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        <title>Neuronews - Notícias de Neurociências</title>
        <description><![CDATA[Notícias de Neurociências e Cursos Online na Área Certificados pela UFMG]]></description>
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        <lastBuildDate>Thu, 23 Feb 2012 20:49:42 GMT</lastBuildDate>
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            <title>Memória e raciocínio se deterioram a partir dos 45 anos</title>
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            <description>Um estudo realizado pela University College de Londres (UCL) indicou que as funções do cérebro podem começar a se deteriorar já aos 45 anos de idade. Entre mulheres e homens com idades entre 45 e 49 anos, os cientistas perceberam um declínio no raciocínio mental de 3,6%. As conclusões contradizem pesquisas anteriores sugerindo que o declínio cognitivo só começaria depois dos 60.&amp;#13;
&amp;#13;


 O estudo, publicado na revista científica British Medical Journal, foi conduzido ao longo de dez anos, entre 1997 e 2007. Os cientistas avaliaram a memória, o vocabulário e as habilidades cognitivas - de percepção ou de compreensão - de quase 5,2 mil homens e 2,2 mil mulheres entre 45 e 70 anos, todos, funcionários públicos britânicos.&amp;#13;
&amp;#13;


 Os resultados demonstraram uma piora em memória e cognição visual e auditiva, mas não em vocabulário - com um declínio mais acentuado nas pessoas mais velhas. Entre os indivíduos entre 65 e 70 anos, eles perceberam um declínio mental foi de 9,6% entre homens e 7,4% entre mulheres da mesma idade.&amp;#13;
&amp;#13;


 Para os cientistas, isso quer dizer que a demência não é um problema exclusivo da velhice, e sim um processo que se desenrola ao longo de duas ou três décadas. "É importante identificar os riscos cedo. Se a doença começou em um indivíduo nos seus 50 que só começa a ser tratado nos 60, como fazemos para separar causa e efeito?", questiona o professor Archana Singh-Manoux, do Centro de Pesquisas em Epidemiologia e Saúde da População, na França, que conduziu a pesquisa na instituição londrina.&amp;#13;
&amp;#13;


 "O que precisamos agora é analisar aqueles que experimentam um declínio cognitivo mais rápido que a média e saber como parar o declínio. Algum nível de prevenção definitivamente é possível", afirma.&amp;#13;
&amp;#13;


 Crise de meia-idade&amp;#13;
Singh-Manoux argumenta que as taxas de demência devem aumentar na sociedade na medida em que as funções cognitivas estão conectadas a hábitos e estilo de vida, através de fatores como o fumo o nível de exercício físico.&amp;#13;
&amp;#13;


 Para a Sociedade contra o Alzheimer, uma organização de pesquisa e lobby no combate à demência, o estudo mostra a necessidade de mais conhecimento das mudanças no cérebro que sinalizam o problema. "O estudo não diz se qualquer dessas pessoas chegou a desenvolver demência, nem quão viável seria para o seu médico detectar essas primeiras mudanças", afirmou a gerente de Pesquisas da Alzheimer Society, Anne Corbett.&amp;#13;
&amp;#13;


 "São necessários mais estudos para estabelecer as mudanças mensuráveis no cérebro que possam nos ajudar a melhorar o diagnóstico da demência."&amp;#13;
&amp;#13;


 O diretor de Pesquisas na organização, Simon Ridley, reforçou a necessidade de conscientizar a população sobre os benefícios de ter hábitos saudáveis. "Embora não tenhamos uma maneira infalível de prevenir a demência, sabemos que mudanças simples de hábitos - adotar uma dieta saudável, não fumar, manter o colesterol e a pressão do sangue sob controle - reduzem o risco de demência", afirmou.&amp;#13;
&amp;#13;


 "Pesquisas anteriores indicaram que a saúde na meia-idade afeta o risco de demência durante o envelhecimento, e estas conclusões nos dão mais razões para cumprir as resoluções de Ano-Novo", completou.



Conheça aqui sete afirmações sobre o cérebro humano que convencem muita gente, mas que os cientistas afirmam não serem válidas. 


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            <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 21:34:15 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Após ver imagens da mente, cientistas querem 'ler' sentimentos</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/0cnTCAYw1lA/1317-apos-ver-imagens-da-mente,-cientistas-querem-'ler'-sentimentos.html</link>
            <description>Angela Joenck Pinto
&amp;#13;


Recentemente, um estudo da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostrou ser capaz de reproduzir imagens do cérebro combinando a tecnologia da ressonância magnética com padrões informáticos. Essas pesquisas, porém, não estão longe dos objetivos das instituições brasileiras. Liderando estudos semelhantes na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), o chefe do serviço de neurologia do Hospital São Lucas de Porto Alegre, André Palmini, explica como o processo de aquisição das imagens é realizado.



Conheça sete mitos sobre o cérebro humano&amp;#13;
&amp;#13;


"Entendemos que 'leitura do cérebro' é a leitura de padrões de ativação cerebral. As imagens são adquiridas em alguns momentos específicos e depois são subtraídas de um período de repouso. Tu podes, na verdade, fazer a aquisição das imagens nos momentos que mais te interessam", diz.



Conforme o médico, que pretende começar um novo estudo em março de 2012, ao mostrar um filme para um indivíduo é possível ver que áreas se ativam no cérebro quando aparecem cenas com movimento ou cenas tristes. "De posse de três ou quatro tipos de cena, é possível observar qual é o sistema de ativação cerebral com motivos específicos", explica.



"Mas a coisa mais importante é que tem um período que se ativa no cérebro quando nenhuma dessas coisas está acontecendo, quando temos cenas mais paradas", diz Palmini. O conjunto de regiões ativadas neste caso se chama de Região de Funcionamento Padrão. Segundo o neurologista, esta é a área responsável por fazer uma espécie de reflexão sobre a experiência tida pela pessoa. "Então são áreas do cérebro que vivenciam as experiências e as áreas que refletem sobre isso no período que o estímulo não está sendo produzido", declara.



Através da Ressonância Magnética Funcional, neurologistas também mostram como nosso cérebro "confunde" passado e presente. "Ao pedir que uma pessoa recrie uma memória do passado, o cérebro se ativa como se estivesse revivenciando aquela situação no presente. E isso tem permitido muito avanço, principalmente no campo de estudo das emoções, para entender por que a gente se chateia tanto com lembranças negativas antigas, e também por que esses traumas antigos marcam tanto as pessoas. É porque essas memórias são facilmente acessadas. As pesquisas mostram isso", fala. 



Ajudando pacientes&amp;#13;
Segundo o professor da PUCRS, estudos como esse podem ajudar vários tipos de pacientes, desde pessoas com problemas motores até casos de doenças mentais. "Talvez possamos verificar que algum tipo de estímulo possa ativar áreas motoras do cérebro. Tu pegas uma pessoa que teve um déficit motor por um acidente vascular cerebral, por exemplo, e de repente pode existir algum tipo de exercício que desperte mais a área que ela precise ativar no cérebro, testando diversos exercícios antes de começar um programa de reabilitação, por exemplo. E aí seremos capazes de saber que aquilo vai ter mais resultados", pondera.



Já no caso de dificuldades mentais, o médico acredita que esta modalidade de estudo do cérebro mostrará quais tipos de psicoterapia poderão ativar mais as áreas de satisfação, prazer e bem estar, antecipando o tipo de linha de tratamento que irá beneficiar mais a cada pessoa.



"Esse é o futuro que se descortina nessa questão de entender melhor o cérebro. A gente está avançando muito em termos de imagem e esta é a maneira de tu conseguires mensurar essas ativações cerebrais, especialmente nas conexões entre as regiões do cérebro. Antigamente a gente conseguia ver a ativação de apenas uma área. Hoje, a gente consegue ver as reações de uma rede neural", diz.



Indo diretamente a áreas especificas, os médicos pretendem obter o que Palmini chama de "assinatura das potencialidades das pessoas", verificando se elas têm regiões interconectadas para serem mais ou menos propensas à atividade social. "Diferenciar as pessoas conforme sua capacidade de ativar essas áreas, já antecipando que isso tenha um impacto de quanto elas poderão viver melhor em sociedade. Para as pessoas que não têm essas áreas motivadas, ver como modificar isso", explica o professor.



Neuromarketing e ética&amp;#13;
Mas como todo o tipo de conhecimento, o estudo do cérebro também é usado para fins menos nobres, como a venda de produtos. Hoje, utilizando pesquisas semelhantes, campos conhecidos por neuromarketing já mapearam o cérebro humano. "O que o neuromarketing tem feito é moldar comerciais de televisão e outdoors, depois de apresentá-los para voluntários durante a feitura de um exame de Ressonância Magnética Funcional para ver qual dos estímulos mais ativa as áreas do cérebro que têm a ver com prazer, aversão, medos, conflitos ou ansiedades", diz o chefe da neurologista do Hospital São Lucas. Desta forma, as empresas garantem melhores reações aos seus produtos, maximizando resultados.



O médico lembra, porém, que certos cuidados têm de ser tomados quando se estuda o cérebro. "Com este tipo de exame, podemos saber se a pessoa está mentindo ou não. Quando tu estás mentindo, é criado um conflito na mente. A gente já sabe que áreas do cérebro se ativam nessas horas. Tudo isso dá pra fazer, mas vamos ter que ter todo um debate da questão da ética envolvida, para que se saiba o quanto isso vai efetivamente ser ou não útil para as pessoas", alerta.
 

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            <pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:04:21 GMT</pubDate>
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            <title>Dieta rigorosa pode evitar envelhecimento do cérebro</title>
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            <description>Comer menos pode manter a mente jovem, de acordo com cientistas italianos que relataram, nesta segunda-feira, a descoberta de um processo molecular pelo qual uma dieta rígida pode salvar o cérebro dos estragos da idade.
   


A pesquisa, publicada no jornal americano Proceedings of National Academy of Sciences, é baseado em um estudo feito com ratos que foram alimentados com uma dieta de cerca de 70% da comida que eles consumiam normalmente. Cientistas descobriram que a dieta com restrição de calorias estimulou uma molécula de proteína, CREB1, que ativa uma série de genes ligados à longevidade e ao bom funcionamento do cérebro.
   


"Nossa esperança é encontrar uma forma de ativar a CREB1, por exemplo, através de novas drogas, para manter o cérebro jovem sem a necessidade de uma dieta rigorosa", disse o principal autor Giovambattista Pani, pesquisador do Instituto Geral de Patologia, da Faculdade de Medicina da Universidade Católica do Sagrado Coração em Roma. Os pesquisadores descobriram, anteriormente, que os ratos mostravam habilidades cognitivas e memória melhores, menos agressividade e tendência a evitar ou adiar o Mal de Alzheimer. Mas eles não sabiam exatamente o porquê.
   


"A CREB1 é conhecida por regular importantes funções cerebrais como memória, aprendizado e controle da ansiedade e sua atividade é reduzida ou fisiologicamente comprometida pelo envelhecimento", disse o estudo.   Os ratos que foram geneticamente modificados para perder CREB1 não mostraram nenhum dos benefícios da memória que os ratos com uma dieta pouco calórica, mas sim as mesmas deficiências dos ratos que foram superalimentados.
   


"Portanto, nossas descobertas identificam, pela primeira vez, um importante mediador dos efeitos da dieta no cérebro", disse Pani. "Esta descoberta tem importantes implicações para desenvolver terapias futuras para manter nosso cérebro jovem e evitar sua degeneração e o processo de envelhecimento".
 

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            <pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:03:53 GMT</pubDate>
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            <title>Estudo identifica gene associado a maior necessidade de sono</title>
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            <description>Um estudo envolvendo mais de dez mil pessoas de diversos países europeus concluiu que os que possuem o gene ABCC9 precisam de cerca de 30 minutos a mais de sono por noite. Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Molecular Psychiatry, um em cada cinco europeus carrega o gene.&amp;#13;
&amp;#13;


 Os pesquisadores da University of Edinburgh, na Escócia, e da Ludwig Maximilians University, em Munique, na Alemanha, dizem que a revelação pode ajudar a explicar comportamentos associados ao sono. Cada um dos participantes disse quantas horas dormia por noite e teve uma amostra de seu sangue colhida para análise de DNA. &amp;#13;
&amp;#13;


A necessidade de sono pode variar significativamente de uma pessoa para outra. A ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, por exemplo, era conhecida por precisar de apenas quatro horas de sono por noite, enquanto o cientista Albert Einstein precisava de 11 horas.&amp;#13;
&amp;#13;


Mosca de Fruta&amp;#13;
O estudo envolveu pessoas das Ilhas Orkney, Croácia, Holanda, Itália, Estônia e Alemanha. Os pesquisadores queriam saber como era o padrão de sono dos participantes em dias livres, ou seja, quando não tinham de trabalhar ou tomar remédio para dormir.&amp;#13;
&amp;#13;


 Ao comparar os dados sobre padrão de sono com os resultados da análise genética, eles concluíram que os participantes que possuíam a variante ABCC9 precisavam de mais tempo de sono do que a média de oito horas.&amp;#13;
&amp;#13;


 A equipe investigou então como esse gene influenciava o padrão de sono de moscas de fruta - que também carregam essa variante. Moscas sem o gene ABCC9 dormem três horas a menos do que as que carregam o gene, os pesquisadores constataram.&amp;#13;
&amp;#13;


Energia&amp;#13;
O gene ABCC9 atua como sensor de níveis de energia no corpo humano. Segundo os cientistas, o estudo abre um novo caminho em pesquisas sobre o sono. Eles dizem esperar que investigações futuras possam estabelecer exatamente como essa variante genética regula o tempo de sono necessário para cada indivíduo.&amp;#13;
&amp;#13;


 O especialista Jim Wilson, da University of Edinburgh, disse: "Humanos dormem aproximadamente um terço de suas vidas". "Com frequência, a tendência a dormir por períodos mais longos ou mais curtos é um traço de família, apesar do fato de que a quantidade de sono de que as pessoas precisam pode ser influenciada pela idade, latitude, estação do ano e ritmo circadiano (período de aproximadamente um dia - 24 horas - em que se baseia o ciclo biológico do corpo humano)", disse ele. 


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            <pubDate>Wed, 07 Dec 2011 21:47:35 GMT</pubDate>
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            <title>Cabecear com frequência no futebol pode prejudicar cérebro</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/HZ6BjRxgti0/1314-cabecear-com-frequencia-no-futebol-pode-prejudicar-cerebro.html</link>
            <description>Médicos americanos alertaram em um novo estudo que cabeçadas frequentes em partidas de futebol podem causar lesões cerebrais em jogadores. Os médicos analisaram exames dos cérebros de 32 jogadores amadores e, nos exames, foram revelados padrões de danos parecidos com os encontrados em pacientes que sofreram concussões.

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Os pesquisadores afirmam acreditar que existe um número seguro de cabeçadas - cerca de mil cabeçadas por ano ou menos. Neste nível, o cérebro não sofreria lesões, mas os médicos afirmam que ainda são necessárias mais pesquisas a respeito. Um jogador britânico da década de 1960, Jeff Astle, teria morrido em 2002, aos 59 anos, devido a problemas causados por muitas cabeçadas durante sua carreira.

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Astle desenvolveu problemas cognitivos depois de anos jogando pela seleção da Inglaterra e pelo time inglês West Bromwich Albion. A autópsia determinou que a morte do jogador foi resultado de uma doença degenerativa do cérebro causada por cabeçadas contra as pesadas bolas de futebol de couro usadas na época em que Astle jogava.

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O médico que chefiou a pesquisa, Michael Lipton, do Centro Médico Montefiore, do hospital da Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York, afirma que as bolas usadas nos jogos atuais, apesar de serem bem mais leves do que as antigas, ainda podem causar danos. Uma bola de futebol pode alcançar a velocidade de 54 km/h em jogos recreativos e até o dobro desta velocidade em jogos  profissionais.

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Lesões leves&amp;#13;
Lipton e sua equipe usaram um tipo de exame especial, conhecido como imagem por tensor de difusão, que visualiza nervos e tecidos cerebrais. Os 32 voluntários que passaram pelo exame disseram aos médicos qual a frequência com que cabeceavam a bola durante treinos e jogos.

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Com os exames, os médicos descobriram que os jogadores que eram "cabeceadores frequentes" tinham sinais óbvios de lesões traumáticas leves no cérebro. Cinco regiões do cérebro sofreram danos - áreas da frente do cérebro e na direção da parte de trás do crânio, onde ocorrem processos ligados à atenção, memória, funcionamento executivo e funções da visão.

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Os pesquisadores avaliam que as lesões foram se acumulando com o tempo. "Cabecear uma bola de futebol não tem um impacto que vai romper fibras nervosas no cérebro", afirmou Lipton, ao apresentar sua pesquisa, na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte. "Mas cabeçadas repetitivas podem desencadear uma série de respostas que podem levar à degeneração das células do cérebro."

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Número máximo&amp;#13;
Os voluntários que tiveram seus cérebros examinados pela equipe de Lipton também fizeram testes para checar suas habilidades cognitivas como memória verbal e tempos de reação. Eles foram mal nestes testes. Os danos ocorreram em jogadores que afirmaram cabecear a bola pelo menos mil vezes por ano.

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Segundo os pesquisadores, apesar de parecer um número alto, mil cabeçadas por ano significam apenas algumas cabeçadas por dia para um jogador que pratica o esporte com frequência. Os médicos americanos afirmaram que serão necessários mais estudos para determinar um número seguro de cabeçadas para os jogadores de futebol.

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Mas, para Andrew Rutherford, da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Grã-Bretanha, a pesquisa apresentada pelos médicos americanos não é convincente. O britânico pesquisa os danos causados por cabeçadas há anos. Para Rutherford, os médicos americanos estão analisando os dados errados porque a maioria das lesões na cabeça ocorridas no futebol se deve ao impacto entre as cabeças dos jogadores, e não ao impacto com a bola.


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            <pubDate>Thu, 01 Dec 2011 17:30:13 GMT</pubDate>
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            <title>Cientista diz que filmes de terror fazem cérebro reviver experiências ruins</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/4rsUU4ZmibY/1313-cientista-diz-que-filmes-de-terror-fazem-cerebro-reviver-experiencias-ruins.html</link>
            <description>As situações de estresse agudo, como a de assistir um filme de terror, levam o cérebro a lembrar de experiências ruins e a reorganizar seu modo de funcionamento, detalhou nesta quinta-feira um grupo de pesquisadores da revista Science. De acordo com o diretor do estudo, Erno Hermans, da Universidade de Nova York, "o estresse agudo altera a forma como nosso cérebro funciona. Esta mudança de estado cerebral pode ser entendida como uma redistribuição estratégica dos recursos que são vitais quando a sobrevivência está em jogo".

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Quando o cérebro se altera, os sentidos se aguçam e o medo cria um estado de alerta que fortalece as lembranças das experiências estressantes, além de prejudicar nossa capacidade de análise. Este tipo de estudo, realizado anteriormente com animais expostos a estresse agudo, marcou uma pauta sobre as reações neuroquímicas, porque liberam vários hormônios e neurotransmissores que são capazes de alterar algumas propriedades celulares e de grande escala em povoações neuronais no cérebro.

&amp;#13;
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A ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA), que resulta no aumento da liberação sistêmica dos corticosteróides, é o selo distintivo da resposta à tensão. No entanto, a equipe de Hermans concluiu que o bloqueio do cortisol não influenciou na reorganização da rede cerebral.

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"Mostramos que a atividade neuromoduladora noradrenérgica na primeira fase de resposta à tensão provoca uma reorganização de recursos neuronais. Estes estabelecem uma rede que contém áreas envolvidas na reorientação da atenção, no aumento do alerta perceptivo e no controle automático neuroendócrino", acrescentou.

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Os cientistas expuseram os participantes a materiais cinematográficos aversivos e de outros tipos para comparar as reações cerebrais e analisar os compostos salivares em cada uma das situações. Outra das conclusões do estudo é que as situações de estresse agudo tornam difícil deliberar lentamente, enquanto se ativam no cérebro as regiões implicadas na atenção e no alerta, assim como no sistema neuroendócrino. A pesquisa foi realizada com 80 voluntários. 
 

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            <pubDate>Sun, 27 Nov 2011 01:58:22 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Pesquisa revela que hormônios influenciam voto de eleitores</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/auv8kyHz9Pw/1312-pesquisa-revela-que-hormonios-influenciam-voto-de-eleitores.html</link>
            <description>Quase nunca se associa o dia de votação a grandes quantidades de hormônios. Contudo, três professores de Israel, país em que a opinião política é expressa com veemência, sugerem que o próprio ato de votar gera níveis de estresse que podem afetar os resultados.

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Em um experimento realizado em uma pequena cidade israelense, que contestou ferozmente as eleições nacionais de 2009, os pesquisadores colheram amostras de saliva das pessoas próximo da hora de votarem. Eles descobriram altos níveis de hormônios glicocorticoides, incluindo cortisol, que são segregados pelas glândulas suprarrenais e estão associados ao estresse.

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Além disso, as pessoas que planejavam votar no candidato perdedor estavam inclinadas a apresentar um estresse ainda maior - confirmando um estudo realizado nos Estados Unidos, segundo o qual, os níveis de cortisol dos eleitores de Obama permaneciam mais estáveis do que o dos eleitores de McCain enquanto chegavam os resultados de 2008.

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"Este é o primeiro estudo a explorar o bem estar psicológico de eleitores reais por meio de medições endócrinas durante a votação", escreveram os professores Israel Waismel-Manor, da Universidade de Haifa, e Gal Ifergane e Hagit Cohen, da Universidade de Ben-Gurion do Negev, na edição atual da revista European Neuropsychopharmacology.

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Eles conduziram o experimento em Omer, uma pequena cidade a 112 km de Tel Aviv, e esperam reproduzi-lo nos Estados Unidos daqui a um ano, quando os americanos forem escolher o presidente. "Em uma democracia ideal, queremos que os cidadãos façam escolhas racionais e votem com base em suas ideias e na qualidade dos partidos e candidatos de determinada eleição", escreveram os autores.

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Ao mesmo tempo em que não anulam a utilidade dos sentimentos ao fazer a escolha _ eles afirmam que "sentir-se ansioso em relação a um candidato é um bom motivo para não votar nele ou nela". Segundo eles: "É preciso entender que as emoções não são meros sentimentos. Elas frequentemente vêm carregadas de componentes físicos e endócrinos que por si sós, têm o potencial de afetar a tomada de decisão próximo a urna", afirma.

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Pessoas com níveisde cortisol altos estão mais propensas a tomar decisões precipitadas, afirmam os autores, citando estudos anteriores. Além disso, níveis altos desse hormônio podem afetar a memória.

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"Nós não afirmamos que o cortisol causa amnésia", afirma Waismel-Manor, "porém, à medida que determinados eleitores se aproximam da urna, é possível que estejam propensos a esquecer o quanto os últimos quatro anos foram satisfatórios ou ruins, ou ainda, que as tropas continuam no Oriente Médio e que a recessão não terminou. Isso seria suficiente para que alguns eleitores indecisos ou sem preferência pendam para um lado ou o outro", afirma.

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Tais reações podem ajudar a explicar a síndrome do "What's the Matter With Kansas?" ("Qual o problema do Kansas?"), apresentada pelo livro de mesmo nome, segundo a qual as pessoas às vezes parecem votar contra o próprio interesse. Segundo sugestão dos autores, uma forma de reduzir o estresse consiste em estimular o voto à distância ou por correio a fim de eliminar o "desempenho público" do voto.

&amp;#13;
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"A pessoa terá que ir a um local público onde estão muitas pessoas estranhas, e uma pessoa que ela provavelmente não conhece irá verificar seus documentos e determinar se ela pode votar. Talvez ela tenha que enfrentar uma enorme fila, querendo voltar para casa para ver o jogo. É bem possível que encontre aquele parente que odeia, etc.", afirma. Os níveis de estresse podem ser estimulados pela "consciência do dever: o destino da nação está em minhas mãos", afirma.

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Waismel-Manor afirmou que espera colaborar com os estudiosos americanos "fornecendo ao povo e aos responsáveis pelas decisões de Washington dados fundamentados. Esses dados podem ou não confirmar que a votação é realmente estressante, o que causa o estresse e se ele pode ser reduzido. Também é possível que se descubra se o voto dos eleitores com menos estresse se aproxima mais de sua preferência real - a preferência que tinham na noite anterior à eleição".


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            <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 01:44:27 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Primatas passaram a viver em grupos abruptamente</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/ZvQmQkWE1Qk/1310-primatas-passaram-a-viver-em-grupos-abruptamente.html</link>
            <description>Os primatas deixaram de viver sozinhos para viver em grandes grupos abruptamente, segundo um estudo sobre evolução publicado nesta semana na revista Nature. Sob responsabilidade de Susanne Shultz, do Instituto de Antropologia Cognitiva e Evolutiva da Universidade de Oxford, a pesquisa também indicou que a preferência por uma vida diurna resultou em um salto evolutivo relacionado com a sociabilidade, o que pode ajudar a entender melhor o comportamento social dos primeiros seres humanos.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Em declarações à agência EFE, Susanne afirmou que a sociabilidade dos primatas é o que diferencia esses seres da maioria das outras espécies e é provável que este fato tenha sido um "trampolim" para a criação de sociedades mais complexas. Para realização deste estudo, os pesquisadores de Oxford estudaram a história e as relações destes antropoides para entender como seu comportamento evoluiu ao longo dos anos.

	   &amp;#13;
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Segundo a especialista, o comportamento que podemos observar nas espécies atuais é muito influenciado pelo comportamento de seus antepassados. De acordo com o estudo, a evolução dos primatas em direção à sociabilidade aconteceu ao mesmo tempo em que estes animais deixaram de ter uma vida noturna para adotar uma vida diurna. O salto social pode estar relacionado com uma adaptação, que buscava proteger os primatas do risco que implicava viver à noite.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
A pesquisadora explicou que sua análise contou com informações de mais de 200 espécies de todo o mundo, reconstruindo o comportamento dos primatas ancestrais durante um período de 70 mil anos.  


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            <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 00:54:20 GMT</pubDate>
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            <title>Exame detecta consciência em pacientes com estado vegetativo</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/2UyKWNkFHSQ/1309-exame-detecta-consciencia-em-pacientes-com-estado-vegetativo.html</link>
            <description>Exames de eletroencefalograma (EEG) ajudaram médicos a perceber que alguns pacientes aparentemente em estado vegetativo permanente na verdade estavam conscientes, segundo estudo publicado na edição desta quinta-feira da revista científica The Lancet.

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A técnica poderia ser desenvolvida como uma forma portátil e mais barata de ajudar os médicos a fazer diagnósticos mais precisos e estabelecer contato com os pacientes que estão imóveis, mas conscientes, afirmaram os autores do estudo.

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&amp;#13;
O estado vegetativo persistente ou permanente é definido como "vigilância sem percepção consciente de si e do meio". Em estado de coma, ao contrário, o paciente carece tanto de consciência quanto de vigilância.

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Cientistas chefiados por Adrian Owen e Damian Cruse, do Centro de Cérebro e Mente da Universidade de Western Ontario, Canadá, fizeram um teste com 16 pacientes com danos cerebrais em estado vegetativo e 12 indivíduos de controle saudáveis.

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O eletroencefalograma consiste na colocação de sensores no couro cabeludo para registrar os sinais elétricos que resultam da atividade de células cerebrais.

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Segundo o artigo, três dos 16 pacientes demonstraram de forma precisa e persistente uma clara resposta ao EEG quando se pediu que imaginassem movimentos com os dedões da mão e do pé direito.

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Sinais elétricos no topo do couro cabeludo combinaram com os dos controles quando se pediu aos pacientes para executar esta atividade motora, mesmo que seus corpos não tenham executado qualquer movimento. Os autores afirmam que não querem tirar conclusões sobre os "mundos internos" dos três pacientes na base deste experimento.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Mas destacaram que compreender o comando e o processamento disto no cérebro era complexo e exige atenção contínua, selecionando a resposta correta e a compreensão da linguagem. "Apesar do rigoroso acompanhamento clínico, muitos pacientes em estado vegetativo têm diagnóstico equivocado", afirmaram os cientistas.

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&amp;#13;
"O método EEG que nós desenvolvemos é barato, portátil, amplamente disponível e objetivo. Pode ser usado em todos os pacientes vegetativos e fundamentalmente mudar sua avaliação no leito hospitalar", acrescentou.

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A técnica é considerada menos sensível do que a ressonância magnética funcional (fMRI), que monitora o fluxo cerebral e tem sido usada em algumas experiências importantes para determinar a consciência em pacientes vegetativos.

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Mas os escâneres de fMRI são muito caros e não podem ser usados em pacientes com metais no corpo, caso frequente em pacientes com danos cerebrais severos após sofrer acidente de carro.

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Se refinado, o diagnóstico por EEG pode ir além das respostas "sim/não" e incluir métodos de comunicação mais expressivos, afirmaram os autores.

 &amp;#13;
&amp;#13;
O desenvolvimento de técnicas de classificação em tempo real de formas diferentes de imagem mental "habilitará a comunicação em duas vias com alguns destes pacientes, permitindo-lhes compartilhar informação sobre seu mundo interior, experiências e necessidades", concluíram.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Ao contrário da morte cerebral, o estado vegetativo persistente não é reconhecido legalmente como morte. A síndrome de "Locked-in" é uma condição na qual o funcionamento mental é normal, mas o corpo é inerte e incapaz de responder a comandos.


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            <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 00:36:14 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cancelado estudo com célula-tronco embrionária contra paraplegia</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/k9_GHVCbjDw/1308-cancelado-estudo-com-celula-tronco-embrionaria-contra-paraplegia.html</link>
            <description>A empresa de biotecnologia americana Geron cancelou o primeiro teste clínico de um tratamento contra a paraplegia baseado em células-tronco embrionárias humanas devido a seu alto custo, e decidiu se concentrar em dois novos remédios contra o câncer.

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&amp;#13;
O cancelamento do teste clínico, que buscava tratar da paraplegia provocada por lesões na medula espinhal, também levou a empresa com sede na Califórnia a demitir 66 funcionários, ou 38% de seu quadro de pessoal. "Geron planeja acabar com o recrutamento de voluntários para os testes clínicos do GRNOPC1 dedicado ao tratamento de lesões na medula espinhal", destaca o site da empresa.

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Mas a Geron tem a firme vontade de continuar com o acompanhamento dos pacientes que já participaram deste estudo, recopilando dados e informando à FDA (agência de medicamentos e alimentos dos EUA) e à comunidade médica sobre seus progressos".

 &amp;#13;
&amp;#13;
"O tratamento foi bem tolerado e não houve efeitos colaterais graves", disse John Scarlett, presidente-executivo da Geron. "A decisão de interromper nossas atividades com células-tronco foi muito difícil porque nossos programas de pesquisas e nosso sucesso neste campo são amplamente reconhecidos e os mais avançados do mundo".

 &amp;#13;
&amp;#13;
"No contexto atual de falta de recursos e de condições econômicas incertas, temos a intenção de concentrar nossos recursos na fase 2 de testes clínicos do Imetelstat (GRN163L) e do GRN1005, dois novos tratamentos experimentais promissores contra o câncer".

 &amp;#13;
&amp;#13;
Scarlett destacou que a Geron está "em busca de sócios que tenham recursos técnicos e financeiros para permitir a retomada do programa com células-tronco", que manterá um pequeno grupo de funcionários até o segundo trimestre de 2012.

 &amp;#13;
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O primeiro teste clínico com células-tronco embrionárias em humanos teve início em outubro de 2010 e incluiu dez voluntários. Outra empresa de biotecnologia americana, Advanced Cell Technology, de Boston, começou poucos meses depois um teste clínico baseado em células-tronco embrionárias para tratar a cegueira. As células-tronco embrionárias podem se transformar em qualquer célula do organismo, ao contrário das células-tronco adultas - que são mais comuns em pesquisas e até alguns tratamentos.


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            <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 00:35:46 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas desvendam orgasmo feminino com 'fotos' do cérebro</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/8PVQewE7Mho/1307-cientistas-desvendam-orgasmo-feminino-com-fotos-do-cerebro.html</link>
            <description>Cientistas que investigam a sexualidade humana escanearam o cérebro de uma mulher enquanto ela se aproximava, vivia e se recuperava de um orgasmo. Com um aparelho de ressonância magnética, os pesquisadores registraram uma série de imagens que revelam quais partes do cérebro da mulher são ativados durante o sexo. O estudo pretende entender os problemas que alguns homens e mulheres enfrentam para chegar ao clímax sexual. As informações são do jornal britânico The Guardian.    A pesquisa é liderada pelo psicólogo Barry Komisaruk, professor da universidade Rutgers, nos Estados Unidos. A mulher que se submeteu ao scanner de ressonância magnética enquanto estimulava a si mesma é uma estudante de PhD e terapeuta sexual. Durante os testes, foram feitas fotografias do cérebro da estudante, que foram compiladas em um vídeo que mostra a atividade de 80 regiões cerebrais.    Durante os estímulos sexuais, a primeira parte do cérebro a ser ativada é a área genital do córtex sensorial. Em seguida, se ativa o sistema límbico, uma estrutura do cérebro ligada a emoções e memória de longo prazo. Quando se aproximava o orgasmo, se registrou atividade no cerebelo e no córtex frontal, provavelmente devido à maior tensão muscular. No momento do clímax, há uma grande atividade no hipotálamo, que libera uma substância química chamada oxitocina, responsável pela sensação de prazer e pela contração do útero. Também se ativa o núcleo acumbente, área ligada ao sistema de recompensa do cérebro. Após o orgasmo, as atividades em todas essas partes do cérebro gradualmente diminuem.    Em novos estudos, a equipe de Komisaruk está pedindo a pessoas que se estimulem dentro de aparelhos de ressonância magnética enquanto observam as imagens das reações dentro de seu próprio cérebro. Com isso, ele espera que as pessoas aprendam como ativar determinadas regiões cerebrais e como manipular suas reações a fim de ajudar pacientes que tenham dificuldades em sentir prazer.
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            <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 00:35:08 GMT</pubDate>
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            <title>Humanos e ratos aprendem a caminhar com mesmos comandos nervosos</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/Yp7BAWvLTLQ/1306-humanos-e-ratos-aprendem-a-caminhar-com-mesmos-comandos-nervosos.html</link>
            <description>Os seres humanos e os ratos aprendem a caminhar utilizando a mesma cadeia de comandos nervosos, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira, que sugere que a locomoção em humanos e animais evoluiu a partir da mesma rede neuronial ancestral. Os autores desse artigo, publicado na revista Science, descobriram que nos recém-nascidos, os neurônios da medula espinhal se ativam em duas fases: a primeira ordena as pernas a se dobrar e a se esticar, e a segunda alterna o movimento para avançar.

&amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores compararam a atividade elétrica produzida por 20 músculos de crianças e adultos com a marcha reflexa de um recém-nascido quando este é colocado na posição vertical. O circuito neuronial das crianças muito pequenas requer quatro etapas para caminhar. Não é apenas transmitir as ordens de dobrar e esticar as pernas, mas também ordens mais sutis, como indicar aos dedos dos pés que se levantem do solo antes que a perna comece a se flexionar.

&amp;#13;
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Circuitos neuroniais semelhantes foram observados em ratos, e também em gatos, macacos e galinhas da Guiné. Segundo esse estudo, uma vez superada esta primeira etapa da marcha reflexa nas crianças muito pequenas, a locomoção humana difere da dos animais aparentemente ao integrar complexos movimentos dos braços, como esticá-los e agarrar um objeto.

&amp;#13;
&amp;#13;
Apesar de o caminhar erguido sobre duas pernas diferenciar o ser humano do restante das espécies do reino animal, e provavelmente desempenhar um papel crucial em sua evolução, esse estudo mostra que a natureza conservou nos humanos um sistema nervoso antigo em alguns aspectos da função motriz, que continua sendo semelhante a de vários animais.
   

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            <pubDate>Sat, 19 Nov 2011 00:34:51 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Estudo indica relação entre gene e felicidade</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/IwiEreiXnAw/1305-estudo-indica-relacao-entre-gene-e-felicidade.html</link>
            <description>Um estudo da London School of Economics and Political Science indica que um gene pode ser influente na felidade das pessoas. Mas os cientistas afirmam que o mais importante ainda é o "curso da vida" de cada um, mas a genética pode explicar o porquê de algumas pessoas serem naturalmente mais felizes que outros. A pesquisa foi divulgada na publicação especializada Journal of Human Genetics, do grupo Nature.

&amp;#13;
&amp;#13;
Segundoo pesquisador Jan-Emmanuel De Neve, sempre se desconfiou que um gene tivesse relação com felicidade, mas esse estudo mostra um indício direto dessa ligação. Outro estudo de De Neve, em parceria com cientistas das universidades de Harvard, Califórnia-San Diego (ambas nos Estados Unidos) e Zurique (Suíça), que comparava os códigos genéticos de gêmeos idênticos e não-idênticos, já indicava que a genética era responsável por um terço da variação na felicidade das pessoas.

&amp;#13;
&amp;#13;
O pesquisador afirma que o gene 5-HTT é o responsável pelos transportadores de serotonina, a substância responsável pelo sentimento de prazer e felicidade, nos neurônios. Esse gene é formado por dois alelos, que podem ser curtos ou longos (cada pessoa pode ter dois curtos, dois longos, ou um de cada).

&amp;#13;
&amp;#13;
Conforme o cientista, foram analisados os DNAs de 2,5 mil pessoas nos Estados Unidos. Para eles foi perguntado o quão satisfeitos estavam com sua vida como um todo, com cinco respostas possíveis: muito satisfeito, satisfeito, insatisfeito, muito insatisfeito ou nenhuma das anteriores.

&amp;#13;
&amp;#13;
O pesquisador afirma que pessoas com dois alelos longos respondiam mais estarem muito satisfeitas (35%) ou satisfeitas (34%) do que aquelas com dois alelos curtos (19% nas duas categorias). Além disso, o estudo indica que ter apenas um alelo longo aumenta em 8% a chance de alguém estar muito satisfeito com a vida do que aquelas com dois curtos.


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            <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 15:08:02 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cérebros de crianças autistas têm mais neurônios</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/PU6y82_eyls/1304-cerebros-de-criancas-autistas-tem-mais-neuronios.html</link>
            <description>As crianças autistas têm mais neurônios e apresentam um cérebro mais pesado que as demais, revela um estudo publicado nesta terça-feira no Journal of the American Medical Association (JAMA).

 &amp;#13;
&amp;#13;
O estudo, baseado em análises de cérebros de crianças autistas falecidas, sugere que a anomalía na zona pré-frontal do cérebro pode ter origem no útero, destacam seus autores.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os cientistas examinaram os cérebros de sete crianças autistas, com entre 2 e 16 anos, a maioria morta por afogamento. Ao comparar os cérebros dos autistas com os de outras crianças, a maioria morta em acidentes de trânsito, os pesquisadores encontraram 67% mais neurônios no córtex pré-frontal e 17,7% mais peso, em média, no primeiro grupo.

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Já que os neurônios corticais não são gerados após o nascimento, este aumento patológico no número de neurônios em crianças autistas indica causas pré-natais", destaca o estudo.

 &amp;#13;
&amp;#13;
O córtex pré-frontal é responsável pela linguagem, comunicação e comportamentos como o ânimo, a atenção e as habilidades sociais. Habitualmente, as crianças autistas têm problemas nestas áreas.

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Os fatores que normalmente organizam o cérebro parecem estar desconectados", destacam Janet Lainhart, da Universidade de Utah, e Nicholas Lange, da faculdade de Medicina e Saúde Pública de Harvard

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Devido ao fato de que os neurônios em todas as zonas do cérebro, exceto no bulbo olfativo e no hipocampo, são gerados antes do nascimento, estas descobertas se somam à crescente evidência biológica de que a neuropatologia do desenvolvimento do autismo começa antes do nascimento, possivelmente em todos os casos".

 &amp;#13;
&amp;#13;
Estudos prévios sugeriam que os sinais clínicos do autismo tendem a convergir com um período de crescimento anormal da cabeça e do cérebro que começa a ser evidente entre os nove e os 18 meses.

 &amp;#13;
&amp;#13;
O autismo inclui um amplo espectro de diferentes desenvolvimentos, desde a dificuldade para as relações sociais até a incapacidade de comunicação, passando pela execução de movimentos repetitivos, extrema sensibilidade a certas luzes e sons e problemas de comportamento.


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            <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 15:06:14 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Esteroides podem afetar desenvolvimento do cérebro de prematuros</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/-tviIlodcNw/1303-esteroides-podem-afetar-desenvolvimento-do-cerebro-de-prematuros.html</link>
            <description>Os bebês prematuros tratados com remédios compostos com esteroides têm um risco maior de sofrerem problemas de crescimento do cerebelo, indica um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Usualmente são administradas pequenas doses de glucocorticoides, um tipo de hormônio esteroide, para ajudar no amadurecimento pulmonar, na normalização da pressão arterial e na respiração destes bebês.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Em 2010, a Academia Americana de Pediatria desaconselhou a administração de grandes doses de dexametasona aos bebês depois do nascimento, mas indicou que não havia provas suficientes para fazer o mesmo em relação a outros glucocorticoides.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O estudo atual não encontrou relação de efeitos no desenvolvimento de crianças prematuras cujas mães tomaram betametasona antes do parto. No entanto, os bebês tratados com pequenas doses de hidrocortisona ou dexametasona depois do nascimento tiveram, em média, um volume 10% menor de cerebelo, uma região do cérebro fundamental para o equilíbrio, aprendizagem motora, linguagem e comportamento.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
"Este estudo oferece uma nova evidência de que estes fármacos, inclusive em pequenas doses, se associam à alteração do desenvolvimento do cerebelo quando são administrados nos bebês depois do nascimento", assinalou Emily Tam, neurologista infantil do Hospital de UCSF Benioff e principal autora da pesquisa.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Os impactos a longo prazo sobre o desenvolvimento cognitivo e motor devem ser avaliados por meio de exames neurológicos e de testes de desenvolvimento quando as crianças já estão em idade escolar, mas, segundo a pesquisa, estudos prévios demonstraram que as crianças prematuras com um volume de cerebelo inferior têm alterações motoras e cognitivas na adolescência.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Para a produção do estudo, foram avaliados 172 bebês prematuros nascidos entre 2006 e 2009, dos quais 85% receberam betametasona antes de nascerem e 20% foram tratados com hidrocortisona ou dexametasona.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Segundo explica o estudo, a betametasona é administrada nas mães para acelerar o amadurecimento pulmonar do bebê, enquanto a hidrocortisona e a dexametasona são usadas nos recém-nascidos prematuros para ajudá-los a manter uma pressão arterial normal e para encurtar o período necessário de entubação ou respiração com a ajuda de aparelhos.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
"Infelizmente, não temos bons tratamentos alternativos neste momento. A pressão arterial baixa e a dificuldade para respirar são grandes problemas para os bebês prematuros, com graves consequências a longo prazo para seu desenvolvimento", disse Emily.


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            <pubDate>Tue, 01 Nov 2011 12:58:49 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Trabalhadores noturnos têm mais fome, diz pesquisa da Unicamp</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/OBNZXM8SAUU/1302-trabalhadores-noturnos-tem-mais-fome,-diz-pesquisa-da-unicamp.html</link>
            <description>Um novo estudo realizado por cientistas brasileiros sugere que trabalhadores noturnos apresentam alterações em funções hormonais que podem deixá-los predispostos a comer mais, ganhar peso e desenvolver síndrome metabólica - um conjunto de fatores de risco cardiovascular que inclui hiperglicemia, hipertensão arterial, obesidade e aumento da circunferência da cintura. As informações são da agência Fapesp.

&amp;#13;
&amp;#13;
A literatura científica internacional já demonstrava que os trabalhadores noturnos têm mais tendência ao ganho de peso, além de maior risco de apresentar doenças cardiovasculares e outros indicadores de síndrome metabólica.

&amp;#13;
&amp;#13;
Mudanças de comportamentos alimentares associadas ao trabalho noturno - incluindo aumento do valor calórico e variações no horário e número de refeições - têm sido apontadas como a mais provável explicação para esse fenômeno.

&amp;#13;
&amp;#13;
Estudando os mecanismos biológicos que poderiam estar por trás das mudanças comportamentais, um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) descobriu que os trabalhadores noturnos apresentam alterações em funções hormonais estomacais que regulam a saciação - a sensação de estar satisfeito após a refeição -, o que pode levar ao ganho de peso.

&amp;#13;
&amp;#13;
O estudo, coordenado por Bruno Geloneze Neto, foi realizado com um grupo de 24 mulheres, sendo 12 trabalhadoras do turno da noite e 12 trabalhadoras do turno do dia do Hospital das Clínicas da Unicamp. Todas elas tinham índice de massa corpórea entre 25 e 35.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Estudamos os mecanismos hormonais ligados à saciação e não as diferenças comportamentais. Tomamos o cuidado de trabalhar apenas com pessoas do mesmo sexo, com padrões semelhantes de peso, de atividade física e de condição socioeconômica e cultural, a fim de observar as diferenças relacionadas à variável do turno de trabalho", disse Geloneze.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Fomos investigar um aspecto sobre o qual não há dados na literatura: como se comportam os hormônios gastrointestinais que controlam a fome e a saciação. Alguns estudos mostram que existe uma alteração nos níveis de leptina - um hormônio relacionado ao grau de adiposidade - nos trabalhadores noturnos. Mas não se sabia se a leptina se alterava como consequência do ganho de peso ou se era sua causa", explicou.

&amp;#13;
&amp;#13;
As voluntárias foram submetidas a um teste de alimentação padrão, que consiste na ingestão de 515 calorias, com uma dieta hiperproteica e hiperlipídica. As trabalhadoras noturnas foram testadas durante o dia, em jornadas de folga. As trabalhadoras diurnas foram testadas no horário normal.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Depois da alimentação, estudamos por três horas a produção de insulina e de três hormônios GLP-1 e PY-B36 - ambos com ação anorexígena -, de grelina, um hormônio produzido no estômago e que estimula a fome, e de xenina, hormônio que inibe a fome", declarou.

&amp;#13;
&amp;#13;
No padrão normal de alimentação, pouco antes da refeição, os níveis de grelina se apresentam altos, enquanto os outros três hormônios apresentam níveis baixos. Depois da refeição, por um período de três horas, o GLP-1, PY-B36 e xenina aumentam e a grelina é reduzida.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Nos indivíduos que trabalham à noite, os padrões de GLP-1 e de PY-B36 se apresentavam semelhantes ao das trabalhadoras diurnas. Mas identificamos uma alteração na produção de grelina entre as trabalhadoras noturnas", disse. Normalmente, segundo Geloneze, após a refeição a produção de grelina cai abaixo dos níveis basais. Entre as trabalhadoras noturnas, não houve supressão da grelina depois da alimentação.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Outra diferença que observamos ocorreu em relação à xenina. Esse hormônio normalmente aumenta após a refeição, contribuindo para a saciação. Mas nas mulheres que trabalham à noite a produção de xenina não subiu", disse o pesquisador.

&amp;#13;
&amp;#13;
Do ponto de vista clínico, houve uma diferença discreta na quantidade de calorias ingeridas, de cerca de 10%. As trabalhadoras noturnas, apesar de terem o mesmo padrão de índice de massa corpórea das outras, tinham também um pouco mais de concentração de gordura no abdome.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Quando falamos de tratamento da obesidade, precisamos levar em conta que as condições das pessoas são muito heterogêneas e uma abordagem terapêutica única pode ser ineficiente. Agora sabemos que para os trabalhadores noturnos seria preciso ter terapias focadas nesses mecanismos subjacentes, como, por exemplo, drogas que modulem a produção de xenina e grelina", afirmou. 


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            <pubDate>Tue, 01 Nov 2011 12:58:34 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Técnica de estimulação cerebral pode melhorar tratamento do Parkinson</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/5CBp1w9uQTc/1301-tecnica-de-estimulacao-cerebral-pode-melhorar-tratamento-do-parkinson.html</link>
            <description>Uma técnica de estimulação cerebral profunda conhecida como DBS proporcionou benefícios terapêuticos para transtornos motores como o Mal de Parkinson, segundo um estudo publicado na última edição da revista especializada Neuron. A DBS implica a implantação de um dispositivo médico que funciona como um "marca-passo cerebral", que envia impulsos elétricos a regiões específicas do cérebro. Segundo a pesquisa, esses impulsos alteram a atividade cerebral "de maneira controlada".

&amp;#13;
&amp;#13;
"Embora os princípios subjacentes não estejam totalmente claros, a DBS proporcionou significativos benefícios terapêuticos para os transtornos motores como o Mal de Parkinson e outros problemas, como a dor crônica e a depressão", dizem os autores do estudo.  Os pesquisadores destacam ainda que o uso da DBS em pacientes com Mal de Parkinson ajudou a aliviar os sintomas motores e a reduzir a atividade neuronal anormal.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Nossa esperança é ver em um futuro próximo uma nova era das estratégias de estimulação cerebral profunda como a DBS", explicaram o médico Boris Rosin e o professor Hagai Bergman, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Essas estratégias, segundo os especialistas, têm potencial não só para o tratamento do Parkinson, mas "talvez também para outros transtornos neurológicos com um claro padrão patológico da atividade cerebral". 
 

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            <pubDate>Tue, 01 Nov 2011 12:58:22 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Estudo afirma que maconha causa &amp;quot;caos cognitivo&amp;quot; no cérebro</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/EcpehPP6Hfk/1300-estudo-afirma-que-maconha-causa-"caos-cognitivo"-no-cerebro.html</link>
            <description>O consumo de maconha está associado a alterações na concentração e na memória que podem causar problemas neurofisiológicos e de conduta, indicou nesta terça-feira um estudo publicado pela revista Journal of Neuroscience.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores descobriram que a atividade cerebral fica descoordenada e inexata durante os estados de alteração mental com resultados similares aos observados na esquizofrenia.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O estudo, produzido por cientistas da Universidade de Farmacologia de Bristol (Inglaterra), analisou os efeitos negativos da maconha na memória e no pensamento, o que pode provocar redes cerebrais "desorquestradas".

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O doutor Matt Jones, um dos autores da pesquisa, equiparou o funcionamento das ondas cerebrais ao de uma grande orquestra na qual cada uma das seções vai estabelecendo um determinado ritmo e uma afinação que permitem o processamento de informações e que guiam nosso comportamento.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Para comprovar a teoria, Jones e sua equipe administraram em um grupo de ratos um fármaco que se assemelha ao princípio psicoativo da maconha, a cannabis, e mediram sua atividade elétrica neuronal.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Embora os efeitos nas regiões individuais do cérebro tenham sido muito sutis, a cannabis interrompia completamente as ondas cerebrais através do hipocampo e do córtex pré-frontal, como se as seções de uma orquestra tocassem desafinadas e fora de ritmo.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Jones indicou que estas estruturas cerebrais são fundamentais para a memória e a tomada de decisões e estão estreitamente vinculadas à esquizofrenia. Os ratos se mostravam desorientadas na hora de percorrer um labirinto no laboratório e eram incapazes de tomar decisões adequadas.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
"O abuso da maconha é comum entre os esquizofrênicos, e estudos recentes mostraram que o princípio psicoativo da maconha pode provocar sintomas de esquizofrenia em indivíduos sãos", explicou Jones.


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            <pubDate>Tue, 01 Nov 2011 12:57:58 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Partículas em produtos químicos alteram cérebro, diz estudo</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/90ow_-abrLg/1299-particulas-em-produtos-quimicos-alteram-cerebro,-diz-estudo.html</link>
            <description>Nanopartículas de dióxido de titânio, utilizadas em vários produtos, de tintas até cremes solares, podem alterar uma barreira essencial que protege o cérebro de elementos tóxicos, segundo estudo divulgado esta quarta-feira na França.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os resultados do estudo in vitro sugerem que a presença de nanopartículas de dióxido de titânio (TiO2) poderia ser a origem de uma inflamação cérebro-vascular, informou o Comissariado francês de Energia Atômica (CEA) em um comunicado.

 &amp;#13;
&amp;#13;
A exposição crônica a estas nanopartículas "poderia dar lugar a um acúmulo no cérebro, com risco de perturbações de certas funções cerebrais", alertou o CEA. Um estudo feito com ratos já tinha demonstrado em 2008, através de uma instilação nasal, ser possível detectar nanopartículas de dióxido de titânio no cérebro, particularmente no bulbo olfativo e no hipocampo, estrutura com papel chave na função da memória.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os cientistas buscaram a explicação de como estas nanopartículas apareceram no cérebro, que é protegido de substâncias tóxicas por uma estrutura particular: a barreira hematoencefálica (BHE). Equipes do CEA e da Universidade Joseph Fourier de Grenoble (sudeste da França) reconstituíram um modelo celular desta barreira protetora, associando células endoteliais (células da parede dos vasos sanguíneos), cultivadas em uma membrana semipermeável, e células gliais (do sistema nervoso).

&amp;#13;
&amp;#13;
Graças a este modelo, que contém as principais características da barreira hematoencefálica presente no homem, os cientistas mostraram que uma exposição in vitro aos nano-TiO2 provoca seu acúmulo nas células endoteliais. Isto implica também a ruptura da barreira de proteção, associada a uma inflamação.

 &amp;#13;
&amp;#13;
A equipe constatou também uma redução da atividade de uma proteína (P-glicoproteína), que tem a função de bloquear toxinas suscetíveis de penetrar o sistema nervoso central, segundo os resultados deste estudo, publicados na edição online da revista Biomaterials.


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            <pubDate>Tue, 01 Nov 2011 12:57:47 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Abuso de tranquilizantes e soníferos pode aumentar risco de Alzheimer</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/jhpJtD5sp1M/1298-abuso-de-tranquilizantes-e-soniferos-pode-aumentar-risco-de-alzheimer.html</link>
            <description>O consumo crônico de benzodiazepinas (tranquilizantes, soníferos) aumenta o risco de uma pessoa sofrer do mal de Alzheimer, segundo os primeiros resultados de um estudo francês, divulgados na revista Sciences et Avenir (Ciência e Futuro). Anualmente entre 16 mil e 31 mil casos de Alzheimer seriam provocados na França por tratamentos com benzodiazepinas (BZD) ou similares, e seus genéricos: Valium, Temesta, Xanax, Lexomil, Stilnox, Mogadon, Tranxène, etc., noticia a revista em sua edição de outubro.
&amp;#13;
&amp;#13;
Cento e vinte milhões de caixas são vendidas por ano. Na França são consumidos de cinco a dez vezes mais soníferos ("hipnóticos") e ansiolíticos do que em seus vizinhos europeus, acrescentou a Sciences et Avenir.

&amp;#13;
&amp;#13;
O encarregado do estudo, professor Bernard Begaud (Inserm/Universidade de Bordeaux), se referiu às constatações como "uma verdadeira bomba". "As autoridades precisam reagir", acrescentou, em declarações à revista. 

&amp;#13;
&amp;#13;
Alerta&amp;#13;
&amp;#13;
As autoridades devem agir muito mais se levarem em conta que "de nove estudos, incluindo o nosso, a maioria (6) vai neste sentido de uma relação entre o consumo de tranquilizantes e soníferos durante vários anos e o mal de Alzheimer", afirmou à AFP. "É um sinal de alerta muito forte", enfatizou.
 
&amp;#13;
&amp;#13;
O estudo foi realizado com 3.777 indivíduos de 65 anos ou mais que tomaram BZD entre dois e dez anos. "Ao contrário das quedas e fraturas causadas por estes medicamentos, os efeitos cerebrais não são imediatamente perceptíveis, tendo que se aguardar alguns anos" para que surjam, disse o pesquisador.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Se em epidemiologia é difícil estabelecer uma relação direta de causa e efeito, quando há uma suspeita, parece normal agir e tentar limitar as prescrições inúteis, que são muitas", afirmou à AFP. 

&amp;#13;
&amp;#13;
O aumento do risco, entre 20% e 50%, pode parecer pouco em escala individual, mas não na escala da população, por causa do consumo destes medicamentos por idosos, destacou a revista. Segundo o professor Begaud, no total, 30% dos maiores de 65 anos consomem BZD, uma proporção enorme, e na maioria das vezes de forma crônica.

&amp;#13;
&amp;#13;
As prescrições são, regularmente, limitadas a duas semanas para os hipnóticos e 12 semanas para os ansiolíticos. A forma como os BZD atuam no cérebro para aumentar este risco de demência continua um mistério, mas o problema já tinha sido mencionado em 2006 em um relatório do Gabinete Parlamentar de Políticas de Saúde sobre Remédios Psicotrópicos. "Depois não se fez nada", criticou o especialista.
  

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            <pubDate>Wed, 05 Oct 2011 02:21:56 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Estudo revela mecanismo dos reflexos das articulações humanas</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/M2x0zLH2Zh8/1297-estudo-revela-mecanismo-dos-reflexos-das-articulacoes-humanas.html</link>
            <description>Um estudo em humanos e macacos identificou neurônios que reagem entre si de forma quase instantânea como os responsáveis por controlar o movimento das articulações, segundo um artigo publicado nesta quarta-feira na revista Nature. O estudo mostra que em animais com múltiplas articulações, como os mamíferos, um dos problemas mais complexos para os cientistas é como interpretar corretamente todos os impulsos sensoriais que produzem a grande quantidade de combinações de movimentos geradas pelas extremidades destes animais.

&amp;#13;
&amp;#13;
Até agora, as pesquisas existentes demonstravam que a produção dos movimentos rápidos e involuntários envolve um grau de sofisticação neural maior que nos movimentos voluntários. Nesta nova pesquisa, o professor Stephen Scott da Universidade de Queen (Canadá) afirma que tanto os macacos como os humanos movimentam os cotovelos e os ombros enviando ordens motoras para o cérebro que produzem respostas em 50 milisegundos (500 vezes menos que um segundo).

&amp;#13;
&amp;#13;
Através de estímulos magnéticos transcraniais, os cientistas estabeleceram a causa pela qual o córtex motor primário gera de maneira quase instantânea o movimento das articulações durante a geração dos reflexos humanos. 
 

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            <pubDate>Wed, 05 Oct 2011 02:21:25 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Roupas mudam maneira como pessoas percebem cor da pele</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/1lsdP598DlM/1296-roupas-mudam-maneira-como-pessoas-percebem-cor-da-pele.html</link>
            <description>Um estudo feito por pesquisadores americanos concluiu que o jeito de se vestir pode mudar a percepção de terceiros sobre a cor da pele de uma pessoa. Os cientistas vestiram pessoas ou com roupas casuais de trabalho, ou com macacões, e pediram a espectadores que categorizassem os rostos dos modelos como sendo brancos ou negros.

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&amp;#13;
A probabilidade maior era, segundo a pesquisa, que os rostos fossem vistos como brancos quando as pessoas se vestiam com roupas casuais de escritório e como negros quando usavam os macacões. O relatório da equipe de pesquisadores, baseados nos Estados Unidos, foi publicado na revista científica Plos One.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os cientistas acham que, se as pessoas têm consciência das estratégias que usam para avaliar outras pessoas, os efeitos desses julgamentos subconscientes podem ser diminuídos. "Este é um artigo realmente interessante que testa hipóteses sobre como nós categorizamos as pessoas", diz a psicóloga Lisa DeBruine, que estuda reconhecimento facial na Universidade de Aberdeen, na Escócia, e que não está envolvida no trabalho.

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Branco ou negro?&amp;#13;
Os pesquisadores pediram a cerca de 20 voluntários que classificassem os rostos de homens e mulheres, que variavam de formato e tom da pele, em apenas uma de duas categorias de raça - branca ou negra. A equipe, formada por cientistas das universidades de Tufts, Medford, Stanford e da Califórnia (todas americanas) - descobriu que, para os rostos mais ambíguos racialmente, os participantes tinham 4% a mais de probabilidade de considerar uma face negra se a pessoa estivesse usando um macacão, em vez de um terno.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Em outras palavras, o rosto mais ambíguo racialmente era categorizado como negro em 61% das vezes em que usava terno, e 65% das vezes em que usava macacão. Ao acompanhar os movimentos das mãos dos voluntários enquanto eles mexiam em um mouse para tomar sua decisão, os cientistas puderam perceber hesitações momentâneas, que davam pistas sobre como os participantes estavam fazendo suas opções.

 &amp;#13;
&amp;#13;
A equipe descobriu que, mesmo quando um voluntário decidia que uma pessoa usando um terno de negócios era negra, a trajetória do mouse tendia a desviar um pouco em direção à opção "branco" mais frequentemente do que quando um rosto "negro" estava usando macacão.

 &amp;#13;
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Bagagem cultural&amp;#13;
"(Os resultados) indicam que a nossa bagagem cultural, e o que estamos esperando ver estereotipicamente, pode literalmente mudar o que nós vemos em outras pessoas", disse o estudante de graduação Jon Freeman, da Universidade Tufts, que liderou o estudo. Ele diz que as decisões sobre raça e gênero mudam a nossa atitude frente as pessoas e afetam a maneira como nós interagimos com elas.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Freeman e seus colegas planejam pesquisar se a influência das roupas na percepção da raça desaparece quando as pessoas ficam conscientes que a "bagagem que elas trazem à mesa pode verdadeiramente alterar a forma como a raça é percebida". Se for o caso, estudos como este podem ajudar a aliviar os efeitos da estereotipificação, segundo afirmam os pesquisadores.


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            <pubDate>Wed, 05 Oct 2011 02:20:59 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas curam dor crônica de camundongos com terapia genética</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/Ds-_xCpbg-w/1295-cientistas-curam-dor-cronica-de-camundongos-com-terapia-genetica.html</link>
            <description>Cientistas identificaram um gene que está ligado à ocorrência de dor crônica. No jornal especializado Science, pesquisadores da universidade de Cambridge publicaram os resultados de um estudo no qual removeram o gene HCN2 de camundongos e verificaram que a dor crônica foi interrompida, sem causar efeito sobre a dor aguda. Os cientistas esperam que a descoberta possa ajudar na criação de medicamentos para a dor nas costas. As informações são da BBC.

&amp;#13;
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Além da região lombar, casos comuns de dor crônica ocorrem em pacientes com artrite e enxaqueca. Apesar de conhecido há muito tempo, o gene HCN2 ainda não tinha sua função inteiramente compreendida pelos cientistas. Ao remover o gene de camundongos, eles constataram que a dor crônica desapareceu, mas que a dor aguda - como aquela que se sente ao morder a língua, por exemplo - não foi afetada.

&amp;#13;
&amp;#13;
Manter a capacidade de sentir dor aguda é importante porque permite ao corpo dar sinais de alerta em caso de perigo, como em uma queimadura. Até hoje, os experimentos relacionados a genes e dor causavam o bloqueio de todo tipo de dor e, às vezes, de todo tipo de sensação. É a primeira vez que se identifica o gene específico da dor crônica.


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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:28:36 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cérebro responde mais rapidamente a imagens de animais</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/uIXJ6L_nEnE/1294-cerebro-responde-mais-rapidamente-a-imagens-de-animais.html</link>
            <description>Sejam gatinhos ou serpentes, segundo estudo do Caltech e da UCLA, cérebro responde rapidamente a imagens de animaisFoto: Getty Images

							


								
Enquanto algumas pessoas adoram fotos de filhotes, outras se assustam instantaneamente com a simples imagem de uma cobra ou uma aranha. Em ambos os casos, a reação é causada por duas estruturas do cérebro chamadas amígdalas (não confundir com aquela da garganta), que processam reações emocionais. Um estudo do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade da Califórnia-Los Angeles (UCLA, ambas na sigla em inglês) afirma que a amígdala, inclusive, responde preferencialmente a imagens de animais do que de pessoas, paisagens ou objetos.

&amp;#13;
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Segundo o estudo, publicado na revista especializada Nature Neoscience, pacientes epiléticos, que já tinham a atividade cerebral monitorada, passaram por um experimento: eles viam imagens de pessoas, animais, paisagens ou objetos, enquanto as reações dos neurônios eram monitoradas nas duas amígdalas do cérebro.

&amp;#13;
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"Nosso estudo mostra que os neurônios na amígdala humana respondem preferencialmente a imagens de animais, o que significa que a atividade cerebral aumenta quando os pacientes olhavam a gatos ou cobras ao invés de construções ou pessoas", afirma Florian Mormann, um dos autores do artigo que descreve o experimento.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Essa preferência vale tanto para animais bonitinhos como para feios ou perigosos e parece ser independente do conteúdo emocional da imagem. Notavelmente, nós achamos esse comportamento apenas na amígdala direita, e não na esquerda.

&amp;#13;
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Segundo Mormann, a pesquisa reforça achados anteriores que indicam que, no início da evolução dos vertebrados, o hemisfério direito do cérebro era responsável por cuidar de estímulos relevantes e inesperados ou das mudanças de ambiente.

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O pesquisador afirma ainda que, além de uma melhor compreensão sobre o cérebro, o estudo pode levar a conhecermos melhor as fobias de animais.


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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:27:52 GMT</pubDate>
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            <title>Corrente elétrica no cérebro acelera aprendizado</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/XdfWyP2bgoQ/1293-corrente-eletrica-no-cerebro-acelera-aprendizado.html</link>
            <description>Estimular eletricamente o cérebro pode ajudar a aumentar a velocidade do aprendizado, segundo especialistas britânicos. Eles dizem que aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade em uma parte específica do cérebro pode aumentar sua atividade, tornando o aprendizado mais fácil.

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&amp;#13;
Os pesquisadores, da University of Oxford, na Inglatarra, estudaram cérebros de pacientes que sofreram derrames e de adultos saudáveis. Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o British Science Festival, na cidade inglesa de Bradford.

 &amp;#13;
&amp;#13;
A equipe, liderada pela professora Heidi Johansen-Berg, usou uma tecnologia conhecida como ressonância magnética funcional para monitorar a atividade nos cérebros de pacientes que sofreram derrames enquanto tentavam recuperar sua capacidade motora, perdida como resultado da doença.

 &amp;#13;
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Uma das principais revelações do estudo foi a de que o cérebro é muito flexível e pode se reestruturar, desenvolvendo novas conexões e alocando tarefas para áreas diferentes quando ocorre algum problema ou quando uma tarefa nova é realizada.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Como parte do estudo, os especialistas também investigaram a possibilidade de usar estimulação elétrica não invasiva do cérebro para melhorar o processo de recuperação da capacidade motora. Melhorias a curto prazo já haviam sido constatadas em pacientes que tinham sofrido derrames. Mas um resultado inesperado foi verificado quando os mesmos estímulos foram feitos nos cérebros de adultos saudáveis: a velocidade de aprendizado desses indivíduos também aumentou consideravelmente.

&amp;#13;
&amp;#13;
Aumento de atividadePara observar esse efeito, a equipe criou um experimento em que voluntários memorizavam uma sequência de botões para apertar, "como se aprendessem a tocar uma melodia no piano". Enquanto faziam isso, recebiam, por meio de dois eletrodos colocados em pontos específicos de suas cabeças, estímulos por corrente transcraniana.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Uma corrente de intensidade muito pequena foi passada entre os eletrodos formando um arco que passava dentro do cérebro e, dependendo da direção da corrente, ela aumentava ou diminuía a atividade naquela parte do cérebro. Johansen-Berg  explicou que "um aumento na atividade das células do cérebro as torna mais suscetíveis ao tipo de mudança que ocorre durante o aprendizado".

 O&amp;#13;
&amp;#13;
s resultados do experimento que envolvia apertar os botões em sequência demonstraram os efeitos positivos, em termos do aprendizado, de apenas dez minutos de estímulos ao cérebro, em comparação a um experimento "placebo" no qual não houve estímulo elétrico. "Os estímulos não melhoraram o desempenho máximo do participante, mas a velocidade com a qual ele alcançava seu ponto de desempenho máximo foi aumentada significativamente", disse Johansen-Berg.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Direcionar o estímulo à área do cérebro que controla a atividade motora permite que tarefas envolvendo movimentos sejam aprendidas mais rápido, e os pesquisadores acreditam que a técnica possa ser usada para auxiliar o treinamento de atletas. Os experimentos demonstram explicitamente que estimular o córtex motor do cérebro pode aumentar a velocidade do aprendizado de funções motoras.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores dizem ter esperanças de que o mesmo método possa ser aplicado a outras partes do cérebro para melhorar o aprendizado na educação, simplesmente posicionando-se os eletrodos em locais diferentes de forma que a corrente possa ser direcionada à área correta. Em função da relativa simplicidade, baixo custo (cerca de US$ 3 mil por unidade) e portabilidade da tecnologia, a equipe acha possível que  -  após mais pesquisas - aparelhos sejam criados especificamente para uso em casa.

 &amp;#13;
&amp;#13;
No futuro, Johansen-Berg  e sua equipe pretendem investigar as possibilidades de se aumentar o efeito da técnica por meio de estímulos diários durante períodos de algumas semanas ou meses. No tratamento de pacientes que sofreram derrames, a técnica poderia ser usada em associação com tratamentos atuais de fisioterapia para melhorar o quadro geral da recuperação dos pacientes, que tende a variar bastante.


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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:27:11 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas identificam 50 genes relacionados à deficiência mental</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/7TPsKyjGe90/1292-cientistas-identificam-50-genes-relacionados-a-deficiencia-mental.html</link>
            <description>Cientistas alemães identificaram 50 genes aparentemente vinculados a certos retardos mentais, o que poderia facilitar o diagnóstico, a prevenção e o eventual tratamento dessas doenças, segundo publicou nesta quarta-feira a revista Nature. Liderados por Hans Hilger Ropers, do Instituto de Genética Molecular Max Planck de Berlim, os pesquisadores acreditam que esses genes estão ligados a transtornos cognitivos do tipo recessivo, que são muito frequentes e pouco estudados.

&amp;#13;
&amp;#13;
Existe uma grande variedade de falhas genéticas que podem gerar impedimentos cognitivos, e mais de 90 delas foram relacionadas com mutações no cromossomo X. No entanto, sabe-se muito pouco da incapacidade intelectual autossômica - aquela que está relacionada a cromossomos que não determinam gênero como o X e o Y - seja dominante ou recessiva, embora se suponha que represente 90% dos casos de retardo mental.

&amp;#13;
&amp;#13;
Para suprir essa carência, a equipe de Hilger fez um estudo genético sistemático de 136 famílias nas quais havia casos de incapacidade intelectual autossômica recessiva, quando são precisas duas cópias defeituosas do gene para que apareça a doença (ou seja, quando o pai e a mãe transmitem uma cópia defeituosa cada um). Este tipo de transtorno hereditário é mais difícil de identificar que os outros porque os pais, embora sejam portadores do gene recessivo, podem não ter desenvolvido a doença.

&amp;#13;
&amp;#13;
Além dos novos genes, os cientistas identificaram novas mutações em genes já vinculados a incapacidades intelectuais e afecções neurológicas. Alguns dos genes descobertos estão envolvidos em processos importantes para o desenvolvimento e funcionamento normal do cérebro.

&amp;#13;
   &amp;#13;
A Nature destacou que a descoberta, que requer uma pesquisa maior, pode ter repercussões importantes para o estudo das causas dos transtornos cognitivos, assim como para seu diagnóstico e tratamento.
 

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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:26:54 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas conseguem reproduzir imagens armazenadas no cérebro</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/qYDpz-p9PyM/1291-cientistas-conseguem-reproduzir-imagens-armazenadas-no-cerebro.html</link>
            <description>Cientistas utilizaram um scanner e um computador para decodificar e reconstruir imagens de um filme assistido previamente por três indivíduos, em um procedimento que poderá, no futuro, ajudar pessoas com dificuldades de comunicação. O estudo foi publicado na revista americana Current Biology nesta quinta-feira. 

&amp;#13;
&amp;#13;
Até o momento, a técnica que combina imagens por ressonância magnética (IRM) e padrões informáticos pôde apenas reconstituir extratos dos filmes assistidos pelos voluntários da experiência, mas o método abre caminho para uma tecnologia capaz de ler imagens no cérebro - como sonhos ou "filmes" da memória -, destacaram os cientistas da Universidade da Califórnia em Berkeley.

&amp;#13;
&amp;#13;
"É um passo importante para a reconstrução de imagens no cérebro", disse o professor Jack Gallant, neurologista da Universidade e um dos autores do estudo. "Abrimos uma janela aos "filmes" projetados em nossa mente".

&amp;#13;
&amp;#13;
No futuro, esta tecnologia poderá permitir uma melhor compreensão do que se passa na mente das vítimas de ataques cerebrais, de pessoas em coma ou de vítimas de doenças neurodegenerativas incapazes de se comunicar. Também poderá facilitar a criação de uma máquina capaz de se comunicar diretamente com o cérebro, permitindo a pessoas sem capacidade motora comandar instrumentos apenas com a mente, segundo o professor Gallant.
 

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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:26:28 GMT</pubDate>
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            <title>Bocejar pode ser mecanismo para resfriar cérebro, diz estudo</title>
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            <description>Bocejar pode ser um mecanismo de resfriamento do cérebro, sugere um estudo realizado na universidade de Princeton, nos Estados Unidos. A pesquisa  reforça a tese de que a temperatura dos cérebros é regulada com a troca de calor com o meio ambiente por meio dos bocejos.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores documentaram a frequência dos bocejos em 160 voluntários no estado americano do Arizona durante um verão e um inverno. Eles concluíram que as pessoas tendem a bocejar duas vezes mais no inverno, quando a temperatura externa é muito menor do que a dos seus corpos. Isto porque o ar mais quente do verão, quando a temperatura é parecida com a dos corpos, não proporcionaria tanto alívio para cérebros superaquecidos.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Andrew Gallup, que liderou a pesquisa, diz que a temperatura cerebral é influenciada pela quantidade de processamentos que o cérebro tem que fazer, a temperatura do sangue e a velocidade com que este sangue corre pelo órgão. Ele diz que cérebros superaquecidos também causam a sensação de tontura, o que explicaria porque bocejamos quando estamos com sono.

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Quando sua temperatura é mais alta você tende a se sentir mais cansado. Pouco antes de dormir, a temperatura do seu corpo é a mais alta do dia", diz ele. Ele diz que o estudo "é o primeiro que mostra que bocejos variam de acordo com a estação do ano".

 &amp;#13;
&amp;#13;
"As implicações são intrigantes, não só em termos de conhecimento básico de fisiologia, mas para entendermos melhor doenças como esclerose múltipla e epilepsia, que são geralmente acompanhadas por bocejos frequentes e disfunção termorregulatória." Um estudo anterior em ratos, publicado no ano passado e que teve a participação de Gallup, indicou que os bocejos são deflagrados pelo aumento rápido na temperatura do cérebro, que diminui após a atividade.


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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:26:18 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Estudo diz que babuínos são capazes de estabelecer analogias</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/bM4GMRM0-Hg/1289-estudo-diz-que-babuinos-sao-capazes-de-estabelecer-analogias.html</link>
            <description>Uma equipe de especialistas afirmou acreditar que os macacos babuínos são capazes de estabelecer analogias apesar de não possuírem uma linguagem, de modo que podem relacionar dois contextos diferentes, mas simbolicamente parecidos, informou nesta sexta-feira o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Esta nova teoria desmente a hipótese segundo a qual "apenas os seres humanos e os grandes primatas - aos quais se tenha ensinado previamente uma linguagem - são capazes de raciocinar dessa maneira".

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Os babuínos, pequenos macacos originários da África, seriam capazes de estabelecer uma relação entre uma gata que alimenta seu filhote e um pássaro que faz o mesmo com suas crias, segundo os autores do estudo, realizado em colaboração com a Universidade Franklin &amp;amp; Marshall dos Estados Unidos.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
No entanto, esta teoria surge a partir de um experimento menos complexo, no qual os pesquisadores incitaram 30 destes primatas a observar formas geométricas em uma tela táctil e a pressionar sobre as duplas pictóricas que representassem a mesma relação.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Após milhares de testes, seis primatas conseguiram responder corretamente ao exercício, "demonstrando assim uma capacidade para resolver esse tipo de problemas", afirmaram os autores da pesquisa, publicada pela revista Psycological Science.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Os cientistas destacaram, além disso, que após suspender a pesquisa um ano, os macacos voltaram a aprender as palavras de ordem mais rapidamente que da primeira vez, o que indica que "se lembravam da situação" anterior.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores declararam que encontrar essa competência psicológica nos macacos de menor tamanho se explica geneticamente pelo fato de poder ajudá-los a transferir conhecimentos.  


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            <pubDate>Sat, 24 Sep 2011 01:25:55 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientista identifica genes que tornam as pessoas 'preguiçosas'</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/M5disH0Yeyo/1287-cientista-identifica-genes-que-tornam-as-pessoas-'preguicosas'.html</link>
            <description>Cientistas descobriram genes ligado à produção de energia que pode explicar porque algumas pessoas cansam rapidamente enquanto outras parecem ter uma energia inesgotável. Os pesquisadores identificaram os genes que produzem, nos músculos, uma enzima que controla a maneira como os alimentos são transformados em energia. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

&amp;#13;
&amp;#13;
A enzima AMPK é produzida durante o exercício físico e, quanto maior a quantidade gerada, maior o nível de energia. O coordenador do estudo, Gregory Steinberg, disse que a descoberta pode levar à criação de tratamentos para aqueles que têm dificuldade em se exercitar, incluindo obesos e asmáticos.

&amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores criaram camundongos sem o conjunto de genes e registraram que os animais não conseguiam caminhar por mais de 40 min, enquanto os camundongos normais chegavam a correr 1 km em 20 min.Eles acreditam que o efeito em humanos deve ser similar.

&amp;#13;
&amp;#13;
É a primeira vez que a enzima AMPK é conectada a um conjunto de genes. O estudo foi publicado no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences. O coordenador ressalta que eles também concluíram que, mesmo em pessoas sedentárias, a produção da enzima pode ser estimulada com exercício físico, o processo é apenas mais difícil e demorado.


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            <pubDate>Thu, 08 Sep 2011 13:35:57 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Mulheres que bebem moderadamente envelhecem melhor</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/86vD_UWiVFM/1286-mulheres-que-bebem-moderadamente-envelhecem-melhor.html</link>
            <description>Mulheres que tomam bebidas alcoólicas de maneira moderada todas as noites tendem a envelhecer com mais saúde, segundo uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Harvard.


 O estudo, publicado na revista científica PLoS Medicine, concluiu que aquelas que bebiam com moderação - meio litro de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de destilado por dia - tinham chances bem maiores de chegar com saúde aos 70 anos do que as que bebiam demais ou do que as abstêmias.&amp;#13;
&amp;#13;


 A análise dos hábitos de 14 mil mulheres também concluiu que é melhor beber menores quantidades ao longo da semana que concentrar o consumo de álcool nos fins de semana.&amp;#13;
&amp;#13;


 Em comparação com abstêmias, mulheres na faixa dos 50 anos que bebiam de 15g a 30g de álcool (uma a duas bebidas) por dia tinham 28% mais chance de atingir o que os cientistas americanos chamaram de "envelhecimento saudável", que significa um bom nível geral de saúde, livre de problemas como câncer, diabetes e doenças cardíacas a partir dos 70 anos.&amp;#13;
&amp;#13;


 Os especialistas não sabem, no entanto, se é o álcool que gera o benefício ou se outras coisas que acontecem simultaneamente nas vidas dessas mulheres que as tornam mais saudáveis.Os pesquisadores dizem que tentaram controlar fatores como fumo, que poderiam afetar os resultados.&amp;#13;
&amp;#13;


 Estudos anteriores já mostraram que o consumo moderado de álcool - não mais do que duas ou três unidades por dia - está ligado a um menor risco de problemas cardíacos e outras doenças.&amp;#13;
&amp;#13;


 Além disso, cientistas também mostraram que o álcool pode ter um impacto positivo no corpo, reduzindo a incidência de inflamações, colesterol alto e resistência à insulina.&amp;#13;
&amp;#13;


 As bebidas alcoólicas já foram relacionadas, no entanto, a doenças como o câncer de mama. "Quantidades moderadas de álcool podem oferecer alguma proteção contra doenças cardíacas, especialmente para mulheres que já passaram pela menopausa, mas é importante não exagerar", diz Natasha Stewart, da ONG British Heart Foundation.&amp;#13;
&amp;#13;


 "Beber demais não protege o coração e pode inclusive levar a danos nos músculos cardíacos, derrame e pressão alta. Para quem não bebe, certamente não é preciso começar agora."


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            <pubDate>Thu, 08 Sep 2011 13:35:29 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas identificam possível causa da hidrocefalia</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/g_URCbnYGQI/1285-cientistas-identificam-possivel-causa-da-hidrocefalia.html</link>
            <description>Cientistas do Instituto de Pesquisa The Scripps, de La Jolla, na Califórnia (EUA), identificaram o que pode ser a maior causa da hidrocefalia congênita, uma das doenças neurológicas mais comuns nas crianças e que, em alguns casos, pode provocar a morte.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O novo estudo, publicado nesta quarta-feira pela revista especializada Science Translational Medicine, sugere que a hidrocefalia pode ser provocada por níveis anormais de ácido lisofosfatídico (LPA), um lipídio de transmissão sanguínea que pode entrar no cérebro em altas concentrações durante sangramentos e causar danos no desenvolvimento das células cerebrais.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Até agora, os cientistas tinham associado a hidrocefalia aos episódios de sangramento cerebrais, mas não estava clara a causa concreta da doença. Após este estudo, os cientistas poderão aprofundar pesquisas para tratamentos de prevenção e paliativos. "Isto proporciona uma prova de conceito para o tratamento médico desta doença e também sugere que este mecanismo de participação de LPA poderia ser relevante para outros transtornos neurológicos associados com o desenvolvimento cerebral alterado", disse Jerold Chun, diretor do estudo.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O LPA se produz normalmente na fase rápida do crescimento cerebral do feto e parece ser importante para o desenvolvimento normal dos neurônios. No entanto, quando os cientistas acrescentaram concentrações superiores de LPA aos cérebros de fetos de ratos, encontraram um inesperado efeito no desenvolvimento cerebral. "Quando os examinamos como recém-nascidos, nos surpreendemos ao ver que tinham cérebros grandes e cheios de líquido. Foi como um momento "eureka", porque nos demos conta que o LPA poderia explicar a hidrocefalia", disse Yun Yung, coautora do estudo.

	   &amp;#13;
Em uma demonstração final, a equipe tratou vários fetos normais de ratos com um composto que bloqueia a ativação de um dos dois tipos de receptores de LPA e encontrou que, apesar da exposição ao lipídio, seus sinais de hidrocefalia estavam reduzidos de maneira considerável.  


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            <pubDate>Thu, 08 Sep 2011 13:35:17 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Stents cerebrais aumentam risco de derrame, diz estudo</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/DvSZRbz_khk/1284-stents-cerebrais-aumentam-risco-de-derrame,-diz-estudo.html</link>
            <description>Um estudo oficial realizado nos Estados Unidos revelou que os stents implantados nas artérias do cérebro não só não previnem como aumentam o risco de o paciente sofrer um derrame cerebral.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O stent é um dispositivo mecânico que se utiliza nas artérias coronárias para dilatá-las e prevenir a aparição ou a repetição de um infarto por obstrução sanguínea.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Há seis anos a autoridade americana de controle dos medicamentos, a Food and Drug Administration (FDA), autorizou em caráter excepcional um promissor dispositivo, denominado Wingspan, também destinado a prevenir derrames no cérebro.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O pequeno aparelho foi implantado em milhares de pacientes, mas um estudo publicado nesta quarta-feira na revista especializada New England Journal of Medicine revela que os ataques e mortes registrados nesse grupo de pessoas são mais frequentes que entre os pacientes de risco não tratados com o dispositivo.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
O estudo, patrocinado pelo Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos, analisou a evolução de 451 pacientes e chegou à conclusão de que a taxa de recorrência de um ataque ou de morte nos primeiros 30 dias era de 14,7% entre as pessoas com stent, em comparação com o índice de 5,8% das tratadas exclusivamente com remédios.

	   &amp;#13;
&amp;#13;
Depois de um ano, 20% dos pacientes com stent morreram ou sofreram outro derrame, frente a 12,2% dos doentes tratados com remédios. "A conclusão não é que a técnica do stent seja ruim, mas não é tão boa" como se chegou a pensar, declarou ao diário The Washington Post Colin Derdeyn, neurorradiólogo da Universidade Washington de Saint Louis e co-autor do estudo.


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            <pubDate>Thu, 08 Sep 2011 13:35:07 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Insônia tira US$ 63,2 mi da produtividade dos EUA por ano</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/ccZTafBfGIg/1283-insonia-tira-us$-63,2-mi-da-produtividade-dos-eua-por-ano.html</link>
            <description>A insônia entre os trabalhadores causa uma perda de produtividade de US$ 63,2 milhões (R$ 101 milhões) anuais nos Estados Unidos, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Sleep. A falta de sono custa a cada americano uma média de 11,3 dias de trabalho, ou a perda de US$ 2,28 mil (R$ 3,6 mil) em sua produtividade anual. Em termos nacionais, a perda é de 252,7 dias e US$ 63,2 milhões, indicou o estudo.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Estamos chocados com o enorme efeito que a insônia tem na vida das pessoas. É um problema subestimado, porque os americanos não estão faltando ao trabalho, mas rendem menos devido ao cansaço causado pela insônia", disse o autor do estudo, Ronald Kessler.

&amp;#13;
&amp;#13;
O impacto da insônia na produtividade poderia justificar a criação de programas para tratá-la dentro das empresas, acrescentou Kessler. Como não é considerada uma doença, os empregados tendem a ignorar suas consequências.

&amp;#13;
&amp;#13;
 A pesquisa&amp;#13;
Os resultados foram extraídos de uma mostra de 7.428 trabalhadores para o Estudo Americano sobre a Insônia, que descreveu seus hábitos de sono e seu rendimento profissional, entre outras variáveis. Segundo a pesquisa, realizada entre 2008 e 2009, 23,2% dos empregados registrou problemas de insônia.

&amp;#13;
&amp;#13;
O sintoma foi maior entre as mulheres (27,1%) do que entre os homens (19,7%), enquanto os idosos de 65 anos registraram uma menor incidência do problema que o resto dos trabalhadores (14,3%).

&amp;#13;
&amp;#13;
O sono dos idosos&amp;#13;
Outro estudo, publicado nesta mesma edição da revista, mostra que os idosos costumam ter mais disfunções do sono e explica, segundo seus resultados, que a descoloração da lente ocular pode estar relacionada com isso. "Há um forte vínculo entre o amarelamento da lente e a idade, o que pode explicar por que os problemas para dormir são mais frequentes entre as pessoas mais velhas", disse a autora desse estudo, Line Kessel.

&amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores examinaram os olhos de 970 voluntários mediante um método não invasivo para determinar quanta luz azul chega à retina. A luz azul é uma parte do espectro visível de luz que influi no ciclo normal de sono para ajudar a liberar no cérebro a melatonina, um hormônio que regula os ciclos de vigília e sono.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Os resultados mostram que enquanto o amarelamento dos olhos com a idade tem pouca importância para a função visual, pode ser responsável pela insônia nas idosos", acrescentou a pesquisadora. 

&amp;#13;
&amp;#13;
A especialista disse que as operações de cataratas tiveram efeitos positivos nos distúrbios do sono nos pacientes. Segundo Kessel, ela e outros pesquisadores estudam um método não invasivo para eliminar a luz amarela da lente ocular com laser, mas que ainda não está pronto. 
 

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            <pubDate>Sat, 03 Sep 2011 23:25:08 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas criam novo mapa genético do cérebro de ratos</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/jL3pRmSIxVA/1282-cientistas-criam-novo-mapa-genetico-do-cerebro-de-ratos.html</link>
            <description>Pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos (Nhgri, na sigla em inglês) criaram um novo mapa genético do cérebro dos ratos que permite observar como os genes trabalham no córtex cerebral. No estudo, que será publicado na quinta-feira na revista especializada Neuron, os cientistas lembram que humanos e ratos compartilham 90% dos genes.

&amp;#13;
&amp;#13;
Por essa razão, o mapa, baseado no estudo de ratos normais, estabelece uma base para futuros estudos nos quais os roedores sirvam de modelo para doenças humanas e o desenvolvimento de tratamentos.  Os pesquisadores do Nhgri e da Universidade de Oxford publicaram nesta quarta uma descrição do novo mapa, no qual explicam a atividade de mais de 11 mil genes nas seis camadas de neurônios que compõem o córtex cerebral.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Este estudo mostra o poder das tecnologias genéticas para fazer descobertas inesperadas sobre a biologia básica da vida", disse Eric Green, diretor do Nhgri.

&amp;#13;
&amp;#13;
Mapa genético&amp;#13;
O córtex cerebral é a maior área do cérebro, sendo responsável pela memória, percepção sensorial e linguagem. Para realizar o mapa genético, a equipe de pesquisadores dissecou o cérebro de oito ratos adultos, dos quais separaram as camadas do córtex e extraíram o ácido ribonucléico (ARN) de cada uma delas.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Acreditamos que os genes associados a determinadas doenças humanas estavam mais ativos em certas camadas do córtex. Por exemplo, detectamos que os genes previamente associados ao Parkinson se ativavam na camada cinco e os do Alzheimer nas camadas dois e três", explicou T. Grant Belgard, autor principal do estudo.

&amp;#13;
&amp;#13;
Ao determinar a atividade genética de cada camada do córtex, os pesquisadores acreditam que será possível conectar a anatomia do cérebro, a genética e os processos das doenças com grande precisão. Em 2012, Belgard e outros cientistas tentarão criar um mapa similar a este que recolha partes do cérebro humano. 
 

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            <pubDate>Mon, 29 Aug 2011 16:24:24 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cérebro de homens e mulheres reagem de forma distinta ao medo</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/53RuixyJQKo/1281-cerebro-de-homens-e-mulheres-reagem-de-forma-distinta-ao-medo.html</link>
            <description>O cérebro feminino tem intensa atividade cerebral na iminência de experiências negativas, enquanto o do homens mantém comportamento estável. A descoberta foi constatada por uma pesquisa do University College of London. O experimento mediu a atividade neurológica de homens e mulheres nos instantes que antecedem seu contato com imagens negativas, positivas e neutras.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Ambos os sexos recebiam indicação prévia, por meio de um cartão, sobre qual tipo de imagem iriam ver. Em todos os casos, a atividade cerebral se comportou de maneira estável, sem mudanças, a não ser no caso das mulheres na iminência de ter uma experiência considerada negativa. Giulia Galli, que liderou a pesquisa no Insituto de Neurociência Cognitiva da UCL, sugere que a diferença na atividade cerebral tem relação com diferenças na memória dos dois gêneros.

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Quando estão à espera de uma experiência negativa, as mulheres têm maior capacidade de resposta emocional que os homens, pelo que indica sua atividade cerebral. É provável que isso afeta o modo como elas se lembram do evento negativo", diz. A pesquisadora explica que a formação da memória se dá de diferentes maneiras. 

&amp;#13;
&amp;#13;
"Ao assistir cenas perturbadoras em filmes, muitas vezes há pistas de que algo 'ruim' irá acontecer, como a música emotiva. A pesquisa mostra que a atividade cerebral nas mulheres entre a pista e a cena perturbadora influencia o modo como a cena vai ser lembrada. O que importa para a memória dos homens em vez disso é, principalmente, a atividade cerebral durante a cena em si", explica. Para a cientista, a descoberta pode ser útil no estudo de transtornos psiquiátricos, como ansiedade, em que há expectativa excessiva.

&amp;#13;
&amp;#13;
MemóriaA pesquisa foi feita com 15 mulheres e 15 homens. O sinal usado para prenunciar que tipo de cena seria rapidamente vista foi um rosto sorridente, no caso de uma imagem positiva (paisagens bucólicas), um rosto neutro para uma imagem não-emotiva (um objeto qualquer), e um rosto triste para uma imagem negativa (cenas de violência extrema).

 &amp;#13;
&amp;#13;
Cerca de 20 minutos após medição da atividade cerebral, o estudo apresentou as mesmas imagens ao grupo de homens e mulheres, como num jogo de memória. O estudo mostrou que as imagens consideradas negativas tiveram algum grau de memorização entre as mulheres, mas não entre os homens. Ambos reagiram de maneira similar, no entanto, em relação à memória de imagens neutras e positivas.


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            <pubDate>Mon, 29 Aug 2011 16:24:09 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Ponto de Disparo de crises epilépticas identificado</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/gQ78B-SGXew/1280-ponto-de-disparo-de-crises-epilepticas-identificado.html</link>
            <description>"um resultado paradoxal e totalmente surpreendente, " disse Huguenard. Isso deixa nRT receber sinais de um aparelho, mas não o outro, o que perturba o equilíbrio geralmente mantido pelo circuito. Como resultado, um de seus componentes - o trato tálamo - é jogado em overdrive. Seu constituinte células nervosas começam a disparar em massa, ao invés de obedecer fielmente os sinais cuidadosamente orquestrada a partir do córtex. Este por sua vez, ativa o nRT a um grau extraordinário, pois seu contato com o trato tálamo-cortical não é afetada nesses camundongos. Huguenard estima que, normalmente, apenas uma porcentagem muito pequena de células nRT estão disparando em um determinado momento. Em face do excesso de amped de sinalização a partir do tracto tálamo-cortical, no entanto, a fração de células nervosas animado nRT subiu muito maior, talvez tanto quanto 50 por cento - o suficiente para efetivamente silêncio toda a sinalização do tálamo para o córtex - uma chave primeiro passo para uma convulsão. Mas a parada foi transitório. Uma propriedade de células do tálamo (como outras células nervosas) é que quando eles  've sido inibida eles tendem a reagir exageradamente e responder ainda mais fortemente do que se tivessem sido deixados sozinhos. Depois de uma explosão de nRT disparo, este  trato 's inibição geral das vias tálamo-cortical todos, mas suspendeu a actividade há cerca de um terço de segundo. Como crianças barulhentas que pode calar a boca somente até o bibliotecário deixa a sala, as células tálamo retomada gritando em uníssono, assim que a inibição parado, e uma forte rajada de atividade de sinalização indo para o córtex. Em seguida, o  nRT 's sinalização inibitória recomeçou, eo fluxo de sinais do tálamo para o córtex deixou mais uma vez. Este ciclo de três Hertz de oscilações que consiste em alternar períodos de silêncio e exuberante repetidas ao longo de 10 ou 15 segundos foi o eletrofisiologia de uma convulsão. Se o defeito nRT específicos nos camundongos bioengenharia é importante em crises de ausência humana ainda não é conhecido, Huguenard advertiu. A maioria dos indivíduos que sofrem com esses ataques parecem ter  "normal " as células nervosas (individualmente indistinguíveis dos não-epilépticos) e circuitos normalmente formado também. Mas agora seu grupo tem um sistema modelo experimental com a qual eles podem tentar determinar por que experiências comuns podem desencadear estas crises na vida cotidiana. Experimentos comportamentais estão em andamento em seu laboratório para ver que tipos de exposições comuns sensorial pode tropeçar fora de um mau funcionamento de circuitos similares em ratos normais. As observações resultantes podem um dia ajudar os pacientes a controlar os seus riscos próprios para minimizar convulsões, Huguenard disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;http://goo.gl/7IHJu
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            <pubDate>Mon, 22 Aug 2011 17:24:04 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Ecstasy poderá ser usado no tratamento da leucemia, diz estudo</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/QK46-obJsLQ/1276-ecstasy-podera-ser-usado-no-tratamento-da-leucemia,-diz-estudo.html</link>
            <description>Cientistas britânicos acreditam que a droga ecstasy poderia ser usada no tratamento de diferentes tipos de câncer de sangue, como leucemia, linfoma e mieloma. Há seis anos, pesquisadores já sabem que psicotrópicos como ecstasy, remédios para emagrecer e anti-depressivos têm efeitos sobre células cancerígenas, e agora eles buscam uma fórmula para alterar o ecstasy e utilizá-lo em tratamentos. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

&amp;#13;
&amp;#13;
O maior problema é que a quantidade de ecstasy necessária para eliminar as células cancerígenas seria fatal para o paciente. O que os pesquisadores da universidade de Birmingham querem fazer é isolar as propriedades benéficas do ecstasy que não causem efeitos colaterais. Os cientistas esperam começar testes em humanos nos próximos anos.


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            <pubDate>Sun, 21 Aug 2011 00:18:01 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Risco de autismo é maior do que pensado em famílias já afetadas</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/iOqlVIT1N_0/1275-risco-de-autismo-e-maior-do-que-pensado-em-familias-ja-afetadas.html</link>
            <description>O risco de uma criança sofrer de autismo é maior do que se pensava até agora quando um ou mais de seus irmãos mais velhos já padecem desta complexa síndrome, de acordo com uma nova estimativa publicada nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Esta probabilidade, que era considerada de 3 a 10% antes desta pesquisa é, na realidade, de 18,7%, segundo indica este estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia em Davis e com a participação do Instituto M.I.N.D.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Para os homens, o perigo é ainda maior, de mais de 6 pontos percentuais, e supera os 32% quando dois de seus irmãos mais velhos são autistas. Cerca de 80% das crianças autistas é do sexo masculino, algo confirmado por este estudo realizado com 664 pacientes.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores fizeram um acompanhamento do grupo dos 8 meses de idade em média até os 3 anos, quando as crianças foram examinadas para ver se sofriam de autismo. Nas famílias nas quais já havia um filho com autismo, o índice de irmãos e irmãs menores que também terminaram padecendo desta síndrome é de 20,1%. Essa taxa sobe para 32,2% no caso de mais de um irmão autista.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Somente 37 dos participantes do estudo estavam nesta circunstância. "Este é o estudo mais extenso já realizado com irmãos e irmãs menores de crianças autistas", afirmou a dra. Sally Ozonoff, professora de Psiquiatria e Ciências do Comportamento no Instituto M.I.N.D. e principal autora do trabalho.

 &amp;#13;
&amp;#13;
"Nenhuma outra pesquisa colocou em evidência até agora um risco tão elevado que essas crianças passam de padecer de autismo", acrescenta em um comunicado. Este documento foi postado no site do jornal Pediatrics e será publicado na imprensa em setembro.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores enfatizaram também os indícios claros do papel desempenhado pelos fatores genéticos no desenvolvimento do autismo, um problema complexo que afeta a capacidade da criança de pensar, de se comunicar, de interagir socialmente e de aprender. Nos Estados Unidos, calcula-se que o autismo afete um em cada dez crianças nascidas atualmente.


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            <pubDate>Wed, 17 Aug 2011 14:24:52 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Pessoas com rostos simétricos seriam mais egoístas, diz pesquisa</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/A-l8plzoajc/1273-pessoas-com-rostos-simetricos-seriam-mais-egoistas,-diz-pesquisa.html</link>
            <description>A máxima de não confiar em rostinhos bonitos pode ter alguma fundamentação científica. Um estudo da Universidade de Edimburgo, na Escócia, publicado na revista Economics and Human Biology, mostrou que pessoas com características faciais simétricas - considerado por muitos como os mais atraentes - são significativamente mais egoístas do que o resto dos meros mortais.

&amp;#13;
&amp;#13;
Os pesquisadores analisaram as características faciais de 292 pessoas em um estudo que acompanhou os participantes durante toda a sua vida. Eles analisaram 15 aspectos da face, incluindo a posição dos olhos, nariz, boca e ouvidos, e compararam a simetria facial dos participantes.

&amp;#13;
&amp;#13;
De acordo com o resultado do estudo, pessoas com rostos assimétricos tendem a ser menos saudáveis e são mais propensos a experimentar uma infância carente. Fatores como desnutrição, doenças, exposição à fumaça de cigarro e à poluição deixam marcas significativas na aparência.

&amp;#13;
&amp;#13;
"Já as pessoas com rostos simétricos tendem a ser mais saudáveis e atraentes. Por serem mais auto-suficientes, eles precisam de menos incentivo e buscam menos a ajuda de outras pessoas", constatou o estudo.
 

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            <pubDate>Wed, 17 Aug 2011 14:18:44 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Rede do cérebro se ativa em repouso e se desativa ao realizar tarefas</title>
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            <description>Um estudo espanhol divulgado nesta quarta-feira aponta que várias regiões do cérebro humano, da denominada rede neural de modo padrão, apresentam atividade em situação de repouso e se desativam quando efetuam alguma tarefa, seja emocional ou cognitiva.

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Segundo o estudo do Instituto de Pesquisa Biomédica de Bellvitge (nordeste da Espanha), publicado na revista PLoS ONE, quanto maior é o esforço cognitivo, maior é a zona cerebral que se desliga. A pesquisa foi dirigida pelo chefe da psiquiatria do Hospital de Bellvitge, José Manuel Menchón, e se baseia no resultado das ressonâncias magnéticas realizadas em 50 pessoas adultas e saudáveis.

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De acordo com um comunicado do coautor do estudo, Narcis Cardoner, a investigação permite "compreender melhor" como o cérebro humano trabalha e também estudar se alterações no funcionamento desta rede estão relacionadas a patologias como a esquizofrenia, a depressão, o transtorno obsessivo compulsivo e o Alzheimer.

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"Em doenças denominadas funcionais, ou seja, que não apresentam nenhuma lesão, é provável que os pacientes tenham esta rede alterada e que tenham dificuldades para desativá-la quando não estão em repouso", afirma Cardoner.
 

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            <pubDate>Wed, 10 Aug 2011 20:07:38 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Cientistas identificam 29 genes relacionados com a esclerose múltipla</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/0etdoBup8Ok/1271-cientistas-identificam-29-genes-relacionados-com-a-esclerose-multipla.html</link>
            <description>Cientistas anunciaram nesta quarta-feira ter identificado 29 genes mais relacionados com a esclerose múltipla (EM), uma doença cujas causas exatas são desconhecidas. A EM afeta, aproximadamente, uma em cada mil pessoas e acredita-se que tenha causas hereditárias e ambientais.

&amp;#13;
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Quando a doença incide, o sistema imunológico ataca a mielina, lipoproteína que constitui a bainha das fibras nervosas. Os sinais nervosos se perdem, provocando problemas de coordenação, equilíbrio, visão ou expressão oral.

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Novas descobertas&amp;#13;
Em artigo publicado na revista científica Nature, um grupo de cientistas afirma ter identificado 29 genes com variedades associadas à EM e cinco outros que talvez também influam na moléstia. Estes novos genes se agregam às 23 variações, cuja participação nesta complexa doença era desconhecida.

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Anteriormente, os cientistas chegaram à conclusão de que as pessoas com deficiência de vitamina D têm alto risco de sofrer de esclerose múltipla. Os cientistas esperam que as novas descobertas permitam, no futuro, desenvolver instrumentos mais aprimorados para diagnosticar a doença e, talvez, produzir medicamentos que protejam ou consigam reparar a mielina.
  

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            <pubDate>Wed, 10 Aug 2011 20:06:14 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Vítimas de abuso sexual têm mais doenças mentais</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/JZty9blS6ug/1270-vitimas-de-abuso-sexual-tem-mais-doencas-mentais.html</link>
            <description>As mulheres vítimas de estupro e outras formas de violência sexual sofrem mais com enfermidades mentais ao longo da vida e seu nível de propensão ao suicídio é mais elevado, revela um estudo australiano divulgado nesta quarta-feira, cujas conclusões foram consideradas preocupantes, segundo os autores. "Com base em estudos precedentes, esperávamos descobrir uma associação ou uma correlação, mas a importância (desta correlação) é particularmente preocupante", declarou Susan Rees, chefe deste estudo realizado pela Escola Psiquiátrica da Universidade de Nova Gales do Sul.

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As enfermidades mentais não são "somente mais frequentes, como também mais graves", acrescenta a especialista. No estudo, publicado no Journal of the American Medical Association, os pesquisadores analisaram os resultados de um questionário realizado pelo Departamento Australiano de Estatísticas em 2007 com 4.451 mulheres entre 16 e 85 anos.

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Agressões levam a tentativas de suicídio&amp;#13;
Os especialistas distinguiram quatro tipos de violência no estudo: a violência conjugal, o estupro, outros tipos de violências sexuais, e o assédio. Fizeram a mesma coisa para as enfermidades mentais, separando a ansiedade grave, a depressão e o consumo de drogas. O estudo aponta que 69% das mulheres que sofreram dois dos tipos de violências classificadas têm problemas mentais ao longo de sua vida, e o nível aumenta até 89,4% nas mulheres que sofreram três tipos de violências", destaca Rees. Já o nível de mulheres que têm doenças mentais, mas não sofreram agressões sexuais é muito mais baixo, de 28%, diz a psiquiatra.

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A taxa de tentativas de suicídio é de 1,6% em mulheres que não sofreram violências sexuais, enquanto que alcança os 6% nas que sofreram algum tipo de violência e 34% em mulheres vítimas de três ou quatro agressões. Esta pesquisa é a mais completa jamais realizada a partir de uma amostragem representativa e pode ser extrapolada para outros países que tenham características semelhantes com a Austrália.


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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:21:56 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Dietas fazem células do cérebro se canibalizarem, diz estudo</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/O5LwmQ-xf9o/1269-dietas-fazem-celulas-do-cerebro-se-canibalizarem,-diz-estudo.html</link>
            <description>Um estudo publicado na revista científica Cell Metabolism pode ajudar a explicar por que é tão difícil seguir uma dieta de emagrecimento. Segundo a pesquisa, quando se passa fome, os neurônios responsáveis por regular o apetite passam a comer partes deles mesmos. 

&amp;#13;
&amp;#13;
Os cientistas acreditam que isso aconteceria porque após um período de jejum e o uso emergencial de reservas de gordura, o corpo receberia um sinal de que há uma falta de comida e faria com que as células se alimentassem delas mesmas.

 &amp;#13;
&amp;#13;
Os experimentos realizados com camundongos em laboratório revelaram que o ato de "autocanibalismo" destas células gera a liberação de ácidos graxos, que por sua vez resulta em níveis mais altos de uma substância química no cérebro (a proteína agouti, AgRP) que estimula o apetite.

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Um dos responsáveis pelo estudo, o pesquisador Rajat Singh, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, acredita que remédios que interfiram neste processo de autofagia das células do cérebro poderiam ajudar a tratar a obesidade, fazendo com que as pessoas sintam "menos fome e queimem mais gordura".

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Segundo ele, quando a autofagia foi bloqueada nos neurônios dos camundongos, os níveis de AgRP não se elevaram em resposta à fome e os níveis de outro hormônio, o hormônio estimulante dos melanócitos, permaneceram altos. Esta alteração na química do corpo levou os camundongos a ficarem mais magros, já que eles comiam menos após um período de jejum e gastavam mais energia.

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Por outro lado, Singh explicou que níveis cronicamente altos de ácidos graxos na corrente sanguínea, como acontece em pessoas com dietas ricas em gordura, podem alterar o metabolismo dos lipídios, "criando um circulo vicioso de superalimentação e equilíbrio de energia alterado." O estudo também pode ajudar a explicar por que o apetite tende a diminuir com a idade, já que as células de um corpo mais idoso não conseguiriam realizar a autofagia tão bem.


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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:21:45 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Monitor cerebral mede pressão intracraniana sem perfurar a cabeça</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/88XCjaonPeo/1268-monitor-cerebral-mede-pressao-intracraniana-sem-perfurar-a-cabeca.html</link>
            <description>O professor Sérgio Mascarenhas, coordenador do Instituto de Estudos Avançados de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), costuma dizer que, de "maldita", a doença rara e de difícil diagnóstico que sofreu há cerca de seis anos - a hidrocefalia de pressão normal - se tornou "bendita". Inconformado na época em que recebeu o diagnóstico com o fato de que a medicina moderna ainda tivesse que perfurar o crânio das pessoas com a doença para medir a pressão intracraniana, Mascarenhas desenvolveu um método simples e minimamente invasivo para medir a pressão interna do cérebro de pacientes com hidrocefalia e traumatismo craniano. As informações são da Agência Fapesp.

&amp;#13;
&amp;#13;
Composto por um chip, que é colocado externamente à cabeça do paciente por meio de uma pequena incisão, e um monitor externo, que recebe e registra as informações sobre a deformação óssea do crânio - que é proporcional à pressão interna do cérebro -, o método recebeu apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para ser difundido no Brasil e em toda a América Latina.

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A ideia do Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos, é que o método seja utilizado no Brasil nas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para que se possa avaliar o estado da pressão intracraniana de vítimas de acidentes de trânsito e obter um diagnóstico de urgência, disse Mascarenhas à Agência Fapesp.

&amp;#13;
&amp;#13;
Em 2009, por meio do projeto intitulado "Desenvolvimento de um equipamento para monitoramento minimamente invasivo da pressão intracraniana", o método, que foi tema do projeto de doutorado do pesquisador Gustavo Henrique Frigieri Vilela, começou a ser testado em pacientes com traumatismo cerebral internados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Posteriormente, passou a ser testado para diversas outras aplicações, como no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). 

&amp;#13;
&amp;#13;
"Com o método, é possível que os profissionais de saúde possam acompanhar os impactos neurológicos de um AVC e tomar providências no prazo de duas horas, que são cruciais para salvar ou diminuir as sequelas nos pacientes", explicou o professor.

&amp;#13;
&amp;#13;
O dispositivo também está sendo estudado no acompanhamento de pacientes com tumor cerebral - que aumenta o volume interno do cérebro e a pressão intracraniana -, além de no diagnóstico de morte encefálica, quando desaparece a pressão intracraniana. Outras possíveis aplicações do equipamento é em farmacologia, para medir os efeitos de drogas que atuam sobre desequilíbrios químicos do cérebro que alteram a pressão intracraniana - como a enxaqueca - e em veterinária, para medir a pressão intracraniana de animais de grande porte, como boi e porco, para avaliar a presença de encefalite - que aumenta o encéfalo e a pressão intracraniana.

&amp;#13;
&amp;#13;
Mas, de acordo com o pesquisador, os maiores avanços na aplicação do método foram obtidos no diagnóstico e acompanhamento de traumatismos cranianos e de epilepsia. "Pela primeira vez foi possível ver o que ocorre com a pressão intracraniana de um paciente epilético durante uma convulsão. Porque não se pode perfurar a cabeça do paciente para observar isso", afirmou Mascarenhas.

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Patente internacional&amp;#13;
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O sistema foi patenteado no Brasil. Agora, o objetivo do pesquisador é registrá-lo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e depositar uma patente mundial, para evitar que seja copiado. Paralelamente a esse processo de registro nos órgãos brasileiros e internacionais, o pesquisador pretende montar uma empresa, que deverá se chamar Brain Care, para começar a fabricar o equipamento em escala industrial e atender às demandas que estão surgindo, como a implementação dele nas ambulâncias do Samu. 

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Com isso, o método brasileiro deverá competir com sensores importados encontrados no mercado que, além de muito mais caros, são implantados dentro do cérebro dos pacientes. "As vantagens do nosso método é que, além de o preço ser muito mais baixo, não é preciso ter todo o grau de proteção contra infecções que os métodos importados invasivos precisam. Dessa forma, será possível disponibilizá-lo para a população mais pobre, que não tem acesso a essa tecnologia", completa Mascarenhas.


 

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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:21:31 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Estudo afirma que a dislexia pode ter ligação com a audição</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/mmZc40cSKug/1267-estudo-afirma-que-a-dislexia-pode-ter-ligacao-com-a-audicao.html</link>
            <description>Muitas pessoas consideram a dislexia como sendo apenas um problema de leitura, no qual as crianças misturam as letras e interpretam erroneamente palavras escritas. Mas os cientistas cada vez mais acreditam que as dificuldades de leitura da dislexia sejam parte de um quebra-cabeça maior: um problema na maneira como o cérebro processa o discurso e junta palavras de unidades sonoras menores.

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Um estudo publicado na semana passada no periódico Science sugere que a maneira como os disléxicos escutam a linguagem pode ter mais importância do que se pensava. Pesquisadores do MIT descobriram que pessoas disléxicas têm mais problemas para reconhecer vozes do que pessoas que não sofrem da condição.

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John Gabrieli, professor de neurociência cognitiva, e o estudante de graduação Tyler Perrachione pediram a pessoas com e sem dislexia que escutassem gravações de vozes combinadas a personagens de desenho animado, em telas de computador. As pessoas tentaram associar as vozes aos personagens corretos, primeiro com áudio em inglês e depois numa linguagem não familiar, o mandarim.

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Os não-disléxicos associaram corretamente as vozes aos personagens em quase 70 por cento das vezes quando a linguagem era o inglês e metade das vezes quando era o mandarim. Mas as pessoas com dislexia eram capazes de fazer a mesma coisa apenas em metade das vezes, independente da linguagem apresentada nas gravações. Especialistas não envolvidos no estudo disseram que essa foi uma notável disparidade.

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"Normalmente, você enxerga enormes diferenças na leitura, mas existem diferenças sutis, no âmbito geral, entre indivíduos que sejam ou não afetados pela dislexia quando a gama de testes é ampla", diz Richard Wagner, professor de psicologia na Universidade Estadual da Flórida.

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Sally Shaywitz, diretora do Centro para Dislexia e Criatividade da Universidade Yale, diz que o estudo "demonstra a centralidade do discurso falado na dislexia - que o problema não está no significado, mas sim na captação dos sons do discurso".

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Segundo ela, isso explica porque crianças disléxicas frequentemente expressam-se com dificuldades, citando dois exemplos tirados da vida real. "Uma criança estava assistindo a um jogo dos Red Sox no Fenway Park, e disse, 'Oh, estou com sede. Podemos ir ao confessionário (em inglês, 'confession stand', enquanto 'concession stand' refere-se a uma pequena lanchonete como as de estádios)?", diz ela. "Outra pessoa, atravessando um cruzamento lotado, onde muitas pessoas estão andando, disse, "Oh, esses presbiterianos ('Presbyterians' em inglês, em vez de 'pedestrians': pedestres) deveriam ter mais cuidado". Não é questão de não saber, mas sim de ser incapaz de ligar o significado correto e que se sabe aos sons que tem-se que emitir para expressá-lo".

&amp;#13;
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Gabrieli diz que as descobertas ressaltaram um problema crítico para as crianças disléxicas que estão aprendendo a ler: a capacidade de uma criança ouvir, por exemplo, um pai ou professor falar e conectar as unidades auditivas que formam as palavras - os chamados fonemas - com a visão das palavras escritas. Segundo o professor, se uma criança tem problemas para absorver os sons que compõem a linguagem, adquirir habilidade para leitura torna-se mais difícil.

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A pesquisa mostra que as deficiências na linguagem falada persistem até mesmo quando os disléxicos aprendem a ler bem. Os sujeitos do estudo eram, na maioria, "jovens adultos altamente funcionais, de QI alto e que haviam superado suas dificuldades de leitura", diz Gabrieli. "E mesmo assim, quando tinham de distinguir vozes, não eram nem um pouco melhores, mesmo quando trabalhando com vozes na língua inglesa, que ouviram durante a vida inteira".

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Os especialistas dizem que o novo estudo também mostra a interconectividade dos processos cerebrais envolvidos no ato da leitura. Muitos cientistas consideravam que o reconhecimento vocal era "como reconhecer-se melodias ou coisas primariamente não verbais", diz Gabrieli.

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Antes, pensava-se que o reconhecimento vocal era, no cérebro, uma tarefa separada do entendimento da linguagem. Mas essa pesquisa mostra que a leitura normal envolve um "circuito, a habilidade de ter todos esses componentes integrados de maneira absolutamente automática", diz Maryanne Wolf, especialista em dislexia da Universidade Tufts. "Uma das grandes fraquezas na dislexia é que o sistema não é capaz de integrar esses sistemas guiados por fonemas" a outros aspectos da compreensão da linguagem.

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Como prosseguimento da pesquisa, os pesquisadores do MIT têm examinado os cérebros de voluntários enquanto fazem reconhecimentos vocais e outras atividades e descobriram "enormes diferenças entre disléxicos e não-disléxicos, em uma gama surpreendente ampla de tarefas", diz Gabrieli. "Nós pensamos que deva existir um tipo de aprendizado mais amplo nesses indivíduos, que não esteja operando muito bem, e que em algumas áreas você pode contornar essa deficiência de maneira bem satisfatória. Mas, na linguagem e leitura, esse contorno é difícil".

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Os especialistas dizem que um dos destaques do estudo do MIT é que ele isolou a habilidade de processar o discurso vocal, da leitura e das habilidades que envolvem o significado da linguagem. As sentenças eram básicas, como "O garoto estava lá quando o sol subiu", e os sons em mandarim não significavam nada para os ouvintes.

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Wagner sugeriu, que algo como a tarefa do reconhecimento vocal poderia ser usada para identificar jovens crianças propensas à dislexia. Os testes diagnósticos frequentemente exigem a separação dos sons e palavras. Pode pedir-se a uma criança que diga a palavra "cowboy" sem dizer "boy".

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"Para crianças pequenas, é uma tarefa realmente difícil", diz Wagner. "Algumas vezes, elas simplesmente vão dizer 'cowboy sem dizer boy', porque foi exatamente o que foi pedido a elas. O Santo Graal seria a criação de tarefas que possam ser aplicadas em crianças de 3 anos de idade". Shaywitz diz que os estudos também têm implicações para o ensino.

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"Se uma professora perguntasse 'Johnny, qual é a capital do estado de Nova York?', Johnny faria 'Uh, uh, uh' e o professor diria, 'Oh Deus, você não sabe", diz Shaywitz. "É mais provável que isso seja um problema de retenção de palavras do que falta de conhecimento. Se ela reformulasse para, 'A capital é Houston ou Albany?', Johnny teria maior probabilidade de responder corretamente". 


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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:21:02 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title>Estudo vincula dois tipos de genes a câncer cerebral</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/8581kUwJZVE/1266-estudo-vincula-dois-tipos-de-genes-a-cancer-cerebral.html</link>
            <description>Cientistas americanos constataram que a mutação dos genes CIC e FUBP1 está relacionada ao desenvolvimento do oligodendroglioma, o segundo tipo mais comum de câncer cerebral, uma descoberta que pode contribuir para a melhora de seu tratamento. É o que indica um estudo publicado nesta quinta-feira pela revista Science, realizado por pesquisadores das universidades Duke, na Carolina do Norte, e Johns Hopkins, em Washington DC.

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Até agora, o câncer cerebral nunca havia sido relacionado a esses genes, considerados reguladores dos processos de comunicação celular. As mutações do gene CIC só tinham se vinculado até o momento - e em raras ocasiões - aos cânceres de mama e de próstata e ao sarcoma (um tipo peculiar de tumor ósseo maligno).

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Os pesquisadores desejam que esta descoberta possa contribuir para um tratamento mais efetivo de um tipo de câncer cerebral, que afeta sobretudo a população jovem, de 30 a 45 anos. Além disso, esses genes poderão ser usados como biomarcadores para identificar este tipo de câncer e distingui-lo dos demais cânceres que afetam o cérebro.

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Os oligodendrogliomas representam cerca de 20% dos cânceres cerebrais e registram uma média de sobrevivência de dez anos, muito superior à da maioria dos cânceres deste tipo. O tratamento inicial para esta doença é a cirurgia, seguida da quimioterapia e radiação.

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Segundo os cientistas, graças ao Projeto Genoma Humano e aos avanços na sequência do genoma do câncer, um só estudo como este poderia resolver décadas de perguntas sobre a doença. 
 

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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:20:43 GMT</pubDate>
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            <title>Cientista relaciona uso da internet a autismo e cria polêmica</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/neurocurso/~3/D9yFc_poCYY/1265-cientista-relaciona-uso-da-internet-a-autismo-e-cria-polemica.html</link>
            <description>Uma neurocientista britânica criou polêmica entre pesquisadores ao dizer que o uso da internet está relacionado a alterações no cérebro que poderiam levar ao autismo. A professora de farmacologia na universidade de Oxford Baroness Greenfield já havia afirmado, antes, que os computadores deixam as pessoas menos atentas e menos empáticas. As informações dão do jornal britânico Daily Mail.

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Após a divulgação do estudo de da professora Baroness, uma colega sua na universidade escreveu uma carta aberta à cientista dizendo que sua visão sobre o autismo era uma "lixo sem lógica". De acordo com a professora Dorothy Bishop, a polêmica só surgiu porque Baroness teria feito interpretações distorcidas sobre os dados levantados na Inglaterra.

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O número de casos de autismo aumentou nos últimos vinte anos, mas para Dorothy, isso não está relacionado às novas tecnologias, como disse sua colega, mas apenas ao fato de que anos atrás muitos casos de autismo passavam despercebidos. Hoje, as técnicas de diagnóstico são melhores.

&amp;#13;
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Em sua defesa, Baroness disse nunca ter afirmado que o uso da internet causaria autismo, mas que as novas tecnologias causam alterações no cérebro que levam a comportamentos semelhantes ao autismo. "Estamos em perigo se criamos um ambiente para a próxima geração no qual não se valoriza o contato visual, a linguagem corporal e os abraços", disse a cientista.


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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:20:10 GMT</pubDate>
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            <title>Cirurgia cura homem que ouvia movimento dos olhos</title>
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            <description>Um homem que sofria de uma condição médica que fazia com que ele ouvisse seus próprios olhos se movendo no globo ocular foi curado após uma cirurgia pioneira. Stephen Mabbutt , de 57 anos, de Charlton, no condado de Oxfordshire, Inglaterra, também ouvia os batimentos do seu coração e tinha cada vez mais dificuldade em ouvir o mundo ao seu redor.     O otorrinolaringologista Richard Irving fez o diagnóstico da Síndrome de Deiscência de Canal Semicircular Superior (SDCSS), uma condição rara, descrita pela primeira vez na literatura médica em 1998. Mabbutt disse à BBC que a cirurgia transformou sua vida.   Os sintomas começaram há seis anos, quando Mabbutt sentiu uma dor no lado da cabeça.     Diferentes clínicos gerais trataram o paciente com antibióticos e remédios para o nariz, mas seu estado continuava piorando, e ele passou a apresentar novos sintomas: Mabbutt ouvia ruídos altos que provocavam tontura, e sua visão pulsava de acordo com o ritmo de sua fala. "Quando levantava a voz, ela reverberava na minha cabeça e a vibração fazia minha visão tremer. No final, eu podia ouvir meu coração batendo e os olhos se movendo no globo ocular. Aquilo atrapalhava a minha concentração", contou.     Condição rara  Após alguns exames, um especialista constatou que o paciente apresentava perfurações no canal semicircular superior, dentro de seu ouvido. Os canais semicirculares não têm função auditiva, mas são importantes na  manutenção do equilíbrio do corpo. São pequenos tubos circulares que contêm líquido e estão situados no labirinto posterior,  em cada lado da cabeça.     Um segundo especialista, Richard Irving, da Birmingham Ear Clinic, no oeste da Inglaterra, identificou a condição como a rara SDCSS. "Na Grã-Bretanha, talvez haja uma incidência anual de um caso em cada 500 mil habitantes", disse Irving à BBC.     "Os sintomas incluem perda de audição e problemas de equilíbrio, provocados principalmente por barulhos altos ou mudanças de pressão na cabeça. Tive um paciente que caía toda vez que tinha um acesso de riso", contou o médico. "Você ouve todos os barulhos internos do corpo de forma muito alta."     Ele agregou que "os músculos que movem os olhos estão conectados aos ossos do crânio, e quando se movem há um atrito. Alguns pacientes, à medida que seus olhos se movem de um lado para o outro, ouvem o som resultante do atrito. Isso destrói sua qualidade de vida", disse Irving.     Os cirurgiões fizeram uma incisão de 5 cm atrás da orelha do paciente e perfuraram seu crânio para chegar ao canal semicircular superior, dentro dos ouvidos. Usando amostras de osso retiradas do paciente, os especialistas fecharam as perfurações.     A vida de Mabbutt se transformou. "Eu tinha esperanças de que alguém descobrisse qual era o problema", ele disse. "Ficava deprimido, sem saber o que eu tinha e se havia uma cura. Hoje, estou ótimo. A diferença é incrível."
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            <pubDate>Fri, 29 Jul 2011 14:42:45 GMT</pubDate>
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            <title>Estudo aponta sete medidas para evitar Alzheimer</title>
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            <description>&amp;#13;
Pesquisadores americanos divulgaram a lista de sete medidas que poderiam evitar milhões de casos do mal de Alzheimer em todo o mundo. Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.&amp;#13;


 &amp;#13;
De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta destas medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.&amp;#13;


 &amp;#13;
Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.&amp;#13;


 &amp;#13;
Causas&amp;#13;
As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida.&amp;#13;


 &amp;#13;
Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta.

 Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.&amp;#13;


 &amp;#13;
Para conseguir esta resposta, os pesquisadores usaram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo. Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.&amp;#13;


 &amp;#13;
Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.&amp;#13;


 &amp;#13;
Educação&amp;#13;
O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores, é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).&amp;#13;


 &amp;#13;
Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença.&amp;#13;


 &amp;#13;
"Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares", disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.&amp;#13;


 &amp;#13;
"Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer do tempo", acrescentou.&amp;#13;


 &amp;#13;
A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados.&amp;#13;


 &amp;#13;
Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma "suposição importante " e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva. 


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            <pubDate>Sat, 23 Jul 2011 01:30:47 GMT</pubDate>
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