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		<title>LANÇAMENTO DA REVISTA LAB#1</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 13:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos, palestras e debates]]></category>

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		<description><![CDATA[CONVIDAMOS A TODOS PARA O EVENTO DE LANÇAMENTO DA REVISTA LAB#1 No Brooklyn coffee shop dia 21 de dezembro às 19h TRAJANO REIS, 389 São Francisco &#8211; CURITIBA- BRASIL TEL: 3618.0388 LAB é uma iniciativa que propõe a discussão e produção de textos críticos de artes visuais. Surgiu a partir de um workshop de crítica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CONVIDAMOS A TODOS PARA O EVENTO DE LANÇAMENTO DA REVISTA LAB#1</p>
<p>No Brooklyn coffee shop</p>
<p>dia 21 de dezembro às 19h</p>
<p>TRAJANO REIS, 389</p>
<p>São Francisco &#8211; CURITIBA- BRASIL</p>
<p>TEL: 3618.0388</p>
<p>LAB é uma iniciativa que propõe a discussão e produção de textos críticos de artes visuais. Surgiu a partir de um workshop de crítica de arte ministrado pelas editoras da revista Tatuí que aconteceu na EMBAP no mês de setembro de 2010, o qual teve como produto o zine Extintor e Vaselina. O processo de criação acontece a partir da imersão dos participantes em uma discussão que ocorre na seqüência de tempo de uma semana. Neste tempo os temas propostos são discutidos, produzidos em forma textual e re-discutidos após a sua apresentação. No fim do laboratório, os textos desenvolvidos são agrupados em uma publicação a fim de divulgar os textos e suscitar o próximo laboratório. O LAB tem como principal objetivo estimular a discussão acerca das percepções e reflexões sobre arte dos leitores e participantes do laboratório.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_aazINibWogQ/TQq27l0d5lI/AAAAAAAABn8/jWxSy41Tul8/s400/REVISTA%2BLAB%25231.jpg" alt="" width="600" /></p>
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		<title>exposição inquietações/contradições, na Galeria da Caixa Cultural Curitiba.</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 23:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[exposições - curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[A Galeria da Caixa foi tomada por 18 artistas de rua que passaram cinco dias inteiros, incluindo noites e fins de semana, criando pelas paredes do espaço obras que integram a exposição inquietações/contradições (confira o serviço completo da exposição), que abriu no dia 7 de dezembro. A mostra é um desdobramento da publicação do livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Galeria da Caixa foi tomada por 18 artistas de rua que passaram cinco dias inteiros, incluindo noites e fins de semana, criando pelas paredes do espaço obras que integram a exposição inquietações/contradições (confira o serviço completo da exposição), que abriu no dia 7 de dezembro.</p>
<p><img alt="" src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_280_651_inquietacoes_0612!.jpg" class="alignnone" width="280" height="375" /></p>
<p>A mostra é um desdobramento da publicação do livro Graffiti Curitiba, lançado no local no último dia 24, resultado de uma pesquisa de mais de seis anos da historiadora social da arte Elisa­­beth Seraphim Prosser sintetizada em uma tese de Doutorado em Meio Ambiente e Desenvol­­vi­­mento pe­­la Univer­­sidade Federal do Pa­­raná (UFPR).</p>
<p>Elisabeth convidou artistas de rua em diálogo com outros universos artísticos que vão da tatuagem à ilustração, do design à gravura, da multimídia à cenografia e a escultura. “Alguns são alunos das faculdades de arte da cidade, outros já são premiados e participaram de salões de arte, ou seja, estão despontando como artistas de renome”, diz.</p>
<p>São artistas entre 18 e 40 anos – dentre eles, apenas duas mu­­lheres –, que assinam com os co­­di­­nomes: Ausent, Baycroc, Bo­­lacha, Café, cinico, Cisma, Dose, Kees, Leonardo de Curi­­tiba, Mo­­mys, Noodle, Paulo­­Auma, Por­­quê, Semsau, Thiago Syen, Tri, Val­­de­­cimples e Veio. “Gos­­ta­­ría­­mos de ter convidado muitos ou­­tros, mas o tamanho da sala não permite”, lamenta a pesquisadora.</p>
<p>No espaço delimitado da galeria, os artistas discutem justamente a contradição de levar a arte de rua a um lugar fechado, institucionalizado. Uma das obras, por exemplo, foi pintada diretamente na parede da galeria, fotografada e, em seguida, apagada, restando apenas a sua imagem. “Os artistas utilizam diversas mídias pra revelar essa contradição”, conta Elisabeth.</p>
<p>Mas ela frisa que não se trata, absolutamente, de uma exposição de arte de rua na galeria. “O que se apresenta é a arte feita por artistas de rua. Há, é claro, um parentesco entre as obras que estão ali e a produção que eles desenvolvem na rua, afinal, cada artista carrega suas vivências na rua e fora dela”, diz.</p>
<p>São contradições que dizem respeito ao atual momento em que vivemos, sobre o qual os artistas propõem reflexões. “A mostra tem um título amplo, que reflete o nosso momento atual, pleno de contradições e inquietações, características da pós-modernidade. A arte, de modo geral, traduz o momento em que acontece, e a arte de rua é extremamente comprometida com o aqui e agora”, explica Elisabeth.</p>
<p>A arte de rua, que invade a cidade sem pedir licença, questiona os limites entre espaço pú­­blico e privado, aponta as feridas do nosso tempo, é cobrança, protesto. Essas características não estariam ameaçadas ao se­­rem re­­conhecidas pelas instâncias institucionais? “Toda a revolução acaba sendo engolida, de certa forma, pela cultura, pela so­­cie­­dade, ou seja, perde seu sentido original à medida em que as pessoas passam a entender, gostar, concordar com ela. Isso também acontece com a arte de rua”, explica.</p>
<p>Isso não significa o seu fim, emenda ela, pois sempre haverá contra o que protestar. “Os próprios artistas de rua se colocam à margem da sociedade para protestar, criticar o sistema, o que não impede de haver aceitação so­­bre o que fazem”, diz.</p>
<p>Serviço:</p>
<p>“inquietações/contradições” (confira o serviço completo da exposição). Galeria da Caixa (R. Cons. Laurindo, 280), (41) 2118-5114. Abertura, dia 7, às 19 horas. Obras de 18 nomes da arte urbana com curadoria de Elisabeth Seraphim Prosser. De terça a sábado, das 10 às 21 horas, e domingo, das 10 às 19 horas. Até 2 de janeiro. </p>
<p>fonte: caderno G</p>
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		<title>GOL A GOL (Única Exibição)</title>
		<link>http://www.paralelocentro.com.br/2010/12/03/gol-a-gol-unica-exibicao/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 12:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Processo MultiArtes e Evolução Filmes convidam para o Lançamento do seu 1o. longa metragem de ficção: GOL A GOL (direção de Fábio Allon e Adriano Esturilho). Privatizações, liberdade de imprensa, questões ambientais, congresso nacional, invasões no Rio de Janeiro, terrorrismo&#8230;.  Não é campanha eleitoral, não é o noticiário da semana, é o filme GOL a GOL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #222222; font-size: x-small;">Processo</span><span style="font-size: x-small;"> MultiArtes  e Evolução Filmes convidam para o Lançamento do seu 1o. longa metragem  de ficção: </span><br />
GOL A GOL (direção de Fábio Allon e Adriano Esturilho).</p>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><img title="GOL-A-GOL---FLYER-VIRTUAL.jpg" src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=91eed96a62&amp;view=att&amp;th=12ca954f3349e16c&amp;attid=0.1.1&amp;disp=emb&amp;zw" alt="GOL-A-GOL---FLYER-VIRTUAL.jpg" /><br />
</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><span style="font-size: x-small;">Privatizações, liberdade de imprensa, questões ambientais, congresso  nacional, invasões no Rio de Janeiro, terrorrismo&#8230;.  Não é campanha  eleitoral, não é o noticiário da semana, é o filme <strong>GOL a GOL</strong> &#8211; Fábula  Musical e Cinematográfica regada a realismo mágico.<br />
</span></p>
<div><span style="font-size: x-small;"><br />
O <strong>GOL A GOL</strong> teve sua estréia nacional em São Paulo, foi um dos poucos filmes brasileiros selecionados para <strong>Categoria Novos Diretores da Mostra Internacional de São Paulo</strong>, um dos festivais mais importantes da América do Sul.  O longa  metragem também já foi exibido no <strong>Festival Internacional de Cine de Antofagasta</strong>, no Chile</span></p>
<div><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></div>
</div>
<p><span style="font-size: x-small;"> Venham conhecer e prestigiar o cinema paranaense!</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></span> <span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
<div>
<div><span style="font-size: x-small;"><strong>Lançamento GOL A GOL</strong><br />
<strong>DATA:</strong></span> <span style="font-size: x-small;"> 04 de Dezembro de 2010<br />
<strong>HORÁRIO</strong></span> <span style="font-size: x-small;">: 19h<br />
</span></div>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>LOCAL:</strong> Autório Poty Lazzarotto -<br />
</span></p>
<div><span style="font-size: x-small;">Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes 999, Curitiba-PR)<br />
</span></div>
</div>
<div><span style="font-size: x-small;"><strong>MAIS INFORMAÇÕES</strong></span><span style="font-size: x-small;">:(41) 3029-7915 begin_of_the_skype_highlighting              (41) 3029-7915      end_of_the_skype_highlighting / 7815-8724 / <a rel="nofollow" href="http://golagolfilme.com/" target="_blank">http://golagolfilme.com/</a><br />
</span><span style="font-size: x-small;"><strong>ENTRADA FRANCA</strong></span></div>
<p><strong><br />
</strong>Haverá  um coquetel de lançamento após a exibição do filme e execução em voz e  violão de uma das músicas da trilha do filme, com Rodrigo Lemos e Uyara  Torrente.</p>
<p><span style="font-size: x-small;">&#8212;<br />
</span><span style="font-size: x-small;"><a rel="nofollow" href="http://www.processo.art.br/" target="_blank">www.processo.art.br</a></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><br />
Conheça o site do nosso 1o.longa de ficção &#8211; GOL A GOL:<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.golagolfilme.com/" target="_blank">www.golagolfilme.com</a></span></p>
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		<title>HOJE = lançamento do livro Candyland, de Guilhemre Caldas em parceria com o roteirista Olavo Rocha.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 13:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos, palestras e debates]]></category>

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		<description><![CDATA[chamada geral para o lançamento do livro Candyland, de Guilhemre Caldas em parceria com o roteirista Olavo Rocha. Boa parte de vocês conheceu a Candyland como uma marca de camisetas, mas não sabe que aquelas camisetas se originaram, ainda que de maneira tortuosa, de um série de HQs que Guilherme produzia desde os tempos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>chamada geral para o lançamento do livro <strong>Candyland</strong>, de Guilhemre Caldas em parceria com o roteirista Olavo Rocha.</div>
</div>
<div>Boa  parte de vocês conheceu a Candyland como uma marca de camisetas, mas  não sabe que aquelas camisetas se originaram, ainda que de maneira  tortuosa, de um série de HQs que Guilherme produzia desde os tempos de  faculdade.</div>
<div></div>
<div>&#8220;Bom, posso dizer que agora voltei às  origens, e o resultado da retomada dos quadrinhos após o encerramento  do trabalho com as camisetas é este volume, impresso em serigrafia e  encadernado a mão pela Caderno Listrado, que dividiu o trabalho de  edição com a Barba Negra.&#8221;</div>
<div></div>
<div>Hoje, Guilherme e Olavo estarão lá na <strong>Itiban</strong> (av.  Silva Jardim, 845) a partir das 19:00 para o lançamento dessa obra prima.</div>
<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</div>
<div>SERVIÇO</div>
<div>Lançamento do livro <strong>Candyland</strong>, de Olavo Rocha e Guilherme Caldas</div>
<div>72 páginas, capa e miolo serigrafados, encadernado à mão</div>
<div>R$ 89,90 (os primeiros 10 que comprarem o livro levam um poster serigrafado)</div>
<div>Quinta-feira, 18/11, 19:00</div>
<div>Itiban Comic Shop &#8211; Av. Silva Jardim, 845 &#8211; (41) 3232-5367</div>
<div><img src="file:///C:/Users/MARIAL%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-9.png" alt="" /></p>
<div><img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=91eed96a62&amp;view=att&amp;th=12c5ad8332f3a937&amp;attid=0.1.1&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="554" height="1078" /></div>
</div>
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		<title>Guerrilla Girls = artistas e ativistas feministas de NY, em passagem pelo Rio e SP</title>
		<link>http://www.paralelocentro.com.br/2010/11/12/guerrilla-girls-artistas-e-ativistas-feministas-de-ny-em-passagem-pelo-rio-e-sp/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 11:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos, palestras e debates]]></category>

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		<description><![CDATA[Guerrilla Girls, artistas e ativistas feministas de NY Grupo criado em Nova York ,em 1985, faz passagem pelo Brasil com suas performances Fonte: Camila Molina &#8211; O Estado de S. Paulo Elas só se apresentam em público com máscaras de gorila e usam pseudônimos para homenagear grandes mulheres &#8211; pintoras, fotógrafas, escritoras, artistas de diversas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Guerrilla Girls, artistas e ativistas feministas de NY</h2>
<h3>Grupo criado em Nova York ,em 1985, faz passagem pelo Brasil com suas performances</h3>
<p>Fonte: Camila Molina &#8211; O Estado de S. Paulo</p>
<p>Elas só se apresentam em público com máscaras de gorila e  usam pseudônimos para homenagear grandes mulheres &#8211; pintoras,  fotógrafas, escritoras, artistas de diversas épocas, nacionalidades &#8211;  mas mortas, como Paula Modersohn-Becker, Rosalba Carriera, Georgia  O’Keeffe, Anais Nin, Meta Fuller, Tina Modotti, Diane Arbus; outras  mais. Completando, ainda bradam um slogan: &#8220;Reinventando a palavra com  ‘F’ &#8211; feminismo!&#8221;</p>
<div>
<div>
<div><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/guerrilagirls_div.JPG" alt="Divulgação" /></div>
<div>Divulgação</div>
<div>Integrantes do &#8216;Guerrilla Girsl On Tour&#8217;, criado em 2001</div>
</div>
</div>
<p>O Guerrilla Girls, coletivo criado em Nova York em 1985, vem fazendo  há tempos seu barulho no cenário das artes com sua atitude heterodoxa,  panfletária e aos moldes do espetáculo. Chega agora ao Brasil para  trazer sua mensagem ao público brasileiro em apresentações e workshops,  no Rio e em São Paulo.</p>
<p>O grupo vem representado por duas de suas integrantes &#8220;originais&#8221;,  Frida Kahlo e Käthe Kollwitz. Hoje, às 19h30, as guerrilheiras  feministas fazem apresentação no teatro do Oi Futuro Flamengo, no Rio  (Rua Dois de Dezembro, 63, tel. 21- 3131-3060) como parte do evento  Performance Presente Futuro vol. III, com curadoria de Daniela Labra. Os  cariocas ainda poderão participar, no sábado, de dois workshops com as  artistas, respectivamente, às 12h e às 14h. Depois, na terça-feira, às  16 h, elas estarão no terreiro O Outro, O Mesmo na 29.ª Bienal de São  Paulo (www.29bienal.org.br). Ainda, no dia 19, o grupo faz  palestra/performance às 19h30 no Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195,  tel. 3095-9400) como um dos destaques da programação da Mostra Sesc de  Artes 2010.</p>
<p>&#8220;Somos um grupo de artistas mulheres que usa fatos, humor e visual  chocante para expor sexismo, racismo e corrupção &#8211; no mundo da arte, na  política e na cultura pop. Nós revelamos as entrelinhas, o subtexto, o  que se faz vista grossa, o injusto&#8221;, diz ao Estado a guerrilheira que se  apresenta como Käthe Kollwitz, numa referência à artista alemã  expressionista que deu voz ao sofrimento dos menos favorecidos.  &#8220;Tentamos retorcer um assunto e apresentá-lo de uma maneira que não foi  feita antes, com a esperança de mudar a cabeça de algumas pessoas&#8221;,  afirma ainda a Käthe contemporânea. Por exemplo, as Guerrilla Girls  gostam de trabalhar com estatísticas, como a relacionada ao Metropolitan  Museum, de Nova York &#8211; na coleção da instituição, elas dizem, menos de  5% dos artistas representados são mulheres na seção de arte moderna, mas  85% dos nus do acervo são femininos.</p>
<p><strong>Quiz show.</strong> &#8220;Não é a performance no sentido comum, é  um trabalho que tem a pretensão de ser didático mesmo ao levar questões  sobre o feminismo relacionadas ao lugar em que se apresentam e ao  estereótipo da arte&#8221;, diz Daniela Labra. &#8220;Suas apresentações são como  quiz show, no modelo americano, com textos que elas declamam e com  perguntas feitas para o público&#8221;, conta a curadora, completando que o  grupo tem a favor a verve divertida e o uso de uma linguagem ligada à  &#8220;mass media&#8221;, muito contemporânea apesar do caráter panfletário.</p>
<p><strong>Veneza.</strong> Em 2005, um dos marcos da trajetória do  Guerrilla Girls foi a participação na 51.ª Bienal de Veneza, com  curadoria das espanholas Maria de Corral e Rosa Martinez. Vestidas com  suas roupas de guerrilheiras e de máscara de gorila, elas instalaram na  cidade italiana grandes banners com suas mensagens e pesquisas. Mas as  ações do grupo não se encerram apenas nas performances/apresentações.  Elas escrevem livros, criam projetos para museus e objetos como  pôsteres, camisetas, adesivos que podem ser comprados através do site do  grupo (www.guerrillagirls.com) a preços na faixa dos US$ 20. Mais  ainda, desde 2001 o grupo se dividiu em três ramos separados: há as  ações ativistas do Guerrilla Girls (com apenas cinco integrantes);  existe o chamado Guerrilla Girls On Tour, coletivo de teatro; e o  GuerrillaGirlsBroadband, com ações na internet.</p>
<p>Como conta Käthe, do original Guerrilla Girls, nas atividades do  grupo no Rio e por São Paulo elas usarão como base trechos de seu novo  livro (ainda não publicado), The Guerrilla Girls’ Hysterical Herstory of  Hysteria and How it Was Cured, from Ancient times Until Now. &#8220;Se de  certo modo pode ser datada a questão do gênero e da bandeira gay,  percebemos também que as estatísticas que elas mostram não mudaram e que  a mulher ainda tem espaço a conquistar&#8221;, diz Daniela Labra.</p>
<p>Para vir ao Brasil, as integrantes do coletivo Guerrilla Girls fazem  uma pausa em seus novos projetos, como o filme feminista no qual elas  visitarão escritórios de diretores de museus e de membros de seus  conselhos &#8220;para lhes dizer uma coisa ou outra&#8221;, como conta a  guerrilheira Käthe Kollwitz.</p>
<p><strong>Vocês acreditam que haja um espaço real para discutir hoje o  feminismo? Poderia comparar o ativismo feminista hoje e mais de duas  décadas atrás, quando foi criado o grupo Guerrilla Girls?</strong></p>
<p>Essa é uma ótima questão. Vamos nos lembrar que o conceito de direito  das mulheres tem apenas 150 anos. Sempre foi dois passos para frente e  um para trás, mas o feminismo está mudando a vida das mulheres no mundo &#8211;  muito, muito devagar na maioria dos lugares e, significantemente, em  outros. O feminismo está também mudando no campo dos estudos, com  pesquisas que englobam toda a sociedade. A propósito, consideramos  ridículo que muitas pessoas que acreditam nas doutrinas feministas  (pagamento equalitário para o trabalho, liberdade sexual, direitos  humanos para as mulheres em todo o mundo, incluindo o direito à  educação) têm sofrido uma lavagem cerebral por causa de estereótipos  negativos na mídia e na sociedade e se recusam a se chamar, eles mesmos,  de feministas. E homens, isso significa vocês também. É hora de  intensificar, seja você mulher ou homem, trans, etc., e falar pelas  mulheres. Os direitos femininos, os direitos civis, os direitos dos gays  são os maiores direitos humanos, o movimento de nosso tempo.</p>
<p><strong>Vocês consideram o Guerrilla Girls um grupo underground ou já  do estrelato? Radical ou não? Como pode analisar a participação que  fizeram na Bienal de Veneza de 2005, a mostra mais tradicional do mundo</strong>?</p>
<p>Recentemente, nós &#8211; as agitadoras outsiders &#8211; acabamos dentro dos  museus que criticamos, como o MoMA de Nova York, a Tate Modern, em  Londres. Mas continuamos fazendo projetos de rua ao redor do mundo, como  em Roterdã, Cidade do México, Belfast, Bilbao, Istambul, Atenas, Xangai  e Montreal, onde colocamos nossos pôsteres sobre os discursos  agressivos contra mulheres de todas as idades. Nós decidimos participar  de exposições e apresentações em museus porque queremos que nossa  mensagem chegue ao público mais amplo possível e acreditamos que é ótimo  criticar uma instituição em suas próprias paredes. Na Bienal de Veneza,  exibimos seis grandes banners sobre a histórica discriminação da  própria Bienal e dos museus de Veneza. Mais de 1 milhão de pessoas  visitaram a nossa exposição atual no Centre Pompidou, em Paris. Sempre  que nosso trabalho aparece em uma instituição como essa, recebemos  toneladas de e-mails de pessoas falando que nosso trabalho lhes mostrou  algo que elas nunca souberam sobre arte e cultura, e que nós as  inspiramos a realizar o seu próprio, louco e criativo ativismo.</p>
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