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	<title>plano b</title>
	
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	<description>escolhas sob um novo plano</description>
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		<title>Entrevista – Crombie – Quem ouve com o coração. Na vida abre janelas.</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[crombie]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Whaner Endo Voz, violão, baixo e percussão&#8230; Instrumentos que nas mãos de um grupo de amigos de Niterói têm gerado poesia e música, com cheiro de Brasil. Finalistas do Festival de Bandas do Jornal do Brasil, o Crombie está, desde 2006 fazendo diferença dentro e fora dos muros da Igreja. Diferença essa que deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1213" href="http://www.planob.org/entrevista-crombie-quem-ouve-com-o-coracao-na-vida-abre-janelas/crombie_myspace/"><img class="alignnone size-full wp-image-1213" title="Crombie_myspace" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/Crombie_myspace.jpg" alt="" width="598" height="447" /></a></p>
<p><strong>Por Whaner Endo</strong></p>
<p>Voz,  violão, baixo e percussão&#8230; Instrumentos que nas mãos de um grupo de  amigos de Niterói têm gerado poesia e música, com cheiro de Brasil.  Finalistas do Festival de Bandas do Jornal do Brasil, o Crombie está,  desde 2006 fazendo diferença dentro e fora dos muros da Igreja.  Diferença essa que deve ser &#8220;percebida nas nossas atitudes, nas nossas  reações, no nosso olhar, na forma como nos aproximamos, no que falamos,  no que cantamos&#8221;, como afirmou Paulo Nazareth.</p>
<p>Conheça  um pouco mais da amizade entre Felipe, Filipe, Gabriel, Leonardo, Lucas  e Paulo, nessa entrevista exclusiva para o Portal Cristianismo  Criativo.</p>
<p><strong>1.  Conte-me um pouco sobre a história do Crombie. Quando e como ele surgiu?  O que significa a palavra Crombie? Qual a formação original?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  O Crombie surgiu em 2006. Nós somos amigos há bastante tempo (todos  membros da Igreja Presbiteriana Betânia, em Niterói) e amamos música.  Resolvemos por acaso mostrar, entre nós, canções que tínhamos composto.  Percebemos, então, que pensávamos parecido e tínhamos gostos  semelhantes, além da fé em comum, presente em tudo o que fazemos. Com  isso, começamos a tocar juntos pra experimentar nossas idéias.</p>
<p>Quanto  ao nome, nós nunca escolhemos &#8220;oficialmente&#8221; esse nome pra banda. O  nome &#8220;Crombie&#8221; surgiu de uma brincadeira nossa com um amigo e parceiro  de caminhada, o Heber Ribeiro, sem o qual não teríamos gravado o nosso  1º CD (porenquanto).</p>
<p>Hoje, quando pensamos em  referências que a palavra &#8220;Crombie&#8221; possa trazer, lembramos logo do  testemunho que queremos dar e temos a pretensão de mostrar uma forma  mais esperançosa de enxergar a vida, através de nossas &#8220;criações&#8221;.  Gostamos de poesia e buscamos um olhar sensível pras questões mais  comuns do dia a dia. Vemos isso presente naquilo que compomos.</p>
<p>A  nossa formação é a mesma desde o começo: Felipe Vellozo (baixo e  vocais), Filipe Costa (violão e guitarra), Gabriel Luz (violão, guitarra  e vocais), Leonardo Soares e Lucas Magno (percussões) e Paulo Nazareth  (vocal e violão).</p>
<p><strong>2. Qual a formação musical de cada um? Além de música, o que cada um faz?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Nenhum de nós dedica-se exclusivamente à música. Pelo menos por  enquanto. Alguns dão aula de música, mas todos estudam ou são formados e  trabalham em áreas diferentes.</p>
<p><strong><img class="alignleft" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px; border: 0pt none;" title="Image" src="http://www.cristianismocriativo.com.br/images/stories/crombie1.jpg" border="0" alt="Image" hspace="6" width="393" height="500" />3.  De todos os instrumentos, a viola caipira é a mais inusitada, ainda  mais pra um grupo formado por jovens. Felipe, o que o levou a aprender a  tocar viola?</strong></p>
<p><strong>Felipe Vellozo </strong>-  A viola apareceu de forma inesperada. O Gabriel ganhou uma do tio dele e  não sabia tocar, então ela ficou encostada&#8230; e às vezes ficava  emprestada com alguns amigos. Percebi que estávamos deixando de lado um  instrumento que tem um timbre absolutamente lindo e se encaixaria muito  bem em nossa proposta sonora. Levei a viola pra casa, peguei uns discos  do Renato Teixeira pra ouvir e com duas semanas já estava começando a  compor &#8220;Sem Vaidade&#8221; na viola, fato que eu considerei ser muito  bacana&#8230;hehe.</p>
<p><strong>4. Qual a influência musical que cada um teve?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>–  No caso da maioria, a música está presente desde a infância, justamente  pelo fato de termos crescido na igreja, ouvindo e assistindo música.  Eu, por exemplo, sou filho de cantor e compositor, Josué Rodrigues, sem  dúvida alguma minha primeira influência musical. Foi ele quem me  apresentou a música que curto até hoje.</p>
<p>Além das  influências pessoais, temos todos influência mais forte da MPB. Ouvimos  Lenine, Gilberto Gil, Chico Buarque, Los Hermamos, Arthur Maia, e por aí  vai. Somos fãs da forma como esses caras se expressam musicalmente.  Vendo por aí, não poderíamos deixar de citar também nomes como Gerson  Borges, João Alexandre, Josué Rodrigues, Jorge Camargo e Sérgio Pimenta,  dentre outros.</p>
<p><strong>5. Dá pra perceber uma  grande influência tanto esteticamente quando em relação à poesia que o  Los Hermanos tem sobre o grupo. Isso é verdade?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  É verdade. Nós gostamos de ouvi-los. No Crombie, somos quatro compondo.  Um de nós especificamente, o Gabriel Luz (violão, guitarra e vocais),  traz mais forte essa influência da boa mistura entre Rock e MPB.</p>
<p><strong>6. O que cada um tem ouvido no seu Ipod ou MP3 Player?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>- Gilberto Gil, Josué Rodrigues (CD novo sendo lançado ainda esse ano), Brown, Ben Harper.</p>
<p><strong>Léo </strong>- Richard Bona, Seal, Elly Aguiar, DMB, João Bosco.</p>
<p><strong>Lucas </strong>- Gil, Brown, Djavan, Filipe Costa, Vanessa Da Mata, Djavan e Los Hermanos.</p>
<p><strong>7. A natureza/ecologia é um tema recorrente na música de vocês. Por quê?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Não sabemos por quê. Acontece naturalmente de aparecer naquilo que  compomos. Talvez seja um tema pouco falado, de forma geral. Fica aí a  sugestão. Poderíamos todos falar mais sobre a Criação.</p>
<p><strong>Léo </strong>-  Provavelmente, porque vivemos em um lugar privilegiado, com mar,  montanhas, florestas facilmente acessíveis e por gostarmos de desfrutar  destes lugares com amigos e música.</p>
<p><strong>8. Qual a diferença entre tocar na igreja e fora dela?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Nós queremos ser úteis pro nosso Deus e às vezes parece que quando  tocamos fora da igreja podemos fazer maior diferença na vida de quem nos  ouve.<br />
Mas dentro ou fora da igreja, pensamos nas pessoas e no que  Deus pode fazer por elas. Desejamos que Deus nos use, como Ele quiser,  pra tocá-las e que o nome d´Ele seja glorificado.</p>
<p><strong>Léo </strong>- Na igreja estou em casa&#8230; fora, me preocupo mais, fico mais tenso.</p>
<p><strong>9.  O Cristianismo, como não poderia deixar de ser, tem grande influência  na criação do grupo. O que seria diferente se vocês não tivessem esse  background cristão?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>- Seria tudo diferente. Não dá nem pra imaginar. Não existiria a banda.</p>
<p><strong></p>
<div><img class="alignright" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px; border: 0pt none;" title="Image" src="http://www.cristianismocriativo.com.br/images/stories/crombie4.jpg" border="0" alt="Image" hspace="6" width="600" height="338" /></p>
<div>da esq. p/ dir.: Filipe, Paulo, Leonardo, Felipe, Gabriel e Lucas</div>
</div>
<p>10.  Paulo, por que você afirmou que o Crombie não pode ser incluído no  espectro da música gospel? Como você vê o que tem sido criado em nome da  música gospel?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth &#8211; </strong>Hoje  o título &#8220;gospel&#8221; não nos traz, de primeira, uma impressão muito boa. E  acreditamos que o que temos feito destoa, no que diz respeito à forma e  ao conteúdo de quase tudo o que é classificado hoje como música gospel.  Nos preocupamos com muito do que temos ouvido.</p>
<p><strong>11. Um cristão que é músico pode ou deve fazer diferença fora da igreja?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Achamos que isso não é privilégio dos músicos. Um cristão deve sempre  fazer diferença onde ele estiver. Seja qual for a ocupação dele. Essa  diferença é percebida nas nossas atitudes, nas nossas reações, no nosso  olhar, na forma como nos aproximamos, no que falamos, no que cantamos,  etc.</p>
<p><strong>12. Como cada um se vê daqui a uns 10/15 anos?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Acho difícil fazer essa projeção. As coisas estão mudando rápido  demais. Mas acho que nunca deixaremos de estar, de alguma forma,  envolvidos com música. No meu caso é uma das coisas que mais me realiza  na vida.</p>
<p><strong>13. Se quase tudo é temporal, o que não é mais que um momento?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Nem tudo é temporal. Existem coisas que não estão sob a ditadura  implacável do tempo. A palavra de Deus e a nossa fé n´Ele são exemplos  de coisas que mostram a eternidade, dando o ar da graça e já sendo  vivenciada nos dias aqui.</p>
<p><strong>14. Como cada um tem vivenciado a sua fé num mundo de tanta correria e desigualdade?</strong></p>
<p><strong>Léo </strong>- Debaixo da graça e da misericórdia Deus.</p>
<p><strong>Lucas </strong>-  Acredito que essas dificuldades sempre ocorreram, mas de forma  diferente ou sem tanta explanação como é feito hoje, quando se dá ênfase  às coisas ruins do mundo se esquecendo por completo do amor de Deus que  é visto de forma gritante, só que ignorada, em pessoas por todo o  canto. Mas acredito também no óbvio, que sem a misericórdia de Deus não  vamos a lugar algum, e por isso a nossa dependência e humildade como  filhos diante Dele tem que ser constante. Jesus nunca disse que seriam  tempos fáceis ou tranqüilos e por isso temos que estar constantemente  preparados, de forma ativa e buscando sempre o controle de Deus sobre  nossas vidas.</p>
<p><strong>Filipe Costa </strong>- Deus tem se mostrado muito cuidadoso comigo e com minha família. E isso renova a minha fé.</p>
<p><strong><img class="alignleft" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px; border: 0pt none;" title="Image" src="http://www.cristianismocriativo.com.br/images/stories/crombie.jpg" border="0" alt="Image" hspace="6" width="408" height="189" />15. Será que se vocês não fossem de Niterói, alguma coisa na sonoridade do Crombie seria diferente?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Niterói é um celeiro de bons músicos e a gente acaba tendo contato mais  próximo com alguns deles. Talvez isso faça diferença. Somos bem  inexperientes com relação a estar na estrada tocando, mas temos boas  referências por perto.</p>
<p><strong>Léo </strong>- Na  sonoridade, talvez não, mas nas temáticas é provável que sim. Como  pensar na música do Gabão (Mar) sem ter em mente a praia de Itacoatiara e  sua vista?</p>
<p><strong>Filipe Costa </strong>- Acho  que seria tudo diferente&#8230; concordo com o que Paulo disse&#8230; e acho  também que cada região tem um cenário musical diferenciado e esse  cenário é uma grande influência para nossa sonoridade.</p>
<p><strong>16. Como tem sido a aceitação do &#8220;porenquanto&#8221;?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Tem sido legal. Não esperávamos o retorno que temos tido. A maioria das  pessoas que ouve nos dáo resposta muito positiva, nos agradece e nos  incentiva. Às vezes nos deparamos com críticas construtivas e gostamos  muito disso também.</p>
<p><strong>17. Quais os próximos projetos?</strong></p>
<p><strong>Paulo Nazareth </strong>-  Temos tido a oportunidade de tocar em lugares legais, principalmente no  Rio. Isso é mais do que imaginamos inicialmente e nos deixa muito  felizes. Por enquanto, estamos por conta do nosso CD, que saiu no começo  de 2008 e já pensamos na possibilidade do próximo, ano que vem.</p>
<p><strong>18. O que é Cristianismo Criativo pra vocês?</strong></p>
<p><strong>Lucas </strong>-  É viver Jesus Cristo de forma simples, assim como é o próprio  evangelho; é poder contar sobre Jesus de diferentes formas, sem  agressões ou até jargões evangélicos, sendo total dependente da  misericórdia, graça e sabedoria d´Ele.</p>
<p><strong>Filipe Costa </strong>-  Acho que Cristianismo Criativo é também se importar com a forma que  usamos pra levar a palavra&#8230; produzir algo de qualidade que tenha  também um valor artístico, que transmita o que temos pra falar de uma  forma agradável.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cristianismocriativo.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=190&amp;Itemid=71">www.cristianismocriativo.com.br</a>
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		<title>Plano B News 20.08.10</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 20:21:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="606" height="342" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14456426&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="606" height="342" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14456426&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<item>
		<title>Guia turístico brasileiro é detido no Egito</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/planoblog/~3/rvSf2NiwC2I/</link>
		<comments>http://www.planob.org/guia-turistico-brasileiro-e-detido-no-egito/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 18:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estive Pensando]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele é acusado de promover atividades religiosas, o que é proibido no país. Policiais encontraram bíblias e folhetos evangélicos no carro do brasileiro. Um guia turístico brasileiro está detido no Cairo, capital do Egito, sob a acusação de promover atividades religiosas, o que é proibido pelas leis locais. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele é acusado de promover atividades religiosas, o que é proibido no país.<br />
Policiais encontraram bíblias e folhetos evangélicos no carro do brasileiro.</p>
<p>Um guia turístico brasileiro está detido no Cairo, capital do Egito, sob  a acusação de promover atividades religiosas, o que é proibido pelas  leis locais.</p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores,  o homem, que vive no Egito, foi detido com outras duas brasileiras, que  já foram liberadas.</p>
<p>A namorada do brasileiro, que vive no Maranhão, disse ao Jornal Hoje (<strong><em>veja reportagem no vídeo ao lado</em></strong>)  que ele ia visitar as pirâmides e foi detido por policiais que  encontraram as bíblias e folhetos evangélicos no carro em que ele  viajava.</p>
<p>De acordo com o Itamaraty, a embaixada do Brasil no Egito está tomando providências para que o brasileiro seja liberado.<em><br />
</em><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1324063&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1324063&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1324063&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object>
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		<item>
		<title>Britânico resume um capítulo da Bíblia por dia no Twitter</title>
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		<comments>http://www.planob.org/britanico-resume-um-capitulo-da-biblia-por-dia-no-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estive Pensando]]></category>

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		<description><![CDATA[Chris Juby começou o trabalho no dia 8 de agosto. Ele terminará de publicar os 1.189 capítulos em 2013. Com uma twittada resumindo um capítulo da Bíblia, o britânico Chris Juby quer levar o livro sagrado dos cristãos para o maior número de pessoas possível. Respeitando o limite de 140 caracteres, ele quer publicar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h4>Chris Juby começou o trabalho no dia 8 de agosto.<br />
Ele terminará de publicar os 1.189 capítulos em 2013.</h4>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div><img class="alignleft" title="Perfil no Twitter que resume um capítulo da Bíblia por dia." src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/16/untitled-1.jpg" alt="Perfil no Twitter que resume um capítulo da Bíblia por dia." width="300" height="281" />Com uma twittada resumindo um capítulo da Bíblia, o britânico Chris  Juby quer levar o livro sagrado dos cristãos para o maior número de  pessoas possível. Respeitando o limite de 140 caracteres, ele quer  publicar no Twitter resumos de 1.189 capítulos do Antigo e do Novo  Testamento.</div>
<p>Com uma publicação no serviço de microblog por dia, o trabalho de Juby,  de 30 anos, que é publicar toda a Bíblia no Twitter, já tem data para  terminar: 8 de novembro de 2013. Ele iniciou o trabalho no dia 8 de  agosto, criando o perfil <a href="http://twitter.com/BibleSummary" target="_blank">@biblesummary</a>.</p>
<p>A ideia de resumir a Bíblia no microblog nasceu da vontade de Juby de  compartilhar os resumos que ele mesmo escrevia para absorver melhor o  que lia. Em pouco tempo, seu perfil no Twitter já recebeu muitos  seguidores. No primeiro post, a abertura do livro “Gênesis”: &#8220;Deus criou  os céus, a Terra e tudo o que nela vive. Ele criou a humanidade à Sua  semelhança e lhe deu o domínio sobre a Terra&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/08/britanico-resume-um-capitulo-da-biblia-por-dia-no-twitter.html">www.g1.globo.com</a></p>
</div>
</div>
<div class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbjimX9&amp;via=planoblog&amp;text=Brit%C3%A2nico+resume+um+cap%C3%ADtulo+da+B%C3%ADblia+por+dia+no+Twitter&amp;lang=en&amp;count=horizontal"  data-counturl="http://www.planob.org/britanico-resume-um-capitulo-da-biblia-por-dia-no-twitter/"  style="" class="twitter-share-button">Tweet</a></div>
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		<item>
		<title>Para ter unção, dizem que o crente…</title>
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		<comments>http://www.planob.org/para-ter-uncao-dizem-que-o-crente/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 15:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Estive Pensando]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Bráulia Inês Ribeiro Para ter unção, dizem que o crente precisa viver fora do mundo e outras bobagens mais. E quem olha de fora tenta entender cada detalhe, revestindo-se de preconceitos. Minha igreja é destas que tem cai-cai, estrebucho e chororô. Aos domingos, quando cai a unção, homens e mulheres, crianças e adolescentes, profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1196" href="http://www.planob.org/para-ter-uncao-dizem-que-o-crente/attachment/4132/"><img class="alignnone size-large wp-image-1196" title="4132" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/4132-950x632.jpg" alt="" width="600" height="398" /></a></p>
<p>Por: Bráulia Inês Ribeiro</p>
<p>Para ter unção, dizem que o crente precisa viver fora do mundo e outras bobagens mais. E quem olha de fora tenta entender cada detalhe, revestindo-se de preconceitos.</p>
<p>Minha igreja é destas que tem cai-cai, estrebucho e chororô. Aos domingos, quando cai a unção, homens e mulheres, crianças e adolescentes, profissionais liberais, garis, prostitutas e doutores se misturam num carnaval maluco, sem máscaras e sem fantasia. Todos dançam e pulam; alguns desconjuntadamente; outros, como pipoca no óleo quente. Outros, ainda, movimentam-se como num balé new age bem elaborado, em que se perdem sozinhos em seu mundo de adoração, como se estivesse no seu próprio quarto. Alguns gritam – gritos viscerais, primais, enlouquecidos; outros balbuciam extasiados palavras sem sentido. Alguns apenas caem em êxtase, como se tocados por um dedo gigante, e outros ficam no chão, rindo e chorando por muito tempo.</p>
<p>É estranho estar no meio de tudo isto. Você se torna quase um espectador do teatro do absurdo. Por mais que se confronte com o inusitado, sempre se surpreende a cada nova pessoa tocada, a cada profissional circunspecto que de repente se vê no chão despido de qualquer vergonha na cara. No começo, era uma espécie de playcenter espiritual; queria-se reunião todos os dias, numa ânsia pelo toque sobrenatural. A unção se tornou melhor do que qualquer coisa, do que os bate-papos a que estávamos acostumados antigamente, do que as festas regadas a muita comida, que eram comuns no dia-a-dia da igreja. Queríamos a emoção de cair, de perder o controle, de sermos tomados por aquela coisa nova. Um amigo médico definiu o processo como a “cocaína espiritual”. Cocaína da qual não se sai “deprê”, mas que vicia igualmente. Cocaína que produzia cura.</p>
<p>Lembro-se de outro amigo, profissional respeitado na cidade, que por respeito acompanhava a mulher para a igreja anos a fio. Sincero, dizia abertamente que não era crente, sempre querendo se preservar o direito de dar umas pecadinhas sem culpa. Mas, um belo dia de unção, lá estava o sujeito no chão, rolando suas roupas de marca pelo piso sujo de um galpão. Por mais que eu quisesse me desligar da imagem dele e louvar no meu canto, não conseguia parar de olhar as reviravoltas que ele dava – ora como um capoeirista exímio, ora como um lagarto desengonçado. Toda a dureza e indiferença cínica daquele homem rompeu-se e deu lugar a um zelo intenso pelo Evangelho e confissões públicas inimagináveis.</p>
<p>Na época, deflagrou-se uma guerra entre os membros da denominação quando começamos a nos “viciar” naquela cocaína divina. Muitos não se conformavam com o novo modelo, e vociferavam que Deus não podia fazer coisas nem proporcionar tais manifestações. Eu, cá do meu canto, sabia que não podia decidir as coisas que Deus pode ou não fazer – primeiro, porque sou mineira, assim como disse o caboclo depois que viu o sexto elefante cor de rosa voando por cima da cabeça: “É, cumpadi, parece que o ninho deles é pra lá mermo…” O Deus que falou em coluna de fogo, que apareceu em nuvem, que derrubou muralha com buzina, que abriu e fechou mares e rios, pode continuar fazendo o que bem entende. Um Deus que, na forma de homem, curou cego cuspindo no chão, andou em cima d’água, pescou peixe com moeda na barriga, morreu na cruz e ressucitou de maneira espetacular, pode continuar fazendo o que bem entende.</p>
<p>Fiquei a observar os resultados. Sei que a indiferença generalizada que reinava na igreja antigamente virou entusiasmo. Sei que homens que antes passavam o tempo do culto a pensar em seus problemas ou a desnudar as mulheres com o olhar, hoje, tocados por uma compaixão estranha, choram como crianças e pregam o Evangelho com paixão. Sei que mulheres mal-amadas, endurecidas pela vida, de repente desabrocharam em flor, como a moça da janela de A Banda do Chico Buarque. No meio disso tudo, alguns de nós querem teologar em cima de experiências e desenvolvem toda uma filosofia da preservação da “unção” na igreja, carregada de proibições neuróticas e de culpa. Para se ter unção, não pode isto não pode aquilo; não pode roupa de uma determinada marca, não pode música de ritmo afro; só o que é judeu é santo, o resto pertence ao diabo – que, aliás, acaba sendo um sujeito mais criativo que o próprio Deus, que não conseguiu inventar nada além daquelas musiquinhas judaicas em tom menor.</p>
<p>Assim, para ter unção, dizem que o crente precisa viver fora do mundo e outras bobagens mais. E quem olha de fora, ou seja, os acadêmicos da religião, tenta racionalizar e entender cada detalhe, revestindo-se de preconceitos histórico-teológicos. Apesar de cristãos, são mais céticos do que os incrédulos. Do meu canto, observo uma mulher de vida difícil levantar-se do banco ir ao altar pela primeira vez, querendo ver a Jesus e sendo tocada por uma mão sobrenatural de amor que a faz chorar e rir durante horas. Naquele choro, sua alma é lavada, suas culpas freudianas são extirpadas, sua sensação de miséria interna se torna em valor precioso. E ela levanta dali numa inteireza que duzentas horas de sermão não produziriam.</p>
<p>Edgar Morin, grande filósofo da educação, fala sobre cegueiras paradigmáticas. Segundo ele, “um paradigma pode, ao mesmo tempo, elucidar e cegar, revelar e ocultar. É no seu seio que se esconde o problema-chave do jogo da verdade e do erro”. Ou seja, por ficarmos viciados num tipo de paradigma lógico, não conseguimos pensar fora dele, nem muitas vezes analisar coerentemente fatos do mundo ao nosso redor. No entanto, não somos capazes de perceber esse erro porque estamos presos na falsa lógica produzida pelos axiomas em que acreditamos. O mundo protestante do Brasil hoje apresenta dois paradigmas principais – o dos experiencialistas, para os quais a experiência é tudo, o centro, a verdadeira razão de ser do Evangelho; e o dos racionalistas, que apesar de não admitirem abertamente, excluem a experiência do escopo de sua fé. Estes controlam o que é possível e racional no âmbito “espiritual”, discriminam experiências e vivências de acordo com sua própria concepção do que é ou não racional. Ambos sofrem de cegueira paradigmática. O grupo de cá, voltado para o supremo poder da experiência mística, cega-se para os desatinos que o “império dos sentidos” produz, e infelizmente ignora o leme racional da Palavra. Assim, anda à deriva, movido por ventos de doutrinas, medos legalistas e arroubos personalistas.</p>
<p>O grupo de lá, conservador e racional, primando pelo amor à Palavra, ignora o lado místico da fé, sem o qual a própria fé deixa de ter sentido. Perde a oportunidade de experimentar o mover legítimo e curativo de Deus, o derramar do Espírito Santo que foge à nossa capacidade racional de explicá-lo, ultrapassa nossos limites religiosos e alcança almas e corpos com curas e prazeres que nossa teologia casta e asséptica não é capaz de gerar. Do mesmo modo que o grupo experiencialista exclui toda lógica – e, muitas vezes, todo parâmetro bíblico de sua fé –, o lado metafísico de Deus se torna ausente da lógica viciada da teologia racionalista.</p>
<p>A verdade é que caráter nunca será ministrado por imposição de mãos. A unção nunca substituirá a cruz a ser carregada ao longo de nossa jornada, gerando o verdadeiro cristianismo. A educação e o entendimento da Palavra nunca poderão ser relegados ao segundo plano; nossas mentes devem ser lavadas e transformadas pelas Escrituras, sem a qual a revelação nem existe. Mas ainda assim, a brisa suave do noivo está passando – e, quando ele passa, nosso coração amolece e nossos olhos querem chorar. Ele me ama, e eu sinto isto. É bom adorar por horas seguidas, sem olhar o relógio, e sentir-se limpo, perdoado e próximo do Senhor. É bom saber que Deus é concretamente e transcendentemente eficiente e poderoso para curar corpos, almas, dores, mágoas e teologias… E não há prazer maior que este.
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		<title>Sábado começa uma nova série no Plano B.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 22:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
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		<title>A nova reforma Protestante  (Revista Época)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 13:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Estive Pensando]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ricardo Alexandre (Revista Época) Rani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1158" href="http://www.planob.org/a-nova-reforma-protestante-revista-epoca/imagem0/"><img class="alignnone size-full wp-image-1158" title="imagem0" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/imagem0.jpg" alt="" width="594" height="350" /></a></p>
<p><strong>por <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI161499-15228,00-A+NOVA+REFORMA+PROTESTANTE+TRECHO.html" target="_blank">Ricardo Alexandre (Revista Época)</a> </strong></p>
<div>Rani  Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um  cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do  interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele  se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da  anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro  (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”).  Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia  orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o  tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.</p>
<p>Desde  que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês  em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de  oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses  grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por  Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11  “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos,  enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica  comum: são crentes mais experientes.</p>
<p>Apesar de jamais ter  participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma  referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais  tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada  de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe  responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do  período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um  tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias  estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o  Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.</p></div>
<div></div>
<div><a rel="attachment wp-att-1159" href="http://www.planob.org/a-nova-reforma-protestante-revista-epoca/rosique/"><img class="alignright size-medium wp-image-1159" title="rosique" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/rosique-270x189.jpg" alt="" width="270" height="189" /></a>Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu  crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960,  quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre  as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos,  presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para  as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos  cultos de igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e  O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na  década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a  Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do  pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da  prosperidade”. Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros  professará à fé evangélica.</p>
<p>Dentro do próprio meio, levantam-se  vozes críticas a esse crescimento. Segundo elas, esse modelo de igreja,  que prospera em meio a acusações de evasão de divisas, tráfico de armas e  formação de quadrilha, tem sido mais influenciado pela sociedade de  consumo que pelos ensinamentos da Bíblia. “O movimento evangélico está  visceralmente em colapso”, afirma o pastor Ricardo Gondim, da igreja  Betesda, autor de livros como Eu creio, mas tenho dúvidas: a graça de  Deus e nossas frágeis certezas (Editora Ultimato). “Estamos vivendo um  momento de mudança de paradigmas. Ainda não temos as respostas, mas as  inquietações estão postas, talvez para ser respondidas somente no  futuro.”</p>
<p>Nos Estados Unidos, a reinvenção da igreja evangélica  está em curso há tempos. A igreja Willow Creek de Chicago trabalhava sob  o mote de ser “uma igreja para quem não gosta de igreja” desde o início  dos anos 1970. Em São Paulo, 20 anos depois, o pastor Ed René Kivitz  adotou o lema para sua Igreja Batista, no bairro da Água Branca – e a  ele adicionou o complemento “e uma igreja para pessoas de quem a igreja  não costuma gostar”. Kivitz é atualmente um dos mais discutidos  pensadores do movimento protestante no Brasil e um dos principais  críticos da“religiosidade institucionalizada”. Durante seu  pronunciamento num evento para líderes religiosos no final de 2009,  Kivitz afirmou: “Esta igreja que está na mídia está morrendo pela boca,  então que morra. Meu compromisso é com a multidão agonizante, e não com  esta igreja evangélica brasileira.”</p>
<p>Essa espécie de “nova reforma  protestante” não é um movimento coordenado ou orquestrado por alguma  liderança central. Ela é resultado de manifestações espontâneas, que  mantêm a diversidade entre as várias diferenças teológicas, culturais e  denominacionais de seus ideólogos. Mas alguns pontos são comuns. O maior  deles é a busca pelo papel reservado à religião cristã no mundo atual.  Um desafio não muito diferente do que se impõe a bancos, escolas,  sistemas políticos e todas as instituições que vieram da modernidade com  a credibilidade arranhada. “As instituições estão todas sub judice”,  diz o teólogo Ricardo Quadros Gouveia, professor da Universidade  Mackenzie de São Paulo e pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do  Limão. “Ninguém tem dúvida de que espiritualidade é uma coisa boa ou que  educação é uma coisa boa, mas as instituições que as representam estão  sob suspeita.”</p>
<p>Uma das saídas propostas por esses pensadores é  despir tanto quanto possível os ensinamentos cristãos de todo aparato  institucional. Segundo eles, a igreja protestante (ao menos sua face  mais espalhafatosa e conhecida) chegou ao novo milênio tão encharcada de  dogmas, tradicionalismos, corrupção e misticismo quanto a Igreja  Católica que Martinho Lutero tentou reformar no século XVI. “Acabamos  nos perdendo no linguajar ‘evangeliquês’, no moralismo, no formalismo, e  deixamos de oferecer respostas para nossa sociedade”, afirma o pastor  Miguel Uchôa, da Paróquia Anglicana Espírito Santo, em Jaboatão dos  Guararapes, Grande Recife. “É difícil para qualquer pessoa esclarecida  conviver com tanto formalismo e tão pouco conteúdo.”</p></div>
<div></div>
<div><a rel="attachment wp-att-1160" href="http://www.planob.org/a-nova-reforma-protestante-revista-epoca/foto1/"><img class="alignright size-medium wp-image-1160" title="foto1" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/foto1-270x189.png" alt="" width="270" height="189" /></a>Uchôa lidera a maior comunidade anglicana da América Latina. Seu  trabalho é reconhecido por toda a cúpula da denominação como um dos mais  dinâmicos do país. Ele é um dos grandes entusiastas do movimento inglês  Fresh Expressions, cujo mote é “uma igreja mutante para um mundo  mutante”. Seu trabalho é orientar grupos cristãos que se reúnem em  cafés, museus, praias ou pistas de skate. De maneira genérica, esses  grupos são chamados de “igreja emergente” desde o final da década de  1990. “O importante não é a forma”, afirma Uchôa. “É buscar a essência  da espiritualidade cristã, que acabou diluída ao longo dos anos, porque  as formas e hierarquias passaram a ser usadas para manipular pessoas. É  contra isso que estamos nos levantando.”</p>
<p>No meio dessa busca  pela essência da fé cristã, muitas das práticas e discursos que eram  característica dos evangélicos começaram a ser considerados  dispensáveis. Às vezes, até condenáveis (leia o quadro na última pág.).  Em Campinas, no interior de São Paulo, ocorre uma das experiências mais  interessantes de recriação de estruturas entre as denominações  históricas. A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera não tem um  templo. Seus frequentadores se reúnem em dois salões anexos a grandes  condomínios da cidade e em casas ao longo da semana. Aboliram a entrega  de dízimos e as ofertas da liturgia. Os interessados em contribuir devem  procurar a secretaria e fazê-lo por depósito bancário – e esperar em  casa um relatório de gastos. Os sermões são chamados, apropriadamente,  de “palestras” e são ministrados com recursos multimídias por um  palestrante sentado em um banquinho atrás de um MacBook. A meditação  bíblica dominical é comumente ilustrada por uma crônica de Luis Fernando  Verissimo ou uma música de Chico Buarque de Hollanda.</p>
<p>“Os  seminários teológicos formam ministros para um Brasil rural em que os  trabalhos são de carteira assinada, as famílias são papai, mamãe,  filhinhos e os pastores são pessoas respeitadas”, diz Ricardo Agreste,  pastor da Comunidade e autor dos livros Igreja? Tô fora e A jornada  (ambos lançados pela Editora Socep). “O risco disso é passar a vida  oferecendo respostas a perguntas que ninguém mais nos faz. Há muita  gente séria, claro, dizendo verdades bíblicas, mas presas a um formato  ultrapassado.”</p>
<p>Outro ponto em comum entre esses questionadores é o  rompimento declarado com a face mais visível dos protestantes  brasileiros: os neopentecostais. “É lisonjeador saber que atraímos gente  com formação universitária e que nos consideram ‘pensadores’”, afirma  Ricardo Agreste. “O grande problema dos evangélicos brasileiros não é de  inteligência, é de ética e honestidade.” Segundo ele, a velha discussão  doutrinária foi substituída por outra. “Não é mais uma questão de  pensar de formas diferentes a espiritualidade cristã”, diz. “Trata-se de  entender que há gente usando vocabulário e elementos de prática cristã  para ganhar dinheiro e manipular pessoas.”</p>
<p>Esse rompimento da  cordialidade entre os evangélicos históricos e os neopentecostais veio a  público na forma de livros e artigos. A jornalista (evangélica) Marília  Camargo César publicou no final de 2008 o livro Feridos em nome de Deus  (Editora Mundo Cristão), sobre fiéis decepcionados com a religião por  causa de abusos de pastores. O teólogo Augustus Nicodemus Lopes,  chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, publicou O que estão  fazendo com a Igreja: ascensão e queda do movimento evangélico  brasileiro (Mundo Cristão), retrato desolador de uma geração cindida  entre o liberalismo teológico, os truques de marketing, o culto à  personalidade e o esquerdismo político. Em um recente artigo, o  presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas, João Flavio  Martinez, definiu como “macumba para evangélico” as práticas místicas da  Igreja Universal do Reino de Deus, como banho de descarrego e sabonete  com extrato de arruda.</p>
<p>Tais críticas, até pouco tempo atrás,  ficavam restritas aos bastidores teológicos e às discussões internas nas  igrejas. Livros mais antigos – como Supercrentes, Evangélicos em crise,  Como ser cristão sem ser religioso e O evangelho maltrapilho (todos da  editora Mundo Cristão) – eram experiências isoladas, às vezes recebidos  pelos fiéis como desagregadores. “Parece que a sociedade se fartou de  tanto escândalo e passou a dar ouvidos a quem já levantava essas  questões há tempos”, diz Mark Carpenter, diretor-geral da Mundo Cristão.</p>
<p>O  pastor Kivitz – que publicou pela Mundo Cristão seus livros Outra  espiritualidade e O livro mais mal-humorado da Bíblia – distingue essa  crítica interna daquela feita pela mídia tradicional aos neopentecostais  “A mídia trata os evangélicos como um fenômeno social e cultural. Para  fazer uma crítica assim, basta ter um pouco de bom-senso. Essa crítica o  (programa) CQC já faz, porque essa igreja é mesmo um escracho”, diz  ele. “Eu faço uma crítica diferente, visceral, passional, porque eu sou  evangélico. E não sou isso que está na televisão, nas páginas policiais  dos jornais. A gente fica sem dormir, a gente sofre e chora esse  fenômeno religioso que pretende ser rotulado de cristianismo.”</p>
<p>A  necessidade de se distinguir dos neopentecostais também levou essas  igrejas a reconsiderar uma série de práticas e até seu vocabulário.  Pastores e “leigos” passam a ocupar o mesmo nível hierárquico, e não há  espaço para “ungidos” em especial. Grandes e imponentes catedrais e  “cultos shows” dão lugar a reuniões informais, em pequenos grupos, nas  casas, onde os líderes podem ser questionados, e as relações são mais  próximas. O vocabulário herdado da teologia triunfalista do Antigo  Testamento (vitória, vingança, peleja, guerra, maldição) é  reconsiderado. Para superar o desgaste dos termos, algumas igrejas  preferem ser chamadas de “comunidades”, os cultos são anunciados como  “reuniões” ou “celebrações” e até a palavra “evangélico” tem sido  preterida em favor de “cristão” – o termo mais radical. Nem todo mundo  concorda, evidentemente. “Eles (os neopentecostais) é que não deveriam  ser chamados de evangélicos”, afirma o bispo anglicano Robinson  Cavalcanti, da Diocese do Recife. “Eles é que não têm laços históricos,  teológicos ou éticos com os evangélicos.”</p>
<p>Um dos maiores  estudiosos do fenômeno evangélico no Brasil, o sociólogo Ricardo Mariano  (PUC-RS), vê como natural o embate entre neopentecostais e as  lideranças de igrejas históricas. Ele lembra que, desde o final da  década de 1980, quando o neopentecostalismo ganhou força no Brasil, os  líderes das igrejas históricas se levantaram para desqualificar o  movimento. “O problema é que não há nenhum órgão que regule ou fale em  nome de todos os evangélicos, então ninguém tem autoridade para dizer o  que é uma legítima igreja evangélica”, afirma.</p>
<p>Procurado por  ÉPOCA, Geraldo Tenuta, o Bispo Gê, presidente nacional da Igreja  Renascer em Cristo, preferiu não entrar em discussões. “Jesus nos  ensinou a não irmos contra aqueles que pregam o evangelho, a despeito de  suas atitudes”, diz ele. “Desde o início, éramos acusados disto ou  daquilo, primeiro porque admitíamos rock no altar, depois porque não  tínhamos usos e costumes. Isso não nos preocupa. O que não é de Deus vai  desaparecer, e não será por obra dos julgamentos.” A Igreja Universal  do Reino de Deus – que, na terceira semana de julho, anunciou a  construção de uma “réplica do Templo de Salomão” em São Paulo, com  “pedras trazidas de Israel” e “maior do que a Catedral da Sé” – também  foi procurada por ÉPOCA para comentar os movimentos emergentes e as  críticas dirigidas à igreja. Por meio de sua assessoria, o bispo Edir  Macedo enviou um e-mail com as palavras: “Sem resposta”.</p>
<p>O  sociólogo Ricardo Mariano, autor do livro Neopentecostais: sociologia do  novo pentecostalismo no Brasil (Editora Loyola), oferece uma explicação  pragmática para a ruptura proposta pelo novo discurso evangélico. Ateu,  ele afirma que o objetivo é a busca por uma certa elite intelectual, um  público mais bem informado, universitário, mais culto que os  telespectadores que enchem as igrejas populares. “Vivemos uma época em  que o paciente pesquisa na internet antes de ir ao consultório e é capaz  de discutir com o médico, questionar o professor”, diz. “Num ambiente  assim, não tem como o pastor proibir nada. Ele joga para a consciência  do fiel.”</p>
<p>A maior parte da movimentação crítica no meio  evangélico acontece nas grandes cidades. O próprio pastor Kivitz afirma  que “talvez não agisse da mesma forma se estivesse servindo alguma  comunidade em um rincão do interior” e que o diálogo livre entre púlpito  e auditório passa, necessariamente, por uma identificação cultural. “As  pessoas não querem dogmas, elas querem honestidade”, diz ele. “As  dúvidas delas são as minhas dúvidas. Minha postura é, juntos, buscarmos  respostas satisfatórias a nossas inquietações.”</p>
<p>Por isso mesmo,  Ricardo Mariano não vê comparação entre o apelo das novas igrejas  protestantes e das neopentecostais. “O destino desses líderes será  ‘pescar no aquário’, atraindo insatisfeitos vindos de outras igrejas, ou  continuar falando para meia dúzia de pessoas”, diz ele. De acordo com o  presbiteriano Ricardo Gouveia, “não há, ou não deveria haver,  preocupação mercadológica” entre as igrejas históricas. “Não se trata de  um produto a oferecer, que precise ocupar espaço no mercado”, diz ele.  “Nossa preocupação é simplesmente anunciar o evangelho, e não tentar  ‘melhorá-lo’ ou torná-lo mais interessante ou vendável.”</p>
<p>O  advento da internet foi fundamental para pastores, seminaristas,  músicos, líderes religiosos e leigos decidirem criar seus próprios  sites, portais, comunidades e blogs. Um vídeo transmitido pela Igreja  Universal em Portugal divulgando o Contrato da fé – um “documento”,  “autenticado” pelos pastores, prometendo ao fiel a possibilidade de se  “associar com Deus e ter de Deus os benefícios” – propagou-se pela rede,  angariando toda sorte de comentários. Outro vídeo, em que o pregador  americano Moris Cerullo, no programa do pastor Silas Malafaia, prometia  uma “unção financeira dos últimos dias” em troca de quem “semear” um  “compromisso” de R$ 900 também bombou na rede. Uma cópia da sentença do  juiz federal Fausto De Sanctis condenando os líderes da Renascer Estevam  e Sônia Hernandes por evasão de divisas circulou no final de 2009. De  Sanctis afirmava que o casal “não se lastreia na preservação de valores  de ética ou correção, apesar de professarem o evangelho”. “Vergonha  alheia em doses quase insuportáveis” foi o comentário mais ameno entre  os internautas.</p>
<p>Sites como <a href="http://www.pavablog.com/" target="_blank">Pavablog</a> , <a href="http://veshamegospel.blogspot.com/" target="_blank">Veshame Gospel</a> , <a href="http://irmaos.com/" target="_blank">Irmãos.com</a> , <a href="http://www.pulpitocristao.com/" target="_blank">Púlpito Cristão</a> , <a href="http://caiofabio.net/" target="_blank">Caiofabio.net</a> ou <strong><a href="http://www.cristianismocriativo.com.br/" target="_blank">Cristianismo Criativo</a></strong> fazem circular vídeos, palestras e sermões e debatem doutrinas e  notícias com alto nível de ousadia e autocrítica. De um grupo de  blogueiros paulistanos, surgiu a ideia da Marcha pela ética, um protesto  que ocorre há dois anos dentro da Marcha para Jesus (evento organizado  pela Renascer). Vestidos de preto, jovens carregam faixas com textos  bíblicos e frases como “O $how tem que parar” e “Jesus não está aqui,  ele está nas favelas”.</p>
<p>A maior parte desses blogueiros trafega  entre assuntos tão diversos como teologia, política, televisão, cinema e  música popular. O trânsito entre o “secular” e o “sagrado” é uma das  características mais fortes desses novos evangélicos. “A espiritualidade  cristã sempre teve a missão de resgatar a pessoa e fazê-la interagir e  transformar a sociedade”, diz Ricardo Agreste. “Rompemos o ostracismo da  igreja histórica tradicional, entramos em diálogo com a cultura e com  os ícones e pensamento dessa cultura e estamos refletindo sobre tudo  isso.”</p>
<p>Em São Paulo, o capelão Valter Ravara criou o Instituto  Gênesis 1.28, uma organização que ministra cursos de conscientização  ambiental em igrejas, escolas e centros comunitários. “É a proposta de  Jesus, materializar o amor ao próximo no dia a dia”, afirma Ravara. “O  homem sem Deus joga papel no chão? O cristão não deve jogar.” Ravara  publicou em 2008 a Bíblia verde, com laminação biodegradável, papel de  reflorestamento e encarte com textos sobre sustentabilidade.</p>
<p>A  então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, escreveu o prefácio da  Bíblia verde. Sua candidatura à Presidência da República angariou  simpatia de blogueiros e tuiteiros, mas não o apoio formal da Assembleia  de Deus, denominação a que ela pertence. A separação entre política e  religião pregada por Marina é vista como um marco da nova inserção  social evangélica. O vereador paulistano e evangélico Carlos Bezerra Jr.  afirma que o dever do político cristão é “expressar o Reino de Deus”  dentro da política. “É o oposto do que fazem as bancadas evangélicas no  Congresso, que existem para conseguir facilidades para sua denominação e  sustentar impérios eclesiásticos”, diz ele.</p>
<p>O raciocínio antissectário se espalhou para a música. Nomes como Palavrantiga, <a href="http://www.cristianismocriativo.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=190&amp;Itemid=9" target="_blank">Crombie,</a> Tanlan, Eduardo Mano, Helvio Sodré e Lucas Souza se definem apenas  como “música feita por cristãos”, não mais como “gospel”. Eles rompem os  limites entre os mercados evangélico e pop. O antissectarismo torna os  evangélicos mais sensíveis a ações sociais, das parcerias com ONGs até  uma comunidade funcionando em plena Cracolândia, no centro de São Paulo.  “No fundo, nossa proposta é a mesma dos reformadores”, diz o  presbiteriano Ricardo Gouveia. “É perceber o cristianismo como algo  feito para viver na vida cotidiana, no nosso trabalho, na nossa  cidadania, no nosso comportamento ético, e não dentro das quatro paredes  de um templo.”</p>
<p>A teologia chama de “cristocêntrico” o movimento  empreendido por esses crentes que tentam tirar o cristianismo das mãos  da estrutura da igreja – visão conhecida como “eclesiocêntrica” – e  devolvê-lo para a imaterialidade das coisas do espírito. É uma versão  brasileiramente mais modesta do que a Igreja Católica viveu nos tempos  da Reforma Protestante. Desta vez, porém, dirigida para a própria igreja  protestante. Depois de tantos desvios, vozes internas levantaram-se  para propor uma nova forma de enxergar o mundo. E, como efeito, de ser  enxergadas por ele. Nas palavras do pastor Kivitz: “Marx e Freud nos  convenceram de que, se alguém tem fé, só pode ser um estúpido infantil  que espera que um Papai do Céu possa lhe suprir as carências. Mas hoje  gostaríamos de dizer que o cristianismo tem, sim, espaço para contribuir  com a construção de uma alternativa para a civilização que está aí. Uma  sociedade que todo mundo espera, não apenas aqueles que buscam uma  experiência religiosa”.</p></div>
<div></div>
<div>Fonte: Revista Época desta semana.</div>
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		<title>Alcançando 2010 começa hoje (12.08)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 11:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[“Alcançar essa geração para Deus! Essa foi a proposta inicial e desde a sua criação, essa conferência de Jovens tem perseguido. O alcançando tem sido um lugar de treinamento, motivação, crescimento, comunhão, adoração e evangelismo. Assim temos servido a Deus e cumprido os seus propósitos nessa geração. Assim como Davi, temos o dever de servir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Alcançar essa geração para Deus!<br />
Essa foi a proposta inicial e desde a sua criação, essa conferência de Jovens tem perseguido.<br />
O alcançando tem sido um lugar de treinamento, motivação, crescimento,  comunhão, adoração e evangelismo. Assim temos servido a Deus e cumprido  os seus propósitos nessa geração.<br />
Assim como Davi, temos o dever de servir a Deus em nossa geração, venha descobrir como.<br />
Quero motivar vocês a serem parte desse mover de Deus.</p>
<p>Não perca!”<br />
<strong>Rev Miguel Uchôa – Pastor da Paróquia Anglicana Espírito Santo</strong></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-1138" href="http://www.planob.org/1137/alcancando-2010/"><img class="alignnone size-full wp-image-1138" title="alcançando 2010" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/alcançando-2010.jpg" alt="" width="596" height="743" /></a><br />
</strong></p>
<p>Confira o vídeo promocinal do Alcançando 2010</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PS_9HQZrECk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/PS_9HQZrECk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<title>Plano B News 07.08.10</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 01:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="608" height="342" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14071061&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="608" height="342" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14071061&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<title>Unir-se à igreja (com “i” minúsculo mesmo) de coração e alma</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 18:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Estive Pensando]]></category>

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		<description><![CDATA[Isso pode soar estranho, mas um ponto de conversão em minha vida veio quando eu decidi me unir à minha própria igreja. Eu não quero dizer me unir a ela “oficialmente”, mas me unir emocionalmente. Eu percebi que estava do lado de fora olhando para dentro. Eu me sentia confortável sendo “o líder” ou “o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1129" href="http://www.planob.org/unir-se-a-igreja-com-%e2%80%9ci%e2%80%9d-minusculo-mesmo-de-coracao-e-alma/balao/"><img class="alignnone size-full wp-image-1129" title="balao" src="http://www.planob.org/wp-content/uploads/2010/08/balao.jpg" alt="" width="604" height="401" /></a></p>
<p><em>Isso pode soar estranho, mas um ponto de conversão em minha vida  veio quando eu decidi me unir à minha própria igreja. Eu não quero dizer  me unir a ela “oficialmente”, mas me unir emocionalmente. Eu percebi  que estava do lado de fora olhando para dentro. Eu me sentia confortável  sendo “o líder” ou “o profissional”, mas não tinha me identificado com a  igreja como uma pessoa, como um companheiro de peregrinação. Eu me  sentia seguro escondendo-me atrás de minhas funções e responsabilidades,  mas não podia genuinamente trazer cura para os outros e experimentar  cura em mim mesmo quando eu estava sempre um passo distante deles.<br />
Na noite que Jesus predisse a traição de Pedro, Jesus ofereceu lavar os  pés de Pedro e Pedro inicialmente recusou. De algum modo, Pedro sabia  que permitir que Jesus o servisse desse modo iria provocar um dilema  irreconciliável. Pedro não estava pronto para oferecer-se a si mesmo  para seus amigos e, portanto, ele não podia participar da oferta de  Jesus para servi-lo. Ele não podia receber livremente porque não podia  dar livremente. Ele não podia dar porque não podia reconhecer a si mesmo  como igual a seus irmãos. Ele estava de fora olhando para dentro.<br />
Eu estou tentando “me unir” mais. Hmmm. Parece arriscado.</em> – Sam  Rockwell</p>
<p>Encontrei a reflexão acima no <em>facebook</em> de um amigo que tem  me ensinado muito no decorrer dos anos. Foi ele quem me apresentou Henri  Nouwen ao me dar de presente em 1997 o livrete <em>In the Name of Jesus</em> (publicado no Brasil sob o título <strong>O Perfil do Líder do Século  XXI</strong>). Foi ele também quem me apresentou aos escritos de Eugene  Peterson e mais recentemente de Frederick Buechner. A sua reflexão é, de  alguma forma, uma exortação sobre o unir-se à igreja em vez de ficar  olhando do lado de fora (posição crítica e invariavelmente estéril).</p>
<p>É curioso que este permanecer “de fora” em relação a igreja é algo  que eu tenho refletido muito a respeito ultimamente. Parece que tem  tanta gente machucada (ou tanta gente vendo tanta gente machucada que,  por sua vez, está com medo de ser machuca também) que esse unir-se  emocionalmente – de coração e alma – à comunidade é algo cada vez menos  praticado. Tem gente demais olhando do lado de fora. Estão dentro, mas  “não estão dentro”.</p>
<p>Uma das passagens mais inspiradoras das Escrituras para mim se  encontra no livro de Atos e diz respeito a comunhão daqueles que creram  em Jesus – <em>uma era a mente e um o coração</em>. Essa nem sempre tem  sido a experiência das comunidades de fé. Mais vezes do que nunca,  parece que o que vemos são comunidade sem comum-unidade, semelhantes às  crianças espirituais de Corinto que estavam divididas em torno de  personalidades carismáticas (1 Coríntios 3). Não é de estranhar a falta  de poder na igreja, quando divisões são evidentes. E como visto na  igreja de Corínto, divisões geralmente são carnais e imaturas, raramente  nascem de um mover genuíno do Espírito. Que Deus nos ajude a promover  mais unidade de mente e coração do que divisão carnal. Que possamos ter  mais coragem para nos unir mais (com-unidade) nesse negócio arriscado  chamado comunidade</p>
<p>Texto extraído: <a href="http://www.sandrobaggio.com/2009/01/21/unir-se-a-igreja-com-i-minusculo-mesmo-de-coracao-e-alma/">www.sandrobaggio.com</a>
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