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	<title>Blog Minhas Economias</title>
	
	<link>http://blog.minhaseconomias.com.br</link>
	<description>Economize mais. Viva melhor.</description>
	<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 01:03:59 +0000</pubDate>
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		<title>Qual é o melhor investimento de baixo risco para R$ 10 mil e prazo de um ano? Parte I</title>
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		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/qual-e-o-melhor-investimento-de-baixo-risco-para-r-10-mil-e-prazo-de-um-ano-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 00:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>

		<category><![CDATA[Investimento]]></category>

		<category><![CDATA[guia de i]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Você deve investir num negócio que até um idiota poderia dirigir, porque algum dia um idiota o dirigirá.&#8221; (Warren Buffett)
Investir é uma mistura de  arte e ciência. Exige seriedade, disciplina, pesquisa e auto-conhecimento, só para começar. Por exemplo, uma pergunta aparentemente simples como: Qual é o melhor investimento de baixo risco para R$ 10 mil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Você deve investir num negócio que até um idiota poderia dirigir, porque algum dia um idiota o dirigirá.&#8221; (Warren Buffett)</strong></p>
<p>Investir é uma mistura de  arte e ciência. Exige seriedade, disciplina, pesquisa e auto-conhecimento, só para começar. Por exemplo, uma pergunta aparentemente simples como: <em>Qual é o melhor investimento de baixo risco para R$ 10 mil e prazo de um ano? </em>&#8230; envolve vários conceitos e opções, possibilitando uma diversidade enorme de pontos de vista.</p>
<p>Na verdade, não há uma resposta única e correta para todas as pessoas. Mas, da mesma forma que pesquisamos várias opções e preços quando vamos comprar algum produto, é preciso <strong>pesquisar as várias opções de produtos financeiros</strong>.  E isto nem sempre é feito. O que acontece é que alguns produtos de investimento somente estão disponíveis para clientes que possuem conta-corrente no banco, ou então, pelo fato da maior parte dos clientes bancários buscarem informações nos bancos nos quais tem conta, eles tendem a investir com os mesmos.</p>
<p>Vamos então fazer um exercício de pesquisa e comparação de produtos.</p>
<p><span id="more-3924"></span>No quadro abaixo, mostramos as principais vantagens e desvantagens dos produtos mais conhecidos e acessíveis à maioria dos investidores.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="110"><strong>Produtos</strong></td>
<td width="204">
<p align="center"><strong>Vantagens</strong></p>
</td>
<td width="257">
<p align="center"><strong>Desvantagens</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="110" valign="top"><strong>Poupança</strong></td>
<td width="204" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Isento   de IR (imposto de renda)</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Coberto   pelo FGC * (Fundo Garantidor de Crédito)</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Investimento   inicial baixo</li>
</ul>
</td>
<td width="257" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Regra   de cálculo da TR (indexador da poupança) pode sofrer alterações e prejudicar   a rentabilidade</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Juros   são pagos somente na data de aniversário</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Se   o banco quebrar, o FGC ressarce somente até R$ 60 mil</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="110" valign="top"><strong>CDB - DI com   liquidez diária</strong></td>
<td width="204" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Coberto   pelo FGC</li>
</ul>
</td>
<td width="257" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Se   o banco quebrar, o FGC ressarce somente até R$ 60 mil</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="110" valign="top"><strong>Fundo DI</strong></td>
<td width="204" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Há   opções para investimento inicial baixo (R$ 100)</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Se   o banco quebrar, os recursos do fundo não são afetados (a não ser que o fundo   tenha títulos do próprio banco)</li>
</ul>
</td>
<td width="257" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Não   é coberto pelo FGC</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li>Há cobrança de Taxa   de administração</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Come-cotas:   IR de 15% descontado no último dia útil de maio e novembro</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="110" valign="top"><strong>LFT - Tesouro   Direto **</strong></td>
<td width="204" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Risco   de crédito baixo: Tesouro Nacional</li>
</ul>
</td>
<td width="257" valign="top">
<ul class="unIndentedList">
<li> Cobrança   de taxa de custódia, taxa de negociação e/ou taxa de serviço diminuem a   rentabilidade</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Poucas   opções de vencimento</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>* FGC (Fundo Garantidor de Crédito) = entidade sem fins lucrativos, criado pelo governo através da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com o intuito de prestar garantia de créditos contra instituições dele associadas.</p>
<p>** LFT - Tesouro Direto (Letras Financeiras do Tesouro) = são  títulos com rentabilidade pós-fixada. O indexador utilizado é a taxa SELIC.</p>
<p>Para podermos concluir <strong>qual o melhor investimento,</strong> realizamos duas importantes atividades:</p>
<p><strong>1º) . Conhecer as variações nas taxas oferecidas por cada instituição financeira, quando aplicável</strong></p>
<p>- A <span style="text-decoration: underline;">Poupança </span>é um produto cuja remuneração independe da instituição financeira, não havendo assim a necessidade de pesquisa.</p>
<p>- Para as taxas oferecidas ao <span style="text-decoration: underline;">CDB-DI</span>, fizemos uma pesquisa em três grandes bancos de varejo. Esta mesma pesquisa foi feita para as<span style="text-decoration: underline;"> </span><span style="line-height: normal; font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">taxas de administração dos fundos DI de longo prazo</span> </span>. Para este dois produtos, os bancos tendem a oferecer maiores facilidades para os próprios correntistas.</p>
<p>- Já para o <span style="text-decoration: underline;">Tesouro Direto</span><strong>,</strong> há agentes de custódia que não cobram taxa de custódia, de modo que as taxas a serem pagas resumem-se à taxa de custódia de 0,3% ao ano cobrada pela CBLC (BM&amp;F Bovespa) e a taxa de negociação de 0,1% cobrada sobre o valor negociado. Por outro lado, se você quer a comodidade de investir em títulos públicos através da instituição no qual tem conta-corrente, saiba que alguns agentes de custódia ligados a bancos chegam a cobrar até 4% ao ano pelo serviço.<br />
Para maiores informações sobre as taxas de custódia  cobradas, consulte: <a href="http://www.stn.fazenda.gov.br/tesouro_direto/download/ranking/ranking_taxas.pdf">http://www.stn.fazenda.gov.br/tesouro_direto/download/ranking/ranking_taxas.pdf</a></p>
<p><strong>2º) . Projeção das taxas de juros</strong></p>
<p>Adicionalmente, <span style="text-decoration: underline;">projetamos três cenários de taxas de juros (CDI, SELIC e TR) </span>para o período de um ano, com o objetivo de ilustrar o quanto cada investimento renderia caso os cenários fossem confirmados:</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">o cenário 1</span> foi elaborado com base nas condições de mercado do período em que o país teve as taxas de juros mais baixas de sua história recente.</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">o cenário 2</span> considera que a taxa SELIC seja mantida no patamar atual neste período de um ano.</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">o cenário 3</span> foi baseado na estrutura temporal de taxas de juros projetado pelo mercado futuro (fechamento de 02/09/2010), o qual reflete as expectativas do mercado financeiro.</p>
<p style="text-align: center; "><img class="size-full wp-image-3930 aligncenter" title="screenhunter_01-sep-04-1230" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/09/screenhunter_01-sep-04-1230.gif" alt="screenhunter_01-sep-04-1230" width="400" height="110" /></p>
<p>Depois de tudo isso, agora<strong> é só calcular </strong>as rentabilidades de cada investimento e compará-las! Como desafio, deixamos para cada um de vocês fazer este cálculo! Assim será possível comparar os seus resultados com os nossos, que <span style="text-decoration: underline;">divulgaremos em nosso &#8220;post&#8221; da próxima segunda-feira (13/08)</span>. Não perca!</p>
<p>Por enquanto, deixamos uma frase de Benjamin Graham para reflexão:</p>
<p><strong>“Não precisamos ser mais espertos que os outros; precisamos ser mais disciplinados do que os outros.”</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Trocar o celular todo ano pode comprometer o seu futuro.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/minhaseconomias/~3/qXfvu8bmRvA/</link>
		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/trocar-o-celular-todo-ano-pode-comprometer-o-seu-futuro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumo consciente]]></category>

		<category><![CDATA[Economize mais]]></category>

		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>

		<category><![CDATA[Viva melhor]]></category>

		<category><![CDATA[celular]]></category>

		<category><![CDATA[troca de aparelho celular]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil fechou o mês de julho com uma base de 187,02 milhões de aparelhos celulares. Este número reforça a percepção de que a telefonia móvel representa um enorme mercado e os aparelhos celulares deixaram de ser apenas um instrumento de comunicação para assumirem uma posição de destaque na vida social das pessoas.
Diversos motivos levam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil fechou o mês de julho com uma base de 187,02 milhões de aparelhos celulares. Este número reforça a percepção de que a telefonia móvel representa um enorme mercado e os aparelhos celulares deixaram de ser apenas um instrumento de comunicação para assumirem uma posição de destaque na vida social das pessoas.</p>
<p>Diversos motivos levam as pessoas a trocar o celular e outros aparelhos eletrônicos frequentemente. A <strong>&#8220;necessidade&#8221; de se ter o aparelho de última geração</strong>, a questão de <strong>status </strong>e um melhor desempenho aparecem como as principais justificativas daqueles que sempre aparecem com um eletrônico novo nas mãos. Na grande maioria dos casos, <strong>não há uma necessidade real que justifique a troca</strong>.</p>
<p><span id="more-3878"></span>O que ocorre, na verdade, é um <strong>impulso consumista, uma compra compulsiva</strong>. E isto pode gerar consequências graves no futuro. Uma destas, certamente é a questão ambiental. Ao trocar de equipamento com uma frequência cada vez maior, estamos consumindo cada vez mais matéria-prima (incluindo não só o material dos aparelhos, como também os insumos utilizados na produção: eletricidade, água etc) e gerando cada vez mais lixo.</p>
<p>No plano individual, esta &#8220;necessidade&#8221; de estar sempre na vanguarda tecnológica afeta o bem-estar futuro, principalmente daqueles que não conseguem acumular recursos para uma aposentadoria tranquila. <strong>Fizemos aqui algumas contas para estimar o impacto disto</strong>.</p>
<p>Para facilitar o entendimento, assumimos que vivemos em um mundo sem inflação, cada aparelho custa R$ 1.000 e a taxa de juros de uma aplicação sem risco é de 6% ao ano. <strong>Em 30 anos, quanto você imagina que teria a mais se, ao invés de trocar o celular a cada ano, passasse a trocá-lo a cada dois anos? E a cada três anos?</strong></p>
<p>No primeiro caso, você teria <strong>R$ 40.680 a mais</strong>. No segundo caso, <strong>R$ 54.225!</strong> E estamos falando somente do celular&#8230; Imagine a fortuna que você poderia ter se adiasse a troca do carro, do computador, da televisão&#8230;</p>
<p><img class="alignleft size-large wp-image-3886" title="screenhunter_03-aug-27-2315" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/screenhunter_03-aug-27-2315-1024x636.gif" alt="screenhunter_03-aug-27-2315" width="585" height="367" /></p>
<p class="MsoNormal">
<p>Por isso, pense muito bem antes de trocar o seu celular. Faz bem para o seu bolso, faz bem ao meio ambiente!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma “mãozinha” para o seu plano de aposentadoria – Parte 2</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/minhaseconomias/~3/2BgS_kbc82w/</link>
		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/uma-%e2%80%9cmaozinha%e2%80%9d-para-o-seu-plano-de-aposentadoria-%e2%80%93-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>

		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>

		<category><![CDATA[previdência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.minhaseconomias.com.br/?p=3871</guid>
		<description><![CDATA[Em nosso “post” anterior descrevemos um pouco o primeiro passo para você criar o seu plano de aposentadoria, definindo os seus objetivos e calculando a renda necessária para viver com tranqüilidade a nossa melhor fase da vida.
Vamos agora detalhar um pouco mais o segundo passo, ou seja, o que devemos fazer para garantir que teremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Em nosso <a href="http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/uma-%E2%80%9Cmaozinha%E2%80%9D-para-o-seu-plano-de-aposentadoria/">“post” anterior</a> descrevemos um pouco o primeiro passo para você criar o seu plano de aposentadoria, definindo os seus objetivos e calculando a renda necessária para viver com tranqüilidade a nossa melhor fase da vida.</p>
<p class="MsoNormal">Vamos agora detalhar um pouco mais o segundo passo, ou seja, <strong>o que devemos fazer para garantir que teremos esta renda</strong>. Claro, neste nosso mundo não há 100% de garantia em nada mas, com certeza, podemos aumentar consideravelmente nossa chance de conquistar os objetivos que traçamos, através de um planejamento e acompanhamento detalhados. E também serão necessários alguns cálculos mais complexos e muita pesquisa no mercado sobre os produtos financeiros que possam ajudar nesta tarefa.</p>
<p class="MsoNormal"><span id="more-3871"></span>O principal objetivo desta etapa do plano é garantir que teremos acumulado, até o início de nossa aposentadoria, um patrimônio suficiente para nos sustentar até o final da vida.</p>
<p class="MsoNormal">Assim, considerando que não teremos o salário de um emprego fixo, toda a nossa receita deverá ser gerada através do patrimônio que acumulamos. E isto pode ocorrer de algumas formas diferentes:</p>
<ul>
<li><em><span style="text-decoration: underline;">Previdência pública</span></em></li>
</ul>
<p class="MsoNormal">Esta é a clássica fonte de renda para a aposentadoria, principalmente para aqueles que recebem salários mais baixos ou funcionários públicos. No caso daqueles que contribuem para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), há um teto para a contribuição. E o valor a ser recebido irá depender da idade na aposentadoria, dos valores contribuídos e do tempo de contribuição. Além disso, o valor contribuído não é utilizado para formar reservas para a sua aposentadoria e, sim, para a aposentadoria dos atuais pensionistas. Desta forma, o valor de sua aposentadoria irá depender também da disponibilidade de recursos do governo federal. Você pode obter mais algumas informações no link: <a href="http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=15">http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=15</a></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Previdência privada</em></span></li>
</ul>
<p>Esta é a fonte de renda para a aposentadoria mais utilizada por aqueles que não contribuem para o INSS ou por aqueles que querem complementar a aposentadoria pública. Há também o caso daqueles que têm seu plano de aposentadoria co-patrocinado pelas empresas nas quais trabalham. Você contribui mensalmente com um valor antes da aposentadoria para fundos de previdência, e depois receberá um valor mensal proporcional à contribuição. Há uma variedade muito grande de produtos com as mais diversas características, por isso a pesquisa aqui é muito importante.<br />
Leia um pouco mais sobre as taxas envolvidas na previdência privada em:<br />
<a href="http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/previdencia_privada_20100124/">http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/previdencia_privada_20100124/</a></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Rentabilidade de investimentos financeiros.</em></span></li>
</ul>
<p>Representam os rendimentos obtidos através de investimentos em poupança, fundos de renda fixa, renda variável, títulos públicos etc. Conseguindo acumular um bom valor nestas aplicações, o rendimento mensal poderá ser sacado e utilizado para seus gastos. Obviamente este rendimento dependerá muito da rentabilidade de cada aplicação, e a longo prazo fica mais difícil prever um percentual. Além disso, você será responsável pelas decisões de investimentos, o que irá demandar tempo e esforço próprios. Vale ressaltar a importância de se alinhar seus objetivos financeiros com os investimentos adequados a eles, além de conhecer seu perfil de risco. Outro ponto importante é a necessidade de se reduzir a parcela de investimentos com risco mais elevado (como ações) à medida que sua aposentadoria for se aproximando.<br />
Leia mais sobre as características dos investimentos em:<br />
<a href="http://blog.minhaseconomias.com.br/investimento/guia-basico-de-investimentos-parte-i/">http://blog.minhaseconomias.com.br/investimento/guia-basico-de-investimentos-parte-i/</a></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Aluguel de imóveis.</em></span></li>
</ul>
<p>Consiste em possuir uma carteira de imóveis e viver dos aluguéis recebidos. <span> </span></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Ser dono de uma empresa de sucesso.</em></span></li>
</ul>
<p>Deve ser o sonho de muita gente, não? Se é o seu, não deixe de persegui-lo, mas ao mesmo tempo, tenha também um “plano B” e invista em um plano alternativo de renda para a aposentadoria.</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Ser sustentado pelos filhos &#8230;.</em></span></li>
</ul>
<p>Por favor, não conte com esta alternativa! Colocamos esta alternativa aqui pois este era um pensamento comum há pouco tempo atrás e ainda o é entre pessoas de renda mais baixa. Mas com certeza já não é uma opção a ser buscada!</p>
<p class="MsoNormal">Bem, provavelmente há outras maneiras de garantir a renda na sua aposentadoria. Mas em todas elas a regra básica é a mesma: <strong>é preciso acumular um patrimônio durante a nossa vida, para então usufruir deste patrimônio no futuro</strong>. E neste tópico, há mais alguns pontos importantes a serem considerados:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Quanto antes se começar, melhor.</em></span></li>
</ul>
<p>Nunca é tarde para se começar, mas quanto antes melhor. Não só porque haverá mais tempo de acumulação, mas principalmente devido ao efeito dos juros compostos, que pode multiplicar bastante o seu capital. Leia um pouco mais em: <a href="http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/esta-dificil-poupar-alguns-fatos-para-motivar-se-a-comecar-ja/">http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/esta-dificil-poupar-alguns-fatos-para-motivar-se-a-comecar-ja/</a></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"><em>Controle financeiro ou orçamento desde já!</em></span></li>
</ul>
<p>Responda com sinceridade, sua vida financeira atual está bem controlada e no “azul”? Bem, se você quiser um “futuro” tranqüilo, é imprescindível ter o “presente” bem controlado! Faça já o seu orçamento, considere o valor que você tem que economizar tanto para a sua aposentadoria quanto para os seus sonhos de curto e médio prazo (uma viagem, um carro, a casa própria etc.).</p>
<p class="MsoNormal">Por fim, gostaríamos de lembrar que a lista de tarefas não se restringe a estas. <strong>É importante que você continue a pesquisar e a aprimorar o seu plano de aposentadoria, afinal, por ser um planejamento a longo prazo, as condições econômicas e de vida, bem como as opções de produtos financeiros e até mesmo seus objetivos provavelmente sofrerão mudanças.</strong></p>
<p class="MsoNormal">Boa jornada!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/uma-%e2%80%9cmaozinha%e2%80%9d-para-o-seu-plano-de-aposentadoria-%e2%80%93-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<feedburner:origLink>http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/uma-%e2%80%9cmaozinha%e2%80%9d-para-o-seu-plano-de-aposentadoria-%e2%80%93-parte-2/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Você sabe o quanto paga de juros em um financiamento ou empréstimo?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/minhaseconomias/~3/PxzcLA10yjk/</link>
		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/geral/voce-sabe-o-quanto-paga-de-juros-em-um-financiamento-ou-emprestimo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 02:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.minhaseconomias.com.br/?p=3751</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente recebemos um e-mail questionando o saldo devedor de um financiamento. Algumas vezes, as pessoas acreditam que, por terem pago metade das parcelas, devem apenas metade do valor financiado. O que elas não percebem é o efeito que a taxa de juros incide sobre a dívida.
Vamos mostrar aqui um exemplo disso. Supondo um empréstimo no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente recebemos um e-mail questionando o saldo devedor de um financiamento. Algumas vezes, as pessoas acreditam que, <strong>por terem pago metade das parcelas, devem apenas metade do valor financiado</strong>. O que elas não percebem é o efeito que a taxa de juros incide sobre a dívida.</p>
<p>Vamos mostrar aqui um exemplo disso. Supondo um empréstimo no valor de <em>R$ 1.000 a ser pago em 24 parcelas mensais iguais</em>, o valor das mesmas será de:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3841" title="screenhunter_04-aug-13-2357" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/screenhunter_04-aug-13-2357.gif" alt="screenhunter_04-aug-13-2357" width="532" height="72" /></p>
<p>A primeira linha mostra a taxa de juros referente a cada empréstimo e a segunda linha ilustra a parcela a ser paga. Assim, para uma taxa de juros de 9% ao mês, o valor da parcela será de R$ 103,02. A pergunta que fazemos aqui é: <strong>&#8220;Qual será o saldo devedor após 12 meses?&#8221;</strong> A tabela e o gráfico seguintes ilustram a resposta:<span id="more-3751"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3826" title="screenhunter_01-aug-13-2038" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/screenhunter_01-aug-13-2038.gif" alt="screenhunter_01-aug-13-2038" width="474" height="78" /></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-3829" title="screenhunter_02-aug-13-2040" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/screenhunter_02-aug-13-2040-1024x635.gif" alt="screenhunter_02-aug-13-2040" width="563" height="349" /></p>
<p>O que podemos ver aqui é que <strong>quanto maior a taxa de juros, maior é o saldo devedor ao longo do tempo</strong>. Tomando um empréstimo a uma taxa de juros de 9% ao mês, o saldo devedor após 12 meses será de R$ 737,72, ou seja, após ter passado metade do período, pouco mais de 26% do empréstimo foi pago.</p>
<p>O que acontece é que, como os juros são mais elevados, boa parte do pagamento das parcelas, na verdade, destina-se ao pagamento de juros. Para se ter uma idéia, na tabela abaixo podemos ver o quanto será pago de juros ao longo dos 24 meses.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3838" title="screenhunter_03-aug-13-2049" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/08/screenhunter_03-aug-13-2049.gif" alt="screenhunter_03-aug-13-2049" width="530" height="70" /></p>
<p>Podemos ver claramente que a uma taxa de 9% ao mês (uma taxa de juros bastante comum em cheque especial e em financiamento de cartão de crédito), <strong>serão pagos impressionantes R$ 1.472,54 de juros</strong> para um empréstimo de apenas R$ 1.000!</p>
<p>Este é o grande motivo pelo qual devemos prestar muita atenção na taxa de juros do empréstimo e não tanto no valor da parcela. Ao se pagar este valor todo em juros, você estará deixando de ter uma vida melhor no futuro.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma “mãozinha” para o seu plano de aposentadoria</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 00:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>

		<category><![CDATA[Viva melhor]]></category>

		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>

		<category><![CDATA[previdência]]></category>

		<category><![CDATA[previdência privada]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo fala (e provavelmente você também já está cansado de ouvir) que é muito importante fazer um planejamento para conquistar uma aposentadoria tranqüila. Sendo assim, com certeza você já tem um bom plano de como irá passar a sua “melhor idade”. Não? Sim? Mais ou menos?

Bem, seja lá qual tenha sido a sua resposta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo fala (e provavelmente você também já está cansado de ouvir) que é muito <strong>importante fazer um planejamento para conquistar uma aposentadoria tranqüila</strong>. Sendo assim, com certeza <strong>você já tem um bom plano</strong> de como irá passar a sua “melhor idade”. Não? Sim? Mais ou menos?</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Bem, seja lá qual tenha sido a sua resposta, vamos aqui lhe dar uma ajuda através de um <span style="text-decoration: underline;">passo-a-passo com as atividades básicas para você se preparar para esta importante fase da vida</span>.</p>
<p class="MsoNormal">Para começar, envolva toda a família neste processo, afinal todos estarão participando, seja usufruindo da aposentadoria junto com você, seja ajudando a poupar o dinheiro e a conquistar os objetivos definidos.</p>
<p class="MsoNormal">Agora, é preciso definir um objetivo, ou seja, como você gostaria de passar a sua aposentadoria. Este é um exercício de imaginação bastante subjetivo, quase como sonhar acordado. Para tornar o processo um pouco mais objetivo, lembre-se que você deverá ser capaz de responder às seguintes perguntas:</p>
<p><span id="more-3817"></span></p>
<ul>
<li><em>Com qual idade você pretende se aposentar?</em></li>
</ul>
<p>Muita gente, assim como eu, não considera que irá “parar de trabalhar”. Acreditamos que estaremos fazendo algo produtivo por toda a nossa vida, desde que a saúde assim o permita. Sem problemas. Neste caso, considere aqui a idade em que o trabalho se tornará verdadeiramente um lazer, um “hobby” (tudo bem, concordo que isso deveria ser assim todo o dia, mas na prática nem sempre é &#8230;), ou seja, quando você passará a trabalhar sem se preocupar em ganhar dinheiro.Até esta idade, você estará acumulando capital e patrimônio. A partir dela, estará usufruindo, ou seja, gastando.</p>
<ul>
<li><em> Com qual idade você pretende “sair da aposentadoria”?</em></li>
</ul>
<p>Sim, é uma pergunta meio chata, ninguém gosta de pensar até qual idade iremos viver. Mas isto é imprescindível para um bom planejamento. Tenha em mente que a expectativa de vida está aumentando constantemente, assim, seja otimista e considere uma idade bem avançada! Lembre-se da célebre frase atribuída a Jorge Guinle: “Não imaginava que viveria tanto. Daí calculei mal e o dinheiro acabou antes da hora.”</p>
<ul>
<li><em> Quais os principais patrimônios que gostaria de possuir?</em></li>
</ul>
<p>Considere aqui os patrimônios de maior valor, como casa, apartamento e carro. Pode ser que você queira uma casa na praia e outra na cidade. Ou então, uma reserva em dinheiro, um “pé de meia” para lhe dar a tranqüilidade contra quaisquer imprevistos e que a princípio não precisará ser usado para pagar as despesas do dia a dia.</p>
<ul>
<li><em> Quais serão os gastos que você terá na aposentadoria?</em></li>
</ul>
<p>Faça uma estimativa dos gastos mensais ou anuais que você terá no futuro. Alimentação, aluguel, água, luz, transporte etc. Alguns gastos diminuirão, como aqueles relacionados aos filhos. Mas os gastos com saúde certamente aumentarão e será necessário ter uma boa reserva para emergências. Além disso, as despesas com lazer provavelmente também serão maiores. Afinal, você vai ter mais tempo livre e não vai querer passar o dia inteiro somente assistindo TV ou jogando xadrez na praça, certo?<br />
Esta pergunta está muito associada ao estilo de vida que você deseja levar no futuro. Pense bem sobre isso e não crie expectativas fora da realidade.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Não se preocupe em acertar todas as respostas rapidamente e de uma só vez.</strong> Este processo, que muitas vezes leva a uma reflexão mais profunda sobre a nossa própria vida, deve ser feito de modo tranqüilo e com trocas de idéias junto a seus familiares e amigos. E, principalmente, deve e pode ser constantemente revisado!</p>
<p><span>A partir destas respostas você deverá calcular qual deverá ser a sua renda mensal para se sustentar durante a aposentadoria. E, a partir daí, definir como você conseguirá esta renda, considerando claro que você não terá mais um salário de um emprego fixo. Mas isso fica para um próximo “post”, não perca!</span></p>
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		<item>
		<title>Difícil controlar as economias? Este site te ajuda! - Olhar Digital</title>
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		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/imprensa/dificil-controlar-as-economias-este-site-te-ajuda-olhar-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 01:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="412"><param name="movie" value="http://www.olhardigital.com.br/flashes/player_embed_wide?path_video=http://p.download.uol.com.br/olhardigital/PGM275/pgm275_cv_financas.flv&#038;player_width=640&#038;player_height=380&#038;tipo_player=normal&#038;titulo_video=Difícil controlar as economias? Este site te ajuda!&#038;current_url=?id_conteudo=12854 ?>&#8220;></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.olhardigital.com.br/flashes/player_embed_wide?path_video=http://p.download.uol.com.br/olhardigital/PGM275/pgm275_cv_financas.flv&#038;player_width=640&#038;player_height=380&#038;tipo_player=normal&#038;titulo_video=Difícil controlar as economias? Este site te ajuda!&#038;current_url=?id_conteudo=12854" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="412"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>Vida Real:  Recém-concursado: o que fazer com 3 mil ao mês?</title>
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		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/vidareal/vida-real-recem-concursado-o-que-fazer-com-3-mil-ao-mes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 00:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vida real]]></category>

		<category><![CDATA[investimentos]]></category>

		<category><![CDATA[primeiro milhão]]></category>

		<category><![CDATA[vida real]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje responderemos à pergunta acima, recebida em nosso e-mail (contato@minhaseconomias.com.br) e relacionada com finanças pessoais. Mas vejam como ela foi formulada:
Pergunta:
&#8220;Olá, eu achei muito interessante ter encontrado o &#8220;Minhas Economias&#8221;: achei-o através do &#8220;vida real&#8221; e é justamente dele que gostaria de participar.
Ao contrário de histórias tristes que li, a minha é boa: tenho apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Hoje responderemos à pergunta acima, recebida em nosso e-mail (contato@minhaseconomias.com.br) e relacionada com finanças pessoais. Mas vejam como ela foi formulada:</p>
<p><strong>Pergunta:</strong><br />
&#8220;Olá, eu achei muito interessante ter encontrado o &#8220;Minhas Economias&#8221;: achei-o através do &#8220;vida real&#8221; e é justamente dele que gostaria de participar.</p>
<p>Ao contrário de histórias tristes que li, a minha é boa: tenho apenas 21 anos e acabo de ser aprovado em um concurso público federal, para ser servidor efetivo, que paga R$ 3.000,00 líquido inicial. Sou também estudante de economia e desde os 18 anos aplico um dinheirinho em ações.</p>
<p>Já ganhei e (principalmente) já perdi dinheiro no mercado financeiro: usei minha poupança de pouco mais de 4 mil reais e hoje pouco resta dela - só uns pedaços sobreviveram às crises imobiliária e grega e à minha empolgação de principiante.</p>
<p>Dos 3 mil reais que ganharei (a convocação será mês que vem, segundo o órgão), pretendo poupar pelo menos 2,5 mil: afinal, o único custo que tenho é com transporte e livros - o meu pai banca todo o resto.</p>
<p><span id="more-3780"></span>Agora quero escrever uma história diferente, quero traçar uma estratégia de longo prazo. O que vocês me aconselhariam? É possível atingir um milhão antes dos 30 anos de idade? Obrigado.&#8221;</p>
<p><strong>Resposta:</strong><br />
Agradecemos o seu contato. A decisão de investimento não é muito simples. Investimentos que prometem (mas não necessariamente concretizam) altos retornos costumam apresentar altos riscos também. Por outro lado, investimentos de baixo risco não costumam oferecer altos retornos.<strong> </strong></p>
<p><strong>Investindo R$ 3.000 por mês durante 9 anos (108 meses), você teria que obter um retorno de cerca de 1,84% ao mês, líquido de impostos, para conseguir  seu primeiro milhão de reais</strong>. Convenhamos que com a perspectiva de juros em patamares mais baixos no futuro, este retorno é pouco provável em aplicações de renda fixa. E em renda variável, não há uma garantia. E ainda não falamos da inflação no período. R$ 1 milhão de reais hoje não é a mesma coisa do que R$ 1 milhão daqui a 9 anos.</p>
<p><strong>Para alguém jovem como você, o principal é pensar em outro tipo de investimento: educação e capacitação.</strong> Mesmo para aqueles que desejam seguir uma carreira pública, é possível sempre mirar cargos que demandam melhor capacitação e, consequentemente, que oferecem melhores condições de trabalho e, claro, de salário. Desta forma, você terá melhores chances de obter melhores rendimentos no futuro e economizar e investir mais dinheiro para obter suas conquistas. Este desenvolvimento pessoal, aliado a uma boa disciplina financeira, é o melhor caminho para o seu objetivo.</p>
<p><strong>Ter dinheiro deve ser encarado como um meio e não como um fim em si</strong>. Assim, não deixe de aproveitar a vida. É essencial que você procure equilibrar sua vida no presente e no futuro.</p>
<p>Somente como curiosidade: se a taxa do CDI se mantiver nos próximos 9 anos a 9,4% a.a. (ao ano) e aplicando R$ 3.000 por mês a 100% do CDI, você terá perto d<strong>e R$ 500.000</strong>. E pelas alíquotas atuais de imposto de renda, você deverá pagar no mínimo cerca de R$ 26.000 ao fisco. De qualquer forma, trata-se de uma bela soma em dinheiro (deixando de lado a questão da inflação&#8230;).</p>
<p><em>Se você ficou com alguma dúvida, ou se tem algum caso que gostaria que fosse analisado por nossos especialistas, escreva para a gente ! Envie um e-mail para contato@minhaseconomias.com.br ou deixe sua mensagem <a href="https://www.minhaseconomias.com.br/contato.do">AQUI</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>Lições de educação financeira com a Festa de Casamento</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/minhaseconomias/~3/dSOl8qP9rIQ/</link>
		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/imprensa/licoes-de-educacao-financeira-com-a-festa-de-casamento-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

		<category><![CDATA[casamento]]></category>

		<category><![CDATA[compulsivas]]></category>

		<category><![CDATA[despesas]]></category>

		<category><![CDATA[festa]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não dá para negar: o casamento é um dos fatos mais importantes de nossa vida e, por isso, tão festejado. Em geral, a consagração do matrimônio começa como uma celebração religiosa, seguido de um grande festa onde a alegria dos noivos, pais e amigos ganha ainda mais expressão.
Tudo bem. Muitos dizem que, para a maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/07/20100720-tocasando.png" class="highslide-image" onclick="return hs.expand(this);"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3770" title="To casando" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/07/20100720-tocasando-150x150.png" alt="To casando" width="150" height="150" /></a><br />
Não dá para negar: o casamento é um dos fatos mais importantes de nossa vida e, por isso, tão festejado. Em geral, a consagração do matrimônio começa como uma celebração religiosa, seguido de um grande festa onde a alegria dos noivos, pais e amigos ganha ainda mais expressão.</p>
<p>Tudo bem. Muitos dizem que, para a maioria dos convidados, o que vale mesmo é a festa (motivo pelo qual todos encaram antes o longo cerimonial religioso). Mas a própria festa tem lá suas mazelas&#8230;Ela raramente dispensa a figura típica daquele parente (um tio, por exemplo) que fica fazendo piadinhas sobre a vida de casal e lembrando que, quando solteiro, era feliz e não sabia! Mas vamos deixar de lado estar observações e aproveitar o tema para uma boa reflexão sobre educação financeira.</p>
<p>A decisão de casar não é lá tão simples, pois envolve vários aspectos psicológicos e comportamentais que não são o objetivo deste blog. Assim, com o intuito de avançarmos, partiremos do pressuposto que existem duas condições primordiais para um casamento acontecer:</p>
<p><span id="more-3768"></span>- Você está decidido(a). Ou seja, encontrou sua cara-metade, sua alma gêmea, o amor da sua vida.</p>
<p>- O sentimento é recíproco.</p>
<p>Obs: embora esta segunda condição pareça óbvia, muitas vezes é negligenciada.</p>
<p>Assim, o momento agora é de fazer os preparativos do casamento, principalmente da festa. E há inúmeras opções, certo? Uma para cada gosto. Só que qualquer escolha implica gastos, por menores que sejam. Portante, que tal umas dicas para você realizar uma festa memorável, mas sem colocar em risco a sua viagem de lua de mel???</p>
<p>- O princípio básico é que, para uma festa ser maravilhosa, não precisa ser cara, a menor que você queira um evento social, e não uma celebração entre amigos. <strong>As melhores festas são aquelas que marcam as pessoas pela emoção</strong>, por sentimentos de amizade e alegria, e não necessariamente pelo preço do vinho que será servido.</p>
<p>- Evite cair na armadilho do &#8220;<strong>vale a pena gastar um pouco mais, pois só se casa uma vez só na vida</strong>&#8220;. Não, não é que a gente ache ou sdeseje que você se case mais vezes. Mas este pensamento se assemelha muito com o &#8220;eu mereço&#8221;, que leva às compras compulsivas, às despesas excessivas e desnecessárias, aos supérfluos que, ao contrário do que se imagina não valorizam muito qualquer festa.</p>
<p>- <strong>Não se endivide</strong>! Não comece a sua &#8220;vida a dois&#8221; com financiamentos ou empréstimos para pagar a festa de casamento. No final, nenhum convidado irá pagar as dívidas que o casal contraiu.</p>
<p>- Tente economizar um pouco nos <strong>convites</strong>. Há uma infinidade de modelos e formatos, mas escolha um bonito sem sofisticação. Lembre-se que um telefonema, uma visita ou uma conversa com o convidado valem bem mais do que o convite em papel.</p>
<p>- Outra ideia seria disponibilizar um espaço na Internet para que as pessoas coloquem as <strong>fotos</strong> que tiraram na festa. Vai ser uma ação divertida, compartilhada, e o casal não terá que pagar por aquele fotógrafo profissional que cobra &#8220;uma baba&#8221; para tirar milhares de fotografias que, no final, poucos apreciam ou não são nada criativas.</p>
<p>- Alugue as roupas. Pode não parecer tão glamoroso, mas traje de casamento é usado uma única vez, pois até num segundo matrimônio a gente vai querer mudar de roupa! Além disso, os noivos poderão obter um desconto se as roupas dos padrinhos forem alugadas na mesma loja.</p>
<p>- Por fim, lembre-se que <strong>planejamento</strong> é tudo.  Vocês precisam fazer uma planilha com informações realistas, contendo número de convidados, gastos por convidado e despesas que independem da quantidade de pessoas que estarão presentes, como aluguel da Igreja, do salão de festas etc.</p>
<p>- Vale ressaltar que, de forma alguma, estamos colocando em xeque a qualidade do trabalho ou o profissionalismo das pessoas (ou empresas) que oferecem serviços relacionados à festa de casamento, como organizadores (as) de eventos, fotografos (as), músicos (as), costureiros(as), recepcionistas, cozinheiros (as) e garçons (garçonetes). Apenas oferecemos algumas alternativas com o intuito de ajudar, principalmente, aqueles que não dispõem de grandes reservas financeiras para investir numa data tão especial. Simplicidade e praticidade, aliadas a bom gosto, conseguem criar muita coisa bela e não devem ser motivo para frustrações&#8230;</p>
<p>E vamos encerrando por aqui, porque sugestões é que não faltam. O que foi dito já deixa margem para uma franca conversa entre os noivos e seus familiares, avaliando quanto realmente vale ou merece ser gasto numa festa de casamento que dura somente poucas horas. Porém, se for o caso do noivo ou da noiva exagerar demais, adotando a abominável postura de &#8220;mão-de-vaca&#8221;, talvez seja pertinente recorrer à famosa frase: &#8220;Casamento, meu bem, é sagrado: uma vez na vida e para sempre&#8230;&#8221;.</p>
<p>MinhasEconomias é um programa de educação financeira: www.minhaseconomias.com.br</p>
<p>Fonte: Paraná Online</p>
<p><em> Fonte: <a href="http://tocasando.com.br/blog_ograndedia.asp" target="_blank"> To Casando </a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma excelente forma de poupar: evitar o desperdício.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/minhaseconomias/~3/Yn2iAiM_RPU/</link>
		<comments>http://blog.minhaseconomias.com.br/educacao-financeira/uma-excelente-forma-de-poupar-evitar-o-desperdicio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 01:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Consumo consciente]]></category>

		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>

		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>

		<category><![CDATA[deperdício]]></category>

		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quais as opções que temos para poupar mais? Bem, costumamos pensar que existem duas maneiras básicas:

ganhar mais dinheiro: aliás, a opção preferida por todos!
gastar menos dinheiro: não é das mais agradáveis, porém é imprescindível.

Entretanto, consideramos que há uma 3ª alternativa, muitas vezes negligenciada: evitar desperdícios. Em princípio, esta opção  não difere muito do “gastar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quais as opções que temos para poupar mais?</strong> Bem, costumamos pensar que existem duas maneiras básicas:</p>
<ul>
<li>ganhar mais dinheiro: aliás, a opção preferida por todos!</li>
<li>gastar menos dinheiro: não é das mais agradáveis, porém é imprescindível.</li>
</ul>
<p>Entretanto, consideramos que há uma<strong> 3ª alternativa,</strong> <strong>muitas vezes negligenciada: evitar desperdícios</strong>. Em princípio, esta opção  não difere muito do “gastar menos”, já que o combate ao desperdício resulta em menor desembolso de dinheiro. Porém, há algumas características sutis e importantes que valem a pena ser destacadas, envolvendo aspectos relacionados ao consumo consciente e ao desenvolvimento sustentável</p>
<p><span id="more-3777"></span>Os desperdícios em nossas vidas geralmente estão <strong>“escondidos” </strong>no dia-a-dia, tornando-se parte de nossa rotina e, portanto, são mais difíceis de serem percebidos. Além disso, os valores envolvidos tendem a ser menores e menos relevantes.</p>
<p>Por exemplo, a decisão de comprar um sapato novo por R$ 120,00 é algo concreto, identificável (principalmente quando chega a fatura do cartão) e esporádico (ou, pelo menos, deveria ser esporádico). Mas o desperdício de luz e água em nossa casa é algo bem mais corriqueiro, que acontece de pouco em pouco. Mesmo o aumento da conta no final do mês, provavelmente não vai mostrar grandes variações de valor, digamos R$5,00 ou R$10,00, tornando-os mais imperceptíveis ainda.</p>
<p><strong>Mas, se somarmos todos os gastos devidos aos desperdícios, podemos facilmente chegar ao valor do sapato novo!</strong></p>
<p>Outro aspecto a ser levado em conta é que o <strong>desperdício ocorre muitas vezes sem afetar nosso bolso </strong>e, por conta disso, prestamos menos atenção ainda.  É muito comum ver luz e água sendo desperdiçados em nosso ambiente de trabalho, sem contar a impressão ou cópias desnecessárias, uso indiscriminado de copos descartáveis e outros materiais de escritório etc. Outros ambientes propensos a desperdícios são os condomínios, principalmente naqueles em que não há registros de água individuais. “Não pago a conta de água mesmo, posso tomar banho o tempo que quiser então&#8230;”</p>
<p>Neste sentido, evitar o desperdício é algo que faz mais do que trazer benefícios somente individuais, ela irá gerar <strong>resultados em toda a coletividade</strong>.</p>
<p><strong>Então, o que fazer para evitá-lo</strong>? Em primeiro lugar é preciso identificar as principais fontes de desperdício. Podemos listar alguns exemplos para lhe ajudar, mas não se restrinja a eles:</p>
<ul>
<li><em><span style="text-decoration: underline;">ÁGUA E ENERGIA ELÉTRICA</span></em>: exemplos clássicos de desperdício. Pode ocorrer através da torneira que deixamos aberta enquanto escovamos os dentes, da TV que fica ligada sem ninguém para assistir, do banho mais demorado que o necessário, das limpezas e lavagens com água de quintais das casas, em vazamentos nos encanamentos que muitas vezes passam despercebidos etc. Cada um destes focos isoladamente não representa um valor significativo, mas o somatório deles pode chegar a um valor razoável. No caso da energia elétrica, não dá pra entender muito bem o pessoal que vai à academia e depois pega o elevador para subir poucos lances de escada&#8230;</li>
<li><em><span style="text-decoration: underline;">COMIDA</span></em>: uma das grandes fontes de desperdício em nossas casas, mas também muito relevante quando pensamos nos restaurantes. Compre somente o que for necessário e coloque no prato apenas o que irá comer.</li>
<li><em><span style="text-decoration: underline;">TEMPO</span></em>: “tempo é dinheiro”, já dizia o ditado popular. Mas não é só isso, o tempo é finito e precisamos balancear muito bem o seu uso entre o trabalho, lazer, estudo, reflexão etc. E desperdiçá-lo é uma das coisas mais fáceis de ocorrer: no trânsito, em reuniões, por falta de planejamento ou mesmo assistindo programas ruins na TV ou internet. Pare e pense como você poderia otimizar o seu tempo!</li>
<li><em><span style="text-decoration: underline;">ESPAÇO</span></em>: pode não parecer, mas manter a sua casa ou o seu escritório desorganizado ou guardar objetos sem qualquer valor, além der ser um desperdício de espaço, irá influenciar diretamente a sua qualidade de vida e bem estar.</li>
</ul>
<p>Uma vez identificado onde ocorre o desperdício, agora o negócio é partir para a ação e tratar de cortá-los. Será necessário mudar os seus hábitos, comportamentos e estar sempre atento.</p>
<p>Mas por favor, <strong>não vá deixar que isto controle a sua vida</strong>! Não há nada de errado em, uma vez ou outra, curtir uns minutos a mais em um belo banho quente depois de um dia de trabalho duro. Equilíbrio na vida é tudo!</p>
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		<title>Educação financeira para crianças</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 01:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Minhas Economias</dc:creator>
		
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Na semana passada o blog Minhas Economias, abordou a  Educação Financeira nas escolas públicas. O texto foi escrito  por  Cássia D&#8217;Aquino, que coordena um excelente programa de educação  financeira em várias escolas espalhadas pelo Brasil.
Sabemos que  nas escolas públicas estão concentradas em sua grande maioria alunos das  classes menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/07/20100701-gazetadopovo.png" class="highslide-image" onclick="return hs.expand(this);"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3723" title="Gazeta do Povo" src="http://blog.minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/07/20100701-gazetadopovo-150x150.png" alt="Gazeta do Povo" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Na semana passada o blog <a href="http://blog.minhaseconomias.com.br" target="_blank">Minhas Economias</a>, abordou a  Educação Financeira nas escolas públicas. O texto foi escrito  por  Cássia D&#8217;Aquino, que coordena um excelente programa de educação  financeira em várias escolas espalhadas pelo Brasil.</p>
<p>Sabemos que  nas escolas públicas estão concentradas em sua grande maioria alunos das  classes menos favorecidas da sociedade e são esses alunos que mais  necessitam ter acesso a esse tipo de informação.</p>
<p>O texto relata o  esforço de uma professora com seus alunos da primeira série, ela propôs  que as crianças criassem uma poupança comum a todos, o dinheiro seria  utilizado conforme a escolha definida por todos, então alguém sugeriu e  todos apoiaram a idéia de irem ao Mac Donald’s.</p>
<p>“Para crianças de classe média pareceria absurdo que fosse esse o desejo  mais acalentado daqueles alunos. Afinal, há, e como há, crianças  acostumadas a exigir dos pais consumos deste tipo, assumindo que  obtê-los, sem demora, é parte do direito natural que cabe aos filhos. E  os pais nem se apercebem do poço de ingratidão e desamor que ajudam a  cavar mimando os filhos”, cita Cássia em seu texto.</p>
<p><span id="more-3722"></span>Precisamos  concordar com a autora que diz que a solução para muitos problemas da  população está na educação, os alunos da professora continuaram se  esforçando para poupar suas pequenas economias.</p>
<p>Podemos aprender  com essa situação que quando as crianças recebem orientações como as  dessa tão empenhada professora, passam a ter uma idéia mais concreta  sobre o dinheiro e começam a valorizá-lo de uma maneira especial. O  ideal seria que todas as crianças pudessem aprender a pensar no  seu  futuro, descobrindo que administrar de forma consciente o dinheiro é uma  atitude que pode impactar em suas vidas para sempre.</p>
<p>- Quer saber mais sobre sustentabilidade e terceiro  setor? Acesse nosso <a href="http://www.institutorpc.org.br/" target="_blank">site</a>! Siga o Instituto RPC também no <a href="http://www.twitter.com/institutorpc" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p><em> Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/blog/girosustentavel/?id=1019897" target="_blank"> Gazeta do Povo </a></em></p>
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