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		<title>SaudeBH.com - Artigos, saúde, serviços e qualidade de vida em BH</title>
		<description>Artigos, saúde, serviços e qualidade de vida em BH.</description>
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			<title>Barriga inchada pode ser índicio da síndrome do intestino irritável</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/4Si7VRcw3L8/243-barriga-inchada-pode-ser-indicio-da-sindrome-do-intestino-irritavel</link>
			<description>&lt;p&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/barriga-inchada.jpg" border="0" hspace="5" vspace="5" align="right" /&gt;&lt;em&gt;Sem causas descobertas pela medicina, distúrbio afeta principalmente as mulheres&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constipação ou diarreia minutos depois de comer, barriga inchada e cólicas são sinais da síndrome&lt;br /&gt;Constipação ou diarreia minutos depois de comer, barriga inchada e cólicas frequentes podem ser sinais da síndrome do intestino irritável. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O distúrbio funcional do tubo digestivo caracterizado também por dor abdominal, flatulência (gases) em excesso e sensação de que o intestino foi esvaziado por completo após a evacuação não tem causas ou lesões intestinais diretas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desta forma, seu diagnóstico é mais dificil de ser feito, muitas vezes realizado somente após a realização de outros exames, de acordo com a gastroenterologista Marilia Gaboardi, responsável pela Área Comunidade da Sociedade de Gastroenterologia de São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FJRUVutNY_m6lHM-DGVeXAlOhrY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FJRUVutNY_m6lHM-DGVeXAlOhrY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FJRUVutNY_m6lHM-DGVeXAlOhrY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FJRUVutNY_m6lHM-DGVeXAlOhrY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/4Si7VRcw3L8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 21:18:04 +0000</pubDate>
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			<title>Fotoproteção</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/32lXgK9-6Ok/242-fotoprotecao</link>
			<description>&lt;p&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/fotoprotecao.jpg" border="0" hspace="5" vspace="5" align="right" /&gt;&lt;em&gt;Proximidade do verão e radiação solar intensa reforçam a necessidade de cuidados com a fotoproteção&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sol emite radiações magnéticas classificadas  de acordo com seu comprimento de onda e cada uma tem um efeito diferente sobre a pele, dependendo da duração e intensidade da exposição. A fotoproteção tem como objetivo prevenir os danos relacionados a essa exposição solar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As radiações UVB incidem na epiderme e provocam queimaduras solares, os eritemas. Estas são as principais responsáveis pelas alterações celulares que predispõe ao câncer de pele e têm maior incidência no verão, especialmente entre às 10 e 16 horas. As radiações UVA, por sua vez, penetram profundamente na pele e são as responsáveis pelo fotoenvelhecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, é de extrema importância a utilização diária de protetores solares, que deve ser iniciada a partir dos seis meses de idade. O FDA classificou-os como “drogas que pretendem proteger a estrutura e função da pele humana contra danos causados pelo sol”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mFIoXXLW5GVkrFok7Gka7j8TjQg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mFIoXXLW5GVkrFok7Gka7j8TjQg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mFIoXXLW5GVkrFok7Gka7j8TjQg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mFIoXXLW5GVkrFok7Gka7j8TjQg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/32lXgK9-6Ok" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:42:07 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Mulher e a compulsão pelo consumo: causas e tratamento com florais</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/F3M0xYdObfE/241-mulher-e-a-compulsao-pelo-consumo-causas-e-tratamento-com-florais</link>
			<description>&lt;p&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/luciane-gerodetti.jpg" border="0" alt="Psicóloga Luciane Gerodetti" title="Psicóloga Luciane Gerodetti" width="250" align="right" /&gt;A compulsão pelo consumo de bolsas, roupas, sapatos, maquiagem é extremamente associada ao universo feminino. Filmes e personagens em novelas exploram bastante o estereótipo da mulher que gasta muito em compras e tratamentos, como a personagem Melissa, vivida por Christiane Torloni na novela “Caminho das Índias”, da TV Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que pode explicar essa compulsão ao consumismo? Como controlar os gastos, principalmente em época de crise econômica e a perspectiva de redução de renda? Como controlar o dinheiro e aprender a concretizar outros planos de vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicóloga, terapeuta floral e criadora do sistema Essências Florais da Chapada Diamantina, Luciane Gerodetti explica que o consumo é sempre reflexo de uma tentativa de autoexpressão. “A mulher compra uma roupa, bolsa ou sapato para se expressar, se colocar no mundo da maneira que ela julga adequada ou necessária, seja para os outros ou para si mesma”. Quando esse processo é realizado de forma equilibrada é extremamente sadio e positivo, podendo inclusive ser o reflexo de uma autotransformação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/18KB32JCTser7cyoxUIl4pDu1ag/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/18KB32JCTser7cyoxUIl4pDu1ag/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/18KB32JCTser7cyoxUIl4pDu1ag/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/18KB32JCTser7cyoxUIl4pDu1ag/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/F3M0xYdObfE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:56:22 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>A depressão no universo masculino</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/wvG5-j6LJOI/236-a-depressao-no-universo-masculino</link>
			<description>&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/depressao-masculina.jpg" border="0" hspace="5" vspace="5" align="right" /&gt;Eles relutam em admitir a doença e procurar tratamento. Por isso, são mais vulneráveis a desenvolver casos graves que podem culminar em dependência de drogas e até mesmo suicídio&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A depressão atinge o dobro de mulheres em relação aos homens, mas isso não torna esse indicativo menos grave para a ala masculina. Ao contrário, algumas características do comportamento masculino trazem índices preocupantes: eles demoram duas vezes mais a procurar ajuda médica e, quando chegam aos consultórios, muitas vezes a doença já está em estágio grave.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span"&gt;Isso se deve, principalmente, a três fatores: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;· biológico, uma vez que a testosterona (hormônio masculino conhecido como “o hormônio da interação social”), quando em níveis normais, protege as funções neurológicas e comportamentais. Ou seja, torna os homens mais resistentes aos altos e baixos emocionais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;· cultural: eles relutam em falar de sentimentos com amigos e familiares e procurar ajuda de um especialista (psicólogo ou psiquiatra); &lt;/div&gt;&lt;div&gt;· e ainda social, já que a depressão é considerada por algumas pessoas um sinônimo de fraqueza, o que é ainda mais grave para os homens, que sentem a masculinidade afetada quando chamados de fracos  --  consideram que isso é “coisa de mulher”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gC0YREbOB_QyleJTfihzrsRVpjQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gC0YREbOB_QyleJTfihzrsRVpjQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gC0YREbOB_QyleJTfihzrsRVpjQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gC0YREbOB_QyleJTfihzrsRVpjQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/wvG5-j6LJOI" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Fri, 22 May 2009 19:14:23 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Corrida contra gripe lota hospitais em BH</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/7U19mPqyPOs/234-corrida-contra-gripe-lota-hospitais-em-bh</link>
			<description>&lt;div&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/gripe-2.jpg" border="0" hspace="10" vspace="10" align="right" /&gt;Espirrar, tossir e assoar o nariz são práticas comuns nesta época do ano. Enquanto as temperaturas caem nas ruas, a do corpo aumenta. Surgem as febres, dores de cabeça e indisposições. Assim, as gripes e os resfriados tornam-se vilões da mudança de clima, e as vítimas, na maioria das vezes, são as crianças.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Basta uma visita rápida aos centros de saúde, unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais públicos ou particulares de Belo Horizonte para constatar que os pequenos são os pacientes da vez e representam um aumento de até 40% na demanda por consulta pediátrica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, de janeiro a maio, houve aumento de 30% a 60% nas UPAs em assistência às crianças com doenças respiratórias. De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, cerca de 180 pessoas (crianças, idosos e adultos) morreram no Brasil, em 2006, por causa da gripe e suas complicações. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQHdiZ9ocDrjsBhW88QapEY-NpI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQHdiZ9ocDrjsBhW88QapEY-NpI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQHdiZ9ocDrjsBhW88QapEY-NpI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQHdiZ9ocDrjsBhW88QapEY-NpI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/7U19mPqyPOs" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Wed, 20 May 2009 11:50:39 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Saiba tudo sobre a gripe suína</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/K9m5GWcHPyQ/229-saiba-tudo-sobre-a-gripe-suina</link>
			<description>&lt;div&gt;&lt;span style="font-style: italic" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #008000" class="Apple-style-span"&gt;Conheça os sintomas, como ocorre o contágio e como evitá-lo. Já há drogas capazes de combater o vírus, diz órgão americano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="480" height="392"&gt;&lt;param name="width" value="480" /&gt;&lt;param name="height" value="392" /&gt;&lt;param name="flashvars" value="midiaId=1014666&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" flashvars="midiaId=1014666&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A gripe suína uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7O-QM5q6IwIQSviUo111VURD0WU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7O-QM5q6IwIQSviUo111VURD0WU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7O-QM5q6IwIQSviUo111VURD0WU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7O-QM5q6IwIQSviUo111VURD0WU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/K9m5GWcHPyQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:33:12 +0000</pubDate>
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			<title>Depressão: a doença do afeto</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/5OlKDCT-gSI/222-depressao-a-doenca-do-afeto</link>
			<description>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/depressao-mulher-depressiva.jpg" border="0" alt="Mulher deprimida, depressão" title="A doença atinge mais as mulheres numa proporção de 2x1 em relação aos homens" align="right" /&gt;&lt;div&gt;Pode-se dizer que a depressão é um dos males da sociedade moderna. Essa doença, que altera a maneira como a pessoa vê o mundo, sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente disposição e prazer em viver, sempre existiu, mas com a mudança de conceitos e hábitos de vida fez com que se proliferasse mais intensamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estima-se que 121 milhões de pessoas ao redor do mundo estejam, neste momento, deprimidas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é a quarta causa global de incapacidade, sendo responsável pela metade das doenças mentais existentes no mundo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zEx5XSY3xOxvwmZ7sJ9iVK8SF2c/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zEx5XSY3xOxvwmZ7sJ9iVK8SF2c/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zEx5XSY3xOxvwmZ7sJ9iVK8SF2c/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zEx5XSY3xOxvwmZ7sJ9iVK8SF2c/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/5OlKDCT-gSI" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:11:34 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Câncer de intestino</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/PopZCoX5i24/216-cancer-de-intestino</link>
			<description>&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/sistema-digestorio.jpg" border="0" width="300" align="right" /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #008000" class="Apple-style-span"&gt;PREVENÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span"&gt;Por que se preocupar com o câncer de intestino?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O câncer de intestino, embora possa ser prevenido, é um dos cânceres mais frequentes no mundo. No Brasil, ele é o 4o. câncer mais diagnosticado. Segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional do Câncer), este tipo de câncer acometeu mais de 27 mil pessoas, em 2008, somente no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o seu diagnostico ocorre em fases iniciais, é frequentemente curável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vp8AqeHm1Atob87ONxEOX7K2DBE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vp8AqeHm1Atob87ONxEOX7K2DBE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vp8AqeHm1Atob87ONxEOX7K2DBE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vp8AqeHm1Atob87ONxEOX7K2DBE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/PopZCoX5i24" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 17:34:19 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Dormir bem tem se tornado um privilégio de poucos</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/tYR0TIsVjhw/214-dormir-bem-tem-se-tornado-um-privilegio-de-poucos</link>
			<description>&lt;div&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/dormir-bem-1.jpg" border="0" align="right" /&gt;A competitividade profissional, estresse, poluição sonora, obesidade e outros fatores têm aumentado as queixas de problemas relacionados ao sono. Os três principais distúrbios são insônia, roncos e apnéias. Há, no entanto, uma série de comportamentos que podem influenciar positivamente e melhorar a qualidade desse repouso tão necessário. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A insônia é o problema mais comum no mundo inteiro. É caracterizado pela dificuldade de dormir e manter o sono. Segundo Andréia Julião, neurofisiologista clínica integrante da Associação Brasileira do Sono, essa doença começa de forma situacional. “Algum problema grave desencadeia preocupações e gera dificuldade de dormir. Depois de algum tempo, a pessoa começa a se preocupar se vai conseguir dormir, o que é péssimo, e assim a insônia se torna crônica”, explica a especialista. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x17QYEa8Gq0g7z4X53SBxkVwEXI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x17QYEa8Gq0g7z4X53SBxkVwEXI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x17QYEa8Gq0g7z4X53SBxkVwEXI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x17QYEa8Gq0g7z4X53SBxkVwEXI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/tYR0TIsVjhw" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>frontpage</category>
			<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 12:46:45 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title>Tuberculose</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/saudebh/~3/gMarHMS66dE/213-tuberculose</link>
			<description>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;img class="caption" src="http://www.saudebh.com/3.0/images/stories/conteudo/tuberculose.jpg" border="0" align="right" /&gt;A tuberculose ainda é um problema de saúde pública no Brasil, segundo a OMS, a tuberculose apresenta-se atualmente como uma emergência mundial. Nos últimos anos, o Brasil tem registrado um coeficiente de incidência em torno de 50/100 mil habitantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entre os grupos com maior risco de adoecer por tuberculose está a população carcerária, que enfrenta nos presídios as condições favoráveis para a disseminação da doença, ou seja, aglomeração e precárias condições de higiene. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, há o crescente número de infectados pelo vírus da imunodeficiência humana, o HIV, contribuindo para o aumento dos casos de tuberculose.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A principal razão para o alto índice de doenças contagiosas nas prisões é a superlotação e, nesse aspecto, o Brasil com uma média de três presos por vaga, tem uma das maiores taxas do mundo, perdendo apenas para China e Bulgária (Reuters, 2001). Tal situação, observada em várias partes do país, constitui-se em ambiente propício à proliferação do M. tuberculosis, significando uma incidência supostamente maior do que na sociedade livre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f4B54Ckafq0kqf5VN-SN4jIlt1o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f4B54Ckafq0kqf5VN-SN4jIlt1o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f4B54Ckafq0kqf5VN-SN4jIlt1o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f4B54Ckafq0kqf5VN-SN4jIlt1o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/saudebh/~4/gMarHMS66dE" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 20:10:49 +0000</pubDate>
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