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	<title>Esporte Fino</title>
	
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		<title>O Flamengo está de parabéns</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 00:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[O Flamengo est&#225; de parab&#233;ns. Em pouco mais de um m&#234;s, num surto de idiotice incontrol&#225;vel, conseguiu executar com excel&#234;ncia toda a cole&#231;&#227;o de erros mais prim&#225;rios e est&#250;pidos poss&#237;veis a um clube de futebol. Se algu&#233;m tinha a obriga&#231;&#227;o de estar motivado e cuidar da pr&#233;-temporada com carinho, esse algu&#233;m &#233; um clube que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Flamengo</strong> est&aacute; de parab&eacute;ns.</p>
<p>Em pouco mais de um m&ecirc;s, num surto de <strong>idiotice incontrol&aacute;vel</strong>, conseguiu executar com excel&ecirc;ncia toda a cole&ccedil;&atilde;o de erros mais prim&aacute;rios e est&uacute;pidos poss&iacute;veis a um clube de futebol.</p>
<p>Se algu&eacute;m tinha a obriga&ccedil;&atilde;o de estar motivado e cuidar da pr&eacute;-temporada com carinho, esse algu&eacute;m &eacute; um clube que est&aacute; na Libertadores e que tem no seu elenco um fora-de-s&eacute;rie capaz de arrastar multid&otilde;es ao est&aacute;dio, desequilibrar partidas decisivas e trazer milh&otilde;es aos clubes do cofre via a&ccedil;&otilde;es de marketing. </p>
<p>Ou seja, o Flamengo abriu o ano em posi&ccedil;&atilde;o privilegiada, podendo brigar pelo t&iacute;tulo mais importante do continente.</p>
<p>Mas mal a bola come&ccedil;ou a rolar em 2012 e o Fla j&aacute; praticamente jogou tudo ladeira abaixo. Porque o clube se tornou uma grande baderna e se parece cada vez mais com aquele Rubro-negro desordenado que flertou com o rebaixamento anos atr&aacute;s e cada vez menos com aquele time renascido de 2009, que conquistou o Brasileir&atilde;o depois de 17 anos. </p>
<p>Em apenas 33 dias deste novo ano, o Flamengo j&aacute; foi objeto de not&iacute;cias sobre atraso de pagamentos, noitadas de jogadores, racha no elenco, brigas entre comiss&atilde;o t&eacute;cnica e diretoria e desligamento de jogador por indisciplina.</p>
<p>C&acirc;ndido que sou, pensei que a cereja no bolo fosse a vultosa contrata&ccedil;&atilde;o de Vagner Love quando o clube mal consegue pagar o sal&aacute;rio dos seus jogadores. Mas n&atilde;o era a cereja; no m&aacute;ximo um suspiro. A cereja veio hoje, com a demiss&atilde;o do treinador, mesmo ap&oacute;s a classifica&ccedil;&atilde;o na Libertadores. </p>
<p>Tudo faz tanto sentido na G&aacute;vea quanto a frase de Patr&iacute;cia Amorim, tentando explicar a sa&iacute;da de Luxemburgo. “Futebol &eacute; resultado e o time venceu. Mas tomamos essa decis&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o de outros problemas.” Oi?</p>
<p>E assim o Flamengo, de elenco forte e vaga na Libertadores, percorre um caminho seguro em dire&ccedil;&atilde;o ao fracasso. O clube joga no lixo a oportunidade de ter um grande ano para, em troca, revisitar um per&iacute;odo pouco glorioso da sua hist&oacute;ria.</p>
<p>O Flamengo est&aacute; realmente de parab&eacute;ns. S&oacute; que ao contr&aacute;rio.<br />
<em></em></p>
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		<title>A volta dos atrasos salariais ao futebol brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 17:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Augusto Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogadores de Vasco e Cruzeiro est&#227;o, com raz&#227;o, &#224;s turras com as respectivas diretorias por conta de sal&#225;rios atrasados. Por motivo ligeiramente parecido (atraso em &#8216;luvas&#8217; e na parte que cabe &#224; Traffic para Ronaldinho), o Flamengo tamb&#233;m treina sob amea&#231;a de turbul&#234;ncias a todo instante. E agora entra a pergunta: Pode isso, Arnaldo? Pode, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jogadores de Vasco e Cruzeiro est&atilde;o, com raz&atilde;o, &agrave;s turras com as respectivas diretorias por conta de sal&aacute;rios atrasados. Por motivo ligeiramente parecido (atraso em &#8216;luvas&#8217; e na parte que cabe &agrave; Traffic para Ronaldinho), o Flamengo tamb&eacute;m treina sob amea&ccedil;a de turbul&ecirc;ncias a todo instante.</p>
<p>E agora entra a pergunta: Pode isso, Arnaldo? Pode, Galv&atilde;o, diria o solerte apitador da final da Copa de 82. A regra &eacute; clara, se voc&ecirc; n&atilde;o disciplina seus gastos por ter se acostumado ao guarda-chuva dos adiantamentos de cotas de TV (via Clube dos 13), n&atilde;o h&aacute; &#8220;boom&#8221; econ&ocirc;mico que salve suas contas.</p>
<p>Sim, os clubes t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es quase in&eacute;ditas de arrecadar dinheiro via parcerias e projetos de marketing. Sim, a TV Globo nunca pagou tanto dinheiro pela transmiss&atilde;o dos jogos.</p>
<p>Por&eacute;m, a ordem mudou. O gerente do banco agora n&atilde;o est&aacute; mais disposto a liberar linhas de cr&eacute;dito milion&aacute;rias para cobrir o cheque especial, sabe como &eacute;? N&atilde;o h&aacute; mais o poder de avalista do Clube dos 13, e a Globo (ao que consta) libera suas parcelas de acordo com o que foi firmado no contrato (claro).</p>
<p>Trocando em mi&uacute;dos, &eacute; mais um exemplo de que, al&eacute;m da economia, o que precisa mudar &eacute; a mentalidade. &Eacute; o perfil de quem assina o cheque.</p>
<p>A continuar com essa administra&ccedil;&atilde;o arcaica, o futebol brasileiro corre o risco de perder (mais um) bonde da hist&oacute;ria e retroceder. Mirem-se no exemplo do nosso outrora garboso vizinho, a Argentina.</p>
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		<title>Com açúcar e sem afeto</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Chiorino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[por @FChiorino O empres&#225;rio Abilio Diniz concedeu uma entrevista no m&#237;nimo curiosa &#224; revista Gentlemen’s Quaterly, mais conhecida apenas por GQ. Dinheiro que &#233; bom, nada. Mas pitaco &#233; que n&#227;o falta na rela&#231;&#227;o entre o milion&#225;rio e o S&#227;o Paulo, seu time de cora&#231;&#227;o. As declara&#231;&#245;es foram reveladas hoje em uma reportagem do UOL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin-bottom: 1px;" title="identifica" src="http://www.esportefino.net/wp-content/uploads/2012/01/capagq_11_768.jpg" alt="identifica" width="277" height="374" /></p>
<p>por <strong><a href="http://twitter.com/FChiorino" target="_blank">@FChiorino</a></strong></p>
<p>O empres&aacute;rio Abilio Diniz concedeu uma entrevista no m&iacute;nimo curiosa &agrave; revista Gentlemen’s Quaterly, mais conhecida apenas por GQ. Dinheiro que &eacute; bom, nada. Mas pitaco &eacute; que n&atilde;o falta na rela&ccedil;&atilde;o entre o milion&aacute;rio e o S&atilde;o Paulo, seu time de cora&ccedil;&atilde;o. As declara&ccedil;&otilde;es foram reveladas hoje em uma reportagem do <strong><a href="http://bit.ly/yzGQPc" target="_blank">UOL Esporte</a></strong>.</p>
<p>Diniz integra o conselho consultivo do tricolor paulista, o que &eacute; uma esp&eacute;cie de passe livre para se meter em qualquer assunto. Outro conselheiro famoso &eacute; o jurista Ives Gandra, a quem se atribui o veto ao lan&ccedil;amento de uma camisa 3 do clube, na contram&atilde;o do marketing de todo o futebol brasileiro. Recentemente, Gandra ainda criticou publicamente o atacante Luis Fabiano por jogar com uma chuteira verde.</p>
<p>Pois o dono do P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car se colocou como uma esp&eacute;cie de mentor do S&atilde;o Paulo. Revelou mandar SMS para o assistente t&eacute;cnico Milton Cruz sempre que v&ecirc; algo que desaprova. Sugere mudan&ccedil;as na escala&ccedil;&atilde;o e at&eacute; no esquema t&aacute;tico.</p>
<p>Ab&iacute;lio foi al&eacute;m: disse que precisou de dez dias para convencer o presidente Juvenal Juv&ecirc;ncio a contratar Le&atilde;o. Mas n&atilde;o sem dar uma esp&eacute;cie de ultimato ao treinador.  “Voc&ecirc; vai aceitar todos que estiverem l&aacute;. E, se brigar com o Milton, quem sai &eacute; voc&ecirc;. Estamos entendidos?”, amea&ccedil;ou o empres&aacute;rio.</p>
<p>E por falar em presidente, tamb&eacute;m sobrou cr&iacute;tica para ele. “&Eacute; um cara que conhece futebol, mas est&aacute; ficando um pouco velho, e tem alguns velhos que ficam passionais e saem da realidade”, provocou.</p>
<p>Dif&iacute;cil concluir se h&aacute; exagero ou invencionices nessa entrevista. &Eacute; poss&iacute;vel que haja, mas ainda assim &eacute; um novo cap&iacute;tulo que coloca em d&uacute;vida a gest&atilde;o diferenciada que o S&atilde;o Paulo vendeu para o mercado nos &uacute;ltimos anos. Porque Ab&iacute;lio Diniz pode ser um dos homens mais ricos e influentes do Brasil. Mas isso n&atilde;o o capacita a escalar time e escolher t&eacute;cnicos.</p>
<p>Pelo andar da carruagem, a Ta&ccedil;a das Bolinhas ainda vai acabar na sala de Ab&iacute;lio Diniz.</p>
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		<title>Paixão corinthiana, com H</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 04:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Vitor Guedes &#233; corintiano. Ou melhor, ele &#233; corinthiano, com H, porque &#233; assim que ele acha que tem de ser. Jornalista, pai de um garoto chamado Bas&#237;lio (o que evidentemente n&#227;o &#233; coincid&#234;ncia), o colunista do jornal Agora lan&#231;a &#224;s 19h desta segunda-feira, no Artilheiros Bar, em S&#227;o Paulo, o livro Paix&#227;o Corinthiana. S&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vitor Guedes &eacute; corintiano. Ou melhor, ele &eacute; corinthiano, com H, porque &eacute; assim que ele acha que tem de ser. Jornalista, pai de um garoto chamado Bas&iacute;lio (o que evidentemente n&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia), o colunista do jornal <em>Agora</em> lan&ccedil;a &agrave;s 19h desta segunda-feira, no <a href="http://www.artilheirosbar.com.br/" target="_blank">Artilheiros Bar</a>, em S&atilde;o Paulo, o livro <a href="http://pbrasil.lojavirtualfc.com.br/sistema/listaprodutos.asp?IDLoja=7499&#038;Y=8514123414114&#038;IDProduto=3277420&#038;q=paixao-corinthiana-a-historia-de-amor-de-um-povo-pelo-seu-time--contada-em-100-historias-cotidianas" target="_blank">Paix&atilde;o Corinthiana</a>. S&atilde;o 100 cr&ocirc;nicas cotidianas que d&atilde;o a dimens&atilde;o desta paix&atilde;o da torcida pelo seu time. Abaixo, um r&aacute;pido bate-papo do blogueiro com o escritor.</p>
<p><strong>H&aacute; uma famosa frase repetida pelos corinthianos segundo a qual &#8220;o Corinthians &eacute; maior que tudo isso&#8221;. Existe ent&atilde;o alguma coisa maior que o Corinthians?</strong><br />
<em>Qualquer livro s&eacute;rio, imparcial e respons&aacute;vel, ao contar de forma minuciosa e criteriosa toda a trajet&oacute;ria humana, n&atilde;o pode desprezar alguns fatos. Entre eles, a inven&ccedil;&atilde;o da roda, o nascimento de Jesus Cristo e a invas&atilde;o corinthiana. Pequeno exagero &agrave; parte, maior que o Corinthians &eacute; a certeza de que o clube n&atilde;o substitui a fam&iacute;lia nem os valores que aprendemos. O Corinthians &eacute; uma &oacute;tima companhia para vivenciarmos, com amor, nosso lado pai, filho, irm&atilde;o, amigo e at&eacute; rival.</em></p>
<p><strong>Outra frase dita &agrave; exaust&atilde;o &eacute; que os corinthianos n&atilde;o vivem de t&iacute;tulo, vivem de Corinthians. Voc&ecirc; concorda com isso?</strong><br />
<em>Quem gosta de t&iacute;tulo &eacute; torcedor. Quem gosta de futebol s&atilde;o os outros. Corinthiano gosta do Corinthians. O corinthiano se basta. Essa frase, que est&aacute; no livro, resume o que penso. Quando o Corinthians ganha, &eacute; muito bom fazer parte da alegria da massa. E, quando perde, tamb&eacute;m &eacute; bom saber que a gente faz parte daquele sentimento. Mil vezes o sofrimento em preto e branco do corinthianismo do que a alegria em cores. Agora, apesar disso, n&atilde;o concordo com a frase em quest&atilde;o quando ela &eacute; dita como desculpinha, apenas para minimizar a derrota. Corinthiano &eacute; sofredor. E, quando perde, tem de sofrer. Mas derrota s&oacute; &eacute; aceita quando vem acompanhada de luta.</em></p>
<p><strong>Qual foi a fonte de onde voc&ecirc; tirou a ideia destas 100 hist&oacute;rias?</strong><br />
<em>Nesses cem textos, h&aacute; cr&ocirc;nicas de exalta&ccedil;&atilde;o ao Coring&atilde;o, narrativas, di&aacute;logos, hist&oacute;rias reais e ficcionais de corinthianos an&ocirc;nimos e at&eacute; cinco poemas. Dentre as hist&oacute;rias reais, uma curiosa &eacute; &#8220;Jesus Cristo e Casagrande&#8221;. &Eacute; sobre o Freitas, pai do Fernando, amig&atilde;o meu da pr&eacute;-escola at&eacute; hoje. Estava em sua casa quando o Freitas, que &agrave; &eacute;poca era professor de catequese, usou como modelo de um cartaz religioso a capa de uma &#8220;Placar&#8221; em que Casagrande, cabeludo e com a barba por fazer, comemorava um gol do Tim&atilde;o de bra&ccedil;os aberto. Naquela tarde hist&oacute;rica, eu acompanhei Cas&atilde;o, passo a passo, transformar-se em Jesus.</em></p>
<p><strong>Qual foi seu grande momento como corinthiano, mas fora do est&aacute;dio?</strong><br />
<em>Sou jornalista e corinthiano. Pai e corinthiano. Marido e corinthiano. Filho e corinthiano. Irm&atilde;o e corinthiano. Amigo e corinthiano. Dependendo do local e da companhia, assumo um papel, mas, seja ele qual for, ele &eacute; desempenhado como corinthiano. O momento mais emocionante foi a primeira vez em que o meu filho, Bas&iacute;lio, hoje com 3 anos, disse Corinthians. Beijar o s&iacute;mbolo, o maloqueirinho j&aacute; beijava antes mesmo de falar &#8220;m&atilde;-m&atilde;&#8221; e &#8220;p&aacute;-p&aacute;&#8221;. Democracia &eacute; para frouxo, homem tem a obriga&ccedil;&atilde;o de fazer o filho torcer para o seu time. O time do cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; para o pai como o peito est&aacute; para a m&atilde;e. O Curintch&aacute; &eacute; o nosso elo umbilical. &Eacute; a vit&oacute;ria da paternidade.</em></p>
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		<title>Djokovic a caminho do panteão do tênis</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 18:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Por @maia_otavio Antes de qualquer coment&#225;rio sobre a decis&#227;o &#233;pica do Aberto da Austr&#225;lia, na qual Novak Djokovic bateu Rafael Nadal em quase 6h de jogo, &#233; preciso dizer que o que se viu neste domingo extrapola o &#226;mbito do t&#234;nis. Sim, porque Nole e Rafa n&#227;o s&#227;o apenas um patrim&#244;nio do mundo da raquete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://twitter.com/maia_otavio">@maia_otavio</a></p>
<p>Antes de qualquer coment&aacute;rio sobre a decis&atilde;o &eacute;pica do <strong>Aberto da Austr&aacute;lia</strong>, na qual <strong>Novak Djokovic</strong> bateu <strong>Rafael Nadal</strong> em quase 6h de jogo, &eacute; preciso dizer que o que se viu neste domingo extrapola o &acirc;mbito do t&ecirc;nis. </p>
<p>Sim, porque Nole e Rafa n&atilde;o s&atilde;o apenas um patrim&ocirc;nio do mundo da raquete e da bolinha. Eles superam fronteiras e fazem de si mesmos um bem precioso do Esporte &#8211; assim mesmo, com E mai&uacute;sculo. </p>
<p>Se algu&eacute;m quiser explicar ao filho um dia o que &eacute; praticar uma modalidade com excel&ecirc;ncia ou que &eacute; ter esp&iacute;rito de campe&atilde;o, pode buscar o significado tanto em um quanto no outro. E a mensagem estar&aacute; entregue com clareza. </p>
<p>A disputa deste domingo foi um dos epis&oacute;dios mais bonitos e emocionantes da hist&oacute;ria do t&ecirc;nis. </p>
<p>Uma semana atr&aacute;s, escrevi <a href="http://www.esportefino.net/ser-o-melhor-da-atualidade-e-pouco-para-djokovic/">aqui</a> no Esporte Fino que Djokovic s&oacute; dependia de si mesmo para ser campe&atilde;o porque tinha o melhor pacote de virtudes do circuito. Bastava manter o n&iacute;vel que se sagraria tri na Austr&aacute;lia. </p>
<p>Para que acontecesse o contr&aacute;rio, algo muito fora da curva precisaria vir &agrave; tona. Uma exibi&ccedil;&atilde;o milagrosa do rival, talvez. Ou um cansa&ccedil;o acumulado de sua parte, quem sabe. Neste domingo, Nole se deparou com ambos.</p>
<p>Porque fez uma semifinal de 5 horas contra Andy Murray na sexta-feira e seria natural que ca&iacute;sse de produ&ccedil;&atilde;o se a partida decisiva virasse uma maratona. E n&atilde;o s&oacute; a partida virou uma maratona como Nadal apareceu com novo plano t&aacute;tico, mais agressivo e mais eficaz contra o estilo do s&eacute;rvio. </p>
<p>Em vez de apostar em longas trocas de bola, Rafa fez uma combina&ccedil;&atilde;o de saque com slice na esquerda de duas m&atilde;os de Djoko (que gera menos alcance) seguido de drive definidor. Funcionou, at&eacute; Nole achar o tempo da devolu&ccedil;&atilde;o e encaixar bolas incrivelmente profundas, que impediam Nadal de tomar o comando do ponto. </p>
<p>A certa altura, tudo parecia desafiar Nole. Ele estava desgastado e jogava contra um dos maiores nomes da hist&oacute;ria, que se encontrava em dia particularmente intenso. Para piorar, Rafa mostrava inspira&ccedil;&atilde;o e vencia o primeiro set por 7-5. Naquele momento, Djoko estava um set abaixo contra um atleta que vencera 133 dos 134 jogos de Grande Slam em que havia levado a primeira parcial. Pesadelo.</p>
<p>Sim, sim, a miss&atilde;o era dura para Djokovic, mas ele mostrou que est&aacute; em patamar t&atilde;o acima dos demais que vence inclusive quando tudo parece estar a favor do advers&aacute;rio. Quase entregue no quinto set, o n&uacute;mero 1 do mundo voltou a subir o n&iacute;vel de jogo quando Nadal parecia rumar para o t&iacute;tulo. Com f&ocirc;lego incr&iacute;vel, Nole virou um 4 a 2 aparentemente irrevers&iacute;vel e anotou um sofrido 7-5, suficiente para levantar a ta&ccedil;a e a arquibancada, extasiada com o que via.</p>
<p>Algu&eacute;m pode dizer que &eacute; absurdo julgar Nole muito acima dos demais se ele acaba de precisar de duas maratonas em Melbourne, contra Andy e Rafa. &Eacute; verdade que ele poderia muito bem ter perdido ambas as batalhas, n&atilde;o fossem pequenos detalhes. Mas esses detalhes n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o pequenos quanto parecem e tampouco funcionam como loteria. Quase sempre, pendem para o lado mais preparado, f&iacute;sica, t&eacute;cnica e mentalmente. E hoje esse cara indiscutivelmente &eacute; Djokovic.</p>
<p>Apesar do equil&iacute;brio neste domingo, a rivalidade entre Djokovic e Nadal parece ter pendido definitivamente para um lado. Faz lembrar a hist&oacute;ria de Roger Federer contra Lleyton Hewitt. Roger foi dominado por longo tempo pelo rival, at&eacute; que atingiu um n&iacute;vel de jogo muito superior ao de Hewiit e tornou seu antigo algoz um fregu&ecirc;s dos mais fieis. Foram sete vit&oacute;rias de Lleyton nos nove primeiro jogos e 17 triunfos de Roger nos 18 seguintes. Djokovic teve seu “turning point” contra Rafa no ano passado e desde ent&atilde;o est&aacute; com 7 a 0 contra o tenista de Mallorca. Sinceramente, n&atilde;o sei como, quando e se Nadal vai voltar a venc&ecirc;-lo.</p>
<p>Ali&aacute;s, volto a dizer que ser o melhor do momento &eacute; pouco para o s&eacute;rvio. Ele merece estar num pante&atilde;o junto dos maiores da hist&oacute;ria. Para mim, ele &eacute; mais jogador, por exemplo, do que Andre Agassi, para citar um monstro sagrado mais recente &#8211; e portanto mais compar&aacute;vel. </p>
<p>Existe uma diferen&ccedil;a, no entanto, entre ser mais jogador tecnicamente e ter a maior cole&ccedil;&atilde;o de feitos, que &eacute; o que vale para a hist&oacute;ria. Djokovic n&atilde;o joga de agora em diante para ser n&uacute;mero 1 ou para ser campe&atilde;o. Joga para preencher essa lacuna e percorrer o caminho que o separa de Roger, Rafa, Pete Sampras, Rod Laver e outros deuses da raquete e da bolinha. </p>
<p>Quem acompanhar, vai ver a hist&oacute;ria sendo feita pelo s&eacute;rvio. Mais uma vez.  </p>
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		<title>Cortês, não perca sua porção Phil Lynnot</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 23:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Augusto Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro Cort&#234;s, pare com essa hist&#243;ria de modificar o pr&#243;prio nome e volte a desfilar seu estilo de vida descomplicado. S&#243; assim voltar&#225; a ser aquele Cort&#234;s que agradou a todos no Botafogo e fez bela partida com a sele&#231;&#227;o brasileira, justamente contra a Argentina. Ok, ap&#243;s aquele jogo voc&#234; sumiu, mas o cr&#233;dito continua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin-bottom:1px" src='http://www.esportefino.net/wp-content/uploads/2012/01/phil-lynott.jpg' alt="identifica" title="identifica" /></p>
<p>Caro Cort&ecirc;s, pare com essa hist&oacute;ria de modificar o pr&oacute;prio nome e volte a desfilar seu estilo de vida descomplicado. S&oacute; assim voltar&aacute; a ser aquele Cort&ecirc;s que agradou a todos no Botafogo e fez bela partida com a sele&ccedil;&atilde;o brasileira, justamente contra a Argentina.</p>
<p>Ok, ap&oacute;s aquele jogo voc&ecirc; sumiu, mas o cr&eacute;dito continua alto. Foi este saldo positivo que o levou a chegar com &acirc;nimo ao S&atilde;o Paulo, clube que h&aacute; pelo menos quatro anos, desde a sa&iacute;da do J&uacute;nior, n&atilde;o tem um lateral-esquerdo que encante.</p>
<p>Leio com preocupa&ccedil;&atilde;o que <a href="http://esporte.ig.com.br/futebol/cortes-troca-nome-e-usa-apelido-esportivo-cortez-no-sao-paulo/n1597594786839.html"target="_blank">voc&ecirc; agora quer ser Cortez</a>, com &#8220;z&#8221;, de Zorro. Que papo &eacute; esse de ficar se preocupando com esse tipo de coisa? Ok, n&atilde;o sou a pessoa mais identificada para falar sobre isso, j&aacute; que vivo me atrapalhando com o Pinto. (Explico: h&aacute; um Pinto no meu sobrenome, o qual, vergonhosamente, optei por esconder em p&uacute;blico).</p>
<p>Sabe, Cort&ecirc;s, aquela foto da sua festa de <a href="http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2011/08/cortes-festeja-casamento-em-casa-de-fast-food-foi-tudo-0800-sou-povao.html"target="_blank">casamento em uma loja do Habib´s</a> mexeu com muita gente ano passado. Gente que sonha com um estilo de vida mais descomplicado e verdadeiro, em meio &agrave;s fantasias de consumo nas quais corremos o risco de naufragar.</p>
<p>Vai, Cort&ecirc;s. Volte a empunhar aquela foto e, com seu estilo simpl&oacute;rio e corajoso entorte seus marcadores! Ser&aacute;s ent&atilde;o uma esp&eacute;cie de Phil Lynott do nosso futebol atual! Um her&oacute;i da resist&ecirc;ncia.</p>
<p>Ah, Phil Lynott, com quem eu acho voc&ecirc; meio parecido, &eacute; um dos meus m&uacute;sicos favoritos. L&iacute;der da important&iacute;ssima banda Thin Lyzzi (aquela que tomava <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oTH6nrD0ars&#038;feature=related"target="_blank">u&iacute;sque na jarra</a>), Phil passou a vida nadando contra a corrente.</p>
<p>Nascido na Inglaterra, mas criado em Dublin, tinha orgulho de ser irland&ecirc;s. O &#8220;detalhe&#8221; &eacute; que Phil n&atilde;o era um t&iacute;pico garoto de Dublin. Phil era negro, filho de m&atilde;e irlandesa e pai da antiga Guiana Inglesa, hoje apenas Guiana, aqui na Am&eacute;rica do Sul.</p>
<p>Em meio ao preconceito, Phil soube se impor, mas nunca negou suas origens ou se comportou como um astro pop. Talvez por conta disso, hoje n&atilde;o tem o reconhecimento que merece como grande l&iacute;der de banda, baixista e compositor.</p>
<p>Em Dublin, ao menos, Phil &eacute; querido. Morte precocemente no come&ccedil;o de 1986, v&iacute;tima do v&iacute;cio e da depress&atilde;o pelo fim da banda, o m&uacute;sico tem uma popular est&aacute;tua em sua homenagem.</p>
<p>Cort&ecirc;s, nunca apague sua por&ccedil;&atilde;o Phil Lynott. Talvez assim, ap&oacute;s voc&ecirc; conquistar algum t&iacute;tulo, voc&ecirc; ou&ccedil;a ressoar na sua mente &#8220;The boys are back in town&#8221;.</p>
<p><iframe width="482" height="275" src="http://www.youtube.com/embed/xxioAqOz_hk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Valdívia, o babaca</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 23:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Chiorino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>

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		<description><![CDATA[por @FChiorino Vald&#237;via n&#227;o conquistou o Campeonato Brasileiro. N&#227;o foi o her&#243;i da &#250;ltima Libertadores. N&#227;o fez o gol do t&#237;tulo no Mundial Interclubes. Vald&#237;via simplesmente fez uma boa partida boa contra o Bragantino. E seguindo seus princ&#237;pios, isso foi o suficiente para conceder uma entrevista coletiva reclamando de todos que duvidam de sua “magia”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="http://twitter.com/FChiorino" target="_blank">@FChiorino</a></p>
<p>Vald&iacute;via n&atilde;o conquistou o Campeonato Brasileiro. N&atilde;o foi o her&oacute;i da &uacute;ltima Libertadores. N&atilde;o fez o gol do t&iacute;tulo no Mundial Interclubes. Vald&iacute;via simplesmente fez uma boa partida boa contra o Bragantino. E seguindo seus princ&iacute;pios, isso foi o suficiente para conceder uma entrevista coletiva reclamando de todos que duvidam de sua “magia”.</p>
<p>Sobrou pra todo mundo. Para o j&aacute; combalido presidente Arnaldo Tirone, que publicamente demonstrou insatisfa&ccedil;&atilde;o pelas indisciplinas do jogador. Para o empres&aacute;rio Os&oacute;rio Furlan, que disse ter perdido dinheiro com Vald&iacute;via. Para os torcedores e imprensa, que o cobram insistentemente. Abusou da ironia para responder a todos os desafetos.</p>
<p>Um m&iacute;sero Paulista (2008) e al&ccedil;aram o chileno ao status de &iacute;dolo. Vald&iacute;via n&atilde;o &eacute; &iacute;dolo. &Eacute; uma migalha que o torcedor palmeirense se apegou nos &uacute;ltimos anos por falta de op&ccedil;&atilde;o e t&iacute;tulos mais relevantes. Os mais fan&aacute;ticos atribu&iacute;ram ao seu famoso “chute no v&aacute;cuo” a mesma import&acirc;ncia que o el&aacute;stico de Rivellino, a bicicleta de Le&ocirc;nidas, a cabe&ccedil;ada de olhos abertos de Pel&eacute;. At&eacute; o dia em que o meia se machucou fazendo isso numa semifinal contra o Corinthians e virou motivo de piada.</p>
<p>Pra piorar, virou persona non grata na sele&ccedil;&atilde;o do Chile, depois de chegar b&ecirc;bado na concentra&ccedil;&atilde;o, aparecer com mulheres e promover depreda&ccedil;&otilde;es com os colegas nos hot&eacute;is. Era titular absoluto, mas logo virou reserva de luxo. J&aacute; tomou gancho atr&aacute;s de gancho e agora corre o risco de nem participar das Eliminat&oacute;rias para a Copa de 2014.</p>
<p>Vald&iacute;via &eacute; um jogador nada confi&aacute;vel. Quando parece estar em melhor forma f&iacute;sica, provoca cart&otilde;es est&uacute;pidos e fica de fora de jogos decisivos. Esconde-se nos momentos em que o Palmeiras mais precisa dele. Sal&aacute;rio milion&aacute;rio e retorno p&iacute;fio. Algumas partidas boas contra clubes inexpressivos lhe d&atilde;o a notoriedade j&aacute; n&atilde;o mais merecida.</p>
<p>O chileno ainda ganha destaque porque &eacute; rodeado por jogadores medianos. Aproveita-se do buraco em que o Palmeiras se meteu nos &uacute;ltimos tempos para disfar&ccedil;ar suas pr&oacute;prias falhas como atleta e como pessoa. Quem hoje aplaude o jogador sofre da abstin&ecirc;ncia de &iacute;dolos de verdade, intensificada pela aposentadoria de Marcos. Para mim, Vald&iacute;via &eacute; um babaca. Com algum talento, &eacute; verdade, mas ainda assim um babaca.</p>
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		<title>Ser o melhor da atualidade é pouco para Djokovic</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 19:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Por @maia_otavio L&#225; se foi a primeira semana do Australian Open e a principal d&#250;vida do torneio j&#225; est&#225; respondida. Depois de uma queda abrupta de rendimento no final da temporada passada, todos queriam saber como Novak Djokovic chegaria ao primeiro Grand Slam do ano. Com tr&#234;s partidas disputadas, fica f&#225;cil cravar a resposta: ningu&#233;m, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por <a href="http://twitter/maia_otavio">@maia_otavio</a></strong></p>
<p>L&aacute; se foi a primeira semana do <strong>Australian Open</strong> e a principal d&uacute;vida do torneio j&aacute; est&aacute; respondida. </p>
<p>Depois de uma queda abrupta de rendimento no final da temporada passada, todos queriam saber como <strong>Novak Djokovic</strong> chegaria ao primeiro Grand Slam do ano. </p>
<p>Com tr&ecirc;s partidas disputadas, fica f&aacute;cil cravar a resposta: ningu&eacute;m, absolutamente ningu&eacute;m tem condi&ccedil;&otilde;es de tirar o t&iacute;tulo do s&eacute;rvio neste ano – a n&atilde;o ser que ele n&atilde;o mantenha o n&iacute;vel que est&aacute; apresentando. </p>
<p>Isso &eacute; evidente e por uma raz&atilde;o muito simples: Nole reencontrou em 2012 o mesmo n&iacute;vel que o levou ao topo do ranking e que fez monstros como Roger Federer e Rafael Nadal parecerem coadjuvantes no ao passado. </p>
<p>Em 2011, quando o s&eacute;rvio come&ccedil;ou a dominar o circuito, era preciso esperar para ver se ele apenas vivia uma grande fase ou se havia evolu&iacute;do e alcan&ccedil;ado um patamar ao qual nenhum outro tenista era capaz de chegar naquele momento.</p>
<p>O tempo mostrou que a segunda op&ccedil;&atilde;o era a verdadeira: Djokovic aprimorou seu jogo e hoje possui um pacote mais completo e poderoso do que seus principais rivais. Isso inclui arsenal de golpes, preparo f&iacute;sico, velocidade e for&ccedil;a mental. Federer e Nadal podem ter mais hist&oacute;ria, mas hoje t&ecirc;m menos jogo do que o s&eacute;rvio.</p>
<p>Em tr&ecirc;s jogos no Aberto da Austr&aacute;lia 2012, Novak jogou perdeu apenas dez games. Ele aplicou tr&ecirc;s vezes o placar de 6/0, tr&ecirc;s 6/1, dois 6/2 e o m&aacute;ximo de dificuldade que encontrou foi um 6/3, contra o colombiano kamikase Santiago Giraldo. &Eacute; como se jogasse contra atletas de categoria inferior. Chega a parecer covardia.</p>
<p>Se nada sair do script, Djokovic se tornar&aacute; tricampe&atilde;o em Melbourne no pr&oacute;ximo domingo. Ser&aacute; o seu quinto Grand Slam. Assim, vai deixar para tr&aacute;s gente grande, como Guillermo Vilas e Manolo Santana. E vai dar mais um passo para ocupar o papel que merece. </p>
<p>Para ele, ser o melhor do momento &eacute; pouco; Novak merece estar no pante&atilde;o ao lado dos maiores de todos os tempos – e vai acumular trof&eacute;us at&eacute; chegar l&aacute;. &Eacute; s&oacute; esperar.</p>
<ul>
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		<item>
		<title>O que a Copa do Mundo não fez pelo Brasil</title>
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		<comments>http://www.esportefino.net/o-que-a-copa-do-mundo-nao-fez-pelo-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo de 2014, fui a favor. Achei que o compromisso de construir est&#225;dios, renovar aeroportos e realizar obras de mobilidade urbana seria uma forma de for&#231;ar o poder p&#250;blico a levar melhorias para a vida de v&#225;rios estratos da popula&#231;&#227;o. Em maio de 2011, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo de 2014, fui a favor. Achei que o compromisso de construir est&aacute;dios, renovar aeroportos e realizar obras de mobilidade urbana seria uma forma de for&ccedil;ar o poder p&uacute;blico a levar melhorias para a vida de v&aacute;rios estratos da popula&ccedil;&atilde;o. Em maio de 2011, eu j&aacute; havia virado a casaca, diante do rid&iacute;culo da situa&ccedil;&atilde;o das <a href="http://www.esportefino.net/copa-do-mundo-2014-virei-a-casaca/" target="_blank">cidades-sede para o mundial</a>.</p>
<p>Nesta semana, o <em>Jornal Nacional</em> mostrou uma reportagem que me fez pensar que havia salva&ccedil;&atilde;o para o &#8220;legado&#8221; que o pa&iacute;s ter&aacute;. O <em>JN</em> mostrou que <a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/01/moradores-de-rua-mudam-de-vida-com-chance-de-emprego-em-salvador.html" target="_blank">ex-moradores de rua estavam sendo treinados</a> e recrutados para trabalhar nas obras da Arena Fonte Nova, est&aacute;dio de Salvador para a Copa, uma iniciativa genial, que permitiu e permitir&aacute; que alguns brasileiros voltem a ser cidad&atilde;os. </p>
<p>Fui pesquisar sobre o projeto e descobri que &eacute; uma iniciativa da <a href="http://www.secopa.ba.gov.br/pt-br/noticias/comecar-de-novo" target="_blank">Igreja da Trindade</a> em uma parceria com a <a href="http://www.odebrecht.com/sala-imprensa/noticias/noticia-detalhes/jornalistas-visitam-obras-arena-fonte-nova" target="_blank">Odebrecht</a> (que com a OAS ergue o est&aacute;dio). A obra &eacute; a Fonte Nova, um est&aacute;dio da Copa, por acaso. Poderia ser uma ponte, um pr&eacute;dio. Aparentemente h&aacute; pouco, ou nenhum, envolvimento do poder p&uacute;blico. Infelizmente, n&atilde;o &eacute; uma surpresa. </p>
<p>Confira a reportagem:</p>
<p><object width="480" height="360" data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param value="true" name="allowFullScreen"><param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1772695&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=360" name="FlashVars" /></object></p>
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		<item>
		<title>Os vovôs da NBA</title>
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		<comments>http://www.esportefino.net/os-vovos-da-nba/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Chiorino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[NBA]]></category>

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		<description><![CDATA[Por @FChiorino N&#227;o &#233; s&#243; no futebol que veteranos estendem suas carreiras &#224; procura de mais algum reconhecimento, ou simplesmente por n&#227;o conseguirem se imaginar fora de atividade. Na NBA n&#227;o &#233; diferente. Abaixo uma lista de 10 jogadores que praticamente se arrastam pelas quadras da liga americana. Alguns mais &#250;teis do que outros, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong><a href="http://www.twitter.com/FChiorino" target="_blank">@FChiorino</a></strong></p>
<p><img style="margin-bottom: 1px;" title="" src=" http://www.esportefino.net/wp-content/uploads/2012/01/NBA-Collector-Series-1-Finished-01_1288180629.jpg" alt="" /></p>
<p>N&atilde;o &eacute; s&oacute; no futebol que veteranos estendem suas carreiras &agrave; procura de mais algum reconhecimento, ou simplesmente por n&atilde;o conseguirem se imaginar fora de atividade. Na <strong>NBA</strong> n&atilde;o &eacute; diferente. Abaixo uma lista de 10 jogadores que praticamente se arrastam pelas quadras da liga americana. Alguns mais &uacute;teis do que outros, mas ainda assim todos sem o brilho do passado nem t&atilde;o distante assim.</p>
<p><strong>Jason Kidd</strong> (38 anos e 17 de carreira)<br />
Time: Dallas Mavericks<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 4.7<br />
T&iacute;tulos: 2011 – Dallas Mavericks</p>
<p>&#8220;Mr. Triple Double&#8221;. Esse &eacute; o apelido que Jason Kidd carregou durante toda a vida. Surgiu em 1994 no Mavericks, onde participou do t&iacute;tulo no ano passado e provavelmente deve encerrar sua carreira. No seu primeiro ano na liga, foi eleito Rookie of the Year junto com Grant Hill. Bicampe&atilde;o ol&iacute;mpico (2000 e 2008) e participou 10 vezes do All-Star Game. Cinco vezes l&iacute;der da NBA em assist&ecirc;ncias.</p>
<p><strong>Vince Carter</strong> (34 anos e 13 de carreira)<br />
Time: Dallas Mavericks<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 9.5</p>
<p>Surgiu no Toronto Raptors apontado como um (dos tantos j&aacute; apontados) sucessores de Michael Jordan. Eleito Rookie of the Year em 1999 e campe&atilde;o pelos EUA nas Olimp&iacute;adas de 2000. Foi escolhido para o All-Star Game por 8 anos seguidos e venceu o NBA Slam Dunk em 2000. No Raptors, chegou a atingir a m&eacute;dia de 27.6 pontos por jogo (2000-2001).</p>
<p><strong>Ben Wallace</strong> (37 anos e 15 de carreira)<br />
Time: Detroit Pistons<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 1.4<br />
T&iacute;tulos: 2004 – Detroit Pistons</p>
<p>“The Big Ben” venceu a temporada 2003-2004 pelo Detroit Pistons, quando atingiu a incr&iacute;vel marca de 15.4 rebotes por jogo. Quatro anos seguidos no All-Star Game e quatro vezes eleito NBA Defensive Player of the Year. O piv&ocirc; tamb&eacute;m j&aacute; liderou a m&eacute;dia de tocos (2002) e rebotes (2001 e 2003) da liga.</p>
<p><strong>Juwan Howard</strong> (38 anos e 17 de carreira)<br />
Time: Miami Heat<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 1.0</p>
<p>Nunca foi um jogador espetacular, mas surgiu como sensa&ccedil;&atilde;o no ent&atilde;o Washington Bullets em 1994, ap&oacute;s se destacar no basquete universit&aacute;rio Dois anos depois, participava do All-Star Game. Chegou a atingir a m&eacute;dia de 8.1 rebotes e 22.1 pontos por jogo (1995-1996) pelo Washington. Participou da &uacute;ltima final da NBA, quando o seu Miami Heat foi derrotado pelo Dallas Mavericks. Um dos cavanhaques mais tradicionais da liga.</p>
<p><strong>Tracy McGrady</strong> (32 anos e 14 de carreira)<br />
Time: Atlanta Hawks<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 7.6</p>
<p>“T-Mac” come&ccedil;ou sua hist&oacute;ria no Toronto Raptors, como o primo Vince Carter. Mas se destacou quando jogou pelo Orlando Magics e pelo Houston Rockets. Sete vezes seguidas no All-Star Game e duas vezes eleito All-NBA First Team. Em 2003, pelo Orlando, atingiu incr&iacute;veis 32.1 pontos por jogo. Tamb&eacute;m ficou marcado por um jogo hist&oacute;rico contra o San Antonio Spurs, quando marcou 13 pontos nos 33 segundos finais e deu a vit&oacute;ria ao Rockets.</p>
<p><strong>Jerry Stackhouse</strong> (37 anos e 16 de carreira)<br />
Time: Atlanta Hawks<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 2.5</p>
<p>No seu primeiro ano com o Philadelphia 76ers, Stackhouse atingiu a m&eacute;dia de 19.2 pontos por jogo e foi eleito para o NBA All-Rookie Team. Participou duas vezes do All-Star Game. Na temporada 2000-2001, pelo Detroit Pistons, alcan&ccedil;ou a m&eacute;dia de 29.8 pontos por jogo. Mais de 15 mil pontos em toda a carreira.</p>
<p><strong>Marcus Camby</strong> (37 anos e 15 de carreira)<br />
Time: Portland Blazers<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 3.4</p>
<p>Camby surgiu no Toronto Raptors em 1996, quando atingiu a maior m&eacute;dia de pontos de sua carreira: 14.8. Mas teve maior destaque pelo New York Knicks e Denver Nuggets, quando participou de 3 e 5 playoffs, respectivamente. Eleito NBA All-Rookie First Team em 1997 e NBA Defensive Player of the Year em 2007, este &uacute;ltimo quando j&aacute; jogava pelo Nuggets.</p>
<p><strong>Derek Fisher</strong> (37 anos e 15 de carreira)<br />
Time: Los Angeles Lakers<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 4.9<br />
T&iacute;tulos: 2000, 2001, 2002, 2009 e 2010 – Los AngelesLakers</p>
<p>Fisher &eacute; aquele veterano que ainda d&aacute; um caldo. Na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, decidiu uma partida pelo Lakers com uma cesta de 3 pontos no &uacute;ltimo segundo. &Eacute; visto como um l&iacute;der n&atilde;o s&oacute; do time, como tamb&eacute;m de toda a liga. Afinal, esteve &agrave; frente de todas as negocia&ccedil;&otilde;es durante o per&iacute;odo de locaute. N&atilde;o tem estat&iacute;sticas muito significativas, o que &eacute; irrelevante para um jogador com cinco an&eacute;is da NBA.</p>
<p><strong>Grant Hill</strong> (39 anos e 16 de carreira)<br />
Time: Phoenix Suns<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 7.9</p>
<p>O mais velho dessa lista, mas com passagens por apenas tr&ecirc;s franquias. Come&ccedil;ou a carreira na temporada 1994-1995 pelo Detroit Pistons, quando foi eleito Rookie of the Year ao lado de Jason Kidd. Sete participa&ccedil;&otilde;es no All-Star Game e eleito para o All-NBA First Team em 1997. Na temporada 1999-2000, atingiu a m&eacute;dia de 25.8 pontos por jogo. No ano seguinte, se transferiu para o Orlando Magics e, desde ent&atilde;o, as estat&iacute;sticas s&oacute; ca&iacute;ram. Em tr&ecirc;s ocasi&otilde;es levou o NBA Sportsmanship Award, que premia o jogador que mais personifica os ideais de &eacute;tica, fair play e integridade da liga.</p>
<p><strong>Tim Duncan</strong> (35 anos e 14 de carreira)<br />
Time: San Antonio Spurs<br />
M&eacute;dia atual de pontos por jogo: 12.8<br />
T&iacute;tulos: 1999, 2003, 2005 e 2007 – San Antonio Spurs.</p>
<p>Por que um jogador com m&eacute;dia de dois d&iacute;gitos em pontos por jogo figura nessa lista? Simplesmente porque estamos a falar de um piv&ocirc; quatro vezes campe&atilde;o da NBA e que j&aacute; atingiu m&eacute;dia de 25.5 pontos por jogo. E tudo isso jogando apenas pelo Santo Antonio Spurs, onde ganhou o apelido conjunto de “Torres G&ecirc;meas”, ao lado de David Robinson. Duas vezes eleito NBA Most Valuable Player, sendo apontado tamb&eacute;m como o jogador mais valioso em tr&ecirc;s finais. NBA Rookie of the Year em 1998 e nada menos do que 13 participa&ccedil;&otilde;es no All-Star Game. E mais: 9 vezes eleito para o All-NBA First Team e 8 para o All-Defensive First Team. Sorte de quem viu esse vov&ocirc; jogar.</p>
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