as formas de vida microbiana, incluindo esporos de alta resist&ecirc;ncia. Termos como &lsquo;limpeza&rsquo; ou &lsquo;higieniza&ccedil;&atilde;o&rsquo; s&atilde;o os &uacute;nicos corretos para esses insumos&rdquo;, explica a especialista.</p>
</blockquote>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Fabricantes afirmam que uso de pastilhas para higienizar m&aacute;quinas de lavar t&ecirc;m limita&ccedil;&otilde;es de efici&ecirc;ncias" data-creditos="Imagem gerada por IA/Gemini" src="https://tl.ctcdn.com.br/ukeNR2ApSPvTtn9FWJUJXpvSbrA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/1a73acb4-9b4d-489d-9556-d8ddb3cb6233.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Pastilha em m&aacute;quina de lavar"></figure>
<h2>Pastilha para limpar a m&aacute;quina funciona mesmo?</h2>
<p>Mesmo que n&atilde;o esterilizem a lavadora, isso n&atilde;o significa que as pastilhas sejam completamente in&uacute;teis. Isso porque o uso di&aacute;rio desses equipamentos naturalmente resulta no ac&uacute;mulo de res&iacute;duos de sab&atilde;o, amaciante, gordura, fiapos e pelos em regi&otilde;es que o usu&aacute;rio normalmente n&atilde;o consegue enxergar.</p>
<p>Douglas Dela Coleta, t&eacute;cnico em eletrodom&eacute;sticos de linha branca da Abastec Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica, explica que parte desse material fica grudada nas paredes do tanque e no cesto. Dependendo da formula&ccedil;&atilde;o, <strong>as pastilhas costumam utilizar agentes alcalinos, tensoativos ou oxidantes</strong>, que se dissolvem e circulam junto com a &aacute;gua pelo equipamento.</p>
<p>O resultado, no entanto, depende de quanto essa sujeira j&aacute; se acumulou. Em uma m&aacute;quina que recebe manuten&ccedil;&atilde;o desde os primeiros meses, o produto pode <strong>auxiliar a reduzir a forma&ccedil;&atilde;o de grandes dep&oacute;sitos de sujeira </strong>ao longo do tempo.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Orientamos o uso como uma medida preventiva, iniciada j&aacute; nos primeiros meses de utiliza&ccedil;&atilde;o da m&aacute;quina. Dessa forma, a pastilha pode ajudar a manter as partes internas limpas e reduzir o ac&uacute;mulo de res&iacute;duos ao longo do tempo. Quando a sujeira j&aacute; est&aacute; muito impregnada, a efici&ecirc;ncia &eacute; limitada e pode ser necess&aacute;ria uma limpeza mais profunda&rdquo;, pontua o profissional.</p>
</blockquote>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Lavadoras com grande ac&uacute;mulo de sujeira precisam de uma higieniza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, e n&atilde;o apenas de pastilhas ara remover os res&iacute;duos internos" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Samsung" src="https://tl.ctcdn.com.br/LalQ_svk8sG8_N_48WvNRSNn9S4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/eefdd54d-d653-42d2-8a44-56dcacdeb8ea.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="M&aacute;quina de lavar da Samsung"></figure>
<p>&Eacute; justamente nesse ponto que aparece uma das principais limita&ccedil;&otilde;es desse tipo de produto. Pedro Borges, supervisor t&eacute;cnico da assist&ecirc;ncia Porto Tec, explica que&nbsp;<strong>a pastilha pode circular por tubula&ccedil;&otilde;es</strong>, mas nem sempre consegue desprender materiais que permaneceram aderidos durante meses ou anos.</p>
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<p>&ldquo;Essas pastilhas podem at&eacute; chegar a alcan&ccedil;ar algumas partes menos acess&iacute;veis, mas o que vai fazer ela desprender mesmo &eacute;, sem d&uacute;vidas, o esfor&ccedil;o mec&acirc;nico. Tem muitas lavadoras que passam um ano sem fazer alguma limpeza e, por via de regra, isso n&atilde;o &eacute; suficiente para fazer a higieniza&ccedil;&atilde;o da lavadora&rdquo;, destaca Borges.</p>
</blockquote>
<h2>&Aacute;gua escura significa que a m&aacute;quina ficou limpa?</h2>
<p>Um dos principais argumentos utilizados na divulga&ccedil;&atilde;o dessas pastilhas s&atilde;o os v&iacute;deos em que a &aacute;gua fica bastante escura ap&oacute;s o ciclo. Esse efeito pode indicar que houve desprendimento de sujeira, mas n&atilde;o serve sozinho para <strong>medir o quanto do interior da lavadora realmente foi higienizado </strong>ap&oacute;s a utiliza&ccedil;&atilde;o do item.</p>
<p>Douglas explica que esse material pode incluir <strong>biofilme formado pela mistura de sab&atilde;o, amaciante, gordura e microrganismos</strong>. Dependendo do estado do aparelho, dep&oacute;sitos minerais e at&eacute; part&iacute;culas de ferrugem tamb&eacute;m podem acabar suspensos na &aacute;gua.</p>
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<p>&ldquo;A presen&ccedil;a desses res&iacute;duos na &aacute;gua &eacute; um indicativo de que houve desprendimento de sujeira durante o processo. Por&eacute;m, somente a cor da &aacute;gua n&atilde;o permite afirmar que toda a parte interna da m&aacute;quina ficou completamente limpa&rdquo;, ressalta Dela Coleta.</p>
</blockquote>
<p>Por isso, uma lavadora antiga pode liberar bastante material durante o ciclo e <strong>ainda continuar com dep&oacute;sitos de sujeira em &aacute;reas internas</strong>. Pedro ressalta que, principalmente em equipamentos com v&aacute;rios anos de uso, o produto pode retirar parte da camada superficial sem necessariamente alcan&ccedil;ar a sujeira mais impregnada.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="&Aacute;gua suja liberada ap&oacute;s o uso das pastilhas n&atilde;o indica que a m&aacute;quina foi completamente higienizada" data-creditos="Imagem gerada por IA/Gemini" src="https://tl.ctcdn.com.br/wB4mBS0xgErIxqAeXIczoFPQUko=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/1bda14c2-244b-4222-a1d0-ff638a432d2b.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="M&aacute;quina de lavar com &aacute;gua suja"></figure>
<h2>Fabricantes recomendam usar pastilha?</h2>
<p>Antes de colocar qualquer produto no cesto, &eacute; importante consultar o manual da pr&oacute;pria lavadora. Isso porque as recomenda&ccedil;&otilde;es mudam de acordo com o projeto do equipamento e <strong>n&atilde;o existe uma orienta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica que sirva para todos os modelos</strong>.</p>
<p>A Samsung, por exemplo, n&atilde;o recomenda nem exige o uso de pastilhas para modelos equipados com a <strong>fun&ccedil;&atilde;o Lavagem Eco do Tambor</strong>. Segundo a empresa, esse ciclo utiliza &aacute;gua e movimentos de alta rota&ccedil;&atilde;o para realizar a limpeza, e o pr&oacute;prio aparelho alerta quando chegou o momento de executar o procedimento.</p>
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<p>&ldquo;Adicionar produtos qu&iacute;micos a um ciclo automatizado pode gerar excesso de espuma, res&iacute;duos n&atilde;o enxaguados e desgaste desnecess&aacute;rio de componentes. Para a praticidade do consumidor, o pr&oacute;prio sistema avisa o momento exato de higienizar: a cada 40 ciclos de uso&rdquo;, afirma Gabriela.</p>
</blockquote>
<p>Brastemp e Consul adotam outra recomenda&ccedil;&atilde;o. De forma geral, as marcas da Whirlpool <strong>orientam o uso de &aacute;gua sanit&aacute;ria ou alvejante clorado</strong> associado ao procedimento indicado no manual e, quando dispon&iacute;vel, ao pr&oacute;prio ciclo de limpeza da m&aacute;quina.</p>
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<p>&ldquo;Em modelos que contam com um ciclo espec&iacute;fico de limpeza do cesto ou tambor, orientamos que o procedimento seja realizado conforme as instru&ccedil;&otilde;es do produto, sem a necessidade de adicionar produtos que n&atilde;o sejam recomendados pelo fabricante&rdquo;, destaca Camila.</p>
</blockquote>
<p>O cuidado tamb&eacute;m vale para as poss&iacute;veis consequ&ecirc;ncias de improvisar. As porta-vozes das fabricantes alertam que produtos inadequados ou com <strong>n&iacute;veis elevados de acidez e alcalinidade</strong> podem afetar veda&ccedil;&otilde;es, mangueiras e pe&ccedil;as met&aacute;licas, al&eacute;m de afirmarem que concentra&ccedil;&otilde;es ou quantidades incorretas podem comprometer componentes ao longo do tempo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Fabricantes alertam que produtos com n&iacute;veis elevados de acidez podem danificar componentes internos das lavadoras" data-creditos="Bruno Bertonzin/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/pkaO1nyXqHIZCHLCVo6UFo6fHJE=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/61ff6fab-cadc-414c-8baa-8fe4741f819d.jpeg" width="1024" height="768" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="M&aacute;quina de lavar"></figure>
<h2>Quando a pastilha n&atilde;o resolve o problema?</h2>
<p>As assist&ecirc;ncias t&eacute;cnicas ouvidas pelo <strong>Canaltech </strong>tratam as pastilhas principalmente como uma forma de manuten&ccedil;&atilde;o preventiva. Quando o equipamento j&aacute; apresenta grande quantidade de res&iacute;duos, mau cheiro ou sujeira impregnada, pode ser necess&aacute;rio <strong>acessar fisicamente regi&otilde;es que um ciclo convencional n&atilde;o alcan&ccedil;a</strong>.</p>
<p>Pedro Borges afirma que o uso das pastilhas pode fazer sentido depois de uma higieniza&ccedil;&atilde;o mais profunda, ajudando a retardar um novo ac&uacute;mulo de res&iacute;duos. Mas ele ressalta que o produto <strong>n&atilde;o deve ser encarado como substituto da desmontagem</strong> quando a sujeira j&aacute; tomou &aacute;reas internas da m&aacute;quina.</p>
<p>E um dos fatores que mais contribuem para chegar a esse est&aacute;gio &eacute; o<strong> excesso de produtos usados nas pr&oacute;prias lavagens</strong>. As duas assist&ecirc;ncias consultadas citam principalmente sab&atilde;o e amaciante, que podem se acumular internamente quando aplicados acima da quantidade recomendada.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Excesso de sab&atilde;o e amaciante pode agravar ac&uacute;mulo de res&iacute;duos na parte interna das lavadoras" data-creditos="RDNE Stock project/Pexels" src="https://tl.ctcdn.com.br/eangWe6sl-mhg9Z7zNhK2vw_nSo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/28d74d12-1a5c-42a6-a830-ec72c0b5e1d1.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="M&aacute;quina de lavar"></figure>
<p>Al&eacute;m disso, a pr&oacute;pria m&aacute;quina tamb&eacute;m pode dar <strong>sinais de que a manuten&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica deixou de ser suficiente</strong>. A Whirlpool cita roupas com fiapos escuros ou manchas, cheiro ruim ou de mofo, res&iacute;duos no dispenser e dificuldade para encher ou drenar a &aacute;gua como ind&iacute;cios que merecem aten&ccedil;&atilde;o.</p>
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<p>&ldquo;Se mesmo depois de realizar a limpeza recomendada esses sinais continuarem ou a m&aacute;quina apresentar algum problema de funcionamento, como dificuldade recorrente para encher ou drenar, o ideal &eacute; interromper as tentativas caseiras e procurar uma assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica autorizada&rdquo;, orienta Camila.</p>
</blockquote>
<p>No fim das contas, a pastilha pode auxiliar na remo&ccedil;&atilde;o de determinados res&iacute;duos e ajudar na manuten&ccedil;&atilde;o preventiva, <strong>mas n&atilde;o deve ser tratada como uma solu&ccedil;&atilde;o definitiva para o ac&uacute;mulo de sujeira nas m&aacute;quinas</strong>. O consumidor deve sempre conferir o procedimento recomendado pela fabricante da lavadora e, caso os res&iacute;duos estejam impregnados, procurar uma avalia&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica.</p>
<p>E voc&ecirc;, j&aacute; se perguntou qual tipo lavadora gasta menos? Fizemos as contas <a href="https://canaltech.com.br/eletro/qual-tipo-de-maquina-de-lavar-gasta-menos-tampa-frontal-x-tampa-superior/" target="_blank" rel="noopener">comparando uma de tampa frontal e outra de tampa superior</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/eletro/pastilha-para-esterilizar-maquina-funciona-mesmo-veja-o-que-dizem-fabricantes/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/eletro/pastilha-para-esterilizar-maquina-funciona-mesmo-veja-o-que-dizem-fabricantes/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 16:30:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[João Melo]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[João Melo]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Semáforo desligado: você sabe de quem é a verdadeira preferência no cruzamento?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Quem dirige nas grandes cidades j&aacute; deve ter se deparado com <strong>far&oacute;is que falharam em cruzamentos</strong>, seja por defeito, seja por falta de energia. Nestes casos, &eacute; comum se perguntar: afinal, <strong>de quem &eacute; a prefer&ecirc;ncia</strong>? A d&uacute;vida &eacute; comum entre os motoristas e aumenta o risco de acidentes, j&aacute; que h&aacute; quem acredite que <strong>vias mais largas ou de maior fluxo garantem prioridade</strong>, mas n&atilde;o &eacute; bem assim.</p>
<p>A legisla&ccedil;&atilde;o define normas bem estritas para orientar a travessia segura nesses casos: segundo o <strong>C&oacute;digo de Tr&acirc;nsito Brasileiro (CTB)</strong>, na aus&ecirc;ncia ou defeito do farol, o cruzamento passa a ser tratado como um <strong>entroncamento sem controle semaf&oacute;rico</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="&Eacute; essencial redobrar a aten&ccedil;&atilde;o nessas situa&ccedil;&otilde;es para evitar acidentes" data-creditos="Andr&eacute;s Gim&eacute;nez/Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/o-LDt7H5-MYZoJvetpKMXXfZWxk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d7f47001-006c-4224-9226-5c0c3053271e.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="carros no tr&acirc;nsito"></figure>
<p>Isso significa que, nestes casos, a primeira regra &eacute; procurar por placas ou pinturas de&nbsp;<strong>"Pare"</strong> e <strong>"D&ecirc; a prefer&ecirc;ncia"</strong>, que continuam v&aacute;lidas. Se n&atilde;o tiver sinaliza&ccedil;&atilde;o, aplica-se a norma geral prevista no <strong>artigo 29 do CTB</strong>, que determina que a prefer&ecirc;ncia &eacute; do carro que trafega pela <strong>rodovia</strong> ou por uma <strong>rotat&oacute;ria</strong>. Nos demais casos, o direito de passagem &eacute; de quem <strong>vem pela direita do condutor</strong>.</p>
<h2>Sem&aacute;foro em modo intermitente</h2>
<p>Vale redobrar o cuidado quando o sem&aacute;foro opera em <strong>amarelo intermitente</strong>, que significa que o equipamento est&aacute; atuando s&oacute; como alerta, exigindo <strong>cautela e redu&ccedil;&atilde;o de velocidade</strong> de todos os sentidos.</p>
<p>Nesses casos, <strong>a prefer&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; concedida a ningu&eacute;m</strong>, ou seja, o motorista s&oacute; deve avan&ccedil;ar se houver <strong>total seguran&ccedil;a</strong>, sempre mantendo a aten&ccedil;&atilde;o redobrada a pedestres, ciclistas e motos. &Eacute; fundamental lembrar ainda que <strong>ve&iacute;culos de emerg&ecirc;ncia</strong> com sirenes e luzes ligadas possuem <strong>prioridade absoluta</strong> sobre qualquer outra regra de passagem.</p>
<p>Finalmente, tenha em mente sempre que os <strong>ve&iacute;culos de emerg&ecirc;ncia</strong> t&ecirc;m prioridade de livre circula&ccedil;&atilde;o e passagem inclusive em cruzamentos &mdash; mas s&oacute; se estiverem <strong>atendendo alguma urg&ecirc;ncia</strong>, com sirene e ilumina&ccedil;&atilde;o intermitente acionadas.</p>
<p>Aproveite para conferir <a href="https://canaltech.com.br/carros/3-acoes-simples-no-transito-que-rendem-multa-e-quase-ninguem-percebe/"><strong>3 a&ccedil;&otilde;es simples no tr&acirc;nsito que rendem multa e quase ningu&eacute;m percebe</strong>!</a></p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/semaforo-desligado-voce-sabe-de-quem-e-a-verdadeira-preferencia-no-cruzamento/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/carros/semaforo-desligado-voce-sabe-de-quem-e-a-verdadeira-preferencia-no-cruzamento/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Danielle Cassita]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Danielle Cassita]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Por que apps de namoro estão exigindo reconhecimento facial para criar perfil?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Os aplicativos de namoro est&atilde;o adotando <strong>reconhecimento facial e sistemas de &ldquo;humano verificado&rdquo;</strong> para dificultar a cria&ccedil;&atilde;o de perfis falsos e combater golpes. O movimento ganhou for&ccedil;a com o avan&ccedil;o de imagens, v&iacute;deos e vozes gerados por intelig&ecirc;ncia artificial, que tornaram mais dif&iacute;cil identificar se h&aacute; uma pessoa real por tr&aacute;s de uma conta.&nbsp;</p>
<p>O Tinder &eacute; uma das plataformas que adotaram uma medida mais r&iacute;gida. Em outubro de 2025, o aplicativo lan&ccedil;ou o Face Check, sistema que usa<strong> v&iacute;deo, verifica&ccedil;&atilde;o de vivacidade e autentica&ccedil;&atilde;o 3D </strong>para confirmar a presen&ccedil;a de uma pessoa real. A ferramenta &eacute; obrigat&oacute;ria para novos usu&aacute;rios e come&ccedil;ou a ser expandida para contas antigas em alguns mercados, como Estados Unidos e Reino Unido.</p>
<p>Segundo o Match Group, dono do Tinder, <strong>98%</strong> das a&ccedil;&otilde;es de modera&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do realizadas no aplicativo em 2025 estavam relacionadas a <strong>contas falsas, golpes e spam</strong>. A empresa afirma que o sistema armazena um mapa criptografado da geometria do rosto, e n&atilde;o a imagem usada no processo. Al&eacute;m do Tinder, v&aacute;rios grandes aplicativos e sites de namoro j&aacute; est&atilde;o usando reconhecimento facial para verificar seus usu&aacute;rios</p>
<p>Outra abordagem &eacute; adotada pelo World ID, desenvolvido pela Tools for Humanity. O sistema utiliza um dispositivo chamado Orb para <strong>escanear a &iacute;ris do usu&aacute;rio</strong> e criar uma identifica&ccedil;&atilde;o digital associada a ele. A tecnologia tamb&eacute;m fornece um selo de &ldquo;humano verificado&rdquo; e j&aacute; pode ser usada de forma opcional em algumas integra&ccedil;&otilde;es. Vale refor&ccedil;ar que os dados n&atilde;o s&atilde;o armazenados em servidores, s&atilde;o processados localmente no celular do usu&aacute;rio e apagados logo ap&oacute;s a captura.</p>
<p>Em abril, a Tools for Humanity firmou uma <strong>parceria com o Tinder</strong> para oferecer o selo aos usu&aacute;rios de forma opcional. A proposta &eacute; comprovar que uma conta est&aacute; associada a uma pessoa real, em vez de depender apenas de fotos ou informa&ccedil;&otilde;es fornecidas pelo pr&oacute;prio usu&aacute;rio.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Apps de namoro est&atilde;o adotando reconhecimento facial e sistemas de &ldquo;humano verificado&rdquo; para dificultar a cria&ccedil;&atilde;o de perfis falsos e combater golpes." data-creditos="Good Faces Agency/Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/jc8huuG7kqB20X3p3co5qCW8guE=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/e9f6fbb8-4b43-4096-9f1b-8b8e33f99b71.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Tinder"></figure>
<h2>Por que a exig&ecirc;ncia de reconhecimento facial agora?</h2>
<p>O <strong>avan&ccedil;o da intelig&ecirc;ncia artificial </strong>&eacute; um dos principais motivos para a ado&ccedil;&atilde;o dessas ferramentas. Fotos realistas podem ser criadas do zero, rostos podem ser alterados em v&iacute;deos e vozes podem ser clonadas. Com isso, golpes que antes dependiam de perfis falsos relativamente f&aacute;ceis de identificar ganharam ferramentas mais sofisticadas.&nbsp;</p>
<p>Dados do FBI apontam que os golpes rom&acirc;nticos nos Estados Unidos <strong>movimentaram mais de US$ 4 bilh&otilde;es</strong> entre 2015 e 2025. Ao mesmo tempo, quase metade dos usu&aacute;rios de aplicativos de namoro no pa&iacute;s afirma j&aacute; ter sido alvo de algum tipo de fraude.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, as plataformas come&ccedil;aram a buscar formas de <strong>verificar a exist&ecirc;ncia de uma pessoa real </strong>por tr&aacute;s de cada perfil. Os chamados liveness checks, que analisam v&iacute;deos ou movimentos feitos durante o cadastro, ajudam a confirmar que algu&eacute;m est&aacute; diante da c&acirc;mera naquele momento. J&aacute; sistemas de biometria, como reconhecimento facial ou leitura da &iacute;ris, associam a conta a uma caracter&iacute;stica f&iacute;sica do usu&aacute;rio.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O avan&ccedil;o da intelig&ecirc;ncia artificial est&aacute; entre os principais motivos para a ado&ccedil;&atilde;o de sistemas de verifica&ccedil;&atilde;o biom&eacute;trica em apps de namoro." data-creditos="Imagem gerada por IA/ChatGPT" src="https://tl.ctcdn.com.br/a1rbSjGNng-j7lT3LgnIGHDsFk8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/c7faf469-02ca-47c0-b586-2cf4f9f54895.png" width="1672" height="941" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Deepfakes IA Gen&eacute;rica"></figure>
<h2>Especialistas criticam uso de reconhecimento facial</h2>
<p>A ado&ccedil;&atilde;o dessas tecnologias n&atilde;o acontece sem cr&iacute;ticas. Alguns especialistas em privacidade e seguran&ccedil;a alertam que transformar a biometria em requisito para acessar servi&ccedil;os digitais pode <strong>normalizar o monitoramento constante dos usu&aacute;rios</strong>.</p>
<p>O professor de direito da tecnologia Woodrow Hartzog, da Universidade de Boston, afirma que &ldquo;o reconhecimento facial &eacute; a<strong> ferramenta de vigil&acirc;ncia mais perigosa j&aacute; criada</strong>&rdquo; e alerta para o risco de acostumar a popula&ccedil;&atilde;o a considerar normal ter o rosto escaneado para realizar diferentes atividades na internet.</p>
<p>Tamb&eacute;m existem d&uacute;vidas sobre a capacidade dessas ferramentas de<strong> impedir fraudes a longo prazo</strong>. A pesquisadora de ciberseguran&ccedil;a Katie Moussouris classifica algumas dessas medidas como uma esp&eacute;cie de &ldquo;teatro de seguran&ccedil;a&rdquo;, j&aacute; que uma verifica&ccedil;&atilde;o inicial n&atilde;o elimina todos os riscos.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Especialistas alertam que transformar a biometria em requisito para acessar servi&ccedil;os digitais pode normalizar o monitoramento constante dos usu&aacute;rios." data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Magnific" src="https://tl.ctcdn.com.br/oWcARy0yyWJEb6IoiC4_jCHO5Lg=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7c8459b7-71a5-4f9e-83ab-b561f73738bd.jpg" width="2000" height="1125" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Deepfake"></figure>
<p>Uma verifica&ccedil;&atilde;o de vivacidade, por exemplo, confirma que uma pessoa estava diante da c&acirc;mera durante o cadastro, mas n&atilde;o impede necessariamente que a conta seja usada posteriormente com conte&uacute;do manipulado por IA.</p>
<p>O mesmo vale para sistemas baseados em documentos. A apresenta&ccedil;&atilde;o de uma identifica&ccedil;&atilde;o comprova que um documento foi utilizado no processo, mas n&atilde;o garante, sozinha, que a pessoa que o apresentou seja realmente a dona daquele documento.</p>
<p>Tamb&eacute;m existe o risco de <strong>contas verificadas serem roubadas</strong>. Mesmo depois de passar por uma checagem biom&eacute;trica, um perfil pode ser comprometido e utilizado por outra pessoa.</p>
<p>Se voc&ecirc; gostou do conte&uacute;do, talvez tamb&eacute;m se interesse por conferir &ldquo;<a href="https://canaltech.com.br/seguranca/muito-pior-que-a-senha-o-que-hackers-podem-fazer-com-sua-localizacao-do-tinder/" target="_blank" rel="noopener"><u>Muito pior que a senha: o que hackers podem fazer com sua localiza&ccedil;&atilde;o do Tinder?</u></a>&rdquo;.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/apps/por-que-apps-de-namoro-exigem-reconhecimento-facial-criar-conta/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/apps/por-que-apps-de-namoro-exigem-reconhecimento-facial-criar-conta/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Viviane França]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Viviane França]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[É seguro ler no Kindle enquanto ele carrega? Engenheiro responde]]></title>
    <description><![CDATA[<p><strong>&Eacute; seguro ler no Kindle enquanto ele carrega</strong>? Quem gosta de ler por longos per&iacute;odos pode acabar com essa d&uacute;vida comum. Como o leitor digital usa uma bateria de &iacute;ons de l&iacute;tio, a preocupa&ccedil;&atilde;o com aquecimento e desgaste faz sentido. A resposta r&aacute;pida &eacute; que <strong>isso</strong><span style="font-size: 1em;"><strong> n&atilde;o representa, em condi&ccedil;&otilde;es normais, um risco para o usu&aacute;rio.</strong> Ainda assim, pode aumentar um pouco o aquecimento e contribuir para o desgaste da bateria ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="font-size: 1em;">A bateria de &iacute;ons de l&iacute;tio do Kindle &eacute; acompanhada por um sistema de gerenciamento, conhecido como BMS (Battery Management System). Ele controla par&acirc;metros como tens&atilde;o e corrente para manter a bateria dentro de limites considerados seguros.</span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 1em;">📱 <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va8w71Y9xVJhPriudt0q?utm_source=produtos" target="_blank" rel="nofollow noopener">Veja as melhores promo&ccedil;&otilde;es de hoje no WhatsApp do CT Ofertas</a><br></span></li>
</ul>
<p>Segundo Joelton Gotz, engenheiro de controle e automa&ccedil;&atilde;o, mestre em Engenharia El&eacute;trica, doutor em Engenharia Mec&acirc;nica e professor e pesquisador da PUCPR, o <strong>BMS permite que a bateria seja carregada e descarregada dentro de limites seguros.</strong></p>
<p>Por isso, o simples fato de continuar lendo enquanto o Kindle est&aacute; na tomada n&atilde;o significa que a bateria esteja em uma situa&ccedil;&atilde;o perigosa.</p>
<h2>Usar o Kindle carregando aumenta o aquecimento?</h2>
<p><strong>Pode aumentar.</strong> Durante a recarga, componentes eletr&ocirc;nicos do Kindle dissipam uma pequena quantidade de energia na forma de calor. A pr&oacute;pria bateria tamb&eacute;m esquenta naturalmente enquanto recebe carga.</p>
<p>Quando o aparelho continua sendo usado, outros componentes permanecem ativos. O processador, por exemplo, precisa trabalhar para executar o sistema, enquanto a tela fica ligada durante a leitura.</p>
<p>O consumo de energia de um Kindle tende a ser muito menor que o de aparelhos como smartphones e tablets. Portanto, o aquecimento provocado pelo uso costuma ser mais discreto.</p>
<p>Gotz explica que parte da energia recebida pelo aparelho &eacute; direcionada para a bateria, enquanto outra parcela alimenta os componentes do pr&oacute;prio Kindle. Essa combina&ccedil;&atilde;o contribui para elevar a temperatura interna durante o carregamento.</p>
<h2>O calor pode estragar a bateria do Kindle?</h2>
<p>O problema n&atilde;o &eacute; uma leitura ocasional enquanto o aparelho carrega, mas a exposi&ccedil;&atilde;o frequente a temperaturas elevadas.</p>
<p>As baterias de &iacute;ons de l&iacute;tio s&atilde;o sens&iacute;veis ao calor, que pode acelerar os processos qu&iacute;micos respons&aacute;veis pela degrada&ccedil;&atilde;o. Com o passar do tempo, isso pode diminuir a capacidade de armazenamento e reduzir a autonomia do Kindle.</p>
<blockquote>
<p>"De forma sutil e progressiva, o uso durante o carregamento pode influenciar mais na degrada&ccedil;&atilde;o do que o uso sem o carregamento."</p>
</blockquote>
<p>O efeito tende a ser mais relevante em baterias que j&aacute; est&atilde;o desgastadas. Conforme a bateria envelhece, sua resist&ecirc;ncia interna aumenta e a gera&ccedil;&atilde;o de calor durante o funcionamento pode ficar mais acentuada.</p>
<h2>Carregador original &eacute; mais seguro?</h2>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="&Eacute; seguro ler no Kindle enquanto carrega" data-creditos="Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/itIFTlaYVhH_brWzTaIPPSxOsoo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/264adcd7-c057-4f39-aa2a-42f5181afa82.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Kindle 11"></figure>
<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; dar prefer&ecirc;ncia ao <strong>carregador e ao cabo compat&iacute;veis e de boa proced&ecirc;ncia</strong>, seguindo as orienta&ccedil;&otilde;es da Amazon para o Kindle.&nbsp;</p>
<p>Segundo Gotz, carregadores ou cabos de qualidade duvidosa podem apresentar caracter&iacute;sticas el&eacute;tricas inadequadas, como resist&ecirc;ncia diferente ou fornecimento irregular de energia. Essas condi&ccedil;&otilde;es podem aumentar o aquecimento durante a recarga e acelerar a degrada&ccedil;&atilde;o da bateria. &ldquo;&Eacute; muito importante utilizar o carregador original do Kindle", recomenda.</p>
<p>Isso n&atilde;o significa que qualquer acess&oacute;rio de outra marca seja automaticamente perigoso. O ponto principal &eacute; evitar produtos falsificados, danificados ou sem especifica&ccedil;&otilde;es confi&aacute;veis.</p>
<h2>Quando &eacute; melhor interromper o carregamento?</h2>
<p>O principal sinal de alerta &eacute; o <strong>aquecimento excessivo</strong>. Se o Kindle ou o carregador ficar anormalmente quente durante a recarga, o ideal &eacute; desconect&aacute;-lo e deixar o aparelho esfriar.</p>
<p>Tamb&eacute;m vale observar mudan&ccedil;as na autonomia. Uma redu&ccedil;&atilde;o significativa no tempo que a bateria permanece carregada pode indicar degrada&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O especialista recomenda aten&ccedil;&atilde;o ao estado da bateria e aos sinais apresentados pelo pr&oacute;prio aparelho. Em situa&ccedil;&otilde;es de aquecimento anormal ou comportamento incomum durante a carga, interromper o processo &eacute; uma medida de precau&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Ent&atilde;o<strong> ler no Kindle enquanto ele carrega &eacute; seguro em condi&ccedil;&otilde;es normais</strong>, desde que o aparelho e os acess&oacute;rios estejam em bom estado. N<span style="font-size: 1em;">&atilde;o h&aacute; necessidade de interromper uma leitura, e o cuidado maior deve estar em evitar temperaturas excessivas e acess&oacute;rios de proced&ecirc;ncia duvidosa. E se voc&ecirc; &eacute; um leitor ass&iacute;duo, veja os</span> <a href="https://canaltech.com.br/e-reader/10-hacks-para-ler-ainda-mais-usando-seu-kindle/" target="_blank" rel="noopener">"hacks" para ler ainda mais usando seu Kindle</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/e-reader/e-seguro-ler-no-kindle-enquanto-ele-carrega/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/e-reader/e-seguro-ler-no-kindle-enquanto-ele-carrega/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Nathan Vieira]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Nathan Vieira]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Por que jogos licenciados têm mais chances de fracassar?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Quando se mistura jogos com outras m&iacute;dias, como HQs, s&eacute;ries, filmes, livros ou qualquer outra, a expectativa &eacute; de trazer o que h&aacute; de melhor dos dois formatos para os jogadores. Contudo, suas peculiaridades trazem um debate muito intenso entre os f&atilde;s.</p>
<p>Esses t&iacute;tulos herdam apenas uma parte de seu universo de origem e esbarram em v&aacute;rios desafios sobre os muros que os envolvem. Afinal de contas, o licenciamento de determinadas franquias sempre chega com um &ldquo;por&eacute;m&rdquo;.</p>
<p>A grande pol&ecirc;mica da vez &eacute; <strong>Marvel Tokon: Fighting Souls</strong>, que usa os nomes dos super-her&oacute;is em ingl&ecirc;s (em vez da vers&atilde;o brasileira). A decis&atilde;o afastou uma parte da comunidade, que se incomodou em ver uma obra dublada que teve sua experi&ecirc;ncia limitada.</p>
<p>No entanto, n&atilde;o &eacute; de hoje que jogos licenciados passam por grandes impactos. Quanto mais crossovers multim&iacute;dias aparecem, se torna maior a chance de falhar ou desapontar o seu principal p&uacute;blico. Descubra as raz&otilde;es abaixo:</p>
<h2>O dilema de Marvel Tokon</h2>
<p>O que &eacute; visto no atual jogo de luta da <strong>Arc System Works</strong> &eacute; uma &ldquo;novela antiga&rdquo; da <strong>Marvel</strong> no Brasil. Na verdade, este debate existe h&aacute; quase uma d&eacute;cada e come&ccedil;ou em<strong> Marvel&rsquo;s Spider-Man</strong> (2018).</p>
<p><embed origin="instagram" category="reel" id="DbOhNGRsJkV" src="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP///yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7" data-title="View this post on Instagram" data-legenda="" data-creditos="" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem">   </p>
<p>A aventura do Amig&atilde;o da Vizinhan&ccedil;a causou um grande alvoro&ccedil;o por evitar nome&aacute;-lo como Homem-Aranha &mdash; assim como o nome de seus principais vil&otilde;es foi mantido como a vers&atilde;o norte-americana. Suas sequ&ecirc;ncias mantiveram a decis&atilde;o.</p>
<p>Por&eacute;m, o grande vil&atilde;o pode n&atilde;o ser apenas a editora que consagrou os Vingadores e diversos super-her&oacute;is ao longo de d&eacute;cadas. Neste caso, uma parte do desafio est&aacute; nas m&atilde;os da <strong>Sony Interactive Entertainment </strong>(SIE) e da <strong>PlayStation.</strong></p>
<p><strong>Marvel&rsquo;s Guardians of the Galaxy</strong> (2021), da Square Enix, &eacute; um exemplo vivo disso. Na obra, Peter Quill &eacute; chamado de <strong>Senhor das Estrelas </strong>(e n&atilde;o Star Lord), do mesmo modo como nomeiam o grupo como <strong>Guardi&otilde;es da Gal&aacute;xia</strong>: igualmente ao visto nos filmes exibidos desde o ano de 2014.&nbsp;</p>
<p>O que aconteceu? O time de marketing da SIE tomou a mesma decis&atilde;o que a <strong>Disney</strong>: manter os nomes como &ldquo;&uacute;nicos&rdquo;, sem qualquer tradu&ccedil;&atilde;o. Logo, quando voc&ecirc; buscar informa&ccedil;&otilde;es, publicar hashtags e mais, encontrar&aacute; facilmente sob o seu nome original.&nbsp;</p>
<p>Dessa forma, conseguem medir facilmente a popularidade e checar seus par&acirc;metros sem ter de conhecer e procurar por mais de 50 localiza&ccedil;&otilde;es diferentes. O grande problema &eacute; que isso impacta diretamente em uma cultura que existe desde os anos 1940 no Brasil.</p>
<p>A decis&atilde;o deles &eacute; compreens&iacute;vel, por&eacute;m o choque com o p&uacute;blico torna a experi&ecirc;ncia menos &ldquo;apetitosa&rdquo;. Foi exatamente neste aspecto que Marvel Tokon: Fighting Souls esbarrou no nosso mercado e n&atilde;o cativou.&nbsp;</p>
<p>As aventuras do Homem-Aranha nos consoles PlayStation passaram pelo mesmo problema, bem como <strong>Marvel&rsquo;s Wolverine</strong> passar&aacute;. Guardians of the Galaxy e <strong>Avengers</strong> (2020), por mais que tenham seu t&iacute;tulo em ingl&ecirc;s, conseguiram vencer essa barreira dentro da pr&oacute;pria narrativa e evitaram cair nesse erro.</p>
<h2>O buraco &eacute; mais embaixo</h2>
<p>Por&eacute;m, esse n&atilde;o &eacute; o maior desafio que jogos licenciados carregam em suas costas. H&aacute; muitas quest&otilde;es que envolvem o mercado dos games no geral, o que testa a paci&ecirc;ncia dos f&atilde;s por v&aacute;rias raz&otilde;es.</p>
<p>Mexer com as marcas n&atilde;o &eacute; algo simples. A <strong>Activision,</strong> por exemplo, teve um contrato com a Marvel por muitos anos e lan&ccedil;ou dezenas de games que estampavam seus her&oacute;is. Quando isso foi encerrado, a produtora teve de remov&ecirc;-los de todas as lojas digitais imediatamente.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, &eacute; a principal raz&atilde;o pela qual games emblem&aacute;ticos como <strong>Marvel Ultimate Alliance</strong> (2016), <strong>Deadpool</strong> (2015) e muitos outros seguem indispon&iacute;veis nos dias atuais. Eles n&atilde;o foram fracassos comerciais, mas falharam em se manter na ind&uacute;stria gaming &mdash; s&atilde;o obras inacess&iacute;veis hoje em dia.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O sumi&ccedil;o de jogos como Deadpool enfraquece o mercado e afasta os f&atilde;s" data-creditos="Reprodu&ccedil;&atilde;o/Activision" src="https://tl.ctcdn.com.br/ZESwfC5Ybe1W-IpO3PBwRjiq5O0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/38259c23-0fab-4d4c-89b7-f653526cf44d.jpg" width="1280" height="720" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Deadpool-Jogo-Img1"></figure>
<p>O mesmo ocorre com v&aacute;rios est&uacute;dios e franquias. <strong>Transformers: Devastation</strong> (2015) segue o mesmo padr&atilde;o, assim como <strong>Godzilla</strong> (2015), <strong>Teenage Mutant Ninja Turtles: Mutants in Manhattan </strong>(2016) e dezenas de outros. Ou seja, s&atilde;o obras que brilham, mas que t&ecirc;m um prazo de validade.</p>
<h2>N&atilde;o &eacute; apenas a marca</h2>
<p>Os jogos licenciados n&atilde;o passam por problemas apenas com o mundo geek, mas tamb&eacute;m em algumas de suas frentes. Sabe qual o maior problema de <strong>Rock Band</strong>, <strong>Guitar Hero</strong>, <strong>Just Dance</strong> e outros cl&aacute;ssicos que est&atilde;o entre os queridinhos dos f&atilde;s? &Eacute; exatamente o que os tornou um sucesso: as m&uacute;sicas.</p>
<p>Lidar com artistas, bandas, gravadoras e afins tamb&eacute;m &eacute; um atestado de que a produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o permanecer&aacute; entre os f&atilde;s por muito tempo. Just Dance foi o &uacute;nico que sobrou, mas por entender como fazer a estrat&eacute;gia dar certo: lan&ccedil;amentos anuais, que servem para remover antigos sem peso.</p>
<p>At&eacute; esta t&aacute;tica da <strong>Ubisoft</strong> est&aacute; pass&iacute;vel ao erro. Quando traz um jogo por ano de determinada franquia sem inova&ccedil;&otilde;es, o pr&oacute;prio p&uacute;blico dispersa e torna a marca menos popular. Logo, ela funcionou muito bem por d&eacute;cadas, mas n&atilde;o se sabe at&eacute; quando.</p>
<p>Qualquer t&iacute;tulo com uma trilha sonora que use m&uacute;sicas reais est&aacute; sujeito a esta quest&atilde;o. &Eacute; claro que d&aacute; para renovar os contratos para manter os jogos acess&iacute;veis, mas se o volume de vendas for menor do que o dinheiro que pagam para deixar tudo em p&eacute;, a balan&ccedil;a se desequilibra.&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WaemsD8T1kA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Crossovers apocal&iacute;pticos</h2>
<p>Al&eacute;m de toda a problem&aacute;tica, temos de ressaltar que a ideia de misturar universos nem sempre acaba bem no mundo dos jogos. H&aacute; uma s&eacute;rie de regras e acordos que definem o que &eacute; poss&iacute;vel fazer e o que n&atilde;o &eacute;, com muitas coisas que impedem o seu avan&ccedil;o no passar dos anos.</p>
<p>Na &eacute;poca, contratos eram feitos com o intuito de produzir os discos, vend&ecirc;-los e um dia isso estaria escasso ou a chegada de um novo naturalmente eliminaria o antigo das prateleiras. Hoje, com o formato digital, as regras mudaram e um game &mdash; al&eacute;m de estar dispon&iacute;vel em um lugar diferente &mdash;, ser&aacute; &ldquo;eterno&rdquo; ali.</p>
<p><strong>Project X Zone</strong> (2012), <strong>Mortal Kombat vs. DC Universe</strong> (2008), <strong>PlayStation All-Stars Battle Royale</strong> (2012) e, mais recentemente,<strong> Jump Force</strong> (2019) passaram por este problema. Negociar com outras produtoras e marcas exige limites e isto impacta diretamente a sua longevidade digital.</p>
<h2>Falha em n&iacute;veis alarmantes</h2>
<p>Al&eacute;m disso, existem formas diferentes de intera&ccedil;&atilde;o entre estes elementos. M&uacute;sicas de abertura e encerramento de jogos baseados em anime, por exemplo, s&atilde;o diferentes das vistas nas pr&oacute;prias obras &mdash; j&aacute; que o acordo para elas s&atilde;o feitos de formas distintas.&nbsp;</p>
<p>Se uma trilha sonora &eacute; direcionada para a serializa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; cobrada de determinado modo. Se ela estar&aacute; dispon&iacute;vel em um game, isso se expande pela sua disponibilidade nas lojas das diferentes plataformas. Ou seja, os est&uacute;dios ter&atilde;o de desembolsar mais dinheiro nestes casos.</p>
<p>Por essa raz&atilde;o que muitas das obras t&ecirc;m sua pr&oacute;pria lista de m&uacute;sicas. Ainda que valores sejam incertos, fechar contratos de um para uma adapta&ccedil;&atilde;o e outro para uma segunda pode ser mais barato do que um s&oacute; para estar presente em ambas.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Jogos do Naruto raramente trazem m&uacute;sicas similares &agrave;s do anime" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Bandai Namco" src="https://tl.ctcdn.com.br/UDtnp619KCII5bmFIqtImEYdM1M=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/0dcf60f6-3cd5-4dd3-9ff5-26d0beea01ce.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Naruto-Ultimate-Ninja-Storm-4"></figure>
<p>Dito isso, jogos licenciados nascem para eventualmente fracassar. N&atilde;o em sua proposta ou naquilo que o torna importante, mas sim de diferentes maneiras &mdash; pode torn&aacute;-lo t&atilde;o caro que o retorno financeiro n&atilde;o compense, pode prender um est&uacute;dio em uma estrat&eacute;gia n&atilde;o convencional e at&eacute; a promessa de ser inacess&iacute;vel.&nbsp;</p>
<p>Na pr&aacute;tica, se ver muitos personagens de diferentes franquias no mesmo lugar, m&uacute;sicas populares na sua experi&ecirc;ncia ou algo do tipo, pode ter certeza que o destino dele j&aacute; est&aacute; selado. Claro que h&aacute; exce&ccedil;&otilde;es, mas n&atilde;o &eacute; &agrave; toa que <strong>GTA 5 </strong>fez dinheiro suficiente para lidar com estes problemas de uma maneira singular.</p>
<p>Enquanto isso, a linha <strong>Forza Horizon</strong> some no horizonte por n&atilde;o ter o mesmo retorno. O mesmo vale para super-her&oacute;is, personagens de anime e outros &mdash; que s&atilde;o submetidos a uma s&eacute;rie de normas para funcionar, com chances altas disso nunca acontecer, como em Marvel Tokon: Fighting Souls.</p>
<p>Ao menos algumas fabricantes se movimentam para criar uma sobrevida para alguns deles. O <a href="https://canaltech.com.br/games/novo-recurso-do-xbox-tambem-vai-resgatar-jogos-banidos-das-lojas-digitais/" target="_blank" rel="noopener">novo recurso do XBOX tamb&eacute;m vai "resgatar" jogos banidos das lojas digitais</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/por-que-jogos-licenciados-tem-mais-chances-de-fracassar/</link>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 14:00:03 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Diego Corumba]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Diego Corumba]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[8 filmes que pertencem ao mesmo universo e você não sabia]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Universos compartilhados<strong> </strong>no cinema podem at&eacute; ser mais associados ao mundo dos her&oacute;is, como vemos no MCU e no DCU, mas existem algumas franquias que pouca gente s&oacute; percebe que fazem parte do mesmo barco muito tempo depois de assisti-las.&nbsp;</p>
<p>Bastante populares nos quadrinhos, os <strong>universos compartilhados</strong> no cinema fazem parte de uma estrat&eacute;gia narrativa usada por est&uacute;dios para unir personagens ou hist&oacute;rias distintas em um mesmo mundo.&nbsp;</p>
<p>O exemplo mais conhecido da cultura pop, por exemplo, &eacute; o do <strong>Universo Cinematogr&aacute;fico da Marvel</strong>, em que her&oacute;is famosos do est&uacute;dio se encontram em um mesmo filme para combater uma amea&ccedil;a em comum, ou ganham hist&oacute;rias &uacute;nicas que fazem liga&ccedil;&atilde;o com o todo.&nbsp;</p>
<p>Mas existem outras sagas influentes de Hollywood que tamb&eacute;m embarcaram nesse modelo de narrativa para conquistar o cora&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico que adora ver seus personagens favoritos interagindo. Muitos deles s&atilde;o t&atilde;o famosos que podem at&eacute; te surpreender.&nbsp;</p>
<h2>Filmes que fazem parte do mesmo universo</h2>
<p>Para quem curte mundos compartilhados, o <strong>Canaltech </strong>selecionou 8 filmes, entre eles duas franquias, que coexistem no mesmo universo. Veja a seguir quais s&atilde;o.</p>
<h3>1. Corpo Fechado (2000), &nbsp;Fragmentado (2016) e Vidro (2019)</h3>
<p>Todos assinados pelo diretor M. Night Shyamalan, a trilogia <strong>Corpo Fechado</strong>, <strong>Fragmentado </strong>e <strong>Vidro </strong>divide o mesmo universo, que colide em definitivo no encerramento da saga, lan&ccedil;ado em 2019.&nbsp;</p>
<p>Iniciada nos anos 2000, a franquia se formou sem que o p&uacute;blico se desse conta de que estava diante de um universo compartilhado, algo que s&oacute; foi revelado quando Fragmentado chegou aos cinemas. Juntos, os t&iacute;tulos abordam tem&aacute;ticas voltadas para o universo dos super-her&oacute;is de maneira realista, explorando a famosa dicotomia entre o bem e o mal.&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fNeCB2ALNoA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Em Corpo Fechado, por exemplo, somos apresentados a um homem que descobre ser invulner&aacute;vel, enquanto outro tem ossos extremamente fr&aacute;geis, criando um embate entre mocinho e vil&atilde;o. J&aacute; Fragmentado traz um homem com transtorno dissociativo de identidade, cuja 24&ordf; personalidade &eacute; uma figura sobre-humana chamada Besta, e Vidro une todos eles em um confronto fatal.&nbsp;</p>
<h3>2. Alien vs. Predador (2004)</h3>
<p>Quem acompanha a cultura pop com mais assiduidade deve saber que as franquias <strong>Alien </strong>e <strong>Predador </strong>colidiram nas telonas nos anos 2000, mas nem todo mundo tem conhecimento disso.&nbsp;</p>
<p>Embora habitem universos pr&oacute;prios, as duas sagas de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica se juntaram nos dois filmes de <strong>Alien vs. Predador</strong>, que colocaram o Xenomorfo cara a cara com o Predador</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Cld40qD7HcY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Com dois filmes de crossover na bagagem, Alien vs. Predador fez a alegria dos f&atilde;s das franquias nos anos 2000 colocando o Xenomorfo cara a cara com o Predador, unindo o melhor de cada saga para trabalhar novas possibilidades em ambas as produ&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<h3>3. Blade Runner (1982) e O Soldado do Futuro (1998)</h3>
<p>Um universo compartilhado que poucas pessoas conhecem &eacute; o de <strong>Blade Runner </strong>e <strong>O Soldado do Futuro</strong>. Com v&aacute;rios easter eggs que conectam ambas as produ&ccedil;&otilde;es, o filme de 1998 funciona mais como uma sequ&ecirc;ncia espiritual do que uma hist&oacute;ria can&ocirc;nica dentro do universo do cl&aacute;ssico de Ridley Scott, sendo influenciado pelas hist&oacute;rias do criador desse mundo, o escritor Philip K. Dick.</p>
<p>Estrelado por Harrison Ford, Blade Runner deixou sua marca na hist&oacute;ria do cinema com uma trama situada no s&eacute;culo XXI, onde um ex-policial &eacute; recrutado para ca&ccedil;ar um grupo de androides rebeldes em uma Los Angeles dist&oacute;pica.&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qoEyZoOTtss" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O Soldado do Futuro, por sua vez, tem Kurt Russell interpretando o sargento Todd, um veterano treinado para ser uma m&aacute;quina de matar. At&eacute; que uma gera&ccedil;&atilde;o nova de soldados geneticamente modificados surge, fazendo com que Todd seja considerado obsoleto e abandonado em um planeta desolado.</p>
<h3>4. Monstros da Universal</h3>
<p>Muitos anos antes da Marvel fazer sucesso com o MCU, a Universal Pictures fazia hist&oacute;ria ao criar o primeiro universo compartilhado do cinema, que ficou conhecido como <strong>Monstros da Universal</strong>.&nbsp;</p>
<p>Tudo come&ccedil;ou na d&eacute;cada de 1930, quando o est&uacute;dio come&ccedil;ou a lan&ccedil;ar filmes inspirados em obras liter&aacute;rias de terror e monstros cl&aacute;ssicos, como <strong>Frankenstein </strong>(1931) e <strong>Dr&aacute;cula</strong> (1931). Inicialmente feitos de maneira independente, essas produ&ccedil;&otilde;es logo se juntaram em um universo &uacute;nico, com v&aacute;rias sequ&ecirc;ncias e outras criaturas ic&ocirc;nicas embarcando junto.&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LiPE-Mf8Ufc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O sucesso foi tanto que os Monstros da Universal duraram at&eacute; meados da d&eacute;cada de 1950, contando com t&iacute;tulos ic&ocirc;nicos no curr&iacute;culo, como<strong> A M&uacute;mia </strong>(1932), <strong>O Homem Invis&iacute;vel</strong> (1933), <strong>O Lobisomem</strong> (1941) e&nbsp;<strong>A Noiva de Frankenstein </strong>(1935). Todos foram extremamente influentes &agrave;s suas pr&oacute;prias maneiras, com crossovers celebrados at&eacute; os dias de hoje.</p>
<h3>5. Monstroverso</h3>
<p>Quem ama hist&oacute;rias de criaturas monstruosas est&aacute; bem servido na ind&uacute;stria do entretenimento com o <strong>Monstroverso</strong>, o universo compartilhado que une duas figuras extremamente populares do cinema: Godzilla e King Kong.</p>
<p>Embora ambas as franquias tenham iniciado no s&eacute;culo passado, o universo criado pela Legendary em parceria com o est&uacute;dio japon&ecirc;s Toho considera as produ&ccedil;&otilde;es lan&ccedil;adas a partir de 2014, quando o filme <strong>Godzilla</strong>, que faz um reboot da franquia cl&aacute;ssica, foi lan&ccedil;ado.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kIET9yMABD8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Desde ent&atilde;o, os est&uacute;dios j&aacute; se uniram para lan&ccedil;ar t&iacute;tulos diversos de ambos os monstros, como <strong>Kong: A Ilha da Caveira</strong> (2017) e o crossover entre as duas criaturas, <strong>Godzilla vs. Kong </strong>(2021), apenas para citar alguns. Atualmente cinco filmes foram lan&ccedil;ados, com o sexto, <strong>Godzilla e Kong: Supernova</strong>, previsto para estrear em 2027.</p>
<h2>Universos compartilhados nos cinemas</h2>
<p>Para quem curte crossovers entre personagens ic&ocirc;nicos no cinema, nada melhor do que mergulhar profundamente em um universo compartilhado repleto de figuras marcantes, hist&oacute;rias &eacute;picas e refer&ecirc;ncias. Logo, confira <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/quais-sao-os-proximos-lancamentos-da-marvel-depois-do-novo-homem-aranha/">quais s&atilde;o os pr&oacute;ximos lan&ccedil;amentos da Marvel depois do novo Homem-Aranha</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/entretenimento/filmes-do-mesmo-universo-e-voce-nao-sabia/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/entretenimento/filmes-do-mesmo-universo-e-voce-nao-sabia/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 13:30:02 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Terry Crews no FIRE 2026: por que a inteligência emocional é o maior superpoder na Creator Economy]]></title>
    <description><![CDATA[<p>No universo da tecnologia e da produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do, onde a busca desenfreada por algoritmos, escala e novas ferramentas de Intelig&ecirc;ncia Artificial dita o ritmo dos neg&oacute;cios, a palestra mais humana do Hotmart FIRE 2026 serviu como um choque de realidade.&nbsp;Nesta sexta-feira (11), o ator e apresentador <strong>Terry Crews subiu ao palco principal </strong>do Expominas, em Belo Horizonte, para uma conversa conduzida por Igor 3K, do <em>Flow Podcast</em>. Ao inv&eacute;s de f&oacute;rmulas de engajamento, Crews transformou sua trajet&oacute;ria de supera&ccedil;&atilde;o &mdash; marcada por traumas de inf&acirc;ncia, ass&eacute;dio em Hollywood e reconstru&ccedil;&atilde;o familiar &mdash; em uma aula sobre lideran&ccedil;a, intelig&ecirc;ncia emocional e constru&ccedil;&atilde;o de marca (branding) de longo prazo.</p>
<p>Para o executivo ou o criador de conte&uacute;do moderno, a principal li&ccedil;&atilde;o de Crews &eacute; clara: nenhuma tecnologia consegue replicar ou substituir <strong>o valor de uma hist&oacute;ria transparente e bem gerida</strong>.</p>
<h2>"O seu defeito &eacute; o seu superpoder"</h2>
<p>Um dos conceitos mais fortes apresentados por Crews foi o de que as vulnerabilidades de um l&iacute;der ou criador s&atilde;o, na verdade, seus maiores diferenciais competitivos. Ele usou sua pr&oacute;pria defici&ecirc;ncia f&iacute;sica para ilustrar o argumento de mercado.</p>
<p>"Eu tenho um problema de audi&ccedil;&atilde;o. E uma coisa sobre isso &eacute; que, quando voc&ecirc; n&atilde;o escuta bem, voc&ecirc; foca os olhos", revelou o ator, que hoje usa aparelhos auditivos. Essa limita&ccedil;&atilde;o o for&ccedil;ou a desenvolver uma leitura minuciosa da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-verbal e das microexpress&otilde;es das pessoas ao seu redor.</p>
<blockquote>
<p>"Isso ajudou a minha habilidade art&iacute;stica e minha atua&ccedil;&atilde;o, porque eu aprendi a olhar, assistir e responder &agrave;s pessoas. Todas essas coisas que poderiam ser um problema, de alguma forma se transformaram em uma vantagem", explicou.</p>
</blockquote>
<p>No ambiente corporativo e digital, isso se traduz em n&atilde;o esconder falhas, mas us&aacute;-las para criar neg&oacute;cios aut&ecirc;nticos. "A coisa que voc&ecirc; acha que est&aacute; errada com voc&ecirc; &eacute;, na verdade, o seu superpoder. A sua hist&oacute;ria, o lugar de onde voc&ecirc; vem. A gente fala muito sobre Transtorno de Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico, mas ningu&eacute;m fala sobre o <strong>Crescimento P&oacute;s-Traum&aacute;tico</strong>".</p>
<h2>O perigo de esconder-se atr&aacute;s do sucesso</h2>
<p>Em um mercado digital movido a m&eacute;tricas de vaidade (likes, placas de faturamento e status), Crews abordou o perigo de l&iacute;deres usarem o sucesso corporativo como um escudo para esconder crises internas e comportamentos nocivos.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Uma multid&atilde;o se reuniu para ver Terry Crews no Hotmart FIRE 2026" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Hotmart" src="https://tl.ctcdn.com.br/QXBKdyU7UXpB77j9BkZjHkc3JMk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/6a3d3fc6-0517-4314-b39a-c26c2c8f3c0d.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Palco do Hotmart FIRE 2026 com Terry Crews"></figure>
<p>Ele compartilhou o momento de maior ruptura de sua vida, quando, no auge do sucesso em Hollywood, foi confrontado pela esposa sobre seu comportamento abusivo, arrog&acirc;ncia e o v&iacute;cio em pornografia &mdash; o que quase o levou ao fim do casamento de (hoje) 37 anos.</p>
<blockquote>
<p>"O sucesso &eacute; o lugar mais quente para se esconder. Voc&ecirc; pode se esconder atr&aacute;s dele e ningu&eacute;m nunca vai questionar voc&ecirc;", alertou Crews aos empreendedores presentes. "Quando minha esposa foi embora, eu disse: 'O que est&aacute; acontecendo? Eu sou rico, eu fiz isso, eu fiz aquilo'. E de repente, quando ela n&atilde;o estava l&aacute;, todo o sucesso n&atilde;o significava nada. Eu tive que destruir minha velha vida e reconstru&iacute;-la."</p>
</blockquote>
<p>A analogia que Crews fez com a inova&ccedil;&atilde;o nos neg&oacute;cios foi direta: &agrave;s vezes &eacute; preciso amassar o papel e come&ccedil;ar de novo. "&Eacute; como desenhar. As pessoas veem a arte bonita, mas n&atilde;o veem todos os peda&ccedil;os de papel que est&atilde;o no lixo".</p>
<h2>A nova m&eacute;trica do sucesso: alinhamento de valores</h2>
<p>Questionado por Igor 3K se a idade e a experi&ecirc;ncia eram as chaves para a mudan&ccedil;a e a consolida&ccedil;&atilde;o de uma marca de sucesso, Crews discordou. Para ele, <strong>a simples passagem do tempo n&atilde;o garante evolu&ccedil;&atilde;o profissional ou pessoal</strong>.</p>
<p>"As pessoas acham que para fazer mudan&ccedil;as voc&ecirc; precisa de experi&ecirc;ncia. Isso &eacute; s&oacute; uma parte. N&atilde;o &eacute; a experi&ecirc;ncia que te muda, &eacute; a reflex&atilde;o. &Eacute; por isso que voc&ecirc; pode dirigir por 30 anos e ainda ser um motorista terr&iacute;vel. &Eacute; apenas quando voc&ecirc; reflete sobre como est&aacute; dirigindo que voc&ecirc; melhora. Isso funciona em todo trabalho e em todo neg&oacute;cio", cravou.</p>
<p>Ao final do painel, o ator, que &eacute; adorado pelo p&uacute;blico brasileiro pelo personagem Julius, deixou um recado que serve como b&uacute;ssola para quem constr&oacute;i audi&ecirc;ncias ou empresas na internet hoje.</p>
<blockquote>
<p>"As pessoas acham que a defini&ccedil;&atilde;o de sucesso s&atilde;o pr&ecirc;mios, dinheiro, uma estrela na Cal&ccedil;ada da Fama em Hollywood. Mas todo sucesso &eacute;, na verdade, voc&ecirc; estar em alinhamento com os seus valores. Houve tantos anos em que eu tive dinheiro e pr&ecirc;mios, mas n&atilde;o estava alinhado com as coisas que eu valorizava. Descubra as coisas que voc&ecirc; mais valoriza, alinhe-se a elas, e voc&ecirc; ser&aacute; bem-sucedido."</p>
</blockquote>
<p>Veja mais sobre a nossa cobertura do <a href="https://canaltech.com.br/mercado/hotmart-fire-2026-com-launchpad-plataforma-aposta-em-ia-que-cria-aplicativos-e-vira-equipe-do-empreendedor/" target="_blank" rel="noopener">Hotmart FIRE 2026: com Launchpad, plataforma aposta em IA que cria aplicativos e vira "equipe" do empreendedor</a> e saiba&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/mercado/por-que-os-brasileiros-estao-trocando-os-aplicativos-de-lojas-por-conversas-no-whatsapp/" target="_blank" rel="noopener">por que os brasileiros est&atilde;o trocando os aplicativos de lojas por conversas no WhatsApp</a>?</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/mercado/terry-crews-no-fire-2026-por-que-a-inteligencia-emocional-e-o-maior-superpoder-na-creator-economy/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/mercado/terry-crews-no-fire-2026-por-que-a-inteligencia-emocional-e-o-maior-superpoder-na-creator-economy/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 13:08:28 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Guilherme Haas]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Guilherme Haas]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Huawei admite lacunas sem Google e promete reforçar ecossistema no Brasil]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A <strong>Huawei </strong>quer ampliar a oferta de produtos e servi&ccedil;os no Brasil para fortalecer seu ecossistema no pa&iacute;s. Entre os planos est&atilde;o mais aplicativos locais na <strong>AppGallery, pagamentos e eSIM em smartwatches,</strong> al&eacute;m da expans&atilde;o do portf&oacute;lio de smartphones. Os projetos foram detalhados por Carlos Morales, diretor de Rela&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas da Huawei Devices para a Am&eacute;rica Latina, em entrevista ao Canaltech. A conversa, exclusiva, aconteceu durante o lan&ccedil;amento do <strong>Huawei Watch GT7 Pro</strong>, em Munique.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va8w71Y9xVJhPriudt0q?utm_source=produtos" target="_blank" rel="nofollow noopener sponsored">📱 Veja as melhores promo&ccedil;&otilde;es de smartwatches e smartphones no WhatsApp do CT Ofertas</a></li>
</ul>
<p>O executivo deixou claro que boa parte dessas novidades ainda est&aacute; em desenvolvimento, e n&atilde;o tem data confirmada para chegar ao mercado brasileiro.</p>
<p>A estrat&eacute;gia ganha import&acirc;ncia conforme a Huawei volta a refor&ccedil;ar sua presen&ccedil;a no segmento de celulares no Brasil. Al&eacute;m de trazer novos aparelhos, a empresa precisa ampliar os servi&ccedil;os dispon&iacute;veis para oferecer uma experi&ecirc;ncia mais completa aos consumidores.</p>
<h2>Huawei quer melhorar experi&ecirc;ncia dos celulares sem Google</h2>
<p>Uma das principais frentes &eacute; a AppGallery, loja oficial de aplicativos da Huawei. A companhia trabalha com desenvolvedores de diferentes pa&iacute;ses e tamb&eacute;m busca parceiros locais para aumentar a oferta de apps relevantes em cada mercado.</p>
<p>A pr&oacute;pria Huawei reconhece que ainda h&aacute; espa&ccedil;o para avan&ccedil;ar. Morales admitiu que a experi&ecirc;ncia atual dos celulares da marca n&atilde;o equivale completamente &agrave;quela oferecida antes das restri&ccedil;&otilde;es comerciais que impediram o uso dos Google Mobile Services.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Sabemos que esse ainda &eacute; um trabalho em andamento. Fizemos avan&ccedil;os importantes e temos trabalhado bastante para trazer desenvolvedores de todo o mundo para a loja&rdquo;, afirmou Morales.</p>
</blockquote>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Huawei quer expandir op&ccedil;&otilde;es de apps na AppGallery" data-creditos="Imagem gerada por IA/ChatGPT" src="https://tl.ctcdn.com.br/UqkbrefLM3ejiAZo_wHYxRgckes=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/10eb7282-7346-4f68-b460-06cc04e6e7cb.png" width="1672" height="941" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Huawei Pura 90s Pro"></figure>
<p>&nbsp;Segundo o executivo, o trabalho tamb&eacute;m envolve desenvolvedores locais. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; fazer com que aplicativos importantes para consumidores de cada pa&iacute;s estejam dispon&iacute;veis no ecossistema da fabricante.</p>
<p>Apesar dos avan&ccedil;os, Morales reconheceu uma das principais limita&ccedil;&otilde;es enfrentadas pela empresa atualmente.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Entendemos que ainda n&atilde;o oferecemos 100% da experi&ecirc;ncia que as pessoas tinham antes das restri&ccedil;&otilde;es entrarem em vigor.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>A estrat&eacute;gia n&atilde;o se limita aos aplicativos. A Huawei pretende combinar hardware, software e servi&ccedil;os para tornar seu ecossistema mais atraente e facilitar a integra&ccedil;&atilde;o entre seus dispositivos.</p>
<h2>Mais celulares Huawei est&atilde;o nos planos para o Brasil</h2>
<p>A <strong>expans&atilde;o do ecossistema</strong> tamb&eacute;m passa por aumentar a oferta de smartphones da Huawei no pa&iacute;s. Segundo Morales, celulares fazem parte da estrat&eacute;gia de levar uma parcela maior do portf&oacute;lio global da companhia aos mercados em que ela atua.</p>
<p>O executivo n&atilde;o revelou quais ser&atilde;o os pr&oacute;ximos modelos vendidos por aqui nem apresentou um calend&aacute;rio de lan&ccedil;amentos.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;N&atilde;o tenho datas exatas ou definidas que possa compartilhar, mas certamente est&aacute; nos nossos planos trazer esses smartphones ao Brasil em breve.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>A declara&ccedil;&atilde;o, portanto, n&atilde;o confirma a chegada de um aparelho espec&iacute;fico. O pr&oacute;prio Morales refor&ccedil;ou durante a entrevista que a Huawei n&atilde;o antecipa lan&ccedil;amentos antes de uma confirma&ccedil;&atilde;o oficial.</p>
<h2>Huawei trabalha em pagamentos para smartwatches</h2>
<p>Outra lacuna que a empresa quer preencher est&aacute; nos rel&oacute;gios. A Huawei trabalha para oferecer <strong>pagamentos por aproxima&ccedil;&atilde;o com smartwatch no Brasil,</strong> mas a implementa&ccedil;&atilde;o depende da forma&ccedil;&atilde;o de parcerias e de outras vari&aacute;veis locais.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Smartwatches tamb&eacute;m podem ganhar mais fun&ccedil;&otilde;es no Brasil" data-creditos="Bruno Bertonzin/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/PZJCda2pD9X8dj57XqbQ_T2Z2Zk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b2c29773-4ceb-48a1-bd0f-d14d053693d8.jpg" width="4096" height="3072" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Watch GT 7 ProIMG20260902101804"></figure>
<p>Morales n&atilde;o anunciou uma plataforma, institui&ccedil;&atilde;o financeira parceira ou previs&atilde;o para a estreia do recurso. Ainda assim, confirmou que o projeto est&aacute; em desenvolvimento.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Estamos tentando encontrar os parceiros e as ferramentas certas para oferecer esse tipo de servi&ccedil;o e conveni&ecirc;ncia aos nossos usu&aacute;rios.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>A aus&ecirc;ncia de pagamentos limita parte da experi&ecirc;ncia dos smartwatches Huawei vendidos no Brasil, principalmente para quem busca usar o rel&oacute;gio de forma mais independente do celular.</p>
<h2>eSIM em rel&oacute;gios tamb&eacute;m est&aacute; nos planos</h2>
<p>Essa independ&ecirc;ncia pode aumentar ainda mais com a chegada do <strong>eSIM aos smartwatches Huawei no Brasil.</strong> A tecnologia permite que modelos compat&iacute;veis acessem a rede m&oacute;vel sem depender de uma conex&atilde;o constante com o smartphone.</p>
<p>Segundo Morales, a Huawei j&aacute; implementou o recurso em mercados latino-americanos como M&eacute;xico, Col&ocirc;mbia e Chile. O Brasil est&aacute; entre os pa&iacute;ses nos quais a tecnologia ainda precisa ser disponibilizada.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Ainda precisamos implement&aacute;-lo no Brasil e em outros mercados. Estamos trabalhando ativamente nisso e esperamos ter algum an&uacute;ncio relacionado ao tema em breve.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>O executivo explicou que a expans&atilde;o do eSIM envolve desafios t&eacute;cnicos e log&iacute;sticos, portanto a declara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser interpretada como confirma&ccedil;&atilde;o de lan&ccedil;amento em uma data espec&iacute;fica.</p>
<h2>Huawei quer levar mais produtos e servi&ccedil;os ao Brasil</h2>
<p>As diferentes iniciativas fazem parte de uma estrat&eacute;gia mais ampla para fortalecer novamente a presen&ccedil;a da Huawei no mercado brasileiro. Isso significa que o movimento n&atilde;o depende apenas de colocar mais smartphones, rel&oacute;gios ou outros dispositivos nas lojas.</p>
<p>Para a empresa, ampliar aplicativos, pagamentos e conectividade &eacute; outra pe&ccedil;a importante desse processo. Ao final da entrevista, Morales afirmou que a companhia trabalha para aumentar tanto o cat&aacute;logo de produtos quanto a disponibilidade de servi&ccedil;os no pa&iacute;s.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Estamos no caminho e trabalhamos ativamente para oferecer o m&aacute;ximo poss&iacute;vel de produtos e servi&ccedil;os no Brasil. Esse &eacute; o nosso compromisso.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>O executivo ainda antecipou que a Huawei pretende apresentar novidades, mas evitou adiantar quais ser&atilde;o elas. At&eacute; que existam an&uacute;ncios oficiais, portanto, AppGallery mais completa, pagamentos em rel&oacute;gios, eSIM e novos smartphones permanecem como frentes nas quais a Huawei afirma trabalhar para o mercado brasileiro.</p>
<p>Recentemente, a Huawei anunciou o <a href="https://canaltech.com.br/smartwatch/novo-smartwatch-de-titanio-da-huawei-chega-ao-brasil-com-bateria-para-21-dias/">lan&ccedil;amento global do Huawei Watch GT 7 Pro, que j&aacute; chegou ao Brasil, </a>al&eacute;m de mais<a href="https://canaltech.com.br/produtos/huawei-lanca-smartwatch-com-preco-agressivo-tablet-fone-e-celulares/"> produtos que tamb&eacute;m podem desembarcar por aqui.&nbsp;</a></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/smartphone/huawei-admite-lacunas-sem-google-e-promete-reforcar-ecossistema-no-brasil/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/smartphone/huawei-admite-lacunas-sem-google-e-promete-reforcar-ecossistema-no-brasil/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 13:00:02 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Bruno Bertonzin]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[9 conectores do Claude para usar a IA da Anthropic em outros apps]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Os conectores do Claude aproximam a intelig&ecirc;ncia artificial da Anthropic de aplicativos e servi&ccedil;os usados no dia a dia. Com eles, o chatbot consegue consultar informa&ccedil;&otilde;es, analisar arquivos e, em alguns casos, <strong>executar a&ccedil;&otilde;es em plataformas externas</strong>. Isso reduz a necessidade de ficar alternando entre diferentes abas para buscar informa&ccedil;&otilde;es ou realizar tarefas.&nbsp;</p>
<p>As integra&ccedil;&otilde;es respeitam as<strong> permiss&otilde;es da conta conectada</strong>. Portanto, se o usu&aacute;rio n&atilde;o tem acesso a determinado arquivo, canal ou conte&uacute;do no servi&ccedil;o original, o Claude tamb&eacute;m n&atilde;o consegue consult&aacute;-lo. Os conectores podem ser usados no Claude pela web, no desktop e no celular, al&eacute;m de integra&ccedil;&otilde;es via API com o Model Context Protocol (<a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/o-que-e-mcp-protocolo-conecta-seus-dados-ao-chatgpt-claude-e-demais-ias/" target="_blank" rel="noopener">MCP</a>).</p>
<p>Em contas corporativas, o <strong>administrador da organiza&ccedil;&atilde;o</strong> precisa habilitar os conectores antes que os usu&aacute;rios possam autenticar suas pr&oacute;prias contas e utilizar as integra&ccedil;&otilde;es.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Os conectores do Claude integram a IA da Anthropic a servi&ccedil;os externos." data-creditos="Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/CLfE2pkdB5KDXHhPgoNmQSS51_k=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/29775db9-4492-4bdb-8689-9f442e3775af.jpg" width="4000" height="2252" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Claude"></figure>
<h2>9 conectores do Claude para usar outros apps na IA</h2>
<p>Confira 9 conectores do Claude para usar outros apps na IA da Anthropic:</p>
<ol>
<li>
<p>Google Workspace (Google Drive, Gmail, Google Agenda)</p>
</li>
<li>
<p>Microsoft 365</p>
</li>
<li>
<p>Notion</p>
</li>
<li>
<p>Canva</p>
</li>
<li>
<p>Adobe for creativity</p>
</li>
<li>
<p>Spotify</p>
</li>
<li>
<p>Trello</p>
</li>
<li>
<p>Tripadvisor</p>
</li>
<li>
<p>Audible</p>
</li>
</ol>
<h3>1. Google Workspace (Google Drive, Gmail, Google Agenda)</h3>
<p>A integra&ccedil;&atilde;o com o Google Workspace conecta o Claude ao Google Drive, Gmail e Google Agenda. No <strong>Google Drive</strong>, a IA consegue localizar arquivos, consultar documentos e analisar conte&uacute;dos de Docs, Sheets, Slides e PDFs. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel trabalhar com informa&ccedil;&otilde;es de planilhas e encontrar documentos mesmo quando o usu&aacute;rio n&atilde;o lembra exatamente o nome do arquivo.&nbsp;</p>
<p>No <strong>Gmail</strong>, o Claude pode buscar mensagens e analisar conversas para recuperar informa&ccedil;&otilde;es importantes. Isso ajuda, por exemplo, a resumir uma troca longa de e-mails ou reunir os principais pontos discutidos antes de uma reuni&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>J&aacute; o <strong>Google Agenda </strong>pode ser usado para consultar compromissos e organizar a agenda, dependendo das permiss&otilde;es e recursos dispon&iacute;veis para a conta conectada.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A integra&ccedil;&atilde;o com o Google Workspace conecta o Claude ao Google Drive, Gmail e Google Agenda.&nbsp;" data-creditos="Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/4uSh0ho_Kgej7j1OpG7mnouY02k=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/506181a1-2c7d-4294-84d8-cd4bd5ad17b1.png" width="3688" height="2126" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Google Drive"></figure>
<h3>2. Microsoft 365</h3>
<p>O conector do Microsoft 365 leva o Claude para o<strong> SharePoint, OneDrive, Outlook e Teams.</strong></p>
<p>A IA pode pesquisar documentos, consultar informa&ccedil;&otilde;es armazenadas em bibliotecas corporativas, analisar conversas e encontrar dados em e-mails, calend&aacute;rios e chats. O acesso segue as <strong>permiss&otilde;es configuradas pela organiza&ccedil;&atilde;o</strong>, por isso o Claude n&atilde;o ganha acesso autom&aacute;tico a conte&uacute;dos que o usu&aacute;rio n&atilde;o poderia consultar normalmente.</p>
<p>A integra&ccedil;&atilde;o &eacute; especialmente &uacute;til em ambientes de trabalho nos quais informa&ccedil;&otilde;es ficam espalhadas por diferentes servi&ccedil;os da Microsoft.</p>
<h3>3. Notion</h3>
<p>Com a integra&ccedil;&atilde;o do Notion, o Claude consegue consultar informa&ccedil;&otilde;es armazenadas no espa&ccedil;o de trabalho e trabalhar com p&aacute;ginas e conte&uacute;dos da plataforma.</p>
<p>A IA pode ajudar a <strong>pesquisar, criar, editar e organizar informa&ccedil;&otilde;es</strong>, usando o conte&uacute;do existente como contexto. Isso facilita tarefas, como recuperar anota&ccedil;&otilde;es antigas, estruturar documentos ou atualizar uma base de conhecimento sem precisar procurar manualmente cada p&aacute;gina.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A integra&ccedil;&atilde;o com o Notion conecta o Claude ao espa&ccedil;o de trabalho da plataforma." data-creditos="Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/C-ENpUYYpF4m3x2skbGV3KBDoZk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/edc6d085-b8aa-4421-b34c-8ae0716ec230.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Notion"></figure>
<h3>4. Canva</h3>
<p>O conector do Canva aproxima o Claude das <strong>ferramentas de cria&ccedil;&atilde;o visual da plataforma</strong>. A IA pode consultar designs existentes, trabalhar com conte&uacute;dos e ajudar a criar novos materiais a partir de instru&ccedil;&otilde;es em linguagem natural.</p>
<p>O recurso &eacute; interessante para quem quer<strong> transformar uma ideia descrita no chat em uma pe&ccedil;a visual</strong>, sem precisar abrir o editor para come&ccedil;ar o processo.</p>
<h3>5. Adobe for creativity</h3>
<p>A integra&ccedil;&atilde;o com a Adobe conecta o Claude &agrave;s ferramentas Photoshop, Lightroom, Illustrator, Firefly, Premiere, Express e InDesign.</p>
<p>Com ela, o usu&aacute;rio pode usar comandos em linguagem natural para <strong>trabalhar com imagens e outros arquivos criativos</strong>. Entre as possibilidades est&atilde;o ajustes de imagens, remo&ccedil;&atilde;o de fundos, cria&ccedil;&atilde;o de elementos e organiza&ccedil;&atilde;o de arquivos, de acordo com os recursos dispon&iacute;veis em cada aplicativo.</p>
<p>O trabalho tamb&eacute;m pode continuar dentro do ecossistema da Adobe e n&atilde;o h&aacute; necessidade de transferir manualmente os arquivos entre os diferentes servi&ccedil;os.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A integra&ccedil;&atilde;o da Adobe re&uacute;ne as ferramentas Photoshop, Lightroom, Illustrator, Firefly e Premiere no Claude." data-creditos="Szabo Viktor/Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/FGpns1R0yVTb1VDBeCranE5_6qc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/6acf49e8-41e8-460b-9ab5-abc0a98bbb20.jpg" width="2400" height="1350" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Adobe Photoshop"></figure>
<h3>6. Spotify</h3>
<p>O conector do <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/crie-playlists-perfeitas-no-spotify-com-estes-prompts-do-claude/" target="_blank" rel="noopener">Spotify</a> transforma o Claude em uma esp&eacute;cie de <strong>assistente para descobrir m&uacute;sicas e podcasts.</strong></p>
<p>O usu&aacute;rio pode pedir recomenda&ccedil;&otilde;es com base em <strong>g&ecirc;neros, atividades ou estilos</strong>, como uma sele&ccedil;&atilde;o para correr, trabalhar ou organizar uma festa. No Spotify Premium, tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel criar playlists a partir de uma descri&ccedil;&atilde;o do tipo de m&uacute;sica desejado e controlar a reprodu&ccedil;&atilde;o em dispositivos conectados.</p>
<h3>7. Trello</h3>
<p>No Trello, a IA pode consultar tarefas, organizar informa&ccedil;&otilde;es e<strong> transformar ideias em a&ccedil;&otilde;es dentro de um quadro</strong>, o que pode ser &uacute;til para v&aacute;rias atividades, como:</p>
<ul>
<li>
<p>Planejar uma viagem;</p>
</li>
<li>
<p>Organizar uma lista de pend&ecirc;ncias;</p>
</li>
<li>
<p>Separar tarefas que precisam ser realizadas durante a semana.</p>
</li>
</ul>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="A integra&ccedil;&atilde;o com o Trello permite ao Claude consultar tarefas, organizar informa&ccedil;&otilde;es e transformar ideias em a&ccedil;&otilde;es dentro de quadros." data-creditos="Bruno De Blasi/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/2jTnbdTwsCChWYI_Eu2eNcg4SUY=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/006c2f9c-3575-450e-b296-e866a6740b2a.jpeg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Trello"></figure>
<h3>8. Tripadvisor</h3>
<p>Com o conector do Tripadvisor, o Claude pode ajudar em <strong>pesquisas relacionadas a viagens e hospedagem.</strong></p>
<p>A IA pode consultar<strong> informa&ccedil;&otilde;es sobre hot&eacute;is</strong>, incluindo pre&ccedil;os, avalia&ccedil;&otilde;es e outros detalhes dispon&iacute;veis na plataforma. O usu&aacute;rio tamb&eacute;m pode comparar op&ccedil;&otilde;es e pesquisar atra&ccedil;&otilde;es ou pontos de interesse para montar um planejamento de viagem com base nessas informa&ccedil;&otilde;es.</p>
<h3>9. Audible</h3>
<p>O conector da Audible &eacute; focado na <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/prompts-do-claude-para-descobrir-melhores-livros-audible/"><strong>descoberta de audiobooks</strong></a>. O usu&aacute;rio pode pedir recomenda&ccedil;&otilde;es com base em g&ecirc;neros, temas ou prefer&ecirc;ncias de leitura e encontrar t&iacute;tulos que combinem com o que procura. Em alguns casos, tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel ouvir pr&eacute;vias antes de escolher um audiobook.</p>
<p>A disponibilidade de determinados t&iacute;tulos e recursos pode variar de acordo com a regi&atilde;o.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O conector da Audible ajuda a encontrar audiobooks com recomenda&ccedil;&otilde;es baseadas em g&ecirc;neros, temas e prefer&ecirc;ncias de leitura." data-creditos="Bruno Bertonzin/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/EqALmOKpSG-alI5Cf5jTjimNqd0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/e9b66cd0-f4bf-4341-bcd5-ed58e1839657.jpg" width="4000" height="3000" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="20260820_095008"></figure>
<h2>Como encontrar conectores no Claude?</h2>
<p>Os conectores podem ser encontrados pelo chat do Claude tanto pelo celular quanto pela web.</p>
<h3>Pelo celular</h3>
<p>Pelo celular, siga os passos abaixo:</p>
<ol>
<li>
<p>Clique no bot&atilde;o &ldquo;+&rdquo; no canto inferior esquerdo da conversa;</p>
</li>
<li>
<p>V&aacute; em &ldquo;Conectores&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Toque no bot&atilde;o &ldquo;+&rdquo; no canto superior direito;</p>
</li>
<li>
<p>Busque o conector desejado;</p>
</li>
<li>
<p>Toque no bot&atilde;o &ldquo;Vincular&rdquo; para adicionar o app ao Claude.</p>
</li>
</ol>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Os conectores do Claude podem ser encontrados pelo chat no celular.&nbsp;" data-creditos="Captura de tela/Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/riwxS6BRzgMawpRSjLQ0zmy6hrs=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/72e128ea-dfc5-4faa-bbc8-c79e8a322109.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Conectores do Claude no celular"></figure>
<h3>Pela web</h3>
<p>Na web, o passo a passo &eacute; o seguinte:</p>
<ol>
<li>
<p>Clique no bot&atilde;o &ldquo;+&rdquo; no canto inferior esquerdo da conversa;</p>
</li>
<li>
<p>Passe o cursor sobre &ldquo;Adicionar conectores&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Selecione &ldquo;Navegar conectores&rdquo;;</p>
</li>
<li>
<p>Busque o conector desejado;</p>
</li>
<li>
<p>Toque no bot&atilde;o &ldquo;+&rdquo; para adicion&aacute;-lo.</p>
</li>
</ol>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel acessar os conectores pela vers&atilde;o web do Claude." data-creditos="Captura de tela/Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/Ek55XyHykEe27T8iv7JAb0YQpfo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/2eee91cf-c3c3-455f-aa7e-cc2321a70f68.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Conectores do Claude na web"></figure>
<p>Se voc&ecirc; gostou do conte&uacute;do, talvez tamb&eacute;m se interesse em saber <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/como-usar-o-claude-para-ler-suas-newsletters-e-criar-um-jornal-matinal/" target="_blank" rel="noopener">como usar o Claude para ler suas newsletters e criar um &ldquo;jornal matinal&rdquo;</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/usar-claude-outros-apps-melhores-conectores/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/usar-claude-outros-apps-melhores-conectores/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 12:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Viviane França]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Viviane França]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Review BYD King: passamos 1 mês com o híbrido que "destronou" o Corolla]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Durante d&eacute;cadas, <strong>falar em sedan m&eacute;dio no Brasil</strong> era quase <strong>sin&ocirc;nimo de falar em Honda Civic, Nissan Sentra e, principalmente, em Toyota Corolla</strong>. A receita parecia pronta: bom espa&ccedil;o interno, conforto, <strong>confiabilidade</strong>, consumo razo&aacute;vel e uma <strong>mec&acirc;nica conhecida</strong>. S&oacute; que o <strong>mercado mudou</strong>, a <strong>eletrifica&ccedil;&atilde;o ganhou for&ccedil;a</strong> e apareceu uma <strong>nova gera&ccedil;&atilde;o de carros chineses</strong> disposta a <strong>mexer justamente onde o Corolla parecia &ldquo;reinar&rdquo;</strong> confortavelmente.</p>
<p>Foi justamente <strong>por conta da mudan&ccedil;a de cen&aacute;rio</strong> que a r<strong>eportagem do CT Auto passou um m&ecirc;s com o BYD King GS</strong>, um h&iacute;brido plug-in que chegou ao Brasil com uma <strong>proposta bastante diferente </strong>da que estamos acostumados a encontrar entre os sedans m&eacute;dios. Depois de conviver diariamente com o carro, ficou claro que a <strong>BYD n&atilde;o tentou apenas criar mais um concorrente para o Corolla</strong>. O King foi pensado para <strong>convencer o consumidor</strong> de que talvez j&aacute; seja <strong>hora de procurar outra refer&ecirc;ncia: um novo &ldquo;rei&rdquo;</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Passamos um m&ecirc;s com o sedan m&eacute;dio &quot;rei&quot; do Brasil" data-creditos="Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/ZpiJCoig_Bur2q69D6LdtQ9UFu0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/8b2aace1-bdcc-481b-9ecb-3276caa3d0e0.jpg" width="1920" height="1080" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="BYD King (capa review)"></figure>
<p>A <strong>pergunta que ficou</strong> depois de algumas semanas de uso foi inevit&aacute;vel: o <strong>BYD King realmente conseguiu destronar o Corolla?</strong> A <strong>resposta n&atilde;o est&aacute; apenas nos 235 cv de pot&ecirc;ncia combinada</strong>, nos 7,3 segundos para chegar aos 100 km/h ou na possibilidade de rodar utilizando eletricidade. Ela <strong>est&aacute; na experi&ecirc;ncia de usar o carro todos os dias</strong>, no tr&acirc;nsito, na estrada, na hora de abastecer e, principalmente, na sensa&ccedil;&atilde;o de dirigir um sedan que parece ter sido projetado para uma &eacute;poca diferente.</p>
<h2>BYD King GS: primeiro contato engana, e isso &eacute; bom</h2>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>King n&atilde;o &eacute; um carro pequeno</strong>. S&atilde;o 4,78 metros de comprimento, 1,84 m de largura e 2,72 m de entre-eixos. Mesmo assim, ele n&atilde;o passa aquela sensa&ccedil;&atilde;o exagerada de sedan grande. A <strong>posi&ccedil;&atilde;o de dirigir &eacute; confort&aacute;vel</strong> e o espa&ccedil;o interno &eacute; suficiente para levar quatro adultos com bastante tranquilidade. No banco traseiro, o bom entre-eixos ajuda a deixar a experi&ecirc;ncia mais agrad&aacute;vel para quem n&atilde;o est&aacute; ao volante.</p>
<p class="isSelectedEnd"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_G4r1z-NeGQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>porta-malas tamb&eacute;m merece destaque</strong>. S&atilde;o <strong>450 litros</strong>, capacidade suficiente para a rotina familiar e para uma viagem sem precisar escolher demais o que vai ou n&atilde;o entrar. O <strong>tanque de combust&iacute;vel tem 48 litros</strong> e o carro utiliza pneus 215/55 R17. S&atilde;o n&uacute;meros que ajudam a entender por que o <strong>King funciona t&atilde;o bem como carro de uso cotidiano</strong>, mesmo sendo um h&iacute;brido plug-in.</p>
<h2>O que muda de verdade ao dirigir um h&iacute;brido plug-in</h2>
<p class="isSelectedEnd">A <strong>primeira grande diferen&ccedil;a</strong> aparece logo <strong>nos primeiros quil&ocirc;metros</strong>. Com a bateria carregada, o <strong>King pode rodar como um carro el&eacute;trico em boa parte da utiliza&ccedil;&atilde;o cotidiana</strong>. O sil&ecirc;ncio do motor el&eacute;trico e a resposta imediata do acelerador mudam completamente a rela&ccedil;&atilde;o com o tr&acirc;nsito e aumentam o prazer em dirigir.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Tecnologia DM-i presente no BYD King muda a forma de dirigir" data-creditos="Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/6CfUPggArqpkX28-pmKriivt-n4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d86f498b-0b51-404d-add9-ebb9e633df47.jpeg" width="1600" height="900" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="BYD King"></figure>
<p class="isSelectedEnd">&Eacute; aqui que a&nbsp;<strong>proposta do sistema DM-i</strong> come&ccedil;a a fazer sentido. O <strong>motorista n&atilde;o precisa ficar escolhendo </strong>o tempo inteiro qual motor deve funcionar<strong>.</strong> A <strong>eletr&ocirc;nica administra o conjunto</strong> e permite<strong> aproveitar a eletrifica&ccedil;&atilde;o no dia a dia</strong>, enquanto o motor 1.5 aspirado entra em cena quando necess&aacute;rio. Na vers&atilde;o GS, o motor el&eacute;trico entrega 197 cv e o conjunto chega a <strong>33,2 kgf/m de torque</strong>, com pot&ecirc;ncia combinada de 235 cv. A acelera&ccedil;&atilde;o de 0 a 100 km/h &eacute; feita em 7,3 segundos.</p>
<h2>Sa&iacute;mos de S&atilde;o Paulo para Jundia&iacute; com carga completa e tanque cheio</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um dos testes mais interessantes realizados durante esse per&iacute;odo come&ccedil;ou justamente fora da rotina. <strong>A reportagem do CT Auto saiu de S&atilde;o Paulo com destino a Jundia&iacute; com a bateria completamente carregada e o tanque cheio.</strong> A ideia era simples: come&ccedil;ar a experi&ecirc;ncia com as duas fontes de energia dispon&iacute;veis e observar como o carro se comportaria durante o percurso.</p>
<p class="isSelectedEnd"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MAFXTKEYtzU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>mais interessante n&atilde;o foi simplesmente saber quantos quil&ocirc;metros o King conseguiria percorrer</strong>. Foi perceber como a combina&ccedil;&atilde;o entre os dois sistemas tira do motorista aquela preocupa&ccedil;&atilde;o comum de escolher entre efici&ecirc;ncia e autonomia. <strong>Se a eletricidade acaba, existe gasolina</strong>. Se h&aacute; carga dispon&iacute;vel, o <strong>sistema pode explorar o motor el&eacute;trico</strong>. &Eacute; uma <strong>l&oacute;gica bastante diferente da de um carro el&eacute;trico puro</strong> e, ao mesmo tempo, muito distante de um h&iacute;brido convencional.</p>
<h2>BYD King na cidade: como &eacute; rodar sem um pingo de gasolina</h2>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Depois de um m&ecirc;s</strong>, ficou claro que a <strong>melhor forma de avaliar </strong>o King n&atilde;o &eacute; olhar apenas para um n&uacute;mero isolado de consumo. O resultado depende diretamente da <strong>frequ&ecirc;ncia com que o propriet&aacute;rio consegue recarregar a bateria </strong>e do tipo de trajeto que realiza.&nbsp;Quem consegue carregar o carro em casa e <strong>utiliza o King principalmente na cidade </strong>tem uma vantagem enorme, pois <strong>&eacute; poss&iacute;vel rodar sem gastar um pingo de gasolina </strong>em trajetos urbanos, desde que n&atilde;o exceda o limite da bateria.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Motor h&iacute;brido plug-in permite rodar sem gastar gasolina na cidade" data-creditos="Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/6N7kLz20RLXORLpXkJ49YFimBFI=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/3a092dc7-1a8c-486e-8a45-b6fcd3859b74.jpeg" width="1600" height="900" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="BYD King"></figure>
<p class="isSelectedEnd">A&nbsp;<strong>vers&atilde;o GS tem bateria Blade de 18,3 kWh</strong> <strong>e autonomia el&eacute;trica de 78 km pelo ciclo PBEV</strong>, segundo a ficha t&eacute;cnica da BYD. A marca tamb&eacute;m informa <strong>autonomia combinada de at&eacute; 1.200 km no ciclo NEDC</strong>, menos exigente que o aferido pelo Inmetro. S&atilde;o n&uacute;meros de laborat&oacute;rio e, portanto, n&atilde;o representam necessariamente o que ser&aacute; obtido em todas as condi&ccedil;&otilde;es de uso.</p>
<h2>King d&aacute; "surra tecnol&oacute;gica" no Corolla</h2>
<p class="isSelectedEnd">&Eacute; claro que a express&atilde;o &eacute; uma provoca&ccedil;&atilde;o, mas existe uma raz&atilde;o para ela aparecer nesta an&aacute;lise. O Corolla continua oferecendo um pacote tecnol&oacute;gico relevante, incluindo central multim&iacute;dia de 10 polegadas, <strong>Android Auto </strong>e<strong> Apple CarPlay</strong> sem fio e, nas vers&otilde;es mais equipadas, sistemas do <strong>Toyota Safety Sense</strong> e servi&ccedil;os conectados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O <strong>King GS</strong>, por&eacute;m, coloca uma <strong>quantidade bastante grande de recursos no pacote</strong> e, depois de um m&ecirc;s de conviv&ecirc;ncia, &eacute; <strong>dif&iacute;cil n&atilde;o perceber essa diferen&ccedil;a</strong>.&nbsp;O <strong>Corolla aposta em uma evolu&ccedil;&atilde;o cuidadosa</strong> de uma f&oacute;rmula conhecida. O <strong>BYD, por outro lado</strong>, parece querer fazer o motorista perceber que est&aacute; diante de um <strong>produto de uma nova fase da ind&uacute;stria</strong>. Entre os principais recursos est&atilde;o:</p>
<ul>
<li><strong>Central multim&iacute;dia de 12,8 polegadas</strong> com tela flutuante e rotativa, um dos elementos que mais chamam aten&ccedil;&atilde;o no interior</li>
<li><strong>C&acirc;mera com vis&atilde;o 360 graus</strong>, &uacute;til principalmente nas manobras em vagas apertadas</li>
<li><strong>Conectividade 4G e atualiza&ccedil;&atilde;o remota OTA</strong>, permitindo que determinados sistemas do carro recebam atualiza&ccedil;&otilde;es sem depender necessariamente de uma visita &agrave; concession&aacute;ria</li>
<li><strong>Apple CarPlay e Android Auto</strong>, al&eacute;m de comandos de voz e sistema de som com oito alto-falantes</li>
<li><strong>Pacote ADAS</strong>, que na vers&atilde;o GS inclui controle de cruzeiro adaptativo, controle de cruzeiro inteligente, alerta de colis&atilde;o frontal, alerta de mudan&ccedil;a de faixa, assistente de perman&ecirc;ncia em faixa, monitoramento de ponto cego e frenagem autom&aacute;tica de emerg&ecirc;ncia</li>
<li><strong>Carregamento sem fio para celular</strong>, painel digital de 8,8 polegadas, ar-condicionado de duas zonas, filtro de ar PM2.5 e ilumina&ccedil;&atilde;o ambiente multicolorida</li>
<li><strong>Fun&ccedil;&atilde;o VTOL</strong>, que permite utilizar a energia armazenada na bateria para alimentar equipamentos externos compat&iacute;veis.</li>
</ul>
<h2>Pot&ecirc;ncia aparece mais do que voc&ecirc; imagina</h2>
<p class="isSelectedEnd">Se a proposta fosse apenas economizar combust&iacute;vel, talvez o desempenho n&atilde;o fosse uma das primeiras coisas a comentar. Mas o <strong>King GS surpreende</strong> justamente porque n&atilde;o se comporta como um carro que est&aacute; o tempo todo preocupado em economizar.&nbsp;S&atilde;o <strong>235 cv de pot&ecirc;ncia combinada e 33,2 kgf/m de torque</strong>, n&uacute;meros que fazem o sedan responder rapidamente quando o motorista pisa mais fundo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wO59q3nqeWo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="isSelectedEnd">A acelera&ccedil;&atilde;o de 0 a 100 km/h leva 7,3 segundos, segundo a ficha t&eacute;cnica oficial. Na pr&aacute;tica, isso significa que ultrapassagens e retomadas acontecem com facilidade. O <strong>King n&atilde;o precisa ser conduzido com cuidado por conta da "ansiedade de recarga"</strong> e, de quebra, quando o motorista decide exigir mais do conjunto, <strong>entrega desempenho de sobra</strong>.</p>
<h2>E o conforto? Aqui o King mostra porque &eacute; o "Rei"</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um sedan <strong>n&atilde;o pode depender apenas de pot&ecirc;ncia ou tecnologia</strong> para conquistar o consumidor. Depois de passar um m&ecirc;s com o King, ficou claro que o <strong>conforto &eacute; uma parte importante da proposta da marca</strong> para o carro conseguir, enfim, destronar o Toyota Corolla para se tornar o "Rei" dos sedans.&nbsp;A<strong> suspens&atilde;o tem comportamento voltado para o uso cotidiano </strong>e o sil&ecirc;ncio proporcionado pelo funcionamento el&eacute;trico deixa o tr&acirc;nsito muito menos cansativo.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Espa&ccedil;o, conforto e tecnologia: pontos fortes do BYD King" data-creditos="Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/EbHY67CwEv_wA0-Ew215IcLLYXw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b6cce4bf-b03d-4789-b6d6-aad0f51e88f2.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="BYD King (Review)"></figure>
<p class="isSelectedEnd">O projeto do sedan chin&ecirc;s tamb&eacute;m <strong>se mostrou ajustado na estrada</strong>, tanto no quesito conforto quanto na dirigibilidade. A dist&acirc;ncia entre eixos de 2,718 metros contribui para o espa&ccedil;o interno, enquanto a <strong>suspens&atilde;o dianteira McPherson e a traseira por barra de tor&ccedil;&atilde;o</strong> formam uma configura&ccedil;&atilde;o relativamente simples, mas adequada &agrave; proposta do sedan.</p>
<h2>O que n&atilde;o gostamos no BYD King</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nenhuma avalia&ccedil;&atilde;o de carro, seja ele qual for, pode ser levada 100% a s&eacute;rio se o analista considerar apenas os pontos positivos. Por conta disso, &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o do <strong>CT Auto</strong> destacar <strong>quais caracter&iacute;sticas podem ser melhoradas</strong> pela marca para tornar a conviv&ecirc;ncia com o sedan ainda mais agrad&aacute;vel. Uma delas &eacute; o tamanho. Os 4,78 metros de comprimento n&atilde;o chegam a transformar o King em um carro dif&iacute;cil de dirigir, mas exigem aten&ccedil;&atilde;o em vagas menores e em algumas manobras urbanas. &Eacute; o pre&ccedil;o a pagar por ter um sedan espa&ccedil;oso, confort&aacute;vel e com um bom porta-malas.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Encontrar uma vaga adequada ao King n&atilde;o &eacute; miss&atilde;o das mais f&aacute;ceis" data-creditos="Paulo Amaral/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/NzHOTF4epZtwW2kbtFTPE3iM7Ws=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/6ce9481f-f5ed-460b-970f-8541f1f5093f.jpeg" width="1600" height="900" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="BYD King"></figure>
<p class="isSelectedEnd">A&nbsp;<strong>interface e a quantidade de recursos tecnol&oacute;gicos</strong> exigem um <strong>per&iacute;odo de adapta&ccedil;&atilde;o</strong>. Quem est&aacute; acostumado a um carro mais tradicional pode precisar de <strong>algum tempo para entender a l&oacute;gica de funcionamento </strong>e encontrar determinados comandos. &Eacute; aquele tipo de situa&ccedil;&atilde;o em que a tecnologia &eacute; interessante, mas <strong>poderia ser mais intuitiva</strong>.</p>
<h2>Afinal, o BYD King destronou o Corolla?</h2>
<p class="isSelectedEnd">Depois de um m&ecirc;s, <strong>a experi&ecirc;ncia do CT Auto mostra que a resposta depende do que o motorista espera de um sedan</strong>. Se <strong>a refer&ecirc;ncia for apenas confiabilidade</strong>, tradi&ccedil;&atilde;o e facilidade de revenda, <strong>a hist&oacute;ria &eacute; outra</strong>. Mas <strong>se a compara&ccedil;&atilde;o considerar tecnologia</strong>, eletrifica&ccedil;&atilde;o, desempenho, conforto <strong>e a possibilidade de reduzir drasticamente o uso de combust&iacute;vel</strong> no dia a dia, o <strong>King muda a conversa</strong>.</p>
<p><embed origin="instagram" category="reel" id="Dct_b_-P7DX" src="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP///yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7" data-title="Um post compartilhado por Paulo Amaral (@pauloamaral13000)" data-legenda="" data-creditos="" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem">   </p>
<p class="isSelectedEnd">E talvez seja justamente esse o&nbsp;<strong>maior m&eacute;rito do BYD King</strong>. Ele <strong>n&atilde;o precisa provar que o Corolla &eacute; um carro ruim</strong>. Muito pelo contr&aacute;rio. O Toyota construiu sua reputa&ccedil;&atilde;o justamente porque entregou durante anos aquilo que o brasileiro esperava de um sedan m&eacute;dio. O King chega dizendo que essas expectativas mudaram.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Depois de um m&ecirc;s de conviv&ecirc;ncia</strong>, de diferentes situa&ccedil;&otilde;es de uso e da viagem entre S&atilde;o Paulo e Jundia&iacute; com carga completa e tanque cheio, a conclus&atilde;o &eacute; que o King n&atilde;o destronou o Corolla por simplesmente ser "melhor". Ele fez algo mais importante: <strong>mudou os crit&eacute;rios que fazem muita gente escolher um sedan</strong>.</p>
<p>E, quando o <strong>consumidor come&ccedil;a a considerar sil&ecirc;ncio</strong>, desempenho, possibilidade de rodar no modo el&eacute;trico, tecnologia e autonomia total antes mesmo de pensar na tradi&ccedil;&atilde;o da marca, <strong>o reinado</strong> de um &iacute;cone como o Toyota Corolla, que <strong>parecia consolidado</strong>, <strong>deixa de ser t&atilde;o incontest&aacute;vel</strong>.</p>
<gallery id="86de047b-0765-41aa-99b4-547df8a8b6e7" contenteditable="false" data-gal-decorating="0" data-gal-decorated="1"></gallery>
<p><em>* A unidade do BYD King testada pelo&nbsp;<strong>CT Auto</strong> para esse review foi gentilmente cedida ao&nbsp;<strong>Canaltech</strong> pela&nbsp;<strong>BYD do Brasil</strong>. O pre&ccedil;o m&eacute;dio em setembro de 2026 para a vers&atilde;o GS &eacute; de R$ 166.990<strong>.</strong></em></p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/carros/review-byd-king-passamos-1-mes-com-o-hibrido-que-destronou-o-corolla/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/carros/review-byd-king-passamos-1-mes-com-o-hibrido-que-destronou-o-corolla/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 12:02:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Paulo Amaral]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Paulo Amaral]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Som do Vinil é melhor que Spotify ou CD? Descobrimos a verdade com especialista]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Durante d&eacute;cadas, o vinil foi tratado como refer&ecirc;ncia de qualidade sonora pelos amantes de m&uacute;sica. Com a populariza&ccedil;&atilde;o do CD e, posteriormente, dos servi&ccedil;os de streaming, surgiu uma disputa sobre qual formato realmente entrega a melhor experi&ecirc;ncia. Na pr&aacute;tica, a resposta &eacute; mais complexa do que escolher entre anal&oacute;gico e digital.</p>
<p>Para entender essa diferen&ccedil;a, conversamos com o produtor musical Wandley Bala, que explica por que a <strong>masteriza&ccedil;&atilde;o, os equipamentos e a pr&oacute;pria caracter&iacute;stica de cada formato</strong> podem influenciar mais na percep&ccedil;&atilde;o do som do que o suporte utilizado.</p>
<ul>
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</ul>
<h2><strong>Vinil n&atilde;o &eacute; necessariamente melhor que Spotify</strong></h2>
<blockquote>
<p>&ldquo;O vinil n&atilde;o vai ser necessariamente superior ao Spotify em qualidade sonora. A diferen&ccedil;a est&aacute; muito mais na forma como cada formato reproduz e, principalmente, em como a m&uacute;sica foi masterizada para cada um&rdquo;, explica Bala.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o produtor, muitos discos antigos foram produzidos com <strong>menores taxas de compress&atilde;o e maior din&acirc;mica</strong>, caracter&iacute;stica que pode deixar a m&uacute;sica mais natural e aberta. Isso ajuda a explicar por que algumas grava&ccedil;&otilde;es em vinil agradam tanto aos ouvintes.</p>
<p>A nostalgia <a href="https://canaltech.com.br/produtos/vitrola-de-maleta-estraga-o-disco-de-vinil-veja-o-que-dizem-especialistas/" target="_blank" rel="noopener">tamb&eacute;m pesa nessa percep&ccedil;&atilde;o</a>. Para Bala, o vinil tem &ldquo;charme&rdquo; e est&aacute; muito associado &agrave; nostalgia, mas os servi&ccedil;os de streaming tamb&eacute;m conseguem reproduzir &aacute;udio em excelente qualidade, desde que recebam uma boa masteriza&ccedil;&atilde;o.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Apesar do apelo da nostalgia, o vinil n&atilde;o &eacute; necessariamente melhor que o streaming" data-creditos="Danilo Berti/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/5yPIbEnwtxfm0rOWhd-2qJfnXkU=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/c7d57bee-956f-4ea7-8138-6825b6a76f58.png" width="1920" height="1080" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Vinil e &quot;vitrola&quot; de de maleta"></figure>
<h2><strong>CD, streaming e vinil t&ecirc;m caracter&iacute;sticas diferentes</strong></h2>
<p>O vinil tamb&eacute;m possui limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas. &ldquo;<strong>Graves muito fortes, por exemplo, precisam ser controlados para que a agulha consiga acompanhar o sulco</strong>&rdquo;, explica o produtor. Ele lembra ainda que o processo de grava&ccedil;&atilde;o em fita e posterior transfer&ecirc;ncia para a master impunha limita&ccedil;&otilde;es de <em>loudness</em> e graves.</p>
<p>Na compara&ccedil;&atilde;o feita por Bala, o CD apresenta um som claro, enquanto o streaming trabalha com tecnologias digitais capazes de entregar grande defini&ccedil;&atilde;o. J&aacute; o vinil apresenta som mais baixo, pouca compress&atilde;o e uma din&acirc;mica mais acentuada.</p>
<p>Isso significa que <strong>fidelidade t&eacute;cnica e prefer&ecirc;ncia sonora n&atilde;o s&atilde;o necessariamente a mesma coisa</strong>. Uma grava&ccedil;&atilde;o digital pode reproduzir o sinal original com mais precis&atilde;o, enquanto uma vers&atilde;o em vinil pode ser percebida como mais agrad&aacute;vel por suas caracter&iacute;sticas anal&oacute;gicas e pela masteriza&ccedil;&atilde;o escolhida.</p>
<h2><strong>A &ldquo;sonoridade quente&rdquo; vem do processo anal&oacute;gico</strong></h2>
<blockquote>
<p>&ldquo;A chamada &lsquo;<strong>sonoridade quente</strong> do vinil n&atilde;o significa necessariamente que o formato seja tecnicamente superior&rdquo;, explica Bala. De acordo com ele, essa caracter&iacute;stica est&aacute; ligada &agrave;s &ldquo;<strong>pequenas distor&ccedil;&otilde;es introduzidas pelo processo anal&oacute;gico de grava&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o</strong>&rdquo;.</p>
</blockquote>
<p>O especialista cita ainda as antigas grava&ccedil;&otilde;es em fita, que podiam apresentar satura&ccedil;&atilde;o, distor&ccedil;&atilde;o harm&ocirc;nica, compress&atilde;o natural e altera&ccedil;&otilde;es nos transientes. Essas caracter&iacute;sticas contribu&iacute;am para um som mais encorpado e denso.</p>
<p>Por isso, uma m&uacute;sica n&atilde;o precisa estar necessariamente gravada em vinil para transmitir essa sensa&ccedil;&atilde;o. Bala cita &ldquo;Get Lucky&rdquo;, de Pharrell Williams, como exemplo de uma produ&ccedil;&atilde;o pensada para plataformas digitais, mas que preserva caracter&iacute;sticas de din&acirc;mica associadas &agrave; experi&ecirc;ncia de ouvir um disco.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="O equipamento utilizado acaba sendo muito mais determinante, em termos de qualidade" data-creditos="Gerada por IA/ChatGPT" src="https://tl.ctcdn.com.br/uquJhGEdN2wv3-aGew1Zvxi5SkQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/10e036fa-58fa-43a6-b27d-18eb9fc4a3fd.png" width="1672" height="941" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Spotify"></figure>
<h2><strong>Equipamento pode mudar completamente a experi&ecirc;ncia</strong></h2>
<p>Outro ponto importante &eacute; o sistema utilizado para reproduzir a m&uacute;sica.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Com uma pick up &lsquo;toca disco&rsquo; sem ter uma &oacute;tima qualidade, uma agulha de ponta de diamante, o sistema de pr&eacute;-amplificadores de alto n&iacute;vel, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; a mesma sensa&ccedil;&atilde;o de ouvir em um streaming&rdquo;, explica o produtor.</p>
</blockquote>
<p>Na pr&aacute;tica, isso mostra que <strong>n&atilde;o basta comprar um disco para obter o melhor som poss&iacute;vel</strong>. Toca-discos, c&aacute;psula, agulha, pr&eacute;-amplificador, amplificador e caixas de som fazem parte da cadeia de reprodu&ccedil;&atilde;o e podem interferir diretamente no resultado.</p>
<p>Para quem busca exclusivamente qualidade t&eacute;cnica, a vantagem atualmente est&aacute; no digital. &ldquo;Em termos puramente t&eacute;cnicos e de qualidade sonora, o vinil n&atilde;o supera mais o digital&rdquo;, conclui o produtor.</p>
<p>Isso <a href="https://canaltech.com.br/produtos/de-camera-retro-a-vinil-por-que-jovens-estao-escolhendo-a-tecnologia-analogica/" target="_blank" rel="noopener">n&atilde;o significa que o vinil perdeu sua relev&acirc;ncia</a>. O formato continua oferecendo <strong>hist&oacute;ria, charme e uma experi&ecirc;ncia sonora pr&oacute;pria</strong>, especialmente para quem valoriza a din&acirc;mica e a atmosfera das grava&ccedil;&otilde;es anal&oacute;gicas.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/caixa-de-som/som-do-vinil-e-melhor-que-spotify-ou-cd-descobrimos-na-pratica/</link>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Renato Moura Jr.]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Renato Moura Jr.]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[O que é um spyware mercenário?]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A Apple envia com frequ&ecirc;ncia <strong>alertas de spyware mercen&aacute;rio</strong> para usu&aacute;rios que podem ter sido alvo de ataques direcionados. Mas, afinal, <strong>o que isso significa</strong>? Apesar do nome parecer complicado, a express&atilde;o se refere a uma categoria de spyware criada para realizar opera&ccedil;&otilde;es de espionagem altamente sofisticadas contra pessoas espec&iacute;ficas.</p>
<p>Esse tipo de amea&ccedil;a &eacute; diferente dos <a href="https://canaltech.com.br/seguranca/o-que-e-malware/" target="_blank" rel="noopener">malwares</a> usados em campanhas de cibercrime em massa. Em vez de tentar infectar o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de dispositivos, o spyware mercen&aacute;rio &eacute; empregado<strong> contra alvos selecionados</strong>, geralmente por causa de sua atua&ccedil;&atilde;o profissional, posi&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica ou informa&ccedil;&otilde;es &agrave;s quais t&ecirc;m acesso.</p>
<p>Os ataques podem envolver ferramentas desenvolvidas por empresas privadas especializadas em vigil&acirc;ncia e contratadas por governos ou outras organiza&ccedil;&otilde;es. Um dos casos mais conhecidos &eacute; o Pegasus, desenvolvido pela NSO Group. Segundo a Apple, a empresa j&aacute; notificou usu&aacute;rios em mais de 150 pa&iacute;ses desde 2021 sobre poss&iacute;veis ataques desse tipo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Spyware mercen&aacute;rio &eacute; usado em ataques direcionados contra pessoas espec&iacute;ficas." data-creditos="Jonas Leupe/Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/ycLXOCN78__Vm8KgU66BpSeeo8U=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/209564e9-3625-4be8-b735-304e74d30bf2.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Pessoa no celular"></figure>
<p>A seguir, tire suas d&uacute;vidas sobre:</p>
<ul>
<li>
<p>O que &eacute; um spyware mercen&aacute;rio?</p>
</li>
<li>
<p>Qual a diferen&ccedil;a entre o spyware e o spyware mercen&aacute;rio?</p>
</li>
<li>
<p>Quais s&atilde;o os riscos do spyware mercen&aacute;rio?</p>
</li>
<li>
<p>Tem como se proteger do spyware mercen&aacute;rio?</p>
</li>
</ul>
<h2>O que &eacute; um spyware mercen&aacute;rio?</h2>
<p>Spyware mercen&aacute;rio &eacute; um <strong>software de espionagem</strong> desenvolvido para comprometer dispositivos de alvos espec&iacute;ficos e coletar informa&ccedil;&otilde;es sem que a v&iacute;tima perceba. As ferramentas podem explorar vulnerabilidades avan&ccedil;adas e usar t&eacute;cnicas desenvolvidas para escapar das prote&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a dispon&iacute;veis no aparelho.</p>
<p>O termo &ldquo;mercen&aacute;rio&rdquo; est&aacute; relacionado &agrave; forma como essas ferramentas s&atilde;o comercializadas. Em muitos casos, empresas privadas desenvolvem a tecnologia e oferecem seus servi&ccedil;os ou solu&ccedil;&otilde;es de vigil&acirc;ncia a governos e outras entidades. Isso <strong>diferencia o spyware mercen&aacute;rio</strong> de ferramentas criadas por criminosos para realizar campanhas de malware em larga escala.</p>
<p>Entre os poss&iacute;veis alvos est&atilde;o jornalistas, ativistas, pol&iacute;ticos, diplomatas e outras pessoas que podem despertar interesse de governos ou organiza&ccedil;&otilde;es. O<strong> n&uacute;mero de v&iacute;timas costuma ser pequeno</strong>, mas cada opera&ccedil;&atilde;o pode exigir recursos t&eacute;cnicos e financeiros significativos.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Spyware mercen&aacute;rio pode ser criado por empresas privadas de vigil&acirc;ncia para governos ou outras organiza&ccedil;&otilde;es." data-creditos="Swello/Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/YoQFWysOMrZa-qYT2-PMiNQrFRA=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/f2db56b2-061a-4b1f-abaa-a2e6f98eb75d.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Pessoa no celular"></figure>
<h2>Qual a diferen&ccedil;a entre o spyware e o spyware mercen&aacute;rio?</h2>
<p>A principal diferen&ccedil;a est&aacute; <strong>na escala, no n&iacute;vel de sofistica&ccedil;&atilde;o e na escolha dos alvos</strong>. <a href="https://canaltech.com.br/hacker/o-que-e-spyware/" target="_blank" rel="noopener">Spywares</a> convencionais podem fazer parte de campanhas criminosas que buscam infectar muitos dispositivos para roubar senhas, dados pessoais ou dinheiro.</p>
<p>J&aacute; o spyware mercen&aacute;rio &eacute; desenvolvido para <strong>opera&ccedil;&otilde;es direcionadas</strong>. O atacante pode escolher uma pessoa espec&iacute;fica e utilizar ferramentas e t&eacute;cnicas adequadas ao dispositivo e ao perfil da v&iacute;tima.</p>
<h2>Quais s&atilde;o os riscos do spyware mercen&aacute;rio?</h2>
<p>Os riscos dependem da ferramenta utilizada e do n&iacute;vel de acesso obtido pelo invasor. Em um ataque bem-sucedido, o spyware pode<strong> coletar informa&ccedil;&otilde;es</strong> armazenadas no dispositivo e acompanhar diferentes atividades da v&iacute;tima.</p>
<p>Dependendo das capacidades do programa, isso pode incluir mensagens, arquivos, contatos, localiza&ccedil;&atilde;o e outros dados pessoais. Algumas ferramentas tamb&eacute;m foram desenvolvidas para acessar recursos, como c&acirc;mera e microfone.</p>
<p>Outro problema &eacute; que essas opera&ccedil;&otilde;es podem<strong> explorar vulnerabilidades ainda desconhecidas </strong>ou que n&atilde;o foram corrigidas pelo fabricante. Algumas t&eacute;cnicas conseguem comprometer o dispositivo sem intera&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio e, como os ataques costumam ser de curta dura&ccedil;&atilde;o, podem deixar poucos sinais e serem ainda mais dif&iacute;ceis de identificar.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Spyware mercen&aacute;rio pode coletar dados pessoais, acessar recursos do dispositivo e explorar vulnerabilidades avan&ccedil;adas.&nbsp;" data-creditos="Priscilla Du Preez 🇨🇦/Unsplash" src="https://tl.ctcdn.com.br/9nvhDpNFR6F3leJ4uUPdIQxIOqM=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/7234ba64-f734-4070-b5b4-9e560b1f631f.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Pessoa no celular"></figure>
<h2>Tem como se proteger do spyware mercen&aacute;rio?</h2>
<p>N&atilde;o existe uma forma de garantir prote&ccedil;&atilde;o absoluta contra esse tipo de ataque, principalmente porque as ferramentas utilizadas podem explorar falhas avan&ccedil;adas. Ainda assim, algumas medidas ajudam a reduzir a superf&iacute;cie de ataque.</p>
<p>Se a Apple enviar uma notifica&ccedil;&atilde;o de amea&ccedil;a, por exemplo, uma das principais recomenda&ccedil;&otilde;es &eacute; ativar o <strong>Modo de Isolamento</strong>. O recurso restringe determinadas fun&ccedil;&otilde;es do iPhone, iPad e Mac para diminuir poss&iacute;veis caminhos usados por ataques altamente sofisticados.</p>
<p>Tamb&eacute;m &eacute; importante<strong> manter o sistema operacional atualizado</strong>, usar um c&oacute;digo de acesso forte, ativar a autentica&ccedil;&atilde;o de dois fatores e evitar acessar links ou anexos de remetente desconhecido. Pessoas que acreditam estar sob risco ainda podem buscar orienta&ccedil;&atilde;o de organiza&ccedil;&otilde;es especializadas em seguran&ccedil;a digital.</p>
<p>Se voc&ecirc; gostou do conte&uacute;do, talvez tamb&eacute;m se interesse por conferir &ldquo;<a href="https://canaltech.com.br/seguranca/qual-a-diferenca-entre-spyware-e-stalkerware/" target="_blank" rel="noopener">Qual a diferen&ccedil;a entre spyware e stalkerware?</a>&rdquo;.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/seguranca/o-que-e-um-spyware-mercenario/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/seguranca/o-que-e-um-spyware-mercenario/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Viviane França]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Viviane França]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Novo documentário da Netflix olha para o apocalipse da IA com otimismo; conheça]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Se voc&ecirc; &eacute; do time que gosta de document&aacute;rios voltados para o universo da tecnologia, a Netflix traz um lan&ccedil;amento especial no m&ecirc;s de setembro com <strong>O Document&aacute;rio da IA: Ou Como Me Tornei Otimista Diante do Apocalipse</strong>. A produ&ccedil;&atilde;o trata de um t&oacute;pico extremamente pertinente aos dias atuais: o impacto da intelig&ecirc;ncia artificial no futuro do planeta.&nbsp;</p>
<p>O document&aacute;rio, que j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel na Netflix, &eacute; uma parceria entre os diretores Daniel Roher e Charlie Tyrell e usa a tem&aacute;tica para investigar que tipo de mundo as crian&ccedil;as de hoje ir&atilde;o herdar, especialmente diante da velocidade em que ferramentas de IA dominaram os quatro cantos do globo.</p>
<p>Partindo de uma quest&atilde;o pessoal, os diretores investigam os<strong> impactos da intelig&ecirc;ncia artificial</strong>, tanto positivos quanto negativos, a partir de entrevistas com empres&aacute;rios, como Sam Altman, o CEO da OpenAI, pesquisadores e cr&iacute;ticos para tentar prever qual ser&aacute; a influ&ecirc;ncia dessa rapidez tecnol&oacute;gica nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas e gera&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<h2>Do que trata o document&aacute;rio?</h2>
<p>Para chegar a essas respostas (ou pelo menos imaginar um cen&aacute;rio), O Document&aacute;rio da IA: Ou Como Me Tornei Otimista Diante do Apocalipse come&ccedil;a com uma inquieta&ccedil;&atilde;o de Daniel Roher, que prestes a ser pai decide investigar o universo da intelig&ecirc;ncia artificial para entender <strong>como a tecnologia vai afetar a vida de seu futuro filho</strong>.&nbsp;</p>
<p>Fugindo de uma explica&ccedil;&atilde;o definitiva sobre a IA, o document&aacute;rio aposta na perspectiva pessoal e na ansiedade por tr&aacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de uma crian&ccedil;a, especialmente diante de um futuro que se encaminha para um destino sombrio, para tentar entender o que o desenvolvimento dessa tecnologia pode acarretar nos pr&oacute;ximos anos.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Cineasta investiga qual mundo seu filho ir&aacute; herdar diante do avan&ccedil;o da intelig&ecirc;ncia artificial." data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Focus Features" src="https://tl.ctcdn.com.br/bOjd7JSkqaLPSe6uyoK9OoJJQbY=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/9bdc4a5a-40d1-458a-8d5d-da3e925914fc.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="The AI Doc: Or How I Became an Apocaloptimist"></figure>
<h2>Pessimismo vs. otimismo tecnol&oacute;gico</h2>
<p>Voc&ecirc; n&atilde;o precisa ser um usu&aacute;rio de intelig&ecirc;ncia artificial para saber que a tecnologia alterou completamente a maneira como seres humanos se comportam no mundo virtual e at&eacute; mesmo fora dele.</p>
<p>Com dispositivos cada vez mais velozes,&nbsp;<strong>otimizar o seu tempo</strong> com o apoio da tecnologia pode ser uma m&atilde;o na roda diante de tarefas trabalhosas.&nbsp;No entanto, muita gente encara o avan&ccedil;o desenfreado da IA com <strong>pessimismo</strong>, temendo pelos impactos desse processo de desumaniza&ccedil;&atilde;o que estamos enfrentando nos &uacute;ltimos anos.&nbsp;</p>
<p>Diante desse cen&aacute;rio t&atilde;o pol&ecirc;mico e incerto, o cineasta Daniel Roher decidiu entender realmente, ouvindo especialistas, cr&iacute;ticos e executivos, como a intelig&ecirc;ncia artificial pode alterar os<strong> rumos do planeta</strong> nas d&eacute;cadas que est&atilde;o por vir. Sem clubismo, a inten&ccedil;&atilde;o foi olhar para os dois lados da moeda, entendendo os pr&oacute;s e os contras para imaginar qual ser&aacute; o mundo que as crian&ccedil;as de hoje ir&atilde;o habitar.&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xkPbV3IRe4Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>O futuro de todos em jogo</h2>
<p>Esteja presente no seu dia a dia ou n&atilde;o, &eacute; fato que a intelig&ecirc;ncia artificial vai impactar a sua vida e das gera&ccedil;&otilde;es seguintes ao longo dos pr&oacute;ximos anos. Mesmo que voc&ecirc; nunca tenha usado uma IA, ela indiretamente vai alterar (e j&aacute; alterou, na verdade) a forma como voc&ecirc; circula no planeta, influenciando tend&ecirc;ncias, comportamentos e novos jeitos de existir no coletivo.&nbsp;</p>
<p>Em O Document&aacute;rio da IA: Ou Como Me Tornei Otimista Diante do Apocalipse, o objetivo &eacute; justamente entender como essa tecnologia colocou o<strong> futuro do planeta em jogo</strong>, facilitando processos e, ao mesmo tempo, criando uma sensa&ccedil;&atilde;o de que estamos dentro de um filme de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica macabro.&nbsp;</p>
<p>Para entender onde podemos chegar com essa nova realidade, vale dar o play do document&aacute;rio da Netflix no dia 12 de setembro. Aproveite tamb&eacute;m para continuar imerso no tema com <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/8-filmes-sobre-ia-que-misturam-ficcao-medo-e-realidade/">8 filmes sobre IA que misturam fic&ccedil;&atilde;o, medo e realidade</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/entretenimento/novo-documentario-netflix-apocalipse-da-ia-conheca/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/entretenimento/novo-documentario-netflix-apocalipse-da-ia-conheca/</guid>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 10:30:01 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Jaqueline Sousa]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Cambistas esgotam DualSense de GTA 6 e revendem controle por fortuna]]></title>
    <description><![CDATA[<p><strong>A edi&ccedil;&atilde;o limitada do DualSense de GTA 6 parece ter ca&iacute;do nas m&atilde;os de cambistas em sites como o eBay</strong>. A Sony anunciou a pr&eacute;-venda das vers&otilde;es em preto e branco do perif&eacute;rico do PlayStation 5 pelo pre&ccedil;o sugerido de US$ 84. No entanto,<strong> vendedores est&atilde;o cobrando US$ 140 dos consumidores</strong>.</p>
<p>Vale notar que os cambistas est&atilde;o vendendo a edi&ccedil;&atilde;o limitada do DualSense na pr&eacute;-venda. No entanto, os termos de servi&ccedil;o do eBay estipulam que &ldquo;an&uacute;ncios de pr&eacute;-venda devem garantir que o item seja enviado dentro de 40 dias &uacute;teis ap&oacute;s a compra&rdquo;.</p>
<p><strong>Os controles ser&atilde;o enviados na data de lan&ccedil;amento de GTA 6, em 19 de novembro</strong>, o que ultrapassa o prazo de pr&eacute;-venda determinado pelo pr&oacute;prio site.</p>
<p>O Canaltech apurou que h&aacute; an&uacute;ncios ativos da edi&ccedil;&atilde;o especial do DualSense de GTA 6 com pre&ccedil;os em reais no site. No Brasil, o perif&eacute;rico chegar&aacute; pelo pre&ccedil;o sugerido de R$ 599,90, mas &eacute; poss&iacute;vel adquiri-lo no eBay por mais de R$ 900, dependendo do an&uacute;ncio.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="An&uacute;ncios do DUalsense de GTA 6 passam dos R$ 900" data-creditos="Captura de tela/Gabriel Cavalheiro, Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/4hEe6cDrsJuG2Rmd9e--hSDrKqo=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/bda43a25-023e-49fb-9b67-5065ed5178ae.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Dualsense PS5 GTA 6 eBay"></figure>
<p>&Eacute; importante ressaltar que<a href="https://canaltech.com.br/games/estoque-evaporando-pre-venda-de-dualsense-personalizado-de-gta-6-comecou/"> a pr&eacute;-venda do DualSense personalizado de GTA 6 come&ccedil;ou no Brasil, e os estoques est&atilde;o evaporando</a>.</p>
<p>O perif&eacute;rico conta com varia&ccedil;&otilde;es em preto e branco (este &uacute;ltimo &eacute;, aparentemente, o preferido entre os jogadores), com<strong> cores cintilantes que lembram Vice City, al&eacute;m do logo de GTA 6 no touchpad</strong>.</p>
<h2>A que horas GTA 6 ser&aacute; lan&ccedil;ado no Brasil?</h2>
<p>Para quem j&aacute; adquiriu o DualSense de GTA 6 na pr&eacute;-venda, talvez seja importante saber quando exatamente a megaprodu&ccedil;&atilde;o da Rockstar Games ser&aacute; lan&ccedil;ada.</p>
<p>O Canaltech responde &agrave; pergunta sobre a que horas GTA 6 ser&aacute; lan&ccedil;ado no Brasil, mas h&aacute; uma pegadinha para jogadores de PlayStation.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/cambistas-esgotam-dualsense-de-gta-6-e-revendem-controle-por-fortuna/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/games/cambistas-esgotam-dualsense-de-gta-6-e-revendem-controle-por-fortuna/</guid>
    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 22:19:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Investigação revela fotos de abuso infantil no X e falhas graves no Grok]]></title>
    <description><![CDATA[<p>Uma investiga&ccedil;&atilde;o do jornal The New York Times identificou que o X<strong> ainda mostra imagens sexuais de menores de idade geradas por intelig&ecirc;ncia artificial</strong>, incluindo cria&ccedil;&otilde;es feitas pelo Grok (assistente de IA integrado &agrave; rede social).&nbsp;</p>
<p>O Centro Canadense de Prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s Crian&ccedil;as revelou que o<strong> Grok atendeu a pedidos de cria&ccedil;&otilde;es sexualizadas e at&eacute; com conte&uacute;do expl&iacute;cito de crian&ccedil;as</strong>, incluindo pessoas que j&aacute; tinham sido reconhecidas por autoridades em casos anteriores.</p>
<p>A investiga&ccedil;&atilde;o usou um software automatizado para encontrar os posts com base em termos relacionados &agrave; pr&aacute;tica. <strong>Mais de 75 imagens do tipo foram encontradas na rede social </strong>no primeiro semestre e as respectivas publica&ccedil;&otilde;es foram denunciadas para as autoridades locais &mdash; o conte&uacute;do foi removido ap&oacute;s a den&uacute;ncia, mas a mat&eacute;ria relata que algumas das imagens acumularam centenas de visualiza&ccedil;&otilde;es na rede.</p>
<p>O caso &eacute; mais um desdobramento perigoso da <strong>cria&ccedil;&atilde;o de deepfakes com o Grok</strong>. No come&ccedil;o do ano, <a href="https://canaltech.com.br/apps/grok-gera-deepfakes-sensuais-sem-consentimento-no-x-e-vira-alvo-de-investigacoes/" target="_blank" rel="noopener">uma onda de posts no X usou a ferramenta de IA para criar imagens sensuais de outras pessoas sem consentimento</a> &mdash; den&uacute;ncias como a apontada pelo New York Times indicam que o cen&aacute;rio tamb&eacute;m envolveu menores de idade.</p>
<p>O X aplicou restri&ccedil;&otilde;es para criar novos deepfakes e enfrentou processos judiciais em diferentes regi&otilde;es por conta da exposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s v&iacute;timas. A empresa at&eacute; <a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/ia-de-elon-musk-processa-estado-dos-eua-para-continuar-gerando-nudes/" target="_blank" rel="noopener">processou um estado dos EUA devido a puni&ccedil;&otilde;es consideradas excessivas</a> pela publica&ccedil;&atilde;o das imagens.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Disparo de deepfakes ainda ocorre no X, segundo investiga&ccedil;&atilde;o" data-creditos="Imagem gerada por IA/ChatGPT" src="https://tl.ctcdn.com.br/a1rbSjGNng-j7lT3LgnIGHDsFk8=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/c7faf469-02ca-47c0-b586-2cf4f9f54895.png" width="1672" height="941" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Deepfakes IA Gen&eacute;rica"></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que diz o X</h2>
<p>Em nota &agrave; reportagem original, a<strong> empresa afirmou que tem zero toler&acirc;ncia a material de abuso sexual infantil</strong>, incluindo conte&uacute;do gerado por IA. A empresa usa filtros automatizados para bloquear os conte&uacute;dos, mas os resultados da investiga&ccedil;&atilde;o indicam que ainda existem brechas e &aacute;reas que precisam de maior refor&ccedil;o de seguran&ccedil;a.</p>
<p>A rede social afirmou que <strong>denunciou mais de 780 mil contas para as autoridades </strong>no &uacute;ltimo m&ecirc;s e j&aacute; informou mais de 1,3 milh&atilde;o de imagens para o Centro Nacional para Crian&ccedil;as Desaparecidas e Exploradas dos EUA, o que resultou em mais de 500 pris&otilde;es.</p>
<p>Por padr&atilde;o, empresas de tecnologia precisam remover conte&uacute;do abusivo e relatar o caso para o centro nos Estados Unidos.</p>
<p>Entenda alguns <a href="https://canaltech.com.br/seguranca/como-identificar-deepfake-quando-ferramentas-falham/" target="_blank" rel="noopener">sinais para identificar um deepfake</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/internet-e-redes-sociais/investigacao-revela-fotos-de-abuso-infantil-no-x-e-falhas-graves-no-grok/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/internet-e-redes-sociais/investigacao-revela-fotos-de-abuso-infantil-no-x-e-falhas-graves-no-grok/</guid>
    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 22:00:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[André Lourenti Magalhães]]></dc:creator>
  </item>
  <item>
    <title><![CDATA[Atualização do Windows libera gatilhos adaptáveis do DualSense para jogos de PC]]></title>
    <description><![CDATA[<p>A API Microsoft GameInput 3.5 para PC recebeu uma atualiza&ccedil;&atilde;o que permite aos desenvolvedores integrar recursos avan&ccedil;ados do DualSense e DualSense Edge do PS5 ao Windows. <strong>A implementa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se trata de suporte nativo do controle </strong>e n&atilde;o representa compatibilidade com o sistema operacional da Microsoft.</p>
<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o do GameInput permitir&aacute; que os devs, via Kit de Desenvolvimento de Software (SDK), integrem recursos como&nbsp;<strong>gatilhos adaptativos, barra de luz RGB, LEDs de jogador e feedback t&aacute;ti</strong>l.</p>
<p>Ser&aacute; poss&iacute;vel fazer essa integra&ccedil;&atilde;o a partir de um novo companion header <strong>para enviar comandos de sa&iacute;da ao DualSense baseados em relat&oacute;rios via USB</strong> (ou seja, nada de Bluetooth no momento).</p>
<p>Segue abaixo a lista completa de recursos adicionados na vers&atilde;o 3.5 do Microsoft GameInput no GitHub:</p>
<ul>
<li>
<p>Adicionado suporte para deployment side-by-side no estilo do Agility SDK.</p>
</li>
<li>
<p>Adicionado suporte para XInput e relat&oacute;rios de raw device GIP em segundo plano.</p>
</li>
<li>
<p>Adicionado companion header para recursos do PlayStation 5 DualSense.</p>
</li>
<li>
<p>Atualizada a licen&ccedil;a do public header e da biblioteca est&aacute;tica (lib) para MIT.</p>
</li>
<li>
<p>Corrigidos problemas de input loss ap&oacute;s suspend/resume no XBOX.</p>
</li>
<li>
<p>Corrigida a aus&ecirc;ncia de display names para dispositivos de entrada no XBOX.</p>
</li>
<li>
<p>Corrigida a duplica&ccedil;&atilde;o de input do PlayStation&reg;5 DualSense Edge&reg; em alguns jogos com Windows.Gaming.Input.</p>
</li>
<li>
<p>Melhorias de estabilidade e performance.</p>
</li>
</ul>
<h2>A experi&ecirc;ncia do DualSense no PC &eacute; terr&iacute;vel?</h2>
<p><strong>Uma das maiores reclama&ccedil;&otilde;es dos jogadores que possuem o DualSense &eacute; a compatibilidade do acess&oacute;rio no PC</strong>. Apesar de ser equipado com tecnologias bem &uacute;nicas, como o feedback h&aacute;ptico e os gatilhos adapt&aacute;veis, essas fun&ccedil;&otilde;es acabam se perdendo quando conectado no computador com Windows.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Recursos do Dualsense exigem cabo no PC" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Sony" src="https://tl.ctcdn.com.br/aCPl66pONtHK9QUGaoSciSwBDUw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/dd236c35-7b44-463f-8e5b-3b1bbce0fe1f.png" width="1632" height="918" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Dualsense Edge PlayStation 5"></figure>
<p>Explicamos<a href="https://canaltech.com.br/games/por-que-os-recursos-do-dualsense-no-pc-so-funcionam-com-o-cabo/"> por que os recursos do DualSense no PC s&oacute; funcionam com o cabo</a> e tamb&eacute;m lan&ccedil;amos um <a href="https://canaltech.com.br/games/dualsense-no-pc-guia-para-configurar-no-windows-steam-e-emuladores/">guia para configurar o controle no Windows, Steam e emuladores</a>.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/games/atualizacao-do-windows-libera-gatilhos-adaptaveis-do-dualsense-para-jogos-de-pc/</link>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 21:18:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Gabriel Cavalheiro]]></dc:creator>
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    <title><![CDATA[Gemini chega ao Planilhas no celular para decifrar tabelas gigantes para você]]></title>
    <description><![CDATA[<p>O Google come&ccedil;ou a liberar o <strong>Gemini no aplicativo Google Planilhas</strong> para Android. A ferramenta usa intelig&ecirc;ncia artificial para analisar grandes volumes de dados pelo celular, com recursos para resumir tabelas, identificar padr&otilde;es e extrair informa&ccedil;&otilde;es relevantes.</p>
<p>O recurso aparece por meio de um<strong> &iacute;cone de brilho </strong>dentro do aplicativo. Ao tocar nele, o usu&aacute;rio pode fazer pedidos ao Gemini relacionados aos dados da planilha. &Eacute; poss&iacute;vel, por exemplo, analisar uma tabela de gastos mensais para descobrir onde o dinheiro foi usado, encontrar transa&ccedil;&otilde;es incomuns ou identificar padr&otilde;es nos registros.&nbsp;</p>
<p>O Gemini tamb&eacute;m consegue<strong> criar gr&aacute;ficos automaticamente</strong> a partir dos dados. A fun&ccedil;&atilde;o oferece uma maneira mais r&aacute;pida de visualizar as informa&ccedil;&otilde;es, algo especialmente &uacute;til em telas pequenas, nas quais navegar por tabelas extensas pode ser trabalhoso.&nbsp;</p>
<p>Apesar da integra&ccedil;&atilde;o com o aplicativo, alguns <strong>recursos continuam mais completos na vers&atilde;o web do Planilhas</strong>. O Google afirma que tarefas, como gera&ccedil;&atilde;o de f&oacute;rmulas e altera&ccedil;&otilde;es avan&ccedil;adas de formata&ccedil;&atilde;o, funcionam melhor no computador. No Android, portanto, o Gemini tem foco na an&aacute;lise e na visualiza&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida dos dados.&nbsp;</p>
<p>A novidade pode ser especialmente &uacute;til para quem <strong>precisa consultar planilhas extensas</strong> pelo celular, mas n&atilde;o quer percorrer linha por linha para encontrar uma informa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. Em vez de procurar manualmente pelos dados, o usu&aacute;rio pode fazer uma pergunta sobre o conte&uacute;do da tabela e deixar o Gemini identificar os registros relevantes ou resumir os resultados.&nbsp;</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Gemini chega ao Google Planilhas para Android." data-creditos="Viviane Fran&ccedil;a/Canaltech" src="https://tl.ctcdn.com.br/x67sn5oyNL9JN9d2OS9Gut_qsOE=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/53747657-4b3e-49ae-be7b-48177bbae2ef.png" width="4000" height="3000" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Google Planilhas"></figure>
<h2>Quem pode usar o Gemini no Google Planilhas no Android?</h2>
<p>A distribui&ccedil;&atilde;o do Gemini no Planilhas para Android acontece de forma gradual e deve alcan&ccedil;ar todos os usu&aacute;rios eleg&iacute;veis em<strong> cerca de 15 dias</strong>. O recurso est&aacute; dispon&iacute;vel para determinados planos do Google Workspace e do Google AI, incluindo:</p>
<ul>
<li>
<p><a href="https://canaltech.com.br/apps/vale-a-pena-assinar-o-google-ai-pro/" target="_blank" rel="noopener"><u>Google AI Pro</u></a>;</p>
</li>
<li>
<p><a href="https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/vale-a-pena-assinar-o-google-ai-ultra-que-custa-mais-de-r-1-mil-por-mes/" target="_blank" rel="noopener"><u>Google AI Ultra</u></a>;</p>
</li>
<li>
<p>Business Standard;</p>
</li>
<li>
<p>Business Plus;</p>
</li>
<li>
<p>Enterprise Standard;</p>
</li>
<li>
<p>Enterprise Plus;</p>
</li>
<li>
<p>Google AI Pro for Education.</p>
</li>
</ul>
<p>Se voc&ecirc; gostou do texto, talvez tamb&eacute;m se interesse por conferir &ldquo;<a href="https://canaltech.com.br/apps/5-novidades-do-gemini-para-documentos-planilhas-e-apresentacoes/" target="_blank" rel="noopener"><u>5 novidades do Gemini para Documentos, Planilhas e Apresenta&ccedil;&otilde;es</u></a>&rdquo;.</p>

<p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>]]></description>
    <link>https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/gemini-chega-ao-planilhas-no-celular-para-decifrar-tabelas-gigantes-para-voce/</link>
    <guid isPermalink="true">https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/gemini-chega-ao-planilhas-no-celular-para-decifrar-tabelas-gigantes-para-voce/</guid>
    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 21:02:00 +0000</pubDate>
    <author><![CDATA[Viviane França]]></author>
    <dc:creator><![CDATA[Viviane França]]></dc:creator>
  </item>
</channel>
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