<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-26876758</atom:id><lastBuildDate>Tue, 22 Dec 2009 07:29:46 +0000</lastBuildDate><title>Palavras que Fluem...</title><description>Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PalavrasQueFluem" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-6275691149363983989</guid><pubDate>Sat, 15 Aug 2009 00:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-15T11:39:54.344-03:00</atom:updated><title>Controle</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SoYAUA91DFI/AAAAAAAAAzQ/_6GlHnmkEio/s1600-h/controle.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SoYAUA91DFI/AAAAAAAAAzQ/_6GlHnmkEio/s320/controle.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369979949542607954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Há algum tempo eu penso em escrever sobre controle. Conhecem? Já ouviram falar? É um “amiguinho” com o qual levo um papo de vez em quando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Sabem aquela necessidade que temos de que o mundo seja exatamente da forma como desejamos que ele seja? E sabem os esforços que fazemos (às vezes até inconscientes) para que tudo se enquadre perfeitamente neste querer? Então. Isto se chama controle.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Temos controladores e controladoras de todas as espécies.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Alguns são bem evidentes, em geral pais e mães de adolescentes (ou que acreditam que seus filhos ainda são adolescentes, mesmo que já tenham mais de quarenta) e dirigem-se aos filhos sempre “gerenciando”: não, você não pode fazer faculdade de música. Ou: o único esporte que vale a pena é o tênis. Pegar onda é coisa de vagabundo... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Não é a toa que tantos conflitos surgem na adolescência. Os pais perdem a noção de que os filhos não são mais crianças e que já são capazes de fazer algumas escolhas, especialmente no que diz respeito ao futuro. Vejam bem, não comungo da opinião que confere aos jovens uma liberdade incondicional. Se ele resolveu cursar música, deve fazê-lo porque realmente sente e ama a música, não se importando nem um pouquinho por não ser milionário. Basta saber que será feliz tocando música pois seu coração pulsa com ela. Inclusive, se a vocação está presente não é nada difícil que ele se torne realmente um “milionário de vocação”. É evidente, portanto, que toda a decisão deles pode ser apoiada sim, desde a origem da atitude venha realmente da essência do Ser. E mesmo que não venha, de qualquer forma quem vai assumir a responsabilidade pela escolha é só o filho - se os pais permitirem, lógico. Difícil isto tudo, né?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Mas voltando à minha classificação dos controladores, acho que o mais complicado de lidar é o que manipula. Aquele que não deixa óbvias suas intenções. Ele é praticamente insidioso, porque vai plantando seus pensamentos no coração do outro, de tal forma sub-reptícia, que no final o outro acredita que o pensamento é realmente seu. Tipo assim: mas meu filho, será mesmo que música é uma boa idéia? Conheço o filho de uma amiga minha, que fez faculdade de música e está aí, passando fome. E sabe que a coisa é tão séria, que ele sofreu um acidente e quebrou o braço. Não pode mais nem tocar. Já pensou? Se ele tivesse outra profissão, seria diferente. Você poderia fazer medicina e uma aula de música, que tal? Mas filho, eu vou lhe apoiar na escolha que você fizer...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Daí já está plantado o medo em uma mente mais suscetível e sensível. O moleque vai lá e se matricula em medicina. Passa, vira um médico rico, medíocre e infeliz, sonhando com os concertos que poderia ter feito ou a banda que poderia ter formado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;O controlador-manipulador sempre vai passar por bonzinho, pois em sua mente seletiva, lembra só que apoiou o filho no que ele quisesse. O filho até vai lembrar desta parte, mas sabe – lá no fundo – que tem algo de podre no reino da Dinamarca. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;E para piorar, o controlador-manipulador pode agir desta forma por dois motivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Primeiro porque realmente acredita que se a outra pessoa agir da forma como ele está “sugerindo”, vai ser mais feliz – e neste caso impede o outro de passar por um aprendizado necessário, que nem sempre será de sofrimento, como acredita o controlador. Isto porque uma mesma experiência pode ser traumática para um e deliciosa para outro. Pessoas – graças a Deus – são diferentes. Esta espécie de controlador se entende absolutamente desapegado de seu ego, afinal, acredita estar agindo assim pela felicidade do outro. Só que ajuda, a gente só dá para quem pede. Até a Bíblia diz isto!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;O segundo controlador-manipulador acho que é o pior de todos. É o que tenta fazer com que o outro faça determinada escolha porque não consegue conviver com a possibilidade de que o foco do controle faça uma escolha diferente. É totalmente egóico e centrado no umbigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Retomando o exemplo da faculdade, é o pai que não consegue conviver com um filho músico e sem muita grana, independentemente do fato de estar ele feliz ou não. Afinal, quem deve estar feliz com a profissão e a vida dos filhos são os pais, não é óbvio? Se ele for médico e rico, para o controlador desta espécie está ótimo. A felicidade da “vítima” é secundária, desde que o super-hiper-ego do controlador esteja satisfeito e possa dizer para os amigos: meu filho é um médico, muito bem sucedido profissionalmente. Este tipo de pessoa é maquiavélica, ou seja, os fins justificam os meios. Se precisar manipular a situação pelas costas do controlado, vai fazê-lo, porque os fins justificam os meios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Estou usando os figurantes pais/filhos e escolha de profissão por ser mais “didático”. Poderíamos falar de amigos, irmãos, colegas de trabalho. Vale lembrar que no trabalho o controlador tem sido um problema, dando origem aos diversos casos de assédio moral. Além disso, o objeto do controle não diz respeito só às coisas supostamente “grandes” como a escolha de uma profissão. Seres humanos com tendências controladoras querem interferir em tudo, desde a roupa que você vai usar ao namorado que escolheu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;O fato é que nascemos para ser duas coisas: felizes e livres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;A partir do momento em que tentamos sujeitar alguém - direta ou indiretamente e pouco importando os motivos da sujeição - às nossas vontades, estamos tolhendo o direito sagrado do outro de escolher seu caminho e assumir plenamente as responsabilidades de sua escolha, sejam elas felizes ou não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;As experiências e escolhas que fazemos na vida, são a bagagem de aprendizado que nossa alma carrega. Se precisamos “desviar” dos controladores, o fardo fica um pouco mais pesado, pois precisamos despender uma energia que poderia ser canalizada para algo mais construtuvo para manter e reafirmar nosso direito inato ao livre arbítrio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Se o exercício desta liberdade vai ou não nos conduzir à felicidade, somente quem escolhe pode dizer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#330099;"&gt;Amigos não decidem por amigos, irmãos não decidem por irmãos e pais não decidem por filhos. E vice-versa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-6275691149363983989?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2009/08/controle.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SoYAUA91DFI/AAAAAAAAAzQ/_6GlHnmkEio/s72-c/controle.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-9174123542908043763</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 19:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-02T23:58:56.333-03:00</atom:updated><title>O Segredo das Letras..</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SfDK8H_jZLI/AAAAAAAAAsE/OPH_5HLB9WU/s1600-h/clave_de_sol_y_luna.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327981493465867442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 321px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SfDK8H_jZLI/AAAAAAAAAsE/OPH_5HLB9WU/s320/clave_de_sol_y_luna.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;A música sempre foi uma das minhas mestras, de Roberto Carlos a Charlie Brown. Dela extraí pequenas lições que me lembraram da felicidade, independentemente do que estivesse sentido. Simplesmente feliz por existirem pessoas no mundo que pensam assim. Na verdade, o que me comove, alegra e preenche, é ver que muita gente acredita em um mundo melhor, por mais piegas que seja a expressão. Achei que valia a pena compartilhar minhas pequenas lições, independentemente de estilo musical.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Os trechos das músicas estão na apresentação ao lado direito do Blog. Se a visualização foi difícil, clique na imagem que será redirecionado para o álbum do Picasa, onde estão as imagens. Esteja à vontade! Namaskar!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-9174123542908043763?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2009/04/o-segredo-das-letras.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SfDK8H_jZLI/AAAAAAAAAsE/OPH_5HLB9WU/s72-c/clave_de_sol_y_luna.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-8006690134071031383</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 13:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-23T10:41:02.377-03:00</atom:updated><title>Encostas</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SfBvuenU6WI/AAAAAAAAAr8/IOBm7nU7wtw/s1600-h/IMG_0608.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327881203461974370" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SfBvuenU6WI/AAAAAAAAAr8/IOBm7nU7wtw/s320/IMG_0608.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#339999;"&gt;Domingo à tarde, solzinho gostoso e lá fui eu para a praia.&lt;br /&gt;Estava sentadinha, apreciando o Moçambique praticamente deserto quando chegam dois rapazes na praia. O primeiro vem correndo, se benze e se atira no mar, sem observá-lo ou mesmo sentir a temperatura da água. Simplesmente se joga.&lt;br /&gt;O segundo, que parecia mais novo (nem por isto menos sábio), “conversa” com o mar. Observa as ondas, sente a temperatura da água e vai entrando devagar, esperando pelo melhor momento.&lt;br /&gt;Ambos estavam sem prancha, mas com a clara intenção de pegar jacaré. Durante o tempo que o segundo estava prazerosamente sentindo o mar, o primeiro recebia toda a força da série de ondas maiores na cabeça. Como não avaliou o momento e entrou repentinamente no mar, praticamente precisou lutar contra a rebentação. Logo que a série terminou, após três ou quatro ondas realmente enormes, o segundo rapaz foi entrando vagarosamente, alcançando a rebentação praticamente sem molhar o cabelo. O mar simplesmente o recebeu, de braços abertos, porque aquele era o momento certo.&lt;br /&gt;Quem está certo? Quem está errado? Quantas vezes nós brigamos com a vida e a estapeamos sem perceber que aquele momento não é o correto para aquilo que estamos tentando. Ficamos tão obtusos na nossa verdade e na nossa vontade, que perdemos a noção do quanto o momento é importante. Não que esta luta nos impeça de chegar ao objetivo final, tanto é que ambos os rapazes pegaram suas ondas felizes da vida. Só que um sofreu mais que o outro para chegar lá.&lt;br /&gt;Mas até o momento certo é relativo. O quanto o apressadinho realmente precisava absorver toda aquela fúria do mar? Eu sei? Você sabe? Provavelmente nem ele sabia, pelo menos não conscientemente. Talvez até ele sofresse mais se ficasse esperando do que com a fúria das ondas em si. Com sua intempestividade ele buscava a fúria. Assim como buscamos nosso sofrimento pelo simples fato de não observar a mesma situação por outro ângulo. Ou sob o ponto de vista do outro. As perspectivas são várias, assim como os caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não importa por que encosta da montanha cada um sobe. Nos encontramos no final.” Lia Diskin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-8006690134071031383?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2009/04/encostas.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/SfBvuenU6WI/AAAAAAAAAr8/IOBm7nU7wtw/s72-c/IMG_0608.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-69235348761545946</guid><pubDate>Mon, 02 Mar 2009 23:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-02T22:07:49.353-03:00</atom:updated><title>Pé na Estrada</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Saxso0olPtI/AAAAAAAAAnU/G-RzKSkNOAk/s1600-h/NY+(330).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308737509342396114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Saxso0olPtI/AAAAAAAAAnU/G-RzKSkNOAk/s320/NY+(330).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#996633;"&gt;Pois então. Enfiei o pé na estrada nestas férias. Fui provar o tão alardeado gosto de viajar compulsivamente e resolvi exagerar e conhecer quase tudo que eu tinha vontade de conhecer nos Estados Unidos. Fui em família para a Califórnia, com amigos à Las Vegas e Grand Canyon e sozinha em Nova York. Califórnia em dezembro e janeiro e o restante no carnaval.&lt;br /&gt;Evidente que se aprende, e muito, ainda que falemos de um país como os EUA. Os americanos foram bem mais adestrados pelos ingleses que nós pelos portugueses e aprenderam a respeitar – e principalmente se distanciar – do próximo à duras penas. Depois de muitos processos de indenização milionários que movem e enriquecem os cidadãos eles não viram outro jeito senão andar na linha. Só que este andar da linha criou uma nação de sorrisos. Todo mundo sorri e trata o outro de honey e darling, dentre outros adjetivos hiperbólicos... Mas não encosta não!!! Nem nos cães (logo eu que já vou com aquela mão boba esticada para fazer carinho nos peludos) se podia encostar porque a cara feia dos donos era assustadora. Muito pior era com as crianças. Elas mesmas não se importavam em ser tocadas, mas os pais as arrancavam do caminho – ainda que eu não tenha nem tentado, vi outros incautos brasileiros tentarem.&lt;br /&gt;Mas não é disso que eu queria falar, afinal, cada país tem sua cultura e forma de encarar o mundo e não podemos dizer quem está certo ou errado. Como já disse, bem ou mal, sempre aprendemos e encontramos o que pensar em uma viagem, seja para os EUA ou para Biguaçu.&lt;br /&gt;Só que em toda esta “hiperatividade turística” acabamos cumprindo o roteiro externo e deixando de lado o roteiro interno. É meio aquela coisa de para fora e para dentro – sem sacanagem (rs). Viajando, com todo aquele estímulo visual e sensorial do novo, a tendência é que tornemos a buscar a alegria e a felicidade dos estímulos externos, esquecendo que isso só encontramos em casa mesmo. E esta casa é o nosso Ser, o que nós realmente somos. Claro que ao iniciar a viagem, tinha esta consciência e me propus a não esquecê-la. Mas sabem, somos adestrados desde pequeninos a valorizar e buscar os estímulos externos e a partir do momento em que durante a viagem esta memória é estimulada, esquecemos todos os ensinamentos relativos ao “caminho da felicidade e da inteireza” e mergulhamos de cabeça em tudo que temos para ver e sentir. Quer dizer, comigo pelo menos foi assim, mas acredito que encontre eco no sentimento de mais gente.O resultado é que no final da segunda viagem, senti aquela sensação de “Puxa, está faltando alguma coisa.” Qual não foi a minha surpresa ao perceber que quem faltava era eu mesma! Eu tinha visto tanta coisa nova, tanta coisa diferente, computado tanta informação racional, que esqueci de lembrar de me buscar e de perguntar como aquilo tudo estava refletindo em mim. É aquela outra máxima Crística: “Orai e vigiai”. No estímulo, não fiz nenhum dos dois. Nem orei – mesmo conhecendo igrejas lindíssimas – nem vigiei a mim mesma, meus pensamentos e sentimentos diante de toda aquela informação, achando provavelmente que estava de férias disto também. Aí está o aprendizado mais importante de toda esta andança... De autoconhecimento não se tira férias.&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-69235348761545946?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2009/03/pe-na-estrada.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Saxso0olPtI/AAAAAAAAAnU/G-RzKSkNOAk/s72-c/NY+(330).JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-3096280924785946247</guid><pubDate>Mon, 31 Mar 2008 11:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-31T08:56:05.279-03:00</atom:updated><title>Picuinhas.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R_DQl_OqoXI/AAAAAAAAAb4/2D0RWoSRoKY/s1600-h/fofoca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183872522150125938" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R_DQl_OqoXI/AAAAAAAAAb4/2D0RWoSRoKY/s320/fofoca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nenhum de nós está isento de sentir raiva. Não é dos sentimentos mais nobres mas brota fácil, e negá-la não resolve. Uma vez alguém disse que raiva ou vira doença ou vira karma, ou seja, se negamos fingindo que está tudo bem ficamos doentes com nosso próprio veneno. Se externamos, semeamos atitudes que em algum momento retornarão, como bolas de tênis num paredão. Sinuca de bico, não?&lt;br /&gt;Diz a lenda, que o ideal é refrear o impulso imediato de externar a raiva através de atitudes impensadas, de forma que possamos avaliar o sentimento sem que o coração esteja disparado predispondo-nos a lutar ou fugir. Não negar, mas perceber a existência do sentimento e questionar sua validade e profundidade. Depois, mais calmos, conversamos com tranqüilidade e tato com o “agente” causador da raiva para solucionar a situação.&lt;br /&gt;Pessoalmente, quando escolho este caminho, chego a duas conclusões: ou a situação não era tão grave como eu havia pintado e que inclusive enganei-me em algum julgamento, ou que a pessoa com quem se estabeleceu o atrito é mesmo cretina e não vai mudar em virtude dos meus belos olhos. Percebem que em ambos os casos, a raiva é uma enorme perda de tempo? No primeiro caso, perdemos tempo e energia julgando o outro e produzindo mais e mais raiva, afinal, as ondas de sentimento atingem não só o objeto como o emissor, para depois perceber que não era nada do que imaginávamos. No segundo caso, malhamos ferro frio.&lt;br /&gt;A raiva guardada vira ressentimento, porque como ela está lá, reservada como bem precioso em nossos escaninhos cerebrais, de vez em quando damos uma cutucada nela para “re-sentirmos” sua presença. E diz outra lenda, que o ressentimento é o veneno que tomamos esperando que o outro morra...&lt;br /&gt;Do ressentimento, nasce o círculo do ódio, substituindo o ideal que deveria ser o círculo do amor.&lt;br /&gt;No ambiente de trabalho, onde pessoas - que na maioria das vezes são muito diferentes - convivem obrigatoriamente sob o mesmo teto, o ressentimento impera. É bem básico: Fulano acha que Beltrano não trabalha e o persegue ou demite. Beltrano dá a volta por cima e persegue Fulano assim que consegue. Em contrapartida, metade da repartição está apoiando Fulano e a outra metade apoia Beltrano. E a lambança está feita, porque enquanto todo mundo estiver ressentindo situações pessoais nas quais às vezes nem estão envolvidas desperdiça a possibilidade da união.No ponto em que estamos na evolução do planeta, precisamos interromper este círculo vicioso. A palavra chave agora é cooperação. Se não cooperarmos com nossos familiares, nossos amigos, inimigos (sim, com os inimigos também, nem que seja aceitando que eles são assim e saindo de seu caminho seguindo o nosso) e colegas de trabalho não vamos conseguir modificar nossa forma de pensar. E como o pensamento constrói, juntos construímos o planeta que temos, que honestamente não está lá isso tudo, certo? “Tá”, você me diz, “de que adianta eu mudar sozinho? Se ninguém mais muda quem se ferra sou eu.” Faça o seguinte. Experimente ou pelo menos tente experimentar. Depois me conta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R_DQKPOqoVI/AAAAAAAAAbo/fH7G7qPG7ug/s1600-h/picuinha.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-3096280924785946247?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2008/03/picuinhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R_DQl_OqoXI/AAAAAAAAAb4/2D0RWoSRoKY/s72-c/fofoca.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-1409282639120528380</guid><pubDate>Thu, 06 Dec 2007 02:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-06T00:31:57.103-02:00</atom:updated><title>Anjos Gêmeos (30/11/2007)</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R1de1hBbkyI/AAAAAAAAAFc/Vj7R15elX28/s1600-h/Foto_113007_007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140681773157159714" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R1de1hBbkyI/AAAAAAAAAFc/Vj7R15elX28/s320/Foto_113007_007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;color:#cc6600;"&gt;Sob o abençoado sol de sagitário (lindo, diga-se de passagem), com a lua em leão e ascendente em aquário, a vida inundou novamente a terra e o Criador sorriu feliz com sua obra perfeita.&lt;br /&gt;Amigos queridos nos fazem felizes. Bebês nos enternecem. Mas bebês de amigos queridos nos elevam a patamares de ternura incomuns aos seres humanos normais.&lt;br /&gt;Percebemos que o clichê do “milagre da vida” é insubstituível. Pois há algo de milagroso no nascimento de pequenos seres humanos que terão grandes histórias. Cada detalhe parece impressionante, desde o tamanho das mãos até a força com que seguram nossos dedos. E por mais que vejamos bebês e tenhamos filhos, não perdemos a capacidade de nos maravilhar com os pequenos presentes de Deus.&lt;br /&gt;Ontem, voltando da maternidade, meu filho cantava uma música que incluía a palavra ternura. Imediatamente perguntou: mãe, o que é ternura?&lt;br /&gt;Devaneei por alguns segundos quanto à melhor forma de explicar um sentimento e respondi: Sabe o que você sentiu quando pegou na mãozinha da Mariana? Aquela vontade de cuidar, acarinhar e proteger? Isto é ternura. Esclarecido, seguiu cantando.&lt;br /&gt;O despertar deste nobre sentimento é fundamental para que cada um de nós perceba a capacidade profunda que tem de amar e de cuidar.&lt;br /&gt;Cuidar do outro é uma arte, e aqui incluo não só os seres vivos como o planeta em que vivemos que nos foi concedido como benção. E a arte precisa ser exercitada para florescer. Talvez por isso nasçamos tão pequenos e indefesos, para despertarmos o desejo de cuidar nos corações já empedernidos pelos reveses da vida.&lt;br /&gt;Uma vez derramada a benção da vida no nosso “infinito particular” não há retorno do coração à condição anterior. Aquele “aperto no peito” é cada vez mais freqüente, o enternecimento passa a ser comum e o deslumbramento que a vida traz se espalha para todas as pequenas coisas. E não importa o tempo que passa. Inclusive o tempo potencializa os sentimentos. Basta que vejamos os avós que, dispensados da obrigação de educar, ficam apenas com o prazer de sentir.&lt;br /&gt;Enfim, a mãe Gaia agradece a vida recém nascida, mas há muito planejada, e o sol que iluminou o dia se põe, oferecendo um show de contemplação, feliz da vida por poder brilhar para dois novos/velhos seres que retornam, triunfantes, felizes e amados, para cumprir suas missões juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É cria,&lt;br /&gt;Criatura e Criador&lt;br /&gt;Cuida de quem me cuidou,&lt;br /&gt;Pega na minha mão e guia...”&lt;br /&gt;Cria - Maria Rita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a guiança dos amigos queridos seja guiada pela mão do Criador.&lt;br /&gt;Que assim seja.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-1409282639120528380?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/12/anjos-gmeos-30112007.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R1de1hBbkyI/AAAAAAAAAFc/Vj7R15elX28/s72-c/Foto_113007_007.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-342297070359960472</guid><pubDate>Thu, 06 Dec 2007 01:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-05T23:44:09.182-02:00</atom:updated><title>UNIPAZ - Formaçao Holística de Base.</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R1dTlhBbkwI/AAAAAAAAAFM/fhHdapRJSXQ/s1600-h/beija+flor.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140669403651347202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R1dTlhBbkwI/AAAAAAAAAFM/fhHdapRJSXQ/s320/beija+flor.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;Seguir a caminhada da Formação Holística de Base - FHB faz um upgrade no coração. Deixamos de achar que os outros nos magoaram e descobrimos que podemos escolher se seremos magoados. E sabem o que mais nos deixa boquiabertos? Descobrir que é fácil escolher. E aquele papo de amar o próximo como a si mesmo, inclusive aos inimigos, deixa de ser uma tênue visão para se tornar uma realidade almejada, afinal, a princípio, ninguém sai iluminado. Digo a princípio, porque tudo passa a ser possível... A capacidade de ampliar a consciência sobre todas as possibilidades é encantadora e nos eleva aos deuses que somos.&lt;br /&gt;Aprendemos que viver e morrer são artes que devem ser cuidadas, preparadas e plenamente sentidas. Mas também que sentimentos demais nos arrastam por trilhas tortuosas e aprendemos a deixá-los passar.&lt;br /&gt;Pessoalmente, descobri que apenas caminhava, sem viver de verdade o caminho. E falo isso literalmente, ou seja, na caminhada diária que fazia para exercitar-me. Colocava música agitada e um pé na frente do outro. Ao longo destes dois anos, descobri que desperdiçava energia em pensamentos desnecessários e repetitivos, com minha mente macaco louco. E sabem do mais legal? Vi as flores do caminho, conheci os cães que nele habitam. Vivenciei a influência das estações do ano sobre cada uma das árvores e o quanto este transformar se relaciona diretamente com nosso Ser.&lt;br /&gt;E sabem o que mais? A música tem poder. E as letras que cantamos podem fazer a diferença em nosso estado de espírito. Hoje só escuto músicas que me fazem bem, pois tenho a maravilhosa capacidade de escolher. Deu para perceber que a Unipaz capacita, não é?&lt;br /&gt;Cheguei à Unipaz achando todo mundo muito esquisito. Com o tempo, descobri que esquisitos são os outros. E finalmente, após dois anos de formação deliciosamente vividos, aprendi que essa história de julgar dá muito trabalho e resolvi ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-342297070359960472?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/12/unipaz-formaao-holstica-de-base.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/R1dTlhBbkwI/AAAAAAAAAFM/fhHdapRJSXQ/s72-c/beija+flor.bmp" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-333899999108920279</guid><pubDate>Wed, 24 Oct 2007 02:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-24T00:22:08.787-02:00</atom:updated><title>Didi.</title><description>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124721559841164402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Rx6rG1MeTHI/AAAAAAAAAE8/hCw9m6zqBtk/s320/DSC07654.JPG" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#663366;"&gt;Em setembro de 2006, tivemos aqui em Florianópolis o Festival Mundial da Paz. Dele participaram diversos palestrantes e dentre eles a Drª Susan Andrews – carinhosamente chamada de Didi (irmã em sânscrito) – autora do livro “Stress a seu favor”.&lt;br /&gt;Quando a vi no palco, falando de stress e crianças, chorei. Na verdade sua presença, por si só, já me emocionava, pois parecia que ouvindo suas palavras eu vislumbrava um pequeno pedaço da Minha Verdade.&lt;br /&gt;Daquele dia em diante, escolhi conhecer seu trabalho e ensinamentos. Em janeiro de 2007 fui ao Parque Ecológico Visão Futuro para participar do curso de Biopsicologia I, ministrado por ela.&lt;br /&gt;O que aprendi lá guiou meus passos ao longo deste ano e tenho certeza que esta guiança tem me levado pelos melhores caminhos.&lt;br /&gt;Mas na verdade o ensinamento maior que obtive veio, como acontece na maioria das vezes, do exemplo.&lt;br /&gt;Sabem, a Didi é, aos olhos da terra, uma senhora de imensa sabedoria e certa idade. Passou por poucas e boas pela vida até portar toda a “notoriedade” de que se reveste hoje. Os títulos são muitos e estão todos na internet, é só pesquisar. Todavia, notória ou não, optou pela vida simples que leva na Ecovila.&lt;br /&gt;Durante a semana que durou o curso, em momento algum deixava de partilhar da companhia dos 89 aprendizes que lá estavam. Fazia ioga e caminhava – descalça, diga-se de passagem – conosco. Passava por todos os grupos conversando, perguntando, sempre de riso fácil e coração aberto.&lt;br /&gt;E apesar da imensa e evidente sabedoria, em momento algum qualquer um de nós se sentiu “aluno” no sentido acadêmico da palavra. De forma objetiva, ela pretendia simplesmente transmitir o que sabia e estava junto. Na completa acepção da palavra – próxima, ao lado. Todos sabiam que ela era Mestra. Mas sentíamos o amor da irmã que é, que chorava, abraçava e sentia junto a nós em cada uma das fortes vivências, sem “preservar” seus sentimentos da forma como somos adestrados a fazer.&lt;br /&gt;Em determinado momento que me marcou sobremaneira, a Didi, com os olhos rasos d’água, olhou nos olhos de cada um de nós e perguntou mais ou menos isso: porque será que estamos todos aqui, neste lugar, neste país e neste momento, tomando consciência de tanta coisa importante sobre nós mesmos e sobre tudo que nos cerca e em um momento tão crítico do planeta? Cada um de vocês tem uma parcela de participação em toda esta mudança. Naquele momento, a responsabilidade pelo que fiz, pelo que não fiz e pelo que vem adiante deu “aquele” cutucão na minha consciência.&lt;br /&gt;Dali em diante, ficou cada vez mais claro para mim. Não temos mais espaço aqui na Terra para mestres com “m” minúsculo, o mestre “superior” que vem com a pretensão de ensinar. O momento é do Mestre que aprende enquanto ensina. Tais Mestres são realmente mais sábios que a maioria de nós, mas não sobem ao púlpito para discursar. Permanecem ao nosso lado, pisando na mesma terra e vivendo seus sentimentos, seu presente.&lt;br /&gt;Cada vez mais precisamos do grupo, da união e da cooperação. E isso não vale só para os Mestres. Aplica-se a cada um de nós que escolhe palavras que desagregam em detrimento de atitudes que aglutinam.&lt;br /&gt;Se uma Mestra como a Susan pode estar junto, nós também podemos descer de nossos pequenos pedestais de prepotência – tenho certeza que cada um tem o seu – e abraçar quem está do lado. Tenho convicção de que ou cooperamos por escolha, ou teremos que cooperar por imposição. Pessoalmente eu já decidi escolher cooperar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#663366;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mais informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.visaofuturo.org.br/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;www.visaofuturo.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;color:#663366;"&gt;A Drª Susan Andrews é também colunista da Revista Época.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-333899999108920279?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/10/didi.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Rx6rG1MeTHI/AAAAAAAAAE8/hCw9m6zqBtk/s72-c/DSC07654.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-7483730805812842439</guid><pubDate>Tue, 28 Aug 2007 04:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-28T01:37:08.629-03:00</atom:updated><title>Sonho de um futuro bom.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RtOk1_yHxSI/AAAAAAAAADs/rkR1hugbsbw/s1600-h/DSC07686.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#006600;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103604050302584098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RtOk1_yHxSI/AAAAAAAAADs/rkR1hugbsbw/s320/DSC07686.JPG" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sonho sonhado em uma noite iluminada...&lt;br /&gt;Existe um planeta neste vasto universo, habitado por seres que desde o início dos tempos são compostos da mesma Essência Divina, mas com aparência e sentimentos diversos. Com o passar de uma medida que eles chamaram de anos, foram encontrando subterfúgios para igualar suas desigualdades, enformando a aparência e engessando os sentimentos. Tinham a impressão que viver daquele jeito era mais fácil.&lt;br /&gt;Só que muitos deles não se adaptaram àquele jeito de viver e ficaram do lado de fora da fôrma. Outros bem que tentaram, mas foram definitiva e peremptoriamente segregados do chamado mundo normal.&lt;br /&gt;Daí nasceu a raça dos Esquisitos. Os Esquisitos, eram pessoas definitivamente diferentes dos Normais. Alguns, tinham barriga, outros mal tinham carne sobre os ossos. Uns tinham unha encravada. Vários outros tinham a cor da pele diferente, roncavam ou apenas vestiam as roupas coloridas que lhes faziam felizes.&lt;br /&gt;Mas as características físicas eram o de menos, pois muitos Esquisitos podiam facilmente se fazer passar por Normais, afinal, existe muita beleza na normalidade. O que marcava mesmo os Esquisitos eram suas atitudes. Tinham a estranha mania de se ajudar e de ter compaixão. Cuidavam do outro, mesmo que não conhecessem e tinham imensa piedade dos Normais que outrora haviam sido seus algozes. Outrora, porque perceberam que só teriam os algozes que quisessem ter.&lt;br /&gt;Os Esquisitos compreenderam que não poderiam ter todos a mesma aparência e que cada um é peculiar e nem por isso é melhor ou pior que o outro. Só é do seu jeito. Perceberam também, que um Esquisito não tinha a fórmula para fazer o outro ser melhor, e que cada um encontrava seu caminho de volta para casa. Para ajudar, bastava um sorriso ou um abraço.&lt;br /&gt;Enquanto os Normais buscavam a felicidade nas coisas da vida, os Esquisitos descobriram que se seguissem o que realmente desejavam, respeitando seus sentimentos e seus companheiros de jornada, não precisavam buscar a felicidade, pois ela vinha junto no pacote do Self. Quanto mais estabeleciam seu elo consigo mesmo, mais felizes se tornavam. Quanto mais se conectavam com o Inominado, mais sublime e preciosa era a existência. Barracos viravam castelos e abóboras, carruagens.&lt;br /&gt;As coisas estavam neste pé, quando em determinado momento da história, os Esquisitos, surpresos, perceberam que os Normais não podiam vê-los! Que choque! Todavia, como não necessitavam de mesuras, seguiram suas vidas, que eram devidamente re-conhecidas por seus pares, os outros Esquisitos...&lt;br /&gt;Um dia, um Esquisito extremamente compassivo, percebeu que um Normal olhava assombrado em sua direção como quem vê um fantasma. Preocupado com ele, o Esquisito aproximou-se e lhe beijou a face. Imediatamente o Normal, que andava sendo repetidamente segregado pelos outros por levar sopa aos moradores de rua, passou a enxergar os Esquisitos e pensou: finalmente encontrei a minha praia! A notícia se espalhou entre os Esquisitos como rastilho de pólvora.&lt;br /&gt;Só que esquisitice imposta vira normalidade, e todos sabiam disso. Assim, esperavam pacientemente o momento em que algum Normal vislumbrava espectros Esquisitos e lhes dava o beijo libertador.&lt;br /&gt;Com o tempo, a prática se avultou, pois cada vez mais Normais percebiam o quanto era prazeroso ser Esquisito.&lt;br /&gt;O mundo normal estava em polvorosa. A mídia alardeava: As pessoas estão sumindo!!! Na internet existiam fóruns para discussão sobre os desaparecidos e os cientistas faziam Congressos para discutir a fórmula do “reaparecimento”. Outros criavam medicamentos que prometiam a permanência eterna. Existiam CPIs para averiguar o caso e os governantes se acusavam reciprocamente de esconder exilados de seus países.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, a mesma mídia enlouquecida anunciava a existência do “povo invisível”. Ninguém os via, mas as coisas trocavam de lugar sem qualquer explicação! Curiosamente, como era típico dos Normais, não ligaram os desaparecimentos ao suposto povo invisível. Estabelecer elos e reconhecer sinais nunca foi especialidade dos Normais...&lt;br /&gt;Neste momento, esta que vos “sonha” acordou...&lt;br /&gt;O final, fica por conta da sua imaginação. Na minha, não terminou porque ainda está acontecendo. Como diz o Mestre Roberto Crema, é a fase em que a lagarta já morreu e a borboleta não nasceu.&lt;br /&gt;Qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência...&lt;br /&gt;Ou qualquer coincidência é mera semelhança...&lt;br /&gt;Esquisito, né?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RtOkGvyHxRI/AAAAAAAAADk/oLzshc3zWnY/s1600-h/DSC07686.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Sonhado em 24 de agosto de 2007, entre os dois dias do Seminário do CIT - Colégio Internacional dos Terapeutas da UNIPAZ, ministrado por Roberto Crema em Florianópolis/SC&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-7483730805812842439?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/08/sonho-de-um-futuro-bom.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RtOk1_yHxSI/AAAAAAAAADs/rkR1hugbsbw/s72-c/DSC07686.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-3689173747157694240</guid><pubDate>Sun, 19 Aug 2007 23:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-19T21:44:34.712-03:00</atom:updated><title>Franca Baleia.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100562753895515362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RsjWzPyHxOI/AAAAAAAAADE/VsY616QNNpk/s320/blog1.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Mais um dia em que o Universo me re-ensina três lições:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;- Preste atenção em Meus sinais que eles vão te guiar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;- Minha abundância está sempre ao teu dispor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;- Somos Todos Um.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Nos dois primeiros casos, basta escolhermos ver e nos sentirmos merecedores da inteireza que somos capazes de sentir. No terceiro não tem escolha. É nossa essência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Detesto ser descritiva, mas nesse caso a descrição cronológica é importante... &lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RsjYMPyHxPI/AAAAAAAAADM/UTULs4jAqVw/s1600-h/blog.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100564282903872754" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 199px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" height="160" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RsjYMPyHxPI/AAAAAAAAADM/UTULs4jAqVw/s320/blog.jpg" width="199" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Era um domingo mais ou menos, com uma manhã mais ou menos, sem nenhum prenúncio de algo diferente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Animadinha, ligo para minhas amigas para combinarmos um café, ou algo assim no final da tarde. Tudo mais ou menos alinhavado, meus pais me ligam para passearmos de lancha com outros amigos. Eu, entre a cruz e a espada, disse que não iria, pois já havia marcado o café. Como meu filho quis ir, levei-o até meus pais e, na última hora, fui com eles até a marina. Até aquele momento (meio dia mais ou menos) ninguém havia confirmado nada. Estava louca para ir, mas não queria deixar meus amigos na mão, especialmente porque não os vejo desde o meu aniversário. No meio do trajeto, liga a primeira amiga querendo saber o que faríamos. Disse que não havia conseguido combinar nada com certeza, mas que estava pensando em sair com o barco. Ela repetiu meu mantra: tá tudo bem! E neste momento decidi ir. No momento em que tomei a decisão, as outras ligaram para confirmar o café. Expliquei tudo e todas em uníssono disseram o mesmo: tá tudo bem!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Esta foi a primeira lição. “Vai”. “Eu estou sendo bem claro: vai...” Como já deixei de brigar com o Universo há muito tempo, para bom entendedor... Assim, lá fui eu passear de barco.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;A primeira parte do passeio foi agradável. Dia bonito, pessoas legais, de bem com a vida, jogando conversa fora, alimentando baiacu e molhando camarão pendurado no anzol.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;A segunda lição veio depois do almoço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;O dono da lancha foi contundente. Repetiu três vezes com uma convicção que poucas vezes eu vi antes: eu quero ver baleia, eu quero ver baleia, eu quero ver baleia. Brincou com o marinheiro me perguntando: Se não encontrarmos baleias eu posso demiti-lo por justa causa? Rimos um bocado e seguimos caminho para molhar o anzol em outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Aqui vale um parênteses. Todos sabiam que esta é época de baleias no litoral de Santa Catarina e que elas estavam rondando. Não posso falar por todos, mas eu pessoalmente não acreditava que iríamos encontrar. Daí vem uma reflexão importante: e porque eu não poderia encontrar? Esta pergunta vale para qualquer projeto da vida da gente. Sempre podemos SIM.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Seguindo os fatos, afinal, esta não é apenas uma estória, rumamos da Ilha do Francês em direção à Governador Celso Ramos. A meio caminho, o marinheiro grita: olha lá a baleia!!! Dito e feito. Todos eufóricos, vimos aquele esguicho de água ao longe. O barco chegou perto e tivermos a oportunidade de vê-la de diversas formas, ângulos e momentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Em meio a toda aquela gritaria e depois de perceber e sentir aquela enorme presença e me emocionar com ela de diversas formas, me pus de pé em um ponto mais alto no barco e fechei os olhos, abri o coração e tranqüilizei a respiração. A gritaria pairava à minha volta com sua onda de energia. Até que os gritos silenciaram porque eu era um mamífero muito grande e estava embaixo da água... Tinha crostas na cabeça e a água me acariciava o couro. Percebi o prazer de me direcionar com as nadadeiras e o rabo funcionando como lemes e propulsores. Sabia que era muito velha, e que trazia a ancestralidade do mundo em minhas cicatrizes. E tinha consciência de que minha sabedoria me dava vontade de pegar aqueles pequenos humanos no colo e lhes contar histórias sobre a evolução do mundo. E tive certeza de que nado nesta terra há mais tempo que qualquer pessoa que estava naquele barco. Senti que era extremamente suave e cuidadosa, contrastando com meu tamanho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Naquele momento o Ser Anelise, percebeu que podia ser  baleia, peixe, água ou criança. Os átomos se fundiriam sem problemas, pois não percebem diferenças. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Quem percebe as diferenças é nossa "mente que mente".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Abri os olhos cheios de lágrimas e, invadida pela doçura presente naquele imenso ser, re-senti, feliz da vida, em um daqueles “momentos de arrepio”, que somos MESMO todos um. Eu. As pessoas do barco. As baleias. A água. A terra. A Centelha Divina está em cada cantinho para qual olhamos. Ferir, magoar, desrespeitar qualquer ser vivo, humano ou não, é ferir, magoar e desrespeitar a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;A terceira e última lição do dia, me faz lembrar que re-conhecemos esta Verdade em vários momentos ao longo da vida, que ficam marcados como especiais. Mas a grande prova é fazer com que a força desta “irmandade” nos acompanhe na vida no momento da ação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Afinal, sempre temos escolha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;PS: Estas foram as melhores fotos que consegui, para quem estava com a máquina digital sem bateria (ninguém merece,,,). Mas prometo postar novas, provenientes da máquina dos felizes portadores de máquinas de fotografia com as baterias carregadas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;PS1: Para quem quiser saber mais sobre baleias, aí vai um site interessante:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.baleiafranca.org.br/"&gt;http://www.baleiafranca.org.br/&lt;/a&gt;. Na Wikipédia tem bastante informações também, especialmente sobre a caça às baleias no litoral catarinense. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ca%C3%A7a_%C3%A0_baleia"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ca%C3%A7a_%C3%A0_baleia&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-3689173747157694240?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/08/franca-baleia.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RsjWzPyHxOI/AAAAAAAAADE/VsY616QNNpk/s72-c/blog1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-2492499585334827255</guid><pubDate>Fri, 10 Aug 2007 22:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-10T19:36:08.563-03:00</atom:updated><title>Marionetes.</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RrzoCwgy5YI/AAAAAAAAAC0/44d0RUhvUic/s1600-h/puppet_still_01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097204012356396418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RrzoCwgy5YI/AAAAAAAAAC0/44d0RUhvUic/s320/puppet_still_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;color:#993300;"&gt;Porque deixamos tantas pessoas moverem nossos sonhos e conduzirem nossos movimentos? Em muitos momentos acabamos funcionando como marionetes do que os outros dizem. E sabem o que é pior? Que quem pensamos que está nos manipulando, na realidade não o faz. Nós abrimos nossas mentes e permitimos que os fios penetrem por nosso coração e conduzam nossas ações, como bibelôs bonitinhos que nossa desatenção faz com que nos tornemos.&lt;br /&gt;Tudo por causa da “correria”, da “falta de tempo”. Na verdade, ser marionete da mídia, dos seus pais, dos seus amigos, dos políticos, da sociedade, etc., é muito mais cômodo, pois nos libera da responsabilidade de cuidarmos do que pensamos e falamos. É mais simples e mais justificável, fazer o que todo mundo faz.&lt;br /&gt;Só que a partir do momento em que nos deixamos levar nesta maré do “todo mundo”, seguimos um fluxo que em determinado momento nos mostra que não é nosso, afinal, como diz o ditado, toda a unanimidade é burra. Temos viciados em tudo na sociedade. Adictos que seguiram uma das diversas ondas, enfronhando-se de tal forma que a percepção do que realmente querem fica embotada, junto com a identidade original. Receberam uma segunda via falsificada e adaptaram sua imagem à que aparece na foto.&lt;br /&gt;E não pensem não que vício é apenas álcool e drogas. Existem viciados em comida, em sexo, em afeto, em espiritualidade, em sedução e poder, em rituais e até em seminários holísticos, sob o pretexto de estarem se descobrindo. Mas sentar em uma palestra sobre ser melhor e encarar a vida de uma forma mais saudável só é útil quando decidimos movimentar a ação no sentido do aprendizado.&lt;br /&gt;Não que a estagnação não possa também ser um aprendizado. Pode sim. Só que o estagnado é essencialmente medroso. E quem tem medo funciona como se estivesse com todos os seus membros amarrados e tivesse que fugir de um trem em alta velocidade. Se não se movimentar para buscar a saída da estagnação, fatores externos aparecem e tiram o cidadão de seu suposto conforto, afinal, quem fica parado é poste... Estou proverbiando muito hoje (isso existe sim, perguntem ao Aurélio).&lt;br /&gt;Momentos de ostra são importantes desde que escolhidos. Se nos fechamos como uma alternativa de fuga, como a ostra realmente faz, o que cerra a concha é o medo e não a tentativa de conhecer o “buraco mais embaixo” de nós mesmos. E temos que lembrar que ostra fechada não deixa a sujeira entrar. E se sujeira não entra, a pérola não aparece, certo?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-2492499585334827255?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/08/marionetes.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/RrzoCwgy5YI/AAAAAAAAAC0/44d0RUhvUic/s72-c/puppet_still_01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-8034522623201121552</guid><pubDate>Thu, 31 May 2007 02:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-05-30T23:42:39.086-03:00</atom:updated><title>Malvaviscos e Colibris</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Rl4uuk8g7OI/AAAAAAAAACE/Y1Ilk4XckKw/s1600-h/DSC08548.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 154px; height: 168px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Rl4uuk8g7OI/AAAAAAAAACE/Y1Ilk4XckKw/s320/DSC08548.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070541608192109794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Hoje por aqui, os Florianopolitanos não me deixam mentir, foi um dia claro, de muito frio e com o céu muito azul. Saí para caminhar e, como costumo fazer, levei a máquina de fotografia procurando flores e detalhes inusitados da natureza. &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na região onde moro, existe um arbusto muito comum, que dá uma flor parecida com a do hibisco, só que nunca desabrocha, como vocês podem ver na foto. Pesquisando na internet, descobri que é chamada exatamente de “hibisco-colibri” ou “malvavisco”. Nunca me senti muito atraída por ela, pois sempre que a via absorvia a idéia do “estar fechado”. Fechado para a vida e para o mundo, sem nunca se abrir, como a flor. E esse sentimento me incomodava, tanto que nunca quis plantá-la em casa, apesar dos arbustos sempre carregarem de flores durante o ano todo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Só que eu não tinha a menor idéia de que a flor era extremamente apreciada pelos beija-flores, especialmente vendo-a daquela forma, fechada e sem graça. Afinal - eu pensava – os colibris não gostam nem dos hibiscos abertos, quem dirá dos que nunca abrem... Todavia, qual não foi minha surpresa, nessa luminosa manhã de inverno, ao ver – sem brincadeira – três beija-flores ao mesmo tempo, felizes da vida extraindo o néctar das flores em um arbusto enorme de malvavisco (este mesmo da foto).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tentei com todo cuidado fotografar a cena mas, evidentemente - dada a imensa sensibilidade dos bichinhos, bastou o gesto de levantar a câmera para que fossem embora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O restante da minha caminhada foi pautado na metáfora dos beija-flores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em primeiro lugar, fiz o &lt;i style=""&gt;mea culpa&lt;/i&gt;, ao perceber que julguei a planta por sua aparência. Minha mente analítica e julgadora - provavelmente aliada a algum complexo de ostra ainda que persista em mim, rotulou a planta como triste, melancólica e fechada. Como faço e, se me dão licença de falar por vocês, fazemos todos nós com as pessoas que passa pela nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A seguir, re-percebi que assim como as flores somos diferentes. Nós. Seres humanos. Vários de nós desafiam os padrões sociais relativos à aparência, comportamento, opção sexual ou religiosa e mantém a essência de tal forma que estão sempre cercados de colibris. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sempre disse que este é o lado divertido da vida. Podemos manter nossa essência sim. Não precisamos agradar nem desagradar ninguém para firmarmos nossa posição. Assim como nós, o outro, o próximo que nem sempre está tão próximo apenas precisa ser aceito. Basta sabermos quem realmente somos e o que efetivamente buscamos com a tranqüilidade de que não há certo ou errado. O certo e o errado são tão relativos, quanto o trema de “tranqüilo” está para ser abolido... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A máscara que carregamos é apenas uma proteção, uma manifestação externa que necessitamos para conviver em sociedade neste momento histórico. Mas o néctar da nossa essência, ainda que nos percamos dele de vez em quando, permanece independentemente das nossas máscaras sociais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tudo bem, concordo que esta constatação parece evidente. Mas sabem, fico maravilhada com a sincronicidade do universo ao vê-la se despir de forma tão clara através da natureza, como num estalar de dedos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São pequenos momentos como estes que me lembram que viver é uma experiência Divina... E é fundamental que os “arrepios” surjam em diante de cada um deles...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-8034522623201121552?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/05/malvaviscos-e-colibris.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dpVSOoyyOKU/Rl4uuk8g7OI/AAAAAAAAACE/Y1Ilk4XckKw/s72-c/DSC08548.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-117500566312495425</guid><pubDate>Tue, 27 Mar 2007 15:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-03-27T12:27:43.140-03:00</atom:updated><title>Orai e Vigiai...</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2583/2818/1600/542282/macacoloco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2583/2818/320/648621/macacoloco.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Em um dos seminários que assisti na Formação Holística de Base da UNIPAZ, a palestrante Cerua Nolasco chamou a nossa mente de &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;"a mente que mente". Cada dia que passa dou mais razão a ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Alguém de vocês já tentou meditar? E uma tarefa praticamente hercúlea! Estamos tão acostumados a pensar e embarcar nos pensamentos, que sequer percebemos o quanto eles nos abalam emocionalmente. O piloto automático funciona tão bem em relação aos nossos pensamentos, que não questionamos ou filtramos o que pensamos na maioria das vezes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;No inicio, quando eu tentava aquietar o “macaco louco mordido por uma cobra e preso numa loja de cristais” – a mente, na concepção dos indianos - existia claramente um diálogo interno do tipo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mente 1 - Imagine um mar claro, com peixinhos coloridos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mente 2 - Perai, mas meditar não e esvaziar a mente? Então não pensa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mente 3 - Não pensa, não pensa, não pensa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mente 1 - Vocês não perceberam que isso não vai funcionar? Vamos voltar aos peixinhos, posso até te colocar dentro de um barco, um fazendo flutuação de snorkel, e bem relaxante,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mente 2 - Tu não entendeste que meditar é não pensar? Assim não é meditação é só relaxamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mente 3 - Não pensa, não pensa, não pensa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Observador final - Tá tudo errado! Vou e abrir os olhos desta máquina e encerrar essa lambança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Claro que resumi o diálogo, pois não tenha dúvidas que ele e muito mais comprido, complexo e confuso que isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Mas sabem, não desisti. Hoje, depois de alguns muitos meses, já consigo aquietar minha mente por mais ou menos,,, cinco minutos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;No final deles, a “Mente &lt;st1:metricconverter productid="1”" st="on"&gt;1”&lt;/st1:metricconverter&gt; fica toda eufórica e serelepe e começa a gritar: eu não estou pensando, eu não estou pensando, que legal....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Neste exato momento, sinto como se o pequeno lapso de equilíbrio que atingi se esvaísse por entre os dedos. Quase como estar flutuando e perceber seu corpo cair em um abismo, batendo contra o chão da realidade. Mas os cinco minutos em que minha mente permaneceu silenciosa têm a capacidade de sustentar tranqüilamente um dia inteiro de trabalho. Daqueles dias com problemas, sabem? E esta fugaz sensação de completude me faz insistir e buscar cada vez mais dela. Um vício bom, do qual todos deveríamos ser adictos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;" &gt;Outra grande felicidade que a tentativa de dominar minha mente trouxe, foi a extinção dos monstros. Todos aqueles pensamentos que iniciam pequenos e ruins e após meia hora remoendo-os criam uma versão revista e ampliada que, diga-se de passagem, praticamente nunca espelha a realidade fática. Viram literalmente monstros, cheios de hipóteses e conjecturas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Em outra palestra que assisti, acho que foi no festival mundial da paz, o palestrante equiparou pensamentos a um ônibus. Mandou que fechássemos os olhos e víssemos um ônibus parando no ponto. Na primeira visualização, embarcamos no ônibus e seguimos viagem, sofrendo todas as graças e desgraças da viagem. Em um segundo momento, nos orientou a perceber que o ônibus parou e abriu a porta. Só que desta vez, optamos por não entrar no ônibus. Este embarque-desembarque, podemos tranqüilamente fazer com nossos pensamentos. Não significa forçar a mente a não pensar. À forca acabamos reprimindo o sentimento que dá origem ao pensamento. Significa desviar o pensamento, quer dizer vê-lo chegar, abrir as portas e passar, sem que nos apeguemos a ele. Não e difícil. Basta agir conforme nos ensinou um dos grandes mestres que passou pela terra: orai e vigiai. Ou como dizia uma terapeuta que ocnheci: vigiai, vigiai e se der tempo ore!!!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-117500566312495425?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/03/orai-e-vigiai.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-116948656663796482</guid><pubDate>Mon, 22 Jan 2007 17:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-22T15:25:32.890-02:00</atom:updated><title>Construções Sincrônicas do Destruidor.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2583/2818/1600/266371/Lord.shiva.family.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 176px; height: 197px;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2583/2818/320/316471/Lord.shiva.family.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Descobri que não preciso escrever, mas que realmente quero escrever.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Compreendi que o que é não precisa continuar sendo, e o que não é pode facilmente passar a ser. Basta a "força da minha vontade".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Nada é impossível, difícil ou irreal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Meu mundo estabelece suas formas conforme plasma meu pensamento. O divertido de tudo é que muitos plasmam mundos idênticos e coexistem felizes dentro dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Concluí que até agora meus objetivos foram equivocados, superficiais, sequer arranhando a essência da vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;A destruição é necessária para que surja o grande prazer da reconstrução, seja de obras ou de crenças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Percebi que quero gente ao meu lado. Gente que pensa, que sente, que se gosta e que vive "sem vergonha de ser feliz" e de alardear sua felicidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Feliz, vi que amo a diversidade, defendo a igualdade e rezo pelo equilíbrio desequilibrado, pelo caos inequivocamente ordenado do nosso mundo...&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;E ai de quem me diga que ninguém organiza isso tudo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Percebi que se meu coração se abre não há nenhum outro ser com competência para fechá-lo, pois a guardiã do portal sou eu. O medo se consumiu pelo fogo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Façamos nossas escolhas passeando pela corda bamba e linda do coração, sem eufemismos ou hipérboles e teremos a colheita plena do nosso Ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 102, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;Partilhemos todos desse mundo de escolhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:14;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;Abri os olhos do coração na esperança. Abre também os teus, é bem legal, eu prometo...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-116948656663796482?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2007/01/construes-sincrnicas-do-destruidor.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-115984604198381044</guid><pubDate>Tue, 03 Oct 2006 02:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-10-03T00:27:22.000-03:00</atom:updated><title>Merecimento.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/tira195.0.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/320/tira195.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Foge um pouco à minha intenção falar sobre política neste blog. Em geral, conversas sobre posições políticas pessoais geram muito mais desencontros do que encontros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todavia, não consigo me abster de transmitir o que senti com tudo que aconteceu nestas eleições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Deixemos de lado as votações para Presidente e Governador, chefes do Poder Executivo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vamos falar do Legislativo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se pensarmos bem, percebemos que a responsabilidade pela ética na política e pelo bom uso do dinheiro público é principalmente dos nossos Senadores e Deputados. Eles não só aprovam as normas que regem nossa vida, como na maioria das vezes são corruptíveis ou corruptores. Se a eles não interessar a troca de favores e de verbas, o ciclo se interrompe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Evidente que podemos eventualmente ter a participação nos esquemas de corrupção dos chefes do Executivo, mas se não houver respaldo dos membros do Legislativo, a tendência é que falhe uma peça e o efeito dominó se interrompa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Só que ao assistir o Jornal Nacional de hoje, me certifiquei de que grande parte da população do nosso país faz jus à fama de não ter memória política, ou pior, talvez se identifique com os que utilizam seus cargos públicos em benefício próprio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foram eleitos diversos deputados que tiveram seus nomes envolvidos nos mais variados escândalos, tanto no governo atual quanto em anteriores, a exemplo de Fernando Collor, Senador eleito com grande votação por Alagoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E para completar, ouço Clodovil Hernandez, Deputado Federal, dizer que “vai chegar a Brasília chiquérrimo”. Perguntado quanto às suas propostas encolhe os ombros e responde: “Não sei. Não sei nem se tem política no Brasil”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Qualquer comentário que eu tentar tecer sobre o fato, vai ser inócuo diante do absurdo da situação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda elegemos quem mais aparece na mídia, pouco importando de que forma. Falem mal ou falem bem, mas falem de mim... Uma celebridade desonesta é mais aprazível que um honesto desconhecido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enquanto não percebermos a importância que tem nosso voto e a responsabilidade que carregamos ao eleger um deputado, vamos presenciar a política aética e corrupta. Enquanto as velhas figurinhas há anos carimbadas com carimbos forjados e os nomes enlameados retornarem junto de seus falsos sorrisos arrependidos, vamos continuar a ver dólares passeando pelas telas de nossas TVs e nos convenceremos que realmente temos os governantes que merecemos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todos nós somos corruptos em nossas vidas privadas. A grande diferença é o curto alcance das nossas corrupções. Já o político que detém consigo o mandato para agir em nome de seus eleitores, quando decide ser corrupto atinge grande parcela da população. Deixa de servir para ser servido, fugindo do objetivo de seu mandato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas o que está ao nosso alcance? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pensar ao votar em nossos legisladores, concedendo a eles a importância política de que são portadores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Além disso, se tornarmos nossa vida privada menos corruptível nossos pequenos terão os bons exemplos do pai que devolve a carteira que encontrou na rua ou que não fura a fila no trânsito para chegar um minuto antes a algum lugar. Quem sabe então se, no futuro, poderão ser melhores deputados e eleitores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Só para constar, nenhum dos meus candidatos a Senador e Deputados foi eleito. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(153, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entretanto, votei com a sensação do beija-flor que fez a sua parte ao tentar apagar o grande incêndio, torcendo não só para que a água que leva no bico ajude a apagar o fogo, como também para que realmente seja água e não gasolina...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-115984604198381044?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/10/merecimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-115664543256019072</guid><pubDate>Sun, 27 Aug 2006 02:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-26T23:23:52.573-03:00</atom:updated><title /><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/___a_dream_on_our_way_to_death_by_foureyes.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 122px; height: 122px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/320/___a_dream_on_our_way_to_death_by_foureyes.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;In The Deep&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em vários momentos a alegria não impera.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A melancolia toma de assalto e uma profunda falta de entendimento perscruta a alma.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Idêntica às profundezas silenciosas do oceano, a dúvida assalta e leva consigo uma parte do Ser.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Incompletos e imperfeitos, percebemos que a magnitude do que cerca, diminui, e a imensidão do que somos sobrepõe o ínfimo ego.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esmagado e solto ao sentimento, relegado a segundo plano pela emoção e ao primeiro pela emoção, busca o veio da sabedoria sem saber exatamente o que está fazendo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tateia às cegas, acreditando que é o centro quando nada mais é do que uma pequena ficção na profundidade do universo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As luzes se apagam e as cortinas se fecham a partir do momento em que percebe que não precisa estar no palco. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando não existe expande.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando cede, cresce, e quando cresce, desaparece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desapega e desagrega.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ama e une.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Basta que enxergue com os olhos do outro e com a visão multifacetada do cristal lapidado pela mão de Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Verdade se mostra e explode em púrpura, azul e verde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Ser torna-se pacífico e feliz, sem precisar de nada mais além da emoção que traz da origem.&lt;br /&gt;Esteve sempre lá e não expôs.&lt;br /&gt;Esteve sempre lá e não quis ver.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Bastou-lhe colocar os óculos da sensibilidade para senti-la...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-115664543256019072?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/08/in-deep-em-vrios-momentos-alegria-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-115442836103405582</guid><pubDate>Tue, 01 Aug 2006 10:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-01T07:32:41.060-03:00</atom:updated><title>Redefinindo o Ser</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/mmaravilhaPintura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/320/mmaravilhaPintura.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com 35 anos, no ínicio do segundo terço da minha vida (já viram que vou no mínimo até os 105, né? rs...), me concedi o direito da redefinição.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Descobri que posso ser feliz sem ser perfeita. Praticamente um ovo de Colombo, se é que Colombo realmente conseguiu por um ovo em pé.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aprendi que todos nós estamos em constante transformação e que não podemos criar imagens estanques de ninguém, muito menos de nós mesmos. Se nos permitimos mudar, nos permitimos crescer.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O mundo é rico de possibilidades e nós mesmos somos responsáveis pelas escolhas que fazermos. Não adianta se lamuriar porque não consegue dar um duplo twist carpado. Ou aprende ou escolhe não aprender.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tudo bem, continuo verdadeira, honesta e extremamente otimista. Mas não tenha dúvida que estes atributos não me definem integralmente. Existem milhares de outros que estão presentes agora e milhares de outros que estarão presentes no futuro e não tenho a mínima idéia de quais sejam.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sem contar que todos estes atributos variáveis são interpretados por quem lê este texto ou me conhece de forma diferente. São milhões de variações!&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-family: verdana; font-weight: normal; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabem, acho que esta é a parte divertida da vida!&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-115442836103405582?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/08/redefinindo-o-ser.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114946281268845948</guid><pubDate>Sun, 04 Jun 2006 13:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-04T20:16:54.100-03:00</atom:updated><title /><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/ying%20yang-thumb.0.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/320/ying%20yang-thumb.0.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-size:130%;" &gt;Masculino e Feminino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mulheres, vamos ser sinceras: os homens são bem pacientes. Quem consegue aceitar o paradoxo entre a doçura e a ira? Só os espíritos masculinos... Claro que não entendem nada do que acontece. Classificam as emoções femininas como um dos mistérios insolúveis do universo. A propósito, na maioria das vezes nem nós mesmas entendemos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Evidente que com tal declaração não pretendo menosprezar o imenso potencial feminino. Não consigo compreender em que ponto da história, e principalmente porque, os homens inverteram a condição de liderança feminina natural. Para mim, a força física pura e simples parece tão banal...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas sabem, sinceramente, às vezes acho que por mais que o feminino seja fascinante e naturalmente superior (rs), mulheres são um saco. Exatamente por sermos tão intuitivas e enxergarmos o mundo de uma perspectiva tão ampla, somos extremamente suscetíveis às alterações do ambiente físico, alterações corporais e principalmente hormonais, cara feia e cia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nossos humores e nossa forma de raciocínio são surreais e totalmente incompreensíveis para a alma masculina, que ultimamente tem se esforçado bastante para entender o seu algoz. &lt;span style="" lang="EN-US"&gt;É &lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;como&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt; a música do U2 “I can’t live, with or without you”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A única possibilidade razoável de convivência surge quando se estabelece uma parceria e feminino e masculino realmente buscam complementar-se. Enquanto existir uma relação de dominação, não existe relacionamento e sim uma simbiose parasitária. E veja bem, hoje em dia vejo muito mais mulheres tiranas do que homens!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As mulheres modernas, em todas as classes sociais assumem aos poucos não só as rédeas de suas próprias vidas, mas da família inteira, inclusive no âmbito financeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Diante deste poder ilimitado, se o marido não faz o que ela quer, na hora em que pede, o pobre passa na mesma hora de amado esposo a incompetente, incapaz e inútil. Se o filho resolve colocar aquela camisa verde com a calça vermelha brilhosa (onde ele arrumou isso?), não permitimos que ele saia com elas. Com isso, impedimos a espetacular experiência que ele sem dúvida tem que passar, de ser zoado pelos amigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A impressão que causa é que, historicamente, a corda do esplêndido instrumento feminino estava muito frouxa. Agora apertamos demais. Mas assim como soubemos apertar, saberemos também afrouxar na medida certa, de forma que consigamos a afinação perfeita para a melodia da vida. Ao masculino, basta descobrir como se toca o instrumento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Será que estou sendo muito pretensiosa com este texto? Relendo-o, vejo que responsabilizo a mulher por todas as mudanças comportamentais da humanidade... Mas de uma forma ou de outra, meu ponto de vista é unilateral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tudo bem, amigo, amigo. Nem feminino, nem masculino, muito pelo contrário. Exatamente por serem tão diferentes ambos concedem ao planeta um frágil equilíbrio que se sustenta como a Torre de Pisa. Um sempre será um mistério instigante para o outro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cabe a ambos, e neste momento histórico principalmente a nós, mulheres, exercitar a aceitação. Aceitando, nossos parceiros e parceiras, nossos corpos e as vicissitudes da vida, entendendo que algumas coisas podemos e até devemos mudar e outras são contingências que independem da nossa ação, seremos mais felizes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta conclusão me lembra a Oração da Sabedoria, cujo autor se perdeu no tempo: ”Senhor, dá-me serenidade para aceitar tudo aquilo que não pode ser mudado. Dá-me força para mudar o que pode ser mudado. Mas, acima de tudo, dá-me sabedoria para distinguir uma coisa da outra”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114946281268845948?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/06/masculino-e-feminino.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114819595310429710</guid><pubDate>Sun, 21 May 2006 06:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-05-22T00:56:54.113-03:00</atom:updated><title>Serra do Luar.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/jb_mente_quieta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/200/jb_mente_quieta.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Semana passada assisti à palestra do físico quântico Harbans Arora, aqui em Florianópolis. Ele apresentou o documentário "What the bleep we know", traduzido em português para "Quem Somos Nós?". Eu já havia assistido, mas ainda assim valeu a pena, pois elucidou alguns dos pontos mais complexos de uma forma muito leve, pois trata-se de uma consciência alegre e espirituosa. Mas além das sábias palavras acerca do conteúdo do documentário, achei interessante ele evocar uma música de Walter Franco (que citei no post anterior) interpretada por Leila Pinheiro chamada "Serra do Luar" - que eu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; particularmente não conhecia - e salientar que é a música mais "quântica" que ele conhece.&lt;br /&gt;Vou transcrevê-la pois evidente que assim que cheguei em casa fui procurá-la e descobri que realmente é carregada de uma sabedoria simples - como toda a sabedoria, diga-se de passagem.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Amor, vim te buscar, em pensamento,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cheguei agora, no vento,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Amor não chora, de sofrimento,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cheguei agora, no vento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu só voltei, para te contar,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Viajei, fui pra serra do luar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu mergulhei, eu quis voar,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Agora vem, vem pra terra descansar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Viver é afinar o instrumento,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De dentro para fora, de fora para dentro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A toda a hora, a todo momento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De dentro pra fora, de fora pra dentro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Tudo é uma questão de manter, a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranqüilo..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E não é que é quântico mesmo???&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114819595310429710?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/05/serra-do-luar.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114773934747564403</guid><pubDate>Tue, 16 May 2006 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-05-16T13:42:15.360-03:00</atom:updated><title>Possibilidades.</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.festivalmundialdapaz.com.br"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/400/fmpestreito.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Pouco a pouco, perco o medo e abro o peito.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;De pé em pé, trago som ao meu silêncio.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Respiro livremente e abraço sorrisos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Escolho os passos que dou e esqueço os que não dou,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não me preocupo com o alheio...&lt;br /&gt;Permito que a luz de minha visão divina ilumine o caminho,&lt;br /&gt;E dou a Deus minhas mãos.&lt;br /&gt;Minhas palavras são claras e o semblante firme,&lt;br /&gt;Consciente de que minhas certezas são apenas possibilidades,&lt;br /&gt;E de que as possibilidades são infinitas...&lt;br /&gt;Tudo é uma questão de manter&lt;br /&gt;"a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo..." *&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;* Citando Walte Franco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114773934747564403?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/05/possibilidades_15.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114662471449253549</guid><pubDate>Wed, 03 May 2006 02:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-05-02T23:53:17.956-03:00</atom:updated><title>Elos.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/lcpa32_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/320/lcpa32_.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p  style="color: rgb(51, 51, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Andando pelas ruas, num dia comum de trabalho, não são poucas as vezes que penso: “o que todo esse povo está fazendo por aqui?”. Sinto-me igual e ao mesmo tempo diferente de todos, como se um elo invisível me unisse a cada ser humano, mas, ainda que unidos, estivéssemos distantes. Neste ponto, transmuto a faixa entre o eu e o nós e percebo que ninguém está excluído, mesmo acreditando que está.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(51, 51, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Essa unidade não pode ser ensinada. Como a grande maioria das coisas na vida, só pode ser sentida. Olho para as pessoas que passam nas calçadas, consciente de que eu e elas somos unos, provenientes da mesma base, com os mesmos sentidos e emoções. O sentimento de unidade por si só me inclui no mundo e me deixa feliz sem que precise buscar motivos. Percebo que tudo, na essência, tem a mesma constituição e apenas vibra de maneiras diferentes. Não só nós, seres humanos. O ar, a terra, seres vivos e inanimados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(51, 51, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vendo o mundo desta forma, a compaixão brota de maneira espontânea e a realidade da vida não choca tanto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(51, 51, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não significa vamos virar bobos alegres e achar que tudo vai sair exatamente como imaginamos e que a paz mundial vai se instalar de imediato em todos os continentes. Não vai ser assim. Mas o senso comum que temos do suposto “errado” muda, pois percebemos que não existe certo ou errado. A dualidade desaparece e os problemas da vida não nos abalam da forma como costumavam, ainda que continuem existindo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(51, 51, 0);font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A vida permanece com todas as vicissitudes ainda que tenhamos a consciência da unidade. E sem dúvida não nos iluminamos instantaneamente, ascendendo ao nirvana com esta consciência... Mas é possível viver melhor, sofrer menos e ser mais feliz, ainda que Schopenhauer, de braços dados com Nietsche (só de sacanagem), surja de vez em quando em nossos sonhos para mostrar que o mundo é triste as pessoas são fracas. Neste caso pedimos ajuda a Einstein quando acordarmos e, conscientemente, explicamos a eles que não é bem assim, mas também pode ser. Depende do referencial...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se eu consigo ser assim o tempo todo? Claro que não, mas de vez em quando rola! Se conseguisse talvez estivesse tocando harpa com os anjinhos no Jardim do Éden! Tá aí, acho que ia gostar de tocar harpa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114662471449253549?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/05/elos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114602189964888797</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2006 03:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-04-26T00:24:59.650-03:00</atom:updated><title>Paz.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/1600/PAZBird5.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2583/2818/200/PAZBird5.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(51, 51, 153);font-size:130%;" &gt;Já disseram que a guerra é indispensável para a paz. Assim como o ódio para o amor. Se um não existisse não veríamos o outro, pois vivemos a dualidade, o paradoxo sombra e luz.&lt;/span&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 51, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas somos tão limitados, inclusive na análise da dualidade, que deixamos de avaliar sua essência. Os opostos, em que pese guardarem este rótulo, não se opõem mas se contém. Dentro da paz há a desarmonia e dentro dessa encontramos a paz. Basta ter “olhos de ver” e a dualidade se esmaece como a bruma da manhã ao nascer do sol.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 51, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No mesmo instante, podemos estar em paz, em que pese a desarmonia que domina nossos sentimentos e podemos amar, ainda que odiando, pois como seres humanos nos é permitido odiar. Só que somos tão humanos que também podemos amar... Aí está a beleza da vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 51, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A paz pode estar no hausto do corredor ou no silêncio negro da noite, no marulhar das ondas ou na impetuosa tempestade. Está na transformação, no lugar em que o outro está e no que estamos, independentemente do nosso estado de espírito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 51, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Deve ser menos falada mais sentida e muito mais pró-ativa...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114602189964888797?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/04/paz_26.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114602176605588687</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2006 03:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-04-26T00:28:28.303-03:00</atom:updated><title>Casa nova...</title><description>&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style=";font-family:verdana;" &gt;Até aqui, os queridos amigos que obstinadamente tiveram a paciência de ler o que escrevo, perceberam que estão os textos antes publicados no MSN Spaces, endereço anterior que me abrigou.&lt;br /&gt;Seguindo o conselho de diversos bloggeiros profissonais, esta amadora mudou então de residência virtual, mas ficou com pena de abandonar tudo que já foi escrito e resolveu postar tudo novamente, neste blog, respeitando a data de criação.&lt;br /&gt;Daqui por diante, só entram temas novos, com exceção, como vocês já viram, do “Quem sou eu?”, pois ainda não consegui pensar em um novo. Sejam todos bem vindos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114602176605588687?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/04/casa-nova_26.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114602137853031154</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2006 03:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-04-26T00:16:18.533-03:00</atom:updated><title>Ação e Reação no Oscar - Escrito e publicado em 19/02/2006.</title><description>&lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ontem assisti “Crash – No Limite”, um dos filmes indicados em diversas categorias do Oscar 2006. Além dele, já assisti ao “Segredo de Brokeback Mountain” e “Jardineiro Fiel”. Arthur Spiegelman faz um comentário no Terra (&lt;a href="http://cinema.terra.com.br/oscar2006/interna/0,,OI859677-EI6277,00.html"&gt;http://cinema.terra.com.br/oscar2006/interna/0,,OI859677-EI6277,00.html&lt;/a&gt;), salientando a seriedade da premiação deste ano. A maioria dos filmes aborda temas polêmicos como as relações homossexuais, preconceitos racial e religioso, desigualdades sociais de uma forma contundente e oportuna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas de todos, o que mais me impressionou foi “Crash”, seguido de perto por “Jardineiro Fiel”. A primeira impressão que temos, é que o filme trata do preconceito e dos diversos alvos que pode atingir. Mas analisando além da superfície, percebemos que consegue alcançar diversos aspectos da natureza humana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Demonstra, em primeiro lugar, a imensa intolerância que temos com quem nos cerca, sem que esta decorra apenas da raça ou da cor. O preconceito dá força aos atos de quem não aceita o ponto de vista ou as características da personalidade do próximo. Eu por exemplo, me irrito profundamente com pessoas arrogantes. Se além dessa intolerância eu fosse ainda preconceituosa em relação à religião e o arrogante professasse uma crença diversa da minha, minha irritação apenas aumentaria. Mas o fato gerador é a arrogância, ou seja, uma característica de personalidade (nem vou questionar aqui porque pessoas arrogante me incomodam, isso eu faço na terapia! – rs). Diversas pessoas que são abertamente preconceituosas conseguem refrear suas atitudes se o “alvo” tiver uma personalidade compatível com a sua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Além disso, e acho que este é o ponto principal do enredo, evidencia o quanto nossas pequenas atitudes funcionam como uma gota caindo em um lago. De uma forma ou de outra, ondas vão se formar, pequenas ou grandes, conforme o tamanho da gota e a placidez da água. E essa repercussão é responsabilidade exclusiva da gota.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pouco importa se foi jogada, se caiu por vontade própria ou se teve intenção de fazer um estrago nas águas calmas. E isso vale para nossas atitudes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quantas vezes, na tentativa de ajudar alguém que não pediu ajuda, acabamos atrapalhando a vida da pessoa de uma forma absurda, em decorrência da nossa pretensão – como diria uma amiga minha? E quantas outras nos abstemos de ajudar mesmo vendo a súplica expressa nos atos e nas palavras alheias, afinal, em alguns casos, ajudar pode dar muito trabalho...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Além disso, julgamos demais. Acreditamos saber o que o outro pensa e muitas vezes interpretamos de forma errônea o que nos dizem. Tudo de acordo com os nossos valores&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que, no mais das vezes, são muito diferentes dos valores que pautam o comportamento de quem nos cerca. Destes julgamentos tortos, decorrem brigas, separações familiares e mal entendidos que viram câncer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nestes momentos, exatamente quando a pressão nos cerca por todos os lados em virtude da forma como agimos, a vida nos dá o sinal que precisamos para recomeçar ou, no mínimo, para mudar. No filme, cada uma das pessoas envolvidas teve o seu sinal. Alguns os perceberam. Outros seguiram a vida até que ela lhes desse um novo sinal. Os últimos sequer questionaram o motivo daquele fato ter ocorrido. Simplesmente o entregaram ao destino ou o consideraram uma fatalidade que não decorreu de nada e que não vai gerar pequenas tsunamis nas vidas alheias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Cabe a cada um de nós no mínimo tentar enxergar o seu sinal, antes que o caminho iluminado com uma luz tênue não precise se transformar em um campo minado, que se ilumina quando a mina explode, pois nesse caso, a gente explode junto...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114602137853031154?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/04/ao-e-reao-no-oscar-escrito-e-publicado.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26876758.post-114602131961697622</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2006 03:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-04-26T00:15:19.620-03:00</atom:updated><title>Amores descartáveis. - Escrito e publicado em 08/02/2006.</title><description>&lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sabem, me considero uma pessoa de sorte. Já amei e já fui amada por meus parceiros. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando falo de amor o conceituo, evidentemente, pelos meus parâmetros. Vai além, muito além do sexo. Meu amor vem embalado pela amizade, cumplicidade e companheirismo e atado por um laço invisível que lança fagulhas minúsculas de entendimento mútuo e imediato com um simples olhar, que ninguém explica, só sente. Bem, talvez eu esteja falando de telepatia (rs). É quase isso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Muitos de vocês vão dizer que minha visão de amor aproxima-se à dos contos de fada. Mas percebam que os requisitos “felizes para sempre” e “mocinho e mocinha impecáveis” não estão presentes...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Observando o mundo em que nos colocaram, percebo que a exteriorização do meu conceito de amor é rara, difícil. Várias pessoas que conheço nunca provaram dessa fagulha, talvez por não encontrarem, talvez por não se permitirem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Só que esta busca não pode ser determinante para o abandono – ou não, pois só abandonamos o que já tivemos – dos princípios éticos e até morais – é, a moralidade está voltando à moda. Esta busca incessante do amor produz sentimentos imediatos e descartáveis e em conseqüência, pessoas descartáveis. A sensação é experimentada superficialmente e sem envolvimento, quase como a degustação de vinhos, quando não ingerimos o líquido pois temos muitas vinícolas a conhecer e safras diferentes a provar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os relacionamentos são efêmeros porque os solteiros que já sofreram têm “medo de se envolver” – não sei se isso virou mantra ou escudo. Os que não sofreram esperam que algo miraculoso aconteça e o amor da sua vida caia do céu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O casamento com a pessoa que teoricamente você escolheu para compartilhar a vida, é desfeito de forma rápida, afinal trás mais responsabilidades do que prazeres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não pretendo aqui ser careta ou pregar que escolhemos uma vez e devemos levar as palavras “até que a morte os separe” ao pé da letra. Mesmo porque, já me separei duas vezes. Mas o fato é que a “alma gêmea”, a “pessoa perfeita” não existe. Até mesmo porque o conceito de perfeição que tenho hoje não é o mesmo que terei amanhã.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Todos temos nossas patologias, umas mais outras menos sérias, e cabe a cada um de nós desenvolver a aceitação da patologia alheia, tornando a convivência possível. E vice versa. É uma via de mão dupla.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 51, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O bom e velho auto conhecimento é fundamental para descobrirmos o que é e o que não é aceitável no outro, sem extremos. Afinal, existem muitas características que não nos agradam mas são aceitáveis. Outras, são definitivamente insuportáveis e nos fazem mal. Fugir do relacionamento quando nos deparamos com as primeiras só faz com que corramos para outra fuga, sem percebermos que o “problema” do relacionamento é nossa própria auto-estima. Sair do relacionamento quando percebemos que as segundas estão presentes é sabedoria. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: verdana;"&gt;Finalmente, o respeito é imprescindível em relação a todas as partes envolvidas. Inclusive “terceiros de boa fé” - maridos e esposas que desconhecem as necessidades de experimentação de seus parceiros. A transparência é sempre a companheira ideal do respeito e, ausente da relação, irremediavelmente vai dar origem a um relacionamento mal resolvido e provavelmente à uma doença psicossomática... Como, teoricamente, não queremos adoecer, sejamos verdadeiros! Conosco e com o próximo, esteja ele próximo ou não...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Palavras que Fluem, Questione, busque nuances no cotidiano que nem todos vêem. Fuja do normal e veja o mundo sob outra perspectiva. Entre e saia da matrix da vida...
Filosofia e comportamento, de Anelise Baierle.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26876758-114602131961697622?l=palavrasquefluem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://palavrasquefluem.blogspot.com/2006/04/amores-descartveis-escrito-e-publicado.html</link><author>noreply@blogger.com (Anelise W. Baierle)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item></channel></rss>
