<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Porto24</title>
	<atom:link href="http://www.porto24.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.porto24.pt</link>
	<description>O sítio da cidade</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 May 2018 17:58:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.4.2</generator>
	<item>
		<title>A minha última aula</title>
		<link>http://www.porto24.pt/opiniao/minha-ultima-aula/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/opiniao/minha-ultima-aula/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 17:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Augusto Rodrigues dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119552</guid>
		<description><![CDATA[<p>“E passados 43 anos como professor eis-me na minha última aula” … não consegui falar mais, a voz embargou-se-me e os olhos ficaram rasos de água. </p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/opiniao/minha-ultima-aula/">A minha última aula</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi um momento difícil frente à minha última turma, sem conseguir falar e com as lágrimas a correr pela cara abaixo. Que raio de metamorfose se operou em mim que me transformou dum ranger sem medo e sem sentimentos num piegas chorão que não conseguiu aguentar a inexorável lei da vida que nos leva sempre a terminar tudo o que começamos? Porque, talvez como dizem alguns dos meus amigos, eu para lá de estar imbuído do mais forte sentido de missão como professor amei esta profissão como poucos.</p>
<p>Neste momento de balanço incontornável socorro-me da canção do Sinatra e proclamo bem alto: And now the end is near and so I face the final curtain…but more, much more than this I did my way.</p>
<p>Sim, fiz o meu caminho com muitos trajetos em dor e sofrimento interior. A minha intrepidez permitiu-me abandonar muitos dos atávicos comodismos que caracterizaram a minha geração. Lutei com algum valor e galhardia pelo meu lugar ao sol. Ser professor foi uma escolha difícil no ambiente de estabilidade económica e social que granjeei após a vida militar. Deixei um emprego bancário bem remunerado para entrar num limbo de indefinição característico dos meus anos de estudante. Escolhi ser um militante da vida em vez de um funcionário fossilizado em comodismos burgueses. Sempre fui um revolucionário, não de cartilha panfletária, mas na coragem existencial. Acredito que um homem vale o que a sua coragem permite.</p>
<p>Nunca critiquei os outros por serem como são; só que optei por viver de outra forma, na corda bamba, na conjugação entre incerteza e realização. Aí, onde o mar bate mais forte, poucos se mantêm de pé ou têm coragem para deixar a segurança do porto de abrigo. Se algum mérito me permito assumir foi a capacidade de me ouvir mais a mim que os meus comodismos. Houve alguém que disse que a dúvida é ansiogénica e a certeza ansiolítica. As dúvidas de futuro sempre foram os motores mais fortes da minha transformação interior. Aí só ganhei em ter optado pela incerteza assumindo, inquestionavelmente com coragem, as angústias subsequentes.</p>
<p>Como professor, penso que sempre soube optar pelo essencial. O essencial foi sempre o superior interesse dos alunos. De todos os slogans que o movimento revolucionário de Maio-68 criaram, o que mais me tocou foi: “Professores, vocês fazem-nos envelhecer”. Sempre porfiei no sentido de me constituir como motor de inovação e renovação desafiando os cânones de uma educação ex-cátedra que me marcou negativamente. Ajudei os meus alunos a crescer sem os envelhecer e com eles mantive até hoje a força da juventude. A sua inquietude e irreverência evitaram-me a esclerose intelectual e emocional que tende a embotar a alma daqueles que têm da vida um conceito fechado na tríade que os franceses denominam de “metro, boulot, dodot”. Sempre quis viver para lá da sobrevivência e num esforço de resposta a um mundo em constante transformação.</p>
<p>Sempre me senti diretamente responsável perante os alunos; foram eles e não os ministros da tutela os meus verdadeiros patrões. Foram eles que me obrigaram a ir sempre mais longe e, com a humildade que deve caracterizar todo o professor, reconheço que também aprendi muito com eles.</p>
<p>Penso, com todos os defeitos que me caracterizam, que fui um bom professor. Entreguei-me à profissão de alma e coração, com forte sentido de missão e ciente da imensa responsabilidade que é transmitir aos mais novos a súmula dos nossos mais elevados valores e investimentos. Muitas vezes me senti demiurgo, ou seja, deus organizador no percurso caótico de crescimento dos meus alunos e atletas. Estar desperto às suas necessidades, sempre renovadas e renovadoras, foi competência que aprendei a desenvolver desde cedo.</p>
<p>Nunca quis agradar a todos; mantive sempre uma autenticidade relacional que redundou em profundas empatias e algumas antipatias. Mas nunca me tive de penitenciar por alguma falha de injustiça.</p>
<p>Sempre soube que não era especial ou insubstituível, por isso, fiz por merecer cada momento da minha vida. Nunca quis ser o principal, ninguém o é por muito que tente ser, embora sempre procurasse a excelência em recorrentes esforços de autoaperfeiçoamento.</p>
<p>Sempre soube ser grato a quem me deu uma migalha pois, por vezes, uma migalha é suficiente para nos matar a fome.</p>
<p>Constituí-me como ser simbionte com os meus alunos e com eles aprendi a superar os meus limites axiológicos. A sua extrema generosidade moldou-me no melhor de mim. Com eles aprendi:</p>
<p>&#8211; A ultrapassar o meu orgulho genésico e a pedir desculpa.<br />
&#8211; A abandonar a minha atávica homofobia.<br />
&#8211; A rejeitar o meu racismo inconsequente.<br />
&#8211; A moderar o meu fundamentalismo antirreligioso.<br />
&#8211; A reconhecer que nem sempre tenho razão.<br />
&#8211; A ser tolerante para as falhas alheias.<br />
&#8211; A ter consciência que cada ser humano tem o seu ritmo próprio que deve ser respeitado.<br />
&#8211; A assumir a autocrítica como motor de transformação, como ato de higiene mental que nos livra dos pecados da autossuficiência.</p>
<p>As acontecências da vida transformaram-me num lobo solitário. Fiz muitos trajetos sem âncoras ou apoios no mar encapelado das minhas insuficiências. Mas, tenho de reconhecer, que muitos dos mais ricos trajetos existenciais que tive oportunidade de viver tiveram a companhia dos outros. Os meus companheiros de caminho permitiram-me ser mais, permitiram-me os excessos de mim que me deram sentido à vida.</p>
<p>Fui um professor de educação física, fui um professor de desporto. Fui professor e treinador e em ambos elevei a imperativo categórico o treino. O treino recria o homem, cria em cada dia um homem novo. O treino visa a consecução de um corpo extragenético, mas com profundo comando dos genes matriciais. Só desenvolvo o que tenho em capital biológico ou de vontade. De igual forma, o treino, visa um homem-extra-vontade para lá dos limites da sua vontade habitual. Um homem extra-psíquico e extra-emocional por sobre os limites do seu psiquismo e da sua emoção. Superior mobilização da vontade; consecução de um superior nível de conhecimento. O treino conduz o Homem ao excesso de si, fora dos limites da sua normalidade.</p>
<p>Foi esse desafio que assumi como professor e que penso, umas vezes melhor, outras pior, consegui humildemente realizar. Penso que fui motor de transformação e nesse desiderato mudei profundamente sem nunca perder a identidade.</p>
<p>A missão de todo o mestre é ser ultrapassado pelos alunos; eu fui-o muitas vezes e por isso sinto a grata satisfação de dever cumprido.</p>
<p>Estou grato à vida por ter consegui ser professor; se tenho alguma grandeza, ela consiste na imensa gratidão a todos os que me fizeram crescer.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/opiniao/minha-ultima-aula/">A minha última aula</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/opiniao/minha-ultima-aula/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Porto recebe inédito Festival Internacional de Circo</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cultura/porto-recebe-inedito-festival-internacional-circo/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cultura/porto-recebe-inedito-festival-internacional-circo/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 14:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Internacional Circo Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119547</guid>
		<description><![CDATA[<p>“Sol Bemol”, da companhia belga D’Irque &#038; Fien, abrirá, a 13 de setembro, o 1.º Festival Internacional de Circo do Porto, evento que oferecerá 40 espetáculos e contará com um investimento de 180 mil euros.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cultura/porto-recebe-inedito-festival-internacional-circo/">Porto recebe inédito Festival Internacional de Circo</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“São todos gratuitos”, anunciou o presidente do Coliseu do Porto, Eduardo Paz Barroso, durante a conferência de imprensa para apresentar a programação da primeira edição do Festival Internacional de Circo do Porto, composto com 40 espetáculos, de 12 companhias nacionais e internacionais de novo circo.</p>
<p>O certame de novo circo arranca pelas 22h00 do dia 13 de setembro, com o espetáculo de 60 minutos intitulado “Sol Bemol”, da companhia belga D’Irque &#038; Fien, que recebeu o prémio em Valladolid (Espanha). A criação acontece no Largo de Santo Ildefonso e é retomada nos dias 14 e 15 de setembro.</p>
<p>Entre os 40 espetáculos de novo circo, que vão ser quase todos apresentados em espaços ao ar livre, na cidade, como o Largo de Santo Ildefonso, Praça da Batalha, Praça dos Poveiros e Jardim de São Lázaro, a organização destaca o “Six pieds sur terre” (&#8220;Seis pés sobre a Terra&#8221;), da companhia francesa Lapsus, que atua na “pista de circo” do Coliseu do Porto, no dia 15 de setembro, pelas 21:30, repetindo dia 16.</p>
<p>O “&#8217;Six pieds sur terre&#8217; é uma (des)construção, de movimentos mas também de tijolos e até de cascas de ovo”, em que seis &#8216;performers&#8217; “constroem monumentos distorcidos, torres mais bambas do que sólidas, pontes mais frágeis do que fiáveis”, e onde “mais cedo ou mais tarde tudo se desmorona e desaparece como um castelo de cartas”, lê-se no dossiê de imprensa divulgado hoje.</p>
<p>Um outro espetáculo que a organização destaca é o “3D”, da companhia francesa HMG, que vai ser apresentado no dia 14 de setembro, no Jardim de São Lázaro, e o público vai ter oportunidade de apreciar uma criação que mistura circo, teatro e música também nos dias 15 e 16 de setembro.</p>
<p>A dupla alemã de acrobatas de circo contemporâneo Zircus Morsa vai estrear em Portugal o espetáculo de 40 minutos denominado “La Fin Demain” (&#8220;O fim amanhã&#8221;), na Praça dos Poveiros, dia 14, pelas 15h30, repetindo o evento no sábado, dia 15, às 12h00 e 15h15.</p>
<p>A programação do 1.º Festival Internacional de Circo do Porto contém também um espetáculo de circo social, um projeto de serviço educativo e residência artística na freguesia de Bonfim (Porto), onde um grupo de jovens aprendeu artes circenses sob a direção de Elsa Caillat e João Paulo Santos.</p>
<p>A primeira apresentação do projeto é dia 1 de julho, e acontece no âmbito do programa Cultura em Expansão, da Câmara Municipal do Porto.</p>
<p>O festival vai apresentar ainda uma conferência internacional, na qual se vai questionar o novo circo em Portugal e refletir sobre os erros que foram cometidos nesta arte noutros países, explicou João Paulo Santos, acrobata de mastro chinês, radicado em França e convidado para consultor artístico do festival.</p>
<p>Na conferência de imprensa, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Fernando Sousa, adiantou que o certame &#8220;foi cofinanciado em 153 mil euros” de fundos europeus, o equivalente a 85% de um total de investimento na ordem dos 180 mil euros.</p>
<p>A “sustentabilidade”, a “eficácia”, por se prever 70 mil espetadores no evento, o contributo para a “criação de novos públicos” e o reconhecimento de ser um “projeto com potencial para a internacionalização”, foram as “rubricas” com nota máxima para que o projeto cultural recebesse financiamento, explicou Fernando Sousa.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cultura/porto-recebe-inedito-festival-internacional-circo/">Porto recebe inédito Festival Internacional de Circo</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cultura/porto-recebe-inedito-festival-internacional-circo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Foco mobiliza-se contra hospital privado</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cidade/foco-mobiliza-hospital-privado/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cidade/foco-mobiliza-hospital-privado/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 16:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Boavista]]></category>
		<category><![CDATA[DGPC]]></category>
		<category><![CDATA[Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119539</guid>
		<description><![CDATA[<p>Cerca de 70 pessoas formalizaram um pedido de classificação do Parque Residencial da Boavista/Foco como Conjunto de Interesse Público (CIP) para evitar “o risco” de “obras profundas” na instalação de um hospital na obra do arquiteto Agostinho Ricca.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/foco-mobiliza-hospital-privado/">Foco mobiliza-se contra hospital privado</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“A aprovação do Pedido de Informação Prévia (PIP) para obras profundas naquele que é o equipamento de maior dimensão, destinando-o a unidade hospitalar privada, coloca em risco manifesto o equilíbrio programático e a unidade do conjunto”, escreve-se no &#8216;Requerimento Inicial de Classificação&#8217;, apresentado no início do mês na Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN).</p>
<p>No texto, o proponente, o arquiteto João Luís Marques, e mais 67 subscritores (entre os quais Siza Vieira e Eduardo Souto Moura) justificam o pedido com “a tomada de consciência do valor em causa e da vulnerabilidade a que está sujeita” a obra “idealizada por Agostinho Ricca no início da década de 1960”, com João Serôdio e Magalhães Carneiro.</p>
<p>Alertando estar “em curso um processo de licenciamento” para um hospital, o requerimento quer “garantir a justa articulação dos espaços públicos e das cargas geradas pelos equipamentos existentes e pelas suas mudanças”, a par da “valorização do legado arquitetónico e artístico”.</p>
<p>O conjunto do Foco &#8211; que para além de igreja inclui cinema e hotel (ambos encerrados), galerias comerciais, escritórios e 450 fogos &#8211; é descrito como “testemunho ímpar de arquitetura e urbanismo modernos em Portugal”.</p>
<p>O projeto está “enriquecido por obras de artistas plásticos como Júlio Resende &#8211; um mural com mais de 90 metros de extensão-, Zulmiro de Carvalho, José Rodrigues e João Charters de Almeida”, acrescenta.</p>
<p>Num processo de 141 páginas, os subscritores (entre eles os presidentes do Icomos/Portugal, da Ordem dos Arquitetos/Região Norte e da Fundação José Rodrigues) apelam “à salvaguarda e à divulgação” do património.<br />
“Apesar dos anteriores esforços pelo reconhecimento, este conjunto não foi oportunamente classificado e protegido pela Direção Geral do Património Cultural”, observam.</p>
<p>Isto porque, “ao pedido de classificação indeferido em 2006” somou-se outro, de 2010, no qual é referido que “os instrumentos municipais são os mais adequados à gestão do Parque Residencial”.<br />
Contudo, os subscritores identificam “fragilidades” nos “instrumentos municipais” de salvaguarda do conjunto.</p>
<p>“Em janeiro,<a href="http://www.porto24.pt/cidade/arquitetos-querem-salvar-parque-residencial-da-boavista/" target="_blank"> a notícia</a> de uma obra aprovada de intervenção profunda e descaracterizadora de um dos edifícios que integra o Parque Residencial [a inserção, numa fachada, de uma obra do artista plástico Vhils, que entretanto não avançou] denunciou a fragilidade dos instrumentos municipais indicados para a salvaguarda deste conjunto urbano, apesar de identificado na Carta de Património do Plano Diretor Municipal [PDM]”, descrevem.</p>
<p>A página da Internet da DGPC indicava na sexta-feira “procedimento encerrado/arquivado – sem proteção legal” como a “situação atual” do Parque Residencial.</p>
<p>De acordo com a DGPC, a “Câmara do Porto informou em 2012 não desenvolver procedimento de classificação como de IM, por considerar que a proteção do conjunto está salvaguardada através do regulamento do PDM”.</p>
<p>O requerimento de classificação observa que “é o todo” do Foco “que faz dele uma obra singular”, onde o plano de um novo “centro cívico e comercial multifunções” foi “executado e permanece vivo, mostrando que as boas propostas modernas não foram meras utopias de sonhadores da cidade”.</p>
<p>O processo inclui uma petição com 1905 assinaturas com vista à classificação do conjunto como Património de Interesse Municipal, mas o proponente esclarece ter concluído que a distinção como CIP “parece a categoria mais ajustada à natureza da obra”.</p>
<p>Sendo classificado, o Foco “somar-se-á aos cinco CIP já classificados na cidade”, nomeadamente a “avenida da Boavista, entre Pinheiro Manso e Marechal”, “Passeio Marítimo e avenida Montevideu” e os conjuntos da “Praça da Liberdade/Aliados/Praça General Humberto Delgado”, da “rua de Álvares Cabral” e da “Foz Velha”, assinalam.</p>
<p>A DRCN confirmou a “entrada do requerimento”, acrescentando que “o processo está agora a seguir os trâmites habituais”.</p>
<p>Quanto à Câmara do Porto, através do gabinete de comunicação, diz que “concorda com este pedido de classificação e está nesta matéria articulada com a DRCN”.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/foco-mobiliza-hospital-privado/">Foco mobiliza-se contra hospital privado</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cidade/foco-mobiliza-hospital-privado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marcha lenta na VCI acaba em multa</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cidade/marcha-lenta-na-vci-acaba-multa/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cidade/marcha-lenta-na-vci-acaba-multa/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 11:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[marcha lenta]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[VCI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119536</guid>
		<description><![CDATA[<p>Cinco automobilistas foram esta segunda-feira multados pela PSP por circularem em marcha lenta na Via de Cintura Interna (VCI), no Porto.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/marcha-lenta-na-vci-acaba-multa/">Marcha lenta na VCI acaba em multa</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente, os automobilistas protagonizavam um protesto que a polícia admite estar relacionado com o preço dos combustíveis.</p>
<p>Fonte do gabinete das Relações Públicas do Comando Metropolitano da Polícia de Segurança Pública do Porto referiu que os automobilistas “circulavam lentamente ao par, num protesto qualquer”, impedindo a normal circulação naquela via.</p>
<p>“A polícia interveio de imediato, autuando os condutores e repondo a normal circulação”, acrescentou a mesma fonte da PSP.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/marcha-lenta-na-vci-acaba-multa/">Marcha lenta na VCI acaba em multa</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cidade/marcha-lenta-na-vci-acaba-multa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo da FEUP sugere revolução na VCI</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cidade/estudo-da-feup-sugere-revolucao-na-vci/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cidade/estudo-da-feup-sugere-revolucao-na-vci/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 15:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[FEUP]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[VCI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119527</guid>
		<description><![CDATA[<p>Estudo da FEUP sugere revolução na VCI A implementação de sistemas de atuação rápida para acidentes e de controlo de velocidade dinâmica, bem como a redefinição de portagens na rede circundante, são algumas propostas de um estudo para resolver o congestionamento da VCI, no Porto.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/estudo-da-feup-sugere-revolucao-na-vci/">Estudo da FEUP sugere revolução na VCI</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara do Porto, em reunião do Conselho Metropolitano do Porto (CmP), em Matosinhos.</p>
<p>Rui Moreira adiantou ter recebido precisamente esta sexta-feira o estudo que a autarquia encomendou à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) para “levantamento da situação atual da Via de Cintura Interna (VCI)”.<br />
Segundo o autarca, o estudo aponta também como soluções a retificação de nós de ligação da VCI à rede viária nacional e municipal.</p>
<p>Quanto a sinistralidade, a VCI é a via que regista o maior número de acidentes na Área Metropolitana do Porto (AMP) – “mais de dois por dia, a que se somam imobilizações por avaria” -, sendo que a resolução de cada um dos acidentes “demora, em média, três horas”.</p>
<p>Adiantando que o estudo será apresentado publicamente em breve, Rui Moreira especificou que “entre 20 a 60 por cento do trânsito na VCI são atravessamentos” e, por isso, se justifica retirar a portagem existente na Circular Regional Exterior do Porto (CREP).</p>
<p>“Não sou a favor de portagens na VCI”, sublinhou, mas o estudo indica que estão a ser penalizadas as vias circulares e a ser forçado o tráfego nas radiais, “e a VCI é uma radial”.</p>
<p>Estas soluções para a VCI foram reveladas no âmbito da discussão do ponto da agenda de trabalhos sobre &#8216;Mobilidade na VCI – análise e propostas&#8217;, tendo Moreira criticando ter tido conhecimento da entrada em vigor de radares na VCI, prevista para breve, pela comunicação social e não pela Infraestruturas de Portugal (IP).</p>
<p>Rui Moreira revelou também alguns dados de um estudo da Associação Comercial do Porto (ACP), datado de abril, sobre gestão da rede rodoviária nacional, afirmando que a atual colocação das portagens “conduz a um crescente condicionamento” em vias estruturantes do Porto e de Lisboa, designadamente VCI e Segunda Circular de Lisboa.</p>
<p>Para o presidente da Câmara do Porto, é “muito importante” os autarcas da AMP fazerem agora “uma avaliação” das conclusões dos estudos e, “com urgência”, falarem com o ministro das Infraestruturas, Pedro Marques.</p>
<p>“Isto já não se resolve com a IP”, sublinhou, recordando “os problemas” que têm existido com a entidade quanto ao Terminal Intermodal de Campanhã, ponte Luiz I e estrada da Circunvalação, cujo projeto de beneficiação está parado.</p>
<p>“A IP trata-nos como se fossemos uma colónia. Chegou o tempo de tomarmos decisões”, disse Rui Moreira, adiantando que, para o projeto de reconversão da Circunvalação, a entidade já referiu que os quatro municípios envolvidos – Porto, Matosinhos, Gondomar e Maia – vão dispor de 1,3 milhões de euros.</p>
<p>O autarca vincou que “ambos os estudos concluem coisas comuns”, que terão que ser resolvidas, porque a situação “é muito grave na VCI”, que “esgotou a sua capacidade”.</p>
<p>Rui Moreira disse também defender a redução da velocidade em algumas zonas da VCI, nomeadamente na descida do Dragão para a ponte do Freixo, criticando ainda a IP não ter falado com a autarquia sobre a reativação dos radares.</p>
<p>“Estamos preocupados com a sinistralidade e, de repente, dizem <a href="http://www.porto24.pt/cidade/excesso-velocidade-na-vci-vai-mesmo-dar-multa/" target="_blank">vamos por os radares a funcionar</a>. Gostaria que a IP falasse connosco, olhasse para este estudo e dissesse vamos modular a velocidade, definir por exemplo que em determinadas horas e condições atmosféricas a velocidade deve ser menor” naquela via.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/estudo-da-feup-sugere-revolucao-na-vci/">Estudo da FEUP sugere revolução na VCI</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cidade/estudo-da-feup-sugere-revolucao-na-vci/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Siza Vieira vai recuperar Mosteiro de Leça do Balio</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cidade/siza-vieira-vai-recuperar-mosteiro-leca-balio/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cidade/siza-vieira-vai-recuperar-mosteiro-leca-balio/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 15:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Matosinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mosteiro Leça do Balio]]></category>
		<category><![CDATA[Siza Vieira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119471</guid>
		<description><![CDATA[<p>O grupo Lionesa anunciou esta quarta-feira um investimento inicial de 10 milhões de euros na recuperação do Mosteiro de Leça do Balio e da sua envolvente, num projeto que reúne os arquitetos Siza Vieira e Sidónio Pardal.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/siza-vieira-vai-recuperar-mosteiro-leca-balio/">Siza Vieira vai recuperar Mosteiro de Leça do Balio</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em conferência de imprensa realizada em Matosinhos, que incluiu a visita à exposição Monasterium KM234, da responsabilidade de João Machado, foi explicado que o projeto visa abrir à comunidade instalações que estavam, segundo o curador, Joel Cleto, &#8220;fechadas à população desde o século XII&#8221;.</p>
<p>Com 55 imagens artísticas e sete obras de arte, a exposição – cujo nome significa distância entre o mosteiro e Santiago de Compostela – explica a &#8220;história e as histórias que ao longo dos anos fizeram os Caminhos de Santiago&#8221;, cuja marca o administrador da Lionesa, Pedro Pinto, quer ver implantada neste investimento.</p>
<p>Para além da exposição, que poderá ser visitada de forma gratuita e guiada até ao final do ano, o projeto inclui a construção de um templo, da autoria de Siza Vieira, e que Joel Cleto definiu como &#8220;um convite à introspeção, de grande espiritualidade, ecuménico, para todos os credos&#8221;, e que será edificado alinhado com o mosteiro.</p>
<p>A obra terá &#8220;400 metros quadrados e inspira-se no Mosteiro de Leça do Balio e nos Caminhos de Santiago, devendo estar concluída no último trimestre de 2018&#8221;, informou.</p>
<p>&#8220;Construído em betão branco, terá no seu interior, em baixo relevo, motivos alusivos a Santiago e uma estátua, de 2,20 metros, simbolizando o peregrino&#8221;, explicou o curador.</p>
<p>A obra está para já definida como o “templo” porque ainda não tem nome definitivo, disse Pedro Pinto. Mas, tal como o projeto &#8220;que está aberto à opinião e sugestões da comunidade que o visitará&#8221;, o nome definitivo &#8220;poderá ser atribuído com o tempo&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Ao mesmo tempo que esta obra de Siza Vieira nascerá no espaço anexo o projeto paisagístico dos jardins do mosteiro, numa área de 3,8 hectares, da autoria de Sidónio Pardal. Como o próprio explicou &#8220;vai ter 14 estâncias que poderão ser utilizadas para pausas de vigília, espera, contemplação, explorando todos os seus caminhos&#8221;.</p>
<p>Sem adiantar datas para ter a obra concluída, o arquiteto paisagista afirmou esperar que &#8220;dentro de três ou quatro anos” o espaço já tenha “uma maturidade muito interessante&#8221;.</p>
<p>Com um &#8220;investimento inicial de 10 milhões de euros&#8221;, Pedro Pinto explicou que dimensão do projeto &#8220;pode ir muito além do que está pensado&#8221;, admitindo a &#8220;aquisição de livros e de documentos&#8221; para o valorizar e vincando a aposta de que &#8220;o mosteiro passe a integrar as rotas turísticas&#8221;.</p>
<p>A realização anual, em setembro, da Feira Medieval de Leça do Balio, &#8220;não colide, mas pode até complementar, a exposição&#8221; que agora abre portas&#8221; segundo Joel Cleto.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cidade/siza-vieira-vai-recuperar-mosteiro-leca-balio/">Siza Vieira vai recuperar Mosteiro de Leça do Balio</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cidade/siza-vieira-vai-recuperar-mosteiro-leca-balio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Direitos televisivos rendem 100 milhões ao FC Porto</title>
		<link>http://www.porto24.pt/desporto/direitos-televisivos-rendem-100-milhoes-ao-fc-porto/</link>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 12:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Altice]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119524</guid>
		<description><![CDATA[<p>A SAD do FC Porto cedeu os créditos decorrentes do contrato de cessão de direitos de transmissão televisiva dos jogos da sua equipa sénior de futebol, numa operação que permitiu um encaixe financeiro de 100 milhões de euros, foi anunciado esta sexta-feira.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/desporto/direitos-televisivos-rendem-100-milhoes-ao-fc-porto/">Direitos televisivos rendem 100 milhões ao FC Porto</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Num comunicado enviado à Comissão de Mercados e Valores Mobiliários (CMVM), a SAD do FC Porto explica que &#8220;os créditos cedidos servirão para colateralizar a emissão de obrigações titularizadas até ao reembolso integral das mesmas, tendo ficado assegurados mecanismos contratuais necessários para que a Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD possa recuperar a titularidade ou benefício económico dos créditos, uma vez terminada a operação&#8221;.</p>
<p>Segundo a sociedade, esta cessão de créditos relativa ao contrato do FC Porto com a operadora Altice insere-se no âmbito de &#8220;um processo de simplificação da estrutura de financiamento da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, conferindo-lhe assim maior estabilidade&#8221;.</p>
<p>As receitas líquidas desta cessão destinam-se a substituir passivos, maioritariamente financeiros, acrescentou a SAD azul e branca.</p>
<p>A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD decidiu igualmente não exercer a opção de aumento do montante do empréstimo obrigacionista “FC PORTO SAD 2018-2021”, fixando-se este em 35 milhões de euros, 10 milhões abaixo do empréstimo obrigacionista que o precedeu.</p>
<p>Por outro lado, Sérgio Conceição chegou a acordo para a renovação do contrato com os dragões por mais uma temporada, passando o vínculo a ser válido até 30 de junho 2020.</p>
<p>Um ano depois de ter chegado ao Dragão, o técnico viu agora o contrato prolongado por mais uma época, tendo afirmado, em declarações ao Porto Canal, que, apesar de &#8220;uma ou outra abordagem&#8221;, a prioridade foi sempre manter-se no comando técnico dos &#8216;azuis e brancos&#8217;.</p>
<p>&#8220;Essa motivação e essa confiança do presidente não precisam de papel nem de caneta, a confiança e a motivação para treinar não precisam de contratos. Até hoje, nunca discuti um contrato com o nosso presidente. É importante, não é fundamental meter no papel, mas o FC Porto achou que era importante fechar mais um ano. Estou contente por ficar ligado ao clube até 2020. É importante frisar que mesmo que partisse para a nova época a acabar o contrato no final da mesma não ia mexer com a minha dedicação para com o clube. Não vinha preparado, vinha entregar o relatório ao presidente e fui brindado com esta bela surpresa&#8221;, disse Sérgio Conceição.</p>
<p>Jorge Nuno Pinto da Costa explicou que esta decisão &#8220;já estava pensada há muito tempo&#8221; e que a continuidade de Sérgio Conceição no comando da equipa principal &#8220;é algo natural&#8221;.</p>
<p>&#8220;Agora que terminou a época, e antes de ir de férias, entendemos que era importante firmar no papel o que tínhamos pensado e alinhavado. Ninguém estranha que um homem da casa, que tem uma paixão grande pelo clube, que teve tanto sucesso, renovasse. É sinal que estamos contentes e que ele também está. É normal quando se está bem não mudar. É tudo natural e estou muito satisfeito&#8221;, disse o presidente do FC Porto.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/desporto/direitos-televisivos-rendem-100-milhoes-ao-fc-porto/">Direitos televisivos rendem 100 milhões ao FC Porto</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			</item>
		<item>
		<title>Supertaça Europeia de 2020 no Estádio do Dragão</title>
		<link>http://www.porto24.pt/desporto/supertaca-europeia-2020-no-estadio-do-dragao/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/desporto/supertaca-europeia-2020-no-estadio-do-dragao/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 24 May 2018 13:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Emanuel Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Estádio Dragão]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Supertaça Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[UEFA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119519</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Estádio do Dragão, casa do FC Porto, vai ser o palco da final da Supertaça Europeia em 2020, anunciou esta quinta-feira a UEFA.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/desporto/supertaca-europeia-2020-no-estadio-do-dragao/">Supertaça Europeia de 2020 no Estádio do Dragão</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão foi revelada após a conclusão da reunião do Comité Executivo do organismo regulador do futebol europeu, realizada em Kiev (Ucrânia). </p>
<p>A Supertaça Europeia, recorde-se, junta os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa da época anterior.</p>
<p>O Estádio do Dragão concorria com a Arena de Tirana (Albânia), Estádio do Dínamo (Bielorrússia), Olímpico de Helsínquia (Finlândia), Estádio do Nice (França), Estádio Sami Ofer (Israel), Estádio Almaty (Cazaquistão), Estádio Zimbru (Moldávia) e Estádio Windsor Park (Irlanda do Norte). </p>
<p>E era ainda candidato a receber a final da Liga Europa 2019/20, acabando por ser preterido em favor da Arena Gdansk(Polónia).</p>
<p>Esta será a primeira vez que o Dragão irá receber uma decisão do futebol europeu, após ter acolhido diversas partidas do Euro 2004, organizado por Portugal, nomeadamente o jogo de abertura da prova, que terminou com a vitória da Grécia (2-1) frente à Seleção Nacional, e o jogo das meias-finais que opôs a mesma Grécia à República Checa (1-0 para os helénicos, após prolongamento).</p>
<p>O Estádio da Luz, reduto do Benfica, em Lisboa, era candidato a receber a final da Liga dos Campeões da época 2019/2020, mas foi derrotado pelo Estádio Olímpico Ataturk, em Istambul (Turquia).</p>
<p>A final da Liga Europa de 2019/2020 vai realizar-se na Arena Gdansk, na Polónia, e a final da Liga dos Campeões feminina da mesma temporada vai disputar-se na Áustria Arena, em Viena (Áustria).</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/desporto/supertaca-europeia-2020-no-estadio-do-dragao/">Supertaça Europeia de 2020 no Estádio do Dragão</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/desporto/supertaca-europeia-2020-no-estadio-do-dragao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Está aí o North Music Festival</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cultura/esta-ai-north-music-festival/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cultura/esta-ai-north-music-festival/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 24 May 2018 10:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[North Music Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119513</guid>
		<description><![CDATA[<p>A organização do North Music Festival, cuja segunda edição começa esta sexta-feira e vai até sábado na Alfândega do Porto, tem “excelentes expectativas” em relação à presença de público no recinto com “capacidade para cerca de 15 mil pessoas”.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cultura/esta-ai-north-music-festival/">Está aí o North Music Festival</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge Veloso, da organização, indicou que o segundo dia do evento, no sábado, “está prestes a esgotar”, pelo que a perspetiva é “ter casa cheia” para assistir à atuação dos britânicos The Prodigy, por exemplo.</p>
<p>Os dois dias da primeira edição do festival, realizada em 2017 em Guimarães, contaram com a presença de “cerca de 16 mil espetadores”.</p>
<p>“Por isso mesmo, decidimos mudar para o Porto. Devido a um maior interesse dos patrocinadores no Porto, à existência de uma maior massa crítica, de um maior poder de compra e de mais turistas”, explicou Jorge Veloso, criador da empresa Vibes &amp; Beats, organizadora do North Music Festival.</p>
<p>Quanto à escolha do recinto exterior do edifício da Alfândega do Porto, com capacidade para 15 mil pessoas, Jorge Veloso indicou que o espaço “permite mais-valias em termos de restauração, segurança e higiene, além de que está numa zona efervescente da cidade, nomeadamente com turistas”.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/northmusicfestival/" target="_blank">Pelo palco vão passar</a> Mão Morta, Gogol Bordello, Guano Apes, Linda Martini, Da Chick, The Prodigy, Slow J e First Breath After Coma, entre outros.</p>
<p>Relativamente ao local de futuras edições, Jorge Veloso falou da possibilidade de realizar o festival fora de Portugal, o que esteve para acontecer nesta edição.</p>
<p>“Esteve para ser feito na Galiza e podia ser porque seria na mesma no Norte”, afirmou, acrescentando que nada invalida que o evento venha a ser realizado noutro sítio.</p>
<p>O organizador concluiu, contudo, que “os dados estão a ser muito positivos e o Porto precisa de um festival destes”.</p>
<p>Os bilhetes da edição deste ano têm o custo de 35 euros para um dia.</p>
<p>O passe para os dois dias tem o preço de 59 euros.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cultura/esta-ai-north-music-festival/">Está aí o North Music Festival</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cultura/esta-ai-north-music-festival/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seiva Trupe cancela peça por falta de apoios</title>
		<link>http://www.porto24.pt/cultura/seiva-trupe-cancela-peca-falta-apoios/</link>
		<comments>http://www.porto24.pt/cultura/seiva-trupe-cancela-peca-falta-apoios/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 22 May 2018 16:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Seiva Trupe]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.porto24.pt/?p=119508</guid>
		<description><![CDATA[<p>A companhia Seiva Trupe anunciou esta terça-feira o cancelamento da peça 'O Crime de Aldeia Velha' prevista para julho em Matosinhos, justificando a decisão com a exclusão do programa de apoio sustentado da Direção-Geral das Artes.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cultura/seiva-trupe-cancela-peca-falta-apoios/">Seiva Trupe cancela peça por falta de apoios</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em comunicado, a companhia teatral disse-se &#8220;forçada&#8221; a cancelar a peça de Bernardo Santareno, a qual contava com &#8220;um elenco de mais de 20 elementos de primeiríssima água do panorama teatral&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ao fim de 45 anos de trabalho diário, constante, com provas mais que dadas no panorama cultural deste país, somos agora obrigados a tal absurdidade&#8221;, referiu a Seiva Trupe.</p>
<p>Fonte ligada a esta companhia acrescentou que a peça em causa deveria estrear-se em 18 de julho no Cine-Teatro Constantino Nery (na foto), sendo uma coprodução com a Câmara de Matosinhos.</p>
<p>De acordo com a programação daquele espaço, a peça, com encenação de Júlio Cardoso, iria ficar em cena até 29 de julho.</p>
<p>A mesma fonte apontou que os ensaios foram cancelados e a peça não se realiza &#8220;apesar de os cenários já estarem desenhados e de os atores estarem contratados&#8221;.</p>
<p>A Seiva Trupe referiu que por esta companhia &#8220;passaram grandes espetáculos, com autores reconhecidos da dramaturgia universal, com elencos de elevado mérito, bem como jovens atores&#8221;.</p>
<p>&#8220;Conscientes de um programa quadrienal por nós apresentado de uma forma honesta e bem definida, em que constam autores como Ibsen, James Joyce, Bernard Shaw, Shakespeare, Thomas Bernhard e, de autores nacionais,</p>
<p>Bernardo Santareno e António Pedro, entre outros, diz-nos o júri que é uma candidatura vaga e pouco explícita no que concerne à descrição das atividades&#8221;, critica a companhia.</p>
<p>Na última quarta-feira, foi anunciado que 68 entidades das 71 candidaturas elegíveis para apoios ao teatro iriam ser apoiadas no âmbito do programa de apoio sustentado às artes 2018-2021.</p>
<p>Ao programa de apoio sustentado na área do teatro concorreram 90 entidades, 68 das quais receberam financiamento depois de protestos do setor, que se seguiram à divulgação dos resultados preliminares, que colocavam de fora várias companhias históricas do país.</p>
<p>Dessas 90, 71 foram consideradas elegíveis e, destas, por sua vez, três ficaram de fora de financiamento (associação cultural Primeiros Sintomas, associação Liberdade Provisória e Teatro A Bruxa).</p>
<p>Agora conhecidos, os resultados finais mantiveram como inelegíveis companhias como o TEP, a Seiva Trupe e o Festival Internacional de Marionetas do Porto, entre outras.</p>
<p>Os concursos do Programa de Apoio Sustentado da DGArtes, para os anos de 2018-2021, partiram com um montante global de 64,5 milhões de euros, em outubro, subiram aos 72,5 milhões, no início de abril, perante a contestação no setor e, mais tarde, o Governo anunciou novo reforço para um total de 81,5 milhões de euros, tendo o valor final sido de 83,04, segundo publicação em Diário da República.</p>
<p>Na sequência desta notícia, o diretor do Teatro Experimental do Porto anunciou o pedido de audiências ao Ministério da Cultura e à Câmara do Porto, admitindo recorrer a &#8220;todos os mecanismos jurídicos&#8221; contra os cortes de financiamento da DGArtes.</p>
<p>Também o diretor do Festival Internacional de Marionetas do Porto disse que estavam a ser &#8220;estudadas todas as possibilidades&#8221; para enfrentar a perda de financiamento da DGArtes, lamentando que o júri defenda, assim, que o festival acabe.</p>
<p>O artigo <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt/cultura/seiva-trupe-cancela-peca-falta-apoios/">Seiva Trupe cancela peça por falta de apoios</a> pertence a <a rel="nofollow" href="http://www.porto24.pt">Porto24</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.porto24.pt/cultura/seiva-trupe-cancela-peca-falta-apoios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
