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	<title>Igreja Presbiteriana Ebenézer de SP</title>
	<link>http://blog.ebenezer.org.br</link>
	<description>Blog Oficial</description>
	<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 17:24:08 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Dinheiro e Possessões em Provérbios</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 17:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Fontes</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[
(Devocional do Informativo Fiel de Julho/2011 - Editora Fiel)
O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://froog.com.br/wp-content/uploads/2009/06/como-ganhar-dinheiro-na-internet.jpg" alt="Dinheiro" /></p>
<p>(Devocional do Informativo Fiel de Julho/2011 - Editora Fiel)</p>
<p>O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia concluir que Deus sempre faz seu povo prosperar. Se começasse por Amós, poderia pensar que todas as pessoas ricas são opressoras. Mas Provérbios examina riqueza e pobreza sob vários ângulos. E, porque Provérbios é um livro de máximas gerais, os princípios que encontramos nos provérbios são mais facilmente transferíveis ao povo de Deus em diferentes épocas e lugares.</p>
<p>Recentemente, num domingo à noite, dei à minha congregação dez princípios extraídos de Provérbios sobre dinheiro e possessões materiais. Não quero apresentar todo o sermão aqui, mas achei que valeria a pena alistar, pelo menos, os pontos principais. Talvez eu possa apresentar os detalhes posteriormente.</p>
<p>Darei os pontos em ordem de quanto o livro de Provérbios diz sobre um princípio específico. Essa maneira de apresentá-los terminará com os temas mais importantes.</p>
<p><strong></p>
<p>Dez princípios sobre dinheiro e possessões extraídos de Provérbios </p>
<p></strong></p>
<p>1) Há extremos de riqueza e pobreza que oferecem tentações singulares à que vivem nesses extremos (Pv 30.7-9).<br />
2) Não se preocupe em acompanhar o estilo de vida de seus amigos e vizinhos (Pv 12.9; 13.7).<br />
3) Os ricos e os pobres são mais semelhantes do que pensam (Pv 22.2; 29.13).<br />
4) Você não pode dar mais do que Deus (Pv 3.9-10; 11.24; 22.9).<br />
5) A pobreza não é agradável (Pv 10.15; 14.20; 19.4).<br />
6) O dinheiro não lhe pode dar segurança final (Pv 11.7; 11.28; 13.8).<br />
7) O Senhor odeia aqueles que ficam ricos por meio de injustiça (21.6; 22.16, 22-23).<br />
8) O Senhor ama aqueles que são generosos para com o pobre (Pv 14.21, 31; 19.7; 28.21).<br />
9) Trabalho árduo e boas decisões levam geralmente a maior prosperidade (Pv 6.6-11; 10.4; 13.11; 14.24; 21.17, 20; 22.4, 13; 27.23-27; 28.20).<br />
10) O dinheiro não é tudo. Não satisfaz (Pv 23.4-5). É inferior à sabedoria (Pv 8.10-11, 18-19; 24.3-4). É inferior à justiça (Pv 10.2; 11.4; 13.25; 16.8; 19.22; 20.17; 28.6). É inferior ao temor do Senhor (Pv 15.16). É inferior à humildade (Pv 16.19). É inferior a bons relacionamentos (Pv 15.17; 17.1).</p>
<p><strong></p>
<p>Chegando a conclusões delicadas e achando a Cristo</p>
<p></strong></p>
<p>Você não pode entender o ponto de vista bíblico sobre o dinheiro se não está preparado para aceitar diversas verdades mantidas em tensão.  </p>
<p>Você talvez obtenha mais dinheiro se trabalhar bastante e for cheio de sabedoria. Mas, se toda a sua preocupação é obter mais dinheiro, você é um grande insensato.  </p>
<p>O dinheiro é uma bênção da parte de Deus, mas você será mais abençoado se o der.  </p>
<p>Deus lhe dá dinheiro porque ele é generoso; mas ele é generoso com você para que você seja generoso com os outros. E, se você é generoso em dar seu dinheiro, Deus será, provavelmente, mais generoso com você.  </p>
<p>É sábio economizar dinheiro, mas não pense que o dinheiro lhe dá verdadeira segurança.  </p>
<p>Riqueza é mais desejável do que pobreza, mas a riqueza não é tão boa quanto justiça, humildade, sabedoria, bons relacionamentos e o temor do Senhor.  </p>
<p>Em 1 Coríntios 1.30-31, lemos que Cristo é para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor. O dinheiro não pode lhe dar qualquer das coisas que você necessita essencialmente. Não pode torná-lo santo. Não pode torná-lo justo. Não pode salvá-lo de seus pecados. A riqueza é um sinal de bênção, mas é também uma das maiores tentações porque seduz você a gloriar-se em si mesmo. O dinheiro promete ser a sua dignidade e promete torná-lo auto-suficiente. Ele o convida a gloriar-se em outras coisas ou em outras pessoas, exceto no Senhor.  </p>
<p>Portanto, dinheiro é totalmente uma questão de fé. Creia que fazer coisas à maneira de Deus é o melhor caminho para você. Creia que, se você der seu dinheiro, Deus pode dá-lo de volta. Creia que o dinheiro pode ser bom. Mas não ouse crer que ele é tudo. O dinheiro é um dom de Deus, mas os dons de que você realmente precisa só podem ser achados em Deus.</p>
<p>Kevin DeYoung </p>
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		<title>MENSAGEM ENVIADA AOS SENADORES</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 19:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfontes</dc:creator>
		
		<category>Rev. Paulo</category>

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		<description><![CDATA[ MENSAGEM QUE ENVIEI A TODOS SENADORES DA REPÚBLICA
Sr(a) Senador(a),
Considerando que o PLC 122/2006 poderá ser votado amanhã na Comissão de Direitos
Humanos. E considerando que o Supremo Tribunal Federal, no último dia 05, julgou legislando, de maneira infeliz, sobre a questão em consideração, venho mui respeitosamente dizer que:
1) Sou contra a aprovação do PLC 122/2006, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/mordaca_gay.jpg" alt="mordaca gay - mordaca gay" title="mordaca gay - mordaca gay" /></div> <em><strong>MENSAGEM QUE ENVIEI A TODOS SENADORES DA REPÚBLICA</strong></em></p>
<p>Sr(a) Senador(a),</p>
<p>Considerando que o PLC 122/2006 poderá ser votado amanhã na Comissão de Direitos<br />
Humanos. E considerando que o Supremo Tribunal Federal, no último dia 05, julgou legislando, de maneira infeliz, sobre a questão em consideração, venho mui respeitosamente dizer que:</p>
<p><em><strong>1) Sou contra a aprovação do PLC 122/2006,</strong></em> porque este, ao criminalizar toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferem o direito fundamental que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social. A Constituição Federal garante a todos, como mandamento jurídico inviolável, o direito de se posicionar, a favor ou contrariamente, em relação a qualquer fato social ou comportamento humano. Vivemos sob a égide de um sistema constitucional que estabelece, ainda, como objetivo fundamental da República Federativa do Brasil a construção de uma sociedade livre, justa e plural, sem espaço para qualquer tipo de discriminação, inclusive a religiosa. </p>
<p><em><em><strong>2) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006,</strong></em></em> porque este cerceia o direito<br />
constitucional fundamental que temos de liberdade de consciência, crença e<br />
culto. Ao afirmarem que toda e qualquer manifestação contrária ao<br />
homossexualismo – incluindo aqui sermões e textos bíblicos que se posicionam<br />
contra as práticas homossexuais – constitui-se em crime de homofobia – isto é,<br />
violência contra os homossexuais – o Projeto está a estabelecer no Brasil o mais<br />
terrível tipo de legislação penal, típica de Estados totalitários, os Crimes de<br />
Mera Opinião. Repudiamos, veementemente, tal tentativa de censura e limitação<br />
das liberdades individuais e coletivas, pois manifestar-se contrariamente – sem<br />
violência – a respeito de um comportamento nada mais é do que o exercício<br />
constitucional, legítimo e legal do direito de liberdade de consciência e<br />
crença.</p>
<p><strong><em>3) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006</em></strong>, porque a Constituição Federal nos afirma e estabelece que, ao contrário do que se quer realizar – isto é, tornar<br />
crime manifestações religiosas, filosóficas, científicas e políticas reprovando<br />
as práticas homossexuais – “ninguém será privado de direitos por motivo de<br />
crença religiosa ou de convicção filosófica ou política” (CF, art. 5º, VIII).</p>
<p><strong><em>4) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006</em>,</strong> porque tais proposições<br />
legislativas, por serem de natureza penal e não simplesmente civil,<br />
demonstra-nos que o objetivo não é combater a violência contra os homossexuais,<br />
mas sim impor tal condição a todos e torná-la imune de críticas ou de<br />
posicionamentos contrários. A idéia das proposições legislativas referidas não é<br />
conscientizar ou incluir; a idéia é “colocar na cadeia” qualquer do povo que<br />
seja contrário ao homossexualismo e manifesta essa sua posição moral e de<br />
consciência. Isso nos resta claro, tendo em vista os projetos de lei serem de<br />
natureza criminal. Se assim não o fosse, nós nos solidarizaríamos e apoiaríamos<br />
tal iniciativa legislativa, porque também somos contra toda e qualquer tipo de<br />
violência.</p>
<p><strong><em>5) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006</em></strong>, porque entendemos que o nosso<br />
Ordenamento Jurídico – seja através da Constituição Federal, seja através das<br />
demais leis ordinárias ou complementares deste país, já contemplam as<br />
reivindicações de proteção que os adeptos do PLC 122/2006 busca implementar. Por exemplo, se qualquer cidadão sofrer contra si um ato de violência, seja ela física, psicológica ou moral, já temos leis penais suficientes para serem usadas<br />
num caso como esse. Por qual razão, então, se querer privilegiar, concedendo<br />
super direitos, verdadeiros privilégios, a um grupo específico? Todos são iguais<br />
perante a lei! E se há necessidade de maior proteção a um grupo específico que<br />
se criem políticas públicas de atendimento e não leis penais que visam colocar o<br />
restante da sociedade na cadeia! </p>
<p>Paulo Ribeiro Fontes<br />
Cidadão Brasileiro (Preocupado e Indignado)</p>
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		<title>Crianças e as tarefas da casa</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 22:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarcizio F Carvalho</dc:creator>
		
		<category>Tarcízio Carvalho</category>

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		<description><![CDATA[As tarefas domésticas são oportunidades preciosas para demonstrar responsabilidade e maturidade crescentes. Bem, mas para pensar nelas, os pais precisam se lembrar de que quando os bebês chegaram a casa já possuía (espera-se) uma certa ordem e rotina! É natural que quase tudo passe a gravitar em torno do bebe no começo, mas é preciso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As tarefas domésticas são oportunidades preciosas para demonstrar responsabilidade e maturidade crescentes. Bem, mas para pensar nelas, os pais precisam se lembrar de que quando os bebês chegaram a casa já possuía (espera-se) uma certa ordem e rotina! É natural que quase tudo passe a gravitar em torno do bebe no começo, mas é preciso retomar a normalidade. Afinal, ninguém quer educar uma criança como se fosse o centro de tudo!<br />
A chegada de mais uma pessoa (que alguns adultos insistem em chamar de bebê até idade mais avançada) significa mais trabalho. Nada mais justo do que esta pessoa, ou criança se preferir, participar das tarefas da casa. Sem dúvida será um grande aprendizado para todos. Pais precisam evitar a idéia de que são meros serviçais que vão atrás da criança limpando e arrumando tudo o que sujam e desarrumam. E as crianças precisam de orientação a fim de que amadureçam quase que na mesma proporção em que crescem.<br />
Seguem então algumas idéias de tarefas que podem ser realizadas por algumas faixas etárias.</p>
<p><strong>Maternal (2 e 3 anos)</strong><br />
As crianças nesta fase gostam muito de ajudar. Embora a ajuda delas nesta fase nem sempre possa ser “aquela ajuda” de que precisamos, é importante manter a alegria de fazer a tarefa. Deve-se aproveitar ao máximo todo aquele potencial do “deixa que eu faço sozinha”.<br />
A criança pode ajudar a carregar até coisas pesadas, ao apenas colocarem suas mãos naquilo que está sendo movido, e os pais incentivando: “Isso mesmo, força! Estamos quase conseguindo!” E depois, “Puxa vida, obrigado pela sua ajuda! Que bom que fomos um time aqui!”. Algumas pessoas chegam a comprar adesivos como “premiação”. Bem, isso depende de você. A parte importante é que ela esteja aprendendo que todos participam do trabalho, e que ela é uma parte importante.<br />
Nesta idade, sempre com ajuda, a criança pode arrumar a cama, guardar livros e brinquedos, e até mesmo levar sua roupa para um cesto ou para um lugar específico na lavanderia. Ela pode alimentar bichinhos de estimação (com ajuda, lembre-se) e, importante, limpar &#8216;mais ou menos&#8217; as sujeiras ou bagunças que faça com iogurtes, água, comida etc no tapete ou sofá.</p>
<p><strong>Jardim (4 e 5 anos)</strong><br />
Nesta faixa etária as crianças ‘ainda’ acham bom e desafiador realizar as tarefas. Eles são até mesmo capazes de realizar diversas tarefas sem ninguém ficar espionando. Você pode até montar uma cartolina com etapas que culminam em uma premiação especial no aniversário, ou em outra data que a família escolher.<br />
Algumas pessoas acham que este tipo de “recompensa” se parece com treinamento de animais! Longe disso! Na Bíblia vemos esta mesma estratégia (de Ex 19.5 a Cl 3.23-25 e até Apocalipse caps. 2 e 3 “Ao vencedor darei&#8230;” ). As esferas de trabalho da maioria das pessoas funciona à base de recompensa. Não vemos adultos mudando de trabalho porque não estava mais compensando? Ora, isto significa que apenas estamos treinando mais cedo, e eles gostam.<br />
Nesta idade as crianças podem fazer os mesmos trabalhos da faixa anterior, e já podem ajudar a arrumar a mesa, ajudar a organizar as compras que foram feitas, e até mesmo participar trazendo coisas que são pedidas no preparo de algum alimento.</p>
<p><strong>Fundamental, 1º ao 4º anos (6-9)</strong><br />
Nesta fase pode ser que muitos já não apresentem exatamente o entusiasmo que gostaríamos na realização de tarefas. Entretanto, há um traço importante que já vinha sendo marcado, e que agora se torna focal – o desejo de independência. As tarefas domesticas são de extrema importância para que o amadurecimento para uma vida independente venha acompanhado das tarefas que dão suporte a esta maturidade e independência desejados. Manter um registro em cartolina ou caderno é uma forma interessante de começar a mostrar a diferença entre o planejado e o realizado. Nesta fase até mesmo a vida financeira da família pode entrar para a conversa, pois o princípio doméstico do planejado e realizado precisa ser conhecido. Assim poderão perceber que responsabilidades completaram e quais ficaram pendentes.<br />
Nesta idade eles podem fazer todas as outras atividades anteriores, além de poderem cuidar de animais sem supervisão (com o risco de algum passarinho fugir etc – mas considere como investimento em um estagiário), ajudar com o aspirador, tirar o lixo dos banheiros e da cozinha, dobrar a roupa do viral e ajudar de vez em quando no retoque da pintura nas paredes mais sujas da casa. Já podem começar a ajudar com a louça.</p>
<p><strong>Fundamental, do 4º ao 8º anos (9-13)</strong><br />
Estes são os pré-adolescentes. Perceba o crescimento físico deles e secretamente considere quanta maturidade já adquiriram, especialmente na colaboração das tarefas da família. Nesta fase as palavras de ordem são continuidade, clareza e rotina. Estas coisas precisam não apenas ficar claras, como precisam ainda que sejam bem constantes. Será um longo processo de tentative e erro até que cheguem a uma conclusão de qual sistema de recompensa funciona melhor (pais e filhos participando deste processo). O fato é que eles precisam estar bem informados das consequências se não completarem as tarefas, assim como as recompensas  ao cumprirem suas responsabilidades.<br />
Além de tudo o que já dissemos antes, nesta idade eles podem ajudar a lavar o carro, ajudar a manter o carro limpo, lavar os pratos, ou enxugar ou guardar, ajudar a preparar refeições simples, limpar o banheiro, e utilizar máquinas de lavar roupa ou louça ou uma secadora, quem as tiver. Podem ainda aprender a separar suas roupas para lavar em cestos separados de roupas brancas, coloridas etc.</p>
<p><strong>Médio, do 9º ao 11º anos (14-16) </strong><br />
Nesta fase podem colaborar com praticamente qualquer trabalho em casa. Considere apenas se a carga de aulas extra classe não está muito ‘puxada’.<br />
Além das tarefas anteriores, podem ajudar especialmente com as listas de compras: preparar, realizar as compras e avaliar como está sendo o gasto da família. É muito desalentador um casal que acaba de se casar, mas que não fazem idéia do que comprar, de quanto sera a media de gasto para um casal, que produtos comprar etc.<br />
Se nos lembrarmos de que crianças não são iguais (nem gêmeos), que cada uma tem seu ritmo de amadurecimento, e que nem todas farão o que os filhos de seus amigos fazem, seremos mais felizes. O mais importante é fazer como Deus faz conosco: ele orienta e supervisiona, e então avalia e recompensa. Todas as tarefas precisam ser orientadas a fim de que a autonomia delegada seja perceptível, e que acima de tudo, haja total dependência de Deus que nos capacita para toda obra que nos desenhou para realizarmos. Quando algo der errado, ou for difícil porque requer maior responsabilidade, falemos com Deus e peçamos sabedoria.</p>
<p>* Ainda que a sua casa empregue uma pessoa para cuidar do serviço doméstico, lembre-se de que estes trabalhos não são indignos de serem feitos pelos da própria casa; antes, são uma grande oportunidade de amadurecimento. Pais, neste caso sejam criativos e entendam que a casa é sua, e que a responsabilidade de ensinar também lhes pertence. Por que alguém deixaria de lado oportunidade caseiras tão boas quanto as dadas acima? Quem aprender a servir em casa estará apto a servir em qualquer lugar. Uma das parábolas no evangelho de Lucas (19.17) ensina que aquele que é fiel no pouco receberá de Deus autoridade sobre muito mais.
</p>
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		<title>Novas orientações sobre a ajuda ao RJ</title>
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		<comments>http://blog.ebenezer.org.br/2011/01/17/novas-orientacoes-sobre-a-ajuda-ao-rj/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 10:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Fontes</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[A IPB através do CAS - Conselho de Ação Social, conclama a todas as Igrejas a se mobilizarem em prol da campanha de arrecadação de doações para as cidades atingidas pelas enchentes e desmoronamentos no Rio de Janeiro.
Itens a serem arrecadados: água, velas, alimentos não perecíveis, leite em pó, material de limpeza e higiene pessoal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IPB através do CAS - Conselho de Ação Social, conclama a todas as Igrejas a se mobilizarem em prol da campanha de arrecadação de doações para as cidades atingidas pelas enchentes e desmoronamentos no Rio de Janeiro.</p>
<p>Itens a serem arrecadados: água, velas, alimentos não perecíveis, leite em pó, material de limpeza e higiene pessoal, colchão, roupas e calçados em bom estado, roupas íntimas novas para adultos e crianças, roupas de cama, mesa e banho.</p>
<p>O CAS  informa que já possui uma conta da própria IPB para receber doações às vítimas das enchentes e desmoronamentos no Rio de Janeiro.</p>
<p>Igreja Presbiteriana do Brasil</p>
<p>CNPJ: 001183310002/01</p>
<p>Banco do Brasil</p>
<p>Agência: 4442-3</p>
<p>Conta Corrente - 6000-3</p>
<p>O CAS esclarece que as contribuições devem ser feita com valores terminados em R$2,00, e não em centavos, como orientado anteriormente. (Ex: R$202,00).</p>
<p>É importante ressaltar que os depósitos para o SOS RJ deverão ser feitos apenas nesta conta, pois serão repassados imediatamente aos respectivos Presbitérios, para que possam atender suas igrejas e por conseguinte suas cidades.</p>
<p>As igrejas e irmãos atingidos pelas enchentes e desmoronamentos contam com as orações, solidariedade e colaboração dos irmãos.</p>
<p>Presb. Clineu Aparecido Francisco</p>
<p>Presidente do Conselho de Ação Social - CAS</p>
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		<item>
		<title>OPORTUNIDADE DE PRÁTICA DO SERMÃO DE DOMINGO!!!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ebenezersp/~3/amGYVUqJSSY/</link>
		<comments>http://blog.ebenezer.org.br/2011/01/14/100/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 12:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Fontes</dc:creator>
		
		<category>Rev.Filipe</category>

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		<description><![CDATA[Caros irmãos, 
No último domingo preguei sobre a necessidade de envolvimento com a prática da contribuição. Esta semana estamos vendo que as realidades bíblicas não estão distantes de nós. Como havia uma fome na Judéia que fez com que Paulo clamasse aos coríntios que se envolvessem na assistência a eles, nossos irmãos no Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros irmãos, </p>
<p>No último domingo preguei sobre a necessidade de envolvimento com a prática da contribuição. Esta semana estamos vendo que as realidades bíblicas não estão distantes de nós. Como havia uma fome na Judéia que fez com que Paulo clamasse aos coríntios que se envolvessem na assistência a eles, nossos irmãos no Rio de Janeiro estão sendo assolados por uma tragédia natural e carecem de auxílio. Eis, portanto, uma oportunidade de contribuir e experimentar a graça da doação. Segue nota do site da IPB: </p>
<p><em>A IPB através do CAS- Conselho de Ação Social conclama a todas as Igrejas a se mobilizarem em prol da campanha de arrecadação de doações para as cidades atingidas pelas enchentes e desmoronamentos no Rio sw Janeiro.</p>
<p>Esclarecemos que as doações deverão ser encaminhadas à Igreja Presbiteriana Betel de Magé- RJ, que coordenará e será responsável pelo envio das mesmas às igrejas das cidades atingidas.</p>
<p>Itens a serem arrecadados: água, velas, alimentos não perecíveis, leite em pó, material de limpeza e higiene pessoal, colchão, roupas e calçados em bom estado, roupas íntimas novas para adultos e crianças, roupas de cama, mesa e banho.</p>
<p>As doações deverão ser encaminhadas para o seguinte endereço: Igreja Presbiteriana Betel de Magé,  Avenida Dois,  Nº 21 - Jardim Nova Marilia - CEP: 25900-000 - Magé - RJ</p>
<p>Conta para doações em dinheiro: Banco Bradesco- Ag.- 1546-6- c/c- 7806-9<br />
Colocar no comprovante do depósito - Presbitério Magé -  CNPJ 012641500001/75<br />
Para facilitar a contabilização solicitamos que o depósito seja identificado com R$ 00,01- Ex: R$ 200,01 </p>
<p>Contato: Rev Carlos Augusto<br />
Fone: 21- 3630-1920/ 3630-7162</p>
<p>E-mail: c.vania.mendes@uol.com.br</p>
<p>Contamos com as orações, solidariedade e colaboração dos irmãos, pelo que já agradecemos.</p>
<p>Presb. Clineu Aparecido Francisco<br />
Presidente do Conselho de Ação Social - CAS</em></p>
<p>NAquele que se doou por nós,</p>
<p>Filipe Fontes
</p>
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		<title>UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 11:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfontes</dc:creator>
		
		<category>Rev. Paulo</category>

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A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus. </p>
<p>Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8). </p>
<p>Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade. </p>
<p>Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada. </p>
<p>Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. </p>
<p>Para ampla divulgação.</p>
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		<title>A MORDAÇA GAY</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 18:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfontes</dc:creator>
		
		<category>Rev. Paulo</category>

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		<description><![CDATA[ “É LIVRE A MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO&#8230; É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CRENÇA&#8230;”  (Constituição Federal do Brasil)
Alguns sites de notícias publicaram notas acusando a Universidade Presbiteriana Mackenzie de intolerância contra os homossexuais. A manchete da nota publicada pelo Yahoo diz o seguinte: “Universidade de São Paulo irrita comunidade gay ao se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/MORDAA_2.JPG" alt="MORDAA 2 - MORDAA 2" title="MORDAA 2 - MORDAA 2" /></div><em><strong> “É LIVRE A MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO&#8230; É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CRENÇA&#8230;”  (Constituição Federal do Brasil)</strong></em></p>
<p>Alguns sites de notícias publicaram notas acusando a Universidade Presbiteriana Mackenzie de intolerância contra os homossexuais. A manchete da nota publicada pelo Yahoo diz o seguinte: “Universidade de São Paulo irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia!” É que a militância gay encontrou na página da chancelaria do Mackenzie, postado lá desde 2007, o posicionamento oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil sobre a prática do Aborto e o PLC-122 que trata da criminalização da “homofobia”. Diante da repercussão que o assunto teve na mídia, a assessoria de imprensa do Mackenzie publicou a seguinte nota: &#8220;O Mackenzie se posiciona contra qualquer tipo de violência e discriminação feitas ao ser humano, como também se posiciona contra qualquer tentativa de se tolher a liberdade de consciência e de expressão garantidas pela Constituição.&#8221;</p>
<p>Acontece que o manifesto em questão, bem como a nota publicada pela assessoria de imprensa do Mackenzie são tolerantes, como não poderiam deixar de ser, posto expressarem a fé bíblica. Quando afirmamos que a fé bíblica é tolerante, estamos nos referindo àquela postura que  estimula o respeito a todas as pessoas, quaisquer que sejam os seus pontos de vista. É a atitude que procura compreender e valorizar as pessoas sem discriminá-las. Este tipo de tolerância é uma virtude que aos cristãos interessa cultivar. Ela brota naturalmente do nosso reconhecimento de que todos os seres humanos são criaturas de Deus e portadores de sua imagem. O fato de que todo ser humano tem uma dignidade inerente resultante da imagem de Deus é uma convicção cristã. Portanto, é convicção cristã que todas as pessoas, independentemente de suas convicções e crenças devem ser traradas com respeito, dignidade e bondade.</p>
<p>Por que então a militância gay está reagindo com irritação? Por que o Mackenzie está sendo taxado de intolerante? É que tolerância para estes ativistas homossexuais não é simplesmente o respeito pelas pessoas e por seus pontos de vista, mas é não dizer abertamente nem tão pouco dar a entender que seus pontos de vista podem estar errados. Quando esta militância fala em tolerância ela não está falando em respeitar as pessoas e tratá-las com bondade mesmo quando acreditamos que elas estejam erradas, mas a noção de tolerância desta gente significa que nós nunca devemos considerar a opinião de ninguém como errada. Isto é de fato amordaçar os que pensam diferente.</p>
<p>Entretanto este tipo de tolerância requerida pela militância do movimento gay não nos é requerida pela Constituição Federal do Brasil que prescreve o seguinte, no seu Art. 5º: IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.</p>
<p>Este tipo de tolerância que a comunidade gay exige  não é virtude, mas é um vício que acaba gerando confusão entre a verdade e o erro, entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, condenada pela Escritura: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Isaias 50.22).</p>
<p>Rev. Paulo Ribeiro Fontes
</p>
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		<title>Em quem vou votar?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 00:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarcizio F Carvalho</dc:creator>
		
		<category>Tarcízio Carvalho</category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma pergunta importante. E deve ser respondida!
Talvez não da forma que alguns gostariam. Você não sabe como? Claro que sabe! Algumas pessoas querem que você diga um ‘nome’, achando que o exercício político se resume em digitar um voto referente a um nome, e pronto!
Depois, basta reclamar que aquele fulano ou cicrana não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/.thumb_voto.png" onclick="lw_image_popup('http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/voto.png',249,118,'voto - voto'); return false;"><img src="http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/.thumb_voto.png" alt="voto - voto" title="voto - voto" /></a><br />Esta é uma pergunta importante. E deve ser respondida!<br />
Talvez não da forma que alguns gostariam. Você não sabe como? Claro que sabe! Algumas pessoas querem que você diga um ‘nome’, achando que o exercício político se resume em digitar um voto referente a um nome, e pronto!<br />
Depois, basta reclamar que aquele <em>fulano</em> ou <em>cicrana</em> não fizeram o que se esperava! É por isso, alguns ainda dirão, é por isso que não gosto desse negócio de política! A política, para estes, é um exercício unilateral daqueles que querem administrar e criar leis para a cidade, para o estado e para o pais&#8230; enquanto assiste-se ao espetáculo!<br />
O papel do eleitor seria o de ‘reclamão’. E reclamação que será feita na fila do banco, no encontro casual na padaria, em uma festa de aniversário, enfim, em todo e qualquer lugar que você possa reclamar <em>sem se envolver.</em> E fica de ‘bom tamanho’, pois você fica parecendo alguém preocupado com os rumos das leis e da cidade, e todos ficam felizes por ‘parecer ser’. Afinal, não adianta mesmo!</p>
<p><strong><em>Ilusão x desilusão</em></strong><br />
De nada adianta o quê? O que adiantaria? Há de vir um ‘messias’ e tornar este pais tão bom que nem precisaremos de juízo final? Alguém ainda acha que este mundo quebrado, que aguarda a sua redenção, ainda pode vir a ser ‘bom’ por intermédio de uma ideologia qualquer!?!<br />
Uma coisa é o dever do cristão ser boa semente, influenciar positivamente seu meio, redimir más estruturas, e outra completamente diferente é entender que o céu poderá vir a existir na terra!<br />
Por isso a letra da musica “Imagine,” de John Lennon, é tão desprovida de realidade. Ela desconsidera o pecado no mundo e a necessidade de que tudo seja refeito. Por isso aquela letra de Lennon começa com a imaginação de que não houvesse céu ou inferno, apenas o esforço humano.<br />
Bem, todas as vezes que alguém pensar uma situação qualquer apenas do ponto de vista humano, o desapontamento será grande. E na política não será diferente. Por isso, possuir uma perspectiva um pouco mais completa do que está acontecendo ajuda, e muito.<br />
Assim, será de bom tom começar com aquela percepção realista de que vivemos em um mundo caído, e que em geral os governos não são tementes a Deus. Com um começo assim, cristãos nunca se iludiriam com discursos ideológicos e com propostas mirabolantes de ‘solução’ para a saúde, para a educação, para a segurança, ou para a economia.<br />
Observe que candidatos são muito bons em prometer o que está muito, mas muito alem do alcance de suas possibilidades. Quem não se empolgaria com os dizeres: “Vamos erradicar a pobreza!” ou “Vamos acabar com a inflação!” ou ainda, “Vamos acabar com o capital especulativo!”, ou em grande estilo, “Vamos utilizar somente produtos que não prejudiquem o planeta!”<br />
Portanto, uma vez que a maior parte dos discursos políticos tem a finalidade de obter o seu voto, o cristão consciente não vive de expectativas se vai, ou não vai dar certo tal e tal promessa.<br />
O cristão consciente sabe que ele é um agente do Reino de Deus, um embaixador daquele Reino. Ele ouve falar dos problemas de sua cidade, estado e país, mas é alguém que possui informações importantes acerca da origem dos males e de como a vida pode ficar melhor por aqui até que haja a restauração definitiva de todas as coisas por Jesus Cristo (isso ele aprende na Bíblia). Este tipo de cristão sabe que a solução definitiva não vai acontecer deste lado do universo. Será preciso uma reforma geral!<br />
Quando alguém se sentir desanimado, porque nada adianta mesmo, é hora de voltar à Bíblia a fim de ter o olhar reorientado acerca do trabalho de embaixador do Reino de Deus, ou seja, reler que somos representantes em nome de Deus nesta terra Brasil. </p>
<p><strong><em>Titulo de eleitor x roupa e convite</em></strong><br />
E por falar em ser embaixador, que diferença faz ser um eleitor com dupla cidadania? Não falei sobre isso? Os cristãos possuem seus documentos brasileiros e possuem o passaporte da cidade de Deus. Os cristãos brasileiros são cidadãos aqui, mas estão convencidos por Deus de que este projeto de cidade, de estado, é provisório. Assim, possuem convicção que como brasileiros são peregrinos, mas que como cidadãos do Reino de Deus pertencem a outra pátria, à pátria celestial.<br />
Deus já preparou esta cidade definitiva (Hb 13.16). Nela habitarão pessoas provenientes de todos os países e até de tribos que desconhecemos a localização. Em lugar de passaporte ou titulo de eleitor, o que será preciso é estar vestido de linho branco e ter o convite para uma festa. Passaporte e titulo de eleitor você já sabe onde tirar o seu. Quanto à roupa e ao convite não se preocupe porque quando o cristão diz ‘sim’ para Jesus como seu Salvador pessoal já recebe as roupas adequadas e o convite está garantido.<br />
Portanto, todas as vezes que estiver com um titulo de eleitor, lembre-se de que suas roupas e convite devem revelar sua identidade de cidadão do Reino de Deus.    </p>
<p><strong><em>Cuidados a serem tomados:</em></strong><br />
Nas eleições por aqui só existem candidatos humanos. Em geral estes candidatos não são tementes a Deus do ponto de vista da própria Escritura.<br />
O cristão consciente, por força de seus papeis celestes, embaixador do Reino de Deus, não se torna parte de uma ideologia como se esta pudesse redimir quaisquer aspectos da vida (dentre outros os que já dissemos: educação, trabalho, segurança, saúde, transporte etc).<br />
Nem mesmo o socialismo, em quaisquer de suas formas, é o ensino bíblico. Qualquer ‘ismo’ é uma ideologia e não o ensino das Escrituras. Com isto não estou afirmando que cristãos não deveriam votar em candidatos socialistas. Longe disso! Apenas quero esclarecer que, como afirmamos antes, a única ideologia cristã é o ensino do Reino de Deus. O restante é menos, subtrai, não é pleno, não é inteiro.<br />
Assim, como embaixadores do Reino de Deus, nossa postura é critica ‘de tudo isso que está aí’ (para lembrar uma fala de um político chamado Brizola). Interessa-nos discernir dentre as possibilidades apresentadas aquela que nos permitirá ser um cidadão ouvido e participativo nesta esfera terrestre. As possibilidades são bem reduzidas: ou você escolhe o caminho que entende lhe permitir o dialogo, ou se abstém de ambos por entender que nenhuma das opções é razoável. Tudo isto faz parte do processo eleitoral de forma legítima.<br />
Deus seja gracioso e nos dê a sabedoria para discernir isto, porque nossa nação aqui de baixo, o Brasil, tem sofrido barbaridades por viver imersa em tanta corrupção e mentira.<br />
O profeta Isaías (28.14,15) também se deparou um dia com gente que achava que tinha o “corpo fechado” e que podia fazer o que quisesse: “Ouvi, pois, a palavra do SENHOR, homens escarnecedores, que dominais este povo que está em Jerusalém. Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte e com o além fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque, por nosso refúgio, temos a mentira e debaixo da falsidade nos temos escondido.”<br />
Quem quiser saber o que o profeta disse em nome de Deus, basta continuar a leitura nos versos 16 a 22.
</p>
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		<title>POLÍTICA, RELIGIÃO E VALORES MORAIS</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 18:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfontes</dc:creator>
		
		<category>Rev. Paulo</category>

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		<description><![CDATA[ 
 “Ele envia as suas ordens à terra, e sua palavra corre velozmente; dá a neve como lã e espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio? Manda a sua palavra e o derrete; faz soprar o vento, e as águas correm. Mostra a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/elei____o_1_2_3.jpg" alt="elei    o 1 2 3 - elei    o 1 2 3" title="elei    o 1 2 3 - elei    o 1 2 3" /></div></p>
<p> <em><strong>“Ele envia as suas ordens à terra, e sua palavra corre velozmente; dá a neve como lã e espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio? Manda a sua palavra e o derrete; faz soprar o vento, e as águas correm. Mostra a sua palavra a Jacó, as suas leis e os seus preceitos, a Israel.”<br />
 (Salmo 147.15 – 19) </strong></em></p>
<p>A campanha eleitoral para Presidente da República colocou na pauta do dia a discussão sobre política, religião e valores morais. Há quem diga que religião e valores morais são questões de fórum íntimo e que jamais deveriam ser o norte legislativo de uma nação laica, democrática e plural. Vivemos numa época em que a Bíblia é rejeitada como a autoridade para o estado e para a sociedade. Entretanto, como bem afirmou o político calvinista holandês Abraham Kuyper, “as Santas Escrituras não somente fazem-nos encontrar a justificação pela fé, mas também mostram o fundamento de toda vida humana, as santas ordenanças que devem governar toda existência humana na Sociedade e no Estado”. O mundo em que nós vivemos não é resultado de uma colisão de átomos que aconteceu por acaso. O mundo foi criado por um ser inteligente e por isso mesmo ele tem uma ordem inteligível. Toda a vida neste mundo carrega dentro de si uma lei que regula a sua existência E qualquer sociedade que vive neste mundo será mais saudável e mais feliz na medida em que descobrir e viver com base nesta lei. </p>
<p>A convicção cristã é a de que a esfera física e a esfera moral são apenas duas esferas de uma mesma ordem universal estabelecida por Deus na criação. No Salmo 147.15 – 19, o salmista fala quase num só fôlego de Deus espalhando a neve como lã e revelando suas leis e decretos a Jacó, sugerindo que não existe diferença essencial entre as leis de Deus para a natureza e os seus preceitos morais dados ao ser humano. Devemos nossa existência ao Deus Santo, cujo caráter é o padrão de toda a retidão, a medida de toda a moralidade. Portanto, a sociedade estruturada com base na lei moral do Senhor terá mais chances de funcionar melhor. Além disso, o Criador revelou um padrão objetivo e imutável de verdade e moralidade para todas as pessoas que pode ser encontrado de maneira proposicional na Bíblia.</p>
<p>Nós entenderemos melhor este princípio se pensarmos nas leis que regulam a vida no mundo físico. Nós sabemos que existem certas leis que regulam a vida no mundo físico. E se nós vivermos neste mundo ignorando e desafiando estas leis da física, haveremos de pagar um preço muito alto. Seria uma grande tolice viver neste mundo criado por Deus ignorando e desfiando, por exemplo, a lei da gravidade. Não é diferente com a lei moral que Deus prescreveu para regulamentar o comportamento humano no mundo que criou. Assim como certas ações físicas produzem resultados previsíveis, assim também certas ações morais produzem conseqüências previsíveis. </p>
<p>Por exemplo, o adultério é retratado nas telenovelas como algo desejável e até com certo glamour. Muitas vezes o adultério é apresentado como um caminho viável para a felicidade. Mas a despeito de tudo isso, por causa da lei moral que regulamenta a vida neste mundo, o adultério inevitavelmente continua produzindo raiva, ciúme, ressentimentos, discórdia, violência, e etc. </p>
<p>Desafiar a lei moral que regula a vida neste mundo será sempre algo desastroso para a sociedade. Como é desastroso um motorista bêbado que mata no trânsito, um comerciante fraudulento que comercializa produtos adulterados, um político corrupto que desvia o dinheiro público em benefício pessoal ou um viciado em drogas que contrai e espalha o vírus HIV. Enfim, se desejarmos uma sociedade brasileira mais saudável e feliz não poderemos ignorar os preceitos morais por meio dos quais Deus mesmo estruturou a vida neste mundo.</p>
<p>Rev. Paulo Ribeiro Fontes
</p>
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		<title>UMA ALIANÇA PERPÉTUA</title>
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		<comments>http://blog.ebenezer.org.br/2010/10/04/uma-alianca-perpetua/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 21:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfontes</dc:creator>
		
		<category>Rev. Paulo</category>

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		<description><![CDATA[ 
&#8220;Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua&#8221;(Gênesis 17.13)
Eu não sei se você já percebeu, mas a Bíblia não é o registro da história de pessoas perfeitas que sempre fazem tudo certo. A Bíblia é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <div class="alinhar_esq_caixa"><img src="http://blog.ebenezer.org.br/up/e/eb/blog.ebenezer.org.br/img/alian__a.jpg" alt="alian  a - alian  a" title="alian  a - alian  a" /></div></p>
<p><em><strong>&#8220;Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua&#8221;(Gênesis 17.13)</strong></em></p>
<p>Eu não sei se você já percebeu, mas a Bíblia não é o registro da história de pessoas perfeitas que sempre fazem tudo certo. A Bíblia é a história de um Deus amoroso que fez uma aliança com um povo pecador e rebelde a fim de salvá-lo de seus pecados e de sua rebeldia. A Bíblia é o registro da história de Deus. Ele mesmo é o grande herói da narrativa bíblica. E uma coisa que a Bíblia faz questão de esclarecer é que esta aliança não está enraizada no merecimento ou na fidelidade do povo. A aliança é mantida e sustentada pelo eterno e imutável amor de Deus. Deus é sempre fiel à sua aliança. O povo, nem sempre. Assim, a história da Bíblia é a história de como Deus escolheu se relacionar de maneira amorosa e graciosa com pessoas que estragavam tudo vez após vez. </p>
<p>Tomemos como exemplo a Abraão. Em Gênesis 15 Deus vem a Abraão e revela sua aliança a ele. Deus diz a Abraão que ele vai ter uma descendência numerosa como as estrelas do céu (verso 5), por meio da qual todas as nações da terra seriam abençoadas. Além disso, Deus selou a sua palavra pactual por meio do sacrifício de animais (versos 8 – 18). O que Abraão fez em seguida? Ele procedeu corretamente confiando e esperando em Deus para o cumprimento da promessa? A resposta é “não”. Abraão e Sara preferiram fazer as coisas do seu jeito. Cansados de esperar por um herdeiro, eles resolveram tomar uma de suas servas e Abraão teve um filho com ela. Sara, esposa de Abraão e que fazia parte da trama, ficou com ciúmes e começou a maltratar a serva que fugiu para o deserto. Enfim, Abraão e Sara complicaram as coisas.</p>
<p>Diante disso poderíamos esperar que Deus dissesse a Abraão e Sara: &#8220;Agora vocês estragaram tudo. Vocês destruíram tudo o que eu estava disposto a dar-lhes. Vocês quebraram a minha aliança. Está tudo acabado&#8221;. Mas não foi isso que Deus fez. Em Gênesis 17, Deus vem a Abraão novamente e repete as promessas de sua aliança. E desta vez acrescentando que esta aliança é uma aliança eterna (Gênesis 17.13). Por quê? Porque Deus queria que Abraão soubesse que a aliança não se baseia na fidelidade do povo, mas na de Deus. Abraão deveria aprender que estava num relacionamento com Deus que não podia ser destruído. Abraão estava experimentando a “graça”.</p>
<p>Você e eu, como as pessoas da Bíblia, somos tendentes a estragar tudo. Como eles, nós também gostamos de fazer as coisas do nosso jeito e não do jeito de Deus. Entretanto, se estivermos em Cristo, estaremos envolvidos pela mesma aliança. Estaremos debaixo da mesma graça. O que isso significa? Isso significa segurança e esperança! Isso não significa que você pode viver de qualquer maneira. Paulo diz: “E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum!” (Romanos 6.15). Isto significa que nada pode separar você do amor de Deus que está em Cristo Jesus. Você está envolvido por uma aliança que não pode ser destruída por sua infidelidade. A base da aliança e, consequentemente, de sua esperança não é a sua fidelidade, mas a fidelidade e o imutável amor de Deus. E como Deus não pode ser infiel, tudo o que ele nos prometeu é garantido e certo.</p>
<p> Rev. Paulo Ribeiro Fontes</p>
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