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	<title>Wii are Nerds</title>
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		<title>Impressões sobre o tablet Windows TX420I, o baratinho da Qbex</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2015 23:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você pode comprá-lo por cerca de R$ 550 e ele é uma das opções mais acessíveis entre os tablets com sistema operacional Windows. Testamos o brasileiro Qbex TX420I, um baratinho com configurações modestes e um desempenho interessante. É um gadget para funções comuns, como navegar na internet, assistir alguns vídeos e eventualmente jogar alguns games. [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode comprá-lo por cerca de R$ 550 e ele é uma das opções mais acessíveis entre os tablets com sistema operacional Windows. Testamos o brasileiro <strong>Qbex TX420I</strong>, um baratinho com configurações modestes e um desempenho interessante. É um gadget para funções comuns, como navegar na internet, assistir alguns vídeos e eventualmente jogar alguns games.</p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2409" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-10.jpg" width="550" height="310" /></a></p>
<p><strong>Tela reflete e tem 8 polegadas</strong></p>
<p>A tela do TX420I não é pequena, mas cabe em uma mão grande. É aquele tipo de tablet que serve entre um intermediário entre os smartphones e o iPad da Apple, por exemplo. O acabamento de plástico duro na traseira, levemente áspero, encaixa bem nas mãos. As arestas são bem arredondadas. O design não é inovador, mas funcional para um aparelho de entrada.</p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2410" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-1.jpg" width="550" height="366" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu desenho é simples justamente por guardar uma configuração básica para o usuário. A tela tem qualidade IPS e resolução de 1280 x 800 pixels. Há entradas na parte superior do aparelho: 1 micro-USB 2.0, para suportar OTG, U-Disk, mouse, teclado, hub USB; 1 slot para cartão de memória até 32 GB; e fones de ouvido de 13,5 mm stereo.</p>
<p><strong>Configuração para navegação básica</strong></p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2411" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-2.jpg" width="550" height="350" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A memória RAM do aparelho é uma DDR3 de apenas 1 GB, acompanhada por flash memory de 16 GB que estoca dados internos expansível até 32 GB. O sistema operacional é um Windows 8.1 igual ao de computadores portáteis e desktops. Há conexão 3G e Wi-Fi para a internet.</p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2412" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-4.jpg" width="550" height="359" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A bateria tem amperagem de 3500 mAh, que dura cerca de um dia de uso intenso com baterias de polímero de 3,7 V. Todas essas configurações demonstram que o gadget é simples para funções básicas, mas ele apresentou uma certa lentidão com vídeos acionados ou em jogos pesados.</p>
<p><strong>Câmeras básicas</strong></p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2413" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-7.jpg" width="550" height="332" /></a></p>
<p>A máquina traseira é básica e com sensor de 2 megapixels, que serve para fotos básicas com luz, mas muito fraca na escuridão. A falta de um flash eficiente impede que você faça imagens elaboradas.</p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2414" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-8.jpg" width="550" height="358" /></a></p>
<p>A câmera frontal de 0,3 pixel serve apenas para selfies ou para transmissão de vídeos através do Skype, que é um programa nativo da Microsoft. Ou seja, o app já está integrado ao Windows.</p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-9.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2415" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-9.jpg" width="550" height="359" /></a></p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Não há tantos destaques neste modelo da Qbex, mas ele é barato, simples e acessível. É um produto focado em quem não quer gastar muito.</p>
<p><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2416" alt="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2015/04/qbex-3.jpg" width="550" height="310" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Existe um site para discutir sobre videogames feitos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 04:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Pedro Zambarda, originalmente postado no Bola da Foca Agora existe um site para noticiar, debater, apurar e exibir a cena brasileira de jogos digitais. Este é o Geração Gamer, uma página que nasceu originalmente como livro-reportagem em um TCC na Faculdade Cásper Líbero em 2010, tornou-se uma coluna semanal em 2013 e agora prossegue [...]<div class='yarpp-related-rss'>

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</ol>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Pedro Zambarda, originalmente postado no <a href="http://www.boladafoca.com/2014/11/existe-um-site-para-discutir-sobre.html">Bola da Foca</a></p>
<p>Agora existe um site para noticiar, debater, apurar e exibir a cena brasileira de jogos digitais. Este é o <strong>Geração Gamer</strong>, uma página que nasceu originalmente como livro-reportagem em um TCC na Faculdade Cásper Líbero em 2010, tornou-se uma coluna semanal em 2013 e agora prossegue como um projeto independente.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/11/logotipo-geracaogamer.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/11/logotipo-geracaogamer-300x236.jpg" alt="logotipo-geracaogamer" width="300" height="236" class="aligncenter size-medium wp-image-2404" /></a></center></p>
<p>G2, sustentado por aquele que vos fala, será um site com cobertura diária dos desenvolvedores brasileiros de jogos digitais, entusiastas da área e o grande público que pode consumir esses produtos. A filosofia do novo espaço é cobrir o local para atingir o mundial, especialmente em uma área que carece de jornalismo especializado.</p>
<p>Gostou do projeto? Visite, a casa também é sua: <a href="http://www.geracaogamer.com/">http://www.geracaogamer.com/</a></p>
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</ol></p>
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		<title>A USP deveria ter uma faculdade de videogames?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 19:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Pedro Zambarda Texto original do Brasil Post A coluna Geração Gamer, do site TechTudo da Globo.com, entrevistou em setembro o professor, economista e jornalista Gilson Schwartz. Blogueiro do site EXAME.com e ex-Folha e UOL, o pesquisador da ECA-USP reclamou da falta de visibilidade das pesquisas em videogames na maior universidade de São Paulo e [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Pedro Zambarda<br />
Texto original do <a href="http://www.brasilpost.com.br/pedro-zambarda/a-usp-deveria-ter-uma-faculdade-de-videogames_b_5800366.html?utm_hp_ref=brazil">Brasil Post</a></p>
<p>A coluna <strong><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/09/falta-visibilidade-nas-pesquisas-de-games-no-brasil-diz-professor-da-usp.html">Geração Gamer</a></strong>, do site TechTudo da Globo.com, entrevistou em setembro o professor, economista e jornalista <strong>Gilson Schwartz</strong>. Blogueiro do site <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/iconomia/">EXAME.com</a> e ex-Folha e UOL, o pesquisador da ECA-USP reclamou da falta de visibilidade das pesquisas em videogames na maior universidade de São Paulo e defendeu a criação de um curso de graduação de jogos na instituição pública.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/09/usp-games-1.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/09/usp-games-1-300x181.jpg" alt="usp-games-1" width="300" height="181" class="aligncenter size-medium wp-image-2398" /></a></center></p>
<p>&#8220;Eu diria que se todos os professores e alunos de pós-graduação da USP que já mexem com games se unissem, seria possível criar uma nova faculdade ou curso totalmente interdisciplinar voltado a jogos e entretenimento digital. Quem sabe um dia rola?&#8221;, disse Schwartz à coluna. O número de mestrandos e doutorandos com foco em games cresceu bastante nos últimos anos, de acordo com o pesquisador. Sabendo disso, por que a USP ainda não tem uma faculdade de videogames? Ou uma pós-graduação interdisciplinar envolvendo a criação de jogos digitais entre vários cursos?</p>
<p>Numa busca rápida pelas principais graduações em jogos digitais no Brasil, encontramos a PUC e a Anhembi Morumbi na cidade de São Paulo; a Unisinos em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul; a UVV em Vila Velha, no Espírito Santo; a Infórium em Belo Horizonte, Minas Gerais; e a Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Além destas, que são referência, destacam-se a FMU, UnicSul e UniPaulistana. O total de faculdades gira em torno de 10 instituições, sendo que muitas ainda apostam mais em pesquisas no assunto, ao invés de formar propriamente profissionais especializados no ramo. Isso talvez explique porque o Brasil ainda tem 133 empresas nacionais empregando somente 1133 pessoas formalmente, segundo a pesquisa <a href="http://www.brasilpost.com.br/pedro-zambarda/quais-sao-os-primordios-da-industria-de-games_b_5272219.html">GEDIGames</a> conduzida pelo Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da USP, financiado pelo BNDES.</p>
<p>Resumidamente, podemos entender que há pouco investimento em educação nível superior para games, o que resulta em poucas empresas e um mercado que promete muito, mas ainda entrega menos do que poderia, se ele for realmente o quarto maior do mundo.</p>
<p>A USP deveria ter uma faculdade de videogames? Poderia. A USP faria a diferença com um curso de mercado de videogames, sem muita teoria e bastante prática. Possivelmente, porque ainda temos poucas referências do que deveria ser uma &#8220;faculdade de jogos digitais&#8221;.</p>
<p>Um curso acadêmico voltado para os games faria a diferença em nosso mercado? Talvez sim. Embora muitos profissionais não sejam os maiores fãs de uma formação teórica, a maior parte das profissões consolidadas no país contam com uma sólida base de pesquisas, muitas delas focadas apenas em teses e com investimento que enriquece a área de atuação.</p>
<p>O que a USP tem hoje, além de suas pesquisas de pós-graduação, é um curso para que iniciantes aprendam a fazer jogos. É ministrado pelo próprio Gilson Schwartz no Gelly Jams, uma extensão do programa Game and Entertainment Lab do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.</p>
<p>Uma faculdade de videogames resulta em ganhos imediatos para quem desenvolve games por aqui? Não. Mas ajudaria a aumentar áreas interessantes para pesquisa. Um levantamento da Times Higher Education em 2013 revelou que o Brasil está em 23º lugar entre 30 nações no quesito de injeção de verba privada para pesquisas universitárias. É uma posição vergonhosa para um país que tem uma USP entre seus melhores centros de formação.</p>
<p>O brasileiro tende a querer retornos de curto prazo, mas a educação só pode melhorar com investimentos pensando no longo prazo. E a cena nacional de games terá uma tendência de expansão ainda mais expressiva se acreditarmos no trabalho acadêmico, mercadológico e mesclado de maneira enriquecedora e sem preconceitos.</p>
<p>Bons jogos no Brasil não devem ser apenas feitos, mas também analisados e disseminados para formar um público que goste e que tenha orgulho da produção de seu país. Se a USP puder colaborar pra isso, então deve sim ter uma faculdade de games.</p>
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		<title>Saiba mais sobre o crescimento do mercado dos games no Brasil</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2014/08/10/o-crescimento-do-mercado-dos-games-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2014 05:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por EBC Creative Commons Diversão ou negócio? O mercado de games – que movimenta bilhões de dólares no mundo – está em franco crescimento no Brasil. “A gente já tem uma série de jogos brasileiros que foram premiados internamente ou enviados para festivais internacionais e fizeram sucesso lá fora”, comenta o roteirista de games Arthur [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem/episodio/games-um-jogo-bilionario">EBC</a><br />
Creative Commons</p>
<p>Diversão ou negócio? O mercado de games – que movimenta bilhões de dólares no mundo – está em franco crescimento no Brasil.<br />
“A gente já tem uma série de jogos brasileiros que foram premiados internamente ou enviados para festivais internacionais e fizeram sucesso lá fora”, comenta o roteirista de games Arthur Protásio. “Hoje, há jogos de celular brasileiros que são sucessos mundiais. Tem diferentes casos que, por mais que não sejam a massa, são sem dúvida um indicador muito promissor do futuro.”</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ebc.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ebc-300x78.jpg" alt="ebc" width="300" height="78" class="aligncenter size-medium wp-image-2392" /></a></center></p>
<p>Precisamos saber quem são e o que fazem os profissionais da área. Para o professor de games da Universidade Federal Fluminense, Esteban Clua, há “dois perfis iniciais muito importantes, que são os artistas e os programadores. O artista é pessoa que vai desenhar e o programador é quem vai codificar, vai programar tudo, é o matemático. São dois perfis diferentes e absolutamente necessários.”</p>
<p>Nem só de jogos para lazer vive este mercado. A equipe do programa investigou outras finalidades dos games, como no mercado corporativo, na educação e na saúde. Na rede de reabilitação Lucy Montoro, alguns pacientes fazem fisioterapia com auxílio dos jogos eletrônicos e tem alcançado grande melhora, como conta a terapeuta ocupacional da rede, Thais Terranova: “na terapia convencional, muitos reclamam da repetição dos exercícios, mas com o videogame eles fazem os movimentos várias vezes, sem se dar conta. Entre os benefícios trazidos estão o desenvolvimento da parte cognitiva e melhoria na atenção e motivação do paciente”.</p>
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		<title>SimCity pode aumentar interesse de estudantes por Contabilidade</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2014/05/17/simcity-pode-aumentar-interesse-de-estudantes-por-contabilidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2014 01:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Retro-Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cacilda Luna, da Assessoria de Imprensa da FEA, na Agência USP de Notícias Creative Commons O jogo eletrônico SimCity pode aumentar os níveis de motivação e de desempenho dos estudantes de Contabilidade. A possibilidade foi demonstrada em um estudo de doutorado defendido na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, pelo pesquisador [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Cacilda Luna, da Assessoria de Imprensa da FEA, na <a href="http://www.usp.br/agen/?p=176279">Agência USP de Notícias</a><br />
Creative Commons</p>
<p>O jogo eletrônico <strong>SimCity</strong> pode aumentar os níveis de motivação e de desempenho dos estudantes de Contabilidade. A possibilidade foi demonstrada em um estudo de doutorado defendido na  Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, pelo pesquisador e professor de Contabilidade Governamental da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Marcos Roberto Pinto. Segundo ele, as práticas convencionais de ensino nem sempre atendem a necessidade dos jovens de hoje, os quais ele denomina de “estudantes nativos digitais”. O SimCity é um jogo de simulação que tem por objetivo criar uma cidade e administrar seus recursos, de forma a evitar a falência e a expulsão do prefeito.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/05/simcity-1.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/05/simcity-1-212x300.jpg" alt="SimCity" width="212" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2385" /></a></center></p>
<p>A pesquisa <strong>Educação com entretenimento: um experimento com SimCity para curtir e aprender a Contabilidade Governamental</strong>, defendida no dia 29 de abril, foi orientada pelo professor Edgard Cornacchione, chefe do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA. Marcos Roberto Pinto disse que a decisão de pesquisar o assunto partiu da preocupação com os resultados apresentados pelos programas de educação em Contabilidade. Ele citou o Enade 2010, segundo o qual cerca de 30% dos cursos foram classificados como insatisfatórios e apenas 3,5% obtiveram conceito máximo. Outro parâmetro de qualidade citado foi o exame de suficiência realizado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), que já chegou a reprovar metade dos bacharéis.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/05/simcity-2.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/05/simcity-2.jpg" alt="SimCity" width="230" height="130" class="aligncenter size-full wp-image-2386" /></a></center></p>
<p>A aplicação do jogo SimCity, de acordo com o autor do estudo, possibilita ao aluno vivenciar uma simulação acerca da formação e gestão de uma cidade e o desenvolvimento de um sistema de informações contábeis. Em seu trabalho, Marcos Roberto Pinto demonstra que os estudantes que utilizam o SimCity, inserido no ambiente de aprendizagem, têm melhores notas e se saem melhores em testes-padrão. “O emprego do jogo eletrônico se apresenta como uma inovação no processo de ensino, podendo ser considerado um forte aliado no desenvolvimento de estratégias instrucionais destinadas a um público que já nasceu sob a forte influência dos aparatos digitais”, sugere.</p>
<p><strong>Desenvolvimento das cidades</strong></p>
<p>Os participantes da pesquisa — estudantes matriculados no curso de Ciências Contábeis e inscritos na disciplina de Contabilidade Governamental da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC), da UFRJ — foram divididos em grupo experimental (55) e grupo de controle (37). Os estudantes receberam como desafio avaliar os recursos disponíveis para o desenvolvimento de suas cidades no jogo SimCity, tanto na dimensão das receitas, quanto na dimensão dos custos e da capacidade produtiva de cada um dos itens disponíveis para implementação em suas cidades (infraestrutura, zoneamento, energia, água, saúde, educação e segurança, etc).</p>
<p>Para mensurar a motivação dos alunos com a utilização do jogo eletrônico, o pesquisador utilizou uma metodologia criada por Keller (2006), denominada Pesquisa de Interesse sobre um Curso (Course Interest Survey – CIS), que procura determinar o efeito que o meio de entrega do conteúdo programático exerce sobre a motivação dos estudantes em um curso específico. Para medir as variações no nível de desempenho, o autor se baseou nos conceitos desenvolvidos pela Teoria do Design Instrucional.</p>
<p>Segundo Marcos Roberto Pinto, os melhores resultados apresentados pelos estudantes do grupo experimental são diretamente relacionados à aplicação do jogo eletrônico. “Na análise da média geral do modelo adotado para a mensuração do nível de motivação, a pesquisa evidencia a existência de uma diferença, estatisticamente significativa, entre os dados apresentados pelos dois grupos, com nítida vantagem para o grupo que utilizou o jogo SimCity (experimental)”, afirma.</p>
<p>Já em relação à variável de desempenho, também ficou evidenciada uma melhora, mais significativa, nas notas alcançadas pelo conjunto de estudantes do grupo experimental, com um aumento de 210% em relação à nota média obtida no pré-teste. O grupo de controle, que não fez uso do jogo, apresentou um resultado que se expressou com números mais modestos, que apontaram uma melhora de 35% em relação à nota média obtida no pré-teste.</p>
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		<title>Gameboys grava um medley com as músicas de Mega Man 2</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Apr 2014 06:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você é fã de Mega Man? O pessoal do Gameboys, banda brasileira de rock de jogos, fez uma versão tipo medley, emendando as principais músicas do segundo game da série. O clipe tem várias referências ao videogame, permitindo que você ouça todos os instrumentos de maneira clara e, principalmente, os refrões grudentos das músicas do [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você é fã de <strong>Mega Man</strong>? O pessoal do <strong>Gameboys</strong>, banda brasileira de rock de jogos, fez uma versão tipo medley, emendando as principais músicas do segundo game da série. O clipe tem várias referências ao videogame, permitindo que você ouça todos os instrumentos de maneira clara e, principalmente, os refrões grudentos das músicas do jogo da Capcom.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/megaman2gameboys.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/megaman2gameboys-300x163.jpg" alt="megaman2gameboys" width="300" height="163" class="aligncenter size-medium wp-image-2378" /></a></center></p>
<p>O clipe no YouTube foi ao ar no dia 8 de abril. Faz parte de outras apresentações com músicas de videogame da banda, repletos de imagens e efeitos visuais que lembram os jogos. Pokémon (Trainer Battle Theme) praticamente transformou a banda Gameboys em personagens de um game do próprio console Game Boy.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/megaman2gameboys-2.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/megaman2gameboys-2-300x164.jpg" alt="Mega Man 2" width="300" height="164" class="aligncenter size-medium wp-image-2379" /></a></center></p>
<p>Os Gameboys surgiram em 2007, na cidade de São Paulo, com colegas da Faculdade Santa Marcelina, no curso de música. Atualmente, a banda conta com Ricardo Marques (guitarra), Pedro Henrique Mazzilli (contrabaixo), Wilson Esteves (teclado) e Joel Bertolini (bateria). As músicas de jogos deles são instrumentais.</p>
<p>Confira o vídeo de Mega Man 2 abaixo.</p>
<p><center><iframe width="425" height="344" src="//www.youtube.com/embed/VPdoXy7Tsu0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Moacyr Alves, da ACIGAMES, fala sobre associações, mercado e brigas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 18:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Figura conhecida em eventos de games, seja pela campanha Jogo Justo ou por estar envolvido na administração da Associação Comercial, Industrial dos Jogos Eletrônicos do Brasil (ACIGAMES), Moacyr Alves não perde a oportunidade de manifestar sua solidariedade com o Brasil e com a situação de quem quer fazer negócios neste segmento em nosso país. Ele [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Figura conhecida em eventos de games, seja pela campanha Jogo Justo ou por estar envolvido na administração da Associação Comercial, Industrial dos Jogos Eletrônicos do Brasil (ACIGAMES), <strong>Moacyr Alves</strong> não perde a oportunidade de manifestar sua solidariedade com o Brasil e com a situação de quem quer fazer negócios neste segmento em nosso país. Ele é um defensor do país, seja no comércio ou na criação de jogos. Recentemente, a associação de Moacyr entrou com um <a href="http://selecter.com.br/Mercado/noticia/ACIGAMES-agenda-audiencia-publica-para-discutir-o-mercado-nacional-de-jogos/">pedido</a> de abertura de audiência pública sobre o mercado nacional de jogos digitais, com data do dia 4 de abril. Em 15 dias, ele acredita que será marcada uma reunião para sua realização.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/moacyr.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2366" alt="Moacyr Alves" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/moacyr.jpg" width="495" height="350" /></a></center>Mas a história de Moacyr Alves não é composta apenas de sucessos. Antes de criar a ACIGAMES, a campanha Jogo Justo ganhou forma no segundo semestre de 2010, principalmente entre distribuidoras e comerciantes. Ele pretendia reduzir a carga tributária do preço de jogos e aparelhos de videogame, que ultrapassa 50% do valor e, em alguns casos, chega a custar mais de 100% sobre o valor do produto importado. Moacyr acreditava que, desta maneira, conseguiria incentivar o mercado de consumo e estimular novos talentos no Brasil. Passados praticamente quatro anos do projeto, Moacyr conseguiu apoio de alguns setores do governo, criou sua associação e ajudou empresários, mas não diminuiu significativamente o preço dos jogos. O PS4, da Sony, chegou ao Brasil por quatro mil reais no final de 2013, enquanto ele custa cinco vezes menos nos Estados Unidos.</p>
<p>Um painel dedicado à Moacyr e ao Jogo Justo foi aberto na Campus Party 2014. No debate, jornalistas como Gus Lanzetta (Lektronik e Rolling Stone), Caio Teixeira (Arena, do iG) Evandro de Freitas (99vidas), Arthur Zeferino e Marcellus Vinícius (GAMESFODA) fizeram uma <a href="http://www.bonusstage.com.br/noticias/o-governo-e-o-nosso-inimigo-afirma-moacyr-em-debate-na-campus-party">crítica irônica</a> ao presidente da ACIGAMES. Moacyr Alves diz que tudo foi uma brincadeira, e atribuiu ao governo a culpa pela ineficácia da campanha Jogo Justo.</p>
<p>Disposto a responder dúvidas de pessoas que o conhecem e de fornecer um panorama sobre o Brasil, Moacyr Alves nos concedeu uma entrevista. Ele não se esquivou de perguntas difíceis, mas deu seu ponto de vista sobre essa mesma história. Confira abaixo.</p>
<p><strong>1. Você tem alguns problemas com grupos como a ABRAGAMES (Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais) e com algumas figuras da cena de jogos no Brasil. O que você acha das críticas que recebe? Acha que eles estão certos em cobrar mais do Jogo Justo? Ou são críticas infundadas?</strong></p>
<p>Sinceramente não acho que eu tenho problema com a ABRAGAMES, porque fazemos nosso trabalho e eles fazem o trabalho deles. Algumas vezes, nós divergimos em alguns assuntos o que é natural. Já sugeri fundir as duas associações, porém houve uma resistência dos dois lados que inviabilizou uma fusão. O que eu posso falar mesmo da ACIGAMES é que ela é uma casa de trabalho e oportunidades, que comete erros e acertos mas nunca deixa de lutar pelo seu propósito. Quanto aos desenvolvedores acredito que seja uma questão interessante, a ACIGAMES tem hoje em seu quadro de filiados 28 desenvolvedoras de games no Brasil e estou com exatas 13 fichas de filiação de outras desenvolvedoras para estudar a entrada. Temos entre a desenvolvedora que mais rende no Brasil, que é a Hive Digital.</p>
<p>Algumas pessoas ficam perdendo tempo discutindo como “o Moacyr é mal-intencionado e não representa X ou Y porque falou isso ou aquilo&#8221;. Enquanto isso, não paramos de trabalhar e crescer e esse é um ponto visível. Alguns reclamam porque eu bloqueio certas pessoas mas acho que sou humilde o suficiente para assumir erros. Quem é que não erra, não é mesmo? E eu assumo todos os meus erros, acredito no aprendizado com as falhas e sempre estou disposto a repensar um posicionamento ou declaração. Mesmo assim, não parece haver espaço pra uma segunda chance com algumas pessoas no que se refere aos meus erros. Em muitos casos, os que criticam estão certíssimos, porém eles erram em como criticar, chegando ao ponto ridículo de prejudicar minha vida profissional e pessoal. A pessoa tem que segurar a responsabilidade de seus atos e algumas pessoas não tem a visão de como um simples post pode prejudicar todo um trabalho em andamento. Eu erro mas faço isso porque tento fazer algo pelo Brasil no mercado de games. Não quer errar? É simples: não faça nada.</p>
<p><strong>2. Como você vê o Jogo Justo nos dias de hoje? Quais foram as principais conquistas? Por que nem todos os jogos estão com menos impostos? Por que ainda temos que gastar 200 reais em um lançamento de um jogo de um videogame de ponta?</strong></p>
<p>O movimento Jogo Justo foi feito junto ao governo e muito pouco mudou. O motivo é simples: O governo não leva a sério a questão dos games no Brasil. Temos apoio de pessoas no governo que entendem o mercado e de seus problemas, gostam e simpatizam com o seu potencial, mas não têm influencia o suficiente para fazer a mudança. A revisão da tributação está indo a passo de tartaruga enquanto o mundo inteiro corre atrás de oportunidades nessa área.</p>
<p>Mas tivemos algumas conquistas. Antigamente os games eram parte da sessão de brinquedos, hoje eles são destacados separadamente em todas as lojas. Finalmente vamos ter games na Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS) no capitulo 15. Para vocês terem uma ideia da importância disso, todo o governo usa a nomenclatura para estudos e propostas em todos os setores e games não tinham sequer nada que mencionasse a sua importância. A NBS é a base da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Nela, você pode sugerir e mudar as taxas e alíquotas de impostos.</p>
<p>Outra conquista foi incluir os games na Lei Rouanet. Entramos no Programa de Aceleração da Pequena e média empresa (PAC-PME), um conjunto muito forte de empresas, associações e também de entidades que visam melhorar a tributação e que tem força suficiente de mudar as leis de mercado do país. Quanto à questão dos impostos, a falta de mudança acontece porque sem algo direcionado exclusivamente para o mercado de games, os preços não vão baixar nunca. A responsabilidade de reestruturação do imposto para games cabe ao governo e aos ministérios. Se as pessoas pagam hoje valores menores do que R$ 200,00 em jogos é porque as empresas estão buscando soluções. Muitos tratam esse mercado como &#8220;joguinho&#8221;, o que me deixa muito desanimado. Mas eu não tenho vontade nenhuma de desistir.</p>
<p><strong>3. Como a Acigames faz pesquisas de mercado sobre vendas de consoles no Brasil? Quantas redes de lojas são consultadas? Você poderia me revelar os números de empresas envolvidas com a divulgação desses dados?</strong></p>
<p>As grandes fabricantes ainda não fornecem números por aqui e eu tive que ir até a Itália falar com o pessoal da Newzoo, porque eles pegam esses números diretos na matriz de cada uma nos EUA e no Japão. Nós, da ACIGAMES, fizemos Censo Gamer com 2002 entrevistas e uma margem de erro de 2%. Nossa pesquisa mostrou que apenas 4% de mulheres jogavam. Por isso, nós fomos muito criticados. Com a ajuda da pesquisa da Newzoo, chegamos em um número de 44% de mulheres jogadoras, incluindo jogos em redes sociais como Facebook e Orkut. O grande problema nesse tipo de pesquisa é o custo, porque um levantamento da Newzoo chega a custar pelo menos 10 mil euros. Infelizmente, ninguém quer pagar por uma pesquisa com essa qualidade no Brasil.</p>
<p><strong>4. Por qual motivo a Acigames decidiu abrir um escritório em Miami? Com quais empresas vocês conversaram e fecharam contratos?</strong></p>
<p>A falta de interesse do nosso governo nos fez buscar novas fronteiras e oportunidades fora do Brasil. Iremos auxiliar empresas na participação de feiras internacionais, desde a compra de ingressos para eventos ou palestras. Queremos auxiliar as pessoas no processo burocrático de abertura de empresa, além de prestar consultoria para buscar as melhores publishers, estudar as melhores propostas e auxiliar na área jurídica. Nossa ideia é trazer produtos, games e software brasileiros que possam ser lançados em diversas regiões da Europa, Ásia e no mercado norte-americano. A direção de nossa afiliada EUA ficará a cargo de um brasileiro, mas que reside na Flórida e tem uma ampla experiência em mercados internacionais, que é o nosso novo colega e diretor da ACIGAMES Miami Mario Aguilar.</p>
<p><strong>5. Como você, Moacyr, vê o mercado nacional de jogos em nosso país? O que você acha dos games brasileiros?</strong></p>
<p>Cada vez mais entusiasmado. Estive em Minas Gerais, no fórum mineiro de cultura e jogos digitais, e conheci uma empresa chamada Overpower Studios. Eles me apresentaram o trabalho deles, o jogo Scorching Skies, e outros dois games que eles estão trabalhando. Fiquei impressionado com a qualidade técnica deles e, sinceramente falando, nenhum me impressionou tanto como esse jogo para tablets. Outro exemplo que posso citar é o Past Memories da Give me Five, que foi o primeiro jogo nacional que comprei na Apple Store. Temos outros cases de sucesso, como o Knights of Pen and Paper e isso é ótimo. O que os estúdios precisam fazer? Mais jogos de qualidade para o mundo ver. O que me deixa triste é a questão da Lei Rouanet. Tivemos três jogos aprovados pela lei, sendo dois deles de associados da ACIGAMES. Fui atrás de várias empresas de grande porte para auxiliá-los e elas ficaram apenas na promessa, sem nenhum retorno da proposta. Pena que essas empresas não enxergam o potencial dos jogos. Como não gostar de um jogo com a qualidade técnica como a de Toren? Por que é tão difícil conseguir financiamento para jogos assim? É porque o mercado é novo e as empresas que tem dinheiro para apoiar ficam com o pé atrás porque o jogo é nacional, não importando a qualidade dele. Existe preconceito e eu espero que isso mude.</p>
<p><strong>6. Já conversei Alex Mamed Jordão, um fã alucinado de jogos cuja coleção já ultrapassou 140 videogames e mais de 300 aparelhos. Você ainda preserva sua coleção de consoles? Ainda coleciona artigos de games como hobby? Ele quer fazer um museu de games. Você também gostaria de investir nisso?</strong></p>
<p>Tenho minha coleção de games mas infelizmente não consigo mais ter tempo para colecionar. Meu sonho é abrir um museu dos games e doar toda minha coleção. Tentamos no Rio e em São Paulo, mas sem sucesso. Porém, Minas Gerais hoje se mostra favorável a um museu de games e é onde eu quero apostar minhas fichas. Criar um local para respeitar a memória dos games hoje é garantia de sucesso, difícil é convencer pessoas que não entendem os jogos como a linguagem do futuro.</p>
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		<title>Indústria de games no Brasil precisa de mais experiência, diz estudo</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Apr 2014 05:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil Creative Commons A indústria brasileira de games tem competência, profissionais qualificados e escolas que formam pessoas para trabalhar no setor, mas carece de maior experiência nas áreas de negócios, comercial e administrativa. Esse é o quadro geral traçado pelo Levantamento de Informações sobre a Indústria de Games [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Alana Gandra &#8211; Repórter da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-04/estudo-financiado-pelo-bndes-traca-retrato-da-industria-brasileira-de-games">Agência Brasil</a><br />
Creative Commons</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/controle-snes.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2360" alt="Controle do SNES" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/controle-snes.jpg" width="518" height="293" /></a></center>A indústria brasileira de <strong>games</strong> tem competência, profissionais qualificados e escolas que formam pessoas para trabalhar no setor, mas carece de maior experiência nas áreas de negócios, comercial e administrativa. Esse é o quadro geral traçado pelo Levantamento de Informações sobre a Indústria de Games e Políticas Públicas para o Setor, divulgado no dia 2 de abril pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>A pesquisa foi conduzida pela Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (Fusp), entidade selecionada por meio de chamada pública. O trabalho, que se estendeu por 12 meses e ouviu 133 empresas nacionais desenvolvedores de games, foi financiado pelo BNDES, com recursos não reembolsáveis, no valor de R$ 1,3 milhão, oriundos do Fundo de Estruturação de Projetos do banco.</p>
<p>A indústria de games no Brasil é pequena e iniciante, em comparação com os líderes do mercado, disse à Agência Brasil o vice-coordenador do estudo, Davi Nakano, do Núcleo de Engenharia de Produção da USP. A sondagem procura identificar o que é possível fazer para posicionar a indústria nacional no cenário mundial, pois o país não aparece como produtor importante.</p>
<p>Nakano disse que o setor tem carência de profissionais mais especializados e experientes. A maioria das empresas é muito jovem, com menos de três anos. Uma minoria tem mais de cinco ou dez anos. “É uma indústria jovem, que tem competências, mas padece do fato de ser formada por empresas muito pequenas e da falta de experiência maior. A gente tem profissionais brasileiros muito experientes e competentes, mas hoje eles estão fora do país”.</p>
<p>Por serem muito jovens, Nakano insistiu que as empresas têm competência técnica, “mas não têm tanta competência na área de negócios. O que acaba ocorrendo é um fenômeno. Desenvolvem um bom produto, mas não sabem como colocar no mercado”. De maneira geral, o empreendedor de games tem paixão pelo assunto, conhecimento técnico, mas falta uma competência comercial e administrativa para lançar os produtos no mercado.</p>
<p>É preciso, defendeu, que se criem condições de financiamento e capitalização para que essas empresas de pequeno porte consigam se desenvolver, além de ações no sentido de dar uma capacitação maior para os empresários, do ponto de vista do negócio e também na parte administrativa e comercial. “Ações no sentido de criar um ambiente de negócios mais propício para essas empresas”.</p>
<p>Segundo Davi Nakano, uma maneira de ajudar o setor é criando demanda, que poderia vir, por exemplo, com a valorização de jogos para o ensino, nas escolas.</p>
<p>A pesquisa cita dados da consultoria internacional PricewaterhouseCoopers (PWC), segundo a qual o mercado mundial de jogos digitais movimentou, em 2011, cerca de US$ 74 bilhões, com previsões de que deve ultrapassar US$82 bilhões em 2015. Em contrapartida, no Brasil, a estimativa é que o mercado esteja próximo de US$ 3 bilhões. Segundo a PWC, as vendas do setor devem crescer, até 2016, a uma média de 7,2% ao ano. A Ásia aparece como o maior mercado mundial, seguido pela Europa e pelos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com a USP, a maior concentração de empresas de games no Brasil ocorre no Sudeste, liderada pelo estado de São Paulo. Em seguida, vêm Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Na Região Nordeste, destaque para Pernambuco, devido à existência do Porto Digital, polo tecnológico do estado. Apenas 4% das empresas brasileiras têm faturamento maior que R$ 2,4 milhões e menor ou igual a R$ 16 milhões.</p>
<p>A divulgação do retrato do setor brasileiro de jogos eletrônicos ocorreu na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, e contou com a participação do superintendente de Pesquisa e Acompanhamento Econômico da instituição, Fernando Puga, além de acadêmicos da USP, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e da Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Há empresas brasileiras de jogos desde 1996, diz pesquisa GEDIGames</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 19:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenvolvedores de games no Brasil existem desde a década de 1980, assim como as empresas da indústria brasileira de jogos. No entanto, a mais antiga a responder uma pesquisa é de 1996, e esta informação consta no levantamento GEDIGames: Mapeamento da Indústria Brasileira e Global de Jogos Digitais, conduzida pelo Núcleo de Política e Gestão [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvedores de games no Brasil existem desde a década de 1980, assim como as empresas da<strong> indústria brasileira de jogos</strong>. No entanto, a mais antiga a responder uma pesquisa é de <strong>1996</strong>, e esta informação consta no levantamento <a href="http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhecimento/seminario/seminario_mapeamento_industria_games042014_Relatorio_Final.pdf"><strong>GEDIGames: Mapeamento da Indústria Brasileira e Global de Jogos Digitais</strong></a>, conduzida pelo Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da USP, financiado pelo BNDES. Recebemos estes dados do professor de empreendedorismo e pesquisador da Universidade de São Paulo Luiz Ojima Sakuda, além de mais informações da professora e psicóloga Ivelise Fortim.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2344" alt="Pesquisa do BNDES" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-1.jpg" width="502" height="165" /></a></center>A primeira empresa surgiu em 96. Outras duas foram fundadas em 99 e em 2000. Mais três surgiram em 2001. A indústria brasileira só passou a ter um crescimento maior de cinco companhias por ano em 2007. Mais de 10 surgiram em 2009. Oficialmente, pela pesquisa financiada pelo BNDES, há 133 empresas 100% brasileiras. Elas empregam 1133 pessoas. Entre os trabalhadores, 392 são sócios e 741 são colaboradores. Nas empresas, a média é de 8,5 pessoas. De todas as 133 companhias, cinco declararam ter 30 pessoas ou mais. Seis delas tem entre 20 e 29 pessoas. 30 de todas tem entre 10 e 19 pessoas. As 92 empresas que sobraram tem nove funcionários ou menos.  Ou seja, a maioria do nosso mercado é de pequenas e médias companhias.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2345" alt="Pesquisa do BNDES" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-2.jpg" width="419" height="304" /></a></center>Na criação de games, a indústria brasileira segue o padrão de outros mercados e tem maioria masculina, de acordo com a GEDIGames: 85% dos trabalhadores são homens, o que equivale a 967 pessoas de 1133. Só 15% deste mercado é das mulheres, ou 173 trabalhadoras. Este estudo financiado pelo BNDES bate com dados de um <a href="http://selecter.com.br/Cultura-e-Comportamento/noticia/60-das-mulheres-da-industria-de-games-ja-sofreram-preconceito-aponta-estudo/">trabalho</a> publicado pela pesquisadora Jennifer Allaway, socióloga especializada em gêneros dentro da área: 60% das mulheres sofreram algum preconceito na indústria de games. Ou seja, é um segmento tipicamente machista, dentro e fora do Brasil.</p>
<p>A maioria das empresas tem cinco anos de existência, um tempo considerado curto. O faturamento gira em torno de 240 mil reais, realidade de pelo menos 93 das companhias, ou de 74,4% do mercado.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-3.png"><img class="aligncenter  wp-image-2346" alt="Pesquisa do BNDES" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-3.png" width="493" height="139" /></a></center>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente a maioria das empresas não tem associações, 35,26% deste mercado. No entanto, 21,93% delas tem vínculo com a ABRAGAMES, a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Games, enquanto 9,63% delas está ligada à ACIGAMES, a Associação Comercial, Industrial dos Jogos Eletrônicos do Brasil.</p>
<p>O que dá para concluir desta pesquisa, que realiza um verdadeiro censo sobre os jogos em 2013 (1417 games no ano), e traça um panorama histórico sobre nossa indústria?</p>
<p>Nosso mercado ainda é um bebê. Mas um bebê produtivo, que não faz apenas jogos para publicidade e que tem uma veia forte com entretenimento. Há mais jogos para entretenimento (49,3%) do que os advergames (13,3%), os jogos para publicidade. O que ele precisa para crescer? Menos empresas pequenas, mais associações, contatos, networking e investimento. Precisa de incentivos governamentais e precisa de uma iniciativa privada que o enxergue com seriedade.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-4.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/04/gedi-4.jpg" alt="Pesquisa do BNDES" width="537" height="282" class="aligncenter size-full wp-image-2353" /></a></center><br />
EDIT: Este texto foi alterado porque foi divulgado com o título &#8220;A indústria de jogos existe desde 1996, diz pesquisa GEDIGames&#8221;. Pesquisadores envolvidos nos esclareceram que a indústria não surgiu neste período, mas apenas a empresa mais antiga a responder foi de 96. Por este motivo, alteramos o título e o texto para que vocês entendam que apenas a emprensa mais antiga consultada é deste período.</p>
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		<title>Quais são as melhores cenas da série Metal Gear Solid? Hideo Kojima responde</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2014/03/28/quais-sao-as-melhores-cenas-da-serie-metal-gear-solid-hideo-kojima-responde/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2014 15:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador do primeiro Metal Gear, de 1987, e da série Metal Gear Solid, de 1998, Hideo Kojima, deu uma entrevista ao site americano IGN sobre os momentos inesquecíveis de seus jogos. Você quer ter uma ideia de quais cenas ele curte? Confira a seleção: - Quando Sniper Wolf morre, em MGS1, com Otacon e [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O criador do primeiro Metal Gear, de 1987, e da série <strong>Metal Gear Solid</strong>, de 1998, <strong>Hideo Kojima</strong>, deu uma entrevista ao site americano <strong><a href="http://www.ign.com/videos/2014/03/26/kojimas-8-favourite-metal-gear-moments">IGN</a></strong> sobre os momentos inesquecíveis de seus jogos. Você quer ter uma ideia de quais cenas ele curte?</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/03/Hideo-Kojima.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/03/Hideo-Kojima.jpg" alt="Hideo Kojima" width="410" height="490" class="aligncenter size-full wp-image-2340" /></a></center></p>
<p>Confira a seleção:</p>
<p>- Quando Sniper Wolf morre, em MGS1, com Otacon e Solid Snake tendo uma conversa sobre campos de batalha;<br />
- A luta de Grey Fox contra a Metal Gear Rex, em MGS1;<br />
- A conversa entre Raiden e Solid Snake, quando o Arsenal Gear chega em Nova York, depois da morte de Solidus Snake, em MGS2. Quando é mostrado o dogtag com nome do jogador;<br />
- A cena quando Big Boss derrota The Boss, em MGS3 (é a minha favorita);<br />
- A cena do cemitério de Big Boss, com Solid Snake suicida, em MGS4;<br />
- O túnel de microondas com Solid Snake quase morrendo em MGS4;<br />
- As cutscenes em um take de MGSV: Ground Zeroes.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/03/Hideo-Kojima-PlayArts-06.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/03/Hideo-Kojima-PlayArts-06-206x300.jpg" alt="Boneco baseado em Hideo Kojima" width="206" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2341" /></a></center></p>
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		<title>Como entender Twitch Plays Pokémon?</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2014/03/16/como-entender-twitch-plays-pokemon/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2014 15:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Retro-Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Os bons textos não são apenas aqueles que trazem informações inéditas ou próprias. Pensando nisso, selecionamos os melhores textos em português e em inglês que explicam o que é o fenômeno coletivo Twitch Plays Pokémon, que chegou a reunir simultâneamente 100 mil pessoas num jogo de Pokémon Red e estendeu atividades até a versão Crystal [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Os bons textos não são apenas aqueles que trazem informações inéditas ou próprias. Pensando nisso, selecionamos os melhores textos em português e em inglês que explicam o que é o fenômeno coletivo <strong>Twitch Plays Pokémon</strong>, que chegou a reunir simultâneamente 100 mil pessoas num jogo de Pokémon Red e estendeu atividades até a versão Crystal do game. </p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/03/twitch-plays-pokemon.jpg"><img src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2014/03/twitch-plays-pokemon.jpg" alt="twitch-plays-pokemon" width="520" height="311" class="aligncenter size-full wp-image-2335" /></a></center></p>
<p><strong><a href="http://www.polygon.com/2014/2/14/5411790/twitch-plays-pokemon-creator-interview-twitchplayspokemon">How Twitch is crowd-sourcing an amazing Pokémon multiplayer game</a></strong> &#8211; O Polygon deu a partida na cobertura entrevistando o criador australiano da página, que não revelou sua identidade. A entrevista é de Michael McWhertor.</p>
<p><strong><a href="http://www.dorkly.com/article/59332/there-are-thousands-of-people-trying-to-play-the-same-game-of-pokemon">There Are Thousands of People Trying To Play The Same Game of Pokemon</a></strong> &#8211; Andrew Bridgman do Dorkly fez um resumo dos principais memes de Pokémon Red.</p>
<p><strong><a href="http://www.pop.com.br/games/pc/A-evolucao-do-Twitch-Plays-Pokemon-1054200.html">A evolução do Twitch Plays Pokémon</a></strong> &#8211; Texto de Dani Rigon no site POP Games faz um resumo bem inicial do que era o TPP em fevereiro de 2014, uma semana depois da estreia, no dia 12 daquele mês.</p>
<p><strong><a href="http://kotaku.com/thousands-of-people-are-playing-tetris-without-realizin-1525521488">Thousands of People Are Playing Tetris Without Realizing It</a></strong> &#8211; Texto de Patricia Hernandez no site Kotaku afirma que outro canal aberto mostra que os movimentos de Pokémon Red estão sendo espelhados em um jogo de Tetris.</p>
<p><strong><a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/2014/02/partida-coletiva-de-pokemon-reune-ate-100-mil-jogadores-sobrecarrega-twitch-e-gera-subcultura-na-web.shtml">Partida coletiva de Pokémon reúne 100 mil jogadores, sobrecarrega Twitch e gera subcultura na web; entenda</a> </strong> &#8211; Texto de Gustavo Gusmão na INFO afirma que a grande quantidade de pessoas conectadas no jogo gerou problemas para os servidores do site.</p>
<p><strong><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/02/brasileiros-narram-experiencia-de-jogar-pokemon-com-outros-100-mil-jogadores.html">Brasileiros narram experiência de jogar Pokémon com outros 100 mil jogadores</a></strong> &#8211; Coluna Geração Gamer, do TechTudo, entrevistou brasileiros que participaram do jogo coletivo. Um deles chegou a ficar 14 horas online.</p>
<p><strong><a href="http://www.bonusstage.com.br/materias/a-anarquia-de-twitch-plays-pokemon-e-o-fim-do-estereotipo-do-gamer-antissocial">A anarquia de Twitch Plays Pokémon e o fim do estereótipo do gamer antissocial</a></strong> &#8211; Beatriz Blanco, do blog Bonus Stage, fez uma análise da interação em rede que mudou com este jogo coletivo. Texto mostra o papel social de Pokémon.</p>
<p><strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/03/1419883-milhares-concluem-jogo-colaborativo-de-pokemon-criador-fala-em-lancar-nova-campanha.shtml">Milhares concluem jogo colaborativo de &#8216;Pokémon&#8217;; criador lança nova campanha</a></strong> &#8211; Anderson Leonardo escreve no Folha Tec, caderno de tecnologia da Folha de S. Paulo, sobre o fim da saga coletiva de Pokémon Red.</p>
<p><strong><a href="http://www.gamespot.com/articles/twitch-plays-pokemon-crystal-after-beating-pokemon-red/1100-6418045/">Twitch Plays Pokemon Crystal after beating Pokemon Red</a></strong> &#8211; Texto do Gamespot fala sobre o começo do game Pokémon Crystal, e chama TPP de &#8220;maior fenômeno cultural a atingir o Twitch graças ao criador e à você&#8221;. Texto é de Emanuel Maiberg.</p>
<p><strong><a href="http://www.gameinformer.com/b/news/archive/2014/03/15/twitch-plays-pok-233-mon-defeat-crystal-countdown-timer-starts-for-emerald.aspx">Twitch Plays Pokémon Defeats Crystal, Countdown Timer Starts For Emerald</a></strong> &#8211; Kyle Hilliard escreve na Gameinformer sobre o fim de Pokémon Crystal e a contagem regressiva para o começo do jogo coletivo com Pokémon Emerald.</p>
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		<title>30 desenvolvedoras brasileiras criam games para caridade no Super BR Jam</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/11/28/desenvolvedores-brasileiros-criam-games-para-caridade-no-super-br-jam/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 02:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Super BR Jam é um pacote de jogos 100% brasileiros lançado neste mês por ex-desenvolvedores da Critical Studio, empresa que investiu cerca de R$ 1 milhão na criação do game Dungeonland e fechou as portas em outubro. Mesmo com o fim da startup, a Critical vai abrir novas empresas no mercado de jogos digitais no [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Super BR Jam</strong> é um pacote de jogos 100% brasileiros lançado neste mês por ex-desenvolvedores da Critical Studio, empresa que investiu cerca de <a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/10/criar-jogos-no-brasil-e-um-risco-necessario-diz-criador-de-dungeonland.html">R$ 1 milhão</a> na criação do game Dungeonland e fechou as portas em outubro. Mesmo com o fim da startup, a Critical vai abrir novas empresas no mercado de jogos digitais no Brasil.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/11/superbrjam.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2327" alt="superbrjam" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/11/superbrjam.jpg" width="520" height="277" /></a></center></p>
<p>O evento, entre 22 de 24 de novembro, reuniu 30 empresas experientes para fazer jogos novos em 48 horas. A lista de empresas participantes é: Critical, Arrowhead, Behold Studios, Miniboss, Bossa, Swordtales, Kaipora Digital, Aquiris, DeVoid, Pixel Cows, Pocket Trap, Pigasus, Bitcake, Loud Noises, Aduge, Tsubasa, Chevy Ray, JoyMasher, Hoplon, Otus, TawStudio, Flowkore, Double Dash, Aiyra, Lumentech, Vitreo Lab, ZeroDuo, Broken Finger, Kimeric Labs e Nano Studio. Há apoio da publicadora de jogos sueca Paradox Interactive (Europa Universalis IV) e pela Unity Technologies.</p>
<p>É possível comprar um pacote com todos os jogos em um modelo de “pague o quanto quiser”, <a href="http://www.superbrjam.com/">lançado</a> no dia 25 de novembro. Os consumidores que pagarem mais de R$10 irão levar um pacote extra com jogos comerciais completos, que inclui oito jogos nacionais e internacionais: Showdown Effect, Knights of Pen and Paper +1 Edition, Dungeonland All-Access Pass, Magicka, Magicka: Wizard Wars, Out There Somewhere, Qasir Al-Wasat e Project Tilt.</p>
<p>Na Super BR Jam, 100% dos lucros irão para o Solar Meninos de Luz, uma escola para crianças das comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio de Janeiro. Ou seja, é um evento para caridade.<em id="__mceDel"><br />
</em></p>
<p><center><iframe width="425" height="344" src="//www.youtube.com/embed/oy3jSuMP8Cc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Os Gameboys tocarão rock de videogame de graça em São Paulo</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/09/22/os-gameboys-tocarao-rock-de-videogame-de-graca-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Sep 2013 06:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo de rock Gameboys irá tocar temas de jogos Mario, Zelda, Sonic, Street Fighter, Final Fantasy, Chrono Trigger, Castlevania, Toejam &#38; Earl, Mega Man e Pokémon no próximo dia 3 de outubro. O show será gratuito no Teatro da Faculdade Santa Marcelina (FASM), a partir das 20h30. A banda promete não só arranjos de [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo de rock <strong>Gameboys</strong> irá tocar temas de jogos Mario, Zelda, Sonic, Street Fighter, Final Fantasy, Chrono Trigger, Castlevania, Toejam &amp; Earl, Mega Man e Pokémon no próximo dia 3 de outubro. O show será gratuito no Teatro da Faculdade Santa Marcelina (FASM), a partir das 20h30.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/flyer_divulgacao_gameboys.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2317" alt="flyer_divulgacao_gameboys" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/flyer_divulgacao_gameboys.jpg" width="461" height="259" /></a></center>A banda promete não só arranjos de rock nos temas, mas também influências de salsa e jazz no som. A apresentação é o primeiro evento oficial da banda desde o ingresso de Joel Bertolini, baterista que vem substituir Fernando Lima.</p>
<p>Os Gameboys se formaram em junho de 2007, com Fernando Lima (bateria), P.H. Mazzilli (baixo), Ricardo Marques (guitarra) e Wilson Esteves (teclados). Todos eram, na época, alunos do curso de música da Faculdade Santa Marcelina, e resolveram interpretar temas de jogos de videogame que marcaram a geração dos anos 80 e 90, em consoles como Nintendinho, Master System, Mega Drive, Super Nintendo, Playstation e Nintendo 64. Eles já abriram o evento Videogames Live (Canecão, RJ, 2009), já se apresentaram em diversos palcos em São Paulo (Teatro da FASM, PUC, Unicamp, Memorial da América Latina, etc), além de festivais em Amparo (SP). Eles também fizeram o arranjo da música First Tower, parte da trilha sonora do jogo independente Out There Somewhere, idealizado e produzido no Brasil pela MiniBoss.</p>
<p>Os GameBoys possuem um canal no <a href="http://www.youtube.com/user/OsGameboys">Youtube</a>. O último vídeo no ar é uma versão rock da música de batalha de Pokémon, lançado em julho:</p>
<p><center><iframe src="//www.youtube.com/embed/uPp566kuWWI" height="344" width="425" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></center></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Data e horário: 3/10/2013, quinta-feira, às 20h30<br />
Duração: 110 min.<br />
Local: Teatro da FASM (Faculdade Santa Marcelina)<br />
Endereço: Rua Dr. Emílio Ribas, 89 &#8211; Perdizes, São Paulo<br />
Informações: (11) 3824-5800<br />
Indicação Etária: LIVRE<br />
Acessibilidade: Sim<br />
Capacidade: 304 lugares<br />
Entrada franca</p>
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		<item>
		<title>Diferenças e origens das baterias do iPhone e do Galaxy</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/09/11/diferencas-e-origens-das-baterias-do-iphone-e-do-galaxy/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 14:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>

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		<description><![CDATA[Este texto originalmente foi escrito para o site TechTudo. Como o site suprimiu uma curiosidade sobre a origem das baterias, descoberta por um brasileiro, decidimos republicar a reportagem na íntegra neste blog. O texto do TechTudo está aqui. Os celulares iPhone da Apple possuem baterias de íon-polímero (Li-Po), enquanto a dos modelos Galaxy da Samsung [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este texto originalmente foi escrito para o site TechTudo. Como o site suprimiu uma curiosidade sobre a origem das baterias, descoberta por um brasileiro, decidimos republicar a reportagem na íntegra neste blog. O texto do TechTudo está <a href="http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/04/entenda-diferencas-entre-bateria-do-iphone-e-do-galaxy-s3.html">aqui</a>.</em></p>
<p>Os celulares iPhone da Apple possuem baterias de íon-polímero (Li-Po), enquanto a dos modelos Galaxy da Samsung é de íon-lítio (Li-Ion). Embora as duas sejam funcionem com íons, há diferenças entre os dois modelos, que trazem benefícios e defeitos para cada um desses modelos. Conheça a diferença entre eles.</p>
<p><center><div id="attachment_2307" class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-1.jpg"><img class=" wp-image-2307 " alt="Entenda as diferenças entre a bateria de um iPhone e de um Galaxy (Foto: Divulgação)" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-1.jpg" width="372" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Entenda as diferenças entre a bateria de um iPhone e de um Galaxy (Foto: Divulgação)</p></div></center></p>
<p><strong>Como funciona a bateria do iPhone</strong></p>
<p>O Li-Po, a bateria de íon-polímero, é composta por várias camadas recarregáveis que potencializam a descarga de bateria. Justamente por ter essas várias divisões, ela pode ser fabricada em diversos tamanhos, sendo um modelo de bateria adaptável ao tipo de circuito que ela vai ser integrada.</p>
<p>Esse tipo de bateria começou a ser fabricada em meados de 1970, em um sólido eletrolito que parecia plástico, mas se tornou hype nos anos 2000 e hoje é utilizada no smartphone topo de linha da Apple. A média de preço do Li-Po sobe entre 10% e 30% se for produzida uma bateria mais fina. A questão do custo está diretamente conectada com a necessidade de produzir uma bateria com um tamanho mais específico.</p>
<p><center><div id="attachment_2308" class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-2.jpg"><img class=" wp-image-2308 " alt="Bateria de íon-polímero, o Li-Po (Foto: Wikimedia Commons)" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-2.jpg" width="372" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Bateria de íon-polímero, o Li-Po (Foto: Wikimedia Commons)</p></div></center></p>
<p>Além de ser produzida em diversos tamanhos, o Li-Po pode ser colocada em diversos sistemas, como Li-cobalto, NMC, Li-fosfato e Li-manganês. O peso da bateria influi no tamanho final do celular, se considerarmos que o iPhone 5 tem 112 gramas, enquanto o Galaxy S3 tem 133 gramas.</p>
<p><strong>Como funciona a bateria do Galaxy</strong></p>
<p>O Li-Ion, a bateria de íon-lítio, também foi popularizada na década de 1970. Foi implementada pelo químico MS Whittingham, na época que ele trabalhava para a Exxon nos anos 70. Whittingham agora está lecionando na Universidade de Binghamton, em Nova York, na área de ciência e engenharia.</p>
<p>A bateria depois foi recriada e desenvolvida em instituições como a Universidade da Pensilvânia, em 1977, e a Universidade de Oxford, em 1979. O tamanho desse componente de íon-lítio não é tão maleável quanto o polímero, mas ele é fabricado, pelo menos por um preço mais acessível.</p>
<p>Por esse motivo, esse tipo de bateria é implementado em vários dispositivos portáteis, de smartphones até laptops. Provavelmente a bateria do seu notebook é de íon-lítio, o que torna esse modelo um dos mais populares dos anos 2000.</p>
<p><center><div id="attachment_2309" class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-3.jpg"><img class=" wp-image-2309 " alt="Bateria de íon-lítio para smartphones, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons)" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-3.jpg" width="372" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Bateria de íon-lítio para smartphones, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons)</p></div></center></p>
<p><center><div id="attachment_2310" class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-4.jpg"><img class=" wp-image-2310 " alt="Bateria de íon-lítio para notebooks, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons)" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-4.jpg" width="372" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Bateria de íon-lítio para notebooks, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons)</p></div></center></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das vantagens da bateria de íon-lítio é preservar a carga quando o aparelho estiver desligado ou em stand-by. É um uso inteligente da carga do componente.</p>
<p><strong>Lítio é o elemento em comum dos dois tipos de bateria</strong></p>
<p>O lítio foi descoberto no mineral Petalita, descoberto pelo químico e político brasileiro José Bonifácio de Andrada e Silva (sim, o homem que fez a independência com Dom Pedro I!) em meados de 1800 na ilha de Utö, na Suécia. O desenvolvimento da substância foi feito por Johan August Arfwedson, em 1817, em um trabalho de química em laboratório.</p>
<p><center><div id="attachment_2311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-5.jpg"><img class=" wp-image-2311 " alt="José Bonifácio fez a independência e descobriu um dos primeiros minerais com lítio (Foto: Wikimedia Commons)" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/bateria-5.jpg" width="372" height="494" /></a><p class="wp-caption-text">José Bonifácio fez a independência e descobriu um dos primeiros minerais com lítio (Foto: Wikimedia Commons)</p></div></center></p>
<p>Na área comercial, o lítio mais disseminado é uma mistura do cloreto de lítio e cloreto de potássio. O lítio puro é tão leve que pode ser cortado com uma faca, e se oxida de uma maneira muito fácil, revelando uma excelente condução de eletricidade. Essa capacidade de ser maleável fez com que ele se tornasse um material abundante na produção de baterias.</p>
<p>A temperatura de fusão dele é de aproximadamente 180ºC, o que é uma tolerância razoável ao calor.</p>
<p><strong>Comparando a bateria do iPhone com a bateria do Galaxy</strong></p>
<p>A primeira característica relevante para comparar a bateria Li-Po com a de Li-Ion é sobre a descarga de energia. O Li-Ion 8% da carga à 21ºC, 15% à 40ºC e 31% à 60ºC por mês. Se o aparelho estiver desligado, a carga é preservada. Ou seja, o Galaxy tem uma bateria vantajosa por preservar a duração em uma temperatura mais fria, mas tem a desvantagem de descarregar facilmente com o aquecimento. O acabamento de plástico do celular pode ajudar a retardar o processo, mas, mesmo assim, ele fica com temperatura elevada.</p>
<p>O Li-Po gasta, em média, 5% de bateria por mês, sem variação quando é ligado ou desligado. Os iPhones normalmente não são aparelhos que são desligados com frequência, então essa bateria de íon-polímero são adequadas ao tipo de gadget. Mesmo tendo um acabamento de metal e alumínio, que conduz melhor eletricidade e aquece mais.</p>
<p>Comparando o Li-Po com o Li-Ion, a densidade energética da bateria de íon-lítio é mais alta, o que pode causar um gasto maior de energia. A variação do Li-Ion é entre 250 W/h até 730 W/h. O Li-Po fica em 300 W/h.</p>
<p>Por fim, o iPhone é mais efetivo que o Galaxy em recarga. Se a bateria tiver cuidados, receber um ciclo inteiro pelo menos uma vez por mês e não for exposta ao sol com frequência, a eficiência da bateria da Apple é acima de 90%. O modelo da Samsung, embora preserve mais energia, pode ter a eficiência da recarga reduzida para 80%, mesmo se a bateria receber todos os cuidados.</p>
<p>No entanto, a bateria do Galaxy tem uma vantagem que a torna melhor do que o iPhone. Em geral, o Li-Ion está livre do “efeito memória”, assim como as baterias de níquel cádmio (NiCd). Ou seja, não há a necessidade de dar uma carga completa para renovar o ciclo. O Galaxy da Samsung pode receber pequenas cargas, sem resultar em problemas de desempenho.</p>
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		<title>Metal Gear Solid completa 15 anos de idade como o jogo que uniu games e cinema</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/09/03/metal-gear-solid-completa-15-anos-de-idade-como-o-jogo-que-uniu-games-e-cinema/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2013 17:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
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		<description><![CDATA[Metal Gear Solid, obra-prima do designer de games Hideo Kojima, completou hoje 15 anos. Foi lançado em 3 de setembro de 1998 no Japão e em 26 de fevereiro de 99 no restante do mundo. Foi um dos games pioneiros no uso de atores profissionais na dublagem de personagens digitais, como David Hayter e outros. [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Metal Gear Solid</strong>, obra-prima do designer de games Hideo Kojima, completou hoje 15 anos. Foi lançado em 3 de setembro de 1998 no Japão e em 26 de fevereiro de 99 no restante do mundo. Foi um dos games pioneiros no uso de atores profissionais na dublagem de personagens digitais, como David Hayter e outros. Suas animações também eram cenas dignas de cinema, com longa duração e alta dramaticidade.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/metal-gear-rex.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2301" alt="metal-gear-rex" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/metal-gear-rex-1024x682.jpg" width="491" height="327" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Hoje em dia, Metal Gear Solid é um jogo datado, sem mira em primeira pessoa e com gráficos rudimentares do PlayStation, sua plataforma inicial. Mesmo assim, é um jogo histórico para a maioria dos gamers, que deixaram de lado personagens superficiais como Mario para imergir nas aventuras de Solid/Naked Snake.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/metalgearsolid15.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2302" alt="metalgearsolid15" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/09/metalgearsolid15.jpg" width="461" height="274" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>50 anos do criador de Metal Gear, Snatcher, Policenauts e Zone of Enders</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2013 15:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[No último sábado, dia 24 de agosto, o japonês de Setagaya chamado Hideo Kojima completou 50 anos de idade. Kojima está no mercado de games há, pelo menos, 27 anos, desde 1986. Fã de filmes americanos e sucessos de Hollywood, o japonês decidiu seguir a carreira de games inspirado por Shigeru Miyamoto, especialmente após o [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>No último sábado, dia 24 de agosto, o japonês de Setagaya chamado Hideo Kojima completou 50 anos de idade. Kojima está no mercado de games há, pelo menos, 27 anos, desde 1986. Fã de filmes americanos e sucessos de Hollywood, o japonês decidiu seguir a carreira de games inspirado por Shigeru Miyamoto, especialmente após o lançamento de Super Mario Bros, em 85.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/08/hideokojima.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2295" alt="hideokojima" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/08/hideokojima-1024x576.jpg" width="491" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Disse Hideo Kojima no Twitter: &#8220;Nunca me imaginei de 50 anos quando eu era criança. No entanto, não tenho nenhum sentimento especial ao chegar nos 50 em poucas horas, também&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Kojima queria trabalhar na Nintendo, mas só conseguiu um emprego de designer e planejador de games na K0nami, em 1986. Ele tinha oportunidade de criar games apenas para a plataforma MSX, muito inferior ao NES que dominava a época. Participou como assistente de direção no game Penguin Adventure no mesmo ano, uma sequência do Antarctic Adventure.</p>
<p style="text-align: left;">Metal Gear nasceu em 87 como uma paródia de filmes como Rambo, Fuga de Nova York (de Kurt Russell) e longas de espionagem. O jogo era um stealth em 2D em que o jogador deveria se esconder de soldados e câmeras para completar sua missão a mando de Big Boss, da Foxhound. No final do game, Snake descobria que o verdadeiro vilão era o próprio Boss e que ele estava alimentando uma arma nuclear chamada Metal Gear.</p>
<p style="text-align: left;">Influenciado pelo filme de ficção científica Blade Runner, Kojima ainda criou dois games chamados Snatcher e Policenauts. Sua carreira sempre foi marcada por jogos em consoles alternativos como o MSX e o 3DO. Com Metal Gear 2: Solid Snake, ele finalmente chegou ao Nintendinho.</p>
<p style="text-align: left;">1998 foi um ano de virada na trajetória de Hideo Kojima. Com Metal Gear Solid, o criador de jogos inaugurou uma nova era nos videogames, com longas animações, narratividade profunda no protagonista Snake e um elenco digno de filmes internacionais na confecção do produto de entretenimento. MGS se transformou na franquia mais rentável de Kojima, resultando em mais episódios da mesma saga em 2001, 2004 e 2008, além de inúmeros títulos alternativos que complementam a história.</p>
<p style="text-align: left;">O enredo do herói Solid Snake, com visual hippie parecido com Rambo, evoluiu para um trama de conspiração envolvendo governos, armas nucleares, guerras de mercenários e discussões sobre a tecnologia no século 21. Além dessa história profunda, Hideo Kojima ainda criou um game inspirado em robôs gigantes chamado Zone of Enders, de 2001.</p>
<p style="text-align: left;">Kojima tem um jeito muito parecido com Quentin Tarantino nos cinemas ao inserir referências claras de outros produtos de entretenimento em seu próprio produto. O designer de games também tem um vício quase obsessivo de conversar com o jogador através de seus personagens. Se você conhece os games apenas através de Mario ou de games de luta como Street Fighter, Hideo Kojima é um designer que merece a sua atenção.</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>O jornalismo brasileiro de games precisa falar mais sobre o Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 03:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 16 de abril de 2013 eu iniciei minha coluna Geração Gamer no site TechTudo, no portal Globo.com. Meu compromisso com os textos semanais: Trazer, pelo menos, uma entrevista com desenvolvedores, músicos, artistas, fãs e gamers que contribuem para a construção da cena de jogos eletrônicos no Brasil. Não sei se conseguirei depoimentos interessantes [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 16 de abril de 2013 eu iniciei minha coluna <strong>Geração Gamer</strong> no site <strong>TechTudo</strong>, no portal Globo.com. Meu compromisso com os textos semanais: Trazer, pelo menos, uma entrevista com desenvolvedores, músicos, artistas, fãs e gamers que contribuem para a construção da cena de jogos eletrônicos no Brasil. Não sei se conseguirei depoimentos interessantes sempre, e nem se meu texto irá transmitir a importância deste tipo de cobertura local, mas é a minha tentativa de contribuir para descobrir novos talentos em nosso país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/06/geracao-gamer-1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2283" alt="geracao-gamer-1" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/06/geracao-gamer-1.jpg" width="434" height="350" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu leio sobre videogames desde 1994, ou 1995, não me lembro direito. Aprendi sobre jogos com a revista Ação Games, da editora Azul, um braço da editora Abril. Acompanhando o mascote Frango e toda a galera da redação, lia e aproveitava todos os detonados de jogos, além dos pôsteres e das resenhas escritas pelos jornalistas da época.</p>
<p>Da Ação Games para a Nintendo World, foi apenas um pulo. Da Nintendo World para os sites da internet como a GameFaqs e a IGN, foi necessário apenas outro pulo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/06/acao-games.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2288" alt="acao-games" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/06/acao-games.jpg" width="263" height="346" /></a></p>
<p>Jogo videogames desde 91, quando pude mexer com um Mario em meu Phantom System.</p>
<p>Aquele jornalismo daquelas revistinhas morreu e não existe mais da mesma forma. Ainda há revistas assim na banca, mas grande parte de seus conteúdos se encontram gratuitos na internet, seja em forma de texto ou mesmo em vídeos muito bem elaborados.</p>
<p>Mas há uma característica comum no jornalismo brasileiro de games: Pouco se fala sobre os jogos produzidos no Brasil. Pouco se fala nas pessoas que buscam criar games por aqui. A cobertura de jogos em nosso país ainda é uma cozinha, ou apenas traduções, dos principais lançamentos globais, em sua grande maioria.</p>
<p>A coluna Geração Gamer surgiu para mudar um pouco este cenário que vivemos hoje no jornalismo.</p>
<p>É importante saber sobre os lançamentos do PlayStation 4 na E3 2013? Claro que é. Mas tão importante quanto isso é saber, por exemplo, que um jogo brasileiro será levado para a feira internacional da E3. E esta informação você pode conferir na <a href="http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/05/jogo-brasileiro-que-trata-defict-de-atencao-concorre-premio-na-e3-2013.html">minha coluna</a>.</p>
<p>Geração Gamer não nasceu originalmente como uma coluna em um site de tecnologia. Surgiu em 2009, com a minha ideia de fazer um TCC sobre o game Metal Gear Solid na Faculdade Cásper Líbero. O trabalho não foi pra frente, mas o professor Luís Mauro Sá Martino sugeriu que eu contasse a história dos games em um livro, com o depoimentos dos jogadores narrando a história.</p>
<p>A ideia evoluiu graças à ajuda de Thiago Dias, Rodrigo Ribeiro e Alexandre Facciolla. Foi dessa forma que Geração Gamer se transformou em um livro de relatos com cerca de 100 depoimentos, dos 150 coletados, no final de 2010. O TCC passou com 9,5 na banca de avaliação da Cásper. Desde então, tentamos, sem êxito, publicá-lo com editoras diferentes.</p>
<p>Somente em 2013 eu resolvi reaproveitar o formato do livro para criar uma coluna de entrevistas no site TechTudo, que eu participei desde o começo na Globo.com. A ideia foi aceita pelos editores, mas não utilizei nenhuma das entrevistas que fiz entre 2009, 2010 e 2011.</p>
<p>Agora, Geração Gamer pretende criar conteúdos novos na internet, através de depoimentos de brasileiros que ajudam a criar games no Brasil.</p>
<p>Acredito que é isso que o jornalismo brasileiro de games mais precisa hoje. Ao invés de lançamentos e detonados de jogos internacionais, precisamos falar mais sobre o Brasil em si.</p>
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		<title>Ataque Crítico: um blog que relaciona literatura e games, e que leva jogos à sério</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/04/19/ataque-critico-um-blog-que-relaciona-literatura-e-games-e-que-leva-jogos-a-serio/</link>
		<comments>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/04/19/ataque-critico-um-blog-que-relaciona-literatura-e-games-e-que-leva-jogos-a-serio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 15:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[recomendação]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual a relação entre o dramaturgo e poeta Bertold Brecht e o game Spec Ops, um jogo com militares americanos? A narrativa, segundo o autor João Neto, do blog Ataque Crítico. Hoje, este site é uma recomendação forte que fazemos aqui no WAN, sobretudo pelo conteúdo profundo que há nessa página. O blog faz textos [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/04/ataque-critico-2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2277" alt="ataque-critico-2" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/04/ataque-critico-2.jpg" width="560" height="377" /></a></p>
<p>O blog faz textos que discutem a relação do novo Tomb Raider com a filosofia alemão Gottfried Leibniz, além de discussões sérias sobre a composição de narratividade, trilha-sonora e composição de design desses produtos eletrônicos.</p>
<p>Os posts não são fáceis de ler, mas vale cada raciocínio mencionado, como aquisição cultural, principalmente.</p>
<p>Obrigado pela recomendação, Paulo Zambarda.</p>
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		<title>Wii Are Nerds é destaque no Jornal Destak</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/04/10/wii-are-nerds-e-destaque-no-jornal-destak/</link>
		<comments>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/04/10/wii-are-nerds-e-destaque-no-jornal-destak/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 20:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
		<category><![CDATA[Wii Are Nerds]]></category>

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		<description><![CDATA[Wii Are Nerds foi destaque na seção &#8220;Seu Destak&#8221; do jornal gratuito Destak, no dia 5 de abril de 2013. Focado em tecnologia e principalmente em games, este site teve espaço em uma publicação impressa. O jornal descreve: &#8220;O blog Wii Are Nerds é dedicado à tecnologia, com foco em jogos de videogame. Criada em [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Wii Are Nerds</strong> foi destaque na seção &#8220;Seu Destak&#8221; do jornal gratuito <strong>Destak</strong>, no dia 5 de abril de 2013. Focado em tecnologia e principalmente em games, este site teve espaço em uma publicação impressa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/04/blog-destak-2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2270" alt="blog-destak-2" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/04/blog-destak-2.jpg" width="512" height="359" /></a></p>
<p>O jornal descreve:</p>
<p>&#8220;O blog <strong>Wii Are Nerds</strong> é dedicado à tecnologia, com foco em jogos de videogame. Criada em 2009, a página traz resenhas, críticas, podcast e videocast sobre o assunto &#8216;Trazemos ideias que são bem pessoais, de cada um, e que podem ser úteis a quem nos lê&#8217;, explicam os autores.&#8221;</p>
<p>Agradecemos a divulgação e reforçamos que os propósitos deste site.</p>
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		<title>Luigi’s Mansion: Dark Moon &#8211; testei o jogo exclusivo do 3DS com o irmão de Mario</title>
		<link>http://blog.wiiarenerds.com.br/2013/03/26/luigi%e2%80%99s-mansion-dark-moon-testei-o-jogo-exclusivo-do-3ds-com-o-irmao-de-mario/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 22:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Zambarda de Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[O game Luigi’s Mansion: Dark Moon foi anunciado nesta terça-feira (26) em São Paulo, exclusivamente para o portátil da Nintendo 3DS, pelo preço de R$ 149. O jogo é de ação e aventura com o irmão mais novo de Mario, o encanador verde Luigi. O herói é teletransportado pelo Professor E. Gadd para explorar cinco [...]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O game <strong>Luigi’s Mansion: Dark Moon</strong> foi anunciado nesta terça-feira (26) em São Paulo, exclusivamente para o portátil da <strong>Nintendo</strong> 3DS, pelo preço de R$ 149. O jogo é de ação e aventura com o irmão mais novo de Mario, o encanador verde Luigi. O herói é teletransportado pelo Professor E. Gadd para explorar cinco mansões mal-assombradas, capturando fantasmas com um limpador à vácuo chamado Poltergust 5000.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2259" title="luigi-1" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-1.jpg" alt="" width="272" height="243" /></a></center>Luigi’s Mansion teve direção de Bryce Holliday e produção de Shigeru Myiamoto, o criador de Zelda. No Japão, o jogo foi lançado no dia 20 de março. Nos Estados Unidos, o game chegou nas prateleiras no dia 24 do mesmo mês. No Brasil, o game conhecido como Luigi’s Mansion 2 chegou nas lojas no mesmo dia que nos EUA, quatro dias depois da estreia japonesa.</p>
<p>O personagem principal do game, Luigi, não imita o jeito de seu irmão Mario no game. Ele não é corajoso e tem um jeito mais atrapalhado de lidar com os inimigos ao correr e entrar em pâncio. A Nintendo conseguiu dar personalidade a um personagem que era apenas coadjuvante de seus jogos antigos.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2260" title="luigi-2" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-2.jpg" alt="" width="496" height="330" /></a></center>O jogo está disponível nos modos singleplayer e multiplayer. O game foi criado mais de 10 anos depois do primeiro Luigi&#8217;s Mansion, de 2011. O blog Wii Are Nerds teve acesso ao game diretamente com a Nintendo e relata suas impressões.</p>
<p><strong>Primeiras impressões</strong></p>
<p>O game do Luigi é mais sobre exploração e menos sobre capturar fantasmas nas mansões. Com seu aspirador sugador de almas, você também recolhe moedas, chaves para abrir portas trancadas e dinheiro. A mecânica é como Super Mario Bros, mas muitas moedas estão escondidas atrás de toalhas, embaixo de tapetes e atrás de paredes falsas. Os fantasmas variam de cor: Verdes são mais fracos, Vermelhos são mais fortes e Azuis se escondem melhor.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2261" title="luigi-3" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-3.jpg" alt="" width="496" height="330" /></a></center>O persomagem deve utilizar o aspirador Poltergust 5000 para cima e para baixo, em lustres e gavetas em estantes. Itens escondidos podem estar ali. O uso da lanterna paralisa fantasmas. Luz negra revela locais ocultos. Luigi também pode andar sorrateiramente ou pode correr, fugindo de cavaleiros assombrados e outros inimigos. A mecânica do jogo é essencialmente a de um puzzle.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2262" title="luigi-4" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-4.jpg" alt="" width="496" height="330" /></a></center>No multiplayer, a experiência fica ainda mais divertida. Você deve passar pelo menos cinco andares de uma mansão com até quatro jogadores. Os modos de multiplos jogadores são: Hunter Mode, em que você caça fantasmas; Rush Mode, em que você deve achar a saída; e Potterpup, em que você deve encontrar e capturar o cachorrinho fantasma.</p>
<p><center><a href="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2263" title="luigi-5" src="http://blog.wiiarenerds.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luigi-5.jpg" alt="" width="496" height="330" /></a></center>Com as setas do Nintendo 3DS, você pode pedir ajuda e agradecer os demais jogadores. A exploração é praticamente toda através do controle analógico.</p>
<p>O jogo funciona com a tecnologia 3D do portátil, que aumenta a imersão nos ajustes de 50% e 100%. A sensação de jogá-lo em três dimensões é quase como se você fosse jogado para dentro de Mario 64, mas com detalhes no cenário que não seriam possíveis na época do Nintendo 64.</p>
<p><strong>Os contras do game</strong></p>
<p>No modo singleplayer, o jogo demora até o final do primeiro estágio para aparecer um inimigo. Ele começa essencialmente como um quebra-cabeça, forçando o jogador a entender os comandos antes de enfrentar as assombrações. As fases também tem similaridades no hall de entrada das mansões, parecendo iguais no começo.</p>
<p>Os defeitos são poucos e eles são ofuscados pelo multiplayer e pela variedade de fantasmas no game &#8211; tem até a alma de um cachorrinho -, além dos detalhes no cenário, que ultrapassam bastante o nível dos gráficos do Nintendo Wii.</p>
<p>Este teste de game foi escrito com um teste por convite da Nintendo, mas a empresa não influenciou no texto.</p>
<p>Fotos: A primeira é de divulgação e as demais, de Pedro Zambarda</p>
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