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	<title>Ornitorrincos D. – Blog</title>
	
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		<title>Tentativas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 22:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[
 “These remind us that human cultures are sedimented and that both archaeology and architectural history put fascinating and convincing form to earlier social arrangements and structures, even though modern capitalist development seeks to wipe most evidence of the past&#160;clean.” 

Esse é um trecho de um dos últimos artigos do Design Observer, que falava sobre uma construção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><img class="alignnone size-full wp-image-122" title="Broadstairs Sea Pool, Isle of Thanet, Kent, 2002  – foto por Jason Orton" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/04/tide_pools_3.jpg" alt="Broadstairs Sea Pool, Isle of Thanet, Kent, 2002  – foto por Jason Orton" width="356" height="285" /></p>
<p> “These remind us that human cultures are sedimented and that both archaeology and architectural history put fascinating and convincing form to earlier social arrangements and structures, even though modern capitalist development seeks to wipe most evidence of the past&nbsp;clean.” </p></blockquote>
<p><span id="more-120"></span></p>
<p>Esse é um trecho de um dos <a href="http://designobserver.com/archives/entry.html?id=39387">últimos artigos do Design Observer</a>, que falava sobre uma construção chamada <em>tidal pool,</em> similar a uma piscina, mas feita na beira das praias e que segurava a água salgada mesmo depois da maré recuar – bizarro isso, não? Me chamou a atenção o trecho de cima, que lembra muito o que os professores falavam no Procedência e Propriedade sobre os “desenhos que ganham história”. História não no sentido de se tornarem narrativos (acho que diríamos estória, se quiséssemos ressuscitar a palavra) mas no sentido de servirem como registros das tentativas de desenhar o objeto, e com isso adquirirem um valor que, até pelo fato de ser acidental, de ser algo que nós não desejávamos ter feito daquela forma, não prevíamos e provavelmente nem teríamos como&nbsp;prever. </p>
<p>Especificamente, me lembro de dois casos: um, de um desenho de uma das colegas, em que duas coisas me chamavam muita atenção;  um semi-círculo maciço de preto, desenhado provavelmente de um golpe só com grafite em pó e óleo de linhaça, e as várias linhas que esboçavam tentativas de fazer esse mesmo semi-círculo. Até agora, meses depois da experiência, ainda tenho aquele pedaço, ou a lembrança dele, muito vívido na memória.Havia naquele desenho não só o resultado de várias tentativas, mas também o processo, um pequeno registro de cada uma dessas tentativas. A outra era de um dos professores, o Eduardo Berliner, mostrando uma camiseta cuja estampa ele tinha desenhado e falando, com um certo orgulho, que a mão de uma das crianças do desenho havia sido desenhada três ou quatro vezes, uma em cima da outra, e que ele não tinha achado necessário&nbsp;apagar.</p>
<p>É claro, acho que pra qualquer pessoa que se preocupou em fazer um desenho (ou seria Desenho?) ao invés de uma ilustração, isso não é surpreendente ou novo, mas, ainda assim, sempre que eu penso nisso fico espantado e sinceramente maravilhado. Até hoje, sempre que vou fazer qualquer coisa, sinto um medo absurdo de errar, ou seja, não conseguir fazê-la direito ou tão bem quanto eu acho que deveria conseguir fazer. Isso desde um desenho até escrever um poema, o post de um blog, a monografia ou fazer um layout de um site. Ignorando completamente, e de forma meio burra, que no processo de criação de qualquer coisa interessante há sofrimento, ou gasto tremendo de energia, pelo&nbsp;menos.</p>
<p>E, bem, essa frase me fez perceber isso mais claramente de novo. Deixando de lado, por agora, toda a discussão sobre o capitalismo moderno, parece que nós estamos sempre querendo apagar nossos erros, ou as coisas que olhamos e vemos como erros, sem perceber que são muitas vezes eles que transformam algo medíocre em algo verdadeiramente interessante. As marcas dos nossos erros, quando ficam presentes, evidentes ou não no resultado final, transformam o que quer que estejamos fazendo em algo assumidamente humano, e justamente por causa disso algo com que uma outra pessoa pode se&nbsp;relacionar.</p>
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		<title>De volta</title>
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		<comments>http://blog.ornitorrincos.com/2009/04/13/de-volta/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 02:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Topic]]></category>
		<category><![CDATA[meta-blog]]></category>
		<category><![CDATA[periodicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Então, alguns séculos depois, eu retorno. As razões de ausência são aquelas de sempre, falta de tempo, coisa demais pra fazer, etc. No meu caso, acho que tenho o justo justificador da monografia a ser entregue e, até o momento, nem meu projeto está fechado. Esse sistema de três posts por semana totalmente não dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então, alguns séculos depois, eu retorno. As razões de ausência são aquelas de sempre, falta de tempo, coisa demais pra fazer, etc. No meu caso, acho que tenho o justo justificador da monografia a ser entregue e, até o momento, nem meu projeto está fechado. Esse sistema de três posts por semana totalmente não dá para fazer com isso, até porquê minhas leituras da mono acabam comendo muito tempo e não tenho como pesquisar para os&nbsp;posts.</p>
<p>Por isso, farei uma alteração de periodicidade e uma de conteúdo: vou continuar tentando fazer posts mais aprofundados sobre design e coisas relacionadas, mas vou me focar mais em expressar minha opinião sobre algum tópico do que em fazer apanhados gerais sobre o assunto. Em termos de periodicidade, pelo menos um por semana. Eventualmente mais, (espero que) muito raramente&nbsp;menos.</p>
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		<title>Classificação Tipográfica: Góticos ou Fraktur</title>
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		<comments>http://blog.ornitorrincos.com/2009/03/10/classificacao-tipografica-goticos-ou-fraktur/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 05:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[blackletter]]></category>
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		<description><![CDATA[ 

 
Buenas, para o segundo e atrasadíssimo post sobre classificação de tipos, vamos falar sobre os fraktur, blackletter ou góticos. Na verdade, o nome Fraktur se refere a um subtipo de caracteres góticos do qual acabou sendo derivada uma família de fontes com esse mesmo nome.

Origens
Não é o início mais criativo de um post sobre classificação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div><img class="alignnone size-large wp-image-106" title="fette-tit" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/fette-tit-365x63.png" alt="fette-tit" width="365" height="63" /></div>
<p> </p>
<p>Buenas, para o segundo e atrasadíssimo post sobre classificação de tipos, vamos falar sobre os fraktur, blackletter ou góticos. Na verdade, o nome Fraktur se refere a um subtipo de caracteres góticos do qual acabou sendo derivada uma família de fontes com esse mesmo nome.<br />
<span id="more-98"></span></p>
<h3>Origens</h3>
<p>Não é o início mais criativo de um post sobre classificação tipográfica, mas, enfim. Os tipos góticos foram provavelmente os primeiros caracteres impressos na história ocidental – a origem mais remota deles está na escrita carolíngia, criada na época de Carlos Magno. Esse tipo de letra tinha uma leitura boa, mas era demorado de ser desenhado pelos monges e ocupava muito espaço – os caracteres então começaram a ser apertadas cada vez mais entre si, especialmente na França e nos Países Baixos. Quando Gutenberg imprimiu seu primeiro livro (a Bíblia, lembram?), usou um tipo gótico também conhecido como&nbsp;textualis. </p>
<p>Essa forma de tipos logo foi derrubada na maior parte da Europa pelos tipos humanistas, miuto mais fáceis de ler e mais de acordo com a própria época; no entanto, é curioso que na Alemanha esse tipo foi usado intensamente até o início do século XX. Durante o Terceiro Reich, com o super-ultra-nacionalismo do Hitler e a caça a tudo que não fosse eminentemente “ariano”, os tipos góticos tiveram um pequeno ressurgimento também (sobre o assunto, <a href="http://www.designobserver.com/archives/entry.html?id=37344">dá uma olhada no Design&nbsp;Observe</a>r).</p>
<div id="attachment_104" class="wp-caption alignnone" style="width: 320px"><img class="size-full wp-image-104" title="espécime de minúsculas carolíngias" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/carolingianminuscule.jpeg" alt="espécime de minúsculas carolíngias" width="310" height="148" /><p class="wp-caption-text">espécime de minúsculas&nbsp;carolíngias</p></div>
<p> </p>
<h3>Subtipos</h3>
<p>É bastante difícil achar recursos decentes sobre algumas categorias de tipos – entre elas, o nosso assunto de agora, tipos góticos. Na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blackletter">Wikipédia em inglês</a> tem uma subcategorização; nada contra a Wiki, mas não me sinto muito confortável em postar aqui informação de uma só fonte. Ao mesmo tempo, achei interessante, porque nem na pesquisa inicial tinha visto esse nível de&nbsp;detalhe. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_107" class="wp-caption alignnone" style="width: 375px"><img class="size-medium wp-image-107" title="alguns espécimes de tipos blackletter comparados a caracteres atuais" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/gebrochene_schriften-365x365.png" alt="alguns espécimes de tipos blackletter comparados a caracteres atuais" width="365" height="365" /><p class="wp-caption-text">alguns espécimes de tipos blackletter comparados a caracteres&nbsp;atuais</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Enfim, sem mais delongas, o primeiro dos subtipos é o <em>textualis</em>, que já citamos como sendo o usado por Gutenberg na primeira Bíblia (mais especificamente, a fonte usada nesse trabalho foi chamada de Donatus-Kalendar ou D-K). Suas características são essencialmente de letras cáligráficas, fato que eventualmente levou ao abandono desse tipo de fonte gótica para a impressão. A <em>textualis </em>era usada principalmente na&nbsp;França. </p>
<p>Schwabacher foi o primeiro tipo gótico usado na Alemanha, mas, pouco tempo depois, foi quase que inteiramente substituído pelos tipos Fraktur, que foram populares a ponto de qualquer tipo gótico poder ser chamado de Fraktur&nbsp;atualmente.</p>
<p>Havia ainda a escrita cursiva em blackletter e as variações regionais, com destaque para a Rotunda&nbsp;italiana.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<h3>Características</h3>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-109" title="fette-anat" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/fette-anat-365x117.png" alt="fette-anat" width="365" height="117" /></strong></p>
<p>Como um dos nomes atribuídos aos tipos góticos sugere, uma das características principais dessas fontes é a impressão de fragmentação, de que as letras estão como que “fraturadas”, quando você compara a espécimes carolíngios ou humanistas. Outro dos nomes dados mostra outra característica: blackletter, ou letra preta em uma tradução literal – os blocos de texto sempre ficavam maciços, formando uma mancha bastante escura e densa na página. Uma coisa interessante, e que depois se torna importante para diferenciar tipos humanistas de tipos garaldes, é reparar no e minúsculo: a barra horizontal da letra (como está ali no espécime de baixo) é inclinada, o que na esmagadora maioria das vezes funciona como indicador de uma forte influência manuscrita na fonte (com uma pena, é mais fácil fazer essa barra fina  inclinada do que perfeitamente&nbsp;reta).</p>
<p> </p>
<div id="attachment_110" class="wp-caption alignnone" style="width: 145px"><img class="size-full wp-image-110" title="o e da fette fraktur, com o eixo da pena bem marcado" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/fette-anat2.png" alt="o e da fette fraktur, com o eixo da pena bem marcado" width="135" height="179" /><p class="wp-caption-text">o e da fette fraktur, com o eixo da pena bem&nbsp;marcado</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Obviamente perdi a referência, mas em um teste feito em língua inglesa sobre a legibilidade desses tipos atualmente dizem que a velocidade de leitura diminuía “apenas” 15%. Isso corroboraria a idéia de que os tipos blackletter eram tão fáceis de ser lidos por alemães de 1500 quanto uma fonte sem serifa é lida por nós atualmente. Eu, particularmente, fico um pouco agonizante ao tentar ler mais do que três palavras nesse tipo de fonte, mas, enfim, concordo que ela fica bastante bonita em certos momentos. Existe inclusive o livro (extremamente bem feito e bonito) <a href="http://www.fraktur-mon-amour.de/en/">Fraktur, Mon&nbsp;Amour</a>.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Sobre os tipos fraktur infelizmente essa foi toda a informação que consegui encontrar. Há ainda alguns detalhes que eu achei que não valiam à pena colocar, especialmente pelo fato de não conseguir nem boas fontes nem encontrar espécimes que pudessem exemplificar essa categoria. Se mais pra frente eu conseguir material bom sobre o assunto, coloco&nbsp;aqui.</p>
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		<title>Linkagem: Fada do Dente, TV e Usabilidade</title>
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		<comments>http://blog.ornitorrincos.com/2009/03/04/linkagem-fada-do-dente-tv-e-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 16:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linkagem]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
		<category><![CDATA[fada do dente]]></category>
		<category><![CDATA[logos]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Readability
Acho que os webdesigners (e eu me incluo aí) estão fazendo algo errado se há a necessidade de um script desses. A Luci compartilhou, coincidentemente (de novo) um artigo falando sobre uma empresa que oferece pagar para as pessoas verem propagandas “segmentadas para você”, já que todo leitor mediano de internet já ignora todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><img class="alignnone size-full wp-image-89" title="head2" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/head2.png" alt="head2" width="333" height="265" /></h3>
<h3><a href="http://www.swiss-miss.com/2009/03/readablity.html">Readability</a></h3>
<p>Acho que os webdesigners (e eu me incluo aí) estão fazendo algo errado se há a necessidade de um script desses. A <a href="http://asclaraboias.blogspot.com">Luci</a> compartilhou, coincidentemente (de novo) um artigo falando sobre uma empresa que oferece pagar para as pessoas verem propagandas “segmentadas para você”, já que todo leitor mediano de internet já ignora todos os banners e etc.&nbsp;automaticamente. </p>
<p><span id="more-88"></span></p>
<p> </p>
<h3><a href="http://www.instantshift.com/2009/01/29/20-corporate-brand-logo-evolution/">Evolução de Logos Corporativos</a> (via <a href="http://daringfireball.com">Daring&nbsp;Fireball</a>)</h3>
<p>Apesar do inglês meio tosco, esse post mostra as versões dos logos de 20 mega-empresas. O John Gruber, que colocou esse link inicialmente no seu blog, comentou, acertadamente, que os melhores mudam muito pouco desde sua primeira versão – compare a Apple ou a BMW a Xerox, por exemplo. A Shell é outra que desde os anos 1970 tem uma marca bem interessante (se você colocar de lado o fato dela ser uma companhia de petróleo, é&nbsp;claro).\</p>
<p> </p>
<h3><a href="http://www.subtraction.com/2009/03/02/fed-up-with-feed-readers"> Google Reader no&nbsp;Subtraction</a></h3>
<p>Achei interessante que não tanto depois do meu post sobre a interface do Google Reader o Khoi Vin faça um post dando a opinião dele sobre a interface. Pode ser pelo fato de eu ser um baita nerd, mas eu não tive dificuldade com a interface e não achei a curva de aprendizado tão grande&nbsp;assim.</p>
<p> </p>
<h3><a href="http://www.paulgraham.com/convergence.html">Why TV Lost</a> - (via <a href="http://www.shauninman.com">Shaun&nbsp;Inman</a>)</h3>
<p>A visão de um designer sobre o embate TV vs. Computador. Ao mesmo tempo que não posso deixar de concordar que a TV perdeu – mas ainda vai estrebuchar muito – a discussão parece ter um ar de jornalismo impresso vs. jornalismo online, não? Ou, mais antigo, de que a TV ia eliminar o rádio. Digo, me parece que é raro que uma grande mídia seja totalmente anulada pela anterior, ao invés de se re-adaptar a uma nova&nbsp;realidade.</p>
<p> </p>
<h3><a href="http://officeofthetoothfairy.com/">Office of the Tooth&nbsp;Fairy</a></h3>
<p> Tá, eu sei, meio bobo, mas, ainda assim, o conceito é tão simples e tão bem executado que eu não consegui evitar postar isto. O cuidado com tudo, desde a impressão – que parece ter sido feito com uma prensa tipográfica mesmo, a julgar pelo relevo das letras – até a redação dos textos é fantástico, e o símbolo do dente com asinhas é muito&nbsp;meigo.</p>
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		<item>
		<title>Mais Idéia, Menos Coisa</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ornitorrincos-blog/~3/ImKieZ0DeXU/</link>
		<comments>http://blog.ornitorrincos.com/2009/03/02/mais-ideia-menos-coisa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 01:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[crise ecônomica]]></category>
		<category><![CDATA[produtos]]></category>
		<category><![CDATA[unproduct]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lendo uma das feeds que assino (e que não faço idéia de qual era, ainda que o Swissmiss um tempo atrás tenha postado alguma coisa sobre o mesmo assunto), cheguei num artigo do Guardian que falava sobre a crise ecônomica mundial e sobre algumas das percepções do autor dos efeitos que isso pode ter no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-83" title="coisa" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/coisa-365x369.jpg" alt="coisa" width="365" height="369" /></p>
<p>Lendo uma das feeds que assino (e que não faço idéia de qual era, ainda que o <a href="http://www.swiss-miss.com/">Swissmiss</a> um tempo atrás tenha postado <a href="http://www.swiss-miss.com/2008/10/todays-creative-3.html">alguma coisa sobre o mesmo assunto</a>), cheguei num <a href="http://www.guardian.co.uk/letsgetcreative/more-ideas">artigo do Guardian</a> que falava sobre a crise ecônomica mundial e sobre algumas das percepções do autor dos efeitos que isso pode ter no design.  Mais especificamente, ele traz o conceito de unproduct à&nbsp;tona.</p>
<p><span id="more-82"></span></p>
<h3>Unproduct</h3>
<p>Como título do post coloca, a palavra quer dizer máximo de idéia, mínimo de coisa. Estamos acostumados a consumir desenfreadamente, e os produtos criados nos últimos anos refletem isso de certa forma:  tanto roupas quanto móveis quanto computadores são projetados com um prazo de validade específico e relativamente curto – por variados motivos, desde uma necessidade de consumir para movimentar dinheiro no  mercado até uma tentativa de barateio dos produtos de uma forma geral. O argumento do autor do artigo, <a href="http://noisydecentgraphics.typepad.com/design/">Ben Terret</a>, é de que, com o futuro economicamente incerto somado ao prognóstico sombrio da mudança climática, algum tipo de ação deve ser tomada, e em parte ela deve começar com os próprios designers. Indo contra a regra de rápida obsolescência, unproduct significaria criar artefatos que pudessem ser utilizados durante vários anos – o exemplo mais citado é a linha <a href="http://hmd.howies.co.uk/">Hand Me Down</a> da marca de roupas <a href="http://www.howies.co.uk/">Howies</a>, que oferece jaquetas, mochilas e bolsas com a garantia de que vão durar pelo menos 10&nbsp;anos. </p>
<p>Confesso que acho um pouco estranho – improvável, na verdade – uma mudança tão drástica de paradigma na nossa sociedade. Digo, eu acredito que algumas pessoas possam fazer e e que inclusive algumas já estejam fazendo, há muito tempo e sem nenhum conhecimento sobre unproduct, <a href="http://www.viridiandesign.org/">Viridian Design Movement</a> ou coisa que o valha. Mas uma maioria adotar esse comportamento? Parece muito estranho, pelo menos para mim. Por outro lado, uma das citações no artigo vêm de Martin Sorrell, que é o cabeça da <a href="http://www.wpp.com/">WPP</a> (o maior conglomerado de marketing e propaganda no mundo – aqui em Porto Alegre há quatro representantes, a <a href="http://www.dcsnet.com.br/">DCS</a> e a <a href="#"></a> entre eles, para ter uma noção do tamanhinho da companhia). Sorrell, lembrem, chefe de um mega-conglomerado de propaganda, diz que a visão da WPP, ao contrário do que se esperaria, é de que consumo desenfreado não é produtivo e deveria ser&nbsp;desencorajado.</p>
<h3>Na Vida&nbsp;Real</h3>
<p><a href="http://russelldavies.typepad.com/">Russel Davies</a>,  um dos nomes ligados a idealização do unproduct, descreve o nascimento de parte da idéia em seu blog e também aborda a exeqüibilidade disso na vida real. Por exemplo, o valor que nós agregamos, em termos de significado, aos objetos de consumo e o quanto eles são definidores do que nós somos, o que pensamos e a que &#8220;tribo&#8221; pertencemos. Davies parte do pressuposto de que vamos continuar consumindo coisas, e dando a esse consumo um caráter de urgência. Num pequeno parêntese, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Guy_Debord">Guy Debord</a>, no “Sociedade do Espetáculo”, mais de 30 anos atrás, falava disso também, ao escrever que o capitalismo chegou num ponto de abundância de recursos suficiente para sanar as necessidades vitais, mas, para manter a “máquina” em funcionamento, cria novas necessidades e dá a elas a urgência dessas necessidades vitais – <em>precisamos</em> de um celular novo e <em>é impossível</em> viver sem um notebook. Claro, o Debord tem suas falhas, mas, pô, em muitos momentos da leitura eu sinto como se o livro tivesse sido escrito há não tanto tempo atrás. Voltando a Davies, então, ele <a href="http://russelldavies.typepad.com/planning/2007/03/bright_green.html">pergunta</a>: é possível produzir novidades sem criar mais coisas? É possível saciar a sede de consumo e status que permeia o sistema produzindo menos, mas agregando mais&nbsp;significado? </p>
<p>Num daqueles momentos de felizes acasos – serendipity, falam, em inglês – a <a href="http://asclaraboias.blogspot.com">Luci</a> compartilhou no <a href="http://reader.google.com">Google Reader</a> um <a href="http://www.conexaoparis.com.br/2009/02/25/os-franceses-mudam-seus-habitos/">post de um blog sobre a França</a> em que a autora fala sobre a mudança de hábitos de consumo que ela está sentindo em Paris. Pode ser uma total coincidência, mas, estamos adentrando uma crise que promete ser violenta, e, enquanto em alguns sites sobre design (fora metade dos links deste post, <a href="http://www.designobserver.com/archives/entry.html?id=38880">aqui </a>e <a href="http://www.designobserver.com/archives/entry.html?id=38886">aqui</a> são bons exemplos) vemos discussões abstratas sobre a importância do designer nessa nova realidade, um blog sobre variedades e cultura de um país, de uma observadora que acredito ser leiga no tema, portanto neutra e válida como uma pequena amostragem, narra o início de uma mudança no paradigma de&nbsp;consumo.</p>
<p>Em termos mais práticos, então, como se poderia desenvolver o unproduct? Davies <a href="http://russelldavies.typepad.com/planning/2007/01/more_idea_less_.html">levanta um ponto interessante</a> nisso: em grande parte o trabalho de design e, especialmente, de publicidade hoje é relacionado a agregação de novos significados, imagens e associações a produtos – de repente, seria possível usar os mesmos mecanismos para agregar ainda mais significado às coisas, dando a elas um valor maior e estimulando a sua manutenção. Em termos mais simples, seria uma questão de parar de usar idéias para vender mais coisas e começar a usar idéias como substitutas para as coisas – especialmente quando elas não são de forma alguma&nbsp;essenciais. </p>
<h3><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Caveat_lector">Caveat&nbsp;Lector</a></h3>
<p>Termino este post com um pouco da minha visão pessoal do assunto, algo de que tentei me abster durante o resto do texto para focar num resumo, por mínimo que seja. Sou totalmente a favor das idéias que o unproduct envolve, mas, mesmo tendo ouvido o cara da WPP, lido sobre alguns exemplos e inclusive visto que um movimento de 1998 chamado Viridian Design Movement defende idéias similares, mas de uma perspectiva bem diferente, ainda tenho dúvidas sobre como isso pode ser inserido na vida real. Como eu disse, consigo ver algumas pessoas se esforçando para consumir menos e consumir  mais conscientemente, e consigo ver alguns designers tentando fazer produtos que, seja por serem reaproveitados (como o <a href="http://www.re-shirt.net/">re-shirt</a>), por serem duradouros (como a handmedown jacket) ou por utilizarem menos embalagens consigam vender mais idéias e menos coisas, tenho minhas dúvidas sobre a adoção desses princípios por uma parcela grande da sociedade. Quem sabe, sejamos obrigados a isso, daqui alguns anos. Quem sabe, numa perspectiva ainda mais utópica, que realmente, o frenesi consumista pare repentinamente – algo que parece muito, muito improvável, salvo alguma grande catástrofe global relacionada ao aquecimento&nbsp;global.</p>
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		<title>Classificação Tipográfica: parte I</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 21:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação de tipos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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Desde que publiquei no Issuu o trabalho sobre tipografia de uma cadeira da faculdade, tenho recebido muitos bookmarks e até avaliações e comentários positivos, além de uma singela citação em um blog português. Imagino que isso signifique que haja uma certa demanda por esse tipo de informação, então, nas próximas sextas-feiras vou publicar aqui um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-75" title="capa" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/capa-365x340.jpg" alt="capa" width="365" height="340" /></p>
<p> </p>
<p>Desde que publiquei no <a href="http://issuu.com/">Issuu</a> o <a href="http://issuu.com/macki/docs/type">trabalho sobre tipografia de uma cadeira da faculdade</a>, tenho recebido muitos bookmarks e até avaliações e comentários positivos, além de uma <a href="http://www.joaobem.biz/blog/teoria-de-tipografia-em-livro-digital/">singela citação</a> em um blog português. Imagino que isso signifique que haja uma certa demanda por esse tipo de informação, então, nas próximas sextas-feiras vou publicar aqui um post sobre classificação de tipos. Na verdade, minha proposta vai ser aprofundar o trabalho da faculdade, colocando mais espécimes e tentando achar mais informações – em português, sempre que possível, mas me lembro que maior parte dos recursos estava em inglês ou francês, com alguma coisa em&nbsp;espanhol.</p>
<p>Abrirei o primeiro post do assunto falando sobre algo que foi difícil de compreender na época do trabalho: os métodos de classificação. pode parecer bobo, mas a coisa toda não é muito padronizada, e em termos de material acadêmico achei muito pouca informação. Minha primeira inclinação era seguir a Grande Bíblia (aka <em>Elementos do Estilo Tipográfico</em>) do Robert Bringhurst, mas, lendo a passagem sobre classificação, os conceitos ficam um pouco difusos, por causa da hippongagem do autor – e não entendam isso no mau sentido: bringhurst é o cara, mas o jeito totalmente lindo e poético dele tratar os tipos às vezes&nbsp;atrapalha.</p>
<p>Então, um pouco pela <a href="http://www.designwritingresearch.org/">Ellen Lupton</a> e muito pelo<a href="http://ilovetypography.com"> Johno do ilovetypography.com</a>, cheguei na classificação&nbsp;Vox-ATyPI.</p>
<p><span id="more-72"></span></p>
<h3>Classificação&nbsp;Vox-ATyPI</h3>
<p>Tudo começou com o tipógrafo e pesquisador francês Maximilien Vox, que em 1954 criou um sistema que classificava todos os tipos em 9 grandes categorias:  humanistas, garaldes, transicionais, didones, egípcias, lineares, cinzeladas, cursivas e manuais. Alguns anos depois, no final da década de 60, a <a href="http://www.atypi.org/">ATyPI</a> (Association Typographique Internationale), adicionou duas categorias: fraktur e não-latinas. Nos próximos posts irei falar de cada um desses grupos de uma forma mais&nbsp;aprofundada.</p>
<p>Na minha opinião, essa classificação tem pontos positivos, como a organização principalmente histórica das fontes – e a época em que um tipo é feito diz muito sobre ele. Também, discordo totalmente do Paulo Heitlinger, que <a href="http://tipografos.net/glossario/classifica%E7%E3o-tipos.html">neste artigo</a> diz que os benefícios da classificação de tipos são quase nulos e não são de forma alguma práticos – com o volume sempre crescente de novas fontes, é necessário algum tipo de metadado em cima delas, que possa dizer, a priori, algo sobre ela, sem que você precise ficar passando uma a uma das opcões. Na verdade, como designer, tenho certeza de que meu trabalho seria consideravelmente mais difícil se sempre que quisesse procurar algum tipo novo para um trabalho tivesse que procurar pela minha biblioteca pessoal ou por sites como o <a href="http://www.myfonts.com">Myfonts</a> sem poder recorrer a alguma informação como “fonte serifada, mais ou menos parecida com a garamond”. E, como a classificação tem suas categorias fundamentadas em características históricas, pode fazer mais sentido (conceitualmente falando) escolher o revival digital de uma humanista do que uma linear grotesca para diagramar um livro sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Música_profana">música profana</a> (ou seja, música não-sacra pré-renascença). Um exemplo um pouco mais prosaico pode ser encontrado no <a href="http://typophile.com/node/42550">fórum do&nbsp;typophile</a>.</p>
<p>A classificação Vox-ATyPI é atualmente a mais usada – o que, na verdade, não significa tanto assim, pois voltando ao meu problema no início do trabalho, a maior parte das publicações usa métodos diferentes entre si e que fazem pouco sentido quando justapostos. O curioso é que frequëntemente esses métodos são na verdade derivações: por exemplo, a Ellen Lupton, no Pensar com Tipos, por exemplo, mostra vários tipos de fontes e as classifica a grosso modo seguindo períodos históricos, citando tipos humanistas e a relação deles com o corpor, seguidos por uma abstração que cresce até chegar em fontes “deformadas” como Didot, Bodoni e Clarendon. O British Standard 2961 (BS 2961:1967) é outro exemplo, também muito similar á classificação de&nbsp;Vox.</p>
<h3>Catherine&nbsp;Dixon</h3>
<p>Em 2002, no entanto, em <a href="http://www.stbride.org/friends/conference/twentiethcenturygraphiccommunication/TypefaceClassification.html">um artigo científico</a>, a historiadora de tipografia Catherine Dixon trouxe à tona um fato: o sistema que, essenecialmente, é o mais usado internacionalmente, tem mais de 40 anos de existência e não foi atualizado desde 1967. Além disso, o foco ficou em uma parcela consideravelmente pequena das fontes existentes: tipos de texto para línguas latinas, com raízes romanas. Temos uma categoria para garaldes e uma categoria para transicionais, mas as diferenças entre elas é de uma sutileza bastante grande – na verdade, durante a pesquisa, achei autores que classificavam a Caslon como garalde e outros que a classificavam como transicional, para citar apenas um exemplo. Já as fontes sem serifa são todas agrupadas em um grande termo guarda-chuva de linear, dentro do qual são inseridas algumas subcategorias – cursivas e manuais passam pelo mesmo problema, mas sem sequer as subcategorias. E, por último, uma das atualizações feitas pela ATyPI, coloca todos os tipos de culturas diferentes da ocidental judaico-cristã sob o o grupo não-latinas; ou seja, ficam juntas fontes de caracteres árabes, círilicos, gregos, japoneses, chineses e por aí&nbsp;vai.</p>
<p>Dixon, após fazer a crítica, expõe os argumentos de uma categorização baseada em origem histórica (renascença, iluminismo, art nouveau, por exemplo), características formais (modulação do traço, forma, proporção, dentre outros) e padrões (agrupamentos por similaridades de entrecruzamentos de origem com características formais). Ela ainda montou um diagrama explicando a categorização de uma fonte específica, que estou postando aqui – particularmente, a qualidade da imagem é meio ruim e o diagrama em si muito complexo, mas ainda assim válido como tentativa de expressar visualmente o sistema. Infelizmente, não achei nada mais sobre ela na internet, nem nenhum artigo de outra pessoa desenvolvendo mais a idéia, que a ela própria comentava estar ainda&nbsp;imatura.</p>
<p><a href="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/visualoverview.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-73" title="visualoverview" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/visualoverview-365x500.jpg" alt="visualoverview" width="365" height="500" /></a></p>
<p>Então, isto fecha a primeira parte da classificação tipográfica. Na próxima sexta irei postar sobre tipos fraktur ou blackletter, que aqui no brasil são às vezes chamados de góticos – algo particularmente confuso qando você vê que gothic é quase sempre atribuído a tipos sem serifa (<a href="http://new.myfonts.com/fonts/bitstream/news-gothic/">News Gothic</a> e <a href="http://new.myfonts.com/fonts/bitstream/franklin-gothic/">Franklin Gothic</a>, por exemplo), motivo que me leva a não querer usar a palavra nem para um nem para o outro tipo de&nbsp;fonte.</p>
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		<title>Linkagem: Primeira Edição</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 22:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linkagem]]></category>
		<category><![CDATA[design social]]></category>
		<category><![CDATA[Ettore Sottsass]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[revista eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ettore Sottssass no Design&#160;Observer
Pura poesia saindo desse texto do Ettore Sottsass. Faz você pensar em como era ser designer antigamente e questionar o que você faz diariamente no estúdio. Para quem não conhece, foi um dos designers italianos da velha guarda, dos tempos pós segunda guerra. Ainda que tendo ficado famosos em áreas bem distintas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-37" title="olivetti-valentine" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/02/olivetti-valentine-365x303.jpg" alt="olivetti-valentine" width="365" height="303" /></p>
<h3><a href="http://designobserver.com/archives/entry.html?id=38917">Ettore Sottssass no Design&nbsp;Observer</a></h3>
<p>Pura poesia saindo desse texto do Ettore Sottsass. Faz você pensar em como era ser designer antigamente e questionar o que você faz diariamente no estúdio. Para quem não conhece, foi um dos designers italianos da velha guarda, dos tempos pós segunda guerra. Ainda que tendo ficado famosos em áreas bem distintas e, especialmente, tendo visões bem diferentes do design, eu organizo ele, na minha cabeça, próximo ao <a href="http://www.aiga.org/content.cfm/medalist-massimoandlellavignelli">Massimo Vignelli</a>. Um dos trabalhos mais famosos do Sottsass foi a Valentine (aí em cima), uma máquina de escrever da Olivetti. Alguns trabalhos dele podem ser encontrados <a href="http://Www.Designmuseum.Org/design/ettore-sottsass">aqui</a>, mas a internet parece ter poucos recursos relacionados ao cara. Ah, e na parte curiosidades, a wikipedia diz que ele foi amigo do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Allen_Ginsberg">Allen Ginsberg</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Allen_Ginsberg">português</a>).&nbsp;Foda.</p>
<p><span id="more-36"></span></p>
<h3><a href="http://www.underconsideration.com/brandnew/archives/scientific_beauty.php">Branding da Living&nbsp;Proof </a></h3>
<p>Este artigo do Brand New mostra mais um trabalho de identidade feito pela <a href="http://www.wolffolins.com/">Wolf Ollins</a>. O que achei mais interessante – quem sabe mais do que o resultado, inclusive – foi a descrição do armin vit sobre a identidade ser menos um logo e mais uma combinação de paleta de cores, forma da embalagem e tipografia. Ao mesmo tempo que esses elementos são há muito tempo parte integral de um sistema de identidade, me parece que desconsiderar o logo é uma decisão arriscada, mas que justamente por isso pode ter resultados&nbsp;bons.</p>
<p> </p>
<h3><a href="http://www.subtraction.com/2009/02/24/orange-you-sorry-about-tropicana">Tropicana</a></h3>
<p>Não chega a ser algo presente para nós, mas esse problema todo da tropicana foi bastante interessante.  O Khoi Vin, designer do <a href="http://www.nytimes.com/">New York Times</a>, fez um artigo curto mas que mostra uma das maiores fraquezas do “remake” das embalagens. O início da história fo relatado <a href="http://www.underconsideration.com/brandnew/archives/pepsi_takes_the_tropic_out_of.php">no Brand&nbsp;New</a>.</p>
<p> </p>
<h3><a href="http://www.newworkmag.com/">NewWork&nbsp;Mag</a></h3>
<p>Uma revista eletrônica produzida pela agência de mesmo nome. Segue um pouco na linha de outras revistas do mesmo tipo, como a <a href="http://www.ideafixa.com/">Ideafixa</a>, mas tem um viés um pouco mais refinado e quem sabe até vanguardista wannabe. Em termos de usabilidade é meio ruim, ainda mais com o javascript forçando a barra de endereços a desaparecer e redimensionando a janela do navegador, mas o material gráfico é bem&nbsp;feito.</p>
<p> </p>
<h3><a href="http://backspace.com/notes/2009/02/congo-vs-darfur.php">The Invisible&nbsp;War</a></h3>
<p>Artigo do social design notes sobre uma discrepância na cobertura da guerra do Congo em comparação com a cobertura em Darfur. Os números são assustadores e o post em si também vale como mescla de pesquisa/jornalismo aliado ao uso da programação de uma forma inteligente (o cara fuçou na api do times online pra conseguir fazer o cruzamento dos&nbsp;dados).</p>
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		<title>Paola Antonelli: Treating Design as Art</title>
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		<comments>http://blog.ornitorrincos.com/2009/02/23/design-as-art/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 00:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design como arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto aproveitava este feriadão para descansar, ler, escrever e desenhar, encontrei uma palestra da Paola Antonelli no TED. Na verdade havia duas palestras, mas a que me pareceu mais interessante foi a chamada &#8220;Treating Design as Art&#8221;. Nela, a curadora de design do MoMA falou duas coisas que eu achei extremamente&#160;interessantes.
Primeiro, ela disse que designers [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto aproveitava este feriadão para descansar, ler, escrever e desenhar, encontrei uma palestra da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paola_Lenti">Paola Antonelli</a> no <a href="http://www.ted.com/index.php/">TED</a>. Na verdade havia duas palestras, mas a que me pareceu mais interessante foi a chamada &#8220;<a href="http://www.ted.com/talks/view/id/207"><em>Treating Design as Art</em></a>&#8221;. Nela, a curadora de design do <a href="http://www.moma.org/">MoMA</a> falou duas coisas que eu achei extremamente&nbsp;interessantes.</p>
<p>Primeiro, ela disse que designers são sintetizadores, essencialmente: Que nós pegamos necessidades humanas, recursos ecônomicos e as preocupações correntes em nossa época e sintetizamos em produtos. Isso me chamou a atenção por nunca ter pensado em design exatamente dessa forma. Digo, até certo ponto o raciocínio não deixa de ser um pouco óbvio, mas o que me chama a atenção é usar essa visão como definidora da atividade. Parece um pouco como pegar a clássica “<em>design é solução de problemas</em>” e ver do outro lado;  focar-se mais no problema do que nas soluções, quem&nbsp;sabe.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>Mais especificamente na questão design x arte, Paola falou outra coisa curiosa: Qqe essa discussão não era necessária, e que o design utiliza qualquer meio à disposição para falar algo – “<em>to make a point</em>”, no original. Ela assume o design, então, como algo que quer dizer alguma coisa – não mais como um solucionador de problemas, mas como, essencialmente, algo que está no mundo para dizer algo. É claro, nada que existe no mundo é simplesmente aquilo – nós, em uma eterna neurose pode-se dizer, insistimos em implicar significados, determinados pela época, cultura e milhares de outras variáveis, em tudo o que vemos. No entanto, o design há algum tempo já – e Paola Antonelli ter dito nada mais é que um reflexo dessa realidade – saiu do armário, por assim dizer, e assumiu sua função de gerador de significados. De que os objetos criados por ele não só cumprem uma função, solucionam um problema, mas também falam algo sobre a cultura em que estão&nbsp;inseridos. </p>
<p><a href="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/02/s4s_upperleft2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29" title="Suited for Subversion, de Ralph Borland" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/02/s4s_upperleft2.jpg" alt="Suited for Subversion, de Ralph Borland" width="290" height="290" /></a></p>
<p>E o que me aparece como ainda mais interessante nesse raciocínio todo é que alguns produtos começam a ser realmente mais sobre falar algo do que para cumprir um uso. Antonelli mostra alguns exemplos disso: o hilariamente poético “<em>Suited for Subversion</em>”, de <a href="http://ralphborland.net/s4s/">Ralph Borland</a>, que basicamente é uma roupa para uso em protestos de larga escala que não só protege o corpo como reproduz em um volume considerável as batidas do coração de quem o usa, em algo que a própria Paola compara simbolicamente ao ato de colocar flores em fuzis; outro exemplo, mais sério mas ainda assim conceitualmente lindo é uma linha de brinquedos para crianças com problemas psicólogicos, dentre os quais há um animal de pelúcia que abraça e retribui o abraço, algo importante no tratamento do autismo. Especialmente no “<em>Suited for Subversion</em>”, a aplicabilidade do objeto na vida real me parece um tanto quanto difícil e que, na verdade, o mais importante nele não seja o seu uso, mas aquilo em que ele implica apenas pelo fato de existir. O que achei mais brilhante nisso tudo foi a justificativa para considerar design essas peças: mesmo sendo coisas que não são imediatamente úteis, a função delas na verdade reside em ajudar no entendimento de um problema. Esticando um pouco a lógica, podemos até manter o conceito de design como solução de problemas quando consideramos como problema justamente a ignorância em relação a&nbsp;algo.</p>
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		<item>
		<title>Novo Google Reader</title>
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		<comments>http://blog.ornitorrincos.com/2008/12/18/novo-google-reader/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 03:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interface]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[atualização]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Então, isto já devia ter sido escrito há uma semana atrás, mas, vá lá. A vida as vezes é complicada, jovem&#160;padawan.
Como qualquer pessoa que convive comigo sabe, eu tenho um sério de problema de vício com o google reader (para aqueles que não conhecem, é um desses aplicativos web desenvolvidos pelo google que agrega feeds [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Então, isto já devia ter sido escrito há uma semana atrás, mas, vá lá. A vida as vezes é complicada, jovem&nbsp;padawan.</p>
<p>Como qualquer pessoa que convive comigo sabe, eu tenho um sério de problema de vício com o google reader (para aqueles que não conhecem, é um desses aplicativos web desenvolvidos pelo google que agrega feeds rss numa página acessível de qualquer computador com internet). Na semana passada, foi lançada uma pequena atualização – principalmente cosmética, mas, na minha opinião, já trazendo grandes&nbsp;melhorias.</p>
<p>Minha maior reclamação contra o google reader (assim como contra o gmail e o google docs de uns tempos atrás) era a interface que, mesmo sendo extremamente bem pensada em termos de design de interação era, graficamente, um lixo. De todos os aplicativos do google, o reader era, para mim, um dos mais desnecessariamente pesados e&nbsp;toscos.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2008/12/file-4.png"><img class="size-large wp-image-15 alignnone" title="Google Reader (antigo) – imagem retirada do blog oficial do google reader" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2008/12/file-4-1024x661.png" alt="imagem retirada do blog oficial do google reader" width="365" height="235" /></a></p>
<p><span id="more-14"></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Seguindo pelo screenshot, logo no topo está uma das funcionalidades mais lógicas e freqüentemente úteis, mas que foi uma adição relativamente recente do aplicativo (acho que ela ficou consolidada lá por junho deste ano): A barra de busca. Nunca utilizei a fundo outros agregadores de feeds, mas era surpreendente como nenhum deles (usei dois meio desconhecidos para desktop e o bloglines por pouquíssimo tempo) tinha essa funcionalidade. Ela está lá em cima, logo, é fácil de achar, mas se mistura ao fundo, logo, só me chama a atenção quando eu realmente estou procurando. A maior falha, novamente, era a parte gráfica: Considerando todo o resto da página, o visual desse campo não tem eco em nenhum outro elemento. O campo para escrever os termos de busca tem bordas quadradas, enquanto o resto da página tem bordas arredondadas; Logo ao lado, onde seleciona quais os lugares que a busca deve procurar, as bordas são ligeiramente arredondadas, um elemento gráfico que encontra ainda menos eco na interface&nbsp;toda.</p>
<p>A paleta de cores era meio desinteressante, mas compreensível, considerando as linhas de estilo seguidas pelo gmail e pelo google calendar. Meio tediosa e não propunha um jogo legal de contrastes, mas, ei, o google sempre foi mais pela experiência rápida e funcional, e menos pela leveza e pela composição agradável dos elementos. Um ponto importante, por outro lado, era que, mesmo com os contrastes não sendo dos mais agradáveis, eles existiam concretamente em termos de uso: A barra de ítens à esquerda, por exemplo, funcionava muito bem, quase ocultando os ítens sem novidades e trazendo para frente os ítens recentemente atualizados. Outro contraste bem colocado era entre essa barra de ítens inteira e a listagem de posts na direita – o fundo era claro, logo trazia para frente o conteúdo e deixava você se concentrar no que queria&nbsp;ler.</p>
<p>Nesse sentido, o helvetireader, um tema de google reader desenvolvido pelo grande jon hicks (o mesmo cara que desenvolveu os logos do firefox e do thunderbird e que agora foi contratado pelo opera pra melhorar a interface do browser) era ainda mais&nbsp;claro:</p>
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<p><a href="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2008/12/picture-11.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-20" title="helvetireader" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2008/12/picture-11-365x278.jpg" alt="helvetireader" width="365" height="278" /></a></p>
<p>A feed que está sendo lido fica com o título em vermelho e o fundo branco, enquanto as outras permanecem em cinza. Ao mesmo tempo, ele peca um pouco em outros pontos: O contraste entre painel de leitura e listagem de feeds fica um pouquinho fraco, assim como entre as subseções da listagem, já que não há uma separação mais forte entre subscriptions, shared items e add subscription. Esse último item também está um pouco morto, logo abaixo do logo – acredito eu que o vermelho faz uma certa ligação com o helvetireader escrito&nbsp;acima.</p>
<p>E, agora, chegamos ao google reader&nbsp;novo:</p>
<p><a href="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2008/12/file-5.png"><img class="alignnone size-large wp-image-21" title="google reader (novo) – imagem retirada do blog oficial do google reader" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2008/12/file-5-365x235.png" alt="file-5" width="365" height="235" /></a></p>
<p>Como o próprio blog oficial do aplicativo diz, “square is the new round”. Todas as bordinhas arredondas foram embora, mas o layout como um todo está vários quilos mais leve. O verde levemente radioativo do add subscription foi embora, reduzindo a paleta de cores: Temos algumas gradações de azul (3, pelo que estou vendo – de repente quatro), mais preto para o texto. O amarelo não sei se pode ser considerado um elemento do layout, já que se tornou meio que uma convenção de que “algo está acontecendo neste item” – no caso, este item está sendo lido. Particularmente, eu sinto que a barra lateral poderia ter se mantido mais sumida em relação ao painel de leitura, mas é possível que a sensação de leveza atual não existisse com uma caixa&nbsp;escurecida.</p>
<p>Teria muito mais que ainda poderia ser analisado no google reader, mas acredito eu que este post já se estendou uns bons dois mil caracteres além do saudável. Prometo regular nas próximas&nbsp;vezes.</p>
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		<title>Hey</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 23:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Topic]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, na verdade, ainda não sei muito bem o que vou escrever por aqui. Provavelmente, começar com a tradução de um ou dois dos artigos que escrevi para o Brand New, um site altamente recomendado de análises de rebrandings. Seguindo na pilha das identidades visuais, há uns tempos me veio a idéia de entrevistar alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, na verdade, ainda não sei muito bem o que vou escrever por aqui. Provavelmente, começar com a tradução de um ou dois dos artigos que escrevi para o <a href="http://www.underconsideration.com/brandnew">Brand New</a>, um site altamente recomendado de análises de rebrandings. Seguindo na pilha das identidades visuais, há uns tempos me veio a idéia de entrevistar alguns designers sobre seus processos de criação de logotipos, focando principalmente na fase inicial de conceituação da&nbsp;identidade.</p>
<p>De repente, também colocar algumas coisas do processo de criação deste blog e do portfólio que veio junto (ou seria o blog que veio junto do portfólio?). Enfim, sempre dá um medo de não saber sobre o que diabos escrever aqui. E também de deixar tudo bobo e superficial. Veremos no que vai dar tudo&nbsp;isso.</p>
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