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	<title>Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</title>
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	<description>As principais notícias e informações do trânsito, mobilidade, sustentabilidade e muito mais!</description>
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		<title>Brasil implantou menos de 12 km de corredores de BRT, por ano, desde 1974, aponta estudo da NTU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 19:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transporte Coletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter sido pioneiro na implantação do BRT, o Brasil avançou em ritmo lento na expansão desse modelo de...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="612" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/BRT-1024x612.jpg" alt="BRT" class="wp-image-57962" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/BRT-1024x612.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/BRT-300x179.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/BRT-768x459.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/BRT.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>O estudo chama a atenção não apenas para a necessidade de expansão dos sistemas, mas também para a manutenção e melhoria da infraestrutura já implantada. Foto: Divulgação Prefeitura do Rio</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ter sido pioneiro na implantação do BRT, o Brasil avançou em ritmo lento na expansão desse modelo de transporte público, nas últimas cinco décadas. Desde 1974, quando o primeiro corredor entrou em operação, em Curitiba, o país implantou, em média, menos de 12 quilômetros de corredores, por ano. Atualmente, são apenas 556 quilômetros de vias dedicadas, exclusivamente, ao transporte público coletivo por ônibus.</p>



<h3 id="h-estudo" class="wp-block-heading">Estudo </h3>



<p class="wp-block-paragraph">O dado faz parte do estudo “BRT Brasil: sistemas em operação nas cidades brasileiras”, contratado e organizado pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (<a href="https://ntu.org.br/" data-type="link" data-id="https://ntu.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NTU</a>), e elaborado pela Oficina Consultores. O levantamento analisou aspectos institucionais, regulatórios, físicos, operacionais e econômicos dos sistemas em funcionamento no país e foi desenvolvido como contribuição da NTU ao BNDES, no âmbito do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU). A iniciativa do banco poderá ser uma das principais bases para a aceleração de investimentos no setor, contribuindo para a implantação e desenvolvimento de novos e mais modernos sistemas de transporte público de passageiros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico revela que apenas 15 cidades do país operam 17 sistemas BRT, com ônibus circulando em 35 corredores. Apenas três dos 17 sistemas BRT foram viabilizados com processos licitatórios exclusivos. Na maioria das vezes, a delegação para a operação do BRT aconteceu por aditivo ou enquadramento em contratos de concessão vigentes, para o conjunto do sistema de transporte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os dados mostram que a implantação ocorreu de forma pontual, ao longo das últimas décadas, com maior concentração de investimentos entre 2012 e 2016, período relacionado à preparação das cidades brasileiras para a Copa do Mundo, em 2014, e para os Jogos Olímpicos, em 2016. Para o diretor-presidente da NTU, Francisco Christovam, o levantamento demonstra que o país precisa transformar experiências bem-sucedidas em uma política mais contínua de investimentos em transporte público de média e alta capacidades. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil mostrou, há décadas, que o BRT é uma solução capaz de dar prioridade ao transporte coletivo, ampliar a capacidade dos corredores e melhorar a qualidade dos deslocamentos. O desafio agora é dar escala a essa experiência. Não podemos depender de ciclos isolados de investimentos. Precisamos de planejamento de longo prazo, projetos estruturados e fontes permanentes de financiamento, para que novas cidades possam contar com sistemas de transporte de alta capacidade”, afirma Christovam. </p>
</blockquote>



<h3 id="h-infraestrutura-existente-tambem-exige-gestao-com-foco-em-manutencao-e-melhoria" class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura existente também exige gestão com foco em manutenção e melhoria</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo chama a atenção não apenas para a necessidade de expansão dos sistemas, mas também para a manutenção e melhoria da infraestrutura já implantada, que é bastante robusta. Atualmente, os BRTs brasileiros em operação somam 99 terminais e 682 estações, além das vias dedicadas. Em 64,7% dos casos, a responsabilidade pela manutenção da infraestrutura permanece com os municípios. Conforme o levantamento, quando a manutenção da infraestrutura é de responsabilidade das prefeituras, a qualidade do serviço pode ficar comprometida, além de limitar as possibilidades de exploração comercial dos espaços, para a geração de receitas extra tarifárias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não basta construir o corredor e colocar o sistema em operação. As áreas de acesso aos terminais e estações precisam receber a qualificação urbana adequada, com provisão de calçadas, ciclovias e mobiliário urbano acessível e seguro. Deve-se tratar os BRTs como parte de um patrimônio urbano que exige manutenção permanente, boa gestão e integração com a cidade. A qualidade percebida pelo passageiro começa antes mesmo de ele entrar no ônibus”, destaca Christovam. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a entidade, uma nova agenda para os BRTs deve combinar expansão da infraestrutura, melhoria dos modelos de gestão, implantação de <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/sistemas-de-controle-de-trafego-inteligente-tecnologia-aliada-da-mobilidade-urbana/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/sistemas-de-controle-de-trafego-inteligente-tecnologia-aliada-da-mobilidade-urbana/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistemas de monitoramento</a> e controle da operação e requalificação dos acessos e entornos de terminais e estações, especialmente para facilitar a integração com deslocamentos a pé e por bicicleta. Esses são alguns dos pontos que a NTU considera estratégicos, para ampliar a eficiência e a atratividade do transporte público coletivo.</p>
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				<![CDATA[O estudo chama a atenção não apenas para a necessidade de expansão dos sistemas, mas também para a manutenção e melhoria da infraestrutura já implantada. Foto: Divulgação Prefeitura do Rio
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		<title>Após instalação de radares, trechos de rodovias registram forte queda nos atendimentos a acidentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalização e Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trechos de rodovias sob concessão da EPR Litoral Pioneiro registraram redução expressiva no número de atendimentos a acidentes após a...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/radares-em-rodovias-1024x682.jpg" alt="radares em rodovias" class="wp-image-57959" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/radares-em-rodovias-1024x682.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/radares-em-rodovias-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/radares-em-rodovias-768x511.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/radares-em-rodovias.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Em um dos locais onde está em funcionamento o dispositivo a redução chegou a 100%, sem nenhum registro de ocorrências nos últimos meses. Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Trechos de rodovias sob concessão da EPR Litoral Pioneiro registraram redução expressiva no número de atendimentos a acidentes após a instalação de radares medidores de velocidade. Em um dos pontos monitorados, não houve nenhuma ocorrência desde a entrada em operação do equipamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, são 28 radares instalados nas rodovias BR-153, BR-277, BR-369, PR-092, PR-151 e PR-407. Nos trechos federais, a fiscalização com cobrança de multa começou em agosto de 2025. Já nas rodovias estaduais, a operação teve início em outubro do mesmo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a concessionária, a redução nos atendimentos já havia começado a ser observada ainda no período de testes dos equipamentos, antes do início efetivo da aplicação de multas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Observamos o impacto positivo dos radares na segurança viária ainda no período educativo e de testes dos equipamentos. Agora, um ano depois, é importante destacar que há uma contribuição real na segurança viária e na vida dos usuários quando os limites de velocidade são respeitados. Os dados de atendimentos a acidentes nas rodovias sob concessão comprovam”, avalia o gerente de Operações da EPR Litoral Pioneiro, Paulo Linck.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-pr-151-teve-a-maior-reducao" class="wp-block-heading">PR-151 teve a maior redução</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as rodovias monitoradas, a PR-151 apresentou a maior queda no número de atendimentos a sinistros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando os sete radares em funcionamento ao longo da rodovia, os registros passaram de 41 para 8 ocorrências, o que representa uma redução de 80%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um ponto específico, no km 259, em Piraí do Sul, a concessionária informa que não houve nenhuma ocorrência desde a instalação do equipamento, o que corresponde a uma redução de 100% naquele trecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras rodovias também apresentaram quedas relevantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na PR-407, a redução foi de 70%. Na BR-153, os atendimentos caíram 67%. Já na BR-277, no trecho da Serra do Mar, a redução registrada foi de 59%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados se referem aos atendimentos realizados nos trechos sob concessão e mostram uma mudança importante nos locais onde os equipamentos passaram a operar.</p>



<h3 id="h-novos-radares-estao-em-estudo" class="wp-block-heading">Novos radares estão em estudo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dos resultados observados, a concessionária informa que está discutindo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (<a href="https://www.gov.br/antt/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/antt/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTT</a>) e autoridades rodoviárias a implantação de novos radares nas rodovias sob sua administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade de equipamentos e os pontos de instalação ainda não foram divulgados. “Em conjunto com as autoridades, identificamos oportunidades para ampliar ainda mais a segurança viária nas rodovias que administramos, por meio da instalação de novos dispositivos, que certamente alcançarão resultados tão positivos quanto os já em operação”, avalia Linck.</p>



<h3 id="h-respeito-ao-limite-de-velocidade-continua-sendo-essencial" class="wp-block-heading">Respeito ao limite de velocidade continua sendo essencial</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de radares tem como objetivo fiscalizar o cumprimento dos <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/motorista-freia-no-radar-e-acelera-depois-fiscalizacao-por-velocidade-media-pode-mudar-essa-pratica/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/motorista-freia-no-radar-e-acelera-depois-fiscalizacao-por-velocidade-media-pode-mudar-essa-pratica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">limites de velocidade</a>. No entanto, a concessionária reforça que a condução segura não deve depender apenas da existência dos equipamentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O respeito aos limites de velocidade é essencial, independentemente da presença de radares na rodovia. Também é fundamental não utilizar o celular ao dirigir, realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos e de forma segura, manter distância de segurança dos demais veículos e garantir que todos os ocupantes, inclusive os pets, utilizem o cinto de segurança corretamente”, afirma Marcos Moreira, diretor-presidente da EPR no Núcleo Paraná.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação reforça que a redução de riscos no trânsito depende de um conjunto de comportamentos, entre eles velocidade compatível com a via, atenção constante e respeito às normas de circulação.</p>



<h3 id="h-quem-administra-os-radares-e-as-multas" class="wp-block-heading">Quem administra os radares e as multas?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A EPR Litoral Pioneiro informa que, conforme previsto no contrato de concessão, é responsável pela aquisição, instalação e manutenção dos radares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a emissão das multas e a gestão dos valores arrecadados ficam a cargo dos órgãos governamentais competentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distinção é importante porque a concessionária mantém os equipamentos em funcionamento, mas não administra diretamente as penalidades aplicadas aos motoristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados apresentados após um ano de operação dos radares reforçam a discussão sobre o papel da fiscalização eletrônica na segurança viária. Nos trechos analisados, a queda nos atendimentos foi significativa, chegando a 100% em um ponto específico da PR-151 e variando entre 59% e 80% em outros corredores monitorados.</p>
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				<![CDATA[Em um dos locais onde está em funcionamento o dispositivo a redução chegou a 100%, sem nenhum registro de ocorrências nos últimos meses. Foto: Divulgação]]>
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		<title>Acidente na SP-340 chama atenção para o risco de engavetamentos; saiba como evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Czerwonka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grave acidente registrado na tarde de quinta-feira (27) na Rodovia Deputado Mario Beni (SP-340), em Mogi Guaçu, no interior...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Acidente-na-SP-340-1024x576.jpg" alt="Acidente na SP-340" class="wp-image-57953" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Acidente-na-SP-340-1024x576.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Acidente-na-SP-340-300x169.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Acidente-na-SP-340-768x432.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Acidente-na-SP-340-900x505.jpg 900w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Acidente-na-SP-340.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Manter distância de segurança e acompanhar o movimento do trânsito à frente são atitudes fundamentais para evitar colisões traseiras e engavetamentos. Foto: Imagem ilustrativa. </em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um <a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/08/27/engavetamento-entre-ambulancia-duas-carretas-e-um-caminhao-deixa-homem-morto-em-mogi-guacu.ghtml" data-type="link" data-id="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/08/27/engavetamento-entre-ambulancia-duas-carretas-e-um-caminhao-deixa-homem-morto-em-mogi-guacu.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">grave acidente</a> registrado na tarde de quinta-feira (27) na Rodovia Deputado Mario Beni (SP-340), em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo, deixou uma pessoa morta e outras três feridas. O engavetamento envolveu uma ambulância, um caminhão e duas carretas. Conforme as informações divulgadas sobre a ocorrência, o motorista do caminhão morreu no local. Entre os feridos estavam uma paciente e o condutor da ambulância. As circunstâncias que provocaram a colisão ainda deverão ser esclarecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da repercussão imediata, o acidente chama atenção para um dos riscos mais comuns nas ruas e rodovias: as <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/seguranca/concessionaria-realiza-acao-para-alertar-sobre-colisoes-traseiras-em-rodovias/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/seguranca/concessionaria-realiza-acao-para-alertar-sobre-colisoes-traseiras-em-rodovias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colisões traseiras</a>, que podem envolver vários veículos e adquirir proporções ainda mais graves quando há caminhões no fluxo.</p>



<h3 id="h-o-que-causa-as-colisoes-traseiras" class="wp-block-heading">O que causa as colisões traseiras?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de distância de segurança é um dos principais fatores relacionados às colisões traseiras. Quando o condutor segue muito próximo, o espaço disponível pode não ser suficiente para perceber uma redução de velocidade, reagir e parar o veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Distrações ao volante, principalmente pelo uso do celular, também reduzem a capacidade de reação. Mesmo alguns segundos sem olhar para a pista podem fazer com que o motorista não perceba uma fila parada, uma frenagem ou outro obstáculo à frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras situações que aumentam o risco de engavetamentos incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>excesso de velocidade;</li>



<li>mudanças repentinas de faixa;</li>



<li>frenagens bruscas e sem necessidade;</li>



<li>cansaço ou sonolência;</li>



<li>chuva, neblina e baixa visibilidade;</li>



<li>pneus desgastados ou mal calibrados;</li>



<li>problemas no sistema de freios;</li>



<li>desatenção às condições do trânsito mais adiante.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a direção defensiva exige que o motorista não observe apenas o veículo imediatamente à frente. Acompanhar o movimento de vários veículos adiante permite identificar antecipadamente luzes de freio, retenções e mudanças no fluxo.</p>



<h3 id="h-como-calcular-uma-distancia-segura" class="wp-block-heading">Como calcular uma distância segura?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não determina uma distância fixa em metros. O artigo 29 estabelece que o condutor deve guardar distância lateral e frontal de segurança, considerando a velocidade, as condições da via, da circulação, do veículo e do clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma maneira prática de avaliar esse espaço é utilizar a regra dos três segundos. O motorista deve escolher um ponto fixo na margem da via, como uma placa ou uma árvore. Quando o veículo da frente passar por esse ponto, deve iniciar a contagem de três segundos. Se chegar ao mesmo local antes do fim da contagem, está seguindo perto demais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em condições adversas, como chuva, neblina, pista escorregadia ou baixa visibilidade, esse intervalo deve ser ampliado. O mesmo vale quando o veículo da frente é um caminhão, que reduz a visão do trânsito adiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distância segura precisa abranger tanto o tempo de reação do motorista quanto o espaço necessário para o veículo parar. Quanto maior a velocidade, maior será a distância percorrida antes e durante a frenagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deixar de guardar distância de segurança é infração grave, conforme o artigo 192 do CTB.</p>



<h3 id="h-o-que-fazer-diante-de-uma-retencao-repentina" class="wp-block-heading">O que fazer diante de uma retenção repentina?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao perceber veículos reduzindo a velocidade ou uma fila parada, o motorista deve retirar o pé do acelerador e iniciar uma frenagem progressiva. Frear antecipadamente também permite que as luzes de freio alertem quem vem atrás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O condutor deve evitar mudanças bruscas de faixa ou tentativas de desviar pelo acostamento. Além de serem manobras arriscadas, elas podem atingir motociclistas ou impedir o acesso de equipes de resgate.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Também é importante observar os retrovisores durante a redução. Caso o veículo que vem atrás pareça não ter percebido a retenção, o motorista deve manter o controle e evitar manobras precipitadas que possam provocar outra colisão.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Se precisar imobilizar o veículo por uma emergência, o pisca-alerta deve ser utilizado para reforçar a sinalização. Em situações normais de trânsito lento, entretanto, as luzes de freio e a redução gradual são as principais formas de avisar os demais condutores.</p>



<h3 id="h-por-que-caminhoes-precisam-de-uma-distancia-maior" class="wp-block-heading">Por que caminhões precisam de uma distância maior?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Caminhões e combinações de veículos de carga são maiores, mais pesados e possuem características de frenagem diferentes das de um automóvel. O peso transportado, a distribuição da carga, o estado dos pneus e dos freios, a velocidade e a inclinação da pista podem aumentar significativamente o espaço necessário para a parada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, muitos veículos pesados utilizam sistemas de freios pneumáticos, cujo acionamento apresenta características próprias. Em uma situação inesperada, a soma do tempo de percepção do motorista, do tempo de reação e da frenagem pode fazer com que o caminhão percorra uma distância considerável até parar completamente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Por essa razão, outros condutores não devem mudar de faixa e entrar imediatamente à frente de um caminhão, reduzindo o espaço de segurança mantido pelo motorista profissional. Da mesma forma, quem dirige um veículo de carga deve aumentar a distância em relação ao trânsito adiante, especialmente em descidas, pistas molhadas ou trechos congestionados.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-como-agir-quando-ha-uma-ambulancia-na-via" class="wp-block-heading">Como agir quando há uma ambulância na via?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ambulâncias e outros veículos de emergência têm prioridade quando estão em serviço de urgência e devidamente identificados pelos dispositivos sonoro e luminoso acionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa situação, o artigo 29 do CTB determina que os demais condutores deixem livre a passagem pela faixa da esquerda, desloquem-se para a direita e parem, se necessário. A movimentação deve ocorrer de maneira gradual, com atenção aos retrovisores e sem frenagens ou mudanças repentinas de direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motorista também não deve aproveitar o espaço aberto para seguir logo atrás da ambulância. Além de perigosa, essa conduta constitui infração grave. Já deixar de dar passagem a um veículo de emergência caracteriza infração gravíssima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prioridade não elimina os cuidados de segurança. O próprio CTB determina que veículos de emergência reduzam a velocidade e adotem as precauções necessárias ao passar por cruzamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em rodovias, uma retenção pode surgir em poucos segundos. Manter distância, acompanhar o trânsito à frente e evitar distrações são medidas simples que aumentam o tempo disponível para reagir e podem impedir que uma colisão isolada se transforme em um engavetamento.</p>
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				<![CDATA[Manter distância de segurança e acompanhar o movimento do trânsito à frente são atitudes fundamentais para evitar colisões traseiras e engavetamentos. Foto: Imagem ilustrativa. ]]>
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		<item>
		<title>Código de Trânsito pode mudar em vários pontos; comissão vota parecer com 270 propostas</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/projetos-de-lei/codigo-de-transito-pode-mudar-em-varios-pontos-comissao-vota-parecer-com-270-propostas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma comissão especial da Câmara dos Deputados pode dar um novo passo, na próxima quarta-feira (2), em uma ampla discussão...</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/projetos-de-lei/codigo-de-transito-pode-mudar-em-varios-pontos-comissao-vota-parecer-com-270-propostas/">Código de Trânsito pode mudar em vários pontos; comissão vota parecer com 270 propostas</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Codigo-de-Transito-mudancas-1024x683.jpg" alt="Código de Trânsito mudanças" class="wp-image-57947" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Codigo-de-Transito-mudancas-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Codigo-de-Transito-mudancas-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Codigo-de-Transito-mudancas-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Codigo-de-Transito-mudancas.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Apesar da amplitude das alterações em discussão, é importante destacar que a reunião da próxima quarta-feira não significa que essas mudanças já estejam valendo. Foto: <a href="https://depositphotos.com/editorial/rio-janeiro-brazil-july-2020-traffic-presidente-vargas-avenue-city-389599578.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/editorial/rio-janeiro-brazil-july-2020-traffic-presidente-vargas-avenue-city-389599578.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dabldy para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma comissão especial da Câmara dos Deputados pode dar um novo passo, na próxima quarta-feira (2), em uma ampla discussão sobre mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>). O colegiado está convocado para apresentar, discutir e votar o parecer do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), que consolida 270 propostas relacionadas à legislação de trânsito. A reunião está prevista para as 14 horas, em plenário a se definir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os assuntos analisados estão <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/cnh-2026-o-que-o-novo-modelo-realmente-retirou-da-formacao-de-condutores/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/cnh-2026-o-que-o-novo-modelo-realmente-retirou-da-formacao-de-condutores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formação de condutores</a>, segurança viária, exames médicos, psicológicos e toxicológicos, limites de velocidade, radares móveis, free flow e regras para veículos de mobilidade elétrica leve, como bicicletas elétricas e patinetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto também contempla uma mudança de grande impacto: a possibilidade de jovens dirigirem a partir dos 16 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da amplitude das alterações em discussão, é importante destacar que a reunião da próxima quarta-feira não significa que essas mudanças já estejam valendo. O que a comissão especial analisará é o parecer do relator sobre as propostas.</p>



<h3 id="h-parecer-reune-270-propostas-de-mudancas-no-transito" class="wp-block-heading">Parecer reúne 270 propostas de mudanças no trânsito</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão especial foi criada para analisar o Projeto de Lei 8.085/2014 e as propostas que tramitam em conjunto com ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o colegiado trabalha com 270 proposições, reunindo em um mesmo debate diferentes mudanças relacionadas ao trânsito brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório elaborado pelo deputado Aureo Ribeiro busca consolidar essas propostas em um texto que poderá avançar na Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade e a diversidade dos temas tornam a discussão relevante tanto para os atuais motoristas quanto para quem ainda pretende obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p>



<h3 id="h-formacao-de-condutores-esta-entre-os-temas" class="wp-block-heading">Formação de condutores está entre os temas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos tratados pela comissão é a formação de motoristas. O tema faz parte das discussões do PL 8.085/2014 e das demais propostas analisadas pelo colegiado, juntamente com regras relacionadas aos exames exigidos dos condutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer também contempla discussões sobre exames médicos, psicológicos e toxicológicos, reunindo em uma mesma análise diferentes etapas relacionadas à habilitação e às condições necessárias para conduzir veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra alteração prevista no parecer permite que jovens possam dirigir a partir dos 16 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas, no entanto, ainda dependem da tramitação legislativa. Portanto, não representam mudanças atualmente em vigor para quem está tirando ou renovando a CNH.</p>



<h3 id="h-velocidade-radares-e-free-flow-tambem-estao-na-discussao" class="wp-block-heading">Velocidade, radares e free flow também estão na discussão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas analisadas pela comissão não ficam restritas à habilitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado também avalia alterações relacionadas aos limites de velocidade e à utilização de radares móveis, dois temas diretamente ligados à fiscalização e à segurança viária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro assunto incluído é o sistema de cobrança automática de pedágio conhecido como free flow, no qual não existem as tradicionais praças com cancelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório ainda trata da circulação de veículos de mobilidade elétrica leve, incluindo bicicletas elétricas e patinetes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o parecer reúne temas que afetam desde a formação de novos motoristas até novas formas de mobilidade que ganharam espaço nas cidades brasileiras.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-votacao-ja-havia-sido-adiada" class="wp-block-heading">Votação já havia sido adiada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer de Aureo Ribeiro não é novo. O relator apresentou seu texto no mês passado, mas a análise não avançou naquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um pedido de vista coletivo adiou a discussão e a votação, fazendo com que a apreciação do relatório ficasse para uma nova reunião da comissão especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o colegiado está novamente convocado para a próxima quarta-feira, 2 de setembro, quando poderá apresentar, discutir e votar o parecer.</p>



<h3 id="h-mudancas-no-codigo-de-transito-ainda-nao-estao-valendo" class="wp-block-heading">Mudanças no Código de Trânsito ainda não estão valendo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para o motorista, a principal atenção neste momento deve estar na diferença entre uma proposta em discussão e uma alteração efetivamente incorporada à legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião da comissão especial é mais uma etapa da tramitação das propostas e não torna automaticamente válidas as mudanças previstas no relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso vale inclusive para os pontos de maior repercussão, como a possibilidade de dirigir a partir dos 16 anos e eventuais alterações na formação dos novos condutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que poderá acontecer na próxima quarta-feira é um avanço importante na discussão legislativa sobre o trânsito brasileiro, já que o parecer reúne 270 propostas em um único debate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eventual aprovação do relatório pela comissão, portanto, deverá ser acompanhada pelos próximos passos da tramitação antes que se possa falar em novas regras efetivamente válidas para os motoristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações da Agência Câmara</em></p>
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				<![CDATA[Apesar da amplitude das alterações em discussão, é importante destacar que a reunião da próxima quarta-feira não significa que essas mudanças já estejam valendo. Foto: dabldy para Depositphotos]]>
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		<item>
		<title>A importância da condução responsável na era digital: como evitar distrações e tomar melhores decisões ao volante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia transformou profundamente a forma como nos deslocamos. Aplicações de navegação, sistemas de informação em tempo real e dispositivos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/era-digital-1024x576.jpg" alt="era digital" class="wp-image-57956" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/era-digital-1024x576.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/era-digital-300x169.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/era-digital-768x432.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/era-digital-900x505.jpg 900w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/era-digital.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: RECSTOCKFOOTAGE para Depositphotos</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia transformou profundamente a forma como nos deslocamos. Aplicações de navegação, sistemas de informação em tempo real e dispositivos móveis tornaram as viagens mais práticas, mas também criaram novos desafios relacionados com a concentração ao volante. Atualmente, uma parte significativa das distrações durante a condução está associada ao uso inadequado de equipamentos eletrónicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo plataformas de entretenimento digital, como as <a href="https://22bet.co.mz/">casas de apostas em Moçambique</a>, reforçam que os seus serviços devem ser utilizados apenas em momentos apropriados, nunca durante a condução. Adotar hábitos responsáveis continua a ser uma das formas mais eficazes de proteger todos os utilizadores das estradas.</p>



<h2 id="h-a-distracao-continua-entre-os-principais-fatores-de-risco" class="wp-block-heading">A distração continua entre os principais fatores de risco</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conduzir exige atenção permanente. Qualquer desvio do olhar ou perda momentânea de concentração pode aumentar significativamente o risco de acidente, sobretudo em ambientes urbanos ou em estradas com maior intensidade de tráfego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as distrações mais frequentes encontram-se a leitura de mensagens, a utilização de aplicações móveis, a consulta de notificações ou a procura de informação durante a viagem. Mesmo ações aparentemente rápidas podem retirar segundos preciosos de atenção à estrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, especialistas em segurança rodoviária alertam que a prevenção começa antes mesmo de colocar o veículo em movimento.</p>



<h2 id="h-a-tecnologia-tambem-pode-contribuir-para-uma-conducao-mais-segura" class="wp-block-heading">A tecnologia também pode contribuir para uma condução mais segura</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muitos riscos estejam associados ao uso inadequado dos dispositivos móveis, a tecnologia também oferece soluções capazes de aumentar a segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, muitos veículos dispõem de integração com smartphones através de sistemas como Android Auto ou Apple CarPlay, permitindo utilizar mapas, chamadas e comandos de voz sem necessidade de manipular constantemente o celular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, sistemas de assistência à condução ajudam a monitorizar a distância para outros veículos, a manter o automóvel na faixa de rodagem e até a identificar sinais de fadiga do condutor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas ferramentas não substituem a atenção humana, mas funcionam como importantes apoios para reduzir situações de risco.</p>



<h2 id="h-preparar-a-viagem-faz-toda-a-diferenca" class="wp-block-heading">Preparar a viagem faz toda a diferença</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das formas mais simples de evitar distrações consiste em organizar tudo antes de iniciar a viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definir o percurso no sistema de navegação, verificar as condições do trânsito, escolher a música ou o podcast e ativar o modo &#8220;Não Incomodar&#8221; no celular permite reduzir significativamente a necessidade de utilizar dispositivos durante a condução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este pequeno planeamento contribui para uma viagem mais tranquila e ajuda o condutor a manter o foco exclusivamente na estrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é recomendável garantir que o veículo se encontra em boas condições, verificando pneus, iluminação e níveis de combustível antes de percorrer trajetos mais longos.</p>



<h2 id="h-educacao-rodoviaria-vai-alem-das-regras-de-transito" class="wp-block-heading">Educação rodoviária vai além das regras de trânsito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conduzir em segurança não depende apenas do conhecimento do Código da Estrada. Os hábitos digitais também passaram a fazer parte da educação rodoviária moderna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprender a utilizar a tecnologia de forma responsável significa compreender que existem momentos apropriados para consultar aplicações, responder a mensagens ou utilizar serviços de entretenimento, e que o volante nunca deve ser um desses momentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consciencialização torna-se ainda mais importante entre os condutores mais jovens, habituados a permanecer constantemente ligados aos dispositivos móveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Promover esta cultura de responsabilidade contribui para reduzir acidentes e criar estradas mais seguras para todos.</p>



<h2 id="h-a-mobilidade-esta-a-evoluir-rapidamente" class="wp-block-heading">A mobilidade está a evoluir rapidamente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os avanços tecnológicos continuam a transformar a mobilidade. Veículos elétricos, sistemas inteligentes de gestão do trânsito, sensores de assistência e futuras soluções de condução automatizada prometem tornar as deslocações cada vez mais eficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, surgem novas aplicações que ajudam a planear percursos, evitar congestionamentos e melhorar a experiência de condução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, independentemente da evolução tecnológica, existe um princípio que permanece inalterado: nenhuma inovação consegue substituir completamente a atenção e o bom senso do condutor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade individual continuará a ser um elemento essencial da segurança rodoviária.</p>



<h2 id="h-pequenas-atitudes-podem-evitar-grandes-problemas" class="wp-block-heading">Pequenas atitudes podem evitar grandes problemas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas situações de risco podem ser evitadas através de comportamentos simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que for necessário utilizar o celular, o mais seguro é parar o veículo num local apropriado. Da mesma forma, em viagens longas, realizar pausas regulares ajuda a combater a fadiga e melhora os níveis de concentração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter uma distância de segurança adequada, respeitar os limites de velocidade e evitar qualquer atividade que possa desviar a atenção da estrada continuam a ser recomendações fundamentais para todos os condutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas pequenas decisões têm um impacto direto na segurança não apenas do motorista, mas também dos passageiros, peões e restantes utilizadores da via.</p>



<h2 id="h-seguranca-rodoviaria-e-uma-responsabilidade-de-todos" class="wp-block-heading">Segurança rodoviária é uma responsabilidade de todos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilidade moderna oferece inúmeras vantagens, mas exige também uma utilização consciente das tecnologias disponíveis. Ferramentas digitais facilitam o dia a dia e melhoram muitas experiências, desde a navegação até à comunicação, desde que sejam utilizadas de forma adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criar hábitos responsáveis antes e durante cada viagem continua a ser a melhor estratégia para prevenir acidentes e promover uma circulação mais segura. À medida que os veículos e as infraestruturas evoluem, a atitude do condutor permanece como o fator mais importante para garantir viagens tranquilas, protegendo vidas e contribuindo para um trânsito mais seguro para toda a comunidade.</p>
<p>The post <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/a-importancia-da-conducao-responsavel-na-era-digital-como-evitar-distracoes-e-tomar-melhores-decisoes-ao-volante/">A importância da condução responsável na era digital: como evitar distrações e tomar melhores decisões ao volante</a> appeared first on <a href="https://www.portaldotransito.com.br">Portal do Trânsito, Mobilidade &amp; Sustentabilidade</a>.</p>
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				<![CDATA[Foto: RECSTOCKFOOTAGE para Depositphotos]]>
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		<item>
		<title>Dirigir na terceira idade exige atenção aos sinais que podem comprometer a segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A população brasileira está envelhecendo e, com isso, cresce também o número de idosos que continuam dirigindo para manter a...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="684" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/dirigir-na-terceira-idade-1024x684.jpg" alt="dirigir na terceira idade" class="wp-image-57687" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/dirigir-na-terceira-idade-1024x684.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/dirigir-na-terceira-idade-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/dirigir-na-terceira-idade-768x513.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/dirigir-na-terceira-idade.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Preservar a autonomia é importante, mas preservar vidas deve ser sempre a prioridade. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/elderly-couple-putting-seat-belt-92353276.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/photo/elderly-couple-putting-seat-belt-92353276.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">photography33 para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A população brasileira está envelhecendo e, com isso, cresce também o número de idosos que continuam dirigindo para manter a independência e a qualidade de vida. Essa realidade reforça um debate importante: existe uma idade em que o motorista deve deixar o volante?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é não. O Código de Trânsito Brasileiro (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm">C</a><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">T</a><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm">B</a>) não estabelece uma idade máxima para dirigir. O que determina se uma pessoa está apta a conduzir um veículo são suas condições físicas, mentais e sensoriais, avaliadas periodicamente durante a renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que muitos <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/cnh-para-idosos-o-que-a-lei-preve-e-quais-cuidados-sao-importantes/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/fiscalizacao-e-legislacao/carteira-de-habilitacao-cnh/cnh-para-idosos-o-que-a-lei-preve-e-quais-cuidados-sao-importantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">idosos</a> podem dirigir com segurança por muitos anos. Por outro lado, algumas mudanças naturais do envelhecimento podem comprometer a capacidade de reação e aumentar os riscos no trânsito. Saber reconhecer esses sinais é fundamental tanto para o próprio motorista quanto para familiares e profissionais de saúde.</p>



<h3 id="h-a-idade-sozinha-nao-determina-a-capacidade-de-dirigir" class="wp-block-heading">A idade, sozinha, não determina a capacidade de dirigir</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É comum associar envelhecimento à perda automática da capacidade de conduzir um veículo. No entanto, especialistas alertam que essa relação não é tão simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem motoristas com mais de 80 anos que apresentam excelentes condições para dirigir, enquanto pessoas mais jovens podem ter limitações decorrentes de doenças, uso de medicamentos ou outras condições de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a legislação brasileira adota avaliações médicas periódicas durante a renovação da CNH justamente para verificar se o condutor continua reunindo condições para permanecer ao volante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, essas avaliações representam apenas um retrato daquele momento. Entre uma renovação e outra, mudanças importantes podem ocorrer e nem sempre são percebidas pelo próprio motorista.</p>



<h3 id="h-sinais-que-merecem-atencao" class="wp-block-heading">Sinais que merecem atenção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Envelhecer não significa perder a capacidade de dirigir, mas alguns comportamentos podem indicar que chegou o momento de conversar com um médico ou reavaliar alguns hábitos ao volante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais sinais estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dificuldade para enxergar placas, pedestres ou outros veículos;</li>



<li>demora para reagir a freadas, mudanças de sinalização ou situações inesperadas;</li>



<li>pequenos acidentes, raspões ou colisões que passam a acontecer com frequência;</li>



<li>dificuldade para permanecer na faixa de rolamento;</li>



<li>confusão entre os pedais ou dificuldade para controlar o veículo;</li>



<li>esquecer trajetos conhecidos ou demonstrar desorientação durante o percurso;</li>



<li>insegurança crescente para realizar conversões, cruzamentos ou mudanças de faixa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sinais não significam, necessariamente, que o motorista deva parar de dirigir imediatamente. Eles indicam, porém, que é recomendável buscar uma avaliação médica e refletir sobre a segurança da condução.</p>



<h3 id="h-o-dialogo-deve-acontecer-antes-de-um-acidente" class="wp-block-heading">O diálogo deve acontecer antes de um acidente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal do Trânsito, a principal ferramenta para lidar com esse momento é a honestidade consigo mesmo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A autocrítica é a única ferramenta realmente eficaz para que percebamos qual é o momento de parar de dirigir. Infelizmente, ela nem sempre acontece&#8221;, diz.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme ele, familiares também desempenham papel importante nesse processo. &#8220;É preciso coragem para conversar sobre esse assunto. Muitas vezes, deixar de dirigir representa uma mudança importante na rotina da pessoa idosa, mas essa conversa deve acontecer antes que um acidente provoque consequências mais graves.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja um tema delicado, conversar sobre limitações não significa retirar a autonomia do idoso, mas ajudá-lo a continuar se deslocando com segurança.</p>



<h3 id="h-existem-alternativas-antes-de-abandonar-o-volante" class="wp-block-heading">Existem alternativas antes de abandonar o volante</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, não é necessário interromper completamente a direção logo nos primeiros sinais de dificuldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas adaptações podem contribuir para manter a segurança por mais tempo, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>evitar dirigir à noite;</li>



<li>reduzir viagens longas;</li>



<li>preferir trajetos já conhecidos;</li>



<li>evitar horários de maior movimento;</li>



<li>não dirigir sob chuva intensa ou em condições adversas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas medidas não substituem uma avaliação médica quando houver suspeita de perda da capacidade para dirigir, mas podem ajudar a reduzir riscos enquanto a situação é acompanhada.</p>



<h3 id="h-saude-tambem-faz-parte-da-seguranca-viaria" class="wp-block-heading">Saúde também faz parte da segurança viária</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além das mudanças naturais do envelhecimento, algumas doenças podem interferir diretamente na condução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas de visão e audição, doenças neurológicas, limitações de mobilidade e até determinados medicamentos podem afetar a atenção, o tempo de reação e a capacidade de tomar decisões no trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, manter consultas médicas regulares e seguir corretamente os tratamentos também faz parte da direção segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que houver alteração importante no estado de saúde, o ideal é conversar com o médico sobre os possíveis impactos na condução de veículos.</p>



<h3 id="h-dirigir-e-uma-responsabilidade-permanente" class="wp-block-heading">Dirigir é uma responsabilidade permanente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Receber a aprovação nos exames para renovar a CNH não significa que o motorista permanecerá apto durante todo o período de validade do documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Mariano, a capacidade para dirigir pode mudar ao longo do tempo e deve ser constantemente observada pelo próprio condutor, pela família e pelos profissionais de saúde.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mais do que estabelecer uma idade para deixar o volante, o desafio é garantir que cada motorista permaneça dirigindo apenas enquanto reunir condições de fazê-lo com segurança&#8221;, conclui.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Preservar a autonomia é importante, mas preservar vidas deve ser sempre a prioridade. Reconhecer os próprios limites e buscar ajuda quando necessário são atitudes que demonstram responsabilidade e contribuem para um trânsito mais seguro para todos.</p>
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				<![CDATA[Preservar a autonomia é importante, mas preservar vidas deve ser sempre a prioridade. Foto: 
photography33 para Depositphotos
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		<title>Carro parado estraga? Veja o que pode acontecer com o veículo sem uso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rodar pouco pode parecer uma boa maneira de preservar o automóvel, mas deixar o carro parado por semanas ou meses...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/carro-parado-bardahl-1024x682.jpg" alt="carro parado-bardahl" class="wp-image-57880" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/carro-parado-bardahl-1024x682.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/carro-parado-bardahl-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/carro-parado-bardahl-768x511.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/carro-parado-bardahl.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Veículos com baixa rodagem também exigem manutenção preventiva para garantir segurança, desempenho e maior vida útil. Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Rodar pouco pode parecer uma boa maneira de preservar o automóvel, mas deixar o carro parado por semanas ou meses também pode trazer problemas. A falta de uso afeta diferentes sistemas do veículo, incluindo bateria, pneus, combustível, lubrificantes e fluidos. Por isso, mesmo automóveis com baixa quilometragem precisam de manutenção preventiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação pode ocorrer, por exemplo, quando o proprietário viaja por longos períodos ou passa a utilizar menos o veículo em razão de mudanças na rotina. Nesses casos, alguns componentes continuam sofrendo processos de descarga, envelhecimento, oxidação ou degradação mesmo sem o carro circular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Arley Silva, gerente de Engenharia e Sucesso do Cliente da Promax Bardahl, o funcionamento regular contribui para preservar os sistemas mecânicos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O motor e os demais componentes foram projetados para operar em movimento. Quando o veículo fica semanas ou meses parado, o óleo lubrificante pode se degradar e oxidar, perdendo parte da sua capacidade de proteção. Da mesma forma, os fluidos podem deixar de cumprir suas funções adequadamente, enquanto algumas peças ficam mais vulneráveis à corrosão e ao ressecamento no caso das mangueiras. Essa degradação ocorre mesmo sem o carro rodar”, explica.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-bateria-e-pneus-estao-entre-os-pontos-de-atencao" class="wp-block-heading">Bateria e pneus estão entre os pontos de atenção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/carregar-o-carro-eletrico-todo-dia-estraga-a-bateria-saiba-quais-sao-os-mitos-e-verdades/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/veiculos/carregar-o-carro-eletrico-todo-dia-estraga-a-bateria-saiba-quais-sao-os-mitos-e-verdades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bateria</a> é um dos componentes que podem sentir mais rapidamente os efeitos da inatividade. Mesmo com o automóvel desligado, ocorre uma descarga natural. Se o período sem utilização for prolongado, a bateria pode perder completamente a carga, ter sua vida útil reduzida ou não conseguir mais fornecer energia suficiente para colocar o veículo em funcionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pneus do carro parado também precisam de atenção. Quando permanecem durante muito tempo apoiados exatamente na mesma posição, podem sofrer deformações. Isso pode interferir posteriormente na estabilidade e na dirigibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, antes de voltar a utilizar um automóvel que permaneceu um período prolongado sem circular, não basta verificar se o motor liga normalmente. Pneus e bateria também devem entrar na checagem.</p>



<h3 id="h-combustivel-tambem-pode-sofrer-alteracoes" class="wp-block-heading">Combustível também pode sofrer alterações</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro sistema afetado pela falta de uso é o de alimentação do motor. Com o passar do tempo, a gasolina pode oxidar e favorecer a formação de resíduos no tanque e nos bicos injetores. Esses depósitos podem prejudicar a combustão e provocar dificuldade na partida, perda de desempenho e aumento do consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do etanol, há também risco de corrosão em componentes do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é mais um motivo para que longos períodos de inatividade sejam considerados na conservação do veículo, principalmente quando o automóvel permanece semanas ou meses sem rodar.</p>



<h3 id="h-pouca-quilometragem-nao-elimina-a-necessidade-de-trocar-oleo" class="wp-block-heading">Pouca quilometragem não elimina a necessidade de trocar óleo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um erro que pode ocorrer entre proprietários de veículos pouco utilizados é considerar apenas a quilometragem para decidir o momento da manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lubrificantes e fluidos também envelhecem com o passar do tempo. Dessa forma, é necessário observar tanto a quilometragem quanto o prazo indicado no manual do proprietário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O óleo do motor pode perder desempenho, absorver umidade e favorecer a formação de borra, aumentando o desgaste interno. O envelhecimento também pode atingir os fluidos de arrefecimento, freio e transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, um carro que roda pouco não deve automaticamente permanecer por períodos maiores sem manutenção. Os intervalos determinados pelo fabricante continuam sendo a principal referência.</p>



<h3 id="h-vale-apenas-ligar-o-carro-de-vez-em-quando" class="wp-block-heading">Vale apenas ligar o carro de vez em quando?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir os efeitos da inatividade, a orientação apresentada pelo especialista não se limita a simplesmente dar a partida. A recomendação é colocar o veículo em funcionamento periodicamente e rodar alguns quilômetros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A circulação ajuda a manter a bateria carregada, movimenta os fluidos e favorece a circulação dos lubrificantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Quando realizada com regularidade, essa prática contribui para preservar o sistema de lubrificação, movimentar os fluidos e minimizar os efeitos da inatividade prolongada”, afirma Silva.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de deixar o automóvel parado por um período maior, também é importante conferir os níveis do óleo e dos demais fluidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, “o uso de aditivos específicos para o combustível, arrefecimento e para o sistema de lubrificação pode contribuir para preservar os componentes internos, reduzindo a formação de depósitos e protegendo peças metálicas contra corrosão e oxidação durante os períodos de pouca utilização”.</p>



<h3 id="h-ficou-semanas-ou-meses-sem-usar-o-carro-faca-uma-checagem-antes-de-voltar-as-ruas" class="wp-block-heading">Ficou semanas ou meses sem usar o carro? Faça uma checagem antes de voltar às ruas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O momento de retomar a utilização também merece cuidados. Depois de um período prolongado de inatividade, alguns componentes podem não estar nas mesmas condições de quando o veículo foi estacionado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ao retomar o uso do automóvel após semanas ou meses de inatividade, uma revisão preventiva é indispensável. Conferir a carga da bateria, a calibragem e o estado dos pneus, os níveis dos fluidos e o funcionamento do sistema de freios ajuda a garantir que o veículo volte a circular com segurança, desempenho e confiabilidade”, finaliza Arley.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A principal orientação, portanto, é não associar automaticamente carro com baixa quilometragem a veículo que dispensa cuidados. O tempo também interfere na conservação dos componentes. Respeitar os períodos de manutenção previstos pelo fabricante e verificar as condições do automóvel depois de uma longa inatividade são medidas importantes antes de voltar ao trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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				<![CDATA[Veículos com baixa rodagem também exigem manutenção preventiva para garantir segurança, desempenho e maior vida útil. Foto: Divulgação]]>
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		<title>Endividamento de motoristas acende alerta para saúde mental e segurança no transporte de cargas</title>
		<link>https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/transporte-de-carga/endividamento-de-motoristas-acende-alerta-para-saude-mental-e-seguranca-no-transporte-de-cargas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transporte de Carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento do endividamento dos brasileiros e o avanço das apostas on-line estão acendendo um alerta também no transporte rodoviário...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/endividamento-de-motoristas-1024x683.jpg" alt="Endividamento de motoristas" class="wp-image-57934" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/endividamento-de-motoristas-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/endividamento-de-motoristas-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/endividamento-de-motoristas-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/08/endividamento-de-motoristas.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Os problemas associados ao descontrole financeiro e endividamento são atuais e trazem inúmeras consequências. Foto: Envato</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento do endividamento dos brasileiros e o avanço das apostas on-line estão acendendo um alerta também no <a href="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/transporte-de-carga/" data-type="link" data-id="https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/transporte-de-carga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transporte rodoviário de cargas</a>. Para empresas do setor, dificuldades financeiras enfrentadas pelos motoristas podem ultrapassar o orçamento doméstico e repercutir no bem-estar dos profissionais, na rotina de trabalho e na segurança das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema ganha relevância diante do nível de endividamento das famílias. Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (<a href="https://pesquisascnc.com.br/" data-type="link" data-id="https://pesquisascnc.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CNC</a>) aponta que, em julho, 82% das famílias brasileiras se declararam endividadas, um novo recorde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cartão de crédito, financiamentos, empréstimos pessoais, cheque especial e carnês de lojas aparecem entre as principais formas de comprometimento da renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais recentemente, outro fator passou a fazer parte dessa discussão: as apostas on-line. Estudo divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) aponta que as bets responderam por uma saída líquida de R$ 62,5 bilhões do orçamento das famílias brasileiras em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem trabalha dirigindo e precisa manter atenção durante longos períodos, as consequências de problemas financeiros e emocionais também despertam preocupação do ponto de vista da segurança.</p>



<h3 id="h-problemas-financeiros-aparecem-como-gatilho-para-transtornos-mentais" class="wp-block-heading">Problemas financeiros aparecem como gatilho para transtornos mentais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (Abefin), realizada com mil entrevistados de todas as regiões do país, apontou que 34,6% consideram os problemas financeiros o principal gatilho para transtornos mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No transporte de cargas, a questão preocupa especialmente pela própria característica da atividade profissional, que exige atenção e responsabilidade durante os deslocamentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A relação entre endividamento, saúde mental, segurança e produtividade é uma realidade que exige ações na construção de ambientes corporativos seguros e acolhedores”, afirma Débora Kodama, gerente de Recursos Humanos da Ademir Transportes.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) citado no material, 30% dos acidentes de trânsito nas rodovias federais brasileiras têm como causa problemas relacionados à saúde mental dos condutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário chama atenção para uma dimensão da segurança viária que vai além das condições do veículo ou da infraestrutura: as condições em que o próprio motorista desempenha sua atividade.</p>



<h3 id="h-apostas-on-line-entram-no-radar-das-empresas" class="wp-block-heading">Apostas on-line entram no radar das empresas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão das bets acrescenta um novo elemento às preocupações relacionadas ao orçamento dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo do Comsefaz, o impacto líquido das apostas on-line sobre o orçamento das famílias chegou a R$ 62,5 bilhões no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ambiente corporativo, sinais de maior comprometimento financeiro também começam a ser observados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ademir Transportes, que possui mais de 600 veículos operando no transporte de combustíveis pelo Brasil, registrou neste ano crescimento de 15% nos pedidos de empréstimos consignados com desconto em folha de pagamento, conforme a gerente de Recursos Humanos. “Diante deste quadro, é muito importante estarmos presentes no dia a dia dos colaboradores com iniciativas que nos permitam entender suas necessidades e auxiliá-los.”</p>



<h3 id="h-endividamento-pode-repercutir-na-rotina-profissional" class="wp-block-heading">Endividamento pode repercutir na rotina profissional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas financeiros podem estar associados a situações de estresse e sofrimento emocional que ultrapassam a vida particular do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material destaca estresse crônico, ansiedade e depressão entre os problemas relacionados a esse cenário, bem como aponta possíveis reflexos no absenteísmo e nos afastamentos do trabalho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Estes e outros fatores dificultam o cumprimento de prazos e contratos e, de forma ampla, comprometem a produtividade e a sustentabilidade dos negócios”, pontua Débora.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos motoristas profissionais, a preocupação também envolve a segurança durante a atividade, justamente porque o trabalho exige atenção constante durante os deslocamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O transporte rodoviário tem ainda um peso significativo para a economia brasileira: ou seja, responde por mais de 60% da movimentação de cargas no país. Para 2026, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) projeta crescimento de até 0,97% para o PIB do setor de transporte como um todo.</p>



<h3 id="h-empresas-buscam-prevencao-com-educacao-financeira-e-apoio-psicologico" class="wp-block-heading">Empresas buscam prevenção com educação financeira e apoio psicológico</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, algumas empresas do setor passaram a incorporar a saúde financeira às ações destinadas ao bem-estar dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Ademir Transportes, por exemplo, são realizadas palestras de educação financeira e há uma equipe de psicólogos disponível para atendimento dos colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O assunto também faz parte do programa Liderança em Movimento, destinado à capacitação dos gestores da empresa. “O programa voltado a desenvolvimento, capacitação e fortalecimento de gestão dos nossos líderes promove uma abordagem de diversos temas. Saúde financeira e bem-estar estão incluídos e são fundamentais”, destaca Débora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa informa estar há nove anos no mercado e operar principalmente para refinarias e distribuidoras de combustíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a gerente de RH, os efeitos do endividamento e do sofrimento emocional não ficam restritos ao trabalhador.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os impactos chegam às famílias, aos parceiros, colegas e clientes. Também influenciam custos de turnover, sinistros e comprometem a imagem da empresa. Por isso, cuidar para que os funcionários se mantenham saudáveis, seguros e ativos é prioridade para a Ademir Transportes”, conclui.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No transporte rodoviário de cargas, a discussão reforça a necessidade de enxergar a segurança de maneira mais ampla. Condições do veículo, cumprimento das normas e comportamento ao volante continuam fundamentais, mas as condições físicas, emocionais e financeiras de quem dirige também entram no radar das empresas quando o objetivo é reduzir riscos e manter operações mais seguras.</p>
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				<![CDATA[Os problemas associados ao descontrole financeiro e endividamento são atuais e trazem inúmeras consequências. Foto: Envato]]>
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		<title>Quais são as infrações mais perigosas do trânsito brasileiro? Especialistas apontam as condutas de maior risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Czerwonka]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalização e Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Excesso de velocidade, dirigir sob efeito de álcool, usar o celular ao volante, avançar o sinal vermelho e forçar ultrapassagens....</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/07/infracoes-perigosas-1024x683.jpg" alt="infrações perigosas" class="wp-image-57401" srcset="https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/07/infracoes-perigosas-1024x683.jpg 1024w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/07/infracoes-perigosas-300x200.jpg 300w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/07/infracoes-perigosas-768x512.jpg 768w, https://www.portaldotransito.com.br/wp-content/uploads/2026/07/infracoes-perigosas.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Mesmo uma rápida consulta à tela pode fazer com que o motorista percorra dezenas de metros sem observar adequadamente a via. Foto: <a href="https://depositphotos.com/photo/man-looking-mobile-phone-while-driving-car-old-pensioner-person-619932218.html" data-type="link" data-id="https://depositphotos.com/photo/man-looking-mobile-phone-while-driving-car-old-pensioner-person-619932218.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PerfectWave para Depositphotos</a></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Excesso de velocidade, dirigir sob efeito de álcool, usar o celular ao volante, avançar o sinal vermelho e forçar ultrapassagens. Embora algumas dessas infrações apareçam com frequência nas estatísticas de fiscalização e outras sejam menos comuns, todas têm uma característica em comum elas são perigosas e aumentam significativamente o risco de mortes e lesões graves no trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o Portal do Trânsito elaborou um ranking das infrações mais perigosas do trânsito brasileiro. Diferentemente do levantamento anterior, que mostrou as infrações mais registradas no país entre janeiro e maio de 2026, esta classificação considera critérios técnicos relacionados à segurança viária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ranking leva em conta o potencial de provocar sinistros graves, a gravidade prevista no Código de Trânsito Brasileiro (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>), o impacto sobre usuários vulneráveis e evidências consolidadas em estudos de segurança viária e direção defensiva.</p>



<h3 id="h-ranking-das-infracoes-mais-perigosas" class="wp-block-heading">Ranking das infrações mais perigosas</h3>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Posição</th><th>Infração</th><th>Por que representa alto risco?</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>1º</strong></td><td>Dirigir sob influência de álcool ou drogas</td><td>Compromete reflexos, percepção, julgamento e capacidade de reação.</td></tr><tr><td><strong>2º</strong></td><td>Excesso de velocidade</td><td>Aumenta tanto a probabilidade de um sinistro quanto sua gravidade.</td></tr><tr><td><strong>3º</strong></td><td>Avançar o sinal vermelho</td><td>Favorece colisões transversais, uma das mais violentas nas áreas urbanas.</td></tr><tr><td><strong>4º</strong></td><td>Usar o celular ao volante</td><td>Provoca distração visual, manual e cognitiva ao mesmo tempo.</td></tr><tr><td><strong>5º</strong></td><td>Forçar ultrapassagem</td><td>Está entre as principais causas de colisões frontais em rodovias.</td></tr><tr><td><strong>6º</strong></td><td>Não usar o cinto de segurança</td><td>Multiplica o risco de morte e lesões graves em caso de colisão.</td></tr><tr><td><strong>7º</strong></td><td>Participar de rachas e realizar manobras perigosas</td><td>Combina alta velocidade com perda deliberada de controle do veículo.</td></tr><tr><td><strong>8º</strong></td><td>Não reduzir a velocidade próximo a pedestres, ciclistas, escolas, hospitais e obras</td><td>Coloca em risco usuários mais vulneráveis da via.</td></tr><tr><td><strong>9º</strong></td><td>Deixar de dar preferência aos pedestres</td><td>Está diretamente associado aos atropelamentos.</td></tr><tr><td><strong>10º</strong></td><td>Transitar na contramão</td><td>Favorece colisões frontais, entre as mais letais do trânsito.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 id="h-muito-alem-da-quantidade-de-multas" class="wp-block-heading">Muito além da quantidade de multas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Celso Mariano, especialista e diretor do Portal do Trânsito, existe uma diferença importante entre as infrações mais registradas e aquelas que efetivamente representam maior ameaça à vida. &#8220;Existe uma diferença entre uma infração administrativa e uma infração que coloca vidas em risco imediatamente. Nem toda conduta irregular provoca um sinistro, mas praticamente todos os sinistros graves têm relação com comportamentos como excesso de velocidade, álcool, distração, ultrapassagens indevidas ou desrespeito à preferência. É por isso que precisamos olhar para além da multa&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Mariano, o trânsito ainda é visto por muitos motoristas sob a lógica da fiscalização, quando o foco deveria estar na prevenção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O motorista costuma perguntar: &#8216;Tem radar nessa via?&#8217; ou &#8216;Tem fiscalização aqui?&#8217;. A pergunta correta deveria ser: &#8216;O que pode acontecer se eu fizer isso?&#8217;. Quando a percepção de risco passa a orientar as decisões, o comportamento muda naturalmente. É essa mudança de mentalidade que salva vidas&#8221;, alerta.</p>
</blockquote>



<h3 id="h-velocidade-continua-sendo-um-dos-maiores-desafios" class="wp-block-heading">Velocidade continua sendo um dos maiores desafios</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ocupe a segunda posição no ranking de risco, o excesso de velocidade merece uma atenção especial porque reúne duas características preocupantes: é extremamente frequente e potencializa a gravidade dos sinistros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento publicado anteriormente pelo Portal do Trânsito mostrou que, apenas entre janeiro e maio de 2026, as duas faixas mais comuns de excesso de velocidade somaram mais de 19 milhões de notificações de penalidade em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, o problema não está apenas na possibilidade de perder o controle do veículo. Quanto maior a velocidade, menor é o tempo disponível para reagir diante de um imprevisto, maior é a distância necessária para a frenagem e maior é a energia liberada em uma colisão.</p>



<h3 id="h-o-celular-ao-volante-tambem-preocupa" class="wp-block-heading">O celular ao volante também preocupa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro comportamento que aparece entre os mais perigosos é o uso do telefone celular durante a condução. Mesmo uma rápida consulta à tela pode fazer com que o motorista percorra dezenas de metros sem observar adequadamente a via. Esse tipo de distração favorece colisões traseiras, atropelamentos, saídas de pista e outros sinistros que poderiam ser evitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o celular reúne três formas de distração simultaneamente: visual, manual e cognitiva, tornando essa uma das infrações mais preocupantes da atualidade.</p>



<h3 id="h-educacao-para-o-transito-vai-alem-de-decorar-regras" class="wp-block-heading">Educação para o trânsito vai além de decorar regras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Celso Mariano, esse cenário também serve de reflexão sobre a forma como o Brasil prepara seus futuros condutores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Desenvolver percepção de risco exige aprendizado, prática e reflexão. Não é algo que surge espontaneamente depois que a pessoa recebe a CNH. Quanto melhor for o processo de formação, maiores são as chances de o motorista compreender que as normas de trânsito não existem para dificultar sua vida, mas para proteger a dele e a dos outros&#8221;, diz.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, a discussão ganha ainda mais importância diante das mudanças recentes no processo de habilitação. &#8220;Sempre que reduzimos oportunidades de aprendizagem, precisamos nos perguntar se estamos formando condutores capazes de reconhecer situações de risco antes que elas se transformem em sinistros. A verdadeira eficiência de um sistema de trânsito não se mede pela quantidade de multas aplicadas, mas pelo número de vidas preservadas&#8221;, reflete.</p>



<h3 id="h-o-objetivo-nunca-foi-arrecadar" class="wp-block-heading">O objetivo nunca foi arrecadar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que estabelecer multas e penalidades, o Código de Trânsito Brasileiro busca reduzir comportamentos que aumentam a probabilidade de mortes e lesões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer essas infrações é importante, mas compreender por que elas existem é ainda mais essencial. Quando o condutor respeita os limites de velocidade, evita distrações, dirige sem consumir álcool e adota uma postura defensiva, ele não está apenas evitando multas. Está contribuindo para um trânsito mais seguro para todos.</p>
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				<![CDATA[Mesmo uma rápida consulta à tela pode fazer com que o motorista percorra dezenas de metros sem observar adequadamente a via. Foto: PerfectWave para Depositphotos
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		<item>
		<title>MPT processa Uber em R$ 321 milhões por cobrar taxa para motoristas poderem trabalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT) ajuizou ação civil pública contra a Uber do Brasil Tecnologia Ltda. para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Trabalho na Bahia (<a href="https://www.prt5.mpt.mp.br/" data-type="link" data-id="https://www.prt5.mpt.mp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPT</a>) ajuizou ação civil pública contra a Uber do Brasil Tecnologia Ltda. para suspender o programa &#8220;Passe para Motoristas&#8221;, que cobra dos motoristas uma taxa para que eles possam aceitar corridas pelo aplicativo. Além da suspensão imediata, o MPT pede a devolução de todo o valor já pago pelos trabalhadores e uma indenização por dano moral coletivo de R$ 321 milhões. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado em 25 de maio deste ano em 12 cidades, entre elas Itabuna e Ilhéus, na Bahia, o Passe deve ser expandido para todo o país, segundo a própria Uber. Atualmente, já são 29 cidades participantes, segundo o site oficial do programa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os termos publicados pela empresa, o Passe é uma taxa de assinatura para o motorista rodar pelo aplicativo. Existem duas modalidades: por tempo, com validade de 24 ou 72 horas, ou por ganhos, quando o motorista paga um valor para trabalhar sem taxa de serviço até atingir um teto de faturamento. Além disso, a Uber prevê uma “ativação automática”, após a conclusão da primeira viagem elegível.<br>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" alt="" width="768" src="https://s2601.imxsnd30.com/1==gMmpjMjVTYiVjOyJmLt92Yu8GdpNnbhJHdvRGbhRncvBHQvRXY052bjpTN5UTOzgzN1UzM6cWZwpmL39GbxkDMjJjZ5MWM0czM3YTY2QmMwkTOyYjMldDM3YDZ5UjRyUCZ5UjRyUyN1gzNyYkMlYTMxcjN3YjMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM"></td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem extraída do Uber</em></figcaption></figure>



<h3 id="h-pagar-para-trabalhar-sem-garantia-de-retorno" class="wp-block-heading"><strong>Pagar para trabalhar, sem garantia de retorno</strong> </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para o MPT, o programa inverte a lógica do risco do negócio: quem paga para ter acesso às corridas é o motorista, não a empresa. Os próprios termos da Uber afirmam que a compra do passe não garante nenhum volume mínimo de corridas, que ainda podem ser direcionadas pelo algoritmo da plataforma a quem não aderiu ao programa. Na prática, o motorista passa a assumir sozinho o risco de não recuperar o que investiu. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o procurador Luiz Antonio Nascimento Fernandes, que assina a Ação pelo MPT, a conduta pode caracterizar trabalho análogo ao de escravidão, ao submeter o trabalhador a um regime de servidão por dívida. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mecanismo de cobrança do Passe cria uma estrutura objetiva de endividamento permanente: o motorista que não possui saldo suficiente tem suas futuras remunerações retidas automática e integralmente pela Ré. Esse mecanismo perpetua a dependência econômica do trabalhador em relação à plataforma e replica, no ambiente digital, a estrutura de servidão por dívida”, explica. </p>
</blockquote>



<h3 id="h-modelo" class="wp-block-heading">Modelo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que chama atenção é o modelo de contrato do programa: redigido inteiramente pela Uber, sem espaço para negociação individual, ele permite que a empresa altere as regras do Passe &#8220;a qualquer tempo e a seu exclusivo critério&#8221; e desative o passe do motorista sem devolver o valor pago. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O mecanismo de cobrança também prejudica a concorrência, pois como cada hora usada em outro aplicativo representa perda do valor já investido no Passe, o motorista é levado a concentrar toda a atividade na própria Uber enquanto a assinatura estiver ativa. Isso cria uma fidelização disfarçada, sem que a empresa precise impor formalmente uma cláusula de exclusividade, prejudicando os concorrentes e reduzindo o poder de negociação dos próprios motoristas, que perdem a liberdade de migrar para quem oferece melhores condições.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Trata-se de uma cobrança abusiva de valores pela Uber em face dos seus motoristas, valores que podem superar até R$ 1 mil por mês. Em quase todos os países do mundo, há uma regra que proíbe empresas ou agências de cobrarem valores dos empregados para que eles tenham acesso ao trabalho. Essa dinâmica de cobrança gera endividamento ao motorista de app que já começa sua jornada devendo à plataforma e tal condição pode caracterizar o crime de condição análoga à escravidão pela nossa legislação. Por tais motivos, o MPT ingressou com essa medida e estamos confiantes na Justiça para barrar essa funcionalidade ilegal”, declara o coordenador nacional de combate às fraudes trabalhistas do MPT, Ilan Fonseca. </p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O MPT também solicitou acesso ao código-fonte do algoritmo da Uber a fim de esclarecer a transparência dos valores praticados e repassados aos motoristas, os parâmetros e critérios utilizados na distribuição de corridas, os mecanismos de precificação dinâmica, entre outros. O Processo será julgado pela 9ª Vara do Trabalho de Salvador (BA). </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo nº 0000773-47.2026.5.05.0009</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>*Imagem extraída do aplicativo da Uber</em></strong></p>
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				<![CDATA[De acordo com os termos publicados pela empresa, o Passe é uma taxa de assinatura para o motorista rodar pelo aplicativo. Imagem extraída do Uber

]]>
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