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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041</atom:id><lastBuildDate>Thu, 13 Jun 2013 19:54:13 +0000</lastBuildDate><category>Síndrome de Down</category><category>Twitter</category><category>Televisão</category><category>Internet</category><category>Ferramentas</category><category>Blogosfera</category><category>Diversão</category><category>Links para o fim de semana</category><category>Série Crepúsculo</category><category>Mídia</category><category>Caminho das Índias</category><category>Pessoas</category><category>Ponto de Vista</category><category>Filmes</category><category>Opinião</category><category>Briana Walker</category><category>Livros</category><category>Educação</category><category>Escrita</category><category>Telenovela</category><category>Profissão Repórter</category><category>Nostalgia</category><category>Viver a Vida</category><category>Globo x Record</category><category>liberdade de expressão</category><category>Violência</category><category>Reflexões</category><category>Artigos publicados</category><category>Record</category><category>Caso Uniban</category><category>Contos</category><category>Humor</category><category>Acontece no mundo</category><category>Michael Jackson</category><category>Auti Angel</category><category>Cotidiano</category><title>Limão em Limonada</title><description /><link>http://www.limaoemlimonada.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>577</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar" /><feedburner:info uri="limoemlimonadaporemanuellenajjar" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-1999366698459069515</guid><pubDate>Sun, 05 May 2013 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-05T09:00:07.991-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Jornada da leitora: A seguir, cenas dos próximos capítulos</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Ok, e voltemos para as saudosas &lt;strike&gt;saudosas pra mim, pelo menos&lt;/strike&gt; resenhas literárias deste espaço. Ok, um tanto defasada mas é um começo pelo menos. Então, para a primeira resenha depois de uma longa ausência, vamos ao que interessa e unir as duas coisinhas que durante muito tempo fizeram esse blog andar: livros e novelas. Espero que você, leitor, ainda lembre do fraco que esta blogueira tem por telenovelas e da qual não se esquiva em nome de reputação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para quem não se lembra vamos então ao &lt;em&gt;flashback&lt;/em&gt;: sim, eu gosto de telenovelas, faço o que posso para assistir e ler mais sobre o assunto, acredito nos poderes de mobilização vindos da telenovela e não o acho “alienante”, como se limita a crença dos nossos amados &lt;em&gt;críticos-de-mídia-feat-politizados&lt;/em&gt; de Facebook. Acredito no gênero o bastante para ter feito dele matéria-prima do meu TCC da faculdade. Ponto: sou noveleira sim, embora me falte tempo para acompanhar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Então, uma bela tarde de 2010, dia em que eu vi este livro na livraria fiquei doida para comprar, mas ele tinha um preço salgado demais para uma recém-formada sem eira e nem beira. Porém, anos e anos depois – mais precisamente em 2013 – finalmente tive a grande chance de comprá-lo pelo Submarino, em um daqueles dias de desconto progressivo na compra de livros. Finalmente consegui o meu!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Happy end garantido e com história triste explicada, vamos direto ao assunto:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;h5&gt;&lt;img alt="A Seguir, Cenas Do Próximo Capítulo" align="left" src="http://skoob.s3.amazonaws.com/livros/68404/A_SEGUIRN_CENAS_DO_PROXIMO_CAPITULO_1260817654P.jpg" width="138" height="184" /&gt;A Seguir, Cenas Do Próximo Capítulo&lt;/h5&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cintia Lopes, André Bernardo&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;282 páginas        &lt;br /&gt;Editora: Panda Books         &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Neste livro, Cintia Lopes e André Bernardo entrevistaram 10 autores para saber como é o processo de criação dos enredos, a escolha dos temas, a construção dos heróis e dos vilões, a reescrita da trama para atender o público, relação com diretores e atores e outros segredos da profissão autor de novela.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro, editado pela Panda Books, teve como foco as experiências dos principais autores de telenovela do Brasil. Veja bem que isso não significa necessariamente os mais festejados, visto que a obra foi publicada em 2009 e com isso não teve menção a autores que estão badaladíssimos atualmente. Portanto, ele foca naqueles que deixaram marcas históricas e foram fundamentais para o desenvolvimento do cenário da telenovela brasileira. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dez autores estão presentes de forma direta na obra: Aguinaldo Silva, Benedito Ruy Barbosa, Carlos Lombardi, Gilberto Braga, Glória Perez, Lauro César Muniz, Manoel Carlos, Silvio de Abreu, Walcyr Carrasco e Walther Negrão. Estes são os escolhidos para o livro, que traz entrevistas com os escritores citados, um perfil composto por dados básicos e também pelos marcos criados por cada um destes autores, como “pares românticos, cidades imaginárias, bordões famosos, vilões memoráveis personagens fantásticos e cenas antológicas”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro também conta com curiosidades e para leitores &lt;em&gt;mais-que-interessados-e-mais-que-curiosos&lt;/em&gt; também há a chance de conhecer algumas páginas de roteiros originais da obra mais marcante de cada um deles.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se tem algo que devo dizer com relação a este livro é que as entrevistas foram realmente muito bem conduzidas e que seu teor por incrível que pareça, não se limita somente a falar bem da Globo. O que realmente é um milagre tremendo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A obra também contém curiosidades sobre diversas tramas, fala sobre o processo de criação e escrita das novelas assim como também discorre a respeito de assuntos sérios desse universo, como o relacionamento entre autores x público e também o rótulo de alienante que o gênero carrega desde seu surgimento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“A seguir, cenas do próximo capítulo” serve muito bem para quem trabalha com comunicação, para quem deseja aprender algo sobre o assunto ou simplesmente para quem gosta do gênero telenovela. A escrita é bastante acessível então é um livro super indicado para todos que tenham real interesse no tema. Portanto, se você caro leitor tem interesse, mente aberta e muita força de vontade para aturar os comentários de nossos queridos e amados politizados-de-esquina ou críticos-de-rede-social, a obra é uma excelente aquisição em todos os sentidos.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/pa9WjRbZ-Qc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/pa9WjRbZ-Qc/jornada-da-leitora-seguir-cenas-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/05/jornada-da-leitora-seguir-cenas-dos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-2067603980025109959</guid><pubDate>Mon, 22 Apr 2013 23:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-22T20:12:55.514-03:00</atom:updated><title>Rachel Sheherazade contra as popozudas: rumo ao ranço elitista e o feminismo misógino</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Sabe, o assunto pode parecer cansativo, mas ainda merece discussão. O pivô da discussão é o mesmo, mas o que pode ser feito se a polêmica é o ganha-pão? Estou me referindo novamente a Rachel Sheherazade, nossa querida e amada &lt;em&gt;coleguinha &lt;/em&gt;mais conhecida por ser a a voz de opinião mais ativa dentro do cenário jornalístico brasileiro. Veja bem: ser a mais ativa não significa ser a melhor ou mais adequada. Mesmo porque, opinião não se mede dessa forma, ainda mais quando certos venenos são destilados para o grande público.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://1.bp.blogspot.com/-Yo1P_Fj2Hi8/UVS0UVCJguI/AAAAAAAARvc/iSp0FQMYbKQ/s1600/Rachel+Sheherazade.jpg" width="443" height="279" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Imagem: Divulgação&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A polêmica da vez foi por causa de um &lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/04/aluna-passa-em-1-lugar-em-mestrado-com-projeto-sobre-valesca-popozuda.html" target="_blank"&gt;projeto de mestrado sobre Valesca Popozuda&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;h4&gt;Aluna passa em 2º lugar em mestrado com projeto sobre Valesca Popozuda&lt;/h4&gt;    &lt;p&gt;Mariana Gomes, de 24 anos, passou em segundo lugar na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, com o projeto “My pussy é poder – A representação feminina através do funk no Rio de Janeiro: Identidade, feminismo e indústria cultural. Entre os objetivos do projeto está a desconstrução da ideia de que o funk seria o último grito do feminismo através das músicas de Valesca Popozuda, Tati Quebra Barraco, entre outras (&lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/04/aluna-passa-em-1-lugar-em-mestrado-com-projeto-sobre-valesca-popozuda.html" target="_blank"&gt;continue lendo&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O assunto em si já chama a atenção, afinal o &lt;em&gt;funk &lt;/em&gt;está bem longe de ser aceito como cultura popular, quanto mais envolvido em assuntos de esfera acadêmica. E talvez na falta de Felicianos ou de assuntos melhores do que a batatinha-quando-nasce, esse foi o tema escolhido para o comentário da jornalista, talvez incomodada pelo fato das músicas citadas “ferirem seus ouvidos de morte”, ou quem sabe incomodada por algo que não é da sua preferência ser alvo de uma atenção tão grande.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Seja como for, foi isso aqui que saiu:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;iframe height="315" src="http://www.youtube.com/embed/onycDwB4-W4?rel=0" frameborder="0" width="420" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que é preciso dizer a respeito disso? Ou melhor: o que é&lt;em&gt; possível&lt;/em&gt; dizer de tudo isso?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Inicialmente em seu discurso cheio de rancor, Rachel se pronuncia ironicamente a respeito da popularização da universidade e de seus temas é ruim. E daí para frente lá vem o chorume elistista sobre cultura, mas tudo bem. Aparentemente ela andou faltando às aulas de antropologia e os anos restantes da faculdade pouco fizeram para que o ranço preconceituoso fosse embora. Mas ok, continuando…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A jornalista se demonstra surpresa pelo assunto e pela tomada do funk como cultura. Alega diversos fatores com tom variante entre surpresa e indignação: Letras sexualmente explícitas e impronunciáveis para o horário? Óbvio que sim. Fere os ouvidos dela de morte? Claro. O dela e o de muita gente e até o meu, afinal gosto é gosto e sempre reclamaremos daquilo que não é a nossa preferência. Eu até gosto de funk, mas os meus preferidos ficaram perdidos no túnel do tempo, lá pela década de 1990. Porém o que isso tem a ver com o mérito da discussão acerca do tema proposto?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O funk pode ser o último grito do feminismo? Claro. São elas que cantam por seu corpo e o seu gosto por sexo. Elas não são os objetos em suas músicas, pelo contrário. São as funkeiras que cantam o controle da sua vida e de seu corpo. Pelo que me consta a revolução feminista veio justamente para que cada uma de nós tivesse o direito de escolher o que bem queria para a própria vida e seu sustento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nada mais antifeminista do que a mulher machista. E quer saber a verdade? O raso conteúdo do tema como clamado por Raquel Sheherazade fica por conta da mentalidade elitista de quem julga como cultura somente aquilo que gosta.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/1811_486121088108699_636378015_n.png" width="395" height="395" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em tempo: Mariana Gomes, a autora do projeto “My pussy é poder” escreveu uma carta-resposta ao comentário da jornalista. E faço minha as palavras dela:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Dizer que produção de cultura vai do luxo ao lixo é de uma desonestidade intelectual sem tamanho. Como eu &lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/04/aluna-passa-em-1-lugar-em-mestrado-com-projeto-sobre-valesca-popozuda.html"&gt;disse ao G1&lt;/a&gt; e digo diariamente, hierarquizar a cultura só prejudica. Essa hierarquia construída ao longo de séculos e baseada em um gosto de classe muito bem definido, no qual apenas o que elites definem o que é cultura e o que não é – ou, nas suas palavras, o que é ‘luxo’ e o que é ‘lixo’ – precisa ser COMBATIDA. Creio que a academia é SIM uma das trincheiras na luta pela desconstrução desse pensamento elitista, preconceituoso e, para não ser maldosa, desonesto.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Você, Rachel, diz que as funkeiras estão aquém do feminismo. Mas e você? O que sabe sobre o tema? Tendo a acreditar que Valesca sabe muito mais sobre isso do que você, mas estou disposta a ouvir seus argumentos sobre o assunto. Feminismo, assim como o meu projeto, não é piada, é coisa séria, muito séria. &lt;a href="http://marivedder.wordpress.com/2013/04/21/carta-resposta-a-rachel-sheherazade/" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/GkKA0AbLTKg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/GkKA0AbLTKg/rachel-sheherazade-contra-as-popozudas.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-Yo1P_Fj2Hi8/UVS0UVCJguI/AAAAAAAARvc/iSp0FQMYbKQ/s72-c/Rachel+Sheherazade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/04/rachel-sheherazade-contra-as-popozudas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-6851879011342105486</guid><pubDate>Sun, 14 Apr 2013 03:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-14T00:40:57.261-03:00</atom:updated><title>Gerald Thomas e Nicole Bahls: a misognia e a cultura do estupro diretamente na sua casa</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Em tempos de Felicianos e discípulos fiéis de sua doutrina duvidosa, nunca os assuntos relacionados ao &lt;em&gt;preconceito&lt;/em&gt; estiveram tão em voga. O palco para discussões foi aberto e o debate começou, tendo espaço para falar sobre &lt;em&gt;homofobia,&lt;/em&gt; o&lt;em&gt; racismo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;misognia.&lt;/em&gt; Este último assunto então voltou a ganhar fôlego graças aos acontecimentos da última semana, quando TV e internet tornaram-se palco de um episódio de misognia protagonizado não por mais alguma pérola proferida pelo pastor e deputado Marco Feliciano, mas sim pelo escritor Gerald Thomas e pela jornalista e modelo Nicole Bahls.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.diariosp.com.br/diariosaopaulo/upload/noticia/1365702558nicole_bahls_gerald_thomas2.jpg" width="346" height="520" /&gt;   &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="2"&gt;Gerald Thomas assedia Nichole Bahls durante lançamento de seu último livro (Foto: Viva)        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;Visivelmente sem graça e rindo de nervosismo, a jornalista e modelo &lt;b&gt;Nicole Bahls&lt;/b&gt; se viu numa situação constrangedora esta semana, logo após retornar à trupe de humoristas do &lt;b&gt;Pânico na Band&lt;/b&gt;. Durante o lançamento do livro &lt;b&gt;Arranhando a Superfície&lt;/b&gt;, do diretor teatral e cineasta &lt;b&gt;Gerald Thomas&lt;/b&gt;, no Rio de Janeiro, o escritor enfiou a mão dentro do vestido dela, logo após o início da entrevista. Mesmo constrangida, Nicole se segurou em frente às câmeras e entrou na “brincadeira” de Gerald que, inclusive, falou grosserias à atriz &lt;b&gt;Paula Burlamarqui&lt;/b&gt;, tascando um beijo na boca dela. &lt;a href="http://cafecomnoticias.blogspot.com.br/2013/04/nicole-bahls-gerald-thomas-e-misoginia.html#.UWoITKKG2_Q" target="_blank"&gt;(continue lendo…)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Episódio constrangedor, mas aparentemente a repercussão não afetou Gerald Thomas que em mais um dos seus rompantes típicos de imbecilidade proferiu as seguintes pérolas em entrevista para&amp;#160; &lt;a href="http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/meti-mao-na-menina-diz-gerald-thomas-sobre-nicole-bahls-8091253#ixzz2QOtVKBR2" target="_blank"&gt;O Globo&lt;/a&gt;: &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;— Meti a mão na menina. E tudo termina nos panos quentes, CPI que acaba em pizza, como todas as coisas no Brasil, esse paisinho de quarto mundo, Corsa que quer ser Mercedes.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O diretor teatral também falou sobre o episódio em seu blog; disse que fez o que muitos gostariam de fazer entre quatro paredes. &amp;quot;Eu, Gerald Thomas, faço a olho nu, na frente dos fotógrafos, das câmeras, das luzes, o que esse bando de carecas e pseudomoralistas gostaria de estar fazendo atrás de portas fechadas, com as luzes apagadas!&amp;quot;.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;(…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;E encerrou o texto com o que chamou de alerta: &amp;quot;A mulher não é um objeto. Mas não deveria se apresentar como tal&amp;quot;. &lt;a href="http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/meti-mao-na-menina-diz-gerald-thomas-sobre-nicole-bahls-8091253#ixzz2QOtVKBR2" target="_blank"&gt;(Leia mais)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Bom, caso o citado suprassumo da imbecilidade humana e artística (se é que possa ser chamado de “&lt;em&gt;artista”&lt;/em&gt;) não saiba: assédio sexual não é “brincadeira”. &lt;strong&gt;Assédio sexual é crime&lt;/strong&gt;. Mas, assim como citou &lt;a href="http://cafecomnoticias.blogspot.com.br/2013/04/nicole-bahls-gerald-thomas-e-misoginia.html#.UWoITKKG2_Q" target="_blank"&gt;Wander Veroni, do Café com Notícias&lt;/a&gt;, Gerald Thomas prefere acreditar na velha ladainha de que a culpa é sempre da mulher. Discurso esse tão arcaico e sem noção quanto aquilo que ele diz ser arte. Toda essa baboseira vindo de alguém pretensamente estudado e de ampla bagagem cultural, suscitando por sua vez o acréscimo da palavra&lt;em&gt; “misognia”&lt;/em&gt; ao vocabulário de muita gente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para quem não sabe, &lt;em&gt;misognia&lt;/em&gt; significa “ódio ou desprezo ao sexo feminino”. É esta a palavra que se aplica a asneira proferida por Gerald Thomas, na qual reproduziu a velha e perversa desculpa misógina dadas por um homem como justificativa ao assédio e ao estupro cometida por ele:&lt;em&gt; a culpa é da mulher que estava usando aquela roupa justa e curta. Foi ela quem pediu.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/06/rape.jpg?w=535" width="471" height="293" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Vejamos as palavras as quais o escritor se apropriou em justificativa: &lt;em&gt;&amp;quot;A mulher não é um objeto. Mas não deveria se apresentar como tal&amp;quot;. &lt;/em&gt;Sim: infelizmente ele pronuncia esse tipo de pérola como se fosse sabedoria, perpetuando como arte o que na verdade é pura &lt;a href="http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2012/08/cultura-de-estupro-nao-imagine.html" target="_blank"&gt;“cultura do estupro”.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;Um dos problemas é que boa &lt;a href="http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2012/06/estupro-um-culto-masculinidade.html"&gt;parte dos homens&lt;/a&gt; não faz ideia do que seja estupro. Estupro, pra eles, é só o que acontece num beco escuro à noite entre um psicopata e uma mulher que, pelas roupas, “estava pedindo”. E tem que haver muita violência física para que esses mesmos homens encarem aquilo como estupro. Para esses cidadãos, não passa a ideia de que estupro é pura e simplesmente sexo sem consentimento. (&lt;a href="http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2012/08/cultura-de-estupro-nao-imagine.html" target="_blank"&gt;Leia mais&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que é preciso aprender é algo bastante simples: não interessa se Nicole Bahls é conhecida por fazer ensaios sensuais e é tida como um símbolo sexual. Não interessa o vestido que ela estava usando. A roupa e a maquiagem usadas por uma mulher não significa permissão para sexo. O comprimento da saia, o tamanho da blusa ou o seu decote não significam passe-livre. O fato de uma mulher beber ou “estar na rua ou em tal lugar a tal hora” não significa que ela estava querendo. Isso é falso-moralismo e hipocrisia do pior nível.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Não” significa “não”. A culpa não é da vítima e sim do agressor. A culpa por um estupro é do estuprador e não da vítima. Isso é tão simples quanto 2 + 2. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apesar do que a mídia volta e meia perpetua, assédio sexual e estupro não são piadas. A mulher não é objeto e nem brinquedo que sirva apenas para satisfazer. Mulheres não são inferiores e assim como todos também merece respeito.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É uma pena que logo alguém como Gerald Thomas, tido como tão culto e estudado, não tenha a capacidade de entender o óbvio. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/QwRZNtASkvY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/QwRZNtASkvY/gerald-thomas-e-nicole-bahls-misognia-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/04/gerald-thomas-e-nicole-bahls-misognia-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-6421746566872825764</guid><pubDate>Sat, 06 Apr 2013 02:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-05T23:58:01.895-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Kindle ou Kobo: qual escolher?</title><description>&lt;p&gt;Para quem está disposto a colocar um pouco de tecnologia na sua vida de leitor, há uma pergunta que não quer calar: escolher o Kindle ou Kobo?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c34cfc8f7970b-800wi" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As poucas opções envolvidas se justificam: em primeiro lugar, não estou considerando os &lt;em&gt;tablets&lt;/em&gt; nesse post pois prefiro me ater a aparelhos que servem especificamente para a leitura. E-readers não acessam email, facebook, instagram ou qualquer coisa do gênero. É para quem gosta de ler e ponto. E no momento, Kindle e Kobo são os principais e-readers do mercado brasileiro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outro ponto importante é que não pretendo que este seja um post destinado a dizer &lt;em&gt;qual o melhor aparelho.&lt;/em&gt; Minha intenção é apenas ajudar quem superou aquela famosa fase dos “&lt;em&gt;ahhh eu não vou ler e-books nunca, eu amoooooo de cheiro do livro” &lt;/em&gt;e&lt;em&gt; &lt;/em&gt;cairam de gaiato nesse universo de leitor &lt;em&gt;high tech&lt;/em&gt; e agora estão tentando decidir em qual deles irá investir. No momento eu tenho um Kobo Glo e um Kindle básico &lt;strike&gt;que está com minha mãe, oi-mãe!, &lt;/strike&gt;que foi o primeiro lançado no Brasil. Isso não me coloca em posição de comparar as funcionalidades técnicas de cada dispositivo, seria injusto. Portanto vou me ater aos ecossistemas e os pontos principais de cada um deles.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É importante salientar que ambos são muito semelhantes: peso, dimensões, tela e-ink pra evitar o cansaço da visão, tempo de duração de bateria, recursos de grifos e marcações em livros, dicionários integrados e ferramentas de personalização da leitura. Então a decisão fica por conta de outros detalhes. Veja alguns:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Leitura de arquivos PDF&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQtOxzP14OwIbBIdvv1kFeXsovu836krCgIzQnMPIPJFtDbNjHE" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;Quer ler PDF? Então melhor esquecer os e-readers.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se você vai comprar um e-reader pensando em ler PDFs é bom parar por aqui mesmo e cogitar um tablet. Arquivos em pdf não tem suporte de ajuste na tela ou personalização de leitura, como aumento do tamanho da fonte, grifos e dicionários. Não sendo ajustável, é preciso apelar pro zoom e mexer nas páginas a todo instante para conseguir ler. Dá pra ler sim, mas é bem chato.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Existem programas que convertem arquivos pdf para extensões aceitas tanto pelo Kindle quanto pelo Kobo, mas é bem provável que sua apostila ou ebook perca a formatação e a leitura seja incômoda e exija mais atenção em função disso. Especialmente se o arquivo contiver imagens ou estiver formatado segundo normas de ABNT.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já com o tablet, o tamanho da tela é mais apropriado pra esse tipo de leitura. Então se sua prioridade são os pdfs, esqueça os e-readers. Não existe ainda nenhum e-reader que se dê bem com esse formato.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h2 align="justify"&gt;Formatos de arquivos&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://ukbookpublishing.com/files/2013/01/woman-reading-kindle-mobi-e1357903297243.jpg" width="392" height="245" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;mobi ou epub: eis a questão…&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kindle:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; As extensões nativas dos ebooks vendidos para Kindle são proprietárias. Isso quer dizer que só é possível adquirir novos ebooks pela loja da Amazon. O problema é contornável com o uso de softwares como o Calibre, que são capazes de fazer conversões para outros formatos aceitos pelo Kindle. O problema é que, se você compra seus ebooks pela Amazon, também fica preso a ele para fazer a leitura. Seu ebook não vai rodar em outro e-reader que não seja vendido por ele. Por isso costuma-se dizer que, embora você pague pelo ebook ele na verdade não é seu.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kobo:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; O aparelho vendido pela Livraria Cultura é considerado aberto, porque tem o formato epub como sendo de funcionamento nativo. Para quem não sabe, epubs são como se fossem o mp3 dos livros. Isso significa que você pode comprá-los em praticamente qualquer loja. Você também pode colocá-lo em qualquer e-reader que aceite essa extensão. E para quem lê quadrinhos o Kobo é a melhor opção por ler arquivos CBR e CBZ e isso não é feito pelo Kindle.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;E daí?&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; A princípio você pode sim ter um Kindle e comprar de outras lojas, desde que tenha disposição para converter os arquivos nos formatos aceitos por ele embora não seja o padrão normal. A formatação pode ser perdida pelo menos em parte, mas a conversão em geral é satisfatória.&amp;#160; Já a liberdade de comprar onde quiser pelo Kobo pode ser meio estressante para transferir os arquivos comprados em outras lojas. É mais prático adotar como preferencial as compras na Livraria Cultura e o KoboBooks. E como expliquei logo acima: os dois não são bons em PDF.&lt;/p&gt;  &lt;h2 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h2&gt;  &lt;h2 align="justify"&gt;Particularidades&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/About/General/2012/8/5/1344189386729/A-woman-reading-a-Kindle--008.jpg" width="405" height="243" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;Imagem: &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/books/2012/aug/06/amazon-kindle-ebook-sales-overtake-print" target="_blank"&gt;The Guardian&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kindle:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Oferece sistema de compartilhamento de arquivos em nuvem e também conversão por email. Isso significa que você pode enviar um ebook ou outros tipos de arquivos aceitos pelo aparelho através de email e recebê-lo no seu Kindle sem ter de usar cabo USB e aplicativos desktop. É só fazer sincronização usando conexão wi-fi.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kobo:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Oferece também um sistema de arquivos em nuvem, mas servem somente para ebooks comprados através de suas lojas. Em compensação, ele tem recurso de memória expansiva, aceitando cartão de memoria de 32GB. Não que você precise atochar o seu Kobo de arquivos, mas é boa opção para não sobrecarregar a memória do aparelho. O aparelho vendido pela Livraria Cultura também tem o Reading Life, que mostra estatisticas interessantes de sua leitura e oferece prêmios ao leitor como medalhas por começar um novo livro, por ler de madrugada e etc. É divertido, mas não necessariamente tem utilidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;E daí?&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Para os práticos e preguiçosos, o Kindle dá de dez a zero nesse quesito pois os arquivos em nuvem compensam a falta da memória expansiva em seus aparelhos. Para quem gosta de frescurinhas e também da ideia de carregar mangás e outros quadrinhos, a memória expansiva é uma boa solução para o Kobo já que arquivos CBR podem ser pesados e ocupar muita memória no aparelho a longo prazo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h2 align="justify"&gt;Acervo de e-books:&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Business/Pix/pictures/2010/7/29/1280389700378/Kindle-e-reader-006.jpg" width="422" height="253" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kindle:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Como a Amazon é recém-chegada ao Brasil, seu acervo ainda conta com mais títulos em língua estrangeira que em português. Porém, é interessante para quem deseja ler em inglês e oferece grande variedade de clássicos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kobo:&lt;/u&gt; &lt;/strong&gt;A Kobo vinculou o seu acervo ao da Livraria Cultura, oferecendo maior variedade de e-books em língua portuguesa, mas também apresenta bom número de livros em outros idiomas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;E daí?&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Não significa tanto assim em termos de compra, pelo menos para quem está mais interessado em um acervo em português, afinal a tendência é de que ambas cresçam nesse segmento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h2 align="justify"&gt;Preços de e-books:&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://3.bp.blogspot.com/-AVKnBdQi14k/Tiw__mtpgDI/AAAAAAAAAN4/fS_Kvh5VMbo/s1600/price-tag-images.jpg" width="337" height="237" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Kindle:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Como o consumidor a princípio fica preso na loja da Amazon, ele é compensado por preços menores. O problema é que as vezes a diferença é irrisória caso você faça a cotação dos bestsellers que temos por aí. Mas claro, se você tem tempo e o software do Calibre em seu computador, essa falta de liberdade pode ser burlada. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Kobo:&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt; Quem tem acesso ao Kobo pode pesquisar por outras lojas que vendam epubs, portanto a princípio o aparelho respeita a liberdade do consumidor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;E daí?&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Ambas as marcas contam com promoções de suas principais lojas virtuais onde é possível encontrar ebooks a R$ 9,90 e são trocados toda semana, portanto nada de mimimi dizendo que ebooks custam caro no Brasil. Com um pouco de esforço você pode abastecer sua biblioteca sem se utilizar somente de downloads não necessariamente dentro da lei. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h2 align="justify"&gt;E agora? Como escolho?&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.seanshadmand.com/wp-content/uploads/2012/11/C-Users-sschlegel-Pictures-Question-Mark-Man.jpeg" width="267" height="267" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em um resumo rápido, você tem de levar em considerações os itens que você mais usa e não apenas o fator preço. Mesmo porque a diferença de valores não é necessariamente tão grande assim, especialmente depois que a Amazon &lt;strike&gt;finalmente&lt;/strike&gt; trouxe o Kindle Paperwhite ao Brasil e deu início a guerra de preços.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No meu caso eu comprei o Kobo Glo por dois motivos: o primeiro foi que na época ele era o único e-reader com iluminação interna no mercado brasileiro. O outro motivo é porque tenho alguns mangás então o Kobo foi a melhor opção para mim. Isso não quer dizer que um seja melhor que o outro e comece uma briga de &lt;em&gt;fanboys&lt;/em&gt;. O Kobo apenas foi o aparelho que atendeu melhor as minhas necessidades, mas eu poderia estar muito feliz hoje com um kindle paperwhite e toda a praticidade da Amazon e continuar deixando meus mangazinhos fofos no notebook.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Portanto antes de apertar o botão para finalizar a compra pese muito bem quais são suas expectativas e necessidades com relação ao seu e-reader. Esses aparelhinhos milagrosos ainda tem um precinho salgado no Brasil &lt;strike&gt;e-lá-vem-todo-o-mimimi-de-impostos&lt;/strike&gt;, e gastar com eles é um investimento que merece ser pensado com carinho.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/HujuUTN_Tyw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/HujuUTN_Tyw/kindle-ou-kobo-qual-escolher.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-AVKnBdQi14k/Tiw__mtpgDI/AAAAAAAAAN4/fS_Kvh5VMbo/s72-c/price-tag-images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/04/kindle-ou-kobo-qual-escolher.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-3841479216002634440</guid><pubDate>Tue, 02 Apr 2013 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-02T10:00:08.415-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ferramentas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Ebooks e E-readers: Como a tecnologia mudou na minha vida de leitora</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Para quem acompanha este blog não é novidade nenhuma o fato de eu ser uma leitora inveterada. Quem me conhece sabe que compro livros com a mesma paixão que uma mulher normalmente compraria roupas e sapatos. E neste tempo que passei fora muita coisa andou mudando, e uma delas foi justamente no meu jeito de ler. Nada muito radical: apenas senti curiosidade e necessidade de incluir a tecnologia nesta parte da minha rotina. Estou falando do uso de&amp;#160; e-readers e consequentemente de-books.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.ereadersincanada.com/wp-content/uploads/2012/10/Write-a-Book-for-Kindle.jpg" width="434" height="359" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como parte do meu trabalho exige que minha rotina seja atípica, as viagens sem hora para voltar são parte do meu cotidiano. Isso, citando viagens longas que exigem alguma forma de passar o tempo. Livros sempre foram uma boa alternativa para mim, visto que não tenho problemas com enjoos e tudo mais. Até aqui não seria nada demais, pelo menos enquanto uma de suas fixações mais recentes não são livros como os da saga “Crônicas de Gelo e Fogo”.&amp;#160; Não deve ser muito simples carregar o “Fúria dos Reis” ou ‘Tormenta de Espadas” por aí… e foi justamente nesse momento que começaram a chegar ao Brasil algumas boas opções de e-readers: Kindle e Kobo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de muita pesquisa, comprei um Kindle 6 (vendido pelo ponto frio e na ocasião o único da marca vendido por aqui). Fiquei com ele por praticamente um mês e nele tive tempo suficiente para ler 11 livros. Pouco tempo, não? Mas se eu pudesse escolher alguma forma de definir o que passei junto dele, diria que foi aquela reação típica de amantes desesperados, desfrutando de tudo que pudesse e indo com sede ao pote. Porém, após esse tempo decidi pensar em degraus mais altos em minha obsessão por leitura quando o Kobo Glo chegou ao país. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para quem não sabe, o Kobo Glo é um e-reader com iluminação interna, permitindo a leitura durante a noite e sem problemas com a fadiga visual. Na época estive cogitando o Kindle Paperwhite (versão da Amazon também com iluminação), mas teria de importar o produto da Amazon americana, pagando um precinho absurdo de impostos e ainda esperar eras para que chegasse ao Brasil. Nesse caso o preço e a comodidade de um produto vendido no Brasil falou mais alto e desde a compra já li mais 18 livros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Atualmente, quase 30 livros depois acho justo poder dividir com alguém o que mudou na minha vida de leitora desde então. Não pretendo entrar em detalhes sobre marcas, detalhes e funcionalidades de cada um dos aparelhos citados. Apenas dividir minhas considerações sobre e-books, e-readers e tudo o que a tecnologia me ofereceu para quem tenha dúvidas, receios ou apenas curiosidade sobre o assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.stevefenton.co.uk/cmsfiles/assets/Image/Reviews/kindle_vs_kobo_6.jpg" width="459" height="304" /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Praticidade: &lt;/strong&gt;Livros impressos são lindos, maravilhosos e tudo de bom, mas podem não ser a melhor escolha caso você passe muito tempo na rua. Um e-reader tem espaço para um número sem-igual de ebooks e com a vantagem de ser incrivelmente leve. E tudo isso sem amassar sua edição impressa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conforto: &lt;/strong&gt;Se você dispõe de um e-reader dedicado tem acesso a tecnologia e-ink, que imita o efeito de tinta no papel e também não apresenta reflexo. O resultado é que a experiência te faz ler como se fosse um livro de verdade portanto não haverá desconfortos. Há quem ache o gasto com e-readers um desperdício visto que “só serve para ler”, visto que eles não contam com funções multiuso, porém não são a melhor opção para quem realmente gosta de ler.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Economia no dindim:&lt;/strong&gt; Ok, tudo bem. Os preços de ebooks e ereaders praticados no mercado brasileiros não são nada amigáveis, mas na prática eles continuam sendo mais baratos que os impressos. Quem tem disposição de fuçar pode até encontrar ebooks grátis, mas as livrarias online também trabalham com boas promoções. Se você for adepto do “compartilhamento de material na rede” (se é que vocês me entendem) pode comprar somente aquilo que realmente quiser ter em sua estante ou em seu aparelho.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estímulo na leitura:&lt;/strong&gt; Pelas estatísticas demonstradas parágrafos acima já deu pra perceber que passei a ler muito mais. Convenhamos que quase 30 livros é um número de respeito, especialmente para quem tem um tempo escasso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.ateneodelajuventud.com/wp-content/uploads/2010/03/Reading-books.jpg" width="344" height="442" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sentimento de culpa em não ler:&lt;/strong&gt; É, isso mesmo. Tendo por perto um Kobo ou um kindle eu me sinto culpada ter aquele tempo básico de descanso entre um livro e outro. As vezes acabo emendando leituras até ficar na mais pura ressaca literária, mas isso não acontece por exemplo com livros impressos, talvez por estes me darem uma maior dimensão do número de páginas que enfrentei.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Facilidade em largar livros chatos:&lt;/strong&gt; Tem gente que se sente culpada em abandonar um livro e vai até o fim como se fosse somente uma questão de honra. Com os ebooks posso me considerar muito propensa a abandoná-los sem dó nem piedade caso a história não agrade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E agora aquela pergunta que todo mundo faz quando falamos em ebooks e ereaders e cuja hipótese de resposta apavora leitores &lt;em&gt;old school&lt;/em&gt;:&amp;#160; &lt;strong&gt;ler ebooks vai me fazer deixar de comprar os impressos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nananinanão. A resposta definitiva é “&lt;strong&gt;não”&lt;/strong&gt;. Não vou deixar de ler ou comprar impresssos. Apenas me fará diminuir a quantidade de livros que normalmente compraria em um impulso consumista e do qual teria nojo da história durante as dez primeiras páginas. A tecnologia serve para incrementar a leitura e oferecer mais possibilidades em prol do hobby que amamos. Apenas unir o útil ao agradável. Fácil assim. Se você é um leitor voraz, vale a pena investir com certeza.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/7LJAYcycT98" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/7LJAYcycT98/ebooks-e-e-readers-como-tecnologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/04/ebooks-e-e-readers-como-tecnologia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-996306523234294080</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-28T16:07:50.876-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Da série: “Marco Feliciano me representa” a.k.a desconstruindo argumentos furados</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Se você tem um perfil no Facebook certamente já se viu no meio da batalha “Marco Feliciano contra o Mundo” (ou algo parecido). Quem segue este blog ou quem tenho contato nas redes sociais sabe muito bem qual a posição desta blogueira a respeito da permanência deste ser ignóbil como Presidente da Comissão de Direitos Humanos.&amp;#160; A você talvez pouco interesse se tiver alguma opinião já formada, afinal a briga está acirrada o bastante para parecer uma briga de torcida organizada… maaaaas, me arriscando a colocar alguma lenha na fogueira, vi no meu feed de notícias do Facebook por diversas e inúmeras vezes a seguinte montagem:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Por favor, analise os argumentos usados para tal montagem tão… bem feita. &lt;em&gt;#not&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-4VuYfFzH-Sc/UVSL8j25i-I/AAAAAAAAC5A/ehnV0_tUWTY/s1600-h/576834_449329105141522_2028146928_n%25255B7%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Feliciano não me representa porra nenhuma" border="0" alt="Feliciano não me representa porra nenhuma" src="http://lh4.ggpht.com/-i8i_qSAj440/UVSL-PQnVJI/AAAAAAAAC5I/DH_hHkrAOh0/576834_449329105141522_2028146928_n_thumb%25255B5%25255D.png?imgmax=800" width="404" height="397" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;Foto: Facebook – Página MarcoFelicianoMeRepresenta&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Olhou bem? Leu os argumentos? Ok, vamos então nos dedicar a desconstrução deles.&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;ol&gt;     &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“A favor da família”:&lt;/strong&gt; Desde que a mulher só seja mãe, visto que, para o deputado, &lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/marco-feliciano-diz-que-direitos-das-mulheres-atingem-familia-7889259" target="_blank"&gt;&amp;quot;reivindicações feministas estimulam o homossexualismo.&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“A favor da democracia”: &lt;/strong&gt;Eleito para a presidência da comissão a portas fechadas e sem conhecimento do público. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Contra a pedofilia a o aborto”:&lt;/strong&gt; Pedofilia é CRIME em boa parte do mundo, já o aborto faz parte da agenda cristã em quaisquer eras de nossa existência &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Sua mãe tentou abortá-lo”:&lt;/strong&gt; E eu com isso? (Sem maiores comentários). &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Defende o cristianismo católico e evangélico”:&lt;/strong&gt; E as outras vertentes do cristianismo? Não são cristãs? &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Filho de negro”:&lt;/strong&gt; O pastor Marco Feliciano é conhecido justamente por declarações de cunho racista, afirmando que “africanos e descendentes são amaldiçoados”. E querer diferenciá-lo pela cor da pele de seu pai em um país onde por definição quase todos são mestiços, é um absurdo. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Não é CristoFÓBICO”:&lt;/strong&gt; Um pastor Cristofóbico? Isso sim seria muita pós-modernidade pro meu gosto… &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Respeita a bíblia”:&lt;/strong&gt; Ué? Ele não é pastor? Não faz mais que a própria obrigação… &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Exemplo de pai e esposo”: &lt;/strong&gt;Não faz mais que sua obrigação. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Já foi engraxate”:&lt;/strong&gt; Bom, o Lula já foi operário, o John Bon Jovi foi faxineiro, o Brad Pitt se vestia de frango para divulgar uma loja de fast-food… &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;“Respeitas as religiões e ateus”:&lt;/strong&gt; Já deu uma olhadinha nas redes sociais ou em vídeos de cultos para conferir esse tamanho respeito? &lt;/li&gt;   &lt;/ol&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Precisa de alguma coisa a mais? Arruma pelo menos um argumento melhor só pra que a discussão não seja vazia ou motivo de piada. Porque isso aí em cima… é pra ser piada mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/480024_540767612612680_403791940_n.jpg" width="572" height="273" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;Foto: Facebook – Página #compartilhaquemacredita&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ah sim. Só pra constar: Marco Feliciano não me representa e nem me representará, seja lá quem eu for ou um dia ainda possa ser.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/-j-zzhy78rk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/-j-zzhy78rk/da-serie-marco-feliciano-me-representa.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-i8i_qSAj440/UVSL-PQnVJI/AAAAAAAAC5I/DH_hHkrAOh0/s72-c/576834_449329105141522_2028146928_n_thumb%25255B5%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/03/da-serie-marco-feliciano-me-representa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-7884287187698963891</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-28T08:00:05.086-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Internet</category><title>Julia Gabriele: o cyberbullying e a omissão que nos iguala ao agressor</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Bullying e Cyberbullying são assuntos recorrentes quando pensamos em redes sociais. Muito se fala na proximidade gerada pelo avanço da tecnologia, na quebra de barreiras sociais, temporais e geográficas em decorrência da expansão e democratização da rede. Todos os benefícios e comodidades do convívio social sem precisar sair de casa. O problema é que não somente os benefícios puderam ser desfrutados na segurança do lar, mas todos os problemas também vieram de brinde. Um deles foi a presença da figura do “valentão da rua” que recentemente escolheu como alvo uma criança: Julia Gabrielle.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;h4&gt;&lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/hist%C3%B3ria-da-menina-execrada-nas-redes-sociais-por-001645982.html" target="_blank"&gt;A história da menina execrada nas redes sociais por sua sobrancelha&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;    &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://l3.yimg.com/bt/api/res/1.2/n4pd.6YK.8ySmcKNwRBNiw--/YXBwaWQ9eW5ld3M7cT04NTt3PTYzMA--/http://media.zenfs.com/pt-BR/blogs/vi-internet/juliaface.jpg" width="471" height="292" /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Julia Gabrielle é uma menina de 11 anos que mora em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. Como muitas garotas de sua idade, tem uma conta no Facebook e interage com familiares, amigos e colegas. Mas há alguns dias, teve uma de suas fotos &amp;quot;compartilhada&amp;quot; - roubada, para ser mais preciso - por um site de &amp;quot;humor&amp;quot; na rede social.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;O autor do post fazia uma piada com as sobrancelhas de Julia. A foto teve mais mais de 5 mil compartilhamentos e logo começaram a surgir comentários ridicularizando a garota. Ou seja, ela é a nova vítima do cyberbullying, prática de humilhação e difamação na internet &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/hist%C3%B3ria-da-menina-execrada-nas-redes-sociais-por-001645982.html" target="_blank"&gt;(Leia Mais)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para quem não entende qual a diferença entre o “bullying tradicional” e o “cyberbullying”, a explicação é simples. Se antigamente o local das gozações estavam limitadas ao círculo social, como a escola ou a rua, agora ela está disponível para todos, o tempo todo em um ciclo considerado macabro, sem exagero. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A humilhação de alguém que sofre cyberbullying ultrapassa as barreiras aceitáveis de sanidade e invadem todos os limites. A internet é a grande rua. O valentão não tem mais exatamente um rosto e sim vários. Ele crê no anonimato fácil para esconder sua identidade e continuar perpetuando seu terror em nome do humor ou da piada sem graça. O público ao redor das brigas que costuma gritar à espera da violência se torna toda uma multidão.&amp;#160; Tudo isso sobre uma menina de 11 anos e pelo motivo mais torpe possível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://resources1.news.com.au/images/2012/02/07/1226264/319145-cyber-bullying.jpg" width="511" height="288" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.news.com.au/technology/south-australian-schools-warned-as-incidence-of-cyber-bullying-of-teachers-skyrockets/story-e6frfro0-1226478414345" target="_blank"&gt;Imagem: Peter Cronin&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como era de se esperar, Gabriele sentiu o baque e escreveu &lt;em&gt;“Todas as pessoas estão rindo de mim, pessoas da minha cidade, pessoas que conheço, aqui na internet, estou chorando o dia inteiro por causa de vcs&lt;/em&gt;”. E agora diga: qual a graça de fazer uma criança chorar? De tirar onda com quem não pode se defender?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Muita gente adotou uma postura indiferente ao que aconteceu, seja criticando o fato de uma menina de 11 anos ter um perfil de uma rede social que por norma aceita apenas usuários acima dos 13, ou de afirmar que a culpa foi dos pais, que permitiram que ela postasse uma foto sua sendo que não aguentava o tranco, ou que eles deveriam tê-la preparado para isso devido à sua aparência. Uma das frases com a qual me deparei ao falar sobre o assunto era a seguinte pérola simplista: &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-g3IbKkM7urg/UVPBQcjjfhI/AAAAAAAAC4o/7H69XdZOiuQ/s1600-h/image%25255B13%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-UNA-px-V7vs/UVPBRLDwNeI/AAAAAAAAC4w/Ab-uyn3a_mA/image_thumb%25255B11%25255D.png?imgmax=800" width="560" height="83" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta foi a fala de um, mas representa a fala de muitos. A interpretação de muitos internautas foi justamente a de colocar a culpa na vítima, usando a mesma fala associada a “cultura do estupro”, onde a culpa é de quem sofre a agressão. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Culpar a vítima é sempre mais fácil que educar, que se manifestar ou fazer algo para mudar a situação. Culpar a vítima é mais fácil que se idignar com o massacre de alguém que não tem estrutura nenhuma para se defender.&amp;#160; Culpar a vítima é o mesmo que apontar o dedo e corroborar na humilhação. O mesmo que assistir a turma de valentões brigando na escola sem fazer nada.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Que espécie de pessoas nos julgamos para preferir apontar o dedo para uma criança do que protegê-la da maldade de alguém sem a mínima noção de respeito? Do senso de humor doentio de alguém que encara a aparência e os sentimentos de uma criança como piada?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A verdade é que podemos ser tão cruéis e insensíveis quanto os valentões. A omissão pode doer muito mais do que a ofensa: A omissão simplesmente nos iguala ao agressor.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/uP-z3Fmq490" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/uP-z3Fmq490/julia-gabriele-o-cyberbullying-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-UNA-px-V7vs/UVPBRLDwNeI/AAAAAAAAC4w/Ab-uyn3a_mA/s72-c/image_thumb%25255B11%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/03/julia-gabriele-o-cyberbullying-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-3995154328520075975</guid><pubDate>Mon, 25 Mar 2013 19:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-25T16:31:14.163-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">liberdade de expressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Rachel Sheherazade e a grande luta do século: imparcialidade x opinião.</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Quem trabalha com jornalismo e comunicação, se dá ao trabalho de assistir telejornais ou no mínimo acessa as redes sociais com alguma frequência, sabe que o nome de Raquel Sheherazade é um velho conhecido do público. A jornalista, apresentadora da TV Tambaú, afiliada do SBT na Paraíba que &lt;em&gt;foi revelada ao mundo &lt;/em&gt;(por assim dizer) em 2011 ao &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/03/carnaval-e-imparcialidade-e-muito-jogo.html" target="_blank"&gt;emitir sua opinião sobre o carnaval&lt;/a&gt; foi a responsável por colocar em discussão a ideia de jornalismo e opinião em um mesmo lugar. Um assunto delicado em todas as esferas que dizem respeito ao jornalismo e que voltou à baila, justamente pela mesma voz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em uma de suas últimas aparições Rachel Sheherazade opinou a respeito da polêmica do pastor Marco Feliciano e as manifestações contra sua posição de presidente da Comissão de Direitos Humanos. E tanto quanto o pastor em questão - já um velho conhecido por proferir pérolas homofóbicas e racistas – a opinião proferida pela âncora foi extremamente polêmica ao assumir a defesa do deputado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://blog.jovempan.uol.com.br/parabolica/files/2012/12/135.jpg" width="435" height="290" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“&lt;em&gt;Marcus Feliciano foi eleito democraticamente”,&lt;/em&gt; Rachel enfatiza. &lt;em&gt;“Não se pode confundir pastor com parlamentar”.&lt;/em&gt; Termina com a seguinte pérola: &lt;em&gt;“Quem não está preparado para a democracia, que renuncie a ela”&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;iframe height="315" src="http://www.youtube.com/embed/YU4CaZMFSEk?rel=0" frameborder="0" width="420" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ora! Que tipo de eleição democrática pode ocorrer de portas fechadas e sem pleno conhecimento do público? Que tipo de comissão de direitos humanos espera-se de alguém cuja opinião pessoal inclua a denominação de negros como sendo &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/marco-feliciano-outro-deputado-contra-gays-e-negros" target="_blank"&gt;“descendentes amaldiçoados de Noé”&lt;/a&gt; ou de que os &lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/marco-feliciano-diz-que-direitos-das-mulheres-atingem-familia-7889259" target="_blank"&gt;“direitos das mulheres atingem a família, no sentido de que ela pode conduzir a uma sociedade predominantemente homossessual&lt;/a&gt;”? De alguém que não se mostra minimamente preparado ou inclinado para escutar as pessoas cujo grupo compõem as maiores demandas de seu setor?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas tudo bem, no momento isso pouco importa. O assunto é amplo e a questão pelo menos por agora é outra. A opinião de Sheherazade foi polêmica (como esperado) e levantou outras possibilidades de reflexão. Uma delas diz justamente a respeito aos próprio funcionários da emissora. Conforme noticiado pela Folha, os funcionários pensam em um &lt;a href="http://br.tv.yahoo.com/blogs/notas-tv/funcion%C3%A1rios-sbt-fazem-movimento-contra-apresentadora-sbt-brasil-140006896.html" target="_blank"&gt;abaixo-assinado batizado de &amp;quot;Rachel não nos representa&amp;quot;&lt;/a&gt;, com objetivo de encaminhá-lo à direção da emissora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A pergunta que vale um milhão de dólares (ou de reais em barras de ouro que valem mais do que dinheiro) é: a quem Rachel Sheherazade representa afinal? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como um ser livre e pensante, certamente que ela tem uma opinião a respeito do assunto assim como todos os mortais. Porém, no momento em que ela, como jornalista, se mune de câmeras, microfones e bancadas dos estúdios do SBT ela representa sua própria opinião ou a postura de sua emissora? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Bom, como jornalista e telespectadora penso que há algum tempo Sheherazade usa mais do artíficio de&lt;font color="#ff0000"&gt; &lt;font color="#000000"&gt;ser polêmica e conquistar reputação formadora de opinião do que refletir seriamente sobre algo e realmente construir um argumento significativo. É mais &amp;quot;polêmica por polêmica&amp;quot;, no melhor método Silvio Santos de angariar audiência.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Liberdade de expressão é um direito exercido a plenos pulmões por todos aqueles que tem algo a dizer. Livre opinião idem. O problema é que há consequências, nem que esta seja o falatório do povo e a repercussão de asneiras proferidas em público. Isso, não há lei que garanta nem respeito que abrigue. Quem deseja a liberdade de se expressar tem de ter consciência do que pode vir depois.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Será que Sheherazade representa algo além de si mesma? Representa a postura da emissora onde trabalha? De qualquer modo, Rachel – assim como Feliciano – não me representa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/fPTyGpCSqgA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/fPTyGpCSqgA/rachel-sheherazade-e-grande-luta-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/YU4CaZMFSEk/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2013/03/rachel-sheherazade-e-grande-luta-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-8430289075157588218</guid><pubDate>Sun, 20 May 2012 05:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-20T14:06:04.767-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>A opinião no jornalismo: o diferencial e a armadilha</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Jornalista é uma profissão não necessariamente das mais abençoadas. Embora haja a promessa da fama, da matéria de destaque, do autógrafo na rua, do salário promissor e do prêmio Pulitzer (quem dera…) ela conta com algumas restrições técnicas capazes de transformá-la em uma carreira no mínimo espinhosa.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Jornalistas não lidam com a promessa de algo palpável. Sua matéria prima e seu produto final, por mais que estejam em meios físicos, são abstratos. Lidamos com informação, da fútil ao grande furo da opinião pública. Lidamos com acontecimentos, cada um deles com o potencial de mudar o cotidiano de uma pessoa, seja por um minuto ou por uma vida inteira. Uma responsabilidade e tanto e que exige muitos cuidados. Uma delas é a dita imparcialidade, vista como uma regra inflexível.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://2.bp.blogspot.com/-GHfI_eSJ8Zk/TiRmT_r87AI/AAAAAAAAFno/7VD_Ttdw7A0/s1600/midia.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Um pouco mais sobre a imparcialidade&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Imparcialidade nada mais é do que ter a garantia de isenção frente a notícia. Uma postura que consiste em escrever ou noticiar com justiça perante os fatos, em dar aos dois lados a mesma oportunidade de foco, independente de qual seja a crença do profissional em questão. Isso garante ao seu público a liberdade de fazer algo com esse fato: gostar, desgostar, se expressar ou agir, de acordo com sua vivência e cotidiano. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Conceito ideal, mas utópico caso seja analisado com a mesma flexibilidade de um “é oito ou oitenta”. E sendo uma regra, obrigatoriamente haverá quem irá contra a corrente, ainda que com a autorização do chefe. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Esse é o caso de Rachel Sheherazade, apresentadora do &lt;em&gt;SBT Brasil&lt;/em&gt;, que surgiu para o público quando emitiu &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/03/carnaval-e-imparcialidade-e-muito-jogo.html" target="_blank"&gt;sua opinião sobre o carnaval&lt;/a&gt;. Sua “coragem” repercutiu e o buzz resultou em ascensão profissional. Antes apresentadora da TV Tambaú, afiliada do SBT na Paraíba, Rachel foi contratada pela emissora de Sílvio Santos para entrar em rede nacional.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.globofa.xpg.com.br/wp-content/uploads/Rachel1.jpg" width="451" height="291"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="2"&gt;Rachel Sheherazade: jornalista do SBT é uma das paladinas de uma nova tendência&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A emissora, não conhecida exatamente pela seriedade com que encara seu departamento de jornalismo, foi o local propício para a subversão definitiva das regras, ainda que dentro de limites previamente autorizados. Até então, os maiores sinais de opinião na mídia brasileira eram a modalidade de &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=539TVQ007" target="_blank"&gt;levantamento de sobrancelhas do Willian Bonner&lt;/a&gt;, os ímpetos de Bóris Casoy ou qualquer matéria sobre corrupção vindas da Veja ou de política, vindas da Globo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Expressando sua opinião – ou a do veículo – na bancada do SBT Brasil, entre inexpressividades de quem opina sobre batatinha-quando-nasce e assuntos de utilidade, Rachel entrou &lt;a href="http://portal.comunique-se.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=68646%3Aapresentadora-do-sbt-chama-tuiteira-condenada-de-ignorante-e-alienada-&amp;amp;catid=17%3Adestaque-home&amp;amp;Itemid=20" target="_blank"&gt;em uma nova polêmica&lt;/a&gt; ao fazer o mesmo a respeito da condenação da ex-estudante de direito Mayara Petruso. Em 2010 a garota postou ofensas a nordestinos em sua conta do Twitter, considerando-os culpados pela vitória de Dilma Roussef nas eleições presidenciais de 2010. O assunto voltou a mídia essa semana quando a punição da garota – de cinco meses e 15 dias – foi convertida para a prestação de serviços comunitários e pagamento de multa, sendo pauta inclusive para o SBT.&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;h4&gt;&lt;a href="http://portal.comunique-se.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=68646%3Aapresentadora-do-sbt-chama-tuiteira-condenada-de-ignorante-e-alienada-&amp;amp;catid=17%3Adestaque-home&amp;amp;Itemid=20" target="_blank"&gt;&lt;font style="font-weight: bold"&gt;Apresentadora do SBT chama tuiteira condenada de ignorante e alienada&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Após exibição da reportagem sobre a punição que ex-estudante de Direito Mayara Petruso sofreu por pedir, no Twitter, para assassinarem nordestinos, a apresentador do ‘SBT Brasil’, Rachel Sheherazade, disse que e garota era “rancorosa, alienada e ignorante” e completou com “coitada é digna de pena”. O comentário da jornalista foi ao ar, ao vivo, na noite dessa quinta-feira, 16.  &lt;p&gt;“Bem feito. Preconceito é coisa de ignorante, gente sem acesso à educação e cultura. Não é o caso da jovem paulista. Ou é? Mayara certamente não conhece o nordeste, sua cultura, história, também não conhece os nordestinos, nem os anônimos nem os notáveis”, disse Rachel, que é natural de João Pessoa.”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;iframe height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JAE3GSAGjxM" frameborder="0" width="420" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como era de se esperar, a postura da apresentadora resultou em falatórios e polêmicas. Seu desempenho agradou ao público, considerando sua fala aquilo que todos gostariam de expressar. A glória perante ao telespectador rancoroso e sedento por justiça, mas também de discórdias perante sua categoria profissional. Até que ponto um jornalista, em pleno exercício de sua profissão, pode se despir de um de seus princípios básicos? Até que ponto ele pode se arriscar em algo que pode soar como ofensivo ou pessoal usando das facilidades propiciadas por seu meio?&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Diferencial que pode se tornar uma armadilha&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ok, colocando a verdade à prova: a imparcialidade, a grosso modo, é um padrão inatingível, seja como conduta ou como ferramenta no exercício da profissão. Uma vírgula pode mudar uma história inteira caso sua localização seja devidamente pensada, assim como o seu tom de voz, da linha editorial do seu veículo, ao índice de “babado fortíssimo” do fato ou simplesmente a ordem do seu chefe (sim, a vida é dura para quem tem contas a pagar). &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ela é impossível de seguir para quem não é capaz de enxergar em nuances. Seu tratamento pode ser considerado um diferencial na luta por números e cifras entre veículos, mas é absolutamente necessária como ferramenta básica de trabalho, pelo menos enquanto este profissional está em exercício.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A fala a respeito de Mayara Petruso não foi mais do que a tão famosa “a voz do povo é a voz de Deus”, que caiu bem enquanto seu nome é tão popular quanto do de Judas, porém e se fosse dedicada a outra pessoa? Até que ponto vale a pena jogar pela janela um princípio fundamental de conduta profissional em prol de audiência ou de oportunidade?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Se essas perguntas tem uma resposta, ainda não se sabe, mas espera-se que o episódio seja uma exceção e não uma regra. Porque toda forma de expressão é passível de análise, e aquilo que deveria ser um sopro de vida a uma fórmula desgastada pode se transformar em uma armadilha traiçoeira.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/k6Q5bZ0M7RQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/k6Q5bZ0M7RQ/opiniao-no-jornalismo-o-diferencial-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-GHfI_eSJ8Zk/TiRmT_r87AI/AAAAAAAAFno/7VD_Ttdw7A0/s72-c/midia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2012/05/opiniao-no-jornalismo-o-diferencial-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-3323879403306774682</guid><pubDate>Sat, 10 Dec 2011 21:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-17T20:07:49.621-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoas</category><title>Ale Rocha: no fim, tudo que realmente importa é aquilo que se constrói</title><description>&lt;p&gt;Dentre todas as razões pelas quais alguém volta a escrever em um blog depois de um longo tempo de ausência, eu não gostaria de ter voltado para produzir esse texto.  &lt;p&gt;Não, não se trata de uma despedida ao Limão, mas não deixa de ser uma despedida. Nesse caso, ela vai a alguém que eu considerava muito, do qual eu realmente gostava, alguém importante pra mim e fez a ideia de relações virtuais não parecerem assim tão frias. Estou falando de Ale Rocha.  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://3.bp.blogspot.com/-5aPvhg7QD-I/TtmD6cUM9hI/AAAAAAAAF6s/gSRZ4oWqkvk/s1600/ale-rocha12.jpg" width="433" height="325"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Quem navega na internet, usa o Twitter com regularidade ou simplesmente curte TV a ponto de ir mais longe nesse gosto, sabe de quem se trata. Ale Rocha, 34 anos, é criador do blog Poltrona e também colunista do portal Yahoo!, que faleceu no dia 6 de dezembro em decorrência de uma infecção após ser submetido a um transplante de pulmão.  &lt;p&gt;A notícia me pegou de surpresa. Claro, não era segredo que Ale convivia com o diagnóstico de hipertensão pulmonar e estava na fila do transplante há dois anos, mas o desfecho não é o tipo de coisa pela qual se espera. Muito menos poderia ser condizente ao cara cheio de força que demonstrava ser, que lutava para ter mais qualidade de vida, pela possibilidade de brincar com seu filho e vê-lo&amp;nbsp; crescer. Mas passei algum tempo longe do Twitter, e fiquei sabendo de forma ocasional, um acidente de percurso. Não soube da chance do transplante, muito menos de outro tipo de notícia.  &lt;p&gt;Infelizmente não tive a chance de conhecê-lo pessoalmente, mas curti muito os seus textos, os tuites, as DMs, as trocas de impressões de respectivos textos e acima de tudo os incentivos ocasionais nessas mensagens. Curti muito a personalidade, o gosto e as sugestões que ele dava, dirigidas a todos ou não.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://2.bp.blogspot.com/_d3hkGsn_AOs/TR0wdMWXs0I/AAAAAAAABN0/q48Mu9qyDk8/s1600/Ale+Rocha1.jpg"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;No fim não aconteceu da forma como queríamos, como as pessoas esperavam, como todos torciam, mas de qualquer modo fica tudo que ele deixou e a gratidão por tudo que ele possa ter oferecido, mesmo sem saber. Isso vai desde as lições dignas da profissão a respeito de ética e apuração – independente de um nicho onde o jornalismo básico parece ter ficado para trás – até as lições de força frente à adversidade. Porque no fim, importa é o que construímos e&amp;nbsp; deixamos para que as pessoas se lembrem, independente do tempo que a nossa existência dure.  &lt;p&gt;Se depender disso, Ale conseguiu muito mais.  &lt;p&gt;Saudades, cara. Muita saudade.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/DyxnP3lnavc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/DyxnP3lnavc/ale-rocha-no-fim-tudo-que-realmente.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-5aPvhg7QD-I/TtmD6cUM9hI/AAAAAAAAF6s/gSRZ4oWqkvk/s72-c/ale-rocha12.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/12/ale-rocha-no-fim-tudo-que-realmente.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-4940538781122221701</guid><pubDate>Sat, 05 Nov 2011 22:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-05T20:42:30.675-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Globo x Record</category><title>Jogos Pan-Americanos 2011: apenas mais um capítulo do pretenso duelo de titãs?</title><description>&lt;p&gt;Quem acompanha eventos esportivos pela TV aberta teve recentemente a chance de ver um evento de grande porte em uma emissora que não era a Vênus Platinada. Estamos falando dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, transmitido pela Record: aquele evento que é considerado por muitos países uma preparação antes dos Jogos Olímpicos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Importante, não é mesmo? Mas então adivinhe o que ficou em primeiro plano: um novo capítulo da briga entre emissoras e nada mais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Citando maiores detalhes a respeito da transmissão da Record, uma reclamação comum dos telespectadores foi o tom ufanista dado aos esportes transmitidos e também com a dificuldade em saber se o que estava sendo transmitido era ao vivo ou gravado. Não houve muita simpatia por parte dos telespectadores, talvez em uma resposta ao tom naturalmente adotado pela emissora do bispo que tem como rotina encarar qualquer espécie de crítica ou sugestão como uma manifestação típica de má vontade. Compreensível tendo em vista que até mesmo uma tática de guerrilha envolvendo perfis falsos em redes sociais foi adotada para defender a transmissão contra todo e qualquer crítica de adoradores do inimigo. Ok, abortada antes que se tornasse mais sério, porém nada a ser tido como atitude louvável.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/--qF5kZcLjXo/TrW70uXMW6I/AAAAAAAACYk/9Fo_HnFIM4c/s1600-h/recordxglobo%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="recordxglobo" border="0" alt="recordxglobo" src="http://lh4.ggpht.com/-EQRlUU841DM/TrW71U6xa3I/AAAAAAAACYs/0QM_W4S2g8k/recordxglobo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="372" height="239"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O mesmo deve ser dita da Globo, que se recusou a solicitar imagens para ter o que falar a respeito dos jogos em sua programação. Aliás, durante alguns dias, o evento simplesmente foi ignorado, como se nada estivesse acontecendo além de seus domínios. Um erro crasso de qualquer meio de comunicação e que faz qualquer um pensar a respeito da postura a ser adotada durante os Jogos Olímpicos, também a cargo da Record.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aliás, talvez o jeito seja realmente temer. Para o bem do telespectador, que ambas saibam se comportar quando chegar a hora daquilo que está muito além de uma rixa francamente idiota. Algo me diz que as Olimpíadas poderão ser o que chamamos de divisor de águas. Agora resta esperar e descobrir se isso acontecerá para o bem ou para o mal.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/88mD1kRg-Q8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/88mD1kRg-Q8/jogos-pan-americanos-2011-apenas-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-EQRlUU841DM/TrW71U6xa3I/AAAAAAAACYs/0QM_W4S2g8k/s72-c/recordxglobo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/11/jogos-pan-americanos-2011-apenas-mais.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-7352511813729858192</guid><pubDate>Sat, 10 Sep 2011 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-10T20:15:38.594-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>O 11 de setembro dez anos depois: o que mudou?</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="september-11-2001-911-ground-zero-twin-towers-24" border="0" alt="september-11-2001-911-ground-zero-twin-towers-24" src="http://lh6.ggpht.com/-5licn1kx-gM/TmvvmeANcaI/AAAAAAAACYA/LTbAtVo751c/september-11-2001-911-ground-zero-twin-towers-24%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800" width="455" height="301"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há dez anos o mundo parou para assistir ao vivo a aquilo que todos julgariam inimaginável talvez até mesmo para as mentes mais férteis. Dezenove terroristas do grupo extremista al-Qaeda lançaram quatro aviões em um destino sem precedentes: dois aviões comerciais lançadas contra as torres gêmeas do World Trade Center, um avião se chocando contra o Pentágono e outro que caiu em um campo aberto da Pensilvânia. Um atentado de proporções gigantescas no solo de uma superpotência julgada acima do bem e do mal e deixou muito mais do que seus cerca de 3.000 mortos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sob comando de Osama Bin Laden, os ataques deixaram um rastro de destruição, medo e mudanças muito mais profundas do que se poderia supor. Uma década depois e elas podem ser sentidas até hoje: duas guerras com um saldo de vítimas muito maior que o imaginável, longas e onerosas a ponto de colocar uma superpotência econômica em crise; quedas de um governo clandestino como era o caso do Talibã que dominava o Afeganistão e também a queda de um ditador, como aconteceu a Saddam Hussein, no Iraque. O 11 de setembro também deu força a um mesquinho preconceito religioso e incitou crimes de ódio; colocou uma nação inteira sob estresse pós-traumático e disposta a viver restringindo sua própria liberdade em nome de segurança; e claro, a morte de seu próprio mentor, afinal a caçada em busca por Osama terminou em uma ocasião quase propícia.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br&gt;Está muito claro que, se o mundo mudou, essa mudança não necessariamente aconteceu para melhor. Agora, nesse aniversário macabro ressurgirão todas as memórias, desde as mais analíticas até as sentimentais: a reflexão de que não houve grande avanço para lugar nenhum. Houve mais males do que bens, e talvez fosse mesmo impossível mesmo esperar que este saldo fosse além da resiliência. É complicado esperar por um mundo melhor ou por um pouco de alívio quando há muito mais do que isso em jogo e quando a ideia de paz parece algo muito mais distante.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br&gt;Não dá para querer que o tempo volte ou esperar que as coisas sejam as mesmas. A percepção mudou, os ferimentos e cicatrizes ficaram assim como os traumas. Como não é exatamente possível compreender a mecânica do ódio que leva a alguém a cometer tamanha barbárie, resta saber até que ponto é possível aprender com as piores tragédias: e para isso talvez dez anos continue sendo muito pouco para compreender.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/1uGeevC6f8Y" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/1uGeevC6f8Y/o-11-de-setembro-dez-anos-depois-o-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-5licn1kx-gM/TmvvmeANcaI/AAAAAAAACYA/LTbAtVo751c/s72-c/september-11-2001-911-ground-zero-twin-towers-24%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/09/o-11-de-setembro-dez-anos-depois-o-que.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-5876898036587937953</guid><pubDate>Sun, 21 Aug 2011 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-20T23:15:50.645-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>Chaves: A merecida homenagem ao soldado para todas as batalhas</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-AH4uQ2cO9Kk/TlBqSktXkwI/AAAAAAAACXo/qMgyEDhjz9U/s1600-h/turma-do-craves%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="turma-do-craves" border="0" alt="turma-do-craves" src="http://lh5.ggpht.com/-PkOMi-ramgw/TlBqTrM2SJI/AAAAAAAACXs/TnuAzbhh22w/turma-do-craves_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="380" height="272"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;O SBT está fazendo aniversário: o fato já é mais do que conhecido, alardeado e celebrado, mas adivinha quem é o grande homenageado nesta festa? O seu velho coringa, jogador de todas as horas e soldado para todas as batalhas: Chaves.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Nas últimas semanas, quem teve a oportunidade de acompanhar os programas especiais do SBT se deu conta de quantas homenagens estão sendo reservadas ao menino de rua e suas aventuras na vila suburbana. Episódios perdidos sendo resgatados, episódios sendo encenados por elenco brasileiro, atores sendo procurados e entrevistados para reforçar uma memoria mais do que devida. Homenageá-los é apenas um reconhecimento justo por todos os serviços prestados e por todos os milagres que sua presença é capaz de ocasionar.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-UjVVE1zrxHM/TlBqUWQYaJI/AAAAAAAACXw/tW6YPd8S8tU/s1600-h/el%252520chavo%252520del%2525208_imagen%25252012%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="el chavo del 8_imagen 12" border="0" alt="el chavo del 8_imagen 12" src="http://lh3.ggpht.com/-bMYDc4Uudgw/TlBqVGa2EwI/AAAAAAAACX0/NRbcwYf9v0o/el%252520chavo%252520del%2525208_imagen%25252012_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="286" height="229"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Sim, milagres: Estamos falando de uma atração que desde que entrou no ar só deu alegrias ao SBT, independente de tudo que possa ser dito a seu respeito. Trash, ingênuo e com um humor clichê, “El Chavo del Ocho” converteu-se em um sucesso que o faz merecer ser objeto de estudo. Aquilo que poderia ser uma atração datada com desfecho previsto com o fim de sua produção original, nunca teve um fim e provavelmente nunca terá. Mesmo possuindo características que jamais seriam permitidas em um programa dos tempos atuais, permanece como absoluto na memória afetiva de seu público, ganhando status de &lt;i&gt;cult &lt;/i&gt;e conquistando cada vez mais público, garantindo uma renovação de fãs que parece inacreditável.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Além de ser um sucesso indiscutível, também tornou-se a marca registrada da emissora que o veicula. É praticamente impossível pensar em SBT sem lembrar-se de Chaves. Uma lembrança mais do que justa tendo em vista que o programa circulou em quase todos os horários disponíveis em sua grade volúvel e bipolar. Seja com ordens de simplesmente tapar buraco ou disputar de igual para igual com algum adversário nos números, Chaves transita e prossegue fazendo história por atingir seus objetivos e brigando com os gigantes sem qualquer problema em supostamente ser nanico. Segue com sua fotografia pobre, seus bordões imortais e memórias impagáveis de infância terna, sem se importar se todas as piadas já estejam decoradas a ponto de repetí-las enquanto as ouvimos em mais um reprise.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://blog.celomassao.com/wp-content/uploads/2011/06/chaves.jpg" width="368" height="287"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&amp;nbsp; Ainda gostamos de ouvir o “foi sem querer querendo” de Chaves, de ver o Seu Madruga fugindo das cobranças de aluguel do Senhor Barriga e de todo amor de Dona Clotilde, do carteiro Jaiminho tentando a todo custo evitar a fadiga e suas lembranças de Tagamandápio ou dos pedidos incessantes de Quico atrás de sua bola quadrada. Gostamos e muito provavelmente nunca deixaremos de gostar. Talvez seja melhor nem tentar entender a razão de todo esse amor: muito melhor desfrutar disso enquanto pudermos, enquanto seus atores permanecem vivos e suas fitas antigas ainda são capazes de contar sempre a mesma história com ares de nostalgia.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/YppoClqA1-U" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/YppoClqA1-U/chaves-merecida-homenagem-ao-soldado.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-PkOMi-ramgw/TlBqTrM2SJI/AAAAAAAACXs/TnuAzbhh22w/s72-c/turma-do-craves_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/08/chaves-merecida-homenagem-ao-soldado.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-764524279998483892</guid><pubDate>Thu, 11 Aug 2011 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-11T09:00:14.451-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Record</category><title>Rádio Record: Apenas o segundo capítulo ou o desfecho para uma triste radionovela?</title><description>&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-1GL3G0AZNVs/TkNN56ViDaI/AAAAAAAACXY/ksuA52kAgFg/s1600-h/R%2525C3%2525A1dio%252520Record%252520SP%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="R&amp;aacute;dio Record SP" border="0" alt="R&amp;aacute;dio Record SP" src="http://lh5.ggpht.com/-OC_V3WMxpRc/TkNN6h37GTI/AAAAAAAACXc/ua6CS6L-Ug4/R%2525C3%2525A1dio%252520Record%252520SP_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="191" height="240"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify"&gt;Para quem gosta de rádios ou quem trabalha neste tipo de veículo, os últimos dias não foram de boas notícias. Como pode lembrar, aconteceu uma reviravolta dentro da histórica Rádio Record cujas proporções estavam longe de ser agradáveis, com a &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/08/o-que-sera-da-radio-record-agora.html"&gt;demissão de todos os chamados profissionais do microfone&lt;/a&gt; em função de uma reestruturação que "visava atender as expectativas do AM brasileiro". Junto com estes rumores vieram também as suspeitas de que a nova programação, composta por música e boletins jornalísticos privilegiaria programas religiosos.&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify"&gt;Bom, de acordo com informações do site &lt;a href="http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&amp;amp;idnot=59396&amp;amp;editoria=8"&gt;Comunique-se&lt;/a&gt;, os temores se concretizaram.&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Após demissões em massa, Rádio Record dará espaço para programas religiosos&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:a.scardoelli@comunique-se.com.br"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;Anderson Scardoelli&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de demitir cerca de 90% de seus funcionários na última sexta-feira (5/8) e deixar a programação apenas com músicas, sem a presença de locutores, a Rádio Record de São Paulo sofrerá outra mudança em breve. De acordo com a apuração do Comunique-se, o que já foi cogitado por blogs e sites, a frequência da emissora (1000 AM) dará espaço para atrações 100% religiosas, mantidas pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).&lt;br&gt;Fundada há 80 anos a Rádio Record tinha na sua equipe de comunicadores profissionais que tiveram passagens por outras emissoras do dial e até mesmo por canais televisivos. Com a mudança da programação, foram demitidos, entre outros, os jornalistas Leão Lobo, Juarez Soares, Paulo Roberto Martins e Gil Gomes e os apresentadores Paulo Barboza, João Ferreira e Kaká Siqueira.&lt;br&gt;Outro que não permaneceu na emissora com as mudanças, o coordenador de jornalismo Anderson França criticou a decisão de fazer da Rádio Record um espaço de cunho religioso. “Estão chacinando 80 anos de história de uma rádio importantíssima para o estado de São Paulo”, recriminou o jornalista.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;O cenário está longe de ser dos melhores e não se trata somente da Rádio Record, mas também de outras emissoras. No dia 9 de agosto, o colunista Flávio Ricco escreveu um texto muito interessante sobre o assunto, intitulado &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/08/09/demissao-na-record-escancara-situacao-dificil-nas-radios-brasileiras.jhtm" target="_blank"&gt;Demissão na Record escancara situação difícil nas rádios brasileiras&lt;/a&gt; onde expôs um panorama nada animador.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;[…]Não se trata de um discurso corporativista, mas uma triste constatação: hoje, para trabalhar em rádio, é preciso ser padre ou pastor. Radialista ou jornalista não serve mais. Problemas de recepção à parte, os investimentos comerciais diminuíram na mesma ordem em que as programações vieram a ser ocupadas por pessoas das mais diferentes crenças e religiões.&lt;br&gt;Na AM, dos prefixos conhecidos da capital de São Paulo, sobraram apenas a Jovem Pan, Bandeirantes, Globo, CBN e outras poucas. O FM, lamentavelmente, se percebe, não vai para caminho diferente. &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/08/09/demissao-na-record-escancara-situacao-dificil-nas-radios-brasileiras.jhtm" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Observações religiosas à parte, é triste ver o que está acontecendo. Não se trata de uma simples emissora de rádio, mas sim de uma das mais conhecidas e tradicionais neste ramo, uma das referências do AM, fosse para um fã ou um ouvinte ocasional. Triste de verdade para qualquer um, especialmente para os ouvintes, que de uma programação diversificada passem a ser tratados com o que soa como desprezo, em função do que julgam ser expectativas de mercado. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Triste sim, mas talvez não seja o desfecho. Será que vale a pena torcer?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em tempo:&lt;/strong&gt; Na última segunda feira (8/08) Flávio Ricco publicou em sua coluna que há rumores de que a &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/08/08/elenco-do-sbt-grava-especial-do-chaves.jhtm" target="_blank"&gt;FM Record seja transformada em uma emissora de notícias&lt;/a&gt; aos moldes da CBN, portanto, de acordo com os comentários, os atuais contratados da Record News, inclusive Heródoto Barbeiro, podem ser aproveitados neste projeto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/PGHHikhOC9A" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/PGHHikhOC9A/radio-record-apenas-o-segundo-capitulo.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-OC_V3WMxpRc/TkNN6h37GTI/AAAAAAAACXc/ua6CS6L-Ug4/s72-c/R%2525C3%2525A1dio%252520Record%252520SP_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/08/radio-record-apenas-o-segundo-capitulo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-4679625373559809742</guid><pubDate>Sun, 07 Aug 2011 20:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-07T17:22:31.532-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Record</category><title>O que será da Rádio Record agora?</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-ZM1qGDgLzD0/Tj7z9NTPiOI/AAAAAAAACXM/76TkZnKbHbU/s1600-h/Radio_Record%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Radio_Record" border="0" alt="Radio_Record" src="http://lh4.ggpht.com/-FgkwSm34gEc/Tj70AyVa07I/AAAAAAAACXQ/X53wB4kEA5s/Radio_Record_thumb%25255B1%25255D.gif?imgmax=800" width="197" height="183"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Para quem gosta de rádio ou para quem se preocupa com o mercado de trabalho da área de jornalismo, as notícias não são das melhores. É que a Rádio Record demitiu todos os seus profissionais. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;De acordo com &lt;a href="http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/08/05/radio-record-demite-todos-os-seus-profissionais.jhtm" target="_blank"&gt;informações publicadas na coluna de Flávio Ricco&lt;/a&gt; no UOL, este é o fim da Rádio Record do modo como a conhecemos:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;A informação de hoje (5) é que a Rádio Record "acabou", como a conhecemos. Todos os profissionais de microfone demitidos. Serão 24 horas de religião a partir da meia-noite de sábado. Fim do projeto Record/Transamérica, portanto. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O outro lado: em comunicado distribuído agora há pouco, a Record informa que a partir deste sábado (6), terá nova&amp;nbsp; programação. “por razões estratégicas, a emissora passa a transmitir música e informações jornalísticas. A mudança de trajetória visa atender as expectativas do mercado do Rádio AM brasileiro”.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Informações a respeito de demissões foram publicadas somente em sua coluna. A Folha Online publicou somente a respeito do comunicado de uma nova programação, prevista para entrar no ar no sábado, dia 6 de agosto, o que não gerou lá grande impacto. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Se tais mudanças visam atender expectativas de mercado como mencionado, é meio triste constatar o panorama das rádios AM. Elas ainda tem um público fiel, mas será que tamanha fidelidade não pode ser abalada perante este esvaziamento? O rádio ainda é o refúgio de muita gente, porém será que este público não gosta de variedade? Merece apenas uma programação com aquela velha sensação de “mais do mesmo”?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Tristes expectativas…&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/wR1WHmjrkz0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/wR1WHmjrkz0/o-que-sera-da-radio-record-agora.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-FgkwSm34gEc/Tj70AyVa07I/AAAAAAAACXQ/X53wB4kEA5s/s72-c/Radio_Record_thumb%25255B1%25255D.gif?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/08/o-que-sera-da-radio-record-agora.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-1119144956170312130</guid><pubDate>Sat, 30 Jul 2011 23:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-30T20:04:10.305-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>Record e sua crise exposta para quem quiser ver</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-lmZuR_K_BMI/TjSN3n7KMMI/AAAAAAAACWI/xeCO0N72ghY/s1600-h/Record%252520Logo%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Record Logo" border="0" alt="Record Logo" src="http://lh6.ggpht.com/-TlyocVo17iw/TjSN4pA_6jI/AAAAAAAACWM/zLrQ6W5Oor8/Record%252520Logo_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="240" height="200"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para a alegria dos odiadores da Record, parece que as coisas não andam lá muito boas lá para a emissora do bispo. Certo, não era como se não desse para perceber. Alguns olhos atentos já haviam notado alguns sinais desta crise desde que o vale tudo pela audiência começou, mas se antes tínhamos apenas sinais e rumores, agora temos a certeza depois de um episódio magistral do símbolo desta guerra por números.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Para quem não saiba de quem se trata – coisa que duvido muito – estamos falando de José Luís Datena, rei absoluto do mundo cão dos tempos de hoje. Lembra-se do estardalhaço de sua volta para a Record – de onde havia saído anos antes e brigado, como quase todo mundo que sai de lá – e a ressurreição do Cidade Alerta? Pois é: depois de 43 dias, ele deu no pé novamente. Sua saída não é como se fosse parte de um feito digno do Guiness, mas há tempos não faltavam rumores de que as coisas não estavam indo bem. Datena reclamava das condições de trabalho de sua antiga nova casa e flertava com a Band, de onde havia acabado de partir sem qualquer segredo.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-twTL56Qup2Q/TjSN5Snt-aI/AAAAAAAACWQ/I5X_KAVDvZA/s1600-h/datena%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="datena" border="0" alt="datena" src="http://lh3.ggpht.com/-tQqBZKDivR4/TjSN6Wo9ReI/AAAAAAAACWU/eoyvIBWFhgU/datena_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="312" height="208"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A emissora da Barra Funda bem que tentou barrar suas entrevistas, dando início ao método mordaça, mas no fim o inesperado e inevitável acabou acontecendo: ontem (29/07) o caríssimo apresentador – literalmente – despediu-se no ar, dizendo um “até logo” aos seus telespectadores. E agora o que poderia ser um flerte nostálgico provavelmente evoluirá para uma reconciliação, gerando com isso um novo embate, afinal alguém já viu um fim de relacionamento ser algo tranquilo, ainda mais quando há dinheiro em jogo? Afinal, cobranças de multas rescisórias não faltarão ao apresentador: a antiga, dita outrora como perdoada e também uma nova, mas que pode ganhar um novo capítulo com informações publicadas &lt;a href="http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/ricardofeltrin/951751-datena-da-chapeu-de-r-15-milhoes-na-record.shtml"&gt;com o site F5&lt;/a&gt; com o que pode ser uma jogada de mestre.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;(...) Segundo pessoas próximas ao apresentador, que pedem para não ser identificadas, Datena e Record selaram este mês, em cartório, o perdão integral da dívida que o apresentador teria --perdeu em todas as instâncias. Esta reportagem apurou que a Record não incluiu no contrato nenhuma cláusula especificando que a dívida voltaria a valer caso o contratado fosse embora de novo.A Record vai contra-atacar e exigir dele o pagamento de &lt;a href="http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/ricardofeltrin/951808-record-vai-a-justica-exigir-de-datena-duas-indenizacoes-milionarias.shtml"&gt;duas indenizações milionárias&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O problema é que, no rompimento atual, Datena pode alegar "censura" para justificar o rompimento contratual. Sua chance de vitória é grande.  &lt;p align="justify"&gt;Outro lance de mestre do apresentador, nesse virtual retorno à Band, é que essa emissora também o aceitará de braços abertos imediatamente perdoando a dívida do rompimento anterior, e ainda pagando a dívida de Datena com a RedeTV! (outro rompimento), estimada em R$ 6 milhões. &lt;a href="http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/ricardofeltrin/951751-datena-da-chapeu-de-r-15-milhoes-na-record.shtml"&gt;[continue lendo]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Seja lá qual for a razão de sua partida, a crise na Record está mais do que exposta. Se neste vale tudo em busca de números expressivos sacrificaram-se itens inviáveis – intervalos comerciais por exemplo – e jogou-se dinheiro fora com investimentos cujo retorno não foram nada animadores, não resta muito jeito a não ser repensar os próprios atos e seu modo de fazer TV. Não se trata de crise financeira, mas uma emissora que almeja tanto deveria saber que é preciso pensar à longo prazo e não somente em táticas predatórias. No fim, parece ser ela mesma quem está caindo em sua própria armadilha.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/0K_5_iRNbHs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/0K_5_iRNbHs/record-e-sua-crise-exposta-para-quem.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-TlyocVo17iw/TjSN4pA_6jI/AAAAAAAACWM/zLrQ6W5Oor8/s72-c/Record%252520Logo_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/07/record-e-sua-crise-exposta-para-quem.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-6621911455174607628</guid><pubDate>Sun, 24 Jul 2011 01:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-23T22:25:03.946-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Acontece no mundo</category><title>Amy Winehouse: a data marcada e o nosso lado mais perverso</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-rfRFpA0-VEc/Tit0a2UyRSI/AAAAAAAACV0/G66ChDL7cyY/s1600-h/amy-winehouse-pb4.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="amy-winehouse-pb" border="0" alt="amy-winehouse-pb" src="http://lh4.ggpht.com/-5HbqJdyncIg/Tit0bjRa2iI/AAAAAAAACV4/tw3YrNHXAFk/amy-winehouse-pb_thumb2.jpg?imgmax=800" width="389" height="292"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Dia 23 de julho de 2011: Hoje o dia pode ser de luto, como também pode ser o de reflexão. Depende do quanto você será capaz de refletir além do amor de fã ou de um moralismo barato. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje foi o dia em que Amy Winehouse partiu deste mundo sabe-se lá para onde. Não que alguém realmente saiba, cada um que fique com suas concepções religiosas a respeito. Tudo que se sabe até o momento é que a cantora foi encontrada morta em sua casa em Londres. Amy tinha 27 anos, algo que reacendeu &lt;a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/07/como-outros-icones-do-pop-amy-winehouse-morreu-aos-27-anos.html" target="_blank"&gt;a velha lenda urbana das celebridades que partiram com a mesma idade&lt;/a&gt; e a despeito de todas as piadas (engraçadas ou não) e especulações que possam surgir, não falta o que pensar.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Se você tem Twitter já deve ter presenciado a avalanche de pseudomoralismo e de pessoas com a síndrome de que a vítima é sempre a culpada. Não, não se trata de apologia ao uso de drogas: não existe magia, glamour ou contracultura nisso. Estou me referindo a pessoas com o prazer mórbido em dizer que “um drogado morreu” ou de que isso significa um viciado a menos no planeta. Estou falando de nosso espírito de abutre, que tem prazer e deleite com o problema dos outros, com a derrocada alheia. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Afinal não era simplesmente por gosto do paparazzi que cada mínimo gesto ou ato escândalo seu &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/01/amy-winehouse-e-vida-alheia-bem-diante.html" target="_blank"&gt;era retratado com detalhes em tablóides, sites e revistas de fofocas,&lt;/a&gt; . Também não era só eles que chegavam a apostar qual seria o dia de sua morte, quanto tempo tudo isso ia durar. Como se a morte não fosse um destino para todos independente de como levar sua existência, como se todos os críticos fossem muito melhores e superiores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje, Nina Lemos, da Folha Online publicou um texto que resume bem a sua trajetória: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/948897-nina-lemos-amy-winehouse-a-cabra-marcada-para-morrer.shtml" target="_blank"&gt;Amy Winehouse, a cabra marcada para morrer&lt;/a&gt; pode parecer pesado de antemão e mais um destinado ao desrespeito, mas não. Apenas conclui aquilo que é incontestável.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;(…) Triste ver que Amy fez o que todo mundo esperava. E que muita gente mundo afora deve estar intimamente satisfeito com a sua morte. "Drogada tem que morrer!", gritam os moralistas. "Onde o mundo vai parar com jovens como esses?". Como se cada um dos seus "julgadores" não tivessem na família, ou no círculo de amigos, algum viciado em drogas. Existe alguém que não conheça um alcoólatra? Mas não, Amy era o purgatório de toda loucura humana.  &lt;p&gt;E seu destino, traçado aos 27 anos, só faz com que os falsos moralistas, que vão comentar a sua morte bebendo no bar, ganhem força. Afinal. "ela era louca, desestruturada, um mau exemplo". E os urubus que a perseguiram não vão parar de segui-la por muito tempo. Triste e perverso.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Engraçado ver quem a chama de “lixo humano”se vangloriando em um prazer macabro de quem diz “eu avisei” como se essa profecia devesse servir de ajuda ou alerta. Isso só aumenta a certeza de que esse tal de inferno é realmente aqui.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/qA8_BeCaebM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/qA8_BeCaebM/amy-winehouse-data-marcada-e-o-nosso.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-5HbqJdyncIg/Tit0bjRa2iI/AAAAAAAACV4/tw3YrNHXAFk/s72-c/amy-winehouse-pb_thumb2.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/07/amy-winehouse-data-marcada-e-o-nosso.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-8835765407929751150</guid><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 14:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-04T11:58:51.226-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Televisão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><title>Globo quer popularizar telejornais: o que muda para o telespectador?</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Há muito tempo o brasileiro está acostumado com um padrão bastante específico de telejornal: o quadradão, super sério, formal e com ares de imparcialidade. Ou seja, o padrão Globo, importado diretamente do jeitão americano de ser. O padrão dura muito tempo, imerso em uma quase eternidade, mas parece que algo pode mudar. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Aparentemente algo novo tem acontecido. A Globo parece mais interessada em fisgar o público da classe C e D, e esse interesse não é gratuito: esse público ainda tem a televisão como opção válida e maciça de diversão e informação. Com isso, a emissora vem tentando popularizar os seus programas e evitar que o telespectador mude de canal. Não naquilo que diz respeito à teledramaturgia – embora este setor passe por processo semelhante – mas sim aos seus outros programas. Principalmente seus telejornais.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Girl on the couch" border="0" alt="Girl on the couch" src="http://lh4.ggpht.com/-QjghR5F57lA/ThHVIwHPzyI/AAAAAAAACU4/ejjKxQt--mY/Photoxpress_1836815%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="324" height="209"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Imagem: &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.photoxpress.com/search-stock-photos-photographer/Olaru+Radian/214547"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Olaru Radian&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt; / PhotoXpress&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A notícia veio da &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/935936-globo-deixa-jornais-mais-populares-e-libera-ancoras-para-comentar.shtml" target="_blank"&gt;Folha Online&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;h4&gt;&lt;font style="font-weight: bold"&gt;Globo deixa jornais mais populares e libera âncoras para comentar&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;A partir de setembro o telespectador assistirá a uma significativa mudança no telejornalismo da Globo, hoje líder de audiência em praticamente todos os horários na TV aberta. Baseada em pesquisas, a Globo vai promover, ao mesmo tempo, uma dança das cadeiras entre apresentadores e uma mudança editorial, em busca de um conteúdo menos sofisticado e mais popular.  &lt;p&gt;Além de mudanças na pauta jornalística, a emissora deve liberar alguns âncoras para fazer comentários. Chico Pinheiro, que substituirá Renato Machado no "Bom Dia Brasil"; César Tralli, que ocupará o lugar de Chico no "SPTV 1ª Edição"; e Evaristo Costa, no "Hoje", poderão comentar livremente o noticiário, sempre que acharem conveniente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[…]&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Historicamente, na Globo, com exceção do esporte, os comentaristas sempre estiveram confinados ao último jornal da grade, o "Jornal da Globo". Agora o "Bom Dia Brasil" já conta com um comentarista policial (Rodrigo Pimentel). Trata-se de expediente que outras TVs, como Record e SBT, já usam há décadas.  &lt;p&gt;Aparentemente, a pesquisa feita pela Globo apontou que os telespectadores aprovam os comentários de âncoras, mas sentem mais facilidade em entender um assunto quando ele é tratado por um especialista ou convidado --especialmente nos casos de segurança publica e política. &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/935936-globo-deixa-jornais-mais-populares-e-libera-ancoras-para-comentar.shtml" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Claro, não estamos falando aqui em um Jornal Nacional, mas será que em breve dá para esperar um Willian Bonner esboçando mais que um singelo exercício de &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2009/05/desengessando-um-telejornal.html" target="_blank"&gt;levantamento de sobrancelha?&lt;/a&gt; Ok, um pensamento bastante peculiar, mas já é engraçado por si só. Na prática, também não dá para esperar em nenhum dos jornalísticos da casa algo no estilo &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/03/carnaval-e-imparcialidade-e-muito-jogo.html" target="_blank"&gt;Rachel Sheherazade&lt;/a&gt;, atualmente com tendência a opinar sobre a batatinha-quando-nasce. Nada de excessos, mesmo porque a ideia é ir aos poucos.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-c_5hQnBRoQc/ThHVJvTtd5I/AAAAAAAACU8/RDAs5pyYnz8/s1600-h/clodovil_bonner3.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="clodovil_bonner" border="0" alt="clodovil_bonner" src="http://lh3.ggpht.com/-I3tFbKkOU7k/ThHVKYZ4oHI/AAAAAAAACVA/SKywJGq6FSU/clodovil_bonner_thumb1.jpg?imgmax=800" width="240" height="221"&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;em&gt;Nem tanto, galera. Nem tanto…&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os telejornais que ganharam essa pequena liberdade não são exatamente aqueles de horário nobre global. Não são os mais importantes da casa, porém apresentam audiência considerável para levar a ideia adiante. O público que assiste os telejornais durante o dia não exigem o padrão inflexível como sinal de credibilidade, portanto dá para arriscar. Aliás, Evaristo Costa e Sandra Annenberg, âncoras do &lt;em&gt;Jornal Hoje&lt;/em&gt; já estão acostumados a tal expediente, então para eles pode ser que a tarefa não seja tão difícil.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Se agora há a previsão de tal liberdade, tanto melhor para quem gosta de mídia. Já para os telespectadores o negócio pode ser outro afinal é preciso bastante cautela para agradar a um público que as vezes se comporta de forma tão paranoica. Porém, esta não é a questão mais importante. Outras parecem ser mais interessantes quando a intenção é entender a dinâmica da mídia especialmente por se tratar da emissora líder: &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Esta é uma tendência que será realmente levada a sério? Quais serão os limites dessa determinação? Quanto tempo a magia vai durar? &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Até o momento, sem respostas. O negócio é esperar para ver. Algum palpite?&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/-R92o3pbz1Q" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/-R92o3pbz1Q/globo-quer-popularizar-telejornais-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-QjghR5F57lA/ThHVIwHPzyI/AAAAAAAACU4/ejjKxQt--mY/s72-c/Photoxpress_1836815%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/07/globo-quer-popularizar-telejornais-o.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-3168665996381557305</guid><pubDate>Sat, 02 Jul 2011 23:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T20:57:10.899-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>Xuxa: 25 anos de Globo e de seu reinado inabalável</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-Fd66LQoFsp4/Tg-wPGTFFmI/AAAAAAAACUc/ddr3l4Ky_IU/s1600-h/Rede-Globo-deixa-a-Xuxa-no-ar-por-mais-tempo%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Rede-Globo-deixa-a-Xuxa-no-ar-por-mais-tempo" border="0" alt="Rede-Globo-deixa-a-Xuxa-no-ar-por-mais-tempo" src="http://lh3.ggpht.com/-wpA4P7FebCc/Tg-wRqUpeXI/AAAAAAAACUg/x0ipKUcvCWs/Rede-Globo-deixa-a-Xuxa-no-ar-por-mais-tempo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="325" height="244"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora a televisão pareça um meio tão fugaz, há figuras que foram feitas para permanecer e entrar definitivamente na história. Não importa se seja uma pessoa ou um personagem. Independente de toda construção que a mídia fez e faz, ela está ali e permanecerá para o bem ou para o mal. Esse parece ser o caso de Xuxa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Xuxa Meneghel, a rainha dos baixinhos está comemorando 25 anos na TV Globo. Uma carreira bastante intensa e de altos e baixos. Embora na verdade ela tenha estreado em 1983 na falecida Manchete no Clube da Criança, foi na Globo que ela alcançou seu auge e definitivamente fez história, seja na TV brasileira ou para os baixinhos que um dia possam tê-la acompanhado. Eu fui uma delas. Era a época onde a televisão teve o status de babá eletrônica e é claro que os programas infantis não escapariam disso. Não posso ignorar também que Xuxa foi a minha primeira palavra e que as lembranças de minha infância, além dos heróis da Manchete ou do Chaves no SBT tinham a ver com a Nave Mãe, com Dengue, Praga, Paquitas e duelos de meninos e meninas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante minha infância fui consumidora de seus produtos. Filmes, merendeira, revistas em quadrinhos e brinquedos. Lembro de muitos atores que estão em cena hoje que estiveram ao lado dela como parte das Paquitas e Paquitos. Uma das minhas preocupações nos meus poucos anos de vida era perguntar quem havia ganho as brincadeiras no dia, afinal eu estudava neste horário. Lembro do Xou da Xuxa, do Xuxa Park e do Xuxa Hits mas no decorrer do caminho meu gosto foi declinando assim como a audiência gerada por seu nome embora não acho que seja justo falar em decadência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Xee11zAFnKo/Tg-wSretK7I/AAAAAAAACUk/MIvM-HECssc/s1600-h/xuxa%2525201986%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="xuxa 1986" border="0" alt="xuxa 1986" src="http://lh3.ggpht.com/-aRsgiY_wGAE/Tg-wU2NMZ6I/AAAAAAAACUo/bKOz3MqUDMg/xuxa%2525201986_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="303" height="316"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje, não assisto nenhum de seus programas – o que me limita caso precise falar a respeito – embora tenha acompanhado sua carreira. Lembro do fim da parceria de anos com a empresária Marlene Mattos e de sua volta para o público infantil, do qual a apresentadora sempre preferiu. De minha parte, não assisto por falta de interesse. Meus gostos mudaram assim como muita coisa na vida muda no decorrer do caminho e não faço questão de mudar este fato a troco de alguma fidelidade afetiva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prefiro conservar as lembranças do seu apogeu trash – tão trash quanto sua época – a despeito de tudo que foi insinuado desde lá até hoje – desde seu filme em início de carreira, lendas urbanas e zoações sem fim – sem me importar com tudo que possa ser dito a esse respeito. Não renego um passado de fã, não nego a ideia de que ela é boa no que faz embora as crianças de hoje estejam longe de ser aquelas nas quais o encantamento era instantâneo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que importa é que, 25 anos depois, ela segue firme e forte, sendo uma das minhas lembranças mais fortes de infância e fazendo com que muitos outros possam dizer o mesmo no futuro.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/4ZkV4Uli3lM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/4ZkV4Uli3lM/xuxa-25-anos-de-globo-e-de-seu-reinado.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-wpA4P7FebCc/Tg-wRqUpeXI/AAAAAAAACUg/x0ipKUcvCWs/s72-c/Rede-Globo-deixa-a-Xuxa-no-ar-por-mais-tempo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/07/xuxa-25-anos-de-globo-e-de-seu-reinado.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-7432720622578306516</guid><pubDate>Sat, 25 Jun 2011 23:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-25T20:00:06.155-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>30 anos de SBT: Um baú de lembranças e quem sabe um sonho possível?</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-TFLkt6to9tY/TgZoKoLldPI/AAAAAAAACTI/FhgPdZxtscI/s1600-h/festival-sbt-30-anos-300x261%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="festival-sbt-30-anos-300x261" border="0" alt="festival-sbt-30-anos-300x261" src="http://lh6.ggpht.com/-jjbzmNdUMPo/TgZoLSsKwgI/AAAAAAAACTM/DJJeH1JyNEo/festival-sbt-30-anos-300x261_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="240" height="209"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E eis que a emissora mais feliz do Brasil está fazendo aniversário. O SBT, emissora do nosso querido tio Sílvio – apelido carinhoso de quem fez e faz a alegria de muita gente – completa 30 anos em uma comemoração de estilo: estão indo ao ar 17 programas especiais sob apresentação de sua filha, Patrícia Abravanel com o propósito de vasculhar a história da emissora.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Com o título de Festival SBT 30 anos, esses programas vieram em boa hora. Com a emissora passando por um momento bastante delicado, esse festival mostra ser uma injeção de ânimo. A retrospectiva mostra um SBT glorioso, que sabia ousar e que para surpresa de muitos, acostumado com a injeção diária de elementos &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt;, teve uma boa programação, contou com um excelente elenco e que realmente fazia por merecer a batalha pela liderança e o seu cativo título na memória popular como vice-líder. E a inevitável conclusão é a de que as atrações de outrora são mais queridas que as atuais. Não somente por força de nostalgia – e todos sabem o quanto ela pode ser forte – mas sim por qualidade, elenco ou imaginação.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-QBEl2ZbbO1A/TgZoMZGElnI/AAAAAAAACTQ/MxOs3hvli4M/s1600-h/Globo%252520X%252520Record%252520X%252520SBT%25255B3%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Globo X Record X SBT" border="0" alt="Globo X Record X SBT" src="http://lh4.ggpht.com/-_8vAl81Tcio/TgZoNlr74LI/AAAAAAAACTU/_P7hI46YAko/Globo%252520X%252520Record%252520X%252520SBT_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800" width="240" height="208"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Mais do que a nostalgia, esse festival também pode significar algo novo. A possibilidade de que este programa possa ser permanente parece ser cogitada e de modo algum seria uma má ideia. O SBT tem mais riquezas guardadas do que o &lt;em&gt;Chaves &lt;/em&gt;– seu coringa para todas as horas – e as novelas mexicanas. Também significa a presença cada vez mais forte e relevante da família de seu dono e manda-chuva mor Sílvio Santos, que não se limita mais aos bastidores.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Quem sabe isso não possa significar um resgate de autoestima, uma mensagem de que ainda dá para fazer acontecer? Algo que vá além do uso extenuante do recurso &lt;em&gt;“foi sem querer querendo”&lt;/em&gt; a cada momento onde houver um buraco na programação? Francamente, ainda acredito em algo: se depois de tantos anos e tanta tecnologia, o programa de Sílvio Santos continua sendo uma opção viável no domingo e do qual dá para tirar proveito sem o mínimo de vergonha em assumir, o que não seria possível com um pouco mais de vontade?  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Aguardo ansiosamente o dia em que a guerra de emissoras possa ter mais um concorrente a altura, já que se essa longa novela não prima em qualidade, que prime em ser desafio constante. Com certeza um destino melhor para uma emissora outrora tão boa, do que ser apenas um baú cheirando a naftalina, em um triste esgar do passado. Um sonho bom. Será que vale a pena esperar?&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/4pSddpYfAFQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/4pSddpYfAFQ/30-anos-de-sbt-um-bau-de-lembrancas-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-jjbzmNdUMPo/TgZoLSsKwgI/AAAAAAAACTM/DJJeH1JyNEo/s72-c/festival-sbt-30-anos-300x261_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/30-anos-de-sbt-um-bau-de-lembrancas-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-5699166072054518607</guid><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 14:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-22T11:24:51.241-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><title>Jornalismo feminino: um ciclo vicioso de estereótipos</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Sabe, há algumas coisas pelas quais nunca nutri lá grande empatia: sites de jornalismo feminino, por exemplo. Não se surpreenda por isso. Sou uma mulher, mas os assuntos mais comuns dessa temática nunca representaram algo fundamental na minha existência, porém nos últimos tempos tenho prestado atenção nisso. Por questões de trabalho, preciso estar um pouco por dentro dos assuntos que afirmam povoar a mente feminina, mas isso não serviu para abrandar meu “não envolvimento”.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A razão? O fato de ver sempre os mesmos assuntos em todos os sites, com as mesmas abordagens e muitas vezes com aquele quê de futilidade.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-yTSdftost2A/TgH7LhKFA8I/AAAAAAAACTA/IzTBcwy038U/s1600-h/Photoxpress_42475805.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Photoxpress_4247580" border="0" alt="Photoxpress_4247580" src="http://lh4.ggpht.com/-5x8BtsTZsPc/TgH7MZaFWTI/AAAAAAAACTE/1f58UJjoNOM/Photoxpress_4247580_thumb2.jpg?imgmax=800" width="386" height="257"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Imagem: &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.photoxpress.com/search-stock-photos-photographer/Monika+3+Steps+Ahead/843242"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Monika 3 Steps Ahead&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt; / Photoxpress&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Antes que me apedrejem devo esclarecer algumas coisas: não há nada de mal em ler o horóscopo, saber das tendências da moda, dos mil e um procedimentos para alisar ou domar as madeixas, da última dieta daquela famosa que emagreceu X quilos ou o último corte de cabelo das celebridades. Não há nada contra as matérias de decoração, culinária, organização, prendas domésticas, família, casamento ou literatura autoajuda. São interessantes? Sim. O problema não são os assuntos, mas sim ver portais e sites dirigidos ao público crendo que as mulheres só se interessam por isso e nada mais.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Não, não me julgue como ranzinza. Tenho contato com esse tipo de conteúdo há muito mais tempo do que se possa julgar como má vontade, desde tempos onde o papel era o meio mais comum e onde certos deslizes eram perdoáveis, afinal no caso das revistas, a segmentação justificava algo nesse sentido. Porém, passado mais de uma década, o conteúdo é o mesmo embora legitimado por uma imensa tecnologia. Ainda me surpreende ter de me deparar com a limitação dos conglomerados de mídia e seus diferentes tipos de publicação julgando o seu público como fútil e sem grande profundidade, ao oferecerem inúmeras opções de conteúdo e preservando o mesmo estereótipo.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Neste meio tempo de procura, acabou surgindo o que se pretende ser um portal feminino, ou quase isso. Algo que ainda está em versão beta, oferece uma aparência bastante simples mas já uma boa amostra do que está por vir: o canal “&lt;a href="http://www.meus5minutos.com.br/"&gt;Meus Cinco Minutos&lt;/a&gt;”. De acordo com nota do site Comunique-se a intenção é oferecer visualização rápida de conteúdos de interesse feminino de revistas como Vogue, Criativa, Época, Quem, Crescer e outros sites controlados pelas Organizações Globo e associados. A leitora tem a liberdade de para compor a homepage com o que possa despertar interesse através de um menu de customização e ter acesso a assuntos variados.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Por que falei tanto deste canal? Porque navegando por ele tive a sensação de que fui levada a sério. Ok, tudo bem que a razão disso possa ser simplesmente uma maior amplitude quanto ao perfil do seu público alvo, mas ainda assim não pude deixar de me sentir feliz. Os velhos assuntos ainda estão lá, firmes e fortes como sempre estarão, mas como mulher não me senti tão subestimada quanto o que talvez já me seja comum.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Eu – que não tenho gosto ou paciência para gastar mundos e fundos com roupa, sapato ou maquiagem, nem passo horas para decidir o que vestir, não tenho melindres em passar a tesoura no cabelo, não sou adepta da literatura de autoajuda nem tenho casamento e filhos como sonho nutrido desde a infância – me senti contemplada.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Por alguns instantes tive a opção de escolher ser parte do estereótipo feminino ou não, e me sentir mulher independente da minha escolha, sem a imposição de uma suposta normalidade. A verdade é que não corresponder a um suposto padrão julgado normal pode ser tão angustiante quanto não ter o padrão de beleza do momento difundido pela mídia.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Quem sabe agora eu não me permita ter um pouco mais de esperança? Talvez, em um dia não tão utópico, os interesses femininos possam ser tidos como mais do que um mix entre beleza, moda, casa, carreira e filhos. Assim as mulheres talvez descubram que não precisam se sentir culpadas em serem diferentes e possam optar por buscar o que mais houver além destes muros sem transgredir regras milenares de comportamento. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/bJYVPOjNnTA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/bJYVPOjNnTA/jornalismo-feminino-um-ciclo-vicioso-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-5x8BtsTZsPc/TgH7MZaFWTI/AAAAAAAACTE/1f58UJjoNOM/s72-c/Photoxpress_4247580_thumb2.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/jornalismo-feminino-um-ciclo-vicioso-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-4826097579542677236</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 15:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-26T12:43:32.124-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos publicados</category><title>Artigo publicado no Observatório da Imprensa</title><description>Na última semana um novo artigo de minha autoria foi aceito no Observatório da Imprensa. O texto foi&amp;nbsp;&lt;a href="http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/que-venham-as-cameras-e-os-urubus"&gt;Cidade Alerta: Que venham as câmeras e os urubus&lt;/a&gt;, publicado originalmente para a coluna &lt;i&gt;Ponto de Vista &lt;/i&gt;escrita todos os sábados para o blog Cena Aberta &lt;a href="http://www.cenaaberta.com/2011/06/volta-do-cidade-alerta-que-venham-as.html"&gt;do dia 18 de junho&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houveram algumas mudanças no texto quanto a datas e tempo verbal devido a data normal de publicação, porém não mais alterações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disposto a encarar? Então basta &lt;a href="http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/que-venham-as-cameras-e-os-urubus"&gt;um clique...&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/iwFZhxPSVGI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/iwFZhxPSVGI/artigo-publicado-no-observatorio-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/artigo-publicado-no-observatorio-da.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-7454306591062719488</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 12:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-20T09:15:02.401-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Globo x Record</category><title>Globo x Record: Seis anos de guerra fria na sua televisão</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-I98gk_I5cHs/Tf7ss3r97dI/AAAAAAAACS4/gaY-hvv6wsM/s1600-h/tv-globo-vs-tv-record4.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="tv-globo-vs-tv-record" border="0" alt="tv-globo-vs-tv-record" src="http://lh6.ggpht.com/-aTkZ3pF-gTk/Tf7suCiHRiI/AAAAAAAACS8/R2wFFN1N0Zw/tv-globo-vs-tv-record_thumb2.jpg?imgmax=800" width="370" height="162"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ontem a Folha Online trouxe uma informação muito interessante para o leitor: uma coluna especial de Keila Jimenez falando sobre a atual guerra fria que estamos acompanhando na TV entre Globo e Record. A notícia é de que a velha guerra de proporções insuportáveis até para o telespectador mais paciente&amp;nbsp; e do qual é bom nem esperar um fim tão cedo já dura seis anos, parecendo tão longe de um fim quanto no seu início: &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;"[…] Foi em 2005 que decidimos enfrentar o leão de frente. Não havia alternativa", fala o vice-presidente comercial da Record, Walter Zagari. "O segundo lugar é o primeiro dos perdedores. Por isso queremos a liderança."  &lt;p&gt;É com esse discurso, rufando tambores a cada passo avançado, e com uma estratégia de clonagem que a Record tenta invadir o território inimigo há seis anos. &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/932121-disputa-de-audiencia-entre-globo-e-record-completa-seis-anos.shtml" target="_blank"&gt;(continue lendo)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Seis anos de denúncias de um lado para o outro, de acusações de monopólio, de cópias e reciclagem, de golpes disparados por ambos. Seis anos de uma concorrência que passa longe de ser saudável para os telespectadores, que passam a contar com opções longe de serem cogitadas como diferenciais, embora haja os seus acertos. Nem tudo são flores ou trevas.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Os telespectadores ganharam mais opções? Sim, mas não necessariamente boas, embora isso tenha a ver com gostos pessoais e estes sejam subjetivos. Os profissionais também ganharam mais opções no mercado de trabalho, que o digam os atores. Artistas que antes dependiam somente da Globo para terem visibilidade agora ganham oportunidades. Jornalistas também tem um pouco mais de mercado, mas precisam submeter suas carreiras a falar mal da concorrente de uma forma que faz parecer ser parte de alguma cláusula contratual (sim, você sabe de qual delas estou falando.). O crescimento se deu por alguma forma de diferencial?  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em 2005, a rede resolveu copiar descaradamente modelos de sucesso da Globo.  &lt;p align="justify"&gt;Roubou profissionais da concorrente com propostas que triplicavam salários já altos de artistas, autores e jornalistas.  &lt;p align="justify"&gt;Xerocou formatos, como o do "Fantástico", que virou "Domingo Espetacular" na Record, e criou um "Jornal da Record" tão semelhante ao "Jornal Nacional" que chegava a confundir o telespectador. Por fim, criou identidade visual de inspiração global.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não mesmo, mas nos tempos de hoje nada de cria, mesmo porque basta comprar os direitos do formato e nenhuma emissora está isenta disso. Porém, o que o telespectador ganhou ou tem ganhado nessa guerra? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tudo bem que em termos de audiência o cenário da audiência mudou. A Globo vem perdendo espaço, isso fere o seu ego, porém nada que ameace o seu reinado. Já Record vem subindo alguns degraus, mas vive se pegando em disputa com emissoras aparentemente bem menores na cadeia alimentar, relembrando os velhos tempos nem tão antigos assim. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Temos também uma boa disputa ideológica, com fanboys para todos os lados embora a reputação e a história de ambas seja duvidosa, com rounds que fazem rir e normalmente viram temas de aulas sobre má qualidade na mídia. É, talvez haja mais a ganhar do que a perder. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É você quem decide, telespectador: copo meio vazio ou meio cheio? &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/QNioISTZyIs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/QNioISTZyIs/globo-x-record-seis-anos-de-guerra-fria.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-aTkZ3pF-gTk/Tf7suCiHRiI/AAAAAAAACS8/R2wFFN1N0Zw/s72-c/tv-globo-vs-tv-record_thumb2.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/globo-x-record-seis-anos-de-guerra-fria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-3103388085126662470</guid><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-18T21:10:19.335-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ponto de Vista</category><title>A volta do Cidade Alerta: que venham as câmeras e os urubus</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-YsIYlV7BhwE/Tf0-ZhwBZpI/AAAAAAAACSw/S7eBYWrxk7g/s1600-h/datena-persiana%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="datena-persiana" border="0" alt="datena-persiana" src="http://lh4.ggpht.com/-ByrTnAZbMYw/Tf0-aZvFteI/AAAAAAAACS0/Az6vGGagUpo/datena-persiana_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="315" height="236"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A bomba da semana sem dúvida foi a volta de Datena para a Record. Ok, pode ser a bomba e o bafo da semana, mas também não era nada que já não fosse esperado.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Nos últimos tempos a trajetória do apresentador não era marcada exatamente pela estabilidade em seu local de trabalho. Não por suas andanças e negociações que o levavam a escutar uma proposta ou outra mas sim pela frequência com que isso lhe era oferecido, e claro que nas últimas semanas a frequência com que essas informações vinham a público já não deixavam mesmo grande dúvidas. Sua saída da Band e sua volta para a emissora do bispo estavam a apenas um passo.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Que ninguém se engane: ele merece as propostas de trabalho que tem. Ele é o melhor no que faz e o retorno do seu trabalho provavelmente vale os investimentos feitos diante da promessa de um público cativo. Ignore sua má fama e seu modo ranzinza de ser no trato com seus colegas enquanto está no ar. Datena é um bom investimento, mas o que sua presença significa dentro da Record?  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Significa um monte de coisas não necessariamente boas. Não falando contra o seu trabalho, mas significa uns bons passos para trás em relação a tudo que a emissora quis ser. Ignore o fato de que o apresentador saiu brigado da emissora – aliás, quase todo mundo que sai de lá sai brigado, mas ok, esse não é o tema. O fato é que o Cidade Alerta, programa do qual Datena era o rosto e a voz, foi extinto por dois motivos: audiência abaixo da esperada e também por estar abaixo do padrão de qualidade desejado da Record. Agora com sua volta, o que podemos dizer?  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Há algum tempo a linha editorial da Record investe em crimes para fisgar sua audiência. Crimes no café da manhã, no almoço, lanche da tarde e jantar. São operações policiais e crimes banais contados em seus mínimos detalhes em programas de tanto apelo humano que faz a definição comum de sensacionalismo se esvair. Isso passa longe de ser um padrão de qualidade comum. E agora que o &lt;i&gt;Cidade Alerta&lt;/i&gt; volta ao ar na segunda feira (20/06) das 17h às 19h30 com o seu novo velho apresentador para tentar alavancar sua faixa nobre, para onde esse padrão foi? Que critérios de qualidade são esses?  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Talvez esse seja mais um dos mistérios mais bem guardados da humanidade, tal como a origem da paciência e do sangue frio do telespectador para aguentar demagogia disfarçada de senso de justiça. Tudo isso vociferado por horas a fio e sem descanso maior do que os minutos dos intervalos comerciais.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O fato é que o mundo cão é bastante lucrativo, não somente para o lado dos bandidos. Os urubus e as câmeras sempre estarão à espreita em busca de sua parte da carniça.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/eVOas-WWsyg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/eVOas-WWsyg/volta-do-cidade-alerta-que-venham-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-ByrTnAZbMYw/Tf0-aZvFteI/AAAAAAAACS0/Az6vGGagUpo/s72-c/datena-persiana_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/volta-do-cidade-alerta-que-venham-as.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3918308859655188041.post-8778474087011281676</guid><pubDate>Sat, 18 Jun 2011 02:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-17T23:02:16.009-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos publicados</category><title>Texto publicado no Observatório da Imprensa</title><description>Depois de um tempo longe, o texto publicado foi &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/um-programa-que-faz-jus-a-seu-nome"&gt;Custe o que Custar: um programa que faz jus ao nome&amp;nbsp;&lt;/a&gt;. O &lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/custe-o-que-custar-literalmente.html"&gt;post foi originalmente publicado&lt;/a&gt; neste blog no dia 12 de junho conservando o título original.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem estiver disposto a ler e estiver acostumado ao antigo site do Observatório da Imprensa é bom ficar sabendo que o visual mudou. Pode ser um pouco mais chato encontrar todos os textos já que nem todos estão expostos em sua primeira página mas a vantagem é que a navegação está mais fluída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então? Disposto a encarar? Então&lt;a href="http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/custe-o-que-custar-literalmente.html"&gt; clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~4/3HFMd3dZs98" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/limoEmLimonadaPorEmanuelleNajjar/~3/3HFMd3dZs98/texto-publicado-no-observatorio-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuelle Najjar)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.limaoemlimonada.com.br/2011/06/texto-publicado-no-observatorio-da.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>
