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	<title>Lucas Mayor</title>
	
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		<title>Who is this guy?</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 00:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Woody, noite passada, ligou aqui em casa, e como de costume perguntou como vou indo, como andam as coisas&#8230; (trocamos alguns, poucos, elogios). Lá pelas tantas, meio sem jeito, disse ao meu velho amigo que Caetano Veloso criticou-o formalmente, e que teria escrito coisas como é um careta, um cineasta pequeno, mas é um cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Woody, noite passada, ligou aqui em casa, e como de costume perguntou como <em>vou indo</em>, <em>como andam as coisas</em>&#8230; (trocamos alguns, poucos, elogios). Lá pelas tantas, meio sem jeito, disse ao meu velho amigo que Caetano Veloso criticou-o formalmente, e que teria escrito coisas como <em>é um careta, um cineasta pequeno, mas é um cara legal. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Woody ficou em silêncio por um breve instante (Soon-Yi o repreendia por ele não ter aparecido na sala para cumprimentar seus pais), e depois pediu desculpas a mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Disse novamente que Caetano Veloso criticou-o formalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Who is this guy?</em>, perguntou Woody.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ninguém importante, Woody, ninguém importante.</em></p>
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		<title>é só mais um daqueles decálogos idiotas que fazemos quando não estamos a fim de escrever algo pra valer.</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/11/e-so-mais-um-daqueles-decalogos-idiotas-que-fazemos-quando-nao-estamos-a-fim-de-escrever-algo-pra-valer/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 00:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1. Não faça novas amizades, sobretudo se estas morarem próximas à sua casa
2. Afaste-se dos vencedores (é fácil identificar um vencedor; ele é o oposto de você)
3. Esqueça datas de aniversário (a sua inclusive)
4. Não guarde um tostão sequer
5. Acabe o quanto antes com tudo que se apresente como DURÁVEL
6. Desista das pessoas que te [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">1. Não faça novas amizades, sobretudo se estas morarem próximas à sua casa</p>
<p style="text-align: justify;">2. Afaste-se dos vencedores (é fácil identificar um vencedor; ele é o oposto de você)</p>
<p style="text-align: justify;">3. Esqueça datas de aniversário (a sua inclusive)</p>
<p style="text-align: justify;">4. Não guarde um tostão sequer</p>
<p style="text-align: justify;">5. Acabe o quanto antes com tudo que se apresente como DURÁVEL</p>
<p style="text-align: justify;">6. Desista das pessoas que te dizem pra <em>prestar atenção nas suas qualidades</em></p>
<p style="text-align: justify;">7. Caso tenha realmente uma qualidade qualquer, não deixe que os outros percebam</p>
<p style="text-align: justify;">8. Leia mais e fale menos (evite opinar ou demonstrar em público suas predileções)</p>
<p style="text-align: justify;">9. Fuja de ambientes onde o nível de alegria faça com que as pessoas soltem gritinhos</p>
<p style="text-align: justify;">10. Nunca, jamais, em hipótese alguma, diga que você estudou interpretação ou equivalentes (as pessoas, elas, meio que sem querer, começam a depositar em você &#8220;esperanças&#8221; que você mesmo nem em seus dias mais menina <em>Poliana</em> foi capaz de criar/ambicionar/alimentar/gerir/imaginar)</p>
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		<title>Diário da Mostra #2</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/11/diario-da-mostra-2-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cassavetes]]></category>
		<category><![CDATA[Christiane Jatahy]]></category>
		<category><![CDATA[eu]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Internacional de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Rohmer]]></category>

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		<description><![CDATA[
3 out of 5 stars  A Falta que Nos Move
Os acordes aqui não soam como na peça (a qual vi três vezes, e que ainda hoje não consigo arrancá-la dos melhores momentos que tive no teatro) que originou esse filme, mas tudo bem, tudo bem. Christiane Jatahy salda sua dívida com Rohmer e Cassavetes, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/L255.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4054" title="L255" src="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/L255.jpg" alt="L255" width="535" height="275" /></a></p>
<p>3 out of 5 stars  <em><strong>A Falta que Nos Move</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Os acordes aqui não soam como na peça (a qual vi três vezes, e que ainda hoje não consigo arrancá-la dos melhores momentos que tive no teatro) que originou esse filme, mas tudo bem, tudo bem. <span>Christiane Jatahy salda sua dívida com Rohmer e Cassavetes, e nós (EU, pelo menos) agradecemos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span><a href="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/L096.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4055" title="L096" src="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/L096.jpg" alt="L096" width="535" height="275" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">2.5 out of 5 stars  <em><strong>London River</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Não fosse o casal de protagonistas (sublimes) a enquadrar essa quase crônica do que ficou conhecido como o atentado do metrô de Londres, o filme seria um documentário educativo, didático mesmo. Mas não: há vidas e entre essas vidas há uma história que deve ser contada, independentemente do pano de fundo ter reverberações políticas, sociais, étnicas ou o que quer que seja.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/11/L236.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4058" title="L236" src="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/11/L236.jpg" alt="L236" width="535" height="275" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">2 out of 5 stars  <em><strong>A Garota Eslovena</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O que mais me agrada no filme são as pontas soltas, a incompletude da coisa. E mesmo que haja alguns tiques de cinema independente a borrar o material, há também uma atriz a sustentar a fragilidade e superficialidade de algumas situações. E não podemos nos esquecer do desfecho, digno de nota, tipo um royal straight flush armado à sorrelfa.</p>
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		<title>Diário da Mostra #1</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/10/diario-da-mostra-1-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dardenne]]></category>
		<category><![CDATA[eu]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[Mostra Internacional de São Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[
4 out of 5 stars  Mother
Dois filmes e um média (dos que pude ver). 40 anos. É pouca idade e pouca experiência para nos dar tanto, pensava eu. Imaginava que um velhinho mais sábio fosse o verdadeiro responsável pelo conjunto de filmes de Joon-ho Bong. Imaginava mal. Um velhinho sábio talvez não brincasse tanto quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/mother.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4036" title="mother" src="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/mother.jpg" alt="mother" width="535" height="275" /></a></p>
<p>4 out of 5 stars  <em><strong>Mother</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Dois filmes e um média (dos que pude ver). 40 anos. É pouca idade e pouca experiência para nos dar tanto, pensava eu. Imaginava que um velhinho mais sábio fosse o verdadeiro responsável pelo conjunto de filmes de Joon-ho Bong. Imaginava mal. Um velhinho sábio talvez não brincasse tanto quanto Bong, e daí o interesse que seus filmes andam despertando por aí. Não há um gênero, mas vários. Não há um diretor, mas muitos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mother </em>é o atestado que os críticos aguardavam para a autenticação definitiva. Drama policial, comédia, tragédia grega? Sim e não. Bong reatualiza gêneros e o faz de maneira tão fluida e passional que é impossível fugir de seu mundo. <em>Mother</em> é uma releitura de <em>Medéia</em> às avessas. Um <em>Édipo Rei </em>escrito por Nelson Rodrigues. Desnecessário dizer (embora diga) que a abertura e o desfecho (bem como a  atriz Hye-ja, que faz a mãe do título) continuam aqui, num cantinho especial.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/11855-ricky-dir-francois-ozon-2-173cf.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4037" title="11855-ricky-dir-francois-ozon-2-173cf" src="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/11855-ricky-dir-francois-ozon-2-173cf.jpg" alt="11855-ricky-dir-francois-ozon-2-173cf" width="535" height="275" /></a></p>
<p>3 out of 5 stars<em><strong> Ricky</strong></em></p>
<p>É como se Gabo escrevesse o roteiro e a direção ficasse a cargo dos Dardenne.<em><strong> </strong></em></p>
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		<title>Tony esteve por aqui e eu estive na lua.</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/10/tony-esteve-por-aqui-e-eu-estive-na-lua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 00:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object type="application/x-shockwave-flash" style="width:425px; height:350px;" data="http://www.youtube.com/v/P9c0wOX5dMc"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P9c0wOX5dMc"/></object></p>
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		<title>Não riam de mim #7</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/10/nao-riam-de-mim-7/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[atores]]></category>
		<category><![CDATA[comédia romântica ao avesso]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sempre tive medo de me relacionar. Medo de não conseguir voltar dois passos para trás e dizer ok, eu não vivi aquilo, aquilo não foi comigo. Ninguém foi (ou é) capaz de nos ensinar a fracassar no amor. Não há culpados, baby. E se você insiste em acreditar que há um culpado nessa história [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu sempre tive medo de me relacionar. Medo de não conseguir voltar dois passos para trás e dizer <em>ok, eu não vivi aquilo, aquilo não foi comigo.</em> Ninguém foi (ou é) capaz de nos ensinar a fracassar no amor. Não há culpados, baby. E se você insiste em acreditar que há um culpado nessa história toda, pense novamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://lucasmayor.com/index.php?s=all+the+real+girls&amp;x=0&amp;y=0">All the Real Girls</a> </em>é um dos filmes mais doces a falar sobre o fim das histórias românticas. Das histórias onde as princesas são despertadas com beijos e os príncipes ainda são príncipes. Depois de <em>All the Real Girls </em>não há mais Cinderela, não há mais amores imaculados. Há, sim, um casal e o que foi feito deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Revi o filme ainda há pouco, e daí a vontade de compartilhar isso aqui. <em>All the Real Girls</em> é como uma peça de Tchecov. As personagens continuam a habitar o espaço mas o espaço acabou por desistir delas. Tchecov nos ensinou a crescer. <em>All the Real Girls</em> nos ensinou que as coisas (todas elas) têm de acabar.</p>
<p style="text-align: justify;"><object type="application/x-shockwave-flash" style="width:425px; height:350px;" data="http://www.youtube.com/v/et3e6Ol1_Ew"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/et3e6Ol1_Ew"/></object></p>
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		<item>
		<title>Eu quero é ser feliz pra sempre!</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/10/eu-quero-e-ser-feliz-pra-sempre/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 12:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo mundo quer ser feliz pra sempre (de certa maneira). Por isso mesmo não ri (exteriormente, ao menos) quando uma professora de matemática disse (tom algo estridente) que queria na verdade era ser feliz pra sempre. Taí: eu quero um bocado de coisas, mas não quero de jeito nenhum ser feliz pra todo o sempre. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo mundo quer ser feliz pra sempre (de certa maneira). Por isso mesmo não ri (exteriormente, ao menos) quando uma professora de matemática disse (tom algo estridente) que queria na verdade era ser <strong>feliz pra sempre</strong>. Taí: eu quero um bocado de coisas, mas não quero de jeito nenhum ser feliz pra todo o sempre. Eu sei como as pessoas <em>felizes</em> lidam com a vida, e daí o medo natural que sinto de ser eu uma pessoa do tipo feliz em tempo integral (há pobres-diabos que ainda acreditam que isso é possível; tal como um garotinho de 5 anos crente de que a luz do abajur seja capaz de mantê-lo em segurança dos monstros escondido  embaixo da escada).</p>
<p style="text-align: justify;">É saudável manter nalguns momentos as zonas sombrias no horizonte, caso contrário estaríamos à mercê do que a dita <em>felicidade-tempo-integral </em>taxa como essencial e indispensável pra uma vida plena e satisfatória. Mesmo o mais imbecil dos seres é abençoado por <em>momentos de iluminação</em> (evito a palavra epifania por motivos pessoais), e é exatamente nesses momentos que o quadro geral da vida se abre e você, um imbecil contumaz, percebe que a longevidade da felicidade não é só um engodo dos mais ridículos mas uma deliberada saída de emergência para o caminho mais fácil (alienante) e de tijolinhos amarelos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu queria ter dito isso pra senhora professora de matemática, mas sabe como é, né?</p>
<p style="text-align: justify;">Papai ensinou que não devemos impedir as pessoas de sonharem.</p>
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		<item>
		<title>Mas como descrever na tela que uma mulher pode enlouquecer por ter ficado sozinha por trinta segundos?</title>
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		<comments>http://lucasmayor.com/2009/10/mas-como-descrever-na-tela-que-uma-mulher-pode-enlouquecer-por-ter-ficado-sozinha-por-trinta-segundos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 12:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por outro lado, alguns fenômenos muito complexos, delicados ou que se encontram entre os mais arcaicos na história da representação sofrem aqui um tratamento resolutamente claro, não mais sendo trabalhados por valores indefinidos, mas agora da definição: a loucura, a fraternidade, o que significa ser um ator. Encontram-se assim implicados, de forma surpreendente mas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://dicionariosdecinema.blogspot.com/2009/08/die-for-mr-jensen-john-cassavetes-uma.html"><em>Por outro lado, alguns fenômenos muito complexos, delicados ou que se encontram entre os mais arcaicos na história da representação sofrem aqui um tratamento resolutamente claro, não mais sendo trabalhados por valores indefinidos, mas agora da definição: a loucura, a fraternidade, o que significa ser um ator. Encontram-se assim implicados, de forma surpreendente mas com grande rigor, certos procedimentos descritivos típicos do cinema. Cassavetes assinala um dentre eles, que identifica o trabalho de construção de seu filme à tradição de experimentações modernas sobre a estruturação de uma obra, por exemplo, a força que uma síntese temporal atribui a temporalidades frágeis ou da discrição que é conveniente na abordagem de fenômenos devastadores: “Quando vemos esta mulher sozinha ao telefone durante dois minutos, é preciso sentir que ela pode enlouquecer.Na vida, o orgasmo ou o tédio podem nos levar à loucura. Mas como descrever na tela que uma mulher pode enlouquecer por ter ficado sozinha por trinta segundos?” A obra de John Cassavetes pertence à tradição de Faulkner e Schoenberg , obras que trabalham as profundezas das formas, dinamizada por esta idéia inicial de que “as formas da arte registram a história da humanidade com mais exatidão que os documentos”, uma vez que, escrevia ainda Adorno, “ a arte se dirige ao sofrimento real”, e não a uma aparência das paixões.</em></a></p>
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		<title>Ah, Coutinho…</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 00:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coutinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que isso está ficando um tanto repetitivo, mas o que posso fazer se Coutinho é o único cronista que ainda levo para o trono (isso é um elogio). Ademais, semana sim, semana não, lá está Coutinho fazendo com que eu fique a recortar sua coluna e guardá-la numa pastinha de elástico e tons suaves. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sei que isso está ficando um tanto repetitivo, mas o que posso fazer se Coutinho é o único cronista que ainda levo para o trono (isso é um elogio). Ademais, semana sim, semana não, lá está Coutinho fazendo com que eu fique a recortar sua coluna e guardá-la numa pastinha de elástico e tons suaves. É duro admitir que o nosso melhor colunista é um português de 33 anos, mas é verdade. Enfim.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que hoje Coutinho tratou de falar acerca de <em>Bastardos Inglórios</em> (não escrevi sobre o filme por pura preguiça), e disse tudo o que queria dizer mas não disse. Três parágrafos:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>O meu reino não é deste mundo. Envio apenas um conselho aos filistinos: quem quer saber história, estuda e lê história. Salas de cinema são salas de cinema. Repitam comigo. E repitam também: “Bastardos Inglórios” é, primeiro que tudo, um filme sobre o cinema. Ou, precisando, um filme sobre o poder literalmente salvífico e redentor que o cinema tem sobre a história.</em></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Começa por ter esse poder na própria transfiguração da verdade. Vocês, caros leitores, estão habituados a filmes sobre o Holocausto onde os judeus são meros carneiros nas matanças nazistas? Filmes de um sentimentalismo vulgar que apenas diminui o sofrimento real e inimaginável, e por isso mesmo infilmável, dos judeus na Segunda Guerra?</em></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>“Bastardos Inglórios” começa por subverter o clichê: os judeus, agora, não são apenas vítimas; também são vingadores, matando nazistas com uma violência paródica e catártica. Liderados por um “redneck” da América profunda (Brad Pitt, primoroso), eles aterram na França ocupada para matar alemães como se matam ratazanas. À paulada.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mais dois parágrafos (devidamente negritados) e dou por encerrada nossa conversa:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Disse humor, disse violência, disse extravagância exatamente por essa ordem. Reitero. Esse trio explica a minha estima literária por Tarantino, <strong>um diretor que, antes de pensar com imagens, pensa com palavras. Haverá algum diretor vivo que escreva diálogos como Tarantino?</strong></em></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Sim, Woody Allen seria um nome válido. Mas Woody Allen é um mestre do “punch line”, essa procura desesperada da piada inesperada. Tarantino é um mestre das preliminares. Ele sabe que a piada está no adiamento da piada. Por isso os diálogos de Tarantino nos parecem tão luminosos, no sentido espiritual do termo: eles são a última exibição de racionalidade antes da carnificina irracional.</em></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Leia na íntegra <a href="http://www.substantivoplural.com.br/bastardos-gloriosos/">aqui</a>.</p>
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		<title>A mostra do Rio vista do lado de cá #2</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 11:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Mayor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[diretor de videoclipes]]></category>
		<category><![CDATA[eu]]></category>
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		<category><![CDATA[Hornby]]></category>
		<category><![CDATA[Mallu Magalhães]]></category>
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3 out of 5 stars  500 Dias com Ela
Pelo hype criado em torno desse singelo filme açucarado, por Roger Ebert usar termos como transgressão/subversão da comédia romântica, e por uma quase necessidade/obrigação de saciar o desejo da Jaq por filmes que falam de garotos e garotas que não sabem muito bem o que querem, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/500.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3983" title="500" src="http://lucasmayor.com/wp-content/uploads/2009/10/500.jpg" alt="500" width="535" height="275" /></a></p>
<p>3 out of 5 stars  <em><strong>500 Dias com Ela</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo hype criado em torno desse singelo filme açucarado, por Roger Ebert usar termos como transgressão/subversão da comédia romântica, e por uma quase necessidade/obrigação de saciar o desejo da Jaq por filmes que falam de garotos e garotas que não sabem muito bem o que querem, a não ser amar e ser amados, fui de encontro (expectativa lá na lua) a esse filme-evento, que poderia facilmente ser descrito como uma das canções de Mallu Magalhães quando esta  descobriu estar perdidamente apaixonada por Marcelo Camelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é: é o típico filme adolescente-juvenil-adulto embalado por uma trilha pop e por um conjunto de diálogos que sairia facilmente da pena de um Hornby inspirado. Minto: de um Hornby com 50 por cento de sua capacidade criativa, como disse recentemente o bobalhão Von Trier. E digo mais: o diretor além de decalcar a cena final de <em>A Primeira Noite de um Homem </em>(esse sim um filmaço) faz uso do expediente tela-dividida (de um lado<em> expectativa</em>, do outro <em>realidade</em>), recurso caro a Woody Allen. Mas isso, assim, não quer dizer nada. Chega mais perto que eu explico o porquê você deve perder 90 e tantos  minutos da sua vida com esse filme-canção-Mallu. Isso, mais perto. Agora, sim: é um filme pra ser visto com carinho. Não pelas referências-influências explícitas e/ou implícitas. Menos ainda por Ebert usar palavras como SUBVERSÃO &amp; TRANSGRESSÃO. Isso tudo é besteira, coisa pouca, panfleto. Ao que interessa:</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez você se lembre daquele dia em que conheceu aquela garota de aparelho algo rosado, e sem mais nem menos sentiu aquela sensação delicada e apavorante, e daí em diante notou que, por mais que tudo pareça fadado ao fracasso, há sempre uma primeira vez pra tudo; e, melhor ainda, há também uma porção de segundas vezes.</p>
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