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	<title>Efatah Missões » Missões</title>
	
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	<description>Evangelismo e Missões. Louvor e Adoração</description>
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		<title>Momento histórico no Haiti</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativos Missionários]]></category>
		<category><![CDATA[Haiti]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010. Queridos, Hoje de manhã, nós acordamos com um tremendo teste de som de um grande palco montado bem em frente ao palácio do Governo. Detalhe: era tocando só música evangélica!!
Por volta de 7h da manhã as pessoas começaram a chegar. Agora são 9h30min há em torno de 100.000 pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4069/4385177882_aa6c18dfcb_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010. Queridos, Hoje de manhã, nós acordamos com um tremendo teste de som de um grande palco montado bem em frente ao palácio do Governo. Detalhe: era tocando só música evangélica!!</p>
<p>Por volta de 7h da manhã as pessoas começaram a chegar. Agora são 9h30min há em torno de 100.000 pessoas aqui na frente. Pregadores estão declarando que o Haiti pertence a Jesus, e que o Senhor é grande. O povo não para de clamar ALELUIAS! Há uma grande esperança no ar de que haverá um novo Haiti, em que o Senhor Jesus será livremente adorado! Um Haiti dedicado a Ele.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4003/4385177782_5547b1fe2c.jpg" alt="Haiti" width="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4069/4385177882_aa6c18dfcb.jpg" alt="Haiti" width="500" /></p>
<p>Ontem, o Eduardo recebeu uma palavra em Isaías 60, em que o último versículo fala que o menor virá a ser mil e o mínimo será uma grande nação, e que o Senhor fará isso prontamente.</p>
<p>Ficamos no meio do povo orando e profetizando essa palavra de Deus. Além disso, pelo que entendemos, foi o presidente do País que pediu para que o povo tivesse três dias de oração em favor do Haiti.</p>
<p>Nós sentimos que estamos fazendo parte de um momento histórico!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4011/4385177974_c3fcdc6b22.jpg" alt="Haiti" width="500" /></p>
<p>Grande abraço do Haiti, bem da frente do palácio que foi destruído, de onde Deus tem levantado uma nova Nação!</p>
<p>Johan, Michelle e Eduardo<br />
Equipe de JOCUM Brasil no Haiti</p>
<p>Veja mais em: <a href="http://beagablog.blogspot.com/">Jocumeiros no Haiti</a><br />
Fonte: Jocum Brasil</p>
<p>Imagens:<br />
AP Photo/Miami Herald, CarlJuste<br />
Carolyn Cole/LA Times<br />
AP Photo/Rodrigo Abd)</p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Autoridades prendem pastor e fecham igreja no Irã</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja Perseguida]]></category>
		<category><![CDATA[autoridades]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[pastor]]></category>

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		<description><![CDATA[Irã    &#8211; As autoridades iranianas prenderam o pastor Wilson Issavi da igreja Evangélica Assíria em Kermanshah, uma  cidade distante no oeste do Irã, fechando sua igreja. Ele foi preso por agentes de segurança e levado a um local desconhecido no dia 2 de fevereiro, segundo relata a rede de notícias Farsi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irã    &#8211; As autoridades iranianas prenderam o pastor Wilson Issavi da igreja Evangélica Assíria em Kermanshah, uma  cidade distante no oeste do Irã, fechando sua igreja. Ele foi preso por agentes de segurança e levado a um local desconhecido no dia 2 de fevereiro, segundo relata a rede de notícias Farsi (FCNN).</p>
<p>O pastor foi levado enquanto visitava um amigo na cidade central de Isfahan. O casal dono da casa e outro convidado também foram presos, mas a esposa do anfitrião foi liberada.</p>
<p>A família e os amigos de Issavi não receberam nenhuma informação sobre seu paradeiro.</p>
<p>Apesar de a prisão de Issavi ter sido repentina e sem aviso prévio, havia indícios de que as autoridades iranianas estavam monitorando o pastor. No mês passado, agentes de segurança à paisana invadiram a casa de Issavi e fecharam sua igreja. As autoridades também proibiram o pastor de reabrir a igreja.</p>
<p>A FCNN afirma ter sido informada sobre essa invasão, mas que não publicou nenhuma notícia a pedido de Issavi.</p>
<p>O pastor “manso, humilde e modesto” temia que as autoridades perseguissem sua igreja ainda mais se alguma notícia fosse pública. Ele queria negociar em silêncio com as autoridades para conseguir chegar a um acordo.</p>
<p>Um correspondente da agência FCNN disse que Issavi sempre respeitou a lei do país apesar de suas inúmeras restrições e perseguições, com o objetivo de “não dar motivos para as autoridades dissiparem o que restou de sua igreja”.</p>
<p>A igreja em Kermanshah é um dos poucos lugares onde os cristãos podem cultuar abertamente. A maior parte dos cristãos iranianos se reúnem em casas ou prédios sem a permissão ou conhecimento do governo.</p>
<p>Uma organização de direitos humanos no Irã protestou a prisão do pastor Issavi. O grupo pede que o governo iraniano solte imediatamente o pastor, que continua preso sem nenhuma ordem legal.</p>
<p><small>Fonte: <a href="http://www.christianpost.com/">Christian Post</a><br />
Via: Portas Abertas</small></p>
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		<title>Jovem cristão é perseguido por seus irmãos no Paquistão</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cristão]]></category>
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		<category><![CDATA[Perseguido]]></category>

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		<description><![CDATA[Paquistão    &#8211; Em primeiro lugar o jovem foi abordado com ofertas de dinheiro, casa e esposas, feitas pelo Imam local, mas então, foi agredido e ameaçado de morte por seus irmãos. Essa é a história de Riaz Masih, 26, um cristão de Kallur Kot, uma cidade de Punjab, que é culpado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paquistão    &#8211; Em primeiro lugar o jovem foi abordado com ofertas de dinheiro, casa e esposas, feitas pelo Imam local, mas então, foi agredido e ameaçado de morte por seus irmãos. Essa é a história de Riaz Masih, 26, um cristão de Kallur Kot, uma cidade de Punjab, que é culpado de não se converter ao islamismo.</p>
<p>Os pais de Riaz Masih, cristão, morreram quando ele era jovem. Ele, juntamente com seus irmãos e irmãs, cresceu sob a liderança de Moulvi Peer-Akram Ullah, o imam local. O líder muçulmano tentou convertê-lo ao islamismo, sem sucesso.</p>
<p>No dia 8 de fevereiro, Masih contou que sua casa em Kallur Kot foi invadida. “Eles me ameaçaram, dizendo que eu havia chegado a um beco sem saída: conversão ao islã ou morte”. De acordo com a história relatada pelo jovem, seus irmãos o perseguiram dizendo que “matar um infiel não é pecado”, e entra na questão de “plenos direitos em nome do Deus Todo-Poderoso”.</p>
<p>Anteriormente, o imam Akram-Ullah e seus irmãos haviam oferecido um milhão de rúpias (cerca de US$ 12.000), uma esposa e a casa de sua escolha para ele abraçar a religião de Maomé. Pelos mesmo métodos, o líder muçulmano havia convencido seus irmãos a se converteram e aceitar a visão fundamentalista do islã. Mas o jovem cristão nunca se entregou.</p>
<p><small>Fonte: <a href="http://www.asianews.it/main.php?l=en">AsiaNews</a><br />
Via: Portas Abertas</small></p>
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		<title>Governo do Egito censura mídia para encobrir conflito</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 01:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja Perseguida]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>

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		<description><![CDATA[Os agentes de segurança do Estado carregando armas automáticas e usando uniformes negros estão de guarda na entrada da pequena cidade de Nag Hammadi. Transportes blindados de pessoal e dezenas de caminhões militares estão estacionados em fileiras na estrada principal. Agentes da polícia secreta e policiais locais patrulham quase todos os quarteirões, a pé e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm3.static.flickr.com/2704/4371092743_6307a67a17_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Os agentes de segurança do Estado carregando armas automáticas e usando uniformes negros estão de guarda na entrada da pequena cidade de Nag Hammadi. Transportes blindados de pessoal e dezenas de caminhões militares estão estacionados em fileiras na estrada principal. Agentes da polícia secreta e policiais locais patrulham quase todos os quarteirões, a pé e em furgões.</p>
<p>As pessoas pareciam assustadas, e os policiais exibiam certa irritação. &#8220;Queremos que vocês saiam daqui; é preciso permissão especial para vir a esta cidade&#8221;, disse o general Mahmoud Gohar, o comandante das forças de segurança da região, batendo palmas rispidamente e ordenando aos jornalistas que saíssem da cidade sem demora.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2704/4371092743_020dbfe56d_o.jpg" alt="Conflito no Egito" /></p>
<p>Três semanas atrás, no dia em que os cristãos coptas celebram a véspera de Natal, um atirador muçulmano abriu fogo contra os fieis que saíam da igreja, matando sete e ferindo 10 pessoas, e causando a maior onda de violência sectária entre os muçulmanos e cristãos do Egito em anos. Nos dias posteriores, houve tumultos e confrontos. Lojas foram saqueadas, casas foram queimadas.</p>
<p>O governo respondeu com o envio de policiais pesadamente armados, proibindo a presença da imprensa e insistindo em que o ataque de 6 de janeiro foi retaliação por um estupro.</p>
<p>&#8220;Houve indicações iniciais que conectavam esse incidente às consequências de uma acusação de estupro contra um jovem cristão, que teria atacado uma garota muçulmana em uma das aldeias da região&#8221;, informou o Ministério do Interior depois de do ataque.</p>
<p>A única coisa que o governo não quis fazer foi admitir o óbvio. O Egito estava passando por um dos mais sérios surtos de violência sectária em anos. Mas as autoridades preferiram declarar que mencionar a ideia de uma conflito sectário era o equivalente a praticar sedição.</p>
<p>No entanto, os indícios oferecidos pelos jornais pareciam irrefutáveis: 14 muçulmanos detidos, 28 cristãos detidos, lojas cristãs incendiadas, casas muçulmanas incendiadas.</p>
<p>&#8220;Estamos agora enfrentando uma sociedade e opinião pública divididas em linhas sectárias&#8221;, escreveu Amr el-Shoubki, analista político e colunista, em um artigo cuja manchete era &#8220;O novo sectarismo &#8211; a alienação dos cristãos&#8221;, publicado pelo diário Al Masry al-Youm.</p>
<p>Ao longo dos anos, o Egito passou por muitos confrontos entre sua maioria muçulmana e sua minoria cristã, e sempre insistiu em que esses conflitos se deviam a alguma outra coisa &#8211; ou a qualquer outra coisa. Disputa por terras, rivalidades pessoais, crimes motivados por dinheiro. A narrativa oficial define esses episódios todos como crimes singulares, desconexos.</p>
<p>Vem sendo esse o caso desde o ataque à igreja. Três pessoas foram detidas pelo crime, que causou a morte de seis cristãos coptas (uma seita que celebra o Natal em 7 de janeiro) e um guarda muçulmano.</p>
<p>&#8220;O crime de Nag Hammadi foi simplesmente um crime isolado, sem motivos religiosos, da mesma forma que o crime de estupro contra a garota&#8221;, disse Ahmedi Fathi Sorour, presidente do Legislativo egípcio, em entrevista ao jornal estatal Al Ahram.</p>
<p>Mas moradores locais, colunistas e legisladores, tanto cristãos quanto muçulmanos, dizem que a visão estreita do governo sobre o caso ignora a tensão subjacente entre as duas religiões, que vem incomodando a sociedade egípcia. Dos 80 milhões de habitantes do país, cerca de 10% são cristãos. Não importa qual tenha sido a motivação do atirador, o ataque, e os subsequentes conflitos e tumultos, serviram para colocar em destaque essa divisão religiosa.</p>
<p>&#8220;Aqueles que definem o ocorrido como um crime individual não conseguiram explicar até agora o motivo de um ataque a tiros contra um grupo de pessoas que estavam saindo de uma igreja em um feriado religioso, e que causou a morte de seis coptas&#8221;, escreveu Salama Ahmed Salama, o presidente do conselho editorial do diário independente Shorouk. &#8220;E qual foi o verdadeiro motivo, especialmente porque o homem que cometeu o crime é conhecido por suas conexões com bandidos e pistoleiros pagos, e não com os religiosos extremistas?&#8221;</p>
<p>Nag Hammadi é uma cidade de cerca de 50 mil habitantes cerca de 65 quilômetros ao norte de Luxor, onde se localiza o famoso Vale dos Reis. Trata-se de um centro comercial construído à beira do Nilo, em um trecho largo do rio, em uma paisagem cercada por cristas arenosas. As ruas são movimentadas, repletas de táxis, carroças e vendedores de frutas. A paisagem é pontuada pelos minaretes das mesquitas e torres de igrejas. Cerca de 10% dos moradores são cristãos.</p>
<p>&#8220;Todo mundo vive junto aqui, não temos problemas&#8221;, disse Korashi Ali Mahran, 22 anos, funcionário de uma companhia farmacêutica que mantém um armazém na rua central da cidade. Ele e 11 colegas estavam em um momento de folga, do lado de fora do armazém, em uma tarde recente. Metade eram muçulmanos, metade cristãos coptas. &#8220;Eu tenho amigos pessoais cristãos&#8221;, disse Mahran, sorrindo para Sami Haroon, um cristão que estava sentado ao seu lado. &#8220;Não estou assustado; ele sai para comprar comida, e comemos todos juntos&#8221;.</p>
<p>Todos os homens sorriram e fizeram acenos de concordância. O que ele queria dizer era que muita gente abriga superstições sobre dividir uma refeição com alguém de outra religião, como se isso pudesse resultar em uma conversão forçada. Trata-se de um boato, mas que vem sendo difundido com tom de grave seriedade.</p>
<p>Na vida cotidiana laica, as divisões podem ser bastante sutis. As pessoas trabalham juntas, estudam juntas, mas mantêm vidas sociais separadas. Os bairros são integrados, mas as vidas privadas continuam segregadas. A tensão costuma crescer quando os jovens falam de vídeos que mostram garotas muçulmanas em companhias de jovens cristãos, distribuídos via celular, ou quando os pais cristãos se queixam por seus filhos se verem forçados a estudar o Corão, nas escolas públicas.</p>
<p>Os colegas de trabalho no armazém reconheceram, com acenos lentos, que havia pouca convivência em Nag Hammadi. &#8220;Nós vivemos vidas separadas&#8221;, disse Essam Atef, 32 anos, cristão que administra o negócio farmacêutico. &#8220;Caso haja um casamento, você apresenta suas congratulações, e se alguém adoecer, pode-se fazer uma visita; mas as duas religiões vivem separadas aqui&#8221;.</p>
<p>Todos os homens concordaram com a avaliação. O ataque aconteceu na mesma rua em que trabalham, uma área agora pesadamente ocupada por policiais, agentes de segurança e vigias equipados com intercomunicadores.</p>
<p>Muitos analistas políticos e comentaristas, bem como diversos moradores locais, afirmam que essa abordagem &#8211; tratar todas as crises como problemas de segurança &#8211; tende a agravar as tensões. Um grupo de cristãos e muçulmanos aceitou o convite deste repórter para falar sobre as tensões da vida na cidade, as relações entre as religiões e sobre o governo do país. Mas queriam que o encontro fosse realizado em uma propriedade privada fora da cidade.</p>
<p>Cinco cristãos e três muçulmanos compareceram. Todos concordaram em que o relacionamento entre as religiões era sossegado, na vida diária. Um advogado cristão, Tharwat Shaker, contou que a maioria de seus clientes era muçulmana. Um empresário cristão, Maged Tobya, disse que a maioria de seus funcionários era muçulmana. Uma mulher muçulmana, Wafaa Rashad, disse que uma de suas melhores amigas era cristã.</p>
<p>Mas eles também afirmaram que existia tensão entre as religiões, especialmente entre os jovens, e pediram providências do governo quanto a isso.</p>
<p>&#8220;As organizações do governo não deveriam informar que um jovem cristão estuprou uma muçulmana, mas sim que um homem estuprou uma mulher&#8221;, disse Rashad, uma assistente social que dirige uma organização feminina na cidade.</p>
<p>&#8220;A religião no Egito&#8221;, concluiu, &#8220;já não é mais o que era. No passado, era um elemento de unificação&#8221;.</p>
<p><small>Fonte: Terra</small><br />
<small>Imagem: The New York Times</small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mapuches do Chile</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Povos e Tribos]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Mapuche]]></category>

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		<description><![CDATA[Os mapuches são um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina. São conhecidos também como araucanos, denominação que caiu em desuso na contemporaneidade e que é desprezada por esta etnia e que no entanto, predomina na historiografia por um longo período que abarca os primeiros contatos com os espanhóis até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4370737330_a777c427f7_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Os mapuches são um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina. São conhecidos também como araucanos, denominação que caiu em desuso na contemporaneidade e que é desprezada por esta etnia e que no entanto, predomina na historiografia por um longo período que abarca os primeiros contatos com os espanhóis até meados do século XIX.</p>
<p>Os grupos localizados entre os rios Biobío e o Toltén conseguiram resistir com êxito aos conquistadores espanhóis na chamada Guerra de Arauco, uma série de batalhas que durou 300 anos, com largos períodos de trégua. A coroa de Espanha reconheceu a autonomia destes territórios até que, várias décadas depois, foram invadidos pelos estados chileno e argentinos que estabeleceram uma série de &#8220;reduções&#8221; (Chile) e &#8220;reservas (Argentina) onde muitos mapuches foram confinados. As populações mapuches do século XXI são geralmente urbanas, mas mantém vínculos com suas comunidades de origem e subsistem em suas reivindicações por território e reconhecimento de suas especificidades culturais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4051/4370755336_747d4820f3_o.jpg" alt="Mapuches" /></p>
<p><strong>Etimologia:</strong><br />
A denominação mapuche ou mapunche significa gente da terra em sua língua, como alusão às pessoas que reconhecem sua pertença e integração a um território. Em algumas regiões, ambos os termos são utilizados com pequenas diferenças de significado.</p>
<p>Especula-se que o nome araucano proceda da palavra quechua awqa, &#8220;inimigo&#8221;, &#8220;selvagem&#8221; ou &#8220;rebelde&#8221;, ou de palqu, &#8220;silvestre&#8221;, tendo sido lhes dada pelos incas ou pelos espanhóis. Segundo os cronistas, os incas denominavam à população que habitava o sul do rio Choapa de purumauca. Os espanhóis adotaram a denominação auca para se referir a ela. Da mesma forma, postula-se que, não sendo uma palavra quechua, o termo poderia ser uma derivação da palavra mapuche Ragko (&#8220;água ruidosa&#8221;) castelhanizada, que os conquistadores haviam utilizado para os habitantes de um lugar com este nome e que logo havia se estendido a todos os povos restantes daquela região.</p>
<p>Os mapuches repudiam o uso do nome araucano, uma vez que esta denominação lhes foi outorgada por seus inimigos. A palavra awka foi adotada pelos mapuches com o significado de &#8220;indômito&#8221;, &#8220;selvagem&#8221; o &#8220;bravo&#8221; e eles próprios posteriormente também utilizaram este mesmo termo em referência aos tehuelches.</p>
<p><strong>Língua:</strong><br />
Os mapuches falam língua ameríndia da família penutiana, falada na região central do Chile e no Norte da Argentina, também chamada de araucânio ou Mapudungun.</p>
<p>Estima-se que hoje existam cerca de 900.000 mapuches no Chile e na Argentina.</p>
<p><small>Fonte: Wikipedia</small><br />
<small>Imagem: Andy McCullough</small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Maldivianos das Ilhas Maldivas</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Povos e Tribos]]></category>
		<category><![CDATA[Ilhas Maldivas]]></category>
		<category><![CDATA[Maldivianos]]></category>

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		<description><![CDATA[As Ilhas Maldivas se encontram no Oceano Índico, ao sudoeste da Índia. Apenas 200 das quase 2.000 ilhas são habitadas. Os maldivianos falam uma língua chamada Divehi, que é relacionada à língua sinhalesa de Sri Lanka, mas possuem sua própria escrita.
A economia maldiviana se baseia na pesca. Os pescadores ainda usam linhas e anzóis para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4006/4370710020_ab189cbb51_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>As Ilhas Maldivas se encontram no Oceano Índico, ao sudoeste da Índia. Apenas 200 das quase 2.000 ilhas são habitadas. Os maldivianos falam uma língua chamada Divehi, que é relacionada à língua sinhalesa de Sri Lanka, mas possuem sua própria escrita.</p>
<p>A economia maldiviana se baseia na pesca. Os pescadores ainda usam linhas e anzóis para pescar bonito e atum. As casas tradicionais são feitas de vegetação local e bambu ou com pedras de coral. Às vezes os telhados são feitos de ferro importado ou azulejos. Uma dieta comum para os habitantes das ilhas inclui grãos ou batata doce, sopa de peixe, e coco; poucos vegetais são consumidos.</p>
<p>O islamismo é a religião oficial das Ilhas Maldivas, e quase todos os maldivianos são muçulmanos shafiitas. A lei islâmica é a lei oficial do país. Não é permitido o casamento entre um maldiviano e um não muçulmano.</p>
<p>Os maldivianos são muito medrosos, e muitas vezes fogem ao ver um estrangeiro. Eles temem o &#8216;olho mau&#8217; (maldições provocadas por um olhar fixo) e os espíritos malignos. A taxa de divórcio entre os maldivianos é a mais alta de todos os países membros da ONU.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4006/4370710020_ab189cbb51_m.jpg" alt="Maldivianos das Ilhas Maldivas" align="right" /></p>
<p><strong>O POVO</strong><br />
Nome do Povo: Maldiviano<br />
País: Ilhas Maldivas<br />
Sua língua: Divehi<br />
População: 220000<br />
Maior Religião:<br />
Cristãos: Sem dados<br />
Escrituras disponíveis em sua Língua: Sem dados<br />
Evangélicos (desse povo no país): 0 (0%)</p>
<p><small>Fonte: Adote um Povo</small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		<title>Luri do Irã</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Povos e Tribos]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Luri]]></category>

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		<description><![CDATA[Os luris estão situados em Lurestão Balhtiari e Kukgiluyeh nos montes Zagros Irã. Cerca de metade é semi-nômade cultivando a terra e criando animais durante seis meses até que a época seca os expulse para as pradarias das montanhas em busca de pastos. O restante da população dedica-se à agricultura o ano inteiro. Apesar dessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4072/4370665074_69d4f6998d_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Os luris estão situados em Lurestão Balhtiari e Kukgiluyeh nos montes Zagros Irã. Cerca de metade é semi-nômade cultivando a terra e criando animais durante seis meses até que a época seca os expulse para as pradarias das montanhas em busca de pastos. O restante da população dedica-se à agricultura o ano inteiro. Apesar dessa divisão a maioria vive em aldeias e povoados fixos e só habita em tendas feitas de pêlo de cabra negra quando guiam seus animas até as pradarias. Aos poucos sua vida vem se tornando mais sedentária.</p>
<p>As tendas ou choças são a unidade básica de cada aldeia. A descendência é traçada pelo lado do marido (patrilinear); as comunidades familiares formam sub-tribos e várias sub-tribos constituem tribos dentro dos luris. A pressão do governo acabou com a autoridade dos chefes tribais (khãs) mas a vida ainda é organizada em tribos e sub-tribos.</p>
<p>O idioma oficial é o farsi cuja importância tem aumentado devido às possibilidades de receber educação. As práticas religiosas estão centradas no islamismo xiita mas sua fé é bem mais simples do que a dos iranianos que vivem nas cidades. Eles fazem peregrinações a tumbas e usam amuletos havendo também outros aspectos do islamismo popular.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4072/4370665074_0aa6899160_o.jpg" alt="Luri do Irã" align="right" /></p>
<p><strong>O POVO</strong><br />
Nome do Povo: Luri<br />
País: Irã<br />
Sua língua: Luri<br />
População: 4344000<br />
Maior Religião: Islamismo Xiita<br />
Cristãos: 0%<br />
Escrituras disponíveis em sua Língua: Nada<br />
Evangélicos (desse povo no país): 0 (0%)</p>
<p><small>Fonte: Adote um Povo</small><br />
<small>Imagem: <a href="http://www.nomadplace.com">Nomad Place</a></small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Kinalug do Azerbaijão</title>
		<link>http://www.efatah.com/missoes/povos-e-tribos/kinalug-do-azerbaijao.html</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Povos e Tribos]]></category>
		<category><![CDATA[Azerbaijão]]></category>
		<category><![CDATA[Kinalug]]></category>

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		<description><![CDATA[Os kinalugues (ou xinaliques) são do norte do Cáucaso ao nordeste do Azerbaijão. Vivem em uma única aldeia na região mais remota das montanhas do Kubã. Pode-se afirmar que se tratam de um sub-grupo dos lesgins. A seu redor cada aldeia possue sua própria língua e nenhuma aldeia entende a língua da outra.
Seu idioma é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4059/4370640334_29cf699950_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Os kinalugues (ou xinaliques) são do norte do Cáucaso ao nordeste do Azerbaijão. Vivem em uma única aldeia na região mais remota das montanhas do Kubã. Pode-se afirmar que se tratam de um sub-grupo dos lesgins. A seu redor cada aldeia possue sua própria língua e nenhuma aldeia entende a língua da outra.</p>
<p>Seu idioma é um dos mais difíceis do mundo para aprender pois tem mais de setenta fonemas e sons diferentes. Os kinalugues não têm sua língua escrita. Eles usam o azeri como língua literária e aos poucos estão trocando sua língua pelo azeri a língua do Azerbaijão.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4059/4370640334_29cf699950_m.jpg" alt="Kinalug do Azerbaijão" align="right" /></p>
<p><strong>O POVO</strong><br />
Nome do Povo: Kinalug<br />
País: Azerbaijão<br />
Sua língua: Khinalug<br />
População: 1500<br />
Maior Religião:<br />
Cristãos: 0%<br />
Escrituras disponíveis em sua Língua: Sem dados</p>
<p><small>Fonte: Adote um Povo</small><br />
<small>Imagem: Christo </small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Khmer do Camboja</title>
		<link>http://www.efatah.com/missoes/povos-e-tribos/khmer-do-camboja.html</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 14:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Povos e Tribos]]></category>
		<category><![CDATA[Camboja]]></category>
		<category><![CDATA[Khmer]]></category>

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		<description><![CDATA[Os khmeres constituem o maior grupo de Camboja originando-se de povos do sul da Índia que migraram para Camboja no século primeiro A.D. A partir de então eles desenvolveram uma cultura extremamente complexa que dominou toda a península indochinesa por volta do ano 10. A florescente cultura khmer é percebida no Angkor Wat um complexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4045/4369875971_f3494c6a3e_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Os khmeres constituem o maior grupo de Camboja originando-se de povos do sul da Índia que migraram para Camboja no século primeiro A.D. A partir de então eles desenvolveram uma cultura extremamente complexa que dominou toda a península indochinesa por volta do ano 10. A florescente cultura khmer é percebida no Angkor Wat um complexo de templos edificado no século XII e que hoje é o símbolo nacional de Camboja.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4045/4369875971_f3494c6a3e_m.jpg" alt="Khmer do Camboja" align="right" /></p>
<p><strong>O POVO</strong><br />
Nome do Povo: Khmer<br />
País: Camboja<br />
Sua língua: Khmer Central<br />
População: 7500000<br />
Maior Religião: Budismo<br />
Cristãos: .13%<br />
Escrituras disponíveis em sua Língua: Bíblia<br />
Evangélicos (desse povo no país): 3000 (.04%)</p>
<p><small>Fonte: Adote um Povo</small><br />
<small>Imagem: Jan Hamadak</small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Kashmiri da Índia</title>
		<link>http://www.efatah.com/missoes/povos-e-tribos/kashmiri-da-india.html</link>
		<comments>http://www.efatah.com/missoes/povos-e-tribos/kashmiri-da-india.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 14:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Efatah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Povos e Tribos]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Kashmiri]]></category>

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		<description><![CDATA[Os kashmiris formam um povo localizado no vale Kashmir na região mais oeste do Himalaia basicamente no Estado de Jammu e Kashmir. O vale tem aproximadamente 135 quilômetros de extensão e de 30 a 40 quilômetros de largura com altitudes médias de 1.800 metros acima do nível do mar. É a região setentrional do subcontinente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://farm5.static.flickr.com/4028/4370612480_927190178e_s.jpg" alt="Missoes" style="float:left;padding:3px;border:1px solid #ccc;margin-right:5px;"/><p>Os kashmiris formam um povo localizado no vale Kashmir na região mais oeste do Himalaia basicamente no Estado de Jammu e Kashmir. O vale tem aproximadamente 135 quilômetros de extensão e de 30 a 40 quilômetros de largura com altitudes médias de 1.800 metros acima do nível do mar. É a região setentrional do subcontinente da Índia no sul da Ásia. O Estado de Jammu e Kashmir está dividido em três áreas predominantes: Jammu Kashmir e Ladakh.</p>
<p>Os kashmiris descendem de indo-arianos que imigraram para a região mas há teorias de que alguns aborígenes fixaram-se no vale Kashmir e mais tarde misturaram-se aos arianos formando um único grupo.</p>
<p>Os kashmiris possuem uma rica tradição com aspectos culturais e sociais muito interessantes. Devido às imensas cadeias montanhosas da região do Himalaia e aos inúmeros rios e riachos ao longo dos séculos as tradições étnicas e culturais têm permanecido até certo ponto intactas.</p>
<p>Devido às agitações políticas e mudanças de fronteiras alguns dos kashmiris vivem no Paquistão. A maioria dos kashmiris são muçulmanos sunnitas que seguem um rígido código de conduta. Sua cultura foi fortemente influenciada pelas culturas persa e muçulmana. Apenas uma minoria é hindu.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4028/4370612480_fe829c2268_o.jpg" alt="Kashmiri da Índia" align="right" /></p>
<p><strong>O POVO</strong><br />
Nome do Povo: Kashmiri<br />
País: Índia<br />
Sua língua: Kashmiri<br />
População: 3905000<br />
Maior Religião: Islamismo Suni<br />
Cristãos: .02%<br />
Escrituras disponíveis em sua Língua: Bíblia<br />
Evangélicos (desse povo no país): 390 (.01%)</p>
<p><small>Fonte: Adote um Povo</small></p>
<br /><strong>Charles Noerenberg - Efatah</strong><br /><strong>Banco Bradesco - Ag 3326 - Conta Corrente 27109-8</strong><br />]]></content:encoded>
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