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	<title>Carreira e Sucesso</title>
	
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	<description>Trabalhando na Era do Conhecimento</description>
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		<title>Doutor Gari no olho do capitalismo selvagem!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[...as ciências que nos são ensinadas nas Universidades nos são apresentadas como possíveis profissões...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/Garis.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-299" title="Garis" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/Garis-300x141.jpg" alt="Garis" width="306" height="152" /></a>Tomando meu café ontem de manhã, antes de vir para a empresa, ouço a interessante notícia no telejornal matutino: <em>Concurso para Gari em São Paulo bate recorde de pessoas (antes de encerrar as inscrições). Dos 110.000 inscritos, cerca de 1000 possuem curso superior, entre estes, segundo o telejornal, alguns mestres e- pasmem- doutores! </em></strong></p>
<p><strong>Imagina o sujeito fazer mestrado ou doutorado e acabar na fila se inscrevendo para ser Gari. Nada contra a profissão de gari, que é digna e bastante necessária à conservação da limpeza de nosso ambiente urbano. Mas no Brasil, esta, como diversas outras profissões menos “elitizadas”, geralmente pagam salários quase miseráveis. E de verdade, quem faz um curso superior não espera colar grau e varrer as ruas, por mais digno que isto possa ser.</strong></p>
<p><strong>Mas enfim, o que acontece? Como é que um indivíduo com curso superior, um mestre, ou até um doutor, vê-se numa situação destas? Falta de oportunidades? Desemprego estrutural? Crise mundial? Nacional? Em parte sim, concordo.</strong></p>
<p><strong>É certo que o Brasil está longe do pleno emprego e a coisa não anda fácil, mas há também um fator histórico muito importante influenciando esta realidade que vivemos hoje em São Paulo com relação aos que possuem 3º grau: O abismo gigantesco entre a formação acadêmica e a preparação mercadológica; a falta completa do desenvolvimento de atitudes empreendedoras nos que se graduaram em nossas universidades; seja no presente, seja no passado.</strong></p>
<p><strong>Na minha área de formação mesmo, psicologia, é possível ver um indivíduo fazendo uma complexa tese sobre, digamos, “<em>A subjetividade do excluído social na América Latina pós-moderna”,</em> mas o mesmo indivíduo “não faz idéia” de como transformar o conhecimento que tem em algo rentável; não consegue nem mesmo montar uma ONG que seja, para ajudar o coitado do excluído que analisou em seu trabalho.</strong></p>
<p><strong>A pessoa quer fazer ciência, o que é louvável, mas esquece que tem que comer e pagar as contas. Não sabe fazer um currículo, não sabe fazer a gestão de uma carteira de clientes; não sabe participar de uma entrevista de trabalho (ou sequer se vestir para uma); não sabe fazer marketing de si mesmo; não sabe organizar uma planilha de custos; não sabe ganhar mercado; não sabe desenvolver um negócio; resumindo, não sabe sobreviver profissionalmente.</strong></p>
<p><strong>Ora, as ciências que nos são ensinadas nas Universidades nos são apresentadas como possíveis <em>profissões</em>, das quais supostamente vamos tirar nosso sustento, sobrevivência e prosperidade financeira. Sob este aspecto o pragmatismo é absolutamente necessário, e a transformação do conhecimento em algo que possa ser realmente “vendido” é imprescindível. Isto não é desvirtuar o nobre caráter da ciência, e sim utilizar seu curso superior como uma “profissão” que o permita viver bem. Você pode até achar triste, mas é o capitalismo, e você precisa comer!</strong></p>
<p><strong>Como já disse em um artigo anterior, estamos formando por aí <em>“odontólogos que sabem muito bem obturar ou mesmo implantar um dente, químicos que entendem profundamente suas fórmulas; advogados que conhecem muito bem as leis que estudaram; psicólogos que compreendem as complexas teorias do comportamento, e engenheiros que fazem seus cálculos com extrema exatidão; mas, em grande parte, pessoas que não fazem a mínima idéia de como oferecer seus serviços ao mercado, nem mesmo conseguem transformar o conhecimento que possuem em algo que traga algum retorno efetivo, tanto profissional como pessoal.”</em></strong></p>
<p><strong>Não pretendo com estas afirmações questionar a inteligência dos possíveis doutores garis que se inscreveram. Não sei da realidade e das dificuldades de cada um. Na verdade os considero, sob muitos aspectos, vítimas de um quadro social extremamente desequilibrado e, mais ainda, de um sistema educacional passivo e fraco do ponto de vista do desenvolvimento empreendedor. </strong></p>
<p><strong>Porque empreender não é ser empresário, não é ter o próprio negócio. Aliás, é também, mas vai muito além. Empreender na vida é ser capaz de enxergar um objetivo, identificar as competências necessárias para atingi-lo e partir para a ação. É ser capaz de buscar informação, que hoje é barata e acessível, para completar o quadro de competências mais desejadas pelo mercado. É, especialmente, ser capaz de olhar o mundo com olhos analíticos e se adaptar criativamente a ele.</strong></p>
<p><strong>Algumas raras pessoas têm o dom natural de fazer isto, mesmo sem estudo ou estímulo algum; chegam num lugar com uma mão na frente e outra atrás e, alguns anos depois, são bem sucedidos em suas empreitadas; mas a grande maioria de nós mortais depende</strong><strong> </strong><strong>da educação para desenvolver estas características. Uma educação que não existe; que não nos prepara. </strong></p>
<p><strong>É preciso ser inteligente sim, para passar em um concurso, mas o Estado não vai empregar todo mundo, e quem não for muito bem preparado, intelectualmente e COMPORTAMENTALMENTE, não entra na competição aqui fora. O curso superior não vale quase nada se você não souber tirar proveito dele. </strong></p>
<p><strong>Sem dúvida o sistema educacional de nosso país é totalmente ineficaz em nos preparar para sobreviver no cerne do capitalismo que dita as regras do mundo atual; e de verdade, se você quiser conseguir um lugar ao sol terá que, por si mesmo,  usando sua curiosidade e persistência, descobrir os meios de transformar as informações que tem em algo pelo qual alguém queira pagar. </strong></p>
<p><strong>Não acredita num mero psicólogo? Vai lá então e pergunte a um daqueles doutores.</strong></p>
<p><strong>Até!</strong></p>
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		<title>Maturidade, profissionalismo e comunicação!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[...sei que esperar espontaneamente bom senso das pessoas, é pedir demais; eu reconheço...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/sabotage.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-294" title="sabotage" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/sabotage-300x271.jpg" alt="sabotage" width="300" height="271" /></a>Empresas que atuam e são competitivas no mercado, sejam elas nacionais ou multinacionais, são formadas por pessoas maduras, equilibradas, e que colocam constantemente o profissionalismo acima de quaisquer pirraças pessoais, correto?</p>
<p>Correto! Papai Noel também existe e o natal está quase chegando, façam seus pedidos.</p>
<p>É triste, mas fico cada vez mais impressionado com algumas atitudes que contrariam o mais básico do bom senso no ambiente profissional.  Como gestor de RH, costumo ser o centro para qual convergem todos os problemas de relacionamento que, de uma forma ou outra, acabam se refletindo na produtividade da empresa.</p>
<p>Tudo bem, falo de gente com apenas  40, 50 anos de idade (cronológica), que “se esquece” de passar uma determinada informação a um certo colega, ou “atrasa” algum fluxo de trabalho por distração. O curioso é que a distração e o esquecimento são extremamente  seletivos, e apenas atingem alguns determinados grupos ou pessoas.</p>
<p>De verdade, como psicólogo, ( e também como gestor de pessoas), sei que esperar espontaneamente bom senso das pessoas, é pedir demais; eu reconheço. Ainda assim, tem gente que faz cada coisa que é de levantar os cabelos!</p>
<p>Está certo também que muitas vezes as empresas não têm qualquer programa de gerenciamento de conflitos ou melhoria dos relacionamentos no ambiente de trabalho; mas mesmo assim não é de esperar que gente “crescida” sabote serviços por conta de algo como “fiquei de mal” ou disputas de cunho pessoal.</p>
<p>Mas deixando de lado as ironias, convido-o seriamente a refletir, seja como empregado ou gestor, sobre o que leva as pessoas a tomar tais atitudes e como agir para evitá-las. Algumas vezes &#8211; parece brincadeira &#8211; mas acontece até com a gente.</p>
<p>Olhar de fora uma situação é fácil, mas quando estamos envolvidos podemos vir a sabotar situações ou pessoas de forma tão velada que nem mesmo nós nos damos conta. E o mais impressionante é que a forma de resolver isto, seja em nós mesmos ou nos grupos que gerenciamos, é a mesma há centenas de anos: Comunicação honesta e assertiva!</p>
<p>Percepções são muitas vezes cristalizadas, e pessoas passam dias, meses, anos, pirraçando umas com as outras por simples falta de comunicação. Eu achei isto&#8230;. Eu pensava que&#8230; Fulano me olhou assim&#8230; Alguém me disse que o outro ouviu&#8230; E pronto, está formado o jardim de infância!</p>
<p>Já vi gente ser desligada de projetos por causa de atitudes infantis a ponto de quase saírem às <em>“vias de fato”,</em> quando a situação poderia ser resolvida a partir de comunicação serena e adulta.</p>
<p>Se a empresa na qual você trabalha não tem nenhum programa voltado à melhoria das relações interpessoais, faça uma sugestão para que o implantem; se nada for feito, tente garantir que pelo menos você, e quem estiver à sua volta, saiba contornar tais “animosidades” através de uma conversa sincera e bem orientada, antes de chutar, ou quem sabe &#8220;furar&#8221; o balde.</p>
<p>Promova a comunicação em seu ambiente de trabalho, senão, sinceramente, daqui uns dias alguém vai chegar perguntando pelo Gervásio do setor de logística e vão dizer: __ Ah sim, o Gervásio, ele ta ali&#8230;  No canto&#8230; De castigo!!!</p>
<p>Até mais!</p>
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		<title>Mais saúde = Mais produtividade!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 17:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estes dias coloquei em prática, por acaso, um determinado conjunto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/well.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-291" title="well" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/well-300x104.jpg" alt="well" width="304" height="120" /></a>A maioria dos artigos que escrevo  costuma tratar de percepções e/ou experiências pessoais que busco extrapolar para um contexto  genérico, tentando compartilhar  com o leitor conceitos e sugestões à medida que os vivencio em minha própria vida e carreira; afinal, isto aqui é um blog, não um tratado científico. Por isto hoje um assunto simples, corriqueiro, mas que pode ter grande impacto em nossas vidas.</p>
<p>Como ser humano cheio de falhas e imperfeições, noto constantemente  que meu avanço e melhoria como profissional se solidificam não somente a partir das atitudes e comportamentos dos quais tomo conhecimento, mas sim a partir das atitudes e comportamentos que <em>constantemente reforço</em>. A diferença é enorme.</p>
<p>É por isto que pequenos textos têm apenas o “potencial” de gerar alguma transformação na vida das pessoas.  O que vai determinar de verdade a transformação é a constância com a qual colocamos em prática a informação útil que lemos, ou ouvimos por aí.</p>
<p>Estes dias coloquei em prática, por acaso, um determinado conjunto de comportamentos simples que me impressionaram pelas mudanças gerada sem minha qualidade de vida e produtividade profissional. O fato é que resolvi fazer, por brincadeira, um período de “desintoxicação alimentar”. Parecia uma coisa boba, o assunto surgiu em conversa com um amigo nutricionista, e eu topei para ver.</p>
<p>Pois bem. Durante 10 dias adotei, com dificuldade, o hábito de comer em  menos quantidade e mais vezes por dia, ingerir sucos naturais, abster-me totalmente de álcool e “tira gostos”  e evitar refeições logo antes de deitar. Já que estava no embalo da coisa resolvi colocar em prática também hábitos de “higiene do sono”, que havia lido dias antes na web. Passei a desligar a TV mais cedo( até parei de ver TV no quarto),  e criei um ritual para a hora de me deitar.  Não foi tão fácil, mas me surpreendi muito com os resultados.</p>
<p>Ok, você pode dizer: __Que novidade! Todo mundo sabe disso!</p>
<p>Sim, todos nós  sabemos, mas praticamos? Levamos a sério? Relembramos com freqüência estes costumes?</p>
<p>Sempre considerei que hábitos alimentares adequados e cuidados com o sono fossem benéficos, mas não imaginei que os resultados fossem tão grandes. Minha disposição, energia e concentração aumentaram drasticamente. A aparência melhorou e o cansaço durante o dia sumiu. A conseqüência foi mais bom humor e muito mais produtividade.</p>
<p>A questão agora é: Será que continuarei? A recompensa do bem estar tem sido grande, mas confesso que abandonar a macarronada com o noticiário das dez não é tão simples para mim.</p>
<p>Mas e você? É uma pessoa de hábitos muito mais saudáveis que eu, ou é  alguém que está precisando revê-los e dar  uma “desintoxicada” como tenho procurado fazer?</p>
<p>Se for  o segundo  caso, junte-se a mim ( enquanto eu ainda resisto) e comece hoje a cuidar melhor da alimentação e do sono, colhendo os frutos.</p>
<p>Meus frutos até agora têm sido mais prazer e mais resultados; não sei quais frutos você vai colher, mas se este texto for pelo menos uma semente que o ajude a melhorar sua qualidade de vida, o post de hoje já terá valido a pena!</p>
<p>Até mais.</p>
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		<title>O hábito de melhorar</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 22:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[sucesso na vida]]></category>

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		<description><![CDATA[É apenas através de reflexão incansável e trabalho contínuo que podemos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/mirror.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-284" title="mirror" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/10/mirror-300x239.jpg" alt="mirror" width="300" height="239" /></a>Escrever tem sido para mim fonte de agradáveis surpresas. É mesmo bastante recompensador receber comentários sobre meus textos, e em alguns casos agradecimentos de pessoas que consideram ter encontrado  informação e inspiração para a vida profissional.</p>
<p>Interessante é que tanto quanto, ou mesmo até  mais que os me dão a honra de ler este blog, eu também acabo crescendo através das linhas que escrevo. Isto porque escrever é necessariamente refletir, analisar, organizar idéias e tentar expressá-las de forma coerente e interessante.</p>
<p>A cada texto é preciso exercitar a mente tentando encontrar uma reflexão que seja pertinente e contenha uma mensagem completa, embora breve e direta. E é este exercício que quero ressaltar hoje. A importância de, constantemente, nos dedicarmos à tarefa de rever e analisar nossas ações em busca de aprimoramento.</p>
<p>Lendo biografias de grandes empresários e pessoas reconhecidas por sua capacidade de evoluir e se superar, pude notar que a “revisão de vida” é uma característica presente em muitos deles. Um inclusive tinha o hábito de anotar as atitudes que considerava inadequadas durante a semana para, aos sábados, sentar-se durante a tarde em sua biblioteca e refletir sobre como poderia melhorar na próxima semana.</p>
<p>Convenhamos que, na pressa cotidiana que vivemos hoje, não é raro passarmos semanas e meses sem pararmos para avaliar nossas atitudes e entrarmos em contato conosco, buscando evoluir. Ligamos o piloto automático e vamos passando pela vida levados pelos compromissos inadiáveis, entre lanches fast-food e trânsito caótico. O olhar está sempre para fora, e cabeça tem poucos momentos de paz diante do turbilhão que é a vida na modernidade. Temos tempo para muita coisa, menos para nós mesmos, para o crescimento próprio.</p>
<p>Ora, crescer, como ser humano ou como profissional, depende necessariamente de tempo de qualidade consigo mesmo e visão crítica sobre nosso comportamento cotidiano. Amadurecer e tornar-se melhor não é um processo aleatório à mercê das contingências da vida, e sim uma caminhada consciente na qual o estudo de si mesmo tem papel fundamental.</p>
<p>Por isso, se você me deu a honra de ler este texto em busca de alguma informação relevante para sua carreira (e sua vida), quero sugerir que tire um pouco de tempo dedicando-se também a ler a si mesmo, sua realidade, seu comportamento e sua postura perante a vida. Sugiro mais, procure estabelecer períodos constantes para avaliar a si mesmo e ver como é possível evoluir. Você vai se surpreender com a força deste exercício.</p>
<p>É apenas através de reflexão incansável e trabalho contínuo que podemos intensificar o sentido de nossa existência. A vida é um presente muito bom para que a vivamos levados pela maré. Seja qual seu momento e sua realidade hoje, saiba que é possível mudar, crescer e superar tudo; basta olhar para si mesmo com olhos atentos, fazer-se as perguntas certas e deixar o coração responder. Sermos melhores a cada dia é um dever de todos nós.</p>
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		<title>Para crescer profissionalmente</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 21:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada empresa tem seu jeito, suas urgências, seus processos, sua cultura e sua “cara”...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/09/executive_thinking.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-279" title="executive_thinking" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/09/executive_thinking.jpg" alt="executive_thinking" width="291" height="196" /></a>Esta semana, através da indicação de uma headhunter da qual sou cliente, tive o privilégio de ser entrevistado por um grande jornal mineiro a respeito do tema “carreira e oportunidades no mercado atual”.</p>
<p>Foi uma entrevista bem curta, mas confesso que responder às indagações da jornalista me fez refletir novamente sobre tudo o que fiz até hoje para chegar aonde cheguei. Tudo bem que ainda não cheguei longe; estou apenas no início da caminhada, mas, segundo meus critérios, venho evoluindo de modo até satisfatório.</p>
<p>Aos 24  anos criei o conceito de minha primeira empresa de treinamento e tive alguns clientes pequenos (que foram imprescindíveis), aos 27 pude atuar como consultor em treinamento para algumas empresas de grande porte e hoje- aos 30-, tenho a oportunidade de trabalhar como executivo em uma multinacional, na qual posso vivenciar um ambiente dinâmico, inteligente e multicultural, além de ser responsável por ajudar a gerenciar os recursos mais importantes da companhia: As pessoas!</p>
<p>Não estou citando isto aqui para dizer que me acho “cool”, e sim para compartilhar com você aspectos de minha experiência que talvez possam ser úteis à sua vida profissional. De fato, se eu ouso escrever um blog destes tenho que, no mínimo, ter algum conhecimento de causa e uma pequena história de vida que confira credibilidade ao que digo.</p>
<p>Por incrível que pareça, o que me ajudou a entrar em uma grande empresa, e o que me ajuda a sobreviver nela (parte mais difícil!), tem muito mais a ver com “as perguntas que faço” do que com “as respostas que já tenho”; e as habilidades das quais preciso diariamente são muito mais relacionadas a mim como “ser humano” do que necessariamente ao conhecimento técnico que detenho.</p>
<p>Eu tive uma professora de psicologia que dizia às vezes: “A teoria só é mesmo útil quando você não precisa mais dela”. É uma afirmação meio confusa, mas que serve para ilustrar que, entrar na vida profissional e sobreviver, é um processo de aprendizagem comportamental praticamente do zero; embora você precise ter uma base teórica.</p>
<p>Passei um tempo razoável de vida estudando gerenciamento de projetos para ver na prática que cada empresa tem sua forma de gerenciar os projetos, e que é praticamente impossível que um projeto funcione 100% como está nos livros. Da mesma forma, os livros sobre RH que devorei incessantemente, embora me sejam muito úteis para ter uma grande compreensão conceitual da área, pouco refletem a realidade do dia a dia que vivo.</p>
<p>A razão é: A vida nem sempre funciona como está nos livros!</p>
<p>Cada empresa tem seu jeito, suas urgências, seus processos, sua cultura e sua “cara”, seu “jeito de ser”, e a maioria delas recorta “pedaços” das grandes teorias de gestão que existem por aí parar criar sua maneira bastante particular de funcionar.</p>
<p>Eu até hoje tenho sobrevivido e conseguido aos poucos galgar alguns degraus, única e exclusivamente por adotar uma postura que pode parecer antagônica: Estudar muito e me convencer todo dia de que não sei quase nada!</p>
<p>Só que tem mais, parei de estudar só os livros e comecei a estudar a realidade à minha volta. Meus superiores, colegas, decisões tomadas na empresa, atitudes adequadas e inadequadas que presencio no dia a dia, tudo isto tem sido fonte incessante de crescimento e amadurecimento.</p>
<p>De tudo, o mais complicado foi compreender que muitas vezes não se pode fazer a prática caber na teoria, e aceitar que na vida profissional algumas coisas vão passar longe do que os livros dizem, e que muitas vezes, por força das contingências, é assim&#8230; Simplesmente.</p>
<p>Por fim quero dizer que, embora este post  talvez esteja um bocado vago e auto-reflexivo, a mensagem a compartilhar aqui é a de que apenas o questionamento constante e a abertura ao novo podem ajudar na sobrevivência profissional de qualquer um, por mais exímio que seja tecnicamente (e teoricamente).</p>
<p>Sem dúvida nenhuma, muito mais importante que as TODAS as respostas que você já  tem, são as perguntas <a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/09/executive_thinking.jpg"></a>que você faz; a cada dia, a cada situação, sem cessar&#8230;</p>
<p>Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>De olho em sua performance. (E em sua qualidade de vida!)</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ser excessivamente condescendente consigo de certo é uma atitude negativa que pode fazê-lo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/09/stress_cartoon.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-270" title="stress_cartoon" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/09/stress_cartoon-300x219.png" alt="stress_cartoon" width="300" height="219" /></a>Você já teve a sensação de que, por mais que se dedique ao trabalho e se considere comprometido, de vez em quando ainda ficam tarefas por fazer, coisinhas inacabadas, relatórios imperfeitos&#8230; ?</p>
<p>Você até que cumpre os prazos (quase sempre) e se esforça bastante, mas pode ser que fique aquele sentimento de: “Eu podia ter feito mais”.</p>
<p>Se este tipo de sensação é recorrente em seu cotidiano existem duas hipóteses: Ou você está mesmo um pouco relapso e precisando de mais disciplina ou- o que é bem comum- está se cobrando um nível de excelência (ê palavrinha gasta esta&#8230;) que pode vir a comprometer seu bem estar mental e, porque não dizer, espiritual.</p>
<p>Na verdade pode ser bastante complicado ter a noção exata de sua performance para saber se é você quem se cobra demais ou se está mesmo deixando a peteca cair. Parece uma questão boba mas os consultórios médicos e psicológicos se enchem de gente que, mesmo trabalhando bem, não conseguem estar satisfeitas consigo mesmas.</p>
<p>Há pessoas que, mesmo cumprindo todos os prazos e atingindo metas, se exasperam e adoecem em busca de um desempenho irretocável. Nestes tempos de competição insana e pressão absurda pode valer pena parar um pouco e refletir sobre o quanto e “como”, você vem se cobrando.</p>
<p>Ser excessivamente condescendente consigo de certo é uma atitude negativa que pode fazê-lo mascarar comportamentos relapsos, mas o contrário, a cobrança excessiva pode chegar a prejudicá-lo em um âmbito muito mais amplo de sua vida. Meu convite aqui é para tentar olhar seu dia a dia profissional e achar um ponto de mensuração seguro a partir do qual balizar sua performance e sua percepção a respeito dela. Pode ser seu superior, seus clientes ou seus colegas de trabalho.</p>
<p>Você pode escolher ter uma conversa aberta sobre seu desempenho e comportamento, ou mesmo observar sinais sutis que denunciam se você vem ou não mantendo o ritmo. Questionar-se sobre isto é bom em qualquer do casos, porque se você estiver mesmo relapso será a chance de enxergar melhor suas falhas e aprimorar-se, e caso você receba apenas feedbacks positivos, não é o caso de “relaxar”, mas é possível perceber que tudo vai bem, e isto ajuda a tirar um pouco da ansiedade de quem é perfeccionista.</p>
<p>Conhecer a si mesmo através do olhos de outros, especialmente na vida profissional, é uma atitude inteligente que pode garantir o crescimento na carreira e mais ainda, sua paz de espírito.</p>
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		<title>Trabalhando sob pressão!</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 19:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[stress no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhar sob pressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Já vi muita gente se desesperar com x, y e z para fazer, enquanto outros resolviam o alfabeto inteiro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/08/pressure2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-261" title="pressure" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/08/pressure2.jpg" alt="pressure" width="174" height="203" /></a>__ Mas então, me diga, você e capaz de trabalhar sob pressão?__. Esta é uma pergunta que muitos selecionadores fazem durante os processos seletivos atuais. Isto ocorre porque hoje as ferramentas de comunicação se tornaram mais velozes que a capacidade de ação das pessoas.</p>
<p>Antigamente era correio, fax, e mesmo quando já tínhamos email, o sujeito só abria a caixa de entrada em horas especificas do dia. Hoje não, com os smartphones e net books da vida o individuo resolve meia dúzia de informações enquanto mastiga um pedaço de batata no almoço.</p>
<p>Ser produtivo hoje significa gerenciar uma quantidade enorme de informações e tomar atitudes em tempo real sobre muitos acontecimentos. Veja que na verdade, quando te perguntam se você consegue trabalhar sobre pressão , o que estão te perguntando é:__ Você e capaz de trabalhar de maneira muito organizada e veloz sem perder a cabeça e comprometer a qualidade?</p>
<p>Conseguir fazer isto não é nenhuma mágica, e por incrível que pareça tem mais a ver com calma e ponderação do que com pressa e stress. Existe uma teoria que afirma que não ficamos estressados exatamente pelo “quanto” de trabalho temos a fazer, e sim pela maneira como olhamos esta quantidade e como reagimos a ela.</p>
<p>Já vi muita gente se desesperar com x, y e z para fazer, enquanto outros resolviam o alfabeto inteiro mantendo um excelente nível de serenidade. Não só por que se organizavam melhor, faziam anotações e acompanhavam o progresso de cada atividade. Mas porque mantinham a calma. Pois é, parece uma sugestão esdrúxula, de tão obvia, mas acredite, muita gente se esquece completamente disso.</p>
<p>Se organizar bem não é somente a “causa” de um bom trabalho. É também a conseqüência de se conseguir manter a calma e serenidade diante de uma pilha confusa e enorme de tarefas importantes e urgentes. Muitas e muitas vezes é sua reação emocional aos problemas que vai definir se você conseguirá ou não resolvê-los de forma organizada, clara e veloz. Se você se deixar levar pelo desespero, o coração dispara, as pernas tremem, as costas gelam e sua visão fica turva. Impossível ter método assim!</p>
<p>Manter a calma, respirar e começar aos poucos a destrinchar o enorme emaranhados de tarefas correlacionadas e “emperradas” é a melhor forma de aliar velocidade à qualidade. Ser eficaz em resolver um problema requer muitas vezes a capacidade de analisar calma e lentamente pequenas partes dele, para então agir de forma certeira.</p>
<p>E claro, se estiver participando de um processo seletivo e for surpreendido com a pergunta do início deste texto, respire e responda calma e serenamente a verdade. Nem preciso dizer que a verdade precisa ser: __ Sim, eu sou!__.</p>
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		<title>Emprego? Que emprego?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 22:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A questão é que o trabalho, da forma como tem sido tradicionalmente praticado nas empresas até nossos dias, trata-se...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/08/primeiro-emprego.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-253" title="primeiro-emprego" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/08/primeiro-emprego-300x200.jpg" alt="primeiro-emprego" width="272" height="187" /> </a>Não sei se você já ouviu por aí, mas ultimamente virou moda dizer que o emprego vem desaparecendo. Isto não é exatamente uma novidade. Para ser mais exato não é o emprego em si que esta desaparecendo, e sim a forma como o concebemos tradicionalmente.</p>
<p>Devido à grande facilidade de comunicação e interatividade atuais, e a extrema necessidade de flexibilidade e velocidade das empresas, as estruturas antigas nas quais se desenvolvia o trabalho estão se transformando com rapidez, exigindo muito mais desenvoltura das pessoas.</p>
<p>O que isso quer dizer na prática?</p>
<p>Que provavelmente ninguém vai te dar um emprego a não ser que você  seja absurdamente competente, não só no que foi formado para fazer, mas em uma série de coisas das quais você provavelmente jamais ouviu falar na universidade.</p>
<p>A questão é que o trabalho, da forma como tem sido tradicionalmente praticado nas empresas até nossos dias, trata-se de algo relativamente recente e já em declínio. É um produto da revolução industrial e do capitalismo tradicional, que criou as fábricas do fim do século dezoito e posteriormente as linhas de montagens e as produções em série.</p>
<p>Foi esta revolução que trouxe os antigos artesãos para as fábricas, como operários ou funcionários administrativos, passou a pagar salários, definir horários, e a dizer a eles o que fazer. Este é o modelo de trabalho que conhecemos. Só que a nova revolução, a do conhecimento, já começa a mudar de novo a ordem das coisas.</p>
<p>Ok, a realidade dos empregos tradicionais, no formato que sempre os conhecemos, está desaparecendo. Qual o problema aí?</p>
<p>Em princípio nenhum; na verdade, isto pode ser até muito positivo. O problema que surge decorre do fato de que nosso modelo educacional e nossa “cultura” não têm sido muito eficazes em nos preparar para esta nova realidade, e continuam nos desenvolvendo para atuar profissionalmente em um mundo que está deixando de existir dia após dia.</p>
<p>Não quero dizer com isso que você não deva procurar um emprego em sua área, que não vá conseguir um, ou que deva desistir do que já tem &#8211; se tiver. É claro que muitas pessoas continuam a ser empregadas todos os dias, e continuarão a ser.</p>
<p>O que estou dizendo é que devido à velocidade com a qual as organizações têm que se antecipar às mudanças hoje, a forma tradicional de emprego, com hierarquia rígida, regras e horários claros de trabalho, se mostra ineficaz ou até mesmo impossível em alguns casos.</p>
<p>O fato é que muitas empresas daqui pra frente passarão cada vez mais a utilizar o trabalho de diversos profissionais sem que eles necessariamente estejam “empregados” do modo tradicional. E mesmo os empregos “tradicionais” que continuarem a existir, exigirão cada vez mais autonomia e articulação das pessoas.</p>
<p>As empresas a partir de agora estarão bem mais interessadas em comprar trabalho de pessoas que possam oferecer imediatamente os conhecimentos e as habilidades de que elas necessitam, do que em empregar alguém que não deixe muito claro qual valor estará levando à organização.</p>
<p>Portanto, se você quiser se sair bem daqui pra frente no mercado deve parar de pensar apenas em “arranjar um emprego” e começar a pensar também em “oferecer trabalho”.</p>
<p>Porque se você começar efetivamente a oferecer algum trabalho de valor, vão aparecer pessoas que, se não estiverem dispostas a te dar um emprego &#8211; provavelmente vão estar bastante interessadas em comprar seu trabalho.</p>
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		<title>Estratégia ou efetividade operacional?</title>
		<link>http://ogerente.com/carreiraesucesso/2009/08/08/estrategia-ou-efetividade-operacional/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 03:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[operacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Não dá para ou fazer melhor, ou fazer diferente, é preciso fazer melhor “e” diferente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/08/soccer_cartoon_penalty.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-180" style="border: 5px solid white;" title="soccer_cartoon_penalty" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/08/soccer_cartoon_penalty-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a>Em dois posts publicados anteriormente, um chamado &#8220;<a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/2009/06/16/competindo-operacinalmente/" target="_self">competindo operacionalmente</a>&#8221; e o outro &#8220;<a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/2009/07/09/competindo-estrategicamente/" target="_self">competindo estrategicamente</a>&#8221; dei exemplos de como estas duas formas de competir são intrínsecas à própria natureza da vida, descrevendo comportamentos do mundo animal que evidenciam claramente cada forma de busca pela sobrevivência e, por que não, pela vitória.</p>
<p>Mas, o que exatamente estas duas analogias tem a ver com você?</p>
<p>Absolutamente tudo! Afinal, como é que você vai competir? Através do uso de estratégias ou de foco em efetividade operacional? Aceita uma sugestão? Das duas maneiras! Porque é exatamente o que as empresas têm feito.</p>
<p>Se você procurar na literatura sobre administração irá perceber que desde que surgiram as empresas modernas tem se revezado entre focar sua atuação mais em estratégia ou mais em efetividade operacional, dependendo do contexto econômico.</p>
<p>Isso até algum tempo atrás, porque a concorrência global de agora tem forçado as organizações (e as pessoas) praticamente a “assobiar e chupar cana” ao mesmo tempo.</p>
<p><span id="more-183"></span>Não dá para ou fazer melhor, ou fazer diferente, é preciso fazer melhor “e” diferente. Assim são as empresas mais competitivas, e assim são os melhores profissionais.</p>
<p>Note que estratégia tem a ver com observar e escolher. É olhar para o ambiente e procurar as oportunidades de acontecer de forma criativa e inteligente.</p>
<p>E a efetividade operacional tem a ver com organizar-se e aperfeiçoar-se. É olhar para dentro e descobrir o que pode ser aprimorado nos processos que você desempenha, mesmo que sejam iguaizinhos aos dos concorrentes.</p>
<p>São duas formas diferentes de se competir, mas complementares. E não é questão de qual das duas é melhor, as duas são necessárias!</p>
<p>Ser operacionalmente efetivo pode significar fazer o que geralmente se faz em sua área de atuação (ou fazer a mesma coisa que seu colega de trabalho), porém, com mais qualidade, mais organização e menos custo do que os outros.</p>
<p>Ser estratégico significa tentar sempre estudar o ambiente e fazer planos inteligentes para vencer, criar a maneira mais inteligente de chegar a um resultado. Poder ser uma inovação ou aproveitar alguma oportunidade que “a maioria não vê.</p>
<p>O futebol, que é uma forma de competição altamente valorizada em nosso país, nos dá facilmente um exemplo destas duas maneiras de se atuar.</p>
<p>Há jogadores que tem excelente forma física, executam muito bem seus passes, sabem chutar com precisão e estão sempre bem posicionados, mas que não costumam ser muito criativos em suas jogadas. Estes são operacionalmente efetivos!</p>
<p>Por outro lado, há aqueles que apesar de não correr tanto, errar alguns passes, atrasarem para chegar até a bola e nem sempre chutarem certeiro, têm uma “visão de jogo” que os permite criar lances inesperados e quase geniais. Estes são estratégicos!</p>
<p>E claro, além destes, há os que fazem as duas coisas ao mesmo tempo.</p>
<p>Que tipo você acha que está na seleção? Hum?</p>
<p>Até mais!</p>
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		<item>
		<title>Desaprendendo para crescer na carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 15:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Soalheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[como obter sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência e flexibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso na carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda, observe, e desaprenda para crescer; somente assim é que, enquanto o mundo muda...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/07/untitled.bmp"><img class="alignleft size-medium wp-image-175" title="untitled" src="http://ogerente.com/carreiraesucesso/wp-content/uploads/2009/07/untitled.bmp" alt="" width="239" height="177" /></a>Dizem que uma pessoa que fez apenas algumas aulas de direção tem mais chances de passar em um teste para obtenção da carta de habilitação do que aquelas que já dirigiam muito tempo antes de se submeterem ao exames. Não creio que exista comprovação científica a respeito disto, mas a premissa faz sentido. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Quem já dirige há muito tempo, &#8220;pensa&#8221; que faz tudo de maneira correta, e muitas vezes possui vícios de comportamento difíceis de serem tirados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Assim são alguns profissionais conforme avançam na carreira. Ganham experiência, desenvolvem métodos, criam procedimentos e por vezes, sem notar, paralisam sua forma de atuação e congelam sua perspectiva de ação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span id="more-174"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">A maioria não o faz por mal, e sim pelo simples fato de sequer se observarem ou acreditarem implicitamente que &#8220;se tem dado certo até aqui, a tendência é continuar&#8221;. Nem sempre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">A dinâmica do mundo contemporâneo não costuma funcionar linearmente, e a intensificação na troca de conhecimento torna métodos, processos e perspectivas, obsoletos em velocidade gigantesca.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">O que era bom ano passado pode não ser hoje. Aquela maneira de fazer o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">brainstorm</em> de repente envelheceu; a forma de montar a planilha até que é boa, mas é possível fazer muito melhor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Cada vez mais as empresas procuram aqueles dispostos e com potencial de aprender, em detrimento dos que se consideram, enfim, prontos. Você nunca estará pronto, porque o mundo nunca está pronto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Note que se você é do tipo que se considera, &#8220;formado, acabado&#8221; vai terminar<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>ficando pra trás depressa, ou mesmo nem entrando em uma determinada empresa, pois isto se percebe em entrevistas e testes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Tão importante quanto a capacidade aprender, é a humildade de desaprender, rever, re-significar e recriar-se segundo as contingências. E isto leitor, nem exige tanta inteligência. Exige sim, humildade, abertura, desprendimento e disponibilidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Aprenda, observe, e desaprenda para crescer; somente assim é que, enquanto o mundo muda, você mudará com ele; e sobreviverá.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Até mais.</span></p>
]]></content:encoded>
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