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	<title>INSIGHTER.ORG</title>
	
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	<description>Inovação / SEO / SEM / Analytics</description>
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		<title>Google Wave: um exemplo de inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 23:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Experimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos


No dia de hoje o Google anunciou oficialmente que irá descontinuar o serviço Google Wave, que gerou polêmica na web ao suscitar a questão de que ele poderia ser o responsável por &#8220;matar&#8221; o email. Confesso que assisti ao lançamento dele no Google I/O e fiquei bastante entusiasmado.
Não demorou muito para eu criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p><em><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/08/Google_Wave_inbox.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-983" title="Google_Wave_inbox" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/08/Google_Wave_inbox-e1280963015370.png" alt="Google Wave" width="620" height="182" /></a><br />
</em></p>
<p>No dia de hoje o Google anunciou oficialmente que irá descontinuar o serviço <a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/08/update-on-google-wave.html" target="_blank">Google Wave</a>, que gerou polêmica na web ao suscitar a questão de que ele poderia ser o responsável por &#8220;matar&#8221; o email. Confesso que assisti ao lançamento dele no <a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/05/went-walkabout-brought-back-google-wave.html" target="_blank">Google I/O</a> e fiquei bastante entusiasmado.</p>
<p>Não demorou muito para eu criar waves de projetos na empresa onde eu trabalhava e participar de várias outras. O que se via era uma aplicação com uma interface complexa, cheia de bugs e incapaz de lidar com escalonamento (waves com muitos usuários chegavam a travar).</p>
<p>Hoje o Google Wave caiu e já vejo dezenas de pessoas no Twitter fazendo piadas e dizendo que o projeto foi um grande vexame.  Será mesmo? Que lições podemos tirar disso?</p>
<p><span id="more-976"></span></p>
<h2><strong>1) Fazendo a pergunta certa</strong></h2>
<p>Existe uma frase célebre do Einstein onde ele disse que se tivesse uma hora para resolver um problema do qual sua vida dependesse, ele passaria 55 minutos procurando a pergunta certa. Encontrando essa pergunta, 5 minutos seria mais do que suficiente para encontrar a solução. A pergunta central que norteou o desenvolvimento do Google Wave foi: <strong>será que existe alguma forma de concentrar em uma única plataforma os dezenas de meios de comunicação que existem hoje na web? </strong>A pergunta não estava errada. Basta ver o que o Facebook vem fazendo em sua timeline e o grau de sucesso deles.</p>
<h2><strong>2) A primeira impressão é a que fica<br />
</strong></h2>
<p>Se a pergunta feita estava correta, por que o projeto não vingou? Acho que um dos principais pontos está na execução. Quando se trabalha com inovação, é normal lançar produtos em Beta (quem melhor que o próprio Google para fazer isso?). Inclusive, essa é uma das principais formas para se distanciar dos potenciais concorrentes que ainda nem nasceram. Acontece que o Beta tem que ser bom o suficiente para convencer os usuários de que algo fabuloso está por vir. Um Beta cheio de bugs e falhas deixa uma péssima impressão e, num universo de altíssimo índice de dispersão, é suficiente para fazer com que ninguém mais volte.</p>
<h2><strong>3) Errar faz parte<br />
</strong></h2>
<p>O Google Wave não deu certo, e daí? Quando se trabalha com inovação não se pode ter medo de errar. O Google sabe bem disso e por isso chegou tão longe e consegue se manter na liderança. É necessário criar centenas de produtos para que um ou outro vingue. Faz parte do processo e não tem como ser diferente quando a sua meta é fazer algo para construir o futuro. O importante é aprender com os erros para se tornar cada vez melhor.</p>
<h2><strong> </strong><strong>4) Desapegando-se</strong></h2>
<p>Essa é a grande lição que o Google nos deu hoje. Uma das coisas mais difíceis quando se trabalha em qualquer projeto é saber o momento certo de se desapegar e partir para outra. Insistir em um erro ou em um produto que simplesmente não aconteceu é desperdício de tempo e dinheiro. É preciso ter em mente que nem tudo vai dar certo e é necessário saber quando parar. O Google mostrou ter culhões hoje, pois poderia deixar o produto de lado e não avisar ninguém. Ao comunicar oficialmente para o mundo que eles estão descontinuando o Google Wave, estão colocando sua cara a tapa (afinal, é um insucesso do maior player da Internet) e reconhecendo com humildade que não foi dessa vez.</p>
<p>Por fim, retomo a pergunta que fiz no início: <strong>é mesmo vergonhoso errar em um universo onde tão poucos acertam?</strong></p>
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		<title>Apresentações do Search Labs 2010</title>
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		<comments>http://insighter.org/eventos/apresentacoes-do-search-labs-2010#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 21:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Search Labs]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Continuando o post anterior, onde comentei que iria disponibilizar aqui no blog o material do Search Labs ’10, estou disponibilizando as apresentações dos palestrantes que encontrei até o momento.
Métricas avançadas para SEO (Ruy Carneiro e Leonardo Naressi)
Ótima apresentação para quem gosta de trabalhar com indicadores e tabelas em Excel
Search Labs 2010 &#8211; Metricas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p>Continuando o post anterior, onde comentei que iria disponibilizar aqui no blog o material do Search Labs ’10, estou disponibilizando as apresentações dos palestrantes que encontrei até o momento.</p>
<p><strong><span id="more-957"></span>Métricas avançadas para SEO</strong> (Ruy Carneiro e Leonardo Naressi)<br />
Ótima apresentação para quem gosta de trabalhar com indicadores e tabelas em Excel</p>
<div id="__ss_4859399" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Search Labs 2010 - Metricas Avancadas para SEO" href="http://www.slideshare.net/leonaressi/search-labs-2010-metricas-avancadas-para-seo">Search Labs 2010 &#8211; Metricas Avancadas para SEO</a></strong><object id="__sse4859399" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=searchlabs-2010-metricas-avancadas-para-seo-100728130247-phpapp02&amp;stripped_title=search-labs-2010-metricas-avancadas-para-seo" /><param name="name" value="__sse4859399" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4859399" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=searchlabs-2010-metricas-avancadas-para-seo-100728130247-phpapp02&amp;stripped_title=search-labs-2010-metricas-avancadas-para-seo" name="__sse4859399" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/leonaressi">Leonardo Naressi</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Otimização de Landing Pages</strong> (Eduardo Cereto e Gerson Robeiro) Infelizmente não conseguir ver essa palestra</div>
<div id="__ss_4860800" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Otimização De Landing Pages Search Labs" href="http://www.slideshare.net/grnribeiro/otimizao-de-landing-pages-search-labs">Otimização De Landing Pages Search Labs</a></strong><object id="__sse4860800" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=otimizaodelandingpagessearchlabs-12803533742725-phpapp01&amp;stripped_title=otimizao-de-landing-pages-search-labs" /><param name="name" value="__sse4860800" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4860800" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=otimizaodelandingpagessearchlabs-12803533742725-phpapp01&amp;stripped_title=otimizao-de-landing-pages-search-labs" name="__sse4860800" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/grnribeiro">grnribeiro</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Como se beneficiar de Resultados Locais do Google</strong> (Alex Sander Pellati)</div>
<div id="__ss_4873258" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Como se Beneficiar dos Resultados Locais do Google" href="http://www.slideshare.net/pelati/como-se-beneficiar-dos-resultados-locais-do-google">Como se Beneficiar dos Resultados Locais do Google</a></strong><object id="__sse4873258" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=comosebeneficiardosresultadoslocaisdogoogle-100730103301-phpapp02&amp;stripped_title=como-se-beneficiar-dos-resultados-locais-do-google" /><param name="name" value="__sse4873258" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4873258" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=comosebeneficiardosresultadoslocaisdogoogle-100730103301-phpapp02&amp;stripped_title=como-se-beneficiar-dos-resultados-locais-do-google" name="__sse4873258" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/pelati">Alex Pelati</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Landing Pages que convertem mais e melhor</strong> (Alejandro Dicovsky)</div>
<div id="__ss_4867714" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Landing pages que convertem mais e melhor" href="http://www.slideshare.net/multiplicabr/landing-pages-que-convertem-mais-e-melhor">Landing pages que convertem mais e melhor</a></strong><object id="__sse4867714" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=mxbrlandingssearchlabs10-100729151723-phpapp02&amp;stripped_title=landing-pages-que-convertem-mais-e-melhor" /><param name="name" value="__sse4867714" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4867714" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=mxbrlandingssearchlabs10-100729151723-phpapp02&amp;stripped_title=landing-pages-que-convertem-mais-e-melhor" name="__sse4867714" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/multiplicabr">Multiplica  Brasil</a>.</div>
<div id="__ss_4873212" style="width: 425px;">
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>O impacto dos resultados personalizados</strong> (Fabio Ricotta)</div>
<div id="__ss_4862093" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="O Impacto dos Resultados Personalizados" href="http://www.slideshare.net/fabioricotta/o-impacto-dos-resultados-personalizados">O Impacto dos Resultados Personalizados</a></strong><object id="__sse4862093" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=oimpactodosresultadospersonalizados-100728212525-phpapp01&amp;stripped_title=o-impacto-dos-resultados-personalizados" /><param name="name" value="__sse4862093" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4862093" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=oimpactodosresultadospersonalizados-100728212525-phpapp01&amp;stripped_title=o-impacto-dos-resultados-personalizados" name="__sse4862093" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/fabioricotta">Fábio Ricotta</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>WordPress para SEO</strong> (Guga Alves)</div>
<div id="__ss_4865984" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="WordPress SEO - SearchLabs 2010" href="http://www.slideshare.net/gugaalves/wordpress-seo-searchlabs-2010">WordPress SEO &#8211; SearchLabs 2010</a></strong><object id="__sse4865984" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=searchlabs-wordpressseo-100729101337-phpapp02&amp;stripped_title=wordpress-seo-searchlabs-2010" /><param name="name" value="__sse4865984" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4865984" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=searchlabs-wordpressseo-100729101337-phpapp02&amp;stripped_title=wordpress-seo-searchlabs-2010" name="__sse4865984" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/gugaalves">Guga Alves</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Otimização de conteúdo para usuários</strong> (Gustavo Guanabara)</div>
<div id="__ss_3430851" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="UaiSEO - CREO: Otimização de Conteúdo para Usuários - Gustavo Guanabara" href="http://www.slideshare.net/GustavoGuanabara/uaiseo-creo-otimizao-de-contedo-para-usurios-gustavo-guanabara">UaiSEO &#8211; CREO: Otimização de Conteúdo para Usuários &#8211; Gustavo Guanabara</a></strong><object id="__sse3430851" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=uaiseo-final-100314171413-phpapp01&amp;stripped_title=uaiseo-creo-otimizao-de-contedo-para-usurios-gustavo-guanabara" /><param name="name" value="__sse3430851" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse3430851" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=uaiseo-final-100314171413-phpapp01&amp;stripped_title=uaiseo-creo-otimizao-de-contedo-para-usurios-gustavo-guanabara" name="__sse3430851" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/GustavoGuanabara">Guanabara.info</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Encontrabilidade além da Otimização para Buscadores</strong> (Frederick Van Amstel)</div>
<div id="__ss_4851741" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Encontrabilidade Além da Otimização para Buscadores" href="http://www.slideshare.net/usabilidoido/encontrabilidade-alm-da-otimizao-para-buscadores">Encontrabilidade Além da Otimização para Buscadores</a></strong><object id="__sse4851741" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=encontrabilidadealem-100727144930-phpapp02&amp;stripped_title=encontrabilidade-alm-da-otimizao-para-buscadores" /><param name="name" value="__sse4851741" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4851741" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=encontrabilidadealem-100727144930-phpapp02&amp;stripped_title=encontrabilidade-alm-da-otimizao-para-buscadores" name="__sse4851741" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido">Frederick van Amstel</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Busca Paga &#8211; Automatizando Processos</strong> (Pavel Dolezal)</div>
<div id="__ss_4868362" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Ppc keywords discovery   search labs sao paulo 2010 pavel dolezal" href="http://www.slideshare.net/PavelDolezal/ppc-keywords-discovery-search-labs-sao-paulo-2010-pavel-dolezal">Ppc keywords discovery   search labs sao paulo 2010 pavel dolezal</a></strong><object id="__sse4868362" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ppckeywordsdiscovery-searchlabssaopaulo2010paveldolezal-100729170631-phpapp02&amp;stripped_title=ppc-keywords-discovery-search-labs-sao-paulo-2010-pavel-dolezal" /><param name="name" value="__sse4868362" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4868362" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ppckeywordsdiscovery-searchlabssaopaulo2010paveldolezal-100729170631-phpapp02&amp;stripped_title=ppc-keywords-discovery-search-labs-sao-paulo-2010-pavel-dolezal" name="__sse4868362" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/PavelDolezal">Pavel Dolezal</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;"><strong>Metodologia funcional de SEO</strong> (Willie Taminato)</div>
<div id="__ss_4873212" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Searchlabs 2010 - Metodologia funcional de SEO - Willie Taminato" href="http://www.slideshare.net/williet/searchlabs-2010-metodologia-funcional-de-seo-willie-taminato">Searchlabs 2010 &#8211; Metodologia funcional de SEO &#8211; Willie Taminato</a></strong><object id="__sse4873212" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=searchlabs2010-willie-100730102555-phpapp01&amp;stripped_title=searchlabs-2010-metodologia-funcional-de-seo-willie-taminato" /><param name="name" value="__sse4873212" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4873212" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=searchlabs2010-willie-100730102555-phpapp01&amp;stripped_title=searchlabs-2010-metodologia-funcional-de-seo-willie-taminato" name="__sse4873212" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/williet">Willie Taminato</a>.</div>
<div style="padding: 5px 0 12px;">Assim que eu conseguir outras apresentações atualizo esse post, centralizando aqui todas as apresentações do Search Labs 2010.</div>
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		<title>Avaliação do Search Labs 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
Nessa semana estive no Search Labs ‘10, que ocorreu em São Paulo nos dias 28 e 29, para ver as novidades na área de Search. O convite foi tentador, começando por palestrantes da “gringa” como Vanessa Fox, Melanie Mitchell, Gillian Muessig, e tantos outros nacionais igualmente bons. Esse post é para escrever a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p>Nessa semana estive no<a href="http://www.searchlabs.com.br/" target="_blank"> <strong>Search Labs ‘10</strong></a>, que ocorreu em São Paulo nos dias 28 e 29, para ver as novidades na área de Search. O convite foi tentador, começando por palestrantes da “gringa” como <strong>Vanessa Fox</strong>, <strong>Melanie Mitchell</strong>, <strong>Gillian Muessig</strong>, e tantos outros nacionais igualmente bons. Esse post é para escrever a minha avaliação sobre o evento.</p>
<p>Vou começar com uma frase do palestrante <strong>Alex Sander Pelati</strong>, diretor da agência Orange Five (AO5): <em>“De tudo que é falado em eventos como esse, aproveita-se em torno de 5 a 10% do que é dito”. </em><br />
Acredito que essa frase resume bem eventos desse porte. São muitos palestrantes que em sua maioria acabam sendo concorrentes diretos no mercado e, por isso, acabam não revelando todo o seu conhecimento e/ou estratégias utilizadas para obter o melhor resultado possível. Contudo isso não quer dizer que o evento foi ruim. Bem pelo contrário! <strong>Os 5 a 10% úteis falados no Search Labs ’10 foram bem interessantes e, possivelmente, esse já possa ser considerado o melhor evento de Search já feito no Brasil.</strong></p>
<p>Enfim, vou fazer uma avaliação dos seguintes itens relacionados ao <strong>Search Labs ’10</strong>:<br />
I) Organização do evento II) Palestrantes III) Conteúdo das palestras</p>
<p><strong><span id="more-950"></span>I) Organização do Evento</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Pontos Negativos</span>: Começou um pouco atrapalhado com uma fila enorme para fazer o cadastramento na entrada do 1º dia. Outro fator ruim ficou por conta do acesso à internet, onde o WiFi não funcionou em praticamente momento algum.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Pontos Positivos</span>: O local do evento (Hotel Renaissance) foi uma ótima escolha, tendo duas boas e outra ótima sala, como um todo muito confortável. A escolha da maioria dos palestrantes também foi bem acertada, tantos os nacionais quanto os internacionais, fizeram boas palestras e mostraram uma visão diversificada do tipo de estratégia utilizada. <span style="text-decoration: underline;">Contudo, acho que o principal “gol” da organização do evento, foi o fato de fazer um evento desse porte a um custo razoável. Como disse o Tiago Luz, isso contribui muito para tornar o Search um assunto acessível a todos que tem interesse, e não um conhecimento elitizado de uma minoria</span>.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Avaliação</span>: Gostei muito do evento, até mesmo porque os organizadores tiveram a humildade de reconhecer as falhas. Desta forma, só resta dar os parabéns e absolver qualquer tipo de erro. Aposto que o Search Labs ’11 será ainda melhor!!!</em></p>
<p><strong>II) Palestrantes</strong></p>
<p>Das palestras que assisti (infelizmente era necessário escolher apenas umas das três palestras que ocorriam de forma simultânea) gostei muito das seguintes palestras:</p>
<p>- Métricas Avançadas para SEO (do Leonardo Naressi e Ruy Carneiro)<br />
- Gerando links na Era do Social Media (do Todd Malicoat)<br />
- Site Clinic<br />
- Infra-Estrutura do seu site é fundamental para o sucesso em SEO (da Vanessa Fox)</p>
<p>Gostaria ainda de ter assistido a palestra da Gillian Muessig (SEO para CEO), do Eduardo Cereto e Gerson Ribeiro (Teste Multi Variáveis), do Guga Alves (WordPress), do Ariel Lambrecht (erros de SEO do Google), do Tiago Luz (Dicas para links patrocinados), do Cassiano Travareli (Link Building) e da Melanie Mitchell (Busca em muitos níveis).</p>
<p><em>Avaliação: De uma forma geral, gostei dos palestrantes. Todos bem acessíveis (até mesmo os do Google.. rsrsrs). Achei apenas que algumas apresentações poderiam ser mais elaboradas (principalmente a do Todd Malicoat).</em></p>
<p><strong>III) Conteúdo das Palestras<br />
</strong><br />
Conforme falei anteriormente, quase tudo que se falou foram coisas que todos que trabalham com <strong>SEO </strong>já vinham fazendo, até mesmo porque é uma obrigação de quem trabalha nessa área acompanhar as novas tendências e técnicas. Contudo duas abordagens me chamaram atenção no <strong>Search Labs ’10</strong>: a primeira foi a<span style="text-decoration: underline;"> <em>preocupação com a estrutura dos Sitemaps</em></span> e a segunda foi a <em><span style="text-decoration: underline;">quantidade de abordagens para link building</span></em>. Nesse segundo item, muito do que se falou foi derivado da nova onde de Social Media (aliás boas dicas), contudo chamou atenção a discussão sobre compra de links e punição para isso. Fazendo esse post, vi no twitter que foi aberta uma discussão no fórum de webmaster do Google para o assunto. Caso queira saber mais, <a title="Fórum sobre compra de links" href="http://www.google.com/support/forum/p/webmasters/thread?tid=12b5e4f6d4fce14a&amp;hl=pt-BR" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Avaliação</span>: Gostei da grande maioria das palestras. Mesmo aquelas que não trouxeram grandes novidades ajudaram bastante a confirmar o que já imaginava. Para não ficar em cima do muro, esperava um pouco mais da palestra sobre Resultados Personalizados do Google (do Fabio Ricotta) e, também, sobre API’s do Google (do Rodrigo Vale).</em></p>
<p>Nos próximos dias, vou postar mais alguns tópicos do evento como anotações minhas e material do evento. Peguei várias dicas de ferramentas, material dos palestrantes e também novas pessoas da área para seguir no twitter. Espero conseguir liberar isso já no final de semana.</p>
<p>Esse link <a title="twitter dos palestrantes" href="http://tweepml.org/Search-Labs-2010/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>aqui </strong></span></a>é a lista do twitter de todos os palestrantes do Search Labs ’10. Vale a pena seguir.</p>
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<p class="MsoNormal"><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p class="MsoNormal">Nessa semana estive no Search Labs ‘10, que ocorreu em São Paulo nos dias 28 e 29, para ver as novidades na área de Search. O convite foi tentador, começando por palestrantes da “gringa” como Vanessa Fox, Melanie Mitchell, Gillian Muessig, e tantos outros nacionais igualmente bons. Esse post é para escrever a minha avaliação sobre o evento.</p>
<p class="MsoNormal">Vou começar com uma frase do palestrante Alex Sander Pelati, diretor da agência Orange Five (AO5): <em>“De tudo que é falado em eventos como esse, aproveita-se em torno de 5 a 10% do que é dito”</em>.</p>
<p class="MsoNormal">Acredito que essa frase resume bem eventos desse porte. São muitos palestrantes que em sua maioria acabam sendo concorrentes diretos no mercado e, por isso, acabam não revelando todo o seu conhecimento e/ou estratégias utilizadas para obter o melhor resultado possível. Contudo isso não quer dizer que o evento foi ruim. Bem pelo contrário! Os 5 a 10% úteis falados no Search Labs ’10 foram bem interessantes e, possivelmente, esse já possa ser considerado o melhor evento de Search já feito no Brasil.</p>
<p class="MsoNormal">Enfim, vou fazer uma avaliação dos seguintes itens relacionados ao Search Labs ’10:<br />
I) Organização do evento II) Palestrantes III) Conteúdo das palestras</p>
<p class="MsoNormal">I) Organização do Evento</p>
<p class="MsoNormal">Pontos Negativos: Começou um pouco atrapalhado com uma fila enorme para fazer o cadastramento na entrada do 1º dia. Outro fator ruim ficou por conta do acesso à internet, onde o WiFi não funcionou em praticamente momento algum.<br />
Pontos Positivos: O local do evento (Hotel Renaissance) foi uma ótima escolha, tendo duas boas e outra ótima sala, como um todo muito confortável. A escolha da maioria dos palestrantes também foi bem acertada, tantos os nacionais quanto os internacionais, fizeram boas palestras e mostraram uma visão diversificada do tipo de estratégia utilizada. Contudo, acho que o principal “gol” da organização do evento, foi o fato de fazer um evento desse porte a um custo razoável. Como disse o Tiago Luz, isso contribui muito para tornar o Search um assunto acessível a todos que tem interesse, e não um conhecimento elitizado de uma minoria.</p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="text-decoration: underline;">Avaliação</span>: Gostei muito do evento, até mesmo porque os organizadores tiveram a humildade de reconhecer as falhas. Desta forma, só resta dar os parabéns e absolver qualquer tipo de erro. Aposto que o Search Labs ’11 será ainda melhor!!!</em></p>
<p class="MsoNormal">II) Palestrantes</p>
<p class="MsoNormal">Das palestras que assisti (infelizmente era necessário escolher apenas umas das três palestras que ocorriam de forma simultânea) gostei muito das seguintes palestras:<br />
- Métricas Avançadas para SEO (do Leonardo Naressi e Ruy Carneiro)<br />
- Gerando links na Era do Social Media (do Todd Malicoat)<br />
- Site Clinic<br />
- Infra-Estrutura do seu site é fundamental para o sucesso em SEO (da Vanessa Fox)<br />
Gostaria ainda de ter assistido a palestra da Gillian Muessig (SEO para CEO), do Eduardo Cereto e Gerson Ribeiro (Teste Multi Variáveis), do Guga Alves (WordPress), do Ariel Lambrecht (erros de SEO do Google), do Tiago Luz (Dicas para links patrocinados), do Cassiano Travareli (Link Building) e da Melanie Mitchell (Busca em muitos níveis).</p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="text-decoration: underline;">Avaliação</span>: De uma forma geral, gostei dos palestrantes. Todos bem acessíveis (até mesmo os do Google.. rsrsrs). Achei apenas que algumas apresentações poderiam ser mais elaboradas (principalmente a do Todd Malicoat).</em></p>
<p class="MsoNormal">III) Conteúdo das Palestras</p>
<p class="MsoNormal">Conforme falei anteriormente, quase tudo que se falou foram coisas que todos que trabalham com SEO já vinham fazendo, até mesmo porque é uma obrigação de quem trabalha nessa área acompanhar as novas tendências e técnicas. Contudo duas abordagens me chamaram atenção no Search Labs ’10: a primeira foi a preocupação com a estrutura dos Sitemaps e a segunda foi a quantidade de abordagens para link building. Nesse segundo item, muito do que se falou foi derivado da nova onde de Social Media (aliás boas dicas), contudo chamou atenção a discussão sobre compra de links e punição para isso. Fazendo esse post, vi no twitter que foi aberta uma discussão no fórum de webmaster do Google para o assunto. Caso queira saber mais, clique aqui. (<a href="http://www.google.com/support/forum/p/webmasters/thread?tid=12b5e4f6d4fce14a&amp;hl=pt-BR">http://www.google.com/support/forum/p/webmasters/thread?tid=12b5e4f6d4fce14a&amp;hl=pt-BR</a>)</p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="text-decoration: underline;">Avaliação</span>: Gostei da grande maioria das palestras. Mesmo aquelas que não trouxeram grandes novidades ajudaram bastante a confirmar o que já imaginava. Para não ficar em cima do muro, esperava um pouco mais da palestra sobre Resultados Personalizados do Google (do Fabio Ricotta) e, também, sobre API’s do Google (do Rodrigo Vale).</em></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Nos próximos dias, vou postar mais alguns tópicos do evento como anotações minhas e material do evento. Peguei várias dicas de ferramentas, material dos palestrantes e também novas pessoas da área para seguir no twitter. Espero conseguir liberar isso já no final de semana.</p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &amp;amp;amp;">Esse link aqui é a lista do twitter de todos os palestrantes do Search Labs ’10. Vale a pena seguir. <a href="http://tweepml.org/Search-Labs-2010/">http://tweepml.org/Search-Labs-2010/</a></span></p>
<p></mce></div>
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		<title>Passado, Presente e Futuro do SEO</title>
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		<comments>http://insighter.org/seo/passado-presente-e-futuro-do-seo#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Lembro-me quando ouvi falar de SEO pela primeira vez, lá em 2005. Naquela época eu vasculhava avidamente todo e qualquer site que falasse sobre Marketing Viral e Marketing de Guerrilha, assuntos que eram novos &#8211; para mim &#8211; e me deixavam muito entusiasmado. Daquele ano para cá muita coisa mudou, seja no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Lembro-me quando ouvi falar de <strong>SEO</strong> pela primeira vez, lá em 2005. Naquela época eu vasculhava avidamente todo e qualquer site que falasse sobre <strong>Marketing Viral</strong> e <strong>Marketing de Guerrilha</strong>, assuntos que eram novos &#8211; para mim &#8211; e me deixavam muito entusiasmado. Daquele ano para cá muita coisa mudou, seja no mundo (crise norte-americana, eleição de Barack Obama), na Internet (o Twitter só foi surgir em 2006) e na minha vida (passei por três empresas e trabalhei em diferentes áreas). Com <strong>SEO</strong> não foi diferente, passou de algo misterioso e &#8220;secreto&#8221; para um verdadeiro hype.<span id="more-918"></span></p>
<h2><strong>O Passado do SEO: Um mundo de mistérios<br />
</strong></h2>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/seo_blackbox.jpg"></a><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/seo_blackbox_2.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-924" title="SEO Black Box" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/seo_blackbox_2-300x212.jpg" alt="SEO Black Box" width="300" height="212" /></a><br />
</strong></p>
<p>Em um desses blogs onde eu lia sobre <strong>Marketing Viral</strong>, o autor colocava em evidência no topo de sua página que ele trabalhava com <strong>Otimização de Sites</strong> e prometia grandes resultados. Inclusive, mostrava uma página de cases, indicando em qual posição a marca e produtos de seus clientes estava no Google antes e depois do seu trabalho de otimização.</p>
<p>O assunto passou a chamar a minha atenção, mas a bibliografia era escassa (sobretudo no cenário nacional) e não lembro de ter encontrado nenhum nome consolidado (seja de empresa ou profisional) aqui no Brasil. Acabei parando por aí. <strong>SEO</strong> ficou parecendo para mim como se fosse algum truque de videogame, que é conhecido apenas por um pequeno grupo que faz de tudo para seu segredo não se espalhar. Uma verdadeira <strong>caixa preta</strong>.</p>
<p>E de fato era assim. Com um pequeno conhecimento (validando o site no W3C, otimizando titles, descriptions e keywords) já era possível notar uma grande diferença de posicionamento nos buscadores. Parecia mágica. Mas, se por um lado isso tornava o trabalho de <strong>SEO</strong> fácil de se fazer, por outro tornava difícil de se vender. Afinal, como vender algo que as pessoas não conheciam e dificilmente iriam entender. Para muitas empresas no Brasil a própria Internet era nova, imagine então o <strong>SEO</strong>.</p>
<h2><strong> </strong><strong>O Presente do SEO: O hype<br />
</strong></h2>
<p><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/SEO_hype.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-927" title="SEO Hype" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/SEO_hype-300x200.jpg" alt="SEO Hype" width="300" height="200" /></a><br />
</strong></p>
<p>O presente do <strong>SEO</strong> começou para mim em 2008, quando eu trabalhava no Grupo RBS e, pela primeira vez, tive um contato consistente com o assunto. Devo muito disso ao meu amigo Miguel Dorneles, que havia criado um setor de <strong>SEO/Web Analytics</strong> dentro da área de Internet da empresa e estava sempre aberto a falar sobre o assunto. Foi aí que eu comecei a entender que <strong>SEO</strong> é muito mais o desenvolvimento de uma estratégia digital do que realizar alguns truques isolados para ganhar posições no Google.</p>
<p>Foi nesse período que também comecei a destrinchar o assunto, acessando diariamente sites como o <a title="SEOmoz" href="http://seomoz.org" target="_blank">SEOmoz</a> e <a href="http://searchengineland.com/" target="_blank">Search Egine Land</a>, seguindo todo o conteúdo gerado pelo <a href="http://www.mattcutts.com/blog/">Matt Cutts</a> e lendo bastante conteúdo nacional, como o <a href="http://www.marketingdebusca.com.br" target="_blank">blog do Paulo</a> e artigos do pessoal da <a href="http://www.mestreseo.com.br" target="_blank">Mestre SEO</a>.</p>
<p>De 2008 para cá (2010) é o período que eu considero como sendo o hype do <strong>SEO</strong>. É um momento onde o mercado brasileiro já formou uma massa crítica significativa para comprar esse tipo de serviço e, por conta isso, muitas empresas focadas em <strong>otimização de sites</strong> estão prosperando a passos largos. Também é o momento onde fazer o básico já virou commodity (organizar titles e descriptions não é novidade para ninguém do meio), sendo necessário ir muito além disso e realmente mostrar serviço. Esse contexto também abre as portas para os oportunistas (como mostra a imagem acima), aqueles que sabem muito pouco &#8211; ou quase nada &#8211; sobre o assunto, mas encontram mercado vendendo &#8220;soluções mágicas&#8221; para aqueles que sabem menos ainda. É a mesma <a href="http://www.grapiuna.com/art/hp-pers.htm" target="_blank">história dos sobrinhos</a> durante o hype do desenvolvimento de sites na Internet.</p>
<p>Nessa mesma época (2008), o Miguel estava deixando o Grupo RBS e surgia a possibilidade de eu trabalhar diretamente com <strong>SEO</strong>. Não pensei duas vezes e abracei a oportunidade. Algumas pessoas que trabalhavam comigo chegaram a tentar me desencorajar, alegando que <strong>SEO</strong> tinha os dias contados, enquanto a área onde eu trabalhava (Gerenciamento de Projetos Web) era mais sólida. De fato a área onde eu trabalhava era mais estável, mas eu estava fascinado por <strong>SEO</strong> e disposto a arriscar. De uma coisa eu tinha certeza: o aprendizado valeria a pena.</p>
<h2><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong>O Futuro do SEO: para onde vamos?<br />
</strong></h2>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/Jason-Calacanis-SEO-no-future.jpg"><img class="size-medium wp-image-928 alignright" title="Jason Calacanis SEO no future" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/Jason-Calacanis-SEO-no-future-235x300.jpg" alt="Jason Calacanis SEO no future" width="235" height="300" /></a></strong>No fim das contas eu estava certo, o aprendizado valeu a pena. E toda essa mentalidade de engenharia reversa que envolve o mundo do <strong>SEO &#8211; </strong>e é uma das minhas grandes paixões &#8211; fez com que eu tomasse outros rumos e começasse a trabalhar com <strong>Inovação</strong>. Afastei-me bastante do dia a dia de <strong>SEO</strong>, mas, sempre que posso, procuro ficar a par do que está acontecendo.</p>
<p>O debate sobre o futuro do <strong>SEO</strong> sempre foi uma grande polêmica no meio, pois quem trabalha com otimização acaba sempre sendo dependente do que as ferramentas de busca estão fazendo. E se a lógica de busca atual deixar de existir de repente? E se as SERPs passarem a ser visuais? E se&#8230;? São muitas as questões, e evidentemente não temos todas as respostas.</p>
<p>Em alguns artigos que li, os autores defendiam que o profissional de <strong>SEO</strong> no futuro iria atuar como um estrategista digital, podendo trabalhar ao lado das duplas de criação das agências, por exemplo. Acredito que o caminho é mais ou menos por aí. Mesmo que o <strong>SEO </strong>&#8220;morra&#8221;, a mentalidade estratégica por trás desse trabalho não deverá morrer nunca, pois estamos falando de inteligência aplicada (no mundo digital).</p>
<h2><strong> </strong><strong>Sobre o Post</strong></h2>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/searchlabs_logo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-933" title="Search Labs" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2010/07/searchlabs_logo-300x167.jpg" alt="Search Labs" width="300" height="167" /></a><br />
</strong></p>
<p>Esse post foi escrito por causa do <a href="http://www.searchlabs.com.br/" target="_blank">Search Labs</a>, evento de <strong>Search Marketing</strong> que irá ocorrer nos dias 28 e 29 de Julho em São Paulo e do qual eu gostaria muito participar. Ele faz parte de um concurso do blog do evento, onde o vencedor irá ganhar um ingresso para participar.</p>
<p>Tenho muito interesse em estar lá, pois é um momento no qual passado, presente e futuro do <strong>Search</strong> irão se encontrar, desenhando uma visão de futuro para a própria web.</p>
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		<item>
		<title>Google Analytics Asynchronous Tracking</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/wL6mfdJX19s/google-analytics-asynchronous-tracking</link>
		<comments>http://insighter.org/web-analytics/google-analytics-asynchronous-tracking#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 02:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giresse Contini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Asynchronous Code]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[PageRank]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Giresse Contini
O Google Analytics lançou no dia 01 de dezembro seu novo código de monitoramento de Web Sites. Trata-se do Asynchronous Tracking Code. Dentre os seus benefícios, os três abaixo destacam-se:
1) Deixa o carregamento das páginas do web site mais rápido
2) Torna a coleta dos dados mais ágil e precisa
3) Elimina erros de monitoramento quando a página [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Giresse Contini</em></p>
<p>O <strong>Google Analytics</strong> lançou no dia 01 de dezembro seu novo código de monitoramento de Web Sites. Trata-se do <strong>Asynchronous Tracking Code</strong>. Dentre os seus benefícios, os três abaixo destacam-se:</p>
<p>1) Deixa o carregamento das páginas do web site mais rápido<br />
2) Torna a coleta dos dados mais ágil e precisa<br />
3) Elimina erros de monitoramento quando a página não foi totalmente carregada</p>
<p>Esse novo código de monitoramente reflete claramente a importância que o Google está dando para o tempo de carregamento das páginas e vai exatamente de encontro com uma notícia que recebi essa semana via colega Pedro Belleza, que afirma que esse <strong>tempo passará a ser <a href="http://www.webpronews.com/topnews/2009/11/13/google-page-speed-may-be-a-ranking-factor-in-2010" target="_blank">critério para indexação</a> nos resultados da busca do Google</strong>. Porém <a href="http://translate.google.com/translate?client=tmpg&amp;hl=pt&amp;u=http://googlewebmastercentral.blogspot.com/&amp;langpair=en|pt" target="_blank">esse link</a> é de um post no <em>Webmaster Central Blog</em> que confirma exatamente essa visão.</p>
<p>Isso quer dizer que apesar do Asynchronous Tracking Code ser tratado como beta e facultativo (ainda!), possivelmente ele será obrigatório e extremamente relevante em um futuro próximo.</p>
<p><span id="more-903"></span>Bem, vamos falar um pouco mais do novo código então:</p>
<p><strong>Como instalar???</strong><br />
Ao contrário do código atual do Google Analytics (conhecido como ga.js) o novo código deve ser instalado no trecho superior do código fonte (dentro do &lt;head&gt;) das páginas do web site.<br />
Para quem já tem o código ga.js e gostaria de passar a utilizar o código assíncrono, o Google recomenda que o usuário substitua o código atual pelo novo.</p>
<p><strong>Como funciona???<br />
</strong>Ele especifica a página web da propriedade ID e chama _trackPageview para enviar os dados de monitoramento de volta para os servidores do Google Analytics.</p>
<p>O trecho a seguir representa a configuração mínima necessária para acompanhar uma página de forma assíncrona.</p>
<p>&lt;script type=&#8221;text/javascript&#8221;&gt;</p>
<p>var _gaq = _gaq || [];<br />
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-XXXXX-X']);<br />
_gaq.push(['_trackPageview']);</p>
<p>(function() {<br />
var ga = document.createElement(&#8217;script&#8217;);<br />
ga.src = (&#8216;https:&#8217; == document.location.protocol ? &#8216;https://ssl&#8217; : &#8216;http://www&#8217;) + &#8216;.google-analytics.com/ga.js&#8217;;<br />
ga.setAttribute(&#8216;async&#8217;, &#8216;true&#8217;);<br />
document.documentElement.firstChild.appendChild(ga);<br />
})();</p>
<p>&lt;/script&gt;</p>
<p>Para usar o código acima basta inseri-lo no código fonte das páginas de seu web site apenas trocando o ID (&#8216;UA-XXXXX-X&#8217;) pela sua propriedade de identificação. Para implementar um código com mais funcionalidades de monitoramento, basta consultar os métodos disponíveis na API do Google e ver o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/analytics/docs/tracking/asyncUsageGuide.html" target="_blank">guia de uso</a>.</p>
<p>Função das partes que compõe o novo código:</p>
<p><em>Primeira parte</em><br />
A primeira parte do trecho de código de acompanhamento assíncrono atribui a variável _gaq para uma matriz JavaScript. Depois disso, duas chamadas API de monitoramento (codificado como matrizes) são empurrados para _gaq. Quando o código de controle é inicializado, ele transforma o objeto _gaq de uma matriz padrão em um novo objeto e executa todas as chamadas API de monitoramento inicialmente recolhidas na matriz. Com este recurso, você pode imediatamente monitorar e armazenar todas as chamadas, mesmo antes do código de monitoramento do Google Analytics ser baixado. Não precisa mais se preocupar com as condições de carregamento ou problemas de dependência do código de monitoramento ga.js.</p>
<p><em>Segunda parte</em><br />
A segunda metade do trecho fornece a lógica que carrega o código de monitoramento em paralelo com outros scripts na página. Ele executa uma função anônima que cria dinamicamente um elemento &lt;script&gt; e define a origem com o protocolo apropriado. Como resultado, a maioria dos navegadores irá carregar o código de monitoramento em paralelo com outros scripts na página, reduzindo assim o tempo de carregamento da página web. Nota-se aqui o uso futuro do HTML5 novo &#8220;async&#8221; atributo nesta parte do trecho. Quando ele cria o mesmo efeito que acrescentar um elemento &lt;script&gt; para o DOM, que oficialmente diz navegadores que este script pode ser carregado de forma assíncrona. Firefox 3.6 é o primeiro navegador a oferecer oficialmente suporte para este novo recurso. Se você está curioso, aqui estão mais detalhes sobre a especificação oficial <a href="http://www.whatwg.org/specs/web-apps/current-work/#attr-script-async" target="_blank">HTML5 async</a>.<br />
Apesar de ser um código ainda na versão Beta o <strong>Insighter.org</strong> já está fazendo os testes com o Asynchronous Tracking Code, pois acreditamos que tudo que vier para melhorar a experiência do usuário ao acessar conteúdos online deve ser utilizado. Além disso não podemos esquecer que uma grande parte da população brasileira ainda utiliza conexão discada para navegar na internet, o que torna o carregamento das páginas ainda mais lento.</p>
<p><em>Observação:</em> Agora que o semestre acabou os posts voltarão a ser freqüentes no Insighter.org. Nos últimos meses, eu e os outros editores acabamos acumulando novos projetos profissionais, bem como final de semestre na faculdade, o que acabou reduzindo bastante o ritmo dos posts. Isso irá mudar&#8230; pelo menos até março! ;)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/wL6mfdJX19s" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://insighter.org/web-analytics/google-analytics-asynchronous-tracking/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://insighter.org/web-analytics/google-analytics-asynchronous-tracking</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) – parte 2</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/8rnl0_oti08/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-2</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=880</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Na primeira parte deste artigo, descrevi uma abordagem nova para a criação de um projeto web orientado à SEO. Esta abordagem foi criada a partir de uma adaptação do BSC Tradicional para o que denominei SEO-BSC.
A grande vantagem do uso desta abordagem, na minha opinião, foi a fácil visualização de todas áreas envolvidas e o encadeamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Na <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1" target="_self">primeira parte deste artigo</a>, descrevi uma abordagem nova para a criação de um projeto web orientado à <strong>SEO</strong>. Esta abordagem foi criada a partir de uma adaptação do <strong>BSC Tradicional</strong> para o que denominei <strong>SEO-BSC</strong>.</p>
<p>A grande vantagem do uso desta abordagem, na minha opinião, foi a fácil visualização de todas áreas envolvidas e o encadeamento de todas as especificações e definições para o melhor projeto em termos de <strong>SEO</strong> e usabilidade.</p>
<p>Esta metodologia é bastante indicada para projetos de grande porte, onde muitas vêzes é difícil ter uma visão de todas as variáveis.</p>
<p>Conforme o prometido anteriormente, trarei a seguir um exemplo prático desta experiência e de como estruturar as definições de <strong>SEO</strong> para um projeto novo utilizando o <strong>SEO-BSC</strong>.<span id="more-880"></span></p>
<p>Neste exemplo, iremos criar um estratégia de <strong>SEO</strong> para a reformulação de site de gastronomia já existente.</p>
<p>O novo site será dividido em 2 áreas principais</p>
<p><strong>I. Editorial:</strong></p>
<p>- Blogs<br />
- Entrevistas<br />
- Colunas de chefes<br />
- Matérias<br />
- Guias de restaurantes<br />
- Dicas de chefes com vídeos</p>
<p><strong>II. Receitas:<br />
</strong><br />
- Buscas por categorias e subcategorias ou palavras-chave (carnes, frango, sobremesas, cozinha asiática, italiana, etc)<br />
- Lista de Diretórios com diferentes classificações (tipo de cozinha, tipos de receita, etc)<br />
- Banco de dados de receitas<br />
- Lista de resultados de receitas<br />
- Página de Detalhe da receita</p>
<p><strong>III. OBJETIVO DO PROJETO:</strong> ser o site mais bem posicionado no mercado que atuamos</p>
<p>Sugiro o download do arquivo &#8220;<a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/estrategia_seo.xls">Estrategia_SEO.xls</a>&#8221; para acompanhamento do restante do post.</p>
<p>Conforme havia mencionado no post anterior, teremos 5 níveis para desdobrar este objetivo.</p>
<p><strong>1. Perpectivas dos Buscadores</strong>, que foi dividida em 3 blocos:</p>
<ul>
<li> Estratégia para aumentar a eficiência de indexação</li>
<li>Estratégia para o crescimento de popularidade</li>
<li>Estratégia para melhor posicionamentoCada um destes blocos foram quebrados em vários requisitos de SEO.</li>
</ul>
<p><strong>2. Perspectiva do Produto:</strong> neste nível cada um dos requisitos de <strong>SEO</strong> geram um ou mais requisitos para a <strong>arquitetura de informação</strong>, <strong>design de interfaces</strong> e definição de escopo para o produto.</p>
<p><strong>3. Perpectiva do Desenvolvimento:</strong> neste nível os itens de escopo e arquitetura de informação definidos para o produto são desdobrados em especificações funcionais para a equipe de desenvolvimento. Através destes itens conseguimos enxergar necessidades que deverão ser traduzidas em funcionalidades nas <strong>ferramentas de CMS</strong> e outras possíveis ferramentas de <strong>backoffice</strong>.</p>
<p>O Processo de elaboração deste documento contibui muito para que a equipe de desenvolvimento participe do projeto desde as etapas iniciais de concepção do produto.</p>
<p><strong>4. Perpectiva Editorial:</strong> neste nível podemos verificar os imapactos das definições de produto na estrutura de produção do conteúdo. Além de facilitar a identificação de deficiências das equipes editoriais em trabalhar em padrões orientados ao <strong>SEO</strong>, podemos visualizar itens que geralmente não fazem parte do projeto como a reformulação de padrões de nomenclatura de arquivos.</p>
<p><strong>5. Perpectivas de Recursos Humanos:</strong> neste nível podemos podemos criar dentro do projeto todos os treinamentos e materiais de apoio para as equipes do projeto e equipes editoriais para a manutenção do novo produto.</p>
<p>Acredito que esta é uma abordagem inovadora de como organizar um<strong> projeto web</strong>. Quando criei esta abordagem, não imaginaria que ela traria uma <strong>visão tão ampla do projeto</strong> nem traria uma integração tão forte entre as áreas envolvidas. Na prática esta experiencia tem sido muito bem sucedida em as áreas de <strong>desenvolvimento</strong> e <strong>arquitetura da informação</strong> tem demonstrado bastante alinhamento ao longo do <strong>projeto</strong>.</p>
<p>Este é um método que está sujeito a novas evoluções. Acredito que o próximo passo é  estabelecer indicadores de efetividade para cada nível do <strong>SEO-BSC</strong>. Assim podemos ter uma noção do sucesso da implementação das idéias criadas. É obvio que o resultado final somente poderá ser observado no Google quando o site entrar no ar!</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong>: <a href="http://insighter.org/seo/desdobrando-estrategias-de-seo-utilizando-o-balanced-score-card-bsc-parte-1" target="_self">Desdobrando Estratégias de SEO utilizando o Balanced Score Card (BSC) &#8211; parte 1</a></p>
<p><strong>ARQUIVO PARA DOWNLOAD</strong>: <a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/estrategia_seo.xls">Estrategia_SEO.xls</a></p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/8rnl0_oti08" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como integrar UX com SEO e WA para obter excelentes resultados – Parte 1</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/WlWj5rKHtvw/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[GA]]></category>
		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[ROI]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[WA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=838</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Tatiane Viana Castro

Tenho conversado com diversos designers de UX (user experience), SEO (search engine optimization) e WA (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Tatiane Viana Castro<br />
</em></p>
<p>Tenho conversado com diversos designers de <a title="Definição de UX" href="http://www.google.com.br/url?q=http://en.wikipedia.org/wiki/User_Experience_(UX)_Design&amp;ei=8nDzSrLXHsSslAfb1ri2Aw&amp;sa=X&amp;oi=define&amp;ct=&amp;cd=1&amp;ved=0CA8QpAMoAg&amp;usg=AFQjCNHaMg9r6r7-Vfi8lVG9QTUeY34acQ" target="_self">UX</a> (user experience), <a title="Definição de SEO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO" target="_self">SEO</a> (search engine optimization) e <a title="Definição de Web Analytics" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_analytics" target="_self">WA</a> (web analytics) e a opinião é unânime: todos querem trabalhar de forma mais integrada para gerar os melhores resultados em um produto. Ok, todos os profissionais envolvidos no desenvolvimento de produtos interativos devem trabalhar de forma integrada, mas SEO e WA geralmente não estão envolvidos durante o processo de desenvolvimento do produto e acabam participando<strong> </strong>só antes e/ou depois do processo.</p>
<p>Minha proposta com essa série de aproximadamente 3 posts (demoro para escrever, mas quando começo não paro mais :) ), é mostrar que a integração de UX + WA + SEO através de iniciativas, ferramentas, documentos e atividades podem colaborar para que produtos interativos tenham um excelente ROI (retorno do investimento). Neste primeiro post, o foco é a integração de UX e WA com o uso de ferramentas oferecidas pelo <a title="Site do Google Analytics" href="http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/analytics/" target="_self">Google Analytics</a> e <a title="Google AdWords" href="http://adwords.google.com.br/" target="_self">Google AdWords</a>.</p>
<p><span id="more-838"></span></p>
<p>Mas antes de começar a falar sobre tudo isso, quero deixar claro que quando falo em designers de UX ou apenas designer, esses podem ser arquitetos de informação, designers de interação, designers de interface, enfim, profissionais que participam fortemente da concepção do produto e consequentemente são responsáveis pela experiência do usuário. E como varia muito de empresa para empresa, resolvi generalizar para facilitar o entendimento da ideia.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Atuando no planejamento de WA<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Profissionais de WA &#8211; também conhecidos como analista de métricas &#8211; passam por uma etapa de planejamento própria quando há um novo projeto ou quando há alterações consideráveis em um projeto existente. Neste caso, o designer de UX passa a ser um &#8220;cliente&#8221; do WA &#8211; assim como outros profissionais e áreas envolvidas no projeto, já que o designer informa quais são suas necessidades de monitoramento, mensuração, testes, entre outros. Entretanto, o designer de UX só conseguirá visualizar globalmente suas necessidades durante o fechamento de escopo, desenvolvimento de interface ou em outras etapas, ou seja,<strong> o início do planejamento de WA é o &#8220;durante&#8221; do processo de desenvolvimento e não o antes ou depois.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Portanto, a dupla (UX E WA) poderá definir quais ferramentas e configurações serão utilizadas durante o desenvolvimento do projeto, e as opções são inúmeras: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;">teste A/B e multivariado;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">criação de funis;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> segmentação;</span></li>
<li><span style="font-size: small;"> tracking;</span></li>
<li><span style="font-size: small;">&#8230;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: small;"><strong>1) Teste A/B e multivariado<br />
</strong></span></p>
<p>O teste A/B é uma ferramenta simples de otimização utilizada para verificar qual versão de uma página ou peça publicitária é mais efetiva, considerando a conversão dos usuários. Já o teste multivariado é mais robusto e deve ser utilizado para testar uma múltiplas variações de conteúdo em uma página.</p>
<p>Testes como estes são fundamentais para que o designer verifique qual solução tem melhor resultado considerando dados quantitativos de conversão dos usuários. Com informações ricas como essas, <strong>as empresas deixam de tomar decisões baseadas em opiniões pessoais ou suposições vagas e passam a atuar com dados de alta fidelidade na tomada de decisão.</strong></p>
<p>É preciso deixar claro que testes assim não substituem um técnica de avaliação como o teste de usabilidade, mas podem oferecer respostas para dúvidas pontuais. Por exemplo, um designer pode querer testar se um botão de &#8220;comprar&#8221; converte mais usuários quando posicionado a direita na interface e com a cor de fundo azul, se as chamadas de conteúdo com imagem converte recebe mais cliques do que chamadas sem imagem e mais com o texto maior, etc.</p>
<div id="attachment_864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><img class="size-full wp-image-864" title="Exemplo de teste A/B no Gmail" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/testab_google.png" alt="Exemplo de teste A/B no Gmail" width="252" height="213" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de teste A/B no Gmail</p></div>
<p><span style="font-size: small;"><strong>2) Funil de conversão<br />
</strong></span></p>
<p>Funis são caminhos importantes que devem ser percorridos pelo usuário durante a navegação. Com um funil é possível principalmente mapear e corrigir abandonos observando páginas onde há uma considerável evasão por parte dos usuários.</p>
<p>Um funil bem comum é o de compra/pedido de produtos. Veja abaixo:</p>
<div id="attachment_839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-839" title="Funil de conversão - exemplo conceitual" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil_conceito-300x179.png" alt="Funil de conversão - exemplo conceitual" width="300" height="179" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão - exemplo conceitual</p></div>
<p>Outros objetivos de conversão comuns em funis são assinatura de newsletter, envio de e-mail por formulário de contato e download de documentos.</p>
<p>Para configurar um funil é preciso efetuar diferentes configurações, mas as principais são os objetivos de conversão, URL de origem e destino e URLs que fazem parte do funil. O Google Analytics exibe os dados do funil graficamente e também oferece detalhamento como total de conversões, taxa de abandono em cada página no funil, entre outros.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 495px"><img class="size-full wp-image-840" title="Funil de conversão do Goole Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/funil.png" alt="Funil de conversão do Goole Analytics" width="485" height="115" /><p class="wp-caption-text">Funil de conversão do Google Analytics</p></div>
<p>Como a quantidade de usuário naturalmente diminui de acordo com o nível de aprofundamento de navegação e conteúdo, é importante que o WA e o designer de UX definam quais taxas de abandono são aceitáveis para não haver nenhum erro de julgamento durante a análise.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">3) Segmentação</span></strong></p>
<p>Segmentação de usuário é  uma divisão dos usuários em grupos com interesses, perfis ou comportamentos semelhantes. Essa divisão pode ocorrer através de dados submetidos pelo usuário em formulários (campo profissão, sexo, idade&#8230;), seções em que o usuário navegou ou qualquer outra informação que a empresa tenha interesse e seja possível de se capturar, considerando sempre as políticas de privacidade divulgadas pela empresa. Por padrão, o Google Analytics possui segmentos pré-configurados, mas em alguns projetos é importante saber no detalhe &#8220;com quem estamos falando&#8221; e isso pode refletir em entrega diferenciada de conteúdo e até informações de valor para a criação de <a title="Definição de Personas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Personas" target="_self">Personas</a>.</p>
<div id="attachment_861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 479px"><img class="size-full wp-image-861" title="Segmentação padrão do Google Analytics" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/11/segmentacaopadraoga.png" alt="Segmentação padrão do Google Analytics" width="469" height="174" /><p class="wp-caption-text">Segmentação padrão do Google Analytics</p></div>
<p><strong><span style="font-size: small;">4) Tracking</span></strong></p>
<p>No Google Analytics é possível rastrear todas ações de clique realizadas pelo usuário, inclusive em páginas com ajax e conteúdo multimídia. Veja abaixo alguns exemplos de rastreamentos possíveis:</p>
<ul>
<li>Quais conteúdos são pouco ou bastante consumidos pelo usuário em uma determinada página;</li>
<li>Qual a quantidade de cliques em um item expecífico do menu principal;</li>
<li>Quais documentos foram baixados pelos usuários esta semana;</li>
<li>Que personalização os usuários fazem para visualização da interface (aumento de fonte, expansão de menu&#8230;).</li>
</ul>
<p>obs.: Farei mais sobre tracking nos próximos posts.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Publicação e acompanhamento contínuo<br />
</span></strong></p>
<p>Após a publicação do projeto, o designer de UX pode e deve trabalhar ainda mais próximo do WA analisando keywords de busca orgânica, acompanhando páginas de entrada e saída do site, tempo de acesso, conversão de funil e tudo mais que for de seu interesse. O designer ao analisar os resultados deve compartilhar suas conclusões e hipóteses junto ao WA, porque muitas vezes um dado isolado não responde um questão de forma certa e completa precisando então de uma análise avançada do especialista em análise de métricas (WA).</p>
<p><strong>Com o projeto está no ar, o designer de UX também deve procurar por padrões, tendências e extração de dados comportamentais e qualitativos para utilizar como insumo argumentativo na sugestão de mudanças ou criação de novos serviços ou produtos. </strong>Lembrando que antes de qualquer ação por parte do designer, ele deve validar suas conclusões com o profissional de WA.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O trabalho integrado dos dois profissionais cria uma base sólida e confiável para identificar corretamente as questões de design e a visualização dos dados, fazendo com que dados quantitativos e brutos sejam tranformados em estratégia de negócio e de experiência que geram excelentes resultados.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Designers de UX devem entender mais sobre números e Analistas de métricas (WAs) sobre histórias?</p>
<p>A pergunta é uma amostra do próximo post :P</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/WlWj5rKHtvw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://insighter.org/seo/como-integrar-ux-com-seo-e-wa-para-obter-excelentes-resultados-parte-1/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização – Tecnologia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/ZYxHpGrRELQ/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia</link>
		<comments>http://insighter.org/seo/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-tecnologia#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mizutani</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=824</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Mizutani
Este é o último post da série de 3 posts introdutórios sobre SEO. Nos posts anteriores apresentei outros 2 pilares importantes para um site bem otimizado para mecanismos de busca: Popularidade e Conteúdo.
Neste post o assunto é Tecnologia. A pergunta que este post procura abordar é:

QUAIS SÃO AS MELHORES PRÁTICAS NA HORA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luís Fernando Mizutani</em></p>
<p>Este é o último post da série de 3 posts introdutórios sobre <strong>SEO</strong>. Nos posts anteriores apresentei outros 2 pilares importantes para um site bem otimizado para mecanismos de busca: <strong>Popularidade</strong> e <strong>Conteúdo.</strong></p>
<p>Neste post o assunto é <strong>Tecnologia</strong>. A pergunta que este post procura abordar é:</p>
<ul>
<li><strong>QUAIS SÃO AS MELHORES PRÁTICAS NA HORA DE DESENVOLVERMOS UM SITE?</strong></li>
</ul>
<p>Existem muitas técnicas e dicas para o projeto de um site, a  seguir procuro fornecer uma visão de alguns itens básicos que devem ser verificados.<span id="more-824"></span></p>
<p><strong>1) DOMÍNIOS, CANONICAL ISSUES E REDIRECTS:</strong></p>
<p>Domínios www e sem-www são diferentes na visão do buscador, isto significa que sua reputação (PageRank) será diluída entre as diferentes versões indexadas.</p>
<p>Como podemos fazer com que a reputação de todos os dominios se concentrem no domínio de maior PageRank?</p>
<p>O Redirect 301 é o método mais indicado para obter este efeito. Além de trasmitir a reputação de uma página para outra, ele também auxilia nas seguintes questões:</p>
<ul>
<li>Transfere histórico da página</li>
<li>Transfere o Link Juice</li>
</ul>
<p><strong>Atenção</strong>: os redirects devem ser utilizados sem exageros, sob o risco de comprometer a usabilidade do Site.</p>
<p><strong>2) SITEMAPS</strong></p>
<p>Podemos também criar um arquivo em formato XML com toda a estrutura de conteúdo a ser indexada pelo buscador. Este arquivo não apenas provê o conteúdo indexável, mas também provê informações que facilitam a indexação. (ex: hierarquia na estrutura de navegação).</p>
<p>Os sitemaps XML podem ser gerados atendendo necessidades específicas (ex: Sitemap Mobile).</p>
<p>Em geral não devemos criar sitemaps que excedam  50.000 URLs ou 10Mb decompactados.</p>
<p><strong>3) ROBOTS.TXT</strong></p>
<p>Este é um arquivo que indica aos buscadores quais os conteúdos que devem e quais não devem ser indexados. Isto permite que o &#8220;<strong>link juice</strong>&#8221; não seja desperdiçado com página que não tenham relevancia alguma para o usuário final.</p>
<p><strong>4) URL REWRITE</strong></p>
<p>URL consiste em reescrever as URLs do site para torná-las mais amigáveis e mais relvantes para os buscadores.<br />
Devemos sempre buscar a utilização de palavras-chave em sua estrutura.<br />
A ordem de relevância é a seguintes: DOMÍNIO &gt; SUB-DOMÍNIO &gt; DIRETÓRIO &gt; SUB-DIRETÓRIO &gt; ARQUIVO.</p>
<p><strong>5) FLASH, FRAMES e JAVASCRIPT</strong></p>
<p>Evite utilização de Frames e Pop-Ups. Utilize flash apenas quando isto for essencial para enriquecer seu site e evite também a utilização de links em Javascript.</p>
<p><strong>6) CONTEÚDO DUPLICADO</strong></p>
<p>Quando existem conteúdo duplicados os buscadores consideram apenas uma versão dele. Isto pode levar ao criador do conteúdo ser excluido das listagens de resultados. A melhor solução é utilizar canonical Tags para atribuir ao autor do conteúdo a relevância que ele merece.</p>
<p><strong>7) HTML</strong></p>
<p>Procure sempre adotar os padrões W3C de código. Um código limpo facilita a navegação do Robô. Procure otimizar suas metaTags, Tags h, utilize strong em termos relevantes e busque sempre inserir atributos alt nas imagens.</p>
<p><strong>Conclusão</strong>:</p>
<p>As recomendações acima são apenas um ponto de partida para muitas outras melhorias que podem ser feitas. Cada um dos tópicos acima pode ser tema de muitos posts, pois aqui trouxemos apenas uma visão superficial deles.</p>
<p>Além disto, existem ainda outras técnidas e refinamentos que não foram abordadas neste post introdutório. É muito importante manter seu código sempre otimizado e enriquecer ele ao máximo com atributos.</p>
<p>Este é um tema que muda a todo o momento em função da constante evolução tecnológica e das lógicas adotadas pelos <strong>mecanismos de busca</strong>. Apesar da importância da tecnologia, devemos ter em mente que o que faz um site eficiente é o conjunto da &#8220;obra&#8221;. Desta forma, a sinergia entre o design, o código e as formas de divulgação é o que pode decidir se o seu projeto web será bem sucedido.</p>
<p><strong>PARA APROFUNDAR SEUS CONHECIMENTOS LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Popularidade" href="http://insighter.org/marketing/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-popularidade">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Popularidade</a></li>
<li><a title="Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização - Conteúdo" href="http://insighter.org/marketing-online/introducao-ao-seo-3-pilares-da-otimizacao-conteudo">Introdução ao SEO: 3 Pilares da Otimização &#8211; Conteúdo</a></li>
<li><a title="SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave" href="http://insighter.org/marketing-online/seo-pagerank-e-cauda-longa-de-palavras-chave">SEO, PageRank e Cauda Longa de Palavras-Chave</a></li>
<li><a title="Estruturas de URL's: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?" href="http://insighter.org/seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios">Estruturas de URL&#8217;s: Utilizando Subdomínios ou Diretórios?</a></li>
<li><a title="Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?" href="http://insighter.org/seo/landing-pages-como-criar-novas-portas-de-acesso-para-seus-produtos-na-internet">Landing Pages: como criar novas portas de acesso para seus produtos na Internet?</a></li>
</ul>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
Esta <span>obra</span> está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
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		<item>
		<title>Nova Insighter: Tatiane Viana</title>
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		<comments>http://insighter.org/design-usabilidade/nova-insighter-tatiane-viana#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design & Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luis Fernando Mizutani
Tatiane Viana, conhecida como Tatix, é a mais nova integrante do nosso projeto. Ela será responsável, principalmente, pelos conteúdos relacionados Arquitetura de Informação, Design de Interação e Usabilidade.
Trabalhei com Tatiane em 2007 quando foi desenvolvido um trabalho para estruturar a área de Design de Interfaces na Unidade de Internet do GrupoRBS. Durante o período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Luis Fernando Mizutani</em></p>
<p>Tatiane Viana, conhecida como Tatix, é a mais nova integrante do nosso projeto. Ela será responsável, principalmente, pelos conteúdos relacionados <strong>Arquitetura de Informação,</strong> <strong>Design de Interação </strong>e <strong>Usabilidade</strong>.</p>
<p>Trabalhei com Tatiane em 2007 quando foi desenvolvido um trabalho para estruturar a área de Design de Interfaces na Unidade de Internet do GrupoRBS. Durante o período que convivemos juntos pude perceber que Tatiane é uma designer altamente <strong>Inovadora</strong> e <strong>Criativa</strong></p>
<p>Veja seu perfil no página de Editores</p>
<p><strong>Com grande alegria nós, editores do Insighter, damos as boas vindas a Tatiane!</strong></p>
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		<item>
		<title>A Arte da Inovação em 10 passos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/insighter/~3/E914E7ucAq0/a-arte-da-inovacao-em-10-passos</link>
		<comments>http://insighter.org/inovacao/a-arte-da-inovacao-em-10-passos#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veget</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://insighter.org/?p=780</guid>
		<description><![CDATA[Autor: Maurício Bastos
Em um post anterior mencionei que vejo a inspiração como base do processo de inovação. Além disso, acredito que a inovação tem que ser simples e objetiva. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.
Trago nesse post um vídeo (em inglês) do Guy Kawasaki, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor: Maurício Bastos</em></p>
<p>Em um post anterior mencionei que vejo a <strong>inspiração</strong> como base do processo de <strong>inovação</strong>. Além disso, acredito que a inovação tem que ser <strong>simples</strong> e <strong>objetiva</strong>. Caso contrário, ela não será percebida pelo consumidor e não trará resultados consistentes para o seu criador.</p>
<p>Trago nesse post um vídeo (em inglês) do <strong>Guy Kawasaki</strong>, que em 8 minutos consegue dar 10 dicas sobre <strong>inovação</strong> de forma <strong>inspiradora</strong> e <strong>simples</strong>. Para quem não sabe, o <strong>Guy Kawasaki</strong> comandou o Departamento de Marketing da Apple por muitos anos. Hoje ele é investidor de capital de risco, consultor e é considerado um dos maiores gurus do <strong>Marketing</strong>.<span id="more-780"></span></p>
<p><object width="480" height="295" data="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xCpViu8kY3o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><strong><br />
Guy Kawasaki </strong>inicia o vídeo dizendo que cometeu muitos erros em sua carreira e que esses 10 passos são uma compilação dos principais erros e acertos dele.<br />
<strong><br />
Passo 1: Faça Sentido (Make Meaning)<br />
<span style="font-weight: normal;">Para inovar é necessário se ter o desejo de fazer a diferença, de transformar o mundo. Guy cita as empresas Apple e Cisco como um exemplo disso e alega que a meta inicial dessas empresas era de fazer sentido e não dinheiro. Dinheiro é uma consequência.<br />
<strong><br />
Passo 2: Crie um Mantra (Make a Mantra)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;Quantas pessoas trabalham em uma empresa que possui uma delcaração de Missão?&#8221; O problema é que todas elas se parecem iguais, usam palavras bonitas e não vão direto ao ponto. No vídeo, Guy Kawasaki resume uma declaração de Missão em 3 palavras. Uma declaração de Missão pode ser chata e difícil de se decorar, mas um mantra de 3 palavras pode ser lembrado todo dia.<br />
<strong><br />
Passo 3: Pule para a próxima Curva (Jump to the next curve)<br />
<span style="font-weight: normal; ">&#8220;A inovação não vem do ato de fazer mais do mesmo.&#8221; Não adianta tentar criar um novo iPod para bater a Apple, assim como não adianta ficar adaptando um mesmo produto eternamente. É necessário pular para a próxima curva! Essa mentalidade é constantemente citada por todos que trabalham com inovação e está baseada na curva que indica o ciclo de vida de um produto ou serviço. Todos eles tendem a passar por uma fase de crescimento, maturidade e declínio. Um exemplo prático é o caso da Gillette, onde eles lançam frequentemente novas lâminas de barbear, sempre com o intuito de criar uma nova curva de produto enquanto o seu sucessor já está em declínio. No vídeo, Guy Kawasaki cita alguns exemplos: &#8220;Se você é um fabricante de gelo, pule para a curva de refrigeradores. Se você é fabricante de refrigeradores, pule para a curva de biotecnologia&#8221;. Esse é um dos maiores aprendizados sobre inovação e pode ser encontrado em muitos livros, como <a title="Livro &quot;A Estratégia do Oceano Azul&quot;" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/284939/estrategia+do+oceano+azul,+a?menuId=1060" target="_blank">A Estratégia do Oceano Azul</a>.<br />
</span></strong></span></strong></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_787" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><a href="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares.jpg"><img class="size-medium wp-image-787  " title="Curvas não-lineares" src="http://insighter.org/wp-content/uploads/2009/09/curvas-nao-lineares-300x198.jpg" alt="Curvas não-lineares" width="442" height="198" /><br />
</a><p class="wp-caption-text">Reprodução de tela de uma apresentação do Kip Garland</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Passo 4: Jogue os Dados (Roll the DICE)</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">&#8220;Estamos criando algo que seja Profundo (</span>D<span style="font-weight: normal;">eep), Inteligente (</span>I<span style="font-weight: normal;">nteligent), Completo (</span>C<span style="font-weight: normal;">omplete) e Elegante (</span>E<span style="font-weight: normal;">legant)?&#8221; Guy Kawasaki utiliza a palavra DICE (dados) como uma sigla para quatro pilares fundamentais para que se consiga pular para a próxima curva.<br />
<strong><br />
Passo 5: Não se preocupe, não tem de ser perfeito! (Don&#8217;t worry, be crappy!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">A lição deixada por Guy neste passo é que &#8220;a perfeição é inimiga da receita&#8221;.<br />
<strong><br />
Passo 6: Deixe 100 flores  desabrocharem (Let 100 flowers blossom)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Frequentemente empresas descobrem que quem está comprando seus produtos não é o seu público-alvo e que os produtos estão sendo usados de forma diferente do que foi proposto. Muita gente fica extremamente perdida quando isso acontece. O conselho do Guy Kawasaki é: descubra quem está comprando, porque está comprando e dê mais motivos para essas pessoas comprarem.<br />
<strong><br />
Passo 7: Polarize as Pessoas (Polarize People)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Não tenha medo de polarizar as pessoas. Grandes produtos fazem isso! Muitas pessoas vão gostar e muitas não vão gostar, mas o pior cenário é quando ninguém se importa.<br />
<strong><br />
Passo 8: Agite e siga em frente! (Churn baby, churn!)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Durante sua caminhada muita gente vai dizer que seus produtos não vão dar certo e que não precisam ser feitos. Se você ouvir essas pessoas nunca vai ter a chance de saber se daria certo. Por isso, siga em frente quando estiver confiante e deixe para ouvir as pessoas depois que o produto for lançado. Aí você pode fazer as melhorias necessárias.<br />
<strong><br />
Passo 9: Coloque-se em um nicho (Niche Thyself)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Todos os produtos querem ser únicos e valorizados. A solução é oferecer o produto certo no nicho adequado.<br />
<strong><br />
Passo 10: Siga a regra do 10, 20, 30 (Follow the 10, 20, 30 rule)<br />
<span style="font-weight: normal; ">Uma apresentação em Power Point tem que ser capaz de passar toda sua mensagem em 10 slides, que devem ser apresentados em 20 minutos. O motivo? Se você tiver uma hora para fazer uma apresentação e utilizar um PC, vai precisar de uns 40 minutos para ajustar a máquina. Já o número 30 se refere ao tamanho de fonte que o Guy Kawasaki aponta como ideal para uma apresentação em Power Point.</span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/insighter/~4/E914E7ucAq0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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