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	<title>Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</title>
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	<description>As principais notícias e informações do trânsito, mobilidade, sustentabilidade e muito mais!</description>
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		<title>Mototáxi antes dos 21 anos? Comissão aprova exceção em projeto; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo que permite exercer a atividade de mototáxi...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Mototaxista-com-passageira-em-motocicleta-1024x683.jpg" alt="Mototáxi com passageira em motocicleta" class="wp-image-58831" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Mototaxista-com-passageira-em-motocicleta-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Mototaxista-com-passageira-em-motocicleta-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Mototaxista-com-passageira-em-motocicleta-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Mototaxista-com-passageira-em-motocicleta.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Projeto aprovado em comissão modifica requisitos para mototáxi e motofrete, mas ainda não altera as regras para o exercício das atividades. Foto: criação de IA</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo que permite exercer a atividade de mototáxi antes dos 21 anos mediante experiência profissional prévia. O texto também elimina a exigência de dois anos de habilitação para as atividades regulamentadas pela Lei <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12009.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12009.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">12.009/2009</a>. A aprovação não altera as regras atuais: o projeto ainda precisa passar por outras etapas no Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta avança pouco mais de um mês depois de a Medida Provisória 1.360/2026 perder a validade. A MP havia flexibilizado requisitos para motociclistas profissionais, mas não foi convertida em lei. Seu prazo terminou em 15 de setembro, e o Congresso registra a matéria como sem eficácia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem trabalha ou pretende trabalhar com transporte de passageiros e entregas, a distinção é importante: uma proposta aprovada em comissão não autoriza o início da atividade em condições diferentes das previstas na legislação vigente.</p>



<h3 id="h-o-que-o-projeto-propoe" class="wp-block-heading">O que o projeto propõe</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado é um substitutivo do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) ao Projeto de Lei 4.787/2024, apresentado por Icaro de Valmir (PL-SE). Um substitutivo é uma nova redação que ocupa o lugar da proposta original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mototáxi, a referência continua sendo 21 anos. A exceção alcança quem exerce legalmente entregas de mercadorias ou serviço comunitário de rua há pelo menos um ano. Para o motofrete, o parecer explica que a intenção é permitir o trabalho a partir dos 18 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O substitutivo preserva o curso especializado e o colete retrorrefletivo. Também prevê isenção de IPI e IOF na aquisição e no financiamento de motocicletas destinadas às atividades regulamentadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os benefícios tributários, portanto, ainda são uma proposta. A votação da comissão não criou uma isenção que já possa ser solicitada pelos profissionais.</p>



<h3 id="h-quais-regras-continuam-valendo" class="wp-block-heading">Quais regras continuam valendo?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei 12.009/2009 estabelece os seguintes requisitos para o exercício das atividades profissionais abrangidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ter completado 21 anos;</li>



<li>possuir habilitação há pelo menos dois anos na categoria;</li>



<li>ser aprovado em curso especializado, conforme regulamentação do Contran;</li>



<li>utilizar colete de segurança com dispositivos retrorrefletivos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas exigências constam do artigo 2º da lei. No transporte de mercadorias, também há regras específicas para os veículos e para a autorização de circulação, previstas no Código de Trânsito Brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A MP 1.360/2026 havia retirado a idade mínima e o curso especializado, além de alterar outros requisitos profissionais e veiculares. Como perdeu a eficácia sem aprovação do Congresso, suas flexibilizações não devem ser apresentadas como regras atualmente válidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Portal do Trânsito já explicou esse retorno das exigências na reportagem “<a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/mototaxistas-e-motofretistas-voltam-a-ter-novas-exigencias-veja-o-que-mudou/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/mototaxistas-e-motofretistas-voltam-a-ter-novas-exigencias-veja-o-que-mudou/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mototaxistas e motofretistas voltam a ter novas exigências; veja o que mudou</a>”, publicada em setembro. A novidade agora é o avanço de um projeto de lei com conteúdo próprio.</p>



<h3 id="h-acesso-ao-trabalho-e-seguranca-estao-no-centro-do-debate" class="wp-block-heading">Acesso ao trabalho e segurança estão no centro do debate</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No parecer, Marcos Tavares argumenta que as restrições de entrada podem favorecer a informalidade. Para o transporte de passageiros, defende considerar experiência profissional anterior, em vez de apenas o tempo transcorrido desde a habilitação. O documento também reconhece a ausência de estimativa do impacto fiscal das isenções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate entre trabalhadores, porém, não se resume à redução de exigências. Em manifestação publicada em maio sobre a MP 1.360 — e não sobre este substitutivo —, o SindimotoSP criticou a retirada do curso especializado e da idade mínima, associando sua posição à proteção dos profissionais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre transportar mercadorias e transportar pessoas também exige atenção. A análise das mudanças precisa considerar a proteção do condutor, do passageiro e dos demais usuários das vias, incluindo pedestres e ciclistas. Facilitar o ingresso na profissão e assegurar preparação adequada são objetivos que precisam ser examinados em conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a conclusão da apuração, não foi localizada manifestação específica da Abramet ou de entidades de mototaxistas sobre o texto aprovado em 28 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto ainda passará pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A tramitação é conclusiva nas comissões, ressalvada a possibilidade de recurso ao Plenário. Para virar lei, a proposta também precisa passar pelo Senado e pela etapa de sanção presidencial. Por enquanto, a aprovação na Comissão de Viação e Transportes não dispensa nenhum requisito vigente.</p>
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					<![CDATA[Projeto aprovado em comissão modifica requisitos para mototáxi e motofrete, mas ainda não altera as regras para o exercício das atividades. Foto: criação de IA]]>
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		<title>Rua ou rodovia sem placa de velocidade? Veja qual é o limite para não levar multa</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/rua-ou-rodovia-sem-placa-de-velocidade-veja-qual-e-o-limite-para-nao-levar-multa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalização e Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você está dirigindo por uma rua ou rodovia e não encontra nenhuma placa indicando a velocidade máxima permitida. Nesse caso,...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/limite-de-velocidade-sem-placa-1024x682.jpg" alt="limite de velocidade sem placa" class="wp-image-58335" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/limite-de-velocidade-sem-placa-1024x682.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/limite-de-velocidade-sem-placa-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/limite-de-velocidade-sem-placa-768x511.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/limite-de-velocidade-sem-placa.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Mesmo sem placa de velocidade máxima, ruas e rodovias possuem limites definidos pelo Código de Trânsito Brasileiro. Os valores variam conforme o tipo de via e de veículo. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/round-street-sign-with-buildings-and-palm-trees-as-background-445371830.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/photo/round-street-sign-with-buildings-and-palm-trees-as-background-445371830.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">KanelBulle para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Você está dirigindo por uma rua ou rodovia e não encontra nenhuma placa indicando a velocidade máxima permitida. Nesse caso, pode escolher a velocidade que considerar adequada? A resposta é não. Mesmo quando não há sinalização específica, o Código de Trânsito Brasileiro (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>) estabelece limites que devem ser respeitados pelos motoristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As regras estão previstas no artigo 61 e variam conforme a classificação da via. Nas cidades, a velocidade máxima pode ser de 30 km/h a 80 km/h. Já nas rodovias, o limite depende do tipo de pista e da categoria do veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer essas diferenças é importante não apenas para evitar multas, mas também para reduzir os riscos de sinistros. O excesso de velocidade diminui o tempo disponível para reagir a imprevistos e pode aumentar a gravidade de uma colisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de placa, portanto, não autoriza o motorista a acelerar livremente. Quando não existe sinalização regulamentadora de velocidade, devem ser observados os limites gerais previstos no CTB.</p>



<h3 id="h-qual-e-a-velocidade-maxima-em-uma-rua-sem-placa" class="wp-block-heading">Qual é a velocidade máxima em uma rua sem placa?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nas vias urbanas, o artigo 61 do CTB estabelece quatro limites, conforme a classificação da via.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><th>Tipo de via urbana</th><th>Velocidade máxima sem sinalização</th></tr><tr><td>Via de trânsito rápido</td><td>80 km/h</td></tr><tr><td>Via arterial</td><td>60 km/h</td></tr><tr><td>Via coletora</td><td>40 km/h</td></tr><tr><td>Via local</td><td>30 km/h</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Esses valores não significam que toda rua larga tenha limite de 60 km/h ou que qualquer avenida permita circular a 80 km/h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação da via considera suas características e sua função na organização da circulação. Uma via de trânsito rápido, por exemplo, possui características diferentes das de uma rua local, destinada principalmente ao acesso a imóveis e à circulação dentro dos bairros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o motorista não deve definir o limite apenas pela aparência da rua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, quando existe placa de regulamentação indicando uma velocidade específica, é o limite sinalizado que deve ser observado, mesmo que seja diferente do valor geral previsto para aquele tipo de via.</p>



<h3 id="h-e-nas-rodovias-sem-placa-de-velocidade" class="wp-block-heading">E nas rodovias sem placa de velocidade?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nas rodovias, a regra considera se a pista é dupla ou simples e qual veículo está circulando. Confira os limites gerais previstos no CTB para locais sem sinalização regulamentadora:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><th>Tipo de rodovia</th><th>Automóveis, camionetas, caminhonetes e motocicletas</th><th>Demais veículos</th></tr><tr><td>Pista dupla</td><td>110 km/h</td><td>90 km/h</td></tr><tr><td>Pista simples</td><td>100 km/h</td><td>90 km/h</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que um automóvel pode ter limite geral de 110 km/h em uma rodovia de pista dupla sem placa de velocidade, enquanto um caminhão deve observar o limite de 90 km/h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma rodovia de pista simples, o limite geral para automóveis, camionetas, caminhonetes e motocicletas é de 100 km/h.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">É importante reforçar que esses valores valem quando não existe sinalização específica. A autoridade responsável pela via pode estabelecer outros limites por meio de placas, considerando as condições de segurança e as características do trecho.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-qual-e-o-limite-nas-estradas-de-terra" class="wp-block-heading">Qual é o limite nas estradas de terra?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nas estradas rurais não pavimentadas, classificadas pelo CTB como estradas, o limite geral é de 60 km/h, quando não houver sinalização regulamentadora indicando outra velocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que seja seguro circular a 60 km/h em qualquer estrada de terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buracos, curvas, poeira, baixa visibilidade, animais e condições climáticas podem exigir velocidades muito menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O limite máximo representa o teto permitido pela legislação, não uma velocidade que o motorista deva necessariamente atingir.</p>



<h3 id="h-sem-placa-como-saber-a-classificacao-da-via" class="wp-block-heading">Sem placa, como saber a classificação da via?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das principais dificuldades práticas para os condutores. Nem sempre é possível identificar com facilidade se uma via urbana é arterial, coletora ou local apenas observando sua largura, quantidade de faixas ou movimento de veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação é definida pela autoridade responsável pela via, conforme os critérios do sistema viário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, em situações de dúvida, a orientação mais segura é reduzir a velocidade e dirigir de acordo com as condições do local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante observar a sinalização existente ao longo do percurso. Uma placa pode ter sido instalada antes do ponto em que o motorista ingressou na via, especialmente em acessos e interseções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não encontrar uma placa no trecho imediatamente à frente não significa, necessariamente, que não exista uma velocidade regulamentada para aquela via.</p>



<h3 id="h-quanto-custa-a-multa-por-excesso-de-velocidade" class="wp-block-heading">Quanto custa a multa por excesso de velocidade?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 218 do CTB estabelece três enquadramentos, conforme o percentual de velocidade excedido em relação ao limite permitido.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><th>Excesso de velocidade</th><th>Natureza da infração</th><th>Penalidade</th></tr><tr><td>Até 20% acima do limite</td><td>Média</td><td>Multa de R$ 130,16 e 4 pontos</td></tr><tr><td>Mais de 20% até 50%</td><td>Grave</td><td>Multa de R$ 195,23 e 5 pontos</td></tr><tr><td>Mais de 50%</td><td>Gravíssima</td><td>Multa de R$ 880,41 e suspensão do direito de dirigir</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na terceira hipótese, a multa gravíssima é multiplicada por três. A suspensão do direito de dirigir é uma penalidade específica prevista para a infração.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que o enquadramento considera a velocidade apurada conforme os procedimentos de fiscalização, incluindo a aplicação do erro máximo admitido para o equipamento de medição.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, não é correto afirmar que qualquer indicação no velocímetro ligeiramente acima do limite resultará, necessariamente, em multa.</p>



<h3 id="h-dirigir-muito-devagar-tambem-pode-gerar-multa" class="wp-block-heading">Dirigir muito devagar também pode gerar multa?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, em determinadas condições. O artigo 62 do CTB estabelece que a velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma via com limite de 60 km/h, por exemplo, a velocidade mínima de referência é de 30 km/h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, essa regra não significa que o motorista deva manter pelo menos 30 km/h em qualquer situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Congestionamentos, chuva intensa, neblina, problemas na pista e outras circunstâncias podem exigir velocidades menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 219 prevê infração média para quem transita em velocidade inferior à metade da máxima estabelecida, retardando ou obstruindo o trânsito, salvo se as condições de tráfego e meteorológicas não o permitirem, ou se estiver na faixa da direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A penalidade é multa de R$ 130,16, além de quatro pontos na CNH.</p>



<h3 id="h-o-limite-permitido-nem-sempre-e-a-velocidade-segura" class="wp-block-heading">O limite permitido nem sempre é a velocidade segura</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Respeitar o limite é uma obrigação legal, mas a condução segura exige atenção a outros fatores. Uma rodovia pode ter velocidade máxima de 110 km/h e, ainda assim, apresentar condições que recomendem circular mais devagar, como chuva, neblina, obras ou tráfego intenso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo vale para ruas urbanas com grande circulação de pedestres, ciclistas e motociclistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 43 do CTB determina que o condutor deve regular a velocidade considerando as condições físicas da via, do veículo e da carga, as condições meteorológicas e a intensidade do trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A velocidade também deve ser reduzida de maneira compatível com a segurança ao se aproximar de cruzamentos, escolas e outros locais que exijam maior atenção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Assim, a principal regra para o motorista é simples: quando houver placa, respeite o limite indicado; quando não houver sinalização específica, observe os limites gerais do CTB e adapte a velocidade às condições reais da via.</p>
</blockquote>
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					<![CDATA[Mesmo sem placa de velocidade máxima, ruas e rodovias possuem limites definidos pelo Código de Trânsito Brasileiro. Os valores variam conforme o tipo de via e de veículo. Foto: KanelBulle para Depositphotos
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		<item>
		<title>Como evitar ciladas ao comprar um carro de leilão? Veja os cuidados antes de fechar negócio</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/como-evitar-ciladas-ao-comprar-um-carro-de-leilao-veja-os-cuidados-antes-de-fechar-negocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comprar um carro de leilão pode parecer uma oportunidade de economizar, mas o desconto no preço não garante um bom...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/carro-de-leilao-dicas-1024x682.jpg" alt="car model,calculator and coins on white table" class="wp-image-58743" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/carro-de-leilao-dicas-1024x682.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/carro-de-leilao-dicas-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/carro-de-leilao-dicas-768x511.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/carro-de-leilao-dicas.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A compra pode fazer sentido para quem busca um preço mais acessível, conhece os riscos e consegue calcular o custo total. Foto: xb100 no Magnific</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Comprar um carro de leilão pode parecer uma oportunidade de economizar, mas o desconto no preço não garante um bom negócio. Veículos recuperados de sinistros, provenientes de frotas e até aqueles com histórico de danos, podem exigir reparos e apresentar restrições para contratação de seguro. Por isso, antes de dar um lance, é importante entender a origem do automóvel, fazer uma vistoria cautelar e avaliar as condições em que ele se encontra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de seminovos movimentou mais de 14 milhões de veículos entre janeiro e setembro, crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2025. O volume reforça a importância de redobrar os cuidados na compra de um seminovo, especialmente quando o histórico do veículo pode influenciar sua segurança e seu valor de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista com mais de 30 anos de experiência em vistorias, leilões e avaliação de bens, Fernando Masetti, sócio fundador da Tenvê, startup especializada em vistorias cautelares veiculares,&nbsp; o primeiro passo é não tomar a aparência do automóvel como garantia de qualidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Um carro pode estar visualmente impecável e ainda apresentar sinais de uma colisão grave. Uma reparação bem-feita pode esconder danos estruturais que não são perceptíveis em um primeiro olhar. Por isso, é fundamental avaliar elementos como o alinhamento da carroceria, a relação entre as peças e possíveis sinais de intervenção, além de verificar a identificação do veículo”, afirma.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-o-especialista-listou-5-pontos-que-precisam-ser-verificados-antes-de-comprar-um-carro-de-leilao" class="wp-block-heading">O especialista listou 5 pontos que precisam ser verificados antes de comprar um carro de leilão:</h3>



<h4 id="h-descubra-a-origem-do-veiculo" class="wp-block-heading"><strong>Descubra a origem do veículo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Procure entender por que o carro foi levado a leilão. Ele pode ser proveniente de uma instituição financeira, de uma frota corporativa ou ter sido recuperado após um sinistro. A origem ajuda a dimensionar os riscos e os custos envolvidos. Leia o edital, confira a descrição do lote e verifique as condições de venda, as avarias informadas e as responsabilidades do comprador.</p>



<h4 id="h-consulte-o-historico-e-a-documentacao" class="wp-block-heading"><strong>Consulte o histórico e a <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/documentacao-do-veiculo/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/documentacao-do-veiculo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documentação</a></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os dados de identificação, como chassi e número do motor, quando aplicável, além de débitos, restrições administrativas ou judiciais e registros disponíveis sobre sinistros e passagem por leilão. Esses veículos também podem ser vendidos por lojas e concessionárias, e não apenas diretamente em leilões. Por isso, vale perguntar sobre a procedência e solicitar informações sobre o histórico, mesmo quando a compra ocorre em uma loja convencional.</p>



<h4 id="h-faca-uma-vistoria-cautelar" class="wp-block-heading"><strong>Faça uma vistoria cautelar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os termos <em>pequena monta</em> e <em>média monta</em> são utilizados para classificar danos em veículos envolvidos em acidentes, conforme critérios da regulamentação de trânsito. “A pequena monta corresponde a danos de menor gravidade, enquanto a média monta indica danos que exigem procedimentos específicos para regularização, conforme o caso. A classificação, porém, não substitui uma avaliação individual das condições do automóvel” alerta o especialista da Tenvê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante não confundir a classificação dos danos com o registro de passagem por leilão. São informações diferentes, e a ausência de uma anotação específica no documento não garante que o veículo nunca tenha sido leiloado. Consulte o histórico disponível e investigue a procedência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vistoria cautelar é importante porque pode identificar sinais de reparos estruturais, alterações na carroceria, divergências de identificação e indícios de colisões anteriores. “Entre os problemas que podem gerar apontamentos estão veículos que passaram por sinistros e foram mal reparados, além de automóveis com alterações na identificação. A avaliação precisa ir além da aparência externa”, explica Masetti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que a vistoria cautelar não substitui uma avaliação mecânica completa. Para verificar motor, câmbio, suspensão e freios, pode ser necessária uma inspeção específica com profissional especializado.</p>



<h4 id="h-calcule-o-custo-total-nbsp" class="wp-block-heading"><strong>Calcule o custo total&nbsp;</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do lance não representa necessariamente o custo final. Inclua comissão do leiloeiro, taxas previstas no edital, transporte, reparos, regularização documental e seguro. Pesquise também o preço de modelos equivalentes no mercado e consulte seguradoras antes de comprar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A passagem por leilão pode dificultar a contratação de seguro e reduzir o valor de revenda, mesmo quando o veículo está em boas condições. Por isso, o desconto precisa compensar os possíveis custos e a desvalorização futura.</p>



<h4 id="h-desconfie-de-informacoes-incompletas" class="wp-block-heading"><strong>Desconfie de informações incompletas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o edital e verifique a legitimidade do leiloeiro ou do vendedor. Evite pagamentos sem confirmar os dados do responsável pela operação e desconfie de ofertas com descontos extraordinários, informações vagas ou pressão para transferir dinheiro rapidamente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se não for possível esclarecer a origem do veículo, as avarias ou os custos envolvidos, o mais prudente é não dar o lance. Uma análise criteriosa ajuda o consumidor a tomar uma decisão mais consciente e evita que a economia inicial se transforme em prejuízo”, aconselha Masetti.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-quando-vale-a-pena-comprar-um-carro-de-leilao" class="wp-block-heading"><strong>Quando vale a pena comprar um carro de leilão?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A compra pode fazer sentido para quem busca um preço mais acessível, conhece os riscos e consegue calcular o custo total. Para quem pretende utilizar o automóvel para trabalhar com aplicativos de transporte, um veículo com danos de menor gravidade pode ser uma possibilidade, desde que esteja em condições adequadas de uso e atenda às exigências da plataforma, da seguradora e da legislação aplicável. “Encontrar um carro por um valor abaixo da média não é suficiente. É preciso entender o que está por trás daquele preço, confirmar essas condições, entender quais despesas podem surgir depois da compra e quanto o veículo poderá valer na hora da revenda”, alerta o especialista da Tenvê.</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/como-evitar-ciladas-ao-comprar-um-carro-de-leilao-veja-os-cuidados-antes-de-fechar-negocio/">Como evitar ciladas ao comprar um carro de leilão? Veja os cuidados antes de fechar negócio</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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					<![CDATA[A compra pode fazer sentido para quem busca um preço mais acessível, conhece os riscos e consegue calcular o custo total.  Foto: xb100 no Magnific]]>
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		<title>Crimes no trânsito: levantamento revela aumento de ocorrências e diferenças entre cidades brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento inédito elaborado pelo Crime Brasil, com exclusividade para o Portal do Trânsito, mapeou a evolução dos registros de...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/crimes-no-transito-1024x682.jpg" alt="crimes no trânsito" class="wp-image-58393" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/crimes-no-transito-1024x682.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/crimes-no-transito-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/crimes-no-transito-768x511.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/09/crimes-no-transito.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A pesquisa considera os crimes previstos nos artigos 302 e 303 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/car-crash-from-car-accident-on-the-road-136438114.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/photo/car-crash-from-car-accident-on-the-road-136438114.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PongMoji para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento inédito elaborado pelo <a href="https://crimebrasil.com.br/" data-type="link" data-id="https://crimebrasil.com.br/">Crime</a><a href="https://crimebrasil.com.br/" data-type="link" data-id="https://crimebrasil.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a><a href="https://crimebrasil.com.br/" data-type="link" data-id="https://crimebrasil.com.br/">Brasil</a>, com exclusividade para o Portal do Trânsito, mapeou a evolução dos registros de homicídio e lesão corporal culposos na direção de veículos automotores em municípios de São Paulo, Paraná e Piauí. A análise reúne dados das secretarias estaduais de Segurança Pública, organizados em séries históricas e taxas por 100 mil habitantes, e revela diferenças importantes no comportamento desses crimes entre estados e cidades brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais resultados, o Paraná registrou, em 2025, o maior número de ocorrências de homicídio culposo no trânsito desde o início da série analisada, em 2018. São Paulo também apresentou aumento nos primeiros sete meses de 2026, enquanto o Piauí registrou redução nas ocorrências de lesão corporal culposa no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa considera os crimes previstos nos artigos 302 e 303 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Os números representam registros policiais e não necessariamente a quantidade de vítimas, uma distinção importante para a interpretação dos resultados.</p>



<h3 id="h-parana-registra-maior-numero-de-ocorrencias-da-serie-historica" class="wp-block-heading">Paraná registra maior número de ocorrências da série histórica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Paraná contabilizou 734 ocorrências de homicídio culposo no trânsito em 2025, o maior número desde o início da série analisada, em 2018. O resultado representa crescimento de 29% em relação a 2024, quando foram registrados 569 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados parciais de 2026 também indicam aumento. Entre janeiro e abril, foram contabilizadas 248 ocorrências, contra 204 no mesmo período do ano anterior, uma elevação de 21,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da lesão corporal culposa, o crescimento foi ainda maior: 43,1%, passando de 281 para 402 registros no primeiro quadrimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números fazem parte do levantamento do Crime Brasil, elaborado a partir dos registros da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SSP-PR). A série histórica contempla informações de 2018 a abril de 2026.</p>



<h3 id="h-francisco-beltrao-apresenta-a-maior-taxa-entre-as-cidades-analisadas" class="wp-block-heading">Francisco Beltrão apresenta a maior taxa entre as cidades analisadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os municípios paranaenses com mais de 100 mil habitantes apresentados no levantamento, Francisco Beltrão registrou a maior taxa de homicídio culposo no trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram 16 ocorrências entre maio de 2025 e abril de 2026, o equivalente a 15,8 registros por 100 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência aparecem Umuarama, com taxa de 13,9, e Maringá, com 12,2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curitiba, por sua vez, registrou 73 ocorrências no mesmo período. Embora apresente o maior volume absoluto entre os municípios destacados, sua taxa foi de aproximadamente quatro casos por 100 mil habitantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre os números absolutos e as taxas populacionais ajuda a compreender por que cidades menores podem apresentar indicadores proporcionalmente mais elevados do que os grandes centros urbanos.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-sao-paulo-registra-aumento-de-4-3-nos-casos-de-homicidio-culposo" class="wp-block-heading">São Paulo registra aumento de 4,3% nos casos de homicídio culposo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No estado de São Paulo, foram registradas 2.032 ocorrências de homicídio culposo no trânsito entre janeiro e julho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo período de 2025, haviam sido contabilizados 1.948 registros. A diferença representa aumento de 4,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, os registros de lesão corporal culposa diminuíram 7,2%, passando de 41.368 para 38.369.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise municipal, Cubatão apresentou a maior taxa de homicídio culposo entre as cidades paulistas com mais de 100 mil habitantes: 24,3 ocorrências por 100 mil moradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram 28 registros entre agosto de 2025 e julho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Votuporanga se destacou pelos registros de lesão corporal culposa, com taxa de 662,9 por 100 mil habitantes no mesmo intervalo, correspondente a 664 ocorrências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também apresenta um recorte por bairros da capital paulista. Santo Amaro aparece com 263 registros somados de homicídio e lesão corporal culposos, seguido por Santana, com 219, e Pinheiros, com 199.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses números, entretanto, representam volumes absolutos de ocorrências e não taxas proporcionais à população de cada bairro.</p>



<h3 id="h-piaui-apresenta-reducao-nos-registros-de-lesao-corporal-culposa" class="wp-block-heading">Piauí apresenta redução nos registros de lesão corporal culposa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No Piauí, os registros de lesão corporal culposa no trânsito caíram 30,9% nos primeiros sete meses de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram 769 ocorrências entre janeiro e julho, contra 1.113 no mesmo período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os registros de homicídio culposo permaneceram estáveis, com 123 ocorrências em cada um dos períodos analisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, Parnaíba apresentou taxa de 11,2 ocorrências de homicídio culposo por 100 mil moradores, enquanto Teresina registrou 3,9.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital, entretanto, concentrou o maior volume de lesões corporais culposas entre as duas cidades: 1.098 registros em 12 meses, o equivalente a uma taxa de 121,6 por 100 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da redução observada no estado, o próprio levantamento ressalta que a queda recente das lesões pode estar relacionada tanto a uma diminuição efetiva das ocorrências quanto a mudanças nos procedimentos de registro e classificação criminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, os dados não permitem concluir, isoladamente, que houve uma redução equivalente no número total de pessoas feridas em acidentes de trânsito no Piauí.</p>



<h3 id="h-por-que-os-numeros-nao-representam-todas-as-mortes-e-lesoes-no-transito" class="wp-block-heading">Por que os números não representam todas as mortes e lesões no trânsito?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o levantamento permita acompanhar a evolução dos registros criminais, é importante compreender suas limitações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados analisados correspondem a ocorrências policiais classificadas como homicídio culposo ou lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, conforme os artigos 302 e 303 do CTB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que não abrangem necessariamente todos os <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/conscientizacao/maio-amarelo/motociclistas-estao-envolvidos-em-6-de-cada-10-acidentes-com-vitimas-em-curitiba/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/conscientizacao/maio-amarelo/motociclistas-estao-envolvidos-em-6-de-cada-10-acidentes-com-vitimas-em-curitiba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acidentes com vítimas</a> registrados pelos órgãos de trânsito ou pelos serviços de saúde.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, um único boletim de ocorrência pode envolver mais de uma vítima, e a tipificação criminal pode mudar durante a investigação.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Também existem diferenças nos procedimentos administrativos adotados pelas secretarias estaduais, especialmente no registro de lesões leves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Paraná, por exemplo, parte das ocorrências com ferimentos pode ser registrada por meio de outros procedimentos, como termos circunstanciados ou boletins administrativos de trânsito, não integrando a base criminal utilizada na pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esses motivos, os resultados não devem ser interpretados como um levantamento completo da mortalidade no trânsito brasileiro, nem utilizados para comparar diretamente a quantidade de pessoas feridas nos três estados.</p>



<h3 id="h-como-o-levantamento-foi-realizado" class="wp-block-heading">Como o levantamento foi realizado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O mapeamento foi elaborado pelo Crime Brasil com dados das secretarias de Segurança Pública de São Paulo, Paraná e Piauí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas municipais foram calculadas com base nas estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir distorções estatísticas, a comparação por taxas considera apenas municípios com pelo menos 100 mil habitantes. Os números absolutos das demais cidades também integram a base de dados da pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A extração ocorreu em 23 de setembro de 2026. Os dados de São Paulo e Piauí estão disponíveis até julho de 2026, enquanto os do Paraná chegam a abril do mesmo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Crime Brasil, com dados das secretarias estaduais de Segurança Pública de São Paulo, Paraná e Piauí e do IBGE.</em></p>
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					<![CDATA[A pesquisa considera os crimes previstos nos artigos 302 e 303 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Foto: PongMoji para Depositphotos

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		<item>
		<title>Carro deu problema na estrada? Mapa da ANTT ajuda a encontrar quem chamar</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/carro-deu-problema-na-estrada-mapa-da-antt-ajuda-a-encontrar-quem-chamar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pane na estrada traz uma dúvida que nem todo motorista consegue responder: quem atende naquele trecho? Um mapa interativo...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="472" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mapa-estrada-1024x472.jpg" alt="mapa problema na estrada" class="wp-image-58815" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mapa-estrada-1024x472.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mapa-estrada-300x138.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mapa-estrada-768x354.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mapa-estrada.jpg 1464w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Consulta ao mapa da ANTT deve ser feita antes da viagem, por um passageiro ou com o veículo estacionado em local seguro. Foto: Divulgação / Comunicação ANTT</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pane na estrada traz uma dúvida que nem todo motorista consegue responder: quem atende naquele trecho? Um mapa interativo divulgado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (<a href="https://www.gov.br/antt/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/antt/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTT</a>) permite consultar a concessionária responsável e seu telefone de socorro, além de localizar pedágios e bases de atendimento em rodovias federais concedidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação é fazer a consulta antes de sair de casa e guardar os contatos necessários. Durante o deslocamento, o recurso deve ser utilizado por um passageiro ou com o veículo estacionado em local seguro. Parar no acostamento apenas para pesquisar o caminho ou um telefone pode criar uma situação de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mapa está disponível no site da ANTT. Seu alcance, porém, exige atenção: ele é voltado às concessões federais e não reúne todas as estradas brasileiras. Rodovias estaduais presentes em alguns lotes de concessão no Paraná aparecem parcialmente, mas as concessões contratadas pelos governos estaduais ficam fora do guia.</p>



<h3 id="h-como-consultar-antes-da-viagem" class="wp-block-heading">Como consultar antes da viagem</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na página, o usuário informa a origem e o destino e seleciona “Ver trajeto”. A ferramenta apresenta as concessionárias na sequência do percurso, com seus respectivos contatos, e indica estruturas de atendimento e cobrança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já está na estrada, existe a opção “Onde estou?”, que depende de autorização para acessar a localização do aparelho. A proposta é ajudar a identificar o responsável pelo trecho sem que o usuário precise conhecer previamente o nome da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na consulta realizada para esta apuração, o percurso Curitiba–Florianópolis apresentou contatos de concessionárias, praças de pedágio e indicação de bases de atendimento. Também identificou segmentos fora de concessões federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma ressalva importante no próprio sistema: o trajeto calculado é uma referência para consulta, não uma rota de navegação. As ligações entre trechos podem ser aproximadas e diferir do caminho efetivamente percorrido. Por isso, o resultado não deve orientar manobras ou substituir a sinalização da rodovia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">A mesma cautela vale para os pontos de apoio: quando não há coordenadas oficiais disponíveis, a localização é estimada pelo quilômetro e identificada como aproximada.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-o-que-o-atendimento-de-guincho-inclui" class="wp-block-heading">O que o atendimento de guincho inclui?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a ANTT, as concessões federais contam com serviços gratuitos de assistência previstos nos contratos, incluindo guinchos, ambulâncias, inspeção e apoio operacional. As equipes de atendimento funcionam 24 horas por dia. Para panes, pneus furados e superaquecimento, a orientação da agência é procurar a concessionária responsável pelo trecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que o veículo será levado até a casa do motorista ou a qualquer oficina escolhida por ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A EPR Paraná, por exemplo, explica em sua página de dúvidas que o guincho tem a finalidade de retirar o usuário da área de risco e conduzi-lo a um ponto de apoio próximo e seguro. A empresa informa que a remoção até a residência ou oficina de preferência não está prevista no serviço. Essa condição se refere à concessão da empresa e não deve ser automaticamente aplicada a todos os contratos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao solicitar assistência, portanto, vale perguntar qual atendimento será prestado e para onde o veículo poderá ser removido. Essa informação ajuda a organizar a continuidade da viagem e, quando necessário, acionar a assistência do seguro.</p>



<h3 id="h-e-se-faltar-sinal-de-celular" class="wp-block-heading">E se faltar sinal de <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/celular-via-satelite-chega-ao-brasil-o-que-ja-funciona-para-quem-viaja-por-areas-sem-sinal/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/celular-via-satelite-chega-ao-brasil-o-que-ja-funciona-para-quem-viaja-por-areas-sem-sinal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">celular</a>?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Consultar o mapa antecipadamente permite anotar ou salvar os telefones das concessionárias e suas áreas de atendimento. Uma captura de tela pode preservar essas informações para consulta sem internet, mas não permite fazer uma ligação onde não houver cobertura de telefonia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado do trajeto também oferece uma opção de impressão. Levar os contatos em papel é uma alternativa para quem ficar sem bateria ou não conseguir acessar o aparelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocorrência de uma pane, a prioridade é proteger as pessoas. Se for possível movimentar o veículo com segurança, procure um local fora da faixa de circulação e acione o pisca-alerta. Evite permanecer exposto ao tráfego, atravessar a pista ou caminhar pela rodovia em busca de sinal. Ao sair do veículo, avalie as condições e utilize o lado afastado do fluxo, quando houver segurança para isso. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">A PRF alerta para o risco de novas colisões e atropelamentos nas proximidades de veículos imobilizados.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ao pedir ajuda, informe a rodovia, o quilômetro aproximado, o sentido da viagem e algum ponto de referência. Relate também se há pessoas feridas ou veículo obstruindo a pista. Essas informações ajudam a equipe a localizar a ocorrência e dimensionar o atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações de emergência, os contatos são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>191 — Polícia Rodoviária Federal: emergências nas rodovias federais;</li>



<li>192 — Samu: urgências médicas;</li>



<li>193 — Corpo de Bombeiros: situações que exijam resgate e combate a incêndio.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O 166 é o canal da Ouvidoria da ANTT e deve ser utilizado para manifestações sobre os serviços regulados. Para solicitar atendimento operacional na estrada, procure o contato da concessionária ou o serviço de emergência adequado à ocorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mapa facilita a preparação para uma eventual necessidade de socorro, mas não substitui a revisão do veículo. Pneus, freios, iluminação e demais itens de segurança precisam ser verificados antes da viagem — inclusive para reduzir a possibilidade de uma parada inesperada que exponha ocupantes, motociclistas, ciclistas, pedestres e equipes de atendimento ao risco.</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/carro-deu-problema-na-estrada-mapa-da-antt-ajuda-a-encontrar-quem-chamar/">Carro deu problema na estrada? Mapa da ANTT ajuda a encontrar quem chamar</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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				<media:description>
					<![CDATA[Consulta ao mapa da ANTT deve ser feita antes da viagem, por um passageiro ou com o veículo estacionado em local seguro. Foto: Foto: Divulgação / Comunicação ANTT

]]>
				</media:description>
			</media:content>	</item>
		<item>
		<title>Vai viajar no feriado? Veja o que conferir antes de seguir um atalho do aplicativo</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/vai-viajar-no-feriado-veja-o-que-conferir-antes-de-seguir-um-atalho-do-aplicativo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Czerwonka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trânsito fica lento, o horário de chegada aumenta e o aplicativo oferece uma alternativa: sair da rodovia para economizar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/atalho-do-aplicativo-1024x682.jpg" alt="atalho do aplicativo" class="wp-image-58791" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/atalho-do-aplicativo-1024x682.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/atalho-do-aplicativo-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/atalho-do-aplicativo-768x511.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/atalho-do-aplicativo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Um caminho disponível no mapa pode apresentar condições inadequadas no momento da passagem. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/cars-traffic-jam-german-highway-490621990.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/photo/cars-traffic-jam-german-highway-490621990.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Canetti para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O trânsito fica lento, o horário de chegada aumenta e o aplicativo oferece uma alternativa: sair da rodovia para economizar alguns minutos. Para quem vai viajar no feriado de Finados, a sugestão pode parecer uma solução imediata. Antes de aceitar, porém, é preciso observar por onde passa o novo percurso e quais informações estão disponíveis sobre ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estimativa de chegada mais cedo, sozinha, não permite concluir que aquele caminho é a melhor escolha para a viagem. Pavimentação, condições do tempo, restrições de circulação e disponibilidade de locais de parada são fatores que também merecem atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Rodoviária Federal (<a href="https://www.gov.br/prf/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/prf/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PRF</a>) orienta que o planejamento inclua as distâncias a percorrer, a previsão do tempo e a existência de postos de combustíveis, restaurantes e pontos de parada. Esses cuidados precisam acompanhar também a avaliação de uma mudança de trajeto. </p>



<h3 id="h-antes-de-aceitar-o-atalho-veja-o-percurso-completo" class="wp-block-heading">Antes de aceitar o atalho, veja o percurso completo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Aplicativos de navegação ajudam a comparar caminhos e acompanhar mudanças no trânsito. O próprio <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/mobilidade-urbana/waze-x-google-maps-afinal-qual-o-melhor-app-de-navegacao/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/mobilidade-urbana/waze-x-google-maps-afinal-qual-o-melhor-app-de-navegacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Waze</a> informa que permite consultar rotas alternativas antes da saída e que pode sugerir outro trajeto durante a viagem, com a opção de aceitar a recomendação ou permanecer no percurso atual. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tomar essa decisão, vale ampliar a visualização do mapa e identificar as estradas e os municípios incluídos no desvio. Um caminho que parece simples na tela pode envolver acessos, cruzamentos e trechos com características diferentes da rodovia inicialmente escolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de mudar, procure esclarecer: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por onde passa a alternativa: quais vias serão utilizadas e em que ponto o trajeto retorna à rota original.</li>



<li>Quais são as condições de circulação: se há trechos sem pavimentação, obras, bloqueios ou restrições ao veículo.</li>



<li>Que estrutura existe no caminho: locais adequados para abastecer, parar e buscar atendimento.</li>



<li>Como o horário e o tempo interferem na escolha: um percurso desconhecido exige avaliação adicional à noite ou sob chuva.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se faltarem informações sobre o desvio, a economia indicada na tela não deve ser o único motivo para deixar a rota planejada.</p>



<h3 id="h-consulte-os-avisos-de-quem-administra-a-estrada" class="wp-block-heading">Consulte os avisos de quem administra a estrada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da saída e nas paradas, consulte os canais oficiais da concessionária ou do órgão responsável pelas rodovias do percurso. Procure informações sobre obras, interdições e alternativas divulgadas para aquele trecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma sugestão automática de navegação não deve ser interpretada, por si só, como um desvio oficial. Em situações de bloqueio, acompanhe as orientações das equipes que atuam no local.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Também é importante verificar a data e a abrangência dos comunicados. Uma orientação publicada para uma ocorrência anterior pode não corresponder às condições encontradas na viagem.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-a-orientacao-do-aplicativo-nao-autoriza-uma-manobra" class="wp-block-heading">A orientação do aplicativo não autoriza uma manobra</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se o aplicativo indicar uma conversão proibida ou um acesso interditado, o condutor deve respeitar a regulamentação e as orientações no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Código de Trânsito Brasileiro estabelece a prevalência das ordens dos agentes sobre as normas de circulação e os demais sinais. As instruções do navegador não substituem essa organização do trânsito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo cuidado vale quando a orientação chega perto demais de uma saída. Tentar alcançar o acesso com uma mudança brusca de faixa pode criar uma situação de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se não houver condições de realizar a manobra com segurança, siga adiante e reavalie o caminho em uma oportunidade adequada. O CTB exige que o condutor verifique previamente se é possível executar uma manobra sem perigo e sinalize com antecedência seus deslocamentos laterais. </p>



<h3 id="h-recalcular-a-rota-tambem-exige-atencao" class="wp-block-heading">Recalcular a rota também exige atenção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O momento de escolher outro caminho não pode desviar a atenção da condução. Configure a navegação antes de sair e, se houver um passageiro, combine que ele acompanhe as informações e ajude a conferir o percurso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Se estiver sozinho e precisar analisar o mapa ou alterar configurações, procure um local permitido e seguro para estacionar, como um posto ou uma área de apoio. O acostamento não deve ser usado como local de parada para consultar o aplicativo.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-chuva-exige-uma-nova-avaliacao" class="wp-block-heading">Chuva exige uma nova avaliação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um caminho disponível no mapa pode apresentar condições inadequadas no momento da passagem. Por isso, alertas meteorológicos e informações sobre bloqueios precisam fazer parte da escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A importância de incorporar riscos ambientais à navegação é tema de um projeto divulgado pelo Cemaden em agosto de 2026. Desenvolvido em cooperação com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o protótipo de “roteamento resiliente” utiliza informações sobre áreas vulneráveis a inundações e pontos de alagamento para calcular trajetos alternativos. A ferramenta foi disponibilizada para testes com foco na cidade de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa ilustra por que a avaliação de um percurso precisa considerar as condições do ambiente. Diante de alagamento, bloqueio ou orientação das equipes de trânsito, não prossiga apenas porque a rota continua aparecendo na tela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a viagem do feriado, a pergunta antes de aceitar um atalho é simples: há informações suficientes para escolher esse caminho com segurança? A resposta deve considerar todo o percurso, além dos minutos que o aplicativo estima economizar.</p>
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					<![CDATA[Um caminho disponível no mapa pode apresentar condições inadequadas no momento da passagem. Foto: Canetti para Depositphotos
]]>
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		<item>
		<title>Quase metade das mulheres leva mais de uma hora para chegar ao trabalho em algumas cidades brasileiras</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/mobilidade-urbana/quase-metade-das-mulheres-leva-mais-de-uma-hora-para-chegar-ao-trabalho-em-algumas-cidades-brasileiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tempo gasto para chegar ao trabalho pode consumir uma parcela significativa do dia de milhares de brasileiras. Em alguns...</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/mobilidade-urbana/quase-metade-das-mulheres-leva-mais-de-uma-hora-para-chegar-ao-trabalho-em-algumas-cidades-brasileiras/">Quase metade das mulheres leva mais de uma hora para chegar ao trabalho em algumas cidades brasileiras</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mulheres-trabalho-1024x683.jpg" alt="mulheres trabalho" class="wp-image-58528" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mulheres-trabalho-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mulheres-trabalho-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mulheres-trabalho-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mulheres-trabalho.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Em cidades com mais de 500 mil habitantes, 17,98% das mulheres levam mais de uma hora no deslocamento diário. Foto: <a href="https://depositphotos.com/editorial/salvador-bahia-brazil-january-2022-passengers-waiting-onbs-lapa-station-550522168.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/editorial/salvador-bahia-brazil-january-2022-passengers-waiting-onbs-lapa-station-550522168.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">joasouza para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo gasto para chegar ao trabalho pode consumir uma parcela significativa do dia de milhares de brasileiras. Em alguns municípios do país, quase metade das mulheres que se deslocam para trabalhar leva mais de uma hora para completar o trajeto entre a residência e o emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o que revela o Índice Municipal de Gênero (IMG), levantamento desenvolvido pela Tewá 225 a partir de dados públicos dos 5.570 municípios brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os casos mais extremos estão em Japeri (RJ), onde 49,93% das mulheres enfrentam trajetos superiores a uma hora; Francisco Morato (SP), com 47,09%; e Águas Lindas de Goiás (GO), com 45,37%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os três municípios têm algo em comum: estão inseridos nas periferias de grandes regiões metropolitanas. O resultado chama atenção para um problema que vai além do trânsito ou da duração de uma viagem: a distância entre onde as pessoas vivem e onde estão concentrados empregos, serviços e oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos municípios analisados pelo levantamento que, juntos, concentram 41,7% da população brasileira, uma em cada dez mulheres gasta mais de uma hora no deslocamento diário entre casa e trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Luciana Sonck, mestre em planejamento territorial, especialista em governança e CEO da Tewá 225, os resultados do índice ajudam a tornar visíveis desigualdades que nem sempre aparecem nas estatísticas tradicionais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Existe um enorme vazio de dados de gênero no Brasil, o que faz com que as mulheres sigam invisíveis e deixem de ser prioridade nas políticas públicas”, afirma.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme ela, o IMG busca justamente oferecer informações que permitam aos municípios identificar onde estão seus principais problemas e orientar políticas públicas.</p>



<h3 id="h-quanto-maior-a-cidade-maior-o-peso-do-deslocamento" class="wp-block-heading">Quanto maior a cidade, maior o peso do deslocamento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostra uma diferença expressiva conforme aumenta o tamanho dos municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas cidades com até 5 mil habitantes, 2,98% das mulheres gastam mais de uma hora no deslocamento diário. Já nos municípios com mais de 500 mil habitantes, essa proporção chega a 17,98% — cerca de seis vezes mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado ganha relevância porque a dimensão de infraestrutura e mobilidade recebeu média nacional de 91,35 pontos no Índice Municipal de Gênero, uma pontuação elevada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, porém, não significa que a mobilidade feminina esteja resolvida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio estudo ressalta que o indicador utilizado não consegue captar aspectos como a segurança durante o percurso, a qualidade do transporte público e os diferentes deslocamentos realizados pelas mulheres ao longo do dia.</p>



<h3 id="h-ibge-tambem-mostra-o-peso-dos-deslocamentos-no-pais" class="wp-block-heading">IBGE também mostra o peso dos deslocamentos no país</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do Censo Demográfico 2022 ajudam a dimensionar o problema da mobilidade cotidiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 40 milhões de brasileiros levam entre seis minutos e meia hora para chegar ao trabalho, enquanto cerca de 1,3 milhão gasta mais de duas horas apenas para chegar ao local de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O automóvel é o principal meio utilizado nesse deslocamento no país, representando 32,3% das viagens, seguido pelo ônibus, com 21,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados também revelam diferenças entre homens e mulheres. Entre elas, 9,5% trabalham em outro município; entre os homens, são 11,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas diferenças mostram que olhar apenas para a distância entre residência e trabalho não é suficiente para compreender como homens e mulheres utilizam a cidade.</p>



<h3 id="h-o-caminho-das-mulheres-nem-sempre-e-apenas-casa-trabalho" class="wp-block-heading">O caminho das mulheres nem sempre é apenas casa-trabalho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um conceito que vem ganhando espaço nos estudos de planejamento urbano ajuda a entender essa diferença: a chamada “mobilidade do cuidado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto as estatísticas tradicionais de transporte costumam privilegiar o deslocamento pendular — sair de casa, ir ao trabalho e retornar —, uma parcela das viagens realizadas diariamente envolve outras necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levar e buscar crianças na escola, acompanhar familiares a consultas médicas, cuidar de idosos, fazer compras ou acessar serviços públicos são alguns exemplos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre mobilidade do cuidado mostram que esses trajetos são realizados de maneira desproporcional pelas mulheres e podem envolver várias paradas, diferentes horários e mais de um meio de transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma viagem relativamente curta até o trabalho não necessariamente significa que aquela mulher tenha uma rotina simples de deslocamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa limitação também é reconhecida pelo próprio IMG. O estudo ressalta que o indicador de deslocamento não captura “a segurança do trajeto, a qualidade do transporte público nem os deslocamentos fragmentados associados ao cuidado”.</p>



<h3 id="h-deslocamentos-longos-tambem-tem-recorte-racial" class="wp-block-heading">Deslocamentos longos também têm recorte racial</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro resultado do Índice Municipal de Gênero mostra que o problema não está distribuído igualmente pelo território brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos 200 municípios com maior proporção de deslocamentos longos, 62,74% da população é negra. Nos demais municípios, essa participação é de 55,72%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Japeri, Francisco Morato e Águas Lindas de Goiás, que aparecem no topo do levantamento, são exemplos de cidades periféricas integradas a grandes áreas metropolitanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado reforça a relação entre mobilidade, localização da moradia e acesso às oportunidades urbanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo 2022 também mostra como os deslocamentos ultrapassam os limites municipais. Em todo o país, milhões de brasileiros precisam sair diariamente da cidade onde vivem para trabalhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dinâmica é especialmente importante nas regiões metropolitanas, onde municípios residenciais mantêm forte relação com os grandes centros de emprego.</p>



<h3 id="h-mobilidade-tambem-interfere-no-acesso-a-oportunidades" class="wp-block-heading">Mobilidade também interfere no acesso a oportunidades</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tempo de deslocamento não significa apenas minutos perdidos dentro de um ônibus, trem ou automóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma pessoa precisa gastar uma ou duas horas para chegar ao emprego — e repetir o percurso na volta —, o transporte passa a ocupar uma parcela importante do tempo disponível para descanso, estudo, convivência familiar e outras atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as mulheres, a questão pode ser ainda mais complexa quando o deslocamento profissional é combinado às atividades de cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, políticas de mobilidade pensadas exclusivamente para acelerar o deslocamento entre residência e emprego podem deixar de atender uma parte importante das viagens realizadas diariamente.</p>



<h3 id="h-o-que-as-cidades-podem-fazer" class="wp-block-heading">O que as cidades podem fazer</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre mobilidade feminina envolve medidas que vão desde o planejamento urbano até a segurança viária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Calçadas acessíveis e bem conservadas, iluminação pública, pontos de ônibus seguros, integração entre diferentes meios de transporte, oferta adequada de transporte coletivo e acesso próximo a escolas, unidades de saúde e outros serviços reduzem a necessidade de deslocamentos longos e complexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é necessário produzir informações capazes de mostrar quem se desloca, por qual motivo, em quais horários e de que maneira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa necessidade está no centro do próprio Índice Municipal de Gênero. Para Luciana Sonck, as políticas públicas voltadas às mulheres não podem ser pensadas apenas quando os problemas aparecem nas estatísticas de violência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos lembrar das mulheres apenas quando elas aparecem nas estatísticas de violência, isso é a ponta do iceberg. Devemos antes disso, avaliar os fatores que determinam seu acesso a direitos”, afirma.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, melhorar a disponibilidade de informações municipais é parte desse processo. “Sem dados não há diagnóstico e política pública.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram, portanto, que reduzir o tempo perdido nos deslocamentos pode exigir mais do que melhorar a fluidez do trânsito. Exige aproximar moradia, emprego e serviços e planejar sistemas de transporte capazes de atender às diferentes formas como a população efetivamente se movimenta pelas cidades.</p>
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					<![CDATA[Em cidades com mais de 500 mil habitantes, 17,98% das mulheres levam mais de uma hora no deslocamento diário. Foto: joasouza para Depsitphotos
]]>
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		<title>Celular via satélite chega ao Brasil: o que já funciona para quem viaja por áreas sem sinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Czerwonka]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de sinal de celular em rodovias e regiões afastadas começa a ganhar uma nova alternativa no Brasil. Desde...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Celular-sem-sinal-1024x683.jpg" alt="Celular via satélite" class="wp-image-58812" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Celular-sem-sinal-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Celular-sem-sinal-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Celular-sem-sinal-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Celular-sem-sinal.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Conexão direta com satélites pode ampliar o uso de mensagens e mapas em trechos sem cobertura móvel, mas ainda não permite chamadas convencionais para serviços de emergência. Foto: criação de IA.</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de sinal de celular em rodovias e regiões afastadas começa a ganhar uma nova alternativa no Brasil. Desde segunda-feira (26), clientes elegíveis da Vivo podem conectar determinados smartphones diretamente à rede de satélites da Starlink quando não houver cobertura móvel terrestre disponível. A novidade pode ajudar quem viaja por estradas com longos trechos sem sinal, mas ainda possui limitações importantes — inclusive em situações de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chamado de Vivo Satélite, o serviço funciona sem a instalação de antena externa no veículo. Quando o celular compatível perde todas as redes terrestres disponíveis, pode tentar estabelecer automaticamente a conexão com um satélite. A identificação “Vivo Starlink” aparece na tela quando o aparelho consegue acessar o serviço. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia utilizada é conhecida como Direct-to-Device ou Direct-to-Cell. Nesse sistema, satélites de baixa órbita funcionam como uma extensão da rede de telefonia e se comunicam diretamente com smartphones compatíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que funciona pelo satélite?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira etapa, a conexão não oferece acesso irrestrito à internet. O serviço está limitado a determinados aplicativos e funcionalidades:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mensagens, áudios e chamadas de voz pelo WhatsApp;</li>



<li>SMS, MMS e RCS;</li>



<li>iMessage e Google Mensagens;</li>



<li>Google Maps e Apple Maps;</li>



<li>App Vivo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O uso desses serviços pela conexão via satélite não consome a franquia de dados do plano. Segundo a operadora, também pode ser possível enviar fotos e vídeos pelos aplicativos compatíveis, embora a velocidade seja limitada e as mensagens possam demorar alguns minutos, dependendo das condições da rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não estão disponíveis chamadas convencionais pela rede móvel, videochamadas, acesso a links externos, serviços de streaming ou aplicativos que não façam parte da lista autorizada. vivo.com.br</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Para quem está na estrada, o recurso poderá ajudar a consultar uma rota, compartilhar a localização ou avisar familiares sobre um atraso. Entretanto, não deve ser interpretado como garantia de conexão permanente.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-chamadas-de-emergencia-sao-uma-limitacao-importante" class="wp-block-heading">Chamadas de emergência são uma limitação importante</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a tecnologia possa ampliar a comunicação em áreas isoladas, o serviço não funciona como um sistema universal de emergência. A própria Vivo informa que, enquanto o aparelho estiver conectado ao Vivo Satélite, não são suportadas chamadas para serviços de emergência nem o recebimento de alertas da Defesa Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o motorista não deve depender exclusivamente da conexão para ligar diretamente para números como 190, 191, 192 ou 193. Uma chamada de voz pelo WhatsApp poderá funcionar, mas dependerá da disponibilidade do aplicativo, da conexão com o satélite e da pessoa ou empresa chamada possuir atendimento por esse canal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de viajar, principalmente por regiões afastadas, continuam válidas algumas medidas preventivas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>baixar mapas para utilização offline;</li>



<li>salvar os telefones e canais de atendimento das concessionárias;</li>



<li>informar a alguém o trajeto e o horário previsto de chegada;</li>



<li>manter o celular carregado e levar uma bateria externa;</li>



<li>verificar as condições da rodovia e a existência de postos de atendimento ao usuário.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma emergência, se o telefone não conseguir realizar a chamada necessária, o motorista deverá procurar um posto de atendimento, equipamento de comunicação da rodovia ou auxílio de uma equipe operacional, sem se expor ao fluxo de veículos.</p>



<h3 id="h-quem-pode-utilizar" class="wp-block-heading">Quem pode utilizar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço não está disponível automaticamente para todos os consumidores. É necessário:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>possuir um plano ou uma oferta elegível;</li>



<li>utilizar um smartphone incluído na lista de aparelhos compatíveis;</li>



<li>manter o sistema operacional atualizado;</li>



<li>ter chip 4G, 5G ou eSIM compatível;</li>



<li>deixar o roaming nacional de dados ativado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as modalidades contempladas estão determinadas ofertas do Vivo Pós, Vivo Total, Vivo Controle, Vivo Lite e Vivo Pré. No pré-pago, o benefício está associado a promoções com recargas a partir de R$ 30. A elegibilidade deve ser consultada no aplicativo ou nos canais oficiais da operadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período promocional, o serviço é oferecido sem cobrança adicional aos clientes elegíveis. A Vivo, porém, não estabelece na página pública consultada uma data única para o fim dessa condição e informa que as regras poderão ser alteradas, prorrogadas ou encerradas mediante comunicação aos consumidores. </p>



<h3 id="h-a-conexao-funciona-em-qualquer-lugar" class="wp-block-heading">A conexão funciona em qualquer lugar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Para se comunicar com os satélites, o aparelho precisa estar em uma área aberta e com boa visibilidade do céu. Túneis, edifícios, árvores densas, montanhas e outras barreiras podem enfraquecer ou impedir o sinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro do veículo, a estrutura da carroceria também pode reduzir a intensidade da conexão. A operadora informa que o serviço pode funcionar durante o deslocamento, mas o desempenho e a estabilidade variam conforme o ambiente, os obstáculos e a posição dos satélites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se for necessário mexer no aparelho, a consulta deve ser feita pelo passageiro. Caso esteja sozinho, o condutor deve parar em um local permitido e seguro antes de usar o celular. Segurar ou manusear o telefone enquanto dirige continua sendo infração gravíssima, independentemente da tecnologia utilizada para a conexão.</p>



<h3 id="h-qual-e-a-diferenca-em-relacao-ao-roaming-obrigatorio" class="wp-block-heading">Qual é a diferença em relação ao roaming obrigatório?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço via satélite não é a mesma medida prevista para ampliar o roaming nas rodovias a partir de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No roaming terrestre, quando o cliente perde o sinal da própria operadora, o aparelho tenta utilizar a antena de outra empresa disponível naquela região. A solução, portanto, depende da existência de alguma rede convencional no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no sistema via satélite, a conexão pode ocorrer quando não houver 5G, 4G, 3G, 2G ou mesmo uma rede terrestre de outra operadora acessível por roaming. Em vez de procurar uma antena instalada no solo, o celular compatível se conecta ao satélite.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">As duas tecnologias podem se complementar: o roaming aproveita redes terrestres existentes, enquanto o satélite busca atender trechos onde nenhuma delas está disponível.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-tecnologia-ainda-esta-em-ambiente-regulatorio-experimental" class="wp-block-heading">Tecnologia ainda está em ambiente regulatório experimental</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A comunicação direta entre satélites e celulares está sendo desenvolvida no Brasil dentro de um ambiente regulatório experimental da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O projeto permite autorizações temporárias para o uso de radiofrequências destinadas às aplicações Direct-to-Device e admite exploração comercial durante essa fase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto de 2026, a Anatel prorrogou o ambiente experimental até abril de 2029 ou até a entrada em vigor de regras definitivas para esse tipo de serviço. A medida permite que a agência acompanhe o desempenho da tecnologia e avalie aspectos técnicos e regulatórios antes da consolidação do modelo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada da conexão direta por satélite representa um avanço para reduzir áreas sem cobertura no Brasil, especialmente em rodovias e regiões rurais. Ainda assim, o recurso deve ser entendido como uma alternativa complementar: não substitui completamente a rede móvel convencional, não garante conexão em todos os locais e, por enquanto, possui limitações justamente em funcionalidades essenciais de emergência.</p>
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					<![CDATA[Conexão direta com satélites pode ampliar o uso de mensagens e mapas em trechos sem cobertura móvel, mas ainda não permite chamadas convencionais para serviços de emergência. Foto: criação de IA.]]>
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		<title>Fiscalização de trânsito mais segura e transparente com o apoio de novas tecnologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão da mobilidade urbana e a fiscalização nas rodovias do Brasil passam por uma grande transformação impulsionada por recursos...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Monitoramento-fiscalizacao-de-transito-1024x683.jpg" alt="Monitoramento fiscalização de trânsito" class="wp-image-58809" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Monitoramento-fiscalizacao-de-transito-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Monitoramento-fiscalizacao-de-transito-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Monitoramento-fiscalizacao-de-transito-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Monitoramento-fiscalizacao-de-transito.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>O uso de câmeras corporais, sensores e sistemas inteligentes de monitoramento pode contribuir para uma fiscalização de trânsito mais eficiente, transparente e segura. Foto: criação de IA</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão da mobilidade urbana e a fiscalização nas rodovias do Brasil passam por uma grande transformação impulsionada por recursos digitais de alta capacidade. O trabalho dos agentes de trânsito, principalmente ligado à presença ostensiva em pontos estratégicos, e preencher autos de infração, hoje opera de maneira integrada a ecossistemas de dados em tempo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde as centrais de inteligência viária aos equipamentos vestíveis na farda dos fiscais, o uso dos sensores ópticos e algoritmos analíticos tem permitido elevar a precisão das abordagens, com mais transparência jurídica, combatendo condutas de risco que colocam vidas em perigo nas vias públicas.</p>



<h2 id="h-quais-sao-os-principais-desafios-para-a-melhoria-no-transito" class="wp-block-heading">Quais são os principais desafios para a melhoria no trânsito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O principal desafio para o combate à violência viária permanece como prioridade absoluta nas políticas de trânsito em todo o país. O desrespeito às normas elementares de proteção traz consequências graves nas estradas, conforme o recente alerta de que <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/seguranca/4-em-cada-10-mortos-em-rodovias-estavam-sem-cinto-de-seguranca-alerta-arteris/">quatro a cada dez mortos em rodovias estavam sem o cinto de segurança em acidentes</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do risco fatal, o impacto econômico e social da imprudência é evidente quando as <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/infracoes-de-transito-crescem-e-expoem-um-problema-maior-que-o-valor-da-multa/">infrações de trânsito crescem</a>, o que revela a necessidade de ações educativas aliadas a um cerco fiscalizatório eficiente. Além disso, a modernização dos serviços ao condutor acompanha esse avanço digital, de modo a permitir uma série de <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/tem-o-app-cnh-do-brasil-no-celular-veja-funcoes-que-muita-gente-ainda-nao-conhece/">acessos facilitados que têm ao navegar pelo Aplicativo CNH do Brasil</a>. Isso facilita localizar documentos eletrônicos e notificações em tempo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração do cidadão ao ambiente virtual reflete a tendência observada no setor produtivo, a exemplo da <a href="https://bpmoney.com.br/noticias/como-a-expansao-da-infraestrutura-digital-esta-mudando-a-seguranca-de-instalacoes-criticas/">expansão da infraestrutura digital que muda a segurança de instalações críticas</a>. A medida demonstra que a conectividade contínua é o pilar da governança moderna.</p>



<h2 id="h-inteligencia-perimetral-radares-de-velocidade-media-e-mobilidade-inteligente" class="wp-block-heading">Inteligência perimetral, radares de velocidade média e mobilidade inteligente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução dos sistemas de controle de tráfego nos municípios vai além da captura do excesso de velocidade em pontos isolados. Na busca por soluções de fluidez no trânsito que evitem congestionamentos, <a href="https://vsoft.com.br/post/tecnologia-transito-cidades">análises especializadas sobre a tecnologia de trânsito</a> destacam que a sincronização de semáforos inteligentes, o monitoramento das câmeras com leitura de placas e a gestão dinâmica de frotas redefinem a segurança viária urbana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra inovação que ganha força nas discussões técnicas é o <a href="https://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/servicos-automotivos/radares-de-velocidade-media-vao-melhorar-o-transito-ou-criar-novos-problemas/?srsltid=AYCX9vJ4VmuMWVU5sd66SYQliH83kTR5tMD_C2fkEl_n0PYu0cvCVAtU">monitoramento do tempo de percurso em trechos contínuos de vias e rodovias</a>. Este debate sobre a eficácia dos radares de velocidade média evidencia que a fiscalização por trecho incentiva uma dirigibilidade constantemente prudente, o que evita freadas bruscas sobre os aparelhos tradicionais, reduzindo o risco de colisões traseiras.</p>



<h2 id="h-protecao-ao-agente-e-transparencia-nas-blitze" class="wp-block-heading">Proteção ao agente e transparência nas blitze</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por um lado, as centrais de controle gerenciam o fluxo macro de veículos. Por outro, a atuação direta dos agentes de trânsito nas fiscalizações de rotina e blitze de Lei Seca exigem respaldo tático e proteção em tempo real. Nesse contexto da interação direta com motoristas, a adoção das <a href="https://www.motorolasolutions.com/pt_xl/video-security-access-control/body-worn-cameras.html">câmeras corporais</a> acopladas ao fardamento dos fiscais estabeleceu um novo patamar de segurança e confiabilidade operacional. Nos últimos anos, as discussões para que estes dispositivos sejam implementados nas forças de segurança pública aumentaram consideravelmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso contínuo destes equipamentos captura áudio e vídeo de alta definição em todas as abordagens viárias. A presença do equipamento vestível atua como um potente fator de desescalada de conflitos, inibindo tentativas de desacato, agressões verbais ou condutas ilícitas por parte dos motoristas abordados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os agentes públicos, estas gravações criptografadas servem como escudos contra falsas acusações. Já para o cidadão, é a garantia de que haverá um atendimento imparcial e amparado pela legislação de trânsito. O material audiovisual gravado é integrado diretamente aos autos de infração e processos administrativos, fornecendo provas irrefutáveis para a instrução de recursos e inquéritos judiciais.</p>



<h2 id="h-mudanca-de-paradigma-e-fiscalizacao-viaria" class="wp-block-heading">Mudança de paradigma e fiscalização viária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A consolidação de uma mobilidade urbana moderna e segura se assenta na convergência entre cidadania, fiscalização inteligente e tecnologia de ponta. São estratégias que se tornam fundamentais para garantir que a população consiga transitar por grandes vias e estradas sem correr o risco de sofrer acidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deste modo, a modernização das equipes de fiscalização e das centrais de monitoramento são um avanço essencial para a segurança viária no Brasil. Assim, o setor de trânsito vai construir caminhos mais fluídos, justos e protegidos para toda a sociedade.</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-de-transito-mais-segura-e-transparente-com-o-apoio-de-novas-tecnologias/">Fiscalização de trânsito mais segura e transparente com o apoio de novas tecnologias</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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					<![CDATA[O uso de câmeras corporais, sensores e sistemas inteligentes de monitoramento pode contribuir para uma fiscalização de trânsito mais eficiente, transparente e segura. Foto: criação de IA]]>
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		<title>BR-101, BR-116 e BR-381: por que rodovias de SC, PR e MG exigem atenção redobrada?</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/seguranca/br-101-br-116-e-br-381-por-que-rodovias-de-sc-pr-e-mg-exigem-atencao-redobrada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais estão entre os estados brasileiros atravessados por importantes corredores do transporte rodoviário de cargas....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais estão entre os estados brasileiros atravessados por importantes corredores do transporte rodoviário de cargas. Rodovias como a BR-101, a BR-116 e a BR-381 concentram intenso movimento de caminhões e apresentam trechos que exigem atenção especial dos condutores, seja pelo volume de sinistros, pelas características da infraestrutura ou pelas condições de circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Polícia Rodoviária Federal (<a href="https://www.gov.br/prf/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/prf/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PRF</a>) ajudam a dimensionar o problema. Em 2025, a BR-101 e a BR-116 estiveram entre as rodovias federais com maior número de sinistros registrados no Brasil. Já a BR-381, especialmente em Minas Gerais, chama atenção pelas ocorrências envolvendo veículos pesados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário reforça a importância de medidas de prevenção que vão além da identificação dos trechos com mais acidentes. Para empresas de transporte e gestores de frotas, compreender os fatores que aumentam os riscos durante as viagens pode contribuir para decisões mais seguras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que a Geotab, empresa especializada em soluções de gestão de frotas, destaca o uso da telemetria, da videotelemetria e da inteligência artificial como ferramentas de apoio à segurança viária.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não basta saber quais são as rodovias mais críticas. Para uma operação de transporte eficiente e segura, é fundamental entender o que acontece em tempo real na frota durante cada viagem e identificar comportamentos e situações de risco que antecedem o acidente”, afirma Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab no Brasil.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-br-101-santa-catarina-esta-em-um-dos-principais-corredores-de-risco" class="wp-block-heading">BR-101: Santa Catarina está em um dos principais corredores de risco</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A BR-101 é uma das rodovias mais importantes do país, ligando diferentes regiões e concentrando intenso fluxo de veículos de passeio, ônibus e <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/seguranca/colisoes-frontais-e-tombamentos-por-que-esses-acidentes-sao-tao-graves-nas-rodovias/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/seguranca/colisoes-frontais-e-tombamentos-por-que-esses-acidentes-sao-tao-graves-nas-rodovias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caminhões</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o Anuário Estatístico 2025 da PRF, a rodovia registrou 13.014 sinistros ao longo do ano, o maior número absoluto entre as rodovias federais brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Santa Catarina, a BR-101 possui papel estratégico na circulação de mercadorias, especialmente pela ligação entre centros urbanos, regiões industriais e estruturas portuárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O intenso movimento de veículos pesados, somado ao tráfego urbano e intermunicipal em determinados trechos, exige atenção à distância de segurança, às mudanças de faixa e às condições de circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados apresentados em levantamento com informações da PRF apontaram 987 sinistros e 25 mortes na BR-101 catarinense entre janeiro e março de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concentração de ocorrências reforça a necessidade de planejamento e prevenção, mas é importante considerar que o número absoluto de sinistros também é influenciado pela extensão da rodovia e pelo volume de veículos que circulam por ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, os registros não significam, isoladamente, que todos os trechos da BR-101 apresentem o mesmo nível de risco.</p>



<h3 id="h-br-116-parana-abriga-trecho-estrategico-para-o-transporte-de-cargas" class="wp-block-heading">BR-116: Paraná abriga trecho estratégico para o transporte de cargas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A BR-116 aparece em segundo lugar no número absoluto de sinistros entre as rodovias federais brasileiras, com 11.021 ocorrências registradas em 2025, conforme dados da PRF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rodovia atravessa diferentes estados e inclui corredores importantes para a economia nacional, como a Via Dutra, entre São Paulo e Rio de Janeiro, e a Régis Bittencourt, que conecta São Paulo ao Sul do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Paraná, a BR-116 integra esse eixo estratégico e recebe grande movimentação de veículos de carga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trecho da Régis Bittencourt é conhecido pela presença de segmentos de serra, curvas e declives que exigem atenção especial, principalmente dos condutores de caminhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas condições, a escolha de uma velocidade compatível com a via, o respeito à distância de segurança e o uso adequado dos sistemas de frenagem são fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O planejamento da viagem também deve considerar as condições meteorológicas, especialmente em situações de chuva e baixa visibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em operações de transporte pesado, a manutenção preventiva dos freios, pneus e demais componentes mecânicos assume importância ainda maior diante das características desses trajetos.</p>



<h3 id="h-br-381-minas-gerais-concentra-ocorrencias-com-veiculos-pesados" class="wp-block-heading">BR-381: Minas Gerais concentra ocorrências com veículos pesados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em Minas Gerais, a BR-381 é outro corredor que exige atenção especial do transporte rodoviário de cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rodovia desempenha papel importante na ligação entre centros industriais, regiões metropolitanas e áreas de distribuição de mercadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento com dados da PRF apontou 3.137 sinistros envolvendo veículos pesados na BR-381, com 116 mortes e 1.492 pessoas feridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o mesmo levantamento, mais de 60% das ocorrências se concentraram no trecho entre Contagem e Extrema, em Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse segmento inclui a ligação com São Paulo pela Rodovia Fernão Dias, utilizada diariamente por caminhões e outros veículos de transporte de cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As características da via e o volume de tráfego tornam especialmente importantes os cuidados com a velocidade, a distância entre veículos e as condições de funcionamento dos caminhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em trechos com aclives e declives, a condução adequada também depende do uso correto das marchas e dos sistemas de frenagem, evitando situações que possam comprometer o controle do veículo.</p>



<h3 id="h-o-que-os-dados-mostram-sobre-os-riscos-nas-rodovias" class="wp-block-heading">O que os dados mostram sobre os riscos nas rodovias?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros da PRF permitem identificar rodovias e situações que merecem atenção, mas a quantidade de sinistros não deve ser interpretada como um indicador único de periculosidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma rodovia extensa e com grande circulação de veículos pode registrar mais ocorrências do que uma via de menor movimento, sem necessariamente apresentar risco proporcionalmente maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compreender melhor as condições de segurança, é necessário considerar fatores como volume de tráfego, características da infraestrutura, tipos de veículos envolvidos, condições meteorológicas e gravidade das ocorrências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os números apresentados para a BR-101 e a BR-116 se referem aos totais nacionais de 2025, enquanto os dados específicos da BR-381 abrangem sinistros envolvendo veículos pesados em um levantamento distinto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, as informações ajudam a demonstrar a importância de medidas preventivas em corredores estratégicos para o transporte brasileiro.</p>



<h3 id="h-comportamento-dos-condutores-tambem-influencia-a-seguranca" class="wp-block-heading">Comportamento dos condutores também influencia a segurança</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além das condições das rodovias, o comportamento dos condutores é um dos fatores que precisam ser considerados na prevenção de sinistros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados nacionais da PRF referentes a 2025 mostram que a ausência de reação do condutor esteve associada a 11.469 ocorrências, enquanto a reação tardia ou ineficiente apareceu em 10.799 registros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas situações reforçam a importância da atenção permanente à condução e da capacidade de identificar riscos antes que se transformem em acidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No transporte de cargas, o uso do celular ao volante, a distração, a fadiga e a velocidade incompatível com as condições da via podem comprometer a segurança das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção depende de medidas que envolvem tanto o condutor quanto as empresas responsáveis pelo planejamento e acompanhamento das viagens.</p>



<h3 id="h-como-a-inteligencia-artificial-pode-ajudar-a-prevenir-sinistros" class="wp-block-heading">Como a inteligência artificial pode ajudar a prevenir sinistros?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das tecnologias de monitoramento permite que empresas de transporte acompanhem determinados eventos relacionados à condução e utilizem essas informações para orientar ações preventivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A videotelemetria combina imagens captadas por câmeras instaladas nos veículos com dados de telemetria, permitindo identificar e classificar situações específicas durante as viagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo das características do sistema, a tecnologia pode reconhecer comportamentos como uso do celular ao volante, distrações e outros eventos considerados de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Geotab desenvolveu a solução GO Focus Plus, que utiliza inteligência artificial embarcada para analisar eventos diretamente no veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando identifica determinados comportamentos, o sistema pode emitir alertas de voz na cabine, orientando o condutor durante a viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os gestores, os registros permitem acompanhar situações recorrentes e direcionar treinamentos de acordo com as necessidades identificadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a empresa, em um projeto-piloto, uma frota registrou redução de 95% nos eventos de uso do celular ao volante após a implementação dos alertas por voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse resultado se refere à experiência apresentada pela Geotab e não representa, necessariamente, o desempenho da tecnologia em todas as operações.</p>



<h3 id="h-dados-podem-orientar-treinamentos-e-decisoes-preventivas" class="wp-block-heading">Dados podem orientar treinamentos e decisões preventivas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das possibilidades oferecidas pela videotelemetria é identificar padrões de comportamento ao longo das viagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de analisar apenas um evento isolado, os gestores podem acompanhar situações que se repetem em determinados trajetos ou condições de operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas informações podem contribuir para o planejamento de treinamentos, a orientação dos condutores e o aperfeiçoamento dos procedimentos de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia também permite priorizar eventos de maior gravidade e acompanhar comportamentos recorrentes, facilitando a atuação das equipes responsáveis pela gestão das frotas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Eduardo Canicoba, a utilização dessas ferramentas deve fazer parte de uma estratégia mais ampla de prevenção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A segurança viária precisa estar no centro da estratégia de negócios de qualquer operação. Com a videotelemática com IA, conseguimos dar mais previsibilidade ao gestor, identificando comportamentos de risco e reconhecendo padrões recorrentes. A tecnologia também alerta o motorista na cabine no momento em que os comportamentos de risco acontecem, apoiando uma operação mais segura, rentável e resiliente no Brasil”, conclui.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-seguranca-nas-rodovias-depende-de-diferentes-medidas" class="wp-block-heading">Segurança nas rodovias depende de diferentes medidas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o uso de dados e tecnologias embarcadas possa contribuir para a prevenção, a redução dos sinistros depende de um conjunto de medidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conservação das rodovias, a sinalização adequada, a fiscalização e as intervenções de infraestrutura continuam sendo fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, a manutenção dos veículos, a formação dos condutores e o respeito aos períodos de descanso são indispensáveis para a segurança do transporte rodoviário de cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em corredores como a BR-101, em Santa Catarina, a BR-116, no Paraná, e a BR-381, em Minas Gerais, essas medidas ganham relevância diante do intenso fluxo de veículos e das características específicas de cada trecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas de transporte, conhecer os riscos das rotas e acompanhar as condições das viagens pode contribuir para decisões mais seguras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para os condutores, a atenção à velocidade, à distância de segurança, às condições do veículo e às características da via continua sendo essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação entre infraestrutura, fiscalização, manutenção, formação e uso responsável da tecnologia é um caminho para reduzir riscos e preservar vidas nas rodovias brasileiras.</p>
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					<![CDATA[A BR-101 é uma das rodovias mais importantes do país. Foto: Divulgação Arteris]]>
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