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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-12609840</atom:id><lastBuildDate>Fri, 06 Nov 2009 02:48:31 +0000</lastBuildDate><title>Sórdidas S.A.</title><description>bonitinhas • diferentes • interessantes</description><link>http://sordidassa.blogspot.com/</link><managingEditor>maritozetto@hotmail.com (Mari)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>304</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/sordidassa" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-4738252343905107494</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T15:29:20.334-02:00</atom:updated><title>Malvadezas dessa vida...</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_hnpF9klg_nc/SvG5n118HsI/AAAAAAAAAMc/sDgQpzCYnew/s1600-h/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_hnpF9klg_nc/SvG5n118HsI/AAAAAAAAAMc/sDgQpzCYnew/s320/untitled.bmp" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Esse é o gordinho Naná, meu melhor amigo. Desde 2.ooo, quando voltei ao Recife, esbarramos um no outro e a amizade surgiu como um jardim sem dono. Quando fui morar no Poço, nossas idéias se combinaram. Torcemos pelo mesmo clube, o Santa Cruz, gostamos de coisas parecidas, de ações com a comunidade, adoramos o mesmo boteco, o de Seu Vital. Moramos na mesma rua, a Visconde de Araguaya, ao lado da igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naná sempre está de Komby. É seu ganha pão. Vive levando gente. Um dia, resolveu levar a criançada para a escola, e virou um belo projeto, que envolveu toda a comunidade. Tenho mais horas nos bancos daquela Komby do que muito motorista do Recife. É um privilégio ser amigo de Naná.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes tenho uma idéia, e quando vou falar, ele diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Bicho, estou com uma idéia…”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando morava no Poço, cansei de receber almoço pela janela. Perdi a conta dos cafés da manhã juntos, depois de levarmos a meninada ao Nilo Pereira, fazendo adivinhação e cantando a música do “Arubu tá com fome”, invenção de Maraí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naná tem uma pedagogia própria, que é a minha há muitos anos. A “Pedagogia da Cola”. Se um menino dá trabalho, ao invés de dar carões e coisas do tipo, ele acha que é preciso “colar”. Conversar, escutar, dar atenção. Sempre deu certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos falamos religiosamente todos os dias por telefone. Só para escutar a voz do outro. Quando ele liga, sempre respondo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Diz aí, Montanha, qual é a tua?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele diz onde está e pergunta qual é a minha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, eu só o chamo de Montanha, desde que nos conhecemos. Ele parece mesmo uma montanha de coisas boas, de carinho, cuidado. Por onde passa, Naná deixa alegria e saudades. Uma das pessoas mais generosas que conheço. É sempre ele que chega e diz que alguém está precisando de ajuda. É sempre ele quem vê o lado bom das coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, Naná teve um grande acidente, ficou entre a vida e a morte, internado vários meses na Restauração. Foi um milagre ter sobrevivido. Uma vez ele me contou. Teresa, sua esposa, pensou que ele não escaparia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Depois disso, bicho, eu vivo cada dia como se fosse o último. Não tenho mais tempo de ficar pensando em coisa ruim. A vida é boa demais para a gente reclamar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ontem de madrugada, roubaram a Komby do meu querido amigo. Essas malvadezas da vida. Se o ladrão conhecesse Naná, iria devolver na próxima madrugada, com um bilhetinho pedindo desculpas. Como disse há pouco meu amigo Magro Valadares, que já fez matéria com Naná, “podiam roubar a Komby de todo mundo nessa cidade, menos a de Naná”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos estamos mobilizados, divulgando (a placa é KGZ 3021), mas vai ser difícil. Levaram o veículo que estava estacionado numa ruela do Poço, defronte à casa dele. Tudo indica ter sido encomendada. Uma malvadeza encomendada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço ajuda aos meus leitores. Até se aprumar, Naná vai ficar um tempo sem trabalho, e precisa tocar a vida. A coisa mais triste da vida é ver aquele gordinho sem aquele largo sorriso. Dói no coração. Eu mesmo vou fazer tudo para ajudá-lo. Se eu tivesse dinheiro nesta vida, o que eu faria mesmo era dar uma Komby novinha para ele, hoje mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem puder dar uma pequena ajuda, vai a conta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evaldo Gomes de Moura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banco Itaú&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conta Poupança 22907-0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agência 1594&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andréa Ferraz e Marcelo Barreto estão fazendo um documentário com Naná. Tinham parado, por falta de tempo. Tomara que agora retomem. Naná merece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradeço muito a quem ajudar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS. Quem quiser ajudar de outra forma, sem ser com dinheiro na conta, pode ligar para ele – 8773.3934. Ele vai abrir um largo sorriso, garanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Retirado de: &lt;a href="http://www.estuario.com.br/2009/11/3"&gt;http://www.estuario.com.br/2009/11/3&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Vamo colaborar com o Naná!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-4738252343905107494?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sordidassa/~4/903TDJLCzr0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/sordidassa/~3/903TDJLCzr0/malvadezas-dessa-vida.html</link><author>maritozetto@hotmail.com (Mari)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_hnpF9klg_nc/SvG5n118HsI/AAAAAAAAAMc/sDgQpzCYnew/s72-c/untitled.bmp" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://sordidassa.blogspot.com/2009/11/malvadezas-dessa-vida.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-3046889772150324542</guid><pubDate>Sun, 25 Oct 2009 20:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-25T18:39:08.282-02:00</atom:updated><title>Ardor</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentiu o tecido da roupa colar em suas costas e acompanhando, um ardor que ia penetrando na pele até chegar na medula. Sentia sua carne queimar e essa sensação foi se espalhando pelas entranhas, que derretiam quase que instantaneamente. Se tornou pastosa por dentro, e antes que conseguisse ver quem tinha lhe causado&amp;nbsp;tanta dor ou&amp;nbsp;esboçar qualquer reação, percebeu sua pele sua ficando pastosa também. Sentia-se desesperada e impotente, e, quando tentou gritar, não conseguiu. Já havia se tornado apenas uma poça de cera derretida espalhada naquele chão frio. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No outro dia, o funcionário da limpeza olhava aquela quantidade de cera espalhada no chão e amaldiçoava quem havia feito aquilo... gente desocupada, pensava.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O causador daquilo, ao passar por ali e não ver nem mais o vestígio da cera no chão limpo, chorou. Nunca mais a veria.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-3046889772150324542?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sordidassa/~4/obMryyW5nnY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/sordidassa/~3/obMryyW5nnY/ardor.html</link><author>maritozetto@hotmail.com (Mari)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://sordidassa.blogspot.com/2009/10/ardor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-5486618658613424554</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2009 05:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-13T02:03:35.142-03:00</atom:updated><title>Tratado rolístico do amor</title><description>- Ele&amp;nbsp;disse que eu sou a personagem daquele filme, "Dez coisas que eu odeio em você".&lt;br /&gt;
- Hahahahaha!&lt;br /&gt;
- A&amp;nbsp;durona que é conquistada pelo carinha lindo que morreu, o que fez o filme do caubói veado...&lt;br /&gt;
- Hahahaha... sabe em que é baseado o filme?&lt;br /&gt;
- Não...&lt;br /&gt;
- Em&amp;nbsp;"A Megera Domada"... hahahaha.&lt;br /&gt;
- Sério? Nada como uma rola pra domar uma mulher, né?&lt;br /&gt;
- Hahaha. Sério mesmo. &lt;br /&gt;
- Coisa machista que eu acabei de dizer...&lt;br /&gt;
- Ô, menina, prestenção... todas as outras coisas que domam&amp;nbsp;uma mulher a gente tem... então só sobra a rola mesmo pra nos domar... disfarçada da porra de amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-5486618658613424554?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sordidassa/~4/TpDcWr8BCrE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/sordidassa/~3/TpDcWr8BCrE/tratado-rolistico-do-amor.html</link><author>maritozetto@hotmail.com (Mari)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://sordidassa.blogspot.com/2009/10/tratado-rolistico-do-amor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-6763433583243249269</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 06:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-26T06:32:44.732-03:00</atom:updated><title>Histórias para a posteridade</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Vovó se drogava, mas se formou!"&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, eu pretendo um dia dizer isso aos meus netinhos, quando eu estiver mostrando a eles&amp;nbsp;o&amp;nbsp;meu&amp;nbsp;álbum de formatura&amp;nbsp;em direito.&amp;nbsp;E do alto dos meus&amp;nbsp;sessenta e poucos anos (ou mais), isso&amp;nbsp;vai me&amp;nbsp;ser permitido sem culpa, e também, até lá, os pais deles já vão estar acostumados o suficiente&amp;nbsp;com as excentricidades da própria mãe para não encher o saco quando nas minhas crises de sinceridade, contar pras crianças como é que vovó se divertia na pacata Aparecida.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Calma, gente! Vovó não se drogava e fazia sexo com estranhos em lugares suspeitos! Mas a vovó aqui já vai ter feito coisas o suficiente para que esse tipo de história não interfira no julgamento que fazem dela...&amp;nbsp;o tal do nome a zelar(pelo menos eu espero que não). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das melhores coisas no envelhecimento é o discernimento de que suas experiências não te tornam uma pessoa melhor ou pior, elas simplesmente fazem parte de você, especificamente de quem você é. Nesse sentido, com a maturidade e o passar dos anos, conseguimos rir mais de nós mesmos e encarar nossas bad trips com mais leveza e menos vergonha de admitir os próprios erros. E&amp;nbsp;aí a coisa se torna&amp;nbsp;divertida porque o julgamento alheio se torna secundário(quando se torna alguma coisa), e o resto não importa. E eu não sei vocês, mas eu pretendo rir muito contando minhas histórias estranhas pros meus netos, mesmo que seja sob protestos dos pais deles("Vovó está é gagá, não sabe o que diz!"). Se eles vão rir ou vão conseguir absorver alguma coisa positiva, já é outra história, que provavelmente eles vão contar na posteridade pros filhos ou netos deles.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-6763433583243249269?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sordidassa/~4/H5la4Ji4__8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/sordidassa/~3/H5la4Ji4__8/historias-para-posteridade.html</link><author>maritozetto@hotmail.com (Mari)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://sordidassa.blogspot.com/2009/09/historias-para-posteridade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-5071995632515249633</guid><pubDate>Fri, 18 Sep 2009 06:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-18T03:37:13.815-03:00</atom:updated><title>Miopia d'alma?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe quando você vê um conhecido na rua e dá aquele mega aceno e a pessoa nem tchuns? E você fica ali, naquele vácuo, rezando pra que ninguém te ache louco e morrendo de vergonha...?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, pois é. Essa sensação é horrível. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, muito pior é você demonstrar carinho pra alguém que não tá nem aí. O ridículo é cem vezes pior porque, bom, se uma pessoa não te vê, ela simplesmente estava distraída, ou é míope, ou tava longe ou outras mil coisas bobas. Ela podia até estar te ignorando, mas acaba por não fazer diferença, porque você nunca vai saber se foi esse&amp;nbsp;o caso. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, quando alguém simplesmente ignora um carinho seu, bom, é miopia de sentimentos, na melhor das hipóteses. Você tá ali que nem idiota se desmanchando pela pessoa e ela tá fazendo cara de paisagem... ou pior, finge que não é com ela e desconversa. Isso geralmente me faz sentir duplamente ignorada: a pessoa ignora uma atitude e isso leva a seguinte: ignora uma atitude sua, ignora você como um todo. Ou seja: você, nada ou uma samambaia surtem o mesmo efeito sobre aquele ser tirano e sem coração. E aí tem o vácuo, que nesse caso acaba por ser um abismo entre o ser e você. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E inexplicavelmente, nessas horas eu me sinto ri-dí-cu-la, fora a sensação de estar perdendo meu tempo e a vontade de nunca mais&amp;nbsp;trocar palavra com a pessoa. Odeio descaso com o sentimento alheio. Odeio. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E vocês, o&amp;nbsp;que me dizem?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-5071995632515249633?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sordidassa/~4/3hzHhQmjOu4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/sordidassa/~3/3hzHhQmjOu4/miopia-dalma.html</link><author>maritozetto@hotmail.com (Mari)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://sordidassa.blogspot.com/2009/09/miopia-dalma.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-7740688516425634002</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 04:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-15T01:37:14.848-03:00</atom:updated><title>Frase para a posteridade</title><description>O maior desafio de ser mulher é sobreviver à própria histeria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-7740688516425634002?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;* - Jeff Buckley.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-4374743746219383172?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Quase histérica, ela lhe contava que policiais haviam trazido a notícia de que Paulo estava morto, e que elas precisavam fazer algo a respeito, caso o corpo encontrado fosse realmente o dele. Ali, deitada, sentiu um estupor tomar-lhe o corpo e a mente: queria fazer algo, queria voltar a dormir, mas a única reação que conseguiu esboçar foi ficar com os olhos fixos na parede branca do quarto, alheia a tudo, pensando em Paulo morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deu por si, decidiu que era hora de levantar e reagir, e vestiu-se para resolver o que fazer juntamente com Sabrina. Enquanto vestia uma calça e jaqueta pretas, pensava que talvez pudesse ser verdade, talvez Paulo estivesse mesmo morto, talvez tivesse merecido morrer, talvez não… sua mente andava em círculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando à casa de Sabrina, encontrou-a na sala, aos prantos, transmitindo o ocorrido à Neide, sua irmã, pelo telefone. Foi ter com o marido dela, Roberto, na cozinha, que explicou detalhadamente os acontecimentos daquela manhã enquanto tomavam um café e fumavam. Lígia ouvia tudo em transe; aquilo não estava acontecendo com ela, Paulo não devia estar morto, não assim. Saiu do transe quando Sabrina apareceu, mais calma, perguntando o que fariam a respeito; discutiram o que fazer e, depois de conseguir falar com Júnior, ficou decidido que Neide ficaria com Roberto e as crianças, enquanto elas e Júnior viajariam até Ubatuba para reconhecer o corpo. Não concordava com a ida de Júnior, porém nada pôde fazer diante da insistência de Roberto, que dizia que era melhor ter a companhia de um homem, mesmo que fosse o Júnior. Em seu íntimo, ninguém e Júnior era a mesma coisa, afinal, ele só era uma presença física… e ela pensava que a presença talvez compensasse a falta de todo o resto naquele ser. Era fraco de espírito, de caráter, não tinha personalidade, tampouco alguma espécie de atitude diante das coisas. Um maricas. Mas iria com elas como elemento figurativo, fazer o quê? - já estava decidido. Resignou-se e foi checar e abastecer o carro, enquanto o aguardavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas já estavam demasiadamente aborrecidas quando Júnior chegou. Sabrina reclamou da demora e foi ter com aquele estafermo, enquanto Lígia se despedia de Roberto, garantindo que Sabrina ficaria bem, e que tomaria todas as providências necessárias em relação a Paulo. Isso se fosse o Paulo mesmo… pensava, dando a partida no carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a viagem pouco conversaram. Júnior vez ou outra balbuciava algo sobre Paulo e Sabrina parecia absorta em sua tristeza. Lígia reclamava do frio e da chuva que insistia em não cessar; vez ou outra soltava alguma pérola do seu humor mordaz sobre Paulo, relembrando histórias. Sabrina ria, porque apesar da desgraça, o humor de Lígia era assim e ela também sofria; Júnior ria também, mas ria sem saber do quê. Júnior era assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estavam na altura de São Luiz do Paraitinga, Lígia decidiu parar o carro em um posto, esticar as pernas, tomar um café e fumar mais um cigarro. Enquanto Júnior e Sabrina comiam e conversavam, ela fumava e pensava em Paulo, em tudo que havia vivido com aquele homem. Ele costumava ser sempre o mais animado, ria de tudo, e era querido por todos. Na verdade, as pessoas nutriam um misto de pena e amor por ele, dado o seu comportamento destrutivo, vícios, vida errante e temperamento dócil. Para todos, era o típico caso de pessoa que só fazia mal a si mesma. Menos para ela, pensava. Conhecia bem o lado sombrio de Paulo. E realmente desejava que ninguém mais tivesse conhecido, ou sequer desconfiado de que talvez ele existisse. Quando pensava nisso, foi interrompida por Júnior dizendo qualquer asneira. Seu cigarro havia terminado, era hora de voltar para a estrada e descer a serra. E a chuva não dava trégua, provavelmente pegaria neblina na descida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegou finalmente na descida da serra, não havia chuva nem sequer neblina. Só a pista ainda molhada e o tempo um pouco mais frio. Desceu sem problemas, sem piadas, sem risos. Só com o silêncio dentro daquele carro. E o espectro de Paulo rindo no espaço que havia no banco de trás. Rindo para ela, rindo dela - mais uma vez ele impunha sua vontade e ela nada podia fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em Ubatuba, Sabrina foi indicando à Lígia que direção tomar para encontrar o restaurante de Lucas, patrão e amigo de longa data de Paulo, que havia notificado a polícia sobre seu falecimento, a fim de que encontrassem sua suposta família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demoraram muito para achar o local, e foram ao encontro de Lucas. Nesse momento, Lígia caiu em si de que o talvez havia se convertido em uma verdade. Lucas sabia muito sobre Paulo, e contou sobre os últimos tempos dele por aqueles lados, o vício em cocaína e bebida; o fato de Paulo dizer que não tinha uma família, somente uma filha no Canadá que ele não conhecia e uns parentes distantes; as noites que passou na rua; a passagem por uma clínica de reabilitação; sua redenção quando se encontrou em uma igreja evangélica depois da temporada na clínica. Contou também que Paulo voltaria a trabalhar para ele naquele dia, não fosse o acontecido. Ele havia conversado com Lucas na noite anterior e tinha acertado tudo para começar no dia seguinte na gerência daquele estabelecimento. Feito isso, foi para a casa de um amigo que também trabalhava para Lucas a fim de dormir. E assim o fez. Durante a madrugada, o amigo ouviu um barulho estranho vindo da cama onde Paulo dormia e o chamou. Diante da negativa ao chamado, levantou-se e acendeu a luz. Deparou-se com Paulo envolto num cobertor, sentado na cadeira ao lado da cama, com o rosto e corpo paralisados. Estava morto, teve um infarto fulminante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabrina e Júnior ouviram tudo que Lucas disse estupefatos, e Sabrina contou a verdade a Lucas. Que Paulo tinha deixado os irmãos e o resto da família há dez anos e não fazia questão de procurá-los e muito menos deixava que eles o encontrassem. Só aparecia quando e para quem queria. Sabrina disse que não gostava, mas respeitava o direito do irmão. Chorou quando soube do vício e da reabilitação. Lígia tentava confortá-la, explicando que foi uma escolha dele. E Júnior observava a avenida da praia com o rosto inexpressivo de sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava quase anoitecendo quando Lucas explicou a localização do necrotério onde estava Paulo e fez umas últimas recomendações. Os três seguiram em direção ao necrotério. E Lígia só pensava em Paulo. Morto. Aqueles olhos negros sem vida, o sorriso e o riso paralisados. Morto. Paulo, o homem que mexia com o que ela tinha de pior dentro de si. Que sugou muito do que ela tinha de bom e a tornava cruel, mesquinha, mentirosa, suja. Que nutria uma paixão doentia por ela e que a seu modo, a fazia corresponder. Tudo isso com aquele olhar petrificante e sorriso perverso. Quantos anos havia desperdiçado com aquele homem? Quantos homens depois dele havia punido, transferindo o ódio que sentia por Paulo a eles? Quantas vezes aquele homem conseguiu dominá-la e deixá-la a mercê de seus caprichos? E agora ele estava morto. E ela não conseguia esboçar nenhuma reação diante disso. Paulo… o homem que a transformou naquele espectro de mulher, morto. Parecia tudo muito surreal. E Lígia se calou, não riu, não sentiu. Só queria ver Paulo. E foi sem ouvir ou responder a ninguém até o necrotério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá, foram identificar o corpo. Lígia olhava tudo com uma curiosidade doentia, nunca havia passado por isso; enquanto Sabrina chorava e rezava para não ser Paulo, esperando um milagre. Júnior não esboçava reação ou sentimento, estava lá apenas para cumprir uma mera formalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram levados até a geladeira onde se encontrava o corpo por um funcionário, que falava e explicava tudo com muita calma e naturalidade. Lígia pensava em quantas vezes ele já deveria ter feito isto, enquanto ele abria a geladeira calmamente. Puxou a gaveta onde se encontrava o cadáver, devidamente colocado dentro de um plástico azul. Quando perguntou se podia abrir o saco para mostrar o cadáver, Sabrina segurou com força no braço de Lígia e assentiu com a cabeça, enquanto Júnior se afastava um pouco mais das duas na tentativa de talvez sumir dali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cadáver que se encontrava naquele plástico era Paulo. Os olhos negros, um sorriso torto decorrente do infarto. Os cabelos escuros e já ralos, a pele branca, o peito todo costurado com pontos grandes decorrentes da necropsia. Em nada lembrava o Paulo, sempre sorridente, animado. O Paulo que contava piadas. O Paulo dos amigos, carinhoso, leal e extremamente cordial. O Paulo de Lígia, doentio, mesquinho, vil. O Paulo de Sabrina, irmão querido e desajuizado. O Paulo de Júnior, que nem se importava, só não queria estar ali. Era só mais um número, um pedaço de carne gelada e que iria apodrecer, que tinha sido registrado como Paulo. Só isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E diante da situação, Sabrina chorou, a dor pela perda do irmão era lancinante. Nos braços de Lígia, soluçava e apertava seus braços. Júnior chorou também, um dia iria morrer, e sentiu medo. E Lígia consolava Sabrina, pensava que Paulo estava morto; e diante do sofrimento sincero de Sabrina, começou a chorar. Não sentia dor em ver Paulo morto, sentia dor em ver Sabrina sofrer e sofria junto com Sabrina. Paulo morto e no inferno devia estar olhando as duas, pensava. Devia estar rindo e se acaso topasse com Lígia naquele momento, sorriria para ela. Talvez a fizesse novamente escrava de seus desejos. E no meio da dor, Lígia sorriu. Finalmente estava livre de Paulo. Diante do corpo sem vida, havia se tornado de novo mulher. E uma mulher boa, doce, meiga. Livre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-5882651317094600857?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sordidassa/~4/LDkx8rvsTqY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/sordidassa/~3/LDkx8rvsTqY/crises.html</link><author>maritozetto@hotmail.com (Mari)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://sordidassa.blogspot.com/2009/06/crises.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12609840.post-5749160691067091826</guid><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 05:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-21T03:56:10.519-03:00</atom:updated><title>Vale quanto pesa</title><description>&lt;div align="justify"&gt;E em Popeland City… jingles de campanha continuam me aterrorizando. Porém, isso não me impede de observar e operar no modo hiena(alguém tem que fazer esse papel).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu acho o período eleitoral a época mais ingrata pra todos os candidatos(mentira, eles merecem), aspirantes a qualquer cargo, chupins e afins(pros meus ouvidos também, que conste!). É hora de abraçar o capeta, deixar o orgulho(quando se tem) de lado, de mentir descaradamente, de negar o passado e prometer o futuro, de apertar as mãos e sorrir para tudo e todos. É hora de caçar candidato e dizer que sempre votou nele, procurar contatos pra vestir uma camisa que nem se sabe qual é, participar de reuniões, comícios e afins. Hora de todos venderem as suas almas(partindo do pressuposto de que elas existam…).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia ser hipócrita o suficiente para dizer que fico impressionada, frustrada e descontente com isso tudo e que acredito que as coisas poderiam ser melhorzinhas(sim, só melhorzinhas!). Mas não sou. Na verdade, não estou nem aí pra hora do Brasil. Como ser contemplativo e amante da natureza humana que sou, gosto mesmo é de ver a movimentação(embora quisesse mesmo é ver a movimentação que ocorre enquanto as criancinhas dormem). E ver até que ponto as pessoas vão para conseguirem o que tanto querem: seja o poder ou seja um carguinho meia-boca pra colocar o burro na sombra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É uma época de sentimentos à flor da pele e egos extremamente sensíveis ou inflados, ou as duas coisas juntas ao mesmo tempo. E sim, os egos do pobre eleitorado! Tenho que falar deles. Sempre precisando de um agradinho aqui e ali… sabe como é, né? Todo mundo precisa se sentir importante pelo menos uma vez na vida. E em campanhas, cada um de nós e todos nós ao mesmo tempo temos papel determinante e atuação decisiva sobre o destino dos nossos candidatos do coração(?!). Então, nos façam sentir especiais e nos respeitem como devemos ser respeitados! (sou super a favor de promessas, beijos e abraços calorosos em populares e todas aquelas outras coisinhas bacanas que ocorrem nessa época, inclusive dentaduras novas, se necessário!)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E entre candidatos e correligionários… hm, aqui a coisa fica quente… já que há que se agradar a todos e dar a eles a mesma importância exata no jogo pela tomada do poder. Senão alguém se magoa… e aí, bom, aí é hora de ir assuntar do outro lado, né? Às vezes pode ser que role alguma coisa interessante lá, ainda mais se houver informações em jogo. Que mal há em acender velas pra santos diferentes?… já que: pluralidade de santos = pluralidade de garantias. Ou não, se você for um péssimo agente duplo… mas vão acabar te perdoando. Porque as coisas são assim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porque nessa época somos todos mesquinhos, pequenos, interesseiros, egocêntricos. Humanos. Em demasia. E no mais, bem comum, república, democracia e quaisquer outros termos relacionados à política… são só termos dos quais ouvimos falar um dia, mas que não tem significado real. Pelo menos, são muito menos palpáveis que as vantagens que pretendemos e vamos obter. E também, não vence quem faz ou é melhor. Vence quem lida melhor… então mantenham-se sempre humanos. E boa sorte!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;… e pelo amor de meu deus, parem com esses jingles!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12609840-5749160691067091826?l=sordidassa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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