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    <title>eAgora</title>
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    <description></description>
    <dc:language>pt</dc:language>
    <dc:creator>graeff@trela.com.br</dc:creator>
    <dc:rights>Copyright 2015</dc:rights>
    <dc:date>2015-06-24T14:41:55+00:00</dc:date>
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      <title>Fruto venenoso</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; É triste que a república fundada por Benjamin Franklin ainda chafurde no racismo. Pior, um racismo inspirado pelo anti&#45;intelectualismo que contagia grande parte do povo e da elite política americana.</description>
      <dc:subject>ideias</dc:subject>
      <dc:date>2015-06-24T14:41:55+00:00</dc:date>
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      <title>Pecados originais</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; Os pecados do PT no poder se inspiram no revolucionarismo comunista, no populismo católico e, principalmente, no estatal&#45;corporativismo sindicalista, que estão no DNA do partido.</description>
      <dc:subject>política</dc:subject>
      <dc:date>2015-06-16T13:09:58+00:00</dc:date>
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      <title>Vai que é tua, companheiro!</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; O Estadão adianta que Rui Falcão e seu grupo vão propor uma guinada à esquerda do PT no congresso que começa amanhã. Desejo&#45;lhes boa sorte nisso. E torço para que se inspirem em Paul Singer.</description>
      <dc:subject>política</dc:subject>
      <dc:date>2015-06-10T14:22:13+00:00</dc:date>
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      <title>Afronta ao eleitor</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; Membros do meu partido dizem que Lula, Dilma e o PT &quot;desmoralizaram a reeleição&quot;. Outros argumentam que no Brasil a reeleição não dá pé porque o Estado é inchado e o chefe do Executivo tem poderes demais. Não me convencem.</description>
      <dc:subject>democratização</dc:subject>
      <dc:date>2015-06-04T14:01:00+00:00</dc:date>
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      <title>Piorando o imperfeito</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; A reforma política periga sair como o ajuste fiscal: as autoridades eleitas fazem besteira e mandam a conta para nós, eleitores/contribuintes.</description>
      <dc:subject>política</dc:subject>
      <dc:date>2015-05-28T11:03:40+00:00</dc:date>
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      <title>Surpresa!</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; O PSDB discutiu pouco e nunca resolveu nada sobre reforma eleitoral. Decidir seria difícil, com opiniões tão divididas. Mas, se tivesse discutido, pelo menos não seria surpreendido pelo racha na votação do distritão.</description>
      <dc:subject>política</dc:subject>
      <dc:date>2015-05-27T21:48:32+00:00</dc:date>
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      <title>Fachin em campanha</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; Pelo menos tres empresas especializadas &#45; Medialogue, Pepper, F7 Comunicação &#45; assessoram Fachin em sua campanha para o STF. Na sabatina, segundo editorial da Folha, ele disse não saber quem pagou as empresas.</description>
      <dc:subject>justiça e segurança</dc:subject>
      <dc:date>2015-05-14T12:50:33+00:00</dc:date>
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      <title>Política e xadrez</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; Uma anedota atual e uma citação histórica para quem gosta de comparar a política com o xadrez.</description>
      <dc:subject>ideias</dc:subject>
      <dc:date>2015-05-13T22:04:45+00:00</dc:date>
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      <title>Voto distrital para vereador</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; Hoje o sistema é inviável financeira e operacionalmente para os candidatos, e ineficiente para o eleitor, já que é muito difícil para ele se orientar com a quantidade de nomes nas listas de candidatos dos partidos. O sistema eleitoral precisa ser um processo mais inteligível e atraente para o eleitor. Para se eleger vereadores, o voto distrital cumpre essa função.</description>
      <dc:subject>democratização</dc:subject>
      <dc:date>2015-05-05T11:32:19+00:00</dc:date>
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      <title>O placar do impeachment</title>
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      <description>Eduardo Graeff &#45; As provas e argumentos jurídicos são importantes, mas o que decide o impeachment, você sabe, são os votos dos deputados e senadores.</description>
      <dc:subject>política</dc:subject>
      <dc:date>2015-04-25T14:40:55+00:00</dc:date>
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