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	<title>Groselha News</title>
	
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	<description>Uma feminista com uma garrafa de groselha na mão.</description>
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		<title>CFM e o Aborto</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 10:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina (CFM), divulgou em 21 de março, uma nota posicionando-se a favor da descrimnalização do aborto feito até a 12º semana de gestação, por decisão da mulher. Essa é uma posição muito bem-vinda do CFM. E &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/04/cfm-e-o-aborto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Conselho Federal de Medicina (CFM), divulgou em 21 de março, uma nota posicionando-se a favor da descrimnalização do aborto feito até a 12º semana de gestação, por decisão da mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma posição muito bem-vinda do CFM. E alguns bons textos foram publicados sobre o assunto:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Matéria da Revista Isto É, edição 2262 - <a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/285170_ABORTO+ESTA+NA+HORA+DE+O+BRASIL+ENCARAR+ESSE+TEMA?actualArea=internalPage&amp;path&amp;pathImagens" target="_blank">Aborto: está na hora de o Brasil encarar esse tema</a>.</li>
</ul>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><em>Parte dos argumentos do CFM para justificar sua posição está baseada em uma realidade inegável. Mulheres com mais recursos conseguem se submeter a abortos sem tanto risco, enquanto as mais pobres quase sempre passam pelo procedimento em condições precárias. “Esse é o retrato de uma grande hipocrisia social”, afirmou D’Ávila. De fato, a situação brasileira no que diz respeito ao aborto é dramática. Além de ser causa importante de mortalidade materna, é o terceiro motivo de internações femininas no SUS. Elas são resultantes de sequelas do procedimento. “Há complicações graves que podem deixar a mulher estéril”, diz o economista Marcelo Medeiros, um dos autores da Pesquisa Nacional do Abortamento, estudo que trouxe dados essenciais para dimensionar a extensão do problema no País (leia mais no quadro).</em></p>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><em>Outro sério problema é o conflito entre as orientações existentes para o atendimento às complicações do aborto provocado e o que acontece no dia a dia dos hospitais. Em 2010, o Ministério da Saúde reeditou uma norma determinando o socorro médico e o oferecimento de serviços de planejamento reprodutivo às mulheres que chegam ao hospital com sintomas como hemorragia.Também dispensa as mulheres de boletins de ocorrência nos casos de gravidez resultante de estupro e diz que os médicos devem seguir as determinações do Conselho Federal de Medicina quanto ao sigilo médico. “O médico não deve denunciar à polícia a paciente que induziu o aborto”, afirma Henrique Batista e Silva, secretário-geral do CFM. No entanto, não é o que sempre acontece. “Há, por exemplo, mulheres que são denunciadas pelos profissionais e acabam parando na polícia”, conta o médico Rosas. Uma pesquisa recentemente publicada pelo Instituto de Estudos da Religião apurou que, apenas no Rio de Janeiro, 334 mulheres foram indiciadas por aborto em um período de cinco anos. “Normalmente, são as mais jovens, desempregadas, negras, com baixa escolaridade, moradoras de áreas periféricas”, explica a advogada Beatriz Galli, uma das autoras do levantamento.</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="line-height: 13px;"><a href="http://marchamulheres.wordpress.com/2013/04/10/aborto-direito-ao-nosso-corpo/" target="_blank">Aborto: direito ao nosso corpo</a>.</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="line-height: 13px;"><a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/03/sou-mae-e-apoio-a-descriminalizacao-do-aborto/" target="_blank">Sou mãe e apoio a descriminalização do aborto</a>.</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=4565:23032013-antropologa-relata-o-caminho-que-levou-o-cfm-a-se-declarar-a-favor-da-vida-e-da-autonomia-da-mulher&amp;catid=40:noticias" target="_blank">Antropóloga relata o caminho que levou o CFM a se declarar a favor da vida e da autonomia da mulher</a>.</li>
</ul>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=4525:21032013-as-mais-altas-taxas-estao-justamente-em-regioes-com-leis-restritivas&amp;catid=40:noticias" target="_blank">As mais altas taxas de aborto estão justamente em regiões com leis restritivas</a>.</li>
</ul>

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</ul>

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		<title>Blogueiras Negras</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 10:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou participando de mais um coletivo, as Blogueiras Negras. Foi um convite muito especial da Charô, que me fez repensar uma série de questões sobre identidade da mulher negra. Já estou com dois textos publicados lá: - Mulheres Africanas: a &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/04/blogueiras-negras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estou participando de mais um coletivo, as <a href="http://blogueirasnegras.wordpress.com/" target="_blank">Blogueiras Negras</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi um convite muito especial da Charô, que me fez repensar uma série de questões sobre identidade da mulher negra.</p>
<p style="text-align: justify;">Já estou com dois textos publicados lá:</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://blogueirasnegras.wordpress.com/2013/03/27/mulheres-africanas-a-rede-invisivel/" target="_blank">Mulheres Africanas: a rede invisível</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://blogueirasnegras.wordpress.com/2013/04/10/nilma-lino-gomes-a-primeira-reitora-negra/" target="_blank">Nilma Lino Gomes, a primeira reitora negra</a>.</p>

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		<title>Câmara Ligada e o Politicamente (in)correto</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 13:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 05 de abril participei &#8212; como blogueira convidada &#8212; da gravação do programa Câmara Ligada, da Tv Câmara. O tema do dia foi politicamente(in)correto e a proposta era debater sobre humor, outras formas de expressão e a #polêmica &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/04/camara-ligada-e-o-politicamente-incorreto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 05 de abril participei &#8212; como <a href="https://twitter.com/camaraligada/status/319863895986683904" target="_blank">blogueira convidada</a> &#8212; da gravação do programa Câmara Ligada, da Tv Câmara. O tema do dia foi politicamente(in)correto e a proposta era debater sobre humor, outras formas de expressão e a #polêmica envolvendo os livros de Monteiro Lobato.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa contou com a participação da Deputada <a href="http://www.erikakokay.com.br/portal/" target="_blank">Erika Kokay</a>, que tem ampla atuação na área dos direitos humanos. <a href="https://twitter.com/sakorgut" target="_blank">Sabrina Korgut</a>, atriz, atualmente é a Adenóide do seriado Pé na Cova da Rede Globo. Pedro Arantes, diretor do documentário <a href="http://srtabia.com/2012/12/o-riso-dos-outros/" target="_blank">‘O Riso dos Outros’</a>. E, a <a href="http://camaraligada.wordpress.com/2013/03/27/faz-o-uo/" target="_blank">Banda Uó</a>, que animou muito a platéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi a primeira vez que participei de um programa como esse e infelizmente o debate é bem rápido, não é possível aprofundar muito em 55 minutos. Porém, a iniciativa é ótima, especialmente quando temos a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) em disputa e com várias acusações de racismo e homofobia envolvidas, fora a ameaça ao Estado laico. A discussão entre os participantes e a plateia concentrou-se mais no tema do humor politicamente incorreto e nas críticas ao preconceito.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode ver algumas fotos no <a href="http://instagram.com/srtabia" target="_blank">meu Instagram</a> e nas redes sociais do Câmara Ligada: <a href="http://camaraligada.wordpress.com/" target="_blank">Blog</a>, <a href="http://instagram.com/camaraligada" target="_blank">Instagram</a>, <a href="https://pt-br.facebook.com/tvcamaraligada" target="_blank">Facebook</a> e <a href="https://twitter.com/camaraligada" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa vai ao ar no dia 12 de abril às 23h, na Tv Câmara, com reprise sábado (13/04) às 16h e domingo(15/04) às 15h e 21:30h, não perca!</p>

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		<title>Por aí: Domésticas e Deus</title>
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		<comments>http://srtabia.com/2013/04/por-ai-domesticas-e-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 10:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interwebs]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Saíram dois textos meus esses dias sobre assuntos do momento: PEC das Domésticas: o #mimimi e a invisibilidade &#8211; em parceria com a querida Babi Lopes, nas Blogueiras Feministas. Deus e o Estado na disputa de poder &#8211; no Amálgama &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/04/por-ai-domesticas-e-deus/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Saíram dois textos meus esses dias sobre assuntos do momento:</p>
<p><a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/04/pec-das-domesticas-o-mimimi-e-a-invisibilidade/" target="_blank">PEC das Domésticas: o #mimimi e a invisibilidade</a> &#8211; em parceria com a querida Babi Lopes, nas Blogueiras Feministas.</p>
<p><a href="http://www.amalgama.blog.br/03/2013/deus-estado-poder/" target="_blank">Deus e o Estado na disputa de poder</a> &#8211; no Amálgama Blog.</p>

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		<title>Pauta: Racismo</title>
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		<comments>http://srtabia.com/2013/04/pauta-racismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 10:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 21 de março foi Dia Internacional de Luta Pela Eliminação da Discriminação Racial. Alguns textos publicados sobre o assunto: Meu texto: O racismo diário e invisível. Racismo e a louça da vovó por Barbara Lopes: Eu entendo quem diz &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/04/pauta-racismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia 21 de março foi <a href="http://blogueirasnegras.wordpress.com/2013/03/22/obrigada-blogagem-coletiva/" target="_blank">Dia Internacional de Luta Pela Eliminação da Discriminação Racial</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns textos publicados sobre o assunto:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Meu texto: <a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/03/o-racismo-diario-e-invisivel/" target="_blank">O racismo diário e invisível</a>.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://babilopes.com.br/2013/03/racismo-e-a-louca-da-vovo/" target="_blank">Racismo e a louça da vovó</a> por Barbara Lopes:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Eu entendo quem diz “mas eu tenho um amigo/avó/bisavô negro” ao ser criticado por ter cometido algum ato racista. Claro que em alguns casos, deve ser mentira. Mas deve haver uma porção de casos em que essa perplexidade é verdadeira. Isso porque embora reconheçamos que existe racismo no Brasil, a gente acaba acreditando que racismo é não gostar das pessoas por causa da cor da pele delas. E se eu gosto de uma pessoa com cor de pele diferente, isso mostra que meu problema não é com a pele, certo? Usei “cor da pele”, sem especificar, porque da mesma forma, tem gente que fala em “racismo ao contrário”. Quer dizer, existem pessoas brancas que sentem que pessoas negras não gostam delas por causa da cor. Se essa é a definição de racismo, então isso seria racismo, não?</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Só que racismo não é isso. Racismo é um sistema, é parte do sistema que organiza nossas relações sociais, econômicas e políticas e faz isso mantendo em posição inferior, subalterna, uma grande fatia da população. Racismo é também o processo histórico que explica e justifica essa posição. Racismo não é simplesmente uma cultura que herdamos com a louça da vovó, sem uso, mas mantida por tradição. Racismo é a ideologia que mantém negros e negras como mão de obra mais barata, como a carne mais barata do mercado, como as vidas mais descartáveis.</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/03/isto-nao-e-sobre-um-rito-de-passagem-isto-e-sobre-violencia/" target="_blank">Isto não é sobre um rito de passagem, isto é sobre violência!</a> por Mariana Prandini Assis e Débora Antoniazi Del Guerra.</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>A prática aqui combatida reproduz e banaliza profundas formas de opressão e violência. E tal banalização ocorre precisamente no espaço em que são formados aquele/as que operarão nossas institutições de justiça. Historicamente, as faculdades de direito no Brasil são caracterizadas por seu caráter aristocrático, tendo sido constitutuídas como espaços para a formação dos filhos das elites que ocupariam posições de poder. Sim, porque direito é sobre poder! Poder de condenar e absolver, poder de afirmar o direito à moradia ou o direito à propriedade privada, poder de combater a violência contra a mulher ou mascará-la sob discursos familistas e machistas, poder para viabilizar a autonomia das mulheres aos próprios corpos ou encarcerá-las pelo seu exercício, poder de manter as práticas do agronegócio, das mineradoras, dos latifundiários escravistas ou combater o grande capital! Ao reafirmarem o racismo, o machismo e o nazismo em seu trote, os estudantes da faculdade de direito da UFMG tornam explícito a qual das chaves do poder eles se aliam. E essa chave é a que garante a manutenção de uma hegemonia branca, capitalista, androcêntrica e heteronormativa.</em></p>

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		<title>Fora do Figurino – As Medidas do Jeitinho Brasileiro</title>
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		<comments>http://srtabia.com/2013/04/fora-do-figurino-as-medidas-do-jeitinho-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 10:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Está em circuito pequeno nos cinemas brasileiros o documentário: &#8220;Fora do Figurino &#8211; As Medidas do Jeitinho Brasileiro&#8221;. O documentário fala sobre a falta de medidas padrão no Brasil. Nunca houve um estudo antropométrico nacional para saber qual a média &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/04/fora-do-figurino-as-medidas-do-jeitinho-brasileiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está em circuito pequeno nos cinemas brasileiros o documentário: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=a1gxH1gtEew" target="_blank">&#8220;Fora do Figurino &#8211; As Medidas do Jeitinho Brasileiro&#8221;</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='580' height='350' src='http://www.youtube.com/embed/a1gxH1gtEew?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p style="text-align: justify;">O documentário fala sobre a falta de medidas padrão no Brasil. Nunca houve um estudo antropométrico nacional para saber qual a média de altura da brasileira ou do  brasileiro, qual a largura das costas, qual o tamanho do pé ou quais as dimensões dos pênis brasileiros. A consequência principal disso vemos diariamente. A roupa tamanho 40 que cabe em uma loja, na outra não cabe. A conclusão é que a grande maioria das pessoas apela para uma costureira ou alfaiate quando precisa usar roupas complicadas de encontrar caimento, como roupas sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" alt="" src="http://i18.photobucket.com/albums/b117/biancarpc/Abril%202013/fora_figurino_zpseae224dc.jpg" width="300" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">O bacana do filme é que no início parece que vai ficar restrito a questão do vestuário e dos calçados, mas vai bem além. Mostra os perigos da falta de opções e das padronizações do EPI &#8211; Equipamento de Proteção Individual, muito utilizado em canteiros de obras, por exemplo. O uso é obrigatório, podendo acarretar até demissão por justa causa, mas os equipamenteos (capacetes, cintos, luvas, etc) são extremamente desconfortáveis, pois a grande maioria segue um tamanho único. Não há capacete de obra nos tamanhos P, M ou G. É possível ajustar o modelo atráves de tiras, mas a ergonomia é zero.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro momento muito bom é que ao tratar da falta de padrão nos tamanhos de preservativos, as entrevistadas são profissionais do sexo, mulheres, travestis e transexuais. Uma delas explica que o preservativo distribuído pelo Ministério da Saúde é muito desconfortável para a maioria dos clientes, pois só é distribuído em dois tamanhos: 47mm e 52mm. E todas citam os perigos de utilizar um preservativo de maneira errada: é mais fácil estourar, o cliente não se sente confortável e tende a não querer usar, o que coloca em risco a vida dessas profissionais. Várias dizem levar diferentes marcas de preservativos na bolsa e escolhem qual vão usar dependendo das características do pênis do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme também fala das diversas tentativas frustradas de se realizar um estudo antropométrico no Brasil e das pequenas iniciativas que estão sendo realizadas no momento, todas dentro de um universo restrito, como por exemplo, a análise apenas de pessoas adultas da região sudeste ou apenas de índios de uma determinada região amazônica. Mostra também como é a realidade nos Estados Unidos, onde os estudos antropométricos são feitos há vários anos e possuem mudanças constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto positivo é a diversidade de rostos, etnias e pessoas que aparecem dando depoimentos. A estrutura do documentário é clássica, com entrevistas e a duração é boa, 1h e 13m. Uma ótima opção para quem quiser sair do circuito ficção.</p>

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		<title>8 de março: troque a rosa pela novela</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 12:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[8 de março]]></category>
		<category><![CDATA[emancipação]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. É também o último capítulo da novela &#8216;Lado a Lado&#8216;. E eu preciso dizer, nunca antes houve uma novela como Lado a Lado. Esses dias saíram várias entrevistas com os autores, em &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/03/8-de-marco-troque-a-rosa-pela-novela/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. É também o último capítulo da novela <a href="http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/index.html" target="_blank">&#8216;Lado a Lado</a>&#8216;. E eu preciso dizer, nunca antes houve uma novela como Lado a Lado. Esses dias saíram várias entrevistas com os autores, em que eles revelaram o caráter feminista da novela.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Guiadas pelo espírito fraterno, Isabel (Camila Pitanga) e Laura (Marjorie Estiano) salvaram uma a outra da solidão, dos olhares de uma sociedade preconceituosa e dos amores mal resolvidos. O último capítulo, que vai ar nesta sexta-feira, não deixa dúvida: as duas amigas são o verdadeiro casal da novela.</em> Matéria do <a href="http://extra.globo.com/tv-e-lazer/lado-lado-sofri-muito-com-as-brigas-entre-isabel-laura-confirma-camila-pitanga-7753471.html" target="_blank">portal Extra</a>.</p>
<div id="attachment_3992" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/por-tras-das-cameras/noticia/2013/03/camila-pitanga-sobre-a-heroina-de-lado-a-lado-isabel-foi-meu-maior-desafio.html"><img class="size-full wp-image-3992" alt="Isabel (vivida por Camila Pitanga). Cena da novela Lado a Lado (2012)." src="http://srtabia.com/wp-content/uploads/2013/03/isabel_ladoalado.jpg" width="500" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Isabel (vivida por Camila Pitanga). Cena da novela Lado a Lado (2012).</p></div>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/Fique-por-dentro/noticia/2013/03/claudia-lage-admite-a-novela-e-feminista-quem-teve-que-se-ajustar-foi-o-homem.html" target="_blank">Entrevista com a autora Claudia Lage</a> sobre a trajetória da mulher brasileira:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Ao longo da novela, Laura enfrentou muitos preconceitos, muitos desafios e se transformou. Por quais situações específicas a Laura teve que passar para se tornar a mulher companheira, compreensiva e madura da fase final da novela? Como a personalidade dela foi se transformando desde o começo da trama? Especialmente em relação ao Edgar?</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>&#8220;<strong>Nossa novela é feminista, então, quem teve que se transformar, se ajustar, em relação aos parâmetros sociais, não foi a mulher, mas o homem</strong>. A Laura se manteve firme do início ao fim na busca de respeito e por seu direito de trabalhar e ser independente. Ela desde o início sabia o que queria, mas provavelmente não imaginava todas as dificuldades que ia passar no decorrer da novela. O Edgar é um homem sensível e de mente aberta, mas ainda assim tropeçou em vários momentos, na primeira fase e na segunda também. Aquela velha história do homem tomar decisões sozinho quando a situação não diz respeito só a ele, como foi na primeira fase, trazendo Catarina e a Melissa sem falar com ela, um dos motivos de a Laura pedir o divórcio, e, na segunda fase, na dificuldade de aceitar as decisões da Laura, quando iam de encontro ao que ele queria. O Edgar que foi compreendendo que ser companheiro é também aceitar quando o outro diz não, aceitar também o momento do outro, acolher, sem impor a própria vontade. Laura tem opinião, quer ser respeitada por ser quem é, não por ter um homem ao seu lado. Nas redes sociais, me chamou a atenção a quantidade de pessoas que chamava Laura de teimosa, quando ela se divorciou e, mais adiante, quando hesitou em voltar pro Edgar, na segunda fase. Ela não foi teimosa, foi determinada. Não deixou a situação chegar ao limite. <strong>Poucas pessoas levantavam os motivos da Laura ter pedido o divórcio, que não foram poucos, nem pequenos. A impressão era que bastava Edgar sorrir ou fazer uma declaração de amor para as pessoas se derreterem e ser o suficiente para Laura voltar para ele. A sociedade está ainda sempre disposta a perdoar os erros dos homens, enquanto a mulher é rigorosamente julgada</strong>. Mas o Edgar é um homem sensível e tentou compreender a Laura, apesar da mentalidade da época ser muito forte. A gente preferiu trabalhar na novela todas essas questões em meio a um casal profundamente apaixonado e afinado ideologicamente do que por meio de um casal em que a mulher fosse moderna e o homem fosse conservador e machista, porque a paixão dimensiona essas questões de gênero e torna tudo mais complicado para o casal envolvido. É muito mais difícil assumir a quebra com os padrões tradicionais, respeitar a liberdade do outro, quando a paixão entra em cena&#8221;.</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/Fique-por-dentro/noticia/2013/03/laura-no-sanatorio-autora-diz-que-constancia-sera-mae-cruel-e-devoradora.html" target="_blank">Entrevista com a autora Claudia Lage</a> sobre as mulheres que eram internadas em sanatórios por contrariarem os costumes da época e a inspiração de Virginia Woolf:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Na época, era comum mulheres serem internadas em sanatórios simplesmente por contrariarem seus pais ou maridos? Isso aconteceu com mulheres que se destacaram pelo trabalho intelectual, no jornalismo, por exemplo?</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Cláudia Lage &#8211; &#8220;Era uma prática comum no século XIX, que perdurou até meados do século XX. Na pesquisa que nossa pesquisadora, Luciane Reis, fez pra gente, os prontuários dos médicos eram impressionantes. <strong>As justificativas para a internação parecem inverossímeis aos olhos de hoje. &#8216;A paciente apresenta grave obsessão por livros&#8217;, &#8216;desprezo pela família&#8217;, &#8216;excitação sexual nervosa&#8217;, &#8216;recusa em ter filhos&#8217;. Um dado notável é que boa parte das pacientes nos sanatórios eram mulheres que haviam estudado além do estipulado para as mocinhas na época, que só aprendiam o suficiente para ler, escrever e fazer contas.</strong> Elas foram além, fizeram o curso normal ou ainda eram normalistas, dedicavam-se ou não ao magistério, mas eram mulheres com o intelectual acentuado, com interesses sociais e profissionais, que fugiam à ideia do casamento e da maternidade como o único destino possível. Não que não quisessem se casar e ter filhos, mas buscavam também a realização pessoal fora da família. <strong>Foram tantas mulheres que passaram por isso, a maioria anônimas, que os seus nomes só chegaram a nós por meio de suas tristes histórias, já que todo o impulso delas de independência foi sufocado pelos familiares, o pai ou o irmão, ou pelo marido, que tinham a autorização para interná-las mesmo contra a vontade.</strong> Quer dizer, eles tinham o poder de julgar e decidir se suas esposas, irmãs e filhas eram loucas ou não, e interná-las caso assim desejassem. Do mesmo modo, só eles, ou uma junta médica, podia tirá-las do sanatório, ou deixá-las para sempre lá, como foi o caso de muitas&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_3993" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/index.html"><img class="size-full wp-image-3993" alt="Laura (vivida pela atriz Marjorie Estiano). Cena da novela Lado a Lado (2012)." src="http://srtabia.com/wp-content/uploads/2013/03/laura_ladoalado.jpg" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Laura (vivida pela atriz Marjorie Estiano). Cena da novela Lado a Lado (2012).</p></div>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>No sanatório, Laura vai contar com a ajuda de uma interna. Essa personagem representa alguma dessas mulheres que queriam mais da vida?</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Cláudia Lage &#8211; &#8220;Laura vai conhecer no sanatório uma interna, a Judite, que, como ela, não tem nenhum problema psiquiátrico e também foi jornalista quando mais jovem. Inspirada em muitos casos reais, que vimos na pesquisa, Judite foi internada pelo próprio marido e esquecida no sanatório. Quando Laura chega, ela já está lá há 11 anos. <strong>A personagem ganhou esse nome, Judite, em homenagem a um texto da escritora Virgínia Woolf, no qual fala que se Shakespeare tivesse tido uma irmã tão talentosa quanto ele, ela nunca teria as mesmas oportunidades, e nunca se tornaria uma grande dramaturga</strong>. Virgínia batiza essa irmã fictícia de Judite. Enquanto Shakespeare ia para a universidade, Judite ficava em casa descascando batatas, por imposição dos pais. <strong>Essa irmã de Shakespeare, criada pela Virgínia Woolf, simboliza todas essas mulheres repletas de potenciais e de desejos, todos refreados e sufocados pela mentalidade sexista da sua época&#8221;</strong>.</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://extra.globo.com/tv-e-lazer/lado-lado-camila-pitanga-conta-sobre-relacao-de-amizade-com-marjorie-estiano-7766124.html" target="_blank">Entrevista com a atriz Camila Pitanga</a> sobre a personagem Isabel e a emancipação feminina:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>O que mais marcou você na trajetória de Isabel ao longo da trama? Como imagina que ela reagiria aos novos tempos e conflitos, ainda não mostrados na novela, além da década de 1910?</em></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>O que mais me marcou foi o sentimento de superação tensionado pelo sentimento da dor. Eu vivi o sentimento de perder um filho, de ser rejeitada pelo pai, pela profissão de artista e ver o próprio filho não reconhecê-la como mãe. A Isabel é uma mulher que lidou muitas vezes pelo instinto para resolver todas essas crises. <strong>A valorização da cultura, como a dança, a capoeira, o samba, deu impulso para superar esses problemas. Essas formas de crença e valor ajudaram a Isabel a tomar importantes decisões ao longo da novela, além de fortalecerem sua identidade. E esse fortalecimento é questionar o que é exercer a liberdade.</strong> A novela fala como é possível ser livre naquela época e isso lança luz de como devemos exercer a liberdade nos dias de hoje. A mulher naquela época não tinha escolha. De fato, ela não tinha voz, e hoje ela tem que saber fazer as escolhas, o que também traz uma angústia muito grande. O que me marcou muito, independente da personagem, foi o questionamento do que é ser mulher no seu tempo. Essa pergunta também me instigou a pensar o que é ser mulher hoje. O contexto é diferente, hoje temos uma liberdade muito maior, temos mais espaços conquistados, mas isso também causa muita angústia e dúvidas cruciais. Muitas vezes as mulheres ficam na dúvida: serem realizadas profissionalmente, serem mães ou conciliar os dois. <strong>A sociedade hoje exige muitos papéis. Se antes estipulavam apenas um, hoje a mulher tem a possibilidade de desempenhar múltiplos papéis. Portanto, a dúvida permanece. Como ser mulher nos dias de hoje?</strong> A mesma pergunta que Laura e Isabel fizeram várias vezes durante a novela.</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="line-height: 13px;"><a href="http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/por-tras-das-cameras/noticia/2013/03/a-laura-me-deu-um-novo-olhar-sobre-a-nossa-sociedade-diz-marjorie-estiano.html" target="_blank">Entrevista com a atriz Marjorie Estiano</a> sobre a personagem Laura e as conquistas femininas.</span></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>Feliz e emocionada com o resultado de seu trabalho, a atriz diz que muitas das conquistas que as mulheres alcançaram se devem a essa postura inconformada das mulheres da época. &#8220;A gente vive um momento delicado porque a mulher tem bastante espaço, tem visibilidade, tem até uma presidente, a acaba achando que esse espaço já foi conquistado. Mas ao mesmo tempo, <strong>quando você presta atenção direito, em qualquer tipo de empresa ainda existem poucas mulheres em cargos de maior credibilidade, de maior importância</strong>. Acho que ainda temos muita coisa para caminhar antes de conseguir esse espaço igualitário&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, saia as ruas para agradecer as mulheres que vieram antes de você e conquistaram sua liberdade. Confira os <a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/03/eventos-8-de-marco-2/" target="_blank">eventos do 8 de março</a> e a série de <a href="http://blogueirasfeministas.com/tag/8-de-marco-2013/" target="_blank">posts especiais das Blogueiras Feministas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">

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		<title>Lado a Lado</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 02:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem post meu no Blogueiras Feministas sobre a novela Lado a Lado: Emancipação feminina na novela Lado a Lado. Related posts Verão (0) Uma Srta. (0) Tuite um post. (2) (2)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tem post meu no Blogueiras Feministas sobre a novela Lado a Lado:</p>
<p><a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/03/emancipacao-feminina-na-novela-lado-a-lado/" target="_blank">Emancipação feminina na novela Lado a Lado</a>.</p>

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		<title>As Perseguidas e o Carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 09:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem post meu em parceria com a sisterhood Jul Pagul nas Blogueiras Feministas: As Perseguidas e outros blocos de carnaval feministas. O bloco de carnaval As Perseguidas sai no dia 10/02 em Brasília. No domingo de carnaval, o bloco mais libertário &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/02/as-perseguidas-e-o-carnaval/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3982" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://srtabia.com/wp-content/uploads/2013/02/bloco_perseguidas.jpg"><img class="size-full wp-image-3982" alt="Estandarte sendo confeccionado. Foto de Tatiana Lionço." src="http://srtabia.com/wp-content/uploads/2013/02/bloco_perseguidas.jpg" width="320" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Estandarte sendo confeccionado. Foto de Tatiana Lionço.</p></div>
<p>Tem post meu em parceria com a <em>sisterhood</em> Jul Pagul nas Blogueiras Feministas: <a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/02/as-perseguidas-e-outros-blocos-de-carnaval-feministas/" target="_blank">As Perseguidas e outros blocos de carnaval feministas</a>.</p>
<p>O bloco de carnaval As Perseguidas sai no dia 10/02 em Brasília.</p>
<p>No domingo de carnaval, o bloco mais libertário de Brasilia sai novamente da Pracinha da 201 norte até as passagens subterrâneas do Eixão e, se o folego deixar, encontrar com o Pacotão na W3 Norte!</p>
<p>Tragam apitos, faixas, bandeiras, estandartes, cartazes, fantasias, confetes e serpentinas. Deixem homofobia, sexismo, mau humor, baixo astral, misoginia, racismo e classismo em casa.</p>

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		<title>Força para a Força</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 09:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Marília Coutinho, atleta e professora de powerlifiting, está com um projeto muito bacana precisando de apoio no Catarse. Doe R$25 ou mais e financie a ida dela e do Rodrigo Figueroa para um dos mais importantes campeonatos da modalidade POWERLIFTING, o &#8230; <a href="http://srtabia.com/2013/02/forca-para-a-forca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mariliacoutinho.com/" target="_blank">Marília Coutinho</a>, atleta e professora de powerlifiting, está com um projeto muito bacana precisando de apoio no Catarse. Doe R$25 ou mais e financie a ida dela e do Rodrigo Figueroa para um dos mais importantes campeonatos da modalidade POWERLIFTING, o NAPR/RPS International Open, que será realizado em Columbus, Ohio, dia 1 de março de 2013.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apoie o projeto <a href="http://catarse.me/pt/forca_para_forca?update_id=2046#about" target="_blank">Força para a Força</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/56155786' width='400' height='300' frameborder='0'></iframe></div></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>Marília Coutinho comprou muitas brigas no esporte contra o machismo. Chegou a sofrer agressões em campeonatos que arbitrava por conta de ser mulher. E o que ela faz é de alto nível, quebrando todo tipo de paradigmas: os de gênero, os de que pessoas acima dos 50 anos não podem ter alto rendimento, o de que pessoas inteligentes e intelectuais não podem ser atletas. Pra ela, o powerlifting é mais que um esporte: é uma forma de arte e, acima de tudo, de sobrevivência. </em><a href="http://blogueirasfeministas.com/2013/02/crowdfunding/" target="_blank">Crowdfunding: R$ 25 pra mudar o mundo (e apoiar um projeto feminista)</a> por Jeanne Callegari.</p>

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