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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 11:13:39 +0000</lastBuildDate><title>do imbróglio</title><description>histórias sobre sexo, drogas, rock n' roll e viagens no tempo.</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (bruno)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/doimbroglio" /><feedburner:info uri="doimbroglio" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-8596810423824560975</guid><pubDate>Wed, 01 Dec 2010 01:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-30T18:10:19.104-08:00</atom:updated><title /><description>Quarterback&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela está deitada no chão do seu quarto, enrolada em um maço de lencóis recentemente vermelhos.&lt;br /&gt;Ele a olha com nostalgia, lembra de todas as vezes que aquela cena aconteceu na sua cabeça.&lt;br /&gt;Os olhos dela estão mais claros que o normal, ele não acha que combina, mas, ainda assim se ajoelha e a beija, só por força do hábito e pela dramaticidade do momento. Na descida sua patela acertou alguma coisa, ela pareceu não gostar mas ele esqueceu de se desculpar.&lt;br /&gt;Ele se deita sobre o corpo vibrante que não hesita em  fazer oque andou fazendo  nas últimas duas horas, gemer. E então, como mágica, o vermelho das cobertas escalam o pescoço pescoço da mulher até o topo de sua boca, num rio em cheia cuja vazão teima em não cessar.&lt;br /&gt;Talvez, ele pensa, talvez estivesse enganado, talvez o vermelho que lhe escorre dos lábios fosse o responsável por banhar o pano rasgado que a cobre. Agora isso pouco importa, seus olhos marejam e ficam ainda mais claros. "Feia, muito feia".&lt;br /&gt;Ele olha para a esquerda e pega uma bola de futebol americano que estava por ali, analisa a situação e faz um lançamento em profundidade no meio da barriga dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/porra, sinistro cara!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-8596810423824560975?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/11/quarterback-ela-esta-deitada-no-chao-do.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-4205001849939016225</guid><pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-19T19:51:15.243-07:00</atom:updated><title /><description>porque ele parou de escrever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um estalo. Um desses estalos que te fazem largar da esposa pra correr atrás do sonho de plantar árvores pela selva birmanesa, e tudo isso sem deixar de chamar Mianmar de Birmânia.&lt;br /&gt;Um desses estalos que te fazem querer morrer quando todo mundo mais vive, e que te fazem querer viver apesar...bem..apesar da vida. O mesmo estalo que deve ter enriquecido muita gente, por exemplo o cara que inventou o pão de alho, o que aconteceu pra que ele resolvesse colocar o tempero do arroz num pedaço de pão, jogar na churrasqueira e criar um dos mais saborosos alimentos feitos pelo ser humano? Provavelmente um estalo. E sejamos justos, esse estalo não é de todo bom. Pensa no cara que criou o betamax, o laser-disc (ou o dvd se você estiver lendo isso num futuro não muito distante.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a questão é a seguinte, ele teve um estalo de que não era Deus, de que era falho demais para chegar perto de qualquer divindade (e inclua aqui o macarrão com almôndegas voador). Colocar uma frase na boca de alguém, ou dizer o que um outro pensou ou deixou de pensar era audacioso demais, principalmente pra ele. Se comprometeu então à não criar vida, não assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorte que ele não é de cumprir promessas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-4205001849939016225?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/08/porque-ele-parou-de-escrever-foi-um.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-4512941423888512533</guid><pubDate>Fri, 07 May 2010 05:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-07T10:39:20.309-07:00</atom:updated><title /><description>173&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o cenário: o mundo acabou, bem...pelo menos metade dele. A outra metada era o novo point da garotada, afinal ficar no deserto pós-apocalíptico não era lá muito interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o lado vivo do planeta migraram todas as musicas que ele não cantou, todos os livros que ele não leu, todos o filmes que não viu e todos que não atuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaram todas as pessoas que ele nunca encontrou e todas que nunca irá rever. Ficou toda a dor que não sentiu sentada ,do ladinho da alegria que ele nunca ia ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como tudo isso foi pra lá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De trem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele? ficou  sozinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Tinha mulher, três filhos, uma casinha no subúrbio e um trabalho estável (nem me pergunte as profissões que restaram nessa época mad max).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ele, todo dia, se pergunta o que teria acontecido se não tivesse chegado 2 horas e 53 minutos atrasados para pegar aquele trem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se ao menos ele soubesse que todo mundo perde um trem todo dia, ele provavelmente ficaria satisfeito em viver sua vida estacionado, com a certeza de que tinha alcançado  seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/olha que mensagem bonita pro seu dia. Repasse pra 20 pessoas se não você morre antes do final de lost&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-4512941423888512533?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/05/173-eis-o-cenario-o-mundo-acabou-bem.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-5467723031039797568</guid><pubDate>Mon, 03 May 2010 15:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-03T08:22:23.015-07:00</atom:updated><title /><description>Todas as estradas nos trazem aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Crônica pra fugir um pouquinho da rotina )&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Vinte dias é tudo que resta pra que as últimas páginas sejam viradas. Para que uma verdadeira jornada chegue ao seu final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode até me chamar de exagerado e dizer que faço drama quando trato com tanta seriedade o fim iminente de algo, teoricamente, tão banal quanto uma série de Televisão; Mas eu peço para que se lembre do primeiro livro com mais de cem páginas pelo qual você se apaixonou. São amigos em forma de palavra que vão te abandonar apenas algumas folhas mais tarde e você tem ciência, mas nem por isso deixa de ter carinho por eles, afinal,não tem escolha, estão cumprindo o papel de suas curtas vidas fictícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te digo , então, que se você sofreu quando o Pequeno Príncipe voltou ao seu planeta e te deixou aqui na Terra, de volta ao cárcere tedioso do dia-a-dia você entende o meu mal-estar quando sei que a série Lost está por terminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corro o risco de cair no clichê ao dizer que esse programa me acompanhou por fases importantes da vida, mas nos últimos seis anos muita coisa mudou, amigos chegaram e se foram,alguns amores felizmente vieram e infelizmente partiram, outros só me trouxeram satisfação, mesmo, quando se desapareceram por completo. Mas no meio de todas essas idas e vindas  sempre houve uma constante , Lost.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você ainda acha que escrever sobre os últimos episódios de um seriado é banal demais numa época em que bombas são desarmadas nos últimos minutos, em que crises econômicas explodem aqui e ali, em que manchas de óleo flutuam por aí, e acima de tudo, na época de entregar a declaração do imposto de renda, eu te digo, tire uma folga da seriedade da rotina, abra um pacote de batatinhas e assista algum seriado, filme, novela ou programa de auditório, só passe longe, mesmo, dos jornais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-5467723031039797568?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/05/todas-as-estradas-nos-trazem-aqui.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-3391277423483911181</guid><pubDate>Mon, 03 May 2010 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-02T19:33:43.034-07:00</atom:updated><title /><description>Invasão ao Reichstag&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tinha acabado de acordar de um sonho em que era um russo barbudo prestes a fincar uma bandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocou as fatias de pão integral na torradeira e foi preparar o café. Poderia escovar os dentes enquanto isso, mas pensou que um chiclete resolveria o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou pela rua enquanto sentia o cheiro do café que ficava pronto, esperou ver um daqueles dias de chuvisco e frescor. Estava um sol infernal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto decidia a roupa que ia colocar, levou o maior susto que levaria durante todo o dia. Um barulho repentino tomou a cozinha e seu coração acelerou em aproximadamente 2 BPM.&lt;br /&gt;As torradas mornas tinham pulado.&lt;br /&gt;Ele só comeu uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu de casa, resolveu fazer um caminho diferente, virou à direita duas ruas antes da costumeira.&lt;br /&gt;Não viu, porém, nenhuma loja interessante no trecho que não conhecia da paralela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouviu, então, buzinas não eram pra ele, não eram nem mesmo de carros que estavam na mesma rua que ele. Mal sabia que as buzinas significavam nada mais nada menos, do que o resultado de um motorista desastrado que esbarrou a mão no centro do volante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhou com planilhas , relatórios e segundas-vias durante grande parte do dia.&lt;br /&gt;Mas foi onde ganhava o pão e faltava carne que ele viveu a maior aventura do dia; Fez um eventual movimento de sobe e desce com uma gostosa do escritório, quando ela saiu do elevador ele sussurrou um nada sonoro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a adrenalina invadiu seu coração quando, logo antes da porta se fechar por inteiro, viu que ela se virara. Mal sabia ele que ela tinha escutado alguem chamar por seu nome, do outro lado do corredor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando para casa virou à esquerda duas ruas antes da costumeira.&lt;br /&gt;Viu uma loja que lhe interessou e ficou de passar lá amanhã. Mal sabia ele que ia se esquecer totalmente dessa promessa pra si mesmo naquela noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E deitado na cama, antes de dormir, não pensou naquilo que lhe doía o coração, como ele nunca fincaria bandeira alguma em lugar nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhou que era um  russo barbudo prestes a fincar uma bandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/amanhã tem mais texto!!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-3391277423483911181?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/05/invasao-ao-reichstag-ele-tinha-acabado.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-7478198337638759028</guid><pubDate>Sun, 11 Apr 2010 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-10T17:50:27.624-07:00</atom:updated><title /><description>EGV 4044&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tem amores que duram um tanto assim...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-7478198337638759028?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/04/egv-4044-tem-amores-que-duram-um-tanto.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-5958404858016014946</guid><pubDate>Thu, 01 Apr 2010 05:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-31T22:53:56.251-07:00</atom:updated><title /><description>Uma morte&lt;br /&gt;parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu sinto um morrer em mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É um tiro atraves do coração que faz o sangue quente escorrer junto com o frio que te assola o corpo. É o melhor e o mais desagradável dos choques-térmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sua cabeça separada do resto que por alguns segundos ainda consegue ver o que sobrou do corpo. É o decaptar do eu-centrismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a corda que queima de atrito antes de quebrar teu frágil pescoço. É o salto no escuro do que não se pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a overdose que te anoitece. É a calma que preserva sua aparência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aquela mulher, uma morte...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o corte que não cruza a rua, mas desce a estrada. É o sangue que faz a mais bela pintura na lâmina mais tosca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a asfixia auto-erótica. É o sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o salto do quarto andar. É o chão que te beija.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ela, que o faz mais suicida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/ai, que brega.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//420% inspirado no poema "a death" do Ryan Adams no livro Infinity Blues&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-5958404858016014946?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/03/uma-morte-parte-2-eu-sinto-um-morrer-em.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-4268274535067702498</guid><pubDate>Mon, 29 Mar 2010 19:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-29T13:02:58.949-07:00</atom:updated><title /><description>O que repousa na sombra da estátua?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cada cenário que passava pelo lado de fora da janela do ônibus era o mesmo de outrora. E surpresa maior do que a de que nada mudara, foi o quão claro tudo aquilo ainda estava  em sua cabeça. Os mesmo petshops, as mesmas escolas, o mesmo semáforo , a mesma obra inacabada.&lt;br /&gt;Já se passavam 3 anos desde que havia feito aquele caminho todo.&lt;br /&gt;A situação não mudara muito , ele ainda tinha apreensão por  tudo que lhe esperava depois da viagem de três longas horas, ainda estava impulsionado por um dos sentimentos mais inatos ao ser humano e ainda trazia um presente desgastado pela ansiedade da viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegara. Mas  ela não o esperava lá, mal sabia que ele ia lhe fazer uma visita.Também pudera, o relacionamento deles não acabou da melhor maneira, uma traição, muitas ofensas e a tentativa de total esquecimento. Os nome dela passara a ser proferido apenas em tom de repúdio ou chacota. Mas já era hora de mudar essa situação, foi pra isso que ele veio até aqui...denovo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desceu do ônibus e se viu totalmente desorientado, sua unica reação foi esconder o presente que trazia pra ela, pesou que não ia pegar bem ficar andando pra lá e pra cá com aquilo; não ficou bem escondido, é verdade, mas pelo menos ele poderia se concentrar em chegar até a casa dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se conteve em pedir informações. Aí estava ele, mais uma vez fazendo tudo por ela; abrindo mão do eterno orgulho masculino de não pedir informações por ela, por quem mais ele faria aquilo? Só por ela.&lt;br /&gt;Ele realmente pediu muitas informações, aquela quantidade que te classifica como um turista ingenuo pronto pra ser assaltado e passado para trás. Mas ninguém o assaltou nem o passou pra trás, talvez porque o presente, que agora já estava totalmente visível, gritasse que ela era uma pessoa com o coração ferido, ou quem sabe, sem coração algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas horas depois conseguiu chegar até o bairro que antigamente o alegrava tanto. Andou pelas mesmas ruas e lembrou dos bons momentos. Evitou os maus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tocou a campainha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela o viu pela janela e correu ao portão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma lágrima ou música romântica rolou quando se viram, novamente, frente-a-frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ela, como sempre, tomou a iniciativa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-eu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que pudesse terminar a frase ele pegou o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfaqueou-a 3 vezes no peito antes que ela caísse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/ai que medinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//baseados em sonhos reais que tive essa noite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;///ficou muito sério esse texto, não gostei ):&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-4268274535067702498?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/03/o-que-repousa-na-sombra-da-estatua-cada.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-5230734821435996204</guid><pubDate>Thu, 25 Mar 2010 19:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-25T13:17:39.914-07:00</atom:updated><title /><description>Funky Porn&lt;br /&gt;ou&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;a boa ação do dia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rose chegou na escola depois de enfentrar o duro tráfego de são paulo num dia quente de verão, sabia que as gotas módicas de suor que lhe escorriam do rosto faziam gotas consideráveis de saliva escorrerem pela boca de seus coleguinhas de classe. Não que isso lhe tomasse a atenção. De maneira nenhuma!&lt;br /&gt;Ela não precisava mais daqueles ninfetos em sua vida, sabia que sua maioridade trouxera uma sensualidade digna de arrebatar o coração dos marmanjos mais desejáveis. Mas não era no coração que ela mirava, ela queria povoar seus pensamentos mais libidinosos &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;( &lt;a href="http://bit.ly/9yyS4h"&gt;uma forcinha&lt;/a&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e o alvo do dia era seu professor de história do Brasil, John McJohn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o Sinal tocou, primeira aula, McJohn entra na sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-bom dia classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coro sonolento respondeu, Rose esperou até o apático cumprimento se extinguir por completo e só então o respondeu, com uma rouquidão capaz de excitar qualquer professor, fonoaudiólogo ou otorrino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era em momentos como esse que ela se destacava das  amigas. Fazia a saia quadriculada do uniforme escolar dançar por suas pernas, dando o tom da sedução. A meia três quartos era a ponte felpuda que levava ao antro do prazer. Os botões fechados de sua camisa imploravam pela mão firme e suja de pó-de-giz do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, o professor... a dança do acasalamento ,que ele já imaginava com a bela aluna, acabava por fazer suas palavras vacilarem, mas não o seu olhar, esse nunca se desviava do pecado juvenil que olhava nos seus olhos apenas alguns metros à sua frente. Ele combatia os pensamentos sabendo que era errado desejar aquilo; mas ela parecia tão pronta, tão acima daqueles moleques da idade dela; sentia uma vontade incontrolável de falar sobre a nau de Pedro Álvares; se esquecia que matéria lecionava e quando se deu conta estava citando Che, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Hay que endurecer, pero sin perder la ternura Jamás".  &lt;/span&gt;Fora salvo pelo sinal do intervalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela foi pra o recreio e tomou seu Toddyinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando voltou o flerte continuou até o fim da aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Precisa de ajuda com a lousa professor McJohn?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não não Rose, eu dou conta pode deixar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-hahaha, eu realmente imagino se o senhor da conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Hein? Do que você está falando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Nada não professor, é só brincadeira, você não gosta de fazer brincadeiras comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Olha aqui, eu sei que você já está na idade e eu quero muito fazer isso que estamos falando nas entrelinhas...mas eu não posso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu? Do que eu estou falando?- Rose falava isso enquanto o empurrava para a cadeira e sentava no seu colo acariciando seu cabelo grisalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas que droga, Rose! não podemos fazer isso, não aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Se você não quer, eu vou embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela viu a decepção nos olhos deles, mas foi aproximando seu rosto para, o que acabaria sendo apenas um beijo...Mudou de idéia  e resolveu fazer um belo e demorado sexo oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando terminou o ato que a consagrara com uma mulher independente e bem resolvida, ela disse de todo o coração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Acho que eu te amo, John McJohn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sai daqui , sua escrota. - Disse enquanto saia de baixo dela e corria pelos corredores da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela ficou lá, chorando no chão, tendo a epifania que deveria mudar sua vida:&lt;br /&gt;Na ficção as coisas são mais fáceis&lt;br /&gt;&lt;h3 class="r"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.samba-choro.com.br/s-c/tribuna/samba-choro.0201/0763.html" class="l" onmousedown="return clk(this.href,'revisions_result','','result','1','','0CAYQhgIwAA')"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/Aí está a boa ação do dia, um texto pronto pra ser copiado para seu blog, e quem ler nem vai notar que se trata de um plágiozinho inocente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//aos meus queridos e modicos leitores, peço desculpa pela enorme piada interna...espero que consigam rir pelo menos com um ou outro trocadilho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-5230734821435996204?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/03/funky-porn-ou-boa-acao-do-dia-rose.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-616127660604815850</guid><pubDate>Mon, 15 Feb 2010 04:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-17T07:14:48.373-08:00</atom:updated><title /><description>Salto de ciência, salto de fé.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;S02E01&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22h&lt;br /&gt;Eles se despedem com um beijo agridoce que podia muito bem ser o último.&lt;br /&gt;Ele vai pra casa, ela não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23h&lt;br /&gt;Os primeiros sinais da paranóia começam a aparecer. Ele volta o filme algumas vezes enquanto sua cabeça neurótica projeta cenas dela extremamente bêbada, dançando nua num balcão de bar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23:05h&lt;br /&gt;Ele percebe o quão ridículo foi o pensamento e volta pro filme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23:07h&lt;br /&gt;O que era medo irracional acaba virando uma tensão real quando, fantasiou com ela ligeiramente embriagada, olhando para alguém do outro lado do bar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23:09h&lt;br /&gt;Termina o devaneio com um desfecho envolvendo ela, o cara do bar, calda de chocolate e uma boneca inflável.&lt;br /&gt;Se convence de que tudo isso é besteira, mas continua achando que tem um "pressentimento" ( o que as pessoas normais chamariam de insegurança de um cara sem culhões)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:00 h&lt;br /&gt;O telefone toca, ele corre para atender&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:00:40h&lt;br /&gt;O telefone para de tocar e ele permanece sem coragem de atender e sem um pingo de dignidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:03h&lt;br /&gt;Quando desiste de esperar que liguem denovo, disca o número dela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:33h&lt;br /&gt;ouve pela septuagésima terceira vez a mensagem de caixa postal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:45h&lt;br /&gt;dorme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08:15h&lt;br /&gt;acorda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13:40h&lt;br /&gt;se levanta da cama para atender o telefone. Ouve sobre como ela, de fato, o traiu na noite anterior (com uma garota, sem chocolate ou boneca inflável) e sobre como ela não queria mais nada com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13:42h&lt;br /&gt;Covardemente, desliga o telefone, sorri e respira aliviado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para que se impulsionar se você pode esperar que te empurrem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-616127660604815850?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/02/salto-de-ciencia-salto-de-fe.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-7963099829680674761</guid><pubDate>Thu, 28 Jan 2010 20:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-28T13:00:20.911-08:00</atom:updated><title /><description>contas inacabadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é fácil perceber como uma coisa começa, é sempre pelo fim.&lt;br /&gt;seja o fim nobre da procriação ou o sexo selvagem numa tarde de chuva, seja o dinheiro ou o lazer, a felicidade ou o sucesso e todas essas antíteses  cujas soluções repousam nas prateleiras de auto-ajuda das livrarias.&lt;br /&gt;essa história começou pelo  começo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-porque você me ama?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e se pudéssemos organizar frases ditas durante todo um relacionamento por seu impacto nele, essa que ela falou seria o começo do fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não sei...por tudo que você é? - ele respondeu sem saber como aquilo seria o bater de asas do seu tufão pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não...mas você me ama como a certeza do sexo diário? Como a pessoa que convive com todas suas fisiologias , olha pra sua cara da mesma maneira e ainda te prepara café da manhã nos fins-de-semana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-é acho que é assim que eu te amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-então não é o mesmo amor que você teria com a futura mãe do teu filho? Ou com a velhinha que vai ficar do teu lado no seu leito de morte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-acho que as duas coisas não são excludentes, são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Lógico que são! bem como seria uma terceira coisa, totalmente diferente, se voce me amasse por todos os motivos supracitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-então, teóricamente, eu teria que listar ,minunciosamente, todos os motivos  pelos quais eu te amo para que o sentimento seja validado? Bom saber que seu amor por mim pode ser medido numa lista finita de coisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e é importante perceber que, até ele falar essa última frase, aquilo tudo não passava de provocação de casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não necessariamente, se você souber citar o ponto em que tudo isso converge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então me diz, porque eu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-porque é você que eu quero (queria) que enxugue o resto das minhas lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Então o amor, nada mais é, que uma frase feita pensada no momento que se decide senti-lo por alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não, o amor é a inércia que te faz querer alcançar algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-no seu caso, suas lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não, no meu caso, saber que você esteve lá pra enxugá-las até eu morrer... Então, da mesma maneira que entrar num carro e dirigir sem destino, até sua gasolina acabar não é exatamente uma viagem...acho que o que você sente por mim não é exatamente amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-É...talvez não seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-acabou então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não pra mim, pra você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-é...não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é assim que histórias cronologicamente corretas (não) terminam;&lt;br /&gt;Mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/foi!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-7963099829680674761?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/01/contas-inacabadas-e-facil-perceber-como.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-8617620214294108131</guid><pubDate>Mon, 04 Jan 2010 03:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-03T19:49:43.719-08:00</atom:updated><title /><description>amor no gerúndio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ela ligou&lt;br /&gt;ele atendeu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-boa noite senhor, o senhor estaria interessado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e desligou o telefone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e é numa dessas que muitas coisas vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/eu pensei "quero escrever uma história bem curta". superei minhas próprias expectativas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//gostaria tanto de ter credibilidade o suficiente pra que pensassem que a pequenisse desse texto e sua clara efemeridade, passasse como um minimalismo cheio de significado, e não preguiça(que se chamaria "bloqueio de escritor" se eu tivesse tal credibilidade)!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-8617620214294108131?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2010/01/amor-no-gerundio-ela-ligou-ele-atendeu.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-7370260959211881683</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 16:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T08:51:03.547-08:00</atom:updated><title /><description>era uma vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;era uma vez um cara&lt;br /&gt;ele tinha um blog, mas ele também tinha faculdade, namorada, livros, séries e filmes.&lt;br /&gt;aí então ele ficou muito tempo sem escrever, mas prometeu que logo que o quesito faculdade dê uma folga ele volta pra sua meia-dúzia de leitores-pingado.&lt;br /&gt;e viveu feliz pra sempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/baseado em fatos reais&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-7370260959211881683?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/11/era-uma-vez-era-uma-vez-um-cara-ele.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-5663428451939470157</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 06:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-11T23:30:26.841-07:00</atom:updated><title /><description>31 de outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;depois que o susto passou, ela perguntou&lt;br /&gt;-MAS PORQUE VOCÊ FEZ ISSO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não sei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-como assim não sei? você me trai, no dia do nosso aniversário de namoro e diz que acontece por razão nenhuma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-trágico né? parece até que foi planejado..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não me vem com seu cinismo, filho da puta, que aquela vadia tinha? ela ia dar a bunda pra voce? porque se fosse isso eu dava a bunda pra você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-por favor, eu não colocaria tudo a perder por mais bunda ou menos bunda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-é, mas você colocou tudo a perder por uma diversãozinha extra-conjugal, por uma boceta diferente, por uma aventurazinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ah, te garanto que tenho propósitos maiores que esse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ah é? e quais são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-espalhar a semente da minha raça alienígena pelo planeta Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-para de graça cara!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-é verdade, minha sociedade abomina todo e qualquer sexo para procriação com a amada...então por isso eu transei com a tal garota, pra garantir que voce fosse a regente na colônia que minhas crias e meus compatriotas estabelecerão na Terra em 3 anos.Você poderá reinar tudo isso, só terá que aceitar o eventual sexo para fins reprodutivos com outras mulheres e o fato de que nunca poderemos ter filhos biológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quando ela começou a virar as costas ele mostrou a prova cabal de que falara a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(agora, o final original que acabou virando o alternativo era bem mais óbvio, ele só traiu a esposa pra brigar, porque, quando estava feliz não conseguia escrever,precisava de crise no casamento pra se inspirar e escrever algum livrinho depressivo do tipo que faz você sentir pena de si. O autor, porém, por não concordar com tal atitude e por achar que já escreveu algo parecido, resolveu  escrever o final mais legal, apesar de achar que um toque de zumbis o tornaria ainda melhor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;epílogo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seis anos se passaram, e eram um feliz casal de imperadores na Nova Terra, seis anos desde que  ela não se arrependeu em não virar as costas para o Marido que acabara de se revelar um alien, mostrando o aparelho de tecnologia extra-terrestre capaz de reanimar corpos mortos para criar um exército de dominação mundial, como prova cabal de sua não-humanindade...seis anos de que se convenceu que não existia ,na Terra, uma pessoa pessoa que ela amasse tanto quanto ele...de fato, nunca existiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(agora sim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;/ahhh se a saudade de escrever bem fosse a única que me atingisse nessa madrugada&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-5663428451939470157?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/10/31-de-outubro-depois-que-o-susto-passou.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-5996407656310689425</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-13T18:33:18.036-07:00</atom:updated><title /><description>um lobisomem irlandês a meio caminho de casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ele soube!&lt;br /&gt;quando viu aquela grande lua minguante, que ousava desafiar a gravidade e o atraía, ele soube. Soube o que acontece quando morremos.&lt;br /&gt;Não tinha idéia dos detalhes, não sabia se haveria um velho barbudo ou sete virgens o esperando, mas ele sabia quando viu aquele sorriso cheio de crateras no preto da noite que quando perecesse poderia manipular TUDO, inclusive a lua e o tempo.&lt;br /&gt;sabia isso por ter certeza que o satélite sorridente sorria o sorriso da mulher que amava.&lt;br /&gt;Ele havia entendido que a mulher para quem dedicara todo seu amor, morreria (dali muitos anos, ele esperava) e voltaria no tempo, pegaria toda a fila de espera do além para eventuais manipulações lunares a fim de passar alguma mensagem para um ente querido no passado (ele tinha certeza que era algo muito concorrido, quantas pessoas já não prometeram "dar a lua" a seus amores?)e acalmaria seu coração naquela noite com um sorriso que dizia "obrigado por tudo".&lt;br /&gt;Como ele sabia de tudo isso? ele sabia que seu amor o conhecia muito bem, e só fazendo aquilo com a lua pra ele ter um insight desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/sou o fantasma escritor, peguem seus alfarrábios moçada!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-5996407656310689425?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/09/um-lobisomem-irlandes-meio-caminho-de.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-8634136442713605500</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 03:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-23T20:09:44.091-07:00</atom:updated><title /><description>C8 H10 N4 O2&lt;br /&gt;final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Bruno  e Bárbara Bretanha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://doimbroglio.blogspot.com/2009/08/c8h10n4o2-por-bruno-nome-artistico.html"&gt;Parte 1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://doimbroglio.blogspot.com/2009/08/c8-h10-n4-o2-parte-2-por-e-barbara.html"&gt;Parte 2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andaram lado a lado, por uma rua fria e quieta em um final de tarde melancólico.Foi só  então que notou onde aquilo tudo havia chegado, eles não se olhavam mas sentiam que deviam falar algo, eles não tinham rumo mas eram guiados um pelo outro. Só então ele tomou uma atitude rara, quebrou o silêncio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que te fez assim? Que caminhos você seguiu pra se tornar essa garota?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acho que os caminhos não importam tanto no momento quanto o destino final, e chegamos ao nosso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O metrô – pelo visto o futuro não nos reserva grandes cartas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você se surpreenderia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles desceram as escadas da estação, galgando os degraus no mesmo silêncio de antes, compenetrados, cada um com seus pensamentos do que lhes reservaria aquele lugar tumultuado longe da paisagem cinzenta da cidade. Ainda em silêncio compraram seus bilhetes, passaram pelas catracas, e foram andando em direção ao fluxo de gente que seguia como sangue pelos canais. Ele se voltou para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para onde estamos indo”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para dentro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E empurrou. Caíram num lugar apertado, com cheiro de amoníaco, ardia no fundo do nariz, queimando de um jeito quase gostoso, o pé dele bateu num esfregão, tentou se apoiar e sua mão atingiu um frasco de detergente, melando sua mão. Ela bateu a porta atrás de si e o espaço entre eles era o de suas respirações, depois nem isso. Perna contra perna, os seios dela subitamente delineados no peito dele, ele engoliu em seco. Ela soltou uma risada, soltando suas mãos da porta e trazendo-as para os cabelos dele, brincando com as mechas revoltas, deixando que deslizassem para baixo devagar, pelo pescoço, para seu peito, e então parando, como se esperasse resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele realmente não era do tipo que respondia, justo o cara das respostas prontas pra derrubar a moral de qualquer pessoa, estava ali sem reação. Havia esquecido de agir, queria se deixar levar pelo toque firme e quente. Abriu a boca para falar, mas logo lembrou que lhe faltava ar, deu o melhor de si e tentou fazer o papel do Ying daquele Yang, o Frio daquele calor, a morte daquela vida.Simplesmente colocou o dedo frio  na face quente e o deslizou, de maneira leve e vacilante pelo pescoço, descendo até o colo, por entre os seios. Nesse momento seus pensamentos já não faziam mais sentido, o corpo não obedecia o cérebro, o coração não obedecia o cérebro, e então ele a beijou de uma maneira, que até hoje ele nunca admitiu ser, extremamente apaixonada; tentou se afastar quando viu que tinha colocado tanto sentimento nos lábios, mas não conseguiu; os braços dela não impediam, nem o olhar, nem mesmo a limitação espacial...ele não ta conseguiu, simplesmente porque, não havia sentido aquilo em séculos, foi um velho vício voltando a atacar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então subitamente se podia respirar novamente, subitamente eram lançados&lt;br /&gt;novamente na realidade. No metrô as pessoas passavam indiferentes.&lt;br /&gt;“Então é isso.”, ela disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É! É? o que exatamente foi “isso” ? “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um despertar. Um pouco de realidade. Um período na baleia. Intervenção. Você pode chamar do que quiser, eu suponho, eu gostaria que você pensasse nisso como um pouco de açúcar.“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sorriu pelo que seria a última vez e tocou seu rosto antes de sumir escadas acima. Levando a mão onde a dela havia estado ele podia sentir o detergente como um souvenir, súbito sentiu uma vontade incrível de cantarolar essa música que não ouvia há muito. Entrou no próximo trem que passava sem saber ao certo para onde ia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;/fim &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//a vibe do momento é discutir com bigodinho pintado na cara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-8634136442713605500?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/08/c8-h10-n4-o2-final-por-bruno-e-barbara.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-8651812873735880193</guid><pubDate>Tue, 11 Aug 2009 22:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-11T15:23:04.148-07:00</atom:updated><title /><description>C8 H10 N4 O2&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Bruno  e Bárbara Bretanha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://doimbroglio.blogspot.com/2009/08/c8h10n4o2-por-bruno-nome-artistico.html"&gt;Parte 1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“você é boa demais nisso pra eu te deixar partir sem pegar umas dicas, posso me sentar?” ele disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está atrasado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“você é sempre assim? Sexo com você deve ser uma experiência inesquecível...e não digo no bom sentido”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Entendo porque pense assim, você não deve ter boas experiências, influencia seu julgamento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pra falar a verdade, você está certa...”&lt;br /&gt;Disse enquanto ia se sentando sem ser convidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Bem,” ela lançou-lhe outro daqueles sorrisos breves, “Não perca as esperanças, ainda há tempo de se consertar isso. Mas eu estava brincando, faz parte do nosso pacto, sabe, você tem o direito de sentar comigo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ah, mas que pena...sentar aqui como um fora da lei me soava bem mais excitante...enfim, sobre o tal pacto, quais são as outras condições que ele implica?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hmn... Vejamos, creio que você disse algo sobre me dar, também...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que eu andei bebendo? Oferecer isso é contra meus princípios, e me assusta também sua vontade insaciável...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Qual o problema de gostar de chá doce? Enfim, se você tem princípios tão rígidos deveria se lembrar melhor das coisas que pactua, não é mesmo?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ahhh, falava sobre o chá...Bem, para falar a verdade tem um grande problema sim, chá doce não é café...chá doce é a saída dos fracos das amarguras da vida!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não vejo porque sofrer desnecessariamente, muito melhor do que ficar curtindo a mágoa passada. Café é escapismo de quem não tem coragem de seguir em frente e encarar a vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aí que você se engana, meu café amargo só ajuda a diminuir meus padrões de felicidade, assim fica mais fácil para que terceiros me façam feliz. Você por exemplo, no auge da sua arrogância tem sido o ponto alto do meu dia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Embora tenha sido um bom insulto, querido, foi meio desconexo, assim... Como café diminui padrões? Boa tentativa, mas não colou.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muito simples, tome café quente e sem açúcar um dia pra ver ele ser estragado, vai queimar sua boca, o gosto ruim não vai querer te deixar...vai ser bem ruim. Agora tente fazer disso uma rotina, você se acostuma com a amargura, com as queimaduras e qualquer menininha que te desperte o mínimo de interesse e que resolva te abordar num café, te faz uma pessoa mais feliz.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela fitou-o por um instante, como se pensando no que ele acabara de dizer e em tudo o que havia sido dito até então. Ele estava sentado à sua frente, com o líquido ofensivo em um copo de papel com tampa plástica. Ainda galáxias distante. Sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sabe, eu não entendo porque, se é tão ruim, você compra tanto, sabe... É para aumentar as possibilidades de felicidade? Eu acho que você deveria fazer o contrário,” ela estendeu sua mão e pegou o copo,” Não que eu não entenda de infelicidade – nossa isso realmente tem um gosto horroroso- mas eu acho que você deveria realmente é aumentar seus padrões.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E retirou a tampa, despejando todo o conteúdo no belo carpete vermelho do café que foi lentamente ficando mais escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vejamos agora se eu ainda consigo ser o ponto alto do seu dia. Acho que assim é mais divertido. Chá?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A face de susto pelo desperdício de café, foi logo tomada por aquele sorriso orgulhoso, como se ela fizesse justamente o que ele esperava; tentou não deixar isso transparecer, mas foi em vão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu realmente não sou do tipo que toma chá, mas mesmo sem sua bebida açucarada, eu te garanto que estou tendo um bom dia....mas você ainda me deve um café”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não se preocupa, eu dou um jeito de te compensar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não sei como você queria que isso soasse, mas pra mim pareceu bem animador.”&lt;br /&gt;Disse enquanto se levantava, e mesmo evitando demonstrar, esperava que ela o seguisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomou o último gole de sua bebida e foi até o balcão jogar o recipiente fora, a essa hora ele já estava na porta, indo embora sem ao menos olhar para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hey! Você não se despede!”, alcançando-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sim, mas só quando vou, de fato, me despedir”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/continua&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-8651812873735880193?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/08/c8-h10-n4-o2-parte-2-por-e-barbara.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-2787751496745337977</guid><pubDate>Fri, 07 Aug 2009 00:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-06T17:53:40.221-07:00</atom:updated><title /><description>C8H10N4O2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Bruno Nome Artístico Pendente e Bárbara Bretanha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;antes de começar, só vale lembrar que esse texto foi escrito durante um período de...sei lá..dois meses?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não que fosse tão difícil assim de terminar, mas os autores eram um casal relapso mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Droga…Acabou…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela olhou para o lado, tinha um sujeito ali, imerso no universo paralelo de seu próprio  café que parecia anos-luz distante, barba por fazer que não condizia com seu aparente  esforço de tentar parecer bem vestido, ele poderia estar ali há cinco minutos ou há cinco  anos, provavelmente sem ter dormido um único instante. Não que nada disso importasse, ou  mesmo o fato de que isso lhe agradasse, exceto pelos dois pacotes de açúcar intocados ao  lado de sua mão pálida.&lt;br /&gt;“Com licença, mas, será que você vai usar o açúcar?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele então a viu com o mesmo olhar crítico que vê qualquer pessoa, até a si mesmo, teve a  mesma audácia de analisá-la pelo modo como se veste ou pela bebida que toma e ainda tirou  as mesmas conclusões noventa por cento imprecisas de sempre.&lt;br /&gt;O diagnóstico dessa vez foi: educada demais, a ponto de esconder o quão antipática  realmente era, tomava algo doce demais pra fazê-la esquecer o quão decadente era, os  cabelos eram trabalhados demais, talvez como uma última esperança pra conquistar algum tipo  de olhar...era gostosa o suficiente pra que ele a respondesse&lt;br /&gt;“nossa...pedir uma xícara de açúcar é uma cantada old-school demais até pra mim”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E qual o problema? Você não consegue lidar com mulheres maduras?”&lt;br /&gt;Disse ela sorrindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria tido um ataque do coração se tivesse a menor complicação cardíaca, ele nunca  imaginara que ela fosse responder, pelo menos não uma resposta que não terminasse com a  palavra “arrogante” e ela virando a cara e partindo para outros pacotes de açúcar mais  simpáticos. Ainda sem reação, esboçou uma resposta.&lt;br /&gt;“haha, divertida você”&lt;br /&gt;e isso soou muito mais sarcástico do que ele pretendia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aw, obrigada, você é um charme, também. Agora que já passamos aos elogios que tal aquele  açúcar e eu volto para meu chá e para longe de você?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então os olhos dele brilharam, aquela hostilidade toda, aquela rispidez, despertava nele um  tesão que não sentia em séculos, ele queria castigá-la , ele já imaginava todos seus atos  masoquistas na cama e começou a fazer com que aquilo se tornasse realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“e que tal você se sentar comigo, vejamos o que sua personalidade divertida e o meu charme  nos reserva se colocados frente a frente numa mesa de café”&lt;br /&gt;e falou isso de uma maneira mais teatral do que tinha intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agressão verbal, considerando o histórico. E uma baixa taxa de glicose - percebo que meu  tão desejado açúcar permanece à distância, ó mundo cruel...”&lt;br /&gt;Mas o sarcasmo não estava mais tão acentuado e ela mostrou sua língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;indiferente em relação ao ato infantil, ele calmamente disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“façamos o seguinte,você se senta e eu te dou o açúcar, ou você se arrisca a pedir em outra  mesa e ter toda essa conversa com outro cara , talvez sem o mesmo charme que eu tenho...o  que acha?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Bem... Eu poderia dizer que é só pelo açúcar, mas de fato seria uma pena desperdiçar todo  esse charme. Sabe como é, tenho a impressão de que não tem a chance de praticá-lo com  freqüência.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ah garota, é muito feio mascarar suas reais intenções com sarcasmo e rispidez.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se você acha por que o faz o tempo todo?”&lt;br /&gt;Ela disparou pegando os pacotes, deixando sua mão roçar na dele um instante e sorrindo de  um jeito particularmente sacana, mas breve, logo em seguida voltando-se e indo até uma  mesinha de canto, escorregando para o assento mais próximo da parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ainda sorria , como se tivesse orgulho da garota, enquanto a via se acomodar em outra  mesa. Considerou os prós e contras o do que estava prestes a fazer e percebeu que isso não  faria a menor diferença. Pegou seu café e foi até a mesinha de canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/continua&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-2787751496745337977?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/08/c8h10n4o2-por-bruno-nome-artistico.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-6305639314302729764</guid><pubDate>Tue, 21 Jul 2009 05:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-20T22:27:39.592-07:00</atom:updated><title /><description>old stories end the same&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma pessoa entra no elevador, a outra tá lá, elas se entreolham, meio embaraçadas por terem que compartilhar aquele espaço pequeno, uma intimidade forçada entre estranhos, incertos enntre se cumprimentarem ou não e decidem que o educado é darem 'boa tarde' já que seus olhares cruzaram, aí um pergunta 'qual o andar?' ao mesmo tempo que o outro avança a mão para os botões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é uma mulher, irritantemente estranha...ele é o cara normal, EXATAMENTE do tipo que ela não se interessaria, fazendo-o nutrir um eterno amor não correspondido.&lt;br /&gt;Ela não mora naquele prédio, ele mora no quarto andar.&lt;br /&gt;Ela está olhando com cara de desentendida enquanto espera sua resposta, ele demora pra notar, e com toda sua honestidade responde:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-13º por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não, ele não mentiu. Não com seu coração, pelo menos. Ele só queria passar mais tempo com ela no elevador então falou logo o penúltimo andar.&lt;br /&gt;Seu coração, por sinal, era bem espertinho, achou melhor não falar a último andar, afinal suas roupas claramente velhas e herdadas de seu irmão mais velho não condiziam muito com uma cobertura...afinal, convenhamos, ninguém que mora em cobertura usa uma camiseta "Los Angeles 84" e uma calça de moletom com o símbolo dos autobots.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ah é? vou no 14º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"quer parar um apartamento antes pra eu te conhecer melhor?Até porque eu poderia expressar todo o desejo lascivo que tá me consumindo por dentro, agora nesse elevador mas não acho apropriado, visto que tenho uma cama muito confortável pra isso, cama essa que voce iria combinar de maneira homéricamente linda."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;falou isso com o coração, sem pensar nas consequencias, sem pensar no que ela responderia.&lt;br /&gt;Mas coração não tem boca tampouco laringe ou cordas vocais ou qualquer outro tipo de mecanismo que proporcione a verbalização, então ele só disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ahhh sim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e o elevador começou a subir.&lt;br /&gt;o Silêncio o incomodava de maneira inacreditavel, só queria passar por uma daquelas situações em que ocorre uma queda de energia e eles são obrigados a se conhecer naquela ocorrencia, percebendo que o que deveriam fazer era um sexo louco e apaixonado, com o frescor de duas pessoas que acabaram de se conhecer, e quem sabe de encontrar o amor de suas vidas...então, lá pro sétimo andar, um som o alertou!&lt;br /&gt;mas era só ela falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-nunca te vi por aqui!não que eu more aqui, mas venho sempre visitar meu namorado e a gente anda pelo condominio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e eu poderia gastar mais um parágrafo falando sobre tudo que ele formulou internamente mas não disse, mas você ia saber que ele não tinha falando de qualquer jeito, então direto ao ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-pois é, não sou muito de ficar por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chegou o 13º andar, não de despediram com um beijo, e nem se quer se despediram.&lt;br /&gt;Ainda naquela tarde, ele resolveu se masturbar. tirou a roupa, deitou na cama, lembrou da garota do elevador, e pra sua infelicidade, ficou com mais tesão quando notou que os 10 andares de diferença entre eles não era o suficiente pra que não ouvisse os gemidos de prazer da garota com o tal namorado.&lt;br /&gt;E no fim do ato solitário, se sentiu culpado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/primeiro paragrafo por Bárbara Bretanha (a.k.a. nome artístico da namorada)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-6305639314302729764?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/07/old-stories-end-same-uma-pessoa-entra.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-7363861896671310298</guid><pubDate>Tue, 09 Jun 2009 04:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-08T21:46:48.184-07:00</atom:updated><title /><description>Columbine Doméstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;passado high school:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;primeiro beijo&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;primeiro amor&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;primeira vez&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;melhor beijo&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;melhor sexo&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;companheiro de bons momentos&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;companheiro de bebedeiras&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;companheiro de sexo&lt;br /&gt;PÁ PÁ PÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e ele nem precisou PÁ PÁ PÁ em si mesmo, já sentira um alívio incomparável.&lt;br /&gt;ahhh, nada como os limites sem fronteiras proporcionados pela imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/nossa...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-7363861896671310298?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/06/columbine-domestico-passado-high-school.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-3170313517140215788</guid><pubDate>Fri, 05 Jun 2009 19:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-05T12:23:35.206-07:00</atom:updated><title /><description>negação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ele e ela na cama, os olhos dele estavam inchados, os dela estavam como se não tivessem mudado uma partícula desde aquele dia. ela quebra o silêncio, ele é o único que ouve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-então hoje fazem dois anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sim, nosso aniversário de fim de namoro, parabéns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-você sabe que eu não tive culpa, e além do mais eu ainda to aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-voce só está aqui por minha vontade, você nem tem mais livre arbítrio, é uma merda..é quase como se eu namorasse a mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-a escolha foi tua, eu ainda acho que ficar dois anos sem sair de casa e sem conhecer outras pessoas foi uma escolha burra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não...você não acha. Eu não acho! Você só tá falando isso por que é algo que eu acho que você diria, se não tivesse me deixado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-É INCRÍVEL garoto, você podia me culpar por qualquer coisa, mas me culpa pela única que eu não posso controlar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não importa, você me deixou, isso não é justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Quem é você pra discutir o que é justo e o que não é com uma pessoa que não existe mais? Você SABE que eu não existo mais, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sei...só não quero aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/desculpa a demora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//interprete como quiser.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-3170313517140215788?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/06/negacao.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-3167427624881703859</guid><pubDate>Sun, 10 May 2009 03:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-09T20:41:26.193-07:00</atom:updated><title /><description>eu beberia suas lágrimas e comeria seu muco nasal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/belo título, só to com preguiça de escrever um texto bom o suficiente pra ele&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-3167427624881703859?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/05/eu-beberia-suas-lagrimas-e-comeria-seu.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-1237856220842520045</guid><pubDate>Sun, 03 May 2009 06:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-02T23:28:06.252-07:00</atom:updated><title /><description>a bloody snowglobe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- então é isso...acabou garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-você vai se arrepender&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não...eu não vou; eu preciso de instabilidade...você pode não ser uma vadia como as outras, mas você tem seus dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-mas é só com você que rola sentimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sentimento...para mim o único sentimento válido numa relação é obsessão...até amor é superficial pra se estar com alguém...uma relação consiste em comer, beber e respirar a pessoa...e você não tem como fazer isso se tá beijando outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-então nunca teve amor? foi só obsessão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-SIM! e me agradeça por isso...se eu só te amasse, seria algo do tipo "vai lá, fode sua vida...se te faz feliz é o que importa, afinal eu te amo"...minha obsessão tentava te prender àquilo que realmente te faria bem...eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-hey...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-que foi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-voce sabe que a gente não tá tendo essa conversa, né? que voce só tá imaginando esses diálogos de respostas prontas na sua cabeça doentia , né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-eu sei...mas é o único jeito de eu jamais te falar isso...sou covarde demais pra vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ele abriu os olhos e o telefone não tocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/mais uma vez reitero...ficção!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//03:27 da manhã :/&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-1237856220842520045?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/05/bloody-snowglobe-entao-e-isso.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-5844758961887438497</guid><pubDate>Fri, 01 May 2009 00:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-30T18:00:52.261-07:00</atom:updated><title /><description>pearl jam é um saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e então as bocas deixam de se tocar&lt;br /&gt;ele espera a saliva secar e fala:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-então é isso né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-pois é, rapaz...é isso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-bom então desculpa por todo o inconveniente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-hey...para com isso, a gente já teve toda essa discussãozinha de fim de namoro...anda logo,voce vai se atrasar, o último ônibus passa em 10 minutos...e não se preocupa garoto...um dia desses a gente se encontra por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-tá certo então...mas...porra, me arrependo desse último beijo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-você vai começar a falar sem parar agora, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-vou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-merda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sei lá, esse conceito de "último beijo" é uma coisa fodida, sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ai garoto, para com isso...você já terminou várias vezes com várias pessoas diferentes, eu já terminei várias vezes com várias pessoas diferentes...já tivemos vários "últimos beijos"...você supera...você sabe disso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-não...é diferente...esse foi o primeiro "último beijo" que eu jamais tive...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-agora você vai fazer uma metáfora escrota, pra explicar esse seu insight sem sentido de pseudo-intelectualzinho tomador de café, não vai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-vou...viu? você me conhece como ninguém...certeza que tem que terminar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-tá...enfim...É como você perder o último show de uma banda que voce adora, um dia antes de anunciarem que entraram em hiato por tempo indefinido...você não se sente culpado por ter perdido o show, daqui uns meses voce vai até esquecer que perdeu um show deles , logo antes de pararem...você simplesmente não tinha como saber...&lt;br /&gt;Eu nunca tive como saber quais eram meus últimos beijos...eram sempre beijos de "te vejo amanhã" ou "até semana que vem"  que ,por força do destino (ou das vagabundas que me chifravam), eram os últimos do relacionamento...então, nunca teve nada de especial nesses beijos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sei que eu vou me arrepender de perguntar, mas... o que tem de especial no nosso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-TUDO! eu SEI que ele é o último, essa merda vai me perseguir o resto da vida...vou lembrar em detalhes...vou virar um alcoolatra por essa merda desse último beijo,vou vender meus futuros filhos pra comprar crack, por causa desse beijo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-então...deixa eu adivinhar...voce quer que a gente volte pra que esse não tenha sido o famigerado "último beijo"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sim...por umas semanas, aí voce termina comigo quando eu menos esperar...pra eu não ter memória do último beijo e viver minha vida em paz...o que acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-acho que você é um problemático...e...MERDA! você perdeu o ônibus...vou jogar um colchão na sala pra você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-última transa então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/boa e velha discussão de relacionamento fictício!!! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;//mas to meio enferrujado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;///to inspirado nesse feriado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;////não tenho twitter... @howtogrowold é tudo ilusão de ótica&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-5844758961887438497?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/04/pearl-jam-e-um-saco.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3900487482433580263.post-7162465668231636293</guid><pubDate>Wed, 22 Apr 2009 01:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-21T19:22:22.107-07:00</atom:updated><title /><description>ângulo reto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90 graus...era isso que eles formavam.&lt;br /&gt;tudo bem, não eram exatamente noventa graus...quer dizer, ele não tinha um transferidor naquele momento; porra, se ele fosse o tipo de cara que levasse um transferidor pra momentos como aquele...bem, ele definitivamente não teria muitos momentos desse tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, ele era normal o suficiente pra não estar com aquela maldita régua circular, mas também era anormal o suficiente pra pensar no que pensava... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(e provavelmente o fato de pensar tanto era o que fazia ele demorar tanto...pelo menos ele não era rápido demais.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;em meio a sons tão agradáveis ,  só conseguia pensar em como eles formavam um ângulo tão reto, por mais torto que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele já tivera outras poucas oportunidades de estar naquela angulação com outras mulheres, mas  mesmo que, em tais vezes se encontrassem milimetricamente perpendiculares em 90º, ele nunca tinha formado um ângulo tão reto quanto agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por algumas fraçoes de segundo, se lembrou de quando ele chorava estirado no chão, e ela permanecia em pé, fria, insensível, como se as lágrimas do recém ex-parceiro servissem apenas para limpar o chão...estavam tão tortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolveu virar macho e prestar atenção no que estava acontecendo em tempo real, aproveitou mais uma vez todos os sons, cheiros e toques que aquela ângulação tão reta proporcionava...mas não aguentou, cedeu mais uma vez aos devaneios &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(o que, no fim das contas foi bom...ela realmente parecia que estava apenas se aquecendo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, se lembrou de uma outra oportunidade que teve de sentir os mesmos sons, cheiros e toques que sentia hoje...mas tinha algo de diferente...ele e a garota estavam num ângulo reto...não o mesmo...estavam apenas em um ângulo reto-torto.&lt;br /&gt;O som-cheiro-toque era bom, mas não era satisfatório...era como massa de bolo, com cada ingrediente misturado em uma tigela diferente...faltava algo que transcendesse a audição-olfato-tato erógeno daquele momento. A conclusão foi bem clichê, mas naquele dia, definitivamente a falta de sentimento justificou a falta de orgasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou ao mundo real ,quando, depois de passarem pelos mais diversos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(e por que não, prazerosos)&lt;/span&gt; ângulos, voltaram aquela formação de pi/2 radianos...era realmente bom pra ele; não importava o ângulo...naquele dia sim, tudo transcendia e som-cheiro-toque eram muito mais do que apenas som-cheiro-toque...mas antes de consumar o ato , e ainda mais anterior ao cigarro e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;small-talk&lt;/span&gt; que viria logo depois, ele se deu ao luxo de parar de sentir e voltar a pensar uma última vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora era um pensamento futuro, não sabia se era só uma fantasia, um flashfoward imaginário, ou se sua mente havia viajado no tempo em meio à tanto prazer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(teria descoberto o segredo da viagem no tempo?) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele se via agora em seu leito de morte, não conseguia ver nem ele nem ela idosos...era como se tivessem parado no tempo, mas ele sabia que estava pra morrer...e ele não tinha medo, ela estava lá, perpendicular à ele, em pé ao lado da cama, num ângulo tão reto que nem um professor de geometria do primário iria conseguir reproduzir...então ele a chamou pra perto, ela se curvou sem perder a exatidão angular, e ele disse &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Marvin...agora é só voce...eu fiz o meu melhor"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os dois riram na sua fantasia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(e ele se controlou pra não rir na vida real...não ia pegar bem)&lt;/span&gt;..e então com lágrimas nos quatro olhos conversaram sobre como seu amor tinha sido tão divertido durante aquele &lt;span style="font-style: italic;"&gt;lifetime&lt;/span&gt;, e se lembraram de bons momentos...e ela disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- só queria que soubesse que vo(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não dava pra pensar em mais nada&lt;br /&gt;chegaram lá&lt;br /&gt;foi ótimo&lt;br /&gt;pra ele e pra ela&lt;br /&gt;agora era a vez do cigarro e do small-talk...bem clichê...era assim que ele gostava.&lt;br /&gt;depois de tudo isso,antes de dormir,esqueceu de todo o valor sentimental daquele sexo e só pensou em como era bom quando ela ficava por cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;/por mais que pareça 100% real, tem coisas bem fictícias aí...TÁ BOM?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3900487482433580263-7162465668231636293?l=doimbroglio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://doimbroglio.blogspot.com/2009/04/angulo-reto-90-graus.html</link><author>noreply@blogger.com (bruno)</author><thr:total>3</thr:total></item></channel></rss>

