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	<title>Carona Interativa</title>
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	<description>Um blog sobre viagens, turismo e aventura que irá promover a prática da carona e resgatar o humanismo entre as pessoas</description>
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		<title>Itinerário da Expedição Patagônia 2010/2011</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 02:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Patagônia]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo o roteiro da viagem com as principais cidades do Chile e Argentina onde a expedição irá passar. Como já comprei as passagens, as datas de partida e chegada são oficiais. Já as outras datas são apenas estimativas, sem uma obrigação de seguir a risca o itinerário. Afinal, podemos se surpreender com algum lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/10/patagonia.jpg"><img src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/10/patagonia-500x319.jpg" alt="" title="patagonia" width="500" height="319" class="alignnone size-medium wp-image-372" /></a></p>
<p>Segue abaixo o roteiro da viagem com as principais cidades do Chile e Argentina onde a expedição irá passar. Como já comprei as passagens, as datas de partida e chegada são oficiais. Já as outras datas são apenas estimativas, sem uma obrigação de seguir a risca o itinerário. Afinal, podemos se surpreender com algum lugar a ponto de ficar mais um dia ou nem parar para almoçar em outro de tanta decepção.</p>
<p>E você, conhece algum desses lugares? Faça um comentário colocando alguma dica imperdível para gente!</p>
<p>17/12 &#8211; Curitiba – Santiago (trecho aéreo)<br />
18/12 – Santiago<br />
20/12 – Vina Del Mar / Valparaiso<br />
21/12 – Pucón<br />
23/12 – Osorno / Puerto Octay / Frutillar / Puerto Varas<br />
25/12 – Bariloche<br />
29/12 – Esquiel<br />
30/12 – Carretera Austral<br />
31/12 – Los Antigos<br />
01/01 – El Chaltén<br />
05/01 – El Calafate<br />
08/01 – Torres Del Paine<br />
10/01 – Puerto Natales<br />
11/01 – Punta Arenas<br />
13/01 &#8211; Ushuaia<br />
15/01 – Ushuaia – Buenos Aires (trecho aéreo)<br />
16/01 – Buenos Aires – Curitiba (trecho aéreo)</p>
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		<title>Patagônia &#8211; Dezembro 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 17:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Patagônia]]></category>

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		<description><![CDATA[A estrada está livre da babilônia. Em vez da fumaça dos automóveis, uma nuvem de mistério esconde o fim do mundo. É paisagem inóspita da Patagônia. Serão 30 dias numa viagem de corpo e alma, mochila e barraca, peregrinação e meditação. Até dezembro, estarei postando detalhes do planejamento dessa trip pela Tierra Del Fuego. Deixe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/patagonia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-366" title="patagonia" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/patagonia.jpg" alt="" width="500" height="482" /></a></p>
<p>A estrada está livre da babilônia. Em vez da fumaça dos automóveis, uma nuvem de mistério esconde o fim do mundo. É paisagem inóspita da Patagônia. Serão 30 dias numa viagem de corpo e alma, mochila e barraca, peregrinação e meditação. Até dezembro, estarei postando detalhes do planejamento dessa trip pela Tierra Del Fuego. Deixe aqui suas dicas, sugestões, recados e desejos. Você está sendo convidado para seguirmos juntos nessa aventura!</p>
<p>“&#8230; O segundo princípio da vida é a peregrinação. A vida deve ser uma busca &#8211; não um desejo, mas uma pesquisa: não uma ambição para tornar-se isso, para tornar-se aquilo, um presidente de um país, ou um primeiro-ministro, mas uma pesquisa para encontrar &#8216;Quem sou eu?&#8217;. É muito estranho que as pessoas que não sabem quem elas são, estão tentando se tornar alguém. Elas nem mesmo sabem quem elas são neste momento! Elas não conhecem os seus seres &#8211; mas elas têm um objetivo de vir a ser. Vir a ser é a doença da alma. O ser é você e descobrir o seu ser é o começo da vida. Então cada momento é uma nova descoberta, cada momento traz uma alegria. Um novo mistério abre as suas portas, um novo amor começa a crescer em você, uma nova compaixão que você nunca sentiu antes, uma nova sensibilidade a respeito da beleza, a respeito da bondade.</p>
<p>Você se torna tão sensível que até a menor folha de grama passa a ter uma importância imensa para você. Sua sensibilidade torna claro para você que essa pequena folha de grama é tão importante para a existência quanto a maior estrela; sem essa folha de grama, a existência seria menos do que é. E essa pequena folha de grama é única, ela é insubstituível, ela tem a sua própria individualidade. E essa sensibilidade criará novas amizades para você &#8211; amizades com árvores, com pássaros, com animais, com montanhas, com rios, com oceanos, com as estrelas. A vida se torna mais rica enquanto o amor cresce, enquanto a amizade cresce&#8230;” OSHO</p>
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		<title>Energia e belas paisagens na Chapada dos Guimarães &#8211; MT</title>
		<link>http://www.caronainterativa.com.br/energia-e-belas-paisagens-na-chapada-dos-guimaraes-mt/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 22:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar um feriado de Páscoa em casa, atolado de serviço, me programei com antecedência para abandonar o inverno antecipado de Curitiba. Queria ir para um lugar quente e interessante, mas qualquer opção para o litoral estava caro demais no feriado de Corpus Christi. Analisando os pontos colocados no mapa do site da Expedição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_356" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-356" title="Vista da chapada pelo Morro do São Jerônimo" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chapada1.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Vista da chapada pelo Morro do São Jerônimo</p></div>
<p>Depois de passar um feriado de Páscoa em casa, atolado de serviço, me programei com antecedência para abandonar o inverno antecipado de Curitiba. Queria ir para um lugar quente e interessante, mas qualquer opção para o litoral estava caro demais no feriado de Corpus Christi. Analisando os pontos colocados no mapa do site da Expedição, não tive dúvidas: vou para o Mato Grosso! Com muita sorte encontrei uma promoção da Gol para Curitiba – Cuiabá,  me rendendo 4 dias de trip na Chapada dos Guimarães, sob um agradável Sol de 30º graus com noites frescas e imprevisíveis.</p>
<p>Parte da Chapada dos Guimarães está situada dentro do Parque Nacional de Chapada, zona de preservação nacional, circundada por um universo de cachoeiras, quedas d&#8217;água, cavernas, mirantes e rochas esculpidas pelo vento, formando figuras interessantes e que dão um ar mágico ao ambiente. <span id="more-354"></span></p>
<div id="attachment_358" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-358" title="Véu de Noiva" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chapada3.jpg" alt="Véu de Noiva" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Véu de Noiva</p></div>
<p>O local também está localizado no místico Paralelo 15 que, segundo esotéricos, passa por regiões que seriam beneficiadas energeticamente, onde de acordo com as profecias de Dom Bosco, nasceria a civilização perfeita. Outra lenda na região é sobre a existência de um buraco que permitiria a passagem de ondas cósmicas que normalmente não chegam à superfície. Isso possibilitaria às pessoas iniciadas um maior contato com seres de outras dimensões.</p>
<p>Além da parte sobrenatural, o maciço montanhoso da Chapada é o divisor de águas entre as Bacias Amazônica e do rio da Prata. A formação básica é o arenito, semelhante as rochas encontradas no Parque de Vila Velha, no Paraná, e por isso muito sensível a erosão do tempo e principalmente do homem.</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-357" title="A Igreja de Santana do Sacramento, na cidade de Chapada dos Guimarães" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chapada2.jpg" alt="A Igreja de Santana do Sacramento, na cidade de Chapada dos Guimarães" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A Igreja de Santana do Sacramento, na cidade de Chapada dos Guimarães</p></div>
<p>Seu terreno sedimentar é um dos motivos do parque estar parcialmente aberto a visitação. Por causa do ambiente sensível a exploração turística, da falta de um plano de manejo e de recentes acidentes com turistas, apenas a contemplação do Véu da Noiva está aberto à visitação livre. Para fazer o Circuito das Cachoeiras, subir o Morro São Jerônimo e outros passeios, é necessário contratar um guia nas agências da cidade e respeitar um limite máximo de pessoas. Já a Cidade de Pedra, paisagem das escarpas da chapada com até 350 metros de queda livre, continua fechada.</p>
<p>O ponto de partida para conhecer a região é a simpática cidade que leva o nome de, adivinhem: Chapada dos Guimarães, a 70 km de Cuiabá. Da rodoviária da capital saem ônibus diários com freqüência e a passagem custa em torno de R$ 10. As atrações são distantes do centro, por isso o viajante independente terá que contar com o transporte das agências de turismo, moto-taxis ou a boa e velha carona.</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-355" title="Mirante do Centro Geodésico da América do Sul" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chapada6.jpg" alt="Mirante do Centro Geodésico da América do Sul" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Mirante do Centro Geodésico da América do Sul</p></div>
<p>Falando em carona, um fato muito triste ocorreu quando estava saindo do parque para pegar boléia até a cidade. Encontrei na rodovia um guia na mesma situação, com o braço e polegar esticado. Era “Seu Zé”, que se auto-intitulava um dos guias mais antigos da Chapada. Ele estava tomando água numa garrafinha plástica e quando terminou de beber, arremessou ela para o meio do mato. Isso a 500 metros da portaria e dos fiscais do parque. Um péssimo profissional que deveria ter sua carteirinha de guia caçada, a exemplo de outras profissões. Fique pensando depois que aquele senhor era o retrato de uma geração perdida, que destruiu com o planeta e agora sobrou para nós a dura missão de preservarmos o pouco que sobrou.</p>
<p>Na cidade de Chapada, devido a altitude de 900 metros, o clima pode mudar repentinamente no inverno. Foi o que aconteceu sábado, quando uma espessa neblina tomou conta do centro, além do frio e garoa. Era dia de feira na praça e aproveitei então para conseguir carona com um feirante até Campo Verde. De lá, segui para Jaciara, sugestão de destino colocada no site da Expedição, considerada terra dos esportes radicais do Mato Grosso.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-359" title="Pessoal pronto para o rafting. Ao fundo, a cachoeira da fumaça" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chapada4.jpg" alt="Pessoal pronto para o rafting. Ao fundo, a cachoeira da fumaça" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Pessoal pronto para o rafting. Ao fundo, a cachoeira da fumaça</p></div>
<p>Encravada no vale da Serra de São Vicente, Jaciara é uma cidade limpa e organizada com aproximadamente 30 mil habitantes. Suas atrações vão desde suas águas cristalinas e termais até formações de cachoeiras, cânions e esportes de aventura como rafting, rapel e arvorismo.</p>
<p>Logo que cheguei na cidade tive a sorte de conhecer a professora Nélida, que saiu do Uruguai muito cedo para conhecer o Brasil até se instalar em Jaciara para ajudar na educação das crianças e desenvolver o turismo na cidade. Sempre com sorriso no rosto, mas marcado por nunca abandonar seus nobres valores, dona Nélida é o tipo de pessoa que já faz valer a pena qualquer viagem. Com ela, combinei o rafting no dia seguinte que seria monitorado por um dos seus filhos.</p>
<div id="attachment_360" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-360" title="E agora José?" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chapada5.jpg" alt="E agora José?" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">E agora José?</p></div>
<p>Quem quer conhecer em pouco tempo um apanhado das belezas de Jaciara, o rafting é o programa perfeito. Com corredeiras que vão do nível 1 ao 6, (5 e 6 percorridos apenas por competidores), as águas do rio Tenente Amaral são carregadas de emoção e adrenalina. O rafting começa ao pé da Cachoeira da Fumaça e arrepia os marinheiros de primeira viagem. Ao todo são 2h30 de descida, em um rio com águas mornas e cristalinas, e alguns caldos cabulosos!</p>
<p>Assim foi mais um feriado com direito a banho na alma, agora pronto e energizado para voltar a terra das araucárias. Desculpem o texto corrido, mas só consegui um tempo para este blog porque retirei dois dentes sisos e fiquei de repouso forçado.</p>
<p>O que acham da Patagônia fim do ano? Estou convocando os aventureiros. Só comentar abaixo que mando os detalhes. Valeuuuu!!</p>
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		<title>Novos projetos e uma chapada!</title>
		<link>http://www.caronainterativa.com.br/novos-projetos-e-uma-chapada/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 18:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal. Quero pedir desculpas por ter deixado o blog sem atualização por tanto tempo. Ultimamente as coisas andam meio corridas fora daqui. Troquei de emprego, perdi minhas férias, assumi responsabilidades demais e me concentrei para colocar dois trabalhos no ar: Acessozero – www.acessozero.com.br Uma rede social de relacionamento entre consumidores e estabelecimentos, com dicas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal.</p>
<p>Quero pedir desculpas por ter deixado o blog sem atualização por tanto tempo. Ultimamente as coisas andam meio corridas fora daqui. Troquei de emprego, perdi minhas férias, assumi responsabilidades demais e me concentrei para colocar dois trabalhos no ar:</p>
<p><a href="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/05/acessozero.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-350" title="acessozero" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/05/acessozero.jpg" alt="" width="296" height="92" /></a></p>
<p><strong>Acessozero – <a href="http://www.acessozero.com.br" target="_blank">www.acessozero.com.br</a></strong><br />
Uma rede social de relacionamento entre consumidores e estabelecimentos, com dicas, avaliações e também tickets de até 80% de desconto em muitos lugares bacanas. Por enquanto só funciona em Curitiba, mas logo estará disponível em outras cidades.</p>
<p><a href="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/05/curitibamix.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-351" title="curitibamix" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/05/curitibamix.jpg" alt="" width="299" height="84" /></a></p>
<p><strong>Curitibamix – <a href="http://www.curitibamix.com.br" target="_blank">www.curitibamix.com.br</a></strong><br />
<a href="http://www.curitibamix.com.br" target="_blank">Agenda cultural da Curitiba</a>, com espaços para comentários e eventos alternativos. <a href="http://www.curitibamix.com.br" target="_blank">Shows, festas, teatro, cinema, exposições</a>, a idéia é organizar um pouco as opções de <a href="http://www.curitibamix.com.br" target="_blank">cultura e entretenimento</a> por aqui.</p>
<p>A boa notícia para os caroneiros de plantão é que nesse feriado de junho estarei indo para a <strong>Chapada dos Guimarães – MT</strong>. Vou trazer o máximo de dicas possíveis para o viajante independente e colocar aqui no blog.</p>
<p>Não deixem de comentar o que vocês acharam dos dois sites! Até logo!</p>
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		<title>Bonito (MS) para mochileiros</title>
		<link>http://www.caronainterativa.com.br/bonito-ms-para-mochileiros/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 16:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[bodoquena]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabo de levar um pacote de bicicleta. Achei bom. Primeiro porque pude testar qual é o limite de velocidade que posso andar numa curva com asfalto molhado. Da pior maneira, é claro. Outra porque, por causa dos ferimentos, estou de molho em casa e assim com tempo para atualizar esse querido blog. Aeee!! Ai, ui&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_337" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-337" title="Bonito por natureza (foto por mauro.godinho)" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito8.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Bonito por natureza (foto por mauro.godinho)</p></div>
<p>Acabo de levar um pacote de bicicleta. Achei bom. Primeiro porque pude testar qual é o limite de velocidade que posso andar numa curva com asfalto molhado. Da pior maneira, é claro. Outra porque, por causa dos ferimentos, estou de molho em casa e assim com tempo para atualizar esse querido blog. Aeee!! Ai, ui&#8230;</p>
<p>Bom, a pauta de hoje só podia ser sobre o carnaval. Ou o que sobrou dele. E por quem sobreviveu. Nunca fui muito fã de escolas de samba, trio elétricos, marchinhas e da muvuca que impera nessa época. Sempre busquei refúgios e tranqüilidade nas ilhas de Superagüi, Cardoso, Ilha Grande&#8230; mas são lugares que já conheço só pelo cheiro, então resolvi inverter o fluxo natural dos carnavalescos. Em vez de ir para praia, fui para o interior, mais especificamente para Bonito, no Mato Grosso do Sul! <span id="more-336"></span></p>
<div id="attachment_339" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-339" title="Pra chegar em Bonito, vai ter que passar por nós!" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito2.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Pra chegar em Bonito, vai ter que passar por nós!</p></div>
<p>Bonito é um dos pontos turísticos mais vendidos fora do Brasil. Sua fama de paraíso ecoturístico faz com que 150 mil pessoas visitem a região todo ano. Apesar do movimento, Bonito tem apenas 18 mil habitantes e uma lerdeza digna de cidade pequena. Seus atrativos naturais, como rios cristalinos, cachoeiras, grutas e cavernas estão espalhados pela região longe do centro, alguns até em cidades próximas como Jardim e Bodoquena. Maioria dos passeios exige presença de guias e reservas com antecedência, que podem ser feitas nas agências de turismo locais.</p>
<p>Muita gente acha que Bonito é um destino caro e elitizado demais. Confesso que também tinha um pouco dessa impressão, mas quando escolhi os passeios certos, pude ver que o dinheiro depositado realmente é aplicado na infra-estrutura, limpeza, treinamento e, principalmente, na preservação dos lugares. Os preços dos passeios são tabelados e a forma de economizar é se virando no transporte e nas caronas. Sabendo disso, vou passar algumas dicas que captei no Carnaval desse ano por lá.</p>
<div id="attachment_338" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-338" title="Área externa do Bonito Ecological Hostel " src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito1.jpg" alt="" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Área externa do Bonito Ecological Hostel </p></div>
<p>Quer economizar? Viaje fora de temporada. Os preços tabelados ficam em média 30% mais baratos e você não corre o risco de perder aquele passeio “imperdível” só porque não fez reserva 3 meses antes. Outra dica é ser alberguista e se hospedar no <a href="http://www.ajbonito.com.br/" target="_blank">Bonito Ecological Hostel</a>. Além da boa estrutura do estabelecimento, com piscina, redário, cozinha, etc, no hostel também funciona uma agência de turismo onde alberguistas com carteirinha tem descontos em vários passeios. Sem falar que você acaba conhecendo muita gente, o que facilita na hora de descolar caronas pela região.</p>
<p>Bonito fica a 330 km da capital Campo Grande, viagem que pode levar até 5 horas de ônibus. Para evitar essa chateação, logo no desembarque do aeroporto é possível perceber que muitos dali irão seguir para Bonito. No saguão, agentes de viagens, donos de condução, receptivos, todos aguardando turistas que reservaram seus pacotes. Nessa hora, vale tudo para descolar uma carona, pois se depender de ônibus, terá que fazer 3 baldeações até a rodoviária e ainda gastar 55 reais com a passagem. Quem estiver em grupo, compensa também alugar um carro em Campo Grande.</p>
<p>Basicamente podemos dividir as atrações de Bonito em 4 categorias: balneários, flutuações, ecoturismo e aventura. Se o tempo for curto e quiser evitar passeios parecidos, tente escolher uma atração de cada tipo. Vamos aos destaques:</p>
<p><strong>Balneários</strong><br />
Para conhecer os balneários não é necessário um guia e por isso são as atrações mais populares, procuradas por turistas e moradores da região. São áreas com estrutura para receber muitas pessoas, oferecendo lanchonetes, quiosques, vestiários e opções de lazer. Uma tarde é suficiente para conhecer as águas transparentes do Rio Formoso que corta boa parte dos balneários.</p>
<div id="attachment_340" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-340" title="Flutuação em um olho d'água no Rio da Prata" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito4.jpg" alt="" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Flutuação em um olho d&#39;água no Rio da Prata</p></div>
<p><strong>Flutuações</strong><br />
Grande chamariz de Bonito, com seus rios cristalinos e cheios de peixes. Os passeios mais procurados são do Rio Sucuri, Baía Bonita (Aquário Natural) e o Rio da Prata. Acabei ficando com o último, pois o tempo de flutuação era maior (1h30), além da nascente do Prata oferecer maiores peixes e variedade de espécies. Um programa fascinante! Para chegar lá, um imprevisto: tivemos que esperar uma boiada passar pela estrada, enquanto os vaqueiros escoltavam o gado para evitar que a manada estourasse. No final de passeio, almoço típico pantaneiro, com direito a sobremesa de doces caseiros. Eleita a melhor atração do Brasil pelo Guia 4 Rodas em 2008 e 2009.</p>
<p><strong>Ecoturismo</strong><br />
Existem muitas opções de ecoturismo para o visitante em Bonito. Fazendas, estâncias, recantos, parques. Optei por conhecer a Cachoeira Boca da Onça, na Serra da Bodoquena, pois é a maior do Mato Grosso do Sul com 156 metros. Para minha surpresa, o lugar reservava diversas outras quedas e possuía até uma opção de rapel com 90 metros de altura. O receptivo da fazenda era muito bem cuidado com piscina, redário e uma varanda aconchegante. No final do passeio, mais um delicioso almoço para recuperar as energias. Recomendo!</p>
<div id="attachment_341" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-341" title="Cachoeira da Boca da Onça" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito5.jpg" alt="" width="400" height="533" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira da Boca da Onça</p></div>
<p>Outra atração muito procurada é a da Gruta Azul, um dos cartões postais de Bonito. A caverna possui em seu interior um lago com águas intensamente azuladas, cuja profundidade chega a 90 metros. Infelizmente, por causa da grande procura no carnaval, não consegui vaga para visitação. Nem esquentei a cabeça, pois minha expectativa era de conhecer outra caverna, muito mais desafiadora: o Abismo Anhumas!</p>
<p><strong>Aventura</strong><br />
Sem dúvida a maior aventura de Bonito é conhecer o Abismo Anhumas. Quem se aproxima da &#8220;boca&#8221; da estreita fenda não imagina que poucos metros abaixo irá se deparar com um salão do tamanho de um campo de futebol. Ali dentro, um novo mundo se revela. Para desbravá-lo, é necessário encarar um rapel negativo &#8211; sem contato com o paredão &#8211; de 72 metros de altura. Até aí tudo bem, mas para subir como faz?</p>
<div id="attachment_343" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-343" title="Subindo o Abismo Anhumas" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito7.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Subindo o Abismo Anhumas</p></div>
<p>O Anhumas é uma das poucas atrações do mundo onde o turista também pratica a técnica de ascensão (subida) em corda, utilizada em escaladas. Para encarar o desafio, é necessário antes fazer um treinamento indoor de rapel numa torre de 8 metros. É nesta hora que a habilidade dos monitores fica mais aguçada, pois com muita percepção analisam quem pode ou não descer e subir o Abismo: cardíacos, diabéticos e portadores de problemas nervosos ou psíquicos, assim como, pessoas muito obesas, são informadas da impossibilidade de fazer o passeio.</p>
<p>O controle de visitação do Abismo também é rigoroso. No máximo 16 pessoas por dia são convocados para a aventura, respeitando assim questões de segurança e preservação ambiental. Meu nome estava na lista de espera, sem muitas esperanças de que eu pudesse ser chamado, quando 12 pessoas foram reprovadas no treinamento em um único dia. Fui chamado às pressas e no dia seguinte já estava preparado para viajar ao centro da Terra!</p>
<div id="attachment_342" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-342" title="Depois da flutuação, passeio de bote pelos becos do Abismo" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bonito6.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Depois da flutuação, passeio de bote pelos becos do Abismo</p></div>
<p>A descida não leva mais que cinco minutos, mas é tempo suficiente para sentir o coração disparar, as mãos suarem e os olhos buscarem um ponto onde seja possível se salvar caso a corda arrebente. Sei que não me salvaria, mas é uma reação do instinto. A chegada é num deck flutuante onde outros monitores esperam para dar o apoio necessário. Lá em baixo observa-se a grandiosidade do centro da terra esculpido por milhões de anos, gota a gota d&#8217;água, formando lindas estalactites e estalagmites, com formas variadas onde a imaginação de cada um visualiza seres e objetos diferentes. O visitante ainda é surpreendido pelas formações submersas durante a flutuação guiada. Para quem ter curso de mergulho, é possível mergulhar com cilindro pagando um valor adicional. Depois haja fôlego para subir&#8230;</p>
<p>Fazendo um balanço do feriado, vejo que quatro ou cinco dias são suficientes para conhecer boa parte das belezas de Bonito. Para quem tem alguns dias a mais, compensa fazer uma visitinha até o Pantanal. Já os atrativos do centro, chamam atenção os restaurantes típicos a base de peixes e carne de jacaré. Nas sorveterias, frutas exóticas do cerrado como cupuaçu. cajamanga, araticum, pequi, jabuticaba, jatobá e outras também fazem sucesso. Na night, bares como Taboa e Oca oferecem música ao vivo e drinks com cachaças locais. Só cuidado ao esticar a noite, pois para aproveitar os passeios em Bonito, não pode perder a hora!</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Para quem está planejando uma viagem a Bonito, segue a <a href="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Informativo-Detalhado-dos-Passeios-2010.doc" target="_blank">tabela de preços</a> dos passeios para a temporada 2010.</p>
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		<title>Jornalismo on the road, aventura em pauta</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz alguns meses que acompanho a expedição “Brasil, cada canto um encanto”, capitaneada pelo jornalista Laércio Guidio, na sua saga de desvendar destinos turísticos poucos conhecidos por esse Brasilzão. Com mochila nas costas, poucos recursos financeiros e caronas inesperadas, Laércio faz questão de manter atualizado o blog e o twitter do projeto, mas agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz alguns meses que acompanho a expedição “Brasil, cada canto um encanto”, capitaneada pelo jornalista Laércio Guidio, na sua saga de desvendar destinos turísticos poucos conhecidos por esse Brasilzão. Com mochila nas costas, poucos recursos financeiros e caronas inesperadas, Laércio faz questão de manter atualizado o <a href="http://cadacantoumencanto.blogspot.com/" target="_blank">blog</a> e o <a href="http://twitter.com/brasilcadacanto" target="_blank">twitter</a> do projeto, mas agora precisa também lidar com a participação do seu público.</p>
<p>Segue abaixo a carta aberta do <a href="http://twitter.com/brasilcadacanto" target="_blank">@BrasilCadaCanto</a> sobre esse assunto e o convite para conhecer um pouco mais sua aventura! <span id="more-331"></span></p>
<div id="attachment_332" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-332" title="Laércio Guidio, pronto para escalar uma torre de alta tensão" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/02/laercioguidio.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Laércio Guidio, pronto para escalar uma torre de alta tensão</p></div>
<p><span style="color: #c0c0c0;">&#8220;Desde que a expedição “Brasil, cada canto um encanto” começou fazer jornalismo na estrada, guiada pelas sugestões dos seguidores do (@BrasilCadaCanto) no twitter, surgem sempre as mesmas perguntas: Como é ser pautado por internautas, e quais as dificuldades encontradas?</span></p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">O jornalismo precisa cada vez mais da interação, o público não é mais mero espectador, ele quer participar da matéria, fazer suas sugestões, elogiar ou criticar, quer ter voz, é muita prepotência querer “empurrar” informação goela abaixo.</span></p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">Importante entender essa questão da interação em que o leitor deixa de ser um decodificador passivo de textos, os jornais que ainda não aprenderam essa mudança terão que aprender. Nem sempre é possível seguir as sugestões dos internautas num primeiro momento, mas elas não são ignoradas e sim passam a fazer parte de um projeto de estudo de viabilidade. </span></p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">O mochilão  “Brasil, cada canto”, não mostra somente lugares, para isso já há centenas de matérias. A meta é sempre mostrar com a visão de um mochileiro, o que é divertido, interessante, curioso, radical, no lugar visitado. Não são matérias de turismo deslocadas, é uma expedição por lugares poucos conhecidos, ou uma visão diferente de lugares já bastante divulgados, feitas pensando unicamente em abrir um leque de opções para as pessoas se aventurarem pelo Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">Quanto às dificuldades encontradas, são superadas ao andar por quilômetros e ver a queda de uma cachoeira, ou ver uma floresta preservada de cima de uma montanha. Pode parecer uma resposta politicamente correta, mas é melhor que reclamar da chuva, da sede, do mato, da distância, do calor. Tem gente que mesmo estando no paraíso, vai sempre procurar do que se queixar.</span></p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">É justamente a emoção da dificuldade que distingue um passeio de uma aventura.&#8221;<br />
<em><br />
Laércio Guidio – Jornalista </em></span></p>
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		<title>Chapada Diamantina – Lençóis e o Vale do Capão</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:13:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro leitor, agora que você já conheceu um pouquinho mais sobre os vilarejos da Chapada Diamantina (Rio de Contas, Ibicoara, Mucugê, Igatu), creio que está preparado para continuar essa incrível viagem pelo coração da Bahia sem medo de ser enganado ou de gastar uma grana preta com passeios enlatados na cidade de Lençóis. Se estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_325" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-325" title="Casario colonial de Lençóis" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lencois1.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Casario colonial de Lençóis</p></div>
<p>Caro leitor, agora que você já conheceu um pouquinho mais sobre os vilarejos da Chapada Diamantina (<a href="http://www.caronainterativa.com.br/chapada-diamantina-rio-de-contas/" target="_blank">Rio de Contas</a>, <a href="http://www.caronainterativa.com.br/chapada-diamantina-ibicoara/" target="_blank">Ibicoara</a>, <a href="http://www.caronainterativa.com.br/chapada-diamantina-mucuge/" target="_blank">Mucugê</a>, <a href="http://www.caronainterativa.com.br/chapada-diamantina-igatu/" target="_blank">Igatu</a>), creio que está preparado para continuar essa incrível viagem pelo coração da Bahia sem medo de ser enganado ou de gastar uma grana preta com passeios enlatados na cidade de Lençóis. Se estou certo, vamos nessa!</p>
<p>A “capital” da Chapada oferece ao visitante uma boa infra-estrutura de pousadas, restaurantes, agências de turismo e aventura, mas também não abandona seu passado. Os principais casarões foram reformados com cuidado e hoje abrigam grande quantidade de lojas, botequins e ateliês. Em meio a sua arquitetura colonial preservada, não é difícil imaginar os donos de garimpo de antigamente, com seus ternos brancos circulando pelas ruas estreitas em frente as casas simples e coloridas. <span id="more-323"></span></p>
<div id="attachment_326" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-326" title="Galerinha em cima do Morro do Pai Inácio" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lencois2.jpg" alt="" width="500" height="366" /><p class="wp-caption-text">Galerinha em cima do Morro do Pai Inácio</p></div>
<p>Esse encantamento da cidade, aliada as belezas naturais da região, provocaram a multiplicação dos visitantes sem um controle adequado (principalmente feriados e épocas de temporada) congestionando os passeios mais próximos do centro como o Ribeirão do Meio, a Cachoeirinha ou o Sossego. Outras atrações como Poço do Diabo, Morro do Pai Inácio, Gruta da Lapa Doce e Pratinha também sofrem com o excesso de turistas, pois são oferecidos em pacotes de um dia por várias agências. O pacotão sai em média 50 reais e é uma opção econômica para o viajante sem transporte próprio.</p>
<p>Quem gosta de esportes radicais e possui uma verba extra para torrar, Lençóis oferece rapel e tirolesa no Poço do Diabo, bungee jump na Gruta do Lapão, canoagem no Marimbus (Pantanal da Chapada), bikecross até o Morro do Pai Inácio e diversos outros esportes bacanas. Mas a atividade mais procurada pelos viajantes mochileiros é o trekking!</p>
<div id="attachment_327" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-327" title="Cânion da cachoeira da Fumaça" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lencois3.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Cânion da cachoeira da Fumaça</p></div>
<p>Um dos trekkings mais famosos do Brasil é a trilha da cachoeira da Fumaça por baixo. São três dias de caminhada forte (o último é o mais desgastante por causa da íngreme subida do cânion), sendo necessária a companhia de um guia. A recompensa para quem atinge o topo da cachoeira é um cenário deslumbrante. A água do pequeno riacho que nasce em cima do platô cai de uma altura imponente, se dissipando com o vento numa fina névoa que desaparece bem antes de alcançar o chão, 340 metros abaixo.</p>
<p>Próximo à cachoeira da Fumaça, descendo o outro lado do morro, fica o povoado de Caeté Açu, mais conhecido como Vale do Capão. A primeira impressão que se tem do Capão é a de um lugar saído dos contos de fadas, onde duendes e gnomos se misturam a privilegiados mortais em busca do equilíbrio com a natureza. A diferença com outros locais da Chapada está no conceito desenvolvido há mais de duas décadas pelas comunidades alternativas que se instalaram no Capão em busca de uma vida mais natural e focada na espiritualidade.</p>
<div id="attachment_324" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-324" title="Aulas de circo no vale do Capão" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lencois4.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Aulas de circo no vale do Capão</p></div>
<p>Uma pena que boa parte dos mochileiros que chegam no Capão mal visitam o vilarejo, pois esses estão mais interessados em fazer a travessia do Vale do Paty. Quem tiver a oportunidade de se hospedar no Capão, vai conhecer pessoas de diferentes partes do mundo reunidas em torno de um estilo de vida voltado ao desenvolvimento humano e ao respeito à natureza. Atividades como circo, dança, teatro, banhos nus, cultivo de ervas medicinais e aquele friozinho à noite, fazem do Capão e da região da Chapada Diamantina um dos destinos turísticos mais incríveis do país!</p>
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		<title>Reveillon em Pouso da Cajaíba</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 21:35:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Olha lá os urubus”, berra um cidadão chapado na proa. Na barca pra Cajaíba, os efeitos da maresia alteravam expressões e sentidos. Nosso comandante, ex-viciado, sentia o cheiro do passado no ar. Agora, era o álcool que lhe fazia companhia. Abaixo das gaivotas, e não urubus, golfinhos convidavam-nos para um mergulho no mar transparente. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_320" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-320" title="Pouso da Cajaíba" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pouso1.jpg" alt="Pouso da Cajaíba" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Pouso da Cajaíba</p></div>
<p>“Olha lá os urubus”, berra um cidadão chapado na proa. Na barca pra Cajaíba, os efeitos da maresia alteravam expressões e sentidos. Nosso comandante, ex-viciado, sentia o cheiro do passado no ar. Agora, era o álcool que lhe fazia companhia. Abaixo das gaivotas, e não urubus, golfinhos convidavam-nos para um mergulho no mar transparente. Um show de barrigadas. E quem disse que subir no barco era fácil? <span id="more-319"></span></p>
<p>Chegar em Pouso da Cajaíba é como entrar num paraíso remoto. Longe de estradas, automóveis, televisão e Internet, nem a luz de fato existia por lá. A comunidade faz questão de se virar com placas de energia solar e geradores a óleo. Toda manhã encostava um navio pirata, com gelo contrabandeado de Paraty, vendido a preço de ouro. O valor era repassado na latinha de cerveja, que não saia por menos de R$ 3,00. A novidade desse ano era o açaí, feito num liquidificador engenhoso movido a manivela.</p>
<p>A região da baia da Cajaíba, pertence à área de proteção ambiental do Cairuçu e apresenta uma magnífica beleza natural com inúmeras praias desertas ou pouco habitadas, separadas por montanhas cobertas pela Mata Atlântica. Até pela proximidade geográfica, há uma semelhança muito grande com as praias da Ilha Grande, mas sem a devastação imobiliária e invasão de forasteiros que atualmente imperam na ilha. Por enquanto, a praia de Pouso continua sendo uma típica comunidade caiçara, abrigo seguro de barqueiros que saem em alto mar e dos visitantes que não suportam a babilônia das grandes cidades.</p>
<p>O que ninguém esperava neste fim de ano era uma intensa chuva que começou dia 29 e se estendeu até dia 01 a tarde. A avalanche de água transformou trilhas em rios. O camping onde eu estava ficou submerso. Minha barraca agüentou até dia 31, depois pediu arrego. Hora de interditar o cafofo e gritar “ninguém dorme”. No reveillon concentrado pelos bares da praia, sambão, cerveja, espumante e&#8230; malibu? Cortesia da paulista Ana Paula, que me ofereceu carona até Sampa (ok, eu me auto-convidei).</p>
<p>Ao amanhecer, “gameover” para muita gente. Quem queria ir embora se assustava com os boatos sobre as tragédias e estragos da chuva. Para os que resistiram, o Sol voltou a brilhar como se tivesse apagado a meses. Mais uma vez a natureza mostrou quem que manda no mundo dos homens. Feliz 2010 para todos.</p>
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		<title>Chapada Diamantina – Igatu</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 17:48:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tocas de pedra, ruínas, cavernas e espantalhos. O cenário é de uma cidade destruída e abandonada. Quem visita Igatu, antes conhecida como Xique-Xique, logo imagina ser a Machu Picchu brasileira. Fundada entre 1800 e 1840, a vila histórica foi repouso dos garimpeiros que aproveitavam as pedras abundantes no local para fechar as tocas naturais transformando-as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_313" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-313" title="Rampa do Caim" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/12/igatu1.jpg" alt="Rampa do Caim" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Rampa do Caim</p></div>
<p>Tocas de pedra, ruínas, cavernas e espantalhos. O cenário é de uma cidade destruída e abandonada. Quem visita Igatu, antes conhecida como Xique-Xique, logo imagina ser a Machu Picchu brasileira. Fundada entre 1800 e 1840, a vila histórica foi repouso dos garimpeiros que aproveitavam as pedras abundantes no local para fechar as tocas naturais transformando-as em moradias. Eram os verdadeiros homens das cavernas. <span id="more-311"></span></p>
<div id="attachment_314" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-314" title="Toca de pedra, moradia de garimpeiros" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/12/igatu2.jpg" alt="Toca de pedra, moradia de garimpeiros" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Toca de pedra, moradia de garimpeiros</p></div>
<p>A história se repete. O garimpo entrou em decadência e todo mundo foi embora. Hoje, Igatu é apenas um distrito da cidade de Andaraí. Vivem por ali mais ou menos 400 pessoas num cenário estranhamente belo e bucólico. Por estar dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, o turismo vem se firmando como principal fonte de renda da população. Na casa do famoso seu Amarildo, por exemplo, os turistas ficam sabendo de toda a história de Igatu contada em revistinhas escritas por ele à mão. Amarildo também vende doces e coleciona fotos e artigos relacionados a “Xuxa”. Não é a toa que já fora entrevistado até pelo jornalista Mauricio Kubrusly, em um de seus quadros no Fantástico.</p>
<div id="attachment_315" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-315" title="Paisagem de Igatu" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/12/igatu3.jpg" alt="Paisagem de Igatu" width="400" height="533" /><p class="wp-caption-text">Paisagem de Igatu</p></div>
<p>Além de personagens curiosos, Igatu reserva uma natureza exótica e paisagens naturais de tirar o fôlego. Vale a pena encarar duas horas de caminhada para deslumbrar a monumental Rampa do Caim, um mirante onde de um lado avista-se a paisagem do Vale do Paty e do outro, o cânion do Rio Paraguaçu.</p>
<div id="attachment_312" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-312" title="Companhia na caroninha pra Andaraí" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/12/igatu5.jpg" alt="Companhia na caroninha pra Andaraí" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Companhia na caroninha pra Andaraí</p></div>
<p>Outra atração bacana é a antiga trilha de garimpeiros (11 km) que segue em direção a Andaraí, podendo ser feita de bike ou a pé por três horas. Quem quiser sair de Igatu sem suar muito, terá que acordar cedo para pegar o ônibus escolar (único transporte público da região) ou se arriscar em imprevisíveis caronas. Como eu não queria passar a noite por ali, só me restou encarar a caçamba da caminhonete de um comerciante local que estava preste a partir para Andaraí. “Você se importa em ter companhia?” perguntou o motorista. Falei que não e junto comigo subiu um cão labrador enorme, com cara de poucos amigos&#8230;</p>
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		<title>Chapada Diamantina &#8211; Mucugê</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 17:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diamante! Mineral monométrico, carbono puro, a mais dura e brilhante das pedras preciosas. Sem ele, a simpática Mucugê e tantas outras vilas e cidades da Chapada Diamantina não teriam surgido. Antes, a chamada terra prometida era vagamente povoada, dominada pelos índios Maracás que respondiam com violência à chegada de estranhos. Porém, em 1844, com anúncio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_305" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-305" title="Centrinho de Mucugê" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mucuge1.jpg" alt="Centrinho de Mucugê" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Centrinho de Mucugê</p></div>
<p>Diamante! Mineral monométrico, carbono puro, a mais dura e brilhante das pedras preciosas. Sem ele, a simpática Mucugê e tantas outras vilas e cidades da Chapada Diamantina não teriam surgido. Antes, a chamada terra prometida era vagamente povoada, dominada pelos índios Maracás que respondiam com violência à chegada de estranhos. Porém, em 1844, com anúncio da descoberta de diamantes próximo ao rio Mucugê, a população itinerante que explorava o Brasil atrás de riquezas tomou conta da região: comerciantes, colonos, jesuítas, contrabandistas e estrangeiros se espalhavam em vilas marcadas pela falta de leis e autoridades oficiais. <span id="more-303"></span></p>
<div id="attachment_306" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-306" title="Sempre-Viva" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mucuge2.jpg" alt="Sempre-Viva" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Sempre-Viva</p></div>
<p>O diamante logo desapareceu obrigando as poucas famílias que resistiram a se dedicarem na criação de gado e no cultivo de cereais. Mais tarde, iniciou-se a exploração dos campos de Sempre-Viva, planta com mais de 400 variações encontrada com facilidade no cerrado da Chapada. Exportada em grandes quantidades para Europa como adorno natural, chegou estar ameaçada de extinção. Atualmente, a prefeitura de Mucugê mantém dentro de uma área de preservação o Projeto Sempre-Viva, que tem objetivo de regulamentar sua exploração aliando pesquisa, ecoturismo e geração de empregos.</p>
<p>Desde 1980, Mucugê é considerado patrimônio da humanidade devido ao seu valor arquitetônico colonial diferenciado e sabiamente preservado. Um passeio pelas ruas do município revela o casario neoclássico e neogótico do século 19, a exemplo do Cemitério Bizantino, encravado no morro do Mirante do Cruzeiro. Além da sede do Projeto Sempre-Viva, a cidade reserva ao viajante independente diversas atrações naturais como a Cachoeira Três Barras, Cachoeira dos Cristais e os poços conhecidos como Mar da Espanha e Sibéria. Vale a pena conhecer as cachoeiras com suas pedras dispostas em camadas, formando uma escadaria natural até o topo delas.</p>
<div id="attachment_307" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-307" title="Cachoeira dos Cristais" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mucuge3.jpg" alt="Cachoeira dos Cristais" width="400" height="554" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira dos Cristais</p></div>
<p>Para conferir os incríveis poços Azul e Encantado sem que precise encarar os onerosos passeios oferecidos em Lençóis, Mucugê acaba sendo o melhor ponto de carona para o viajante independente. Comece pesquisando nas pousadas se algum turista possui passeios agendados e tente combinar uma carona antes. Na pior das hipóteses, o trevo da cidade é garantia de carona certa, mas você terá que fazer algumas conexões ou caminhar bastante. Aventura a vista!</p>
<div id="attachment_308" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-308" title="Caroninha básica em Mucugê" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mucuge4.jpg" alt="Caroninha básica em Mucugê" width="500" height="359" /><p class="wp-caption-text">Caroninha básica em Mucugê</p></div>
<p>De carona com um casal de Minas, fui conhecer o famoso Poço Encantado, localizado no município de Itaetê. Com 50 metros de profundidade, o poço chama atenção pela cor da água azulada, intensa e transparente, mas são os raios de Sol que, por meio de uma clarabóia natural, se transformam em protagonistas do espetáculo. Ao transpor a rocha, a luz solar se torna uma flecha iluminada que resplandece toda a magia do lugar. Como em qualquer show, há data e horário marcado para sua contemplação. Recomenda-se visitar o poço no inverno, das 9h30 às 14h, horário e época em que o Sol atinge o ângulo necessário para entrar na caverna.</p>
<div id="attachment_304" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-304" title="Poço Azul (crédito da foto: Alex Uchoa)" src="http://www.caronainterativa.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mucuge5.jpg" alt="Poço Azul (crédito da foto: Alex Uchoa)" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Poço Azul (crédito da foto: Alex Uchoa)</p></div>
<p>Localizado num sítio em Nova Redenção, próximo das nascentes do Rio Paraguaçu, o Poço Azul se diferencia por permitir o mergulho livre no local. Poder enxergar as formações rochosas submersas com extrema nitidez, apesar da grande profundidade (varia de 3,5 m a 16 m), chega a causar uma espécie de “vertigem” nos visitantes. Dentro d’água, um festival de cores e reflexos transbordava beleza em todos os espectadores, revelando em mim uma imensa vontade de registrar e compartilhar aquela experiência. Talvez porque tinha acabado de achar mais um diamante na Chapada Diamantina.</p>
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