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	<title>O Economista</title>
	
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		<title>Programa do governo quer estimular viagens para trabalhadores</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 13:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa do governo quer estimular viagens nacionais para quem ganha até quatro salários mínimos. Objetivo é dar acesso ao turismo, nos moldes do “Viaja Mais Melhor Idade”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13617" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13617" title="Secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec1906_mAB-150x150.jpg" alt="Secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">De acordo com o secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão, ministério do Trabalho também pode participar do programa. Detalhes ainda não estão definidos.</p></div>
<p>Até o fim deste ano, o governo deve lançar o programa “Viaja Mais, Trabalhador”, com o objetivo de estimular as viagens nacionais de trabalhadores com renda de até quatro salários mínimos. A iniciativa seguirá os moldes do “Viaja Mais, Melhor Idade”, que está em reformulação e beneficia pessoas com 60 anos ou mais. As informações são do secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão.</p>
<p>“Estamos formatando o programa e conversando com instituições federais, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil”, afirmou Simão em coletiva de imprensa no Forte de Copacabana, no Rio. O secretário ainda afirmou que está sendo negociado com os bancos financiamentos a taxas “adequadas” ao público-alvo do programa.</p>
<p>Além do Ministério do Turismo, a pasta do Trabalho está interessada em participar do projeto. “Existem várias possibilidades para o ministério [do Trabalho] aderir ao programa, como com a utilização de recursos do FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador]”, disse.</p>
<p>Simão ainda reiterou o lançamento do PAC do Turismo, a ser lançado pelo governo nas próximas semanas. O programa prevê R$ 680 milhões para reforma e construção de centros de convenções em dez cidades, de todas as regiões do país.</p>
<p>Com informações da Folha de São Paulo.</p>
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		<title>Após protestos, governantes reduzem tarifas do transporte coletivo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 20:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após protestos, quatro capitais têm tarifas do transporte coletivo reduzidas. Em Goiânia, Vitória e Manaus redução já havia acontecido antes das manifestações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13610" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13610" title="Ec2203_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec2203_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Em Goiânia, Vitória e Manaus redução já havia acontecido antes das manifestações.</p></div>
<p>Quatro capitais anunciaram redução nas tarifas de transporte coletivo nesta terça-feira, 18, após a onda de protestos que tomaram o Brasil contra a alta no preço das passagens, e que já ganha outras causas. Cuiabá, Recife, João Pessoa e Porto Alegre voltaram atrás quanto a decisão de reajuste.</p>
<p>Neste mês, o governo federal zerou as alíquotas de PIS e Cofins para o setor de transporte coletivo para diminuir o impacto do preço das passagens urbanas na inflação, que no mês passado alcançou o teto da meta, 6,5%.</p>
<p>Em Porto Alegre, o prefeito José Fortunati (PDT) anunciou a isenção do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), além da medida federal, para assegurar um recuo de R$ 0,05 no valor das tarifas da capital gaúcha. Com a isenção do imposto, o município deixará de arrecadar R$ 15 milhões anuais. O prefeito anunciou que a redução pode ser maior se houver redução, também, do ICMS sobre o óleo diesel e sobre o PIS/Cofins incidentes diretamente sobre o valor da passagem.</p>
<p>Fortunati não fixou uma data para a mudança, mas disse que ela ocorrerá assim que a Justiça rever uma decisão provisória que impede alterações no valor da passagem.</p>
<p>Ele disse também que a tarifa pode cair para R$ 2,75 se houver uma redução do ICMS sobre o óleo diesel usado por empresas de transporte coletivo e se for aplicada a redução do PIS/Cofins às passagens.</p>
<p>Em Recife e em João Pessoa foram realizados anúncios de redução em R$ 0,10 no valor das tarifas, dois dias antes dos protestos programados para a próxima quinta-feira, 20, nas duas cidades. Em entrevista, o governador do Pernambuco, Eduardo Campos negou que a medida tenha a intenção de acalmar os ânimos às vésperas do protesto. O governador não explicou o motivo de não ter feito a redução anteriormente.</p>
<p>Em outras cidades do país, a redução da tarifa ocorreu há alguns dias. Na região metropolitana de Goiânia, no dia 13 a tarifa caiu de R$ 3 para R$ 2,70, valor que vigorava antes do reajuste, em maio, por decisão judicial.</p>
<p>No Paraná, houve redução de R$ 0,10 na rede não integrada de transporte sob responsabilidade do governo estadual, que engloba 18 municípios da região metropolitana de Curitiba.</p>
<p>Em Vitória, a redução ocorreu no dia 8 também devido à isenção dos tributos federais. O valor caiu cinco centavos, passando a R$ 2,40. Em Manaus, a tarifa foi reduzida no dia 10, de R$ 3 para R$ 2,90.</p>
<p>Com informações da Folha de S. Paulo.</p>
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		<title>No mundo, SP e RJ são as capitais em que mais se trabalha para pagar tarifas de ônibus</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 13:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mundo, São Paulo e Rio de Janeiro são as capitais em que mais se trabalha para pagar tarifas de ônibus. Pesquisa considerou tarifas em 12 das principais cidades do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13605" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13605" title="Ec0703_m" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec0703_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Pesquisa considerou tarifas em 12 das principais cidades do mundo.</p></div>
<p>Em todo o mundo, os paulistanos e os cariocas são os que mais precisam trabalhar para pagar as passagens de ônibus municipais. O estudo foi realizado pelo professor Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo economista Leonardo Siqueira de Lima, levando em consideração os preços praticados em 12 das principais cidades do mundo.</p>
<p>Segundo o ranking, os moradores de São Paulo precisam trabalhar 14 minutos para pagar uma passagem. No Rio de Janeiro, 13 minutos. A cidade com a tarifa mais acessível é Buenos Aires, onde os portenhos trabalham 1,44 minuto para pagar a passagem.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, não foi levado em consideração somente o valor das passagens, já que as tarifas e o salário médio praticado em cada cidade foram convertidos para o dólar e na maioria das cidades pesquisadas a renda é maior que no Brasil, pesando menos no bolso da população o valor cobrado no transporte coletivo. “Um dólar em um país [é] mais fácil de ganhar do que em outro. Para se fazer uma análise realista, resolvemos mostrar o preço das passagens em número de minutos trabalhados considerando portanto a renda média e número de horas trabalhadas em cada cidade”, diz o estudo.</p>
<p>As cidades analisadas foram Buenos Aires, Pequim, Ottawa, Paris, Nova York, Madri, Tóquio, Santiago, Lisboa e Londres, além de São Paulo e Rio de Janeiro. O preço do transporte coletivo foi tirado do site de cada cidade. Para a conversão ao dólar foi utilizada a cotação do dia 13 de junho e os salários foram baseados nas informações do Banco Mundial.</p>
<p>Se for considerado apenas o valor das passagens, as tarifas mais caras estão em Londres e em Tóquio. Porém, o salário mínimo no Reino Unido equivale a, aproximadamente, R$ 2.822 e no Japão, R$ 1.888. Reino Unido e Japão, ainda, figuram na lista das dez nações com os melhores salários do mundo. No Brasil, o salário mínimo é de R$ 678.</p>
<p>Com informações do portal G1.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa do BC prevê taxa básica de 9% no final do ano</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 20:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[taxa selic]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa do Banco Central com instituições financeiras mostra que projeção do mercado para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 e 2014 está em 9%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13600" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13600" title="Ec1706_vSX" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec1706_vSX-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Para o mercado, taxa básica de juros (Selic) deve encerrar 2013 e 2014 em 9%.</p></div>
<p>A taxa básica de juros, a Selic, deve encerrar 2013 e 2014 em 9% ao ano, de acordo com a pesquisa do Banco Central (BC) em instituições financeiras. Essa foi a terceira semana seguida em que a projeção foi ajustada para cima. Na segunda-feira passada, a estimativa era que a Selic chegasse ao final de 2013 em 8,75% ao ano.</p>
<p>De acordo com a mediana (desconsidera os extremos nas projeções) das expectativas das instituições financeiras, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, nos dias 9 e 10 de julho, a Selic deve voltar a ser ajustada em 0,5 ponto percentual. Atualmente, a taxa básica está em 8% ao ano. Em maio, o Copom elevou a Selic em 0,5 ponto percentual.</p>
<p>A taxa Selic é usada como instrumento para influenciar a atividade econômica e, por consequência, calibrar a inflação, que tem apresentado alta no país.</p>
<p>O aumento nas projeções para a taxa Selic ao final do ano veio depois da divulgação da ata da última reunião do Copom, dia 6 deste mês. Para o Copom, é apropriada a intensificação do ritmo de ajuste da taxa básica de juros.</p>
<p>O Copom considera que o nível elevado de inflação e a dispersão de aumentos de preços contribuem para que a inflação mostre resistência. Mas a expectativa do Copom é que, com o aumento da Selic, a inflação caia neste ano e que essa tendência de declínio persista em 2014.</p>
<p>De acordo com a pesquisa do BC, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve chegar ao final deste ano em 5,83%, contra 5,80% previstos na semana passada. Para 2014, a projeção segue em 5,80%.</p>
<p>Cabe ao BC fazer com que a inflação (IPCA) fique na meta, que tem como centro 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<p>A estimativa para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi ajustada de 4,79% para 4,92%, este ano, e de 5,10% para 5%, em 2014.</p>
<p>A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu de 4,50% para 4,60%, este ano, e de 5,14% para 5,17%, no próximo ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a estimativa também subiu de 4,40% para 4,49%, este ano, e foi mantida em 5,28%, em 2014.</p>
<div id="_mcePaste">Kelly Oliveira / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: José Romildo.</div>
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		<item>
		<title>Receita libera nesta segunda o primeiro lote de restituições do IR</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 13:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda 2013]]></category>
		<category><![CDATA[restituição do imposto de renda]]></category>

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		<description><![CDATA[Receita libera nesta segunda o primeiro lote de restituições do Imposto de Renda. Lotes residuais de declarações dos últimos cinco anos também estarão disponíveis para consulta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A partir desta segunda-feira, 17, a Receita Federal libera o dinheiro do primeiro lote de <a href="http://www.oeconomista.com.br/receita-federal-pode-ter-que-pagar-contribuinte/" target="_blank">restituições</a> do <a href="http://www.oeconomista.com.br/imposto-de-renda-e-uma-das-principais-fontes-de-arrecadacao-do-governo/" target="_blank">Imposto de Renda</a> Pessoa Física 2013. A consulta<strong> </strong>está disponível desde o último dia 10 no site do órgão. Em valor, o total do primeiro lote é recorde, informou a Receita.</p>
<p>Constarão na consulta também lotes residuais de declarações dos últimos cinco anos, liberadas da <a href="http://www.oeconomista.com.br/erros-na-declaracao-do-ir-podem-levar-a-malha-fina/" target="_blank">malha fina</a>. Para o exercício de 2013, serão creditadas restituições de um total de 1,9 milhão de contribuintes, no valor de R$ 2,7 bilhões, já corrigidas em 1,6%.</p>
<p>O valor será depositado na conta-corrente informada pelo contribuinte no ato da declaração.</p>
<p>Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet ou ligar para o Receitafone, no número 146. A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones, com os sistemas operacionais Android <strong> </strong>e iOS,<strong> </strong>que facilitam a consulta.</p>
<p>A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico &#8211; Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.</p>
<p>O contribuinte poderá – na hipótese de o dinheiro não ser creditado &#8211; procurar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (atendimento exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.</p>
<p>Agência Brasil.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/oeconomista/~4/Ys2uWgqUsEs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Podcast. Até ser regulamentada, lei da nota fiscal não poderá render penalidades</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 21:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
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		<description><![CDATA[Por enquanto, lei da nota fiscal não poderá render penalidades. Hotéis estão cobrando até 376% a mais por diárias na Copa. Indústria cresce, mas tem dificuldades para investir. Ouça no podcast.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13582" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13582" title="Ec1406_castSX" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec1406_castSX-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Até ser regulamentada, estabelecimentos serão apenas orientados com relação às exigências da lei da nota fiscal.</p></div>
<p>Estarão livres de penalidades os estabelecimentos que ainda não estiverem cumprindo as exigências da lei que exige a discriminação da soma aproximada dos impostos na nota ou cupom fiscal. Neste período até a regulamentação da medida, os estabelecimentos deverão ser apenas orientados a se ajustarem às novas exigências e encaminhados aos órgãos responsáveis por auxiliar no cálculo dos tributos.</p>
<p>Pesquisa Ibope encomendada pela Serasa Experian mostra que 69% dos brasileiros não poupam, 35% preferem gastar imediatamente a guardar o dinheiro e 38% não têm o hábito de juntar o valor necessário para comprar à vista e tentar um desconto.</p>
<p>Depois de um início de ano fraco, a atividade industrial registrou o maior crescimento em três anos (alta de 2,9% em abril ante março), segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Porém, a Sondagem de Investimentos, realizada em abril e maio pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que 46% das empresas da indústria de transformação apontam algum tipo de dificuldade em realizar investimentos produtivos neste ano.</p>
<p>As tarifas hoteleiras nas cidades-sede estarão até 376,4% mais caras para a Copa do Mundo em comparação aos preços cobrados normalmente, segundo a Embratur. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, anunciou tolerância zero para abusos de preços nas diárias dos hotéis. Segundo ele, o governo poderá acionar a Polícia Federal, além dos órgãos de fiscalização dos estados e municípios, e garantiu que os estabelecimentos que cometerem este tipo de irregularidades poderão ser fechados.</p>
<p>Ouça detalhes no podcast.</p>
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		<itunes:subtitle>[caption id="attachment_13582" align="alignleft" width="150" caption="Até ser regulamentada, estabelecimentos serão apenas orientados com relação às exigências da lei da nota fiscal."][/caption]

Estarão livres de penalidades os estabelecimentos</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>[caption id="attachment_13582" align="alignleft" width="150" caption="Até ser regulamentada, estabelecimentos serão apenas orientados com relação às exigências da lei da nota fiscal."][/caption]

Estarão livres de penalidades os estabelecimentos que ainda não estiverem cumprindo as exigências da lei que exige a discriminação da soma aproximada dos impostos na nota ou cupom fiscal. Neste período até a regulamentação da medida, os estabelecimentos deverão ser apenas orientados a se ajustarem às novas exigências e encaminhados aos órgãos responsáveis por auxiliar no cálculo dos tributos.

Pesquisa Ibope encomendada pela Serasa Experian mostra que 69% dos brasileiros não poupam, 35% preferem gastar imediatamente a guardar o dinheiro e 38% não têm o hábito de juntar o valor necessário para comprar à vista e tentar um desconto.

Depois de um início de ano fraco, a atividade industrial registrou o maior crescimento em três anos (alta de 2,9% em abril ante março), segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Porém, a Sondagem de Investimentos, realizada em abril e maio pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que 46% das empresas da indústria de transformação apontam algum tipo de dificuldade em realizar investimentos produtivos neste ano.

As tarifas hoteleiras nas cidades-sede estarão até 376,4% mais caras para a Copa do Mundo em comparação aos preços cobrados normalmente, segundo a Embratur. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, anunciou tolerância zero para abusos de preços nas diárias dos hotéis. Segundo ele, o governo poderá acionar a Polícia Federal, além dos órgãos de fiscalização dos estados e municípios, e garantiu que os estabelecimentos que cometerem este tipo de irregularidades poderão ser fechados.

Ouça detalhes no podcast.</itunes:summary>
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		<itunes:author>celso@humantech.com.br</itunes:author>
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		<title>Dificuldade para investimento atinge 46% da indústria em 2013</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostra que 46% das indústrias estão com dificuldades para investir neste ano. Número é maior que em 2012, de 43%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>A Sondagem de Investimentos, realizada em abril e maio deste ano pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que 46% das empresas da indústria da transformação apontam algum tipo de dificuldade em realizar investimentos produtivos neste ano. O percentual é superior aos 43% observados no ano passado e o maior nível desde 2009 (87%).</p>
<p>De acordo com a pesquisa, o principal entrave para investimentos é a limitação de recursos da empresa, apontado por 39% dos entrevistados. Em 2012, esse motivo era citado por 46% deles. A carga tributária elevada foi apontada por 37% das empresas, proporção maior que os 35% de 2012.</p>
<p>Para 31% das empresas, as incertezas acerca da demanda também são um fator inibidor para investimentos, inferior aos 34% do ano passado. As citações ao custo de financiamento também diminuíram ao passar de 26% em 2012 para 22% neste ano. Já a taxa de retorno inadequada foi apontada por 22% das empresas, mesma proporção do ano passado.</p>
<p>Entre os motivos que deverão levar as empresas a investir neste ano estão aumentar a eficiência produtiva (33%), expandir a capacidade de produção (32%) e substituir máquinas e equipamentos (17%).</p>
<div id="_mcePaste">Vitor Abdala / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Lílian Beraldo.</div>
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		<title>Hotéis durante a Copa do Mundo estarão até 376,4% mais caros</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 20:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[hotéis]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa da Embratur revela: hotéis estarão até 376% mais caros para Copa. Governo promete fiscalização com a Polícia Federal e pode até fechar estabelecimentos que cometerem abusos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13571" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13571" title="Ec2102_v" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec2102_v-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Segundo Embratur, hotéis estão cobrando até 376% a mais por diárias para Copa do Mundo. Governo promete fiscalizar e até fechar hotéis que cometerem abusos.</p></div>
<p>As tarifas hoteleiras nas cidades-sede estarão até 376,4% mais caras para a Copa do Mundo Fifa 2014 em comparação aos preços cobrados normalmente e também mais caras do que estarão durante a Copa das Confederações, que começa neste sábado, 15. As informações fazem parte de dados preliminares apresentados pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) nesta semana.</p>
<p>A Embratur passou a monitorar os preços depois da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho do ano passado, quando foi verificado um aumento nas diárias dos hotéis. De acordo com o levantamento feito pelo instituto com dados divulgados no site<em> </em>da Fifa, a diária do hotel Golden Tulip Brasília Alvorada, no Distrito Federal, custará US$ 639 na Copa do Mundo. Normalmente, as diárias no mesmo hotel e para o mesmo tipo de quarto, custam US$ 134. No Rio de Janeiro e em Fortaleza os aumentos chegam a 366%.</p>
<p>De acordo com o presidente da Embratur, Flavio Dino, as diárias anunciadas pela Fifa causaram &#8220;profundo desagrado, estranheza e preocupação&#8221;, pois os números que foram divulgados comprometem o crescimento da sustentabilidade do turismo no Brasil. A medida tomada pela instituição será enviar um registro dos principais aumentos de preços durante os megaeventos para a Secretaria de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça.</p>
<p>“Esse aumento não consegue encontrar explicação em nenhuma projeção de inflação, carga tributária ou o chamado Custo Brasil”, disse Dino. “Por isso, todos os casos considerados abusivos serão encaminhados à Secretaria de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça”.</p>
<p>Nesta quinta-feira, 13, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, anunciou “tolerância zero” para abusos de preços nas diárias dos hotéis. Em entrevista ao programa “Bom dia, Ministro”, Rebelo disse que o governo poderá acionar a Polícia Federal, além dos órgãos de fiscalização dos estados e municípios, pois “aqueles que pensam que podem abusar dos consumidores precisam saber que a mão pesada do poder público vai agir e pode até ter hotel fechado por causa disso”.</p>
<p>Rebelo alertou ainda que “na última vez em que [os hotéis] tentaram fazer isso, tiveram que devolver dinheiro às pessoas que pagaram preços abusivos na Rio+20, no Rio de Janeiro”. Ele acrescentou que o governo não vai aceitar que a rede hoteleira aproveite os eventos esportivos para superfaturar os preços, pois “isso vai prejudicar o país e a cidade onde for praticado esse abuso, que perderá eventos e destinos turísticos”.</p>
<p>Agência Brasil.</p>
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		<title>Ponto de Ruptura</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 17:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dilma rousseff]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política macroeconômica]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigo, economista Ricardo Amorim afirma que política econômica brasileira deve mudar “para o bem do país e até das pretensões eleitorais da Presidenta”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13566" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13566" title="Ec0305_espSX" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec0305_espSX-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">“A elevação dos preços e altos níveis de comprometimento de renda (...) já estão minando a capacidade dos brasileiros de ir às compras e a própria popularidade da Presidenta.”</p></div>
<p>Em time que está ganhando não se mexe. E em time que está perdendo? Não, nada a ver com a seleção do Felipão. Refiro-me à nossa política econômica.</p>
<p>No ano passado, em toda a América Latina, o crescimento brasileiro superou apenas o do Paraguai. Em 2011, nosso crescimento já tinha decepcionado e no primeiro trimestre deste ano, nova desilusão. Para piorar, a inflação anual está em elevação desde julho, nosso déficit de transações correntes ? o mais importante indicador da saúde das contas externas <strong>–</strong> vem aumentando desde setembro e nosso déficit público cresce desde agosto de 2011.</p>
<p>Com tantas variáveis macroeconômicas piorando, por que a insistência do governo em seguir por um caminho que não tem trazido bons resultados? A explicação é política e econômica. Até agora, o mau desempenho macroeconômico não afetava a popularidade da Presidenta Dilma porque o desemprego continuava em queda, causando elevações de salários. Salários mais altos somados ao crescimento da oferta de crédito geravam maior poder de compra para boa parte da população, e satisfação com o governo.</p>
<p>Algo começou a mudar. Entre as surpresas negativas dos recentes dados do PIB, a maior foi a expansão pífia do consumo das famílias, até aqui o principal pilar de sustentação de nosso crescimento. A elevação dos preços e altos níveis de comprometimento de renda com pagamento de prestações de dívidas já estão minando a capacidade dos brasileiros de ir às compras e a própria popularidade da Presidenta.</p>
<p>Não por acaso, o governo deu sinal verde ao Banco Central para enfrentar a ameaça inflacionária, acelerando a alta de juros. Os juros ainda terão de subir mais, talvez muito mais, até porque, na falta de medidas compensatórias, a desvalorização do Real frente ao dólar aos níveis mais fracos desde 2009 colabora para a aceleração da inflação.</p>
<p>Se for significativa, a alta dos juros pode debelar o risco inflacionário, só que encarece o crédito e esfria o consumo. Por outro lado, se não for acompanhada de medidas de estímulo à expansão da capacidade produtiva  ? estímulos a investimentos e produtividade  ? ela transformará o PIBinho em PIBúsculo, com crescimento do desemprego e quedas de salários.</p>
<p>Para crescer de forma sustentada a longo prazo, um país necessita de expansões também sustentadas tanto da oferta de bens e serviços quanto da demanda por eles. Se o consumo não se ampliar  ?  como tem ocorrido em tantos países europeus nos últimos anos  ?  a economia não se expande. Se a oferta não acompanhar a alta do consumo, o crescimento econômico será limitado e a inflação subirá, como tem ocorrido recentemente no Brasil.</p>
<p>Entre 2004 e 2010, foi possível evitar este truísmo econômico porque partimos de um desemprego alto e uma utilização limitada da infraestrutura existente. De lá para cá, incorporamos milhões de pessoas ao mercado de trabalho e o desemprego caiu aos níveis mais baixos da história. Com parcos investimentos, o atual gargalo de infraestrutura é óbvio. Para completar, políticas voltadas para reduzir as margens de lucro nos setores financeiro, elétrico, de mineração e petrolífero afugentaram investimentos, limitando o crescimento da oferta de produtos e serviços.</p>
<p>Uma mudança no modelo de desenvolvimento do país é inevitável, política e economicamente. Não dá mais para estimular a demanda sem impulsionar o crescimento da oferta. O governo parece ter percebido isto. Recentemente, elevou a remuneração para investimentos no setor ferroviário e aprovou a nova lei dos portos. Para o bem do país, e até das pretensões eleitorais da Presidenta, mudanças adicionais terão de ser rápidas, amplas e profundas.</p>
<p><em>*Este artigo foi publicado originalmente na revista IstoÉ.</em></p>
<p><em>** Ricardo Amorim é economista, apresentador dos programas Manhattan Connection da GNT e Economia e Negócios da Rádio Eldorado, colunista da revista IstoÉ e presidente da <a href="http://ricamconsultoria.com.br/" target="_blank">Ricam Consultoria Empresarial</a>.</em></p>
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		<title>Inflação está caindo de forma consistente, avalia Mantega</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 13:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe O Economista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[guido mantega]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Mantega, tendência é que inflação caia ainda mais. Mesmo com resultado de maio no teto da meta, ele se diz tranquilo: “Olhando para a frente, a tendência é de uma inflação mais bem comportada”, conclui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div id="attachment_13561" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-13561" title="Ec1306_mAB" src="http://www.oeconomista.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Ec1306_mAB-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Mesmo com resultado de maio no teto da meta, ele se diz tranquilo: “Olhando para a frente, a tendência é de uma inflação mais bem comportada”, avaliou. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.</p></div>
<p>Depois de iniciar o ano em alta por causa do preço dos alimentos, a inflação está caindo de forma consistente, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, os preços estão se comportando de forma coordenada, afastando o risco de o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar o ano acima de 6,5%, teto da meta estabelecida pelo governo.</p>
<p>De acordo com o ministro, com a entrada da safra de diversos produtos, os alimentos ficaram mais baratos e deixaram de pressionar os índices. “A boa notícia é que a inflação de alimentos está caindo rapidamente. Os produtos que subiram muito no começo do ano, como tomate, farinha de mandioca e hortifrutigranjeiros, estão caindo. A inflação de alimentos está superada”, destacou o ministro.</p>
<p>Segundo Mantega, o IPCA iniciou um processo de queda e a tendência tende a continuar nos próximos meses. “A inflação [pelo IPCA] foi 0,55% em março, 0,37% em abril e vai continuar caindo. Pode haver algumas oscilações ao longo do ano, por causa de vestuários que ficam mais caros com a nova estação, mas esse comportamento é normal”, acrescentou. “O importante é que o grosso da inflação está caindo.”</p>
<p>Apesar de a inflação no acumulado de 12 meses estar exatamente no teto da meta (6,5%), o ministro se disse otimista. “O resultado acumulado reflete a inflação para trás. Olhando para a frente, a tendência é de uma inflação mais bem comportada”, concluiu Mantega.</p>
<div id="_mcePaste">Wellton Máximo / Agência Brasil.</div>
<div id="_mcePaste">Edição: Aécio Amado.</div>
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