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	<title>Ao pormenor</title>
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		<title>Uma selfie aos -enta.</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 14:41:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img data-attachment-id="3885" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2018/08/29/uma-selfie-aos-enta/selfie/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=546&#038;h=336" data-orig-size="650,400" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="selfie" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=546&#038;h=336?w=300" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=546&#038;h=336?w=648" class="  wp-image-3885 aligncenter" src="https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=546&#038;h=336" alt="selfie" width="546" height="336" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=546&amp;h=336 546w, https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=150&amp;h=92 150w, https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg?w=300&amp;h=185 300w, https://galeota.files.wordpress.com/2018/08/selfie.jpg 650w" sizes="(max-width: 546px) 100vw, 546px" />Uma selfie é, como o nome já diz, um momento de nós connosco próprios. É a pura intimidade com a nossa mesma pessoa. É um segundo em que nos admiramos, procuramos o melhor de nós nas linhas de nosso corpo e face. Só nós sabemos como ficamos mais bonitos, ou achamos que sabemos, como queremos ser e estar para os olhos alheios. Vai para o exterior a nossa essência, da timidez à extravagância, um capricho com o que queremos externar. Bem, antes dos famigerados -enta (quar-enta, cinqu-enta, e por aí vai&#8230;) nossas medidas cabem perfeitamente no quadrado que nos separa da realidade. O tempo de realização da eternização do momento numa foto dura um terço de segundos a menos do que o de um cidadão nos -enta, onde há naturalmente um descontrolar de peles que se quer ver nos eixos. E&#8230; quando uma porção desses seres resolvem se reunir para sair numa só selfie? Cada um(a) que lance uma dica de beleza e o somatório disso tudo é&#8230; Tempo, tempo, tempo&#8230; risos, risos e mais risos&#8230; para não falar das vezes que a ação terá de ser repetida&#8230; &#8220;braços longe do corpo&#8221;, &#8220;levanta o pescoço&#8221;, &#8220;encolhe a barriga&#8221;, &#8220;vai mais para o ladinho&#8221; e assim segue o rol das técnicas de uma selfie aos 4&#8230; &#8220;bem, arranjem-se logo que meu braço tá a doer!&#8221;.</p>
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		<title>Bodas de aço</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Oct 2017 16:01:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;O amor só é amor, se não se dobra a obstáculos e não se curva a vicissitudes&#8230; é uma marca eterna&#8230; que sofre tempestades sem nunca se abalar.&#8221; (William Shakespeare) Foi ontem, foi ontem as nossas bodas de aço, mas ainda tá valendo, porque, para ambos, o dia, o nosso dia, foi muito atribulado. Em &#8230; <a href="https://galeota.wordpress.com/2017/10/15/bodas-de-aco/" class="more-link">Continue a ler <span class="screen-reader-text">Bodas de aço</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img data-attachment-id="3878" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2017/10/15/bodas-de-aco/bodas-de-aco/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg?w=648" data-orig-size="346,346" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="bodas de aço" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg?w=648?w=300" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg?w=648?w=346" class=" size-full wp-image-3878 alignleft" src="https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg?w=648" alt="bodas de aço" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg 346w, https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg?w=150 150w, https://galeota.files.wordpress.com/2017/10/bodas-de-ac3a7o.jpg?w=300 300w" sizes="(max-width: 346px) 100vw, 346px"   /></p>
<p>&#8220;O amor só é amor, se não se dobra a obstáculos e não se curva a vicissitudes&#8230; é uma marca eterna&#8230; que sofre tempestades sem nunca se abalar.&#8221; (William Shakespeare)</p>
<p>Foi ontem, foi ontem as nossas bodas de aço, mas ainda tá valendo, porque, para ambos, o dia, o nosso dia, foi muito atribulado. Em 11 anos de casados, já comemoramos com atraso, já esquecemos da data por momentos, mas&#8230; ainda há tempo para retornar e dizer o quanto este tempo nos fez crescer, nos fez descobrir defeitos e qualidades um do outro, nos fez entender que, se passamos todo este tempo juntos, finalmente não vale a pena carregar em teclas que não soam como imaginamos ou queremos e é melhor não deixar tocar mais rotineiras canções. Cantemos outras. Os ajustes foram difíceis, mas serão e existirão sempre, até que não seja possível mais estarmos juntos. A vida nos ensina que todos os dias é tempo de aprender. Enfim&#8230; Chegamos cá. Atravessei vales desconhecidos, mas tive confiança em ti para guiar-me nas veredas desta relação, do dia-a-dia. Foste sempre muito paciente para aturar os meus erros e feitios. Não sei se te retribui com a mesma moeda, mas estou apta a continuar trabalhando para a felicidade que temos ou melhor. Digo-te que agradeço ao universo inteiro por cada momento que vivemos. Desejo que, de forma uníssona, mais 11 venham!</p>
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		<title>1º dia do resto das nossas vidas&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 16:58:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há seis anos, iniciei uma etapa diferente da minha vida. Depois de concluídos mestrado, doutorado, chegou a vez da maternidade. Entrei em um grande ciclone, um turbilhão de emoções, de sustos, de (im)paciência mesclado com fraldas, mamadeiras (=biberões), berreiros, leite em pó, vitaminas, sorrisos, alegrias e assim por diante. Um aprendizado constante. À medida que &#8230; <a href="https://galeota.wordpress.com/2017/09/06/1o-dia-do-resto-das-nossas-vidas/" class="more-link">Continue a ler <span class="screen-reader-text">1º dia do resto das nossas&#160;vidas&#8230;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img data-attachment-id="3848" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2017/09/06/1o-dia-do-resto-das-nossas-vidas/1aula/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2017/09/1aula.jpg?w=648" data-orig-size="265,190" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="1aula" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2017/09/1aula.jpg?w=648?w=265" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2017/09/1aula.jpg?w=648?w=265" class=" size-full wp-image-3848 alignleft" src="https://galeota.files.wordpress.com/2017/09/1aula.jpg?w=648" alt="1aula" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2017/09/1aula.jpg 265w, https://galeota.files.wordpress.com/2017/09/1aula.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px"   />Há seis anos, iniciei uma etapa diferente da minha vida. Depois de concluídos mestrado, doutorado, chegou a vez da maternidade. Entrei em um grande ciclone, um turbilhão de emoções, de sustos, de (im)paciência mesclado com fraldas, mamadeiras (=biberões), berreiros, leite em pó, vitaminas, sorrisos, alegrias e assim por diante. Um aprendizado constante. À medida que os anos se passavam, os instrumentos de convívio mudavam, as palavras, a comunicação verbal ia tomando formas e o vocabulário adquirindo novos contornos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lindas construções agramaticais que brotavam da inocente boca de minha ex-bebê, a incrível descrição das horas, tamanhos dos objetos, a criativa explicação da falta de noção da passagem do tempo, que arrancava risos e paixão daqueles que escutavam, estão ameaçados à extinção. Preparamo-nos, portanto, para entrar em um novo ciclone: minha filha está a se preparar para ser uma criança comum, homogeneizada pelos bancos escolares. Depois de 6 anos de vida de oralidade, agora chegou a hora de suas experiências serem registadas num papel, por ela própria. Tenho pena de vê-la perder seus infantis sintagmas, mas contente por vislumbrá-la chegar a uma nova fase de sua vida. Além de flores, bonecos e estrelas, agora vou receber papeizinhos com palavras, com textos e com emoções que brotam do seu coraçãozinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estou a uma semana deste grande evento: o início do seu primeiro ciclo escolar. Livros, cadernos, lápis esperam para receber seus primeiros rabiscos e eu&#8230; ansiosa para o começo de uma rotina que levará anos para ser alterada e desejosa de ver como tudo vai correr. E que venha mais esta experiência!</p>
<ul>
<li>Filha, para quem vai ser a tua primeira cartinha?</li>
<li>Para a avó.</li>
</ul>
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		<title>De amor a zinco</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 22:16:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img data-attachment-id="3814" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2016/10/03/de-amor-e-zinco/bodas-de-aco-como-comemorar/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2016/10/bodas-de-aco-como-comemorar.jpg?w=648" data-orig-size="281,281" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="bodas-de-aco-como-comemorar" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2016/10/bodas-de-aco-como-comemorar.jpg?w=648?w=281" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2016/10/bodas-de-aco-como-comemorar.jpg?w=648?w=281" class=" size-full wp-image-3814 alignleft" src="https://galeota.files.wordpress.com/2016/10/bodas-de-aco-como-comemorar.jpg?w=648" alt="bodas-de-aco-como-comemorar" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2016/10/bodas-de-aco-como-comemorar.jpg 281w, https://galeota.files.wordpress.com/2016/10/bodas-de-aco-como-comemorar.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 281px) 100vw, 281px"   />Este mês, completo, ou melhor, completamos, 10 anos que estamos casados, as tais bodas de estanho e zinco. Para abrilhantar esta data&#8230; Êpa, acabo de vislumbrar, da prateleira da estante, uma embalagem do Multivitaminico e Multimineral Centrum Select 50+ &#8220;completo de A a Zinco&#8221;. Pois&#8230; depois destes anos todos, é preciso um complemento assim, embora, pelo menos eu, sinta-me completa: tenho um coração preenchido de boa convivência, de amizade, de partilha, de diálogo, de carinho e, como não pode deixar de haver, de amor.</p>
<p>Aqui em casa, vagueiam nossas quatro pernas, mais duas que fizemos e quatro patas. Um conjunto de um dinamismo incalculável. Na atualidade, viver &#8220;coisas de casal&#8221; até parece um sonho distante. À noite, todas estas pernas/patas parece que andam unitariamente pelos quatro cantos da casa e formam casais diferentes do que era suposto. Nunca se sabe que quadro se irá descortinar durante a manhã, quem acordará com quem e onde. São nessas fases que muitos casamentos sofrem insolvência e a presença dos metafóricos elementos estanho e zinco tem extrema importância.</p>
<p>O zinco simboliza o quanto  o casal está seguro, preparado e comprometido para fazer sacrifícios para manter sua aliança saudável, pois este metal é utilizado principalmente em ligas metálicas de aço, ferro e alumínio, para proteger estes outros metais da corrosão e da ferrugem. O estanho é um metal maleável e flexível devido ao seu baixo ponto de fusão, e isso indica o ponto em que está a relação do casal, que depois de dez anos, já está adaptado um ao outro, e é mais flexível em relação aos possíveis desentendimentos do dia a dia.</p>
<p>Atingir dez anos significa que conseguimos, através das próprias conquistas, carregar o comprometimento de uma década com nossas escolhas do passado. Conseguimos dez lindos anos de experiência, vivência, paciência, flexibilidade e adaptação. É um estar-se preso por vontade, como já diria o Camões. Um fogo que arde de forma calma e intensa, com uma luz que precisa orientar uma criança e trazer-lhe tranquilidade, segurança e paz.</p>
<p>Que nunca nos falte estanho e zinco e que nosso casamento seja sempre multimineralizado. Não vou dizer que te amo aqui, porque parece coisa de maricas, piegas, não é?</p>
<h5></h5>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um peixe morre pela boca</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 17:57:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sou geminiana e, como muitos devem saber, este signo tem um enorme potencial para a comunicação. Seu lema costuma ser: &#8220;Quem tem boca vai a Roma&#8221;. Bem, no meu caso&#8230; violo tais habilidades de forma brutal e transformo essa sentença em “Um peixe morre pela boca”. Primeiramente, tenho um pânico de comunicar para plateias. Tremo &#8230; <a href="https://galeota.wordpress.com/2015/10/09/um-peixe-morre-pela-boca/" class="more-link">Continue a ler <span class="screen-reader-text">Um peixe morre pela&#160;boca</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg"><img data-attachment-id="3744" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2015/10/09/um-peixe-morre-pela-boca/peixe_triste-e1298780705363/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg?w=648" data-orig-size="200,200" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="peixinho" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg?w=648?w=200" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg?w=648?w=200" class="size-full wp-image-3744 alignleft" src="https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg?w=648" alt="peixinho" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg 200w, https://galeota.files.wordpress.com/2015/10/peixe_triste-e1298780705363.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px"   /></a>Sou geminiana e, como muitos devem saber, este signo tem um enorme potencial para a comunicação. Seu lema costuma ser: &#8220;Quem tem boca vai a Roma&#8221;. Bem, no meu caso&#8230; violo tais habilidades de forma brutal e transformo essa sentença em “Um peixe morre pela boca”. Primeiramente, tenho um pânico de comunicar para plateias. Tremo tanto que dou lições a varas verdes. Tenho vontade de falar, de soltar o verbo para todos ouvirem. Imagino-me já na gloriosa cena, mas… quando chega a acção, borro-me toda. Tenho 4&#8230; anos (não interessa a ninguém o outro número, ok? Aqui não é revista Caras! Eheheheh), nunca fui à Roma e, senhoras e senhores, a fala é a minha maior fonte de martírio. Há coisas que digo que, sinceramente, gostaria de nunca ter dito e… como já disse e não há nada a fazer, tenho uma vontade imensa de saltar para frente de um comboio. Sou uma doente-verbal, eheheheheheh. Arrependo-me menos das coisas que faço do que das coisas que digo (há dias que solto umas opiniões que não sei de que parte de meu corpo sairam, sinceramente&#8230; Depois, apercebo-me da diarreia verbal proferida e só falto morrer por dentro de vergonha de mim mesma). E… quando alguém reforça a minha falha dizendo: “É, realmente, não devias ter dito aquilo…” Olho para um lado e para o outro, chego até a ouvir o piuíiiiiiii, mas o maldito comboio nunca aparece para livrar-me daquela aflição que se apodera de mim, eheheheheh (exagero danado, não é? Pois…). Ainda fico curada desta paranóia, pulo para dentro do tal comboio e vou mais é embora para Roma, rir mais de mim mesma, das situações e embaraços que impinjo à minha pessoa. Só rindo&#8230; Só o riso salva!</p>
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		<title>Frozen para Meninos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 10:28:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mundo gira, gira, gira e vai mexendo, mudando e transformando as coisas e as nossas vidas. Eis que agora tenho uma loja de artigos infantis. De produtos licenciados da Disney e Marvel. Apaixonei-me por este universo e abracei a ideia de viver entre estes personagens diariamente. Sinto uma enorme alegria de ver entrar e &#8230; <a href="https://galeota.wordpress.com/2015/06/22/frozen-para-meninos/" class="more-link">Continue a ler <span class="screen-reader-text">Frozen para Meninos</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg"><img data-attachment-id="3736" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2015/06/22/frozen-para-meninos/mochila-frozen/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg?w=648" data-orig-size="225,225" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Frozen Ana Elsa" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg?w=648?w=225" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg?w=648?w=225" class=" size-full wp-image-3736 aligncenter" src="https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg?w=648" alt="Frozen Ana Elsa" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg 225w, https://galeota.files.wordpress.com/2015/06/mochila-frozen.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px"   /></a>O mundo gira, gira, gira e vai mexendo, mudando e transformando as coisas e as nossas vidas. Eis que agora tenho uma loja de artigos infantis. De produtos licenciados da Disney e Marvel. Apaixonei-me por este universo e abracei a ideia de viver entre estes personagens diariamente. Sinto uma enorme alegria de ver entrar e sair gente de minha loja, compradores ou não, a admirar os produtos, principalmente quando são crianças. Esse momento também é mesclado com alguma tristeza, quando vejo um menino apaixonado por uma mochila cor-de-rosa da boneca Elsa do Frozen e&#8230; a mãe não o deixar levar porque irão gozar com ele na escola. A coitada da criança não via mais nada além das coisinhas do Frozen&#8230; Tive muita pena dele, sinceramente. Uma infância frustrada por uma sociedade ridícula. A mãe estava muito sentida também, porque sabe que tais personagens trazem-lhe sorriso, alegria, mas&#8230; não os poderá demonstrar além das quatro paredes de sua casa sob pena de poder sofrer bulling. Muitos fornecedores de tais produtos têm como uma das opções para os meninos, os artigos com o personagem Olaf, que é o boneco de neve do desenho. Um certo disfarce para ocultar o gosto dos meninos pela irmãs Ana e Elsa. Um gosto que possivelmente possa ser uma tendência homossexual, na ideia de muitos adultos e de crianças filhas desses adultos que, em se tratando do século XXI, são completamente idiotas. Tenho uma filha de 4 anos e ela gosta muito da Elsa também. Eu até cheguei a pensar que não havia mais ninguém que gostasse tanto da tal boneca quanto ela até me ser apresentado esse menino. Ela também gosta do Homem Aranha. Ama de paixão o gajo aracnídeo e, se querem saber, acho piada em tudo isto. Não estou minimamente preocupada com as tendências dela. Quero que ela se divirta, que seja feliz, que curta a sua infância com todo o seu potencial. Que possa escolher os desenhos, as personagens que quiser. Se ela for gay, ou deixar de ser, certamente não vai ser culpa do coitado Homem Aranha. É chegado o momento de repensarmos os azuis e cor-de-rosa bebé de nossa sociedade. É chegado o momento de deixarmos nossas crianças serem livres. Usufruírem da liberdade de não terem tabus. Deixarem-nas crescer como pássaros e viver em um mundo, um futuro, construído por elas, com muito menos preconceito e mais compreensão. E&#8230; Façamos o favor de sermos todos felizes/livres.</p>
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		<title>Pele às bolinhas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2014 23:26:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://galeota.files.wordpress.com/2014/03/imagesd33b2jp9.jpg"><img class="size-full wp-image aligncenter" id="i-3581" alt="Imagem" src="https://galeota.files.wordpress.com/2014/03/imagesd33b2jp9.jpg?w=265" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2014/03/imagesd33b2jp9.jpg?w=265 265w, https://galeota.files.wordpress.com/2014/03/imagesd33b2jp9.jpg?w=150 150w, https://galeota.files.wordpress.com/2014/03/imagesd33b2jp9.jpg 275w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px" /></a> Pensei que tinha escapado, mas, pelos vistos, somente adiei. Adiei o meu momento de ver brotar em meu corpo bolhas mil, estampando a minha pele com imensas&#8230; <em>petit pois </em>vermelhinhas (varicela/catapora). Até gosto de roupas com bolinhas, mas bolinhas no corpo não tem a menor piada. Sempre ouvi dizer que quando essas doenças típicas da infância ocorrem na idade adulta é muito mais forte do que seria em caso contrário. A minha filha, com 3 anos, também foi &#8220;presentada&#8221; com as tais bolinhas, mas com muito menos intensidade e com muito mais rapidez de cura do que as minhas. Devo dizer que não gostei nada de experiência e nem gosto de imaginar as sequelas que a minha pele do corpo terá. Quando ficar apta para ir à rua, vou rapidamente saber que outras doenças pueris possuem vacinas, porque não quero e não tenho mais idade para perder dias dentro de casa e sofrer de dores e marcas. Com a minha filha, muitas aventuras destas ainda me aguardam, uma vez que nada de enfermidades típicas tive na infância. Por isso tenho de me proteger rapidamente do que for possível. Enfim&#8230; Hoje fez um belo dia. Depois de muitos meses, dias frios, o sol hoje resolveu brilhar. Foi uma bela notícia da natureza a bater na janela de casa, de onde pude desfrutá-la. Espero que quando eu puder sair desse meu exílio, possa reverenciá-lo e que ele espere por mim, por favor, senhor Sol!</p>
<p>Completo hoje, 7 dias sem sair de casa&#8230;</p>
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		<title>O sabor da romã</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 20:46:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fui ao mercado fazer a feira aqui de casa e em meio a dezenas de legumes de frutas expostos no local estavam reluzentes romãs. Resolvi então comprar uma. Não sabia bem o que iria fazer com ela, mas, enfim, levei-a. Segundo o Wikipédia, &#8220;a romã é uma infrutescência da romãzeira (Punica granatum) e não uma &#8230; <a href="https://galeota.wordpress.com/2014/01/01/o-sabor-da-roma/" class="more-link">Continue a ler <span class="screen-reader-text">O sabor da&#160;romã</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png"><img data-attachment-id="3558" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2014/01/01/o-sabor-da-roma/aroma/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png?w=648" data-orig-size="259,194" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="aromã" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png?w=648?w=259" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png?w=648?w=259" class="size-full wp-image-3558 aligncenter" alt="aromã" src="https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png?w=648" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png 259w, https://galeota.files.wordpress.com/2014/01/aromc3a3.png?w=150 150w" sizes="(max-width: 259px) 100vw, 259px"   /></a><br />
Fui ao mercado fazer a feira aqui de casa e em meio a dezenas de legumes de frutas expostos no local estavam reluzentes romãs. Resolvi então comprar uma. Não sabia bem o que iria fazer com ela, mas, enfim, levei-a. Segundo o Wikipédia, &#8220;a romã é uma infrutescência da romãzeira (<em>Punica granatum</em>) e não uma fruta. O seu interior é subdividido por finas películas, que formam pequenas sementes possuidoras de uma polpa comestível&#8221;. Dias depois de tê-la comprado, foi que lembrei de saboreá-la. Não comi muitas romãs na vida, talvez, para ser franca, umas duas ou três. Apesar disso, conheço a fruta desde que era criança. Minha avó paterna tinha uma romãzeira em sua casa e costumava pingar o sumo da fruta em seus olhos, na tentativa de ficar curada das cataratas. Não sei onde ela ouviu falar nesse procedimento farmacêutico, mas, enfim, são práticas populares que as pessoas, principalmente as que não tem meios financeiros para irem aos especialistas, adotam na fé de se verem livres de males que as afligem. Sinceramente, não sei se ela chegou a comer uma romã em sua vida. Talvez só a usasse nos seus olhos. Dizem que o seu consumo pode ajudar a reduzir a pressão arterial e ser utilizada na prevenção de alguns problemas cardiovasculares. Minha avó morreu de um ataque fulminante do coração, dentro de sua casa simples, com seus hábitos simples e na companhia de minha tia, deficiente física e mental que mal conseguia relatar o que se havia passado, e talvez ainda com muita catarata. Será que ela degustava aqueles pequenos rubis do interior da romã que, segundo dizem, poderia ter enriquecido sua dieta e minimizado seu problema cardíaco? Bem, anos se passaram depois disso e as lembranças das romãs foram enterradas com a minha avó. O que sei é que só fui degustar uma romã depois que cheguei a Portugal, já com mais de trinta anos de idade. Nem sabia que também se podia comer, pois conhecia apenas o seu uso para os olhos, até que um colega do escritório onde trabalhava me ofereceu a metade de uma. Adorei o seu sabor, mas também não me dei ao trabalho de comprar mais e/ou procurar por ela em minhas idas aos (super)mercados. Atualmente, estou tentando fazer uma alimentação mais rica em nutrientes que consumi pouco ou nunca consumi na vida. Quero conhecer novos sabores. É engraçado como muitas vezes precisamos cruzar fronteiras para dar valor, ou conhecer, as coisas que estão mesmo debaixo de nossos narizes durante anos. Talvez, agora, coma romã mais vezes e de diferentes maneiras. Com isso tudo, lembrei-me da minha avó. Espero que ela esteja muito bem onde tiver.</p>
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		<title>Mais um adeus&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Oct 2013 02:01:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como diz o compositor: “A vida vem em ondas como o mar, no indo e vindo infinito&#8230;”. Não vou fechar a porta agora e achar que, quando tornar a abri-la, encontrarei tudo no mesmo lugar. Sempre há mudanças, mas, atualmente, os quadros ganham novos contornos muito rapidamente e a perplexidade invade meu espírito sempre que &#8230; <a href="https://galeota.wordpress.com/2013/10/26/mais-um-adeus/" class="more-link">Continue a ler <span class="screen-reader-text">Mais um adeus&#8230;</span></a>]]></description>
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<div style="text-align:center;"><img data-attachment-id="3553" data-permalink="https://galeota.wordpress.com/2013/10/26/mais-um-adeus/adeus/" data-orig-file="https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg" data-orig-size="300,400" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Goodbye/Adeus" data-image-description="" data-medium-file="https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg?w=225&#038;h=300" data-large-file="https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg?w=300" class="size-medium wp-image-3553 alignleft" alt="adeus" src="https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg?w=225&#038;h=300" width="225" height="300" srcset="https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg?w=225&amp;h=300 225w, https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg?w=113&amp;h=150 113w, https://galeota.files.wordpress.com/2013/10/adeus.jpg 300w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />Como diz o compositor: “A vida vem em ondas como o mar, no indo e vindo infinito&#8230;”. Não vou fechar a porta agora e achar que, quando tornar a abri-la, encontrarei tudo no mesmo lugar. Sempre há mudanças, mas, atualmente, os quadros ganham novos contornos muito rapidamente e a perplexidade invade meu espírito sempre que os defronto. O novo se mistura ao velho velozmente, colorindo, mas também borrando, a paisagem fixada com muito esforço em minha memória. As células&#8230; Sim. Elas correm. Correm e esticam o corpinho de (ex)bebe de minha filhinha e correm dos corpos cansados de meus pais. E eu? Fico no meio desse espetacular movimento natural arranjando pontos, pontes, trajetos, passagens&#8230; que unam mais rapidamente esses opostos afim de tentar driblar o tempo e fazer-nos conviver o máximo possível e com boa qualidade de vida. Mais uma estadia está chegando ao fim. Voltarei em breve para minha casa, em Portugal. Revi alguns amigos, comi bastante, engordei bastante, tive momentos infindos de insônia (jetleg horrores), vi minha filha brilhar, saltar, brincar à luz do sol tropical, reconhecendo vovô e (bisa)vovó e chamando por eles em suas brincadeiras. Foi tudo muito bom. Agora, é arrumar as malas, vencer a angustia da futura saudade avassaladora e voltar para o meu lar, para o meu marido e para uma vida nova que me espera para começar.</div>
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		<title>Mais uma de Paris</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2013 13:43:47 +0000</pubDate>
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Achava que não iria mais a Paris, pelo menos não tão cedo. Mas eis que surgiu uma oportunidade e lá fomos nós outra vez. O tempo foi curto até para vermos os monumentos e caminhos tradicionais, pois temos agora de seguir o ritmo da criança, da minha filha, que tem dois anos. Embora ela ame correr, suas perninhas não aguentam o fantástico subir e descer de escadas das estações de metro e… as nossas pernas, um pouquinho maiores do que as dela, sofreram também um bocado. O calor do verão era intenso e não podíamos nos dar ao luxo de não o enfrentar. Todas as horas eram aptas a passeios. Foi muito bom a experiência e ainda tive a sorte de rever algumas pessoas amigas. Como já frisei várias vezes por cá, Paris é sempre uma festa. Apesar disso, há quadros que também chocam. Não se tratam de pinturas muito exóticas, pois mendigos a dormirem nas ruas, no seu mais completo grau de abandono pela sociedade e pela sua própria alma, é cenário facilmente encontrado em muitos países, por isso passam &#8220;em branco&#8221; aos olhos de muitas pessoas, mas causam mal estar por não combinarem com o conceito de lugar belo, organizado e rico. Enfim, coisas das sociedades modernas. Apesar disso, vale muito a pena sempre visitar aquela cidade. Amo o bairro de Montmartre que, na minha opinião, nada é mais parisiense. Segundo o Wikipédia: &#8220;Em 1860, o bairro foi ligado à cidade e transformou-se num ponto de encontro importante de artistas e intelectuais, famoso pela sua animada vida noturna. Modelos, bailarinas e pintores como Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec frequentavam o lugar, contribuindo para criar um clima libertário.&#8221; Muito lindooo!!</p>
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