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	<title>Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</title>
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	<description>As principais notícias e informações do trânsito, mobilidade, sustentabilidade e muito mais!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Apr 2026 00:47:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Patinetes elétricos: PL pretende definir onde eles poderão circular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Czerwonka]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de patinetes elétricos e outros equipamentos de mobilidade individual cresce rapidamente nas cidades brasileiras — mas ainda sem...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/patinete-eletrico-rua-1024x683.jpg" alt="patinete elétrico rua" class="wp-image-56395" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/patinete-eletrico-rua-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/patinete-eletrico-rua-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/patinete-eletrico-rua-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/patinete-eletrico-rua.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>PL 1550/2026 propõe proibir patinetes elétricos no leito das vias e restringir circulação a ciclovias, ciclofaixas e áreas regulamentadas. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/man-rides-rented-electric-skateboard-city-streets-man-uses-electric-442506080.html" type="link" id="https://depositphotos.com/photo/man-rides-rented-electric-skateboard-city-streets-man-uses-electric-442506080.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HectorPertuz para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p>O uso de patinetes elétricos e outros equipamentos de mobilidade individual cresce rapidamente nas cidades brasileiras — mas ainda sem regras claras em nível nacional. Um projeto em análise na Câmara dos Deputados quer mudar esse cenário.</p>



<p>O <strong><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2612946" type="link" id="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2612946" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 1550/2026</a></strong>, apresentado pelo deputado Fernando Rodolfo (PL/PE), propõe incluir no <strong>Código de Trânsito Brasileiro (CTB)</strong> regras específicas para a circulação de equipamentos <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/autopropelidos-no-rio-decreto-da-prefeitura-reacao-do-detran-e-um-impasse-que-ninguem-consegue-explicar/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/autopropelidos-no-rio-decreto-da-prefeitura-reacao-do-detran-e-um-impasse-que-ninguem-consegue-explicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autopropelidos</a>, como patinetes elétricos.</p>



<p>O ponto central da proposta é direto: <strong>esses equipamentos ficariam proibidos de circular no leito carroçável das vias destinadas a veículos automotores</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-onde-os-patinetes-poderiam-circular">Onde os patinetes poderiam circular</h3>



<p>Pelo texto, a circulação passaria a ser permitida apenas em locais considerados mais seguros, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ciclovias e ciclofaixas</strong>;</li>



<li>vias locais, desde que haja regulamentação municipal;</li>



<li>áreas de uso compartilhado devidamente sinalizadas.</li>
</ul>



<p>A proposta também deixa claro que caberá aos municípios definir regras complementares, como limites de velocidade, locais autorizados e exigências de segurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-fim-da-circulacao-no-meio-dos-carros">Fim da circulação no meio dos carros</h3>



<p>Hoje, um dos principais pontos de conflito no trânsito urbano envolve justamente a presença de patinetes e equipamentos similares em vias com tráfego de veículos.</p>



<p>Na justificativa do projeto, o autor afirma que a convivência entre veículos maiores e mais rápidos e equipamentos leves “<strong>expõe seus usuários a elevado risco de acidentes</strong>”, além de gerar insegurança para motoristas, motociclistas e pedestres.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Conforme ele, a ausência de regras claras tem contribuído para o uso desordenado desses equipamentos e para o aumento da sensação de desorganização no trânsito.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-regras-nacionais-mas-com-adaptacao-local">Regras nacionais, mas com adaptação local</h3>



<p>O projeto reconhece que muitas cidades já criaram suas próprias regras, mas aponta que há falta de uniformidade.</p>



<p>Na justificativa, o deputado afirma que essa regulamentação fragmentada gera interpretações diferentes e insegurança jurídica. Por isso, a proposta estabelece diretrizes nacionais, mas preserva a autonomia dos municípios.</p>



<p>A ideia é que cada cidade possa adaptar pontos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>velocidade máxima;</li>



<li>locais específicos de circulação;</li>



<li>exigências de segurança para os usuários.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-nao-e-proibicao-total">Não é proibição total</h3>



<p>Apesar do impacto da medida, o projeto não propõe o fim dos patinetes elétricos.</p>



<p>Na justificativa, Fernando Rodolfo destaca que o objetivo é <strong>organizar o uso</strong>, e não impedir a circulação. De acordo com ele, a proposta busca direcionar esses equipamentos para espaços mais seguros e adequados.</p>



<p>O parlamentar afirma que a iniciativa pretende <strong>“equilibrar inovação e segurança”</strong>, permitindo o uso da micromobilidade sem colocar em risco usuários e demais participantes do trânsito.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-debate-sobre-mobilidade-e-seguranca">Debate sobre mobilidade e segurança</h3>



<p>O avanço dos patinetes elétricos e de outros meios de micromobilidade tem provocado discussões em várias cidades brasileiras, especialmente após o aumento de acidentes e conflitos entre diferentes usuários das vias.</p>



<p>O projeto surge nesse contexto e reacende o debate sobre como integrar novas formas de deslocamento ao sistema de trânsito de forma segura.</p>



<p>O <strong>PL 1550/2026</strong> ainda será analisado pelas comissões da Câmara antes de eventual votação.</p>



<p></p>
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				<![CDATA[PL 1550/2026 propõe proibir patinetes elétricos no leito das vias e restringir circulação a ciclovias, ciclofaixas e áreas regulamentadas. Foto: HectorPertuz para Depositphotos
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		<title>Feriado de Tiradentes terá reforço da PRF nas rodovias; veja o que será fiscalizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalização e Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Motoristas que pretendem pegar a estrada no feriado de Tiradentes devem encontrar reforço na fiscalização das rodovias federais. A Polícia...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="691" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Feriado-de-Tiradentes-1024x691.jpg" alt="Feriado de Tiradentes" class="wp-image-56430" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Feriado-de-Tiradentes-1024x691.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Feriado-de-Tiradentes-300x203.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Feriado-de-Tiradentes-768x518.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Feriado-de-Tiradentes.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A mobilização também funciona como preparação para a próxima grande operação nas rodovias federais. Foto: Divulgação PRF</em></figcaption></figure>



<p>Motoristas que pretendem pegar a estrada no feriado de Tiradentes devem encontrar reforço na fiscalização das rodovias federais. A Polícia Rodoviária Federal (<a href="https://www.gov.br/prf/pt-br" type="link" id="https://www.gov.br/prf/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PRF</a>) inicia, a partir desta sexta-feira (17), uma operação especial para acompanhar o aumento do fluxo de veículos até a próxima terça-feira (21).</p>



<p>Embora o feriado não seja prolongado para todos os setores, a expectativa é de aumento no movimento em rodovias que ligam grandes centros urbanos, principalmente nos deslocamentos de ida e volta no próprio dia 21.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-fiscalizacao-tera-foco-em-comportamentos-de-risco">Fiscalização terá foco em comportamentos de risco</h3>



<p>Durante o período, a PRF deve concentrar esforços em pontos considerados críticos, com maior registro de sinistros de trânsito. O objetivo é reduzir ocorrências e garantir mais segurança para quem trafega pelas BRs.</p>



<p>A fiscalização vai priorizar condutas que estão entre as principais causas de acidentes graves, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dirigir sob efeito de álcool;</li>



<li><a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/conscientizacao/semana-nacional-de-transito/excesso-de-velocidade-dados-fisica-e-historias-que-mostram-o-risco-no-transito/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/conscientizacao/semana-nacional-de-transito/excesso-de-velocidade-dados-fisica-e-historias-que-mostram-o-risco-no-transito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Excesso de velocidade</a>;</li>



<li>Ultrapassagens em locais proibidos;</li>



<li>Não uso do cinto de segurança;</li>



<li>Uso de celular ao volante.</li>
</ul>



<p>Essas infrações, além de previstas no Código de Trânsito Brasileiro, estão diretamente relacionadas a colisões com maior gravidade, especialmente em rodovias de pista simples.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-movimento-deve-ser-menor-que-outros-feriados">Movimento deve ser menor que outros feriados</h3>



<p>Diferentemente de datas como Carnaval e Semana Santa, o fluxo de veículos neste feriado deve ser mais moderado, já que a segunda-feira (20) não será feriado para boa parte dos trabalhadores.</p>



<p>Ainda assim, a PRF alerta que mesmo com menor volume, o risco permanece — principalmente em trechos com ultrapassagens perigosas e alta velocidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-operacao-serve-como-teste-para-o-proximo-feriado">Operação serve como “teste” para o próximo feriado</h3>



<p>A mobilização também funciona como preparação para a próxima grande operação nas rodovias federais, prevista para o feriado do Dia do Trabalho, em 1º de maio, que deve ter fluxo mais intenso por coincidir com o fim de semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-antes-de-pegar-a-estrada">O que fazer antes de pegar a estrada</h3>



<p>Antes de viajar, alguns cuidados simples podem reduzir significativamente o risco de problemas durante o trajeto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fazer revisão básica do veículo;</li>



<li>Descansar antes de dirigir;</li>



<li>Verificar as condições da rodovia;</li>



<li>Conferir a previsão do tempo;</li>



<li>Não consumir bebida alcoólica;</li>



<li>Utilizar cinto de segurança em todos os ocupantes;</li>



<li>Respeitar os limites de velocidade;</li>



<li>Evitar o uso do celular ao volante;</li>



<li>Realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos e com segurança.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Em períodos de feriado, quando há aumento no fluxo e maior mistura de perfis de condutores nas rodovias, a atenção precisa ser redobrada. </p>
</blockquote>



<p>Mais do que a fiscalização, a segurança depende do comportamento de cada motorista.</p>
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				<![CDATA[A mobilização também funciona como preparação para a próxima grande operação nas rodovias federais. Foto: Divulgação PRF]]>
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		<item>
		<title>Cidade e estado podem voltar às placas de veículos; proposta avança na Câmara</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/projetos-de-lei/cidade-e-estado-podem-voltar-as-placas-de-veiculos-proposta-avanca-na-camara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou ontem (16/04) um projeto de lei que pode alterar...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="739" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/placas-de-veiculos-1024x739.jpg" alt="Placas de veículos" class="wp-image-56427" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/placas-de-veiculos-1024x739.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/placas-de-veiculos-300x217.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/placas-de-veiculos-768x554.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/placas-de-veiculos.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Caso o projeto avance, as placas voltarão a exibir dados que eram comuns antes da adoção do modelo atual. Foto: Arquivo Portal do Trânsito</em></figcaption></figure>



<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou ontem (16/04) um projeto de lei que pode alterar novamente o modelo das placas de veículos no Brasil. A proposta prevê o retorno da identificação do município e do estado de registro dos veículos — informação que deixou de aparecer com a adoção do padrão Mercosul.</p>



<p>O texto altera o <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" type="link" id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Trânsito Brasileiro</a> e também prevê a inclusão da bandeira da unidade federativa nas placas. A medida já havia passado pelo Senado e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-muda-na-pratica">O que muda na prática</h3>



<p>Caso o projeto avance, as placas voltarão a exibir dados que eram comuns antes da adoção do modelo atual, implantado gradualmente no Brasil a partir de 2020. Atualmente, o padrão Mercosul apresenta apenas o nome do país e não traz a identificação da cidade ou do estado do veículo.</p>



<p>Com a mudança, além da sequência alfanumérica, as placas deverão indicar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o município de registro do veículo;</li>



<li>o estado (UF);</li>



<li>e a bandeira da unidade federativa.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-justificativa-seguranca-e-identificacao">Justificativa: segurança e identificação</h3>



<p>O autor da proposta, senador Esperidião Amin, defende que a volta dessas informações pode facilitar o trabalho de fiscalização e segurança pública. Conforme ele, a identificação visual da origem do veículo ajuda autoridades em situações como infrações, furtos e roubos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O relator na comissão, deputado Hugo Leal, também destacou que a medida pode ter impacto prático no dia a dia, permitindo que motoristas identifiquem com mais facilidade veículos de outras regiões.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-ainda-nao-e-lei">Ainda não é lei</h3>



<p>Apesar da aprovação na comissão, a proposta ainda precisa passar por outras etapas no Congresso Nacional. O texto será analisado pela CCJ e, se aprovado, segue para votação final antes de eventual sanção presidencial.</p>



<p>Se virar lei, a nova regra só entrará em vigor após um período de transição de um ano, permitindo a adaptação do sistema de emplacamento em todo o país.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-especialista-aponta-limites-da-medida">Especialista aponta limites da medida</h3>



<p>Para o especialista em trânsito Celso Mariano, a proposta traz um debate importante, mas não resolve os principais desafios relacionados à segurança viária.</p>



<p>De acordo com ele, a identificação visual do <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/placa-mercosul-veja-como-e-possivel-ter-acesso-a-cidade-de-origem-do-veiculo/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/placa-mercosul-veja-como-e-possivel-ter-acesso-a-cidade-de-origem-do-veiculo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">local de origem</a> do veículo pode até ajudar em algumas situações específicas, mas tem impacto limitado diante das tecnologias atuais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Hoje, a fiscalização já é altamente digital. Sistemas integrados permitem identificar veículos em tempo real, independentemente da placa mostrar ou não a cidade de origem. A discussão é válida, mas não pode desviar o foco do que realmente salva vidas no trânsito”, avalia.</p>
</blockquote>



<p>Ainda de acordo com o especialista, o debate deveria priorizar medidas com impacto comprovado na redução de mortes e lesões no trânsito. “A gente precisa tomar cuidado para não transformar uma questão mais estética ou cultural em prioridade, enquanto temas como comportamento do condutor, processo de primeira habilitação, fiscalização efetiva e políticas públicas de segurança viária continuam sendo os grandes desafios”, conclui.</p>



<p></p>
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		<title>Brasil cria Dia Nacional em Memória das Vítimas de Trânsito; entenda por que 7 de maio foi escolhido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Czerwonka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil passa a contar, oficialmente, com uma data dedicada à reflexão sobre a violência no trânsito. Foi publicada nesta...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dia-Nacional-vitimas-do-transito-1024x683.jpg" alt="Dia Nacional em Memória às Vítimas do Trânsito" class="wp-image-56412" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dia-Nacional-vitimas-do-transito-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dia-Nacional-vitimas-do-transito-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dia-Nacional-vitimas-do-transito-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dia-Nacional-vitimas-do-transito.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A criação da data também dialoga com uma visão mais ampla de segurança viária, que envolve não apenas fiscalização, mas mudança de comportamento. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/memorial-site-a-real-tragic-traffic-accident-on-a-country-road-instead-of-the-death-80707936.html" type="link" id="https://depositphotos.com/photo/memorial-site-a-real-tragic-traffic-accident-on-a-country-road-instead-of-the-death-80707936.html">marsan para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p>O Brasil passa a contar, oficialmente, com uma data dedicada à reflexão sobre a violência no trânsito. Foi publicada nesta quinta-feira (16) a <strong><a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.389-de-15-de-abril-de-2026-699938845" type="link" id="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.389-de-15-de-abril-de-2026-699938845" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 15.389/26</a></strong>, que institui o <strong>Dia Nacional em Memória das Vítimas de Trânsito</strong>, a ser lembrado todos os anos em <strong>7 de maio</strong>.</p>



<p>Mais do que incluir uma nova data no calendário, a legislação traz consigo um forte simbolismo. Isso porque o dia escolhido remete a um caso real que marcou o país e ajudou a impulsionar debates sobre responsabilidade e impunidade no trânsito brasileiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-uma-lei-que-nasce-de-uma-tragedia">Uma lei que nasce de uma tragédia</h3>



<p>De acordo com o especialista em legislação de trânsito Julyver Modesto, a escolha da data não foi aleatória. Ela está diretamente ligada ao <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/conscientizacao/comportamento/depois-de-dez-anos-carli-filho-tem-prisao-decretada-2/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/conscientizacao/comportamento/depois-de-dez-anos-carli-filho-tem-prisao-decretada-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acidente ocorrido em 7 de maio de 2009</a>, em Curitiba, que resultou na morte de dois jovens após uma colisão provocada por um motorista em alta velocidade, sob efeito de álcool e com a habilitação cassada.</p>



<p>O caso teve grande repercussão nacional e acabou se tornando um marco na discussão sobre crimes de trânsito no Brasil. A mobilização gerada a partir da tragédia extrapolou o âmbito das famílias envolvidas e chegou ao debate público e político.</p>



<p>Um dos desdobramentos mais relevantes foi a atuação de Christiane Yared, mãe de uma das vítimas, que passou a atuar como voz ativa contra a impunidade no trânsito e levou essa pauta ao Congresso Nacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-origem-da-proposta">Origem da proposta</h3>



<p>A lei tem origem em projeto de autoria do senador Fabiano Contarato, que escolheu a data como um marco de memória, alerta e responsabilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Conforme Julyver Modesto, a proposta brasileira tem uma característica que a diferencia de iniciativas internacionais: ela não nasce de uma construção abstrata, mas de um episódio concreto, com forte carga simbólica.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-diferenca-em-relacao-ao-cenario-internacional">Diferença em relação ao cenário internacional</h3>



<p>O especialista também chama atenção para a distinção entre o modelo brasileiro e o já existente <strong>Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito</strong>, reconhecido pela Organização das Nações Unidas e celebrado no terceiro domingo de novembro.</p>



<p>Enquanto a data global tem origem em um movimento coletivo e adota um caráter mais amplo, o modelo brasileiro se ancora em um fato específico.</p>



<p>Na prática, isso cria duas abordagens complementares:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>uma de caráter global, voltada à reflexão geral sobre o tema;</li>



<li>outra nacional, marcada pela lembrança de um episódio concreto que simboliza os riscos e as consequências das escolhas no trânsito.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-mais-do-que-uma-homenagem">Mais do que uma homenagem</h3>



<p>Para além do simbolismo, a nova lei reforça uma mensagem central: a segurança no trânsito não pode ser tratada apenas como estatística.</p>



<p>Ao associar a data a uma história real, a legislação busca dar visibilidade às vítimas. Além disso, reforçar que por trás dos números existem pessoas, famílias e consequências permanentes.</p>



<p>Nesse sentido, o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Trânsito surge como uma oportunidade anual para promover campanhas educativas, debates e ações de conscientização sobre comportamentos de risco. Como, por exemplo, excesso de velocidade, consumo de álcool e desrespeito às normas de circulação.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-um-chamado-a-responsabilidade">Um chamado à responsabilidade</h3>



<p>A criação da data também dialoga com uma visão mais ampla de segurança viária, que envolve não apenas fiscalização, mas mudança de comportamento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ao institucionalizar um dia de memória, o Brasil reforça a importância de transformar tragédias em aprendizado coletivo — e de lembrar que decisões tomadas no trânsito têm impacto direto na preservação da vida.</p>
</blockquote>
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				<![CDATA[A criação da data também dialoga com uma visão mais ampla de segurança viária, que envolve não apenas fiscalização, mas mudança de comportamento. Foto: 
marsan para Depositphotos
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		<title>Waze aberto em blitz dá multa? O que a lei realmente permite ao motorista</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/waze-aberto-em-blitz-da-multa-o-que-a-lei-realmente-permite-ao-motorista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de aplicativos de navegação já faz parte da rotina de milhões de motoristas brasileiros. No entanto, uma dúvida...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/waze-blitz-1024x683.jpg" alt="waze blitz" class="wp-image-56386" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/waze-blitz-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/waze-blitz-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/waze-blitz-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/waze-blitz.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Antes de sair dirigindo com o Waze ligado, vale seguir algumas regras. Foto: <a href="https://depositphotos.com/editorial/bangkok-thailand-october-2020-google-maps-app-apple-carplay-car-423314004.html" type="link" id="https://depositphotos.com/editorial/bangkok-thailand-october-2020-google-maps-app-apple-carplay-car-423314004.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chinnapong para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p>O uso de aplicativos de navegação já faz parte da rotina de milhões de motoristas brasileiros. No entanto, uma dúvida ainda aparece com frequência: manter o Waze aberto, especialmente quando há alertas de blitz, pode gerar multa?</p>



<p>A resposta é direta: <strong>o aplicativo em si não é proibido</strong>. O problema está na forma como o motorista utiliza o celular durante a condução — e é justamente esse detalhe que pode transformar uma prática comum em infração gravíssima.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-aplicativo-nao-e-ilegal-mas-ha-limites-claros">Aplicativo não é ilegal — mas há limites claros</h3>



<p>De acordo com as regras do Código de Trânsito Brasileiro (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" type="link" id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>), não há qualquer proibição ao uso de aplicativos de navegação que informam condições da via, incluindo pontos de fiscalização.</p>



<p>Ou seja, utilizar o Waze ou apps similares é permitido.</p>



<p>No entanto, o uso precisa respeitar uma condição essencial: <strong>o motorista não pode segurar nem manusear o celular enquanto dirige</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-onde-esta-o-risco">Onde está o risco</h3>



<p>A infração e o risco de um acidente, por exemplo, não está no aplicativo, mas no comportamento do condutor.</p>



<p>O CTB classifica como infração gravíssima:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segurar o celular ao volante;</li>



<li>Digitar, mexer ou interagir com o aparelho durante a condução.</li>
</ul>



<p>A penalidade inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Multa de R$ 293,47;</li>



<li>Sete pontos na CNH.</li>
</ul>



<p>De acordo com o especialista em trânsito Celso Mariano, a questão vai além da legalidade e envolve percepção de risco:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O problema nunca foi o aplicativo, e sim a distração. O celular na mão tira a atenção do trânsito, e isso aumenta significativamente o risco de sinistros. A lei não proíbe a tecnologia, ela proíbe o comportamento perigoso”, explica.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-pode-usar-waze-na-blitz-entao">Pode usar Waze na blitz, então?</h3>



<p>Sim — desde que o uso seja <strong>passivo e seguro</strong>.</p>



<p>Isso significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O celular deve estar fixado em suporte adequado;</li>



<li>O trajeto deve ser configurado antes de iniciar a condução;</li>



<li>Não pode haver interação com o aparelho enquanto o veículo está em movimento.</li>
</ul>



<p>Nessas condições, o uso do aplicativo é considerado regular.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-aplicativo-nao-e-antirradares">Aplicativo não é “antirradares”</h3>



<p>Outro ponto importante é a diferença entre aplicativos de navegação e equipamentos ilegais.</p>



<p>Apps como o Waze funcionam com base em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dados colaborativos de usuários;</li>



<li>Informações de geolocalização;</li>



<li>Integração com sistemas de trânsito.</li>
</ul>



<p>Eles <strong>não detectam radares</strong>, apenas informam pontos registrados na plataforma.</p>



<p>Já dispositivos específicos para detectar radares — os chamados “antirradares” — são proibidos pela legislação e configuram infração gravíssima, podendo levar até à retenção do equipamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-detalhe-que-faz-toda-a-diferenca">O detalhe que faz toda a diferença</h3>



<p>Na prática, a linha entre o uso legal e a multa está em um ponto simples: <strong>o suporte do celular</strong>. Sem ele, qualquer interação com o aparelho pode resultar em autuação.</p>



<p>Com ele, o motorista consegue acessar as informações do aplicativo sem desviar a atenção da via.</p>



<p>Celso Mariano reforça que a tecnologia deve ser aliada, não distração.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O aplicativo pode ajudar o condutor, inclusive na segurança e na escolha de rotas melhores. Mas, se for mal utilizado, vira um fator de risco. O foco precisa continuar sendo a direção”, diz o especialista.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-no-transito-aliada-ou-problema"><a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/tecnologia-embarcada-nos-veiculos-seguranca-ou-distracao/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/tecnologia-embarcada-nos-veiculos-seguranca-ou-distracao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tecnologia no trânsito</a>: aliada ou problema?</h3>



<p>O avanço dos aplicativos trouxe benefícios claros para a mobilidade, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Informações em tempo real sobre trânsito;</li>



<li>Rotas alternativas;</li>



<li>Alertas de risco.</li>
</ul>



<p>Por outro lado, o uso inadequado do celular ao volante segue entre as infrações mais registradas no país — e também entre as mais perigosas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-o-motorista-deve-lembrar">O que o motorista deve lembrar</h3>



<p>Antes de sair dirigindo com o Waze ligado, vale seguir três regras básicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Configure tudo antes de iniciar o trajeto;</li>



<li>Use suporte para fixar o celular;</li>



<li>Nunca manuseie o aparelho com o veículo em movimento.</li>
</ul>



<p>Respeitar essas orientações não só evita multa, como reduz significativamente o risco de sinistros de trânsito.</p>
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				<![CDATA[Antes de sair dirigindo com o Waze ligado, vale seguir algumas regras. Foto: Chinnapong para Depositphotos
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		<title>Troca de óleo antes do prazo é cuidado ou desperdício?</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/troca-de-oleo-antes-do-prazo-e-cuidado-ou-desperdicio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A troca de óleo do motor está entre os principais procedimentos de manutenção para garantir o bom desempenho e a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/troca-de-oleo-1024x683.jpg" alt="Troca de óleo" class="wp-image-56340" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/troca-de-oleo-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/troca-de-oleo-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/troca-de-oleo-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/troca-de-oleo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Circulação em estradas de terra estão entre os fatores que aceleram a degradação do óleo. Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



<p>A troca de óleo do motor está entre os principais procedimentos de <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/negligencia-na-manutencao-impacta-custos-e-seguranca-no-transito/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/negligencia-na-manutencao-impacta-custos-e-seguranca-no-transito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manutenção</a> para garantir o bom desempenho e a durabilidade do motor do veículo. Ainda assim, uma dúvida recorrente entre motoristas é se antecipar esse processo representa um cuidado adicional ou apenas um gasto desnecessário.</p>



<p>Arley Silva, Gerente de Engenharia e Sucesso do Cliente, da Promax Bardahl, marca especializada no desenvolvimento de aditivos e lubrificantes automotivos, explica que a resposta depende diretamente das condições de uso do veículo e do ambiente em que ele circula. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O que muitos motoristas não sabem é que o óleo recomendado no manual do veículo não é fruto de preferência da montadora, e sim de um rigoroso processo de desenvolvimento e validação que considera condições de uso, quilometragem e tempo de uso. No entanto, na prática, muitos veículos operam em condições severas de uso e os usuários não sabem disso, o que pode exigir uma atenção maior”, afirma.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-degradacao">Degradação</h3>



<p>De acordo com o especialista, trajetos curtos e frequentes, trânsito intenso com paradas constantes, transporte de carga — especialmente entregas porta a porta — e circulação em estradas de terra estão entre os fatores que aceleram a degradação do óleo. “Essas condições de uso são classificadas como severas, embora muitos motoristas considerem que apenas o tráfego em rodovias exige atenção especial. Em cenários de uso severo, o lubrificante pode se degradar prematuramente e perder suas propriedades, razão pela qual os manuais já recomendam a troca antecipada — normalmente, metade do prazo previsto para condições normais. Portanto, é fundamental conhecer o modo de uso do veículo e seguir as informações sobre o período de troca do lubrificante indicadas pelo fabricante”.</p>



<p>A qualidade do combustível também influencia diretamente na vida útil do óleo. “Combustíveis de baixa qualidade favorecem a deterioração do lubrificante e facilitam o acúmulo de resíduos no motor”, destaca.</p>



<p>Outro ponto essencial é a escolha do produto adequado. “Seguir as recomendações do fabricante e optar por lubrificantes de qualidade comprovada é fundamental. Cada motor possui especificações próprias, e o uso de produtos inadequados pode comprometer a lubrificação, aumentar o consumo de combustível e reduzir a vida útil do motor”, pontua.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-verificacao-periodica">Verificação periódica</h3>



<p>Para garantir uma manutenção mais eficiente, é importante que o motorista tenha, através da etiqueta, o histórico da última troca, realize inspeções periódicas medindo o nível pela vareta e observe possíveis variações no desempenho do veículo. Essas práticas ajudam a identificar o momento ideal para a substituição, evitando tanto trocas prematuras quanto atrasos que possam comprometer o funcionamento do motor.</p>



<p>Por fim, Arley ressalta que, além dos prazos, alguns sinais indicam a necessidade de atenção, como aumento no consumo de óleo, ruídos incomuns no motor e perda de desempenho. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nesses casos, a orientação é buscar um profissional qualificado para avaliar o sistema. Mais do que antecipar ou estender intervalos, a manutenção eficiente está relacionada ao acompanhamento regular do veículo e ao uso de produtos confiáveis, garantindo melhor desempenho, proteção do motor e mais segurança no dia a dia”, finaliza.</p>
</blockquote>
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				<![CDATA[Circulação em estradas de terra estão entre os fatores que aceleram a degradação do óleo. Foto: Divulgação]]>
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		<title>Arteris lança mapas interativos com condições de tráfego em tempo real</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/arteris-lanca-mapas-interativos-com-condicoes-de-trafego-em-tempo-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Arteris, especialista em gestão de rodovias, lança mapas interativos em seu site oficial. Online e intuitivo, o recurso abrange,...</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/arteris-lanca-mapas-interativos-com-condicoes-de-trafego-em-tempo-real/">Arteris lança mapas interativos com condições de tráfego em tempo real</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="540" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mapa-interativo-1024x540.jpg" alt="Mapa interativo" class="wp-image-56405" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mapa-interativo-1024x540.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mapa-interativo-300x158.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mapa-interativo-768x405.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mapa-interativo.jpg 1279w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A nova ferramenta também permite visualizar estruturas de atendimento aos usuários e serviços disponíveis ao longo do trecho. Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



<p>A Arteris, especialista em gestão de rodovias, lança mapas interativos em seu <a href="https://www.arteris.com.br/" type="link" id="https://www.arteris.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial</a>. Online e intuitivo, o recurso abrange, nesta primeira etapa, as rodovias federais sob concessão da companhia (Régis Bittencourt, Litoral Sul, Planalto Sul e Fluminense), mas ocorrerá a implementação também nos trechos estaduais da Arteris, que passam pelo interior paulista, em breve.</p>



<p>As condições de tráfego são atualizadas em tempo real por meio de integração junto ao sistema gerenciado por profissionais dos CCSOs (Centros de Controle e Segurança Operacional) das próprias concessionárias, garantindo que as informações nos mapas reflitam com precisão o cenário das pistas.</p>



<p>Para garantir mais previsibilidade nos deslocamentos, a nova ferramenta também permite visualizar estruturas de atendimento aos usuários e serviços disponíveis ao longo do trecho. </p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-recurso-visual-funciona-como-um-guia-logistico-completo-que-inclui">O recurso visual funciona como um guia logístico completo que inclui:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>pontos de apoio:</strong> Localização de bases de atendimento da Arteris, de postos do Policiamento Rodoviário e de estruturas para descanso de caminhoneiros;</li>



<li><strong>praças de pedágio e valores das tarifas</strong>;</li>



<li><strong><a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/radares-salvam-vidas-novo-estudo-expoe-desigualdade-na-fiscalizacao-de-velocidade-no-brasil/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/radares-salvam-vidas-novo-estudo-expoe-desigualdade-na-fiscalizacao-de-velocidade-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">radares</a> de fiscalização</strong>;</li>



<li><strong>postos de pesagem</strong>;</li>



<li><strong>status de tráfego:</strong> Identificação de pontos de lentidão decorrências de ocorrências.</li>
</ul>



<p>“Os mapas interativos representam mais um avanço no nosso compromisso com a segurança viária e a transparência. Ao disponibilizar, em tempo real, as condições de tráfego, ampliamos o acesso à informação e apoiamos decisões mais seguras nas viagens. Essa iniciativa conecta tecnologia, responsabilidade e cuidado com as pessoas. Esses são os pilares que sustentam a nossa Agenda ESG”, destaca Christiana de Almeida Costa, superintendente de Sustentabilidade e Comunicação da Arteris.</p>



<p>Os mapas interativos vêm somar aos canais de comunicação que a companhia disponibiliza junto aos usuários. Dessa forma, ampliando ainda mais a agilidade na troca de informações e o comprometimento em oferecer serviços de excelência a quem utiliza suas rodovias.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A segurança é o principal compromisso da Arteris, mas ela é uma construção coletiva: o uso das ferramentas deve vir acompanhado da responsabilidade ao volante, do respeito aos limites de velocidade e do cuidado redobrado com as equipes que trabalham na via para, juntos, preservamos vidas no trânsito”, reforça Marcelo Sato Mizusaki, superintendente de Núcleo de Operações da Arteris.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-servico"><strong>Serviço</strong></h3>



<p>Para visualizar os mapas, basta acessar o site da Arteris. Depois, clicar na aba “Nossas Rodovias”, selecionar a concessionária e depois o botão “Em tempo real” no menu da própria página, informando locais de origem e de destino.</p>
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				<![CDATA[A nova ferramenta também permite visualizar estruturas de atendimento aos usuários e serviços disponíveis ao longo do trecho. Foto: Divulgação]]>
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		<title>Acidentes de trânsito estão entre as principais causas de morte de jovens, alerta ONU</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/estatisticas/acidentes-de-transito-estao-entre-as-principais-causas-de-morte-de-jovens-alerta-onu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório global divulgado por organismos das Nações Unidas acende um alerta importante para a segurança viária: os acidentes de...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/acidentes-de-transito-jovens-1024x683.jpg" alt="acidentes de trânsito jovens" class="wp-image-56196" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/acidentes-de-transito-jovens-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/acidentes-de-transito-jovens-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/acidentes-de-transito-jovens-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/acidentes-de-transito-jovens.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Segundo a organização, globalmente, o suicídio é a principal causa entre meninas de 15 a 19 anos; e os acidentes de trânsito entre os meninos, na mesma faixa etária. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/people-in-bokeh-street-of-london-54233967.html" type="link" id="https://depositphotos.com/photo/people-in-bokeh-street-of-london-54233967.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Iakov para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p>Um relatório global divulgado por organismos das Nações Unidas acende um alerta importante para a segurança viária: os acidentes de trânsito continuam entre as principais causas de morte de jovens em todo o mundo, especialmente entre adolescentes do sexo masculino. O dado integra o levantamento sobre mortalidade infantil e juvenil apresentado pelo Grupo Interagencial da <a href="https://brasil.un.org/pt-br" type="link" id="https://brasil.un.org/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONU</a> para Estimativas de Mortalidade Infantil.</p>



<p>De acordo com o estudo, aproximadamente 2,1 milhões de <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/como-ensinar-criancas-a-serem-pedestres-e-ciclistas-seguros/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/como-ensinar-criancas-a-serem-pedestres-e-ciclistas-seguros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crianças</a>, adolescentes e jovens entre cinco e 24 anos morreram em 2024. Entre adolescentes, as causas de morte mudam em relação à infância: enquanto doenças infecciosas ainda têm impacto entre crianças menores, na adolescência e juventude entram em cena fatores externos, como violência, suicídio e acidentes de trânsito.</p>



<p>No caso dos meninos entre 15 e 19 anos, os acidentes de trânsito aparecem como uma das principais causas de morte no mundo, evidenciando o impacto da mobilidade e da segurança viária na mortalidade de jovens.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-situacao-no-brasil">Situação no Brasil</h3>



<p>O cenário brasileiro segue a mesma tendência, embora com algumas particularidades. Segundo o relatório, no Brasil, a violência é a principal causa de morte entre meninos de 15 a 19 anos, responsável por 49% dos óbitos. Em seguida aparecem as doenças não transmissíveis (18%) e, logo depois, os acidentes de trânsito, que respondem por 14% das mortes nessa faixa etária.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ou seja, no país, os sinistros de trânsito estão entre as principais causas de morte de adolescentes, superando inclusive muitas doenças. Entre meninas da mesma faixa etária, os acidentes de trânsito também aparecem entre as causas relevantes de mortalidade, embora em menor proporção.</p>
</blockquote>



<p>Os dados reforçam um ponto já conhecido por especialistas em segurança viária: o trânsito é uma das principais causas de morte de jovens no mundo e no Brasil, especialmente entre homens jovens, que estão mais expostos a comportamentos de risco, como excesso de velocidade, direção sob efeito de álcool e condução de motocicletas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-transito-como-questao-de-saude-publica">Trânsito como questão de saúde pública</h3>



<p>Embora o relatório da ONU trate principalmente da mortalidade infantil, o levantamento mostra que, à medida que as crianças crescem, os riscos deixam de ser apenas de saúde e passam a envolver fatores externos — e o trânsito aparece como um dos principais.</p>



<p>Esse cenário reforça que a segurança viária deve ser tratada como uma questão de saúde pública. Mortes no trânsito não são “acidentes” inevitáveis, mas eventos previsíveis e evitáveis, muitas vezes associados a fatores como velocidade excessiva, infraestrutura inadequada, falhas na fiscalização e comportamento de risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-desaceleracao-na-reducao-de-mortes-preocupa">Desaceleração na redução de mortes preocupa</h3>



<p>O relatório também aponta que, embora as mortes de crianças menores de cinco anos tenham caído pela metade desde 2000, o ritmo de redução desacelerou desde 2015. A ONU alerta que, se o ritmo atual continuar, milhões de crianças e jovens ainda morrerão de forma precoce e evitável até 2030.</p>



<p>Entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU está a meta de reduzir mortes evitáveis, incluindo aquelas causadas por sinistros de trânsito. No entanto, muitos países ainda estão distantes dessas metas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-os-dados-revelam">O que os dados revelam</h3>



<p>Os números reforçam que salvar vidas não depende apenas de hospitais ou medicamentos, mas também de políticas públicas de mobilidade segura. Medidas como redução de velocidade, fiscalização efetiva, educação para o trânsito, melhoria da infraestrutura viária e formação adequada de condutores estão entre as ações mais eficazes para reduzir mortes no trânsito — especialmente entre jovens.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Em outras palavras, quando se fala em mortalidade de adolescentes e jovens, falar de trânsito é inevitável. E os dados da ONU mostram que melhorar a segurança viária pode ser decisivo para salvar milhares de vidas todos os anos.</p>
</blockquote>
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				<![CDATA[Segundo a organização, globalmente, o suicídio é a principal causa entre meninas de 15 a 19 anos; e os acidentes de trânsito entre os meninos, na mesma faixa etária. Foto: Iakov para Depositphotos
]]>
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		<title>Rodovias federais do Brasil registraram 6.044 mortes em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, as rodovias federais do Brasil apresentaram uma ligeira melhora nos principais indicadores de acidentes, embora os números continuem...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="629" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mortes-em-rodovias-1024x629.jpg" alt="mortes em rodovias" class="wp-image-56056" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mortes-em-rodovias-1024x629.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mortes-em-rodovias-300x184.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mortes-em-rodovias-768x472.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mortes-em-rodovias.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>O trânsito brasileiro mantém níveis de acidentes que o colocam entre os mais altos em termos absolutos a nível global. Foto: Divulgação PRF</em></figcaption></figure>



<p>Em 2025, as rodovias federais do Brasil apresentaram uma ligeira melhora nos principais indicadores de acidentes, embora os números continuem revelando um <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/enquanto-18-pessoas-morrem-por-dia-nas-rodovias-o-brasil-afrouxa-as-regras-da-cnh/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/enquanto-18-pessoas-morrem-por-dia-nas-rodovias-o-brasil-afrouxa-as-regras-da-cnh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema estrutural</a> de enorme magnitude. De acordo com o relatório estatístico da <a href="https://www.gov.br/prf/pt-br">Polícia Rodoviária Federal (PRF)</a>, no ano passado foram registrados 72.483 acidentes nessas vias, com um saldo de 6.044 mortos. A média equivale a 199 acidentes e 16 mortes por dia na malha federal, uma dimensão que ilustra o impacto diário do trânsito sobre a saúde pública e a segurança viária do país.</p>



<p>Em comparação com 2024, os dados refletem uma diminuição moderada. Nesse ano, foram registrados 73.201 acidentes e 6.163 mortes. A redução interanual foi de 5% no número total de sinistros, 6% em feridos graves e 4% em mortes, de acordo com um relatório da Fundação Dom Cabral divulgado na mídia brasileira.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A tendência de queda é relevante, mas não altera o fato de que milhares de famílias continuam sendo afetadas a cada ano por eventos evitáveis.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-mapa-territorial-dos-acidentes-mostra-uma-concentracao-em-estados-com-grande-extensao-de-rede-viaria-e-alto-fluxo-de-transporte">O mapa territorial dos acidentes mostra uma concentração em estados com grande extensão de rede viária e alto fluxo de transporte. </h4>



<p>Minas Gerais liderou o ranking com 9.559 acidentes, seguido por Santa Catarina (8.184) e Paraná (7.619). Em termos de mortalidade, Minas Gerais e Paraná voltaram a figurar entre os primeiros lugares, enquanto Bahia apareceu como o terceiro estado com maior número de mortes em rodovias federais.</p>



<p>O esforço de fiscalização foi igualmente significativo. Em 2025, a PRF inspecionou mais de 4,6 milhões de veículos e 5,4 milhões de pessoas. Em matéria de alcoolemia, foram realizados mais de 3,5 milhões de testes em rodovias federais, o que resultou em 51.000 infrações e 3.643 motoristas detidos por dirigir sob o efeito do álcool.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-alem-do-volume-total-de-acidentes-a-analise-qualitativa-fornece-elementos-chave-para-compreender-sua-gravidade">Além do volume total de acidentes, a análise qualitativa fornece elementos-chave para compreender sua gravidade. </h3>



<p>Os estudos indicam que a combinação mais associada a acidentes fatais inclui vias de pista única, trechos retos e acidentes ocorridos durante o dia. Ou seja, nem sempre se trata de condições climáticas adversas ou noite, mas de contextos em que o excesso de confiança e a velocidade podem desempenhar um papel determinante.</p>



<p>Do mesmo modo, as colisões representam quase 62% do total de incidentes registrados nas rodovias federais. No entanto, a principal causa de morte identificada é a condução em sentido contrário, responsável por cerca de 16% das mortes. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Essa prática, diretamente ligada ao comportamento humano, resume boa parte do desafio: além da infraestrutura e da fiscalização, o fator decisivo continua sendo a conduta dos usuários.</p>
</blockquote>



<p>Nesse contexto, a Confederação Nacional de Transportes publicou o <a href="https://data.cnt.org.br/en/destaques/viagem-segura-guia-cnt-de-seguranca-nas-rodovias-2025-2/">Guia CNT de Segurança nas Rodovias Brasileiras 2026</a>, em um calendário que inclui vários fins de semana prolongados e, portanto, maior circulação nas rodovias. O documento alerta especialmente sobre a BR-101, apontada como a rodovia mais perigosa do país. De acordo com o levantamento, essa via concentra 17,9% dos acidentes e 12,6% das mortes na rede federal. O alerta se refere principalmente aos trechos de pista única e às áreas urbanas atravessadas pela rodovia, onde convergem o tráfego de longa distância e o tráfego local.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-impacto-do-transito-nao-se-limita-as-estatisticas-policiais">O impacto do trânsito não se limita às estatísticas policiais. </h4>



<p>Na área da saúde, as consequências se traduzem em pressão sobre hospitais, cirurgias complexas e sequelas permanentes. Na cidade do Rio de Janeiro, até outubro de 2025, foram registradas 640 mortes por acidentes de trânsito, de acordo com dados do Instituto de Segurança Pública. A Zona Norte concentrou 234 mortes e a Zona Oeste, 182, mantendo uma tendência histórica de maior incidência nessas áreas.</p>



<p>O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, alertou que os acidentes com motocicletas representam 40% de todas as cirurgias ortopédicas realizadas na cidade. Além disso, as motocicletas concentram 68% dos atendimentos por acidentes de trânsito em hospitais de urgência e emergência da rede municipal. Entre 2024 e 2025, foram atendidos 47.205 pacientes feridos em acidentes de motocicleta, contra 9.695 pedestres atropelados, 7.544 incidentes com bicicletas ou patinetes e 4.301 casos relacionados a automóveis ou caminhões.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-a-problematica-das-motocicletas-transcende-o-ambito-local">A problemática das motocicletas transcende o âmbito local. </h4>



<p>Um estudo do projeto SALURBAL (Saúde Urbana na América Latina) analisou 337 cidades de sete países, incluindo 152 no Brasil. A taxa de mortalidade de motociclistas ultrapassou 4 mortes por 100.000 habitantes nas cidades estudadas, com maior incidência em homens entre 20 e 24 anos. O Brasil e a Colômbia registraram taxas superiores à média regional das Américas.</p>



<p>O crescimento do parque de motocicletas na América Latina (mais de 50% entre 2012 e 2023) explica parte dessa tendência. As motocicletas oferecem mobilidade e acesso ao emprego em contextos de transporte público limitado, mas também aumentam a exposição ao risco. O estudo aponta que cidades com maior densidade populacional, melhor conectividade das ruas e melhores indicadores sociais tendem a registrar menores taxas de mortalidade de motociclistas, o que sugere que o desenho urbano e as condições estruturais também influenciam a segurança no trânsito.</p>



<p>No plano econômico, o impacto é igualmente significativo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que os acidentes de trânsito geram um custo anual de R$ 50 bilhões. Esse valor inclui despesas hospitalares, reabilitação, previdência social e perdas de produtividade. O presidente do Conselho Federal de Medicina, José Hiran Gallo, lembrou que mais de 32.000 pessoas morrem a cada ano no trânsito brasileiro (uma média de 92 por dia) e que, para cada morto, há pelo menos dez pessoas com sequelas graves ou permanentes. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O custo não é apenas financeiro, mas também implica jovens que abandonam os estudos, trabalhadores que perdem a capacidade laboral e famílias que enfrentam dependência prolongada.</p>
</blockquote>



<p>Nesse contexto, a dimensão econômica também atinge o âmbito privado. A <a href="https://www.omelhortrato.com/seguro-auto/">contratação de um seguro automóvel</a>, por exemplo, pode mitigar o impacto financeiro individual após um acidente, mas não resolve o problema estrutural que representa milhares de feridos e mortos a cada ano. A prevenção, mais do que a reparação, continua sendo o eixo central das políticas públicas de segurança no trânsito.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-carnaval-de-2026-o-periodo-mais-mortal-da-decada"><strong>Carnaval de 2026: o período mais mortal da década</strong></h2>



<p>Embora 2025 tenha encerrado com uma ligeira melhora nos indicadores anuais, o início de 2026 apresentou um cenário preocupante durante um dos períodos de maior mobilidade do calendário. Entre 13 e 18 de fevereiro, no âmbito do Carnaval, a Polícia Federal Rodoviária registrou 130 mortes em rodovias federais. O número representa um aumento de 52,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 85 mortes.</p>



<p>No total, foram registrados 1.241 acidentes, com 1.481 pessoas feridas. Os acidentes graves aumentaram 8,5% em comparação com o ano anterior. De acordo com dados preliminares, a maioria das vítimas viajava em automóveis particulares e motocicletas.</p>



<p>O diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, explicou em entrevista coletiva que, embora o aumento tenha ocorrido durante o Carnaval, nem todos os acidentes estiveram diretamente relacionados às viagens do feriado. Da mesma forma, ele indicou que vários acidentes com múltiplas vítimas fatais ocorreram de forma isolada dentro desse período, sem relação direta com as comemorações ou viagens recreativas.</p>



<p>Entre os casos mais graves, houve a menção a um acidente no estado de São Paulo envolvendo um ônibus que transportava trabalhadores rurais e deixou seis mortos, bem como outro em Brasília, onde uma caminhonete proveniente do interior da Bahia colidiu com a traseira de um caminhão, resultando em cinco mortos. De acordo com a PRF, esses eventos ocorreram fora dos trechos que se identifica como críticos, o que reforça a hipótese de situações excepcionais.</p>



<p>As autoridades classificaram o aumento como uma “anomalia”, especialmente considerando que os três carnavais anteriores foram os menos letais da década. No entanto, Oliveira ressaltou que o maior desafio continua sendo o comportamento dos motoristas e a necessidade de uma resposta mais eficaz por parte dos usuários das vias.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-contraste-entre-a-tendencia-anual-de-reducao-e-o-aumento-durante-o-carnaval-de-2026-resume-a-complexidade-do-problema">O contraste entre a tendência anual de redução e o aumento durante o Carnaval de 2026 resume a complexidade do problema. </h4>



<p>Por um lado, os indicadores de 2025 mostram avanços moderados na fiscalização e na diminuição dos acidentes. Por outro lado, a magnitude dos números, tanto nas rodovias federais quanto no conjunto do país, confirma que a segurança viária continua sendo um desafio estrutural no Brasil.</p>



<p>Em suma, embora os dados mais recentes mostrem uma ligeira redução interanual, o trânsito brasileiro mantém níveis de acidentes que o colocam entre os mais altos em termos absolutos a nível global. A evolução futura dependerá não só da fiscalização e da infraestrutura, mas também de mudanças sustentadas no comportamento no trânsito e na maneira como a sociedade aborda um problema que, ano após ano, continua custando milhares de vidas.</p>



<p><em>Conteúdo fornecido pelo site <a href="https://elmejortrato-dot-yamm-track.appspot.com/20dpbAIbg2FUxzkSrDUQECshLVDZu2t-m1JcAWNbZeSfhroDYnAEbySxTSzWHTboVcyK8SdF3I_cjwJNbzDBW2wPh2ogfMo_oqlr8Ns1BM11SSCXWI6oWb5CHI6--noBJm50HwbYXKlkGoxHNj84cRozFvNweIeihyOn2MU81yY6-ov4JnARS_LffxBjHRg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Melhor Trato</a></em></p>



<p></p>
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				<![CDATA[Foto: Divulgação PRF]]>
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		<title>Multa de trânsito: saiba como apresentar defesa e recorrer de autuações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalização e Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receber uma multa de trânsito não significa, necessariamente, que o motorista não possa contestar a autuação. A legislação brasileira garante...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/multa-de-transito-1024x768.jpg" alt="multa de trânsito" class="wp-image-56166" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/multa-de-transito-1024x768.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/multa-de-transito-300x225.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/multa-de-transito-768x576.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/03/multa-de-transito.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Condutores e proprietários de veículos têm o direito de contestar autuações de trânsito. Foto: Detran / Divulgação</em></figcaption></figure>



<p>Receber uma multa de trânsito não significa, necessariamente, que o motorista não possa contestar a autuação. A legislação brasileira garante ao cidadão o direito de apresentar defesa e recorrer da penalidade em diferentes etapas do processo administrativo.</p>



<p>Para orientar os condutores, o Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (<a href="https://detran.mg.gov.br/" type="link" id="https://detran.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Detran-MG</a>) divulgou informações sobre como funcionam os procedimentos de contestação de multas e quais são os caminhos disponíveis para quem identifica possíveis erros na autuação.</p>



<p>De acordo com o órgão, o processo administrativo prevê <strong>três etapas principais de contestação</strong>: a defesa prévia, o recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (<a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/jari-do-dnit-veja-o-que-e-e-como-funciona/" type="link" id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/jari-do-dnit-veja-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jari</a>) e o recurso ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-contestacao-pode-ser-feita-pela-internet">Contestação pode ser feita pela internet</h3>



<p>Os pedidos podem ser realizados de forma digital, por meio do atendimento virtual disponível no site do Detran-MG.</p>



<p>Para acessar os serviços, o cidadão deve entrar na plataforma utilizando uma conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.</p>



<p>No portal, basta acessar a área de <strong>Infrações</strong> para localizar os serviços relacionados à defesa e aos recursos.</p>



<p>Além disso, também é possível consultar <strong>o prontuário do condutor e acompanhar o andamento das defesas e recursos</strong> de forma on-line, sem necessidade de deslocamento até uma unidade de atendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-defesa-previa-e-a-primeira-etapa">Defesa prévia é a primeira etapa</h3>



<p>A <strong>defesa prévia</strong> é a primeira oportunidade que o cidadão tem de contestar uma autuação.</p>



<p>Ela pode ser apresentada após o recebimento da notificação da infração ou após a publicação do auto em edital. O prazo para envio da defesa é de <strong>até 30 dias</strong>.</p>



<p>Nessa fase, o motorista pode apontar possíveis erros ou inconsistências no auto de infração, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>informações incompletas ou incorretas;</li>



<li>falhas no preenchimento do documento;</li>



<li>ausência de dados importantes no campo de observações;</li>



<li>outras irregularidades que possam comprometer a validade da autuação.</li>
</ul>



<p>Caso a defesa prévia não seja apresentada ou seja indeferida, a multa poderá ser aplicada.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-recurso-a-jari">Recurso à Jari</h3>



<p>Depois que a penalidade é confirmada, o cidadão ainda tem o direito de apresentar recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações, que funciona como <strong>primeira instância recursal</strong>.</p>



<p>Nesse momento, o questionamento é feito diretamente sobre a penalidade aplicada.</p>



<p>A notificação de penalidade informa oficialmente a multa assim como eventuais sanções adicionais, como o <strong>registro de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)</strong>.</p>



<p>O prazo para apresentação do recurso também é de <strong>até 30 dias</strong> após o recebimento dessa notificação. O procedimento é gratuito e pode ser realizado tanto pelo proprietário quanto pelo condutor do veículo.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-recurso-ao-cetran">Recurso ao Cetran</h3>



<p>Se o recurso apresentado à Jari for negado, ainda existe uma última possibilidade dentro da esfera administrativa.</p>



<p>O cidadão pode recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito, que atua como <strong>segunda e última instância administrativa</strong>.</p>



<p>Nesse estágio, o caso passa por uma nova análise antes do encerramento do processo administrativo.</p>



<p>Conforme o Detran-MG, é importante que o motorista acompanhe atentamente os prazos e apresente <strong>documentos, argumentos e provas</strong> que possam fundamentar o pedido de revisão da autuação.</p>



<p>O órgão também reforça que conhecer as etapas do processo administrativo é fundamental para que o cidadão exerça plenamente o direito de defesa previsto na legislação de trânsito.</p>



<p><em>Com informações da Agência Minas</em></p>
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				<![CDATA[Condutores e proprietários de veículos têm o direito de contestar autuações de trânsito. Foto: Detran / Divulgação
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