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	<title>idéias em movimento</title>
	
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	<description>Blog da Maria Augusta Orofino</description>
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		<title>Muro de Berlim</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compartilho hoje algumas informações que pesquisei para &#8220;matar a curiosidade&#8221; de como aconteceu a queda do muro de Berlim, que hoje completa 20 anos. Esse assunto foi acompanhado por mim, na ocasião, mas à distância. Eu não era tão jovem assim para ficar fora das novidades, mas confesso que pouco estudei a respeito. Curiosamente esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho hoje algumas informações que pesquisei para &#8220;matar a curiosidade&#8221; de como aconteceu a queda do muro de Berlim, que hoje completa 20 anos. Esse assunto foi acompanhado por mim, na ocasião, mas à distância. Eu não era tão jovem assim para ficar fora das novidades, mas confesso que pouco estudei a respeito. Curiosamente esta semana, entender como os fatos aconteceram foi algo que me instigou a pesquisar. Vi filmes, assisti entrevistas e li muito sobre o assunto. Aproveito esse espaço para colocar alguns pontos. Sempre existe um tempo para tudo.  Este post é para mim mesmo. Um registro ao evento sem pretender colocar  algo inédito e que não possa ser acessado em sites mais apropriados. A fonte é a  <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u648178.shtml" target="_self">Folha de São Paulo on line</a>, acesso em 9/11/2009.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">As imagens da noite histórica quando os alemães orientais juntaram-se diante do Muro para atravessar a fronteira dominaram a programação da televisão alemã e capas de revistas e jornais. A construção da barreira que dividia a capital alemã despontou na paisagem da cidade em apenas uma noite &#8211;do dia 12 para o dia 13 de agosto de 1961. O Muro foi resultado de um decreto aprovado pela Câmara do Povo da República Democrática Alemã (RDA) em 12 de agosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente construída com arame farpado e blocos, a barreira foi substituída por uma série de muros de concreto que chegavam a cinco metros de altura e 120 km de extensão. A segurança era fortalecida por arame farpado, torres de vigilância, um campo minado e muitos guardas. A medida drástica foi uma reação à fuga de alemães do oeste que ameaçava a estabilidade da RDA, com a perda de cerca de 3 milhões de pessoas &#8211;a maioria trabalhadores qualificados e intelectuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo um estudo publicado este ano, ao menos 136 pessoas morreram na tentativa de cruzar o Muro entre 1961 e 1989. Milhares de pessoas efetivamente conseguiram atravessar a fronteira, utilizando túneis, aviões, compartimentos secretos em carros e outras fugas espetaculares. Na noite de 9 de novembro de 1989, o mundo assistiu incrédulo o espetáculo de milhares de alemães orientais apertando as mãos dos compatriotas no Ocidente, após a inesperada abertura das passagens com o anúncio equivocado de um porta-voz mal informado. Esta cena simbólica da história alemã guarda um capítulo curioso. Embora fosse iminente, a derrubada do Muro foi precipitada pelo equívoco do porta-voz do partido comunista, Gunter Schabowski, que mal chegou de viagem e foi encarregado de anunciar novas medidas sobre concessão de vistos para atravessar o Muro.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a RDA já mostrasse sinais de enfraquecimento, assim como todo o mundo socialista, o governo do Partido Socialista Unitário (PSU) não estava preparado para a comoção causada pelo anúncio de Schabowski na noite de 9 de novembro de 1989 de que a limitação imposta pelo Muro caíra &#8220;imediatamente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A reunião</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diante da fuga em massa pelas fronteiras vizinhas recém-abertas e milhares de refugiados alemães nas embaixadas, o governo dá ao Conselho de Ministros a missão de desenhar uma regulação de viagens o mais rápido possível. A ideia é conceder visto permanente para a Alemanha Ocidental, mas apenas após a aprovação do pedido.</p>
<p style="text-align: justify;">As visitas comuns, também submetidas a uma aprovação e com a documentação correta, serão permitidas por até 30 dias por ano. Tudo diante do prospecto de que apenas 4 milhões de alemães orientais tinham passaporte &#8211;documento essencial para o visto&#8211; e que qualquer pedido demoraria ao menos quatro semanas para ser avaliado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na noite de 9 de novembro, o politburo e o Comitê Central aprovam a regulamentação. O então líder comunista, Egon Krenz, entrega os documentos para Schabowski, que deve anunciá-la ao público em entrevista a jornalistas marcadas para às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A entrevista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na entrevista a jornalistas, transmitida ao vivo pela TV estatal da RDA, Schabowski lê em voz alta o documento para os jornalistas. De férias, ele não estava presente na reunião do conselho e nem quando Krenz leu o documento para o Comitê Central.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando vai entrar em vigor?&#8221;, pergunta um jornalista. Com olhar perdido, Schabowski diz que o prazo não havia sido discutido com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele então coça a cabeça e folheia o documento, que diz que o press release não deve ser divulgado até o dia seguinte. Ele então observa as palavras &#8220;sem atraso&#8221; e &#8220;imediatamente&#8221; no começo do documento. Sua resposta é curta: &#8220;Imediatamente, sem atraso&#8221;. Poucos minutos depois, às 19h01, a entrevista acaba.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Manchete</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O anúncio de Schabowski vira a principal história dos noticiários do horário nobre. Sem muitos detalhes, a imprensa do Ocidente preenche as lacunas com interpretação própria. Às 19h15, a manchete da agência Associated Press é &#8220;RDA abre as fronteiras&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo está em um beco sem saída. Anunciada na televisão, a notícia da abertura da fronteira deixa a cidade em euforia. Depois de 28 anos, os alemães orientais saem de casa rumo ao outro lado de Berlim, muitos ansiosos para rever parte da família separada pela barreira. A declaração de Schabowski coloca o governo num beco sem saída.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcha ao Muro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As ruas lotam. As pessoas chegam a pé ou a bordo dos Trabants, os carros de produção local. Começam a se formar filas de carros para atravessar a fronteira, que chegam a mais de 100 quilômetros. Estimativas indicam que até 1 milhão de pessoas se aglomeram no lado oriental da fronteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproximadamente às 22h, diante da multidão e sem nenhuma orientação oficial sobre como reagir, os guardas que chegaram a matar quase 200 pessoas que tentaram fugir pelo Muro são obrigados a ceder e simplesmente abrir os portões. Primeiro, abrem o portão de Bornholmer Strasse, no subúrbio, e depois o portão central de Brandemburgo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Picaretas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas sobem e dançam em cima do Muro. Com picaretas ou que estivesse às mãos, os alemães começam a destruir o Muro e muitos guardam pedaços como recordação de um momento que já se sabia histórico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trabalho longo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A barreira, contudo, só seria efetivamente destruída em 13 de junho do ano seguinte, quando o governo escala 300 soldados para o trabalho que leva seis meses. Alguns pedaços, contudo, são mantidos e hoje fazem parte do patrimônio histórico de Berlim.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</blockquote>
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		<title>Marcelo Gleiser e os 40 anos da internet</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Gleiser]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresento artigo de Marcelo Gleiser, sobre os quarenta anos da internet, publicado na Folha de São Paulo. Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro &#8220;A Harmonia do Mundo&#8221;, entre outros.
40 anos de Internet

Faz 40 anos que os computadores de Leonard Kleinrock, da Universidade da Califórnia em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresento artigo de Marcelo Gleiser, sobre os quarenta anos da internet, publicado na Folha de São Paulo. Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro &#8220;A Harmonia do Mundo&#8221;, entre outros.</p>
<p><strong>40 anos de Internet</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Faz 40 anos que os computadores de Leonard Kleinrock, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e de Douglas Engelbart, do Instituto de Pesquisas na Universidade de Stanford, foram conectados por uma &#8220;linha especial&#8221; da Arpanet, um sistema de apenas quatro computadores que faziam parte de um projeto do Departamento de Defesa dos EUA.</p>
<p>Com o passar dos anos, o sistema exclusivo de tráfego de informação evoluiu, saiu dos laboratórios de cientistas para o público e hoje é conhecido como internet.</p>
<p>Não há dúvida de que a internet está transformando o mundo, de que vivemos em meio a uma revolução. A questão, ou uma delas, é que tipo de revolução é essa: será que a internet pode ser comparada, por exemplo, ao telefone ou ao carro, ou mesmo à imprensa de tipo móvel, que revolucionou o livro? Ou será que ela pertence a outra classe de tecnologia, que não só transforma a sociedade mas que vai além, redefinindo quem somos?</p>
<p>A questão é complicada, difícil até de ser formulada. O telefone e o carro transformaram o modo como as pessoas se comunicavam, iam ao trabalho, viajavam, viam o mundo. Como toda tecnologia que se torna de uso público, primeiro começaram pequenos, com alcance limitado: eram poucas as linhas telefônicas e as estradas.</p>
<p>Aos poucos, as coisas foram crescendo e, em meados do século 20, telefones e estradas estavam pelo mundo todo. Uma diferença bem importante é que a internet, por ser acessível por computadores, é bem mais aberta aos jovens. Telefones celulares também; os jovens têm a sua privacidade, o seu espaço virtual separado do dos pais e irmãos. A comunicação é tão fácil e rápida que chega a tornar o contato direto, em carne e osso, desnecessário.</p>
<p>Talvez seja uma preocupação dos meus leitores mais velhos, que, como eu, nutriam as amizades no campo real e não por meio de sites como Facebook e Twitter, mas será que a internet nos fará desaprender como nos relacionar diretamente com outros seres humanos?</p>
<p>Deixando esse tipo de preocupação de lado, se olharmos para a história da civilização, veremos que podemos contá-la como uma história da tecnologia. À medida que novas tecnologias foram sendo desenvolvidas, do controle do fogo e da rotação de terra, da agricultura até a roda, o arado e os transistores e semicondutores usados em aparelhos eletrônicos, nossa história foi, em grande parte, determinada pelas nossas máquinas. Valores e interesses mudam, e visões de mundo se transformam de acordo com nossos instrumentos.</p>
<p>O <em>Homo Habilis</em>, nosso ancestral que usou ferramentas pela primeira vez, evoluiu rumo ao <em>Homo sap</em>iens e, agora, este se transforma no <em>Homo Conectus</em>. Será que nossos avanços tecnológicos são, hoje, a principal mola da nossa evolução como espécie? Nesse caso, será que a tecnologia está redefinindo o que significa ser humano?</p>
<p>Descontando uma grande devastação biológica, como uma epidemia de proporções globais ou um cataclismo climático ou ecológico, somos donos da nossa evolução: nossa transformação como espécie ocorre muito menos devido a mutações aleatórias e ao processo de seleção natural do que, por exemplo, devido a um maior intercâmbio racial, à melhor alimentação e aos avanços da medicina, à integração de tecnologias diversas com o corpo (marca-passos, órgãos e membros artificiais) e com a mente (drogas que mudam nossas emoções, implantes nos olhos e ouvidos, chips no cérebro).</p>
<p>A internet talvez represente uma nova fronteira, a da integração coletiva da humanidade a um nível sem precedentes. Se não no mundo real, ao menos no virtual.</p></blockquote>
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		<title>Cegueira momentânea</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neuro ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociencia]]></category>
		<category><![CDATA[redes neurais]]></category>

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		<description><![CDATA[Todas as pessoas passam por momentos de total distração, quando parecem flutuar no espaço e acabam tropeçando em algo que está em seu caminho. Isto é o que pesquisadores chamam de &#8220;cegueira não-intencional,&#8221; uma incapacidade momentânea de perceber objetos à nossa volta. Pesquisadores da Universidade de Washington resolveram testar a teoria da &#8220;cegueira não-intencional&#8221; quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todas as pessoas passam por momentos de total distração, quando parecem flutuar no espaço e acabam tropeçando em algo que está em seu caminho. Isto é o que pesquisadores chamam de &#8220;cegueira não-intencional,&#8221; uma incapacidade momentânea de perceber objetos à nossa volta. Pesquisadores da Universidade de Washington resolveram testar a teoria da &#8220;cegueira não-intencional&#8221; quando as pessoas estão às voltas com algo um pouco mais intencional do que uma distração fortuita: o uso do telefone celular.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa acompanhou casos reais de pessoas que estavam usando seus telefones celulares no seu dia-a-dia. Ao identificar as pessoas na rua, já usando os celulares, os pesquisadores faziam com que um palhaço passasse à sua frente, andando em um monociclo. Apenas 25% das pessoas que estavam usando o celular perceberam a passagem do palhaço bem à sua frente. Os usuários de celulares foram os mais distraídos de todos os grupos, que incluíram pessoas ouvindo iPod, casais conversando e pessoas andando sozinhas, sem uso de nenhum aparelho. As pessoas que andavam sozinhas perceberam a passagem do palhaço em pouco mais de 50% das ocasiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldades para andar</p>
<p style="text-align: justify;">Em outros testes, os pesquisadores detectaram que os usuários de celulares têm dificuldades de desempenhar adequadamente mesmo as tarefas mais simples, como andar normalmente, algo que exige muito poucos recursos cognitivos. Ao usar o celular, as pessoas andam mais lentamente, mudam de direção mais frequentemente, saem do seu caminho e só muito raramente percebem outras pessoas ao seu lado. &#8220;Se as pessoas têm dificuldades de andar quando usam o celular, imagine o que isto significa quando elas estão dirigindo. As pessoas não devem dirigir falando ao celular,&#8221; diz a Dra Ira E. Hyman, coordenadora do estudo, que será publicado no próximo exemplar do jornal Applied Cognitive Psychology. Outro resultado importante da pesquisa é que o nível de familiaridade da pessoa com o ambiente na qual ela se encontrava enquanto usava o celular não afeta a sua capacidade de percepção da situação e das pessoas à sua volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Adaptado do <a href="http://diariodasaude.com.br/news.php?article=uso-celular-causa-cegueira-nao-intencional&amp;id=4652" target="_blank">Diário da Saúde</a></p>
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		<title>Serviços e Gestão do Conhecimento</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços apresentam uma série de características subjetivas ou imateriais que estão vinculadas à percepção do cliente por isso é necessário incluir o conhecimento nos mesmos a partir do compartilhamento dos seus processos. De difícil mensuração e altamente subjetivo, os serviços são parte inerente do nosso dia-a-dia e da vida das organizações. Pode-se entender por serviço, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Serviços apresentam uma série de características subjetivas ou imateriais que estão vinculadas à percepção do cliente por isso é necessário incluir o conhecimento nos mesmos a partir do compartilhamento dos seus processos. De difícil mensuração e altamente subjetivo, os serviços são parte inerente do nosso dia-a-dia e da vida das organizações. Pode-se entender por serviço, a ação ou o seu desempenho que possa resultar em uma transação comercial, que seja intangível e tenha a participação do cliente e do agente da ação.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos duas situações reais para exemplificar. A primeira situação ocorre quando um cliente, com muita pressa, entra em um grande supermercado. Procura rapidamente os itens que necessita e se dirige para as inúmeras filas frente ao check out. Este espaço comercial recentemente passou por uma grande reforma, duplicou o espaço de gôndolas, modificou e ampliou o portfólio de produtos e duplicou o número de check outs. Como é possível então ter filas “quilométricas”? Certamente o processo de serviço não está adequado e os atendentes desmotivados, lentos e despreparados para prestar o serviço. O cliente, certamente sai insatisfeito, reclamando e criticando o “desserviço”.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda situação acontece numa sexta feira, véspera de feriado, onde uma cliente consegue, depois de muita insistência, agendar um tratamento em seu cabelo em um pequeno estabelecimento de serviço do gênero. Pode-se afirmar que o local não tem glamour nem apelo visual. É um pequeno “salão de beleza”, e que sempre está com as agendas lotadas. Como a cliente desejava muito obter o serviço, a proprietária lhe diz que não tinha mais agenda, mas que o trabalho poderia ser feito com outra pessoa a quem ela havia treinado e que estava preparada para prestar o serviço. No primeiro momento a cliente fica em dúvida, mas como precisava muito, aceitou. No horário agendado, a cliente é atendida pela nova profissional. Durante todo o processo em que o serviço era executado, a proprietária mais experiente e confiante observava e dava orientações precisas à nova profissional, de forma a garantir a tranqüilidade da cliente. Depois de uma hora de atendimento, o serviço é concluído e a cliente sai satisfeita.</p>
<p style="text-align: justify;">Valendo-se do primeiro exemplo, pode-se observar que as enormes filas e o mau atendimento no check out resultou em uma qualidade aquém do que o cliente tem como expectativa ao entrar em um grande supermercado. Por outro lado, a percepção do segundo exemplo evidencia a pertinência e a importância na transferência de conhecimento como melhoria continua na operação de um serviço.  As condições do processo do serviço e a flexibilidade dependerão dos conhecimentos nele incorporados.</p>
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		<title>Inércia de um evento</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organização de eventos]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Inércia]]></category>

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		<description><![CDATA[O significado de &#8220;inércia&#8221;, para a física é a propriedade que os corpos têm de persistir no estado de repouso (ou de movimento) enquanto não intervém uma força que altere esse estado. Tal princípio, formulado pela primeira vez por Galileu e, posteriormente, confirmado por Newton, é conhecido como primeiro princípio da Dinâmica (1ª lei de Newton) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O significado de &#8220;inércia&#8221;, para a física é a propriedade que os corpos têm de persistir no estado de repouso (ou de movimento) enquanto não intervém uma força que altere esse estado. Tal princípio, formulado pela primeira vez por Galileu e, posteriormente, confirmado por Newton, é conhecido como primeiro princípio da Dinâmica (1ª lei de Newton) ou princípio da Inércia.</p>
<p style="text-align: justify;">Costumo dizer que em todo início de planejamento de um evento existe uma inércia natural que será alterada somente com movimentos intencionais e determinados e que conduzirá ao resultado pretendido. Explico-me. Quando iniciamos o processo de planejamento de um evento, muitos aspectos ainda não estão definidos porque não dispomos de informações essenciais tais como: local do evento; palestrantes que serão convidados e que aceitarão o convite; a procedência e temática dos palestrantes convidados; patrocinadores e potenciais parceiros que responderão afirmativamente ao convite formulado e assim por diante.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal qual a primeira lei de Newton, um evento permanecerá em repouso ou não até que uma força venha interferir nesse estado. Esse momento inicial de &#8220;repouso&#8221; é extremamente importante para que ao darmos inicio efetivamente, tenhamos as diferentes variáveis devidamente pautadas e identificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse estado de &#8220;inércia&#8221; acontecerá até que os organizadores tenham a certeza que devem imprimir um movimento e dar inicio ao processo de organização propriamente dito. E como tal deverá ser respeitado. Sempre afirmo isso ao ver que alguns promotores ou &#8220;donos&#8221; de eventos insistem em eliminar etapas e não consideram que existe uma dinâmica própria do processo a ser respeitada. Ilustro com uma mensagem que recebi via email e cujo autor desconheço sobre a borboleta e o casulo. Aqui utilizo este exemplo como uma metáfora do processo inercial de organização de um evento.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.  Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. O homem decidiu ajudar a borboleta. Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!  Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.</p>
<p>O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço<br />
necessário para a borboleta passar através da pequena abertura eram o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Minha experiência em planejar e organizar eventos, tanto científicos como empresariais, diz que esse momento de espera e de definições via de regra, é comparável a passagem da borboleta pelo casulo. Não adianta querer reduzir o trajeto e imaginar que &#8220;uma tesoura&#8221; irá favorecer o resultado final. Há que viver o paradoxo da espera e da paciência diante da emergência da organização de um evento.</p>
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		<title>A Marina é Ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[ESPM]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Bortoluzzi]]></category>

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		<description><![CDATA[Rigor primoroso em tudo o que faz. O que faz, faz bem feito. Poder-se-ia até dizer que beira a uma certa mania de perfeição. Mas ela sempre foi assim. Um dia, quando ela tinha apenas quatro anos, eu a estava vestindo para a ir para a escola. Fazia muito frio e eu peguei uma &#8220;meia-calça&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mariaaugusta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/165.JPG"><img class="alignleft size-medium wp-image-759" title="Marina Bortoluzzi" src="http://www.mariaaugusta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/165-300x225.jpg" alt="Marina Bortoluzzi" width="300" height="225" /></a>Rigor primoroso em tudo o que faz. O que faz, faz bem feito. Poder-se-ia até dizer que beira a uma certa mania de perfeição. Mas ela sempre foi assim. Um dia, quando ela tinha apenas quatro anos, eu a estava vestindo para a ir para a escola. Fazia muito frio e eu peguei uma &#8220;meia-calça&#8221;, para colocar por debaixo do agasalho. Essa meia-calça já tinha sido usada e tinha um pequeno furo. Ao perceber o furo, ela questionou porque eu estava colocando nela. Eu respondi: olha, está frio, e ninguém vai ver esse furinho. E ela peremptoriamente me respondeu: mas eu estou vendo. Diante disso, eu troquei a meia.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, no decorrer da fase da escola primária e secundária, tudo sempre foi feito com detalhes. Interessante que não era a melhor aluna da sala, ou a mais &#8220;CDF&#8221;. Na minha avaliação, às vezes eu achava até que poderia ir melhor.  Mas desde pequena, gostava de &#8220;se vestir&#8221; com toalhas de banho e fazer arranjos inventando roupas e trajes. Ficava horas na frente do espelho do meu quarto inventando e criando cenas.  Uma vez eu estava vendo na TV um desfile de modas e a questionei sobre a praticidade das roupas que eram apresentadas. Ela, com uns quinze anos, me respondeu: Mãe, tens que entender que esses desfiles são apenas expressão da arte. Não importa se terão ou não utilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tudo o que eu ouvia e via, sempre aprendia com ela. A primeira opção no vestibular foi para a Faculdade de Moda. Mas na ocasião era exigido um teste de aptidão para o desenho e ela não foi aprovada. Na verdade, ela não dava muita importância para aquilo que para ela não era relevante. Entender de física e matemática para passar em um vestibular, não cabia na mente de uma pessoa tão determinada e prática. </p>
<p style="text-align: justify;">Os vestibulares ocorriam com algumas semanas de diferença. Ao optar por moda, também decidiu que faria o vestibular para o curso de Publicidade e Propaganda. E foi aprovada para este. Com apenas um semestre de curso realizado, apareceu um concurso para estagiário em uma grande agência de publicidade e ela participou da seleção. Fez a inscrição, enviou o portfólio e venceu o concurso. Anos depois, eu tive a oportunidade de conhecer a equipe que havia trabalhado com ela e fiquei sabendo que ela tinha sido a única candidata que na entrevista determinou a área que gostaria de trabalhar: redação publicitária.</p>
<p style="text-align: justify;">Fez com louvor o curso de publicidade. Na ocasião o TCC foi considerado uns dos melhores do curso e serviu de referência e promoveu grandes mudanças na empresa que foi beneficiada com o projeto. Trabalhou como redatora por alguns anos até que um dia, ao ler uma revista, viu uma matéria no canto esquerdo inferior da página. Prá quem conhece diagramação sabe que este é o pior lugar para se colocar uma matéria. E essa nota não tinha mais do que uns sete por dez centímetros. Mas com o seu olhar de lince, viu a referência sobre uma nova carreira que surgia no mundo &#8220;CoolHunter&#8221;. E me disse: vou fazer esse curso. Ocorre que o tal curso só tinha em Nova York, Londres e Itália. Depois de algum tempo procurando, ela encontrou uma escola que a aceitasse. Pediu demissão do trabalho, estudou italiano com afinco por um mês e foi para a Itália onde fez o curso durante quatro meses. No retorno da Itália, me falou: Florianópolis tem sol, mas não tem a empresa em que eu devo trabalhar. Vou para Porto Alegre. E foi. Isso já faz quase três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse período, decidiu fazer uma pós em marketing de moda. Novamente a moda. Novamente as lembranças das toalhas enroladas no corpinho de criança quando brincava. Foram complementares aos seus estudos na área que sempre brincou. Mas como eu já disse, não era a mais aplicada da sala, chegava algumas vezes atrasada, os prazos dos trabalhos eram negociados,  mas quando feitos, sempre eram bem feitos. E foi nesse sufoco, trabalhando durante toda a semana e cursando a pós de marketing de moda nos sábados, durante dois anos, que ela se dedicava a mais um desafio. E concluiu as disciplinas. Faltava o trabalho final, um TCC por ser um curso de especialização. E não seria feito de qualquer maneira. Não sendo a Marina que eu conheço.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram algumas semanas de dedicação intensiva. Pediu uns dias de férias, veio para Florianópolis para poder ficar focada no trabalho, mergulhou dia e noite. Notívaga, iniciava os trabalhos por volta das duas horas da tarde e só parava às seis horas da manhã. Dormia pela manhã e virava a noite. Foram quinze dias em que só parava para fazer as refeições, tomar um banho e seguir novamente na frente do computador.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado chegou hoje. A ESPM, Escola Superior de Propaganda e Marketing havia selecionado o trabalho dela como um dos cinco melhores de todos os TCC&#8217;s do ano de 2009 em toda a Escola situada em Porto Alegre. Por várias questões não pude estar presente na festa, mas fiquei emocionada ao receber a mensagem pelo celular: Ganheiiiii ouro !!! &#8211; Marina, filha querida, és ouro. Ouro Fino. Parabéns.</p>
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		<title>Produtos verdes ou licença para pecar?</title>
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		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/10/27/produtos-verdes-ou-licenca-para-pecar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Os pesquisadores comprovaram que comprar produtos ecológicos pode levar as pessoas a adotarem comportamentos menos altruístas &#8211; e até mesmo torná-las mais suscetíveis a roubar e a mentir &#8211; do que quando elas compram produtos normais, de acordo com estudos a serem publicados na revista Psychological Science.
Comprar produtos que afirmam terem sido fabricados com técnicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores comprovaram que comprar produtos ecológicos pode levar as pessoas a adotarem comportamentos menos altruístas &#8211; e até mesmo torná-las mais suscetíveis a roubar e a mentir &#8211; do que quando elas compram produtos normais, de acordo com estudos a serem publicados na revista Psychological Science.</p>
<p style="text-align: justify;">Comprar produtos que afirmam terem sido fabricados com técnicas de baixo impacto ambiental pode criar &#8220;credenciais morais&#8221; nas mentes das pessoas que lhes dão uma espécie de licença para comportamentos egoístas ou questionáveis. &#8220;Isso não significa que se deve sair acusando pessoas que compram produtos verdes. A mensagem é maior,&#8221; diz Nina Mazar, da Universidade de Toronto, no Canadá. &#8220;No final das contas, se nós fazemos algo moralmente correto, isso não implica necessariamente uma superioridade moral em outras coisas também.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mazar, juntamente com o seu colega Chen-Bo Zhong, realizaram três experimentos. O primeiro revelou que consumidores de produtos verdes tendem a ser mais cooperativos, altruístas e éticos do que aqueles que compram produtos convencionais. O segundo experimento mostrou que os participantes que eram simplesmente expostos aos produtos de uma loja verde compartilharam mais dinheiro em um jogo experimental subsequente, mas aqueles que realmente fizeram compras nessa loja compartilharam menos. O experimento final revelou que os participantes que compraram itens em lojas de produtos ecológicos mostraram evidências de mentir e roubar dinheiro em um jogo subsequente feito em laboratório.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que as pessoas estão conscientes dessa onda moral verde na qual estão embarcando quando compram produtos ecologicamente corretos e, mais importante, estarão elas conscientes da licença que possam sentir para quebrar outros padrões éticos? Os professores Mazar e Zhong afirmam não ter essa resposta, mas e esperam explorar estas questões em pesquisas futuras.</p>
<p> Fonte: Adaptado do site <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=comprar-produtos-ecologicos-serve-como-licenca-mau-comportamento&amp;id=4639" target="_blank">Diário da Saúde</a></p>
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		<title>A Lição do Bambu</title>
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		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/10/26/a-licao-do-bambu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Bambu]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi este texto por email e não consegui localizar o autor. Se ao ler você identificar a autoria, peço que me comunique que farei o ajuste no post. Compartilho essa lição gratuita que a natureza nos oferece.

A semente do bambú, um incrível arbusto, depois de plantada não aparece durante cinco anos. Todo o crescimento é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mariaaugusta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/bambu.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-753" title="Lição do Bambu" src="http://www.mariaaugusta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/bambu.jpg" alt="Lição do Bambu" width="150" height="113" /></a>Recebi este texto por email e não consegui localizar o autor. Se ao ler você identificar a autoria, peço que me comunique que farei o ajuste no post. Compartilho essa lição gratuita que a natureza nos oferece.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A semente do bambú, um incrível arbusto, depois de plantada não aparece durante cinco anos. Todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos.  Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava&#8230;  </p>
<p style="text-align: justify;">O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos, especialmente no nosso trabalho, que é sempre um grande projeto em nossas vidas.  A lembrança do crescimento do bambu chinês é uma forma de não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgem diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha sempre dois hábitos: persistência e paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos.  É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.</p>
</blockquote>
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		<title>Telepresença substitui viagem profissional</title>
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		<comments>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/10/25/telepresenca-substitui-viagem-profissional/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 18:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[idéias em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Ethevaldo Siqueira &#8211; O Estado de São Paulo

Nenhuma tecnologia supera em qualidade o encontro pessoal, presencial, face a face, em entrevistas ou reuniões. Mas, quando se trata de conectar profissionais distantes, em cidades, países ou até continentes diferentes, em encontro virtual por meio de um sistema tão avançado quanto o da Telepresença, as vantagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;">Fonte: Ethevaldo Siqueira &#8211; O Estado de São Paulo</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nenhuma tecnologia supera em qualidade o encontro pessoal, presencial, face a face, em entrevistas ou reuniões. Mas, quando se trata de conectar profissionais distantes, em cidades, países ou até continentes diferentes, em encontro virtual por meio de um sistema tão avançado quanto o da Telepresença, as vantagens dessa tecnologia superam largamente o distanciamento físico.</p>
<p>Executivos e jornalistas são os primeiros profissionais a usufruir os benefícios da Telepresença, novo meio de comunicação multimídia, com imagens em alta definição e tamanho natural, desenvolvida originalmente pela Cisco. Tenho usado com alguma frequência o novo sistema. Há poucos dias, entrevistei simultaneamente três cientistas: um em Londres, outro em Nova York e o terceiro em São Francisco. Além de entrevistá-los em conjunto, com o benefício adicional dos comentários recíprocos, num tempo recorde, atingi meu objetivo de trabalho sem ter que viajar para aquelas três cidades.</p>
<p>Imagine, leitor, a demora, os transtornos e o preço dessas entrevistas se eu tivesse que viajar fisicamente, para fazer as mesmas entrevistas, de forma presencial, face a face. Em primeiro lugar, teria que voar um total de mais de 60 horas, sem contar o tempo de espera de 8 a 10 horas em aeroportos. Seria obrigado a enfrentar o aborrecimento das filas, controles de passaportes ou, pior, as medidas de segurança. Minhas despesas totais superariam US$ 20 mil, em passagens, hotéis, táxis e refeições.</p>
<p>Mais do que economizar tempo e dinheiro, senti a alegria de estar contribuindo para a redução da poluição e, em especial, do aquecimento global. As empresas, por sua vez, além de ganhar tempo e aumentar a produtividade, podem economizar anualmente verdadeiras fortunas em viagens, hotéis, táxis e restaurantes de seus executivos. O único fator de limitação hoje passa a ser o fuso horário de cada interlocutor.</p>
<p>O uso da Telepresença cresce rapidamente no Brasil e no mundo. Embora ainda tenha sabor de novidade para jornalistas, já se torna rotina para muitos executivos.</p>
<p>NATURALIDADE</p>
<p>O novo sistema de comunicação permite aos interlocutores ampliar sua experiência pessoal, como se estivessem frente a frente, interagindo e colaborando com todos os recursos de multimídia, informática e telecomunicações.</p>
<p>O realismo das imagens de alta definição e do tamanho natural nos dá a sensação perfeita de que as pessoas estão ali presentes, diante de nós. As imagens dos participantes, complementadas por efeitos visuais avançados e recursos de áudio de alta qualidade, nos dão até a percepção da expressão facial e da voz dos interlocutores, sem qualquer distorção. Além disso, podemos trocar documentos, textos ou programas de computador.</p>
<p>Como comparar os sistemas tradicionais de videoconferência com a Telepresença? Embora seja muito mais barato, o velho sistema de videoconferência é muito mais difícil de programar e usar. Além disso, não proporciona imagens de alta qualidade. No caso da Telepresença, as câmeras são posicionadas para proporcionar automaticamente uma melhor cobertura da sala. Desse modo, os participantes não precisam ajustá-las durante as reuniões.</p>
<p>PARA QUE EMPRESAS?</p>
<p>A Telepresença não é indicada para qualquer empresa, mas para aquelas que fazem elevado número de reuniões executivas em diferentes localidades ou necessitem de comunicação frequente com grandes clientes. Seu objetivo central é reduzir o número de viagens corporativas e, assim, contribuir para a preservação do meio ambiente.</p>
<p>Além da redução das despesas de viagens, o uso dessa nova tecnologia melhora a comunicação entre clientes, parceiros e colaboradores, desenvolve melhor relacionamento, amplia a confiança e proporciona maior compreensão das diferenças culturais.</p>
<p>Por sua naturalidade e espontaneidade, a Telepresença permite também maior integração de colaboradores que trabalham em diferentes unidades. Reduz o tempo de comercialização, ao tornar as decisões mais rápidas e inteligentes. Com o aumento do tempo líquido de lazer, contribui para a elevação da qualidade de vida dos funcionários.</p>
<p>Entre os benefícios do uso da Telepresença, o ponto alto é, a meu ver, o impacto positivo no ambiente, como resultado direto da redução do número de viagens de avião. As corporações se tornam efetivamente mais verdes.Um sistema de Telepresença pode conectar até 48 telas simples (single screens) em comunicação simultânea. Ou seja, é possível ter até 48 telas, com 96 pessoas em uma única reunião.</p>
<p>Qual é o investimento para se montar uma sala de Telepresença? De acordo com a necessidade dos clientes, pode variar de US$ 50 mil a US$ 300 mil. Este valor refere-se apenas à compra dos equipamentos. O retorno do investimento (ROI, na sigla em inglês) desses projetos costuma ser bem rápido, considerando os custos das viagens de seus profissionais. A Dimension Data, empresa integradora de salas de Telepresença, em nome da Cisco, acaba de realizar a integração de 50 unidades da Procter &amp; Gamble em 23 países, inclusive o Brasil.</p></blockquote>
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		<title>The fun theory – divertido é melhor</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias divertidas]]></category>
		<category><![CDATA[idéias em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[The fun theory]]></category>

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		<description><![CDATA[A Volkswagen teve a iniciativa em  criar um projeto revertido em um site denominado The Fun Theory - http://www.thefuntheory.com/. O site é dedicado ao pensamento de que algo tão simples quanto divertido é a forma mais fácil para mudar o comportamento das pessoas para melhor. Quer para a pessoa, ou para o ambiente, ou algo totalmente diferente, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Volkswagen teve a iniciativa em  criar um projeto revertido em um site denominado <a href="http://www.thefuntheory.com/" target="_blank">The Fun Theory</a> - <a href="http://www.thefuntheory.com/">http://www.thefuntheory.com/</a>. O site é dedicado ao pensamento de que algo tão simples quanto divertido é a forma mais fácil para mudar o comportamento das pessoas para melhor. Quer para a pessoa, ou para o ambiente, ou algo totalmente diferente, a única coisa que importa é que seja para mudar para melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Criaram um concurso que premiará as idéias que comprovem que  &#8220;fazer divertido&#8221; é a melhor saída para os dias atuais e oferecem um prêmio de 2.500 Euros para o ganhador. O <a href="http://www.thefuntheory.com/?q=rolighetsstipendiet" target="_blank">regulamento do concurso </a>expressa: “Encontre a sua própria evidência para a teoria de que a diversão é a melhor maneira de mudar o comportamento para melhor. Para si mesmo, para o ambiente ou algo inteiramente diferente. Suas configurações devem ser apresentadas com uma breve declaração escrita, além de uma visualização da idéia em si. Poderia ser um simples esboço, fotos ou um filme de um protótipo. Você decide o que vai fazer justiça a sua entrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Idéias geniais estão surgindo como a experiência da escada piano.  A ação, feita em conjunto pela agência de publicidade DDB e pela Volkswagen, foi implantada em um metrô de Estocolmo, na Suécia. Imagine-se descendo as escadas do metrô, como faz todos os dias, e começa a ouvir sons de piano, tocados em ritmo que vai de acordo com os seus passos. Essa foi a proposta da agência de publicidade DDB em uma parceria com a Volkswagen. As duas empresas se reuniram para criar um experimento que comprovasse a Fun Theory e estimulasse as pessoas a mudarem seus hábitos pela &#8220;diversão&#8221;.  A experiência ocorreu na capital da Suécia, Estocolmo. O resultado foi surpreendente e ampliou o uso das escadas em 66%. O resultado você confere no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2lXh2n0aPyw" target="_blank">vídeo.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Outras experiências podem ser conferidas no <a href=" http://www.thefuntheory.com/" target="_blank">site do projeto </a>- http://www.thefuntheory.com/</p>
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