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	<title>Lendo.org</title>
	
	<link>http://www.lendo.org</link>
	<description>Indicações de Livros, Literatura, Resenhas e Faculdade de Letras</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Feb 2010 13:54:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Clássicos da literatura em quadrinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Clássica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura em quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma dica rápida para quem lê em inglês e gosta de literatura clássica.
O site tkinter possui um acervo de grandes títulos da literatura universal em forma de quadrinhos, com ilustrações em estilo retrô muito bem feitas. É uma forma interessante de entrar em contato com livros importantíssimos de autores como Charles Dickens, H. G. Wells, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica rápida para quem lê em inglês e gosta de literatura clássica.</p>
<p>O site <a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/index.htm">tkinter</a> possui um acervo de grandes títulos da literatura universal em forma de quadrinhos, com ilustrações em estilo retrô muito bem feitas. É uma forma interessante de entrar em contato com livros importantíssimos de autores como Charles Dickens, H. G. Wells, Victor Hugo, Júlio Verne, Shakespeare, Mark Twain, Mary Shelley e outros.</p>
<p>Veja algumas das obras disponíveis:</p>
<h3>A Tale of Two Cities (Um conto de duas cidades), de Charles Dickens</h3>
<p><a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/TaleOfTwoCities/index.htm"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/02/a-tale-of-two-cities.jpg" alt="Literatura em quadrinhos: A Tale of Two Cities" title="Literatura em quadrinhos: A Tale of Two Cities" width="226" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1841" /></a></p>
<h3>The War of the Worlds (A Guerra dos Mundos), H. G. Wells</h3>
<p><a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/WarOfTheWorlds/index.htm"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/02/the-war-of-the-worlds.jpg" alt="Literatura clássica em quadrinhos: The war of the worlds" title="Literatura clássica em quadrinhos: The war of the worlds" width="232" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1842" /></a></p>
<h3>Les Miserables (Os Miseráveis), de Victor Hugo</h3>
<p><a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/LesMiserables/index.htm"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/02/les-miserables.jpg" alt="Clássicos em quadrinhos: Les Miserables" title="Clássicos em quadrinhos: Les Miserables" width="233" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1846" /></a></p>
<h3>20.000 Leagues under the sea (20.000 Léguas Submarinas), de Júlio Verne</h3>
<p><a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/20000Leagues/index.htm"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/02/20000-leagues-under-the-sea.jpg" alt="" title="Literatura em quadrinhos: 20000 Leagues under the sea" width="233" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1843" /></a></p>
<h3>Romeo and Juliet (Romeu e Julieta), de Shakespeare</h3>
<p><a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/Romeo&amp;Juliet/index.htm"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/02/rome-and-juliet.jpg" alt="Clássicos da literatura em quadrinhos: Romeo and Juliet" title="Clássicos da literatura em quadrinhos: Romeo and Juliet" width="230" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1847" /></a></p>
<h3>Frankenstein, de Mary Shelley</h3>
<p><a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/Frankenstein/index.htm"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/02/frankenstein.jpg" alt="Literatura em quadrinhos: Frankenstein" title="Literatura em quadrinhos: Frankenstein" width="227" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-1844" /></a></p>
<p>Não deixe de <a href="http://www.tkinter.smig.net/ClassicsIllustrated/index.htm">acessar o site</a> e conferir os demais títulos. Depois deixe aqui sua opinião sobre aqueles que ler!
<p></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livroslancamentos/">Confira os últimos lançamentos em livros</a></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livrosmaisvendidos/">Veja a lista dos livros mais vendidos</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>O Seminarista, de Rubem Fonseca</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/resenha-seminarista-rubem-fonseca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para quem estuda literatura brasileira na faculdade e está acostumado com títulos como O Ateneu, O Quinze ou Os Sertões, pegar um livro intitulado O Seminarista para leitura de fruição parece meio doentio.
No entanto, o novo livro de Rubem Fonseca narra não a história de um menino mandado para um colégio interno, nem de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/o-seminarista/"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2010/01/o-seminarista-rubem-fonseca.jpg" alt="Livro O Seminarista, de Rubem Fonseca" title="Livro O Seminarista, de Rubem Fonseca" width="143" height="230" class="alignleft" /></a></p>
<p>Para quem estuda literatura brasileira na faculdade e está acostumado com títulos como <em>O Ateneu,</em> <em>O Quinze</em> ou <em>Os Sertões</em>, pegar um livro intitulado <strong>O Seminarista</strong> para leitura de fruição parece meio doentio.</p>
<p>No entanto, o novo livro de Rubem Fonseca narra não a história de um menino mandado para um colégio interno, nem de uma família que luta para sobreviver em meio à seca, muito menos é um tratado histórico-geográfico sobre uma revolução, mas sim a história de um matador profissional, o melhor de todos &#8212; O Especialista, como é chamado &#8212; que decide largar a profissão.</p>
<p><span id="more-1837"></span></p>
<p>Seu nome é José, um ex-seminarista que fora expulso por comportamento libidinoso. Seus amigos o chamariam de Zé, se ele tivesse amigos. A não ser por dois ex-colegas &#8212; um de seminário, outro de sinuca &#8212; que não via há tempos, não tem ninguém. Seus trabalhos são encomendados por alguém que conhece como Despachante &#8212; ele diz quem é o freguês, me dá as coordenadas e eu faço o serviço. No dia seguinte, não lê os jornais para não saber do caso e nem saber nada sobre sua vítima, que sempre leva um tiro na cabeça &#8212; li em um livro de medicina que a morte é instantânea e sem dor.</p>
<p>Enquanto lia a obra fiquei um bom tempo achando que o enredo deixava uma lacuna grave: como um ex-seminarista, amante de poesia, incapaz de machucar até mesmo uma mosca, apaixonado por rock, livros e mulheres, teria se tornado um matador? Mas quando terminei a leitura percebi que isso é o que menos importava, pois o fato de Zé estar cansado de sua profissão, tentar se aposentar e ser, de certa forma, sugado de volta para ela serviu-me como uma alegoria que representa essa espécie de prisão sob a qual todas nossas escolhas nos envolvem.</p>
<p>São essas prisões que atormentam o Zé durante todo o romance &#8212; 181 páginas que podem ser lidas em uma tarde. Os tempos de seminário estão sempre presentes através de sua mania de pronunciar frases em latim, sempre de autores e/ou pensadores famosos como Horácio, Virgílio, Cícero e outros. Estando presente o Seminário, também está o desejo de sua mãe de que se tornasse padre e, assim, também vem à tona a expulsão como algo que a decepcionaria.</p>
<p>Para escapar dessas prisões, ele resolve se aposentar. Tendo ganho muito dinheiro como matador, poderia viver <em>tranquilamente</em> até o final. Dá suas roupas finas ao porteiro do prédio, desfaz-se de sua arma de estimação e conhece Kirsten. Mal sabia ele que todos os fantasmas de seu passado recente voltariam para atormentá-lo através dela.</p>
<p>A estreia de Rubem Fonseca na editora Agir o reafirma com um dos melhores em literatura policial do Brasil e sem dúvida manterá você preso à história de um Especialista, não doentio, mas perturbado como todos nós.</p>
<p>Você pode ouvir o primeiro capítulo do livro, lido pelo próprio Rubem Fonseca, no vídeo abaixo:</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XSwahAokwyA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XSwahAokwyA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/o-seminarista/">Compre o livro O Seminarista</a>.</li>
<li><a href="http://www.jacotei.com.br/seminarista-o-fonseca-rubem-8522010641.html?af=2211">O Seminarista</a>, compare preços.</li>
<li><a href="http://bravonline.abril.com.br/conteudo/literatura/rubem-fonseca-seminarista-510204.shtml">Leia a matéria da revista Bravo! sobre o livro e o autor</a>.</li>
<li><a href="http://www.oseminaristaolivro.com.br/default2.asp">Acesse o site oficial do livro</a>.</li>
</ul>
<p></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livroslancamentos/">Confira os últimos lançamentos em livros</a></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livrosmaisvendidos/">Veja a lista dos livros mais vendidos</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Meu sexto semestre na faculdade de Letras</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/meu-sexto-semestre-na-faculdade-de-letras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 22:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Está terminado o semestre mais opressor de todo o curso. Meu sexto semestre cursando Letras mostrou-se incrivelmente mais trabalhoso em relação aos demais, já que fiz oito disciplinas, incluindo o estágio. No final, como de costume, os resultados foram muito bons e consegui realizar algumas metas que havia definido no início &#8212; como ser convidado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está terminado o semestre mais opressor de todo o curso. Meu sexto semestre cursando Letras mostrou-se incrivelmente mais trabalhoso em relação aos demais, já que fiz oito disciplinas, incluindo o estágio. No final, como de costume, os resultados foram muito bons e consegui realizar algumas metas que havia definido no início &#8212; como ser convidado para o Colóquio dos Estágios e esboçar em mais de 10 páginas algumas ideias para o mestrado.</p>
<p>Falemos um pouco sobre as disciplinas.</p>
<p><span id="more-1824"></span></p>
<h3>Análise e Produção do Texto Didático</h3>
<p><img class="right" title="Como são calculadas as notas na UCS" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2007/07/notas.jpg" alt="Como são calculadas as notas na UCS" /></p>
<p>Nessa matéria, como o nome já diz, aprendemos a escrever textos didáticos. Nas primeiras aulas, nos detemos ao aprofundamento de algumas teorias relativas a isso e também à análise de livros didáticos utilizados nas escolas, com o objetivo de verificar sua conformidade em relação àquelas teorias.</p>
<p>Da metade do semestre em diante, o foco foi a criação de material didático por nós, alunos. Em diversos momentos, foi-nos apresentado determinado conteúdo gramatical &#8212; como <em>interjeições</em>, por exemplo &#8212; e nós devíamos elaborar um material escrito que corresponderia a um capítulo de livro didático, composto por textos para estudo, conceitos, dicas de estudo, questões de fixação, tudo isso. A técnica principal utilizada aqui é chamada de <strong>transposição didática</strong>, ou seja, a transformação de um texto bastante técnico, como costuma ser o das gramáticas, para algo mais simples, que se aproxime da linguagem do aluno e que parta do texto (notícias, contos, poemas, etc., aquilo que é chamado de objeto <strong>concreto</strong>, em língua portuguesa) para os conceitos (aquilo que é abstrato).</p>
<p>De uma forma geral a disciplina foi boa. No entanto, achei bastante repetitiva, pois houve várias atividades que seguiam exatamente o mesmo molde explicado acima, mudando apenas o conteúdo a ser trabalhado. É possível que eu e mais alguns colegas achemos isso, pois estamos mais avançados dentro do curso e já conhecíamos boa parte de todo esse procedimento.</p>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>Estágio II em Língua e Literaturas de Língua Portuguesa</h3>
<p>Já falei bastante sobre meu estágio na série <a href="http://www.lendo.org/tag/diario-de-um-professor-estagiario/">Diário de um Professor estagiário</a>. Faltou, contudo, falar sobre como foi a preparação dentro da universidade.</p>
<p>A disciplina de estágio começa com uma grande enxurrada de papéis, regras e datas para os estagiários. Na primeira aula tudo isso nos foi apresentado, deixando todos um tanto apavorados, o que deve ser normal. O próximo passo consistiu em ler uma pilha de textos teóricos sobre o ensino de Língua Portuguesa e Literatura (repare que ambas são abordadas juntamente, na mesma disciplina, é por isso que duas professoras dão aula em conjunto no Estágio). A partir desses textos, que incluíam autores como Irandé Antunes, Pedro Demo, Regina Zilberman e vários outros, fizemos dois debates e devíamos escrever uma resenha que serviria como texto teórico para o relatório final</p>
<ul>
<li>Leia a minha resenha intitulada <a href="http://www.lendo.org/a-pratica-docente-do-professor-de-lingua-e-literatura/">A prática docente do professor de língua e literatura</a></li>
</ul>
<p>Terminada essa etapa, era hora de iniciar a escrita dos planos de aula. Nessa altura, já sabíamos para qual turma daríamos aula (pois tivemos que observar uma aula da professora titular) e precisávamos escolher uma temática que serviria de fio condutor para nossos 20 períodos de estágio. A temática que escolhi, baseado nas conversas que observei na turma quando fiz a primeira visita, foi <strong>Tecnologias: seu brilho e suas amarras</strong>, e o conteúdo que a professora titular pediu que eu trabalhasse foi <em>orações coordenadas</em>. Com essas duas informações, escrevi meus planos para 20 períodos de aula, que foram apresentados para aprovação às minhas professoras na universidade, que praticamente não requisitaram nenhuma modificação.</p>
<ul>
<li>Leia meu tutorial sobre <a href="http://www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula/">como fazer um plano de aula</a></li>
</ul>
<p>Desde o início do semestre, eu sabia que alguns de nós, estagiários, seríamos escolhidos para um evento chamado Colóquio dos Estágios, no qual os melhores planos são apresentados para alunos de licenciatura de toda a universidade. Evidentemente, um dos meus objetivos foi ser convidado para essa apresentação, o que alcancei exatamente através das minhas aulas sobre orações coordenadas, que, segundo minhas professoras, foram uma abordagem inédita em relação a esse conteúdo. Para mim, foi uma realização muito grande.</p>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>LIBRAS</h3>
<p>A Língua Brasileira de Sinais passou a ser parte obrigatória dos currículos de Letras faz pouco tempo. Nessa disciplina, que também é ministrada por duas professoras, uma delas surda, não somos introduzidos apenas a uma nova língua, mas também a uma nova maneira de ver deficiências como a surdez. Descobrimos, além disso, que os surdos têm uma cultura própria, entramos em contato e produzimos materiais didáticos para surdos e ainda vemos que a inclusão não é algo tão desejado assim por aqueles que são incluídos.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/libras-aprendendo-a-falar-com-as-maos/">Leia esse artigo para aprender mais sobre LIBRAS</a></li>
</ul>
<p>Sabe-se que quando aprendemos uma língua em um ambiente formal, acabamos por não praticá-la em sua totalidade, já que é excluída a parte pragmática, a parte situacional de um diálogo. Eu percebi isso quando, já nas férias, a 400Km da universidade, encontrei minha professora surda enquanto passeava pelo centro da cidade de Pelotas. Fiquei muito feliz por ter conseguido conversar com ela através daquilo que ela mesma havia me ensinado. Foi uma forma ótima de concluir a disciplina, mesmo depois de terminada.</p>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>Fonética e Fonologia</h3>
<p>Aprender os aspectos fonéticos e fonológicos de uma língua parece bem estranho à primeira vista. O que importa saber que [p], [t] e [k] são consoantes oclusivas surdas e [b], [d] e [g] são consoantes oclusivas sonoras, por exemplo? Demorei um tempinho para perceber que a maioria dos problemas de escrita dos alunos estão relacionados a aspectos de ordem sonora e que a resolução desses problemas torna-se muito mais fácil quando possuímos uma gama de conhecimentos que partem do princípio no qual fonema é a menor parte significativa e abstrata de uma língua.</p>
<p>Uma disciplina bastante técnica, mas muito útil.</p>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>Temas de Teoria e Crítica Literária</h3>
<p>Essa foi, sem dúvida alguma, a disciplina em que mais aprendi coisas novas em todo o curso. Com uma bibliografia enorme, digna de uma pós-graduação, segundo a professora, tivemos uma panorama de todas as escolas de crítica literária, desde os <strong>formalistas russos</strong>, passando pela <strong>estilística</strong>, <strong>new criticism</strong>, <strong>estruturalismo</strong> e <strong>pós-estruturalismo</strong>, <strong>estética da recepção</strong>, <strong>literatura e psicanálise</strong>, <strong>sociologia da literatura</strong>, até, por fim, os recentes <strong>estudos culturais</strong>.</p>
<p>Foi algo extremamente trabalhoso, pois tivemos leitura e debates sobre mais de 600 páginas de texto altamente técnico, mas, ao mesmo tempo, incrivelmente produtivo pelo aprendizado e pela base sólida que nos deu para o mestrado.</p>
<p>A bibliografia é tão rica que me sinto obrigado a indicar a você que estuda literatura:</p>
<p><strong>I &#8211; A especifidade da Teoria da Literatura e do seu objeto de estudo. A noção de valor.</strong></p>
<ul>
<li>CULLER, Jonathan. O que é Teoria?, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/teoria-literaria-uma-introducao-culler/">Teoria Literária. Uma Introdução</a>.</li>
<li>EAGLETON, Terry. Introdução: o que é literatura?, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/teoria-da-literatura-eagleton/">Teoria da literatura: uma introdução</a><strong>.</strong></li>
<li>COMPAGNON, Antoine. O Valor, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/demonio-da-teoria/">O Demônio da Teoria. Literatura e senso comum</a>.<strong><br />
</strong></li>
</ul>
<p><strong>II. A reflexão teórica soe a literatura no século XIX: percurso teórico-crítico, principais tendências.</strong></p>
<p><em>2.1 O biografismo, o Impressionismo e o Positivismo</em></p>
<ul>
<li>AGUIAR e SILVA, Vítor M. Origem e desenvolvimento dos modernos estudos de História e Crítica literárias, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/teoria-da-literatura-aguiar-e-silva/">Teoria da literatura</a>.</li>
<li>PEREIRA, Lúcia Miguel. Machado de Assis, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/prosa-de-ficcao-lucia-miguel-pereira/">História da Literatura Brasileira: prosa de ficção &#8211; de 1870 a 1920</a> (aplicação do método biografista à interpretação da literatura).</li>
<li>ROMERO, Silvio. Segunda fase do Romantismo e seu momento culminante: o indianismo de Gonçalves Dias, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/compendio-historia-literatura-brasileira/">Compêndio de História da Literatura Brasileira</a> (aplicação do método Positivista à interpretação da literatura).</li>
<li>SILVA, João Pinto da. <a href="http://www.lendo.org/comprar/vultos-do-meu-caminho/">Vultos do meu caminho</a> (aplicação do Impressionismo à interpretação da literatura).</li>
</ul>
<p><strong>III. A reflexão teórica sobre a literatura no século XX: percurso teórico-crítico. Principais tendências teóricas.</strong></p>
<ul>
<li>SOUZA, Roberto Acízelo de. Outras questões, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/teoria-da-literatura-acizelo/">Teoria da literatura</a>.</li>
<li>CULLER, Jonathan. Apêndice: Escolas e Movimentos Teóricos, do livro <a href="../comprar/teoria-literaria-uma-introducao-culler/">Teoria Literária. Uma Introdução</a>.</li>
</ul>
<p><strong>IV. Teorias Textualistas</strong></p>
<p><em>4.1 O Formalismo Russo</em></p>
<ul>
<li>AGUIAR e SILVA, Vítor M. O Formalismo Russo, do livro <a href="../comprar/teoria-da-literatura-aguiar-e-silva/">Teoria da literatura</a>.</li>
<li>TADIÉ, Jean-Yves. Os Formalistas Russos, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/critica-literaria-sec-xx/">A crítica literária no século XX</a>.</li>
</ul>
<p><em>4.2 O New Criticism</em></p>
<ul>
<li>AGUIAR e SILVA, Vítor M. O New Criticism, do livro <a href="../comprar/teoria-da-literatura-aguiar-e-silva/">Teoria da literatura</a>.</li>
</ul>
<p>4.3 A Estilística</p>
<ul>
<li>AGUIAR e SILVA, Vítor M. O Estilística, do livro <a href="../comprar/teoria-da-literatura-aguiar-e-silva/">Teoria da literatura</a>.</li>
<li>CÂMARA Jr, Joaquim Mattoso. Cão e cachorro no Quincas Borba. O discurso indireto livre em Machado de Assis. Machado de Assis e as referências ao leitor, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/ensaios-machadianos/">Ensaios machadianos</a> (aplicação da estilística à interpretação dos textos literários)</li>
<li>CÂMARA Jr, Joaquim Mattoso. <a href="http://www.lendo.org/comprar/contribuicao-estilistica-portuguesa/">Contribuição à estilística da língua portuguesa</a>.</li>
<li>ROTH, Wolfgand. Tendências atuais na estilística. <em>Letras Hoje</em>. Porto Alegre: PUCRS, n. 55, março de 1984.</li>
<li>MARTÍN, Jose Luis. <em>Crítica Estilística</em>. Madri: editorial Gredos, 1972.</li>
</ul>
<p><em>4.4 O Estruturalismo</em></p>
<ul>
<li>AGUIAR e SILVA, Vítor M. A problemática do estruturalismo, do livro <a href="../comprar/teoria-da-literatura-aguiar-e-silva/">Teoria da literatura</a>.</li>
<li>TODOROV, Tzvetan. Análise estrutural da narrativa, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/as-estruturas-narrativas/">As Estruturas Narrativas.</a></li>
<li>LEPARGNEUR, H. Lévi-Strauss e a Etnologia, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/introducao-aos-estruturalismos/">Introdução aos Estrutralismos</a>.</li>
<li>SANT&#8217;ANA, Affonso. O cortiço, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/analise-estrutural-de-romances-brasileiros/">Análise estrutural de romances brasileiros</a> (aplicação do método estruturalista à interpretação de texto literário)</li>
</ul>
<p><strong>V. Sociologia da literatura</strong></p>
<ul>
<li>RICCIARDI, Giovanni. Digressão histórica, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/sociologia-da-literatura/">Sociologia da Literatura</a>.</li>
</ul>
<p><em>5.1 Teorias de orientação sociológica</em></p>
<p><em>5.1.1 O Marxismo</em></p>
<ul>
<li>EAGLETON, Terry. Forma e conteúdo. O escritor e o comprometimento em arte, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/marxismo-critica-literaria/">Marxismo e Crítica Literária</a>.</li>
<li>CANDIDO, Antonio. A literatura e a vida social, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/literatura-sociedade/">Literatura e Sociedade</a>.</li>
<li>BERTUSSI, Lisana. A cidade e o campo nas novelas de Reynaldo Moura: uma leitura a partir da crítica sociológica, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/mestres-em-letras/">Mestres em Letras</a> (aplicação do método sociológico, com a crítica genética, à interpretação de textos literários).</li>
</ul>
<p><em>5.1.2 Estética da Recepção</em></p>
<ul>
<li>JAUSS, Hans R. A Estética da Recepção: colocações gerais, no livro organizado por LIMA, Luís Costa, intitulado <a href="http://www.lendo.org/comprar/a-literatura-e-o-leitor/">A literatura e o leitor</a>.</li>
<li>ZILBEMANN, Regina. Paralelas que se encontram em algum lugar da teoria. Projetando a noa história da literatura e Helena: um caso de leitura, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/estetica-da-recepcao-historia-da-literatura/">Estética da Recepção e História da Literatura</a>.</li>
<li>JAUSS, Hans R. <a href="http://www.lendo.org/comprar/historia-literatura-provocacao-teoria/">A história da literatura como provocação à teoria literária</a>.</li>
<li>BERTUSSI, Lisana. Resenha. In: Revista Chronos. Caxias do Sul: EDUCS, 1990. v. 23, n. 2.</li>
</ul>
<p><em>5.1.3 Bakhtin e Dialogismo</em></p>
<ul>
<li>FRANK, Joseph. As vozes de Mikhail Bakhtin, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/pelo-prisma-russo/">Pelo prisma russo: ensaios sobre literatura e cultura</a>.</li>
<li>PEYTARD, Jean. O autor, o espaço e o tempo do romance, do livro Mikhail Bakhtin: Dialogismo e Análise do discurso.</li>
</ul>
<p><strong>VI. Psicanálise e Literatura</strong></p>
<ul>
<li>TADIÉ, Jean-Yves. A crítica psicanalítica, do livro <a href="../comprar/critica-literaria-sec-xx/">A crítica literária no século XX</a>.</li>
<li>SCHNEIDERMAN, Mirian. Psicanálise e poesia, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/hiato-convexo/">O hiato convexo: literatura e psicanálise</a>.</li>
<li>PASSOS, Cleusa Rios. As divisas da trajetória: possíveis confluências. Clarice Lispectos: os elos da tradição, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/confluencias-critica-literaria-e-psicanalise/">Confluências: Crítica Literária e Psicanálise</a> (aplicação do método psicanalítico à interpretação de textos literários)</li>
<li>GONÇALVES, Robinson Pereira. Percurso do aprendiz: literatura e psicanálise. Sta Maria: UFSM, 1977. (aplicação do método psicanalítico à interpretação de textos literários).</li>
<li>BETTELHEIN, Bruno. <a href="http://www.lendo.org/comprar/psicanalise-dos-contos-de-fadas/">Psicanálise dos contos de fadas</a> (aplicação do método psicanalítico à interpretação de textos literários).</li>
</ul>
<p><strong>VII. A fenomenologia e Literatura</strong></p>
<ul>
<li>RAMOS, Maria Luiza. Considerações teóricas. O elemento poético em Grande sertão: veredas, do livro <a href="http://www.lendo.org/comprar/fenomenologia-da-obra-literaria/">Fenomenologia da obra literária</a>.</li>
</ul>
<p><strong>VIII. Pós-Estruturalismo</strong></p>
<ul>
<li>EAGLETON, Terry. Pós-Estruturalismo, do livro <a href="../comprar/teoria-da-literatura-eagleton/">Teoria da literatura: uma introdução</a><strong>.</strong></li>
</ul>
<p><strong>IX. Pós-Modernismo/Estudos Culturais</strong></p>
<ul>
<li>CEVASCO, Maria Elisa. Situando os &#8220;Cultural Studies&#8221;, no livro organizado por SCHMIDT, Rita, <a href="http://www.lendo.org/comprar/nacoes-narracoes/">Nações/narrações: nossas história e estórias</a>.</li>
<li>CULLER, Jonatthan. Literatura e Estudos Culturais, do livro <a href="../comprar/teoria-literaria-uma-introducao-culler/">Teoria Literária. Uma Introdução</a>.</li>
</ul>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>Linguística Textual</h3>
<p>Nessa disciplina, como o nome já diz, o objeto de estudo é o texto. Dessa forma, vimos os conceitos de texto, os tipos de texto (descritivo, dissertativo e argumentativo) e os mecanismos que contribuem para sua formação, como coerência e a coesão.</p>
<p>Basicamente, foi uma retomada de matérias que vimos no início do curso, mas de forma mais aprofundada.</p>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>Universidade e Sociedade</h3>
<p>A outrora denominada Realidade Brasileira é uma disciplina que se mostrou muito mais produtiva do que eu esperava. Através de um resgate histórico acompanhado por análises interessantíssimas do professor, pudemos entender melhor vários mecanismos que regem a sociedade de nosso país e que estão por trás da mídia e dos meios de comunicação em geral.</p>
<p>Aprendi uma coisa chamada <strong>registros culturais</strong>, que são marcas que se fixam no comportamento de uma sociedade devido a forma de evolução histórica que lhe acompanhou, e que esses registros, no Brasil, são:</p>
<ul>
<li>Descompromisso x Criatividade</li>
<li>Progresso x Intervenção</li>
<li>Utopia x Realização</li>
<li>Dependência x Autonomia</li>
</ul>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<h3>Literatura Brasileira III</h3>
<p>Na literatura desse semestre estudamos o período do Modernismo. Sob o viés campo-cidade, lemos e analisamos poemas de Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Mário Quintana e Vinícius de Moraes. Além disso, ainda estudamos o romance de 30 e o regionalismo através das obras:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/menino-de-engenho/">Menino de engenho</a>, de  José Lins do Rego</li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/o-quinze/">O quinze</a>, de Raquel de Queiroz</li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/vidas-secas/">Vidas secas</a>, de Graciliano Ramos</li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/os-ratos/">Os ratos</a>, de Dyonélio Machado</li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/caminhos-cruzados/">Caminhos Cruzados</a>, de Érico Veríssimo</li>
</ul>
<p>O trabalho final do semestre consistiu em escrever um artigo acadêmico sobre algum tema relacionado ao Modernismo. Minha opção foi analisar as obras de Carlos Drummond de Andrade e do francês Charles Baudelaire sob um viés que, apesar de praticamente inexistente nos estudos literários, vem me intrigando bastante: a heresia. Dessa forma, o título do meu artigo foi <strong>A heresia em Drummond e Baudelaire: Literatura e imaginário de uma nova era</strong>, cujo resumo é:</p>
<blockquote><p>A heresia sempre representou uma forma de subversão religiosa ou social vista com maus olhos pelos detentores do poder. Com Baudelaire e Drummond, ela aparece como questionamento das formas de poder vigentes e, seguindo a concepção de modernidade baudelaireana, pode ter sido um elemento fundamental na constituição do imaginário social que possibilitou que novas experiências e visões de mundo rompessem com a chamada tradição. É esse papel da heresia como mecanismo de subversão que o presente trabalho pretender analisar.</p></blockquote>
<p><strong>Meu conceito final:4</strong></p>
<p>Como você pode ver, foi um semestre bastante longo, lotado de informações e conteúdos novos<strong>. </strong>Chegando na reta final do curso, já percebo uma evolução bastante grande de conhecimento em relação ao início, o que muitas vezes é difícil de perceber devido àquele sentimento de que &#8220;não li muita coisa&#8221;, &#8220;não sei muita coisa&#8221;. É hora de começar a pensar seriamente no mestrado em literatura da UFSC, no qual pretendo ingressar em 2011.</p>
<p>As disciplinas que cursarei no próximo semestre são:</p>
<ul>
<li>Estágio III em Língua e Literaturas de Língua Portuguesa</li>
<li>Estudos Discursivos</li>
<li>Literatura Brasileira IV</li>
<li>Literatura sul-riograndense</li>
<li>História da Cultura</li>
</ul>
<p>E o seu semestre? Como foi? Compartilhe suas experiências nos comentários!<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – Considerações Finais</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/diario-de-um-professor-estagiario-consideracoes-finais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 12:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Para finalizar nossa série sobre a primeira grande jornada de um(a) professor(a), é bom refletir sobre o papel do estágio em uma licenciatura: os avanços que representa, os conflitos que se manifestam e são solucionados, as perspectivas que dele se desprendem.
Ensinar, para mim, sempre foi uma necessidade. Apesar de ter percebido que precisava ser professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para finalizar nossa série sobre a primeira grande jornada de um(a) professor(a), é bom refletir sobre o papel do estágio em uma licenciatura: os avanços que representa, os conflitos que se manifestam e são solucionados, as perspectivas que dele se desprendem.</p>
<p>Ensinar, para mim, sempre foi uma necessidade. Apesar de ter percebido que precisava ser professor só 1 ano após terminar o ensino médio, transmitir conhecimento sempre foi algo natural em minha vida, seja na escola, onde frequentemente era o monitor ou ajudante da professora, seja em trabalhos voluntários em que, aos 15 anos, ensinava xadrez para estudantes do ensino fundamental, seja no meu primeiro ano de trabalho com informática, em que eu estudava muito a fim de modificar tudo que fosse possível com base em alguma teoria, escrevia em fóruns especializados e até num blog &#8211; que acabou quando resolvi deixar aquele mundo dos chips para adentrar no universo da educação.</p>
<p><span id="more-1774"></span></p>
<p>Com o estágio, pela primeira vez estive em uma posição formal de ensino na qual era chamado professor. Essa posição permitiu-me, em primeiro lugar, confrontar a minha visão da educação com a minha prática docente. Ou seja, eu pude testar minha adaptação à realidade de uma escola pública com base na visão da educação que eu já tinha, não com o objetivo de verificar se estava certa ou errada, mas de analisar como seria minha relação e a relação que eu estabeleceria entre a teoria, a prática e o meu próprio pensamento como professor. </p>
<p>Essa percepção é algo primordial a qualquer pessoa que pretenda fazer algo pela educação.</p>
<p>Em segundo lugar, ser chamado de professor sanou aquela necessidade da qual falei no início, que é algo essencial a qualquer um que pretenda ser chamado professor. Um legítimo educador, para mim, deve ser aquele que tenha, sob a forma mais íntima, essa necessidade de ensinar, precise disso para que sua vida faça sentido, seja plena. Um legítimo educador precisa depender totalmente, a nível existencial mesmo, do desejo<br />
de mudar a realidade que o cerca.</p>
<p>Para você que não tem esse desejo ou não acredita que possa realizá-lo, por favor vá fazer outra coisa. Não é de você que a educação precisa.</p>
<p>Minha turma não foi excepcional como algumas, não fez festinha de despedida na última aula como algumas, não me presenteou como flores ou bombons como algumas, mas me deu dois presentes que para mim foram muito mais valiosos: a certeza de que quero fazer isso para o resto da vida e o pedido em coro &#8220;Professor, fica com nós até o fim do ano?&#8221;
<p></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livroslancamentos/">Confira os últimos lançamentos em livros</a></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livrosmaisvendidos/">Veja a lista dos livros mais vendidos</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<item>
		<title>32 livros que eu li em 2009 que você vai gostar de ler em 2010</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/livros-classicos-lidos-indicacoes-leitura-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 21:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Indicações de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano passado, li um número enorme de livros e acabei por não listá-los aqui devido a qualquer motivo que ignoro &#8212; o que não pretendo deixar acontecer novamente.
Apesar de ter falado no último post sobre os livros mais vendidos de 2009, não é esse tipo de livro que costumo ler (daquela lista não li nenhum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado, li um número enorme de livros e acabei por não listá-los aqui devido a qualquer motivo que ignoro &#8212; o que não pretendo deixar acontecer novamente.</p>
<p>Apesar de ter falado no último post sobre os <a href="http://www.lendo.org/os-10-livros-mais-vendidos-de-2009/">livros mais vendidos de 2009</a>, não é esse tipo de livro que costumo ler (daquela lista não li nenhum, mas alguém andou me falando sobre exigências do mercado ou algo assim). Na faculdade de Letras, entramos em contato com uma vasta lista de obras clássicas que eu realmente acredito que deveriam ser lidas por todas as pessoas, uma vez que proporcionam experiências estéticas muito superiores, na minha opinião, que qualquer best-seller de capa bonitinha que vemos por aí.</p>
<p>Então quero sugerir minhas leituras de 2009 a você que já está pensando na lista de leituras para 2010. Alguns dos títulos são de caráter mais teórico, mas resolvi não excluí-los da lista, pois sei que muitos leitores também se interessam por temas transversais à literatura como sociologia, antropologia e crítica literária propriamente dita, ou por obras de teoria da educação, como as de Paulo Freire.</p>
<p>Adotei um sistema de avaliação bem simples, baseado em estrelinhas. De 1 a 5, quantas estrelinhas um livro merece? E você terá minha avaliação de forma bem objetiva. Aproveitei para linkar todos eles à sua página no Submarino, que está com uma incrível <a href="http://www.submarino.com.br/portal/Livros-20000/?offset=0&amp;limit=20&amp;order=sellRankingQty&amp;dir=desc&amp;WT.mc_id=laths1&amp;listid=sl1vintemillivros&amp;franq=262104">promoção de 20.000 livros com até 80% de desconto</a> &#8211; essa é a hora de comprar presentes para o seu Natal cult ;-)</p>
<p><span id="more-1772"></span></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/asfloresdomal/">As Flores do Mal</a>, de Charles Baudelaire <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/persuasaobilingue/">Persuasão</a>, de Jane Austen <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/oanticristo/">O Anticristo</a>, de Friedrich Nietzsche <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/sobre-modernidade/">Sobre a Modernidade</a>, de Charles Baudelaire <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/ediporei/">Édipo Rei</a>, de Sófocles (releitura) <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/acasadaminhainfancia/">A Casa da Minha Infância</a>, de Luis Nassif <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/romeuejulieta/">Romeu e Julieta</a>, de Shakespeare <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/vidas-secas/">Vidas Secas</a>, de Graciliano Ramos <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/os-ratos/">Os Ratos</a>, de Dyonélio Machado <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/menino-de-engenho/">Menino de Engenho</a>, de José Lins do Rego <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/o-quinze/">O Quinze</a>, de Raquel de Queiróz <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/pedagogia-da-autonomia/">Pedagogia da Autonomia</a>, de Paulo Freire <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/os-sertoes/">Os Sertões</a>, de Euclides da Cunha <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/memorias-sargento-milicias/">Memórias de um Sargento de Milícias</a>, de Manuel Antônio de Almeida <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/o-ateneu/">O Ateneu</a>, de Raul Pompéia <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/a-carne/">A Carne</a>, de Julio Ribeiro <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/o-cortico/">O Cortiço</a>, de Aluízio Azevedo <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/canaa/">Canaã</a>, de Graça Aranha <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/poesias-alberto-oliveira/">Poesias</a>, de Alberto de Oliveira <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/escrava-isaura/">A Escrava Isaura</a>, de Bernardo Guimarães <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/fada-que-tinha-ideias/">A fada que tinha idéias</a>, de Fernanda Lopes de Almeida <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/meu-pe-de-laranja-lima/">Meu pé de laranja lima</a>, de José Mauro de Vasconcelos <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/historia-meio-ao-contrario/">História meio ao contrário</a>, de Ana Maria Machado <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/cinco-historias-bruxo-cosme-velho/">Cinco histórias do Bruxo do Cosme Velho</a>, contos de Machado de Assis <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/droga-da-obediencia/">A Droga da Obediência</a>, de Pedro Bandeira <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/mal-estar-pos-modernidade/">O Mal-estar da pós-modernidade</a>, de Zygmunt Bauman <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/lirico-auge-capitalismo/">Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo</a>, de Walter Benjamin <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/boitempo/">Boitempo</a>, de Carlos Drummond de Andrade <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar//">Curso de Literatura Inglesa</a>, de Jorge Luis Borges <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/borges-orangotangos-eternos/">Borges e os Orangotangos eternos</a>, de Luis Fernando Veríssimo <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/comedias-para-ler-na-escola/">Comédias para ler na escola</a>, de Luis Fernando Veríssimo <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/mais-comedias-para-ler-na-escola/">Mais comédias para ler na escola</a>, de Luis Fernando Veríssimo <img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /><img class="inline" src="../wp-content/uploads/2007/12/award_star_gold_1.png" alt="" /></li>
</ul>
<p>E você? Leu muito em 2009? Que tal deixar suas melhores indicações de leitura nos comentários?! Afinal, eu também estou fazendo minha lista de leituras para 2010!</p>
<p>Se você tem blog, uma boa ideia é fazer uma lista como essa acima. Não deixe de me avisar para que eu coloque seu link nesse post.
<p></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livroslancamentos/">Confira os últimos lançamentos em livros</a></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livrosmaisvendidos/">Veja a lista dos livros mais vendidos</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Os 10 livros mais vendidos de 2009</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/lendo/~3/C5jqYVI40iw/</link>
		<comments>http://www.lendo.org/os-10-livros-mais-vendidos-de-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 20:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking dos livros mais vendidos]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse ano que está acabando foi mais um grande sucesso para o mercado editorial, muitos foram os best-sellers que despontaram nas vitrines das grandes livrarias. Os mais vendidos tiveram mais espaço do que nunca nas prateleiras.
Mas quais foram os livros mais vendidos de 2009? É isso que nossa lista vai mostrar agora. Para você que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse ano que está acabando foi mais um grande sucesso para o mercado editorial, muitos foram os best-sellers que despontaram nas vitrines das grandes livrarias. Os mais vendidos tiveram mais espaço do que nunca nas prateleiras.</p>
<p>Mas quais foram os <strong>livros mais vendidos de 2009</strong>? É isso que nossa lista vai mostrar agora. Para você que ainda não leu algum deles, não deixe de <strong><a href="http://www.lendo.org/comprar/comprarlivros/">comprar no Submarino com desconto</a></strong>! Ou você quer ficar boiando (como eu) quando seus amigos estiverem falando sobre aquele livro legal que todo mundo leu?</p>
<p><span id="more-1765"></span></p>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/a-hospedeira/"><br />
<img class="aligncenter" title="A Hospedeira - #10 livro mais vendido em 2009" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/a-hospedeira.jpg" alt="A Hospedeira" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Um romance inesquecível sobre a obstinação do amor e o significado de ser humano:</p>
<p>&#8220;É um livro de ficção científica que não parece ficção científica &#8211; é sobre um triângulo amoroso com apenas dois corpos. O que mais gostei nesse livro foi de explorar o amor de ângulos tão diferentes. O amor pela comunidade, pelo próprio ´eu´, pela família &#8211; o amor romântico e o amor platônico.&#8221; &#8211; Stephenie Meyer</p>
<p>Melanie stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.<br />
Quando Melanie, um dos humanos &#8220;selvagens&#8221; que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a &#8220;alma&#8221; invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.<br />
Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.</p>
<ul>
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</ul>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/menino-pijama-listrado/"><br />
<img class="aligncenter" title="O Menino do Pijama Listrado - #9 livro mais vendido em 2009" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/o-menino-do-pijama-listrado.jpg" alt="O Menino do Pijama Listrado" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os Judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele.</p>
<p>Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. &#8220;O Menino do Pijama Listrado&#8221; é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.</p>
<ul>
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</ul>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/simbolo-perdido/"><br />
<img class="aligncenter" title="O Símbolo Perdido - #8 livro mais vendido em 2009" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/o-simbolo-perdido.jpg" alt="O Símbolo Perdido" width="550" height="90" /></a></p>
<p>O Símbolo Perdido é um thriller brilhante e convincente. O Prodigioso talento de Dan Brown para contar histórias, repleto de códigos e intriga.Tecendo cinco anos de pesquisas sobre a história, passada na capital dos Estados Unidos, e num período de apenas doze horas. Os leitores de Dan Brown irão sentir a emoção da descoberta do simbologista Robert Langdon através de uma paisagem magistral, inesperada e cheio de surpresas.</p>
<ul>
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</ul>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/omongeeoexecutivo/"><br />
<img class="aligncenter" title="O Monge e o Executivo - #7 livro mais vendido em 2008" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2008/12/o-monge-e-o-executivo.jpg" alt="O Monge e o Executivo" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos.</p>
<p>Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes.</p>
<p>Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, ideias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. <strong>O Monge e o Executivo</strong> é,  sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.</p>
<ul>
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<li>Leia a <a href="http://www.lendo.org/resenha-o-monge-e-o-executivo/">resenha do livro O monge e o Executivo</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/marleyeeu/"><br />
<img class="aligncenter" title="Marley e Eu - #6 livro mais vendido em 2008" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2008/12/marley-e-eu.jpg" alt="Marley e Eu" width="550" height="90" /></a></p>
<p>John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, &#8220;um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro&#8221;, que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem a &#8220;escola de boas maneiras&#8221;, de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.</p>
<ul>
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</ul>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/ameninaqueroubavalivros/"><br />
<img class="aligncenter" title="A menina que roubava livros - #5 livro mais vendido em 2008" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2008/12/a-menina-que-roubava-livros.jpg" alt="A menina que roubava livros" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em <strong>A Menina que Roubava Livros,</strong> livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do <em>The New York Times.</em></p>
<p>Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, <em>O Manual do Coveiro.</em> Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte.</p>
<p>O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.</p>
<p>Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.</p>
<ul>
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</ul>
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<img class="aligncenter" title="Lua Nova - #4 livro mais vendido em 2008" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2008/12/lua-nova.jpg" alt="Lua Nova" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Para Bella Swan, há uma coisa mais importante do que a própria vida: Edward Cullen. Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado. Edward já resgatara Bella das garras de um mostro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando&#8230;</p>
<p>Legiões de leitores que ficaram em transe com o best-seller &#8220;Crepúsculo&#8221; estão ávidos pela seqüência da história de amor de Bella e Edward. Em &#8220;Lua nova&#8221;, Stephenie Meyer nos dá outra combinação irresistível de romance e suspense com um toque sobrenatural. Apaixonante e cheia de reviravoltas surpreendentes, essa saga de amor e vampiros segue rumo à imortalidade literária.</p>
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<img class="aligncenter" title="Comer, rezar, amar - #3 livro mais vendido em 2008" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2008/12/comer-rezar-amar.jpg" alt="Comer, rezar, amar" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz: acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. &#8220;Comer, Rezar, Amar&#8221; é o relato da autora sobre o ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal. O livro ganhará uma versão para o cinema em 2008, com Julia Roberts no papel principal.</p>
<ul>
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<img class="aligncenter" title="A Cabana - #2 livro mais vendido em 2009" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/a-cabana.jpg" alt="A Cabana" width="550" height="90" /></a></p>
<p>A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, &#8220;A Cabana&#8221; invoca a pergunta: &#8220;Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?&#8221; As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.</p>
<ul>
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</ul>
<p><a href="http://www.lendo.org/comprar/amanhecermeyer/"><img class="aligncenter" title="Amanhecer - #1 livro mais vendido em 2009" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/amanhecer.jpg" alt="Amanhecer" width="550" height="90" /></a></p>
<p>Amanhecer é o último livro da série de Sthephenie Meyer com mais de 55 milhões de exemplares vendidos.</p>
<p>Nesse livro, Bella se vê a frente da difícil decisão da escolha fatal entre fazer parte do obscuro, mas sedutor, mundo dos imortais ou seguir uma vida totalmente humana. Escolha essa, que é o marco em Amanhecer e que poderá significar a transformação do destino dos dois clãs: vampiros e lobisomens. Assombroso e de tirar o fôlego, Amanhecer, a aguardada conclusão da saga Crepúsculo, esclarece os mistérios e os segredos desse fascinante épico romântico que tem arrebatado milhões de leitores.</p>
<p>Estar irrevogavelmente apaixonada por um vampiro é tanto uma fantasia como um pesadelo, costurados em uma perigosa realidade para Bella Swan. Empurrada em uma direção por sua intensa paixão por Edward Cullen, e em outra, por sua profunda ligação com o lobisomem Jacob Black, ela resistiu a um tumultuado ano de tentação, perda e conflito, para atingir o momento da decisão final. No momento em que Bella faz sua escolha, uma corrente de acontecimentos sem precedentes se desdobrará, com consequências devastadoras. No momento em que as feridas parecem prontas para ser cicatrizadas, e os desgastantes confrontos da vida de Bella, resolvidos, isso pode significar a destruição. Para todos. Para sempre.</p>
<p>Crepúsculo desafiou a imaginação. Lua Nova deixou os leitores sedentos por mais. Eclipse transformou a série em um fenômeno global. Agora, Amanhecer&#8230; o livro que todo o mundo estava esperando, encerra a saga de paixões e perigos de Sthephenie Meyer com um desfecho de tirar o fôlego.</p>
<p>Quando se Ama Aquele que vai Matá-la, Restam Alternativas?<br />
Como se pode correr, como se pode lutar, quando essa atitude magoaria o amado?<br />
Se sua vida é tudo o que você tem para dar ao amado, como não dá-la?</p>
<ul>
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</ul>
<p></p>
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<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>LIBRAS – Aprendendo a falar com as mãos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/lendo/~3/XK2mBTxjC5s/</link>
		<comments>http://www.lendo.org/libras-aprendendo-a-falar-com-as-maos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[LIBRAS]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Com todo o alvoroço que tem sido feito em torno da inclusão, os cursos de licenciatura incorporaram algumas disciplinas que visam dar subsídio àquele professor que precisar trabalhar com alunos diferentes. Uma dessas disciplinas, que estou fazendo nesse semestre, chama-se  LIBRAS &#8211; a Língua Brasileira de Sinais.
Muito mais que uma simples mímica, LIBRAS é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com todo o alvoroço que tem sido feito em torno da inclusão, os cursos de licenciatura incorporaram algumas disciplinas que visam dar subsídio àquele professor que precisar trabalhar com alunos diferentes. Uma dessas disciplinas, que estou fazendo nesse semestre, chama-se <strong> LIBRAS &#8211; a Língua Brasileira de Sinais.</strong></p>
<p>Muito mais que uma simples mímica, LIBRAS é uma linguagem completa, com estrutura própria, e extremamente divertida de aprender. Na faculdade, além das aulas práticas, temos também uma visão teórica que visa apresentar os surdos não como deficientes, mas como uma comunidade de pessoas diferentes que possuem sua cultura, seus costumes e vivem felizes comunicando-se com as mãos.</p>
<p>Enquanto eu tenho mais três semanas de aula terminando meu relatório de estágio (já terminei de dar as aulas faz tempo e não consegui atualizar a série <a href="http://www.lendo.org/tag/diario-de-um-professor-estagiario/">Diário de um professor estagiário</a>, mas logo vou deixar tudo em dia) e um artigo de Literatura Brasileira III que analisa a obra de Drummond e Baudelaire numa perspectiva bastante inovadora, quero indicar a você alguns textos que tratam da questão da surdez e, se lhe interessar, alguns vídeos e livros introdutórios no aprendizado de LIBRAS.</p>
<p><span id="more-1761"></span></p>
<h3>Textos sobre surdez e cultura surda</h3>
<ul>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_dos_surdos">Cultura dos surdos, na Wikipédia</a> &#8211; um artigo bem completo que trata de questões como o progresso da cultura surda, o erro da denominação &#8220;surdo-mudo&#8221;, e como um ouvinte deve agir perante um surdo.</li>
<li><a href="http://www.ines.gov.br/paginas/revista/debate3.htm">Identidade Cultural surda na diversidade brasileira, de Patrícia Luiza Ferreira Pinto</a> &#8211; uma abordagem mais profunda sobre a cultura surda e uma análise histórica da surdez no Brasil.</li>
<li><a href="http://www.perspectiva.ufsc.br/perspectiva_2006_especial/04_Maura_e_Alfredo.pdf">Marcadores culturais surdos: quando eles se constituem no espaço escolar, de Maura Corcini Lopes e Alfredo Veiga-Neto (PDF)</a> &#8211; artigo acadêmico que focaliza parte de uma pesquisa realizada com sujeitos surdos em fase de escolarização e/ou que militam na causa surda, analisando narrativas que tais surdos fazem sobre si e sobre a escola.</li>
</ul>
<h3>Livros sobre LIBRAS e surdez</h3>
<div class="vitrine vitrine-post">
<div class="produto">
<a href="http://www.lendo.org/comprar/cidadania-surdez-linguagem/"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/cidadania-surdez-linguagem.jpg" alt="Cidadania, Surdez e Linguagem" height="180" width="130"/></a><a href="http://www.lendo.org/comprar/cidadania-surdez-linguagem/">Cidadania, Surdez e Linguagem</a></div>
<div class="produto">
<a href="http://www.lendo.org/comprar/surdez-linguagem-neurolinguistica/"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/surdez-linguagem-neurolinguistica.jpg" alt="Surdez e Linguagem: Aspectos e Implicações Neurolinguísticas" height="180" width="130"/></a><a href="http://www.lendo.org/comprar/surdez-linguagem-neurolinguistica/">Surdez e Linguagem: Aspectos e Implicações Neurolinguísticas</a></div>
<div class="produto">
<a href="http://www.lendo.org/comprar/linguagem-surdez-educacao/"><img src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2009/12/linguagem-surdez-educacao.jpg" alt="Linguagem, Surdez e Educação" height="180" width="130"/></a><a href="http://www.lendo.org/comprar/linguagem-surdez-educacao/">Linguagem, Surdez e Educação</a></div>
</div>
<h3>Vídeos sobre LIBRAS e acessibilidade</h3>
<h4>Cidade Acessível &#8211; EDF Diversité</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EVV_I-FHNTg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/EVV_I-FHNTg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; O alfabeto</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/w72R_LVWiSs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/w72R_LVWiSs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Os números</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QVdzAXHsKvk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/QVdzAXHsKvk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Cumprimentos, pronomes pessoais e verbos</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aRdUGp6SETE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/aRdUGp6SETE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Cores, vestuário, pronomes interrogativos e verbos</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cVKz5s23f3c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/cVKz5s23f3c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Dados pessoais, adjetivos e verbos</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Jg1hXFkg4oQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Jg1hXFkg4oQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Localização, transporte e dias</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LZHO914cZ9k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/LZHO914cZ9k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Família e verbos</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fFZpVbjy75U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/fFZpVbjy75U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Natureza, animais e tempo</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jROd_dPopXg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jROd_dPopXg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Alimentos, meses, sentimentos e verbos</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rHeNU_PckkM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/rHeNU_PckkM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h4>Lições de LIBRAS &#8211; Meses e verbos</h4>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bfJ1Yr_jPFM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/bfJ1Yr_jPFM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
<p></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livroslancamentos/">Confira os últimos lançamentos em livros</a></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livrosmaisvendidos/">Veja a lista dos livros mais vendidos</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – Uma batalha perdida</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Aulas 6 e 7 do estágio de Língua e Literaturas de Língua Portuguesa.
Na sexta aula consegui, finalmente, levá-los até a biblioteca. Lá ficamos durante dois períodos de aula, nos quais realizei um trabalho em torno dos relacionamentos virtuais.
Lemos uma história em quadrinhos (que, na verdade, é um vídeo do youtube adaptado por mim, já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aulas 6 e 7 do estágio de Língua e Literaturas de Língua Portuguesa.</p>
<p>Na sexta aula consegui, finalmente, levá-los até a biblioteca. Lá ficamos durante dois períodos de aula, nos quais realizei um trabalho em torno dos relacionamentos virtuais.</p>
<p>Lemos uma história em quadrinhos (que, na verdade, é um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2WOLrviJrO4">vídeo do youtube</a> adaptado por mim, já que eu não teria recursos para mostrá-lo em sala de aula) chamada &#8220;Encontro Virtual&#8221;, com roteiro de Leonardo Armond. Logo após, lemos a reportagem <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u535295.shtml">Na hora de terminar o namoro, adolescentes preferem a internet e evitam o cara a cara</a>, de Anderson Santiago.</p>
<p><span id="more-1757"></span></p>
<p>Discutimos, em seguida alguns aspectos positivos e negativos em torno desse comportamento. A atividade proposta foi a criação de uma história em quadrinhos que 1) daria continuidade àquela que eles leram no início da aula, ou 2) retratasse um término de namoro via internet.</p>
<p>A maioria dos alunos gostou da atividade, cujo resultado final foi bastante satisfatório.</p>
<p>Obviamente, dei liberdade, durante toda a aula, para que os alunos olhassem os livros, e fizessem o empréstimo dos mesmos.</p>
<p>A aula 7 foi um tanto mais estressante. Estava programada a apresentação do trabalho proposto na aula 5, que era a elaboração de cartazes com um produto ainda não inventado, listando suas vantagens e desvantagens. Apenas 3 duplas apresentaram. Alguns esqueceram o trabalho em casa, outros deram alguma desculpa para apresentar na próxima aula.</p>
<p>Como previ que algo assim aconteceria, dei prosseguimento ao meu planejamento, adiantando o conteúdo da aula seguinte. Analisei dois anúncios publicitários e mostrei como eles utilizam elementos visuais e verbais para nos persuadir. O trabalho, a partir disso, foi a produção de um &#8220;anúncio publicitário sincero&#8221;: os alunos deveriam escolher um produto já existente e anunciá-lo com o objetivo de vendê-lo. O problema é que tanto as coisas boas quanto as possíveis coisas ruins daquele produto precisariam aparecer no anúncio.</p>
<p>A turma estava bem dispersa e, dessa vez, não consegui atrair a atenção de todos. Na próxima aula, continua a produção do anúncio publicitário, que terá, ainda, uma fase de reescrita orientada por mim.
<p></p>
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</ul>
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<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>A prática docente do professor de língua e literatura</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 14:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Educação no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Não costumo publicar aqui textos acadêmicos como o de hoje. No entanto, acredito que este é especialmente importante não apenas para professores ou futuros professores, mas também para estudantes de outras áreas e ainda para pais de alunos que costumam não saber o que exigir ou argumentar com o professor de seu filho.
A resenha a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não costumo publicar aqui textos acadêmicos como o de hoje. No entanto, acredito que este é especialmente importante não apenas para professores ou futuros professores, mas também para estudantes de outras áreas e ainda para pais de alunos que costumam não saber o que exigir ou argumentar com o professor de seu filho.</p>
<p>A resenha a seguir foi escrita por mim na disciplina de Estágio II em Língua e Literatura de Língua Portuguesa e tem servido de base teórica para minha prática docente.</p>
<p><span id="more-1756"></span></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/tag/diario-de-um-professor-estagiario/">Leia a série Diário de um professor estagiário.</a></li>
</ul>
<p>Hoje, numa época de incessantes questionamentos, advindos, principalmente, da percepção de que são necessárias mudanças urgentes nos mais diversos campos sociais, torna-se cada vez mais evidente que a escola tem ficado para trás devido ao surgimento não apenas de novas tecnologias, mas de um novo estilo de vida que acelerou e, ao mesmo tempo, fragmentou as relações do sujeito com ele próprio e com o mundo que o cerca. Dessa forma, devido à democratização do acesso ao conhecimento proporcionada pela internet e pela possibilidade de filtragem e condensação de informações que ela possibilita, unida à rapidez,  ao imediatismo e ao utilitarismo exigidos pelo usuário, as longas metodologias teórico-expositivas praticadas nas escolas viram-se completamente ultrapassadas e distantes da realidade dos alunos praticamente da noite para o dia.</p>
<p>Assim, como destaca Demo (2007, p. 13), “dar aula” não é mais a tarefa do professor, pois essa expressão denota uma simples reprodução do conhecimento, uma transmissão de instruções que estão a alguns cliques de distância, com cor, movimento e interatividade. O professor dessa nova era precisa ser redefinido (e redefinir-se) como quem cuida da aprendizagem do aluno, o que significa dedicação envolvente e contagiante, compromisso ético e técnico, habilidade sensível e sempre renovada de suporte, incluindo-se aí a rota de construção da autonomia. Nesse sentido, o centro do cenário é agora o aluno, que será apoiado, motivado, orientado e avaliado pelo professor, que passa a assumir o papel de mediador, aquele que não “tira dúvidas”, mas “faz dúvidas”, aquele que leva seu aluno a reconstruir conhecimento com mão própria, investindo nisso todo o cuidado possível e imaginável.</p>
<p>No entanto, uma mudança radical como essa implica em alguns problemas, alguns dilemas que atingem principalmente a figura do professor, mas que envolvem todo o sistema de ensino, desde aqueles que elaboram os currículos até a direção da escola e os pais dos alunos. A ação docente, por essa nova ótica, mantém um constante ir e vir entre o que se sabe e o que não se sabe, entre o que se deve fazer e o que se pode fazer, entre o que se experimentou anteriormente e a necessidade de introduzir inovações no momento atual, entre o que se havia previsto realizar e o que as condições de cada momento parecem aconselhar, ou seja, é um contexto de incerteza que gera todas essas dúvidas para o professor. Apesar disso, tais dificuldades são comuns em um cenário de mudança como esse que se desenvolve atualmente; enfrentar e superar esses dilemas torna-se, então, uma condição necessária à prática docente, que acaba imbuída pela necessidade de conscientização da comunidade escolar sobre os novos desafios aos quais a escola se vê submetida, a fim de avançar e deixar para trás sistemas já ultrapassados.</p>
<p>O professor de língua talvez seja um dos mais afetados por esse conjunto de modificações que, muitas vezes, são exigidas por um lado (os PCNs, digamos) e coibidas por outro (a direção da escola e pais dos alunos), já que tradicionalmente teve-se uma visão bastante diferente do português e da literatura àquela que os estudos mais recentes indicam: priorizou-se o ensino da gramática e de nomenclaturas em detrimento dos usos da língua, enfatizou-se a memorização de datas, lugares e autores ao invés de um estudo mais profundo do texto e da formação de leitores, deixou-se de lado o estudo dos gêneros, que viram-se generalizados em tipologias textuais, e assim por diante.</p>
<p>Quanto a essa visão tradicional do ensino de língua, Antunes (2009) considera alguns aspectos importantes que podem auxiliar o professor não apenas no planejamento de suas aulas, mas também na argumentação a favor de um modelo de ensino que rompa com algumas concepções ultrapassadas.</p>
<p>O primeiro desses aspectos é a prevalescência, nas aulas de português, de uma concepção estática de língua, demasiado simplificada e reduzida. Essa visão não leva em conta as mudanças do dia-a-dia, as imprevisibilidades e indefinições, muito menos os interlocutores e suas intenções, ou ainda o contexto de uso. Isso faz com que a língua seja facilmente esgotada em estudos de morfologia e sintaxe, nos quais a memorização de nomenclaturas aparece como objetivo principal (ou único). Como consequência, ao sentir-se incapaz de diferenciar, digamos, um objeto indireto de um complemento nominal, o aluno tende a afastar-se do português, por considerá-lo difícil, incompreensível, inaprendível, passando a ver-se como linguisticamente incompetente. Como resultado, o declínio da fluência verbal, da compreensão e das capacidades de leitura da linguagem simbólica e da elaboração de textos mais complexos e formais, entre outras, tornam-se problemas crônicos.</p>
<p>Outro aspecto levantado pela autora refere-se ao estudo do léxico na construção do texto. Para ela, o ensino da gramática que vem sendo priorizado ao longo dos anos tem deixado o professor sem tempo para o estudo dos demais componentes da língua, que deveriam ser abordados, em sala de aula, a partir de uma base textual, de modo a enfatizar aos alunos sua relevância e aplicabilidade. Uma forma de fazê-lo, proposta por ela, é “considerar o vocabulário dos textos como elemento de sua construção, de sua &#8216;arquitetura&#8217;, e não apenas como um conjunto de palavras que &#8216;têm um significado&#8217;.” (Antunes, 2009, p. 144).</p>
<p>Essa formação com vista no texto em si e não em uma metalinguagem abstrata é vista como uma condição <em>sine qua non</em> à formação de leitores, privilégio que, lamentavelmente, no Brasil, tem pertencido às classes mais favorecidas e sido relegado, como tarefa, exclusivamente ao professor de línguas – concepção ingênua a generalizada, pois desenvolver a capacidade e o gosto pela leitura é dever de toda a escola, em aliança com a família, já que a prática da leitura é algo que permite uma visão de mundo muito maior, dá o poder de enxergar e perceber o mundo circundante de forma mais apurada e crítica. Assim, ler nos torna cidadãos mais conscientes e comprometidos, por ser uma atividade que nos permite assumir diferentes papeis na construção de uma sociedade que respeite a lógica do bem coletivo e dos valores humanos.</p>
<p>Mas como trabalhar a leitura de forma efetiva em sala de aula? Como criar um ambiente em que os alunos sintam-se instigados, interessados e, ao mesmo tempo, sintam o prazer que o contato com os livros proporciona?</p>
<p>O primeiro problema que o professor enfrenta costuma ser a dificuldade de atrair a atenção de jovens que passam horas em frente ao computador, em contato com uma gama enorme de recursos gráficos e interativos que lhe proporcionam leituras fragmentadas e superficiais. Sabemos que não é possível (e talvez nem necessário), ainda, concorrer com esses recursos em sala de aula – as escolas, em sua maioria, não dispõem desse tipo de material – mas sabemos, por outro lado, que é necessário um esforço maior por parte do professor cujo objetivo é superar a superficialidade daquelas leituras virtuais.</p>
<p>Nesse sentido, uma proposta interessante, sugerida por Braga e Silvestre (2002), é a divisão da leitura em três etapas: pré-leitura, leitura-descoberta e pós-leitura. A pré-leitura, como o nome sugere, deve preceder a leitura do texto. É uma etapa de motivação em que se ativa o conhecimento prévio do aluno através de investigações: o professor instiga-o a adivinhar, formular hipóteses, fazer previsões, buscar alternativas, selecionar possibilidades, imaginar, etc., com o objetivo de favorecer uma melhor antecipação do sentido do texto que será trabalhado. A leitura descoberta é a etapa em que efetivamente é feita a leitura do texto que o professor deseja trabalhar. Aqui verificam-se as hipóteses levantadas na fase de pré-leitura e faz-se, passo a passo, uma construção de sentidos. Para isso, o professor deve ter em mente que o aluno talvez não enxergue uma simultaneidade de aspectos e informações, e por isso ele precisa da mediação do professor, que deve deixar claro o que ele deve buscar no momento da leitura. Por fim, a pós-leitura é o momento em que o aluno utiliza criticamente o sentido construído na etapa anterior, reflete sobre as informações recebidas e, assim, constrói conhecimento. O objetivo é ir além do texto, transformar a visão de mundo do leitor através de atividades que o permitam comparar situações, analisar procedimentos, julgar escolhas, etc.</p>
<p>Percebemos, então, que o papel do professor modificou-se. Não é mais suficiente a simples reprodução de informações a que os livros didáticos costumam limitar-se e que as novas tecnologias tornam cada vez mais acessíveis. O ensino da gramática como algo afastado de seu uso efetivo tornou-se dispensável, já que o grande problema não é a identificação de dígrafos ou complementos nominais, mas sim a compreensão, a interpretação e a capacidade de produção de textos mais complexos por parte dos alunos. Da mesma forma, estudar períodos históricos, datas e nomes de autores de nada serve para a compreensão de mundo e de sua dimensão simbólica que a literatura proporciona. Ser professor, hoje, significa criar cidadãos conscientes, engajados e preocupados com a realidade que os cerca – nosso desafio, portanto, é cada vez maior.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>ANTUNES, Irandé. <em>Língua, texto e ensino</em>: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.</p>
<p>BRAGA, Maria Regina e SILVESTRE, Maria de Fátima Barros. <em>Algumas questões sobre a leitura</em>. In:____. Construindo o leitor competente: atividades de leitura 	interativa para a sala de aula. São Paulo: Peirópolis, 2002.</p>
<p>DEMO, Pedro. <em>Professor do futuro e reconstrução do conhecimento</em>. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.</p>
<p>ZABALZA, Miguel. Os dilemas práticos dos professores. <em>Pátio</em>, Porto Alegre, nº 27, p. 8-11, ago./out. 2003.</p>
<p>ZILBERMAN, Regina. <em>Fim do livro, fim dos leitores?</em> São Paulo: SENAC, 2001.
<p></p>
<ul>
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<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – Aulas de porta fechada, mas com janelas abertas</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/diario-de-um-professor-estagiario-aulas-de-porta-fechada-mas-com-janelas-abertas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[No final do século XIX existiu uma escola literária chamada Parnasianismo, da qual fizeram parte nomes como Alberto de Oliveira e Olavo Bilac. Seu lema era &#8220;A arte pela arte&#8221;, por isso produziam uma poesia que presava muito pela forma, pela métrica, cujos temas passavam por vasos gregos, ornamentos árabes, animais personificados e algo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final do século XIX existiu uma escola literária chamada Parnasianismo, da qual fizeram parte nomes como Alberto de Oliveira e Olavo Bilac. Seu lema era &#8220;A arte pela arte&#8221;, por isso produziam uma poesia que presava muito pela forma, pela métrica, cujos temas passavam por vasos gregos, ornamentos árabes, animais personificados e algo de mitologia, mas ficavam longe de qualquer preocupação social.</p>
<p>O Parnasianismo acabou e junto com ele dissolveu-se essa visão da arte como um fim em si mesmo, que não precisa, necessariamente, ser algo engajado, preocupado com o mundo ao redor.</p>
<p>Pois bem, todo professor de literatura ou artes deveria ser um pouco parnasiano.</p>
<p><span id="more-1755"></span></p>
<p>Em pedagogia fala-se muito em <em>objetivo</em>. Tal atividade precisa ter um objetivo, precisa estar de acordo com um plano pré-definido, deve enquadrar-se com as perspectivas do aluno, ou, ainda, tal atividade está <em>sem</em> objetivo. Para mim, isso é correto em muitos casos, no entanto, quando falamos em arte, seja ela escrita, visual, auditiva, tátil, ou qualquer outra, é importante que, de vez em quando, paremos tudo para simplesmente apreciá-la sem objetivo algum.</p>
<p>Na quinta aula do meu estágio em Literatura e Língua Portuguesa, continuamos falando em tecnologia, dessa vez sobre os perigos do desenvolvimento tecnológico exagerado. Comecei resgatando o que os alunos sabiam sobre o assunto e lembrei-os do enredo do filme <em>Matrix</em>, destacando pontos importantes daquela realidade e, inclusive, adentrando em algumas questões filosóficas superficiais que, para minha surpresa, alguns alunos entenderam e até discutiram.</p>
<p>Em seguida, parei a aula para assumir a postura parnasiana que aqui defendo: levei 35 minutos para indicar 8 filmes que 1°) eu tinha certeza que os alunos gostariam muito, por serem bastante atuais e populares 2°) apresentam em sua história algo relacionado à tecnologia: máquinas futuristas, simulacros, realidades virtuais, etc. Foram 35 minutos de um rico diálogo em que vários alunos contribuíram para contar a história dos filmes que já tinham assistido e que prometeram assistir novamente, dessa vez com um novo olhar.</p>
<p>Indicar filmes teve algum objetivo? Até que teve: proporcionar a apreciação de uma arte que os atrai bastante sob uma nova ótica, mas acima de tudo salientar aquela arte como algo que não está assim tão distante dos rígidos currículos escolares.</p>
<p>Logo após, voltamos para o eixo &#8220;nós temos objetivo&#8221;: lemos uma crônica de Luis Fernando Veríssimo chamada <a href="http://www.velhosamigos.com.br/Colaboradores/LuizFver/luizfver14.html">Invólucros</a> e fizemos sua compreensão oral. O trabalho, a partir disso, foi produzir um cartaz que exporia um produto tecnológico criado por eles, a partir de uma montagem com imagens de revistas. Tal produto apresentaria vantagens e desvantagens para a humanidade, que deveriam ser listadas no cartaz para posterior apresentação oral. Um trabalho em duplas que os alunos parecem ter gostado. As apresentações serão semana que vem.<a href="http://www.velhosamigos.com.br/Colaboradores/LuizFver/luizfver14.html"><br />
</a>
<p></p>
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<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – Bibliotecas não deveriam ter chave</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 15:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Algo que me preocupava até agora no estágio era o fato de os alunos não terem gostado muito dos textos trabalhados, mesmo eles sendo sobre assuntos mais despojados, próximos aos gostos deles.
Na quarta aula, como já havia terminado o conteúdo gramatical, pude utilizar textos literários. Escolhi o conto Clic, de Luis Fernando Veríssimo, que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algo que me preocupava até agora no estágio era o fato de os alunos não terem gostado muito dos textos trabalhados, mesmo eles sendo sobre assuntos mais despojados, próximos aos gostos deles.</p>
<p>Na quarta aula, como já havia terminado o conteúdo gramatical, pude utilizar textos literários. Escolhi o conto <a href="http://www.releituras.com/lfverissimo_menu.asp"><em>Clic</em>, de Luis Fernando Veríssimo</a>, que foi um sucesso total: 99% da turma leu e adorou. Lembram da <a href="http://www.lendo.org/diario-de-um-professor-estagiario-a-ovelha-negra/">ovelha negra</a>? Até ele  gostou muito e inclusive foi um dos voluntários para uma leitura coletiva que fizemos.</p>
<p><span id="more-1752"></span></p>
<p>Porém, o que me chamou mais atenção em tudo isso foi que, após falar um pouco sobre o autor, passei 3 livros do Veríssimo para que os alunos manuseassem, olhassem, folhassem, lessem trechos, etc.: <a href="http://www.lendo.org/comprar/as-mentiras-que-os-homens-contam/">As mentiras que os homens contam</a>, <a href="http://www.lendo.org/comprar/comedias-para-ler-na-escola/">Comédias para ler na escola</a> e <a href="http://www.lendo.org/comprar/mais-comedias-para-ler-na-escola/">Mais Comédias para ler na escola</a> (algo bem à vontade, enquanto o resto da aula decorria); então, quando eu avisei que alguns daqueles livros estavam disponíveis na biblioteca da escola, muitos alunos pediram para que eu os levasse até lá, pois eles não têm acesso a ela, já que está sempre fechada por não haver bibliotecário na escola.</p>
<p>Prometi que na próxima aula os levaria. Assim, vou ter que fazer uma das coisas mais absurdas que eu poderia pensar: pedir a chave de uma biblioteca para poder levar alunos até lá.</p>
<p>E ao mesmo tempo, é anunciada a Prova Brasil 2009, que &#8220;avalia sistemas&#8221;, não alunos ou professores. O que dizer de um sistema como esse?
<p></p>
<ul>
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</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<item>
		<title>Diário de um professor estagiário – A ovelha negra</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/lendo/~3/aK3xf2m_TKg/</link>
		<comments>http://www.lendo.org/diario-de-um-professor-estagiario-a-ovelha-negra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lendo.org/?p=1750</guid>
		<description><![CDATA[Com o decorrer das aulas do estágio, vamos percebendo melhor a dinâmica da turma e as relações de poder que se manifestam ali. Percebemos, mais que as simples distinções participa/não participa ou bagunça/não bagunça, que há lideranças informais no grupo e que elas influenciam muito nas atitudes de todos os alunos.
O grande problema acontece quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o decorrer das aulas do estágio, vamos percebendo melhor a dinâmica da turma e as relações de poder que se manifestam ali. Percebemos, mais que as simples distinções participa/não participa ou bagunça/não bagunça, que há lideranças informais no grupo e que elas influenciam muito nas atitudes de todos os alunos.</p>
<p>O grande problema acontece quando esse líder informal é o aluno mais bagunceiro &#8212; conversa durante as explicações, não faz exercícios, intervém com assuntos totalmente fora do contexto, etc.</p>
<p><span id="more-1750"></span></p>
<p>A turma em geral tem respondido bem às aulas, alguns alunos que não participavam tanto, começaram a mostrar interesse no terceiro encontro, ontem. Até mesmo os meninos, que costumam ver o professor homem como um rival, começaram a demonstrar mais amizade e respeito. No entanto, aquele líder citado acima, por diversas vezes, interrompeu a ascensão intelectual da turma, através de conversas paralelas que dispersaram todo mundo.</p>
<p>Uma ameaça de levá-lo à direção resolveu temporariamente o problema, mas acho que nas próximas aulas não vai resolver. Então qual a solução para o caso? Como diluir aquela liderança? Percebi que muitos alunos sentiram-se incomodados com aquele comportamento, inclusive repreendendo-o em alguns momentos. Talvez o caminho seja exatamente esse: mostrar para os demais o quanto eles ficam prejudicados ao seguirem o comportamento sugerido por aquele referencial. Dessa forma, eles mesmos acabarão por intimidar o bagunceiro.</p>
<p><strong>Alguém já passou por casos parecidos? Como resolveu a situação? O que você acha dessa solução que eu proponho?</strong></p>
<p>Quanto ao conteúdo da aula, ontem abordei o lado positivo do desenvolvimento tecnológico através da evolução dos jogos de video-game/computador com uma exposição de imagens de jogos, formando uma linha do tempo, desde aqueles mais antigos, até os mais atuais. Os alunos perceberam, dessa forma, como esse mercado evoluiu em poucos anos, e refletiram sobre as vantagens e desvantagens dessa evolução.</p>
<p>A seguir, lemos uma reportagem retirada do site G1, intitulada <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,MUL1239041-9666,00-PRODUTORES+DE+GAMES+DAO+DICAS+PARA+QUEM+SONHA+EM+TRABALHAR+NA+AREA.html">Produtores de games dão dicas para quem sonha em trabalhar na área</a>, o que nos levou a refletir sobre o desenvolvimento tecnológico do Brasil e sobre as oportunidades de trabalho que ele pode proporcionar a quem desejar qualificar-se.</p>
<p>A partir do fragmento</p>
<blockquote><p>Eu diria que o maior desafio ao criar         &#8216;Taikodom&#8217; foi, sem dúvida, desenvolver tecnologia e         conhecimentos próprios, <strong>pois</strong> quando começamos não havia uma         metodologia pronta para se desenvolver um MMOG.</p></blockquote>
<p>introduzi a ideia de relação explicativa entre as orações, salientando as palavras <em>pois</em> (que poderia ser substituída por <em>porque</em>)<em>, </em>que exerce essa função.</p>
<p>Depois de alguns exercícios sobre essa relação explicativa, distribuí a reportagem <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,MUL1116510-9666,00-GUITAR+HERO+METALLICA+DEIXA+A+MARCA+DO+HEAVY+METAL+NOS+GAMES.html">&#8216;Guitar hero Metallica&#8217; deixa a marca do heavy metal nos games</a> com lacunas nos lugares onde há conjunções aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas ou explicativas, e entre parênteses o tipo de relação com que deveria ser preenchida aquela lacuna. Fiz o exercício junto com eles e terminei a terceira aula.
<p></p>
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<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – Hay que endurecer pero sin perder la ternura jamás</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 18:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das competências mais cobradas dos estagiários de licenciatura é o chamado controle de turma. Uma expressão bastante tradicional em meio a série de &#8220;inovações&#8221; as quais somos incitados a desenvolver como professores.
Controle de turma é a capacidade que o professor tem de fazer-se respeitar e ser ouvido em qualquer momento da aula, seja esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das competências mais cobradas dos estagiários de licenciatura é o chamado <em>controle de turma. </em>Uma expressão bastante tradicional em meio a série de &#8220;inovações&#8221; as quais somos incitados a desenvolver como professores.</p>
<p>Controle de turma é a capacidade que o professor tem de fazer-se respeitar e ser ouvido em qualquer momento da aula, seja esse momento conturbado ou não. Para mim, esse respeito precisa ser adquirido o mais cedo possível através de pequenos sinais, que, caso se faça necessário, podem culminar com uma atitude brusca.</p>
<p><span id="more-1748"></span></p>
<p>Minha segunda aula do estágio começou mais tranquila que a primeira, já que as apreensões iniciais haviam se dissipado. Fiz novamente uma breve apresentação para os alunos que tinham faltado e acrescentei o seguinte:</p>
<blockquote><p>Haverá um dia em que uma de minhas professoras da universidade vai vir observar nossa aula. Vai ser uma espécie de prova que eu estarei fazendo, então, caso vocês queiram ferrar com o professor, naquele dia vocês devem bagunçar bastante; se não quiserem, podem ser comportar um pouquinho melhor que o normal.</p></blockquote>
<p>Foi um risco calculado. Eu realmente desejo que <em>eles</em> decidam o que acham certo a partir das aulas que estão tendo comigo. Se <em>eles </em>apreciarem as aulas, tenho certeza que me recompensarão, caso contrário, estou disposto a enfrentar as consequências.</p>
<p>Essa fala também relaciona-se com a minha visão da educação, que busca dar autonomia maior para o aluno em casos em que normalmente ele não tem essa possibilidade. Além disso, é uma forma de expor minha absoluta segurança em estar fazendo um trabalho bom o suficiente para ganhar essa pequena recompensa.</p>
<p>A turma respondeu de forma bem humorada, como eu já esperava. Então iniciei a aula com uma rápida e também bem humorada revisão dos temas da aula anterior e estava pronto para iniciar a matéria do dia, quando alguns meninos começaram a pedir para ir ao banheiro ou para lavar as mãos. Deixei dois deles, um por vez, saírem. Após sua volta, um terceiro aluno veio até mim para mostrar suas mãos sujas de cola por uma bolinha de papel propositalmente arremessada por um colega. Olhei para o infrator e disse, com voz firme:</p>
<blockquote><p>&#8211; Na próxima&#8230;</p></blockquote>
<p>E ele virou a cabeça para conversar com alguém, rindo. Então falei com voz ainda mais firme e bastante alta:</p>
<blockquote><p>&#8211; Olhe para mim!<br />
&#8211; Na próxima brincadeira, diretoria.<br />
&#8211; Sim senhor.</p></blockquote>
<p>A turma inteira ouviu que aquele professor bem humorado, que traz atividades diferentes e gosta de ouvir a opinião dos alunos, também pode ser rígido como outro qualquer.</p>
<p>A aula, a partir desse ponto, seguiu normalmente e sem grandes interrupções. Em todos os momentos em que solicitei silêncio, obtive resposta quase que imediata.</p>
<p>Apesar disso, é importante ressaltar que não se trata de criar ressentimentos. Aquele aluno ficou cabisbaixo pelo resto da aula, mas não deixei-o de lado. Fiz perguntas referentes à matéria para ele, permiti que lesse suas respostas dos exercícios (assim como os outros) e continuei com o bom humor que todos merecem.</p>
<p>O resultado da primeira repreensão que fiz a um aluno é que adquiri o tão cobiçado <strong>controle de turma</strong>.
<p></p>
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<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – A primeira aula</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/diario-de-um-professor-estagiario-a-primeira-aula/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira aula de um estágio é provavelmente a mais problemática de todas. Qual será minha postura? Vou ser legal? Vou ser carrancudo? Um pouco dos dois? Como os alunos vão se comportar? O que vão achar de mim? Como vou manter a atenção deles?
Essas são questões que atormentam todo estagiário.
Saí da primeira aula um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira aula de um estágio é provavelmente a mais problemática de todas. Qual será minha postura? Vou ser legal? Vou ser carrancudo? Um pouco dos dois? Como os alunos vão se comportar? O que vão achar de mim? Como vou manter a atenção deles?</p>
<p>Essas são questões que atormentam todo estagiário.</p>
<p>Saí da primeira aula um pouco rouco. A turma é extremamente agitada e exigiu que eu levantasse a voz por várias vezes para ser ouvido. Apesar disso, consegui desenvolver todas as atividades que tinha em mente e tive uma resposta muito boa por parte dos alunos, que participaram bastante com suas respostas, fizeram os exercícios propostos e ainda elogiaram a aula.</p>
<p><span id="more-1746"></span></p>
<p>O roteiro foi basicamente o seguinte:</p>
<ol>
<li>Apresentação do professor e dos alunos, e alguns acordos referentes à estrutura das aulas, avaliação e ao estágio como um todo.</li>
<li>Exposição de imagens, via retroprojetor, que se relacionam ao tema gerador, que é a tecnologia.</li>
<li>Reflexão e discussão sobre as imagens.</li>
<li>Leitura do artigo de opinião <a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=8&amp;id_subcanais=28&amp;id_noticia=23801&amp;nome=&amp;descricao=&amp;foto=&amp;colunista=1&amp;pg=">Tecnologia em Benefício da Sociedade, de Marcelo Spaziani</a>.</li>
<li>Discussão sobre o texto.</li>
<li>Introdução sobre as relações frasais de adição e adversidade, entremeada de exercícios. (Uma metodologia que aborda diretamente o <strong>uso</strong> das conhecidas Orações Coordenadas aditivas e adversativas).</li>
</ol>
<p>A maior dificuldade, sem dúvida, foi a conversa. Talvez tenha sido o resultado de eu ter assumido uma postura um pouco mais liberal (mas não permissiva), com o objetivo de demonstrar como as aulas seriam diferentes daquelas as quais eles estão acostumados.</p>
<p>Para a próxima aula, quinta-feira, acho que vou ser um pouco mais rígido para não deixar que a coisa perca o controle e eu tenha que passar o resto das aulas gritando. Além disso, tenho que tomar cuidado para organizar um pouco mais minha fala de modo a não deixar ninguém perdido (principalmente os meninos, que possuem um pensamento mais linear).</p>
<p>Por fim, em uma autoavaliação, de 0 a 10, considero <strong>8</strong> uma nota justa.
<p></p>
<ul>
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<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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		<title>Diário de um professor estagiário – Introdução</title>
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		<comments>http://www.lendo.org/diario-de-um-professor-estagiario-introducao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de um Professor Estagiário]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Acadêmica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lendo.org/?p=1745</guid>
		<description><![CDATA[Os textos andam meio escassos por aqui no blog pelo motivo de que ando mergulhado no meu Estágio de Língua Portuguesa e Literatura.
Minhas aulas começam terça-feira, dia 6 de outubro, e terminarão só em novembro. Tenho uma turma de sétima série do Ensino Fundamental de uma escola pública.
São 23 alunos, entre os quais estão repetentes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os textos andam meio escassos por aqui no blog pelo motivo de que ando mergulhado no meu Estágio de Língua Portuguesa e Literatura.</p>
<p>Minhas aulas começam terça-feira, dia 6 de outubro, e terminarão só em novembro. Tenho uma turma de sétima série do Ensino Fundamental de uma escola pública.</p>
<p>São 23 alunos, entre os quais estão repetentes, alunos do curso normal, gente que chegou de escola particular neste ano, gente pobre  e gente não tão pobre. Uma turma EXTREMAMENTE heterogênea e, como era de se esperar, bastante agitada.</p>
<p>Além disso, a fala da professora titular não foi das mais incentivadoras: &#8220;As sétimas estão fracas esse ano. &#8220;, &#8220;Das três sétimas, essa é a mais fraca&#8221; e &#8220;Eles não se comportam, acho difícil tentar algo novo nessa turma.&#8221;</p>
<p><span id="more-1745"></span></p>
<p>Meu objetivo é ministrar 20 períodos de aula, que dividem-se, basicamente, assim:</p>
<ul>
<li>4 h/a para usos da língua a partir de gêneros textuais;</li>
<li>4 ou 5 h/a para leitura e interpretação de gêneros textuais;</li>
<li>1 h/a para produção textual;</li>
<li>1 h/a para reescrita da produção textual;</li>
<li>1 h/a para leitura dos textos produzidos;</li>
<li>8 ou 9 h/a para literatura.</li>
</ul>
<p>Como minha universidade é quase que totalmente freiriana, nosso planejamento é baseado na ideia de <em>tema gerador</em>, proposta por Paulo Freire. Assim, cada estagiário deve escolher um tema e trabalhar em torno dele, em forma de textos, imagens, músicas ou quaisquer outros recursos possíveis.</p>
<p>Meu tema é <strong>Tecnologia: seu brilho e suas amarras</strong>.</p>
<p>Muito bem, pra que tudo isso? Para avisar que vou escrever aqui um diário das experiências que um estagiário de Língua Portuguesa e Literatura terá ao longo desse período, que é o terror dos alunos de licenciatura.</p>
<p>Minhas aulas serão todas terças e quintas, portanto nas quartas e nas sextas um novo texto será publicado. Acredito que será uma boa amostra para os leitores que fazem licenciatura e já pensam em seu estágio, ou mesmo para aqueles que pretendem ingressar na carreira de professor.
<p></p>
<ul>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livroslancamentos/">Confira os últimos lançamentos em livros</a></li>
<li><a href="http://www.lendo.org/comprar/livrosmaisvendidos/">Veja a lista dos livros mais vendidos</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;franq=262104"><img src="http://i.S8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0"></a></p>
<hr />
<small>Este artigo pertence ao site <a href="http://www.lendo.org">Lendo.org</a> e foi escrito por André Gazola</small></p>
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