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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Mais Tráfego</title><link>http://www.maistrafego.pt</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><description>Mais Tráfego - Criamos Webmasters. Comunidade de webmasters de Portugal</description><language>en</language><lastBuildDate>Mon, 07 May 2012 13:00:18 PDT</lastBuildDate><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/maistrafego" /><feedburner:info uri="maistrafego" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>maistrafego</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Desenvolver uma ideia de negócio sem financiamento – bootstrapping your startup!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/hcl2H6VjGcY/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>startups</category><category>bootstrapping</category><category>empreendorismo</category><category>negocios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Fri, 04 May 2012 04:59:50 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4978</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-5009" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/05/bootstrapping-startup.png" alt="bootstrapping startup" width="558" height="418" /></p>
<p>É possível desenvolver uma ideia de negócio sem financiamento, ou com um orçamento bem limitado. O bootstrapping permite criar uma startup a partir do zero, escalando uma série de etapas de crescimento tal como se tivesse entrado para uma empresa como estagiário até ao dia que faria parte da equipa de administração.</p>
<p>O bootstrapping é um termo que se aplica nos casos em que se cria uma startup a partir de recursos próprios do empreendedor (desde conhecimentos, know how, até poupanças ou créditos de familiares e amigos). Com o evoluir do negócio, a startup irá tornar-se cada vez mais sólida e permitirá desenvolver uma estrutura empresarial mais robusta e mais competitiva &#8211; será possível aumentar a equipa de trabalho, diversificar a oferta e, assim, alargar a atuação no mercado, tudo a partir de um modelo embrionário de prestação de serviços ou de vendas.</p>
<h2>O ponto de partida:</h2>
<p>O ponto de partida na criação de uma startup através do bootstrapping corresponde apenas à montagem de uma estrutura empresarial (mínima) que permita arrancar com a ideia de negócio. Nas etapas seguintes, o desenvolvimento da empresa será gradual e proporcional às vendas.</p>
<p>O bootstrapping é normalmente uma opção para os empreendedores que não querem perder a sua liberdade de acção na empresa e que gostam de tomar todas as decisões de uma forma autónoma. Neste caso, quem tem uma ideia de negócio  opta por começar “em pequeno” e depois crescer de forma gradual, tendo sempre controlo sobre as opções e as estratégias que define.</p>
<h2>Vantagens:</h2>
<p>A possibilidade de recorrer ao apoio financeiro dos familiares e amigos permitirá criar uma rede informal e mais próxima de pessoas que estão interessadas no sucesso de todo o trabalho.  Com este formato de investimento o empreendedor não precisa de procurar financiamento através de <a title="financiamento através dos bussiness angels e capital de risco" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels" target="_blank">bussiness angels e do capital de risco</a>, nem precisará de convencer e mobilizar uma multidão de apoiantes, através do <a title="financiamento através do crowdfunding" href="http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores" target="_blank">crowdfunding</a>. A vantagem mais imediata será o facto de ficar livre de convencer outras pessoas sobre a sustentabilidade da sua ideia de negócio e o facto de não ter de se comprometer com a apresentação de resultados, por exemplo.</p>
<p>Apesar de ser uma forma por vezes limitada (em termos de acesso a financiamento) de criar uma startup, o bootstrapping pode ser no entanto a única opção de investimento para alguns empreendedores. O bootstrapping pode ser mesmo a única possibilidade de concretizar uma ideia de negócio e criar uma empresa quando todas as outras portas se fecham. É uma forma de dar início a novos negócios e colocar em prática ideias inovadoras utilizando apenas os recursos que cada um tem acesso de uma forma imediata e informal.</p>
<h2>Desvantagens:</h2>
<p>Apesar de permitir maior autonomia para o empreendedor e menos responsabilidades financeiras em relação a terceiros (porque está comprometido apenas consigo próprio e com uma rede informal de apoiantes), o bootstrapping deve ser no entanto uma forma de trabalhar e de financiar uma startup bem ponderada, sobretudo, porque pode resultar na perda (total ou de boa parte) dos recursos pessoais.</p>
<p>Por outro lado, esta opção de financiamento pressupõe uma escalada (por vezes longa) de várias etapas de trabalho e o desenvolvimento de todo o plano de negócio é feito de uma forma mais solitária. Ou seja, todo o trabalho de planear o negócio, estudar o mercado, testar o potencial da ideia, divulgar junto do nicho de mercado, até obter retorno financeiro é feito pelo empreendedor sem que haja muitas vezes um acompanhamento, feedback e partilha de conhecimentos com alguém mais experiente. O trabalho solitário e por vezes lento deste modelo de negócio pode ser uma das desvantagens do booststrapping, apesar de não desmerecer nem comprometer todas as boas ideias de negócio!</p>
<p>No próximo artigo apresentaremos, por isso, um conjunto de etapas que poderão tornar mais rápido e fácil o desenvolvimento de uma startup através do bootstrapping.</p>
<p>Até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/hcl2H6VjGcY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>É possível desenvolver uma ideia de negócio sem financiamento, ou com um orçamento bem limitado. O bootstrapping permite criar uma startup a partir do zero, escalando uma série de etapas de crescimento tal como se tivesse entrado para uma empresa como estagiário até ao dia que faria parte da equipa de administração. O bootstrapping é [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/desenvolver-ideia-de-negocio-sem-financiamento</feedburner:origLink></item><item><title>O ciclo de vida de uma startup</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/ASej4GXfTi8/ciclo-vida-startup</link><category>Destaques</category><category>startups</category><category>empreendorismo</category><category>negocios</category><category>seed capital</category><category>startup</category><category>venture capital</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 10:33:27 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4940</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/04/startup.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4969" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/04/startup.jpg" alt="Ciclo de vida startup" width="598" height="319" /></a></p>
<p>Uma <strong> startup</strong> é uma empresa jovem e embrionária, normalmente de base tecnológica, que gera valor de mercado através da inovação constante do seu modelo de negócio, a partir da pesquisa, investigação e desenvolvimento de novas ideias. Portanto, são empresas com um espírito empreendedor e inovador bem presente.</p>
<p>Uma startup é geralmente uma empresa que se encontra em fase de constituição ou de consolidação da sua presença no mercado e, por isso, é também uma empresa com um plano operacional limitado.</p>
<p>Existem algumas startups já solidificadas no mercado e líderes em vários segmentos, como o <a title="Google startup" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google" target="_blank">Google</a>, a <a title="Yahoo" href="http://www.yahoo.com" target="_blank">Yahoo</a>, o <a title="Ebay" href="www.ebay.com/" target="_blank">Ebay </a>e o <a title="Amazon" href="www.amazon.com" target="_blank">Amazon</a>. Em Portugal existe também um conjunto significativo e promissor de <a title="startup portugal" href="http://www.maistrafego.pt/startup-portugal" target="_blank">startups e projetos portugueses que vale a pena acompanhar</a>.</p>
<p>Desde a concepção da ideia de negócio até à fase de consolidação e crescimento da empresa, uma startup atravessa várias etapas ao longo do seu ciclo de vida – conhecendo cada uma destas fases, podemos compreender melhor como uma startup nasce, sobrevive e vence.</p>
<h2>Fase semente – <em>seed capital</em></h2>
<p>Esta é a fase de concepção e incubação da ideia de negócio, em que tudo começa com identificação de uma necessidade e a busca de uma oportunidade de negócio. Esta é também a fase de maior entusiasmo e confiança para o empreendedor, até ser invadido por uma série de perguntas sobre o mercado, os clientes, os investidores, a distribuição, o preço, os recursos e os meios necessários ao desenvolvimento da startup.</p>
<p>Numa fase inicial &#8211; num estado semente – existe apenas uma ideia de negócio, por isso, o empreendedor poderá precisar de reunir <strong>seed capital</strong> (capital semente) para fazer pesquisas, estudos de mercado e desenvolver o <a title="como elaborar plano de negócios" href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio" target="_blank">plano de negócios</a>.</p>
<p>O capital “semente” é muitas vezes conseguido a partir de recursos próprios do empreender e junto de familiares e amigos – os primeiros a conhecerem as ideias inovadoras de qualquer empreendedor. Esta é uma etapa de concepção da ideia de negócio, em que também se pensam em fontes possíveis de financiamento para criar e alavancar a empresa.</p>
<h2>Fase inicial – <em>venture capital</em></h2>
<p>Esta é uma das fases decisivas do ciclo de vida de uma startup. Nesta fase de desenvolvimento do modelo de negócio (<strong>early stage)</strong>,<strong> </strong>a startup precisa muitas vezes de recorrer a <strong>capital de risco</strong> (venture capital) para implementar a ideia de negócio e se assumir no mercado como uma empresa competitiva.</p>
<p>Nesta fase o modelo de receitas poderá ser incerto e, por isso, ainda é preciso testar a tecnologia de base e obter um maior conhecimento do mercado. O financiamento de uma startup através de capital de risco pressupõe, como o nome indica, um ambiente de incerteza associado à implementação do negócio no mercado. Este ambiente de risco resulta do facto do modelo de negócio ainda não se encontrar totalmente definido e, sobretudo, de ainda não ter sido completamente testado.</p>
<p>No entanto, as startups são empresas que resultam de empreendimentos iniciais de baixo custo e têm um modelo de negócio escalável, ou seja, têm uma expectativa de crescimento (e de sucesso) elevada, o que torna o potencial de negócio e o retorno do investimento também grande. Isto significa que o investimento inicial (o capital de risco) é, por norma, reduzido em relação a uma fase de desenvolvimento e de valorização da startup no mercado (growth stage), em que o retorno de investimento será também elevado e, portanto, proporcional ao risco.</p>
<p>Este investimento inicial pode ser obtido através dos <a title="financiamento business angels" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels" target="_blank">bussiness angels, investidores de capital de risco</a> que procuram startups, em <strong>early stage,</strong> para investir, gerar novos negócios e soluções inovadoras.</p>
<h2>Fase de arranque – Startup</h2>
<p>Depois de conseguir financiamento e investimento de capital, estas empresas de base tecnológica estão na chamada fase de arranque – literalmente, <strong>startup</strong>. Nesta fase a empresa já ultrapassou o “vale da morte” e tem de desenvolver o seu negócio de acordo com as necessidades do mercado e, sobretudo, tem de reunir os recursos e os meios necessários para se tornar <strong>auto-suficiente</strong>.</p>
<p>Nesta fase é frequente o empreendedor perceber que subestimou as suas necessidades de financiamento e/ou o tempo necessário para o retorno financeiro. É aqui que começa o desafio de descobrir a melhor forma de satisfazer as necessidades do cliente, de inovar e de descobrir uma forma sustentável de alavancar o modelo de negócio.</p>
<p>Portanto, numa fase startup, as novas empresas precisam já de reunir uma carteira de clientes (relevante), conquistar presença no mercado (o que significa ter um uma estratégia de consolidação de mercado), além de possuírem fluxo de caixa e fundo de maneio para as operações de contabilidade.</p>
<h2>Fase de crescimento</h2>
<p>Na fase de crescimento – <strong>growth stage</strong> – a startup já ultrapassou o vale da morte e está agora focada no crescimento e na competição com todo o mercado. Nesta fase a preocupação não é apenas sobreviver e provar que é auto-suficiente, mas sobretudo crescer e expandir a atuação no mercado.</p>
<p>O maior desafio nesta etapa do clico de vida de uma startup está associado ao próprio crescimento da empresa – o aumento da carteira de clientes traz mais oportunidades e também novas necessidades, é preciso mais tempo para responder a todas as solicitações dos clientes, reunir uma maior equipa de trabalho e torna-se necessário definir novos investimentos, parecerias e estratégias de inovação.</p>
<h2>Fase de abrandamento</h2>
<p>Nesta fase a startup já é uma empresa estabelecida no mercado, com o seu núcleo de clientes fiéis e o seu próprio nicho de atuação bem definido. A fase inicial do deep valley e de consolidação do modelo de negócio já foi ultrapassada e vencida. Neste momento, apesar de continuarem a surgir novos desafios e da necessidade de inovar, a startup está numa fase de abrandamento e de maturação do modelo de negócio – um estado natural depois de um grande crescimento.</p>
<p>Abrandamento não é sinónimo de declínio mas sim um estado de permanência num nível de maturação significativa, associada a novas fontes de investimento, como a presença em bolsa, fundos de investimento e de novas participações financeiras.</p>
<p>Espero que o artigo tenha conseguido ilustrar de uma forma animadora o ciclo de vida de uma startup (desde o fazer germinar novas ideias até ao momento de cotação em bolsa), bem como os desafios que estão presentes em cada uma das etapas de desenvolvimento destas empresas. Se têm outras perspetivas sobre a vida de uma startup e experiências empreendedoras, partilhem connosco!</p>
<p>Boas ideias de negócio e até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/ASej4GXfTi8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Uma  startup é uma empresa jovem e embrionária, normalmente de base tecnológica, que gera valor de mercado através da inovação constante do seu modelo de negócio, a partir da pesquisa, investigação e desenvolvimento de novas ideias. Portanto, são empresas com um espírito empreendedor e inovador bem presente. Uma startup é geralmente uma empresa que se encontra [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/ciclo-vida-startup/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">3</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/ciclo-vida-startup</feedburner:origLink></item><item><title>Google Planeia Penalizar Websites Excessivamente Otimizados</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/aipJis-vi-w/google-planeia-penalizar-websites-excessivamente-otimizados</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>Seo</category><category>google</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Wanderley</dc:creator><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 04:16:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4943</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img class="alignnone  wp-image-4944" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/03/Google.jpg" alt="Google" width="600" height="307" /></p>
<p>São más notícias para os ávidos trabalhadores de <strong>SEO</strong>, parece que a <strong>Google</strong> se prepara para penalizar websites que exageram na utilização de técnicas de SEO para conseguirem melhores resultados no seu motor de busca.</p>
<p>A notícia foi adiantada pelo próprio <strong>Matt Cutts</strong> da Google e não tem sido muito bem recebida por profissionais de SEO espalhados por este mundo fora, ou melhor, talvez só não tenha sido bem recebida por profissionais que pelo meio do caminho se esqueceram que o conteúdo também é muito importante.</p>
<p>O objetivo da Google é conseguir mais equilibro no seu motor de busca e oferecer aos clientes os resultados mais relevantes mesmo que eles não venham de um website bem otimizado.</p>
<blockquote class="blockquote_end style02" align="left">
<span>
<p class="end-quote"> Nós estamos a tentar fazer com que o GoogleBot seja mais esperto, melhorar a relevância dos resultados e também estamos à procura daqueles que abusam: como por exemplo demasiadas keywords numa página ou uma troca de links exagerada e no fundo ir bem mais além do que muitos julgariam que nós fôssemos </p>
<p><cite>Matt Cutts</cite></p>
</span>
</blockquote>
<p>As alterações ao motor de busca poderão ser implementadas dentro de meses ou até nas próximas semanas (pelo que o Matt disse parece ser para breve), no entanto a Google optou por não se pronunciar sobre isso.</p>
<p>Esta revelação não é, contudo, uma grande surpresa até porque recentemente a Google também implementou uma mudança no algoritmo que essencialmente penaliza páginas que exagerem na utilização de blocos publicitários &#8220;<em>above the fold</em>&#8220;.</p>
<p>É importante realçar que a utilização de técnicas de SEO não é vista de forma negativa pela Google, pelo contrário esta alteração no algoritmo está relacionada com o exagero e websites que têm proliferado não porque têm o melhor conteúdo, mas sim porque estão melhor otimizados.</p>
<p>A Google parece estar a tentar evoluir o seu motor de busca respeitando sempre a máxima do &#8220;<strong>Content is King</strong>&#8220;, resta saber é se ao final do dia o impacto desta mudança será significativo.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fontes: <a href="http://news.cnet.com/8301-1023_3-57399425-93/google-plans-to-penalize-overly-optimized-sites/?part=rss&amp;subj=news&amp;tag=title" target="_blank">CNET</a> , <a href="http://searchengineland.com/too-much-seo-google%E2%80%99s-working-on-an-%E2%80%9Cover-optimization%E2%80%9D-penalty-for-that-115627" target="_blank">Search Engine Land</a></strong></p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/aipJis-vi-w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>São más notícias para os ávidos trabalhadores de SEO, parece que a Google se prepara para penalizar websites que exageram na utilização de técnicas de SEO para conseguirem melhores resultados no seu motor de busca. A notícia foi adiantada pelo próprio Matt Cutts da Google e não tem sido muito bem recebida por profissionais de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/google-planeia-penalizar-websites-excessivamente-otimizados/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">17</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/google-planeia-penalizar-websites-excessivamente-otimizados</feedburner:origLink></item><item><title>Crowdfunding – uma nova forma de financiamento para empreendedores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/EgR1plzbRYs/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>startups</category><category>crowdfunding</category><category>empreendedorismo</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:51:49 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4920</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/crowd.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4925" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/crowd.png" alt="" width="520" height="250" /></a></p>
<p>O <strong>Crowdfunding</strong> é uma forma de <strong>financiamento</strong> colectiva de <strong>ideias de negócio</strong>, através de uma plataforma online. De forma literal, Crowdfunding significa “financiado pela multidão” e apesar desta modalidade de angariação de fundos colectivos já existir há muito (desde o mecenato, filantropia ou quotas de associados) o fator inovador está na forma como todo o processo de desenrola na Internet.</p>
<p>O Crowdfunding assenta na ideia de que pequenos investimentos (mínimo de 1 euro), patrocinados por uma grande comunidade, resultam em grandes projetos. O maior desafio do empreendedor será, portanto, o de mostrar e convencer o maior número de pessoas sobre a validade e as potencialidades da sua ideia de negócio e, assim, conseguir reunir o financiamento que precisa.</p>
<p>Os primeiros apoiantes encontram-se, normalmente, nos círculos mais restritos dos familiares, amigos e associados, passando depois para uma comunidade mais genérica que será o próprio mercado – aqui, as redes sociais podem ter um papel chave na divulgação do potencial da ideia de negócio e na conquista de mais investidores.</p>
<p>Assim é possível, ao mesmo tempo, procurar financiamento e testar a aceitação da ideia de negócio no mercado. Por outro lado, o Crowdfunding permite envolver toda esta comunidade de patrocinadores em torno da ideia de negócio, o que dá relevância social ao projeto.</p>
<p>O processo de financiamento através do Crowdfunding começa com a apresentação de uma candidatura (<em>pitch)</em> através da plataforma, é estipulado o valor do financiamento necessário à concretização do projeto, um prazo para as doações e, por fim, uma lista das recompensas que vão ser entregues aos investidores.</p>
<p>No final do prazo se for atingida a meta de financiamento (e que pode até ser ultrapassada) o promotor recebe esse valor e a plataforma online recebe, normalmente, uma comissão de 5%. A partir desta fase, inicia-se o desenvolvimento do projeto que pode ser acompanhado pelos investidores, mais uma vez através das redes sociais, por exemplo – uma forma de também ser assegurada a transparência do processo. Caso não seja conseguido o valor do financiamento necessário, mas antes apenas 60% do valor estipulado, por exemplo, o projeto não se realiza e os valores são devolvidos aos apoiantes.</p>
<p>Portanto, se por um lado os <strong><a title="business angels" href="http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels">business angels</a></strong> estão especialmente vocacionados para apoiar projetos que requerem uma maior componente de investimento (financeiro, recursos, know how), o Crowdfunding pode ser uma boa opção para as ideias de negócio que requerem uma menor estrutura de investimentos e que, por norma, têm mais dificuldade em conseguir financiamento através de capitais de risco, como os projetos editoriais, artísticos ou associativos, por exemplo.</p>
<p>Nos EUA, no Reino Unido e no Brasil este conceito já deu origem a dezenas de plataformas focadas no financiamento de segmentos de negócio específicos, desde a realização de projetos musicais, investigação científica (como o Câncer reaserch UK), apoio a escritores (como o Unbound@UK), projetos de ONG’s, etc.</p>
<p><strong>Existem dois tipos de Crowdfunding</strong>, pela forma como são garantidas as recompensas aos seus investidores.</p>
<p><strong>1) Apoio ao empreendorismo e inovação de base social</strong></p>
<p>Nos projetos de base social, como acontece na plataforma portuguesa <a title="PPL" href="http://ppl.com.pt/">PPL</a>, o sistema de recompensas pode ser um produto, serviço ou uma experiência, por exemplo, a assinatura de uma publicação, o bilhete para um concerto &#8211; podem ser muito variadas, conforme as particularidades de cada ideia de negócio. Em Portugal existem ainda  as plataformas <a title="redebiz" href="http://redebiz.net/projetos/">Redebiz </a>e a <a title="massivemov" href="http://www.massivemov.com/">Massivemov </a>para procurar financiamento.</p>
<p><strong>2) Investimentos através de capitais próprios</strong></p>
<p>Neste caso, os investidores esperam um retorno financeiro do apoio que fizerem, através de dividendos sobre o valor das acções, ou pela sua venda e a criação de valor dentro da empresa. Duas plataformas com este modelo são a <a title="symbid" href="http://symbid.com/">Symbid</a>, no Reino Unido, e a <a title="crowdcube" href="http://www.crowdcube.com/">Crowdcub</a>, holandesa.<strong></strong></p>
<p>Concluindo, o crowdfunding é uma forma de financiamento com algumas particularidades que importa conhecer, mas é sobretudo concretizável e vantajosa para os empreendedores da Web (e não só) pela forma como permite envolver toda a rede contatos em torno da ideia de negócio. Por outro lado, funciona como um teste à aceitação da ideia no mercado. Por isso, boas ideias e bons negócios!</p>
<p>Até à próxima.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/EgR1plzbRYs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O Crowdfunding é uma forma de financiamento colectiva de ideias de negócio, através de uma plataforma online. De forma literal, Crowdfunding significa “financiado pela multidão” e apesar desta modalidade de angariação de fundos colectivos já existir há muito (desde o mecenato, filantropia ou quotas de associados) o fator inovador está na forma como todo o [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">16</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/crowdfunding-uma-nova-forma-de-financiamento-para-empreendedores</feedburner:origLink></item><item><title>Por que vale a pena ser empreendedor na Internet</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/BNrmEHHYMWY/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>freelance</category><category>startups</category><category>empreendedorismo</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 06:03:11 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4891</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/empreendedorismo1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4895" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2012/01/empreendedorismo1.png" alt="" width="520" height="250" /></a></p>
<p>Será viável <strong>ser empreendedor</strong> e desenvolver <strong>modelos de negócio na Internet</strong> em tempos de incerteza?</p>
<p>A verdade é que existe, sim, um conjunto de <strong><a href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio">oportunidades na Web por descobrir</a></strong> e explorar, em parte porque o que se sabe sobre este novo ambiente de negócios não está ainda completamente testado e difundido. Ou seja, não existe um conhecimento sistematizado que seja partilhado por todos sobre os modelos de negócio na Internet, como existe, por exemplo, sobre as estratégias, as empresas e os modelos de negócio tradicionais. Por isso, muito do que se faz na Internet é ainda resultado de experiências, tentativas e erros.</p>
<p>Por outro lado – e esta é a boa notícia – temos poucas ou nenhumas barreiras à iniciativa dos novos empreendedores, investidores, empresários e investigadores o que se traduz, em parte, na existência de um nivelador entre todos os que concorrem no mercado da Internet. Assim, as diferenças em termos de acesso a recursos, ferramentas e conhecimentos entre quem está a começar e quem já tem um negócio implementado são reduzidas e passíveis de serem ultrapassadas ao longo do processo.</p>
<p>Por isso, sendo <strong>um ambiente de negócios acessível a todos e propício ao desenvolvimento de ideias inovadoras</strong>, existe um conjunto de razões mais específicas que ajudam a perceber porque vale a pena <strong>ser empreendedor na Internet</strong> e desenvolver <strong>ideias de negócio online</strong>. Apresento algumas dessas razões de seguida.</p>
<p><strong>O investimento é menor:</strong></p>
<p><strong></strong>Este será um dos fatores de maior atratividade na Internet. Com poucos recursos, ou mesmo a partir de plataformas e ferramentas gratuitas, é possível iniciar um modelo de negócio e oferecer serviços (ou produtos) inovadores, evoluindo depois para formatos pagos e mais especializados – ainda assim, os custos relacionados com o registo, a hospedagem, a construção e manutenção de um site são reduzidos em comparação com os custos de logística de um espaço físico. Mesmo que inicialmente se opte por investir na construção profissional de uma plataforma de vendas, por exemplo, o investimento inicial será sempre menor do que o necessário para a gestão de um espaço físico.</p>
<p><strong>O modelo de negócios pode ser implementado e testado gradualmente:</strong></p>
<p><strong></strong>Outra vantagem que a Internet oferece é a possibilidade de se construir e testar por etapas o modelo de negócio. Assim é possível investir de forma gradual e torna-se mais fácil o controlo e a resposta às dificuldades que forem surgindo ao longo do processo.</p>
<p>Na Internet o investidor pode, em primeiro lugar, avaliar a aceitação do novo conceito que oferece, registar o número de visitas e o feedback dos utilizadores (potenciais clientes) e só depois começar a vender. Isto não é possível nos modelos de negócio tradicionais, porque a partir do momento que o negócio é implementado no mercado tudo tem de estar previsto com uma resposta definida (estratégias de entrada no mercado, parceiros, estratégias de divulgação, promoção e gestão de crises, etc.) para que não haja “tempos mortos” – por este motivo que o <a href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio">Plano de Negócios</a> é uma ferramenta de gestão e controlo imprescindível para os empreendedores.</p>
<p><strong>A Internet é um ambiente propício ao networking:</strong></p>
<p><strong></strong>O networking é uma enorme mais-valia da Internet que permite aprender (mais rápido e reunindo mais perspectivas), encontrar sinergias (desde parceiros de negócio, investidores, ou pessoas com quem poderemos trabalhar) e, finalmente, divulgar entre os pares, na comunidade Web, o novo conceito e modelo de negócio que propomos. O trabalho de networking pode ser desenvolvido facilmente, por exemplo, através das redes sociais e do <a href="http://forum.maistrafego.pt/">Fórum do Mais Tráfego</a>.</p>
<p><strong>A divulgação da ideia de negócio é mais económica:</strong></p>
<p><strong></strong>Apesar de existirem “pacotes publicitários” na Internet para todo o tipo de investidores e orçamentos, é possível desenvolver um plano de comunicação e marketing de uma ideia de negócio com um orçamento limitado, ou até sem investir dinheiro (com alguma dose de criatividade, é certo).</p>
<p>No entanto, a promoção de um produto ou serviço torna-se mais imediata e mais barata na Internet, em comparação com os métodos tradicionais de publicidade (como a imprensa, a televisão, a rádio, a distribuição de <em>flyers</em>, os <em>muppys</em>, etc.). Além disso, podemos (e devemos) rentabilizar o esforço de divulgação de uma ideia de negócio utilizando estratégias de segmentação adequadas à Internet e também gratuitas, como <a href="http://www.maistrafego.pt/redes-sociais-para-empreendedores">as redes sociais</a>, comunidades online e o <em><a href="http://www.google.com/analytics/">Google Analytics</a></em> (que permite também a monitorização do tráfego online). Assim, podemos direcionar a nossa ação para nichos específicos, conseguindo uma comunicação e promoção mais assertiva e mais eficaz da ideia de negócio.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Foram apresentados cinco motivos (entre muitos outros) pelos quais o desenvolvimento de ideias de negócio na Internet se pode tornar acessível e promissor a todas as pessoas com rasgos de empreendedor. Poderíamos também enumerar razões de carácter pessoal e profissional (mas ficam para um próximo artigo).</p>
<p>Bons projetos e até à próxima!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/BNrmEHHYMWY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Será viável ser empreendedor e desenvolver modelos de negócio na Internet em tempos de incerteza? A verdade é que existe, sim, um conjunto de oportunidades na Web por descobrir e explorar, em parte porque o que se sabe sobre este novo ambiente de negócios não está ainda completamente testado e difundido. Ou seja, não existe [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">20</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/porque-vale-a-pena-ser-empreendedor-na-internet</feedburner:origLink></item><item><title>Google Music, o novo serviço da Google</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/DD949Dr9bYM/google-music-o-novo-servico-da-google</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>google</category><category>startups</category><category>music</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:36:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4850</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Já há bastante tempo que andava para fazer este artigo mas a preguiça falava sempre mais alto. Já há 2 meses que tenho acesso ao Google Music, o novo serviço de streaming da Google. Este serviço ainda está restringido aos EUA mas graças aos convites pessoas de todo o mundo já têm acesso. Lançado em maio de 2011, durante a conferência Google I/O, o Google Music foi apresentado como uma plataforma capaz de mudar a forma como lidamos com a música na internet.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/NI8rQEHoE24?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Google Music</h2>
<h3>Interface</h3>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/Albums-Google-Music.png"><img class="wp-image-4851 alignnone" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/Albums-Google-Music-1024x511.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Como em todos os serviços da Google este apresenta um visual simples e bastante intuitivo. Com o laranja como cor forte apresenta uma interface web 2.0.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/AmzZULN0nCU?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Comprar Música</h3>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/xSnr0VLbUJ8?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Este sistema permite comprar músicas através do novo Android Market como o Itunes.  Segundo o que vi no Android Market estão disponíveis músicas de todo o género, das gratuitas às pagas, do Rock ao Jazz.</p>
<h3>Music Manager</h3>
<p>Apesar de ser baseado na nuvem (ou cloud computing, como queiram), antes de aceder  a músicas pelo Google Music é necessário enviá-las a partir de um computador. Para tornar esse processo mais fácil, foi criado o Music Manager, programa especializado para fazer os uploads das músicas.</p>
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google/attachment/50127" rel="attachment wp-att-4855"><img class="aligncenter size-full wp-image-4855" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/12/50127.jpg" alt="" width="600" height="453" /></a></p>
<p>O programa  destaca-se tanto pela facilidade de uso quanto pela integração com as bibliotecas do Windows Media Player e do iTunes. Adicionar novas pastas é uma tarefa bastante fácil, e as ferramentas de controlo da banda garantem que o utilizador não sofra com lentidões enquanto envia músicas para o serviço.</p>
<h3>Espaço surpreendente</h3>
<p>Ao contrário dos sistemas da Apple e da Amazon, que limitam o número de músicas baseados num tamanho previamente determinado, o Google Music usa como base a quantidade de músicas. Ao todo, é possível enviar 20 mil músicas diferentes para o serviço, com tamanho limite de 250MB para cada uma.</p>
<p>Em teoria, isso significa que cada utilizador tem um limite de envio de cerca de 5 terabytes, número surpreendente para um serviço completamente gratuito. Embora todo esse espaço dificilmente seja usado na prática, tal característica apresenta-se como uma grande vantagem em relação aos serviços concorrentes.</p>
<h3>Sincronização e acesso</h3>
<p>Após enviar músicas para o Google Music, é possível ouvi-los de forma quase imediata a partir de qualquer dispositivo conectado com a internet. Basta ter uma versão recente de um navegador ou a aplicação do Google Music disponível para Android (claro!), IOS e Google Desktop.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/S9fbWBol6sA?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Como ter já o Google Music</h2>
<p>Para ter já o Google Music é bastante fácil, segue os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Acede a <a href="www.texasproxy.com" target="_blank">www.texasproxy.com</a></li>
<li>Insere o endereço music.google.com</li>
<li>Faz o registo</li>
<li>Pronto a usar!</li>
</ol>
<p>Abraço!</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/DD949Dr9bYM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Já há bastante tempo que andava para fazer este artigo mas a preguiça falava sempre mais alto. Já há 2 meses que tenho acesso ao Google Music, o novo serviço de streaming da Google. Este serviço ainda está restringido aos EUA mas graças aos convites pessoas de todo o mundo já têm acesso. Lançado em maio [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">4</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/google-music-o-novo-servico-da-google</feedburner:origLink></item><item><title>Os 15 domínios mais caros de 2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/VlvykeTLBE8/os-15-dominios-mais-caros-de-2011-2</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>webmarketing</category><category>domínios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rogério Moreira</dc:creator><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 02:27:12 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4822</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/dotcom.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3281" title="dotcom" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2010/12/dotcom.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Como <a title="Os 30 domínios mais caros de 2010" href="http://www.maistrafego.pt/os-30-dominios-mais-caros-de-2010">num artigo passado se fez</a> , e como já estamos perto do final do ano, vou dar a conhecer hoje os 15 domínios que foram este ano vendidos pelos preços mais elevados.</p>
<ol>
<li><strong>Social.com vendido por US$ 2.600.000;</strong></li>
<li><strong>DomainName.com vendido por US$ 1.000.000;</strong></li>
<li><strong>Aktien.de (&#8220;ações” em alemão) vendido por € 500.000 ou US$ 725.000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) VU.com vendido por US$ 700,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) RunningShoes.com vendido por US$ 700,000;</strong></li>
<li><strong>Answer.com vendido por US$ 550,000;</strong></li>
<li><strong>11.com vendido por US$ 525,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) Puzzle.com vendido por US$ 500,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) GamesForGirls.com vendido por US$ 500,000;</strong></li>
<li><strong>(Empate) Gay.xxx vendido por US$ 500,000;</strong></li>
<li><strong>Meet.me vendido por US$ 450,000;</strong></li>
<li><strong>AutoInsurance.org vendido por US$ 440,000;</strong></li>
<li><strong>Look.com vendido por US$ 400,000;</strong></li>
<li><strong>33.com vendido por US$ 358,000;</strong></li>
<li><strong>DataCenter.com vendido por US$ 352,500.</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que acharam deste valores? E que acham destas pessoas que fazem da vida uma compra e venda constante de domínios?</p>
<p>Abraço</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/VlvykeTLBE8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Como num artigo passado se fez , e como já estamos perto do final do ano, vou dar a conhecer hoje os 15 domínios que foram este ano vendidos pelos preços mais elevados. Social.com vendido por US$ 2.600.000; DomainName.com vendido por US$ 1.000.000; Aktien.de (&amp;#8220;ações” em alemão) vendido por € 500.000 ou US$ 725.000; (Empate) VU.com vendido [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/os-15-dominios-mais-caros-de-2011-2/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">11</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/os-15-dominios-mais-caros-de-2011-2</feedburner:origLink></item><item><title>Financiamento para empreendedores e ideias de negócio – os business angels</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/Km5CnbWBHCQ/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>startups</category><category>business angels</category><category>empreendedorismo</category><category>negocios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 12:31:01 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4785</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/11/bangels1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4795" title="bangels" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/11/bangels1.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Depois do nascimento da <a title="6 Técnicas e ferramentas utilizadas para a geração de ideias e oportunidades de negócio" href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio" target="_blank">ideia de negócio</a> e de <a title="Como elaborar um Plano de Negócio" href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio" target="_blank">elaborar o Plano de Negócios</a> temos de pensar em como colocar no mercado o nosso produto ou serviço, associado à criação de uma start-up, o que muitas vezes exige financiamento.</p>
<p>Além das linhas de crédito bancário, pouco animadoras devido às altas taxas de juro e à exigência de garantias bancárias, e dos programas de apoio do Estado ao empreendedorismo (como o FINICIA, o Invest Mais, o FINOVA e o FAME, especificamente para mulheres empreendedoras, entre outros) podemos também procurar financiamento para a nossa ideia de negócio junto de um business angel ou de Associações de bussiness angels, obtende neste caso vantagens relevantes.</p>
<p>Os business angels podem ser apresentados como investidores particulares em projectos empreendedores, em troca de uma participação no capital do negócio. Estes investidores procuram e apostam em oportunidades de negócio inovadoras numa fase de seed capital, quando a empresa ainda está em formação e não tem clientes, ou na fase de start-up ou early stage, quando a empresa está em fase nascente. Os investimentos rondam, em média, os 150 mil e 200 mil euros, podendo ser conjugados com capital de outras entidades ou parceiros. A participação do business angel decorre até ao momento em que a empresa alcança um sustained growth (ao fim de 3 a 5 anos normalmente) e neste momento o bussiness angel vende a sua participação na empresa.<br />
Além da disponibilização de capital a participação de um business angel pode significar para os empreendedores outras vantagens, tais como:</p>
<p><strong>1- Não são necessárias garantias bancárias</strong> da parte dos empreendedores e este factor é substituído pela demonstração de forte potencial de crescimento e desenvolvimento da ideia de negócio. Ou seja, a participação de um bussiness angel vai depender não só do factor inovador da ideia de negócio e no empenho da equipa de empreendedores, como também no potencial de crescimento financeiro do negócio, a sua capacidade de gerar lucro – daí ser importante apresentar no PN todas as projecções financeiras da empresa (investimento inicial, despesas correntes, receitas, taxa de crescimento ao ano, etc).</p>
<p><strong>2- O know how e networking</strong>. A participação do business angel com smart money significa que além de injectar dinheiro na empresa, ele vai apoiar os empreendedores no contacto com os parceiros-chave do negócio, através da sua experiência e networking. O bussiness angel participa assim de forma activa e próxima no desenvolvimento da ideia de negócio &#8211; esta atitude de mentoring dos projectos procura garantir não só o retorno de investimento inicial, como também o sustained growth da empresa.</p>
<p><strong>3- Partilha do risco</strong>. O investimento de capital e a participação do bussiness angel como accionista da empresa representa uma dupla participação no risco associado ao negócio, o que é confortável para os empreendedores na medida em que têm financiamento para os seus projectos com um risco partilhado e a garantia do empenho do bussiness angel no sucesso financeiro da start-up.</p>
<p><strong>4- Credibilidade</strong>. A participação do business angel confere credibilidade à ideia de negócio e ao seu potencial de crescimento. Por outro lado, esta participação permitirá tornar mais rápida a projecção da empresa no mercado, a sua consolidação financeira e o crescimento para um patamar seguinte de investimento.</p>
<p><strong>Bussiness angels em Portugal:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.apba.pt/" target="_blank">APBA &#8211; Associação Portuguesa de Business Angels</a></li>
<li><a href="http://eggnest.bycom.pt/eggnest/" target="_blank">EggNest</a></li>
<li><a href="http://www.indextalent.pt/" target="_blank">IndexTalent</a></li>
<li><a href="http://seedcapital.pt/" target="_blank">Seed Capital</a></li>
</ul>
<div>Até à próxima.</div>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/Km5CnbWBHCQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Depois do nascimento da ideia de negócio e de elaborar o Plano de Negócios temos de pensar em como colocar no mercado o nosso produto ou serviço, associado à criação de uma start-up, o que muitas vezes exige financiamento. Além das linhas de crédito bancário, pouco animadoras devido às altas taxas de juro e à [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">13</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/financiamento-empreendedores-negocio-business-angels</feedburner:origLink></item><item><title>A equipa técnica – como desenhar a equipa quando procuramos investidores</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/QCKCcu45il8/a-equipa-tecnica-como-desenhar-a-equipa-quando-procuramos-investidores</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>escola</category><category>startups</category><category>empreendedorismo</category><category>negocios</category><category>web</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Marisa Almeida</dc:creator><pubDate>Thu, 20 Oct 2011 11:26:39 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4760</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/teamstartup.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4765" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/teamstartup.png" alt="" width="590" height="250" /></a></p>
<p>Desenhar a <strong>equipa técnica</strong> com a qual vamos <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=339.0" target="_blank">desenvolver uma start-up</a> é um passo essencial porque estão em jogo fatores como a coesão, o empenhamento e a capacidade empresarial do grupo, pelo menos, a médio prazo. Além disso, é a equipa técnica que dá a cara pelo projeto e determinará a maior ou menor confiança do mercado e dos investidores.</p>
<p>Este é, aliás, um tópico que faz parte do <a title="Como elaborar um Plano de Negócio" href="http://www.maistrafego.pt/como-elaborar-um-plano-de-negocio" target="_blank">Plano de Negócio</a> e no qual devemos colocar alguma atenção: aqui é útil apresentar a capacidade técnica e empresarial dos promotores e colaboradores do projeto, de que modo a sua participação é importante para o sucesso da ideia, até que ponto estão empenhados no crescimento do negócio (se a sua participação será apenas inicial, ou não) e como se posicionam na estrutura organizacional da empresa – quem são os responsáveis pela gestão e a parte criativa, essencialmente.</p>
<p><a title="6 Técnicas e ferramentas utilizadas para a geração de ideias e oportunidades de negócio" href="http://www.maistrafego.pt/tecnicas-e-ferramentas-utilizadas-para-a-geracao-de-ideias-e-oportunidades-de-negocio" target="_blank">Desenvolver uma ideia de negócio</a> pode ser mais fácil e compensador quando trabalhamos em equipa e podemos contar com a criatividade e o esforço de pessoas com visões diferentes do mesmo problema. Isto não significa que os projetos individuais não tenham sucesso – as dimensões dependerão das especificidades de cada projeto e da forma como o promotor se sente mais confortável para desenvolver a sua ideia de negócio. De outro modo, a colaboração em equipa pode permitir reunir profissionais das áreas chave da nossa ideia de negócio. Por exemplo, ao pensar um projeto multimédia será certamente vantajoso ter na equipa um programador informático e um designer – o que não invalida, mais uma vez, que apenas um empreendedor pense em todo o plano de negócios e opte por contratar os profissionais de que precisa.</p>
<p>Por vezes tendemos a pensar que quanto maior a equipa maior será depois a dispersão dos ganhos do negócio, mas se pensarmos em termos de proporções de investimento de tempo e recursos, <strong>um projeto onde trabalham quatro pessoas tem um potencial de crescimento quatro vezes superior do que um em que trabalha apenas uma pessoa</strong>. Por isso, as dimensões da equipa e a distribuição dos ganhos não devem ser impedimento para partilhar ideias e encontrar sinergias entre empreendedores.<br />
A equipa de empreendedores é ainda um factor relevante na hora de procurar investidores e parceiros para o negócio. Um investidor espera ideias inovadoras que se traduzam em negócios de sucesso e que este sucesso seja assegurado por pessoas que se mostrem capazes de criar, liderar e crescer. A equipa técnica funciona, por isso, como uma garantia e uma promessa do trabalho que vai ser feito e do grau de comprometimento dos seus membros com os resultados desenhados.</p>
<p>Espera-se uma equipa que conheça bem o mercado onde pretende actuar e que esteja empenhada no desenvolvimento sustentável da empresa. Assim, as características pessoais dos empreendedores acabam também por ser avaliadas, sobretudo a motivação, a confiança que depositam no projeto e o grau de focalização na ideia de negócio. Não é positivo demonstrar que a nossa atenção está distribuída por uma série projetos paralelos – os investidores valorizam o facto de a equipa de promotores estar dedicada a 100% no desenvolvimento ideia de negócio que apresentam e, portanto, nos resultados financeiros da nova empresa.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A equipa técnica é importante na medida em que traduz o conhecimento dos promotores em relação à solução que apresentam, ao seu mercado e conforme se mostram empenhados em desenvolver a sua ideia de negócio de forma sustentável.<br />
As sugestões que apresentamos não inviabilizam os projetos que são promovidos por uma única pessoa. O que pretendemos foi realçar o papel da equipa técnica no desenvolvimento de uma ideia de negócio, momento em que a capacidade de cooperação e empenhamento dos seus membros é importante, não só para construir a confiança do mercado, como também para captar investidores e parceiros de negócio.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/QCKCcu45il8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Desenhar a equipa técnica com a qual vamos desenvolver uma start-up é um passo essencial porque estão em jogo fatores como a coesão, o empenhamento e a capacidade empresarial do grupo, pelo menos, a médio prazo. Além disso, é a equipa técnica que dá a cara pelo projeto e determinará a maior ou menor confiança [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/a-equipa-tecnica-como-desenhar-a-equipa-quando-procuramos-investidores/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/a-equipa-tecnica-como-desenhar-a-equipa-quando-procuramos-investidores</feedburner:origLink></item><item><title>Como criar uma proposta de WebDesign</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/maistrafego/~3/dA3_TaurUYI/como-criar-proposta-webdesign</link><category>Categorias</category><category>Destaques</category><category>freelance</category><category>webdesign</category><category>apresentacao</category><category>freelancer</category><category>guideline</category><category>propostas</category><category>publico</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">AnaMartelo</dc:creator><pubDate>Wed, 12 Oct 2011 10:33:44 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.maistrafego.pt/?p=4723</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/apresentacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4725" src="http://www.maistrafego.pt/wp-content/uploads/2011/10/apresentacao.jpg" alt="" width="600" height="248" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lidar com clientes é provavelmente uma das tarefas mais complicadas de quem trabalha na área criativa. Trabalhar arduamente num projecto, apresentá-lo ao cliente e receber críticas sem qualquer fundamento é algo que os <a href="http://forum.maistrafego.pt/" target="_blank">WebDesigners</a> estão bastante habituados. Apresentar um projecto e receber comentários e sugestões completamente disparadas é algo que um artista tem que saber lidar, para isso, seguem algumas dicas de como apresentar uma <a href="http://forum.maistrafego.pt/index.php?board=116.0" target="_blank">proposta de WebDesign</a> de forma a que o cliente vá ao encontro do que o artista criou (desde que todas as funcionalidades e pedidos estejam presentes).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Apresentação do Projecto</h2>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar é imprescindível que a apresentação do projecto seja feita com muita fluidez e com total conhecimento de causa, isto é, o cliente tem que sentir a sua confiança a apresentar a proposta, mostrando que sabe exactamente o que está a falar.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciar o projecto deverá fazer todo o tipo de pesquisa necessária para conseguir corresponder às necessidades e desejos do próprio cliente. Com essa pesquisa, mostra também, durante a apresentação do projecto final, que se interessou o suficiente para pesquisar sobre a empresa e as suas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a própria apresentação do projecto do cliente, é importante que realce as suas próprias potencialidades, mostrando ao pormenor tudo aquilo que fez para que o cliente tenha o que de melhor existe. Realce a sua criatividade, originalidade, experiência e técnica, não exagerando para denegrir a sua própria imagem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Suporte de Apresentação</h2>
<p style="text-align: justify;">A forma de apresentar o projecto vai depender muito de como vai proceder a própria apresentação, isto é, se vai dirigir-se aos escritórios do seu cliente, prepare uma apresentação em vários suportes, podendo apresentar as potencialidades do website através de um suporte estático (vulgo, apresentação em power point).</p>
<p style="text-align: justify;">Deverá ainda mostrar o projecto a funcionar, isto é, mesmo que não queira colocar o website online, aloje-o no seu localhost e apresente-o todo em funcionamento, mostrando ao vivo o funcionamento do website (até porque é uma excelente forma de tentar “convencer” o cliente das suas potencialidades).</p>
<h2 style="text-align: justify;">A venda do projecto</h2>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que esteve a fazer até agora já entrou no campo da “venda” do projecto, isto é, mostrou todas as qualidades e vantagens de utilizar o seu resultado final em detrimento da procura de uma outra solução. Porém, é importante que essa venda do projecto seja feita sem qualquer relutância ou dúvida. Mostre a sua posição, a sua confiança e dê várias razões e motivos para o cliente ficar com o projecto que está a apresentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderá ainda dar exemplos concretos de marcas de renome ou equiparar de alguma forma o seu trabalho (nunca exagerando), mostrando assim que o cliente terá o website que realmente necessita para vender o seu produto/serviço.</p>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/maistrafego/~4/dA3_TaurUYI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Lidar com clientes é provavelmente uma das tarefas mais complicadas de quem trabalha na área criativa. Trabalhar arduamente num projecto, apresentá-lo ao cliente e receber críticas sem qualquer fundamento é algo que os WebDesigners estão bastante habituados. Apresentar um projecto e receber comentários e sugestões completamente disparadas é algo que um artista tem que saber [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.maistrafego.pt/como-criar-proposta-webdesign/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">9</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.maistrafego.pt/como-criar-proposta-webdesign</feedburner:origLink></item></channel></rss>

