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	<title>O Economista</title>
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	<description>Blog de economia e negócios</description>
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	<title>O Economista</title>
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	<item>
		<title>Como montar um orçamento familiar mensal: passo a passo (+ planilha)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Celso Ricardo Salazar Valentim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um orçamento familiar é o registro organizado de tudo o que entra e tudo o que sai do dinheiro da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="oe-artigo">
<p class="oe-lead">Um <strong>orçamento familiar</strong> é o registro organizado de tudo o que entra e tudo o que sai do dinheiro da casa ao longo de um mês. Montar o seu transforma o velho “o salário some e eu não sei para onde foi” em controle real — você passa a decidir o destino de cada real em vez de descobrir depois. Na prática: liste as receitas, mapeie as despesas, dê a cada gasto uma categoria e uma meta, e acompanhe mês a mês.</p>
<nav class="oe-toc" aria-label="Índice do artigo">
    <span class="oe-toc-title">Neste artigo</span></p>
<ol>
<li><a href="#o-que-e">O que é um orçamento familiar (e por que muda o jogo)</a></li>
<li><a href="#metodo-50-30-20">O método 50-30-20 (e quando ele não serve)</a></li>
<li><a href="#passo-a-passo">Passo a passo para montar o seu</a></li>
<li><a href="#erros-comuns">Os erros mais comuns (e como evitá-los)</a></li>
<li><a href="#planilha">Como uma planilha automatiza tudo</a></li>
<li><a href="#faq">Perguntas frequentes</a></li>
</ol>
</nav>
<h2 id="o-que-e">O que é um orçamento familiar (e por que muda o jogo)</h2>
<p>Orçamento familiar é simplesmente um plano de para onde o seu dinheiro vai. Ele compara, de um lado, tudo o que a família recebe (as <strong>receitas</strong>) e, de outro, tudo o que gasta (as <strong>despesas</strong>), dentro de um período — normalmente o mês. O objetivo não é cortar prazeres nem virar um controlador obsessivo de centavos. É enxergar a verdade dos números para tomar decisões conscientes.</p>
<p>O Banco Central, no programa <a href="https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira" target="_blank" rel="noopener">Cidadania Financeira</a>, trata o orçamento como o principal aliado da boa gestão das finanças pessoais — a ferramenta a partir da qual tudo o mais (poupar, sair de dívidas, investir) se torna possível. A lógica é direta: você não consegue melhorar aquilo que não mede.</p>
<p>Quando o orçamento existe, três coisas acontecem quase sozinhas. Primeiro, os “vazamentos” aparecem — aqueles pequenos gastos repetidos que, somados, viram uma fatia grande do mês. Segundo, fica claro se você está no azul ou no vermelho, e por quanto. Terceiro, sobra base para planejar: dá para definir quanto guardar, quando quitar uma dívida ou se aquela compra grande cabe no orçamento.</p>
<p class="oe-tip"><strong>Regra de ouro:</strong> todo orçamento deve terminar o mês <strong>superavitário</strong> — com as receitas maiores que as despesas. Essa diferença é o que vira reserva, quitação de dívida ou investimento.</p>
<h2 id="metodo-50-30-20">O método 50-30-20 (e quando ele não serve)</h2>
<p>Para quem está começando, um bom ponto de partida é o método <strong>50-30-20</strong>, que divide a renda líquida em três blocos:</p>
<ul>
<li><strong>50% para necessidades</strong> — moradia, água e luz, alimentação básica, transporte, saúde. O que você <em>precisa</em> pagar para viver.</li>
<li><strong>30% para desejos</strong> — restaurante, streaming, viagens, lazer, compras que melhoram a vida mas poderiam, em tese, ser cortadas.</li>
<li><strong>20% para prioridades financeiras</strong> — montar a reserva de emergência, investir e quitar dívidas.</li>
</ul>
<p>O 50-30-20 é uma referência, não uma lei. Ele funciona bem como diagnóstico — se as suas “necessidades” consomem 75% da renda, isso já é um sinal importante por si só. Mas a divisão precisa se adaptar à sua realidade: em famílias de renda mais apertada, é natural que a fatia de essenciais seja maior, e tudo bem. O que importa é ter consciência da proporção e empurrá-la, com o tempo, na direção mais saudável.</p>
<p>Se o 50-30-20 não encaixa, há alternativas: o <strong>orçamento base zero</strong> (você atribui uma função a cada real até sobrar zero “não planejado”), o <strong>método dos envelopes</strong> (separar o dinheiro de cada categoria) ou variações como o <strong>70-20-10</strong>. O melhor método é o que você não abandona na segunda semana.</p>
<h2 id="passo-a-passo">Passo a passo para montar o seu</h2>
<p>O Banco Central descreve a elaboração de um orçamento em etapas encadeadas — planejar, registrar, agrupar e avaliar. O passo a passo abaixo segue essa mesma lógica, traduzida para o dia a dia.</p>
<h3>Passo 1 — Levante todas as receitas (e use o valor líquido)</h3>
<p>Liste tudo o que entra no mês: salários, pró-labore, aposentadoria, aluguéis recebidos, pensões, renda extra. Some por pessoa da casa para chegar à renda familiar.</p>
<p>Dois cuidados: use sempre o valor <strong>líquido</strong> — o que de fato cai na conta —, não o salário bruto. E separe as <strong>receitas fixas</strong> (salário, aposentadoria) das <strong>variáveis</strong> (comissões, freelas). Quem vive de renda variável deve orçar pela média dos meses mais magros, não pelos melhores.</p>
<h3>Passo 2 — Mapeie as despesas: fixas, variáveis e sazonais</h3>
<p>Aqui mora o trabalho de verdade. Anote <strong>todos</strong> os gastos, sem maquiar, separados em três tipos:</p>
<ul>
<li><strong>Fixas</strong> — valores parecidos todo mês: aluguel ou prestação, escola, plano de saúde, internet, assinaturas.</li>
<li><strong>Variáveis</strong> — mudam com o consumo: supermercado, combustível, luz, lazer, farmácia.</li>
<li><strong>Sazonais e anuais</strong> — caem de vez em quando, mas existem: IPTU, IPVA, matrícula, presentes de fim de ano, seguro do carro.</li>
</ul>
<p>A dica que evita o erro mais comum: pegue o total das despesas anuais e divida por 12. Esse “duodécimo” você reserva todo mês — para que o IPVA de janeiro não vire uma crise.</p>
<h3>Passo 3 — Categorize e some</h3>
<p>Agrupe os gastos por categoria (moradia, alimentação, transporte, saúde, educação, lazer, dívidas) e some cada bloco. É esse agrupamento que revela onde o dinheiro realmente vai — quase sempre com surpresas. Para revisar a base, vale rever o conceito de <a href="https://www.oeconomista.com.br/receitas-e-despesas/">receitas e despesas</a>.</p>
<h3>Passo 4 — Defina metas e dê destino a cada real</h3>
<p>Com a foto do mês na mão, compare receitas e despesas. Se sobra, decida conscientemente o destino (reserva, investimento, antecipar dívida). Se falta, o orçamento aponta onde atacar: comece pelas categorias de “desejos”, e só depois pelos essenciais. Defina metas realistas — reduzir o delivery, não zerá-lo de um dia para o outro. Metas punitivas fracassam pelo mesmo motivo que dietas radicais.</p>
<h3>Passo 5 — Acompanhe e ajuste mês a mês</h3>
<p>Orçamento não é planilha que se preenche uma vez e se esquece. O ganho vem do <strong>acompanhamento</strong>: registrar os gastos ao longo do mês e, no fim, comparar o planejado com o realizado. Os primeiros dois ou três meses servem para calibrar — é normal errar as estimativas no começo. Quem quiser um roteiro mais detalhado pode seguir o guia de <a href="https://www.oeconomista.com.br/orcamento-familiar-parte-1/">orçamento familiar — parte 1</a>.</p>
<h2 id="erros-comuns">Os erros mais comuns (e como evitá-los)</h2>
<ul>
<li><strong>Esquecer as despesas sazonais.</strong> IPVA, IPTU e matrícula não somem só porque não aparecem em março. Reserve o duodécimo.</li>
<li><strong>Orçar pela renda bruta.</strong> Você não recebe o bruto — orce pelo líquido.</li>
<li><strong>Fazer um orçamento punitivo.</strong> Cortar todo o lazer garante o abandono. Inclua uma fatia para desejos.</li>
<li><strong>Não registrar os pequenos gastos.</strong> O cafezinho e o app de transporte, somados, costumam ser uma das maiores categorias do mês.</li>
<li><strong>Misturar contas pessoais e do negócio.</strong> Autônomo precisa separar CNPJ de CPF, ou nenhum dos orçamentos faz sentido.</li>
<li><strong>Desistir no primeiro mês “errado”.</strong> Os primeiros meses são de calibragem. Persistir é o que faz o método funcionar.</li>
</ul>
<h2 id="planilha">Como uma planilha automatiza tudo</h2>
<p>Dá para fazer orçamento no papel, mas uma <strong>planilha</strong> elimina o atrito que faz a maioria desistir. Ela soma as categorias sozinha, calcula o saldo do mês em tempo real, mostra a proporção de cada gasto e sinaliza quando você está estourando uma categoria. Em vez de fazer contas, você só registra — e enxerga o resultado na hora.</p>
<p>Se você quer começar hoje sem montar fórmulas do zero, baixe a nossa <a href="https://www.oeconomista.com.br/produto/planilha-financas-pessoais/">planilha de finanças pessoais</a>: ela já vem com categorias prontas, separação entre fixas e variáveis, reserva para gastos anuais e um painel com o resumo do mês.</p>
<p>Aplicativos de finanças também funcionam e têm a vantagem da praticidade no celular. Planilha ou app, o que define o sucesso é o mesmo: registrar com constância. A ferramenta é só o meio.</p>
<h2 id="faq">Perguntas frequentes</h2>
<div class="oe-faq-item">
<p class="oe-faq-q">Qual a diferença entre orçamento familiar e fluxo de caixa?</p>
<p class="oe-faq-a">O orçamento é o <em>plano</em> — quanto você pretende receber e gastar no mês. O fluxo de caixa é o <em>registro do que de fato aconteceu</em>, com datas. Você planeja no orçamento e confere na prática pelo fluxo de caixa.</p>
</p></div>
<div class="oe-faq-item">
<p class="oe-faq-q">Quanto devo guardar por mês?</p>
<p class="oe-faq-a">Uma referência comum é destinar cerca de 20% da renda líquida a prioridades financeiras (reserva, investimentos, dívidas), como no método 50-30-20. Mas o número certo é o que cabe no seu orçamento sem deixá-lo no vermelho. Começar com 5% já é melhor do que não começar — o hábito importa mais que o valor inicial.</p>
</p></div>
<div class="oe-faq-item">
<p class="oe-faq-q">Tenho renda variável. Como faço orçamento?</p>
<p class="oe-faq-a">Orce com base na média dos seus meses mais fracos, não dos melhores. Nos meses bons, a diferença a mais vira reserva — que cobre os meses ruins. Assim o seu padrão de vida não oscila junto com a renda.</p>
</p></div>
<div class="oe-faq-item">
<p class="oe-faq-q">Planilha ou aplicativo: o que é melhor?</p>
<p class="oe-faq-a">Os dois funcionam. A planilha dá mais controle e flexibilidade; o app, mais praticidade no dia a dia. Escolha o que você vai realmente usar de forma constante — a constância é o que produz resultado.</p>
</p></div>
<div class="oe-faq-item">
<p class="oe-faq-q">Com quanto de renda vale a pena ter um orçamento?</p>
<p class="oe-faq-a">Com qualquer uma. Quanto mais apertada a renda, mais cada real precisa ser bem direcionado — então o orçamento é ainda mais valioso para quem ganha menos, não menos.</p>
</p></div>
<div class="oe-cta">
<h3>Comece ainda este mês</h3>
<p>Baixe a planilha de finanças pessoais e monte seu primeiro orçamento hoje.</p>
<p>    <a class="oe-btn" href="https://www.oeconomista.com.br/produto/planilha-financas-pessoais/">Baixar a planilha</a>
  </div>
<p class="oe-note">Conteúdo educativo do O Economista, com base no programa Cidadania Financeira do Banco Central do Brasil. As referências de método (50-30-20, etapas de elaboração do orçamento) são pontos de partida; adapte à realidade da sua família.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Gestão de banca: controle as finanças nas apostas e cassino online</title>
		<link>https://www.oeconomista.com.br/gestao-de-banca-controle-as-financas-nas-apostas-e-cassino-online/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 13:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publieditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de apostas no Brasil vive uma fase de consolidação. Dados oficiais divulgados pela Secretaria de Prêmios e Apostas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O mercado de apostas no Brasil vive uma fase de consolidação. Dados oficiais divulgados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda revelam que 17,7 milhões de brasileiros realizaram apostas no primeiro semestre de 2025, gerando uma receita bruta de R$ 17,4 bilhões para os cassinos online.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O levantamento também apontou que mais de </span><a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202508/anatel-bloqueia-15-mil-sites-ilegais-de-apostas-no-primeiro-semestre" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">15 mil sites ilegais foram bloqueados</span></a><span style="font-weight: 400;"> desde o início da fiscalização. Em comparação, 81 empresas e 184 marcas estão oficialmente autorizadas pelo governo a operar no país.</span></p>
<h2><b>Campanha destaca o jogo responsável</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses números demonstram não apenas o crescimento do setor, mas também a necessidade de maior conscientização sobre o jogo responsável. Uma das iniciativas voltadas ao assunto vem da casa de apostas KTO, conhecida por divulgar rankings mensais dos esportes e jogos de </span><a href="https://www.kto.bet.br/cassino/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">cassino</span></a><span style="font-weight: 400;"> mais populares na plataforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A campanha </span><a href="https://kto-group.com/pt/news/a-kto-entra-em-campo-com-campanha-de-jogo-responsavel" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Jogador Responsável é Faixa</span></a><span style="font-weight: 400;"> reforça os quatro pilares do jogo consciente: conexão, consciência, disciplina e equilíbrio. A ação é encabeçada por dois embaixadores da marca, os ex-jogadores Denílson e Tinga, ao lado de outros atletas e influenciadores da marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mensagens destacam a importância de estabelecer limites de tempo e dinheiro para reconhecer o momento de parar.  O CEO da empresa, Andreas Bardun, destacou que “ser um apostador responsável não é apenas seguir regras, mas adotar uma mentalidade equilibrada”.</span></p>
<h2><b>Como fazer uma gestão de banca para esportes e cassino</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As medidas mencionadas na campanha da KTO têm muito em comum com um conjunto de práticas que ajudam os apostadores mais experientes: a gestão de banca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, a gestão de banca oferece recursos para controlar o dinheiro destinado ao jogo, evitando que perdas momentâneas comprometam o orçamento pessoal. Consiste em definir quanto será usado para apostar e dividir esse valor em pequenas unidades, também chamadas de stakes, que representam o limite de cada aposta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma técnica, a gestão de banca é uma forma de proteger o jogador contra decisões impulsivas e perdas sucessivas nos cassinos online. A seguir, descubra um passo a passo para começar a sua própria gestão de banca.</span></p>
<h3><b>Defina o valor total da sua banca</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ponto de partida é determinar quanto dinheiro você pode destinar às apostas sem comprometer suas finanças pessoais. Essa quantia deve ser pensada como um valor reservado exclusivamente para o lazer, não para gerar retorno financeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das estratégias mais usadas é separar entre 2% e 5% da renda mensal para o jogo. Em jogos de cassino, como slots e roleta, essa limitação é ainda mais importante, já que os resultados dependem inteiramente da sorte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estabelecer um teto impede que o jogador continue jogando em busca de recuperar perdas, comportamento que é uma das principais causas de problemas com o jogo.</span></p>
<h3><b>Estabeleça o valor da unidade de aposta</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de definir o total da banca, o segundo passo é definir o tamanho da unidade de aposta. Ou seja, quanto será colocado em cada jogada. Em geral, recomenda-se que cada aposta represente de 1% a 5% da banca total, dependendo do perfil do jogador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um apostador conservador, por exemplo, pode optar por arriscar apenas 2% da banca por aposta. Essa estratégia reduz o impacto das perdas e aumenta a durabilidade do saldo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante evitar o chamado all-in, ou seja, apostar todo o saldo de uma vez. Mesmo que pareça uma oportunidade promissora, esse comportamento costuma levar a perdas irreversíveis. O foco deve estar na consistência e disciplina, não em ganhos rápidos.</span></p>
<h3><b>Registre suas apostas e resultados</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização é um pilar fundamental da gestão de banca. Registrar cada aposta, incluindo o valor, a probabilidade (odd), o tipo de jogo e o resultado, ajuda a entender padrões e identificar erros recorrentes. Manter uma planilha simples, seja em papel ou no computador, permite visualizar o desempenho ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso das apostas esportivas, por exemplo, esse acompanhamento ajuda a perceber em quais mercados o apostador tem melhor aproveitamento. Já em jogos de cassino, o controle evita o excesso de giros automáticos ou repetições impulsivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter esse histórico também é uma forma de perceber quando é hora de parar, caso o desempenho esteja gerando perdas contínuas.</span></p>
<h3><b>Use métodos de stake e limites de tempo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os métodos de stake ajudam a aplicar a gestão de banca de forma prática. Há três abordagens principais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Stake fixa</b><span style="font-weight: 400;">: o valor de cada aposta é sempre o mesmo, independentemente do resultado anterior. É o método mais indicado para iniciantes.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Stake escalonada</b><span style="font-weight: 400;">: o valor varia conforme o nível de confiança na aposta, mas sem ultrapassar o limite total definido.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Critério de Kelly</b><span style="font-weight: 400;">: utiliza uma</span><a href="https://valorinveste.globo.com/blogs/carlos-heitor-campani/coluna/apostas-esportivas-investimentos-o-que-e-a-estrategia-de-kelly.ghtml" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">fórmula matemática</span></a><span style="font-weight: 400;"> para calcular a proporção ideal de risco, sendo mais adequada para apostadores experientes.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos valores, é importante estabelecer limites de tempo. Definir o período de jogo, como uma ou duas horas por sessão, ajuda a manter o foco e evita decisões emocionais. Principalmente em plataformas de cassino online, onde o ritmo é mais acelerado.</span></p>
<h3><b>Nunca tente recuperar perdas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O erro mais comum entre apostadores e jogadores de cassino é tentar “recuperar” o dinheiro perdido. Essa prática leva a apostas impulsivas e descontrole emocional. A gestão de banca tem como objetivo justamente impedir esse comportamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A lógica do jogo responsável é entender que perder faz parte da experiência e que o valor investido deve ser tratado como parte do entretenimento, e não como prejuízo financeiro. Em momentos de sequência negativa, a melhor atitude é fazer uma pausa.</span></p>
<h2><b>Apostas não são investimento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialistas em educação financeira alertam que apostar não é investir. Enquanto o investimento envolve planejamento, análise e expectativa de retorno sustentável, as apostas são baseadas em sorte e imprevisibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O apostador responsável reconhece que o resultado depende de fatores aleatórios e que não há garantia de retorno. Por isso, o jogo deve ser tratado como uma atividade de lazer, com limites e autocontrole.</span></p>
<h2><b>Disciplina e responsabilidade andam juntas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A gestão de banca é o principal instrumento para quem deseja se divertir com segurança em apostas esportivas ou em jogos de cassino. Definir limites, manter registros e adotar uma postura disciplinada são atitudes que ajudam a preservar a saúde financeira e emocional do jogador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com campanhas de conscientização como a da KTO e uma regulamentação mais rigorosa do mercado, o Brasil avança na construção de um ambiente de apostas mais seguro e transparente. No entanto, a responsabilidade individual continua sendo o elemento central: apostar deve ser uma escolha consciente, nunca em busca de dinheiro “fácil”.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia do Economista no Brasil: uma celebração da razão e do progresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 01:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissão Economista]]></category>
		<category><![CDATA[carreiras para economistas]]></category>
		<category><![CDATA[dia do economista]]></category>
		<category><![CDATA[o que faz o economista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia do Economista, rendemos tributo a uma trajetória de resiliência, conhecimento e impacto social. Desde a regulamentação pioneira de...</p>
<p>O post <a href="https://www.oeconomista.com.br/dia-do-economista/">Dia do Economista no Brasil: uma celebração da razão e do progresso</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oeconomista.com.br">O Economista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia do Economista, rendemos tributo a uma trajetória de resiliência, conhecimento e impacto social. Desde a regulamentação pioneira de 1951, passando pela institucionalização da data em 1970, até as transformações digitais, ambientais e sociais que se avizinham, o economista segue sendo arquiteto de soluções para os desafios do país.</p>
<p>A figura do economista é aquela que transforma números em narrativas, dados em diretrizes, análise em ação. É um construtor de futuro, consciente de seu papel na promoção de uma sociedade mais justa, desenvolvida e sustentável.</p>
<p>Que este dia ressoe com orgulho, reflexão e esperança, exaltando aqueles que, com razão e sensibilidade, trabalham para melhorar vidas e transformar economias!</p>
<h2>O surgimento da profissão e a origem da data comemorativa</h2>
<p>Em 13 de agosto de 1951, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, sancionou a Lei nº 1.411, que regulamentou oficialmente a profissão de economista no Brasil, definindo critérios para uso exclusivo do título a bacharéis em Ciências Econômicas diplomados no país.</p>
<p>O artigo 1º da lei estabelece que a designação profissional de economista, inserida no rol das profissões liberais, é privativa dos bacharéis formados em economia no Brasil. </p>
<p>O artigo 3º, por sua vez, dispõe ser obrigatória a apresentação do diploma nas áreas técnica e financeira da administração pública, autárquica, paraestatal, economia mista e empresas sob intervenção governamental, além de entidades que precisam de técnico com credenciais específicas.</p>
<p>A promulgação da lei, no entanto, não foi algo espontâneo ou destituído de controvérsias. Três Projetos de Lei simultâneos tramitaram antes: o PL nº 618/1947, o PL nº 802/1947 (ambos arquivados) e, finalmente, o PL nº 367/1948, que originou a Lei nº 1.411/1951. </p>
<p>No momento da sanção, Vargas vetou integralmente o art. 2º do projeto, que permitiria conceder o título a quem já exercia a profissão independentemente da formação acadêmica, consolidando, assim, uma exigência normativa estrita para o exercício legal da profissão.</p>
<p>Mas quando 13 de agosto passou a ser oficialmente consagrado como Dia do Economista? A data já era naturalmente associada à sanção da lei reguladora, porém, foi em 1970, por meio da Resolução nº 392 do COFECON, que se estabeleceu formalmente a celebração anual do dia 13 de agosto como Dia do Economista, recomendando que fosse aproveitada para ampla divulgação do trabalho dos economistas e das entidades representativas da categoria.</p>
<p>Portanto, o Dia do Economista carrega, atualmente, dois marcos fundamentais:</p>
<ul>
<li><strong>1951:</strong> regulamentação da profissão;</li>
<li><strong>1970:</strong> oficialização da data comemorativa.</li>
</ul>
<h2>O papel central do economista: função e campo de atuação</h2>
<p>O economista é o profissional apto a compreender como sociedades utilizam seus recursos escassos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços. Seu campo de estudo inclui conceitos como escassez, alocação eficiente, mercados, políticas públicas, entre outros fenómenos econômicos fundamentais.</p>
<ul>
<li>
<h3>Regulamentação e conselho profissional</h3>
</li>
</ul>
<p>A profissão é regulamentada sob a égide da Lei nº 1.411/1951, que criou o Conselho Federal de Economia (COFECON) e os Conselhos Regionais de Economia (CORECONs), responsáveis por fiscalizar o exercício profissional, emitir carteiras e garantir conduta ética e técnica no setor. O COFECON, com sede em Brasília, tem como missão assegurar o exercício legal e ético da profissão e oferecer contribuição ao desenvolvimento socioeconômico do país.</p>
<ul>
<li>
<h3>Atividades reconhecidas</h3>
</li>
</ul>
<p>O Decreto nº 31.794, de 17 de dezembro de 1952, detalha as atividades privativas ou reconhecidas do economista, incluindo:</p>
<ul>
<li>Assessoria, consultoria e pesquisa econômico‑financeira;</li>
<li>Estudos de mercado, viabilidade econômico‑financeira, cenários e planejamento estratégico;</li>
<li>Análise de mercado financeiro, derivativos, economia tecnológica, cultural e turística;</li>
<li>Produção e análise de contas nacionais e índices de preços;</li>
<li>Formulação e avaliação de políticas tributária, fiscal, monetária, cambial e creditícia;</li>
<li>Avaliação patrimonial e de bens intangíveis;</li>
<li>Perícias judiciais e extrajudiciais e arbitragem em matéria econômica;</li>
<li>Análise de investimentos, orçamentos e impacto econômico, social e ambiental;</li>
<li>Regulação de serviços públicos, defesa da concorrência, entre outras.</li>
</ul>
<p>Isso reflete um espectro amplo de atuação: o economista pode atuar em praticamente todos os setores da economia, tanto no setor público quanto no setor privado.</p>
<ul>
<li>
<h3>Setores de atuação</h3>
</li>
</ul>
<p><strong>Setor privado:</strong> consultoria, bancos, gestão financeira, previsão de cenários, definição de preços, análise de investimentos, financiamento e estratégias corporativas.</p>
<p><strong>Setor público:</strong> órgãos como Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, Banco Central, IPEA, BNDES, CVM, COAF e demais entidades que precisam embasamento técnico em formulação de políticas e supervisão econômica.</p>
<p><strong>Outros campos:</strong> terceiro setor, academia, pesquisa, organismos internacionais, ONGs e think tanks.</p>
<ul>
<li>
<h3>Importância social e estratégica</h3>
</li>
</ul>
<p>O economista transforma dados e indicadores em insights estratégicos para o desenvolvimento sustentável, redução de desigualdades, controle da inflação, criação de emprego e formulação de políticas eficazes para o bem-estar geral. Sua função transcende o mercado, dialogando diretamente com a qualidade de vida da população.</p>
<h2>Os cursos de graduação em economia no Brasil</h2>
<p>A formação em economia, geralmente chamada de bacharelado em Ciências Econômicas, tem duração média de quatro anos e pode ser ofertada tanto na modalidade presencial quanto à distância, com reconhecimento pelo Ministério da Educação (MEC).</p>
<ul>
<li>
<h3>Estrutura curricular e conteúdos</h3>
</li>
</ul>
<p>Os cursos abrangem matérias como micro e macroeconomia, econometria, estatística, matemática, finanças públicas, mercados financeiros, desenvolvimento, política econômica, economia internacional, dentre outras disciplinas.</p>
<ul>
<li>
<h3>Entidades de representação acadêmica</h3>
</li>
</ul>
<p>A Ordem dos Economistas do Brasil (OEB), fundada em 11 de janeiro de 1935, na Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo, foi a primeira entidade profissional da categoria. Reconhecida como sindicato em 1936, a OEB desenvolve atividades como cursos, palestras, prêmios (como “Economista do Ano”), editoração de livros e promoção de conhecimento econômico à sociedade.</p>
<ul>
<li>
<h3>Pós-graduação e carreira acadêmica</h3>
</li>
</ul>
<p>Muitos egressos seguem para mestrado e doutorado, seja em economia ou áreas correlatas. Instituições como a FGV, com o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia), e a EPGE (Escola de Pós-Graduação em Economia) têm destaque em formação avançada, pesquisa e articulação com o setor público e financeiro. Essa trajetória foi amplamente impulsionada por figuras como Eugênio Gudin, que participou da redação de projetos de lei e representou o Brasil em decisões globais, como a Conferência de Bretton Woods.</p>
<ul>
<li>
<h3>Reconhecimento e fiscalização</h3>
</li>
</ul>
<p>Para exercer legalmente a profissão, além do diploma, o bacharel deve se registrar no CORECON de sua região para obter a carteira profissional, conforme determina a Lei nº 1.411/1951.</p>
<h2>Carreiras para economistas: diversidade e oportunidade</h2>
<p>O economista possui um leque vastíssimo de caminhos profissionais. A seguir, alguns exemplos:</p>
<h3>1 &#8211; Economia pública e políticas públicas</h3>
<p>Trabalho em Ministérios, bancos centrais, agências reguladoras e institutos de pesquisa (BNDES, IPEA, CVM, Tesouro etc.), desenvolvendo políticas de orçamento, tributação, regulação e crescimento regional.</p>
<h3>2 &#8211; Mercado financeiro e corporativo</h3>
<p>Atuação em bancos, corretoras, gestoras de ativos e consultorias econômicas: análise de mercados, precificação, risco, planejamento financeiro e investimentos.</p>
<h3>3 &#8211; Consultoria e planejamento estratégico</h3>
<p>Empresas de consultoria arregimentam economistas para gerar inteligência de mercado, planejamento estratégico, estudos de viabilidade e sustentabilidade.</p>
<h3>4 &#8211; Academia e pesquisa</h3>
<p>Docência universitária, desenvolvimento de estudos acadêmicos, publicação de artigos, supervisão de projetos e contribuições ao avanço científico da área.</p>
<h3>5 &#8211; Setor internacional e terceiro setor</h3>
<p>Organismos multilaterais (FMI, Banco Mundial), ONGs e think tanks demandam expertise econômica para pesquisa, diagnóstico e projetos de desenvolvimento.</p>
<h3>6 &#8211; Perícia, arbitragem e avaliação</h3>
<p>Profissionais podem atuar em perícias judiciais ou administrativas envolvendo cálculos econômicos, avaliação de bens intangíveis e disputas judiciais complexas.</p>
<h3>7 &#8211; Economia criativa, turismo e meio ambiente</h3>
<p>Novas frentes incluem economia cultural, ecoturismo, economia sustentável e circular — áreas emergentes com forte base técnica e sensibilidade social.</p>
<p>Essa amplitude reflete a natureza multifacetada da economia, conciliando conhecimento técnico, visão macro e sensibilidade social.</p>
<h2>O futuro da profissão: desafios e horizontes</h2>
<ul>
<li>
<h3>Inovação e digitalização</h3>
</li>
</ul>
<p>Ferramentas como big data, inteligência artificial, machine learning, análise preditiva e modelagem avançada remodelam a forma como os economistas operam, exigindo novas habilidades e metodologias dinâmicas.</p>
<ul>
<li>
<h3>Sustentabilidade e economia verde</h3>
</li>
</ul>
<p>Com a urgência das crises climáticas, a economia deve internalizar métodos que considerem agentes externos (externalidades ambientais) e promover práticas sustentáveis que aliem crescimento à preservação.</p>
<ul>
<li>
<h3>Desigualdade e economia social</h3>
</li>
</ul>
<p>Professores e outros profissionais devem liderar fóruns sobre desigualdade, pobreza, equidade e justiça social, oferecendo soluções que promovam crescimento inclusivo.</p>
<ul>
<li>
<h3>Interdisciplinaridade crescente</h3>
</li>
</ul>
<p>Economistas estão se unindo a campos como ciência de dados, política pública, direito, psicologia comportamental (economia comportamental), entre outros. Essa convergência enriquece diagnósticos e respostas aos problemas sociais contemporâneos.</p>
<ul>
<li>
<h3>Valorização profissional</h3>
</li>
</ul>
<p>Novas regulamentações em tramitação, como o PL nº 3.178/2024, buscam atualizar a legislação profissional, detalhando mais amplamente o campo de atuação e refletindo os desafios do século 21. A discussão reforça a relevância contínua da profissão.</p>
<h2>Dia do Economista: compromisso com o progresso e a justiça social</h2>
<p>Celebrar o Dia do Economista é reconhecer a importância de um profissional que une rigor técnico, visão estratégica e compromisso social. Desde a regulamentação, em 1951, até os desafios contemporâneos de inovação, sustentabilidade e inclusão, o economista segue como agente essencial na construção de soluções que impulsionam o desenvolvimento do país. </p>
<p>Afinal, mais do que lidar com números, é alguém capaz de transformar dados em ações que geram impacto real na vida das pessoas e no futuro da sociedade.</p>
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					<wfw:commentRss>https://www.oeconomista.com.br/dia-do-economista/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Finanças pessoais: o guia completo para viver melhor e ter controle</title>
		<link>https://www.oeconomista.com.br/financas-pessoais-o-guia-completo-para-viver-melhor-e-ter-controle/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 01:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se sentiu preso em um ciclo vicioso onde o dinheiro simplesmente escorre pelos seus dedos? A maioria das...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se sentiu preso em um ciclo vicioso onde o dinheiro simplesmente escorre pelos seus dedos? A maioria das pessoas enfrenta o desafio de <strong>não conseguir guardar dinheiro</strong>, vendo o salário desaparecer antes do fim do mês. Para muitos, a preocupação com <strong>dívidas crescentes</strong> e a frustração pela <strong>falta de controle sobre os gastos</strong> são realidades diárias. Se essa é a sua situação, saiba que você não está sozinho.</p>
<p>No O Economista, entendemos que a gestão eficiente das <strong>finanças pessoais</strong> é a chave para uma vida com mais tranquilidade e liberdade. Somos especialistas em transformar a complexidade do mundo financeiro em estratégias práticas e acessíveis para você. Este guia foi criado para iluminar seu caminho, mostrando como é possível mudar essa realidade e assumir o controle de sua vida financeira. Continue lendo para descobrir as ferramentas e o conhecimento que farão a diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sumário</h2>
<nav>
<ol>
<li><a href="#entenda-o-fluxo-de-caixa">Entenda seu fluxo de caixa: o primeiro passo para a organização financeira</a></li>
<li><a href="#crie-um-orcamento-pessoal-eficiente">Crie um orçamento pessoal eficiente e sem mistérios</a></li>
<li><a href="#controle-de-gastos-inteligente-e-consumo-consciente">Controle de gastos inteligente e consumo consciente</a></li>
<li><a href="#lidando-com-dividas-e-entendendo-credito-e-juros">Lidando com dívidas e entendendo crédito e juros</a></li>
<li><a href="#a-importancia-da-educacao-financeira">A importância da educação financeira para a sua autonomia</a></li>
<li><a href="#conclusao">Conclusão</a></li>
<li><a href="#perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</a></li>
</ol>
</nav>
<p>&nbsp;</p>
<section id="entenda-o-fluxo-de-caixa" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="entenda-o-fluxo-de-caixa">Entenda seu fluxo de caixa: o primeiro passo para a organização financeira</h2>
<p>A <strong>organização financeira</strong> começa com um entendimento claro de para onde seu dinheiro vai e de onde ele vem. Isso se chama <strong>fluxo de caixa</strong> pessoal. É fundamental saber qual é sua receita líquida mensal e, mais importante ainda, quais são suas <strong>despesas fixas e variáveis</strong>. Sem esse conhecimento básico, qualquer tentativa de economizar será um tiro no escuro.</p>
<p>Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que, em 2023, cerca de 78% dos brasileiros não realizavam um controle orçamentário formal, ou seja, não acompanhavam suas entradas e saídas de dinheiro. Esse dado alarmante mostra por que a <strong>organização financeira</strong> é um desafio tão grande para a maioria.</p>
<p>Para começar, liste todas as suas fontes de renda. Depois, detalhe cada gasto. Despesas fixas são aquelas que você paga todo mês (aluguel, financiamento, mensalidades). Despesas variáveis flutuam (lazer, alimentação fora, transporte). A clareza nesse mapeamento é a base de toda boa gestão de <strong>finanças pessoais</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<section id="crie-um-orcamento-pessoal-eficiente" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="crie-um-orcamento-pessoal-eficiente">Crie um orçamento pessoal eficiente e sem mistérios</h2>
<p>Depois de mapear seu fluxo de caixa, o próximo passo crucial para a <strong>organização financeira</strong> é a criação de um <strong>orçamento pessoal</strong>. Um orçamento não é uma ferramenta para restringir sua vida, mas sim para libertá-lo financeiramente. Ele permite que você tome decisões conscientes sobre como usar seu dinheiro, alinhando seus gastos com seus valores e metas.</p>
<p>Existem diversas metodologias para criar um orçamento. Uma das mais populares e eficientes é a regra 50/30/20:</p>
<ul>
<li><strong>50% da sua renda para necessidades:</strong> moradia, alimentação básica, transporte essencial, saúde.</li>
<li><strong>30% da sua renda para desejos:</strong> lazer, restaurantes, viagens, compras não essenciais.</li>
<li><strong>20% da sua renda para metas financeiras:</strong> poupança, investimentos, quitação de dívidas.</li>
</ul>
<p>Essa estrutura simplifica o <strong>controle de gastos</strong> e torna o planejamento mais intuitivo. Lembre-se, o importante é que o orçamento seja realista e adaptado à sua realidade. Flexibilidade é a chave para a longevidade do seu plano. Para ter sucesso com suas <strong>finanças pessoais</strong>, é vital que você revise seu orçamento regularmente, ajustando-o conforme sua vida muda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<section id="controle-de-gastos-inteligente-e-consumo-consciente" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="controle-de-gastos-inteligente-e-consumo-consciente">Controle de gastos inteligente e consumo consciente</h2>
<p>Ter um <strong>orçamento pessoal</strong> é inútil se você não praticar o <strong>controle de gastos</strong>. Muitas pessoas se perdem nos pequenos gastos diários, que, somados, representam uma fatia significativa do orçamento. O <strong>consumo consciente</strong> é uma mentalidade que complementa o controle, incentivando compras mais planejadas e menos impulsivas.</p>
<blockquote><p>“Cada real economizado hoje é um real investido no seu futuro. A disciplina no controle de gastos não é privação, é a construção da sua liberdade financeira.”</p>
<p><cite>Prof. Celso Ricardo Salazar Valentim</cite></p></blockquote>
<p>Uma estratégia eficaz é acompanhar cada centavo gasto. Aplicativos de <strong>finanças pessoais</strong> e planilhas eletrônicas podem ser aliados poderosos nesse processo. Categorize seus gastos para identificar onde você está gastando mais do que o necessário. Pequenas mudanças, como preparar suas refeições em casa em vez de comer fora todos os dias, podem gerar uma economia substancial ao longo do mês.</p>
<p>Além disso, pratique o <strong>consumo consciente</strong>. Antes de fazer uma compra, pergunte-se: eu realmente preciso disso? Existem alternativas mais baratas? Essa reflexão pode evitar gastos desnecessários e direcionar seu dinheiro para o que realmente importa nas suas <strong>finanças pessoais</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<section id="lidando-com-dividas-e-entendendo-credito-e-juros" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="lidando-com-dividas-e-entendendo-credito-e-juros">Lidando com dívidas e entendendo crédito e juros</h2>
<p>As <strong>dívidas crescentes</strong> são um dos maiores desafios para a saúde das <strong>finanças pessoais</strong>. Compreender o funcionamento do <strong>crédito e juros</strong> é o primeiro passo para se libertar delas. Muitas vezes, a falta de conhecimento sobre como os juros compostos agem nos endividamentos é o que perpetua a situação.</p>
<p>Dados do Mapa da Inadimplência do Serasa, de março de 2024, indicam que mais de 73 milhões de brasileiros estão inadimplentes, somando uma dívida total que ultrapassa os R$ 380 bilhões. Isso demonstra a urgência de abordar esse tema com seriedade e conhecimento.</p>
<p>Para combater as dívidas, siga estes passos:</p>
<ol>
<li><strong>Liste todas as suas dívidas:</strong> organize-as por valor e taxa de juros.</li>
<li><strong>Priorize as de maior juros:</strong> o cartão de crédito e o cheque especial costumam ter os maiores juros. Foque em quitá-las primeiro.</li>
<li><strong>Negocie:</strong> entre em contato com os credores. Muitas vezes, é possível conseguir descontos ou parcelamentos com juros menores.</li>
<li><strong>Crie um plano de pagamento:</strong> inclua a quitação das dívidas no seu <strong>orçamento pessoal</strong>.</li>
<li><strong>Evite novas dívidas:</strong> enquanto estiver em processo de quitação, use o <strong>crédito e juros</strong> com extrema cautela.</li>
</ol>
<p>O foco na quitação das dívidas é um pilar essencial para a sua <strong>organização financeira</strong> e para a construção de um futuro financeiro mais sólido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<section id="a-importancia-da-educacao-financeira" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="a-importancia-da-educacao-financeira">A importância da educação financeira para a sua autonomia</h2>
<p>Dominar a <strong>educação financeira</strong> não é apenas sobre números e planilhas; é sobre empoderamento e a capacidade de tomar decisões conscientes sobre seu próprio dinheiro. É a base para prevenir a <strong>falta de controle sobre os gastos</strong> e para que você nunca mais diga &#8220;não consigo guardar dinheiro&#8221;.</p>
<p>O conhecimento sobre como o dinheiro funciona, o impacto de <strong>crédito e juros</strong> e a importância do <strong>consumo consciente</strong> são ferramentas poderosas. A <strong>educação financeira</strong> é um processo contínuo que envolve aprender sobre investimentos, planejamento para a aposentadoria, e a otimização do seu <strong>fluxo de caixa</strong>.</p>
<p>No O Economista, somos comprometidos em fornecer essa <strong>educação financeira</strong> de forma clara e prática. Continuar aprendendo é o que vai garantir que suas <strong>finanças pessoais</strong> sejam sempre um reflexo de seus objetivos e não de suas preocupações. Invista em você mesmo, no seu conhecimento e na sua capacidade de gerenciar o seu patrimônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<section id="conclusao" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="conclusao">Conclusão</h2>
<p>A gestão das <strong>finanças pessoais</strong> é uma jornada contínua, mas extremamente recompensadora. Ao aplicar os princípios de <strong>organização financeira</strong>, manter um <strong>controle de gastos</strong> rigoroso e aderir a um <strong>orçamento pessoal</strong> bem-definido, você estará no caminho certo para superar desafios como não conseguir guardar dinheiro, dívidas crescentes e a frustração pela falta de controle sobre os gastos.</p>
<p>No O Economista, nossa missão é fornecer a você as ferramentas e o conhecimento necessários para transformar sua relação com o dinheiro. O futuro das suas <strong>finanças pessoais</strong> está em suas mãos. Dê o próximo passo em direção à sua liberdade financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<section id="perguntas-frequentes" style="scroll-margin-top: 100px;">
<h2 id="perguntas-frequentes">Perguntas frequentes</h2>
<h3>O que é finanças pessoais e por que é importante?</h3>
<p>Finanças pessoais é a gestão dos seus recursos financeiros, incluindo receitas, despesas, poupança e investimentos. É crucial para alcançar objetivos financeiros, evitar dívidas e garantir estabilidade, promovendo uma melhor qualidade de vida e autonomia sobre suas decisões financeiras.</p>
<h3>Como começar a organizar minhas finanças pessoais?</h3>
<p>Comece mapeando suas receitas e despesas detalhadamente. Em seguida, crie um <strong>orçamento pessoal</strong> adaptado à sua realidade, definindo metas claras. Acompanhe seu <strong>fluxo de caixa</strong> para identificar onde você pode economizar e otimizar seus gastos, melhorando seu <strong>controle de gastos</strong>.</p>
<h3>É possível sair das dívidas e ter finanças pessoais saudáveis?</h3>
<p>Sim, é totalmente possível. O primeiro passo é entender a natureza das suas dívidas, especialmente o impacto do <strong>crédito e juros</strong>. Crie um plano de pagamento, priorizando as dívidas com maiores taxas, e adote o <strong>consumo consciente</strong> para evitar novos endividamentos, fortalecendo suas <strong>finanças pessoais</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economizando em Tempos de Crise: Dicas Práticas para Gerenciar suas Finanças</title>
		<link>https://www.oeconomista.com.br/economizando-em-tempos-de-crise-dicas-praticas-para-gerenciar-suas-financas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 20:19:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em momentos de crise econômica, é essencial adotar estratégias inteligentes para economizar dinheiro. Neste artigo, oferecemos dicas práticas para ajudar...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em momentos de crise econômica, é essencial adotar estratégias inteligentes para economizar dinheiro. Neste artigo, oferecemos dicas práticas para ajudar você a gerenciar suas finanças de forma eficiente durante tempos difíceis. Ao implementar essas estratégias de economia, você poderá aliviar a pressão financeira e construir uma base sólida para o futuro. Vamos explorar algumas medidas importantes que podem ser tomadas para economizar dinheiro e garantir estabilidade financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Crie um orçamento detalhado<br /></strong>Um orçamento detalhado é a base para uma gestão financeira eficaz. Registre todas as suas receitas e despesas mensais para identificar onde seu dinheiro está sendo gasto. Classifique suas despesas em categorias, priorizando necessidades básicas. Analise o orçamento e identifique áreas em que seja possível reduzir gastos, como lazer, restaurantes ou compras supérfluas. Ao acompanhar seus gastos, você estará mais consciente de seus hábitos financeiros e poderá fazer ajustes necessários.</p>
<p><strong>2. Poupe antes de gastar<br /></strong>Faça da economia uma prioridade. Assim que receber seu salário, separe uma porcentagem para economizar antes de gastar em outras áreas. Automatize essa transferência para uma conta poupança, se possível. Isso ajudará a evitar a tentação de gastar todo o dinheiro disponível. Cultivar o hábito de poupar regularmente, mesmo que seja uma quantia modesta, pode ajudar a criar uma reserva de emergência e fornecer uma rede de segurança durante tempos difíceis.</p>
<p><strong>3. Reduza despesas domésticas</strong><br />Procure maneiras de reduzir as despesas domésticas. Comece avaliando seus serviços básicos, como eletricidade, água e internet. Considere opções mais econômicas ou pesquise se há tarifas melhores disponíveis. Além disso, adote medidas de economia de energia, como desligar aparelhos eletrônicos quando não estiverem em uso. Compras inteligentes de alimentos, evitando desperdícios e aproveitando promoções, também podem gerar economias significativas ao longo do tempo.</p>
<p><strong>4. Elimine dívidas e renegocie contratos<br /></strong>Dívidas podem consumir uma parte significativa do seu orçamento mensal. Priorize a quitação de dívidas com taxas de juros elevadas, como cartões de crédito. Considere renegociar contratos, como empréstimos ou financiamentos, em busca de melhores condições. Entre em contato com seus credores para discutir possíveis soluções e negocie novos termos que se adequem à sua situação financeira atual.</p>
<p><strong>5. Explore alternativas econômicas<br /></strong>Em tempos de crise, é importante encontrar alternativas mais econômicas para seus hábitos de consumo. Por exemplo, opte por marcas genéricas ou produtos similares de qualidade equivalente. Considere a possibilidade de comprar itens usados em vez de novos, pesquise opções de aluguel em vez de compra e explore descontos e cupons. Essas pequenas mudanças em seu estilo de vida podem resultar em economias significativas ao longo do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> A crise econômica pode ser desafiadora, mas adotar estratégias de economia inteligentes pode ajudar a navegar por tempos difíceis com mais tranquilidade. Ao criar um orçamento detalhado, poupar regularmente, reduzir despesas domésticas, eliminar dívidas e buscar alternativas econômicas, você estará no caminho certo para gerenciar suas finanças de forma mais eficiente. Lembre-se de que cada pequena economia contribui para sua estabilidade financeira a longo prazo. Ao seguir essas dicas, você estará melhor preparado para enfrentar desafios e construir um futuro financeiramente saudável.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cinco atividades de lazer que movimentam a economia das grandes cidades</title>
		<link>https://www.oeconomista.com.br/cinco-atividades-de-lazer-que-movimentam-a-economia-das-grandes-cidades/</link>
					<comments>https://www.oeconomista.com.br/cinco-atividades-de-lazer-que-movimentam-a-economia-das-grandes-cidades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oeconomista.com.br/?p=25739</guid>

					<description><![CDATA[<p>A economia de um país pode ser dividida em três grupos: os setores primário, secundário e terciário. Juntos, eles compõem...</p>
<p>O post <a href="https://www.oeconomista.com.br/cinco-atividades-de-lazer-que-movimentam-a-economia-das-grandes-cidades/">Cinco atividades de lazer que movimentam a economia das grandes cidades</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oeconomista.com.br">O Economista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A economia de um país pode ser dividida em três grupos: os setores primário, secundário e terciário. Juntos, eles compõem as atividades produtivas de uma nação, de modo que quanto mais diversificados e dinâmicos, maiores as chances de desenvolvimento nacional. Enquanto o primeiro segmento é composto pelo cultivo e extração de recursos naturais (como agricultura, pecuária, mineração, entre outros), o segundo é formado pela Indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o terciário é aquele que distribui a produção industrial por meio do comércio e dos serviços, sejam eles essenciais ou não. Dentro dele estão as atividades de lazer, responsáveis por grande parte da movimentação econômica de qualquer país. Apesar de sua utilidade não ser considerada substancial, são setores de grande valia para a economia, gerando empregos e rotatividade de dinheiro.</span></p>
<p><b>Turismo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em todo o mundo, destinos de viagem populares são grandes fontes de desenvolvimento econômico. Afinal, quanto mais visitantes uma cidade recebe, maior será a movimentação financeira em hotéis, restaurantes, lojas, transportes e atrações turísticas. Rico em belezas naturais, atividades culturais e conhecido por seu clima tropical, o Brasil é um país afortunado nesse aspecto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De norte a sul, o território nacional possui opções para todos os gostos e tipos de viajantes. Seja através de suas praias, campos, montanhas ou museus, as cidades tupiniquins atraem turistas de diferentes partes do mundo, estando frequentemente nas </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/tres-cidades-brasileiras-estao-entre-as-10-mais-procuradas-do-mundo-em-ranking/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">listas das mais procuradas</span></a><span style="font-weight: 400;"> em todo o planeta.</span></p>
<p><b>Cassinos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Principalmente em grandes centros e regiões turísticas, uma das atividades que mais chamam a atenção de nativos e viajantes são os cassinos. Basta pensar em cidades como Las Vegas, Monte Carlo e Barcelona e é possível entender por que as casas de jogos e entretenimento são um grande sucesso, atraindo jogadores experientes e curiosos. Além dos serviços normais de cassino, muitos destes estabelecimentos também são puros espaços de lazer, com restaurantes de luxo, spas, piscinas e até cinemas. Algo extremamente atrativo para qualquer potencial turista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem não pode ir fisicamente a algum desses estabelecimentos, hoje existem diferentes plataformas de </span><a href="https://www.pokerstars.com/pt-BR/casino/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">cassino</span></a><span style="font-weight: 400;"> online disponíveis na internet. Com opções para todos os gostos, alguns jogos simulam virtualmente o ambiente de um verdadeiro salão de luxo com jogatinas 24 horas por dia e através de tecnologias inovadoras como a realidade virtual.</span></p>
<p><b>Esporte</b></p>
<p><a href="https://c.pxhere.com/photos/a3/27/man_fan_person_football_soccer_stadium_people_winner-1342728.jpg!d"><span style="font-weight: 400;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-25741" src="http://www.oeconomista.com.br/content/uploads/2023/03/torcida_estadio-370x180.jpg" alt="" width="370" height="180" /></span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez um dos segmentos que mais atraem turistas e geram grandes negócios seja o esportivo. Ao longo do ano, diversos eventos compõem o calendário de diferentes modalidades em torno do globo, movimentando fãs por todas as partes do mundo. Seja uma corrida de Fórmula 1, um torneio importante de tênis ou uma </span><a href="https://www.oeconomista.com.br/copa-do-mundo-deve-movimentar-r-252-milhoes-em-bares-e-restaurantes/"><span style="font-weight: 400;">Copa do Mundo</span></a><span style="font-weight: 400;"> de futebol, milhões de pessoas se deslocam quase todas as semanas para acompanhar um bom espetáculo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das receitas adquiridas com vendas de ingressos e produtos relacionados ao evento em si, as cidades também lucram com a movimentação em hotéis, restaurantes e serviços locais. Isso sem contar o marketing que gira em torno da ocasião, potencializando a imagem de cada sede para o mundo inteiro.</span></p>
<p><b>Vida noturna</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um primeiro momento pode não parecer, mas a vida noturna vai muito além de festas e baladas. Para qualquer cidade, é fundamental a existência de uma grande cobertura de bares e restaurantes, independentemente de sua categoria ou estilo. Aliás, quanto mais diversificados forem os empreendimentos, mais visitantes poderão ser captados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos grandes centros, a realização de eventos em casas de show é outro fator chamativo, com festas e apresentações que atraem principalmente o público adulto jovem, mas que também contam com opções para diferentes faixas etárias. Esse setor também é responsável por aumentar a demanda de transporte, seja os gerenciados pelo poder público, como ônibus, trens e metrôs, ou pela iniciativa privada, como táxis e carros de aplicativos.</span></p>
<p><b>Artes e entretenimento</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como o segmento esportivo, o setor de arte e entretenimento também se enquadra como atividade de lazer fundamental para a economia de qualquer cidade. Seja através de concertos, shows, festivais, feiras, bienais, apresentações teatrais, cinema ou qualquer outro evento, esse mercado não apenas atrai grandes públicos como proporciona indiretamente a geração de receita em outros serviços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que, mais do que os ganhos com publicidade e vendas de ingressos e produtos, também são beneficiados hotéis, restaurantes, comércio e demais serviços relacionados. Sem contar que, para realizar ou operacionalizar boa parte desses eventos, são gerados novos empregos.</span></p>
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		<title>Afinal, qual é o melhor curso Ancord?</title>
		<link>https://www.oeconomista.com.br/melhor-curso-ancord/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 20:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tem interesse em seguir na trilha dos investimentos, o curso Ancord compila todo o conhecimento necessário para o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Se você tem interesse em </span><b>seguir na trilha dos investimentos</b><span style="font-weight: 400;">, o curso Ancord compila todo o conhecimento necessário para o exame dessa certificação financeira. Com a base que ele oferece, os profissionais chegam ainda mais preparados para a aprovação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque um curso vem com o suporte de professores que atuam na área e material de apoio para complementar os estudos. Esse combo ajuda a encurtar o caminho até a </span><b>Certificação para Agente Autônomo de Investimentos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como a Ancord eleva a credibilidade dos profissionais certificados, quanto antes você conquistar seu selo, mais cedo as oportunidades virão. Neste artigo, vamos falar sobre a certificação AAI e quais as principais opções de cursos disponíveis:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Para que serve o curso Ancord?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O que faz o profissional certificado Ancord?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qual é o melhor curso Ancord?</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Boa leitura!</span></p>
<p><strong><br />
Para que serve o curso Ancord?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O curso Ancord foi criado com o intuito de ajudar os profissionais do mercado financeiro na conquista de uma </span><b>qualificação extra para a área de investimentos</b><span style="font-weight: 400;">. Junto com ele, os alunos têm o respaldo de quem já atua no mercado, além de materiais complementares que ajudam a potencializar o aprendizado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem quer trabalhar como corretor de investimentos de acordo com o regulamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), precisa da </span><b>Certificação para Agente Autônomo de Investimentos</b><span style="font-weight: 400;">. Portanto, o curso vem como seu parceiro de estudos para elevar seu preparo a outro nível e aumentar suas chances de aprovação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que o exame envolve não apenas o custo da inscrição, mas também o tempo de comprometimento e dedicação com os estudos a fim de conseguir a aprovação. Então, o curso Ancord é um investimento que você faz e, em troca, recebe conhecimento sobre o conteúdo, apoio de professores experientes, suporte para dúvidas, entre outros benefícios.</span></p>
<p><strong><br />
O que faz o profissional certificado Ancord?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem a certificação Ancord se torna um Agente Autônomo de Investimentos (AAI), também conhecido como Assessor de Investimentos ou ainda Corretor de Investimentos. É o profissional habilitado para colocar em prática as</span><b> atividades regulamentadas pela CVM</b><span style="font-weight: 400;"> — e fazer a ponte entre corretoras de valores e investidores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um perfil mais comercial em relação a outras certificações financeiras para trabalhar com investimentos, o AAI pode prospectar e fidelizar clientes, oferecer orientação sobre ativos mobiliários e intermediar negociações. Entre os ativos, destaque para ações, debêntures, derivativos e fundos. Para isso, o profissional pode atuar em sociedade com escritórios ou prestar consultoria autônoma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo do AAI é zelar pela rentabilidade do patrimônio de seus clientes. Porém, suas atribuições se limitam a oferecer orientação. Ou seja, não envolve a gestão de carteiras, já que esse é o trabalho dos gestores de investimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ganhos, por sua vez, são ilimitados e vêm com as taxas de corretagem e de administração, além da captação de novos investidores. Isto é, o valor no final do mês depende, acima de tudo, da sua performance.</span></p>
<p><strong><br />
Qual é o melhor curso Ancord?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de ir para a lista dos melhores cursos Ancord, você sabia que a Certificação para Agente Autônomo de Investimentos é uma das qualificações mais almejadas pelas corretoras? Além da credibilidade, a Comissão de Valores Mobiliários exige o selo para quem quer atuar na área. E quem aplica o exame é a Associação Nacional das Corretoras e Distribuidores de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas vamos ao que interessa! Afinal, você provavelmente está aqui para saber mais sobre as opções de escolas e plataformas disponíveis por aí para ajudar no alcance do seu objetivo: a certificação AAI. O que levar em conta na hora de escolher? Antes de começar a análise, vale a pena ter alguns critérios para comparar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como é o conteúdo programático? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Com que frequência o material é atualizado? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aliás, tem simulados, exercícios de fixação, apostilas? Material complementar potencializa o aprendizado das aulas. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Quem são os professores? São certificados? Eles têm experiência no mercado financeiro? Oferecem suporte aos alunos?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por falar nisso, tem suporte para dúvidas? E a garantia?</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem mais delongas e com isso em mente, vamos avaliar as principais opções de curso Ancord disponíveis no mercado. Então, prepare o papel e a caneta para anotar o que chamar a atenção em cada uma delas. </span></p>
<p><a href="https://proeducacional.com/curso/curso-ancord/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Pro Educacional</span></a><span style="font-weight: 400;"> (recomendado)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Pro Educacional é uma EdTech especializada em cursos preparatórios para os exames das principais certificações financeiras. E, claro, a Ancord faz parte das oportunidades de qualificação na área de investimentos. Observando a quantidade de qualidades em relação ao preço, </span><b>essa é a mais recomendada para passar de primeira</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aulas online gravadas com interações e exemplos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo atualizado com frequência para acompanhar o edital da Ancord, exercícios de fixação, simulados comentados, resumos, provas modulares, provas finais e apostilas (impressa e online);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professores especialistas certificados (incluindo Ancord), com mestrado e/ou doutorado, além de vivência no mercado financeiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suporte personalizado para dúvidas, com direito a grupo de estudos no Telegram;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantia de 7 dias em caso de desistência e acesso imediato (logo após a matrícula) e ilimitado até a aprovação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reconhecimento do MEC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$639,92 no cartão de crédito e 15% de desconto no boleto ou PIX.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://www.topinvest.com.br/cursos/curso-ancord-aai/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">TopInvest</span></a></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aulas 100% online;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo atualizado conforme o edital da Ancord, que inclui apostila, simulados e questões comentadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professores com certificação Ancord e experiência em investimentos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suporte dos professores via chat;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$697,92 no cartão com diversas formas de pagamento (cartão de crédito, boleto, PIX, Hotmart, PayPal, GPay e cartão virtual da Caixa) e modelo de assinatura.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://cursosedgarabreu.com.br/cursos/ancord" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Edgar Abreu</span></a></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aulas em PDF e em vídeo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo próprio, com questões e simulados comentados em vídeo, além de apostila;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professor dá nome à escola, mas não dispõe de informações sobre sua experiência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sem especificações sobre suporte, mas há um grupo de estudos no WhatsApp;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantia de 30 dias e acesso vitalício;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$860 no cartão de crédito ou boleto.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://www.certifiquei.com.br/cursos/ancord/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Certifiquei</span></a></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aulas online gravadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo atualizado seguindo o edital da certificação, com apostila de acompanhamento e simulado preparatório;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professor único é especialista em finanças corporativas e mercado de capitais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sem detalhes no site sobre como funciona ( e se há) suporte;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantia de 7 dias e acesso por tempo indeterminado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$799,90 no cartão de crédito, boleto, PIX, PayPal e cartão virtual da Caixa.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://t2.com.br/curso-preparatorio-ancord/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">T2 Educação</span></a></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vídeo aulas gravadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo 100% atualizado com apostila, resumos e simulados para fixar o aprendizado até o dia do exame;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professor/Mentor com diversas certificações (inclusive de AAI) e experiência no mercado financeiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suporte personalizado via WhatsApp e chat;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantia 15 dias e acesso ao curso durante 240 dias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$767 à vista no cartão de crédito, PIX ou boleto.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://fkpartners.com/loja/aai/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">FK Partners</span></a></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aulas online gravadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo inclui apostila (digital ou impressa), resolução de exercícios, questões de fixação, simulados, provas modulares e prova final para testar seus conhecimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professor com experiência no mercado financeiro e detentor de algumas certificações ( Ancord não é uma delas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suporte personalizado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantia de 7 dias e acesso com duração de 90 dias, que podem ser prorrogados por mais 30 dias diante do pagamento de uma taxa de R$250;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$900 (com apostila impressa) e R$750 (com apostila digital).</span></li>
</ul>
<p><a href="https://www.traderbrasil.com/curso/ancord-agente-autonomo-investimento.php" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Trader Brasil</span></a></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aulas online, com possibilidade in company e presencial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Conteúdo atualizado com exercícios de fixação, simulados curso de Matemática Financeira como bônus;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Professores certificados e com experiência no mercado financeiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suporte do professor tutor, além do suporte técnico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Demonstração gratuita e seguro-reprovação, sem especificações sobre tempo de acesso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento: R$670.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, o que achou até aqui? Se compararmos os cursos acima, você verá diferenças não apenas no valor do investimento, mas também na metodologia de ensino, materiais de apoio e experiência dos professores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o </span><b>melhor curso Ancord</b><span style="font-weight: 400;"> é aquele que oferece custo-benefício entre o que você ganha (conhecimento, suporte e apoio de quem já atua na área) e o quanto se paga por isso. Ao escolher seu parceiro na jornada rumo à aprovação para se tornar um AAI, avalie seus objetivos profissionais, bem como os prós e contras de cada opção para chegar naquele que melhor atende o que você busca em sua carreira.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que fazer se você ganhar na loteria? Confira dicas para fazer o prêmio render</title>
		<link>https://www.oeconomista.com.br/o-que-fazer-se-voce-ganhar-na-loteria-confira-dicas-para-fazer-o-premio-render/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 20:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados de 2021, levantados pela consultoria britânica Newmark, apontam que o número de milionários no Brasil pode ultrapassar 480 mil...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Dados de 2021, levantados pela consultoria britânica Newmark, apontam que o número de milionários no Brasil pode ultrapassar 480 mil pessoas até 2025. E, se você ganhar na loteria, também pode entrar para esse time exclusivo dos que têm mais de seis dígitos na conta bancária de uma hora para a outra. Já pensou?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas ganhar uma bolada da noite para o dia pode causar turbulências na vida de qualquer um, seja um apostador mais prudente, seja um felizardo que opte por tirar todos os planos e sonhos do papel o mais depressa possível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A boa notícia — além do prêmio, é claro — é que,  se você ganhar na loteria, um bom planejamento estratégico pode ajudar a preservar ou até a multiplicar esse patrimônio, garantindo a sustentabilidade financeira em longo prazo. E ter a consciência de que dinheiro pode render ainda mais dinheiro é o primeiro passo!</span></p>
<p><b>Resgatei o prêmio. E agora?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialistas em finanças defendem que, ao receber um prêmio avantajado, o vencedor deve se preocupar, inicialmente, com a proteção do dinheiro e, só depois, pensar em como multiplicá-lo. Quando falamos em proteção, a ideia é evitar que essa bolada perca valor ao longo do tempo por conta dos efeitos da inflação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um cenário em que se recomenda buscar investimentos de baixo risco e resgate rápido. Se você ganhar na loteria, uma boa dica nesse sentido pode ser a estruturação de uma carteira de investimento em que pelo menos 30% do prêmio esteja em um produto de renda fixa atrelado à inflação. Daí em diante, com o dinheiro assegurado, o novo milionário já pode começar a pensar em viver de renda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, não esqueça que todo investidor deve considerar seu perfil de risco antes de decidir onde colocar o dinheiro. Tenha em mente que é esse perfil que vai acabar ditando o quanto vai ficar em aplicações mais conservadoras — como fundos DI, CDBs com liquidez diária e até a poupança — ou investimentos mais ousados, como a bolsa de valores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem contar que, quando necessário, é importante que o sortudo saiba diferenciar e priorizar gastos obrigatórios, como contas e dívidas, em detrimento de aventuras financeiras, como uma mansão na praia ou um carro de luxo. Outra recomendação é montar um plano em escala temporal, com objetivos imediatos e para os próximos anos, além de se familiarizar com o funcionamento do mercado de investimentos — e com quem realmente entende do assunto. </span></p>
<p><b>E se a saúde financeira já estiver em dia, qual a melhor opção de investimento?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ninguém consegue planejar a vida financeira contando com um prêmio da loteria, certo? Só que isso não impede que muitas pessoas coloquem as contas em ordem ao longo da vida e estejam com a faca e o queijo nas mãos para quando o bilhete premiado finalmente garantir aquela injeção de capital. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos assim, quando o vencedor já conta com mais maturidade econômica, não é raro que ele pule todas as etapas que citamos até aqui e saia em busca da melhor opção de investimento que o ajude a gerenciar o prêmio da loteria. O problema é que, nessa situação, há uma série de variáveis que precisam ser levadas em consideração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira delas, obviamente, é o valor do prêmio, seguida pela definição clara dos objetivos desse novo investidor. Se você ganhar na loteria um prêmio de R$ 100 milhões e tudo o que quer é parar de trabalhar e viver de renda, saiba que esse valor oferece um leque enorme de oportunidades de investimento, das mais conservadoras às mais arriscadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, um prêmio de R$ 1 milhão na conta de alguém que deseja mudar completamente o padrão de vida vai exigir um processo muito mais cuidadoso de prospecções, movimentações e estudos, além de muita paciência até garantir a escalabilidade necessária para atender aos objetivos pretendidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se que muitas operações com rendimentos tentadores, como fundos DI, Tesouro Direto e Crédito Privado, possuem uma forte incidência do Imposto de Renda e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que podem pulverizar os ganhos e, se não forem bem planejados, são capazes de atrapalhar as suas metas de investimentos e retornos, principalmente para aplicações de valores mais baixos.</span></p>
<p><b>Se você ganhar na loteria, o prêmio pode ser tributado?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda falando em imposto, é verdade que, quando o assunto é loteria, existe uma pergunta bastante recorrente mesmo entre os que não apostam: no Brasil, esse dinheiro ganho pode ser taxado? Sim e não. Os prêmios podem, sim, ser tributados, mas um ponto positivo é que, por aqui, esses impostos já são descontados na fonte. Quer dizer, um prêmio anunciado na Mega-Sena, por exemplo, já representa o valor acumulado com os impostos abatidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque o prêmio bruto corresponde a apenas 43,35% da arrecadação. Sobre esse pagamento bruto, incide uma alíquota de 30% do Imposto de Renda, que deduz 13% em impostos federais — alíquota de 30% sobre 43,35% = 13%. Assim, na prática, se você ganhar na loteria, saiba que os prêmios da Sena, Quina, Quadra e demais sorteios são pagos com apenas 30,35% do montante arrecadado, que é o valor final anunciado pelo realizador do sorteio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas então o que acontece com o restante desse dinheiro? Os outros 56,65% são repassados para investimentos em áreas prioritárias do governo para garantir o desenvolvimento social do país, como saúde, educação, segurança e esportes. E vale destacar ainda que qualquer prêmio de loteria deve ser declarado também no Imposto de Renda do cidadão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, mesmo que o valor tenha sido recolhido antes do pagamento do prêmio, o acréscimo no seu patrimônio precisa ser informado à Receita. Um detalhe importante: você não precisará mais pagar impostos sobre o prêmio líquido ganho, contudo, como falamos antes, qualquer rendimento sobre este dinheiro será tributável. Portanto, se você ganhar na loteria, fique atento e aproveite seu prêmio com responsabilidade e sabedoria!</span></p>
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		<title>O poder da informação no planejamento financeiro doméstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 22:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planejamento financeiro pessoal costuma ser comparado como um planejamento financeiro empresarial simplificado, com menos variáveis. De fato, os princípios...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O planejamento financeiro pessoal costuma ser comparado como um planejamento financeiro empresarial simplificado, com menos variáveis. De fato, os princípios por trás da organização das contas de casa são os mesmos das multinacionais, com projeções de receitas e despesas, estratégia de investimento etc. Porém, grandes companhias confiam em um elemento que frequentemente é deixado de lado pelas pessoas: a informação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Informação é, em última análise, uma forma de se precaver para o que está por vir. E preparação é a chave do sucesso em qualquer atividade, seja profissional ou esportiva. Grandes conferencistas estudam sua plateia e adaptam sua apresentação a ela. Técnicos de futebol analisam seus adversários para montar sua estratégia. Até mesmo jogadores de poker </span><a href="https://www.pokerstars.com/pt-BR/news/as-chaves-para-o-sucesso-no-poker-o-poder-da-preparacao" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">dedicam um bom tempo à preparação</span></a><span style="font-weight: 400;"> antes de um torneio importante, muitas vezes realizando atividades pouco relacionadas ao jogo em si, mas que comprovadamente trazem benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso mais óbvio e necessário da informação é para a tomada de decisões. Imagine que você pretende comprar uma nova TV para a família e está reservando uma quantia mensal para esse investimento. Um dia, você vê em um site especializado que será lançada uma nova tecnologia de TVs, com qualidade – e custo – superior.  Com essa informação, você pode tomar algumas decisões como aumentar os aportes para cobrir o gasto com a televisão mais moderna; ou reduzir o aporte, já que àquela que você queria provavelmente irá baratear com o lançamento da sucessora. São decisões diametralmente opostas. E talvez você precise de mais informação para decidir por uma ou outra.</span></p>
<p><b>Cadeia de informações</b></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-25709" src="http://www.oeconomista.com.br/content/uploads/2022/02/financial-3207895_960_720-370x180.jpeg" alt="" width="370" height="180" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda no exemplo da TV, vamos supor que você decidiu permanecer com o modelo antigo e considera reduzir os aportes na reserva. A informação que você precisa agora é qual o percentual de redução que pode ser estimado. E qual os outros fatores que podem influenciar seus planos. Por exemplo, taxa de inflação. Se ela for superior ao rendimento financeiro de sua reserva, haverá uma perda de valor que precisará ser compensada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você acha difícil estimar os índices financeiros, fique tranquilo. É difícil mesmo. Tanto que os bancos dispõem de uma equipe enorme para analisar todas as variáveis possíveis e tentar calcular esses números. E a cada novo pedaço de informação o cenário muda, e a conta precisa ser refeita. Felizmente, na economia doméstica há menos itens para se considerar, e você pode pegar emprestado os índices de alguma fonte confiável. Porém, uma dica: escolha uma fonte e fique com ela. Isso evitará distorções na sua análise, provocadas por diferenças de metodologias.</span></p>
<p><b>Sinal de alerta</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indo além dos simples números, a informação também será útil para o pensamento estratégico das finanças domésticas. Imagine que você pensa em comprar um imóvel financiado, com taxas de juros de 8% ao ano. Mas é um ano eleitoral, e dois candidatos vão disputar a Presidência em alguns meses. Acompanhando o noticiário, você percebe que um tem um perfil mais austero, enquanto o outro tende a ampliar os gastos públicos. Com a informação de bons analistas – existem vários nos canais especializados – você projeta que se o candidato A vencer, é provável que </span><a href="https://www.gestaopublica.com.br/os-tipos-de-equilibrio-em-financas-publicas-orcamentario-x-fiscal%C2%B9/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">as contas públicas</span></a><span style="font-weight: 400;"> permaneçam equilibradas. Isso significa que os juros básicos dificilmente subirão, talvez até diminuam. Mas se ganhar o candidato B, as contas públicas podem sair dos eixos, e aí os juros aumentarão. Sua tarefa é decidir se compra a casa agora ou depois das eleições. Note que nada está escrito em pedra, e mesmo o candidato mais gastão pode conseguir manter os juros estáveis. E, somado a tudo isso, ainda há a influência do mercado exterior, que pode comprar mais ou menos produtos do Brasil, afetando a taxa de câmbio, que </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/entenda-como-a-alta-do-dolar-impacta-a-inflacao-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">pode se refletir na inflação</span></a><span style="font-weight: 400;"> e nos juros – para cima ou para baixo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muita gente acha aflitivo, e até desnecessário, lidar com tantas informações para um simples planejamento doméstico e se contenta com a </span><a href="https://www.oeconomista.com.br/planilha-para-controle-das-financas-pessoais/"><span style="font-weight: 400;">planilha de controle</span></a><span style="font-weight: 400;">. Mas saber se informar, analisar e decidir pode ser a diferença entre morar de aluguel ou comprar uma linda casa nova com uma TV de última geração na parede.</span></p>
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		<title>Turismo residencial é alternativa para quem desejar economizar nas viagens de férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Economista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 19:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os gastos com viagens costumam ser altos para todas as famílias, sejam estes destinados para férias fora do Brasil ou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os gastos com viagens costumam ser altos para todas as famílias, sejam estes destinados para férias fora do Brasil ou até mesmo para uma visita em um estado diferente. Isso explica porque a crise iniciada em 2020 afetou principalmente o setor do turismo. As pessoas cortaram gastos, e as viagens de férias foram as mais afetadas. Entretanto, uma alternativa pode fazer esse mercado voltar a subir em 2022. O turismo residencial está em alta em todo o mundo, e cidades como o Rio de Janeiro e Nova York estão se mostrando adaptadas para esses turistas locais.</p>
<p>Ainda em 2019, antes da crise que afetou todo o mundo, o turismo gerou uma receita global de US$ 9,2 trilhões para os países. Um valor que caiu quase 50% no ano seguinte e afetou algumas regiões, como a Europa, a Ásia e a América do Norte, que possuem nesse setor uma importante fonte de renda. Porém, em 2022, alguns números mostram que o turismo está passando por uma adaptação em busca de alternativas para voltar a crescer.</p>
<p>O turismo residencial é a principal ferramenta para isso, principalmente neste início de ano. Esse é um termo utilizado para descrever o movimento de pessoas que estão trocando longas viagens pelos pontos turísticos das cidades onde moram. Algo que não só movimenta a economia local, mas também garante uma economia dos turistas. Afinal, não é preciso gastar com passagens de avião, hotel e outros gastos comuns em viagens mais longas e planejadas.</p>
<p>Isso pode parecer simples, e muitas pessoas não conseguem valorizar, mas a verdade é que a cidade onde moramos possui vários pontos que nunca conhecemos. Isso pode ser uma experiência nova e interessante, além de barata. Um casal, por exemplo, pode gastar mais de R$ 5 mil em uma viagem simples de final de semana para o Sul ou para o Nordeste, segundo cálculo feito pelo site Quanto Custa Viajar. Ficar na própria cidade pode trazer uma economia de até 90% desse valor.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro se destaca em comparação</strong></p>
<p><a href="https://blog.betway.com/pt/cassino/quanto-custa-ser-turista-em-sua-pr%25C3%25B3pria-cidade/" target="_blank" rel="noopener">Essa tendência do turismo residencial</a> levou o site de <a href="https://betway.com/pt/casino/slots" target="_blank" rel="noopener">caça-niqueis</a> da Betway fazer um levantamento de quais cidades se destacam como mais acessíveis para os turistas locais. O Rio de Janeiro foi uma das surpresas, com custos abaixo da média de outros grandes centros urbanos, como Nova York. Um carioca precisaria de apenas US$ 69 para ter um final de semana turístico, enquanto um norte-americano teria que desembolsar mais de US$ 280 por uma experiência semelhante.</p>
<p>A diferença é muito grande, mas pode ser justificada por diferentes motivos. Um deles é a diferença de ganhos salariais entre essas duas regiões, pois é mais caro morar em Nova York do que no Rio de Janeiro. Entretanto, outro aspecto importante são as opções de lazer gratuitas que existem na cidade brasileira. Visitar as praias, ou até mesmo o Arpoador, não tem custos e continua sendo uma experiência turística imperdível na capital carioca.</p>
<p>Uma das principais disparidades no levantamento do blog Betway Insider entre as duas cidades está na alimentação, algo que custa muito caro em Nova York. O morador do Rio de Janeiro precisa de apenas US$ 20 para almoçar em algum restaurante, enquanto o residente da Big Apple precisa de US$ 40, o dobro, para fazer o mesmo. Essa disparidade nos números explica a diferença entre essas duas regiões, e pode servir para colocar o RJ como um lugar mais pensado para o turismo residencial.</p>
<p><strong>Tendência em NY</strong></p>
<p>Apesar da desvantagem em preço para a cidade brasileira, Nova York tem visto uma tendência crescente do turismo das pessoas que moram na região. Em 2020, por exemplo, dos 22 milhões de turistas na cidade, mais de 19 milhões eram norte-americanos ou até mesmo moradores próximos. Neste ano a expectativa é que esse número se aproxime dos 30 milhões, um crescimento de mais de 50% em comparação com o período anterior.</p>
<p>Esse é um movimento que ganhou espaço com a crise, mas que não deve ir embora tão cedo. As próprias cidades estão criando campanhas publicitárias para que os moradores explorem mais os pontos turísticos dos locais onde moram. Algo que pode não só movimentar a economia de um setor em crise, mas garantir uma boa economia aos amantes de viagens. Esse é um corte de gastos que pode aliviar o orçamento sem tirar a experiência de viajar.</p>
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