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			<title>Diários de músico: Sinais de Deus - A realidade de um dia de músico católico retratada</title>
			<description>21 de novembro de 2009... Eram 7:00 da manhã e já estou de pé. Isso pra um sábado é praticamente madrugada 
ainda. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Os ecos do ensaio da noite anterior ainda estavam pela cabeça. Pilhas de equipamento, ensaiar com bateria 
eletrônica e fones de ouvido...  Sim, é pouco barulho pra uma banda de rock, mas era necessário! O programa na 
rádio é feito num estúdio pequeno, sem a menor chance de usar bateria acústica. E como nosso som feito só com 
violão não tem a menor graça, era um esforço coletivo em prol do resultado!
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Equipamentos no carro e conferidos: baixo, teclado, suportes, controlador midi, notebook, placa de som, cabos... 
minha esposa me ajudando no aquecimento vocal no trajeto até a rádio. Aquele frio na barriga da estréia... daí fui 
lembrando de tudo que rolou desde o começo da banda... antes ainda! Quando encontrei o Herculano num ensaio 
pra acompanhar o cantor Jonny e a primeira semente do que viria a ser a Triduo foi plantada, depois a escolha do 
Anderson pra bateria, o primeiro ensaio, as primeiras composições...
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
As dificuldades de uma banda começando são imensas! E não importa quanto tempo você já tenha de estrada! 
Tudo é novo! Definir área de atuação, trabalhos paroquiais, missas, espiritualidade, participar ou não de algum 
movimento; além disso, se preocupar com a parte musical! Instrumentos, local de ensaio, equipamentos. Junto 
com isso, vem também a convivência com pessoas diferentes de você, que pensam e sentem diferente, cada um 
com seu temperamento. Entender as diferenças e aprender a amar os que estão com a gente é um exercício 
diário que merece atenção e melhoria constante! O tipo de investimento que vale a pena fazer: o retorno é 
sempre garantido! (risos)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Por isso acho que o mais importante é todos estarem olhando pra mesma direção. Não só musical, mas também 
de objetivos! Quem quer ter uma banda cristã pra ser reconhecido na rua, ganhar dinheiro ou fazer sucesso, 
melhor tentar entrar no Big Brother! Por outro lado, já vi muitas bandas patinarem ou andarem em círculos pelo 
simples fato das pessoas terem objetivos diferentes. Nobres, mas diferentes! O mesmo sentido, mas em direções 
diferentes, não leva a lugar nenhum!
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
É consenso geral que a música na nossa Igreja tem uma importância muito grande, mesmo que algumas pessoas 
não a reconheçam como ferramenta de evangelização! Muitas vezes essa pessoa é o próprio pároco, mas isso não 
pode ser uma barreira para nós. Existe carência, necessidade, mesmo nas situações aparentemente “mais 
simples”, como tocar numa missa de terça à noite, só para as senhoras que rezam o terço. Aliás, Deus me deu 
um “pedala” esses dias! Numa dessas missas, senti que essas senhoras estavam esperando a muito tempo uma 
“alma caridosa” pra tocar um violão que fosse! Cantaram, bateram palmas e depois nem disseram nada, mas o 
olhar delas me dizia: “Obrigado, meu filho!” Mal sabiam elas que quem agradeceu fui eu...
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Quando estamos atentos aos sinais de Deus, vamos percebendo as portas que Ele deixa abertas, as dicas pelo 
caminho com a direção para seguir. Descobrir onde devemos atuar é primordial! Onde nos agrada servir: porque 
é lá onde vamos servir melhor! Aí já não importa se será algo “grande” ou “pequeno”, porque tudo é essencial! É 
só começar e viver sua história! Sem cortar caminho, sem queimar etapas! Como diria o grande baterista: “Você 
não pega as baquetas a primeira vez pra tocar no Madison Square Garden! Você ensaia na garagem pra tocar 
primeiro no salão da igreja!”
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Fazer shows, gravar, excursionar pela Europa... nada disso vai acontecer ou fazer algum sentido se não 
começarmos do zero: aprender a tocar, praticar, ensaiar, compor... que seja no terço com familiares, na missa, 
ou num show pra 200 mil pessoas. Deus nos inspira, nós provemos a música e o povo, a audiência. Deus nem 
precisaria de nós, mas o faz para que tenhamos uma experiência verdadeira com Ele, e que compartilhemos isso 
com os outros através da nossa música!
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Ah! Sim... Fizemos o programa na rádio Nova Aliança aqui em Brasília. E foi muito gostoso de fazer! Clima de 
ensaio, divertido, depois de 5 minutos juntos já estávamos fazendo graça como sempre. O principal foi feito: 
mostramos o nosso trabalho, demos nosso recado, com humildade e autenticidade! Se tinha banda melhor pra 
estar lá? Tenho certeza que muitas e com muito mais tempo de estrada e mais qualidade que nós! Apenas 
estávamos atentos à porta que Deus nos abriu! Mas nós rezamos e trabalhamos todo dia para que mais portas se 
abram, não apenas para nós! Mas para todos que fazem um bom trabalho!
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nando Lima &lt;/b&gt;é baixista autodidata a 16 anos e já tocou em bandas de Brasília como a Javé Shalom e 
Shemah! Atualmente, além dos trabalhos com produção e arranjo, integra as bandas Triduo (rock progressivo 
católico), Balaio de Maria (MPB/Soul), Hollywood Band (hard rock/covers diversos) e Almost Beatles (tributo a 
Beatles).
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Email:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;a href="mailto:fernandoleema@gmail.com"&gt;fernandoleema@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; 
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Balaio de Maria:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;
&lt;a target="_blank" 
href="http://www.myspace.com/balaiodemaria"&gt;http://www.myspace.com/balaiodemaria&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Tríduo:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;a target="_blank" 
href="http://www.myspace.com/triduo"&gt;http://www.myspace.com/triduo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Myspace: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;a target="_blank" 
href="http://www.myspace.com/nandoleema"&gt;http://www.myspace.com/nandoleema&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hw8DK9B1XLDssMG8nEaIwzaKh1s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hw8DK9B1XLDssMG8nEaIwzaKh1s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hw8DK9B1XLDssMG8nEaIwzaKh1s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hw8DK9B1XLDssMG8nEaIwzaKh1s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/-J_K50ctBrU" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1465&amp;can=9&amp;sec=188</feedburner:origLink></item>
		<item>
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			<title>Gui Montanari X Paulinho de Jesus - Nosso guitarrista entrevista o guitarrista e arranjador da Canção Nova</title>
			<description>Hoje tenho a honra de entrevistar simplesmente um dos maiores e mais influentes guitarristas da música católica do Brasil, estou com nada mais e nada menos que o também arranjador Paulinho de Jesus.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Raio- X&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Nome Completo: &lt;/b&gt; Paulo Sergio Balbino de Jesus&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Nome Artístico: &lt;/b&gt;Paulinho de Jesus&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Nascimento: &lt;/b&gt; o8/ 01/1971 em Londrina – PR&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Idade: &lt;/b&gt; 38 anos&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Experiência musicais anteriores: &lt;/b&gt; Músico da noite. &lt;br&gt;
&lt;b&gt;Atividades musicais atuais: &lt;/b&gt; Tecnólogo em Produção fonográfica  na Canção Nova.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Quais são suas influências, como se apaixonou pela guita e como foi o caminho até a primeira banda? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Primeiramente é uma alegria poder partilhar com a galera um pouco da minha história.  Segundo, bondade sua dizer que sou uma influência, diante de tantos músicos católicos bons que temos e que vem se lançando nos dias de hoje. Quanto às minhas influencias, confesso que comecei a estudar tarde, mas vêm principalmente da musica mineira, pois quando cantava na noite eu sempre fui apaixonado por Lô Borges, Beto Guedes, Flavio Venturini, Toninho Horta, Milton Nascimento, etc. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Comecei a tocar violão muito cedo na igreja na vila onde eu morava em londrina, levado a tocar por causa de minhas tias que tocavam na igreja também, sempre me via grudado nelas enquanto a missa rolava, até que um dia minha tia Anésia hoje uma Irmã da caridade, me ensinou os primeiros acordes, eu tinha cinco anos nessa época. Depois ela foi pro convento e tive que me virar sozinho. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Aos onze anos fui largando a igreja aos poucos por causa do futebol “que sou apaixonado até hoje” treinei na escolinha do Londrina, e em alguns clubes do Paraná, até que aos quinze anos larguei tudo e fui trabalhar na loja de uma tia minha (risos - oooo dureza). Eu tinha meus amigos mais velhos da rua de casa que sempre me chamavam pra ir tocar um violão quando tinha uma dessas festinhas e foi numa dessas festinhas que conheci o Afonso que era baterista e me convidou pra tocar em sua banda “MUSICAL SOM LIVRE” (eita nóis). E foi daí que tudo começou...
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;E foi só abrindo caminho pra conhecer coisas novas... Uma influência puxa a outra... &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Isso mesmo, mas ainda nessa banda tive contato com outros instrumentos nos quais fui me identificando e criando gosto, a bateria por exemplo ao qual deixei de lado a guitarra durante alguns anos para tocar em duplas sertanejas da cidade  e em barzinhos onde comecei a conhecer as tais musica que havia falado..
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;E seus estudos no instrumento? Com quem você estudou e como anda sua rotina de estudos hoje? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Como eu disse anteriormente, sou autodidata, comecei a estudar tarde apenas para dar aulas e por não querer mais tocar na noite depois de ter sido tocado em vários encontros e por sentir essa necessidade de viver a minha musicalidade totalmente voltada para os meios de evangelização, não que eu condene músicos que tocam na noite e na igreja, muito pelo contrário, musico é musico e se a igreja não tem como acolher como vão sobreviver? Mas tudo é uma questão de tempo, quando somos realmente chamados, ousamos e largamos tudo, no tempo certo tudo acontece. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Ainda sobre meus estudos, não tenho uma rotina certinha, mas estudo harmonia, “no piano” e depois transponho as idéias e aberturas para guitarra, na área do instrumental, gosto de tirar os temas e montá-los todos no meu home Studio, instrumento por instrumento, isso também exercita meu ouvido e minha percepção. Depois disso, decoro os temas e em cima dos meus estudos aplico meus improvisos, é assim.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Qual a importância desses estudos para você e para qualquer músico que queira tocar bem? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
O Estudo é primordial para ser um bom musico, é preciso ter discernimento no que se ouve, mas é preciso escutar de tudo. Precisamos de influências, na área instrumental falando de guitarristas, eu curto muito Pat Metheny, Mike Stern, Pat Martino, Gurthie Govan, Scott Handerson. Você pode notar aí uma fusão de estilos, mas gosto de ouvir tudo. Tenho um acervo de musicas latinas, pois todos os anos vou a El Salvador, e tenho a oportunidade de estar com o Flavinho em vários países latino americanos e lá faço meu intercambio musical, ouço e gosto de tudo isso.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;E seus equipamentos, o que você anda usando? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Bom eu atualmente por questões praticas uso uma Brian Moore que é equipada de dois Hambuckers  e um single, mais um Piezzo na ponte, que me da aquele violão lindo que preciso (risos).  Meus efeitos Tb por uma questão de praticidade,uso um Pod X3, e em breve estará chegando minha ultima aquisição. Uma TomAnderson ano Hollow Drop Top ano 2000. Aguardem...
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Você é um entusiasta de instrumentos vintage e pedais analógicos? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Olha só, até gosto e ainda vou voltar ter meus pedaizinhos, tenho até alguns aqui,  mas agora com a chegada de meu primeiro filho(a)  tenho que priorizar outras coisas (risos) e ele(a) que vai curtir os vintages do pai.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Falando dos trabalhos antigos, poucos sabem, mas você produziu o primeiro trabalho solo de Walmir Alencar além de gravar diversos outros, assinou também muitos arranjos e produções. Como é a experiência de estúdio? Fale de suas seções de gravação e do seu tempo antes da Canção Nova. &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Então, na verdade a Canção Nova chegou primeiro que tudo em minha vida, pois já naquela época eu já estava ligado à comunidade lá em Cuiabá onde eu morei. Quanto ao Walmir, eu o conheci em lá mesmo, e depois de conviver e o entrevistar, pois na época eu trabalhava na Difusora (uma radio que a Canção Nova). Fui surpreendido com o convite dele para essa direção. Foi um presente, uma luta, uma experiência muito gratificante.  Nas Paulinas eu tive um contato com profissionais da área conheci o Malaquias tremendo homem de Deus e músico (arranjador da Ziza Fernandes) que me direcionou para um estudo mais aprofundado.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Como você pensa no arranjo e como desenvolve a musica para que seja a cara de quem a canta? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Eu prezo muito pelo carisma de quem trabalho, gosto de conhecer saber da vida da personalidade da caminhada e eu realmente me envolvo muito com as pessoas as quais estou trabalhando. O fato do trabalho ficar com a cara do artista é que eu me despojo e meus gostos pessoais e do que eu acho que seria o melhor para mim, e penso no que seria o melhor para o trabalho e para a proposta de quem está me confiando o seu ministério.
   &lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Como foi produzir os discos do Monsenhor Jonas, Nelsinho Corrêa e Flavinho? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Todos dão muito trabalho, a gente quer acertar, entrar na alma do cantor, às vezes acertamos, às vezes erramos, e Deus nos molda muito através disso. O Cd Só pra você foi um presente de Deus para mim, assim como o cd do diácono (Nelsinho Corrêa) e os trabalhos que faço para o Flavinho, inclusive fico feliz quando ele me apresenta como seu produtor porque sei o quanto ele confia em mim (referindo-se ao Flavinho), acho que o segredo para agente começar a acertar um trabalho é entender e conhecer o que o cantor ou cantora não gostam em termos de arranjos daí em diante é orar e experimentar o Espírito Santo em você e na sua musica.  
  &lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;O CD do Monsenhor Jonas teve duas etapas, ao vivo e estúdio. Ao fundo de algumas partes dá pra se ouvir captação de instrumentos, solos e outros detalhes que acabaram não indo pra versão final. Conta um pouco desse desafio que foi gravar um CD ao vivo em condições não tão boas? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Esse Cd não era para ser vendido, ele era um presente do Monsenhor para os filhos da comunidade, mas o resultado ficou melhor que o esperado na opinião do DAVI (departamento de áudio-visual da Canção Nova) e os caras resolveram comercializar. As condições nem foram tão boas assim, mas agente deu um jeitinho de melhorar, é o milagre da tecnologia. (risos)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Como foi o processo de entrada na Canção Nova e como foi o convite para fazer parte dos arranjadores do estúdio? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Em 2004 vim gravar um cd que estava produzindo para o Paulão e Lu da Comunidade Aliança de Misericórdia do Pe. Antonelo. Chegando aqui, eu ia para os acampamentos e lá o Dunga me viu e me convidou para estar no palco com eles sempre que eu pudesse, então como fiquei aqui e fui ficando, participava, ia tocando, mas eu tinha a minha vida lá em Cuiabá e não tinha a menor intenção de mudar de lá. Mas Deus é Deus! Em um desses encontros com o Pe. Degrandes, fui tocado e larguei tudo, me lembro que em prantos falava pra Deus, “Senhor, eu não sou mais um menino pra começar uma vida toda de novo”, nessa hora, tinha vários cadeirantes (portadores de deficiência física) e pessoas de muletas no palco e o padre orando por eles, então uma senhora que chegou mancando largou a muleta e saiu andando sem mancar e Deus me disse, “você ainda acha que está velho pra dar um passo até mim?”, aí eu desabei. No outro dia, vi o Dunga na chácara e ele veio até mim e falou. “Que regaço Deus fez ontem em?” E eu disse, to vindo embora Dunga, ele falou é mesmo? Ta vindo trabalhar na Codimuc? Eu respondi- eu num sei onde vou trabalhar, virei as costas e no mesmo dia fui procurar casa pra alugar, e de resto você já sabe, mais tarde vim embora e recebi a proposta pra trabalhar no estúdio onde o Flavinho era o diretor, no final do ano fui remanejado para o TI (Tecnologia e Informática) na CN.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Como é a sua vida na Canção Nova? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Sou um privilegiado, trabalho aqui na Canção Nova, estou feliz no setor onde me encontro, pois vejo frutos de meu ministério atingir a tanta gente. Você pode acompanhar pelos salmos dominicais que hoje é um dos conteúdos mais acessados da Canção Nova. E outros também como os jingles e trilhas que estão recheando a TV através de nossa Agência de publicidade. É muito bom fazer o que se gosta, e ainda melhor fazer pra Deus.  Faço shows pelo Brasil e fora dele com o Flavinho, às vezes quando a agenda permite, faço show com outros cantores também. Tenho um projeto para o ano que vem de sair fazendo Workshops e testemunhar as graças de Deus em minha vida,  partilhar o pouco que sei e deixar Deus curar através de meu ministério.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Como você vê a música católica hoje em relação aos músicos e a polêmica da profissionalização? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Esse assunto é complicado, não quero levantar polêmica aqui, mas também não sou nada político. A música católica vem melhorando sim, os músicos estão buscando informação, tal, mas acho que não podemos perder o foco. Tenho sempre guardada em meu coração, uma frase do Padre Zezinho, estávamos sentados em uma sala nas Paulinas e o assunto era um certo cantor da época que estava em ascensão e ele disse “Uma coisa é o marketing e outra coisa é o anúncio”, isso ficou em minha cabeça e nunca mais saiu. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Tem muita gente nova e boa por aí, o que você está vendo de bacana neste novo cenário? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Olha, eu gosto muito do Nando Mendes, tem conteúdo, reza, canta bem, sabe o que quer numa canção tem percepção, ministra muito bem e suas musicas são maravilhosas um disco que vale apena ouvir, quanto a músicos, cara eu gosto demais do Maércio, e de um outro guitarrista da Adriana que inclusive está no DVD tocando junto, não lembro o nome dele mas o cara tem uma digitação simplesmente perfeita muito bom.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Deixe um recado final para os nossos amigos do Sacra!!! &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Galera continue prestigiando esse espaço, divulgue, evangelize, e ao ser perseguido louve porque é sinal de que você ta incomodando o “encardido” e ele quer minar os desígnios de Deus em sua vida. Fiquem com Deus e foi um grande prazer estar aqui com vocês.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Acesse também:
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="mailto: paulinho_jesus@yahoo.com.br "&gt;E-mail Paulinho de Jesus&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Contato para produções, shows, Freelancers, workshops, arrajos:&lt;br/&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.guilhermemontanari.cjb.net" rel="nofollow external"&gt;Site oficial Guilherme Montanari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="mailto:guilherme@sacramusic.com"&gt;E-mail Guilherme Montanari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gInGsRbJcBX4qRKFlofUthwHSsQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gInGsRbJcBX4qRKFlofUthwHSsQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gInGsRbJcBX4qRKFlofUthwHSsQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gInGsRbJcBX4qRKFlofUthwHSsQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/iPGvhCvgVxY" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
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			<title>Que música devo tocar? - Dicas para acertar na escolha das músicas</title>
			<description>&lt;i&gt;“Bendizei, povos, ao nosso Deus, e fazei ouvir a voz do seu louvor” Salmo 66,8&lt;/i&gt;
 &lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;PERGUNTANDO AO ESPÍRITO SANTO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Escolher as canções que vamos usar nos grupos e celebrações eucarísticas é como escolher com que espada 
lutaremos. Não podemos ser negligentes com nosso ministério e escolher essa ou aquela música por que o povo 
gosta, sabe a letra, tem gestinho que o povo já conhece, está na moda. Não podem ser esses nossos critérios de 
escolha. Devemos parar e perguntar ao Espírito: “Que músicas o povo que vem aqui hoje precisa, Senhor, a 
começar de mim?”
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
 &lt;b&gt;O MOTIVO DO LOUVOR INICIAL&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Já vi o mover de Deus se manifestar poderosamente no “aleluia, aleluia” de “A alegria está no coração” e já vi o 
Senhor não fazer nada também quando cantamos essa mesma música. O problema não está na canção, está em 
nós. Escolhemos, muitas vezes, a música que dá certo e não a que é certa. Não damos valor ao louvor inicial do 
grupo. Esquecemos que o Senhor é atraído pelo louvor. Não cantamos músicas animadas para o povo ficar feliz, 
ou se confraternizar, isso é fruto, conseqüência. O Louvor inicial de nossos encontros é para atrair o coração de 
Deus. Para que a alegria da Sua Presença se faça real em nossas vidas. 
 &lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;PROFUNDIDADE DAS LETRAS&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Certa vez, em preparação para um carnaval, decidimos fazer um livrinho para os cantores do ministério com as 
letras das músicas que poderíamos usar no encontro que tocaríamos. Quando comecei a escrever as letras 
percebi que não prestava atenção nelas. Cantava no impulso, minha cabeça já as sabia, então quase não 
prestava atenção em quanta riqueza havia em cada uma delas. Uma canção muito antiga que me chamou a 
atenção foi “Senhor, me queima com a brasa do altar!”. Lembro que até rimos disso durante um tempo, sobre 
nossa desatenção. Essa música foi transformada pelo Espírito em mim, quando parei para ver que pedimos a 
mesma unção de purificação que Deus deu a Isaías: a brasa do altar que nos toca.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
 Esse é um exemplo de muitos. Precisamos dar atenção ao que cantamos, desde a primeira música até a ultima, 
por que não é a música em si que cura e toca, mas o que ela traz, a unção em sua letra e melodia precisam estar 
presentes e não estão quando não estamos conscientes do que estamos fazendo. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;MINISTRAR A MÚSICA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Como estar consciente? Primeiro, perguntando ao Senhor quais canções devemos cantar. Segundo, perguntando 
ao Senhor que direção Ele quer com cada uma delas. O mover de Deus é sempre novo, sempre revela algo mais 
do que nos parece tão comum. Há uma canção no nosso Cd –Eu e Tu- que se chama “No louvor”. Quando compus 
esta canção minha visão foi da liberdade que podemos ter diante do Deus que rasgou o véu. A letra da canção 
fala: “ Posso cantar ao Deus da minha Salvação. Cantar em adoração. Cantar e deixar a Presença de Deus 
encher este lugar.” Sempre ministrei neste sentido, pois havia sido essa a direção que o Senhor tinha me dado. 
Mas um dia, em meu quarto, estava me sentindo acusada pelo inimigo de Deus, que me dizia: “Você não pode 
fazer nada! Você não pode mudar essa realidade que lhe angustia!”. Lembro que o Espírito me inspirou a colocar o 
cd pra ouvir e orar. Quando chegou nessa canção Ele me disse: “Você pode sim! Você cantar, dançar, pular, 
louvar, sorrir e deixar a Presença de Deus encher este lugar e transformar toda realidade! Enquanto você louva, 
Ele age!”. O refrão da canção é justamente isso: “ No louvor Ele age, Sua mão se levante em favor dos que estão 
em Sua Presença de coração!”. O Senhor me deu um outro direcionamento, que tenho usado em nossas 
ministrações, quando Ele inspira: somos vencedores quando louvamos a Deus! Nisso aprendi a parar sobre as 
canções e meditar sobre suas letras, pedindo ao Senhor que renove meu olhar sobre o que para mim se tornou 
comum. Ainda espero novos direcionamentos para esta mesma canção e sei que o Senhor dará.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;CANÇÕES AMULETOS &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
É muito triste quando vemos algumas canções maravilhosas virarem amuletos, cartas certeiras para certo tipo de 
situações. “O povo não está demonstrando o que está sentindo? Toca “aquela” música, tenho certeza que todo 
mundo vai chorar!”. É ridícula a manipulação que tentamos fazer com a unção de Deus. Mas não dá certo. O 
Senhor quer nos dar profundidade e isso só conseguimos quando estamos no Senhor. Quando ouvimos as 
inspirações do Espírito e as seguimos, mesmo que não entendamos, mas a obediência traz o mover de Deus. 
Certa vez, já havíamos escolhido todas as canções que tocaríamos num encontro só para mulheres, fizemos um 
encadernado das cifras, arranjos vocais e tudo mais,  mas na hora  de uma pregação o Senhor nos inspirou uma 
outra canção, que não estava nos nossos planos, nem havíamos levado cifra dela. Lembro que a Isaura, uma de 
nossas cantoras, me disse: Se Deus mandou vamos cantar, vou sentar aí e tirar a cifra. E vimos a graça de Deus 
ser derramada. Pessoas que até aquele momento não se abriram ao Espírito, pela canção conseguiram abrir seus 
corações e experimentar o Amor de Deus.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;MINISTRANDO SOB A VONTADE DE DEUS&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Ele é o Médico, sabe o remédio certo para cada um de nós. Nós somos apenas os enfermeiros que recebem 
ordens e ministram o remédio. Precisamos estar atentos para que ministremos do jeito certo, o remédio certo. Se 
não, acabamos nos fazendo de médicos e dando ao nosso povo o remédio que nós, em nossa vã sabedoria, 
achamos ser o melhor. Estejamos atentos ao mover de Deus e ao novo olhar que Ele deseja nos dar.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;i&gt;Mais sobre Carol Carolo, acesse:&lt;br&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EWifwrPrKwPU3lic6oo5GMe6w1E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EWifwrPrKwPU3lic6oo5GMe6w1E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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			<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1438&amp;can=9&amp;sec=152</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1427&amp;can=9&amp;sec=141</guid>
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			<title>Ministrando o louvor - Quatro pontos essenciais para quem ministra louvor</title>
			<description>Estar à frente de um povo, sendo canal de benção e direção de Deus é uma missão para o servo do Senhor, que não pode ser levada de forma irresponsável. Além de elevar o próprio louvor ao Senhor, o ministro precisa se preocupar em ajudar aos que estão com ele a também louvarem. É importante que a ministração não seja vista como “animação”, como mero preenchimento de espaço. Cada palavra que sai de nossa boca tem seu efeito na vida das pessoas que se confiam ao nosso ministério. É preciso empenho, fora do altar, púlpito, palco, para que, quando estivermos nele, possamos estar mais abertos à graça de Deus. Sem dúvida, o Senhor não deixa de agir, por que não estamos preparados, mas quando nos dispomos à preparação estamos mais ligados na vontade de Deus e Ele pode agir mais através de nós. Algumas realidades, ao meu julgar, são indispensáveis, para aquele que deseja realmente ser um ministro de louvor segundo o coração de Deus.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;INTIMIDADE COM DEUS&lt;/b&gt; &lt;br&gt;
Não há como servir a Deus sem conhecê-Lo. Não há como falar Dele, sem saber sobre Ele. A amizade com Deus nos traz a segurança de que Ele estará conosco, que cuidará de tudo. Quando não estamos em unidade com o Senhor sentimos como que se a ministração saísse de nós e não Dele, e sabemos que não temos poder algum, e acabamos querendo forçar Deus a fazer algo pelo nosso falatório, ganhar a graça pela oratória, mas isso o Senhor não faz. Ele não se deixa impressionar pelas palavras, mas pelo coração.   Quanto mais próximos do Senhor estamos mais Ele aparece e nós diminuímos, mais Ele opera em nosso favor. Quando buscamos de coração a intimidade com o Senhor, Ele se revela a nós, revela sua vontade para nossas vidas e para a vida dos que estão adorando a Ele conosco.  Aí sim, nós no Senhor somos uma potência. O Senhor faz da nossa boa oratória um instrumento cheio de unção, mas se estivermos em comunhão com Ele, senão serão palavras soltas e inférteis.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS&lt;/b&gt; &lt;br&gt;
A Bíblia é como o manual de vida nos dado por Deus. Tudo que precisamos saber para sermos fiéis ao Seu chamado está nela. É uma forma de estarmos também unidos ao Senhor. Lendo Sua Palavra, conhecemos sua vontade, aprendemos Dele como agir, como fazer, o que fazer, como agradar Seu coração. Aprendemos com a história do povo de Deus como ser também desse povo.  Quanto mais lemos a Palavra de Deus, mais somos conformados segundo a mentalidade de Cristo, mais enraizamos as verdades do céu em nós e, como sabemos, mais falaremos das coisas celestes, pois a boca fala do que o coração está cheio. Assim, o Espírito Santo poderá inspirar em nós caminhos bíblicos para a ministração. A Palavra diz: “O Espírito vos recordará de todas as coisas”, então é preciso que tenhamos o que ser recordados. Nossa vida precisa ser norteada pela Palavra de Deus, não podemos ser duplos, uma vida ministerial e outra quando não estamos ministrando e isso só aprendemos na Palavra. Lendo-a se faz parte de nós e transforma nosso viver.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;EMPENHO MINISTERIAL&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
O empenho ministerial é aquele tempo que dispensamos para aprender mais do nosso instrumento (se tocamos), mais sobre técnica vocal (se cantamos), é o tempo que dispensamos em aprender mais canções, em tocar e cantar as que sabemos melhor. É também o tempo que tiramos para ler livros, artigos sobre nosso ministério, testemunhos de outros ministros, mais experientes que nós. É o tempo que tiramos para orar por nosso ministério, por aqueles que fazem parte dele conosco. O Senhor é digno de um louvor com excelência e só podemos dar isso a ele se nos empenhamos. É como a parábola dos talentos: o Senhor nos dá o talento, há pessoas que já nasceram com uma voz boa, por exemplo, mas que se não se empenharem em progredir vão acabar enterrando esse talento, o que não agrada ao Senhor.  Deus deseja ver seus filhos multiplicando os dons que Ele deu. Esse tempo que reservamos para o nosso ministério reflete como liberdade quando estamos ministrando. Se sabemos as canções, as letras, se estamos confiantes ao cantar, confiantes pelos testemunhos e formação que fizemos e lemos, podemos ficar mais atentos ao mover de Deus e menos em nós mesmos. Se eu não estudo a música, sua letra e melodia, fundamento bíblico-cristão, se não confio na minha técnica musical fico presa demais em mim mesma, para que não erre, não passe vergonha, mas o que deixo passar é a graça de Deus.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;SABER SOBRE O LUGAR E SOBRE O POVO&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 
Outra realidade que julgo precisarmos estar atentos é saber sobre o lugar e o povo que estamos ministrando. É muita arrogância do ministro achar que somente ele tem algo a oferecer ao povo, quando na verdade, cada lugar com sua história e experiência de Deus  é quem vai direcionar a ministração. O Senhor é conhecedor de todos e de tudo, sabe sobre cada lugar onde nossos pés pisarem, mas nós também, por amor a esse povo, precisamos saber. Cada lugar é precioso aos olhos do Senhor e quando procuramos saber sobre a história e a realidade de algum lugar também somos tomados pelo amor que o Senhor tem por eles. Nos tornamos mais próximos e assim temos maior abertura e confiança daqueles que oram conosco e , assim, maior abertura à graça do Senhor.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Que esse possa ser nosso começo, nosso ponto de partida: buscar dia após dia estar diante de Deus, ler sua Palavra, ouvir a Sua voz, nos empenharmos em dar um louvor com excelência ao nosso Deus e amar, amar a todos que o Senhor colocar em nossos caminhos. Tudo isso, claro, com a ajuda do Espírito Santo, aquele que opera todas as coisas em nós.


&lt;br&gt;&lt;br&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7SGm6RTfMSaOcv7jG8StWOsDgAU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7SGm6RTfMSaOcv7jG8StWOsDgAU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1427&amp;can=9&amp;sec=141</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1415&amp;can=9&amp;sec=152</guid>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/sacramusic/cm/~3/z4bzv9Tdcl8/leitor.asp</link>
			<title>Artista principal ou coadjuvante? - Uma reflexão sobre a identidade do músico católico</title>
			<description>O que é ser artista principal ou coadjuvante? no dicionário o real 
significado dessas palavras é: &lt;br&gt;
- Principal significa ser o primeiro, o mais considerado, o mais importante, 
fundamental, essencial.&lt;br&gt;
- Coadjuvante vem do verbo coadjuvar, que significa ajudar a outrem, trabalhar 
com, colaborar no intuito comum.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quando nos colocamos ao serviço da evangelização, devemos sempre nos lembrar que 
o artista principal deve ser Deus. Ele deve ser O primeiro, O mais importante, O 
essencial, nós devemos ser apenas coadjuvantes, instrumentos de evangelização, 
devemos pensar sobre a responsabilidade que temos aos assumirmos nossa 
verdadeira missão, a qual fomos chamados, se estivermos preocupados com as 
glórias, fama, reconhecimentos ou dinheiro, com certeza estaremos no caminho 
errado. Vejam o que o Papa João Paulo II nos fala sobre isso na Carta aos 
Artistas: &lt;i&gt;“A vocação diferente de cada artista, ao mesmo tempo que determina 
o âmbito do seu serviço, indica também as tarefas que deve assumir, o trabalho 
duro a que tem de sujeitar-se, a responsabilidade que deve enfrentar. Um 
artista, consciente de tudo isto, sabe também que deve atuar sem deixar-se 
dominar pela busca duma glória efêmera ou pela ânsia de uma popularidade fácil, 
e menos ainda pelo cálculo do possível ganho pessoal. Há, portanto, uma ética ou 
melhor uma «espiritualidade» do serviço artístico, que a seu modo contribui para 
a vida e o renascimento do povo. A isto mesmo parece querer aludir Cyprian 
Norwid, quando afirma: «A beleza é para dar entusiasmo ao trabalho, o trabalho 
para ressurgir. »”&lt;/i&gt;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No II Encontro Nacional da Equipes de Nossa Senhora, realizado em Florianópolis 
(SC), o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa disse em uma palestra  
uma coisa que me marcou muito, “Grandes atores e atrizes fazem o 
público rir e chorar com muita facilidade, e isso não quer dizer que eles 
acreditem piamente naquilo que estão interpretando”. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Devemos ter o cuidado de não nos tornarmos apenas artistas, que fazem as pessoas 
se emocionarem, mas em nosso íntimo, não acreditarmos e vivermos aquilo que 
proporcionamos aos outros, vale lembrar aquilo que Jesus nos diz no evangelho de 
(Mateus 7, 22-23) &lt;i&gt;“Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos 
nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos 
muitos milagres? E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de 
mim, operários maus!” &lt;/i&gt;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Recomendo a todos os artistas que leiam a carta que o Papa João Paulo II nos 
escreveu, tenho a certeza que vai acrescentar muito em suas vidas. Para quem 
deseja realmente ser um artista coadjuvante, deixando o papel principal para 
Deus, busque sempre o fortalecimento espiritual nos sacramentos, em especial, na 
Eucaristia, na constante oração, sempre que possível, com os joelhos no chão, 
reconhecendo a nossa miséria diante do nosso Criador. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Leia na íntegra a &lt;b&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/letters/documents/hf_jp-ii_let_23041999_artists_po.html"&gt;
Carta do Papa João Paulo II aos artistas (1999)&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Rogério Aquino&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; é cantor, compositor e vocalista da banda Ecclesis
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IxfBlHwd4FKNnTgvi5jYGT4jk98/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IxfBlHwd4FKNnTgvi5jYGT4jk98/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IxfBlHwd4FKNnTgvi5jYGT4jk98/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IxfBlHwd4FKNnTgvi5jYGT4jk98/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/z4bzv9Tdcl8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1415&amp;can=9&amp;sec=152</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1403&amp;can=9&amp;sec=135</guid>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/sacramusic/cm/~3/ZzbohhAB5Dg/leitor.asp</link>
			<title>Texturas de overdrive - TC da Sancti fala sobre timbres</title>
			<description>Este é um assunto de suma importância para nós instrumentistas de banda, estúdio, etc, o timbre!
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Os efeitos de Distorção são extremamente difundidos entre padrões de Ampli, Rack, Pedaleiras e Pedais.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
No caso da Sancti resolvi usar pedais analógicos trabalhando na idéia de “Pressão Sonora”, pois afinal, a quantidade de Ganho do Drive  não é corresponde ao “Peso Sonoro” que tantas vezes procuramos. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Quando estamos estudando com volume baixo é normal zerarmos os médios do ampli para que graves/ agudos se tornem, de certa maneira mais presentes, entretanto este é um dos maiores erros de todo guitarrista, onde se perde a verdadeira frequência deste instrumento - Os médios.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;OS PEDAIS DE MEU SET DE DRIVE SÃO: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Fulltone OCD&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; - Alimentado com 18v, com pouco Ganho, bastante Volume e ênfase nos Equalização de Médios para a textura final do Drive.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;MXR Equalizer&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; - Como Booster antes do OCD com acentuação de  até 9dbs (decibéis) nas frequências: 300Hz, 1,6kHz e 3.2kHz (faixa central do som da Guitarra).
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Fulltone Overdrive RTO&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; - Este pedal uso no início deste set,  é um Overdrive fraco, mas com muita identidade e uma gigantesca gama de harmônicos, dando intensidade à guitarra.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Rocktron Nitro Booster&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; – este é colocado ao final de todo o set e é um Booster que acentua médios,  diferente de outros pedais do estilo, este modifica levemente o som final produzido anteriormente pelos 3 pedais em série, acentua para cima e dá uma grande abertura para timbres de Solo.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Desta forma é possível ter uma massa sonora consistente e versátil ao ponto de sair do Drive para o Clean com apenas uma redução de volume no knob do instrumento, pois o potenciômetro de toda guitarra tem função gradativa e é dinâmico quando lhe atribuímos este fim. Como no set citado acima usa-se pouco “Ganho de Drive” e mais “Volume Natural” isso se torna possível.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Fé no Rock’n Roll&lt;br&gt;
TC - Sancti
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nQogqhjo2vSuCMHXeIj59ifU1oQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nQogqhjo2vSuCMHXeIj59ifU1oQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nQogqhjo2vSuCMHXeIj59ifU1oQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nQogqhjo2vSuCMHXeIj59ifU1oQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/ZzbohhAB5Dg" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1403&amp;can=9&amp;sec=135</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1379&amp;can=9&amp;sec=152</guid>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/sacramusic/cm/~3/DmcOSnJORX4/leitor.asp</link>
			<title>Falta de identidade - A diferença entre influência e cópia</title>
			<description>Estava eu assistindo televisão em casa, procurando algo diferente, algo novo algo que me desse ânimo quando me deparei, em uma das emissoras católicas que pegam em casa, com um rosto novo, uma pessoas desconhecida cantando o que parecia uma música de louvor. Pensei comigo mesmo, vou assistir, conhecer o trabalho, pois uma das coisas que mais gosto de fazer é procurar novos sons, outros sons, outra música que me faça sentir bem, coisas que meus ouvidos aprovem como inovadores e autênticos. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Após assistir mais da metade do programa e tendo o visto cantar muito, fiquei realmente frustrado, um sentimento que tenho passado com muita frequência em nosso meio católico, pois nessa minha busca maluca por coisas diferentes ou pelo menos autenticas, tenho encontrado muita "imitação". 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Vou explicar meu ponto de vista, imagine o seguinte fato, você tem a opção de comprar um aparelho de mp3, e com o mesmo preço estão a venda o Ipod, e um mp3 coreano. A pergunta seria, o original ou a imitação coreana? Entre tantas outras comparações que eu possa citar, a resposta seria sempre a mesma, eu fico com o original. Levante a mão ai quem não concorda comigo. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Pois é, lembro-me também quando eu cursava minha faculdade de música, e mais particularmente as aulas de pratica em conjunto onde meu professor sempre falava a todos, mas em especial aos cantores, para de imitar o autor, você é um intérprete, interprete. Ou seja, de a sua versão para aquela música. O mesmo leio inclusive em revistas especializadas para guitarristas, baixistas, bateristas, sempre alguém dizendo não copie fulano, seja você mesmo. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Trazendo estes exemplos para o nosso raciocínio, quando tocamos, cantamos ou recitamos a obra de alguém, podemos e devemos não imitar o autor, mas sim dar nossa cara, em nosso caso a canção, não apenas ser uma repetição, reproduzir fielmente, copiar, mas darmos sentimento, verdade, e fidelidade a nossas ações, tanto cantando, quanto tocando. Precisamos transmitir a verdade de nossos corações, e não do coração dos outros, o coração dos que pregaram bonito na TV ou no grupo de oração. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
E em nossos pensamentos ainda ouso em ir mais além, em nossa própria música precisamos passar nossa verdade, em arranjos, vozes, solos, enfim, em tudo. Vejo muito hoje em dia, músicos buscando arranjos parecidos, entre si e parecidos com os da Canção Nova, ou Ziza, ou Walmir Alencar. Pessoal, mais uma vez, vocês preferem o original ou a copia? Conter influência significa ter traços e não ser igual a certas pessoas. Hoje recebemos muitos trabalhos que lembram muito Dunga, Anjos de Resgate, Vida Reluz e Walmir Alencar, Eterna, ou até mesmo muitas coisas evangélicas, mas pouca coisa com a cara realmente dos artistas que as mandam. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Estamos vivenciando uma época de entre safra, uma época onde pouca coisa tem realmente identidade, poucos tem a coragem mostrar a cara, e entram com uma máscara com o rosto das pessoas ou grupos que citei acima, achando que assim seriam mais agradáveis ou até mais reconhecidas. Mesmo que não enxergam isso no fundo se espelham tanto em algumas pessoas que passam a se confundir com o reflexo. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Personalidade vai muito além do que roupas o tipo de voz, mas entra por atitude, arranjos, timbres. Quantas e quantas músicas por ai começam iguais, com arranjos bons mais que lembram muito outros artistas, quantas vozes lembram outros cantores, até músicas que lembram outras. Galera, vamos melhorar a qualidade da música católica e expandir horizontes, não fiquemos presos a "modismos" da música secular, ou a "mesmice" da música evangélica, mas sim sejamos fiéis ao que a música pede, ao novo que chama e a qualidade que clama.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Contato para produções, shows, Freelancers, workshops, arrajos:&lt;br/&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.guilhermemontanari.cjb.net" rel="nofollow external"&gt;Site oficial Guilherme Montanari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="mailto:guilherme@sacramusic.com"&gt;E-mail Guilherme Montanari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
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			<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1379&amp;can=9&amp;sec=152</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1356&amp;can=9&amp;sec=152</guid>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/sacramusic/cm/~3/qGQGFnSwDIQ/leitor.asp</link>
			<title>Venda ou sustento? - Cobrar ou não pelo trabalho de músico católico?</title>
			<description>Nessa semana, aqui no SacraMusic, uma notícia me espantou muito com o titulo de "Prostituição de Ministério". Ao ler seu conteúdo fui diretamente ao vídeo ver e ouvir dos lábios do próprio Padre Cleidimar algo que não acreditei, sim realmente ele me chamou de "prostituto" no sentido de que se ponho preço em meu trabalho de músico estaria supostamente me prostituindo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Nas palavras do padre: &lt;i&gt;"... vender o seu ministério, ou seja, o Dom que Deus nos dá, não é pra ser vendido, Não é? Agente faz, faz, doando aquilo que eu recebo de graça, de graça eu dou e Deus vai me compensar com a forma dele, e não é o, não é, não é impondo e colocando um preço por causa do meu ministério, isso é prostituição.. &lt;/i&gt;." &lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a target="_blank" href=" http://www.youtube.com/watch?v=mLj9304L-so" rel="nofollow external"&gt; (assista o vídeo) &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Bom vamos com calma, primeiramente resolvi colocar toda a frase para que não aconteça qualquer duvida sobre o assunto, vou expor a minha visão do assunto, respeitando absolutamente a visão do Padre mas discordando em quase tudo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Inicialmente gostaria de dizer que sou musico profissional, ou seja, dou aulas, faço shows, workshops e afins, se não cobrar por determinadas coisas sem duvida não sustentarei minha família, quero dizer, se não colocar preço em shows que faço como Freelancer, ou não colocar preço para os artistas com quem seu SIDEMAN simplesmente viveria em baixo da ponte sem possibilidade inclusive de escrever estas mal fadadas e tortas linhas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Vamos abranger um pouco mais o assunto com outras informações, alguém já ligou pra pedir um show na Canção Nova, mas que o pagamento do show fosse a providência da qual o Padre fala no vídeo? Sabe qual seria a resposta? A Canção Nova não pode oferecer a qualidade que tem sem pagar aos profissionais envolvidos, no caso do show, músicos, técnicos e outros, mesmo que o próprio ministro não receba.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Estava falando ao meu pároco esses dias, que eu nunca, e em hipótese alguma, cobraria para tocar em missas, seria completamente insano que me submetesse a isso. Isso sim seria submeter o Dom de Deus a venda e não chamaria de "prostituição" mas de comercialização, pois se não posso doar meu Dom em favor de minha comunidade, então que cristão eu seria? Mas muito diferente quando missão de evangelização e profissão se misturam. Alguns exemplos mostram que não apenas na comunidade mas em todo o mundo precisamos de missionários, mas esses missionários muitas vezes tem que viver sem respaldo de ninguém e para piorar tem que sustentar família. Porque não posso aliar a evangelização com o trabalho, pois assim poderia me dedicar em tempo integral a isso e não apenas uma parte do meu dia. Isso também é colocar Deus a frente, isso é colocar Deus no foco da sua vida. Concordo que não precisamos colocar preços inacreditáveis para que se faça um show ou comparecimento público, mas o suficiente para que todos que estão envolvidos no trabalho de evangelização possam ter o seu sustento garantido.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Para não me estender muito deixo neste texto apenas o protesto, pois as pessoas não podem sair metralhando bobagens sem pensar em quem vai ouvi-las, principalmente quando estes são formadores de opinião, quando são importantes em um contexto nacional como o Padre Cleidimar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Não vendo meu Dom, ele eu doo gratuitamente aos domingos na minha paróquia e para aguns alunos que não podem pagar. Vendo minha profissão pois estudei e estudo muito para manter a técnica apurada para artistas exigentes, como o Padre Cleidimar é e tantos outros o são - estudo a Palavra para poder ser sinal do Céu na terra e rezo muito para que Deus me dê a humildade, unção para aliar a técnica e vontade de levar seu Santo nome as nações.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Contato para produções, shows, Freelancers, workshops, arrajos:&lt;br/&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.guilhermemontanari.cjb.net" rel="nofollow external"&gt;Site oficial Guilherme Montanari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="mailto:guilherme@sacramusic.com"&gt;E-mail Guilherme Montanari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jf-rVyaawkWyqDXmLRfeROAXPPk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jf-rVyaawkWyqDXmLRfeROAXPPk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jf-rVyaawkWyqDXmLRfeROAXPPk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jf-rVyaawkWyqDXmLRfeROAXPPk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/qGQGFnSwDIQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1356&amp;can=9&amp;sec=152</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1337&amp;can=9&amp;sec=137</guid>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/sacramusic/cm/~3/rOAzJ_4C9dU/leitor.asp</link>
			<title>Nando Lima X Marcelo Fleming - Nosso baixista entrevista o baixista do Ceremonya</title>
			<description>Olá, galera do grave! A Paz! Depois de uma longa ausência, retomamos com força total nossas entrevistas, 
pegando carona no relançamento do SacraMusic.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje temos um grande baixista do meio rocker católico! Quem vê Marcelo Fleming 
atuando com o Ceremonya e toda aquela energia no palco nem deve imaginar que 
atrás dos tappings, two hands e da técnica de 3 e até 4 dedos (!!!) existe um 
cara tão firme na fé e nas convicções cristãs quanto é bom músico e bem 
humorado!  Além disso, o velho papo sobre equipamentos, estudo e técnica.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Raio X&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Nome Completo: &lt;/b&gt;Marcelo Fleming&lt;b&gt;&lt;br&gt;
Nome Artístico: &lt;/b&gt;Marcelo Fleming&lt;b&gt;&lt;br&gt;
Nascimento: &lt;/b&gt;25/12/1970&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Experiências musicais anteriores:&lt;/b&gt; Shows, gravações e arranjos em diversas 
bandas de rock a 15 anos.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Atividades musicais atuais:&lt;/b&gt; Ministra aulas (guitarra e baixo), workshops 
(baixo), toca na banda Ceremonya e na banda do Pe. Marcelo Rossi.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Olá, Marcelo! É um prazer ter você aqui na nossa coluna! Quem já acessou o 
site do Ceremonya já deve saber mas, conte-nos um pouquinho do início da sua 
vida musical!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Fala mano! O prazer é meu! Valeu pelo convite! Bom... comecei a estudar violão 
erudito aos 13/14 anos. Tinha acabado de ganhar um violão... cheguei na escola e 
me perguntaram: “Popular ou erudito?”. Falei erudito na hora mas não sabia nem o 
que era... só achei que era mais “nervoso”! Depois de ler muita partitura, 
passei para guitarra como auto-didata. Gostava muito de blues na época, toquei 
em algumas bandas de rock e fazia bares noturnos. Entrei na faculdade de 
composição e regência onde estudei teoria, harmonia e piano, mas não terminei o 
curso. Depois disso optei pelo baixo definitivamente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Você é um multi-instrumentista, começando pela guitarra e passando pelo 
piano... Como começou o interesse pelo baixo? Aconteceu algo em especial? Quais 
foram as primeiras influências no instrumento e quais foram se agregando ao 
longo dos anos?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Tinha muito guitarrista... era um em cada esquina! Baixista tinha pouco e 
começaram a pintar convites pra tocar baixo. Aos poucos fui me envolvendo com o 
instrumento e acabei virando baixista! Quanto às influências, como a grande 
maioria dos baixista de rock/metal sou fã de John Paul Jones (Led Zeppelin), 
Neil Murray (Whitesnake), Steve Harris (Iron Maiden), Geddy Lee (Rush), Billy 
Sheehan (Mr.Big), John Myung (Dream Theater), Andy West (Dixie Dregs), Dave 
Larue (Steve Morse), Stuart Hamm, Zuzo, entre outros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;E os estudos no baixo? Você estudou com feras como Zuzo Mousawer e Willy 
Verdauguer! Conte-nos como foi a experiência de estudar com eles e como está sua 
rotina de estudo atual!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Com o Zuzo eu estudei técnica pura, arpejos, 3 dedos, two hands etc. O Zuzo é um 
virtuose de carteirinha, e eu aproveitei isso dele! Já o Willy Verdauguer é um 
baixista das antigas, entende muito de teoria/harmonia/arranjo e etc. Com ele eu 
estudei exatamente isso: arranjo, composição e harmonia: um outro lado da 
estória! Depois foi o mais difícil... juntar os dois !!!&lt;br&gt;
Atualmente eu não faço aulas mas pretendo voltar. Procuro estudar nos horários 
vagos que aparecem, mas não consigo me programar muito bem... não tenho uma 
rotina. Às vezes eu estudo o dia inteiro... no outro dia 1 hora.... e no outro 
nem olho pro instrumento. Isso é ruim, mas é o jeito que eu consigo... o certo 
seria manter um rotina diária de pelo menos 2 horas de estudo!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Fale um pouco sobre os equipamentos que você usa! Por quais passou até chegar 
no seu set up atual? E conta aí! Já chegou ao SEU som ou tá quase lá? Rs&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Já passei por vários baixos e pedais! Meu primeiro baixo foi um Gianinni antigão 
de 4 cordas... tenho ele até hoje! No começo do Ceremonya estava com um Hammer 4 
cordas e captação DiMarzio. Depois troquei com o Tiguez pelo Tobias Growler de 4 
cordas captação Bartolini. Uso também um direct ativo Sansamp Bass Driver 
desligado (simula aquele “ardido” de válvula). Às vezes uso também um Bass 
Octave MXR com bem pouco volume de oitava. Uso cordas Daddario 0.45. Hoje é o 
som que eu gosto... amanhã já posso querer mudar. Vão pintando equipamentos e 
efeitos novos no mercado e eu gosto muito de experimentar outros sons!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Falando agora do Ceremonya e do cd Sacramento da Cura... Como foi o processo 
de composição e gravação? Qual sua abordagem ao compor as linhas de baixo do cd? 
Quais os equipamentos usados na gravação?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
A gente compôs no estúdio do Demian... geralmente a galera da banda traz alguma 
idéia já de casa e no estúdio agente trabalha nelas. Muita coisa de arranjo é 
definido na gravação. A maioria das linhas de baixo foram definidas já no 
estúdio! Na hora de gravar agente acaba mudando muita coisa! Na gravação do 
Sacramento eu usei o Tobias, cordas 45 novas, ligado num ampli Ampeg microfonado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Li no site que você também está dedicado exclusivamente à música católica e 
às aulas. Como se deu essa decisão de deixar os trabalhos com a música fora da 
igreja pra se lançar somente à Missão Ceremonya? Quais os desafios que você 
encontrou e como está a vivência dessa escolha hoje? Valeu a pena?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Quando entrei no Ceremonya eu já tinha uma caminhada na igreja e já trazia no 
coração a missão de tocar pra evangelização! Vivia só de música e ainda tocava 
em casas noturnas... mas com o Ceremonya Deus me tirou da noite! Hoje não vivo 
de música... vivo da providência! Sei que Deus vai me dar o necessário a cada 
dia! E vale muito a pena!!! É a sensação de estar no lugar certo, no lugar que 
Deus preparou pra mim!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;O Ceremonya no palco é pura energia! A pegada e a técnica se misturam à 
musicalidade e à espiritualidade na dose exata! Pude perceber nos bastidores do 
Hallel Brasília 2007 que o clima entre vocês é totalmente família! Partilhe um 
pouco dessa experiência conosco?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
É exatamente isso! Somos uma família! A gente se ama e se respeita muito! Sem 
isso fica difícil subir num palco e falar de Deus! Não dá certo...não funciona!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Como você vê a cena da música católica e porque não, do rock católico atual? 
Você acha que o profissionalismo (no sentido de viver de música e não apenas 
relacionado à qualidade da música católica) é algo necessário ou prejudicial?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Eu acho o seguinte: a sua vida tem que estar entregue 100% a Jesus! Tem que ser 
por inteiro! A partir daí tudo se encaixa perfeitamente! Você pode tocar 
profissionalmente ou não, na igreja ou fora dela, viver de musica ou não! Se seu 
coração esta em Jesus, a obra é feita! Prejudicial é fazer as coisas sem Ter 
Deus como o fim de tudo! Acho que a música católica, Rock, Pop, Axé, samba etc.. 
está crescendo a cada dia! E vai crescer ainda mais porque é Deus que faz tudo 
em todos! &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Viajando pelo Brasil você conhece uma infinidade de bandas dos mais diversos 
estilos. Tem alguma que tem te chamado atenção?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Várias! Século I, Via 33, Dzarmy, Ser, AmaDeus, Freedom, Jake, Maurício 
Fernandes Band... Sem falar nas veteranas União, Apocalipse Prophecy etc. E 
Eterna, lógico. É difícil lembrar de todas... já vi muita banda boa por aí!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Deixe um recado final aos nossos amigos do grave!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Bom... eu li uma coisa uma vez, acho que foi num livro do Martín Valverde, não 
me lembro bem... mas dizia que se você precisa de música pra evangelizar, é 
porque você tá fazendo tudo errado! Antes de músico você é servo! E servo que 
não serve... não serve! Mantenham os sacramentos em dia, e os estudos também!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Marcelo, foi um prazer ter você aqui conosco partilhando sua musicalidade e 
espiritualidade conosco!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Valeu pelo convite! Abraços a todos e Deus abençoe.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Discografia recomendada: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
- Led Zeppelin – baixista: John Paul Jones (obrigatório todos!)
&lt;br&gt;
- Mr.Big – baixista: Billy Sheehan (todos, principalmente os primeiros discos)
&lt;br&gt;
- David Lee Roth – baixista Billy Sheehan (“Eat em and Smile”)
&lt;br&gt;
- Dixie Dregs – baixista: Andy West (todos)
&lt;br&gt;
- Steve Morse – baixista: Dave Larue (todos, gosto muito do “Stress Fest”)
&lt;br&gt;
- Whitesnake – baixista: Neil Murray (“Ready n’ Willing” e “Love hunter”)
&lt;br&gt;
- Dream Theater – baixista: John myung (todos, mas o “Images and Words” foi um disco marcante pra mim)
&lt;br&gt;
- Zuzo  (raízes x influências), mostra que é um dos melhores baixista do mundo! 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Marcelo Fleming: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Email:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;a href="mailto:marcelofleming@ceremonya.net"&gt;marcelofleming@ceremonya.net&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; 
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Site da banda:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.ceremonya.net"&gt;http://www.ceremonya.net&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; 
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Myspace:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.myspace.com/marcelofleming2"&gt;http://www.myspace.com/marcelofleming2&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nando Lima &lt;/b&gt;é baixista autodidata há 16 anos. Já tocou em diversas bandas de Brasília como Javé Shalom e Shemah! Atualmente é baixista da banda Tríduo (rock católico), Balaio de Maria (MPB) e Hollywood Band (covers diversos). Trabalha também como free-lancer, arranjador e produtor musical.
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Email:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;a href="mailto:fernandoleema@gmail.com"&gt;fernandoleema@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; 
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Balaio de Maria:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;
&lt;a target="_blank" href="http://www.myspace.com/balaiodemaria"&gt;http://www.myspace.com/balaiodemaria&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Tríduo:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.myspace.com/triduo"&gt;http://www.myspace.com/triduo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Myspace: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.myspace.com/nandoleema"&gt;http://www.myspace.com/nandoleema&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f3Kif_aVp7CHG-hZ2rCAhy9O2bU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f3Kif_aVp7CHG-hZ2rCAhy9O2bU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f3Kif_aVp7CHG-hZ2rCAhy9O2bU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/f3Kif_aVp7CHG-hZ2rCAhy9O2bU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/rOAzJ_4C9dU" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1337&amp;can=9&amp;sec=137</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<guid isPermaLink="false">http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1268&amp;can=9&amp;sec=134</guid>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/sacramusic/cm/~3/IanBqmfCrV4/leitor.asp</link>
			<title>Júnior entrevista Grevão do Rosa de Saron - Batera</title>
			<description>&lt;p&gt;Falaaaaa bateras cat&amp;oacute;licos do Brasil!!! Tudo bom com v
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CUn0yAHDtekh-J2xLc0dWXXqymg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CUn0yAHDtekh-J2xLc0dWXXqymg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CUn0yAHDtekh-J2xLc0dWXXqymg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CUn0yAHDtekh-J2xLc0dWXXqymg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/sacramusic/cm/~4/IanBqmfCrV4" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.sacramusic.com/ss/leitor.asp?id=1268&amp;can=9&amp;sec=134</feedburner:origLink></item>
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