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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396</atom:id><lastBuildDate>Wed, 11 Nov 2009 10:41:58 +0000</lastBuildDate><title>Página 2</title><description /><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (horahnews)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>181</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/pag2" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-4716073635958963762</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 02:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-10T23:45:29.037-02:00</atom:updated><title>“Pacto de sangue” dos Dias favorece a candidatura de Beto</title><description>Os avanços da aliança de Osmar Dias com o PT, registrado nos últimos dias, e a conseqüente consolidação de sua candidatura ao governo do Estado, está provocando desdobramentos importantes em todo o cenário político do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro e o mais importante deles é o enfraquecimento da postulação de Alvaro Dias que pretendia ser o candidato do PSDB ao governo do Estado. A medida que a candidatura de Osmar ganha músculos a de Alvaro fenece por vários e bons motivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro deles é que o próprio Alvaro tratou de espalhar aos quatro ventos que jamais disputaria uma eleição contra o irmão. Alegava até mesmo a existência de uma espécie de “pacto de sangue” firmado com o irmão caçula em que um se comprometia a não disputar contra o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse argumento foi bom para Alvaro num primeiro momento. Sinalizava a possibilidade teórica do PSDB, tendo ele como candidato, vencer a eleição para o governo do Estado por uma espécie de W.O. político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, segundo o raciocínio vendido pelos alvaristas, e comprado como bom por uma parte da crônica política, com Alvaro candidato a vitória cairia por gravidade no colo do senador e do PSDB pela pura e simples inexistência de candidatos competitivos para enfrentá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como na velha anedota de Garrincha, faltou combinar com os russos. Para começar, Osmar não embarcou nessa onda. Ao contrário, o senador mais moço da família Dias afirmou que era candidato contra quem quer que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até contra o irmão mais velho, se fosse o caso. Dito isso, foi atrás dos aliados e, depois de um longo, tenebroso e extemporâneo inverno, parece prestes a consolidar sua aliança com o PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aliança com o PT, se for consolidada como espera a maioria dos analistas políticos, tornará a candidatura de Osmar viável e competitiva, coisa que ela não era até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só com o tempo do PDT no horário de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, Osmar teria de disputar a eleição com o espaço de um candidato nanico. Com o PT terá tempo equivalente ao do PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Osmar candidato a hipótese de Alvaro vir a disputar contra o irmão não passa pela cabeça de ninguém no PSDB. Primeiro por que seria uma coisa bizarra de explicar para o eleitor um duelo dessa natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que num Estado como o Paraná, com perto de 10 milhões de habitantes, os dois políticos mais habilitados a comandá-lo são irmãos? Os outros milhões que sobram são ineptos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar porque o caráter de fato político irreversível que começa a ganhar a aliança de Osmar com o PT consolida também a candidatura do prefeito de Curitiba, Beto Richa, pelo PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richa é o candidato preferido pelos tucanos em uma proporção de nove em cada dez e a maioria dos aliados do PSDB também prefere o prefeito. O jogo começa a ficar claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No PT os setores que resistiam a candidatura de Osmar começam a padecer de uma anemia aparentemente irreversível. A ala esquerda lança candidaturas e assiste a auto-lançamentos que não provocam qualquer tipo de impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lygia Pupatto, opção defendida pelo deputado Doutor Rosinha, é vista como um bom nome, mas forte candidata a protagonizar um vexame. Como é oriunda da área da educação, ex-reitora da UEL, não falta quem avalie que ela pode ser – caso saísse candidata - nas eleições de 2010, aquilo que foi o professor Moreira nas eleições de 2008: um fiasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro nome, neste caso auto-lançado ao governo do Estado pelo PT, foi o do ex-prefeito de Londrina, Nedson Micheleti. Nesse caso os prognósticos são ainda piores que os de Lygia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Micheleti deixou a prefeitura com índices catastróficos de aprovação. Foi um dos principais responsáveis pelo malogro desastroso da candidatura de André Vargas a prefeitura de Londrina. Se Nedson chegar a ser candidato tem tudo para pagar mico na própria cidade que comandou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rigor, o PT só dispõe de um nome próprio como alternativa para a hipótese de marchar com Osmar Dias em 2010. Trata-se de Gleisi Hoffmann, que disputou as eleições de 2006 (Senado) e 2008 (prefeitura de Curitiba) e ficou com um bom “recall” eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Gleisi, que perdeu duas eleições seguidas, não quer saber de perder uma terceira. Sonha emplacar o Senado em 2010 e sabe que esse projeto só tem a possibilidade de dar certo se Osmar for candidato ao governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mauricio Requião pode voltar ao TC&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O conselheiro do Tribunal de Contas Mauricio Requião pode reassumir o cargo hoje. O presidente do TC, Hermas Brandão, recebeu ontem um ofício assinado pelo juiz Douglas Marcel Peres, do 4º Ofício da Fazenda Pública de Curitiba, afirmando que Maurício pode voltar ao cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauricio Requião estava afastado das suas funções no TC desde o dia 4 de março deste ano. O Supremo Tribunal Federal (STF) havia decidido que a escolha de Mauricio para o TC se caracterizava como caso de nepotismo, contrariando a Súmula Vinculante nº 13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do TC, Hermas Brandão, não confirmou se iria reempossar Mauricio hoje, na reunião da 2ª Câmara, ou na sessão do pleno, que se realiza amanhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-4716073635958963762?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/11/pacto-de-sangue-dos-dias-favorece.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-7247427901009972665</guid><pubDate>Tue, 10 Nov 2009 08:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-10T10:02:16.425-02:00</atom:updated><title>Osmar pode ser o primeiro candidato definido ao governo</title><description>O PDT e o PT tiveram nesta segunda-feira uma reunião que pode ser decisiva para os rumos da aliança programada entre os dois partidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro, que foi amigável apesar da troca de chumbo entre os dois partidos nas últimas semanas, serviu para estabelecer algumas definições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira delas é que o PDT confirmou aos petistas que Osmar é mesmo candidato e que pretende&lt;br /&gt;manter essa candidatura em qualquer circunstância, ainda que não consiga estabelecer um arco de alianças que avalia como sendo o ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição é importante e clareia o cenário político porque as dificuldades que o senador vinha enfrentando nos últimos tempos colocavam em dúvida essa condição de candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre essas dificuldades, é possível enumerar os conflitos com a ala esquerda do PT, veto ao seu nome pelo governador Roberto Requião, que comanda o PMDB no Paraná e conflitos com os petistas decorrentes da decisão de Osmar de assinar o requerimento para instalar uma CPI para investigar o MST. Esses problemas alimentaram fortes rumores que o senador estava repensando sua condição de candidato ao governo e refluía para o projeto de buscar uma reeleição tranqüila para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na reunião com os petistas desta segunda-feira, o presidente do PDT do Paraná, deputado Augustinho Zucchi, teria revelado que Osmar superou esse período de dúvidas e vacilações e está disposto a ser candidato em qualquer cenário, até mesmo se o adversário for o irmão mais velho, Alvaro Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disposição de luta de Osmar teve dois desdobramentos importantes. Em primeiro lugar fortaleceu a ala do PT favorável a aliança com o PDT, grupo comandado pela presidente do partido no Paraná, Gleisi Hoffmann, e seu marido, o ministro do Planejamento Paulo Bernardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda é um ganho estratégico. Se for confirmada oficialmente e, mais ainda, se essa confirmação vier associada à formalização da aliança com o PT, a candidatura de Osmar larga na frente, com todas as vantagens que essa primazia pode conceder a um candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta imaginar as conseqüências. Enquanto Osmar poderá percorrer o Estado fazendo campanha abertamente, observando apenas as restrições impostas pela Justiça Eleitoral, seu provável principal adversário, o prefeito de Curitiba, Beto Richa, estará à espera de definições dentro de seu próprio partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, se Osmar não tem nenhum rival dentro do PDT que dispute com ele a condição de candidato, o prefeito enfrenta dentro do PSDB uma parada dura com o senador Alvaro Dias, que afirma aos quatro ventos ser tão candidato quanto Beto e exige que o nome do PSDB para disputar o governo do Estado seja definido a partir de uma espécie de teste da farinha, com base em pesquisas de opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As circunstâncias não são favoráveis a Beto nesse contexto. Enquanto Osmar, que tem cargo legislativo, dispõe de todo o tempo e mobilidade para fazer campanha, o prefeito estará preso nos próximos meses aos deveres de administrador municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto terá seu comportamento vigiado. Se extrapolar em matéria de viagens de pretenso viés eleitoral, será alvo de críticas e até de possíveis ações judiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo o sucesso e a eficácia de sua administração podem ser prejudicados pela condição de précandidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo claro dessa possibilidade se deu, dias atrás, quando a Prefeitura anunciou que pretendia ter o metrô curitibano inaugurado seis meses antes da realização da Copa do Mundo de Futebol, que terá em Curitiba uma de suas sub-sedes. Imediatamente a ministra Dilma Rousseff veio a público para dizer que, se depender do governo federal, o metrô de Curitiba não sai do projeto. Segundo a ministra, não haveria dinheiro disponível para o governo Lula financiar a obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desmentido idêntico a respeito da suposta ausência de recursos para financiar o metrô paranaense, com mais detalhes e perfídia, foi feito por Paulo Bernardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recado não podia ser mais claro. No que depender do governo federal, Beto pode esquecer qualquer tipo de ação que possa resultar em ganhos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução do cenário político a partir da confirmação de Osmar pode ter resultados importantes. Alguns analistas políticos avaliam que o cenário pode evoluir também em relação ao candidato do PMDB, Orlando Pessuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessuti poderia, segundo esses analistas, rever o projeto de sair candidato se verificar, nas próximas pesquisas, que seu nome não decola. Nesse caso, o vice-governador se limitaria a completar o mandato de Requião e deixaria o PMDB livre para marchar com a candidatura que melhor lhe aprouver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-7247427901009972665?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/11/osmar-pode-ser-o-primeiro-candidato.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-8474238179944265923</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 08:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T09:58:04.643-02:00</atom:updated><title>PT começa rever posições e pode topar aliança com Osmar</title><description>Nas últimas horas ganhou força dentro do PT do Paraná um movimento a favor de fechar logo uma aliança com o senador Osmar Dias com vistas às eleições de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário das outras vezes, essa movimentação, a favor e contra a aliança com Osmar, não foi conduzida nem pela cúpula partidária, controlada pelo casal Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, nem pela ala esquerda do PT local,onde brilham estrelas não muito luminosas,como o deputado federal Doutor Rosinha e o estadual Tadeu Veneri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse novo movimento a favor de uma aliança com Osmar, que, ao fim e ao cabo, fortalece a posição do casal Hoffmann-Bernardo, vem surgindo junto a setores das bases do Partido dos Trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para variar, esse movimento não vem envolvido em questões ideológicas nem se inspira na momentosa questão de dar um palanque forte para Dilma Rousseff, argumento invocado, muitas vezes com a maior hipocrisia, por nove em cada dez petistas que defendem a aliança do PT com Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses setores do PT, que passaram a defender a aliança imaginando que podem, com o seu peso, definir a questão, estão agindo movidos pelo mais puro pragmatismo e pelo mais fundamental instinto de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A movimentação pró-Osmar é integrada principalmente por lideranças que sonham arriscar uma candidatura ou deputados que pretendem disputar uma reeleição em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse pessoal está ficando cada vez mais alarmado com toda essa indefinição em torno da direção que o PT vai adotar nas eleições para o governo do Estado em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação estratégica que esses candidatos ou postulantes a uma candidatura pelo Partido dos Trabalhadores fazem para as eleições do ano que vem é simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito bacana o Doutor Rosinha falar contra uma aliança com Osmar Dias por conta da pureza ideológica e da luta sem trégua contra o agronegócio e os trogloditas da direita. O Doutor Rosinhaestá na dele, tem um público que aplaude esse tipo coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito legal o deputado Tadeu Veneri defender uma inviável candidatura própria do PT ao governo do Estado, invocando razões doutrinárias e utopias socialistas. O Tadeu Veneri também está fazendo seu joguinho costumeiro. Tem público para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, avaliam esses petistas, tanto o Doutor Rosinha quanto o deputado Tadeu Veneri provavelmente podem conseguir a própria reeleição por seus próprios meios, inclusive inviabilizando a candidatura dos companheiros do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto um quanto outro desenvolveram nichos cativos no eleitorado onde poderão garantir seu retorno a Câmara Federal e a Assembléia sem maiores sustos. Mas a questão que se coloca é a seguinte: como fica a situação dos demais candidatos do partido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vão todos se imolar no altar dos altos ideais bolivarianos do Doutor Rosinha e das utopias Tadeu Veneri, indagam irônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os petistas relembram as dramáticas implosões sofridas pelas bancadas do PT no Paraná nas últimas eleições. Eles não têm dúvidas em creditar esses desastres políticos a ausência de puxadores de voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o PT não se aliar com Osmar, argumentam esses petistas, o desastre vai se repetir novamente porque o partido ficará sem puxador de voto e o número de deputados federais e estaduais que o partido vai eleger vai encolher novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa linha de argumento os petistas pragmáticos avaliam que o PT não apenas deve se aliar a Osmar. Deve também deixar de lado essa história que vai celebrar essa aliança cheio de dedos, cheio de pudores, assim meio com nojo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem que ir para o inferno e se abraçar com o Diabo, diz um petista sem papas na língua que é dado a metáforas de fundo religioso. Ele aprova o raciocínio de Lula de que se Jesus estivesse fazendo política no Brasil faria uma aliança com Judas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele avalia que a aliança do PT com Osmar só será eficaz para os candidatos petistas se ela for formalizada, assumida como legítima e defendida abertamente pela militância do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só assim o partido e seus candidatos vão receber parte do influxo de votos destinado ao pedetista. Se a coisa ficar nesse lero-lero meio envergonhado, o PT só terá os ônus e nenhum dos bônus dessa aliança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-8474238179944265923?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/11/pt-comeca-rever-posicoes-e-pode-topar.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-6726908289890008182</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T21:32:39.847-02:00</atom:updated><title>PT e PDT voltam à mesa em meio a desconfianças e agressões</title><description>O chove e não molha que marca as negociações para uma aliança entre o PT de Gleisi Hoffmann e o PDT de Osmar Dias, tem data para recomeçar. Na segunda-feira, dia 9, as executivas estaduais dos dois partidos devem sentar à mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conversas foram interrompidas na semana passada depois de notas irritadas e troca de acusações amargas. O pessoal de Gleisi fez bico por causa da decisão de Osmar de assinar a CPI para investigar o MST. Já Osmar está com a maior tromba com o PT porque não agüenta mais os patrulheiros que ficam esmiuçando seu passado de suposto inimigo dos movimentos sociais e troglodita de direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recomeço não será fácil, começou a ser tentado no dia 2 de novembro. “Logo no dia de Finados”, nota o viperino presidente do PMDB do Paraná, Waldyr Pugliesi, um político que, dizem, se morder a língua, corre o risco de sofrer morte instantânea. “Isso não é coincidência, é o destino dessa aliança”, prossegue o peçonhento Waldyr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é só o venenoso peemedebista que prevê graves dificuldades para um acordo entre Osmar Dias e o PT sair da teoria. Políticos que conhecem a personalidade tortuosa de Osmar, sua facilidade de acumular mágoas e sua dificuldade de metabolizá-las, avalia que esse tipo de acerto tem chance perto de zero de prosperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento contra Osmar dentro do PT é sólido e consistente. E tem bons motivos para fazer tudo para abortar essa aliança, notam analistas políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles observam que, apesar do PT ter partido para um “pragmatismo repulsivo”, que levou Lula a pregar aliança até com Judas, Osmar Dias, com seu histórico anti-petista (perseguiu militantes do partido quando foi secretário da Agricultura), é historicamente aliado do agronegócio (ele próprio é um latifundiário) e inimigo dos movimentos sociais, em especial do MST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lugar de demonstrar arrependimento por esse passado, observam esses analistas, Osmar o reafirmou ao assinar o requerimento para criar a CPI do MST. Ou seja, ele virou as costas para aqueles que seriam seus companheiros da campanha de 2010 para reafirmar seus laços com seus antigos aliados de classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Osmar pode não ser um Judas, porque não traiu seus antigos companheiros”, avalia um petista daqueles que se alinham no bloco da esquerda que não quer saber de aliança com o PDT de jeito nenhum. “Mas ele é, sem dúvida, um Herodes ideológico se quisermos nos ater a imagens alusivas a figuras do Novo Testamento”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas do PT com Osmar não se limitam aos petistas autênticos que abominam uma aliança oportunista. Outras forças atuam para abortar esse tipo acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem também pressões de Brasília para que qualquer acerto com Osmar seja precedido de algum tipo de acordo com o governador Roberto Requião que tem o controle do PMDB do Paraná. O partido é considerado vital para que a candidatura de Dilma Roussef não dê vexame total no Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Políticos que conhecem o governador avaliam que as chances dele vir a dar um sinal positivo para um acordo entre o PT e Osmar são mais que remotas. É mais provável que Requião promova antes uma noite de São Bartolomeu e despache todos os petistas que estão abrigados em seu governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais de que um desembarque em massa de petistas do governo pode ser promovido a qualquer momento vem sendo dado com a maior clareza e regularidade. Ninguém vai poder alegar surpresa se estiver, de uma hora para outra, na fila do desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema da aliança entre o PT e o PDT no Paraná é que ela é apoiada realmente por um número muito pequeno de interessados. Ao senador Osmar Dias o acordo interessa porque ele pode ser essencial para viabilizar sua candidatura ao governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que Osmar só  vai firmar esse acordo na undécima hora. Quando se convencer que não há a mais remota possibilidade de acertar com o PSDB, partido onde se sente muito mais a vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros reais interessados nesse acordo são o casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann. Gleisi perdeu duas eleições seguidas e sonha se eleger para o Senado e garantir a renda da família num possível cenário pós-PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal projeto só tem a possibilidade de prosperar se o senador Osmar Dias continuar ouvindo o canto da sereia e se jogar na campanha para o governo do Estado e esquecer a reeleição ao Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interesses que movem a aliança PT-PDT são pequenos, localizados em ambições pessoais de um grupo reduzido. As possibilidades de que venha fracassar são muito grandes, avaliam os analistas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-6726908289890008182?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/11/pt-e-pdt-voltam-mesa-em-meio.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-6193768116846672752</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-03T18:55:02.909-02:00</atom:updated><title>Gleisi e Osmar tentam reatar em meio a novo escândalo do PT</title><description>O PT e o PDT tentam reatar negociações em torno de uma aliança política entre os dois partidos para a disputa do governo do Estado em 2010 em meio a um novo escândalo do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das notas agressivas que marcaram a semana passada, a semana inicia com um novo escândalo envolvendo o PT e a presidente do partido no Paraná, Gleisi Hoffmann, principal fiadora do acordo com do partido com Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi é apontada pela Folha de S. Paulo como beneficiária de um esquema envolvendo seguros e o programa Minha Casa, Minha Vida, um dos carros chefes da campanha de Dilma Rousseff. Segundo a Folha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma corretora dirigida por sindicalistas da Caixa Econômica Federal, que são filiados ao PT e também doadores de candidatos a deputado e prefeito pelo partido, é a maior negociadora de seguros de entrega de obras do Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal lançado há sete meses”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denúncia envolve a Fenae Corretora, “a única a ter acordo com a Caixa para a venda do seguro-garantia do programa habitacional - um negócio de milhões de reais. Empreiteiras e corretores ouvidos pela Folha afirmam haver um monopólio informal”, diz a reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esquema da corretagem de seguros concedida aos companheiros do PT já beneficiou diretamente a campanha de Gleisi Hoffmann a Prefeitura de Curitiba em 2008, informa a Folha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Fenae Corretora é ligada à Fenae (Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal), entidade associada à CUT (Central Única dos Trabalhadores). Pedro Beneduzzi Leite preside tanto a corretora como a entidade sindical. Filiado ao PT desde 1990 e com carreira no Paraná, ele já foi doador de campanha do presidente do PT, Ricardo Berzoini (R$ 4 mil em 2006), e da mulher do ministro Paulo Bernardo (Planejamento), Gleisi Hoffmann, a quem destinou R$ 4 mil em 2008, quando ela disputou a Prefeitura de Curitiba”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso envolve, além de Gleisi e Beneduzzi Leite, outros protagonistas paranaenses. Entre eles, a Seguradora J. Malucelli, segundo informa a Folha de S. Paulo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Construtoras que participam do programa são obrigadas a contratar um seguro para garantir a entrega das moradias, caso as próprias empreiteiras não cumpram o prometido. Duas seguradoras, Caixa Seguros e J. Malucelli, dominam o mercado até o momento. A Fenae Corretora é quem faz a intermediação entre construtoras e seguradoras. Em julho, Caixa Seguros, J. Malucelli e Fenae divulgaram comunicado ao setor financeiro anunciando um acordo "para explorarem juntas esse mercado". À Folha, o setor de relações com investidores da J. Malucelli confirmou que quase a totalidade dos seguros é negociada, até agora, pela parceria das três empresas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os valores envolvidos são altos e os riscos de um escândalo envolvendo o esquema são explosivos. A Folha dá uma dimensão das quantias envolvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa, segundo o jornal, “promete investir R$ 34 bilhões na construção de um milhão de casas populares. O valor a ser segurado é de 10% de cada obra. Isso representaria um prêmio de cerca de R$ 40 milhões para as seguradoras que atuarem nesse nicho - considerando uma taxa conservadora de gratificação de menos de 1,5% sobre o valor total segurado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corretagem do seguro desse programa envolve quantias milionárias, revela a Folha, e a Fenae é a grande beneficiária: “Alexandre Malucelli, vice-presidente da J. Malucelli Seguros, diz que a Fenae "é a corretora cativa da Caixa Seguros" e que por isso foi escolhida para a parceria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Iatauro menciona desembarque petistas do governo Requião&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O secretário da Casa Civil, Rafael Iatauro, é blogueiro nas horas vagas. Assina um blog onde emite opiniões fortes e dá recados e aviso aos navegantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No blog analisa, por exemplo, a tendência do PT de lançar candidato próprio ao governo do Estado e avalia a postura titubeante do senador Osmar Dias, que deve conduzi-lo de volta ao Senado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A indecisão do Senador Osmar Dias em assumir definitivamente a sua candidatura ao Governo do Estado é a grande incógnita nos meios políticos paranaenses. Corre a versão, cada vez mais difundida, que Osmar estaria inclinado a disputar a reeleição ao Senado. É que sem o apoio do Partido dos Trabalhadores suas chances se reduzem, pois teria pouco tempo no horário eleitoral, a classe rural não engoliu o namoro com o PT e as pesquisas indicam um crescimento constante e firme nas intenções de voto para Beto Richa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário menciona ainda a situação cada vez mais insustentável do PT no governo do Estado. Nota que o partido se posiciona constantemente de forma a confrontar o governador Roberto Requião. Cita, sem fazer reparos, o site “Faca Amolada”, que considera o desembarque em massa de petistas do governo uma possibilidade cada vez mais próxima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A propósito, o blog Faca Amolada, sobre esse ponto, assim se expressou: “Caso a direção do PT estadual não consiga apaziguar a revolta do governador Requião em relação as críticas contundentes do partido a sua pessoa e a seu governo, poderá haver baixa de três secretários estaduais: Lygia Pupato, da Ciência e Tecnologia, Enio Verri, do Planejamento e Valter Bianchini, da Agricultura. E dezenas de assessores em cargos de confiança indicados pelo Partido dos Trabalhadores”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-6193768116846672752?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/11/gleisi-e-osmar-tentam-reatar-em-meio.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-1009429421006687117</guid><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 23:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T21:52:33.725-02:00</atom:updated><title>Requião critica aliança com PT e prepara plano de governo</title><description>A aliança puramente fisiológica que se arma entre as cúpulas do PT e do PMDB em torno da candidatura de Dilma Rousseff recebeu novas e pesadas críticas do governador Roberto Requião. Requião deixa claro que suas objeções às negociações que se desenvolvem entre a direção nacional do PMDB e o presidente Lula não são criticas "fulanizadas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador assegura que não tem reservas pessoais contra a ministra Dilma, nem com Lula, nem mesmo com o PT. Apesar dos ataques sórdidos que muitas vezes recebe, Requião tem objetividade para avaliar toda a conjuntura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas admite que está muito preocupado com os rumos e desvios dessa tentativa de formar uma aliança de campanário, sem bases, sem povo, sem militância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas negociações ele vislumbra como motores dessa aliança o oportunismo e o mais evidente fisiologismo. Ela vem sendo costurada a revelia dos princípios, das bases partidárias e da existência de um programa mínimo comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma aliança que não pode ter seus pormenores revelados a luz do dia nem exposta na sala da família na presença das crianças, diz Requião. Ele avalia que o que está sendo cozinhado nos bastidores é uma receita infalível para um desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião anuncia que está decidido a interferir nesse processo de negociações nebulosas, articuladas em jantares realizados na calada da noite e sem testemunhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na convenção do PMDB do dia 21 de novembro, Requião vai dar início a um movimento nacional contra o pré-acordo articulado pelas cúpulas do PMDB e do PT para as eleições de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse encontro, Requião pretende lançar as bases para a elaboração de um programa de governo. A partir dele, segundo o governador, o PMDB poderá decidir se terá candidato próprio à Presidência da República ou se fará uma aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a opção pela candidatura própria quanto a da aliança podem prevalecer, diz Requião. Mas o que não é possível aceitar é que qualquer aliança seja elaborada sem que se discuta um programa de governo, sem que se indiquem linhas programáticas definidas."Alianças devem ser construídas em cima de um programa, não de um compromisso de empregos, cargos e benesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica feio isto. Estes acordos sem base programática são feios", diz Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador ironiza o fato que, tanto da parte do governo quanto da parte do PMDB, não houve sequer a tentativa de disfarçar o caráter fisiológico da aliança pretendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Falou-se nas vantagens que essa aliança traria para a tentativa de eleger Dilma Rousseff, especulou-se abertamente sobre os cargos e Ministérios que caberiam ao PMDB no contexto&lt;br /&gt;desse acerto. Em nenhum momento alguém falou do interesse nacional, de programas de governo", lastima Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião deixa claro que sua decisão de partir para a elaboração de um programa de governo alternativo não representa um ato de hostilidade ao governo do presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao defender que o PMDB elabore um programa de governo para o país, Requião diz que ele deve representar "um avanço em relação ao bom governo do Lula".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso porque precisamos avançar", insiste. "Ou alguém imagina que com Lula aconteceu aquilo que os neoliberais achavam que havia acontecido há uma década, ou seja, que chegamos ao fim da História", indaga irônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de governo para "avançar em relação ao que se conseguiu no governo Lula é um programa que será elaborado sem pressa", Requião avisa aos navegantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se depender de Requião, o PMDB não precisa ter pressa na elaboração do programa de governo. "Trata-se de um grande partido, o maior do país, que não precisa ir a reboque nem na garupa de ninguém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PMDB deve estabelecer seu tempo e sua hora. O Programa de governo pode, na visão do governador, ficar pronto até "no dia da convenção".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, este fato não atrasará as negociações para uma tomada de posição (candidatura própria ou aliança) até porque, diz Requião, "ao contrário do que parecem pensar&lt;br /&gt;alguns dos nossos dirigentes partidários, não são os outros partidos que estabelecem o cronograma do PMDB".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-1009429421006687117?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/requiao-critica-alianca-com-pt-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-6237513786441879258</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 23:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T21:22:00.659-02:00</atom:updated><title>Paulo Bernardo é o grande entrave de um acordo PMDB-PT</title><description>Analistas políticos que se debruçam sobre a conjuntura paranaense avaliam que existe um grande, praticamente incontornável, obstáculo a uma aliança entre o PMDB e o PT no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse obstáculo tem nome, sobrenome e cargo. É o ministro do Planejamento Paulo Bernardo, que nutre uma relação de hostilidade, inveja e ciúme doentio com relação ao governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernardo, que cultiva uma imerecida fama de bom articulador político, é, muito mais que Osmar Dias, o grande obstáculo para que algum dia venha a se viabilizar no Paraná a aliança PT-PMDB que o presidente Lula tanto cobiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prontuário de desavenças inúteis, ociosas e danosas cultivados por Paulo Bernardo em relação a Requião  é enorme. O ministro nunca hesitou em prejudicar o Paraná, misturando sentimentos pessoais mesquinhos com questões de Estado sempre que avaliou que sua ação poderia trazer algum tipo de prejuízo ou contrariedade a Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões da maior relevância para o Paraná, como a multa imposta pelo Itaú na questão do Banestado, que vem sangrando os cofres públicos do Estado há anos e que poderiam ser equacionadas no âmbito do Ministério do Planejamento, nunca foram tratadas por Paulo Bernardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de saber da gravidade da questão, Paulo Bernardo jamais moveu uma palha para equacionar o problema. Sempre que pode minou o terreno para que o problema não fosse resolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, como em tantos outros, sempre predominou o interesse menor, a politicagem rasteira sobre as questões relevantes que transcendem o mero enfrentamento político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Político menor, que já perdeu eleição para deputado federal e que teve uma passagem tormentosa pela Secretaria da Fazenda do notório Zeca do PT em Mato Grosso do Sul, Paulo Bernardo é daqueles políticos que coloca em primeiro lugar suas pinimbas e seus interesses pessoais. Questões programáticas, partidárias e ideológicas sempre vêm depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por outro motivo – que o do interesse pessoal - que Paulo Bernardo se tornou o grande arquiteto da aliança do PT com Osmar Dias. Uma aliança considerada espantosa mesmo para um partido que se habitou a engolir sapos ideológicos no café da manhã, no almoço e no jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias representa tudo aquilo que o PT autêntico sempre abominou. É um representante daquilo que o presidente Lula chama de “direita troglodita”. Ou seja, daquela direita que não se limita a defender posições anti-povo, mas que também é truculenta na defesa de seus interesses e não hesita em criminalizar os movimentos sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prova que Osmar Dias representa exatamente essa direita foi fornecida por ele próprio, dias atrás, quando assinou um requerimento para criar uma CPI para investigar o MST. Ora, até as pedras sabem que o objetivo da criação dessa CPI é fustigar o governo Lula e criminalizar os movimentos sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é possível que Paulo Bernardo, com todas as suas credenciais de homem de esquerda, não se sinta pelo menos constrangido em defender uma aliança com um político com esse perfil ideológico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples. Antes de mais nada, o que Paulo Bernardo tem em mente é o interesse familiar. Ele sabe que para que sua mulher, Gleisi Hoffmann, tenha alguma chance na disputa pelo Senado é preciso tirar Osmar Dias do páreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tirar Osmar do páreo e garantir a chance da mulher emplacar, Paulo Bernardo não pára diante de nada. Nem de impor ao PT uma aliança com o que existe de mais retrógrado em termos de ideologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As armações de Paulo Bernardo podem ter um fim melancólico, prevêem os peemedebistas que acompanham as manobras do ministro. “A esperteza, quando é muito grande, vira bicho e come o dono”, lembram os velhos guerreiros do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das conseqüências mais prováveis da política de hostilidade sistemática contra Requião promovida por Paulo Bernardo é que o governador, a certa altura do campeonato, se canse e procure parceiros em outro campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das parcerias naturais seria com o governador de São Paulo, José Serra, com quem Requião tem antigas e profundas afinidades que remontam do tempo da política estudantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o lado que Requião se inclinar deve pender a disputa eleitoral. Inclusive aquela em torno das duas vagas do Senado. Uma delas é do próprio governador, ninguém discute. A outra pode ser atraída por gravidade para o seu campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, ao tecer armações para intrigar Requião, Paulo Bernardo pode estar armando uma cama de gato para a própria mulher. A esperteza, como citam os velhos peemedebistas, quando é excessiva, vira bicho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-6237513786441879258?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/paulo-bernardo-e-o-grande-entrave-de-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-5361068735855998442</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 08:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T10:10:27.614-02:00</atom:updated><title>Requião vai às lágrimas ao falar da questão social</title><description>A emoção marcou a sessão da escolinha desta terça-feira, 27. O governador Roberto Requião chegou a chorar ao falar dos problemas mostradas por um vídeo produzido pela Televisão Educativa mostrando bairros carentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador também foi firme ao criticar o que identificou como um viés político da produção que teria tentado atribuir à Prefeitura de Curitiba a culpa pela situação de abandono na Vila&lt;br /&gt;Icaraí, local que se notabilizou pela chacina de oito moradores no dia 3 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O VT é muito bom, mas não é uma questão da Prefeitura, e sim de todos nós, da Prefeitura, do Estado, e da União. Ao invés de transformar isso em lamento político, em grito eleitoral, vamos continuar os projetos Osternack e Zumbi", disse Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto mencionado pelo governador é o Projeto Segurança Social. Um programa desenvolvido pela Polícia Militar na Vila Osternack, Alto Boqueirão, e na Vila Zumbi dos Palmares em Colombo, no qual a segurança é combinada com ações sociais como cursos profissionalizantes gratuitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o governador a questão da segurança pública é muito séria, muitodramática para servir de veículo para enfrentamentos políticos menores. A sociedade inteira precisa se unir - independente de partidos políticos e questões ideológicas - para enfrentar os problemas da violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos nos inspirar na Dona Graça", conclamou Requião citando uma moradora da Vila Icaraí que aparece no vídeo e que vem desenvolvendo ações para integrar a comunidade. Requião disse que os menores pobres ou infratores são almas penadas, que deveriam ser adotadas por todos nós. Daí pediu que a secretária da Criança, Thelma Alves, lesse um poema sobre um menor carente. Requião se emocionou, chorou, e não conseguiu terminar de falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capaz de se emocionar com os problemas sociais, Requião não deixa de lado as ações efetivas. Entre elas está a ordem para desencadear a grande mobilização policial no último final de&lt;br /&gt;semana que resultou em 300 prisões e a apreensão de toneladas de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São operações que vão prosseguir e terão sua intensidade aumentada, diz o governador que tem a certeza que a criminalidade precisa ter respostas duras da parte do poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Araucária aprova Requião e não vota em Osmar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma pesquisa na Região Metropolitana de Curitiba traz preocupações para os aliados do senador Osmar Dias, que pretende disputar o governo do Estado pelo PDT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa que focou o município de Araucária, reúne péssimas notícias para o senador. Primeiro, a pesquisa revela que Osmar Dias seria derrotado em Araucária tanto pelo prefeito de Curitiba, Beto Richa (59% a 23%) quanto pelo seu irmão, o senador Alvaro Dias (40% a 35%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para complicar as coisas, o governador Roberto Requião, que vai ser candidato ao Senado e já há quem diga que deverá fazer campanha contra Osmar, tem, segundo a pesquisa, uma popularidade esmagadora em Araucária. Seu governo é aprovado por nada menos que 70% dos eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As más performances de Osmar nas últimas pesquisas têm estimulado a ação, e a manifestação pública, daqueles setores do PT que nunca viram com simpatia a idéia do partido se aliar a um político visto como aliado dos banqueiros e dos latifundiários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar aumentou o problema ao assinar o requerimento da CPI para investigar o MST. Essa CPI é vista pelos petistas como um mero pretexto para a oposição fustigar o governo Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Paraná as reações não tardaram.O secretário do PT do Paraná, Florisvaldo Souza, afirma em seu blog: "O senador Osmar Dias ao assinar o pedido de instalação da CPI do MST, o que, certamente, não colabora com a construção de uma aliança ampla no Paraná, onde se deve incluir o PMDB".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise que o dirigente petista faz é linear. "Qualquer leitura mais atenta ao que está acontecendo em Brasília leva a uma mesma conclusão: a CPI do MST não é para apurar supostos desvios do Movimento. É, sim, para buscar um motivo para atingir o governo Lula", diz Florisvaldo, sugerindo que Osmar tenta se aliar ao PT ao mesmo tempo que se presta ao papel de instrumento da oposição a serviço de suas ligações conhecidas com o agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ao invés de fazer uma CPI com o objetivo de supostamente macular a imagem do MST, deveria ser feita uma apuração ampla dos conflitos no campo, onde os ruralistas estão formando verdadeiras milícias privadas, armados até os dentes", sugere Florisvaldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário do PT avalia que as complicadas conversações em torno de uma aliança com Osmar podem complicar mais ainda. "As conversas no sentido de formar aliança com Osmar Dias, que estavam fluindo, podem vir a enfrentar um debate muito mais difícil a partir desta postura".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-5361068735855998442?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/requiao-vai-as-lagrimas-ao-falar-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-592581917212841011</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T18:25:28.868-02:00</atom:updated><title>PT começa a discutir o ‘Plano B’, com Gleisi para o governo</title><description>Os faniquitos do senador Osmar Dias, que suspendeu as negociações com o PT e disse que não tinha tempo para perder com chove e não molha, acenderam o sinal amarelo no PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os petistas se deram conta que estão negociando com um político de temperamento instável, que demora muito para tomar uma decisão, mas que pode agir por impulso, ao sabor de uma irritação momentânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação dentro do PT foi no sentido que é uma temeridade colocar todas as fichas na aposta que o senador Osmar Dias vai marchar com o Partido dos Trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso ter em mente um ‘Plano B’ e a ideia mais óbvia é considerar o lançamento da candidatura de Gleisi Hoffmann ao governo, caso as negociações do PT com Osmar, como tudo indica, forem mesmo para o vinagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cúpula do PT avalia que a candidatura de Gleisi ao governo tem boas chances de surpreender. Lembram que ela teve uma votação espetacular em 2006, quando disputou o Senado e quase derrotou o senador Alvaro Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A família Dias já sentiu a força da Gleisi", diz um petista que não esconde sua antipatia a ideia do Partido dos Trabalhadores sair a reboque da candidatura de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas pesquisas para o Senado, a presidente do PT do Paraná só perde para o governador Roberto Requião. A presença de Gleisi na disputa garantiria - ao menos - um segundo turno disputado, avaliam os petistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disposição de trabalhar na hipótese de uma candidatura de Gleisi Hoffmann cresceu depois do seminário sobre o pré-sal promovido pelo governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi e o marido, Paulo Bernardo, tiveram lugar de honra no encontro e conversaram muito com Requião. Ficou claro que o governador tem resistências intransponíveis à candidatura de Osmar Dias, mas veria com bons olhos uma candidatura de Gleisi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião avalia que uma candidatura da petista aumentaria o arco de opções à esquerda e garantiria o segundo turno, quando todas as forças progressistas poderiam se unir em torno do candidato (ou candidata) que for para o segundo turno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa hipótese só não seria possível, argumentou Requião, se o PT amarrar seu apoio a um candidato que representa a direita troglodita, como Osmar Dias. Nesse caso, o segundo turno poderá ser disputado entre a direita troglodita e a direita Giorgio Armani, disse Requião, referindo-se ao perfil do prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No encontro do seminário do pré-sal discutiram-se as possibilidades de Gleisi. A conclusão foi que o PT pode ter boas chances de crescer no interior, onde o partido já  conquistou prefeituras importantes e onde estão algumas de suas principais lideranças no Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os petistas é grande o comentário sobre a reação do senador Osmar Dias a um recado enviado por Beto Richa de Israel, onde o prefeito participa de um seminário sobre urbanismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Oriente Médio, Beto sinalizou que a aliança entre o PSDB e o PDT de Osmar pode ser mantida, desde que, o candidato da aliança ao governo seja ele. Assim, toda a estrutura será utilizada para apoiar a candidatura de Osmar ao Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar, porém, comentou que é fácil haver esse entendimento. “É só continuar do jeito que vinha conversando em 2008”, disse, sugerindo que topa se aliar ao PSDB desde que o candidato ao governo seja ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No PT a leitura que se faz dessas declarações é a pior possível. A avaliação é que Osmar está doido para voltar ao aprisco da direita. “Basta que alguém dê uma abertura que ele abandonará a companhia da esquerda para se unir aos seus velhos companheiros, os banqueiros e latifundiários”, diz um petista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O lobo muda os dentes, mas não muda a mente”, filosofa outro petista para quem o senador Osmar Dias demonstra grande constrangimento e má vontade em ter o PT como aliado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele se sente muito mais à vontade com seus aliados de classe”, diz outro petista que considera uma bofetada na cara do PT a decisão de Osmar de assinar o requerimento para criar uma CPI para investigar os recursos do MST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O senador Osmar Dias rasgou sua fantasia e mostrou quem é nesse episódio da CPI”, diz esse petista. “Osmar quer criminalizar os movimentos sociais”, prossegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se Osmar se eleger governador a questão social vai se tornar um caso de polícia. As terras serão desocupadas a bala e as reivindicações sociais serão respondidas com bombas e cargas de cavalaria. Todos nós já vimos esse filme e não estamos interessados em reprise”, encerra o petista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-592581917212841011?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/pt-comeca-discutir-o-plano-b-com-gleisi.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-3003992215254692957</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 02:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T18:52:59.898-02:00</atom:updated><title>Irritado com o PT, Osmar estaria preparando terreno para desistir</title><description>As coisas chegaram, aparentemente, a um ponto sem retorno entre o senador Osmar Dias e o Partido dos Trabalhadores. Cansado de ser hostilizado pelo que classifica como sendo o “baixo clero” do PT, Osmar Dias estaria começando a tomar medidas que apontam para uma desistência de sua candidatura ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro anunciou, no início da semana, que estava fechando para balanço. Não quer mais saber de conversa sobre alianças e que iria se dedicar a confeccionar o seu programa de governo. Ontem Osmar pregou mais um prego no caixão de sua aliança com os petistas. Contrariando as orientações, e pressões, do Palácio do Planalto, assinou o pedido de CPI para investigar a origem dos recursos do MST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um veterano deputado estadual, que conhece bem o senador, faz uma leitura do quadro. “O Osmar não tem estômago para negociar com o PT. É muita trairagem. Um sujeito vem e te afaga no almoço e vem três que te apunhalam na hora do jantar. O Osmar é um sujeito direto, sem firulas, não está mais agüentando o tranco de negociar com o PT”, avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado diz que Osmar não agüentou ter de esperar na fila uma decisão dos petistas. “Eles precisam antes amarrar as alianças nacionais para só depois ver como fica a situação nos Estados. O problema é que essa não é uma espera tranqüila para Osmar. Primeiro ele tem de ficar explicando para os seus eleitores porque vai se aliar ao PT, que sempre combateu. Segundo, ele tem que ter sangue de barata para agüentar as agressões da chamada ala esquerda do PT que o xinga de latifundiário e inimigo dos trabalhadores. Osmar não está segurando esse rojão”, observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esse deputado, o problema de Osmar é que sem a aliança com o PT ele não vai ter tempo na televisão suficiente para tornar sua candidatura viável, e Osmar sabe disso. Para esse deputado, o senador já estaria preparando o terreno para anunciar sua desistência. Osmar acabaria disputando o Senado e a avaliação que se faz é que teria uma reeleição tranqüila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gota d’água para Osmar pode ter sido o encontro de representantes da esquerda do PT em Curitiba na última quarta-feira. Ali Osmar foi alvo de hostilidades inimagináveis para um futuro aliado político. Entre elas, que era melhor perder com candidatura própria que ganhar a eleição com um “inimigo da classe trabalhadora” como Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serge Goulart, candidato a presidente nacional do PT, disse que o partido “tem a obrigação de romper as alianças com todos os partidos de direita e lançar candidato próprio em todos os Estado”, do contrário será “um festival de degradação do partido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliou que no Paraná uma aliança com Osmar equivaleria a uma “humilhação”. Marcos Sokol, outro candidato a presidente do PT, afirma que a ministra Dilma Rousseff “é a única que pode representar as aspirações da população”, mas sua eleição “não pode ser ao preço de rifar as candidaturas próprias nos Estados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Tadeu Veneri, que concorre à presidência estadual do PT, foi na mesma linha. Lamentou apenas que a cúpula do partido esteja “no caminho inverso da base que quer candidatura própria”. Para ele, não há a necessidade de alianças para formar um palanque forte para Dilma Roussef no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saturado com o chove e não molha do PT nacional e irritado com as agressões, Osmar perdeu a paciência e começou a dar o troco. Nesta quinta-feira, 22, mandou seu capo regime, Augustinho Zucchi, comunicar a Gleisi Hoffmann, presidente do PT do Paraná, que simplesmente não vai participar de um ato político que seria realizado no dia 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse encontro havia sido agendado em Brasília, com o aval do marido de Gleisi, o ministro paulo Bernardo. Seria um ato político importante, com a participação do PDT, do PT, do PR e do PSC. Ou seja, de todos os partidos que poderiam apoiar Osmar. Seriam ainda convidados outros partidos da base aliada de Lula, como o PMDB, o PP e o PSB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao avisar que não vai e mandar Zucchi telefonar para Gleisi dizendo que é melhor adiar o encontro e não estabelecer nova data, Osmar se coloca a um passo da ruptura total e da desistência da candidatura ao governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quebra, o senador assinou o requerimento para criação da CPI do MST. Um tapa na cara do PT que o hostiliza todos os dias e em todos os lugares. Uma na ferradura e outra na ferradura também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Osmar enveredar pela idéia de abandonar a candidatura ao governo e decidir disputar a reeleição ao Senado, o quadro político vai sofrer uma dramática reviravolta. Para começar, muita gente que hoje se assanha para disputar uma vaga no Senado, como Gleisi Hoffmann, pode mudar rapidinho de projeto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-3003992215254692957?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/irritado-com-o-pt-osmar-estaria.html</link><author>noreply@blogger.com (horahnews)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-2603984224923763086</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T17:55:07.093-02:00</atom:updated><title>Requião pode liderar dissidência do PMDB no Sul</title><description>Está profundamente enganado quem imagina que as negociações da cúpula do PMDB com o PT e o PDT para uma eventual aliança, em torno da candidatura de Dilma Rousseff, vai obrigar o governador Roberto Requião a se enquadrar e, eventualmente, vir a apoiar a candidatura de Osmar Dias ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem fazer marola, mas com firmeza, o governador tem enviado alguns avisos aos navegantes. O primeiro deles é que, em nenhuma hipótese, vai abrir mão de apoiar a candidatura própria do PMDB para apoiar a candidatura de Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, Requião tem sinalizado que receberá muito mal qualquer pressão para que se engaje nessa aliança apoiando o nome do senador Osmar Dias. Mais ainda, Requião avisa que interpretará qualquer pressão nesse sentido como uma declaração de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declarações de guerra devem ser respondidas com medidas fortes, como preconizava o mestre da guerra chinês Sun Tzu, uma leitura de cabeceira do governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das medidas em estudo para retaliar a pressões desse tipo seria a de vir a liderar uma dissidência do PMDB no Sul que poderia apoiar a candidatura presidencial do governador de São Paulo, José Serra, do PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião deixa claro, para os mais assanhados, que um eventual apoio a Serra não significa que vai apoiar a candidatura do PSDB local, que deve ser ocupada pelo prefeito de Curitiba, Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PMDB, insiste o governador, não abre mão de ter candidato próprio ao governo do Estado na disputa de 2010. E o candidato é o vice-governador Orlando Pessuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No plano nacional, o governador não se sente representado e tampouco vê necessidade de respeitar e acatar as articulações conduzidas pelo presidente nacional do partido, deputado Michel Temer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se vê excluído das decisões e articulações, se sente perfeitamente à vontade para procurar um caminho próprio caso alianças e acordos sejam costurados a sua revelia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pacto em separado de Requião com Serra não é algo tão estranho quanto pode parecer à  primeira vista. Serra e Requião tem afinidades consistentes. Militaram juntos na esquerda do movimento estudantil, tiveram problemas com a repressão e tem pontos comuns no pensamento econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto um quanto o outro são desenvolvimentistas, contrários a excessiva dependência do capital estrangeiro e críticos do modelo de desenvolvimento neoliberal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma aliança de Serra com Requião  é um caminho que poderia ser seguido com naturalidade, sem sobressaltos, o mesmo não se pode dizer da aliança tipicamente espúria que se trama entre o PT e o PDT no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias e o PT são como água e azeite. Osmar representa tudo aquilo o que o PT dizia combater. É o homem do agronegócio e do latifúndio. Foi feroz perseguidor de petistas quando comandou a Secretaria da Agricultura, entre 1987 e 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demitiu e perseguiu inúmeros militantes da esquerda. Tantos que Requião criou uma lei específica para reparar os danos e prejuízos causados pelas perseguições de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aliança que o PT e o PDT tentam firmar no Paraná é um processo completamente artificial e oportunista. As partes se odeiam e nada tem em comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma aliança entre o PT e Osmar é  tão anormal que já existe um forte movimento, dentro do próprio Partido dos Trabalhadores do Paraná, que visa abortar esse acerto. É liderado pela ala autêntica do partido, liderada pelo deputado Tadeu Veneri, e tem o apoio de gente como o Doutor Rosinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles avaliam que o PT sairá derrotado de uma aliança dessa natureza ainda que Osmar Dias vença a eleição. Tudo porque o partido estará enterrando em cova rasa o que resta de seus princípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ala autêntica do PMDB a aliança que o grupo mais fisiológico do partido articula com o PT também  é vista com as maiores reservas. É uma aliança sem qualquer vínculo programático, baseada apenas nos interesses menores de grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa aliança, por sinal, ganhou uma ironia afiada da cientista política Lúcia Hippolito em seu comentário na rádio CBN. Com elevado poder de síntese, ela parece ter estabelecido uma definição final para a aliança pretendida: “PMDB e PT: amizade colorida, não casamento de papel passado”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-2603984224923763086?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/requiao-pode-liderar-dissidencia-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-5214179519453100426</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 08:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T09:37:48.909-02:00</atom:updated><title>Alvaro comemora vitórias sobre Osmar nas pesquisas</title><description>Todos os especialistas são unânimes em fazer um diagnóstico político: são muito escassas as chances de o senador Alvaro Dias vir a ser o candidato do PSDB ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, o nome do prefeito de Curitiba, Beto Richa, é preferido por nove em cada dez tucanos de todas as plumagens e poleiros. Para complicar, o nome de Alvaro não vem nem mesmo em segundo lugar nas preferências de boa parte do PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, por algum motivo, Beto Richa desistisse de ser candidato, as preferências de boa parte dos tucanos se deslocaria para Osmar Dias, do PDT. Mas nem com esse quadro adverso o ex-governador Alvaro Dias anda triste ou desenxabido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário, Alvaro está radiante. Acredita que tem muito a comemorar e se consola dos eventuais revezes com várias reflexões políticas que considera da maior relevância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, raciocina que as últimas pesquisas provam, de papel passado, mais uma vez, que é ele, Alvaro, e não Osmar o bom de voto da família Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as pesquisas de todos os institutos, tanto dos nacionais quanto dos locais, em todos os cenários, mostram que ele tem mais votos que o irmão mais novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o critério do candidato com maior potencial de votos fosse usado para uma decisão, no âmbito familiar, sobre quem seria o candidato, Alvaro teria de ser o escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por algum motivo Beto Richa decidir não ser candidato ao governo, Alvaro acredita que é ele e não Osmar quem deve ser o candidato. Tem números muito sólidos para mostrar que é muito melhor opção política que o irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vantagem do ex-governador sobre Osmar Dias nas pesquisas de opinião não é coisa recente. Na primeira grande pesquisa sobre a sucessão estadual, realizada em março deste ano pelo Datafolha, essa situação já ficava clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Datafolha descobriu que se Alvaro enfrentasse Osmar Dias - num mano a mano - derrotaria o irmão mais novo por uma margem folgada, quase com um pé nas costas. Alvaro faria 39% contra 27% de Osmar. Uma vantagem de12 pontos percentuais ou 840 mil votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro tem os dados dessas pesquisas na ponta da língua e gosta de citálas para rebater aqueles que insinuam que ele é um político meio "démodé" e que estaria padecendo do que seus adversários chamam, maldosamente, de "fadiga de material".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fadiga de material é essa, indaga Alvaro, quando se analisa a pesquisa realizada pela Paraná Pesquisas em Ponta Grossa, entre 11 e 13 de outubro, que o mostra - 12,07% atrás de Beto Richa, é verdade - mas com 7,39% a frente de Osmar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro recorda que obtém seus ótimos resultados em situação desfavorável em relação a seu irmão. Osmar está todo dia na mídia inclusive pelo fato de poder vir a ser o candidato que eventualmente terá o apoio do presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ainda, Osmar está em campanha aberta para o governo desde 2006, quando foi derrotado na disputa pelo Palácio Iguaçu por Roberto Requião. Enquanto Osmar esteve todo esse tempo na berlinda, ele, Alvaro, se mantém na cabeça do eleitor graças aos méritos do seu governo (1987-1990), apesar de toda a maledicência daqueles que não deixam ninguém esquecer aquele lastimável incidente com os professores, no longínquo agosto de 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro acredita que também se mantém na memória do eleitor graças a seu senso de oportunidade e as aparições constantes na televisão, na condição de um dos senadores mais atuantes e falantes da bancada da oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro acredita que essas pesquisas devem ensinar muita coisa para muita gente. Primeiro para Osmar, que precisa repensar alguns de seus critérios. Entre eles o de que a primazia para ser&lt;br /&gt;escolhido para uma disputa não é apenas uma questão de vontade, é uma posição que se conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra é para esses setores do PSDB que deram para esnobá-lo como um político superado e que já teve sua época. Alvaro acha que é, dos políticos do bloco aliado, o que tem menos holofotes&lt;br /&gt;a iluminá-lo e, ainda assim, faz ótima figura. Não pode, de forma alguma,&lt;br /&gt;ser jogado para escanteio nas opções para disputar o governo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-5214179519453100426?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/alvaro-comemora-vitorias-sobre-osmar.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-1904518662842754351</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 02:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-19T18:08:58.794-02:00</atom:updated><title>Beto abre 11 pontos de vantagem sobre Osmar em Ponta Grossa</title><description>O prefeito de Curitiba, Beto Richa, do PSDB, abriu uma vantagem de 11,18% em Ponta Grossa sobre seu principal adversário na corrida pelo Palácio Iguaçu, o senador Osmar Dias. Beto venceria a eleição no primeiro turno superando a soma de todos os seus adversários se a eleição ficasse restrita aos Campos Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações fazem parte da última pesquisa da Paraná Pesquisas sobre as eleições de 2010. Foram ouvidos 555 eleitores. As entrevistas foram feitas de 11 a 13 de outubro. O grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de 4,5% para os resultados gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, realizada em um importante reduto eleitoral, é considerada pelos especialistas um bom termômetro da situação eleitoral no Paraná. Ela  reforça a impressão que a candidatura de Beto Richa, que se irradia a partir de Curitiba, onde o prefeito se reelegeu em 2008 com 77% dos votos, vai empolgando o interior do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados da pesquisa estimulada indicam um favoritismo difícil de reverter em favor do prefeito. A pergunta: “Se as eleições para Governador do Paraná fossem hoje e os candidatos fossem estes, em quem o Sr(a) votaria?”, colheu as seguintes respostas: Beto Richa 45,59%; Osmar Dias 34,41%; Orlando Pessuti 4,50%; Paulo Bernardo 1,98%; Melo Viana 0,54%; Lineu Tomaz 0,18%; Não sabe 6,85%; Nenhum 5,95%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única hipótese de ocorrer um segundo turno, segundo a Paraná Pesquisas, seria em cima de um cenário altamente improvável: Beto Richa teria de enfrentar, ao mesmo tempo, os irmãos Alvaro e Osmar Dias. Tal ocorrência é improvável porque Beto e Alvaro pertencem ao mesmo PSDB e os irmãos alardeiam a existência de um pacto familiar que os impediria de disputar eleição um contra o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo considerando toda essa improbabilidade o instituto foi a campo e criou um cenário com os três competidores. Mesmo nessa circunstância Beto mantém a liderança. Quem se sai mal é Osmar Dias que aparece em terceiro lugar. Os números obtidos pela Paraná Pesquisas são os seguintes: Beto Richa 38,38%; Álvaro Dias 26,31%; Osmar Dias 18,92%; Orlando Pessuti 3,96%; Paulo Bernardo 1,26%; Lineu Tomaz 0,18%; Melo Viana 0,18%; Não sabe 5,95%; Nenhum 4,86%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paraná Pesquisas testou ainda um terceiro cenário. Nele o senador Osmar Dias desiste da disputa pelo governo e quem duela com Beto Richa é seu irmão, Alvaro Dias. Nesse cenário a performance da oposição a Beto melhora algumas frações de ponto mas não consegue impedir a vitória do prefeito já no primeiro turno. Os números encontrados são os seguintes: Beto Richa 45,23%; Álvaro Dias 35,68%; Orlando Pessuti 4,50%; Paulo Bernardo 1,26%; Melo Viana 0,72%; Lineu Tomaz 0,18%; Não sabe 6,85%; Nenhum 5,59%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa espontânea o quadro se torna menos definido, embora o favoritismo de Beto Richa persista. Ainda é alto o índice de indefinição. Os números são os seguintes: Beto Richa 10,27%; Roberto Requião 6,13%; Osmar Dias 4,86%; Álvaro Dias 3,60%; Orlando Pessuti 0,90%; Flávio Arns 0,18%; Gleisi Hoffmann 0,18%; Rubens Bueno 0,18%; Outros nomes citados 0,36%; Não sabe 71,35%; Ninguém 1,98%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa para o Senado já tem características bem delineadas em Ponta Grossa, segundo a Paraná  Pesquisas. O governador Roberto Requião tem praticamente assegurado sua vaga. A grande disputa se dará em torno da segunda vaga para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro para a disputa ao Senado ficou assim (é preciso considerar que cada entrevistado poderia escolher até dois nomes, por este motivo a soma dos percentuais fecha mais de 100%): Roberto Requião 54,77%; Gleisi Hoffmann 32,61%; Gustavo Fruet 15,86%; Ricardo Barros 14,77%; Abelardo Lupion 9,73%; Alfredo Kaefer 3.06%; João Elísio Ferraz de Campos 2,34%; Não Sabe 8,11% e Nenhum 7,39%.Segundo a Paraná Pesquisas, a maioria dos moradores de Ponta Grossa avaliam positivamente os governos estadual e federal, o que transforma Lula e Requião em grandes eleitores no município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes eleitores no Paraná  em 2010 serão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Roberto Requião. Segundo a Paraná Pesquisas, a maioria dos moradores de Ponta Grossa avalia positivamente os governos estadual e federal, o que transforma Lula e Requião em grandes puxadores de votos no município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta sobre Lula foi a seguinte: “De uma maneira geral, o Sr(a) aprova ou desaprova a administração do Presidente Lula até o momento?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As respostas foram tabuladas assim: Aprova 75,86%; Desaprova 21,44%; Não sabe/ não opinou 2,70%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o governo do Estado a pergunta foi esta: “De uma maneira geral, o Sr(a) aprova ou desaprova a administração do Governador Roberto Requião até o momento?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As respostas: Aprova 63,06%; Desaprova 32,97%; Não sabe/ não opinou 3,96%.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-1904518662842754351?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/beto-abre-11-pontos-de-vantagem-sobre.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-909706703047340034</guid><pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-15T22:00:00.558-03:00</atom:updated><title>Requião está pronto para a Presidência, diz ex-ministro</title><description>O governador Roberto Requião foi apontado pelo ex-ministro dos Asssuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, como um nome que o PMDB dispõe e que está “inteiramente capacitado para exercer a Presidência da República”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A declaração de Mangabeira Unger aconteceu durante uma reunião em Curitiba com Requião. O ex-ministro declarou que o governador se enquadra perfeitamente no perfil que elaborou para comandar o país a partir de um projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira, que se filiou recentemente ao PMDB, está percorrendo os estados brasileiros para discutir a elaboração de uma proposta para o País que possa sustentar uma possível candidatura do partido à presidência em 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A grande tarefa do País é organizar um novo modelo de desenvolvimento, baseado na ampliação de oportunidades para aprender, trabalhar e produzir. Um modelo que afirme a primazia dos interesses do trabalho e da produção sobre os do dinheiro vadio, do capital financeiro”, afirmou Mangabeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entendo que o maior partido do País precisa ter proposta, não pode ser uma massa de manobra de outras forças. Não é sadio na vida republicana que um grande partido, muito menos o maior do País, seja linha auxiliar de outros partidos. O natural é que esta proposta se traduza em um projeto de poder e, portanto, em uma candidatura presidencial”, argumentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O partido não definiu um nome de candidato às eleições, mas dispõe de muitos, inclusive o do governador Roberto Requião, inteiramente capacitados para exercer a presidência da República”, falou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira destacou que não está propondo candidaturas, mas projetos, e nesse projeto que se enquadra o nome de Requião. “Não se trata agora de discutir candidaturas, mas um projeto. Entendo que este processo de debate ajudará a esclarecer o caminho a ser tomado para se transformar essa proposta programática em um projeto de poder”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mangabeira, o Brasil obteve alguns avanços durante o governo Lula. “Entretanto, precisa de um novo projeto, capaz de construir um modelo de desenvolvimento que afirme a primazia dos interesses da produção e do trabalho sobre os do rentismo, do dinheiro estéril”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse projeto deve fortalecer a vitalidade brasileira, a energia empreendedora e criativa que fervilha, mas que está frustrada e dispersa em todo o País. Quero vê-la instrumentalizada com oportunidades e capacitações, e vou lutar para que o PMDB seja um agente político desta alternativa nacional”, disse o ex-ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta proposta, o ex-ministro defende quatro vertentes principais. A primeira refere-se à democratização das oportunidades econômicas, que implica em uma política industrial – voltada para pequenas e médias empresas, que representam a parte mais importante da economia nacional – e uma política agrícola, que assegure atributos empresariais para a agricultura familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É preciso ainda uma reforma das relações entre o capital de trabalho, que organize o novo corpo de regras para proteger, representar e organizar a maioria que está fora da proteção da lei”, disse, ao destacar que metade da população economicamente ativa do País está na economia informal e que a parte crescente de trabalhadores na economia formal estão em situação de trabalho temporário, terceirizado ou autônomo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda idéia defendida por Mangabeira é “assegurar condições práticas para que o Brasil não fique de joelhos na economia do mundo”. Para ele, é preciso mobilizar os recursos nacionais e construir canais que mobilizem a poupança de longo prazo para um investimento produtivo também de longo prazo, de forma “que a poupança nacional não se dissipe em um cassino financeiro”. “Nenhum país fica rico com dinheiro dos outros”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacitação dos brasileiros, com a ampliação das oportunidades educacionais, é a terceira vertente discutida pelo ex-ministro. Mangabeira acredita que há duas prioridades. “A primeira é organizar os instrumentos que permitam reconciliar, em um País grande, desigual e de regime federativo, a gestão local das escolas pelos estados e municípios com padrões nacionais de investimentos e de qualidade. A segunda é substituir o ensino que temos ainda pautado pela ‘decoreba’, o enciclopedismo informativo superficial, por um analítico e capacitador”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quarta idéia defendida pelo ex-ministro é a reconstrução do Brasil, “porque ainda não temos um Estado capaz de fazer tudo isso”. Segundo Mangabeira, tal reconstrução depende de três agendas, que devem ser promovidas simultaneamente: profissionalismo burocrático, eficiência administrativa e experimentalismo na maneira de prover os serviços públicos, como educação e saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há por que escolher entre a provisão burocrática de serviços padronizados de baixa qualidade e a privatização desses serviços em favor de empresas movidas por objetivo de lucro”, argumentou. Mangabeira disse que há outra possibilidade, “que é o Estado ajudar a preparar, organizar, financiar e monitorar a sociedade civil independente para que ela também participe da provisão competitiva e experimental dos serviços públicos”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;A convite de Shimon Peres, Beto discursará em Conferência em Israel&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O prefeito Beto Richa foi convidado pelo presidente de Israel, Shimon Peres, para ser um dos palestrantes da Conferência Mundial Facing Tomorrow (Enfrentando o Amanhã), que será realizada em Jerusalém a partir da próxima terça-feira (20) e reunirá presidentes, líderes mundiais, pensadores, artistas e cientistas. “Será um grande prazer se Vossa Excelência puder se unir a mim como meu convidado pessoal e orador-convidado da segunda Conferência Presidencial Israelense anual Facing Tomorrow 2009”, escreveu Shimon Peres em carta enviada a Richa em junho último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este convite é mais um importante reconhecimento internacional para a capital paranaense, que terá participação de destaque num evento de alto nível e com autoridades mundiais de diversas áreas”, diz o prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferência Anual Mundial “Enfrentando o Amanhã” foi iniciada em 2008 pelo presidente Shimon Peres e terá lugar pela segunda vez em Jerusalém, capital de Israel. A conferência está centrada no futuro comum buscando investigar as tendências que estão moldando o futuro e explorar as ações que podem e devem ser realizadas para o aprimoramento do amanhã no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura do evento será na terça-feira (20), com as participações de Shimon Peres, do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, e do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta, Richa participa das Sessões Plenárias da Conferência Presidencial. Na quinta pela manhã, Beto tem audiência com o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat. O prefeito de Jerusalém também enviou carta a Richa convidando-o para um encontro e para participação na Conferência. Na quinta à tarde, o prefeito faz sua apresentação no painel Cidades do Amanhã, falando sobre Curitiba e a experiência da gestão da capital paranaense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira (26), Richa estará em Beirute, onde terá audiência com o presidente do Líbano, general Michel Suleiman, seguida de uma visita ao Parlamento Libanês, onde terá uma audiência com o presidente do Parlamento, Nabih Berri. Na terça (27), Richa terá audiência com o primeiro-ministro do Líbano, Saad Hariri.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-909706703047340034?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/requiao-esta-pronto-para-presidencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-7053197958380978836</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T20:43:00.217-03:00</atom:updated><title>MP inocenta Beto Richa no caso do comitê Lealdade</title><description>O Ministério Público regional eleitoral do Paraná concluiu que o prefeito de Curitiba, Beto Richa, não teve qualquer participação nas pretensas irregularidades envolvendo dissidentes do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro -  PRTB - durante a eleição para a prefeitura da capital em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão é do procurador eleitoral Néviton de Oliveira Batista Guedes no parecer sobre o envolvimento do prefeito no caso dos dissidentes. O relatório foi encaminhado ao Tribunal Regional do Paraná e o procurador recomenda o arquivamento do caso em relação a Carlos Alberto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procurador encaminhou os autos à  promotoria eleitoral do Ministério Público do Paraná para dar prosseguimento às investigações sobre a possível existência de caixa 2 na campanha de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parecer de 62 páginas, Guedes diz que todos os envolvidos no vídeo do PRTB negaram a participação pessoal do prefeito Beto Richa – com exceção do empresário Rodrigo Oriente. “Restou afastada a participação pessoal de Carlos Alberto Richa nos crimes eleitorais inicialmente noticiados”, diz o parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa não se manifestou publicamente sobre o parecer favorável do Ministério Público, mas colocou o seguinte comentário em seu twitter: “MP Eleitoral concluiu investigações. Provado que as denúncias feitas contra mim eram falsas e tinham objetivo de forjar armação política”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público Eleitoral do Paraná investigou o assunto após um vídeo mostrar 23 ex-candidatos a vereador pelo PRTB recebendo dinheiro no Comitê Lealdade, fundado por dissidentes do PRTB e de funcionamento independente da campanha de Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guedes encaminhou o caso à promotoria eleitoral do Ministério Público do Paraná para que sejam feitas as investigações sobre suspeita de caixa 2 no Comitê PRTB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de inocentar Richa, o procurador concluiu que se aconteceram irregularidades no Comitê Lealdade, elas não modificariam o resultado da eleição para prefeito, em que Richa venceu no primeiro turno, com 77,27% dos votos válidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As investigações do Ministério Público Eleitoral do Paraná sobre um suposto escândalo na campanha de 2008 começaram depois, em junho de 2009, a partir da divulgação de um vídeo mostrando que 23 ex-candidados a vereador pelo PRTB receberam dinheiro de Alexandre Gardolinski – coordenador do Comitê Lealdade, fundado por dissidentes da legenda que se recusavam a apoiar, na eleição do ano passado, o candidato Fabio Camargo, do PTB, partido ao qual o PRTB estava coligado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denúncia bancada por alguns veículos de comunicação pretendia que o dinheiro, cerca de R$ 1.600 para cada candidato, seria um pagamento pela desistência das candidaturas à Câmara Municipal de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parecer, o procurador afirma que as imagens do vídeo não são suficientes para concluir sobre o motivo dos pagamentos e que o dinheiro teve origem variada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É de se reconhecer que, das provas colhidas, é variada a origem desses valores. Parte, certamente, veio dos recursos oficiais da campanha, mas parte também veio de recursos ‘arrecadados’, por exemplo, diretamente pelo próprio Rodrigo Oriente e por Alexandre Gardolinski”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parecer do MP Eleitoral, Néviton Guedes relata que, depois de colhidas mais de uma dezena de depoimentos, todos os personagens envolvidos no vídeo do PRTB negaram a participação pessoal do prefeito Beto Richa – com exceção do empresário Rodrigo Oriente, o ex-servidor da prefeitura de Curitiba e integrante do Comitê Lealdade que fez a denúncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Restou afastada a participação pessoal de Carlos Alberto Richa nos crimes eleitorais inicialmente noticiados”, diz o texto do parecer de Guedes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há dúvida de que eventuais ilícitos eleitorais praticados em qualquer campanha eleitoral podem ser investigados de ordem a justificar a impugnação da conquista do mandato do candidato beneficiado, e isso ainda que não existente participação direta e pessoal desse mesmo candidato. Tudo isso, obviamente, se os fatos revelarem potencialidade lesiva para macular o resultado do pleito”, diz um trecho do parecer do Ministério Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procurador analisa que eventuais irregularidades praticadas pelo Comitê Lealdade não modificaram o resultado da eleição dado que a vitória do prefeito foi obtida por um percentual esmagador de 77,27% dos votos válidos já no primeiro turno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oposição ao prefeito ficou muito animada com o episódio do comitê do PRTB e um pedido para a cassação do mandato de Richa foi feito dias após a denúncia ser veiculada na imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conclusões do Ministério Público de que Richa não está, de nenhuma maneira, envolvido no episódio e que eventuais irregularidades no comitê do PRTB não tiveram influência no resultado da eleição tendem a colocar uma pá de cal sobre esse assunto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-7053197958380978836?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/mp-inocenta-beto-richa-no-caso-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-4012324927938294657</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 03:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-13T18:55:07.741-03:00</atom:updated><title>Novo escândalo com terminais em Paranaguá</title><description>A bruxa está solta nos terminais públicos de Paranaguá. Depois do terminal de álcool da Alcopar, que há meses não transporta uma gota de álcool, mas que irriga um escândalo que espalhou seus tentáculos pela administração pública, por secretários e Assembléia Legislativa, surgem novas denúncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora se descobre que deu xabu em dois outros terminais públicos do Porto de Paranaguá. No Terminal Público de Fertilizantes e no novo Terminal de Veículos no Porto de Paranaguá. Apesar de inaugurados há sete longos meses, não saiu por eles um único veículo e nenhuma carga de fertilizante entrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram investidos R$ 15 milhões para construção desses terminais até agora inúteis. Se somados aos pelo menos R$ 13 milhões atolados no Terminal Público de Álcool, que chegou a funcionar alguns meses antes que sua inadequação técnica e ambiental ficasse flagrante, temos que, pelo menos, R$ 28 milhões naufragaram nesses empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma previsão otimista sobre os terminais encalhados de veículos e de fertilizantes. Essa previsão estima que eles estarão funcionando em dois meses. Mas, assim como no caso do terminal do álcool, é preciso ter cautela com o otimismo. Faltam itens essenciais para operação dos dois terminais. Entre elas a obtenção de licenças e a instalação de sistemas para controlar a entrada de pessoas, veículos e mercadorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urgência é o que não falta. Paranaguá  é hoje a principal porta de entrada de fertilizantes do Brasil e o segundo maior porto na movimentação de veículos. A explicação da Appa para esse descalabro é evasiva. Daniel Lúcio Oliveira de Souza, o superintendente, alega que as unidades ainda não começaram a operar porque houve atraso no processo de alfandegamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita Federal teria mudado o procedimento de liberação dos locais como áreas alfandegadas logo após a inauguração. Por conseqüência estariam sendo feitas modificações para atender as determinações da Receita. Quem conhece bem a situação diz que essa alegação é apenas parte da verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o governador Roberto Requião inaugurou o Terminal de Fertilizantes, em março de 2009, a edificação era apenas um “esqueleto”.  Ou seja, o terminal não estava pronto. Menos que atender demandas da Receita, a Appa precisa mesmo é concluir as obras. Ao contrário do que diz Daniel, o que a Appa deixou de construir no terminal não são exigências novas da Receita, mas exigências que existem há muito tempo e que a Appa não havia cumprido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre elas está a instalação de monitoramento de alta resolução, balanças eletrônicas, sistema de armazenamento de imagens e interligar os programas de computador aos sistemas da Receita Federal para que haja controle das exportações e importações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita Federal, aliás, desmente Daniel e o deixa na cova dos leões. As mudanças introduzidas pela Receita diminuíram as obrigações do porto e não as aumentaram. Os procedimentos foram simplificados, não complicados. Mas, como não consegue resolver os problemas dos terminais, a Appa está tentando jogar o problema para a Receita. De acordo com o inspetor-chefe da alfândega dentro do porto, Arthur Cézar Rocha KazelLa, “As exigências são muito menores. O que existe é apenas um esqueleto (do terminal de fertilizantes). Falta o mínimo para ser uma área alfandegária”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tentar passar o mico do atraso dos terminais para a Receita, Daniel Lúcio Oliveira de Souza também teoriza que a “marolinha” da crise internacional teria anulado os prejuízos gerados pela incompetência na gestão do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo seu raciocínio, o atraso de sete meses não teria gerado prejuízos nem ao porto nem a economia. Tudo por que a crise econômica provocou uma redução na demanda de fertilizantes e na exportação de carros para outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o imbróglio dos terminais do Porto vai levar mais dois meses para ser desatado, segundo os otimistas, dá para imaginar que o superintendente da Appa está torcendo para que a “marolinha” não se dissipe tão cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Requião lastima a ignorância dos seus auxiliares&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O governador Roberto Requião não perdoou a ausência de membros do primeiro escalão do seu governo no Festival do Paraná de Cinema Brasileiro Latino, evento organizado pela atriz Ítala Nandi. Logo no início da Escola de Governo de ontem, Requião passou uma descompostura vergonhosa nos secretários e integrantes de cargos de direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Mônica Rischbieter, ao receber um prêmio, registrou a absoluta ausência da mídia local”, disse Requião. “Mas eu quero acrescentar alguma coisa a essa lamentação. A demonstração de distanciamento, de ignorância, de desligamento da cultura por parte dos membros do governo do Estado do Paraná. Os meus secretários, os diretores-gerais, dos intelectuais, desse pessoal que devia ser o suporte da inteligência do Estado. Nenhum. Nem um único participou disso”, disparou o governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco antes do início da escolinha, Requião havia se queixado a um deputado. Dele ouviu a sugestão de convocar obrigatoriamente o secretariado para eventos dessa natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é possível que eu vá convocar alguém para participar de um projeto cultural da dimensão do festival que a Ítala Nandi realizou aqui”, prosseguiu Requião. “É uma demonstração profunda de ignorância e eu quero só registrar com o conjunto do governo a minha tristeza”, finalizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O festival foi realizado justamente no mesmo auditório em que se realiza a escolinha semanal. Segundo Requião, como diria o Bóris Casoy (e também o Algaci Túlio), “é profundamente lamentável”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-4012324927938294657?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/novo-escandalo-com-terminais-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-5084960053976899041</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 03:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-08T19:06:59.528-03:00</atom:updated><title>Eleição que emociona políticos entedia o eleitor</title><description>Quem acompanha a movimentação frenética dos políticos pode imaginar que o eleitor aguarda – com a respiração suspensa e o coração aos pulos – o esclarecimento de questões que tanto emocionam os políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será Alvaro ou Osmar o candidato da família ao governo do Paraná? Alvaro vai ceder o direito à primogenitura para Osmar, o irmão caçula? Se for candidato, Beto Richa vai mesmo fazer barba, cabelo e bigode? Pessuti pode subverter as leis da física e decolar feito um besouro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas questões, com jeito de enredo de novelão mexicano e que alvoroçam os políticos, deixam o eleitor absolutamente indiferente ou entediado. É o que revela uma entrevista da jornalista Roseli Abrão com Murilo Hidalgo, diretor da Paraná Pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, para aferir o interesse do eleitor pelo pleito de 2010, o que contam são as pesquisas espontâneas. E elas mostram que a maioria dos eleitores não pensou em quem votar para governador do Estado, presidente da República e nem para senador. Imaginem então para deputado estadual ou federal. A rigor, ninguém está nem aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários fatores contribuem para que o eleitor esteja indiferente. Para começar, as eleições no Brasil se tornaram uma rotina que se repete há décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As eleições se repetem com uma freqüência até excessiva, segundo o entendimento de muitos. Afinal, a cada dois anos começa tudo de novo, campanha, propaganda, sujeirada, baixaria. Aquela buzinação sem fim na cabeça do eleitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse circo repetitivo não resulta em melhorias sensíveis para a população. Ao contrário. O que se repetem são os escândalos, muitas vezes protagonizados justamente por aqueles que se apresentavam – nas campanhas – como os maiores moralistas. Repetição e decepção explicam boa parte do tédio eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa disso, é engraçada a sofreguidão com que políticos tentam vender o seu peixe, e emplacar suas candidaturas perante um público tão indiferente. O senador Alvaro Dias, pregando pesquisas para identificar o candidato do PSDB, é um exemplo de desconexão absoluta com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu irmão, Osmar Dias, com aquele jeito solene, pedindo o cumprimento de supostos acordos que teriam sido costurados em eleições anteriores, é outro caso evidente de político que começa ver o mundo a partir de seu prisma particular e, a partir daí, passa a imaginar que o universo do eleitor compartilha suas visões e obsessões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murilo Hidalgo acredita que o eleitor médio vai começar a tomar pé do assunto eleição a partir de abril do próximo ano. Data crítica porque assinala a renúncia dos ocupantes de cargos públicos que vão disputar eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quando o governador Requião e o prefeito Beto Richa vão deixar seus cargos para partir para a campanha. Beto para o governo e Requião para o Senado. Aí, e só aí, é que o eleitor vai deixar de lado seu tédio e começar a observar o cenário com mais atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto o político não tem a menor possibilidade de empolgar. O eleitor, neste momento, está muito mais interessado no Campeonato Brasileiro, ou até mesmo a quantidade de gatas que o galã-garanhão José Mayer vai pegar na novela das oito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma evidência flagrante da desinformação e indiferença que cerca o próximo pleito, diz Murilo Hidalgo, é  o fato que na pesquisa espontânea aparecem como muito bem votados para presidente, Lula, e para governador, Roberto Requião. Ou seja, o eleitor ignora que tanto um quanto o outro não só não serão como não podem ser candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prova adicional do desinteresse e do tédio do eleitor com as movimentações dos políticos é uma pesquisa realizada pelo instituto de Hidalgo no município de Colombo. A pesquisa provocou frisson nos meios políticos, mas, a rigor, ela só revela que a indiferença frente às eleições é enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostra que nada menos que 66,21% dos eleitores não tem a menor idéia em quem vai votar para presidente. Que 72,77% nem desconfia em quem votará para governador e esmagadores 90,97% não gastou sequer um segundo de seu tempo pensando em quem vai votar para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murilo Hidalgo avalia que com percentuais tão elevados de desinteresse do eleitor é uma temeridade o PSDB ter aceitado a idéia de Alvaro Dias de escolher o candidato do partido com base em pesquisas de opinião. Vai dar confusão, antecipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem é preciso ter bola de cristal para ver que esse vaticínio tem tudo para acertar na mosca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-5084960053976899041?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/eleicao-que-emociona-politicos-entedia.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-410040665621817577</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T18:42:55.384-03:00</atom:updated><title>Requião dá um passo em direção a Beto Richa</title><description>No intrincado xadrez político que se converteu a sucessão estadual no Paraná, o governador Roberto Requião fez um lance que pode ter desdobramentos cruciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa manobra surpreendente, Requião anunciou que a Secretaria da Fazenda prepara projeto de lei que encaminhará à Assembléia Legislativa prevendo a anistia total de dívidas contraídas por Curitiba, Araucária, São José dos Pinhais, Campo Largo, Fazenda Rio Grande e Piên junto ao Fundo de Desenvolvimento do Estado durante o governo Jaime Lerner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dívidas impedem que as cidades obtenham empréstimos, o que “impossibilita a administração pública”, segundo Requião. Mais do que um ato de generosidade administrativa, o movimento de Requião está sendo visto em um contexto mais amplo, com relevantes implicações políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dívidas da prefeitura de Curitiba com o governo do Estado haviam se convertido em um importante contencioso político entre Requião e o prefeito Beto Richa. A disposição revelada pelo governador de remover este entrave está sendo lida nos meios políticos como uma sinalização da maior importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses círculos avalia-se que as reiteradas pressões do PT de fazer com que Requião abrisse mão de apoiar o candidato próprio do PMDB, Orlando Pessuti, e assimilasse a candidatura de Osmar Dias, apesar das notórias reservas políticas e pessoais do governador com o senador pedetista, podem ter tido efeito contrário ao esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lugar de considerar o apoio a Osmar, Requião decidiu, bem ao seu estilo, fazer um gesto em direção a Beto Richa. E não é um gesto menor. As dívidas dos municípios – em especial de Curitiba – com a construção da Cidade Industrial envolvendo incentivos diversos às multinacionais que se instalaram na região montam R$ 764 milhões em valores atualizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma dívida tida como impagável e, por causa dela, as prefeituras estão impedidas de tomar empréstimos e financiamentos públicos. Curitiba conseguiu contornar esse obstáculo atribuindo em juízo a dívida a empresa Cidade Industrial de Curitiba. Mas a situação é de caráter precário podendo, a qualquer momento, surgir obstáculos para financiamentos ao município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento de Requião foi tão surpreendente que pegou a geralmente vigilante assessoria do prefeito totalmente desprevenida. O anúncio do governador foi feito na escolinha de governo pela manhã e até o início da tarde os assessores de Beto ainda não haviam conseguido decifrar o enigma. Vindo de Requião, personagem conhecido por certo maquiavelismo político, essa anistia era boa ou ruim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da tarde, a perplexidade campeava solta na Prefeitura e a assessoria de imprensa informava que não comentaria o assunto. No fim da tarde, no entanto, a assessoria emitiu um comunicado oficial assinado pelo prefeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A solução para a dívida da CIC vem em boa hora. É uma dívida histórica, que tem origem na implantação da Cidade Industrial de Curitiba no início dos anos 70, há quase 40 anos. A Cidade Industrial de Curitiba contribuiu e continua contribuindo para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Estado, para a geração de impostos e empregos”, disse Beto Richa convencido, afinal, que a sinalização era positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de lançar uma ponte em direção a Beto Richa, o governador não deixou de exercitar seu esporte predileto que é o de fustigar os desacertos de seu antecessor, Jaime Lerner, criador dessa dívida monumental que agora está sendo anistiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entre as ações realizadas com o dinheiro do Fundo estava à instalação das montadoras Chrysler, em Campo Largo, e Renault e Audi, em São José dos Pinhais. Ou seja, uma espécie de assentamentos de multinacionais. Alguns municípios foram levados pelo estado a contrair dívidas impagáveis para promover assentamentos. Não de sem-terra, mas de multinacionais”, falou Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por entendermos que esses municípios foram forçados a contrair essas dívidas, e compreendendo a situação de cada um deles, vamos enviar à Assembléia Legislativa projeto de lei, estabelecendo a anistia de débitos impagáveis que inviabilizam as prefeituras. A Secretaria da Fazenda está preparando o texto, que irá ao Legislativo com pedido de votação em caráter de urgência”, finalizou o governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anistia de Requião à dívida da prefeitura de Beto Richa é mais um elemento para fazer o senador Osmar Dias colocar as proverbiais barbas de molho. A situação do senador não cessa de complicar. As pesquisas eleitorais são ruins. A aliança com o PT, que Osmar costura de má vontade, está ameaçada pelo advento de Ciro Gomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anistia do governador é mais um péssimo sinal. Ela revela que a possibilidade de Requião mudar de idéia e vir a apoiar a candidatura de Beto Richa num eventual segundo turno com Osmar é praticamente igual a zero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-410040665621817577?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/requiao-da-um-passo-em-direcao-beto.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-618800231397740083</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 09:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T09:58:24.251-03:00</atom:updated><title>Peemedebistas atacam infiéis do partido</title><description>Nada como a proximidade de uma eleição para desmascarar os cínicos e os oportunistas. Desta vez, a eleição também está servindo para tirar a máscara de políticos envolvidos pelos tentáculos da Alcopar, entidade que reúne usineiros e que ainda não explicou como conseguiu gastar apenas R$ 100 mil para corrigir erros na construção do Terminal Público de Álcool, em Paranaguá. Segundo a Federação da Agricultura, a reforma bancada pela Alcopar não teria saído por menos de R$ 7 milhões. As duas entidades divergem em nada menos que R$ 6,9 milhões e até agora nenhuma explicação foi dada pelos usineiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos meios políticos debatem-se dois casos exemplares. Um deles do secretário Rasca Rodrigues, do Meio Ambiente, que saiu do PMDB para disputar eleição pelo Partido Verde. Não contente com isso, Rasca passou a recrutar peemedebistas para levá-los a seu novo partido&lt;br /&gt;com o argumento que eleição no PMDB não vai ser fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro caso exemplar é o de Aldair Rizzi, que deixou o PMDB para se filiar ao PSB do vice-prefeito Luciano Ducci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rizzi ocupa a presidência do Tecpar, mas essa condição não o inibiu de deixar o partido e nem de tentar levar antigos correligionários para a nova legenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As defecções provocaram a ira de João Arruda, secretário geral do PMDB, que não se conforma com o fato que tanto Rasca quanto Rizzi não acharam necessário sequer pedir demissão dos cargos que ocupam no governo do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não se trata de estratégia, mas sim de uma vergonha. A saída de Rizzi foi covarde. Ele não comunicou o partido, muito menos o governador", diz João Arruda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Nereu Moura, que tem se destacado no partido exercendo o papel de guardião das tradicionais virtudes peemedebistas, também não vê motivos para que Rasca e Rizzi não sejam tratados de forma exemplar na condição de traidores da legenda: "eles não passam de trânsfugas que merecem ser punidos nas urnas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enquanto as urnas não punirem os dois, Nereu sugere que o governador Roberto Requião o faça de uma forma que ele sabe que os dois traíras entenderiam perfeitamente: "se eu fosse o governador Roberto Requião os demitiria porque esta é uma falta de respeito ao próprio governador".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo o deputado Luiz Claudio Romanelli que, não faz muito tempo, escorregou no quiabo ao manter um encontro não autorizado com o senador Osmar Dias, achou que tanto Rizzi quanto Rasca passaram da conta e extrapolaram suas cotas de deslealdade e trairagem: "é oportunismo eleitoral. São pessoas com cargos importantes no governo que abandonam o partido por interesse pessoal, por uma aventura eleitoral. Se não tem representatividade para conseguir votos no PMDB, que não dispute a eleição", trovejou Romanelli referindo-se aos dois "trânsfugas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado, líder do governo na Assembléia, avalia que nada justifica a atitude dos dois que deixaram o PMDB na calada da noite para disputar as eleições de 2010 pelo PV e PSB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romanelli afirmou que a decisão de manter os dois em seus cargos cabe ao governador Requião, mas se fosse ele a decidir, demitiria os dois no ato e com infâmia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Arruda ironiza a idéia que a ida do presidente do Tecpar para o PSB poderia ter se dado num contexto especial, como uma espécie de missão precursora para futuras alianças entre o&lt;br /&gt;PMDB e os socialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PMDB não costuma usar agenteslaranjas, ironiza. "Se fosse por uma estratégia política não seria o Rizzi quem colocaríamos dentro do PSB para realizar essa articulação", fulmina Arruda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz que a explicação para a migração política de Rizzi e Rasca é uma rara combinação de oportunismo, cara de pau e falta de ética. Todo o resto decorre dessas características marcantes&lt;br /&gt;e decisivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem quem avalie que a mera análise política das ações do secretário Rasca e do presidente do Tecpar, Rizzi, como foi feita por João Arruda, é correta, mas não é completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem elementos ocultos nessa equação que precisam ser clareados para permitir uma visão mais global do processo em curso e para identificação de todos os seus agentes e suas motivações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa, no entanto, fica um pouco mais clara quando se avalia o quadro que tem também implicações importantes em outros campos, como o pantanoso terreno dos financiamentos de&lt;br /&gt;campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as pontas de lança do esquema Alcopar deixam o governo escancarando sua deslealdade, outros envolvidos continuam silenciosos, enquistados dentro do governo. Alguns ocupando importantes postos na máquina do Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-618800231397740083?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/peemedebistas-atacam-infieis-do-partido.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-2666376194147485991</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 09:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-06T09:51:05.293-03:00</atom:updated><title>Beto sobe 9% e Osmar cai 7% no Sudoeste</title><description>Em tempo extremamente curto o prefeito Beto Richa vem consolidando sua candidatura ao governo do Estado no interior. Richa admitiu ser candidato há pouco mais de um mês e enfrentou prognósticos negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsão era de que, apesar de dono dos votos da capital, enfrentaria uma batalha tremenda para reverter o favoritismo do senador Osmar Dias no interior. Essas projeções se revelaram furadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simples anúncio que Beto deve ser candidato, condição que já é admitida pelo próprio Osmar Dias, está provocando uma rápida reversão da vantagem que o senador desfrutava no interior, inclusive nas regiões dominadas pelo agronegócio, seu feudo político principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a última pesquisa que investigou a disposição do eleitorado no Sudoeste, realizada pelo Instituto Radar, de Francisco Beltrão, Osmar Dias tem 52% das intenções de voto contra 33% de&lt;br /&gt;Beto Richa e 8% de Orlando Pessuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, que registra uma vantagem de 19 pontos percentuais para Osmar Dias, não foi comemorada, mas provocou choro e ranger de dentes entre os partidários do senador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que ela registra uma queda dramática de apoios em uma das praças fortes do osmarismo. Trocando em miúdos, em apenas um mês, de agosto para setembro, Osmar Dias caiu de 59% para 52% na região. Um tombo assustador de 7% em 30 dias, ou de um ponto percentual a cada 4 dias a partir do anúncio da candidatura de Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As más notícias para Osmar Dias não se limitam à rápida escalada de Beto Richa. Também o candidato do PMDB, o vice-governador Orlando Pessuti começa a crescer e a fazer estrago à medida que compartilha o mesmo tipo de eleitor que forma a base de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo período em que, Beto Richa subiu de 24% para 33%, Pessuti passou de 5% para 8%. "É um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade", brincou um deputado peemedebista a respeito do crescimento do vice-governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O potencial do Pessuti vem sendo subestimado, mas ele é um candidato simpático que tem grande empatia com os produtores rurais e gente do interior e pode se tornar uma alternativa para o Osmar junto a esse eleitorado à medida que o envolvimento do senador com os petistas e seus aliados radicais pode lhe tirar votos", avalia esse deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, além do crescimento de Beto, seu grande adversário, com quem deverá polarizar a eleição, Osmar tem de se preocupar com os sinais de que a candidatura de Orlando Pessuti começa a encorpar. O eleitorado de Pessuti é o mesmo de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O balanço dessa pesquisa é dos mais preocupantes para os aliados de Osmar. Para começar, no período muito curto, a confirmação da candidatura de Beto Richa catapultou seus votos num curral eleitoral de Osmar. Beto subiu 9% e Osmar despencou 7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As trajetórias, descendente de Osmar e a ascendente de Beto Richa, não chegam a se constituir em surpresas. Elas foram previstas por analistas políticos consultados pelo hora H com grande&lt;br /&gt;antecedência. E se baseiam em modelos políticos bem conhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saber, o favoritismo do senador em regiões do interior se baseia, principalmente, no "recall" de sua campanha para o governo do Estado em 2006 e na sua identificação com setores do agronegócio. Essa conjuntura tornou a candidatura de Osmar, de longe, a mais conhecida de todas colocadas no páreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que o grande conhecimento de uma candidatura é uma vantagem, mas também um ônus. O piso de largada de Osmar, segundo os especialistas, é também seu teto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência de sua candidatura, a partir de agora, é ir encolhendo a medida que seus adversários vão se tornando conhecidos e conquistando eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente esse fenômeno que as pesquisas começam a registrar e a medir. Osmar, que tinha uma posição de predomínio absoluto, com cerca de 60% das intenções de voto, começa a despencar de forma preocupante à medida que a candidatura de Beto Richa vai se tornando conhecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os experts em pesquisas e eleições a campanha de 2010 tende a representar um divisor de águas em vários sentidos. Inclusive uma mudança de geração dos políticos que comandam o&lt;br /&gt;Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto representa o novo. É a novidade da campanha para o governo de 2010. É um político jovem, que fez uma administração consagradora como prefeito de Curitiba, que foi reeleito com os percentuais mais altos do país. Ele encarna a nova geração de líderes que vai assumir os comandos do país enquanto os políticos da velha geração - como Osmar - começam a sair de cena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-2666376194147485991?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/beto-sobe-9-e-osmar-cai-7-no-sudoeste.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-1614881127220568199</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 03:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-01T18:50:46.880-03:00</atom:updated><title>Aliança com o PT só se Osmar ficar de fora, diz Requião</title><description>O governador Roberto Requião colocou uma pá de cal, durante a visita da ministra Dilma Rousseff ao Paraná, nas esperanças daqueles que imaginavam possível uma aliança do PT com o PMDB e mais Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma aliança do PMDB do Paraná  com o PT é possível, afirmou Requião. Mas não há a menor possibilidade de participar de uma aliança em que o senador pedetista Osmar Dias venha junto no pacote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião citou dois bons motivos para não aceitar, nem em hipótese, discutir a idéia de um pacto com Osmar Dias. O primeiro deles é que não abre mão da candidatura própria do PMDB, com o vice Orlando Pessuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda objeção envolve a própria figura de Osmar Dias. Requião declarou que há sete anos vem lutando “contra essa gente”, numa referência a Osmar e a direita troglodita que identifica com o senador e seus companheiros de viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não tem conversação com o Osmar. Não há afinidade ideológica entre nós. Não sei nem se eles têm ideologia”, disse o governador a Dilma Rousseff deixando claro que a conversa não vai evoluir se alguém insistir em ir por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Dilma tentou voltar ao assunto Requião relembrou um jogo de palavras que fez com uma declaração de Lula que faz muito sucesso nos meios políticos do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não entendo porque o presidente Lula festeja que a eleição presidencial não terá, desta vez, nenhum troglodita de direita e, ao mesmo tempo, pensa apoiar o Osmar Dias para o governo do Paraná”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Será que o que é bom para o Brasil não é bom para o Paraná?”, indagou Requião encerrando de vez o assunto Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O repúdio total e absoluto de Requião de sequer considerar a hipótese de participar de uma aliança de qualquer natureza que inclua a participação de Osmar Dias fez com que a ministra refluísse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma fez questão de enfatizar que Requião é imprescindível para o PT no Paraná. E não é difícil entender porque a aliança com o PMDB tem prioridade absoluta sobre qualquer espécie de conchavo com Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formar uma aliança com o PDT de Osmar no Paraná pode ser interessante para Gleisi Hoffmann, que sonha com uma vaga no Senado. Também seria de interesse para Dilma, desde que não atrapalhasse alianças estratégicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliar-se ao PMDB de Requião é  crucial para Dilma que vê sua candidatura pipocar frente a pesquisas negativas e precisa, desesperadamente, do tempo do PMDB na televisão para tentar reverter esse quadro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma deixou essa prioridade muito clara no encontro que manteve com o governador na Granja do Canguiri, acompanhada de uma bastante constrangida Gleisi Hoffmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse encontro, segundo um registro feito pela Gazeta do Povo, Dilma demonstrou sofreguidão em conseguir um acerto político com o governador:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Rasgando elogios a Requião, Dilma declarou que a continuidade dos projetos do governo Lula dependem da manutenção das atuais alianças que compõem a base aliada”, diz a reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra afirmou ainda, segundo a Gazeta, que: “A aliança com o Requião não é apenas mais para sim. É a aliança que gostaríamos de fazer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os jornalistas questionaram se Requião não era um aliado muito trabalhoso, Dilma disse que não. Ela gosta de aliados que dão trabalho, segundo a Gazeta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Questionada se o comportamento do governador tem dado muito trabalho ao PT, a ministra afirmou que “as melhores coisas dão mais trabalho”. “Nós também damos trabalho, e ele (Requião) reclama muito”, revelou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas ele representa o que há de melhor no Brasil em termos de gestão e compromisso com a transformação”, derreteu-se Dilma. Ao que parece, a ministra já está conformada em não viver,  no Paraná, uma versão política de dona Flor e seus dois maridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Requião e Dilma acertavam os ponteiros no encontro do Canguiri, o senador Osmar Dias dava contínuos sinais de nervosismo ao ser questionado sobre sua situação política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nervos a flor da pele de Osmar decorrem do fato que além do repúdio de Requião, que tem poder de veto sobre uma aliança que envolva o PMDB, ele tem de se preocupar com a aproximação do seu PDT com Ciro Gomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer movimento maior nesse sentido pode deixá-lo pendurado na brocha, atrelado a um partido pequeno e sem estrutura como o PSB. Indagado sobre o assunto por uma rádio da capital o senador produziu uma variante amenizada de uma conhecida expressão chula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A camisa não tem nada a ver com as calças.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-1614881127220568199?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/10/alianca-com-o-pt-so-se-osmar-ficar-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-3134598339536929152</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2009 03:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T18:50:07.965-03:00</atom:updated><title>Candidatura de Pessuti é legítima e merece respeito</title><description>O vice-governador Orlando Pessuti é  veterinário, funcionário público, atua na política estudantil desde 1977, foi cinco vezes deputado estadual, presidente da Assembléia Legislativa, duas vezes vice-governador e é o pré-candidato a governador do PMDB para 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua candidatura é legítima por todos os títulos. Dos possíveis candidatos mais em evidência ao governo em 2010 (Beto Richa, Alvaro Dias, Osmar Dias e o próprio Pessuti), é um nome que só perde em experiência para o veterano Alvaro, com 50 anos de carreira política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de seu partido Pessuti também reúne todas as credenciais para sair candidato. É militante histórico do PMDB, legenda da qual nunca se afastou. Tem uma carreira linear sem tropeços ou envolvimentos em escândalos. É dono de um temperamento conciliador e visto como um amigo leal e confiável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todas essas credenciais, a candidatura de Pessuti deveria merecer maior consideração por parte de seus próprios companheiros. É certo que não é o favorito. Aparece, nas pesquisas disponíveis num distante, mas respeitável, terceiro lugar. Vale dizer que essa situação está longe de ser irreversível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso levar em conta que os pré-candidatos que aparecem em situação mais favorável são beneficiados pelo recall de eleições recentes ou posições de destaque que ocuparam ou ocupam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa foi candidato a reeleição em 2008. Está na memória popular o rescaldo de uma eleição consagradora além da exposição natural da qual se beneficia o ocupante da Prefeitura de uma capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias foi candidato ao governo em 2006. Ainda que sua atuação no Senado esteja longe de ser sensacional – está mais para obscura - recebe as atenções devidas à condição de virtual candidato ao governo que exibe há pelo menos quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias, que foi governador do Paraná  (1987-1990), se beneficia ainda da condição de senador louco por um holofote. Daqueles que não deixa passar impune um único microfone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra essa exposição toda, Pessuti tem um espaço modesto. É vice-governador há dois mandatos. Vice não fala, como dizia um bordão famoso do Jô Soares. Mais ainda um vice de Roberto Requião, um político com capacidade para ocupar todos os espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vice também participa de campanhas, mas não aparece. Ninguém vota no vice. Por isso, embora tenha participado de duas campanhas para o governo do Estado, em 2002 e 2006, Pessuti é, de longe, o mais desconhecido dos pré-candidatos ao governo em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse desconhecimento pode vir a ser um trunfo. Afinal, tanto Beto quanto Alvaro ou Osmar, são bastante conhecidos do eleitorado do Paraná. Seu potencial de crescimento é mais limitado na medida em que o eleitorado já os conhece e já formou uma opinião a respeito deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessuti, ao contrário, pode ter uma área muito grande para expandir sua candidatura, à medida que o eleitorado for tomando conhecimento dele, de suas características e de suas virtudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso, todo esse potencial, é  claro, só pode vir a se materializar na medida em que Pessuti venha a ser realmente apoiado pelo seu PMDB velho de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os sinais de trairagem, deslealdade e sacanagem que se vislumbram aqui e ali não forem erradicados, Pessuti, em lugar de – pelo menos – fazer bonito na eleição, pode ter seu sobrenome transformado de nome próprio em um sinônimo de deslealdade partidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que aconteceu com o mineiro Cristiano Machado, que foi prefeito de Belo Horizonte, e lançou-se, em 1950, a presidente da República pelo Partido Social Democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da campanha, o PSD abandonou a sua candidatura e passou a apoiar abertamente Getúlio Vargas, do PTB, que tinha condições melhores de se eleger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fugaz Cristiano Machado eternizou-se na política brasileira como um símbolo das vítimas da deslealdade partidária. Cunhou-se a partir de seu prenome a expressão “cristianização”. O candidato que é “cristianizado” é aquele abandonado pelo próprio partido, que passa a apoiar descaradamente o candidato de outra legenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessuti, se o PMDB não tomar jeito, pode virar uma versão paranaense desse tipo de traição. Quem sabe não dirão, daqui a alguns anos, que tal ou qual candidato foi “pessutado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história ainda não foi escrita e não precisa seguir esse roteiro de traições e deslealdades. A candidatura de Pessuti é legítima, merece respeito e pode fazer bonito na eleição e – por que não – até vencer. Basta, para começo de conversa, que o PMDB não repita o papelão do PSD em 1950 e trate seu candidato com a consideração e o respeito devidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-3134598339536929152?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/09/candidatura-de-pessuti-e-legitima-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-5010457025345830545</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 09:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T10:06:21.449-03:00</atom:updated><title>Concurso da Copel provoca estranheza e suspeita</title><description>A Copel já foi um núcleo de excelência e formação de funcionários públicos altamente qualificados do Paraná. Não raro esses quadros se tornavam importantes administradores públicos, ocupando Secretarias de Estado e até o governo do Estado, caso do engenheiro Pedro Viriato Parigot de Souza que em 1971 assumiu o governo do Paraná depois de passar pela presidência da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta dessa tradição, a Copel sempre desfrutou de um elevado e merecido prestígio no Paraná. Tanto é que quando Jaime Lerner tentou vender a empresa, em 2001, quase provocou um levante popular. Não se sabe se, hoje em dia, a empresa desfruta, ou merece desfrutar, de um prestígio tão grande assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na metade deste ano a Copel abriu um concurso para arregimentar 151 cargos de nível médio, técnico e superior para recompor o quadro de funcionários da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas já começaram a ficar estranhas quando se descobriu que o concurso foi realizado nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Maringá, Londrina e São Paulo. São Paulo? Sim, a Copel achou necessário recrutar quadros diretamente em um Estado vizinho. Qual motivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém conseguiu entender os critérios que levaram a Copel buscar funcionários diretamente em São Paulo. Ninguém pode impedir que candidatos de outros Estados venham até o Paraná&lt;br /&gt;disputar cargos oferecidos pela empresa. Mas colocar uma das sedes do concurso em outro Estado é algo que transcende a qualquer parâmetro de razoabilidade, passando para o pantanoso terreno da estultice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se conhecem casos de que empresas estatais paulistas tenham vetado a participação de candidatos paranaenses em seus concursos de arregimentação de funcionários; mas jamais se ouviu falar de que empresas do governo paulista tenham aberto concursos em cidades do Paraná. Empregos preciosos, ainda mais com característica de formadores de quadros de alta&lt;br /&gt;qualificação para funções estratégicas, jamais são jogados ao vento desta forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar ainda mais as coisas, o concurso foi realizado com tal número de irregularidades que chamou a atenção do Ministério Público. Inclusive por suspeita de fraude. Comprovadamente,&lt;br /&gt;o concurso foi realizado com falhas gritantes na organização, fiscalização e segurança, que teriam prejudicado centenas de candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem da Gazeta do Povo conseguiu o testemunho de um participante do concurso que enviou, do local da prova, diversas mensagens para o seu Twitter, um microblog alimentado por&lt;br /&gt;celular que é a febre do momento dos usuários da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mensagens, neste caso, foram todas de caráter inócuo, comentando condições da prova, mas evidenciam que o sistema de segurança foi absolutamente frouxo, capaz de permitir todo o tipo de fraude se houvesse o interesse de praticá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os candidatos puderam permanecer com todos os seus equipamentos eletrônicos durante as provas, havendo apenas a recomendação de que não fossem usados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Copel não quis assumir a responsabilidade pelas irregularidades denunciadas no concurso. Alega que os problemas apontados são de responsabilidade da organizadora do concurso e que a companhia solicitou informações à FAE e aguarda o posicionamento da instituição para tomar as providências necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público não adota uma postura tão complacente, ou, no caso da Copel, auto-complacente. "Havendo indícios de fraude - como o favorecimento de candidatos - ou crime, o Ministério Público pode atuar no sentido de zelar pela lisura do processo", informa o MP-PR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-5010457025345830545?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/09/concurso-da-copel-provoca-estranheza-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-6467373307079852801</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 09:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T10:06:43.842-03:00</atom:updated><title>Tentáculos da Alcopar se estendem até dentro da Assembléia?</title><description>&lt;em&gt;O Assunto É ...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Assembléia Legislativa é hoje uma casa sob suspeita. Uma operação abafa foi montada a partir de pressões nada sutis depois que setores da oposição demonstraram disposição de investigar as estranhas histórias por trás do Terminal Público de Álcool de Paranaguá e da Alcopar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das robustas evidências de irregularidades envolvendo o Terminal, alguns gabinetes da Assembléia revelam estar impermeáveis ao debate do assunto, enquanto outros trabalham abertamente para encerrar as investigações. A pergunta que não quer calar é a seguinte: os tenebrosos tentáculos da Alcopar já se estendem até dentro da Assembléia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resistência de deputados em tocar as necessárias investigações é estranha porque as irregularidades denunciadas são da maior gravidade. Existem diferenças entre custos alegados e praticados nas obras de correção do Terminal de Álcool que montam em pelo menos R$ 6,9 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto foi tocado com erros monumentais, apesar de aprovado em todas as instâncias, inclusive aquelas encarregadas de zelar pelo meio ambiente. As mesmas que, agora, são apontadas como possíveis beneficiárias da situação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-6467373307079852801?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/09/tentaculos-da-alcopar-se-estendem-ate.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7869808640628407396.post-6167715959103154862</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2009 09:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-29T10:03:18.293-03:00</atom:updated><title>Oposição exige informações sobre a Alcopar</title><description>Vai esquentar a chapa da Alcopar na Assembléia. Os deputados da oposição cansaram de esperar respostas do pedido de informações formulado sobre o Terminal Público de Álcool de Paranaguá e vão adotar outros caminhos para forçar o fornecimento de respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As suspeitas da existência de irregularidades no terminal são abastecidas por um número incomum de evidências que incluem prazos não cumpridos, erros de projeto, desastres ambientais, multas e embargos. Tudo isso é turbinado pelo calendário eleitoral. O silêncio de alguns deputados sobre as denúncias levantadas pela Federação da Agricultura contra a Alcopar levam a crer que existem fundadas suspeitas de que a entidade pode funcionar como um terminal de irrigação de fundos de algumas campanhas no ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso da Alcopar vem sendo investigado pelo Ministério Público e despertou o interesse e as suspeitas da Assembléia. Motivos não faltam. Construído a um custo estimado de R$ 13 milhões e inaugurado em 2007, o Terminal ficou mais tempo parado que em operação. Funcionou cinco meses e parou um ano e meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a inauguração, em 2007, até agora, se descobriu que o projeto contém erros gigantescos, que propiciaram um desastre ambiental e obras milionárias de correção do projeto original. Orçadas em R$ 7 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto Ambiental do Paraná embargou o Terminal depois dos reparos alegando a existência da necessidade de novas correções. O prejuízo de alguns é a alegria de outros. Enquanto o Terminal Público continua parado, o terminal privado Cattalini continua faturando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se sabe quanto custará a nova reforma nem o tempo que vai demorar. Pelo padrão dos reparos desenvolvidos até agora se estima que milhões sejam desembolsados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para complicar tudo existem enormes desencontros de contas nos valores alegados pela Alcopar e naqueles estimados, por exemplo, pela Federação da Agricultura. Gigantescos prejuízos podem&lt;br /&gt;estar sendo absorvidos por cooperativas e lucros igualmente enormes podem estar sendo embolsados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) investiu R$ 13,7 milhões na construção do Terminal, porém os usineiros da Alcopar, que reúne 19 usinas, precisaram aportar dinheiro para deixar o local com condições de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os valores alegados, porém, não são confirmados. Na época, a Alcopar admitia ter gasto até R$ 100 mil, mas aFederação da Agricultura do Paraná (Faep) defende que a reforma saiu por&lt;br /&gt;R$ 7 milhões. Existe aí uma diferença de abissais R$ 6,9 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações da Faep, o terminal não estava pronto para operar com etanol. O projeto previa apenas amovimentação de álcool voltado para a indústria farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem a Appa nem os usineiros admitem falhas. "O projeto foi feito com o aval dos produtores. Só que ele é antigo (de 2003), e de lá pra cá o mercado mudou muito", afirmou na época da inauguração o empresário Ricardo Rezende, que presidia a Alcopar, em declaração registrada pela Gazeta do Povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oposição na Assembléia quer clarear toda essa história. A bancada vem sendo abastecida por informações graves a respeito de irregularidades na Alcopar. Os deputados avaliam que estão&lt;br /&gt;municiados para cotizar as respostas ao pedido de esclarecimentos formalizado pelo deputado Élio Rusch com informações de fontes independentes que estão recebendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados querem saber como um projeto com erros estruturais tão grandes que, para ser corrigido, demandou recursos equivalentes aos da construção do próprio terminal, pôde ser aprovado e tocado em frente apesar da suposta vigilância dos órgãos técnicos e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados desejam averiguar, em especial, qual é a relação entre a Alcopar, o IAP e a Secretaria do Meio Ambiente. Acreditam que essa linha de investigação é muito promissora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Terminal Público de Álcool, inaugurado há dois anos, foi construído com a promessa de ser uma possibilidade de escoamento até 50% mais barata para os produtores, mas até agora não se&lt;br /&gt;mostrou viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de não cumprir o prometido de baixar os custos para o escoamento da produção de álcool, o Terminal se tornou um problema em si. Enfrenta a segunda reforma em menos de dois anos&lt;br /&gt;e mesmo assim não deverá operar com capacidade plena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Élio Rusch (DEM), lembrou que já faz dois anos que a bancada da Oposição apresentou problemas na construção do Terminal de Álcool em Paranaguá e nada foi feito até agora pelo governo do Estado e pela APPA. Rusch questiona a forma como o Terminal foi construído e o dinheiro gasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Foram investidos R$ 13 milhões na construção. Foram necessários mais R$ 7 milhões para adequar o Terminal para receber álcool combustível. Foi dinheiro gasto sem que a finalidade tenha sido alcançada", apontou. "Se o governador e o superintendente da APPA tivessem dado ouvido às denúncias da oposição com toda certeza teríamos economizado milhões e o Terminal estaria operando normalmente", completou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rusch lembrou ainda que no dia 19 de março de 2008 foi aprovado um pedido de informações requerendo dados sobre a construção do Terminal de Álcool e que até o momento não foi respondido pela APPA. A paciência dos deputados chegou ao seu limite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7869808640628407396-6167715959103154862?l=horahnews-pagina2.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://horahnews-pagina2.blogspot.com/2009/09/oposicao-exige-informacoes-sobre.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>
