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	<description>O blog onde se usa alho, sempre de bicicleta!</description>
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		<title>Bicicletas antigas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 20:34:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Bicicletas antigas]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A procura de bicicletas têm aumentado e de que maneira.  As bicicletas antigas não são excepção e os preços sobem até ao ridículo. O pior é que muitas vezes as bicicletas acabam por ser vendidas por esse preço ridículo quer por ganância do vendedor, quer por ignorância do comprador.
Não sei muito bem a que [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A procura de <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/"target="_self"title="tipos de bicicleta" >bicicleta</a>s têm aumentado e de que maneira.  As <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/bicicletas-antigas/"target="_self"title="bicicletas antigas" >bicicletas antigas</a> não são excepção e os preços sobem até ao ridículo. O pior é que muitas vezes as bicicletas acabam por ser vendidas por esse preço ridículo quer por ganância do vendedor, quer por ignorância do comprador.<br />
Não sei muito bem a que se deve esta procura. Penso cá para mim em possíveis razões. Primeiro a moda do<a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/btt/"target="_self"title="Actividades de BTT" > BTT</a>. Sim, hoje é um moda, toda a gente quer fazer BTT para se mostrar desportista, saudável e tal. Nem que seja só dar uma volta na praia e levar o carro com a bicicleta até lá. Mas esta moda é capaz de não ter influência directa nas bicicletas antigas. De qualquer forma muitas lojas de bicicletas, ou melhor, lojas de BTT aproveitam a onda e colocam nas suas montras bicicletas de passeio, bicicletas de criança, réplicas de pasteleiras, enfim, uma confusão que ninguém se entende. É preciso cuidado com esta prática. As lojas que querem abranger uma larga fatia de mercado têm tendência a falir. O futuro está na especialização. À frente, o que interessa aqui são as tais réplicas de <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/bicicletas-antigas/"target="_self"title="bicicletas pasteleiras" >bicicletas pasteleiras</a>. Normalmente repletas de material de qualidade inferior  são pedidos preços na ordem dos 300€. São bicicletas com componentes vindos do mercado asiático ou de produção descuidada. Para dar um exemplo quando se aperta uma das manetes de travão destas bicicletas, no caso do travão de alavanca, a maior parte da força é perdida nas peças e a que chega ao calço não chega para imobilizar a bicicleta. Que é como quem diz: dobra tudo e não trava nada. Por muito menos dinheiro pode-se arranjar uma <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/bicicletas-antigas/"target="_self"title="bicicleta antiga" >bicicleta antiga</a> usada mas de muito melhor qualidade. Por exemplo, ainda um pouco antes desta febre das bicicletas antigas dei 50€ por uma <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/bicicletas-antigas/"target="_self"title="bicicleta pasteleira" >bicicleta pasteleira</a> de 1982 em muito bom estado, aliás, está a andar como a comprei. Não se pode dizer que seja uma bicicleta merecedora de estar numa colecção mas cumpre o objectivo: é robusta, anda e não é cara.<br />
No que diz respeito a bicicletas antigas, existem alguns tipos diferentes e portanto aficcionados de um, alguns ou todos os tipos de bicicletas. </p>
<ul align="justify">
<li>Bicicleta Pasteleira: se calhar muitas pessoas questionam-se sobre o que é uma bicicleta pasteleira. Pensava que seria de conhecimento geral mas parece que assim não é e há quem pense que estamos a falar da mulher que faz os bolos! A Bicicleta Pasteleira têm o seu nome da expressão &#8220;andar a pastelar&#8221; ou seja, andar devagar, andar a fazer tempo. São bicicletas pesadas, robustas, confortáveis que normalmente utilizam uma transmissão de três velocidades. Utilizadas num sem número de profissões marcam toda uma era.<br />
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img alt="Bicicleta Pasteleira" src="http://i213.photobucket.com/albums/cc248/bttdmav/Robin%20Hood/DSCN9511Small.jpg" title="Bicicleta pasteleira" width="500" /><p class="wp-caption-text">Bicicleta Pasteleira</p></div>
</li>
<li>Bicicleta Chopper e Muscle Bike: temos que distinguir duas coisas. A bicicleta chopper moderna e a bicicleta chopper clássica. As duas têm a sua origem no mundo do motociclismo mas enquanto a moderna se assemelha a uma mota sem motor a outra nem por isso. A <a href="http://www.raleigh.co.uk/history.aspx"target="_blank"rel="nofollow"title="história raleigh" >Raleigh</a> fabricou mesmo um modelo chamado Chopper, um dos seus maiores sucessos. Já as Muscle Bike têm as suas origens mais centradas nos Estados Unidos transpondo o mundo dos automóveis musculados tipicamente americanos para o imaginário das crianças em forma de bicicleta. Na sua maioria são bicicletas de roda 20. O conforto não é o maior trunfo deste tipo de bicicleta antiga. Neste blog existe já uma mostra das minhas três bicicletas deste tipo: uma <a href="http://usaralho.net/esmaltina-furia-a-minha-primeira-chopper-selim-banana/">Esmaltina Fúria</a> com que pedalo frequentemente, uma <a href="http://usaralho.net/bicicleta-selim-banana-ross-apollo-racer/">Ross Apollo Racer</a> e uma <a href="http://usaralho.net/bicicleta-stelber-stratostreak-3/">Stelber StratoStreak 3</a>.<br />
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img alt="Muscle Bike" src="http://www.nemusclebikes.com/images/pics/ChargerGB.JPG" title="Muscle Bike" width="500" /><p class="wp-caption-text">Muscle Bike</p></div><br />
<div id="attachment_1294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/raleigh_chopper.jpg" alt="Raleigh Chopper" title="raleigh_chopper" width="500" height="363" class="size-full wp-image-1294" /><p class="wp-caption-text">Raleigh Chopper</p></div>
</li>
<li>Bicicletas dobráveis roda 20: este é um outro tipo de bicicleta utilitária. Portugal já produziu bastantes modelos destas bicicletas antes dessa industria entrar em declínio (de onde ainda não saiu). Leves, fáceis de arrumar e muitas vezes também com três velocidades fazem as delicias não só das crianças mas também e principalmente de senhoras que preferem uma bicicleta mais baixa. Tenho três destas bicicletas: uma <a href="http://usaralho.net/vilar-de-luxo-classica-dobravel-roda-20/">bicicleta Portuguesa Vilar De Luxo</a>, uma <a href="http://usaralho.net/triumph-twenty-bicicleta-antiga-roda-20-inglesa/">bicicleta Inglesa Triumph Twenty</a> (não dobrável) e uma <a href="http://usaralho.net/bicicleta-roda-20-classica-dobravel-ariela/">bicicleta Italiana Ariela</a>.<br />
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://forum.amigosdaspasteleiras.com/index.php?action=mgallery;sa=item;id=17"><img alt="Esmaltina M20" src="http://forum.amigosdaspasteleiras.com/MGalleryItem.php?id=17" title="Esmaltina M20" width="500" /></a><p class="wp-caption-text">Esmaltina M20</p></div>
</li>
<li>Bicicleta de Corrida: este é um mundo sobre o qual pouco sei. O mundo da roda fina tem os seus coleccionadores empenhados em conseguir todos os pormenores originais de uma bicicleta. São bicicletas que exigem carteiras bem recheadas e um gosto muito especial por ciclismo de estrada.
</li>
</ul>
<p align="justify">É claro que as categorias de bicicletas antigas não se resumem a estas. Entre umas e outras existem variações, modelos, modas. E ainda cada pais é marcado por um estilo próprio. Uma bicicleta antiga Alemã é muito diferente de uma bicicleta antiga Italiana.<br />
No fim de contas, se não somos coleccionadores, não importa muito. Desde que seja barata, esteja em bom estado e ande é o que é preciso para salvar uma bicicleta antiga. Sinceramente é preferível utilizar as bicicletas antigas no dia a dia do que restaurar apenas para ficarem em exposição, a menos que sejam já peças de museu como esta <a href="http://forum.amigosdaspasteleiras.com/a-minha-pasteleira/peugeot-de-1908/">bicicleta Peugout de 1908</a>.</p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sle870reBgINFA2Bqu6AoX2-dqk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sle870reBgINFA2Bqu6AoX2-dqk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sle870reBgINFA2Bqu6AoX2-dqk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sle870reBgINFA2Bqu6AoX2-dqk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/IVoq_ZRZm7c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>BTT Challange Series 4ª Etapa</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 20:02:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parece que se aproxima a passos largos a 4ª etapa do BTT Challange Series, desta vez para os lados da Póvoa de Santa Iria no dia 14 de Novembro: Tomada dos Fortes.
Depois de ter falhado o objectivo que inicialmente me propunha, ou seja, ir a todas, quero voltar a encontrar a companhia do pessoal papa-quilómetros. [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://www.challenge-series.com/?p=19"><img alt="Tomada dos Fortes" src="http://i37.tinypic.com/2nhf91e.jpg" title="Tomada dos Fortes" width="480" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Tomada dos Fortes</p></div></p>
<p align="justify">Parece que se aproxima a passos largos a 4ª etapa do<a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/btt/"target="_self"title="Actividades de BTT" > BTT</a> Challange Series, desta vez para os lados da Póvoa de Santa Iria no dia 14 de Novembro: Tomada dos Fortes.<span id="more-1269"></span><br />
Depois de ter falhado o objectivo que inicialmente me propunha, ou seja, ir a todas, quero voltar a encontrar a companhia do pessoal papa-quilómetros. Falhei a 3ª Etapa no Buçaco, ouvi dizer que teve pouca natureza para muita dureza mas mesmo assim tive pena de faltar.<br />
Está é na altura de afinar <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/"target="_self"title="tipos de bicicleta" >bicicleta</a> e corpo que um e outro estão encostados à mais de um mês! Ah, o mais importante: 120kms! Só para quem gosta de <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/btt/"target="_self"title="BTT" >BTT</a> de longa distância.<br />
Mais informações no <a href="http://www.challenge-series.com/?p=19" rel="nofollow">sitio oficial do challange</a>!</p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tT8NN3t7LdA4_ZJK60HUpZSFEJ4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tT8NN3t7LdA4_ZJK60HUpZSFEJ4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tT8NN3t7LdA4_ZJK60HUpZSFEJ4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tT8NN3t7LdA4_ZJK60HUpZSFEJ4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/lgbCHnf3p-E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Bioria – Percurso do Antuã</title>
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				<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de mais tenho que dizer uma coisa em que tenho matutado e esquecido de referir noutras entradas no blogue. Não é estritamente necessário que uma zona tenha um trilho para podermos caminhar nessa zona. O planeta está à nossa espera sem trilhos marcados e basta partir para o descobrir. Cresci em zonas rurais, desde [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Antes de mais tenho que dizer uma coisa em que tenho matutado e esquecido de referir noutras entradas no blogue. Não é estritamente necessário que uma zona tenha um trilho para podermos caminhar nessa zona. O planeta está à nossa espera sem trilhos marcados e basta partir para o descobrir. Cresci em zonas rurais, desde pequeno me habituei a ter os meus trilhos e portanto apenas sigo trilhos marcados para poder ter uma opinião sobre o seu traçado.<br />
O <a href="http://usaralho.net/tag/baixo-vouga-lagunar/">Baixo Vouga Lagunar</a> é disto um perfeito exemplo. são quilómetros e quilómetros de caminhos. Não esperem que os marquem, ponham os pés ao caminho e descubram esta zona tão rica. É completamente plana mas o que lhe falta em terreno é compensado pela paisagem, fauna e flora.</p>
<p><div id="attachment_1254" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/dentro_rio_antua1.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/dentro_rio_antua1-150x150.jpg" alt="Rio Antuã" title="Rio Antuã" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1254" /></a><p class="wp-caption-text">Rio Antuã</p></div></p>
<p align="justify">Ora então vamos lá ao trilho <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Percursos Pedestres" >pedestre </a>marcado de hoje. O Percurso de Antuã que, como o nome indica, decorrer ao longo do Rio Antuã, o rio mais importante do concelho de Estarreja, com apenas 6kms circulares.<br />
Podemos iniciar o percurso pedestre junto da estação de comboio de Estarreja. Na verdade começa uns metros depois, no Largo do Esteiro de Estarreja mas é possível ir de comboio e ver logo a indicação do percurso.<br />
O percurso é inteiramente composto por largo estradão de terra batida onde as máquinas agrícolas passam de vez em quando. A primeira parte segue a margem do rio, com pouca água mas limpa. Avistam-se campos, gado e aves com frequência, principalmente garças que não andam muito longe do gado bovino. Muitas margens do rio apresentam escavações de lagostins, uma espécie exótica prejudicial.</p>
<p><div id="attachment_1252" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/zona_alagada.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/zona_alagada-150x150.jpg" alt="Campos alagados" title="zona_alagada" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1252" /></a><p class="wp-caption-text">Campos alagados</p></div></p>
<p align="justify"> A segunda parte do percurso, depois da estação elevatória, em sentido inverso percorre zonas alagadas, quer repletas de junco quer zonas de arrozais, onde é possível avistar com facilidade diferentes espécies de aves desde cegonhas a águias passando pelos melros e corvos. Claro que os pequenos pardais são os que em maior número se mostram e fazem questão de marcar a sua presença com alegres canções. As borboletas e libelinhas ainda fazem a sua aparição. Os répteis é que não serão lá muito fáceis de avistar. Segundo a informação ao longo do caminho podemos encontrar: verdilhão, toutinegra-dos-valados, malhadinha, borboleta-pequena-da-couve, cavalinho-do-diabo, libélua-ibérica-de-cauda-azul, maravilha, delta-castanha, toirão, doninha, toupeira, lontra, morcego-rato-grande, rato-de-água, cobra-de-água-de-colar, rã-ibérica, tritão-de-ventre-laranja, cobra-de-água-viperina, rã-verde. lagarto-de-água, garça-branca-pequena, guarda-rios, pardal, andorinha-das-chaminés, galinha-de-água, águia-d&#8217;asa-redonda. Os mais esquivos são a raposa, cuco, pirilampo-mediterrânico, garça-vermelha, rela (ao tempo que não vejo uma!) e enguia.<br />
Já no fim ainda tempo para molhar os pés no rio apesar da temperatura muito baixa da água.<br />
Conclui-se portanto que é um percurso pedestre para onde é obrigatório levar pelo menos binóculos, à falta de equipamento fotográfico adequado. Recomendado!
</p>
<p><a href="http://usaralho.net/trilhos-percursos-pedestres/">Localização do Percurso do Antuã</a></p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JKP5t6UNY2ETvmI-vxa_A7U_5d0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JKP5t6UNY2ETvmI-vxa_A7U_5d0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JKP5t6UNY2ETvmI-vxa_A7U_5d0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JKP5t6UNY2ETvmI-vxa_A7U_5d0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/nd0Y55u_qJs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>PR6 – Trilho de Águeda – Percursos Pedestres de Águeda</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 19:12:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[águeda]]></category>
		<category><![CDATA[Pedestrianismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que ainda estou a pensar qual foi o propósito da criação deste trilho. Faço já o aviso: trilho muito pouco recomendado. Depois das noticias de sucesso da abertura do trilho de Águeda no passado fim de semana passado, picado pela curiosidade, resolvi experimentar apesar de ficar sempre de pé atras quando os percursos se [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Confesso que ainda estou a pensar qual foi o propósito da criação deste trilho. Faço já o aviso: trilho muito pouco recomendado. Depois das noticias de sucesso da <a href="http://www.emaveiro.com/scid/emAveiro/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=716&#038;articleID=5695" rel="nofollow">abertura do trilho de Águeda</a> no passado fim de semana passado, picado pela curiosidade, resolvi experimentar apesar de ficar sempre de pé atras quando os percursos se apresentam muito urbanos. Foi uma perca de tempo. De tal maneira que perdi a vontade e não o completei.<br />
Vamos lá aos factos. O trilho começa junto ao Rio Águeda num espaço mais ou menos agradável. O problema é que não fazia a mínima ideia de que o rio se encontra tão sujo. Água preta, lama preta, pedras pretas, uma visão nada agradável. Alguns passos mais tarde, junto à margem, uma poça enorme de água parada com um cheiro nauseabundo, um nojo muito simplesmente.</p>
<p><div id="attachment_1235" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/lixo_estadio.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/lixo_estadio-150x150.jpg" alt="Lixo junto ao estádio" title="lixo_estadio" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1235" /></a><p class="wp-caption-text">Lixo junto ao estádio</p></div></p>
<p align="justify"> Mais um pouco e estamos no estádio. Aqui existe montes de lixo a acompanhar o trilho. As placas desaparecem mas também não existe muito por onde ir. Passam umas moto4 e umas motas de motocross que apesar de circularem devagar deixam no ar uma nuvem venenosa. Avistam-se uma ou outra casa antiga com algum interesse e que eu tanto gosto. É preciso também dizer que a estrada de alcatrão é perigosa sem qualquer espaço para peões mas é exactamente por ai que passa o trilho. </p>
<p><div id="attachment_1237" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/ponte_himalaia.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/ponte_himalaia-150x150.jpg" alt="Ponte dos Violantes" title="ponte_himalaia" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1237" /></a><p class="wp-caption-text">Ponte dos Violantes</p></div></p>
<p align="justify">Depois desta estrada chegamos a um parque de merendas onde está localizado um dos pontos de maior interesse: uma ponto tipo &#8220;Himalaia&#8221; serve para nos divertirmos um pouco e ver algumas caras assustadas!<br />
Mas as surpresas negativas não se ficam por aqui. Já na outra margem, poucos metros depois da ponte somos interrompidos por uma proprietária do terreno por onde passa o trilho. Dizia ela que o caminho é e sempre foi pela margem do rio e que a margem é para ai no máximo a dois metros do rio. Não se pode portanto passar pelo caminho que está já calcado e onde estão os sinais da <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Caminhada" >caminhada</a> mas sim pela margem que se apresenta cheia de árvores e vegetação rasteira. A mulher que se entenda com a câmara e com quem fez este percurso em cima do joelho, já estava farto de a ouvir. Apenas a avisei que vai por lá passar muita gente.<br />
Não existe muito mais a contar. O resto do caminho tem o rio do lado esquerdo, campos e fábricas do lado direito. Este não é definitivamente um trilho <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Percursos Pedestres" >pedestre </a>com a mesma qualidade do <a href="http://usaralho.net/pr1-pateira-ao-agueda-percursos-pedestres-agueda/">Da Pateira ao Águeda</a>. Provavelmente uma visita ao cemitério por onde passa o trilho, já dentro da cidade, teria sido muito mais proveitosa. Fica a fotografia de um pormenor da entrada.</p>
<p><div id="attachment_1238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/caveira.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/caveira-300x300.jpg" alt="Pormenor cemitério" title="caveira" width="300" height="300" class="size-medium wp-image-1238" /></a><p class="wp-caption-text">Pormenor cemitério</p></div></p>
<p><a href="http://usaralho.net/trilhos-percursos-pedestres/">Localização do PR6 &#8211; Trilho de Águeda</a></p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bUr245DujaAHfZZ6VgV3jHfnxFw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bUr245DujaAHfZZ6VgV3jHfnxFw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bUr245DujaAHfZZ6VgV3jHfnxFw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bUr245DujaAHfZZ6VgV3jHfnxFw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/tFjMpWSU9lo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Ria Café Aveiro</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 22:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usaralho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Resolvi abrir mais um espaço neste blogue. Já que toca em vários assuntos, mais um não faz mal. Desta vez dirijo as minhas atenções para os cafés, bares e restaurantes que frequento. Para dizer a verdade estou cansado, de todos!
Eu não vou a um café à espera de pagar a bebida. Não vou a um [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Resolvi abrir mais um espaço neste blogue. Já que toca em vários assuntos, mais um não faz mal. Desta vez dirijo as minhas atenções para os cafés, bares e restaurantes que frequento. Para dizer a verdade estou cansado, de todos!<br />
Eu não vou a um café à espera de pagar a bebida. Não vou a um restaurante à espera de pagar a comida. Isso tenho em casa muitas vezes com mais qualidade. Eu pago sim, com muito gosto quando é caso disso, o ambiente, o atendimento, a vista, a decoração.<br />
Hoje quase que me saltava a tampa. À pouco resolvi parar neste estabelecimento, o Ria Café em <a href="http://usaralho.net/tag/aveiro/"target="_self"title="Aveiro" >Aveiro</a>, maldita hora pois foi uma linda maneira de estragar uma noite. Não fazia a mínima ideia que este estabelecimento leva 1€  por café. Podia ser justificado mas é completamente descabido e passo a explicar: apesar do outro lado da ria se mostrarem uns agradáveis edifícios típicos de Aveiro, até lá chegar a vista é assaltada por duas estradas com constante movimento de automóveis, uma das quais com três faixas e a dois metros da esplanada. Quanto ao atendimento, os proprietários dos cafés tem que entender que por uma pessoa por um avental não passa a estar qualificada para trabalhar no ramo. Portanto não estou para pagar 1€ por café e ser atendido por pessoal com calças de ganga, andar apressado e marreco e que me quer levar a chávena ainda com café cinco minutos depois de a terem trazido! Deixem-me a loiça por favor! O café bebe-se frio, com tempo, muito tempo.  Ia-me saltando a tampa!<br />
Claro que ninguém me obrigou a lá ir, diriam alguns. Pois a este café-bar não volto não.<br />
Já agora uma nota positiva para os elementos decorativos; quanto à sua disposição não tenho tanta certeza pois não costumo entrar devido ao fumo do tabaco e já não me lembro muito bem para estar a avaliar.</p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xnJNWUSQ91vXsRdHojZ_8gJK4po/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xnJNWUSQ91vXsRdHojZ_8gJK4po/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xnJNWUSQ91vXsRdHojZ_8gJK4po/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xnJNWUSQ91vXsRdHojZ_8gJK4po/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/OArfWGsidDQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Percurso do Rio Jardim no Baixo Vouga Lagunar</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:55:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Percurso do Rio Jardim é um percurso bastante pequeno mas ficou claro que podemos lá passar o dia todo! Este é um percurso que fica dentro do semi-circulo formado pelo Percurso do Bocage sem deixar de ter características próprias. Aos arrozais, onde se nota perfeitamente o pouco uso de pesticidas, segue-se uma torre de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Percurso do Rio Jardim é um percurso bastante pequeno mas ficou claro que podemos lá passar o dia todo! Este é um percurso que fica dentro do semi-circulo formado pelo <a href="http://usaralho.net/percurso-bocage-baixo-vouga-lagunar/">Percurso do Bocage</a> sem deixar de ter características próprias. Aos arrozais, onde se nota perfeitamente o pouco uso de pesticidas, segue-se uma torre de observação para dar uso aos binóculos e máquinas fotográficas adequadas.</p>
<p><div id="attachment_1221" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/verde.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/verde-150x150.jpg" alt="Campos verdejantes" title="verde" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1221" /></a><p class="wp-caption-text">Campos verdejantes</p></div>
<p align="justify">A este segue-se um corredor verde ladeado por braços de água, campos, caniçais e árvores. Um verdadeiro festival de cores e formas. Quanto à lista de espécies das placas informativas temos: cegonha-branca, tentilhão, salgueiro-branco, milhafre-preto, pardal, peneireiro; um conjunto de insectos composto por: borboleta malhadinha, borboleta-pequena-da-couve, traça-de-cinco-pintas, libélula-ibérica-de-cauda-azul, cavalinho-do-diabo, borboleta-cauda-de-andorinha; junto à torre: caniço, rouxinol-pequeno-dos-caniços, escrevedeira-dos-caniços, acácia-de-espigas, erva-pinheirinha, lagostim-vermelho-de-Lousiana (espéce exótica prejudicial); nos corredores: gaio, pisco-de-peito-ruivo, salgueiro-preto, chapim-carvoeiro, chapim-rabilongo, amieiro, junco-marítimo, doninha, lírio-amarelo-dos-pântanos, cobra-de-água-viperina, rato-de-água, garça-vermelha, tábua-larga, chapim-azul, sapo-parteiro, gineta, pardal-montês, lagarto-de-água, poupa, verdilhão, silva, amieiro, toutinegra-dos-valados e lugre. Mesmo que só se consiga ver algumas destas espécies numa visita normal, é preciso mais motivos para visitar esta zona? </p>
<p><div id="attachment_1220" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/rã.jpg" alt="Rã" title="rã" width="150" height="150" class="size-full wp-image-1220" /><p class="wp-caption-text">Rã</p></div>
<p align="justify">Esta altura do ano é ainda rica em pequenas rãs que saltam de entre a erva à medida que caminhamos. São muitas, talvez escondidas dos predadores, não fossem elas rápidas a saltar e teríamos que ter cuidado para não as pisar.</p>
<p>Ver <a href="http://usaralho.net/trilhos-percursos-pedestres/">localização do Percurso do Rio Jardim</a></p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0Z701J1qDejXFSzi3YOUXHwOQa8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0Z701J1qDejXFSzi3YOUXHwOQa8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0Z701J1qDejXFSzi3YOUXHwOQa8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0Z701J1qDejXFSzi3YOUXHwOQa8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/j_xuhKjab_g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Percurso do Bocage no Baixo Vouga Lagunar</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:21:31 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Já à algum tempo que a curiosidade sobre os restantes trilhos <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Percursos Pedestres" >pedestres</a> de <a href="http://usaralho.net/tag/salreu/"target="_self"title="Percursos Salréu" >Salréu</a> me fazia olhar pela janela do Comboio cada vez que passo para aqueles lados. Depois de provar o <a href="http://usaralho.net/bioria-percurso-salreu-baixo-vouga-lagunar/"target="_self"title="Percurso de Salréu" >Percurso de Salréu</a>, o mais comprido e emblemático, chegou finalmente a altura que os meus pés não se contiveram e foram visitar o Percurso do Bocage e Percurso do Rio Jardim, percursos que se repartem por Salréu e Canelas. Um com perto de 4km e outro com 2kms percebe-se logo que são percursos para fazer devagar, observar muito bem o que nos rodeia e por que não, sair dos caminhos marcados para explorar outras zonas. Afinal de contas a zona é totalmente plana. Não sendo circulares é facil saltar de uns para os outros e todos começam e acabam num caminho paralelo à linha de comboio.</p>
<p><div id="attachment_1212" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/vista_serra_salreu-150x150.jpg" alt="Vista" title="vista_serra_salreu" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1212" /><p class="wp-caption-text">Vista</p></div></p>
<p align="justify">Comecei pelo percurso do Bocage. Indo de carro e deixando depois da ponte é necessário percorrer cerca de 1km e cruzar com outros trilhos para encontrar o percurso do Bocage, sempre com a serra do nosso lado direito, lá bem longe. Depois é seguir pelos largos, planos e bons caminhos. Tão bons que podemos ter o azar de encontrar veículos automóveis. Na verdade foram duas carrinhas se não estou em erro. Provavelmente das pessoas que trabalham nestes campos por isso não é de condenar. Este local tem características muito próprias de tal maneira que forma um habitat único em Portugal.</p>
<p><div id="attachment_1214" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/bocage-150x150.jpg" alt="Bocage" title="bocage" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1214" /><p class="wp-caption-text">Bocage</p></div></p>
<p align="justify">O ambiente Bocage é acima de tudo caracterizado por campos de cultivo separados por sebes vivas, imagem tão característica do romantismo que lhe é associado, portanto é precisamente esta paisagem que encontramos. Não são poucas as vezes que nos penduramos num portão qualquer feito de ramos e o olhar se perde.  O olhar e o pensamento. Até nos esquecemos da máquina fotográfica.<br />
São muitas as espécies animais e vegetais que podemos encontrar. Claro que umas são bem mais visíveis que outras mas consta que por lá existem guarda-rios, nenúfares, caniço, galinha-de-água, lagarto-de-água, lontra, morcego-hortelão, garça-real, fuinha-dos-juncos, raposa, águia-d&#8217;asa-redonda, pato-real, gado bovino de raça marinhoa (autóctone), pintassilgo, gavião, funcho, mocho-galego, texugo, coruja-do-mato, pica-pau-malhado, pilriteiro, rola-brava, carvalho-roble e pega. Uma lista riquíssima portanto!<br />
Fazendo o caminho no sentido que o fiz, de norte para sul, acabamos junto a uma ponte ferroviária, um pouco abaixo da estação de Canelas. Subindo para norte paralelamente à linha cedo encontramos o Percurso do Rio Jardim. Antes destes existe ainda um braço de água com uma pequena lagoa onde, nesta altura do ano, os peixes ficaram encurralados e as aves aproveitam para se banquetear. Com uma objectiva adequada e/ou binóculos é de todo aconselhável sentar-se à sombra de uma árvore e esperar! Não tarda temos imagens magnificas. </p>
<p>Ver <a href="http://usaralho.net/trilhos-percursos-pedestres/">localização do Percurso do Bocage</a></p>
<p><div id="attachment_1216" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/peixes_presos.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/10/peixes_presos-300x225.jpg" alt="Aves a alimentar-se" title="peixes_presos" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1216" /></a><p class="wp-caption-text">Aves a alimentar-se</p></div></p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G8LqMhhwS3Gdl9fRjlsbrSdwzXE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G8LqMhhwS3Gdl9fRjlsbrSdwzXE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G8LqMhhwS3Gdl9fRjlsbrSdwzXE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G8LqMhhwS3Gdl9fRjlsbrSdwzXE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/QxblXjgopJU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>PEUGEOT BB1 Greenwash</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 17:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usaralho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Ora mas quando é que o povo se convence que os carros eléctricos não são solução para ninguém. Certo que a carteira irá ter mais uns tostões que sobram da gasolina que não se compra. Certo que não são poluentes&#8230; esperai, então como são fabricados? A sua construção não polui? Claro! E muito! E o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Ora mas quando é que o povo se convence que os carros eléctricos não são solução para ninguém. Certo que a carteira irá ter mais uns tostões que sobram da gasolina que não se compra. Certo que não são poluentes&#8230; esperai, então como são fabricados? A sua construção não polui? Claro! E muito! E o que fazer com as baterias a longo prazo? O automóvel não vai deixar de existir, nem deve. Seja movido a que combustível for. Não podemos é olhar para ele como solução de mobilidade urbana. Deve estar guardado na garagem para as deslocações onde os transportes públicos não cheguem. Deve ser usado em caso de verdadeira necessidade (no meu caso para visitar os família que vive em aldeias onde não se chega de outra maneira). Deve ser utilizado como último recurso e não como o pão nosso de cada dia. Todos sabemos, ou pelo menos os conscientes, que um carro eléctrico, mesmo pequeno como este, não vai deixar de provocar engarrafamentos, stress e mais umas quantas maleitas. A cidade não precisa de carros!<br />
Posto isto, porque raio é que a Peugeot faz um vídeo publicitário do seu futuro carro eléctrico rodeado de <a href="http://usaralho.net/topicos/bicicleta/"target="_self"title="tipos de bicicleta" >bicicleta</a>s fixed gear? Em que é que se podem comparar? Por ventura a bicicleta usa baterias? Por ventura o carro faz movimentar o nosso corpo de maneira a prevenir doenças como a bicicleta faz? Juro que não percebo este vídeo. Tudo o que vejo é uma jogada de marketing de muito baixo nível.</p>
<p><object width="545" height="340">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3ossmclodNk&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3ossmclodNk&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="545" height="340"></embed></object></p>
<p align="justify">Já agora, para quem se estiver a questionar, uma bicicleta fixed gear é uma bicicleta sem roda livre ou seja com uma transmissão directa. A aceleração e travagem são ambas feitas com a força das nossas pernas. Será escusado dizer que não se pode parar de pedalar como numa bicicleta normal. É o expoente máximo da simplicidade num transporte humano. Coisa que um automóvel nunca será.<br />
<strong>Alguém sente o mesmo que eu ao ver o vídeo?</strong></p>
<p><div id="attachment_1193" class="wp-caption alignnone" style="width: 555px"><a href="http://www.cambridgebicycle.com/design/fixed_gear.htm" rel="nofollow"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/ghost_fixed_gear_bicycle.jpg" alt="Fixed Gear" title="ghost_fixed_gear_bicycle" width="545" height="491" class="size-full wp-image-1193" /></a><p class="wp-caption-text">Fixed Gear</p></div></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pp5YEihI6fljcmyE5c4H2nCBhc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pp5YEihI6fljcmyE5c4H2nCBhc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pp5YEihI6fljcmyE5c4H2nCBhc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pp5YEihI6fljcmyE5c4H2nCBhc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/Z6Xg3MLNh4k" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>PR2 TND – Rota do Linho – Percursos Pedestres do Caramulo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 18:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usaralho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[caramulo]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é o segundo trilho marcado que fiz nos últimos dias passados no Caramulo. Com um nível de dificuldade apontado para médio alto, um tema tradicional e uma encosta da Serra do Caramulo voltada para a Serra da Estrela, este é um trilho que promete logo à partida.
Para encontrar a Rota do Linho preciso procurar [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1175" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/cruz_casteloes.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/cruz_casteloes-150x150.jpg" alt="Castelões" title="cruz_casteloes" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1175" /></a><p class="wp-caption-text">Castelões</p></div></p>
<p align="justify">Este é o segundo trilho marcado que fiz nos últimos dias passados no <a href="http://usaralho.net/tag/caramulo/"target="_self"title="Caramulo" >Caramulo</a>. Com um nível de dificuldade apontado para médio alto, um tema tradicional e uma encosta da <a href="http://usaralho.net/tag/caramulo/"target="_self"title="Serra do Caramulo" >Serra do Caramulo</a> voltada para a Serra da Estrela, este é um trilho que promete logo à partida.<br />
Para encontrar a <a href="http://www.cm-tondela.pt/portal/page?_pageid=342,2328468&#038;_dad=portal&#038;_schema=PORTAL" rel="nofollow">Rota do Linho</a> preciso procurar a aldeia de Castelões, relativamente perto de Campo de besteiros. Depois é preciso subir até ao Santuário do Coração de Maria. Na verdade optei por deixar o carro mais em baixo e fazer a pé a subida até este lugar. O dia bastante quente e as escadarias até à Igreja avisaram onde nos íamos meter. Na verdade, a opção de fazer o trilho pela tarde não foi lá muito inteligente.<br />
Siga para a frente, subir mais um bocado. Esta primeira parte do trilho não tem muito que contar. Os animais esses eram difíceis de avistar por causa da hora e ao calor. Caminhamos por estradões enfadonhos, ora a subir, ora a descer (é preciso força nas pernas para descer) e muitas vezes cheios de pó e areia que se mete por todo o lado. São caminhos abertos recentemente ou reabertos. Pessoalmente prefiro os caminhos tradicionais. No entanto a paisagem florestal têm pontos muito interessantes e quem fizer esta parte pela manhã munido de equipamento apropriado com com certeza conseguirá observar muito bicho!</p>
<p><div id="attachment_1173" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/ra.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/ra-150x150.jpg" alt="Rã" title="ra" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1173" /></a><p class="wp-caption-text">Rã</p></div></p>
<p align="justify">Depois de tanto pó, do sobe e desce chegamos a uma pequena represa. Tempo para refrescar os pés, tirar umas fotos aos animais que se conseguirem avistar se bem que com máquinas compactas pode ser uma tarefa complicada. Existe uma espécie de libelinha (ou assim eu penso), toda azul, que tem tanto de bonita como de irrequieta e obter uma imagem da mesma sem equipamento apropriado não é fácil. Mas, pelo que me apercebo da sua raridade, observa-lá já é um privilégio.<br />
A aldeia de Múceres espera por nós e nela a sua escola primária que acolhe  o Centro de Laboração do Linho. Foi preciso andar às voltas da escola e bater às portas, mas fomos bem recebidos. Lá podemos observar os mecanismos de um tear tradicional enquanto é fabricada uma peça de linho ao vivo. As artesãs, apesar de meio desconcertadas com a visita, lá explicaram e mostraram o processo que esta planta sofre até nos servir. O que fazem está à venda, não gosto dos artigos mas é o meu gosto, a visita vale a pena.<br />
Ora seguindo caminho, fazendo uma visita à Capela da Senhora do Livramento, que para não variar muito estava fechada foi altura do acontecimento insólito do dia. Como a <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Caminhada" >caminhada</a> se alongava apetecia trincar alguma coisa. Nestas aldeias nunca existe muito mas acabou-se por comprar umas bolachas num mini mercado. À primeira trincadela estranhou-se a textura das bolachas. Foi então que se reparou que tinham passado a data de validade à um ano! Fantástico! Lá fui trocar aquilo e o homem diz que não tinha reparado! Parece que além das bolachas também os casarões belos destas aldeias passaram da validade. A cair aos bocados, são memórias de um tempo em que a prosperidade morava por estas bandas.</p>
<p><div id="attachment_1171" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/queda_agua_pequena.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/queda_agua_pequena-150x150.jpg" alt="Ribeira de Múceres" title="queda_agua_pequena" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1171" /></a><p class="wp-caption-text">Ribeira de Múceres</p></div></p>
<p align="justify">Os moinhos estavam à espera mas também eles estão ao abandono, degradados e cheios de vegetação. No entanto criam uma paisagem bonita. Seria mais bonita levasse a ribeira mais água! Mesmo assim existe um ponto que é propicio a um pequeno banho. Nota-se perfeitamente a força da água no Inverno pelo que me ocorre que esta não é a melhor altura para fazer este caminho. No entanto este tipo de informação não é dado ao caminhante e o que aparece sempre nos panfletos é a indicação de que o caminho é para se fazer durante todo o ano.<br />
Depois é passar por Conguedo e Costa da Várzea, ir observando a paisagem, enveredar pelo caminho de regresso. Por esta altura estamos a passar pelos campos de produção de linho. Infelizmente já está cortado e os campos limpos. Mais uma informação que não é dada ao caminhante.<br />
Nota final para a última subida, digna desse nome! É portanto um percurso <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Percursos Pedestres" >pedestre </a>que se recomenda mas a fazer em época de mais água.
</p>
<p><a href="http://usaralho.net/trilhos">Localização do PR2-TND-Rota do Linho</a><br />
<a href='http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/09/PR2-Rota-do-Linho.PDF'>PR2 Rota do Linho</a></p>


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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p-HDcxDLAby-UrhfjhqEk3swaSQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p-HDcxDLAby-UrhfjhqEk3swaSQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p-HDcxDLAby-UrhfjhqEk3swaSQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p-HDcxDLAby-UrhfjhqEk3swaSQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/usaralho/~4/zbhKrYkWONQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>PR3 TND – Rota das Cruzes – Percursos Pedestres do Caramulo</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 12:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>usaralho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fugindo à confusão do litoral, refugiei-me na serra do Caramulo durante uns dias e este foi um dos percursos que fiz.
O PR3 TND &#8211; Rota das Cruzes é um percurso pedestre que começa na  vila do Caramulo, que se mostrou bastante calma, talvez por estarmos no Verão.
Atravessamos os jardins da vila em direcção às [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1153" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/08/s-bartolomeu.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/08/s-bartolomeu-150x150.jpg" alt="Capela de São Bartolomeu" title="s-bartolomeu" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1153" /></a><p class="wp-caption-text">Capela de São Bartolomeu</p></div></p>
<p align="justify">Fugindo à confusão do litoral, refugiei-me na serra do <a href="http://usaralho.net/tag/caramulo/"target="_self"title="Caramulo" >Caramulo</a> durante uns dias e este foi um dos percursos que fiz.<br />
O <a href="http://www.cm-tondela.pt/portal/page?_pageid=342,2328469&#038;_dad=portal&#038;_schema=PORTAL" rel="nofollow">PR3 TND &#8211; Rota das Cruzes</a> é um percurso <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Percursos Pedestres" >pedestre </a>que começa na  vila do Caramulo, que se mostrou bastante calma, talvez por estarmos no Verão.<br />
Atravessamos os jardins da vila em direcção às aldeias. Acabamos por encontrar as primeiras cruzes mais cedo do que pensamos, não sem antes sermos convidados a visitar a Igreja Matriz e a capela de S. Sebastião em Guardão. O caminho segue rodeado por uma série de Cruzeiros em direcção a Janardo.<br />
Depois da entrada em caminhos mais agrícolas é tempo de reparar em pequenos pilares com os nomes das freguesias que participam na festa das Cruzes. Alguns podem estar um pouco tapados pela vegetação. Sem dar por isso estamos aqui estamos na capela de S. Bartolomeu e castro, pequeno monumento de interesse histórico gigantesco.</p>
<blockquote><p>Festa das Cruzes</p>
<p align="justify">Ainda hoje, em quinta feira de Ascensão, na freguesia de Guardão, se dá continuidade à celebração da multi-secular Festa das Cruzes, cuja origem o tempo logrou em apagar. conta a tradição de a celebração de tal evento está relacionada com a expulsão dos mouros deste agreste território. Habitando este povo invasor numa das vertentes da <a href="http://usaralho.net/tag/caramulo/"target="_self"title="Serra do Caramulo" >serra do Caramulo</a>, no lugar hoje ocupado pela capela de São Bartolomeu, constantemente fazia insvestidas às vizinhas populações cristãs, saqueando e destruindo os seus bens. Sabendo das atrocidades de que eram vitimas os seus irmãos na fé, vieram em seu auxilio os habitantes de Santiago, Santa Eulália e Castelões, armados de bestas, machados e forquilhas. A batalha foi de tal forma dura que o povo cristão se viu em apuros, tendo mesmo que implorar a intervenção divina. Saindo vitorioso, dirigiu-se em procissão à igreja matriz do Guardão, onde foi recebido num abraço de eterna gratidão. Ficou então a promessa de todos os anos irem ao local em romaria de acção de graças.<br />
Não passa esta história de uma fantasia popular que, à semelhança de muitas outras, o povo criou e a Igreja, impotente perante a intransigência do povo tradicionalista, teve necessidade de cristanizar, levantando capelas perto de castros para que não se fizessem procissões a sítios pagãos.<br />
A Festa das Cruzes está simplesmente ligada à antiga igreja matriz do Guardão, à qual acorriam várias freguesias por não haver outra por perto. Como boas filhas, as freguesias dependentes, em dia de Ascensão, levando as suas cruzes iam ao encontro daquela que era a sua mãe. No inicio participavam nesta festa cerca de doze freguesias; porém, hoje em dia, não vêm mais do que três.</p>
</blockquote>
<p><div id="attachment_1154" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/08/carvalhinho.jpg"><img src="http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/08/carvalhinho-150x150.jpg" alt="Vista de Carvalhinho" title="carvalhinho" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-1154" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de Carvalhinho</p></div>
<p align="justify">De seguida descemos até ao rio Xudruro, atravessando a pequena ponte romana para voltar a subir até ao Carvalhinho, uma pequena aldeia tipicamente serrana. Estes são caminhos estreitos, agradáveis mas com os quais se deve ter algum cuidado devido aos desníveis das encostas.<br />
Uma paragem para observar as vistas proporcionadas pelo espaço da capelinha e continuamos a subir até entrarmos novamente nos caminhos da serra.<br />
Daqui até chegarmos ao Caramulo encontramos caminhos diferentes, sejam compostos por vegetação rasteira de montanha, sejam terrenos agrícolas cada um com um encanto próprio e acima  de tudo muito bonitos, salpicados pelas localidades anteriores à vila. Num destes caminhos, entre os carvalhos, encontrei uma pista de downhill bastante simpática!<br />
Já na vila, pode-se aproveitar para visitar o museu, coisa que não fiz desta vez.<br />
Mais uma <a href="http://usaralho.net/topicos/caminhada/"target="_self"title="Caminhada" >caminhada</a> na Serra do Caramulo, bastante divertida, bonita e acessível que me faz gostar cada vez mais de <a href="http://usaralho.net/tag/pedestrianismo/"target="_self"title="Pedestrianismo" >pedestrianismo</a>. </p>
<p><a href="http://usaralho.net/trilhos/">Localização do PR3 &#8211; Rota das Cruzes</a><br />
<a href='http://usaralho.net/wp-content/uploads/2009/08/PR3-Rota-das-Cruzes.PDF'>Ficha técnica do PR3 TND &#8211; Rota das Cruzes</a></p>


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