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	<title>Instituto Amigos de Lucas</title>
	
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	<description>Pelo direito de viver em família</description>
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		<title>Dia da Solidariedade 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 02:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participaremos do Dia da Solidariedade 2012, que ocorre neste sábado (19). O evento será realizado na Esplanada da Restinga, das 10h às 16h. Fazendo parte das atividades do Dia da Solidariedade, realizaremos a I Caminhada em prol da Adoção e da Convivência Familiar do Rio Grande do Sul, às 12h e 30 min. Venha caminhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participaremos do Dia da Solidariedade 2012, que ocorre neste sábado  (19). O evento será realizado na Esplanada da Restinga, das 10h às 16h.</p>
<p>Fazendo parte das atividades do Dia da Solidariedade, realizaremos a I  Caminhada em prol da Adoção e da Convivência Familiar do Rio Grande do  Sul,  às 12h e 30 min. Venha caminhar conosco, faz bem ao corpo e ao  coração!</p>
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		<title>PM decide adotar menino que sofria maus tratos na Baixada Fluminense</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 00:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um sargento da Polícia Militar resolveu adotar um menino que sofria maus tratos na Baixada Fluminense. A criança, que na época tinha cinco anos e era constantemente agredida por sua mãe e padrasto, foi abandonada em frente à Delegacia de Nilópolis (57ª DP). Sensibilizado com a situação, o policial decidiu levá-lo para casa. O sargento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um sargento da Polícia Militar resolveu adotar um  menino que sofria maus tratos na Baixada Fluminense. A criança, que na  época tinha cinco anos e era constantemente agredida por sua mãe e  padrasto, foi abandonada em frente à Delegacia de Nilópolis (57ª DP).  Sensibilizado com a situação, o policial decidiu levá-lo para casa.</p>
<p>O sargento Carlos Carvalho, que já era pai de quatro filhos, afirma  que ficou impressionado com a semelhança do menino com um de seus  filhos. Ele está com a criança há quatro anos.</p>
<p>— Quando eu o avistei sem roupa e bastante machucado, automaticamente  fiz o contato com a minha esposa avisando que levaria ele para casa.</p>
<p>A mulher do sargento, que também é policial militar, cuida do menino como filho. Eles aguardam o término do processo de adoção.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> R7, 08/05/2012 às 10h51</p>
<img src="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/wp-content/plugins/pixelstats/trackingpixel.php?post_id=1879&amp;ts=1337220705" style="display:none;" alt="pixelstats trackingpixel"/><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/?p=1879" data-text="PM decide adotar menino que sofria maus tratos na Baixada Fluminense" data-count="horizontal">Tweet</a>]]></content:encoded>
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		<title>Encontro mensal do Grupo de Apoio à Adoção – Maio</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 01:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse sábado, dia 5 de maio, teremos nosso encontro mensal do Grupo de Apoio à Adoção &#8211; GAA. Horário: 9 horas da manhã Local: Pão dos Pobres -  Rua da República, nº 801 &#8211; Porto Alegre/RS Adoção: venha debater conosco sobre esse tema tão abrangente e importante! As reuniões são abertas à comunidade. Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nesse sábado, dia 5 de maio, teremos nosso encontro mensal do Grupo de Apoio à Adoção &#8211; GAA.</strong></p>
<ul>
<li>Horário: 9 horas da manhã</li>
<li>Local: Pão dos Pobres -  Rua da República, nº 801 &#8211; Porto Alegre/RS</li>
</ul>
<p><strong>Adoção: </strong>venha debater conosco sobre esse  tema tão abrangente e importante!</p>
<p>As reuniões são abertas à comunidade.</p>
<img src="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/wp-content/plugins/pixelstats/trackingpixel.php?post_id=1877&amp;ts=1337220705" style="display:none;" alt="pixelstats trackingpixel"/><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/?p=1877" data-text="Encontro mensal do Grupo de Apoio à Adoção - Maio" data-count="horizontal">Tweet</a>]]></content:encoded>
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		<title>Justiça condena pai por abandono afetivo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 00:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos da Criança]]></category>
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		<description><![CDATA[Decisão inédita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) condena pai a pagar indenização de R$ 200 mil por abandono afetivo. De acordo com a assessoria de imprensa do STJ, a filha, após ter obtido reconhecimento judicial da paternidade, entrou com uma ação contra o pai por ter sofrido abandono material e afetivo durante a infância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão inédita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) condena pai a pagar indenização de R$ 200 mil por abandono afetivo. De acordo com a assessoria de imprensa do STJ, a filha, após ter obtido reconhecimento judicial da paternidade, entrou com uma ação contra o pai por ter sofrido abandono material e afetivo durante a infância e adolescência. A autora da ação argumentou que não recebeu os mesmos tratamentos que seus irmãos, filhos de outro casamento do pai.</p>
<p>Na primeira instância o pedido foi julgado improcedente, tendo o juiz entendido que o distanciamento se deveu ao comportamento agressivo da mãe em relação ao pai. Por sua vez, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), reformou a sentença e reconheceu o abandono afetivo. O TJSP condenou o pai a pagar o valor de R$ 415 mil como indenização à filha.</p>
<p>Conforme informações do STJ, o pai recorreu da decisão afirmando que a condenação não era aceita em todos os tribunais. O STJ, então, reviu o caso e passou a admitir a condenação por abandono afetivo como um dano moral. A condenação, segundo o STJ, saiu na terça-feira, 24 de abril, e o homem terá que pagar a indenização &#8211; que foi reduzida &#8211; de R$ 200 mil.</p>
<p>Em entrevista à Rádio CBN, a ministra da Terceira Turma do STJ, Nancy Andrighi, afirmou que os pais têm o dever de &#8220;fornecer apoio para a formação psicológica dos filhos&#8221;. A ministra ressalta, ao longo da entrevista, que a decisão do STJ &#8220;analisa os sentimentos das pessoas, são novos caminhos e novos tipos de direitos subjetivos que estão sendo cobrados&#8221;. &#8220;Todo esse contexto resume-se apenas em uma palavra: a humanização da Justiça.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Agência Estado, 02 de maio de 2012 &#8211; 14h 18</p>
<img src="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/wp-content/plugins/pixelstats/trackingpixel.php?post_id=1874&amp;ts=1337220705" style="display:none;" alt="pixelstats trackingpixel"/><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/?p=1874" data-text="Justiça condena pai por abandono afetivo" data-count="horizontal">Tweet</a>]]></content:encoded>
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		<title>Adoção por estrangeiros restitui direito à convivência familiar</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 00:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma sentença proferida pelo juiz Renato Scussel, da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF (1ª VIJ), restituiu a quatro irmãos o direito de terem um lar saudável. Eles foram adotados por duas famílias italianas e acabam de embarcar para Roma. O estudo foi conduzido pela Comissão Distrital Judiciária de Adoção (CDJA). Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma sentença proferida pelo juiz Renato Scussel, da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF (1ª VIJ), restituiu a quatro irmãos o direito de terem um lar saudável. Eles foram adotados por duas famílias italianas e acabam de embarcar para Roma. O estudo foi conduzido pela Comissão Distrital Judiciária de Adoção (CDJA).</p>
<p>Um casal adotou o menino de 13 anos e a menina de 7 anos. O outro acolheu os garotos de 9 e 10 anos. Os irmãos moravam em uma instituição de acolhimento desde 2007. Não foi possível voltarem a conviver com a mãe biológica, nem mesmo serem acolhidos por família brasileira, pois o perfil dos irmãos não condizia com o desejado pelos adotantes cadastrados.</p>
<p>Barreiras</p>
<p>No Brasil, a idade avançada e o pertencimento a grupo de irmãos dificultam a adoção porque as famílias geralmente preferem acolher uma única criança de até três anos de idade. A legislação infantojuvenil prioriza a adoção conjunta dos irmãos e, quando separados, a decisão judicial deve comprovar o superior interesse da criança, como nesse caso de adoção internacional, em que as famílias residem na mesma cidade e assinaram termo comprometendo-se a manter contato frequente a fim de preservar o vínculo fraterno.</p>
<p>De acordo com a secretária executiva da CDJA, Thaís Botelho, quando os estrangeiros não conseguem adotar crianças pequenas, eles se abrem à adoção tardia. Os italianos são os que mais adotam no Brasil, pela proximidade cultural e por entenderem que as crianças brasileiras se adaptam mais facilmente à nova vida, explica Thaís.</p>
<p>Mesmo a barreira da língua vai sendo rompida aos poucos pelas crianças. Com algumas aulas de italiano que a instituição de acolhimento conseguiu em uma escola de idiomas, os quatro meninos se comunicam com os pais, conversam com o restante da família pela internet e alguns já chamam a avó de &#8220;nona&#8221;.</p>
<p>Sonho e direito</p>
<p>A CDJA intermediou o processo de aproximação entre os pais e as crianças. Segundo Thaís Botelho, o ato burocrático finaliza o estágio de convivência no Brasil, mas a família permanece em construção. Na Itália, as famílias serão acompanhadas por assistentes sociais e psicólogos de um organismo internacional, que farão relatórios semestrais à CDJA por dois anos.</p>
<p>Além dessa adoção internacional, outro grupo de três irmãos do DF foi acolhido por dois casais italianos neste ano. As famílias moram em cidades próximas, distantes apenas 80 km uma da outra, e estão conseguindo manter o vínculo afetivo entre os irmãos.</p>
<p>No cadastro de adoção do Distrito Federal, há 148 crianças e adolescentes aguardando acolhimento, sendo que 70% pertencem a grupo de irmãos e 100 são adolescentes. Há 410 famílias brasilienses habilitadas e 380 delas desejam acolher uma criança com menos de dois anos de idade, branca ou morena clara, saudável e sem irmãos. Não há família cadastrada para acolher adolescentes.</p>
<p>Segundo a CDJA, as crianças institucionalizadas gostariam de residir no Brasil, com sua família biológica ou com uma família substituta. Mas se não é possível, a adoção internacional se mostra como derradeira oportunidade de realizarem um sonho e o direito da convivência familiar.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>AGÊNCIA BRASILEIRA DE NOTÍCIAS, 01/05/2012 00:16</p>
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		<title>TJ-SC encaminha crianças para adoção por falta de responsabilidade dos pais</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 02:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[Poder Familiar]]></category>

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		<description><![CDATA[Imaturidade e falta de senso de responsabilidade justificam a destituição, pela Justiça, do poder familiar dos pais sobre os filhos. Com esse entendimento, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina determinou que duas crianças fossem encaminhadas à adoção. Motivo: seus pais não têm condições financeiras e nem psicológicas de manter relações familiares. A Vara Única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imaturidade e falta de senso de responsabilidade justificam a  destituição, pela Justiça, do poder familiar dos pais sobre os filhos.  Com esse entendimento, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina determinou que duas crianças fossem encaminhadas à adoção. Motivo: seus pais não  têm condições financeiras e nem psicológicas de manter relações  familiares.</p>
<p>A Vara Única de Lauro Müller (SC) decidiu em  desfavor dos pais. O primeiro grau constatou que os pais vinham de lares  desestabilizados e apresentavam sinais claros de imaturidade emocional  para cuidar de duas crianças, ainda que fossem filhos biológicos.</p>
<p>Tanto o pai quanto a mãe, segundo os autos, vêm de famílias pobres e  sofreram abusos sexuais quando crianças. Isso os causou sérios traumas e  certas dificuldades em se relacionar. Aí estão os motivos, de acordo  com os autos, para que fosse retirado dos dois adultos o poder de  família sobre as crianças.</p>
<p>Insatisfeitos, os pais, hoje  separados, entraram com Apelação Cível no TJ catarinense. O processo  ficou sob relatoria do desembargador  <strong> Luiz Fernando Boller </strong> . Os  desembargadores, então, determinaram um novo estudo social — apurações  junto a familiares, professores, diretores de escolas, creches, vizinhos  etc. Ouviram, mais uma vez, o que já havia sido confirmado na vara de  Lauro Müller: os pais não têm vontade e nem condições de criar as duas  crianças.</p>
<p><strong> Declarações contraditórias </strong><br />
O pai,  segundo os autos, começou e abandonou diversos cursos ao longo de 15  anos. Nunca conseguiu se manter em um emprego. As dificuldades  financeiras levaram a família a mudar de cidade várias vezes e em  Florianópolis chegaram a morar na rua.</p>
<p>No recurso, ao TJ, o  pai contou que começou um curso de informática, e começou na profissão  de técnico. Disse estar empregado, ganhando R$ 900 por mês e, com os  serviços que faz por fora, também de técnico, conseguia aumentar a renda  em R$ 400 mensais. Pediu que a Justiça levasse em conta não apenas o  passado, mas suas intenções de melhorar de vida e dar estabilidade às  crianças.</p>
<p>Mas o laudo psicológico depõe contra o relato do  pai. Diz o documento que ele &#8220;percebe a realidade de modo pessoal e  tende a realizar distorções perceptivas em situações emocionalmente  complexas&#8221;. O estudo social feito pelo TJ diz, ainda, que o agora  técnico em informática &#8220;demonstra resistência e dificuldade de  compreensão em relação às orientações e encaminhamentos apresentados  para atender suas necessidades&#8221;.</p>
<p>A mãe contou que, sabendo das  dificuldades financeiras do companheiro, foi com as crianças para Lauro  Müller, onde teria melhores condições de vida. Lá, contou, conseguiu  trabalhos como diarista e estava &#8220;fazendo de tudo&#8221; para cuidar das  crianças. Matriculou-as numa escola e se mantinha presente.</p>
<p>Mas as apurações negam o que ela contou. O relatório social afirma que  ela não conseguia chegar no horário da saída na creche, obrigando os  filhos a ficarem até mais tarde na escola. Por vezes, diz o estudo,  atribuía &#8220;a responsabilidade de mãe para outras pessoas&#8221;. &#8220;Atualmente,  não vemos uma perspectiva otimista/saudável para que as crianças voltem a  conviver com a mãe. C. [ <em> inicial da mãe </em> ] não consegue  transmitir segurança e confiança necessária para que as crianças possam  se desenvolver com dignidade&#8221;, conclui o documento.</p>
<p><strong> Falta de vontade </strong><br />
No entendimento do desembargador Boller, os pais continuavam sem  condições financeiras de cuidar dos filhos. Mas a &#8220;hipossuficiência  financeira&#8221;, pelo que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente, no  artigo 23, não é motivo para que a guarda das crianças seja retirada dos  pais, argumentou o relator. &#8220;Entretanto, do que se tem, os pais &#8211;  individualmente e em conjunto -, não se esforçaram para o  restabelecimento da unidade familiar, faltando o imprescindível senso de  responsabilidade, além da intenção de modificarem seus estilos de vida  para criarem os filhos enquanto estes estavam sob os seus cuidados&#8221;,  disse.</p>
<p>Para Boller, não basta os pais dizerem que estão se  empenhando e que têm a consciência de seus deveres de pais. Se nunca  demonstraram tal interesse, agora devem comprová-lo, decidiu. E nisso  ambos falharam, de acordo com os relatórios levados a juízo.</p>
<p>De acordo com relatos da tia das crianças — irmã do pai —, como o pai é  estudante da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), durante a  semana, levava os filhos para almoçar no restaurante da faculdade. No  fim de semana, porém, o pai &#8220;sumia de casa, ia para a casa de algum  amigo ou ia para a UFSC, onde tinha comida, e deixava a família sem ter o  que comer (isso meus irmãos testemunharam diversas vezes)&#8221;, contou a  tia.</p>
<p>No entendimento de Boller, a sentença do primeiro grau  foi &#8220;irreprochável&#8221; em reconhecer a falta de vontade, responsabilidade,  maturidade e condições dos pais de cuidarem das crianças. O melhor para  elas foi, na opinião do desembargador, encaminhá-las à adoção, como  determinou o juiz. &#8220;De fato, todos os elementos carreados aos autos  induzem à conclusão de que os interesses dos menores estarão preservados  se eles continuarem com a família substituta, revelando-se  absolutamente inviável o retorno de ambos ao convívio com os pais  biológicos, responsáveis pela traumática e prejudicial infância que  oportunizaram aos filhos, que finalmente podem ter uma vida digna e  feliz, ao lado de pessoas que são capazes de conduzir o seu  desenvolvimento de maneira sadia.&#8221; Foi acompanhado por unanimidade.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> R7 <span>Rádio e Televisão, </span>30/04/2012 às 13h15</p>
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		<title>Pais compartilham experiência em curso para adoção</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 00:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A psicóloga Larissa Laura da Silva é jovem, solteira e não tem problemas de fertilidade, mesmo assim há quatro meses ela enfrentou o desafio de criar e educar um filho adotivo sozinha, um menino de um ano de idade. Ela esteve nesta quinta-feira (19) na primeira aula do nono curso Pré-natal da Adoção para compartilhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A psicóloga Larissa Laura da Silva é jovem, solteira e não tem problemas de fertilidade, mesmo assim há quatro meses ela enfrentou o desafio de criar e educar um filho adotivo sozinha, um menino de um ano de idade. Ela esteve nesta quinta-feira (19) na primeira aula do nono curso Pré-natal da Adoção para compartilhar a experiência de ser mãe de uma criança adotiva com 31 pretendentes a acolher um menor em seus lares.</p>
<p>O curso oferecido pelo Poder Judiciário e pela Ampara, entidade sem fins lucrativos, visa preparar os futuros pais adotivos para evitar a devolução de garotos e garotas e incentivar a adoção de meninos e meninas especiais. A preparação é requisito imposto por Lei Federal para estabelecer a relação legal de filiação.</p>
<p>Larissa contou que o desejo de ser mãe nasceu quando ela começou a trabalhar no Lar da Criança. Ela se comoveu com as súplicas dos pequenos por ganhar um pai e uma mãe como presente de Natal.</p>
<p>A psicóloga lembra que enfrentou o preconceito e a resistência da família, que, ao conhecer o seu mais novo integrante, acabou estabelecendo laços afetivos e apoiando a iniciativa. Larissa lembra que o processo de legalização foi muito rápido, desmistificando o conceito que ela tinha de que adoção era algo complicado e demorado. “Depois de uma semana que eu havia entrado com o pedido o Miguel já veio para mim”, lembrou.</p>
<p>O casal Carlos Alberto de Souza e Meire Dourado de Souza também são pais adotivos de uma menina de cinco anos e eles querem adotar mais uma criança. Emocionados, o eletricista de automóveis e a secretária contaram que a primeira filha adotiva veio para preencher um vazio e apagar a marca que a perda de duas gestações deixou em suas vidas. “Deus já estava preparando essa menina para nós e pode colocar outra. Os pais são os que criam e não os que não querem criar”, observou Carlos.</p>
<p>Meire lembrou que depois de passar por duas gestações que não chegaram ao fim acabou ficando estéril. Ela classificou a experiência da adoção como maravilhosa. Meire e o esposo acreditam que uma família só se completa com a chegada de um filho. “Um casamento pode até se desmanchar se não houver esse laço maior entre o casal”, avaliou Carlos.</p>
<p>A presidente da Ampara, Lindacir Rocha Bernardon, explica que o primeiro passo para quem quer adotar é ir até a Vara da Infância e Juventude e fazer o cadastro. Depois é necessário fazer o curso preparatório que inclui em sua programação quatro encontros e uma visita ao abrigo. A próxima etapa é receber a visita de uma equipe técnica composta por psicólogos e assistentes sociais. A partir do laudo desses profissionais é que o juiz decidirá se a pessoa ou o casal está apto a adotar. Sendo um resultado positivo, o pretendente entra na fila de espera da adoção.</p>
<p>Hoje o Lar da Criança em Cuiabá abriga 145 crianças, mas apenas 30 estão prontas para serem adotadas, na faixa etária entre 9 a 17 anos. Já em todo o Estado esse número dobra. Os menores que não estão preparados para a adoção são aqueles que ainda procuram restabelecer laços familiares com seus próprios parentes ou que seus progenitores são dependentes químicos que têm chances de recuperação do vício e de obter a guarda.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Redação 24 Horas News, 20/04/2012 &#8211; 10h47</p>
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		<title>A Culpa não é do Habilitado</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 02:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amigos de Lucas]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Amigos de Lucas]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos os dias, em diversas reportagens divulgadas na mídia ou em programas específicos sobre adoção, ouvimos a mesma informação: o perfil das pessoas cadastradas no CNA – Cadastro Nacional de Adoção, gerido pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça -, é de menina, branca, de até 3 (três) anos de idade e sem qualquer problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, em diversas reportagens divulgadas na mídia ou em  programas específicos sobre adoção, ouvimos a mesma informação: o perfil  das pessoas cadastradas no CNA – Cadastro Nacional de Adoção, gerido  pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça -, é de menina, branca, de até 3  (três) anos de idade e sem qualquer problema de saúde.</p>
<p>A ANGAAD – Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, que  conglomera mais de 100 grupos de Apoio à Adoção pelo Brasil, propaga a  nova cultura da adoção que inverte o paradigma tradicional de se buscar  uma criança para uma família, privilegiando<strong> dar uma família para uma  criança que dela necessita, fazendo valer o princípio constitucional do  melhor interesse da criança</strong>.</p>
<p>De fato o perfil dos habilitandos vem sendo alterado nos últimos anos em  função da grande atuação dos Grupos de Apoio à Adoção. Os GAA são parte  da sociedade civil organizada que trabalha em prol da nova cultura da  adoção.</p>
<p>Os GAAs contam com o trabalho voluntário de psicólogos, assistentes  sociais, operadores do direito e pessoas que passaram ou estão passando  por processos de adoção. É uma troca constante de informações,  experiências e vivências que auxiliam no pré, durante e período  pós-adoção.</p>
<p>Mensalmente são realizadas palestras com discussões sobre os mais  variados temas, dentre eles, salientamos: adoção tardia; adoção  múltipla; adoção positiva (HIV +); adoção especial; adoção necessária;  adoção inter-racial; adoção consentida; aspectos envolvendo educação de  filhos; problemas nos procedimentos de adoção e como enfrentá-los;  debates sobre a legislação e suas alterações; debates sobre  procedimentos de habilitação, guarda, adoção e destituição do poder  familiar, dentre outros.</p>
<p>Alguns GAAs têm Termo de Cooperação Técnica firmado com a Vara da  Infância de sua competência territorial, outro não os tem por razões que  desconhecemos, visto serem os GAAS indispensáveis ao preparo à  habilitação vez que os assuntos tratados auxiliam os futuros habilitados  em todas as etapas do procedimento – da parte anterior à habilitação  até o desenvolvimento da adoção.</p>
<p>Todas essas explicações servem para justificar que não cabe aos  habilitados componentes do CNA a culpa pela falta de cruzamento dos  números de habilitados (cerca de 26 mil) e de crianças disponibilizadas a  adoção (cerca de 4 mil), pois, não compete aos habilitados fazer o  cruzamento de dados do CNA e sim aos responsáveis pelas respectivas  varas da infância. O CNA não funciona sozinho, precisa que alguém dê o  “click” e faça o cruzamento das informações.</p>
<p>Outra questão é a falta de equipes técnicas em inúmeras varas da  infância espalhadas pelo Brasil, mesmo com a Recomendação do CNJ para  que os Tribunais de Justiça realizassem concursos públicos para os  provimentos dos cargos de psicólogos(as) e assistentes sociais,  formando, assim, a equipe interdisciplinar cuja atuação é indispensável  nos procedimentos de habilitação, guarda, adoção e destituição do pode  familiar, tais concursos permanecem sem realização.</p>
<p>Ainda pontuamos a falta de equipamentos, notadamente computadores. Sem  as ferramentas indispensáveis será impossível a realização de um  trabalho que atenda ao melhor interesse das crianças e adolescentes em  acolhimento institucional.</p>
<p>A excessiva demora das Ações de Destituição do Poder Familiar é outro  entrave absurdo. O ECA determina que todo o procedimento terá duração  máxima de 120 (cento e vinte dias), contudo o próprio ECA determina que  deverão ser esgotadas as possibilidades de citação pessoal dos pais  (família biológica). O entendimento de “esgotar” difere de Juízo para  Juízo quando na realidade devia ater-se aos endereços fornecidos pela  Receita Federal, Tribunal Regional Eleitoral, DETRAN e citação por  edital, pois, se a pessoa não possuí CPF por óbvio não terá contas de  água, luz, gás ou telefone em seu nome. Deveria, também, haver uma  limitação de tempo para a localização dos genitores, no máximo 6 (seis)  meses, pois se em tal período não buscarem contato com os filhos  obviamente já os abandonaram afetiva e materialmente.</p>
<p>Essa necessidade de busca do vínculo biológico é absurda, pois, nossas  crianças e adolescentes têm pressa de ter uma família e a passagem  inexorável do tempo é ingrata, queimando etapas da vida que jamais serão  repostas.</p>
<p>Assim, antes de se culpar os habilitados deve-se fazer uma mea culpa por  todos os erros cometidos ao longo de anos da &#8220;desimportância&#8221; com a  qual tratamos nossas crianças e adolescentes, os quais relegamos a  titulação de filhos do Estado ou filhos de ninguém.</p>
<p>O Brasil precisa de Magistrados vocacionados, assim como Promotores de  Justiça, Assistentes Sociais e Psicólogos, pois, apenas os que têm  vocação para o trabalho com crianças e adolescentes conseguirão conviver  com histórias de abusos (físicos, psicológicos e morais), abandonos  (intelectual, afetivo e material), dentre tantos outros motivos que  levam nossas crianças a institucionalização.</p>
<p>Precisamos rever os conceitos vigentes antes de, simplesmente,  colocarmos a culpa de anos de ineficiência sob os ombros dos  habilitados.</p>
<p>Silvana do Monte Moreira</p>
<p>Diretora Jurídica da ANGAAD – Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção<br />
Presidente da Comissão de Adoção do IBDFAM – Associação Nacional de Direito de Família<br />
Coordenadora dos Grupos de Apoio à Adoção Ana Gonzaga I e II</p>
<p><em>Mensagem distribuída pela ANGAAD &#8211; Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção</em></p>
<p><em>O Instituto Amigos de Lucas é cadastrado junto à ANGAAD</em></p>
<img src="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/wp-content/plugins/pixelstats/trackingpixel.php?post_id=1863&amp;ts=1337220705" style="display:none;" alt="pixelstats trackingpixel"/><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/?p=1863" data-text="A Culpa não é do Habilitado" data-count="horizontal">Tweet</a>]]></content:encoded>
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		<title>Dia 14 teremos o encontro do Grupo de Apoio à Adoção</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 02:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grupo de Apoio a Adocao]]></category>
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		<description><![CDATA[A reunião do Grupo de Apoio à Adoção será no segundo sábado de abril, dia 14, em função do feriadão de Páscoa! Horário: 9 horas da manhã Local: Pão dos Pobres -  Rua da República, nº 801 As reuniões são abertas à comunidade. Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A reunião do Grupo de Apoio à Adoção será no segundo sábado de abril, dia 14, em função do feriadão de Páscoa!</strong></p>
<ul>
<li>Horário: 9 horas da manhã</li>
<li>Local: Pão dos Pobres -  Rua da República, nº 801</li>
</ul>
<p>As reuniões são abertas à comunidade.</p>
<img src="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/wp-content/plugins/pixelstats/trackingpixel.php?post_id=1860&amp;ts=1337220705" style="display:none;" alt="pixelstats trackingpixel"/><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.amigosdelucas.org.br/blog/?p=1860" data-text="Dia 14 teremos o encontro do Grupo de Apoio à Adoção" data-count="horizontal">Tweet</a>]]></content:encoded>
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		<title>À procura de novos vínculos</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 04:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente a cantora Elba Ramalho aderiu ao projeto Novos Vínculos, promovido pela ONG Aconchego, que visa incentivar a adoção legal de jovens e crianças. Ela que é mãe adotiva, faz parte de um grupo de artistas nacionais e internacionais que encontraram em abrigos a possibilidade de dar e receber o amor de um filho que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente a cantora Elba Ramalho aderiu ao projeto Novos Vínculos, promovido pela ONG Aconchego, que visa incentivar a adoção legal de jovens e crianças. Ela que é mãe adotiva, faz parte de um grupo de artistas nacionais e internacionais que encontraram em abrigos a possibilidade de dar e receber o amor de um filho que, embora não seja biológico, tem direito a uma família.</p>
<p>No Ceará, hoje existem 277 casais interessados em adotar uma criança. Do outro lado, são 44 crianças e adolescentes esperando a chance de ganhar um novo lar. O motivo desse disparate é que muitas famílias fazem exigências de raça e idade na hora de escolher quem vão adotar. O perfil preferencial mais comum são as brancas, saudáveis e com menos de três anos.</p>
<p>Enquanto isso, aqueles que sofrem com algum tipo de deficiência física ou mental, ou estão fora desta idade, ainda aguardam seu momento de ter uma casa e o carinho de um pai e uma mãe. Para muitas dessas crianças, inclusive, essas sequelas foram deixadas pelos próprios pais biológicos, usuários de drogas ou habituados à violência doméstica. Marcas que só com um novo começo podem amenizar.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> O Povo online, 18/03/2012 &#8211; 10h43</p>
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