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	<title>INSIGHTER.ORG</title>
	
	<link>http://insighter.org</link>
	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 22:19:34 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Google Analytics Asynchronous Tracking</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/wL6mfdJX19s/google-analytics-asynchronous-tracking</link>
		<comments>http://insighter.org/web-analytics/google-analytics-asynchronous-tracking#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 02:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

		<category><![CDATA[Asynchronous Code]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>

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		<category><![CDATA[PageRank]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
O Google Analytics lançou no dia 01 de dezembro seu novo código de monitoramento de Web Sites. Trata-se do Asynchronous Tracking Code. Dentre os seus benefícios, os três abaixo destacam-se:
1) Deixa o carregamento das páginas do web site mais rápido
2) Torna a coleta dos dados mais ágil e precisa
3) Elimina erros de monitoramento quando a página [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p>O <strong>Google Analytics</strong> lançou no dia 01 de dezembro seu novo código de monitoramento de Web Sites. Trata-se do <strong>Asynchronous Tracking Code</strong>. Dentre os seus benefícios, os três abaixo destacam-se:</p>
<p>1) Deixa o carregamento das páginas do web site mais rápido<br />
2) Torna a coleta dos dados mais ágil e precisa<br />
3) Elimina erros de monitoramento quando a página não foi totalmente carregada</p>
<p>Esse novo código de monitoramente reflete claramente a importância que o Google está dando para o tempo de carregamento das páginas e vai exatamente de encontro com uma notícia que recebi essa semana via colega Pedro Belleza, que afirma que esse <strong>tempo passará a ser <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2009/11/13/google-page-speed-may-be-a-ranking-factor-in-2010" target="_blank">critério para indexação</a> nos resultados da busca do Google</strong>. Porém <a href="http://translate.google.com/translate?client=tmpg&amp;hl=pt&amp;u=http://googlewebmastercentral.blogspot.com/&amp;langpair=en|pt" target="_blank">esse link</a> é de um post no <em>Webmaster Central Blog</em> que confirma exatamente essa visão.</p>
<p>Isso quer dizer que apesar do Asynchronous Tracking Code ser tratado como beta e facultativo (ainda!), possivelmente ele será obrigatório e extremamente relevante em um futuro próximo.</p>
<p><span id="more-903"></span>Bem, vamos falar um pouco mais do novo código então:</p>
<p><strong>Como instalar???</strong><br />
Ao contrário do código atual do Google Analytics (conhecido como ga.js) o novo código deve ser instalado no trecho superior do código fonte (dentro do &lt;head&gt;) das páginas do web site.<br />
Para quem já tem o código ga.js e gostaria de passar a utilizar o código assíncrono, o Google recomenda que o usuário substitua o código atual pelo novo.</p>
<p><strong>Como funciona???<br />
</strong>Ele especifica a página web da propriedade ID e chama _trackPageview para enviar os dados de monitoramento de volta para os servidores do Google Analytics.</p>
<p>O trecho a seguir representa a configuração mínima necessária para acompanhar uma página de forma assíncrona.</p>
<p>&lt;script type=&#8221;text/javascript&#8221;&gt;</p>
<p>var _gaq = _gaq || [];<br />
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-XXXXX-X']);<br />
_gaq.push(['_trackPageview']);</p>
<p>(function() {<br />
var ga = document.createElement(&#8217;script&#8217;);<br />
ga.src = (&#8217;https:&#8217; == document.location.protocol ? &#8216;https://ssl&#8217; : &#8216;http://www&#8217;) + &#8216;.google-analytics.com/ga.js&#8217;;<br />
ga.setAttribute(&#8217;async&#8217;, &#8216;true&#8217;);<br />
document.documentElement.firstChild.appendChild(ga);<br />
})();</p>
<p>&lt;/script&gt;</p>
<p>Para usar o código acima basta inseri-lo no código fonte das páginas de seu web site apenas trocando o ID (&#8217;UA-XXXXX-X&#8217;) pela sua propriedade de identificação. Para implementar um código com mais funcionalidades de monitoramento, basta consultar os métodos disponíveis na API do Google e ver o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/analytics/docs/tracking/asyncUsageGuide.html" target="_blank">guia de uso</a>.</p>
<p>Função das partes que compõe o novo código:</p>
<p><em>Primeira parte</em><br />
A primeira parte do trecho de código de acompanhamento assíncrono atribui a variável _gaq para uma matriz JavaScript. Depois disso, duas chamadas API de monitoramento (codificado como matrizes) são empurrados para _gaq. Quando o código de controle é inicializado, ele transforma o objeto _gaq de uma matriz padrão em um novo objeto e executa todas as chamadas API de monitoramento inicialmente recolhidas na matriz. Com este recurso, você pode imediatamente monitorar e armazenar todas as chamadas, mesmo antes do código de monitoramento do Google Analytics ser baixado. Não precisa mais se preocupar com as condições de carregamento ou problemas de dependência do código de monitoramento ga.js.</p>
<p><em>Segunda parte</em><br />
A segunda metade do trecho fornece a lógica que carrega o código de monitoramento em paralelo com outros scripts na página. Ele executa uma função anônima que cria dinamicamente um elemento &lt;script&gt; e define a origem com o protocolo apropriado. Como resultado, a maioria dos navegadores irá carregar o código de monitoramento em paralelo com outros scripts na página, reduzindo assim o tempo de carregamento da página web. Nota-se aqui o uso futuro do HTML5 novo &#8220;async&#8221; atributo nesta parte do trecho. Quando ele cria o mesmo efeito que acrescentar um elemento &lt;script&gt; para o DOM, que oficialmente diz navegadores que este script pode ser carregado de forma assíncrona. Firefox 3.6 é o primeiro navegador a oferecer oficialmente suporte para este novo recurso. Se você está curioso, aqui estão mais detalhes sobre a especificação oficial <a href="http://www.whatwg.org/specs/web-apps/current-work/#attr-script-async" target="_blank">HTML5 async</a>.<br />
Apesar de ser um código ainda na versão Beta o <strong>Insighter.org</strong> já está fazendo os testes com o Asynchronous Tracking Code, pois acreditamos que tudo que vier para melhorar a experiência do usuário ao acessar conteúdos online deve ser utilizado. Além disso não podemos esquecer que uma grande parte da população brasileira ainda utiliza conexão discada para navegar na internet, o que torna o carregamento das páginas ainda mais lento.</p>
<p><em>Observação:</em> Agora que o semestre acabou os posts voltarão a ser freqüentes no Insighter.org. Nos últimos meses, eu e os outros editores acabamos acumulando novos projetos profissionais, bem como final de semestre na faculdade, o que acabou reduzindo bastante o ritmo dos posts. Isso irá mudar&#8230; pelo menos até março! ;)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/wL6mfdJX19s" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://insighter.org/web-analytics/google-analytics-asynchronous-tracking</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) - parte 2</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/8rnl0_oti08/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-2</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>

		<category><![CDATA[Ferramentas de SEO]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>

		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<category><![CDATA[Produtos]]></category>

		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Na primeira parte deste artigo, descrevi uma abordagem nova para a criação de um projeto web orientado à SEO. Esta abordagem foi criada a partir de uma adaptação do BSC Tradicional para o que denominei SEO-BSC.
A grande vantagem do uso desta abordagem, na minha opinião, foi a fácil visualização de todas áreas envolvidas e o encadeamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Na <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1" target="_self">primeira parte deste artigo</a>, descrevi uma abordagem nova para a criação de um projeto web orientado à <strong>SEO</strong>. Esta abordagem foi criada a partir de uma adaptação do <strong>BSC Tradicional</strong> para o que denominei <strong>SEO-BSC</strong>.</p>
<p>A grande vantagem do uso desta abordagem, na minha opinião, foi a fácil visualização de todas áreas envolvidas e o encadeamento de todas as especificações e definições para o melhor projeto em termos de <strong>SEO</strong> e usabilidade.</p>
<p>Esta metodologia é bastante indicada para projetos de grande porte, onde muitas vêzes é difícil ter uma visão de todas as variáveis.</p>
<p>Conforme o prometido anteriormente, trarei a seguir um exemplo prático desta experiência e de como estruturar as definições de <strong>SEO</strong> para um projeto novo utilizando o <strong>SEO-BSC</strong>.<span id="more-880"></span></p>
<p>Neste exemplo, iremos criar um estratégia de <strong>SEO</strong> para a reformulação de site de gastronomia já existente.</p>
<p>O novo site será dividido em 2 áreas principais</p>
<p><strong>I. Editorial:</strong></p>
<p>- Blogs<br />
- Entrevistas<br />
- Colunas de chefes<br />
- Matérias<br />
- Guias de restaurantes<br />
- Dicas de chefes com vídeos</p>
<p><strong>II. Receitas:<br />
</strong><br />
- Buscas por categorias e subcategorias ou palavras-chave (carnes, frango, sobremesas, cozinha asiática, italiana, etc)<br />
- Lista de Diretórios com diferentes classificações (tipo de cozinha, tipos de receita, etc)<br />
- Banco de dados de receitas<br />
- Lista de resultados de receitas<br />
- Página de Detalhe da receita</p>
<p><strong>III. OBJETIVO DO PROJETO:</strong> ser o site mais bem posicionado no mercado que atuamos</p>
<p>Sugiro o download do arquivo &#8220;<a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/estrategia_seo.xls">Estrategia_SEO.xls</a>&#8221; para acompanhamento do restante do post.</p>
<p>Conforme havia mencionado no post anterior, teremos 5 níveis para desdobrar este objetivo.</p>
<p><strong>1. Perpectivas dos Buscadores</strong>, que foi dividida em 3 blocos:</p>
<ul>
<li> Estratégia para aumentar a eficiência de indexação</li>
<li>Estratégia para o crescimento de popularidade</li>
<li>Estratégia para melhor posicionamentoCada um destes blocos foram quebrados em vários requisitos de SEO.</li>
</ul>
<p><strong>2. Perspectiva do Produto:</strong> neste nível cada um dos requisitos de <strong>SEO</strong> geram um ou mais requisitos para a <strong>arquitetura de informação</strong>, <strong>design de interfaces</strong> e definição de escopo para o produto.</p>
<p><strong>3. Perpectiva do Desenvolvimento:</strong> neste nível os itens de escopo e arquitetura de informação definidos para o produto são desdobrados em especificações funcionais para a equipe de desenvolvimento. Através destes itens conseguimos enxergar necessidades que deverão ser traduzidas em funcionalidades nas <strong>ferramentas de CMS</strong> e outras possíveis ferramentas de <strong>backoffice</strong>.</p>
<p>O Processo de elaboração deste documento contibui muito para que a equipe de desenvolvimento participe do projeto desde as etapas iniciais de concepção do produto.</p>
<p><strong>4. Perpectiva Editorial:</strong> neste nível podemos verificar os imapactos das definições de produto na estrutura de produção do conteúdo. Além de facilitar a identificação de deficiências das equipes editoriais em trabalhar em padrões orientados ao <strong>SEO</strong>, podemos visualizar itens que geralmente não fazem parte do projeto como a reformulação de padrões de nomenclatura de arquivos.</p>
<p><strong>5. Perpectivas de Recursos Humanos:</strong> neste nível podemos podemos criar dentro do projeto todos os treinamentos e materiais de apoio para as equipes do projeto e equipes editoriais para a manutenção do novo produto.</p>
<p>Acredito que esta é uma abordagem inovadora de como organizar um<strong> projeto web</strong>. Quando criei esta abordagem, não imaginaria que ela traria uma <strong>visão tão ampla do projeto</strong> nem traria uma integração tão forte entre as áreas envolvidas. Na prática esta experiencia tem sido muito bem sucedida em as áreas de <strong>desenvolvimento</strong> e <strong>arquitetura da informação</strong> tem demonstrado bastante alinhamento ao longo do <strong>projeto</strong>.</p>
<p>Este é um método que está sujeito a novas evoluções. Acredito que o próximo passo é  estabelecer indicadores de efetividade para cada nível do <strong>SEO-BSC</strong>. Assim podemos ter uma noção do sucesso da implementação das idéias criadas. É obvio que o resultado final somente poderá ser observado no Google quando o site entrar no ar!</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong>: <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1" target="_self">Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) - parte 1</a></p>
<p><strong>ARQUIVO PARA DOWNLOAD</strong>: <a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/estrategia_seo.xls">Estrategia_SEO.xls</a></p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/8rnl0_oti08" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como integrar UX com SEO e WA para obter excelentes resultados - Parte 1</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/WlWj5rKHtvw/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatix</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<category><![CDATA[UX]]></category>

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		<category><![CDATA[WA]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Tatiane Viana Castro

Tenho conversado com diversos designers de UX (user experience), SEO (search engine optimization) e WA (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Tatiane Viana Castro<br />
</em></p>
<p>Tenho conversado com diversos designers de <a title="Definição de UX" href="http://www.google.com.br/url?q=http://en.wikipedia.org/wiki/User_Experience_(UX)_Design&amp;ei=8nDzSrLXHsSslAfb1ri2Aw&amp;sa=X&amp;oi=define&amp;ct=&amp;cd=1&amp;ved=0CA8QpAMoAg&amp;usg=AFQjCNHaMg9r6r7-Vfi8lVG9QTUeY34acQ" target="_self">UX</a> (user experience), <a title="Definição de SEO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO" target="_self">SEO</a> (search engine optimization) e <a title="Definição de Web Analytics" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_analytics" target="_self">WA</a> (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, mas SEO e WA geralmente não estão envolvidos durante o processo de desenvolvimento do produto e acabam participando<strong> </strong>só antes e/ou depois do processo.</p>
<p>Minha proposta com essa série de aproximadamente 3 posts (demoro para escrever, mas quando começo não paro mais :) ), é mostrar que a integração de UX + WA + SEO através de iniciativas, ferramentas, documentos e atividades podem colaborar para que produtos interativos tenham um excelente ROI (retorno do investimento). Neste primeiro post, o foco é a integração de UX e WA com o uso de ferramentas oferecidas pelo <a title="Site do Google Analytics" href="http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/analytics/" target="_self">Google Analytics</a> e <a title="Google AdWords" href="http://adwords.google.com.br/" target="_self">Google AdWords</a>.</p>
<p><span id="more-838"></span></p>
<p>Mas antes de começar a falar sobre tudo isso, quero deixar claro que quando falo em designers de UX ou apenas designer, esses podem ser arquitetos de informação, designers de interação, designers de interface, enfim, profissionais que participam fortemente da concepção do produto e consequentemente são responsáveis pela experiência do usuário. E como varia muito de empresa para empresa, resolvi generalizar para facilitar o entendimento da ideia.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Atuando no planejamento de WA<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Profissionais de WA - também conhecidos como analista de métricas - passam por uma etapa de planejamento própria quando há um novo projeto ou quando há alterações consideráveis em um projeto existente. Neste caso, o designer de UX passa a ser um &#8220;cliente&#8221; do WA - assim como outros profissionais e áreas envolvidas no projeto, já que o designer informa quais são suas necessidades de monitoramento, mensuração, testes, entre outros. Entretanto, o designer de UX só conseguirá visualizar globalmente suas necessidades durante o fechamento de escopo, desenvolvimento de interface ou em outras etapas, ou seja,<strong> o início do planejamento de WA é o &#8220;durante&#8221; do processo de desenvolvimento e não o antes ou depois.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Portanto, a dupla (UX E WA) poderá definir quais ferramentas e configurações serão utilizadas durante o desenvolvimento do projeto, e as opções são inúmeras: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;">teste A/B e multivariado;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">criação de funis;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> segmentação;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> tracking;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">&#8230;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: small;"><strong>1) Teste A/B e multivariado<br />
</strong></span></p>
<p>O teste A/B é uma ferramenta simples de otimização utilizada para verificar qual versão de uma página ou peça publicitária é mais efetiva, considerando a conversão dos usuários. Já o teste multivariado é mais robusto e deve ser utilizado para testar uma múltiplas variações de conteúdo em uma página.</p>
<p>Testes como estes são fundamentais para que o designer verifique qual solução tem melhor resultado considerando dados quantitativos de conversão dos usuários. Com informações ricas como essas, <strong>as empresas deixam de tomar decisões baseadas em opiniões pessoais ou suposições vagas e passam a atuar com dados de alta fidelidade na tomada de decisão.</strong></p>
<p>É preciso deixar claro que testes assim não substituem um técnica de avaliação como o teste de usabilidade, mas podem oferecer respostas para dúvidas pontuais. Por exemplo, um designer pode querer testar se um botão de &#8220;comprar&#8221; converte mais usuários quando posicionado a direita na interface e com a cor de fundo azul, se as chamadas de conteúdo com imagem converte recebe mais cliques do que chamadas sem imagem e mais com o texto maior, etc.</p>
<div id="attachment_864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><img class="size-full wp-image-864" title="Exemplo de teste A/B no Gmail" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/testab_google.png" alt="Exemplo de teste A/B no Gmail" width="252" height="213" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de teste A/B no Gmail</p></div>
<p><span style="font-size: small;"><strong>2) Funil de conversão<br />
</strong></span></p>
<p>Funis são caminhos importantes que devem ser percorridos pelo usuário durante a navegação. Com um funil é possível principalmente mapear e corrigir abandonos observando páginas onde há uma considerável evasão por parte dos usuários.</p>
<p>Um funil bem comum é o de compra/pedido de produtos. Veja abaixo:</p>
<div id="attachment_839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-839" title="Funil de conversão - exemplo conceitual" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil_conceito-300x179.png" alt="Funil de conversão - exemplo conceitual" width="300" height="179" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão - exemplo conceitual</p></div>
<p>Outros objetivos de conversão comuns em funis são assinatura de newsletter, envio de e-mail por formulário de contato e download de documentos.</p>
<p>Para configurar um funil é preciso efetuar diferentes configurações, mas as principais são os objetivos de conversão, URL de origem e destino e URLs que fazem parte do funil. O Google Analytics exibe os dados do funil graficamente e também oferece detalhamento como total de conversões, taxa de abandono em cada página no funil, entre outros.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 495px"><img class="size-full wp-image-840" title="Funil de conversão do Goole Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil.png" alt="Funil de conversão do Goole Analytics" width="485" height="115" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão do Google Analytics</p></div>
<p>Como a quantidade de usuário naturalmente diminui de acordo com o nível de aprofundamento de navegação e conteúdo, é importante que o WA e o designer de UX definam quais taxas de abandono são aceitáveis para não haver nenhum erro de julgamento durante a análise.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">3) Segmentação</span></strong></p>
<p>Segmentação de usuário é  uma divisão dos usuários em grupos com interesses, perfis ou comportamentos semelhantes. Essa divisão pode ocorrer através de dados submetidos pelo usuário em formulários (campo profissão, sexo, idade&#8230;), seções em que o usuário navegou ou qualquer outra informação que a empresa tenha interesse e seja possível de se capturar, considerando sempre as políticas de privacidade divulgadas pela empresa. Por padrão, o Google Analytics possui segmentos pré-configurados, mas em alguns projetos é importante saber no detalhe &#8220;com quem estamos falando&#8221; e isso pode refletir em entrega diferenciada de conteúdo e até informações de valor para a criação de <a title="Definição de Personas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Personas" target="_self">Personas</a>.</p>
<div id="attachment_861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 479px"><img class="size-full wp-image-861" title="Segmentação padrão do Google Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/segmentacaopadraoga.png" alt="Segmentação padrão do Google Analytics" width="469" height="174" /><p class="wp-caption-text">Segmentação padrão do Google Analytics</p></div>
<p><strong><span style="font-size: small;">4) Tracking</span></strong></p>
<p>No Google Analytics é possível rastrear todas ações de clique realizadas pelo usuário, inclusive em páginas com ajax e conteúdo multimídia. Veja abaixo alguns exemplos de rastreamentos possíveis:</p>
<ul>
<li>Quais conteúdos são pouco ou bastante consumidos pelo usuário em uma determinada página;</li>
<li>Qual a quantidade de cliques em um item expecífico do menu principal;</li>
<li>Quais documentos foram baixados pelos usuários esta semana;</li>
<li>Que personalização os usuários fazem para visualização da interface (aumento de fonte, expansão de menu&#8230;).</li>
</ul>
<p>obs.: Farei mais sobre tracking nos próximos posts.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Publicação e acompanhamento contínuo<br />
</span></strong></p>
<p>Após a publicação do projeto, o designer de UX pode e deve trabalhar ainda mais próximo do WA analisando keywords de busca orgânica, acompanhando páginas de entrada e saída do site, tempo de acesso, conversão de funil e tudo mais que for de seu interesse. O designer ao analisar os resultados deve compartilhar suas conclusões e hipóteses junto ao WA, porque muitas vezes um dado isolado não responde um questão de forma certa e completa precisando então de uma análise avançada do especialista em análise de métricas (WA).</p>
<p><strong>Com o projeto está no ar, o designer de UX também deve procurar por padrões, tendências e extração de dados comportamentais e qualitativos para utilizar como insumo argumentativo na sugestão de mudanças ou criação de novos serviços ou produtos. </strong>Lembrando que antes de qualquer ação por parte do designer, ele deve validar suas conclusões com o profissional de WA.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O trabalho integrado dos dois profissionais cria uma base sólida e confiável para identificar corretamente as questões de design e a visualização dos dados, fazendo com que dados quantitativos e brutos sejam tranformados em estratégia de negócio e de experiência que geram excelentes resultados.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Designers de UX devem entender mais sobre números e Analistas de métricas (WAs) sobre histórias?</p>
<p>A pergunta é uma amostra do próximo post :P</p>
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		<item>
		<title>Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Tecnologia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/ZYxHpGrRELQ/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Este é o último post da série de 3 posts introdutórios sobre SEO. Nos posts anteriores apresentei outros 2 pilares importantes para um site bem otimizado para mecanismos de busca: Popularidade e Conteúdo.
Neste post o assunto é Tecnologia. A pergunta que este post procura abordar é:

QUAIS SÃO AS MELHORES PRÁTICAS NA HORA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Este é o último post da série de 3 posts introdutórios sobre <strong>SEO</strong>. Nos posts anteriores apresentei outros 2 pilares importantes para um site bem otimizado para mecanismos de busca: <strong>Popularidade</strong> e <strong>Conteúdo.</strong></p>
<p>Neste post o assunto é <strong>Tecnologia</strong>. A pergunta que este post procura abordar é:</p>
<ul>
<li><strong>QUAIS SÃO AS MELHORES PRÁTICAS NA HORA DE DESENVOLVERMOS UM SITE?</strong></li>
</ul>
<p>Existem muitas técnicas e dicas para o projeto de um site, a  seguir procuro fornecer uma visão de alguns itens básicos que devem ser verificados.<span id="more-824"></span></p>
<p><strong>1) DOMÍNIOS, CANONICAL ISSUES E REDIRECTS:</strong></p>
<p>Domínios www e sem-www são diferentes na visão do buscador, isto significa que sua reputação (PageRank) será diluída entre as diferentes versões indexadas.</p>
<p>Como podemos fazer com que a reputação de todos os dominios se concentrem no domínio de maior PageRank?</p>
<p>O Redirect 301 é o método mais indicado para obter este efeito. Além de trasmitir a reputação de uma página para outra, ele também auxilia nas seguintes questões:</p>
<ul>
<li>Transfere histórico da página</li>
<li>Transfere o Link Juice</li>
</ul>
<p><strong>Atenção</strong>: os redirects devem ser utilizados sem exageros, sob o risco de comprometer a usabilidade do Site.</p>
<p><strong>2) SITEMAPS</strong></p>
<p>Podemos também criar um arquivo em formato XML com toda a estrutura de conteúdo a ser indexada pelo buscador. Este arquivo não apenas provê o conteúdo indexável, mas também provê informações que facilitam a indexação. (ex: hierarquia na estrutura de navegação).</p>
<p>Os sitemaps XML podem ser gerados atendendo necessidades específicas (ex: Sitemap Mobile).</p>
<p>Em geral não devemos criar sitemaps que excedam  50.000 URLs ou 10Mb decompactados.</p>
<p><strong>3) ROBOTS.TXT</strong></p>
<p>Este é um arquivo que indica aos buscadores quais os conteúdos que devem e quais não devem ser indexados. Isto permite que o &#8220;<strong>link juice</strong>&#8221; não seja desperdiçado com página que não tenham relevancia alguma para o usuário final.</p>
<p><strong>4) URL REWRITE</strong></p>
<p>URL consiste em reescrever as URLs do site para torná-las mais amigáveis e mais relvantes para os buscadores.<br />
Devemos sempre buscar a utilização de palavras-chave em sua estrutura.<br />
A ordem de relevância é a seguintes: DOMÍNIO &gt; SUB-DOMÍNIO &gt; DIRETÓRIO &gt; SUB-DIRETÓRIO &gt; ARQUIVO.</p>
<p><strong>5) FLASH, FRAMES e JAVASCRIPT</strong></p>
<p>Evite utilização de Frames e Pop-Ups. Utilize flash apenas quando isto for essencial para enriquecer seu site e evite também a utilização de links em Javascript.</p>
<p><strong>6) CONTEÚDO DUPLICADO</strong></p>
<p>Quando existem conteúdo duplicados os buscadores consideram apenas uma versão dele. Isto pode levar ao criador do conteúdo ser excluido das listagens de resultados. A melhor solução é utilizar canonical Tags para atribuir ao autor do conteúdo a relevância que ele merece.</p>
<p><strong>7) HTML</strong></p>
<p>Procure sempre adotar os padrões W3C de código. Um código limpo facilita a navegação do Robô. Procure otimizar suas metaTags, Tags h, utilize strong em termos relevantes e busque sempre inserir atributos alt nas imagens.</p>
<p><strong>Conclusão</strong>:</p>
<p>As recomendações acima são apenas um ponto de partida para muitas outras melhorias que podem ser feitas. Cada um dos tópicos acima pode ser tema de muitos posts, pois aqui trouxemos apenas uma visão superficial deles.</p>
<p>Além disto, existem ainda outras técnidas e refinamentos que não foram abordadas neste post introdutório. É muito importante manter seu código sempre otimizado e enriquecer ele ao máximo com atributos.</p>
<p>Este é um tema que muda a todo o momento em função da constante evolução tecnológica e das lógicas adotadas pelos <strong>mecanismos de busca</strong>. Apesar da importância da tecnologia, devemos ter em mente que o que faz um site eficiente é o conjunto da &#8220;obra&#8221;. Desta forma, a sinergia entre o design, o código e as formas de divulgação é o que pode decidir se o seu projeto web será bem sucedido.</p>
<p><strong>PARA APROFUNDAR SEUS CONHECIMENTOS LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Popularidade" href="http://insighter.org/marketing/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-popularidade">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Popularidade</a></li>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo" href="http://insighter.org/marketing-online/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-conteudo">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo</a></li>
<li><a title="SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave" href="http://insighter.org/marketing-online/seo-pagerank-e-cauda-longa-de-palavras-chave">SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</a></li>
<li><a title="Estruturas de URL's: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?" href="http://insighter.org/seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios">Estruturas de URL&#8217;s: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?</a></li>
<li><a title="Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?" href="http://insighter.org/seo/landing-pages-como-criar-novas-portas-de-acesso-para-seus-produtos-na-internet">Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?</a></li>
</ul>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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		<item>
		<title>Nova Insighter: Tatiane Viana</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/ju90_mZl0uY/nova-insighter-tatiane-viana</link>
		<comments>http://insighter.org/design-usabilidade/nova-insighter-tatiane-viana#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Tatiane Viana, conhecida como Tatix, é a mais nova integrante do nosso projeto. Ela será responsável, principalmente, pelos conteúdos relacionados Arquitetura de Informação, Design de Interação e Usabilidade.
Trabalhei com Tatiane em 2007 quando foi desenvolvido um trabalho para estruturar a área de Design de Interfaces na Unidade de Internet do GrupoRBS. Durante o período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Tatiane Viana, conhecida como Tatix, é a mais nova integrante do nosso projeto. Ela será responsável, principalmente, pelos conteúdos relacionados <strong>Arquitetura de Informação,</strong> <strong>Design de Interação </strong>e <strong>Usabilidade</strong>.</p>
<p>Trabalhei com Tatiane em 2007 quando foi desenvolvido um trabalho para estruturar a área de Design de Interfaces na Unidade de Internet do GrupoRBS. Durante o período que convivemos juntos pude perceber que Tatiane é uma designer altamente <strong>Inovadora</strong> e <strong>Criativa</strong></p>
<p>Veja seu perfil no página de Editores</p>
<p><strong>Com grande alegria nós, editores do Insighter, damos as boas vindas a Tatiane!</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/ju90_mZl0uY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Arte da Inovação em 10 passos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/E914E7ucAq0/a-arte-da-inovacao-em-10-passos</link>
		<comments>http://insighter.org/inovacao/a-arte-da-inovacao-em-10-passos#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=780</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Em um post anterior mencionei que vejo a inspiração como base do processo de inovação. Além disso, acredito que a inovação tem que ser simples e objetiva. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.
Trago nesse post um vídeo (em inglês) do Guy Kawasaki, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Em um post anterior mencionei que vejo a <strong>inspiração</strong> como base do processo de <strong>inovação</strong>. Além disso, acredito que a inovação tem que ser <strong>simples</strong> e <strong>objetiva</strong>. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.</p>
<p>Trago nesse post um vídeo (em inglês) do <strong>Guy Kawasaki</strong>, que em 8 minutos consegue dar 10 dicas sobre <strong>inovação</strong> de forma <strong>inspiradora</strong> e <strong>simples</strong>. Para quem não sabe, o <strong>Guy Kawasaki</strong> comandou o Departamento de Marketing da Apple por muitos anos. Hoje ele é investidor de capital de risco, consultor e é considerado um dos maiores gurus do <strong>Marketing</strong>.<span id="more-780"></span></p>
<p><object width="480" height="295" data="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong><br />
Guy Kawasaki </strong>inicia o vídeo dizendo que cometeu muitos erros em sua carreira e que esses 10 passos são uma compilação dos principais erros e acertos dele.<br />
<strong><br />
Passo 1: Faça Sentido (Make Meaning)<br />
<span style="font-weight: normal;">Para inovar é necessário se ter o desejo de fazer a diferença, de transformar o mundo. Guy cita as empresas Apple e Cisco como um exemplo disso e alega que a meta inicial dessas empresas era de fazer sentido e não dinheiro. Dinheiro é uma consequência.<br />
<strong><br />
Passo 2: Crie um Mantra (Make a Mantra)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;Quantas pessoas trabalham em uma empresa que possui uma delcaração de Missão?&#8221; O problema é que todas elas se parecem iguais, usam palavras bonitas e não vão direto ao ponto. No vídeo, Guy Kawasaki resume uma declaração de Missão em 3 palavras. Uma declaração de Missão pode ser chata e difícil de se decorar, mas um mantra de 3 palavras pode ser lembrado todo dia.<br />
<strong><br />
Passo 3: Pule para a próxima Curva (Jump to the next curve)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;A inovação não vem do ato de fazer mais do mesmo.&#8221; Não adianta tentar criar um novo iPod para bater a Apple, assim como não adianta ficar adaptando um mesmo produto eternamente. É necessário pular para a próxima curva! Essa mentalidade é constantemente citada por todos que trabalham com inovação e está baseada na curva que indica o ciclo de vida de um produto ou serviço. Todos eles tendem a passar por uma fase de crescimento, maturidade e declínio. Um exemplo prático é o caso da Gillette, onde eles lançam frequentemente novas lâminas de barbear, sempre com o intuito de criar uma nova curva de produto enquanto o seu sucessor já está em declínio. No vídeo, Guy Kawasaki cita alguns exemplos: &#8220;Se você é um fabricante de gelo, pule para a curva de refrigeradores. Se você é fabricante de refrigeradores, pule para a curva de biotecnologia&#8221;. Esse é um dos maiores aprendizados sobre inovação e pode ser encontrado em muitos livros, como <a title="Livro &quot;A Estratégia do Oceano Azul&quot;" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/284939/estrategia+do+oceano+azul,+a?menuId=1060" target="_blank">A Estratégia do Oceano Azul</a>.<br />
</span></strong></span></strong></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_787" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares.jpg"><img class="size-medium wp-image-787  " title="Curvas não-lineares" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares-300x198.jpg" alt="Curvas não-lineares" width="442" height="198" /><br />
</a><p class="wp-caption-text">Reprodução de tela de uma apresentação do Kip Garland</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Passo 4: Jogue os Dados (Roll the DICE)</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">&#8220;Estamos criando algo que seja Profundo (</span>D<span style="font-weight: normal;">eep), Inteligente (</span>I<span style="font-weight: normal;">nteligent), Completo (</span>C<span style="font-weight: normal;">omplete) e Elegante (</span>E<span style="font-weight: normal;">legant)?&#8221; Guy Kawasaki utiliza a palavra DICE (dados) como uma sigla para quatro pilares fundamentais para que se consiga pular para a próxima curva.<br />
<strong><br />
Passo 5: Não se preocupe, não tem de ser perfeito! (Don&#8217;t worry, be crappy!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">A lição deixada por Guy neste passo é que &#8220;a perfeição é inimiga da receita&#8221;.<br />
<strong><br />
Passo 6: Deixe 100 flores  desabrocharem (Let 100 flowers blossom)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Frequentemente empresas descobrem que quem está comprando seus produtos não é o seu público-alvo e que os produtos estão sendo usados de forma diferente do que foi proposto. Muita gente fica extremamente perdida quando isso acontece. O conselho do Guy Kawasaki é: descubra quem está comprando, porque está comprando e dê mais motivos para essas pessoas comprarem.<br />
<strong><br />
Passo 7: Polarize as Pessoas (Polarize People)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Não tenha medo de polarizar as pessoas. Grandes produtos fazem isso! Muitas pessoas vão gostar e muitas não vão gostar, mas o pior cenário é quando ninguém se importa.<br />
<strong><br />
Passo 8: Agite e siga em frente! (Churn baby, churn!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Durante sua caminhada muita gente vai dizer que seus produtos não vão dar certo e que não precisam ser feitos. Se você ouvir essas pessoas nunca vai ter a chance de saber se daria certo. Por isso, siga em frente quando estiver confiante e deixe para ouvir as pessoas depois que o produto for lançado. Aí você pode fazer as melhorias necessárias.<br />
<strong><br />
Passo 9: Coloque-se em um nicho (Niche Thyself)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Todos os produtos querem ser únicos e valorizados. A solução é oferecer o produto certo no nicho adequado.<br />
<strong><br />
Passo 10: Siga a regra do 10, 20, 30 (Follow the 10, 20, 30 rule)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Uma apresentação em Power Point tem que ser capaz de passar toda sua mensagem em 10 slides, que devem ser apresentados em 20 minutos. O motivo? Se você tiver uma hora para fazer uma apresentação e utilizar um PC, vai precisar de uns 40 minutos para ajustar a máquina. Já o número 30 se refere ao tamanho de fonte que o Guy Kawasaki aponta como ideal para uma apresentação em Power Point.</span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/E914E7ucAq0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://insighter.org/inovacao/a-arte-da-inovacao-em-10-passos/feed</wfw:commentRss>
		<feedburner:origLink>http://insighter.org/inovacao/a-arte-da-inovacao-em-10-passos</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>A influência das Redes Sociais nos negócios – Episódio Boteco São Bento</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/iF2fqI46P_c/a-influencia-das-redes-sociais-nos-negocios-%e2%80%93-episodio-boteco-sao-bento</link>
		<comments>http://insighter.org/marketing/a-influencia-das-redes-sociais-nos-negocios-%e2%80%93-episodio-boteco-sao-bento#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 12:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Ferramentas de Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing Pessoal]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Reputação Online]]></category>

		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=771</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Começo esse post com a frase do Mauricio Bastos (o editor desse blog que menos comparece com novos posts) para definir a velocidade com que esse meio evolui e supera obstáculos que pareciam intransponíveis até pouco tempo atrás – “A internet é realmente incrível”!
Trabalho com web analytics e search marketing há pouco mais de 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p>Começo esse post com a frase do <a href="http://insighter.org/editores" target="_blank">Mauricio Bastos</a> (o editor desse blog que menos comparece com novos posts) para definir a velocidade com que esse meio evolui e supera obstáculos que pareciam intransponíveis até pouco tempo atrás – <em><strong>“A internet é realmente incrível”</strong></em>!</p>
<p>Trabalho com <strong>web analytics</strong> e <strong>search marketing</strong> há pouco mais de 2 anos e adoro o que faço. Dentre os motivos que tanto me fascinam na internet, destaco as informações disponíveis e a possibilidade de comunicação e interação instantânea com o cliente. É realmente incrível a quantidade de informações disponíveis de obter, analisar e transformar em indicadores relevantes para o seu negócio. Um exemplo disso é que o <strong>Insighter.org</strong> tem um internauta que acessa o blog da Bélgica (Brussels) sempre que um novo post é publicado, sem falhar uma vez sequer desde que o blog foi iniciado (possivelmente através do serviço de <a href="http://feeds2.feedburner.com/insighter" target="_blank">RSS</a> que avisa sempre que um novo post foi publicado)&#8230; aliás, será um prazer descobrir o seu nome e interesse específico em nos acompanhar. Mas esse post é mesmo para falar do segundo motivo&#8230;</p>
<p>Através do Ruy Carneiro (<a href="http://twitter.com/ruycarneiro" target="_blank">@ruycarneiro</a>) que sigo no <strong>twitter</strong>, cheguei no blog “<a href="http://resenhaem6.blogspot.com/" target="_blank">Resenha em 6</a>”, mais especificamente no post <strong>Boteco São Bento</strong> (<a href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema.html" target="_blank">o pior bar do sistema solar</a>). Li o post e descobri que se tratava da opinião de um dos editores do blog a respeito de um Bar (<a href="http://www.botecosaobento.com.br/beta/index2.html" target="_blank">Boteco São Bento</a>, localizado no bairro Vila Madalena/SP) que havia freqüentado em algum momento. Resumindo o post, o autor (Raphael Quatrocci) reclama do mau atendimento recebido no estabelecimento e sugere outros lugares onde, em sua opinião, o tratamento é melhor. O que me chamou atenção no momento foi o fato do post contar com mais de 500 comentários no momento. Quem escreve um blog, ou pelo menos acompanha um com alguma freqüência, sabe o quanto é raro se chegar a tal quantia de comentários (sem estar abaixo de um grande portal).</p>
<p><span id="more-771"></span>Acontece que em algum momento após o post ser publicado, o dono do Boteco São Bento chegou ao blog “<strong>Resenha em 6</strong>” e leu o post. É nesse ponto que quero chegar!</p>
<p>Por mais que qualquer estabelecimento preze pela satisfação do cliente, dedique força e investimento para que isso aconteça, <em>é impossível que 100% dos clientes saiam plenamente satisfeitos com o atendimento recebido</em>. Com certeza haverá sempre uma parcela que sairá com algum tipo de descontentamento ou, até mesmo, com um grau de desconforto tal que ele sinta-se instigado a passar a sua impressão para outras pessoas. Essa é a ordem natural das coisas, pois todas as pessoas possuem particularidades e diferentes reações em cada tipo de situação, sendo inviável antecipar as “n” variáveis possíveis para cada tipo de situação. <em>Cabe à empresa trabalhar para que essa parcela de descontentes nunca ultrapasse uma margem de tolerância, procurando sempre tentar reduzi-la ao máximo</em>.</p>
<p>Acontece que a internet possibilita a manifestação de todo tipo de opinião, sentimento ou gosto, que são inviáveis em outras mídias.  Em parte, a manifestação da opinião na internet ocorre pela possibilidade de fazer isso de forma “anônima” (o que é discutível), mas muito mais pelo grau de alcance e proporção que se pode obter. Ou seja, <strong>a internet é dos pouquíssimos meios que possibilita encontrar aquela pequena parcela de clientes insatisfeitos a ponto de transmitir sua opinião</strong>.<br />
- <strong><em>Notícia Ruim</em></strong>: O impacto negativo pode ser ainda pior se o cliente for um formador de opinião no assunto em questão.<br />
- <strong><em>Notícia Boa</em></strong>: O custo de acesso a internet não é alto e existem inúmeras ferramentas que auxiliam a encontrar comentários sobre sua marca/negócio/estabelecimento/etc.</p>
<p>Voltando ao post&#8230;<br />
<em>Se você fosse o dono ou gerente de marketing do Boteco São Bento, o que você faria ao ler post do Raphael Quatrocci???</em></p>
<p>Existem várias maneiras de tornar esse post negativo em uma informação positiva e contornar facilmente essa situação. Alguns exemplos:<br />
<strong>- Cordialidade</strong>: <strong><em>Transparência!</em></strong> Ao encontrar o relato, coloque-se a disposição para entender melhor o que aconteceu. Faça isso de forma aberta para que todos que leiam o blog vejam.<br />
- <strong>Fidelização do cliente e de seus seguidores</strong>: <strong><em>Seja humilde!</em></strong> Peça uma segunda chance ao insatisfeito. Ofereça uma visita custeada para ele ter certeza que não foi algo esporádico antes de continuar espalhando sua opinião primária.<br />
<strong>- Corrija o erro</strong>: <strong><em>Errar é humano, insistir no erro é burrice!</em></strong> Esse tipo de situação é uma ótima oportunidade para identificar um erro que até então parecia não existir.</p>
<p>Contudo, existe uma única maneira de tornar essa livre expressão de opinião, por parte dessa parcela mínima de insatisfeitos, em um problema infinitamente grande de uma parcela enorme de insatisfeitos. Para isso basta: Insistir no erro (negando que ele existiu), menosprezando a opinião do cliente insatisfeito (esse item pode ser ainda pior se for usada agressividade, intolerância e ameaça) e, ironicamente, de forma transparente onde todos os seguidores do insatisfeito vejam e sintam-se igualmente ofendidos. <strong>Juntando-se esses itens é possível criar um Viral poderoso o suficiente para destruir a reputação de qualquer estabelecimento</strong>.</p>
<p>Pois bem, o dono do <strong>Boteco São Bento</strong> resolveu seguir o caminho mais tortuoso, postando comentários agressivos e muitas ameaças. Acontece que o caso tornou-se um enorme <strong>viral na internet</strong> (<em>catalisado pelo poder de divulgação do <a href="http://twitter.com/" target="_blank">twitter</a></em>), e aquele único post em um blog que possivelmente tinha uma audiência baixíssima, multiplicou-se de tal forma que até mesmo uma grande revista como a <strong>Época</strong> resolveu dar <a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI95200-17281,00-BRIGA+VIRTUAL+DE+BAR+PODE+PARAR+NA+JUSTICA.html" target="_blank">destaque </a>para o fato. No momento que escrevo esse post, já existe uma <a href="http://juliano.barreto.googlepages.com/notifica%C3%A7%C3%A3oextra-judicial" target="_blank">notificação Extrajudicial</a> do estabelecimento Boteco São Bento intimando o blog “<strong>Resenha em 6</strong>” a tirar o conteúdo do ar em 24 horas, além de maiores implicações. O episódio tornou tamanha proporção que não ficarei surpreso se o <strong>Fantástico</strong> resolver fazer uma matéria sobre o fato no próximo domingo. <strong>Ou seja, o prejuízo tornou-se incalculável!</strong><br />
Digitando no <a href="http://www.google.com.br/search?rlz=1C1GGLS_pt-BRBR291BR305&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=bar+s%C3%A3o+bento" target="_blank">Google </a>“Bar São Bento”, é possível encontrar junto com o site do estabelecimento, inúmeros links que levam para matérias sobre o episódio, além do próprio blog “Resenha em 6” com (até o momento – 23h45 do dia 29/09) 948 comentários, sendo a ampla maioria negativos.</p>
<p>É claro que escrevi esse post baseado na suposição de que o relato do blog é verídico, assim como o autor dos posts em tom de protesto e ameaça, realmente é o dono do Bar. Também levei em consideração a credibilidade da revista <strong>Época</strong> e do portal <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/09/29/imprensa31094.shtml" target="_blank"><strong>UOL</strong> </a>que deram destaque para o fato. Porém mesmo que nada disso seja verdade (<em>particularmente duvido que TUDO isso seja invenção, porém acredito que uma parte possivelmente é gerada por aproveitadores que encontram nesse tipo de situação a possibilidade de alguns segundos de fama</em>), <strong>a situação é um ótimo exemplo de como se pode aproveitar o fato da internet aproximar quem compra de quem vendo, ao invés de tornar isso um meio de reduzir e rechaçar a importância da internet nos negócios atualmente</strong>.</p>
<p>Para finalizar esse post, aí vão algumas dicas simples de como monitorar sua presença na internet.<br />
- <strong><em>Google</em></strong>: faça buscas pela sua marca/negócio constantemente e gaste alguns minutos analisando os resultados da 1ª página (representa mais de 60% dos cliques).<br />
- <em><strong>twitter</strong></em>: 1) Utilize o sistema de buscas da Rede Social para monitorar o que está sendo falado sobre sua marca/negócio ou, até mesmo, sobre a sua pessoa. 2) Utilize o aplicativo gratuito TweetDeck para acompanhar de forma simples e rápida os termos desejados.<br />
- <strong><em>Orkut/Facebook/My Space</em></strong>: Procure se existem comunidades relacionadas ao seu negócio/marca (elas surgem de forma espontânea) e monitore os comentários. Criar uma comunidade, no caso de ainda não existir uma, pode ser um ponto positivo se houver acompanhamento e divulgação pró-ativo da mesma.</p>
<p>Em tempo, informo que os comentários aqui no Insighter.org são moderados devido à alta quantidade de Spam recebido. Tudo que não é Spam é liberado seja concordando ou discordando do nosso ponto de vista. <strong>Inclusive, aproveito para saber a opinião dos internautas sobre o nosso conteúdo e pedir sugestões de temas para os próximos posts</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Revolução e Evolução da Internet. Qual sua aposta para o futuro?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Futuro]]></category>

		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A extensão das mudanças que a Internet trará ainda não podem ser compreendidas e a velocidade disto nos assusta a cada dia que passa.
A web 1.0 revolucionou a Publicidade, a forma como as pessoas acessam informações. Vimos o E-mail substituir as mensagens postais, vimos os buscadores adquirirem relevância cada vez maior na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A extensão das mudanças que a <strong>Internet </strong>trará ainda não podem ser compreendidas e a velocidade disto nos assusta a cada dia que passa.</p>
<p>A <strong>web 1.0</strong> revolucionou a Publicidade, a forma como as pessoas acessam informações. Vimos o<strong> E-mail</strong> substituir as mensagens postais, vimos os buscadores adquirirem relevância cada vez maior na nossa rotina diária.</p>
<p>Na era da <strong>web 2.0</strong> vimos uma revolução dos serviços, <strong>e-commerce</strong>, produção de conteúdo, relacionamento interpessoal, educação, entre outros.</p>
<ul>
<li><strong>O que está por vir?</strong></li>
<li><strong>Convergência de Mídias?</strong></li>
<li><strong>Televisão + Internet?</strong></li>
</ul>
<p>A <strong>Convergência Digital</strong> trará um cenário totalmente novo com impactos economicos e diversos segmentos da economia e da Indústria. Quando a <strong>Televisão e Internet </strong>se fundirem, todos os serviços estarão dentro da sua casa e a compra poderá ser feita <strong>online</strong>. Isto redesenhará todo o modelo de organização do comércio e a forma com que as pessoas se relacionam como ele.  Haverá impacto no fluxo de mercadorias, gestão de estoques, gestão financeira, setor bancário, etc.<span id="more-748"></span></p>
<p>A <strong>Logística </strong>(para entrega de mercadorias) será uma área ainda mais crucial deste novo sistema e a <strong>Produção de Energia</strong> um desafio cada vez maior.</p>
<p>Em breve<strong> teremos a integração de serviços em um nível nunca visto antes</strong>. Bancos, lojas virtuais, estoques nas fábricas, reservas nos restaurantes: toda a cadeia de valor estará integrada.  Empresas de Internet e tecnologia estão incentivando o desenvolvimento de integrações abrindo suas plataformas para desenvolvedores de todo o mundo.</p>
<p>Já observamos algumas destas iniciativas como:  <a href="http://developer.apple.com/iphone/" target="_blank">iPhone Dev Cente</a>r (Aplicativos para iPhone) e o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/android/" target="_blank">Android</a> (Plataforma para Mobile do Google)</p>
<p>O <strong>Paypal </strong>em Novembro está abrindo sua plataforma e isto poderá impulsionar um nova gama de serviços financeiros. Veja o Vídeo abaixo:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rgT7gGciQrg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong>Outra grande revolução</strong> se dará no mercado de &#8220;<strong>broadcasting</strong>&#8220;. Algumas empresas de <strong>Internet </strong>estão investindo de forma maciça em <strong>streaming de vídeo</strong> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem" target="_blank">computação em nuvem</a>. Hoje, esbarram em limitações tecnológicas ne velocidade de transmissão.</p>
<p>Em um <strong>futuro </strong>bem próximo, este não será mais um limitador e as empresas de <strong>Internet </strong>passarão a competir com empresas que prestam serviços de transmissão. A <strong>Convergência de Mídias</strong> poderá ofecerer vantagens significativas para as empresas de <strong>Internet</strong>, pois estas terão maior know-how em <strong>interatividade</strong>, desenvolvimento de <strong>interfaces</strong>, <strong>usabilidade </strong>e <strong>integrações</strong> com outros sistemas.</p>
<p>As empresas que produzem <strong>conteúdo </strong>irão se associar a empresas o <strong>streaming </strong>e isto se dará através de uma rede única integrando Internet, Telefone, Televisão e Celular. Que tipo de parceirias iremos ver? Yahoo!Fox? Warner/MSN? AOL/Universal?</p>
<p><strong>Bom esse é apenas o meu palpite para o futuro&#8230; Qual é o seu?</strong></p>
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		<item>
		<title>Ad Exchange: Otimização de retorno no Google Ad Manager</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/qww5i23lUNE/ad-exchange-otimizacao-de-retorno-no-google-ad-manager</link>
		<comments>http://insighter.org/inovacao/ad-exchange-otimizacao-de-retorno-no-google-ad-manager#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing Online]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<category><![CDATA[Online]]></category>

		<category><![CDATA[Produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
A promessa do Ad Exchange da Doubleclick é ser uma ferramenta destinada para facilitar a vida das Agências. A Ferramenta promete fornecer uma visão mais abrangente do inventário de grandes campanhas online quando estas são realizadas em multiplos canais online e redes de conteúdo.
Na semana passada o Google anunciou a integração do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>A promessa do Ad Exchange da Doubleclick é ser uma ferramenta destinada para facilitar a vida das <strong>Agências</strong>. A Ferramenta promete fornecer uma visão mais abrangente do inventário de grandes <strong>campanhas online</strong> quando estas são realizadas em <strong>multiplos canais online</strong> e redes de conteúdo.</p>
<p>Na semana passada o <strong>Google </strong>anunciou a integração do Ad-Exchange a sua ferramenta de gestão de inventário para as empresas de mídia: o <strong>Google AdManager</strong>.<span id="more-734"></span></p>
<p>Isto significa que o número de anunciantes que disputam nas redes filiadas ao <strong>Google</strong>, por publicidade segmentada pelo conteúdo, aumentou sigificativamente. Desta forma a funcionalidade de otimização de preços do<strong> Google AdManager </strong>se torna ainda mais atraente para empresas de <strong>Mídia Online.</strong></p>
<p>Como funciona a otimização de preços?</p>
<p><strong>O Google AdManager</strong> gerencia entrega da Publicidade Tradicional (banners etc) e anúncios <strong>Adsense</strong> simultaneamente. Assim a ferramenta faz a entrega do tipo de anúncio (tradicional ou Adsense) que estiver dando o maior retorno em tempo real.</p>
<p>Além de priorizar que tipo de anúncio está oferecendo maior retorno a ferramenta possibilita a competição anunciantes que utilizam <strong>AdSense </strong>para divulgar sua publicidade.</p>
<p>Realizamos alguns testes em Janeiro de 2009, e detectamos que a ferramenta ainda apresentava deficiências na contabilização de audiência. Na nossa avaliação a ferramenta apresentava uma visão bastante distorcida dos dados de contabilização de acessos.</p>
<p>Para maiores detalhes sugiro a leitura do Blog do Google:</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/09/doubleclick-ad-exchange-growing-display.html">http://googleblog.blogspot.com/2009/09/doubleclick-ad-exchange-growing-display.html</a></p>
<p>e o vídeo sobre a ferramenta:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/pQZZId4TamI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pQZZId4TamI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/qww5i23lUNE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Monitorando campanhas pelo Google Analytics</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/weO8BAtAo7U/monitorando-campanhas-pelo-google-analytics</link>
		<comments>http://insighter.org/web-analytics/monitorando-campanhas-pelo-google-analytics#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 13:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

		<category><![CDATA[Análise de Audiência]]></category>

		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>

		<category><![CDATA[Métricas]]></category>

		<category><![CDATA[Online]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=722</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Nos últimos dias andei visitando algumas agências de marketing de Porto Alegre para conversar um pouco sobre Google Analytics, tirar dúvidas e mostrar algumas funcionalidades da ferramenta.
A conclusão que tirei é que, pelo menos aqui no Sul, só agora algumas agências estão voltando os olhos para o mundo online. Com certeza não são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p>Nos últimos dias andei visitando algumas agências de marketing de Porto Alegre para conversar um pouco sobre <strong>Google Analytics</strong>, tirar dúvidas e mostrar algumas funcionalidades da ferramenta.</p>
<p>A conclusão que tirei é que, pelo menos aqui no Sul, só agora algumas agências estão voltando os olhos para o mundo online. Com certeza não são todas as agências que encontram-se nesse estágio, mas acredito que quem acordou apenas agora para a internet  vai ter que correr atrás do tempo perdido.</p>
<p>São muitas as dúvidas de clientes e agências que atualmente já utilizam o <a href="http://www.google.com/analytics/" target="_blank">Google Analytics </a>como ferramenta para <strong>mensurar a audiência</strong> do site da empresa onde trabalham. Sim, eu disse audiência, pois nenhum deles está ainda <strong>mensurando KPI’s</strong> relacionados ao business e, muito menos, cruzando essas informações com <strong>receita</strong>, <strong>vendas</strong> ou <strong>leads</strong> gerados a partir do site. Acho que isso é uma evolução natural de quem só agora começou a enxergar o que é possível no mundo online. Mas esse post é para falar especificamente do erro mais comum de quem está anunciando na internet e procurando analisar os resultados no Google Analyitcs - <strong><em>o não “tageamento” dos links</em></strong>.</p>
<p><span id="more-722"></span>O Google Analytics possui um relatório chamado <strong>Campaigns</strong> dentro de <strong>Traffic Sources</strong> (<em>Fontes de Tráfego</em>) cuja finalidade é exatamente mensurar os resultados de Campanhas como <strong>Banner</strong>, <strong>Email Marketing</strong>, <strong>Redes Sociais</strong>, <strong>CPC</strong>, etc. Porém muitas pessoas ainda insistem em avaliar o desempenho das campanhas através do relatório <strong>Referring Sites</strong> (<em>Sites de Referência</em>), o que é um erro grave.</p>
<p>Vamos imaginar que uma agência vendeu uma campanha de Banner para um cliente num portal/site ou blog qualquer, e esse cliente acompanha a audiência do seu site através do Google Analytics. Ok, as peças foram produzidas e enviadas para o portal com link da capa do site do cliente e já estão veiculando no portal. Só que as peças foram produzidas em flash e&#8230; aí que reside o problema! Quando o usuário que está acessando o portal vê a peça do cliente e clica nela, ele é redirecionado para o site do cliente. Ótimo! Teoricamente essa audiência deve entrar como Sites de Referência, certo? Não! A peça foi produzida em <strong>flash</strong>, lembra? Acontece que na grande maioria dos cliques, o Google Analytics não vai contabilizar esse clique como Site de Referência, pois as peças em flash perdem a referência do site anterior quando o redirecionamento é feito e, dessa forma , esse clique conta no site do cliente como uma visita proveniente de Tráfego Direto. Ou seja, o cliente acha que a campanha está péssima!</p>
<p><strong><em>Mas então, como contabilizar essa campanha dentro do Google Analytics???</em></strong></p>
<p>Simples! Lembra do relatório Campaign dentro de Traffic Sources? É por este relatório que o acompanhamento da campanha deve ser feito. Para isto, basta que o link da peça seja “tageado” corretamente através da ferramenta <a href="http://www.google.com/support/googleanalytics/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=55578" target="_blank">URL Builder</a> do Google. É super simples de fazer e não precisa entender nada de TI para se fazer esse “tageamento”.</p>
<p>Veja o exemplo abaixo:</p>
<p>Digamos que eu queira fazer uma campanha de banner para divulgar o <a href="http://insighter.org/" target="_blank">Insighter</a>. Eu defini por “n” motivos que o melhor site para divulgar o Insighter é o blog <a href="http://wp.clicrbs.com.br/pensewww/" target="_blank">Pense WWW </a>do <a href="http://www.clicrbs.com.br" target="_blank">clicRBS</a>. Na <a href="http://publicidade.clicrbs.com.br/clicrbs/" target="_blank">negociação </a>com o clicRBS, eu acabei comprando o formato Super Banner para um mês inteiro e uma diária de DHTML (mídia de impacto) para um dia específico. Por fim, decidi criar 4 peças de Super Banner para veicular em rodízio durante o mês (cada peça vai focar em um dos assuntos do Insighter, Analytics, SEM, SEO e Marketing Online, e o link dessa peça vai ser sempre os posts da categoria de cada assunto).</p>
<p>Agora vamos tagear essa campanha&#8230;</p>
<p>Acesse esse link e veja o exemplo da figura abaixo:</p>
<div id="attachment_726" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/url-builder1.jpg"><img class="size-full wp-image-726 " title="URL Builder" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/url-builder1.jpg" alt="Exemplo de Tageamento para campanhas no Google Analytics" width="500" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de Tageamento para campanhas no Google Analytics</p></div>
<p>Abaixo o novo link de cada peça&#8230;</p>
<p><em>Super Banner - Web Analytics</em></p>
<p>http://insighter.org/categoria/web-analytics?utm_source=Pense%2BWWW&amp;utm_medium=Banner&amp;utm_term=Web%2BAnalytics&amp;utm_content=Super%2BBanner&amp;utm_campaign=Divulga%C3%A7%C3%A3o</p>
<p><em>Super Banner - SEM</em></p>
<p>http://insighter.org/categoria/web-analytics?utm_source=Pense%2BWWW&amp;utm_medium=Banner&amp;utm_term=SEM&amp;utm_content=Super%2BBanner&amp;utm_campaign=Divulga%C3%A7%C3%A3o</p>
<p><em>Super Banner - SEO</em></p>
<p>http://insighter.org/categoria/web-analytics?utm_source=Pense%2BWWW&amp;utm_medium=Banner&amp;utm_term=SEO&amp;utm_content=Super%2BBanner&amp;utm_campaign=Divulga%C3%A7%C3%A3o</p>
<p><em>Super Banner - Marketing Online</em></p>
<p>http://insighter.org/categoria/web-analytics?utm_source=Pense%2BWWW&amp;utm_medium=Banner&amp;utm_term=Marketing%2BOnline&amp;utm_content=Super%2BBanner&amp;utm_campaign=Divulga%C3%A7%C3%A3o</p>
<p><em>DHTML - Insighter Home</em></p>
<p>http://insighter.org/categoria/web-analytics?utm_source=Pense%2BWWW&amp;utm_medium=Banner&amp;utm_term=Insighter%2BHome&amp;utm_content=DHTML&amp;utm_campaign=Divulga%C3%A7%C3%A3o</p>
<p>Esse tipo de “tageamento” acima, feito para Banner, pode/deve ser utilizado para campanhas de Email Marketing (tageando cada link), CPC, Redes Sociais, entre outros. <strong>É super simples e pode ser customizado para o tipo de análise do resultado que se deseja</strong>. Imagine que se essa campanha fosse feita em mais de um blog, teríamos que criar um link diferente para o outro blog, apenas alterando Pense WWW pelo nome de outro blog e, dessa forma, seria possível mensurar o resultado de cada blog.</p>
<p>Vejam que esse post enorme é apenas para mostrar como devemos mensurar as campanhas online no Google Analytics. Em nenhum momento falamos de como podemos cruzar esses dados com receita, vendas, leads e tantos outros dados. Isso fica para um próximo post, onde falaremos de <strong>ROI</strong>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/weO8BAtAo7U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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	</channel>
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