<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 14:27:56 +0000</lastBuildDate><category>CONTOS DO MARQUÊS PEDEPANNO</category><category>CRITICAS DE PÉS DESCALÇOS</category><category>CRONICAS PARA UMA VIDA MELHOR</category><category>TECNOLOGIA PARA VENDER MELHOR</category><category>CAETANO. OU NÃO.</category><category>TEXTOS DE FACULDADE</category><category>TEXTOS A VAGAR</category><category>ENSAIO: SEGMENTOS DO JORNALISMO</category><category>ALINE</category><category>DIÁRIO E SAL</category><title>Pé de Panno</title><description /><link>http://pedepanno.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/pedepanno" /><feedburner:info uri="pedepanno" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>pedepanno</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-4828338823560998038</guid><pubDate>Fri, 17 Dec 2010 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-17T05:56:06.703-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TECNOLOGIA PARA VENDER MELHOR</category><title>Coluna TECNOLOGIA PARA VENDER MELHOR - nº 2</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O assunto do momento é: tecnologia da organização. Isso mesmo, no sentido absoluto de colocar cada coisa no seu lugar em sua devida ordem e na hora certa. Mais uma vez o fim do ano chegou e – tenho certeza – quase ninguém cumpriu suas promessas de ano novo (que já é quase ano velho). Porque o dinheiro não deu? Pode ser, mas a maioria esqueceu ou nem pensou em todas elas. E por não ter organizado bem as tarefas deixou de fazer alguma coisa importante, seja um novo negócio ou uma ligação no aniversário da sogra. Todo esquecimento acaba gerando um ônus indesejável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há uns 30 anos atrás eu sugeriria colocar um laço no dedo para cada afazer, mas com tantas obrigações que temos hoje ia faltar dedo. Tecnologicamente prefiro o uso de ferramentas de produtividade. Se você é daqueles superantenados, um bom smartphone pode ajudar. Mas se não é tão antenado assim (desantenado também não dá) pode substituir os laços nos dedos pelo Microsoft Outlook ou por uma personalização da sua página inicial da internet com o iGoogle. Este último é gratuito, fornece um monte de recursos personalizados para aumentar a produtividade ao primeiro clique no navegador. Quem não entra na net no começo do dia ao pra ler notícias ou checar e-mails? Que tal visualizar, antes de começar a surfar, seus compromissos, aniversários, tarefas, etc.?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É bom que cada um de nós aceite que nos tempos modernos temos mais tarefas por dia que horas por dia. Agora, para não dar nó na cabeça nem ter sempre a impressão de que o dia passou e não se fez nada (mesmo passando o dia inteiro na labuta) é preciso aprender a se organizar e usar ferramentas de produtividade. Em 2011 quero ouvir todo mundo dizendo que usou a tecnologia a seu favor, não só para vender melhor, mas para viver melhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-4828338823560998038?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/_Q8jQl2wr5s/tecnologia-para-vender-melhor-n-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2010/12/tecnologia-para-vender-melhor-n-2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-4843994402274504538</guid><pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-31T13:17:49.743-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TECNOLOGIA PARA VENDER MELHOR</category><title>Coluna TECNOLOGIA PARA VENDER MELHOR - nº 1</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma coisa engraçada de observar é que com tantos problemas no mundo para tirar o sono do revendedor, a maioria dorme e acorda mesmo é pensando na quantidade de litros que foram vendidos ou deixaram de ser. Tenho certeza que alguns também se perguntam se estão sendo roubados nesse exato momento enquanto lêem o jornal do sindicato ou se o frentista tal vai faltar e será preciso remanejar a escala. Porque não nos preocupamos com coisas mais convidativas como o resultado da mega-sena, por exemplo? Eu mesmo acho bacana esperar semanalmente para – outra vez - não ficar milionário. Mas com tantos acontecimentos ao seu redor, fica difícil, eu sei. Aí me pergunto como o ser humano, um macaquinho tão evoluído, ainda não absorveu completamente a idéia de que tudo a sua volta vem se desenvolvendo para lhe dar a tranqüilidade de colocar a cabeça no travesseiro e dormir. E quem sabe dormindo tranqüilo você consiga pensar melhor no resultado da mega-sena, hã? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jogos de azar a parte, a grande jogada é conseguir observar o valor tecnológico das coisas e como elas podem nos ajudar. Não estou falando só de equipamentos, computadores, botões e botõezinhos para automatizar tarefas, não. Refiro-me às coisas simples que estão ao seu redor. Até mesmo o pãozinho francês do café da manhã está cheio de tecnologia. Na sua casquinha crocante, na uniformidade do produto, no aumento da produção, enfim, naquilo que possa dar um pouco de sono tranquilo ao padeiro. Se o padeiro pode, por que nós não poderíamos ter acesso à tecnologia de praticamente tudo? Segurança, comunicação, vendas, capacitação, controle, limpeza, etc., é só fazer a escolha certa para cada atividade e “curtir o barato”. O importante nisso tudo é saber escolher a tecnologia boa, que não é aquela que simplesmente substitui o ser humano em suas tarefas, mas a que consegue diminuir o esforço e as preocupações para que ele possa se concentrar naquilo que só ele pode fazer – pensar. E também dormir em paz e sonhar, sabendo que tudo está funcionando bem enquanto descansa. Se for pra ficar sonhando com números, é melhor que sejam mesmo os da mega-sena, não acha?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto integral da coluna publicada no jornal Posto Noticias do Sindicombustiveis-PE ed. Jun/Jul 2010, pág 07.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-4843994402274504538?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/_I_P_ggXRWA/coluna-tecnologia-para-vender-melhor-n.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2010/08/coluna-tecnologia-para-vender-melhor-n.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-3235972800531062838</guid><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-02T16:47:37.124-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CRONICAS PARA UMA VIDA MELHOR</category><title>Às vezes é preciso matar a fome com a vontade de comer</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Certo dia em uma terra afastada dos lulismos do cotidiano, um homem acordou de manhã bem cedo, antes mesmo do sol nascer. Esquentou um pouco de água e coou seu café que já estava no filtro desde a noite anterior. Tomou em pequenos goles aproveitando cada um como se fosse o último. Preparou sua carabina e antes de sair abriu a porta do quarto do seu pequeno filho e lhe beijou a testa repetindo a mesma frase de todos os dias – filho, cresça e seja um bom homem. Como de costume ele caçou, caçou e caçou. Já próximo do meio-dia, ao retornar para casa com as duas pequenas lebres que conseguiu capturar penduradas em seu alforje, escutou um barulho de multidão. Saindo um pouco de seu caminho habitual foi ao encontro daquelas pessoas e ouviu atentamente o que pregava um deles em uma tribuna improvisada com caixotes. Escutou histórias fantásticas sobre grandes farturas, comida suficiente sem precisar caçar, café em abundância sem ter que plantar e outras tantas coisas magníficas que até então só tinha ouvido nas histórias de ninar contadas por mãe. Para conseguir ter tudo isso ele só teria que abrir mão da sua carabina e uma vez por ano colocar em uma caixa que ficava no meio da praça o nome daquele homem que os falava. Achou justo e assim o fez. Deixou a carabina ao pé do palanque e voltou para sua casa largando no caminho as duas magras lebres que engordariam o seu ensopado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde aquele dia tornou-se habitual uma comitiva vir de tempos em tempos até a sua porta e deixar uma quantidade de comida suficiente para ele e seu filho se alimentarem até a próxima entrega. Muitos anos passaram, seu filho cresceu e como não tinha mais a carabina, não pôde o ensinar a caçar como tinha feito seu pai consigo. Tudo o que o pequeno, agora grande, sabia era esperar o dia da comida chegar e sonhar. Em um ano de inverno rigoroso, pai e filho aguardavam ansiosamente a chegada do alimento que desta vez teria que ser bem farto, pois nunca tinha se ouvido falar em um inverno daqueles. Mas a comitiva não veio. E esperaram e esperaram e nenhum sinal. De repente viram que não tinham mais comida e também não tinham forças para ir até a comunidade buscar informações. O pai, já velho, lembrou vagamente do que fazia antes de entrar em acordo com aquele pregador de promessas. A lembrança veio com saudades de quando saia de casa todos os dias abençoando seu filho e com o pesar de não ter mais a velha carabina. Sentiu calafrios ao pensar que não adiantava pedir ao filho que fosse sentir por si próprio o calor e a dignidade de buscar na natureza o alimento, pois o garoto, agora homem, só sabia sonhar e esperar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Emagreceram quilo a quilo, dia a dia, os dois, um olhando para o outro. O pai chorava por dentro e o filho, que nada tinha por dentro além de fome, chorava por fora. Não se sabe se aquele velho morreu de inanição ou desgosto, esquecido pela comitiva que nunca mais passara. Mas se sabe que o filho nem pôde enterrar o pai porque não tinha forças e definhou tão esquecido quanto ele, enquanto seu estômago estrangulado de fome era o único sinal físico de que não iria poder realizar seus antigos sonhos. Morreu sonhando com a única imagem que ainda lhe restava: a velha comitiva chegando com o mais farto banquete que já vira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentir fome hoje em dia é anti-social e antiquado. Foi-se o tempo em que quem tinha fome tinha pressa. Nas atuais conjunturas nacionais a falta do que comer foi substituída pelo queijo suíço das políticas públicas de assistencialismo. Embora essas ações sejam maravilhosas aos olhos, acabam sendo insatisfatórias a quem deviam mesmo agradar – os estômagos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/TFdWVDRzIII/AAAAAAAAAJY/Fi8MFznCjvg/s1600/fome-zero-e-papelao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/TFdWVDRzIII/AAAAAAAAAJY/Fi8MFznCjvg/s320/fome-zero-e-papelao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fome Zero e Papelão. Fonte: blogdafome.blogspot.com&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto o governo prega o fim da miséria e da inanição, o país se enche de buchos vazios que circulam por ai como os pequenos animais recém-nascidos que aguardam o alimento cair na boca até que aprendam a caçar com as próprias forças. Mas com uma sutil diferença entre os bichos-bichos e os bichos homens. No nosso caso as tetas que fornecem a comida ficam tempo demais alimentando a cria, que não aprende a buscar a sua própria. A partir do momento em que não passar fome virou sinônimo de barriga cheia, o parâmetro da necessidade de trabalhar subiu de zero para um salário mínimo e com isso voltamos a sentir fome. Não somente a fome alimentar que o nosso cérebro reporta como um grande aperto no estômago e uma fadiga sem fim, mas a necessidade de ter mais. E como ter mais se não sabemos de onde veio o pouco que se tem nem tampouco o valor disso? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Se baixarmos a guarda para as políticas assistencialistas vamos nos tornar para sempre caçadores esquecidos, sem armas e sem forças, escravos de uma comitiva de benefícios que nos custam somente a honra e nada mais. Depois será somente rezar para que tomem conta das nossas vidas, pois elas já não nos pertencerão. Para nós ficará somente o vazio da fome matada pela vontade de comer o que colocamos com as próprias mãos na mesa enquanto saboreamos o prato frio das promessas de dias melhores.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-3235972800531062838?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/MHxKEhDckdw/as-vezes-e-preciso-matar-fome-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/TFdWVDRzIII/AAAAAAAAAJY/Fi8MFznCjvg/s72-c/fome-zero-e-papelao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2010/08/as-vezes-e-preciso-matar-fome-com.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-7085766139432385199</guid><pubDate>Tue, 18 May 2010 12:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-18T05:53:04.399-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CRITICAS DE PÉS DESCALÇOS</category><title>Crítica: Lula, o filho do Brasil</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.ariquemesonline.com.br/imagens/LULAAAAAFILME_9,49138820171356E+16.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Lula, o filho do Brasil detém alguns atributos que oportunamente só poderiam ser aplicados à biografia do nosso ostentoso presidente. É a produção nacional mais cara da história, custando 12 milhões de reais arrecadados sem nenhum recurso governamental (segundo os produtores). É também a mais unilateral visão de um personagem político tão polêmico como Lula, fiel representante das massas que foi do nada à presidência de uma das maiores potências entre os países em desenvolvimento do mundo. Por último, mas não por fim, é a mais “emocionante” história de um filho cuja trajetória só encontrou sentido nos passos da sua mãe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Baseado no livro homônimo da jornalista Denise Paraná, o filme apresenta o que seria a primeira parte de uma saga sobre a vida de Luis Inácio da Silva. Esta fase compreende desde o seu nascimento, passando pelo amadurecimento como homem pelas mãos de Dona Lindu (sua mãe, impecavelmente interpretada por Glória Pires) após a família ser abandonada pelo pai e chegando à apresentação do Lula sindicalista, carismático, que se prepara para a longa jornada que seguirá até chegar à chefia do Estado maior. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É notório que o diretor Fábio Barreto não conseguiu se livrar os clichês nordestinos encontrados em qualquer filme que se passe ou tenha uma parte no universo sertanejo, seja ele Central do Brasil ou Lula, o filho do Brasil. A produção é carregada de jargões e lugares-comuns. Segue do sofrimento à superação, do pau-de-arara para a firmação, sempre enaltecendo as excelentes qualidades do nosso bondoso velhinho de barba. É como se o Duda Mendonça tivesse conhecido Lula ainda na infância e o tivesse feito herói já naquele tempo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O roteiro se preocupa (e gasta) boa parte do tempo encaixando os romances da vida de Lula. Desde a sua primeira mulher (Lurdes, interpretada por Cléo Pires) que morreu no parto junto com seu filho até o encontro com a viúva Marisa (Juliana Baroni), sua esposa até os dias de hoje. Mas nem mesmo o pieguismo consegue tirar de cena Dona Lindu, que por muitas vezes parece protagonizar a narrativa. Caso se tratasse de uma produção exclusivamente pernambucana, seria capaz de afirmar que o filme foi feito para justificar o batismo do parque faraônico com o nome da mãe do presidente, que segue até a morte com sua enxurrada de frases feitas e ditos populares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt; Não poderiam faltar os discursos feitos para as multidões de operários, quando a perda do seu dedo mindinho o fez transformar-se de metalúrgico em líder sindical, ressaltando a sua simpatia e carisma e escondendo todo o plano político que começava a se formar. Essa fase é brindada com imagens de arquivo, recortes de jornais e trechos de matérias televisivas da época que no meio de tanta profusão de informações aleatórias acabam por pagar o ingresso&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Para o ator Rui Ricardo Dias sobrou o trabalho de interpretar Lula e seguindo a tradição de papéis marcantes no cinema, vai carregar por muitos anos o estigma de ser o Harry Potter canarinho. Nota-se que ele tem uma preocupação de imitar a fala do presidente, com uma voz rouca e de língua presa que até se confunde com a do original. Pena que a direção não atentou para esse detalhe que acaba sendo esquecido do meio pro fim. Sessões de fonoaudiologia? Está mais pra erro de continuidade mesmo. A parte visual merece maiores elogios. Recursos de imagens foram bem aplicados pela acertada direção de arte de Clóvis Bueno e de fotografia de Gustavo Hadba. A trilha sonora, de António Pinto, casou com o ar melancólico e nostálgico do filme. Palmas para a trilha, não para a exacerbada melancolia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O grande fator cansaço do filme é a inexplicável persistência em mostrar a trajetória de liderança e as constantes vitórias que qualquer um nascido até os anos 80 sabe bem que não foi lá tão perfeita. A garra de um homem que sem nenhum recurso e apesar das adversidades conseguiu realizar seus sonhos, grande mensagem da produção, pode ser recortada e colada na vida de uma centena de personagens históricos. Peço licença pra afirmar por minha conta que acho que Barack Obama assistiu ao filme achando que era um portfólio de Lula e por isso o chama de “O Cara”. Nunca antes na história deste país foi visto um homem tão politicamente correto em sua carreira profissional, nem tão polido em sua vida pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A consequência disso tudo foram inúmeras críticas acusando o filme de ser político e eleitoreiro que afetaram diretamente a bilheteria. Cerca de 193 mil pessoas foram aos cinemas em sua estréia. Nada muito preocupante, mas que o deixam bem atrás de outras produções brasileiras, algumas muito mais baratas. Chico Xavier, por exemplo, teve 590 mil expectadores em sua estréia; Dois Filhos de Francisco, 315 mil. Se eu fosse você 2, 570 mil. É bem provável que o sucesso fosse maior se a tentativa de transformar o homem em mito viesse depois e não antes de sua martirização. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assista ao trailer:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zRUfdAI7u3g"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=zRUfdAI7u3g&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-7085766139432385199?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/uC1lv8nmnyg/critica-lula-o-filho-do-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2010/05/critica-lula-o-filho-do-brasil.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-5206501905384798516</guid><pubDate>Sat, 27 Jun 2009 13:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-27T07:27:49.230-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CONTOS DO MARQUÊS PEDEPANNO</category><title>O Marquês e o vendedor de ostras</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SkYhScSzX6I/AAAAAAAAAIo/ClsFiPxLBCE/s1600-h/ostras.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SkYhScSzX6I/AAAAAAAAAIo/ClsFiPxLBCE/s320/ostras.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352001807892832162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O Marquês Pedepanno é um tipo que gosta de ir à praia, mas se enfurece quando resolve chover nos dias em que decide ir. Certo dia, cansado do tom branco neve da pele da Marquesa, resolveu com seus próprios botões (que não são poucos) que iria à praia dar um “quê” de jambo à sua pele. Em dias de ir à praia o marquesado ficava praticamente como hotel da seleção brasileira em dia de jogo de copa do mundo. Mobilização total. Dezenas de súditos correndo pra todos os lados. Sem contar as incontáveis comitivas que se preparavam para ir antes anunciando a chegada do Marquês, e a comitiva de CET (clima e temperatura) que já deveria estar na praia quando o Marquês sonhasse com essa idéia (para isso existe o setor de PIM – pensamento e intuição do Marquês, encarregado antecipar todas as vontades do nobre). Lembro-me que no último verão, uma confusão causada por um estagiário daltônico do CET fez com que a marquesa levasse seu biquíni azul em vez do verde perolado que a água fazia naquele dia... Pobre estagiário, até hoje vaga cego por entre os becos do marquesado. A praia ficava a alguns quilômetros do castelo do Marquês e se fazia necessário sair umas tantas horas antes que o casal acordasse. Era um grande trabalho para a equipe de CMD (carregamento do Marquês-dormindo) fazer logo cedo. Durante o trajeto, lá pelas nove e tantas, ao acordar, o Marquês balbucia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Benzinhôoo... Bom dia! Veja que sol mais lindo e brilhante que separei só pra você... (sons de pássaros eram ouvidos... Ah, esqueci de dizer, eles eram colocados na gaiola propositalmente na janela do quarto-móvel para cantar ao acordar dos marqueses)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Cala a boca Pedepanno e me deixa dormir. Minha pele vai ficar um horror se eu acordar antes das 10. Parece que não sabe... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Mas benhê, hoje é dia de praia. Que tal se você colocasse aquele fiozinho-dental que te deixa mais gostosa, hein, hein?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- E deixar à mostra as duas celulites horrorosas que me apareceram? Nunquinha. Deixa eu dormir meu sono da beleza senão o tempo vai fechar e não vai ter praia pra ninguém.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O Marquês, muito perspicaz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em termos de Marquesa" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;em termos de Marquesa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, fez o que o mais sábio dos homens faria na mesma situação... Fechou as cortinas e foi para fora do cômodo, sem incomodar a marquesa – já pensando na manutenção dos seus testículos no lugar onde estão. E foi contemplar a beleza da paisagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Que belo sol hein Sócrates? (falou o Marquês para Sócrates, o PCR (piloto de carruagens real). Quanto tempo temos antes de chegarmos ao mar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Seu dotô é o seguinte: dada em vista as considerações contemporâneas e as estatísticas das últimas 15 viagens à praia, acredito que em 33 minutos e 17 segundos estaremos em terreno arenoso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O Marquês prezava pela precisão das informações e costumava punir severamente os erros, divergências e assincronias. A maioria dos comandantes de embarcações, pilotos, navegantes e comissários de bordo passavam por um treinamento rigorosíssimo de planejamento estratégico de viagens. Ao final de 33 minutos e exatos 17 segundos estavam o Marquês Pedepanno e sua senhora na praia – Ah! O Paraíso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Pedepanno, passe bronzeador nas minhas costas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- É pra já! Meu docinho de damasco grego.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Pedepanno... Isso é – bronzeador – e não catchup. Não precisa gastar o vidro todo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Bem que poderia ser um daqueles óleos corporais com sabores exóticos. Eu não me incomodava nem um pouco de lamber todinho depois...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Tira a mão daí e sai da frente, você está tapando o sol inteiro com essa sua pança real.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Quando algum nobre chegava à praia era um alvoroço só. Incontáveis vendedores ambulantes se enfileiravam para oferecer algum produto ou serviço. Eram camarões, guaiamuns, mariscos, batata-frita e toda sorte de penduricalhos e artefatos produzidos pelos locais. Mas o marquês só ficava esperando um deles... O de ostras. E esperava avidamente, como uma criança que sabe que vai ganhar um brinquedo. O Marquês era tarado em ostras. Contam as lendas que algum dia no marquesado o nobre Pedepanno cismou da caçoleta que tinha que comer ostras flambadas no café da manhã. Imagine só que um coitado de um estagiário do PBO (pratos à base de ostras) teve que se virar pra comprar ostras na baixa estação – e das grandes. Dizem que até a mãe do pobrezinho entrou na negociação. E não foi pra argumentar com o vendedor não, foi como pagamento pelas ostras. Finalmente, depois de uma longa fila de vendedores, chega o tão esperado ostreiro. Os olhos do Marquês brilham e a baba escorre pelo canto dos lábios. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Vai uma ostra ai seu Marquês?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Quanto custa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Tá na promoção. Duas por dez patacas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Promoção? Vão te promover a gerente? Só se for, por esse preço. O que é isso? Compre uma ostra e financie 8 refeições na Somália?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Ô seu Marquês, a “cuestão” é que essas “ostrinha” aqui são “tratada” à pão-de-ló e ração da mais pura pureza da região. E tem a patroinha e os “pirráia” lá em casa pra dar de comer. Sabe como é, o IPI reduz, a gente compra geladeira, mas continua sem ter o que pôr dentro. Sem contar o mau estado das “bolsa de valô” e a “dscaptalização” do “eterocentro” econômico do nosso marquesado que “num” tá com essas bolas todas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Tudo bem, também não precisa chorar, eu entendo sua preocupação e minha fome. Vou fazer vista grossa a esse superfaturamento só porque aquela ostra ali está sorrindo pra mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O Marquês Pedepanno não só entendia dos problemas financeiros do seu marquesado como era o autor da maioria deles. No mês anterior, em visita à sua fábrica de artesanatos do mundo, ele notou uma diminuição na venda de leques indianos (uma imitação muito bem feita, baseada em modelos autênticos trazidos pelo marquês e sua esposa daquela mesma viagem à índia). Dada essa situação, resolveu entrar na moda do toma-lá-dá-cá e diminuiu o IPI (imposto sobre produtos impostos – uma espécie de cesta básica compulsória descontada em folha de todos os empregados remunerados financeiramente do marquesado). Em contrapartida fez um justo decreto obrigando todos os beneficiados com a redução do IPI a converter o valor economizado em leques indianos artesanalmente produzidos pela fábrica do Marquês.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- “Compreta?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Com tudo, azeite, sal, cominho e limão – pouca pimenta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Os olhos do Marquês brilhavam e a ostra descia escorregando por sua garganta como um manjar dos céus. E mais outra, outra e outras. Assim foi durante grande parte da tarde. Depois de gastar mais de 300 patacas em ostras, o Marquês resolveu parar. Tendo em vista que ele já não conseguia mais nem respirar direito, há de se convir que foi uma quantidade suficiente. Na volta pra casa, esparramado nas almofadas reais, Pedepanno balbuciava um gemido estranho e a delicada Marquesa observava:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Pedepanno, que *&amp;amp;$%$ de posição é essa? E que manchas são essas no seu rosto? Argh! Pedepanno, que cheiro horrível. Podia se controlar, ou ao menos abrir as cortinas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Â câm ô d´s Tom...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- Fala direito “porra”. Tá com dor de estômago? Acho é pouco. Você já viu o tamanho da sua barriga pra querer ter o olho maior que ela? Faça um favor pra nós dois e pra camada de ozônio e se tranque no banheiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Pedepanno chorava, gemia, e não conseguia se mexer. Nem falar alguma coisa inteligível. Conta-se que durante muitos anos os Bardos do marquesado cantaram canções que narravam a trajetória triste da volta do Marquês depois daquele ensolarado dia de praia e de infecção intestinal. Surgiram canções a respeito das 300 “potocas” em seu corpo, uma para cada “pataca”. Outras sobre as paradas no mato e os urros que ecoavam por todo o marquesado. Durante duas primaveras a palavra “ostra” foi proibida nos diálogos por lá e conta-se que foi nessa época que surgiu o termo “aquecimento global”...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-5206501905384798516?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/VTsn9sVb6tk/o-marques-e-o-vendedor-de-ostras.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SkYhScSzX6I/AAAAAAAAAIo/ClsFiPxLBCE/s72-c/ostras.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/06/o-marques-e-o-vendedor-de-ostras.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-5735066787094804703</guid><pubDate>Sun, 31 May 2009 05:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-30T23:41:19.592-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ALINE</category><title>Aline de Araujo Coelho - Viver. E não ter a vergonha de ser feliz...</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SiIk4l5H7rI/AAAAAAAAAIQ/7bxGANLvaT4/s1600-h/Aline.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 173px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SiIk4l5H7rI/AAAAAAAAAIQ/7bxGANLvaT4/s320/Aline.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341872662677810866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;F&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;azer o bem sem olhar a quem. Essa é a proposta da campanha que está mobilizando Recife, Pernambuco e quiça todo o pais. Movidos pelo exemplo de superação da nossa amiga Aline, nós, nossos amigos e amigos dos nossos amigos estamos nos unindo pra criar uma força gigantesca em busca de um doador compativel. A doação de medula óssea é um procedimento sem riscos para o doador e que pode ser a única chance de salvar uma vida. Infelizmente o índice de compatibilidade para esse procedimento é de um para 100.000, ou seja, é como achar uma agulha num palheiro. Só que precisamos mexer esse palheiro rapidamente, pois quem se encontra no estágio avançado de leucemia tem pouquissimo tempo pra esperar. Isso significa romper com os medos, os preconceitos, a burocracia e ainda a falta de estrutura do estado para coletar e cruzar os dados de doadores x receptores. Isso é muito pouco quando se tem vontade de ajudar e pode ser tudo pra quem espera por uma chance de viver. Jesus disse "&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;eu vim para que todos tenham vida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;". Se cada um de nós for apenas um pouco desse exemplo, poderemos nos orgulhar de fazer uma coisa que nem todo o dinheiro do mundo pode fazer. Um dos valores que carrego comigo é - ser humano e acreditar nas pessoas - E apenas um gesto simples de doação pode representar tudo o que entendo por isso. Criando essa corrente de doadores podemos estar mudando o curso da história e do nada, por causa de um exemplo de vida, dar esperança a milhares de pessoas que veem a vida passar entre os dedos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Aline é uma menina linda, feliz e que eu tive a oportunidade de conhecer. Espero poder vê-la de novo entre nós, brincando, sorrindo e espalhando essa mensagem de esperança que não tenho a dimensão do tamanho que pode ter. Força a todos e vamos aumentar o número de possiveis doadores a 100.000 e assim termos uma chance de salvá-la e quem sabe, em nome dela, salvar outros 100.000 pacientes a espera de transplante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SiIkyjwu_5I/AAAAAAAAAII/QjrlnZcxATA/s1600-h/map.JPG" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SiIkyjwu_5I/AAAAAAAAAII/QjrlnZcxATA/s400/map.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341872559026536338" style="text-decoration: underline;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 277px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Laboratório de análise de compatibilidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-5735066787094804703?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/if0McLaGgQc/aline-de-araujo-coelho-viver-e-nao-ter.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SiIk4l5H7rI/AAAAAAAAAIQ/7bxGANLvaT4/s72-c/Aline.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/05/aline-de-araujo-coelho-viver-e-nao-ter.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-2316297808579649436</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2009 03:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-16T20:32:23.312-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CAETANO. OU NÃO.</category><title>O que será que será? (versão alternativa)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sef1pXZoT2I/AAAAAAAAAHw/YDNi2_Tj82Q/s1600-h/PontodeInterroga_o.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 304px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sef1pXZoT2I/AAAAAAAAAHw/YDNi2_Tj82Q/s320/PontodeInterroga_o.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325495175393857378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O que será? Que será?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que nenhum grande livro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Nuca me dirá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que nenhuma melodia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Jamais vai cantar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que toda fantasia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Não vai revelar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Nem toda alegria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Vai manifestar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que todos desenganos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Não vão apontar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que por todos os planos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Terá que passar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;E que todos os anos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Tentará mudar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que todo grande ego&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Procura encontrar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que nenhum mar de Lego&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Vai representar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Se esconde no medo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O que será que será?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Que escorre entre os dedos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Sem nunca ficar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O que não tem segredo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Nem nunca terá!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O que não tem imagem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Nem nunca terá!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O que não tem feitiço...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O grande EU dos grandes EUs que se revelaram no mundo não têm nem tiveram forma precisa, não precisaram se afirmar para estar lá e nem por isso deixaram de lá estar. Fazer, acontecer, agir, são verbos que devem ser mais experimentados que conjugados. Os EUs que costumaram ser suas primeiras pessoas só o foram porque fizeram deles fenômenos da natureza. Buscar explicação é nada mais que - simplesmente - traçar um caminho mais longo para encontrar aquilo que está dentro de si e que não precisa ser explicado ou entendido. Para entender o andar, ande. Para entender o amor, ame. Se não conseguir chegar a nenhuma conclusão, ao menos passastes por eles conjugando o melhor dos verbos - Viver!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-2316297808579649436?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/C59OiZuqX00/o-que-sera-que-sera-versao-alternativa.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sef1pXZoT2I/AAAAAAAAAHw/YDNi2_Tj82Q/s72-c/PontodeInterroga_o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/04/o-que-sera-que-sera-versao-alternativa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-7921990290910730765</guid><pubDate>Thu, 19 Mar 2009 03:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-23T21:12:22.078-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CONTOS DO MARQUÊS PEDEPANNO</category><title>O Marquês e o Súdito Ingrato</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Schdg-hT3xI/AAAAAAAAAHo/WXN4o03FaF8/s1600-h/Marques.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 246px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Schdg-hT3xI/AAAAAAAAAHo/WXN4o03FaF8/s320/Marques.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316602181230780178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O Marquês Pedepanno é um tipo que não aguenta brincadeira, mas está sempre lá pra brincar. Certo dia, sentado no seu trono (Marquês não é rei - tá é longe, mas se acha) achou que não tinha sido suficientemente bom nas últimas 24 horas (decerto ele tinha sido muito bom com um de seus criados na noite anterior deixando que ele experimentasse a sopa real. Normalmente isso era tarefa do provador-de-sopas-real que o fazia todas as noites para verificar se não haviam envenenado sua comida, mas como a última sopa estava "batizada" e o PSR havia morrido, alguém tinha que o fazer). Chamou então um de seus súditos que atendia pelo nome de Rufino, o LSR (lustrador-de-sapatos-real). Rufino se destacava entre os demais criados do setor de LPM (limpezas pessoais do Marquês - o Marquês adora siglas) por sempre conseguir o mais alto brilho de sapatos reais do marquesado. O nobre súdito apresentou-se rapidamente, prostrado em reverência aos pés do Marquês.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Em que posso lhe ser útil, Vossa Nobreza? Perguntou o LSR.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Gostaria de ser bom pra ti, caro súdito. Diz-me lá: o que te faria sentir o mais lisongeado dos meus criados?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Ó Marquês, já me sinto infinitamente honrado em fazer parte do teu quadro de servidores. Não há nem haverá em toda a terra algo que me deixe mais lisongeado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Deixa de ser besta, ô cabra (detalhe, o Marquês Pedepanno é cearense). Desebucha logo e me diz o que tu queres pra que eu possa gastar essa oportunidade de ser bom.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Posso mesmo, Vossa Majestade?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Rápido, que essa vontade dá e passa rapidinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Tem uma coisa com que eu gostaria de ser agraciado e lhe tornaria o "mais bom" dos Marqueses, ainda mais do que a infinidade que já és.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Nestes termos, te dou ouvidos caro lustrador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Na sua sala de relaxamento tântrico tem uma Mandala que é muito admirada pela minha senhora e ficaria eternamente grato se pudesse tê-la em minha humilde residência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- O QUÊ??? Tais me pedindo pra te dar a Mandala de pedrarias que a Marquesa Pedepanno trouxe da nossa última visita à India?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;O casal de marqueses tinha ido à India (por causa da novela mesmo) e comprado a maior das mandalas para colocar em seu quarto de meditação tântrica com o intuito de captar as energias positivas. Na verdade era um quarto para a prática de sexo tântrico muito bem decorado e que o Marquês costumava visitar bem mais frequentemente que os outro nem sei quantos cômodos do castelo. E a mandala ficava muito bem lá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Desculpe Vossa Senhoria, mas você me perguntou em que poderia ser bom, e...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- LSR, vai me desculpando, mas seu pedido ultrapassou meu orçamento de bondade e como homem casado que és, deveria ter noção do que significa comprar uma briga com a patrôa. Mexer na mandala dela pode me custar um testiculo, que aliás seria o seu caso fosse necessário abrir mão de um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Não dá pra estourar o orçamento só essa vez? Indagou o Súdito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Dá pra ceder o testículo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Infelizmente não. Quer dizer, não pela minha própria vontade, Vossa Magnanimidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Nesse momento o clima ficou brabo e as nuvens negras que foram vistas ao redor do castelo foram comentadas por gerações a fio...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Minha BSI (bondade soberana interna) me diz que posso ser magnânimo contigo e te perdoar pela heresia, mas a mandala fica onde está. Escolho como dote dessa infinita BSI que me assola, dar-te um pôster com minha foto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- É.. Ma-ma-mais... Um pôster?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Sim, vai ficar ótimo na sala onde irias pôr a mandala. Te concedo também a moldura (esse complemento de bondade surpreendeu até o menestrel aqui).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Não posso aceitar, Marquês.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Como se atreves? Concedi-te o privilégio dá minha bondade, não da minha compreensão, hoje não é terça-feira!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- A verdade é que esse artefato não combina com o meu sofá, ao contrário da mandala.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Qualquer um que lembre um pouco das histórias do Marquesado de Pedepanno saberia que essa não é uma postura muito adequada para um súdito prostrado diante do marquês, mas começo a achar que o cheiro de graxa de sapato deve ter destruido uma boa quantidade dos neurônios de Rufino.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Guaaaardas! Ordeno que tirem esse súdito ingrato da minha frente e o coloquem na masmorra por quinze dias, comendo somente pão e água. E condeno o sofá da sua casa a ser queimado por não combinar com o pôster real.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Mas, Marquês, piedade, por favor, não não... E continuou repetindo os nãos enquanto era arrastado pelos corredores do castelo até a masmorra...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;- Piedade é aos sábados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-7921990290910730765?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/_r78NRS276I/o-marques-e-o-sudito-ingrato.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Schdg-hT3xI/AAAAAAAAAHo/WXN4o03FaF8/s72-c/Marques.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/o-marques-e-o-sudito-ingrato.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-1395656107959513562</guid><pubDate>Tue, 17 Mar 2009 03:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-17T07:32:13.418-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">DIÁRIO E SAL</category><title>Liderança Eficaz e um Táxi, Por Favor.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Liderar não é coisa pra qualquer um não. Hoje comecei um curso de liderança eficaz no SEBRAE. Cheguei atrasado (-1 ponto). Culpa do trânsito infernal na Abdias? Culpa da minha falta de motorização? Não, falta de atitude mesmo. Depois do primeiro dia de curso você fica se achando o pior dos piores lideres de equipe. E nem vem que não tem, isso vale pra todos - os tais cursos do SEBRAE são uns apontadores de falhas, com o perdão da palavra, do caralho. Pena que como bom brasileiro minha memória é curtinha. Meu atraso não era nada que um TAXI não resolvesse. Aliás, depois do primeiro dia de curso, acho que todos os problemas de mau exemplo como lider se resolveriam com um TAXI. Chegar atrasado de manhã por estar sem carro e esperar carona: TAXI pra mim. Não fazer dez atendimentos a clientes por dia porque o DH da empresa está temporariamente com um carro só: TAXI. Almoçar quase duas da tarde e ir pra casa a pés, no sol. Outro TAXI. Chegar atrasado no curso agendado pela empresa (que eu mesmo agendei). Chama um TAXI. Só lembrando que essa hora é Bandeira 2.&lt;br /&gt;Depois de tanta demora, enfim cheguei. Eu tenho meu "q" de psicólogo e qualquer um que me conheça sabe que é um prato cheio pra mim entrar numa sala com 25 pessoas diferentes, a maioria desconhecidas, expondo seus pensamentos e fazendo as vezes de tímidos-extrovertidos. Freud daria pulos, que dirá o Tiago aqui. Imagina que a primeira frase que se escuta na sala, ainda na dinâmica de apresentação é uma senhorazinha franzina ao ser perguntada pelo maior sonho: "Acabar com a violência sexual no mundo". Até que tirando a fuga parcial do tema, o sonho é dela e ela sonha o que quiser. Mas eu queria ver quem, estando ali no meu lugar, não acharia que se tratava de uma vítima de estupro tentando se ressocializar. Nada contra as vitimas de estupro que queiram se ressocializar. Até acho um ponto dramático na vida que deve ser tratado com a maior delicadeza entre os envolvidos, mas... Sandra Bullock em Miss Simpatia e o clássico "world peace" foi bem mais convincente. É, né? Entre atoleiros psicológicos e rios de frases feitas, foram três horas bastante produtivas. Eu até sou cabeçudo e duro pra me dobrar, mas mesmo sendo bombardeado por clichês a noite inteira, eu tenho que tirar o chapéu pra esses cursos do SEBRAE. Nos fazem sentir vivos, entre humanos diferentes e cabeças pensantes. Acredita que por um momento eu achei que nem só de automatizar postos de combustiveis vive o homem? Um momento - que passou, rsrsrs. Fica a lição de hoje: Atitude, Tiago. Atitude.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Essa vai pra seção PANNOS QUENTES:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;"O mundo espera que você seja só a metade do que você espera&lt;br /&gt;que seja no mundo"&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314161335287301730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 328px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sb-xlCzqRmI/AAAAAAAAAF4/c-ssCCdYaFo/s400/liberdade.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Delacroix em "A Liberdade liderando o povo/A Liberdade guiando os povos", icone da insurreição de Paris, reflexo das lutas politicas que aconteceram durante a revolução francesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-1395656107959513562?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/EWf0-qjLv2I/lideranca-eficaz-e-um-taxi-por-favor.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sb-xlCzqRmI/AAAAAAAAAF4/c-ssCCdYaFo/s72-c/liberdade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/lideranca-eficaz-e-um-taxi-por-favor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-8603428352038329559</guid><pubDate>Mon, 16 Mar 2009 04:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-15T21:40:15.581-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CAETANO. OU NÃO.</category><title>Ne Me Quitte Pas</title><description>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 16px; font-family:verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Não me deixe. Dont´t leave me. Ne me quitte pas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Em outros tempos queria deixar. Em algum momento quis poder. Já outras tantas vezes quis querer, mas o querer só existe quando se pode ser bem mais do que é. Insisto outra vez em deixar mas não me envolvo. Descobri que não é o mistério que me atrai, mas a idéia de que um final gravado de acordo com a vontade de alguém, ainda assim possibilita inumeras interpretações. O fato é feito, consumado. Mas muda. De mente pra mente, ora sendo sutil e maleável, ora sendo direto e firme. E por poder mudar é que me sinto livre pra escrever meu próprio final e me adaptar ao seu ne me quitte pas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" "&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"Rapte-me camaleoa/Adapte-me a uma cama boa/Capte-me uma mensagem à-toa/De um quasar pulsando loa/Interestelar canoa. Leitos perfeitos/Seus peitos direitos me olham assim/Fino menino me inclino pro lado do sim/Rapte-me, adapte-me, capte-me, it?s up to me, coração/Ser querer, ser merecer, ser um camaleão. Rapte-me camaleoa/Adapte-me ao seu ne me quitte pas"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sb3WSEwNXTI/AAAAAAAAAFw/vVb7fdKoBVs/s1600-h/camaleao.jpg" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="text-decoration: underline;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sb3WSEwNXTI/AAAAAAAAAFw/vVb7fdKoBVs/s400/camaleao.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313638741368986930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  line-height: 16px; font-family:verdana;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-8603428352038329559?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/gX4fNzBlW7I/ne-me-quitte-pas.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/Sb3WSEwNXTI/AAAAAAAAAFw/vVb7fdKoBVs/s72-c/camaleao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/ne-me-quitte-pas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-5969590482249190285</guid><pubDate>Thu, 12 Mar 2009 02:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-11T20:43:29.739-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TEXTOS A VAGAR</category><title>O amor é Público</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SbiEeGW_HLI/AAAAAAAAAFA/0INYJcuLzp0/s1600-h/oamorepublico.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312141413121465522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SbiEeGW_HLI/AAAAAAAAAFA/0INYJcuLzp0/s400/oamorepublico.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O amor é público. E não é público por ser por todos nem pra todos. É público por estar estampado na cara para quem quiser ver. É uma via de mão dupla sem regras, sem eira, sem beira. É um caso de estudo, é uma porta bem aberta, um livro a ser lido. Não se ama pra ficar escondido. O amor requer publicidade, reconhecimento. É o amor que mostra ao mundo o nosso jeito idiota de ser. É o amor que nos faz quem somos e como somos. E o mundo tem que ver. Precisa ser um motivo pra levar tapa na cara e tapinha nas costas. O amor é carente de orgulho e sedento por votos. É uma busca constante pra ser o melhor naquilo que faz. É um sentimento que se mostra puro, mas cheio de segundas intenções. É o que é não pelo ser, pelo estar, mas pelo sentir, pelo reagir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Declaro com todas as letras: gasto o que tenho e o que não tenho para ser amado. Amo porque gosto da sensação de amar, amo porque preciso ser rodeado de amor, amo porque amor é fundamental como oxigênio e é preciso amar antes que os outros gastem todo o amor do mundo. Não ama mais quem tem o maior coração, ama aquele que sabe estampar seu amor nos jornais. Ama mais quem faz a maior declaração de amor. Ama mais o coração que faz mais barulho, que pulsa mais alto, o que arrebata aqueles que amam, o que convida os que não estão dispostos a amar. O amor precisa derreter de inveja, precisa estigar a cobiça, precisa faturar alto. O amor não pode ficar na estante, ele precisa ganhar o mundo, ter vida própria, ter cara. Ter Slogan. Se não tira do sério, não é tão amor assim. Se te deixa brexa pra outros amores, tampouco. Amar é ter motivo pra fazer promessa, subir escadarias de joelhos e de costas. É ter energia suficiente pra ir à lua e ter brilho suficiente pra criar as próprias estrelas. Não me venha com amores baratinhos, xulos. Se se encontra outro igual em cada esquina... Não é amor. Se todo mundo tem um parecido... Que imitação barata de amor. O amor é proprietário, é dono e não sócio. É patrão, tem poder. Cria mundos e civilizações. O amor te faz poeta de primeira linha, te faz cozinheiro, arquiteto e astronauta. Se nunca foi médico por amor, nunca amastes. O amor cura, o amor até adoece pra curar depois. O amor tem que ser selvagem, tem que ganhar no grito, tem que ser firme. O amor tem que ser perigoso. Tem que saber dirigir no escuro, tem que ter coragem pra gritar pro mundo um "eu te amo" que cale a boca. Amar é fazer uma tatuagem na testa, é queimar a ferro quente. É não deixar espaço pra ninguém. Amar te faz onipotente, onipresente. Amar é se sentir Deus. E nem venha me chamar de hipócrita por comparar o amor a Deus. O amor comete heresias a todo tempo, cria sua própria religião e seu próprio tempo. Atire a primeira pedra quem não quiser um amor assim. Me condene se for capaz de dormir com a consciência tranquila. E se o fizer, que pena. Deixe o amor te corroer, te corromper. Seja quem for, se torne quem for, mas não deixe um amor guardado. O amor guardado envelhece, morre. Amor tem que ter claustrofobia, tem que ir pra rua, tem que puxar o bloco. Amar é saber a hora de por fogo e saber apagar pra virar herói. Deixe o amor ser público, permita que ele seja você e não que você seja ele. O amor quer ser mártir, quer criar um feriado, quer ser ditador. Deixe o amor criar as regras, deixa ele andar em areia movediça quando quiser, deixa ele ser teu pai, teu filho. Deixa o amor pecar. Não segure o amor entre os dedos, não domestique o amor. Amor sem asas é qualquer outra coisa e quem quer qualquer coisa não quer amar. Quem se contenta com pouco não sabe amar. Quem é muito pouco não merece amar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Publique o amor, candidate o seu amor. Ponha em todas esquinas, em todos os mapas uma indicação pro seu amor. Pendure uma seta no seu amor, deixe ele aparecer. Curta a intensidade de ser amado até a última gota e tenha sede por outro copo de amor. Deixe seu amor ser público, faça com que todos o queiram, faça com que todos o amem e faça isso pra sempre, pois menos que - eterno - não é amor. Menos que - por toda vida - não é amar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-5969590482249190285?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/FLbs7MR8vhc/o-amor-e-publico.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_UjNWw4XxW7M/SbiEeGW_HLI/AAAAAAAAAFA/0INYJcuLzp0/s72-c/oamorepublico.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/o-amor-e-publico.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-7344995717368797395</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T07:08:14.831-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TEXTOS A VAGAR</category><title>Amor Possível</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Quero falar de um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;AMOR POSSÍVEL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Um amor que contra a minha vontade insistiu em existir. Mas foi também um amor que - se teve vida - não aprendeu a viver. Um amor natimorto que foi concebido não sei por que razão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Era um amor daqueles que me fazia tremer na base, perder o chão. Que me tirava a voz num segurar de mãos; que me trazia à mente um filme de minha vida nos instantes em que durava um abraço. Eu tive um desses possíveis amores possíveis. Amor este que realizei ser impossível quando enfim lhe roubei um beijo. Num instante mínimo percebi que nossas mentes pensavam o mesmo e que nossos desejos eram iguais. Mas nossos corpos se esforçavam para não serem percebidos em sintonia, e na sua outra mão, distraído, estava lá um outro alguém que tinha dela uma parte muito maior que aquela que me sobrava. Outra história, outros momentos. Eu era apenas uma aventura em pensamento. Um devaneio que tinha carne, ossos e um sentimento inexplicável. Um ardor no peito que fluía pela pele... Então caiu sobre aquele amor o medo de se entregar a um sentimento complicado e mal formado. Medo de arriscar um jogo ganho por uma partida incerta, sem regras e sem garantias. Então, por ironia de um acaso, o mesmo amor que nos uniu, nos separou. Daí pra frente, deixei de sentir em seus olhos aquela paixão que costumava me olhar. Foi substituída por um descaso meio perdido no tempo. Daí, os laços que formamos um dia começaram a se desatar, um a um. O prazer que sentíamos quando estávamos juntos foi substituído por uma amizade sem fundamentos... Mas totalmente possível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="mso-tab-count:2"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Assim, começamos a nos ver menos, respeitar-nos mais. Começamos a mudar os assuntos, demonstrar os pudores. E antes que conseguisse perceber o que realmente havia, éramos de novo quatro. Eu, ela, o outro alguém e aquele amor morto, encaixotado. Para mim, restou o poder de fechar os olhos e lembrar-me daquele pequeno instante em que mesmo que fôssemos mil, éramos apenas os dois. E naquele momento em dois, fico feliz em ter sido - por um segundo - só um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-7344995717368797395?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/_5-WE68v2no/amor-possivel.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/amor-possivel.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-4808413244421965193</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T07:08:39.581-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TEXTOS A VAGAR</category><title>Inspiração</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);   font-weight: bold; line-height: 20px;font-family:Arial;font-size:12px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;INSPIRAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;. Toda história de vida precisa de inspiração. Às vezes ela decorre de uma simples lembrança, outras vezes é necessário aguçar algum sentido pra que ela chegue. Ouvir uma voz ao telefone, por exemplo, é surpreendentemente inspirador. O tom suave ou agressivo de uma voz que pode estar em qualquer parte do mundo é capaz de trazer lembranças há muito esquecidas, e por fim – inspirar. Se te despertou um sentimento adormecido; se te instigou a viajar nas histórias que envolvem aquela voz... Vai fundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;Um dia desses, recebi uma ligação de um amor que não pude ter. Foi uma ligação em hora imprópria e trouxe pra um primeiro plano uma série de lembranças que aparentemente deveriam ficar bem guardadas na cachola. Uns segundos de conversa a mais e a voz parecia adquirir um perfume que inebriava a mente como uma sala vazia sendo incensada. De repente você se pega com um sorrisinho de meia-boca e quando menos espera já tem na boca um gosto diferente: gosto de momento especial; gosto de lembrança boa. Ai você fecha os olhos e vê, de olhos bem fechados, imagens que já passaram e que decerto de olhos abertos não vai ver de novo. Isso é o início da inspiração. Aquilo que tira de dentro de ti coisas que já passaram, mas de um jeito que te faz viver tudo outra vez. Se puder, põe tudo num papel. Quem sabe daqui a uns anos você sente com os dedos, alisando a folha escrita, as mesmas lembranças que aquela voz lá do início te trouxe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;INSPIRAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman';"&gt;. Também é aquilo que te faz agir inesperadamente, te faz pegar o telefone e transmitir a tua voz para outro alguém que esteja à procura ou espera de inspiração. Ser a inspiração de alguém é por demais inspirador. É como tomar controle de outra mente. É como escrever um livro diretamente na alma de alguém. Outro conselho? Se este alguém puder, que ponha num papel. Quem sabe daqui a uns anos ele sinta com os dedos, desmaterializando o papel, as mesmas lembranças que te inspiraram a inspirar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-4808413244421965193?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/_rLifU3NKtQ/inspiracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/inspiracao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-3795364234210763669</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:55.787-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ENSAIO: SEGMENTOS DO JORNALISMO</category><title>Ensaio: Segmentos do Jornalismo - TEXTO 5 - Telejornalismo</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; text-indent: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A televisão é o meio de comunicação que tem maior alcance de público na atualidade. Em praticamente todos os lares brasileiros existe um aparelho de TV, capaz de transmitir programas de televisão, propagandas e – telejornais. O telejornal tem como fundamento difundir notícias e informações em geral através de som e imagem. Surgiu no Brasil nos anos 50 e hoje é visto como o veículo de comunicação mais eficiente e rentável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; text-indent: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Os telejornais possuem os mais variados perfis, desde aqueles que direcionam para um público específico, os que tratam de uma temática específica e aqueles que transmitem todo o tipo de informação para o público em geral. O perfil do telejornal também varia de acordo com a emissora e sua linha editorial. O que eles têm em comum é que, guardadas as proporções, possuem a mesma estrutura de pessoal. Diversos profissionais são demandados para que o resultado seja o telejornal que assistimos, desde o apresentador e o repórter, com quem temos os primeiros contatos visuais, até todo o pessoal de redação, edição, direção, etc...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; text-indent: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Especificamente tratando do repórter, o profissional que apresenta as reportagens e que na maioria dos casos é o mesmo que coleta a informação e escreve as matérias, podemos dizer que ele é grande parte da “cara” que o telejornal tem para o público. O repórter quando chega na redação, logo cedo, checa a pauta (lista das matérias que deve cobrir) que foi deixada para ele e em seguida consulta suas mensagens e fontes a procura daquilo que também possa ser noticiado. O repórter deve estar sempre atento a tudo que acontece, pois a cada momento podem surgir assuntos que entrem em sua pauta. “Se eu for ao banheiro, ao sair, pode mudar tudo”, diz Marjones Pinheiro, repórter da rede globo nordeste que atua nos telejornais Bom Dia Pernambuco e NETV 1ª Edição. O repórter de TV, por ter sua imagem constantemente exibida, também deve ter além de tudo um cuidado especial com a aparência. Faz parte da rotina diária do profissional, cuidar-se, preparar suas roupas de acordo com o que for passado pela emissora e estar sempre com um bom aspecto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; text-indent: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O repórter então segue para o campo em busca de informação para produzir as matérias e gravá-las. Ainda na rua, além disso, jornalistas como Marjones gravam voltas (gravações de voz para serem exibidas juntamente com imagens do cinegrafista) e mandam juntamente com todo o material direto para a emissora, onde será editado e preparado para exibição. Ao concluir o seu dia em campo, o repórter retorna à redação e faz o fechamento dos textos para o telejornal da noite. Também deixa tudo pronto para o caso de um outro repórter retomar um tema abordado por ele. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; text-indent: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O jornalista de TV possui um dia-a-dia muito movimentado. Tudo tem prazo, tempo marcado. Praticamente não existe margem para erros. Ele deve ser amigo do relógio e de seu celular, estando sempre a postos, preparado para uma possível reviravolta nos seus planos a qualquer momento. Nos tempo que lhe sobra, não custa nada manter-se informado sobre tudo o que puder, pois sabe que o bom jornalista é aquele que vai além da notícia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;margin-right: 0.9pt; text-indent: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Texto escrito em 05/11/2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-3795364234210763669?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/TLbUkvonQsg/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_2061.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_2061.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-7697319113014994070</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:55.788-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ENSAIO: SEGMENTOS DO JORNALISMO</category><title>Ensaio: Segmentos do Jornalismo - TEXTO 4 - Fotojornalismo</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O fotojornalismo traz em sua própria morfologia a união que representa entre o jornalismo e a fotografia. É essencialmente uma forma de transmitir notícias aliadas à compreensão e o impacto somente conseguidos através da imagem. Registrar emoções, transmitir pensamentos que não se traduzem em palavras, expressar idéias e sentimentos que possam ser captados diretamente pela alma daquele que lê a notícia. Essa é a função principal no dia-a-dia de um fotojornalista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O profissional que trabalha nesse ramo deve saber “trazer para a linguagem da imagem, (visual, estética, semiótica) o acontecimento e relatar através da própria”. Palavras de Dorivan Marinho, profissional atuante desde 1986 com passagem pela agência BG Press, Jornal de Brasília e Ministério das Comunicações, além de outros. Dentre os muitos trabalhos que desenvolveu ao longo da carreira, foi fotógrafo de gabinete do Ministro Antônio Carlos Magalhães e freelancer da revista Época e jornal Folha de São Paulo. Dorivan remonta o seu dia-a-dia como sendo um trabalho de responsabilidade que exige do profissional conhecimento em várias áreas – cultura, antropologia, conhecimentos gerais, etc... – “para realizar abordagens mais amplas, justas, sinceras, transparentes e longe de falsas ideologias ou condução em massa, que muitos veículos insistem”. Para Ele o fantástico é lutar pela primeira página, estar sempre com uma boa pauta, pois toda ela pode ser a “primeirona” do dia. Mas não deixa de assumir que além da beleza e poesia que o trabalho traz, o stress é inevitável e cruel. “A redação tem um ritmo alucinante. Grandes jornais, assessorias de comunicação governamentais e agências exigem atenção especial, não podendo errar ou perder nenhum detalhe na produção de pauta”. Dorivan é o tipo de profissional que apesar de sonhar alto mantém os pés no chão. Vivenciou profissionalmente o final dos anos oitenta e toda a década de noventa. No momento presente acredita que o fotojornalismo está passando por profundas transformações. O formato digital em crescente avanço trouxe consigo novas idéias e formas de trabalho. “Estamos vivenciando um período de transição de filme e digital”. Essas mudanças trazem também algumas dúvidas e incertezas para o profissional: ele questiona-se se o novo é melhor ou se não está sendo pretensiosamente valorizado. As tecnologias do mundo moderno estariam nos forçando a buscar soluções para problemas que até então não existiam. E paradoxalmente, “as mesmas soluções que auxiliam, incomodam”. O mercado de fotojornalismo, como a maioria das outras profissões, também está fragmentado, abalado, instável. “São os tão queridos tempos modernos!”, diz Ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Dorivan é forte em suas declarações, mas estas remontam a alma saudosista e leve daquele que nos últimos vinte anos viu com seus próprios olhos aquilo que nós só pudemos ver através do seu olhar em seu registro fotográfico. Ele não deixa de dizer que é preciso essencialmente fotografar bem e escrever bem para ser um bom fotojornalista. E sugere leituras como “A Estética do Filme” e “O Ato Fotográfico”, ambos de Jacques Aumont. Para maior conhecimento do profissional, visite seu portfólio virtual em www.dorivanmarinho.com.br.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Texto escrito em 05/11/2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-7697319113014994070?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/sQTs1cUSnbQ/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_8304.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_8304.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-1771340049476345549</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:55.789-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ENSAIO: SEGMENTOS DO JORNALISMO</category><title>Ensaio: Segmentos do Jornalismo - TEXTO 3 - Assessoria de Imprensa</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;“Engana-se quem pensa que a rotina do jornalista que trabalha em assessoria de imprensa é menos intensa do que a do profissional de redação”, diz Áurea Regina de Sá, diretora da agência Escritório de Comunicação. O Assessor de Imprensa é aquele que faz a ponte entre a empresa e a imprensa, e tem dentre outras missões a tarefa de divulgar a imagem da instituição que está representando. Isso exige do jornalista muita dedicação, conhecimento profundo do cliente e um estreito relacionamento com os profissionais dos meios de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O dia começa cedo para o AI. Ele deve estar por dentro da rotina diária do cliente e ficar atento a tudo aquilo que possa se tornar notícia. Faz parte do seu dia-a-dia buscar pautas interessantes sobre o assessorado, elaborar e distribuir os releases (documentos enviados pelas assessorias para a imprensa com o intuito de serem publicados) e efetuar a clipagem (coleta do material enviado que tenha sido publicado). “É preciso saber trabalhar com a informação como matéria prima, fazê-la fluir dentro das organizações e externamente também”, cita o prof. Mauro Mauer, antigo AI da UNISUL, trabalhando atualmente na produção do jornal online UnisulHoje. “Além do envio de notícias à mídia, existem várias maneiras de divulgar a organização, como por exemplo: newsletter externo (jornalzinho para clientes) e participação em eventos da área. A produção de tudo isso também é de responsabilidade da assessoria” lembra Katharine Lima, gerente de MKT e comunicação da Qualiti Software Processes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O assessor é mais executivo que o jornalista de outras áreas. Escreve sempre pensando na empresa ou organização que assessora. “O jornalista pensa mais na relevância social do seu trabalho”, informa Mauro. Mas não se diferenciam na sua essência. “O AI que não pensar como um jornalista que está na função de repórter de jornal, rádio ou TV terá pouquíssimas chances de emplacar pautas e matérias de seus assessorados”, diz Rafael Matos, um dos assessores de imprensa da UNISUL. Ser assessor é ser também uma ferramenta de marketing para o cliente, possibilitando a divulgação das empresas nos veículos de comunicação de forma gratuita, unindo os interesses do assessorado com a constante busca por novidades dos meios de comunicação. Além de produzir uma divulgação em forma de notícia, tendo mais credibilidade que os anúncios comerciais. “A assessoria de imprensa deve ser vista como um investimento para fomentar novos negócios”, afirma Áurea Regina de Sá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O mercado para assessores de imprensa está &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em crescente expans￣o. Cada" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;em crescente expansão. Cada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; vez mais as empresas reconhecem os benefícios da divulgação institucional e a cada dia abrem-se novas vagas para contratação de assessores. Além das assessorias independentes, que buscam constantemente pessoal capacitado com visão empreendedora. Segundo os profissionais atuantes da área, enquanto existirem instituições interessadas em divulgar um produto, uma idéia ou um conceito, haverá espaço no mercado para assessores de imprensa que sejam capazes de pensar estrategicamente a informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Texto escrito em 05/11/2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-1771340049476345549?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/jbZma75VmyU/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_9636.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_9636.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-3495025842318124799</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:55.790-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ENSAIO: SEGMENTOS DO JORNALISMO</category><title>Ensaio: Segmentos do Jornalismo - TEXTO 2 - Jornalismo Online</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O jornalismo online nasceu da união entre o que temos por concepção de jornal, herdado do jornal impresso e o meio de comunicação que mais cresce e se desenvolve atualmente: a Internet. Agregando a isso todas as possibilidades que a “web” possui, o jornal online pode ser considerado um resultante da fórmula: jornal convencional + TV + rádio + magia da informação em tempo real + limite da criatividade do homem em uma mídia eletrônica de alcance global.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O profissional que trabalha em “online” precisa ter, além de todas as outras características de um bom jornalista, um domínio dos recursos que lhe são disponibilizados pelo advento da Internet. No portal Verdes Mares (e sites sob a bandeira, como Diário do Nordeste, TV Diário, TV Verdes Mares, etc...) onde a função do jornalista é integrar os conteúdos de vários veículos e disponibilizá-lo no formato online, por exemplo, é preciso ter um bom texto, ser fotógrafo e conhecer de edição de áudio e vídeo. É imprescindível “saber como aproveitar informações/ferramentas disponíveis na web para melhorar a contextualização dos assuntos, o relacionamento com fontes, a agilidade da comunicação entre equipes, a busca de dados específicos e exibição dos conteúdos produzidos”, informa Leonardo Sales, editor de conteúdo do Portal Verdes Mares. É fundamental ter “DNA de Web. Não somente conhecer os processos, mas ter agilidade para descobrir ou criar novos”. No Portal, a maioria dos trabalhos é feito por uma única pessoa. “Ele precisa necessariamente ser um “faz-tudo”, ser multimídia”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Alguns jornais online têm redação própria, como é o caso do CorreioWeb, da rede Diário Associados. Para Sofia Krause, repórter da editoria de cultura, o trabalho é intenso: coletar os releases (documentos enviados pelas assessorias para a imprensa com o intuito de serem publicados), fazer a “ronda” (no caso da editoria de cidades) ligando para as delegacias para saber se há alguma “ocorrência em destaque”, fazer a reunião de pauta, escrever e publicar. Com o agravante de que tudo deve entrar no ar assim que ocorre. “Não temos o luxo de poder esperar o dia terminar para fechar o jornal”, diz Sofia. O repórter de “web” também vai a campo, faz entrevistas e traz coberturas exclusivas para o jornal online. Sem esquecer da palavra de ordem no jornalismo online - interatividade. Neste tipo de mídia o leitor vai atrás do que quer, participa, opina, expressa sua opinião e espera retorno. Manter um contato direto com ele, respeitando seu ponto de vista e com o intuito de tornar o conteúdo cada vez mais direcionado deve estar na lista de prioridades de todos os que atuam neste formato. A Internet está em constante crescimento e o jornalismo online por sua vez, também. Portanto, necessitando cada vez mais de novos profissionais com o perfil adequado. Infelizmente a realidade mostra que as faculdades ainda não preparam o estudante corretamente. “Sinto uma certa demora das universidades em criar cadeiras de prática avançada de recursos online no jornalismo”, complementa Leonardo Sales. É necessário andar a passos mais largos se quisermos dominar a contento as tecnologias disponíveis e favorecer ainda mais o jornalismo online.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Text&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;o escrito em 05/11/2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-3495025842318124799?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/9VIoW2daqvM/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_10.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo_10.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-1842171390027472549</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:55.791-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ENSAIO: SEGMENTOS DO JORNALISMO</category><title>Ensaio: Segmentos do Jornalismo - TEXTO 1 - Jornalismo Impresso</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O jornalismo impresso foi uma das primeiras manifestações do homem em interessar-se por aquilo que se passa ao seu redor. Desde o seu surgimento e constante aprimoramento em função da evolução das técnicas de imprensa, o jornal impresso vem se mantendo no topo da lista dos meios de comunicação mais confiáveis. Mesmo que os outros meios tenham o seu “brilho”, é ele que figura como o mais procurado na hora de saber realmente a verdade dos fatos. Muita paixão, dedicação e conhecimento do mundo ao seu redor são características imprescindíveis para aquele que deseja ser repórter nesse meio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Chegar cedo à redação, pegar as pautas, apurar, buscar, informar-se, escrever... É apenas uma pincelada sobre o que faz no dia-a-dia o repórter de impresso. Para Katarina Cardoso, chefe de reportagem da Folha de Pernambuco, para ser um bom profissional “é preciso estar sempre bem informado. Ler jornais, sites, blogs, ver noticiários na TV”. A jornalista Andreza Vasconcelos, que trabalhou por oito anos como repórter do Jornal do Commércio, quando perguntada sobre o que diferencia o jornalista de impresso dos demais, vai além: “é preciso pôr a mão na massa... em impresso não tem essa coisa que tem em TV e rádio da notícia passar por um setor de apuração e produção antes de chegar na mão do repórter”. E acrescenta: “em impresso o repórter está muito envolvido com tudo, desde a concepção da pauta (onde na maioria das idéias é dele) até o produto final”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Uma questão importante a ser tratada quando o assunto é jornalismo impresso é o mercado de trabalho, que para o profissional dessa área é bastante reduzido. No estado de Pernambuco existem apenas três jornais de grande circulação diária e a quantidade de novos profissionais sendo lançados no mercado de trabalho todos os anos é imensa. A opinião de A.V. é de que “essa quantidade de gente entrando no mercado nunca vai ser absorvida por um mercado assim tão restrito”. A editora de treinamento da redação da Folha de São Paulo em nota enviada pelo seu ombudsman Mário Magalhães, diz que “há perto de cinqüenta faculdades de jornalismo no estado de São Paulo. Em apenas uma delas, a UNINOVE, são 1.500 estudantes... a enorme maioria deles não vai conseguir trabalhar em um bom jornal ou revista e vai exercer a profissão numa assessoria de imprensa ou em uma publicação pequena”. A única afirmação comum entre os profissionais consultados, é que – utilizando palavras de Katarina Cardoso – “há sempre espaço para os bons”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É possível observar também, de forma clara, que o jornalismo impresso vem no decorrer da sua história passando por constantes modificações, se adaptando às novas realidades, como após o surgimento do rádio, em seguida da televisão e agora com a consolidação da Internet como meio de comunicação. Mas a mesma história nos mostra que ele conseguiu manter o seu espaço e de acordo com a visão dos profissionais atuantes na área – está longe de perdê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;margin-right: 0.9pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Tex&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;to escrito em 05/11/2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-1842171390027472549?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/7Orns1AeVho/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/ensaio-diversos-segmentos-do-jornalismo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-2807308118992787779</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:36.260-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TEXTOS DE FACULDADE</category><title>Perspectiva: Futuro do Jornal Impresso</title><description>&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;text-indent: 36pt; "&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O jornal impresso como se conhece hoje é resultante de um processo bastante longo de evolução. Durante muitos séculos, invenções surgiram e foram desaparecendo num processo de constante aprimoramento até chegar ao modelo atual. O seu desenvolvimento se deu a partir da junção de várias técnicas e aparatos tecnológicos, como o papel (substituto definitivo dos pergaminhos e papiros) e a tipografia (que se firmou no lugar das reproduções manuais e dos métodos primários de “carimbo”), até chegar na imprensa moderna. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Aliada a esses conceitos está a idéia dos informativos que surgiram em vários povos na antiguidade. Em Roma, por exemplo, ha muito tempo as notícias eram publicadas em jornais “murais”. Fatos históricos como esse levam a perceber que existia uma necessidade inerente de transmitir ao povo as informações e os acontecimentos. No princípio, a divulgação se limitava aos assuntos ligados à realeza, depois foram incluídos os de interesse geral como notícias de guerras e catástrofes. Até que se resultou no formato conhecido de jornal que temos: impresso, dotado de periodicidade e atualidade, e cujo conteúdo se enriqueceu com o passar do tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Nos dias atuais, é possível observar que chegamos a uma etapa da história onde a linha existencial do jornal impresso começa a curvar-se para baixo. Associado a este fato, o surgimento natural de novos meios de comunicação mais funcionais nos leva a pensar: o que o futuro reserva para o jornal? Baseando-se em registros históricos, nota-se que quando um novo meio de comunicação nasce, este tende a integrar-se aos já existentes e não a lhes sobrepor. Essa característica é de fato verdadeira e deve se manter por um longo espaço de tempo. Porém, utilizando como base os últimos anos e o constante avanço tecnológico, nota-se que o espaço deixado pelos novos meios para os antigos vem se encurtando cada vez mais. Outro aspecto que contribui para esse quadro é a realidade econômica que se mostra inclinada a desenvolver os meios de comunicação de baixo custo de acesso ou ligados unicamente à disponibilidade do recurso técnico de recepção. Ainda assim é difícil conceber uma afirmação acerca desse desaparecimento gradual, pois ele está diretamente ligado ao lento e preconceituoso processo de inclusão digital que pode levar séculos para acontecer em sua plenitude.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Acredita-se que ainda por muito tempo perdurará o formato do jornal e as suas idéias principais como periodicidade, variedade e atualidade. Mas não é preciso ir muito longe para perceber que os novos horizontes da tecnologia estão se abrindo e trazendo uma grande quantidade de inovações que possibilitarão ao ser humano unir a utilidade de um jornal impresso como é visto hoje com as características gerais das tendências globalizadas como interatividade, multimídia, ausência de fronteiras, etc... Esta nova “roupagem” dos jornais será adaptada aos tempos que virão e, para tal, é muito pequena a probabilidade de ser impressa nos moldes conhecidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Texto escrito em 05/05/2005&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-2807308118992787779?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/rY0Q9odBpks/perspectiva-futuro-do-jornal-impresso.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/perspectiva-futuro-do-jornal-impresso.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3675821473134834880.post-9186039429037120700</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 12:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T06:00:36.261-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TEXTOS DE FACULDADE</category><title>O Que é Comunicação</title><description>&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;text-indent: 35.45pt; line-height: 150%; "&gt;&lt;span lang="PT" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O livro ‘O Que é Comunicação’ de Juan Bordenave nos remete a um período histórico muito peculiar que é o início dos anos 80. Nesta época, estávamos começando a nos desvencilhar das linhas ditatoriais e a nos reconhecer como agentes formadores da sociedade de massa. O autor, que tem sua linha de pensamento orientada à educação nos prepara para essa inserção apoiado no conceito que considera primário: “a comunicação como eixo central” para a construção de uma sociedade ideal.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;text-indent: 35.45pt; line-height: 150%; "&gt;&lt;span lang="PT" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Inicialmente nos deparamos com a descoberta do homem social, onde este seria criador e produto da sua sociedade e cultura. Neste instante, torna-se claro a insuficiência e inadequação dos métodos educacionais até então aplicados, bem como da utilização dos meios de comunicação propriamente unilaterais (transmitiam apenas as idéias do comunicador, ignorando a natureza do receptor) e seguidores de um modelo estático. Em um segundo momento, vem a idéia de que a comunicação é inerente ao homem social e deste não pode se desvincular. O autor inicia então uma jornada retrospectiva na história, mostrando como (desde as primeiras trocas de informação e evoluindo até o mais recente avanço tecnológico da época) conseguimos nos encaixar num grande quebra-cabeça que forma a imagem de que somos ao mesmo tempo criadores, fruto e escravos da nossa linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Seguindo sua idéia primária, Bordenave nos mostra o poder da comunicação e suas diversas facetas e aplicações. Mostra como a linguagem pode ser usada a favor de uma causa e como ela é capaz de criar e destruir mentes e povos. Ele também nos faz enxergar a importância do seu uso correto e direcionado, sua versatilidade e seus efeitos na modernidade em prol das várias áreas de influência social como a política e o comércio e como todas essas interpretações irão variar de acordo com o contexto em que está inserida, com a aplicação desejada e com a bagagem cultural e nível social dos interlocutores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;span lang="PT" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Trazendo o autor para o nosso contexto histórico atual, percebemos que a nossa sociedade, no ponto de vista apresentado, não se modificou muito nos mais de vinte anos que se passaram desde a publicação do livro. Sofreram-se evidentemente algumas alterações decorrentes do inevitável progresso tecnológico e da modificação do pensamento social que se adequou cada vez mais a idéias globalizadas, mas manteve-se a mesma linha de pensamento. É certo que estamos evoluindo para nos tornarmos uma sociedade extremamente interativa, mas estamos ainda muito longe de um modelo ideal de comunicação: onde compreenderíamos perfeitamente a todos, e por todos seriamos também compreendidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: right;line-height: 150%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Texto escrito em 20/02/2005&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3675821473134834880-9186039429037120700?l=pedepanno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/pedepanno/~3/FKkdJjLirrI/o-que-e-comunicacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Tiago Pacheco Nobre)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pedepanno.blogspot.com/2009/03/o-que-e-comunicacao.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

