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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Mais Tráfego</title><link>http://www.maistrafego.pt</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><description>Mais Tráfego - Criamos Webmasters. Comunidade de webmasters de Portugal</description><language>pt-PT</language><lastBuildDate>Tue, 04 Sep 2012 13:16:06 PDT</lastBuildDate><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><feedburner:info uri="maistrafego" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>maistrafego</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Entrevista com Ana Martelo – Freelancer</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/lwmPOdxmPUQ/entrevista-com-ana-martelo-freelancer</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>freelance</category><category>entrevista</category><category>webmastering</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Tue, 04 Sep 2012 11:43:16 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=5171</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Depois de uma primeira entrevista com o Eduardo Santos e <a title="Jóni Oliveira" href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster">da última</a> com o Jóni Oliveira trazemos hoje uma entrevista com Ana Martelo, ela que é Freelancer nas áreas de Fotografia, Produção de Conteúdo e Design. Para além disso é ainda <a title="Ana Martelo" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=4681">membro da equipa de moderação do Mais Tráfego</a> e está registada na comunidade desde 25 de Julho de 2009.</p>
<h3>Entrevista</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1-Em primeiro lugar apresenta-te Ana, diz-nos a tua idade, onde vives, o que fazes neste mundo online e à quantos anos andas por aqui.</h4>
<p>Antes demais gostaria de agradecer a oportunidade e o reconhecimento pela minha pessoa para esta entrevista!</p>
<p>Bem, eu tenho 25 anos, sou das praias da zona de Aveiro e trabalho como freelancer em três áreas complementares à coisa de 3 anos a tempo inteiro. Trabalhado como fotógrafa, designer e blogger a tempo inteiro e estas são as minhas fontes de rendimento no momento!</p>
<h4>2-Explica-nos mais ou menos como começaste a trabalhar como freelancer e porquê.</h4>
<p style="text-align: left">Apesar de já trabalhar como Freelancer em fotografia e design de forma esporádica, a minha entrada no mundo freelancer a tempo inteiro surgiu depois de uma má experiência num jornal diário regional. Trabalhei durante alguns meses lá, com uma pressão enorme e horários completamente impossíveis de aguentar, levando assim a problemas de saúde que me fizeram sair de lá e não trabalhar alguns meses. Como as contas continuavam a existir e as despesas tinham de ser pagas, tinha que arranjar uma forma de ganhar dinheiro, por isso comecei a tentar arranjar trabalhos fotográficos e de design no mundo online, mas o início é sempre complicado e por isso o blogging e a produção de conteúdo veio colmatar essa falha que estava a existir. Depois de estabilizar a minha saúde podia muito bem arranjar outro tipo de trabalho, mas a verdade é que gosto disto, gosto do que faço e essencialmente, gosto de ser eu a comandar o meu dia-a-dia !</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-ana-martelo-freelancer/ana-martelo-design-fotografia-e-blogging" rel="attachment wp-att-5178"><img class="aligncenter  wp-image-5178" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/08/Ana-Martelo-Design-Fotografia-e-Blogging-1024x997.png" alt="" width="491" height="478" /></a></p>
<h4>3-Uma coisa que não vejo em nenhuma das tuas entrevistas anteriores são os motivos que te levaram a deixar a universidade, será que nos podes dizer agora quais foram?</h4>
<p>Deixei a Universidade por dois motivos distintos: o curso sofreu alterações do plano curricular depois de eu ter entrado, surgindo cadeiras que não me interessavam e fugindo à multimédia que era o que realmente me interessava, por isso acabei por não gostar do curso e das novidades apresentadas. Por outro lado, a situação financeira do momento não era a melhor, depois de entrar na universidade saí de casa dos pais e tornei-me independente, tornando assim as coisas ainda mais complicadas do que na realidade eu pensava que iam ser. Tive que fazer uma escolha, ou continuava a universidade mas tinha que voltar para a casa dos pais, ou mantinha a independência e adiava a formação para quando fosse possível!</p>
<h4>4-Achas que a produção de conteúdo é a área mais rentável no mundo online? Diz-nos mais ou menos quantos clientes tens num mês se for possível.</h4>
<p>Não, de todo! A produção de conteúdo está &#8220;pela hora da morte&#8221;, como se costuma dizer. Eu comecei há 3 anos, logo tenho uma carteira de clientes completamente estabilizada e com avenças semanais e mensais que me dão a segurança financeira que preciso. Mas no último ano tem aparecido muitos produtores de conteúdo de grande qualidade e a concorrência é sempre factor negativo para a questão rentável, no entanto por enquanto ainda consigo manter o meu nível de preços e o mesmo tipo de clientes.</p>
<p>A nível de clientes, tenho 5 ou 6 clientes regulares todos os meses, com chegando à centena de artigos para cada um deles por vezes, no entanto com a minha virada para o mundo Brasileiro neste último ano, tem aparecido cada vez mais trabalho e muito mais regular do que era de esperar. Actualmente tenho uma média de 10 clientes por mês sensivelmente, sejam regulares ou esporádicos.</p>
<h4>5-Quais são os teus &#8220;ídolos&#8221; em cada uma das áreas que trabalhas e em geral.</h4>
<p>Referências, isso sim é assunto sério! Evito ao máximo falar sobre isso, até porque as pessoas vêm sempre as referências como &#8220;plágios&#8221;. No entanto, há alguns nomes que gosto muito de seguir, principalmente analisando o seu trabalho, a sua história e inspirar-me com a sua motivação.</p>
<p>Dentro da área de fotografia, as suas áreas em que trabalho são o Social e os Eventos, no primeiro o nome de referência é o <a title="Nuno Palha" href="http://www.nunopalhacasamentos.com/" target="_blank">fotógrafo Nuno Palha</a>, um excelente fotógrafo de casamentos que faz trabalhos de grande qualidade. Na área da fotografia de Concertos o nome de eleição é <a title="Rita Carmo" href="http://ritacarmo.blogspot.pt/" target="_blank">Rita Carmo</a>, é &#8220;a&#8221; mulher no mundo dos concertos e das únicas pessoas que me faz olhar horas e horas para as suas reportagens!</p>
<p>Dentro da área de Design gosto muito do trabalho do <a title="Eduardo Santos" href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-eduardo-santos-web-designer" target="_blank">Eduardo Santos (edumicro)</a> na área do webdesign, muito ao meu estilo minimalista e clean! Há também outros nomes que sigam o trabalho regularmente <a title="Carlos Gavina" href="http://carlosgavina.com/" target="_blank">Carlos Gavina</a> e Michael C.</p>
<p>Contudo, para ser um bom profissional em qualquer área é importante ser uma boa pessoa fora do trabalho. Para a minha vida tenho a referência algumas pessoas que me estão próximas no meu dia-a-dia, que me ensinaram a vingar na vida e que me apoiaram em todas as decisões que tomei, mesmo as más, que foram as mais importantes.</p>
<h4>6-Antigamente as coisas eram bem diferentes neste mundo online, será que nos podes dar uma curta visão de como era isto?</h4>
<p>Bem, acabaste de me deixar ainda mais deprimida por ser &#8220;oldschool&#8221;, mas sem problemas! Logicamente que as coisas são diferentes, há uma evolução natural na tecnologia e a própria Internet e relação da sociedade com ela ! Entrei a primeira vez na Internet com 14 anos, já lá vão mais de 10, mas só a usava para jogar, ir ao mIRC e pesquisar para trabalhos académicos. Quando voltei do trabalho no jornal os blogs estavam no auge, os fóruns eram a minha companhia e as pessoas eram mais esforçadas. Em 3 anos que passaram, desde que vivo disto diariamente, muita coisa mudou. As pessoas tornaram-se muito mais preponderantes, falsas e sobretudo deixaram de querer aprender. Há muitas pessoas que eu encontrei aqui no fórum há 3 anos atrás que sabiam tanto como eu, ou seja praticamente nada, mas hoje tornaram-se diferentes, sem qualquer tipo de humildade e isso, na minha opinião claro, é a pior coisa que podem fazer. Um passo em falso e vai tudo por água abaixo, por isso continuar a aprender e saber reconhecer o valor dos outros é essencial para se manter na Internet a tempo inteiro.</p>
<p>As possibilidades de hoje em dia no mundo online são muito maiores, há milhões de pessoas a trabalhar diariamente só na Internet e já é vista como uma<br />
oportunidade viável, ao contrário do que era há anos atrás.</p>
<h4>7-Recentemente mudas-te o teu site pessoal e a tua imagem corporativa, será que nos poderias contar melhor um pouco da história por detrás do logo e de como foi concebido. Foi concebido por ti?</h4>
<p>Sim, tudo foi concebido por mim, desde o conceito até à realização do mesmo. Depois de 3 anos com a mesma imagem gráfica a identificar o meu trabalho, já não sentia a mesma ligação com essa imagem e estava na hora de a renovar.</p>
<p>O conceito é simples, pegando nos logótipos regenerativos que estão agora a começar a ser cada vez mais usados, a ideia seria apresentar uma imagem principal e depois vertentes da mesma, não funcionando como versões alternativas, mas sim como diferentes logótipos baseados no principal. O objectivo era apresentar uma imagem diferente para cada área em que trabalho.</p>
<p>Inspirei-me na imagem da EDP e da FADU &#8211; Federação Académica do Desporto Universitário, já que usam o mesmo tipo de conceito, existindo uma vertente do logótipo para cada área de actuação.</p>
<p>A realização do mesmo era simples, todo o meu trabalho está interligado, daí os três círculos ligados entre si, apresentando os símbolos perfeitos para identificar cada uma das áreas. As cores usadas são referentes às sensações que elas me transmitem a mim mesma!</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-ana-martelo-freelancer/estacionario4-570x237" rel="attachment wp-att-5176"><img class="aligncenter size-full wp-image-5176" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/08/estacionario4-570x237.jpg" alt="" width="570" height="237" /></a></p>
<h4>8-Aconselhas a desempregados enverdarem pelo freelancer online e offline? Achas uma vantagem face ao estado da economia nos dias de hoje?</h4>
<p>Esta é uma pergunta muito complicada de responder. Se por um lado aconselho todos a enveredarem pelo Freelancer, por outro lado aviso-os já que é um mundo duro, difícil e muitas vezes ingrato.</p>
<p>Quem está agora a começar como Freelancer vai deparar-se com a principal dificuldade deste mundo: conseguir clientes. Os clientes procuram e pesquisam muito antes de contratar um Freelancer, por isso se o nome não aparece, não vai chamar a atenção do cliente. Obviamente que há excepções e nunca é negativo tentar, contudo aconselho sempre a fazerem-no de forma progressiva, isto é, se estão empregados, façam-no apenas em part-time e nunca<br />
deixando o trabalho sem que haja uma grande carteira de clientes.<br />
Se estão desempregados, então a situação é diferente! Os custos estão sempre associados à área de actuação, mas nunca é necessário grandes gastos iniciais, sendo apenas em material para trabalhar que em muitos casos já existe.</p>
<p>Hoje em dia é fácil conseguir alguns clientes esporádicos online e offline, principalmente se for um excelente vendedor. Por isso, se estão desempregados e têm uma área em que são realmente bons, não custa tentar! Crie o seu portfólio, apresente-se ao mundo e procure os clientes, pois se eles nunca ouviram o seu nome, não vão conseguir chegar até si.</p>
<p>É importante lembrar que para além de excelente profissional na sua área de actuação, um Freelancer tem que ser motivado, organizado, excelente<br />
vendedor e muito pó-activo!</p>
<h4>9-Quais são os teus maiores projetos atualmente?</h4>
<p>Actualmente, além dos meus trabalhos na área de fotografia e design esporádicos, dedico grande parte do meu tempo aos três projectos online que mais gosto me dão.</p>
<p>O <a title="Ser Freelancer" href="http://www.serfreelancer.com/" target="_blank">SerFreelancer.com</a> está no ar há quase 3 anos e é o meu primeiro projecto! O <a href="http://www.concursosarte.com" target="_blank">ConcursosArte.com</a> é um gosto de actualizar já que faço-o não só para os outros como também para mim. O outro projecto é o <a title="Aprender a Poupar" href="http://www.aprenderapoupar.com" target="_blank">AprenderAPoupar.com</a>, onde apresento muito das dicas que eu própria sigo para viver o meu dia-a-dia !</p>
<h4>10-Neste meio de webmasters masculinos sentes-te uma mulher no meio de homens?</h4>
<p>Finalmente uma pergunta fácil! Não! Sinto-me uma pessoa que gosta de escrever, é ambiciosa e faz tudo que esteja ao seu alcance para conseguir ganhar algum dinheiro para pagar as suas contas e viver o dia-a-dia normalmente. Logicamente que o início foi estranho, não conhecia nenhuma mulher a fazer o que eu faço, mas agora já não sinto tanta a diferença, mesmo porque o pessoal foi encarando bem a situação e sempre ajudou no que podiam!</p>
<h4>11-Sendo freelancer estás habituada a ter uma auto-disciplina muito precisa e eficaz. Quais são as ferramentas online e offline que utilizas para te manter organizada?</h4>
<p>Sim, para trabalhar diariamente nisto é preciso muita organização e disciplina. Actualmente a nível de ferramentas online não uso praticamente nada. Tenho uma extensão para o Chrome para as tarefas dos meus websites e toda a outra gestão faço através de agenda e moleskine físicos! Tenho uma agenda diária onde aponto todos os compromissos, reuniões e tarefas que tenha que fazer diariamente. No moleskine aponto os trabalhos de clientes, por ordem de adjudicação e vou fazendo-os pela mesma ordem, evitando atrasos.</p>
<p>Tenho apenas uma ferramenta de gestão de tarefas (o Evernote) que adaptei à minha necessidade e aponto todos os pagamentos que tenho que receber nos próximos tempos, sendo mais fácil de gerir as contas e tudo!</p>
<h4>12-Quais são os conselhos que dás a quem quer começar a trabalhar por conta própria?</h4>
<p>Bem, para trabalhar por conta própria de forma eficaz é essencial muita organização, ser-se pró-activo e perseverança. Não é fácil começar, mas também não é simples de manter os clientes !</p>
<p>Ser um bom vendedor do serviço também é essencial para chegar ao máximo de clientes possível, por isso a intensa e constante procura de novos trabalhos é essencial a cada dia.</p>
<h4>13-Conta-nos um pouco da tua história no Mais Tráfego.</h4>
<p>Registei-me no +T quando comecei como Freelancer a tempo inteiro, com muitas dúvidas, muitas perguntas para fazer e uma postura de &#8220;menina mimada que precisa de ajuda diariamente&#8221;. Com o tempo, fiz amizades online e offline, ajudei e fui ajudada.</p>
<p>No ano passado recebi o convite para fazer parte da equipa de moderação e achei que era o passo que me faltava para estar na comunidade que me tem ajudado tanto. Faço o meu trabalho diariamente com o máximo de cuidado possível, evitando entrar em conflitos e essencialmente mantendo o máximo de idoneidade possível.</p>
<h4>14-Por último, o que achas desta iniciativa no Mais Tráfego e o que achaste das perguntas feitas.</h4>
<p>Foi um privilégio responder a estas perguntas e é com muito agradecimento que dirijo as minhas palavras ao Rogério! Este tipo de iniciativas são fantásticas para mostrar o valor que a comunidade tem, já que conversando e dando a conhecer alguns dos membros do fórum, leva os membros mais recentes e perceberem o tipo de comunidade que está à sua disposição!</p>
<p>Mais uma vez, agradeço a oportunidade e o reconhecimento da minha história e trabalho para que esta entrevistas fosse feita à minha pessoa!</p>
<h2> Endereços úteis</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.ana-martelo.com/">http://www.ana-martelo.com/</a></li>
<li><a href="https://www.facebook.com/anamartelophoto">https://www.facebook.com/anamartelophoto</a></li>
<li><a href="https://twitter.com/AnaMartelo">https://twitter.com/AnaMartelo</a></li>
<li><a href="http://www.blog.anamartelo.pt/">http://www.blog.anamartelo.pt/</a></li>
<li><a href="http://www.linkedin.com/in/anamarteloportfolio">http://www.linkedin.com/in/anamarteloportfolio</a></li>
<li><a href="http://www,.flickr.com/people/AnaMartelo">http://www.flickr.com/people/AnaMartelo</a></li>
</ul>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/lwmPOdxmPUQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Depois de uma primeira entrevista com o Eduardo Santos e da última com o Jóni Oliveira trazemos hoje uma entrevista com Ana Martelo, ela que é Freelancer nas áreas de Fotografia, Produção de Conteúdo e Design. Para além disso é ainda membro da equipa de moderação do Mais Tráfego e está registada na comunidade desde 25 [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-ana-martelo-freelancer/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">8</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-ana-martelo-freelancer</feedburner:origLink></item><item><title>Entrevista com Jóni Oliveira – Webmaster</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/tT9XWjYxtY0/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster</link><category>+tráfego</category><category>Cria um blog</category><category>Destaques</category><category>webhosting</category><category>alojamento</category><category>centima</category><category>entrevista</category><category>hdsap</category><category>hosting</category><category>joni oliveira</category><category>lixado</category><category>maistrafego</category><category>webmaster</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Tue, 07 Aug 2012 03:27:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=5144</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Depois de uma primeira entrevista com o Eduardo Santos que <a title="Entrevista com Eduardo Santos" href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-eduardo-santos-web-designer" target="_blank">podem ver aqui</a> que correu bastante bem vimos hoje apresentar a segunda entrevista desta série que se vai realizar aqui no blog do Mais Tráfego. Desta vez,  convidamos para entrevista Jóni Oliveira (<a title="Perfil no fórum Jóni Oliveira" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=5573" target="_blank">perfil no fórum</a>) que atualmente trabalha como webmaster em alguns blog&#8217;s nacionais e é administrador da Centima, um empresa de hosting em Portugal.</p>
<h2>ENTREVISTA</h2>
<h3><strong>1-EM PRIMEIRO LUGAR DIZ-NOS QUEM ÉS, IDADE, ONDE MORAS E O QUE GOSTAS DE FAZER NOS TEUS TEMPOS LIVRES.</strong></h3>
<p>Chamo-me Jóni Oliveira, tenho 20 anos sou de São Mamede (Batalha, Leiria) e nos tempos livres gosto de jogar airsoft e fazer btt, embora cada vez tenha menos tempo livre e me tenha de dedicar ao trabalho.</p>
<p>Profissionalmente sou gestor da Centima.pt , webmaster e blogger. A minha vida profissional baseia-se quase toda na Internet. Já tive algumas dezenas de blogs, lojas online, entre muitas outras coisas, adoro criar novos projectos, infelizmente nem todos duram o planeado, mas não sou pessoa de desistir de nada com facilidade</p>
<h3><strong>2-O QUE FAZIAS ANTES DE TRABLHAR NA INTERNET?</strong></h3>
<p>Só me comecei a dedicar à Internet acerca de 2 anos, depois de descobrir os PTCs e mais tarde o webmastering. Por isso e como dá para entender pela minha idade, era estudante.</p>
<h3><strong>3-COMO COMEÇASTE A TRABALHAR NA INTERNET?</strong></h3>
<p>Essa pergunta é complicada, mas penso que comecei a trabalhar no mundo online como quase todas as pessoas que conheço que agora fazem disto vida. No início começou pela descoberta que era possível fazer dinheiro sem sair de casa, basicamente a gerir sites e tentar vender os produtos de empresas (afiliação, etc). Não comecei nisto por dinheiro, até porque pensava que o que se ganhava pela internet (como tinha entendido pelo facto de começar em PTCs) eram migalhas, mas ao longo do tempo tive a oportunidade de conhecer e falar com bastantes pessoas que me abriram os olhos para a potencialidade do mercado online e também fui adquirindo novos conhecimentos e a pouco e pouco percebi a verdadeira potencialidade do que é ganhar online e que valia apena trabalhar nesta área.</p>
<h3><strong>4-PORQUE É QUE TE INSCREVESTE NO MAIS TRÁFEGO?</strong></h3>
<p>Sinceramente não me recordo como cheguei ao Mais Tráfego, mas tenho uma ideia que fui um dos tantos que cá caiu de pára-quedas. Cheguei cá no início de 2010 salvo erro e desde então nunca mais se viram livres de mim eheh, muitas horas que já aqui passei e muitas oportunidades e conhecimentos que adquiri através do fórum e de alguns colegas do +t que agora posso chamar de amigos.</p>
<h3><strong>5-QUAL FOI O TEU PRIMEIRO PROJETO?</strong></h3>
<p>O meu primeiro projecto foi um servidor de World of Warcraft, na altura descobri o Mambo e o PHP Fusion, foram os CMS que utilizei para criar o portal de registo de utilizadores. Por incrível que pareça, o meu vício por este fantástico jogo tornou-me no que sou hoje. Para além de me ter aberto portas para a minha profissão, visto ter sido a partir daqui que ganhei o gosto pela informática também me deu a oportunidade de “criar um site” e aprender mais sobre criação e gestão de sites com base em CMS.</p>
<h3><strong>6-COMO FOI A ENTRADA NA EQUIPA DO MAIS TRÁFEGO E COMO ACONTECEU ISSO?</strong></h3>
<p>A entrada na equipa foi espectacular, não estava nada à espera do convite, até porque existem muitos utilizadores com anos a mais de registo do que eu e que muito contribuem para o bem-estar, informação e partilha de conhecimentos na comunidade. O Francisco Esteves (asturmas) convidou-me numa altura em que era suposto eu deixar de andar tanto por fóruns e dedicar-me mais ao trabalho, no entanto não consegui dizer que não. Afinal de contas é o maior fórum de webmasters português e pensei logo nas oportunidades que me poderia vir a trazer, tanto a nível pessoal como profissional.</p>
<h3><strong>7-TENS IDEIA DE QUANTOS BLOG’S JÁ TIVESTE?</strong></h3>
<p>Mais de uma centena sem dúvida nenhuma, em nichos completamente distintos, desde tatuagens a casas modulares, humor a armas, etc. Simultaneamente tive 83 blogs, no entanto deixava-me pouco tempo para “viver” e decidi vender tudo (também devido à abertura da loja).</p>
<h3><strong>8-QUAIS SÃO OS TEUS “MENTORES” NOS BLOGS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS?</strong></h3>
<p>No inicio guiei-me por sites sobre ganhar dinheiro, como o ganha fácil (ptcs), mais tarde descobri a Escola Dinheiro do Paulo Faustino, depois o Dinheiro Oportunidade do Custódio Fernandes e o Webmilionário do Fernando Amaral, li muitos outros blogs sem ser estes, mas estes talvez sejam as referências do meu inicio de carreira. J Agora não leio tanto, mas gosto de ler os artigos do Dinheiro Oportunidade principalmente, da SEOmoz, MestreSEO, entre mais alguns Brasileiros e outros Ingleses. Cada vez menos leio, aprendi que a melhor solução é testar, falhar, voltar a testar e falhar até conseguir.</p>
<h3><strong>9-QUAL FOI O BLOG QUE TE DEU MAIS GOZO TRABALHAR E AQUELE QUE TE MAIOR ÊXITO?</strong></h3>
<p>O lixado.com que agora já não é meu, não posso dizer que foi o meu melhor projecto, até porque o melhor por enquanto não o vou revelar. Mas foi no LIXADO que aprendi quase tudo o que sei e foi nele que testei diversas técnicas, tanto de rentabilização como de posicionamento. Basicamente foi com este site que cresci, os restantes já foram feitos com 10% da vontade e 5% do esforço comparando à dedicação no lixado.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster/lixado" rel="attachment wp-att-5146"><img class="aligncenter  wp-image-5146" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/08/LIXADO-1024x555.png" alt="" width="581" height="315" /></a></p>
<h3><strong>10-COMO ESCOLHES O VISUAL DOS TEUS BLOG’S/SITES?</strong></h3>
<p>Quando me apercebi da potencialidade de rentabilização dos sites optei por um estilo “adsense ready”, mas os sites tinham um aspecto pouco profissional e para além disso, diga-se a verdade, o objectivo deste tipo de visual é enganar o visitante. Agora opto pela usabilidade e velocidade de carregamento, gosto de oferecer uma boa experiência ao visitante e conseguir que ele volte e não esqueça o site.</p>
<h3><strong>11-COMO DECIDIDISTE CRIAR A CENTIMA E PORQUÊ?FOI DURO OS PRIMEIROS MESES DA CENTIMA? COMO ESTÃO AGORA AS COISAS?</strong></h3>
<p>Os primeiros tempos são sempre muito difíceis, a Centima não foi criada do zero, pelo que já levava alguma bagagem para seguir em frente quando foi criada. Antes de se chamar Centima, passou pela minha iniciação nos serviços online antiga Lusosites, mais tarde sofreu uma alteração, deixou de ser uma revenda de alojamento, adquiriram-se vps para manter os nossos clientes e juntou-se aos serviços do meu sócio com a denominação de HDASP. O ano passado (2011) é que se criou o que existe hoje, alugamos servidores dedicados, criamos uma nova imagem, novos serviços e criou-se uma nova denominação, desta vez uma marca nacional registada, a Centima e desde então é trabalhar todos os dias para alcançar grandes objetivos.</p>
<p>Estamos a evoluir constantemente, os nossos clientes aumentam diariamente, trabalhamos para abrir o mais rapidamente a nossa loja (está mesmo quase), sempre a trabalhar na evolução de conhecimentos e criar novos serviços.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster/hdasp" rel="attachment wp-att-5147"><img class="aligncenter  wp-image-5147" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/08/hdasp.jpg" alt="" width="598" height="312" /></a></p>
<h3><strong>12-PORQUE TOMASTE A DECISÃO DE ABRIR LOJA FÍSICA COM A CENTIMA E O QUE FAZEM POR LÁ?</strong></h3>
<p>O objectivo sempre foi expandir, criar postos de trabalho, entre outras coisas. Agora a Centima está a deixar de ser minha (como empresário em nome individual) e está a tornar-se numa firma, com 2 sócios. Na futura firma existirão várias vertentes, daí ser obrigatório um espaço físico. Para além do que já era feito (Alojamento,  registo de domínios, sites chave-na-mão, etc) existirão novos serviços como reparação e manutenção de computadores, venda de material informático, design e publicidade. Este tipo de serviços não convém ser executados num pequeno escritório em casa ou mesmo num espaço de coworking.</p>
<h3><strong>13-QUAL ERA A EMPRESA ONDE GOSTAVAS DE TRABALHAR?</strong></h3>
<p>Esta é aquela pergunta que tenho sempre resposta na língua, sinceramente não queria trabalhar em nenhuma empresa sem ser minha, gosto de ser o dono do meu tempo, não gosto de estar parado e gosto de arriscar. Ser dono do meu próprio negócio sempre foi o meu sonho de criança, afinal de contas desde os meus 15 anos que tenho um espírito empreendedor a trabalhar, sempre aproveitei “coisas” para as tornar num negócio (embora dantes fosse offline).</p>
<h3><strong>14-QUAIS SÃO OS TEUS PLANOS PARA O FUTURO, FALA-NOS UM POUCO DO QUE TENS EM MENTE PARA FAZER.</strong></h3>
<p>Planos não faltam, para já e o principal é acabar as obras na loja da Centima e abrir o mais rapidamente possível. Depois de abrir quero atingir um bom patamar de prestação de serviços e vendas para poder criar postos de trabalho.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster/centima" rel="attachment wp-att-5148"><img class="aligncenter size-full wp-image-5148" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/08/centima.jpg" alt="" width="530" height="451" /></a></p>
<p>Quanto aos blogs, embora já me sinta completamente à vontade para abrir muitos e em variados nichos, vou deixar um pouco de lado, trabalhar menos tempo neles e guardar só 1 ou 2, mas em vez de ter muitos micro-nichos quero ter 1 ou 2 referências na língua portuguesa (Portugal, Brasil, etc). Acredito que consiga (mais tarde ou mais cedo) afinal, ser peixe graúdo em lago pequeno não deve ser assim tão difícil – isto relativamente a Portugal.</p>
<p>Outra coisa que nunca deixo de lado é a aprendizagem, no mercado online não podemos parar de devorar conhecimento, as coisas mudam ao segundo.</p>
<h2>Endereços úteis</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.centima.pt" target="_blank">www.centima.pt</a></li>
<li><a href="http://www.jonioliveira.pt" target="_blank">www.jonioliveira.pt</a></li>
<li><a href="https://twitter.com/joni08oliveira">www.twitter.com/joni08oliveira</a></li>
</ul>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/tT9XWjYxtY0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Depois de uma primeira entrevista com o Eduardo Santos que podem ver aqui que correu bastante bem vimos hoje apresentar a segunda entrevista desta série que se vai realizar aqui no blog do Mais Tráfego. Desta vez,  convidamos para entrevista Jóni Oliveira (perfil no fórum) que atualmente trabalha como webmaster em alguns blog&amp;#8217;s nacionais e é [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">8</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-joni-oliveira-webmaster</feedburner:origLink></item><item><title>Entrevista com Eduardo Santos – Web Designer</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/b2HroGryX_s/entrevista-com-eduardo-santos-web-designer</link><category>Destaques</category><category>themes</category><category>webdesign</category><category>design</category><category>eduardo santos</category><category>edumicro</category><category>entrevista</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Wed, 20 Jun 2012 10:48:13 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=5066</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Hoje vamos dar início a uma série de artigos aqui no Mais Tráfego com um contexto diferente do habitual. Esta vai ser a entrevista número 1 desta série e o convidado é o Eduardo Santos (<a title="Eduardo Santos" href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?action=profile;u=2788" target="_blank">endereço do perfil no fórum</a>). Quero antes de mais agradecer a disponibilidade ao Eduardo e a simpatia com que realizou esta entrevista.</p>
<h2>Entrevista</h2>
<h3>1-Em primeiro lugar diz-nos quem és, idade, onde moras e o que gostas de fazer nos teus tempos livres.</h3>
<p>Bom dia a todos. Chamo-me Eduardo, tenho 20 anos, e vivo numa cidade a Norte de Lisboa (mistério&#8230; :D), nos meus tempos livres que são poucos, gosto de fazer uns bons KM de bicicleta para me manter em forma, visto o meu trabalho passar por ficar longas horas sentado em frente a um computador. É uma actividade excelente para recarregar baterias.</p>
<h3>2-Como nasceu esta paixão pelo design e pela arte?</h3>
<p>Eu diria que sempre tive algum gosto por tudo o que envolva &#8220;criar&#8221; algo. Em criança adorava brincar com Legos, e penso que de certa forma ajudou-me a ter alguma noção de estética, a moldar conceitos, e a resolver problemas, também sempre tive alguma imaginação fértil, que mais tarde veio-se a desenvolver quando aos 14/15 anos aprendi a usar o Photoshop.</p>
<h3>3-Quais são os teus hobbies favoritos?</h3>
<p>Não tenho muitos hobbies, adoro tudo o que tenha a ver com Informática e Tecnologia. Para além do ciclismo gosto bastante de ouvir música a qual me acompanha enquanto faço os meus trabalhos.</p>
<h3><strong>4-Começaste logo nas interfaces web ou começaste como tantos outros pelos<br />
logotipos, banners e/ou avatares?</strong></h3>
<p>O meu percurso foi algo caricato, visto que antes de me iniciar no UI/Web Design explorei outras modalidades. A primeira vez que abri o Photoshop nem sabia o que aquilo era. Penso que na altura queria editar uma textura, mas como não correu bem, fechei o programa e desinstalei. Passado 1 ano (2007), como frequentava bastantes fóruns, comecei a desenvolver os meus conhecimentos no Photoshop. Fazia assinaturas e avatares, mas como era algo que não gostava muito de fazer, durou pouco tempo. Quando chegaram as férias do Verão e com bastante tempo livre decidi abrir uma conta no deviantART e comecei a fazer Wallpapers, mas também me fartei passado 1 mês.</p>
<div id="attachment_5073" class="wp-caption aligncenter" style="width: 551px"><a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?topic=29049.0" rel="attachment wp-att-5073"><img class=" wp-image-5073  " src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/06/gamewaring_v5.png" alt="" width="541" height="694" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro trabalho do Eduardo Santos</p></div>
<p>Já em Setembro desse ano, ainda a explorar o deviantART, que era um mundo autentico, encontrei a galeria de Web Interfaces, e fiquei fachinado com a atenção ao detalhe que os designers tinham, eram autênticas obras de &#8220;arte&#8221;. Era a época da Web 2.0, o renascimento da web. Em modo de brincadeira, decidi abrir o Photoshop, e como já tinha alguns conhecimentos básicos de como utilizar o programa, decidi desenhar a homepage de um website de jogos. Como a aventura até correu bem, e as pessoas gostaram, fiquei entusiasmado. A partir daí continuei a desenhar websites, e em média de 2 em 2 meses colocava um trabalho novo no deviantART. Como a aceitação era cada vez melhor, e via que estava a fazer progressos continuei, e foi isto que me motivou a continuar, para além do gosto que tenho por esta área.</p>
<h3>5-Onde é que vais buscar a inspiração para o teu trabalho?</h3>
<p>O meu método de trabalho tem vindo a evoluir ao longo dos tempos. Inicialmente o que eu fazia era navegar umas horas pelo deviantART a estudar os trabalhos que lá haviam, a tentar perceber o que é que havia nos trabalhos mais populares que os diferenciava dos trabalhos menos populares. O facto de no deviantART haver a oportunidade de adicionar trabalhos aos favoritos e comentar, dava para separar o trigo do joio. No fundo o objectivo era tentar com que os meus trabalhos ficassem no topo da tabela. Durante o primeiro ano não tive grande sucesso, foi um progresso lento, mas lá consegui deixar a minha marca com muito esforço.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 559px"><a href="http://edumicro.deviantart.com/art/eCrater-307495201?q=gallery%3Aedumicro%2F413776&amp;qo=0"><img class="    " src="http://fc06.deviantart.net/fs70/f/2012/162/9/0/ecrater_by_edumicro-d532otd.jpg" alt="" width="549" height="1418" /></a><p class="wp-caption-text">Interface web realizada pelo Eduardo para o portal ecrater.com</p></div>
<p style="text-align: left;">Actualmente leio bastantes artigos sobre usabilidade e design em geral para estar a par de tudo e aprofundar os meus conhecimentos. Antes e enquanto faço um novo trabalho, passo pelo dribbble para carregar a mente de novas ideias e conceitos, gosto muito de fazer críticas a trabalhos que vejo, pensar o que pode ser melhorado, o que está bem, o que pode funcionar e o que não pode, o que ajuda bastante no raciocínio. Tenho também uma pasta com umas centenas de screenshots de websites que utilizo como inspiração sempre que tenho bloqueios.</p>
<p>Se o projecto assim o exigir faço uma checklist do que tenho/posso ter de fazer, quais os objectivos que tenho de cumprir, requisitos e acima de tudo assegurar-me que o design é sólido.</p>
<h3>6-<strong>Tens algum artista ou empresa que gostes em particular e onde vás buscar<br />
inspiração?</strong></h3>
<p>Quanto a empresas/agências, gosto bastante dos trabalhos da Fi (<a href="http://www.f-i.com/" target="_blank">http://www.f-i.com/</a>), tem uma equipa bastante sólida e isso transmite-se nos trabalhos e case studies que apresentam. A Google tem também uma equipa de UX bastante competente a qual admiro bastante.</p>
<p>Quanto a outros designers, podem dar uma vista de olhos aqui: <a href="http://dribbble.com/eduardo/following" target="_blank">http://dribbble.com/eduardo/following</a>.</p>
<h3>7-Como defines o teu trabalho e o teu estilo de design?</h3>
<p>O meu &#8220;estilo&#8221; é um estilo em constante evolução, dou bastante atenção aos pequenos detalhes, inicialmente adicionava muitos detalhes gráficos aos trabalhos, texturas, gradients, shadows, etc&#8230;, mas actualmente tenho seguido um caminho mais clean e minimalista sem comprometer a estética, e acima de tudo garantir uma boa experiência de utilização. Sou muito perfeccionista com os meus trabalhos, e normalmente só estão acabados quando estou satisfeito com o resultado.</p>
<div id="attachment_5075" class="wp-caption aligncenter" style="width: 546px"><a href="http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-eduardo-santos-web-designer/mobler_by_edumicro-d4qmpnh" rel="attachment wp-att-5075"><img class=" wp-image-5075 " src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/06/mobler_by_edumicro-d4qmpnh.jpg" alt="" width="536" height="536" /></a><p class="wp-caption-text">Interface Web criada pelo Eduardo para portais de vendas</p></div>
<h3>8-<strong>No DevianArt recebes muitas felicitações qual foi aquela que te deixou mais<br />
marcado (positivamente ou negativamente) e que te ajudou a evoluir.</strong></h3>
<p>Principalmente quando cheguei à conclusão que os outrora &#8220;ídolos&#8221; do design que lá andavam, começaram a admirar o meu trabalho. Foi uma altura bastante recompensadora, pois nunca pensei chegar aquele nível. E saber que após aqueles meses/anos todos de trabalho consegui chegar aquele patamar foi uma motivação enorme. Foi nessa altura que recebi algumas Daily Deviations, que são trabalhos que são seleccionados por uma equipa todos os dias, e a que é dado um destaque especial durante esse dia, tendo um fluxo de visitas, favoritos e comentários enorme e que ajuda artistas e designers menos conhecidos, mas com potencial a ganhar mais destaque.</p>
<p>Também me lembro que em meados de 2009, o deviantART fez um facelift, e na altura não fiquei muito contente com as mudanças, como o deviantART sempre ouviu os seus utilizadores, decidi fazer um mockup com o que eu na altura achava que seria melhor para o website. <a href="http://edumicro.deviantart.com/art/Deviation-Pages-138409929" target="_blank">http://edumicro.deviantart.com/art/Deviation-Pages-138409929</a></p>
<p>O mockup chamou bastante a atenção, e vários membros da equipa do deviantART começaram a seguir os meus trabalhos.</p>
<h3>9-Porque te inscreveste inicialmente aqui no Mais Tráfego em 2008?</h3>
<p>Sinceramente não me lembro, só comecei a visitar o fórum passado 1 ano. Como era uma comunidade algo conhecida e os temas que são aqui falados são do meu interesse, decidi começar a participar. Gosto bastante de ler o que os webmasters aqui dizem.</p>
<h3>10-Já tiveste algum projecto na Internet (blog, site, comunidade) ou sempre permaneceste numa área mais ligada ao design?</h3>
<p>Sim, mas sempre como passatempo. Cheguei a ter um blog no WordPress.com onde colocava alguns trabalhos meus (as tais assinaturas e avatares), mas foi de pouca dura. :) Mas tarde, em 2008, fiz em conjunto com o spec (Mobile Portugal) um blog de design, mas por falta de tempo abandonamos o projecto, e além disso nunca gostei muito de escrever. A partir daí decidi dedicar-me exclusivamente ao UI/Web Design.</p>
<h3>11-<strong> Quais são os teus planos para o futuro, fala-nos um pouco do que tens em<br />
mente para fazer.</strong></h3>
<p>Acima de tudo, quero continuar a trabalhar e a melhorar, acho que é algo que nunca vou deixar de fazer, e espero daqui a uns meses olhar para trás e notar uma clara evolução. Quanto a projectos e planos futuros, não quero revelar nada para já.</p>
<h2>Endereços úteis:</h2>
<ul>
<li><a href="http://edumicro.deviantart.com/">http://edumicro.deviantart.com/</a></li>
<li><a href="https://twitter.com/#!/edumicro">https://twitter.com/#!/edumicro</a></li>
<li><a href="http://pinterest.com/source/edumicro.deviantart.com/">http://pinterest.com/source/edumicro.deviantart.com/</a></li>
<li><a href="http://dribbble.com/eduardo" target="_blank">http://dribbble.com/eduardo</a></li>
</ul>
<p><strong>Obrigado a todos!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/b2HroGryX_s" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Hoje vamos dar início a uma série de artigos aqui no Mais Tráfego com um contexto diferente do habitual. Esta vai ser a entrevista número 1 desta série e o convidado é o Eduardo Santos (endereço do perfil no fórum). Quero antes de mais agradecer a disponibilidade ao Eduardo e a simpatia com que realizou [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-eduardo-santos-web-designer/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">5</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/entrevista-com-eduardo-santos-web-designer</feedburner:origLink></item><item><title>As etapas no desenvolvimento de uma startup através do bootstrapping</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/nlgWWprP3O4/etapas-desenvolvimento-startup</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>startups</category><category>bootstrapping</category><category>empreendorismo</category><category>estratégia de marketing</category><category>networking</category><category>startup</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Tue, 29 May 2012 16:05:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4981</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-5051" title="Etapas de desenvolvimento de uma startup" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/05/etapas.jpg" alt="Etapas de desenvolvimento de uma startup" width="600" height="365" /></p>
<p>No <a href="http://www.maistrafego.pt/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento">artigo anterior</a> apresentamos o bootstrapping como uma forma de financiamento de uma ideia de negócio através de recursos próprios do empreendedor &#8211; poupanças, ou apoios de familiares e amigos. Desta forma é possível começar com um projeto de garagem (uma ideia caseira) que evolui depois à medida que o empreendedor reúne todos os recursos de que precisa: capital, equipa de trabalho, logística e fornecedores, por exemplo.</p>
<p>Como vimos também nesse artigo, o bootstrapping  pressupõe para muitos empreendedores uma escalada de etapas desde a fase de amadurecimento de uma ideia de negócio até um nível de crescimento e afirmação mo mercado.</p>
<p>Por outro lado, o bootstrapping é uma forma de financiamento que permite uma maior autonomia de decisão para o empreendedor, mas que significa também um crescimento da startup por vezes lento, quando não é possível numa fase inicial reunir todos os recursos necessários para desenvolver a ideia de negócio com a dimensão e a projeção que gostaríamos.</p>
<p>Para algumas pessoas, no entanto, o bootstrapping acaba por tornar-se a única opção para desenvolver uma ideia de negócio, porque significa maior autonomia para o empreendedor na tomada de decisões e ao mesmo tempo fica livre de apresentar garantias e resultados, por exemplo.</p>
<p>Mas quer seja uma opção deliberada, ou quer seja a única via possível de financiamento para o empreendedor, num modelo de financiamento do tipo bootstrapping o plano de investimento e as opções estratégicas da startup (e do plano de negócios) devem ser preparadas com um cuidado redobrado, porque embora o empreendedor este livre de prestar contas, corre sempre o risco de perder os seus recursos e/ou defraudar as pessoas que o apoiaram.</p>
<p>Por isso, apresentamos de seguida algumas etapas de trabalho (que estão também incluídas no plano de negócio) e que serão importantes para assegurar que tem o maior controlo possível sobre o desenvolvimento de todo o modelo de negócio.</p>
<h2><strong>1.</strong><strong> Estudar o mercado</strong></h2>
<p>Em primeiro lugar e antes de gastar dinheiro a desenvolver um protótipo ou a angariar recursos para criar a empresa, é importante saber até que ponto os potenciais clientes estão interessados na solução que apresenta e dispostos a pagar por ela (e quanto). Por outro lado é importante conhecer como pensam e agem estas pessoas – as expectativas, os comportamentos padrão, como e quando fazem uma compra: com que regularidade e com que motivações, por exemplo.</p>
<p>Com uma análise completa e exaustiva do mercado será mais fácil evitar passos experimentais que não levarão a lugar nenhum – fará menos ensaios e tomará as decisões mais eficazes para ir construindo o crescimento da startup.</p>
<h2><strong>2. </strong><strong>Ter uma estratégia</strong></h2>
<p>Ter uma estratégia e um plano de ação ajuda a preparar todo o processo de criação e de crescimento da startup de uma forma mais previsível e mais eficiente – gastando o mínimo de recursos e obtendo sempre os melhores resultados possíveis. Por outro lado, a definição de uma estratégia deve permitir também fazer opções funcionais para o futuro, por exemplo, ao criar o site que servirá de base a todo negócio, será importante garantir que a estrutura escolhida vai suportar o crescimento do volume de negócios.</p>
<h2><strong>3. </strong><strong>Ter um plano de custos</strong></h2>
<p>Ter um plano de custos, associado a uma estratégia de crescimento da empresa ajudará o empreendedor a prever como a partir de determinado momento a ideia de negócio vai ser alavancada financeiramente, ou seja, quando e como poderá é que o empreendedor poderá contar com mais capital para poder competir em pleno no mercado, passando de uma fase semente (seed capital) para uma nova etapa de crescimento e de afirmação perante a concorrência.</p>
<h2><strong></strong><strong>4. </strong><strong>Procurar parcerias</strong></h2>
<p>Procurar parcerias (de estagiários, amigos ou conhecidos) pode ser uma forma de conseguir apoio motivado e especializado para arrancar com a startup, poupando assim alguns recursos nesta fase inicial. Por outro lado, poderá contar com uma equipa de trabalho dinâmica e empenhada no projeto que está a desenvolver.</p>
<p>Mas atenção, não se sirva dos estagiários (ou dos colaboradores voluntários) para ter mão-de-obra qualificada e gratuita o tempo todo (isso criará um péssimo ambiente de trabalho e uma má imagem da empresa – que vai parecer que anda a jogar às cadeirinhas).</p>
<h2><strong></strong><strong>5. </strong><strong>Ter um plano de marketing</strong></h2>
<p>O plano de marketing pressupõe que existe já um bom conhecimento do mercado e do público-alvo (ou nicho de mercado) e que conhece bem os seus concorrentes diretos – quem são, o que oferecem e em que se diferenciam.</p>
<p>Depois de ter reunida toda esta informação, o empreendedor conseguirá definir uma “proposta de valor” e apontar um “factor diferenciador” face à concorrência. Por outro lado e numa fase seguinte, o empreendedor já terá elementos que permitirão decidir qual “a estratégia de entrada e de afirmação no mercado”, e qual “a estratégia de comunicação e posicionamento” que melhor serve os objetivos que definiu.</p>
<p>Todo este trabalho de preparar o plano de marketing pode ser feito de uma forma muito prática e informal (ou seja, não tem necessariamente de resultar num documento pesado e extenso) – o importante é reunir informação e ter capacidade de análise estratégica em benefício de uma ideia de negócio.</p>
<h2><strong>6. </strong><strong>Fazer networking</strong></h2>
<p>Fazer networking de forma ativa e genuína permite partilhar ideias e conhecimentos, com outros empreendedores, conseguindo retirar daí novos conhecimentos, parcerias e perspectivas de atuação que poderão ajudar a desenvolver o seu modelo de negócio e a projetar a sua startup. O networking deve ser uma prática comum num empreendedor, alimentada de forma consciente e sempre com a perspectiva de partilhar conhecimentos e oportunidades – se o empreendedor procura apenas receber e ganhar mais-valias (sem retribuir) a sua estratégia vai tornar-se insustentável a curto prazo, o que significa que acabará por ficar isolado e um pouco descredibilizado.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/nlgWWprP3O4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>No artigo anterior apresentamos o bootstrapping como uma forma de financiamento de uma ideia de negócio através de recursos próprios do empreendedor &amp;#8211; poupanças, ou apoios de familiares e amigos. Desta forma é possível começar com um projeto de garagem (uma ideia caseira) que evolui depois à medida que o empreendedor reúne todos os recursos de que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/etapas-desenvolvimento-startup/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">5</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/etapas-desenvolvimento-startup</feedburner:origLink></item><item><title>Desenvolver uma ideia de negócio sem financiamento – bootstrapping your startup!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/hcl2H6VjGcY/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>startups</category><category>bootstrapping</category><category>empreendorismo</category><category>negocios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Fri, 04 May 2012 04:59:50 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4978</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-5009" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/05/bootstrapping-startup.png" alt="bootstrapping startup" width="558" height="418" /></p>
<p>É possível desenvolver uma ideia de negócio sem financiamento, ou com um orçamento bem limitado. O bootstrapping permite criar uma startup a partir do zero, escalando uma série de etapas de crescimento tal como se tivesse entrado para uma empresa como estagiário até ao dia que faria parte da equipa de administração.</p>
<p>O bootstrapping é um termo que se aplica nos casos em que se cria uma startup a partir de recursos próprios do empreendedor (desde conhecimentos, know how, até poupanças ou créditos de familiares e amigos). Com o evoluir do negócio, a startup irá tornar-se cada vez mais sólida e permitirá desenvolver uma estrutura empresarial mais robusta e mais competitiva &#8211; será possível aumentar a equipa de trabalho, diversificar a oferta e, assim, alargar a atuação no mercado, tudo a partir de um modelo embrionário de prestação de serviços ou de vendas.</p>
<h2>O ponto de partida:</h2>
<p>O ponto de partida na criação de uma startup através do bootstrapping corresponde apenas à montagem de uma estrutura empresarial (mínima) que permita arrancar com a ideia de negócio. Nas etapas seguintes, o desenvolvimento da empresa será gradual e proporcional às vendas.</p>
<p>O bootstrapping é normalmente uma opção para os empreendedores que não querem perder a sua liberdade de acção na empresa e que gostam de tomar todas as decisões de uma forma autónoma. Neste caso, quem tem uma ideia de negócio  opta por começar “em pequeno” e depois crescer de forma gradual, tendo sempre controlo sobre as opções e as estratégias que define.</p>
<h2>Vantagens:</h2>
<p>A possibilidade de recorrer ao apoio financeiro dos familiares e amigos permitirá criar uma rede informal e mais próxima de pessoas que estão interessadas no sucesso de todo o trabalho.  Com este formato de investimento o empreendedor não precisa de procurar financiamento através de <a title="financiamento através dos bussiness angels e capital de risco" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels" target="_blank">bussiness angels e do capital de risco</a>, nem precisará de convencer e mobilizar uma multidão de apoiantes, através do <a title="financiamento através do crowdfunding" href="http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores" target="_blank">crowdfunding</a>. A vantagem mais imediata será o facto de ficar livre de convencer outras pessoas sobre a sustentabilidade da sua ideia de negócio e o facto de não ter de se comprometer com a apresentação de resultados, por exemplo.</p>
<p>Apesar de ser uma forma por vezes limitada (em termos de acesso a financiamento) de criar uma startup, o bootstrapping pode ser no entanto a única opção de investimento para alguns empreendedores. O bootstrapping pode ser mesmo a única possibilidade de concretizar uma ideia de negócio e criar uma empresa quando todas as outras portas se fecham. É uma forma de dar início a novos negócios e colocar em prática ideias inovadoras utilizando apenas os recursos que cada um tem acesso de uma forma imediata e informal.</p>
<h2>Desvantagens:</h2>
<p>Apesar de permitir maior autonomia para o empreendedor e menos responsabilidades financeiras em relação a terceiros (porque está comprometido apenas consigo próprio e com uma rede informal de apoiantes), o bootstrapping deve ser no entanto uma forma de trabalhar e de financiar uma startup bem ponderada, sobretudo, porque pode resultar na perda (total ou de boa parte) dos recursos pessoais.</p>
<p>Por outro lado, esta opção de financiamento pressupõe uma escalada (por vezes longa) de várias etapas de trabalho e o desenvolvimento de todo o plano de negócio é feito de uma forma mais solitária. Ou seja, todo o trabalho de planear o negócio, estudar o mercado, testar o potencial da ideia, divulgar junto do nicho de mercado, até obter retorno financeiro é feito pelo empreendedor sem que haja muitas vezes um acompanhamento, feedback e partilha de conhecimentos com alguém mais experiente. O trabalho solitário e por vezes lento deste modelo de negócio pode ser uma das desvantagens do booststrapping, apesar de não desmerecer nem comprometer todas as boas ideias de negócio!</p>
<p>No próximo artigo apresentaremos, por isso, um conjunto de etapas que poderão tornar mais rápido e fácil o desenvolvimento de uma startup através do bootstrapping.</p>
<p>Até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/hcl2H6VjGcY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>É possível desenvolver uma ideia de negócio sem financiamento, ou com um orçamento bem limitado. O bootstrapping permite criar uma startup a partir do zero, escalando uma série de etapas de crescimento tal como se tivesse entrado para uma empresa como estagiário até ao dia que faria parte da equipa de administração. O bootstrapping é [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">11</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento</feedburner:origLink></item><item><title>O ciclo de vida de uma startup</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/ASej4GXfTi8/ciclo-vida-startup</link><category>Destaques</category><category>startups</category><category>empreendorismo</category><category>negocios</category><category>seed capital</category><category>startup</category><category>venture capital</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 10:33:27 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4940</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/04/startup.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4969" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/04/startup.jpg" alt="Ciclo de vida startup" width="598" height="319" /></a></p>
<p>Uma <strong> startup</strong> é uma empresa jovem e embrionária, normalmente de base tecnológica, que gera valor de mercado através da inovação constante do seu modelo de negócio, a partir da pesquisa, investigação e desenvolvimento de novas ideias. Portanto, são empresas com um espírito empreendedor e inovador bem presente.</p>
<p>Uma startup é geralmente uma empresa que se encontra em fase de constituição ou de consolidação da sua presença no mercado e, por isso, é também uma empresa com um plano operacional limitado.</p>
<p>Existem algumas startups já solidificadas no mercado e líderes em vários segmentos, como o <a title="Google startup" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google" target="_blank">Google</a>, a <a title="Yahoo" href="http://www.yahoo.com" target="_blank">Yahoo</a>, o <a title="Ebay" href="www.ebay.com/" target="_blank">Ebay </a>e o <a title="Amazon" href="www.amazon.com" target="_blank">Amazon</a>. Em Portugal existe também um conjunto significativo e promissor de <a title="startup portugal" href="http://www.maistrafego.pt/startup-portugal" target="_blank">startups e projetos portugueses que vale a pena acompanhar</a>.</p>
<p>Desde a concepção da ideia de negócio até à fase de consolidação e crescimento da empresa, uma startup atravessa várias etapas ao longo do seu ciclo de vida – conhecendo cada uma destas fases, podemos compreender melhor como uma startup nasce, sobrevive e vence.</p>
<h2>Fase semente – <em>seed capital</em></h2>
<p>Esta é a fase de concepção e incubação da ideia de negócio, em que tudo começa com identificação de uma necessidade e a busca de uma oportunidade de negócio. Esta é também a fase de maior entusiasmo e confiança para o empreendedor, até ser invadido por uma série de perguntas sobre o mercado, os clientes, os investidores, a distribuição, o preço, os recursos e os meios necessários ao desenvolvimento da startup.</p>
<p>Numa fase inicial &#8211; num estado semente – existe apenas uma ideia de negócio, por isso, o empreendedor poderá precisar de reunir <strong>seed capital</strong> (capital semente) para fazer pesquisas, estudos de mercado e desenvolver o <a title="como elaborar plano de negócios" href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio" target="_blank">plano de negócios</a>.</p>
<p>O capital “semente” é muitas vezes conseguido a partir de recursos próprios do empreender e junto de familiares e amigos – os primeiros a conhecerem as ideias inovadoras de qualquer empreendedor. Esta é uma etapa de concepção da ideia de negócio, em que também se pensam em fontes possíveis de financiamento para criar e alavancar a empresa.</p>
<h2>Fase inicial – <em>venture capital</em></h2>
<p>Esta é uma das fases decisivas do ciclo de vida de uma startup. Nesta fase de desenvolvimento do modelo de negócio (<strong>early stage)</strong>,<strong> </strong>a startup precisa muitas vezes de recorrer a <strong>capital de risco</strong> (venture capital) para implementar a ideia de negócio e se assumir no mercado como uma empresa competitiva.</p>
<p>Nesta fase o modelo de receitas poderá ser incerto e, por isso, ainda é preciso testar a tecnologia de base e obter um maior conhecimento do mercado. O financiamento de uma startup através de capital de risco pressupõe, como o nome indica, um ambiente de incerteza associado à implementação do negócio no mercado. Este ambiente de risco resulta do facto do modelo de negócio ainda não se encontrar totalmente definido e, sobretudo, de ainda não ter sido completamente testado.</p>
<p>No entanto, as startups são empresas que resultam de empreendimentos iniciais de baixo custo e têm um modelo de negócio escalável, ou seja, têm uma expectativa de crescimento (e de sucesso) elevada, o que torna o potencial de negócio e o retorno do investimento também grande. Isto significa que o investimento inicial (o capital de risco) é, por norma, reduzido em relação a uma fase de desenvolvimento e de valorização da startup no mercado (growth stage), em que o retorno de investimento será também elevado e, portanto, proporcional ao risco.</p>
<p>Este investimento inicial pode ser obtido através dos <a title="financiamento business angels" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels" target="_blank">bussiness angels, investidores de capital de risco</a> que procuram startups, em <strong>early stage,</strong> para investir, gerar novos negócios e soluções inovadoras.</p>
<h2>Fase de arranque – Startup</h2>
<p>Depois de conseguir financiamento e investimento de capital, estas empresas de base tecnológica estão na chamada fase de arranque – literalmente, <strong>startup</strong>. Nesta fase a empresa já ultrapassou o “vale da morte” e tem de desenvolver o seu negócio de acordo com as necessidades do mercado e, sobretudo, tem de reunir os recursos e os meios necessários para se tornar <strong>auto-suficiente</strong>.</p>
<p>Nesta fase é frequente o empreendedor perceber que subestimou as suas necessidades de financiamento e/ou o tempo necessário para o retorno financeiro. É aqui que começa o desafio de descobrir a melhor forma de satisfazer as necessidades do cliente, de inovar e de descobrir uma forma sustentável de alavancar o modelo de negócio.</p>
<p>Portanto, numa fase startup, as novas empresas precisam já de reunir uma carteira de clientes (relevante), conquistar presença no mercado (o que significa ter um uma estratégia de consolidação de mercado), além de possuírem fluxo de caixa e fundo de maneio para as operações de contabilidade.</p>
<h2>Fase de crescimento</h2>
<p>Na fase de crescimento – <strong>growth stage</strong> – a startup já ultrapassou o vale da morte e está agora focada no crescimento e na competição com todo o mercado. Nesta fase a preocupação não é apenas sobreviver e provar que é auto-suficiente, mas sobretudo crescer e expandir a atuação no mercado.</p>
<p>O maior desafio nesta etapa do clico de vida de uma startup está associado ao próprio crescimento da empresa – o aumento da carteira de clientes traz mais oportunidades e também novas necessidades, é preciso mais tempo para responder a todas as solicitações dos clientes, reunir uma maior equipa de trabalho e torna-se necessário definir novos investimentos, parecerias e estratégias de inovação.</p>
<h2>Fase de abrandamento</h2>
<p>Nesta fase a startup já é uma empresa estabelecida no mercado, com o seu núcleo de clientes fiéis e o seu próprio nicho de atuação bem definido. A fase inicial do deep valley e de consolidação do modelo de negócio já foi ultrapassada e vencida. Neste momento, apesar de continuarem a surgir novos desafios e da necessidade de inovar, a startup está numa fase de abrandamento e de maturação do modelo de negócio – um estado natural depois de um grande crescimento.</p>
<p>Abrandamento não é sinónimo de declínio mas sim um estado de permanência num nível de maturação significativa, associada a novas fontes de investimento, como a presença em bolsa, fundos de investimento e de novas participações financeiras.</p>
<p>Espero que o artigo tenha conseguido ilustrar de uma forma animadora o ciclo de vida de uma startup (desde o fazer germinar novas ideias até ao momento de cotação em bolsa), bem como os desafios que estão presentes em cada uma das etapas de desenvolvimento destas empresas. Se têm outras perspetivas sobre a vida de uma startup e experiências empreendedoras, partilhem connosco!</p>
<p>Boas ideias de negócio e até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/ASej4GXfTi8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Uma  startup é uma empresa jovem e embrionária, normalmente de base tecnológica, que gera valor de mercado através da inovação constante do seu modelo de negócio, a partir da pesquisa, investigação e desenvolvimento de novas ideias. Portanto, são empresas com um espírito empreendedor e inovador bem presente. Uma startup é geralmente uma empresa que se encontra [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/ciclo-vida-startup/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">5</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/ciclo-vida-startup</feedburner:origLink></item><item><title>Google Planeia Penalizar Websites Excessivamente Otimizados</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/aipJis-vi-w/google-planeia-penalizar-websites-excessivamente-otimizados</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Seo</category><category>google</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Wanderley</dc:creator><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 04:16:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4943</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img class="alignnone  wp-image-4944" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/03/Google.jpg" alt="Google" width="600" height="307" /></p>
<p>São más notícias para os ávidos trabalhadores de <strong>SEO</strong>, parece que a <strong>Google</strong> se prepara para penalizar websites que exageram na utilização de técnicas de SEO para conseguirem melhores resultados no seu motor de busca.</p>
<p>A notícia foi adiantada pelo próprio <strong>Matt Cutts</strong> da Google e não tem sido muito bem recebida por profissionais de SEO espalhados por este mundo fora, ou melhor, talvez só não tenha sido bem recebida por profissionais que pelo meio do caminho se esqueceram que o conteúdo também é muito importante.</p>
<p>O objetivo da Google é conseguir mais equilibro no seu motor de busca e oferecer aos clientes os resultados mais relevantes mesmo que eles não venham de um website bem otimizado.</p>
<blockquote class="blockquote_end style02" align="left">
<span>
<p class="end-quote"> Nós estamos a tentar fazer com que o GoogleBot seja mais esperto, melhorar a relevância dos resultados e também estamos à procura daqueles que abusam: como por exemplo demasiadas keywords numa página ou uma troca de links exagerada e no fundo ir bem mais além do que muitos julgariam que nós fôssemos </p>
<p><cite>Matt Cutts</cite></p>
</span>
</blockquote>
<p>As alterações ao motor de busca poderão ser implementadas dentro de meses ou até nas próximas semanas (pelo que o Matt disse parece ser para breve), no entanto a Google optou por não se pronunciar sobre isso.</p>
<p>Esta revelação não é, contudo, uma grande surpresa até porque recentemente a Google também implementou uma mudança no algoritmo que essencialmente penaliza páginas que exagerem na utilização de blocos publicitários &#8220;<em>above the fold</em>&#8220;.</p>
<p>É importante realçar que a utilização de técnicas de SEO não é vista de forma negativa pela Google, pelo contrário esta alteração no algoritmo está relacionada com o exagero e websites que têm proliferado não porque têm o melhor conteúdo, mas sim porque estão melhor otimizados.</p>
<p>A Google parece estar a tentar evoluir o seu motor de busca respeitando sempre a máxima do &#8220;<strong>Content is King</strong>&#8220;, resta saber é se ao final do dia o impacto desta mudança será significativo.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fontes: <a href="http://news.cnet.com/8301-1023_3-57399425-93/google-plans-to-penalize-overly-optimized-sites/?part=rss&amp;subj=news&amp;tag=title" target="_blank">CNET</a> , <a href="http://searchengineland.com/too-much-seo-google%E2%80%99s-working-on-an-%E2%80%9Cover-optimization%E2%80%9D-penalty-for-that-115627" target="_blank">Search Engine Land</a></strong></p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/aipJis-vi-w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>São más notícias para os ávidos trabalhadores de SEO, parece que a Google se prepara para penalizar websites que exageram na utilização de técnicas de SEO para conseguirem melhores resultados no seu motor de busca. A notícia foi adiantada pelo próprio Matt Cutts da Google e não tem sido muito bem recebida por profissionais de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/google-planeia-penalizar-websites-excessivamente-otimizados/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">19</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/google-planeia-penalizar-websites-excessivamente-otimizados</feedburner:origLink></item><item><title>Crowdfunding – uma nova forma de financiamento para empreendedores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/EgR1plzbRYs/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>startups</category><category>crowdfunding</category><category>empreendedorismo</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:51:49 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4920</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/crowd.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4925" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/crowd.png" alt="" width="520" height="250" /></a></p>
<p>O <strong>Crowdfunding</strong> é uma forma de <strong>financiamento</strong> colectiva de <strong>ideias de negócio</strong>, através de uma plataforma online. De forma literal, Crowdfunding significa “financiado pela multidão” e apesar desta modalidade de angariação de fundos colectivos já existir há muito (desde o mecenato, filantropia ou quotas de associados) o fator inovador está na forma como todo o processo de desenrola na Internet.</p>
<p>O Crowdfunding assenta na ideia de que pequenos investimentos (mínimo de 1 euro), patrocinados por uma grande comunidade, resultam em grandes projetos. O maior desafio do empreendedor será, portanto, o de mostrar e convencer o maior número de pessoas sobre a validade e as potencialidades da sua ideia de negócio e, assim, conseguir reunir o financiamento que precisa.</p>
<p>Os primeiros apoiantes encontram-se, normalmente, nos círculos mais restritos dos familiares, amigos e associados, passando depois para uma comunidade mais genérica que será o próprio mercado – aqui, as redes sociais podem ter um papel chave na divulgação do potencial da ideia de negócio e na conquista de mais investidores.</p>
<p>Assim é possível, ao mesmo tempo, procurar financiamento e testar a aceitação da ideia de negócio no mercado. Por outro lado, o Crowdfunding permite envolver toda esta comunidade de patrocinadores em torno da ideia de negócio, o que dá relevância social ao projeto.</p>
<p>O processo de financiamento através do Crowdfunding começa com a apresentação de uma candidatura (<em>pitch)</em> através da plataforma, é estipulado o valor do financiamento necessário à concretização do projeto, um prazo para as doações e, por fim, uma lista das recompensas que vão ser entregues aos investidores.</p>
<p>No final do prazo se for atingida a meta de financiamento (e que pode até ser ultrapassada) o promotor recebe esse valor e a plataforma online recebe, normalmente, uma comissão de 5%. A partir desta fase, inicia-se o desenvolvimento do projeto que pode ser acompanhado pelos investidores, mais uma vez através das redes sociais, por exemplo – uma forma de também ser assegurada a transparência do processo. Caso não seja conseguido o valor do financiamento necessário, mas antes apenas 60% do valor estipulado, por exemplo, o projeto não se realiza e os valores são devolvidos aos apoiantes.</p>
<p>Portanto, se por um lado os <strong><a title="business angels" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels">business angels</a></strong> estão especialmente vocacionados para apoiar projetos que requerem uma maior componente de investimento (financeiro, recursos, know how), o Crowdfunding pode ser uma boa opção para as ideias de negócio que requerem uma menor estrutura de investimentos e que, por norma, têm mais dificuldade em conseguir financiamento através de capitais de risco, como os projetos editoriais, artísticos ou associativos, por exemplo.</p>
<p>Nos EUA, no Reino Unido e no Brasil este conceito já deu origem a dezenas de plataformas focadas no financiamento de segmentos de negócio específicos, desde a realização de projetos musicais, investigação científica (como o Câncer reaserch UK), apoio a escritores (como o Unbound@UK), projetos de ONG’s, etc.</p>
<p><strong>Existem dois tipos de Crowdfunding</strong>, pela forma como são garantidas as recompensas aos seus investidores.</p>
<p><strong>1) Apoio ao empreendorismo e inovação de base social</strong></p>
<p>Nos projetos de base social, como acontece na plataforma portuguesa <a title="PPL" href="http://ppl.com.pt/">PPL</a>, o sistema de recompensas pode ser um produto, serviço ou uma experiência, por exemplo, a assinatura de uma publicação, o bilhete para um concerto &#8211; podem ser muito variadas, conforme as particularidades de cada ideia de negócio. Em Portugal existem ainda  as plataformas <a title="redebiz" href="http://redebiz.net/projetos/">Redebiz </a>e a <a title="massivemov" href="http://www.massivemov.com/">Massivemov </a>para procurar financiamento.</p>
<p><strong>2) Investimentos através de capitais próprios</strong></p>
<p>Neste caso, os investidores esperam um retorno financeiro do apoio que fizerem, através de dividendos sobre o valor das acções, ou pela sua venda e a criação de valor dentro da empresa. Duas plataformas com este modelo são a <a title="symbid" href="http://symbid.com/">Symbid</a>, no Reino Unido, e a <a title="crowdcube" href="http://www.crowdcube.com/">Crowdcub</a>, holandesa.<strong></strong></p>
<p>Concluindo, o crowdfunding é uma forma de financiamento com algumas particularidades que importa conhecer, mas é sobretudo concretizável e vantajosa para os empreendedores da Web (e não só) pela forma como permite envolver toda a rede contatos em torno da ideia de negócio. Por outro lado, funciona como um teste à aceitação da ideia no mercado. Por isso, boas ideias e bons negócios!</p>
<p>Até à próxima.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/EgR1plzbRYs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O Crowdfunding é uma forma de financiamento colectiva de ideias de negócio, através de uma plataforma online. De forma literal, Crowdfunding significa “financiado pela multidão” e apesar desta modalidade de angariação de fundos colectivos já existir há muito (desde o mecenato, filantropia ou quotas de associados) o fator inovador está na forma como todo o [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">19</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores</feedburner:origLink></item><item><title>Por que vale a pena ser empreendedor na Internet</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/BNrmEHHYMWY/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>freelance</category><category>startups</category><category>empreendedorismo</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 06:03:11 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4891</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/empreendedorismo1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4895" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/empreendedorismo1.png" alt="" width="520" height="250" /></a></p>
<p>Será viável <strong>ser empreendedor</strong> e desenvolver <strong>modelos de negócio na Internet</strong> em tempos de incerteza?</p>
<p>A verdade é que existe, sim, um conjunto de <strong><a href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio">oportunidades na Web por descobrir</a></strong> e explorar, em parte porque o que se sabe sobre este novo ambiente de negócios não está ainda completamente testado e difundido. Ou seja, não existe um conhecimento sistematizado que seja partilhado por todos sobre os modelos de negócio na Internet, como existe, por exemplo, sobre as estratégias, as empresas e os modelos de negócio tradicionais. Por isso, muito do que se faz na Internet é ainda resultado de experiências, tentativas e erros.</p>
<p>Por outro lado – e esta é a boa notícia – temos poucas ou nenhumas barreiras à iniciativa dos novos empreendedores, investidores, empresários e investigadores o que se traduz, em parte, na existência de um nivelador entre todos os que concorrem no mercado da Internet. Assim, as diferenças em termos de acesso a recursos, ferramentas e conhecimentos entre quem está a começar e quem já tem um negócio implementado são reduzidas e passíveis de serem ultrapassadas ao longo do processo.</p>
<p>Por isso, sendo <strong>um ambiente de negócios acessível a todos e propício ao desenvolvimento de ideias inovadoras</strong>, existe um conjunto de razões mais específicas que ajudam a perceber porque vale a pena <strong>ser empreendedor na Internet</strong> e desenvolver <strong>ideias de negócio online</strong>. Apresento algumas dessas razões de seguida.</p>
<p><strong>O investimento é menor:</strong></p>
<p><strong></strong>Este será um dos fatores de maior atratividade na Internet. Com poucos recursos, ou mesmo a partir de plataformas e ferramentas gratuitas, é possível iniciar um modelo de negócio e oferecer serviços (ou produtos) inovadores, evoluindo depois para formatos pagos e mais especializados – ainda assim, os custos relacionados com o registo, a hospedagem, a construção e manutenção de um site são reduzidos em comparação com os custos de logística de um espaço físico. Mesmo que inicialmente se opte por investir na construção profissional de uma plataforma de vendas, por exemplo, o investimento inicial será sempre menor do que o necessário para a gestão de um espaço físico.</p>
<p><strong>O modelo de negócios pode ser implementado e testado gradualmente:</strong></p>
<p><strong></strong>Outra vantagem que a Internet oferece é a possibilidade de se construir e testar por etapas o modelo de negócio. Assim é possível investir de forma gradual e torna-se mais fácil o controlo e a resposta às dificuldades que forem surgindo ao longo do processo.</p>
<p>Na Internet o investidor pode, em primeiro lugar, avaliar a aceitação do novo conceito que oferece, registar o número de visitas e o feedback dos utilizadores (potenciais clientes) e só depois começar a vender. Isto não é possível nos modelos de negócio tradicionais, porque a partir do momento que o negócio é implementado no mercado tudo tem de estar previsto com uma resposta definida (estratégias de entrada no mercado, parceiros, estratégias de divulgação, promoção e gestão de crises, etc.) para que não haja “tempos mortos” – por este motivo que o <a href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio">Plano de Negócios</a> é uma ferramenta de gestão e controlo imprescindível para os empreendedores.</p>
<p><strong>A Internet é um ambiente propício ao networking:</strong></p>
<p><strong></strong>O networking é uma enorme mais-valia da Internet que permite aprender (mais rápido e reunindo mais perspectivas), encontrar sinergias (desde parceiros de negócio, investidores, ou pessoas com quem poderemos trabalhar) e, finalmente, divulgar entre os pares, na comunidade Web, o novo conceito e modelo de negócio que propomos. O trabalho de networking pode ser desenvolvido facilmente, por exemplo, através das redes sociais e do <a href="http://forum.maistrafego.pt/">Fórum do Mais Tráfego</a>.</p>
<p><strong>A divulgação da ideia de negócio é mais económica:</strong></p>
<p><strong></strong>Apesar de existirem “pacotes publicitários” na Internet para todo o tipo de investidores e orçamentos, é possível desenvolver um plano de comunicação e marketing de uma ideia de negócio com um orçamento limitado, ou até sem investir dinheiro (com alguma dose de criatividade, é certo).</p>
<p>No entanto, a promoção de um produto ou serviço torna-se mais imediata e mais barata na Internet, em comparação com os métodos tradicionais de publicidade (como a imprensa, a televisão, a rádio, a distribuição de <em>flyers</em>, os <em>muppys</em>, etc.). Além disso, podemos (e devemos) rentabilizar o esforço de divulgação de uma ideia de negócio utilizando estratégias de segmentação adequadas à Internet e também gratuitas, como <a href="http://www.maistrafego.pt/redes-sociais-para-empreendedores">as redes sociais</a>, comunidades online e o <em><a href="http://www.google.com/analytics/">Google Analytics</a></em> (que permite também a monitorização do tráfego online). Assim, podemos direcionar a nossa ação para nichos específicos, conseguindo uma comunicação e promoção mais assertiva e mais eficaz da ideia de negócio.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Foram apresentados cinco motivos (entre muitos outros) pelos quais o desenvolvimento de ideias de negócio na Internet se pode tornar acessível e promissor a todas as pessoas com rasgos de empreendedor. Poderíamos também enumerar razões de carácter pessoal e profissional (mas ficam para um próximo artigo).</p>
<p>Bons projetos e até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/BNrmEHHYMWY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Será viável ser empreendedor e desenvolver modelos de negócio na Internet em tempos de incerteza? A verdade é que existe, sim, um conjunto de oportunidades na Web por descobrir e explorar, em parte porque o que se sabe sobre este novo ambiente de negócios não está ainda completamente testado e difundido. Ou seja, não existe [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">20</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet</feedburner:origLink></item><item><title>Google Music, o novo serviço da Google</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/DD949Dr9bYM/google-music-o-novo-servico-da-google</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>google</category><category>startups</category><category>music</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:36:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4850</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Já há bastante tempo que andava para fazer este artigo mas a preguiça falava sempre mais alto. Já há 2 meses que tenho acesso ao Google Music, o novo serviço de streaming da Google. Este serviço ainda está restringido aos EUA mas graças aos convites pessoas de todo o mundo já têm acesso. Lançado em maio de 2011, durante a conferência Google I/O, o Google Music foi apresentado como uma plataforma capaz de mudar a forma como lidamos com a música na internet.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/NI8rQEHoE24?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Google Music</h2>
<h3>Interface</h3>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/Albums-Google-Music.png"><img class="wp-image-4851 alignnone" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/Albums-Google-Music-1024x511.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Como em todos os serviços da Google este apresenta um visual simples e bastante intuitivo. Com o laranja como cor forte apresenta uma interface web 2.0.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/AmzZULN0nCU?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Comprar Música</h3>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/xSnr0VLbUJ8?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Este sistema permite comprar músicas através do novo Android Market como o Itunes.  Segundo o que vi no Android Market estão disponíveis músicas de todo o género, das gratuitas às pagas, do Rock ao Jazz.</p>
<h3>Music Manager</h3>
<p>Apesar de ser baseado na nuvem (ou cloud computing, como queiram), antes de aceder  a músicas pelo Google Music é necessário enviá-las a partir de um computador. Para tornar esse processo mais fácil, foi criado o Music Manager, programa especializado para fazer os uploads das músicas.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google/attachment/50127" rel="attachment wp-att-4855"><img class="aligncenter size-full wp-image-4855" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/50127.jpg" alt="" width="600" height="453" /></a></p>
<p>O programa  destaca-se tanto pela facilidade de uso quanto pela integração com as bibliotecas do Windows Media Player e do iTunes. Adicionar novas pastas é uma tarefa bastante fácil, e as ferramentas de controlo da banda garantem que o utilizador não sofra com lentidões enquanto envia músicas para o serviço.</p>
<h3>Espaço surpreendente</h3>
<p>Ao contrário dos sistemas da Apple e da Amazon, que limitam o número de músicas baseados num tamanho previamente determinado, o Google Music usa como base a quantidade de músicas. Ao todo, é possível enviar 20 mil músicas diferentes para o serviço, com tamanho limite de 250MB para cada uma.</p>
<p>Em teoria, isso significa que cada utilizador tem um limite de envio de cerca de 5 terabytes, número surpreendente para um serviço completamente gratuito. Embora todo esse espaço dificilmente seja usado na prática, tal característica apresenta-se como uma grande vantagem em relação aos serviços concorrentes.</p>
<h3>Sincronização e acesso</h3>
<p>Após enviar músicas para o Google Music, é possível ouvi-los de forma quase imediata a partir de qualquer dispositivo conectado com a internet. Basta ter uma versão recente de um navegador ou a aplicação do Google Music disponível para Android (claro!), IOS e Google Desktop.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/S9fbWBol6sA?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Como ter já o Google Music</h2>
<p>Para ter já o Google Music é bastante fácil, segue os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Acede a <a href="www.texasproxy.com" target="_blank">www.texasproxy.com</a></li>
<li>Insere o endereço music.google.com</li>
<li>Faz o registo</li>
<li>Pronto a usar!</li>
</ol>
<p>Abraço!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/DD949Dr9bYM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Já há bastante tempo que andava para fazer este artigo mas a preguiça falava sempre mais alto. Já há 2 meses que tenho acesso ao Google Music, o novo serviço de streaming da Google. Este serviço ainda está restringido aos EUA mas graças aos convites pessoas de todo o mundo já têm acesso. Lançado em maio [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">4</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google</feedburner:origLink></item></channel></rss>
