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		<title>[PODCAST #103] &#8211; Vitor Ishimura</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 23:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse episódio, Fernando, Marcio Coelho, Gilvan Lira e Xan entrevistam Vitor Ishimura, que conta sua história e fala sobre os trancos e barrancos de se trabalhar com quadrinhos para o mercado americano. Descubra qual a melhor forma de se conseguir trabalho deste ramo em outros países; o que seu portfolio deve ter; o que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.digestao.net/podpress_trac/web/6210/1/Digestao-E103-Vitor_Ishimura.zip" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-6217" title="destaqueVitor" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/04/destaqueVitor1.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a>Nesse episódio, <strong>Fernando</strong>, <strong>Marcio Coelho</strong>, <strong>Gilvan Lira</strong> e <strong>Xan</strong> entrevistam <strong><a href="twitter.com/vtishimura" target="_blank">Vitor Ishimura</a>,</strong> que conta sua história e fala sobre os trancos e barrancos de se trabalhar com quadrinhos para o mercado americano. Descubra qual a melhor forma de se conseguir trabalho deste ramo em outros países; o que seu portfolio deve ter; o que ele não deve ter; onde você deve ir; e o que você precisa fazer para NÃO conseguir trabalho em outros mercados.</p>
<p><strong>E-MAILS</strong></p>
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<a href="http://www.cgsociety.org/" target="_blank">CG Society</a></p>
<p>Contato de Vitor Ishimura<br />
<em>vitor@skysoul.com.au </em></p>
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<p>Duração: 79min</p>
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		<itunes:summary>Nesse episódio, Fernando, Marcio Coelho, Gilvan Lira e Xan entrevistam Vitor Ishimura, que conta sua história e fala sobre os trancos e barrancos de se trabalhar com quadrinhos para o mercado americano. Descubra qual a melhor forma de se conseguir trabalho deste ramo em outros países; o que seu portfolio deve ter; o que ele não deve ter; onde você deve ir; e o que você precisa fazer para NÃO conseguir trabalho em outros mercados.

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		<title>O paralelo dos Jogos com o Cinema</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 22:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Os jogos e o cinema não eram coisas iguais 20 anos atrás, e nem o são nos dias de hoje, mas estão ficando cada vez mais próximos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/02/bigposter_knqmg.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6192" title="bigposter_knqmg" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/02/bigposter_knqmg-450x270.jpg" alt="" width="450" height="270" /></a>Games e cinema não eram duas coisas iguais 20 anos atrás, e nem o são nos dias de hoje, mas estão ficando cada vez mais próximos.</p>
<p style="text-align: justify;">Cinema é um tipo de entretenimento onde só podemos ser observadores, já nos games temos uma relação com mais interatividade. O Cinema, apesar de já ter evoluído muito desde 1895 &#8211; data em que nasceu -, sempre foi algo belo, muitas vezes poético, outras vezes assustador, mas sempre divertido. Tanto que ainda é possível pegar um filme da década de 10, 20, 30&#8230; seja lá qual for, e se apaixonar por essa arte maravilhosa. Este é o &#8220;forte&#8221; do cinema em minha opinião: ele sempre foi genial.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos games a história é mais complicada, e o amadurecimento dessa arte dependeu de mais eventos. O curioso é que o que fez os games amadurecerem foi exatamente as mesmas tecnologias que fizeram o cinema crescer no que diz respeito a produção e desenvolvimento. É aqui que começamos a traçar nosso paralelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos os meios iniciaram de forma tímida e simples, com recursos escassos e pouca tecnologia. Quanto a recursos técnicos de produção, em sua história os dois tiveram um crescimento gigantesco. A diferença neste caso é que os jogos começaram mais de baixo na escala da tecnologia, por não poder se utilizar do &#8220;mundo real&#8221; como ferramenta de sua construção visual. O mercado de games penou até chegar em um nível de possibilidades estéticas interessantes. E com recursos de Design tão simples, era mesmo difícil levar qualquer narrativa a sério. Enquanto isso, o cinema sempre teve a oportunidade de tratar de assuntos importantes no que dizem respeito a nossa cultura, conhecimento e comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro, oito e dezesseis Bits eram o suficiente para entreter qualquer um nas primeiras décadas que se seguiram ao nascimentos dos jogos, mas isso não é nem de perto o suficiente para contar uma história de qualidade, e todos os meios artísticos sabem disso. Seja na literatura com suas longas páginas contendo descrições de situações e/ou cenários que tentam montar um quadro da cena para o leitor; no cinema com suas imagens impactantes e seus símbolos sutis e fundamentais; na música, o Deus da arte que é capaz de fazer você sentir, ver, pensar e até mesmo &#8220;tocar&#8221; qualquer coisa. A boa música é meio que um quadro de picasso pintado com vibrações, é tão complexa e brilhante que é quase impossível descrevê-la.</p>
<p style="text-align: justify;">O que quero colocar aqui é que todos os tipos de arte precisam se utilizar da imagem em algum nível, uns mais que os outros, seja ela física ou criada na imaginação das pessoas. Imagem é fundamental, e isto era tudo o que faltava aos jogos quando eles nasceram.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o surgimento da tecnologia 3D o cinema pôde fazer o impossível com muito pouco. Esta mesma tecnologia abriu as portas da imaginação para os desenvolveres de jogos, e neste ponto, os artistas começaram a ver nessa arte uma tela onde eles poderiam pintar seu talento de uma forma complexa. Pela primeira vez podiam fazer qualquer coisa, e isto instigou a imaginação dos criadoras que começaram a levar esse meio mais a sério. Pela primeira vez o mundo dos games estava no mesmo nível de possibilidades que o do cinema, o problema é que os desenvolvedores estavam preparados apenas para fazer com que as pessoas se divertissem, e não para contar boas histórias.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão aqui é que neste ponto o 3D foi agregado ao cinema, permitindo toda uma nova infinidade de possibilidades. Mas esta mesma tecnologia não foi simplesmente integrada ao mercado de jogos. Ao meu ver, neste ramo foi mais como um começar de novo. Quando o 3D surgiu, o cinema tinha quase um século de maturidade e estudo, havia uma base de produção que poderia ser apenas estendida para se utilizar das novas possibilidades da tecnologia. Já no caso dos jogos, os desenvolveres não tinham nada, os artistas de games não sabiam o que fazer direito com um mundo em 3D, enquanto o cinema viveu nele a vida inteira, na realidade 3D de suas vidas. Os games haviam passado toda sua existência em um mundo de apenas duas dimensões. Daí então começaram os jogos simples, em 3D. Foi se testando, experimentando, a coisa foi evoluindo, amadurecendo. Foi um novo começo para o mercado de jogos e era preciso aprender tudo de novo. E foi isso que aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, os roteiros dos jogos foram ficando cada vez mais maduros e ousados. A imaginação dos desenvolveres foi se expandindo, novas gerações foram chegando e esta arte teve, finalmente, suas barreiras quebradas e a sua criatividade libertada. Hoje, tanto o mercado de cinema quanto o de jogos são indústrias bilionárias. Ambas tem suas produções de qualidade duvidosa e suas obras de arte, e o melhor ainda, ambas não tem mais quaisquer limitações.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui os mercados começam a se confundir. Os dois meios chegaram em um nível de qualidade tão grande que se colidiram e começaram a se misturar. Temos hoje filmes baseados em jogos, jogos baseados em filmes. Diretores de cinema trabalhando em jogos e os de jogos sendo contratados para produzir filmes. Agora, cada meio busca utilizar os elementos do outro e, na maioria das vezes, se aproveitar do sucesso que uma história teve em uma dessas duas mídias.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão agora é até que ponto isso vai chegar. Estes dois meios continuarão nessa dança eternamente ou acabarão se fundindo completamente e se transformando em um novo modo de entretenimento? Eu não faço a menor idéia, mas sei que as possibilidades de produção dos dois são grandes e só fazem aumentar. Com certeza isso irá gerar novos universos que ainda nem conhecemos e nos levar a mundos que jamais imaginamos que um dia iríamos conhecer.</p>
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		<title>[PODCAST #102] &#8211; Mozart Couto</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 02:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse episódio nós tivemos a ousadia, coragem e determição necessárias para entrevistar o gênio do lápis, Mozart Couto, com quem falamos sobre quadrinhos, ilustrações, tecnologia e o mercado das décadas de 80 até chegar aos dias atuais, no advento da internet, tablets e publicações on-line.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.digestao.net/podpress_trac/web/6180/1/Digestao-E102-Mozart-Couto.zip" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-6181" title="DestaqueMozart" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/02/DestaqueMozart.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a>Nesse episódio nós tivemos a ousadia, coragem e determinação necessária para entrevistar o gênio do lápis, Mozart Couto, com quem falamos sobre quadrinhos, ilustrações, tecnologia e o mercado das décadas de 80 até chegar aos dias atuais, no advento da internet, tablets e publicações on-line.</p>
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		<itunes:summary>Nesse episódio nós tivemos a ousadia, coragem e determinação necessária para entrevistar o gênio do lápis, Mozart Couto, com quem falamos sobre quadrinhos, ilustrações, tecnologia e o mercado das décadas de 80 até chegar aos dias atuais, no advento da internet, tablets e publicações on-line.

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		<title>A esperança está em Nolan</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de "mostrar como se faz" com "Batman Begins" e "The Dark Knight", a Warner Bros pede socorro a Christopher Nolan para que o próximo filme do Homem de Aço não seja outro fiasco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/02/chris-nolan-superman.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6170" title="chris-nolan-superman" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/02/chris-nolan-superman-450x213.jpg" alt="" width="450" height="213" /></a>Agora esse trem vai andar. A <em>Warner Bros</em> procurou <em>Christopher Nolan</em> para reiniciar com a franquia do <em>Superman</em> no cinema. Uma fonte da Warner disse que &#8220;Definitivamente não seria uma continuação de <em>Superman Returns</em>. Aprendemos muito desde o último filme, e nós queremos acertar desta vez&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de tudo, vamos adiantar que Nolan não vai dirigir, ele está entrando nessa mais pra dar uma aula pra galera que vai estar diretamente ligada a produção. Em termos grosseiros eu diria que ele vai comandar o departamento de &#8220;Não vamos fazer merda de novo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Christopher Nolan já entregou a Warner sua idéia para o terceiro Batman, e seu irmão, Jonathan Nolan, está trabalhando no roteiro juntamente com David Goyer.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoalmente, acho que o Brian Singer é um dos caras mais supervalorizados do cinema. Não gostei de nenhum dos filmes dos <em>X-Men</em> que ele dirigiu, e achei &#8220;Superman Returns&#8221; do mesmo nível de &#8220;Mulher-gato&#8221;. Sendo que este segundo pelo menos tinha a Hale Barry de colírio.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizem que o Singer foi precursor dos filmes de qualidade para os personagens dos quadrinhos, mas quem acha deve ser uma criança de 15 anos &#8211; ou pelo menos alguém com a idade mental de uma -, e que não assistiu aos primeiros filmes de Superman com Christopher Reeve. Para mim, o Brian Singer não fez uma homenagem, mas destruiu a imagem de Reeve com aquele filmeco no mínimo medíocre.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a Warner mantiver sua idéia de <em>Christopher Nolan</em> no comando dessa produção (o que é extremamente provável), apesar de não dirigir, tenho a confiança de que finalmente, depois de décadas, teremos um filme, no mínimo, de qualidade para o homem de aço!</p>
<p style="text-align: justify;">[via <a href="http://www.worstpreviews.com/headline.php?id=16717" target="_blank">Worstpreviews</a>]</p>
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		<title>[PODCAST #101] &#8211; Projeto Kaplan e os quadrinhos digitais</title>
		<link>http://www.digestao.net/podcast-101-projeto-kaplan-e-os-quadrinhos-digitais/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 16:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse episódio nós entrevistamos a equipe do Projeto Kaplan, que desenvolve quadrinhos para iPhone e web num formato direcionado a essa mídia. Será esse, de fato, o futuro das HQs? Quais as dificuldades de se produzir para esse novo meio e quais as vantagens relacionadas a distribuição e desenvolvimento? Saiba o que passa pela cabeça dessa galera que investiu na ideia e conheça um pouco mais de seu trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.digestao.net/podpress_trac/web/6156/1/Digestao-E101-Projeto_Kaplan.zip" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" title="[CLIQUE PARA FAZER O DOWNLOAD DO EPISÓDIO]" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/E01D.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse episódio nós entrevistamos a equipe do <strong><a href="http://www.projetokaplan.com.br/" target="_blank">Projeto Kaplan</a></strong>, que desenvolve quadrinhos para iPhone e web num formato direcionado a essa mídia. Será esse, de fato, o futuro das HQs? Quais as dificuldades de se produzir para esse novo meio e quais as vantagens relacionadas a distribuição e desenvolvimento? Saiba o que passa pela cabeça dessa galera que investiu na ideia e conheça um pouco mais de seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #96be2a;">E-MAILS</span></strong></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #96be2a;">ITUNES e RSS</span></strong></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #96be2a;">INFO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Duração</strong>: 36min</p>
<p style="text-align: justify;">Clique no botão PLAY abaixo para ouvir o episódio ou na imagem do post para fazer o download do arquivo zipado para o seu computador.</p>
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		<itunes:summary>Nesse episódio nós entrevistamos a equipe do Projeto Kaplan, que desenvolve quadrinhos para iPhone e web num formato direcionado a essa mídia. Será esse, de fato, o futuro das HQs? Quais as dificuldades de se produzir para esse novo meio e quais as vantagens relacionadas a distribuição e desenvolvimento? Saiba o que passa pela cabeça dessa galera que investiu na ideia e conheça um pouco mais de seu trabalho.
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INFO
Duração: 36min
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		<itunes:author>fernandoaureliano@gmail.com</itunes:author>
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		<title>O dia em que o papel morreu</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 01:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[A Apple lança o iPad. Revoluciona e converge mais uma mídia para seus dispositivos móveis, a impressa. Acordos com editoras, o aumento de 100% nas vendas dos iPhones e com todos preocupados com a responsabilidade ambiental, a Apple aposta em mais um mercado que estava implorando para ser reinventado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/m.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6147" title="m" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/m-450x302.jpg" alt="" width="450" height="302" /></a>Em minha opinião, tudo começou com a popularização dos celulares e o advento de suas telas coloridas. Em seguida vieram os desenvolveres com seus aplicativos em JAVA, que trouxeram de forma muito tímida, jogos simples e alguns pequenos livros que podiam ser instalados em nossos aparelhos. Não era nada grandioso, e de fato, não conheço ninguém que leu um livro inteiro naquilo. Mas apesar de tudo (ou quase nada), notei naquele momento que alguma coisa começava a mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">As telas dos aparelhos foram crescendo, ficando mais confortáveis e vieram sistemas operacionais complexos, os Smartphones. A interatividade começou a ganhar importância e os usuários começaram a ter voz com a internet. Feeds, eles apareceram de supetão, e em seqüência comecei a ouvir falar de Ebooks. Claro que sem dar muita importância, afinal, meus braços doíam só de segurar um celular muito tempo diante de meus olhos. Então o iPhone veio e revolucionou a comunicação e a forma de se desenvolver aplicativos para aparelhos portáteis.</p>
<p style="text-align: justify;">A Amazon laçou o Kindle, algo curioso e até relativamente prático para algumas pessoas que tinham determinadas necessidades. No meio deste relativo sucesso da Amazon, se você pudesse olhar em volta, perceberia que as pessoas também começavam a mudar. Qualquer semi-analfabeto, e até mesmo pessoas surdas começaram a ter os aparelhinhos celulares, um forte sinal de que eles realmente estavam fazendo bem mais que permitir a conversação em audio a distância.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, a essa altura a tecnologia já estava começando a mudar as pessoas, suas rotinas, e até mesmo a forma como seus cérebros funcionam. A informação teve sua alforria e esta abundância começou a destruir a concentração das pessoas. Aposto que neste momento, muitos que abriram este texto já estão ficando &#8220;aperriadas&#8221; para ir para outra janela de seu navegador. Tenha calma, imagine se você tivesse lendo um livro de 500 páginas…</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 27 de janeiro de 2010 foi o lançamento do iPad, da <a href="http://www.apple.com/" target="_blank">Apple</a>. Muitas pessoas podem estar desacreditadas e achar que isso não vai mudar nada, mas observando nossa história, se é isto que você pensa, não quer dizer nada. Mais da metade da tecnologia que existe hoje também foi colocada em dúvida quando começou a engatinhar, mas vamos ao ponto deste raciocínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguimos um caminho que culminou nesta era que está começando. Com toda a pressão mundial quanto a responsabilidade ambiental e a necessidade de uma produção auto-sustentável &#8211; sem contar nossa própria sociedade, que exige uma alta velocidade na comunicação entre pessoas e instituições &#8211; as possibilidades que o iPad colocou a disposição das pessoas com o seu lançamento, e que pode parecer um luxo inicialmente, em no máximo 4 anos se tornará essencial para qualquer um que não quiser ir morar nas montanhas. Os jornais impressos já estão em decadência nos EUA, e agora outros impressos também vão ganhar um novo formato como as HQs e os livros. As editoras já sabem disso a muito tempo, não é a toa que a Marvel e a DC Comics já vem investindo em quadrinhos digitais. E agora, os acordos fechados pela Apple com as editoras de livros. O lançamento da iBook Store trará um novo tipo de acesso aos consumidores de cultura e informação, e é fato que as editoras já se renderam ao meio digital. Após a extinção das locadoras de filmes e dos jornais, será a hora de vermos a decadência das livrarias e bancas de revistas.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, eu não vejo nada disso com uma coisa ruim. Na natureza, as espécies desaparecem num rítimo de 25 ao dia, e nos tempos de hoje também não vemos mais carroças nem empresas que produzem fichas de &#8220;orelhão&#8221;. Vivemos num tempo onde as necessidades e possibilidades estão sendo redesenhadas para uma nova era. Velhas coisas vão morrer, novas &#8220;espécies&#8221; vão surgir. Essa seleção e evolução cultural é inevitável, e todos sabem disto, até mesmo aqueles que não querem aceitar. Estamos todos acomodados a fazer algumas coisas de determinada forma, mas aquele que bater o pé no chão e não aceitar a mudança, será dado cabo pela &#8220;seleção natural&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que para mim é muito mais confortável ler um livro de papel, mas mais confortável ainda é pagar R$ 4 reais por um livro, ao invés de R$ 60. Isto é a popularização da cultura e da informação, e tudo aponta para a baixa de preços através dos meios digitais. A adaptação a estas mudanças nunca é uma escolha. Ou o fazemos, ou estamos fora.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que a tecnologia, em muitos casos, pode ser uma maldição, mas acredito que no que diz respeito profusão da informação, estamos no caminho certo. E este é apenas o terceiro ou o quarto passo, ainda vão brotar muitos frutos disto. A mudança nunca vai parar, para bem ou para o mal, estaremos sempre em mutação.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="280" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zk85EwGUOds&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="280" src="http://www.youtube.com/v/zk85EwGUOds&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Sempre ao Seu Lado</title>
		<link>http://www.digestao.net/sempre-ao-seu-lado/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 23:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cão]]></category>
		<category><![CDATA[Hachiko]]></category>
		<category><![CDATA[lealdade]]></category>
		<category><![CDATA[richard gere]]></category>
		<category><![CDATA[sempre ao seu lado]]></category>

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		<description><![CDATA[Este filme conta a história real de um cão que perde seu dono e continua esperando-o pelo resto de sua vida. Não é um filme difícil ou complicado, não é uma superprodução que visa tomar de assalto os corações adolescentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/sempre-ao-seu-lado1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6125" title="sempre ao seu lado" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/sempre-ao-seu-lado1.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a>Nós, como seres humanos, temos a capacidade de supervalorizar tudo aquilo que nos cerca, e o que é mais impressionante, ainda temos a incrível capacidade de acreditar piamente que tudo o que conhecemos está aqui para nos cercar. Somos uma raça especuladora que dá valor as coisas de acordo com os nossos interesses sobre elas, e não os valores que elas deveriam ter, seja na vida, na filosofia ou em qualquer coisa que exista e que conheçamos.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria de nós é incapaz de perceber que somos apenas, como diria <a id="aptureLink_Tw0pHbjBw9" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl%20Sagan">Carl Sagan</a>, &#8220;Átomos falando sobre átomos&#8221;.  E o que mais gostei neste filme, é que ele não é sobre isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/800px-Hachiko200505-4.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6126" title="800px-Hachiko200505-4" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/800px-Hachiko200505-4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Este filme conta a história real de um cão que perde seu dono e continua esperando-o pelo resto de sua vida. Não é difícil ou complicado, não é uma superprodução que visa tomar de assalto os corações adolescentes. Num mundo onde quase tudo que fazemos, fazemos para impressionar, este filme quer apenas emocionar e nos fazer perceber além de nossa &#8220;razão&#8221;. Dentro de nossas cabeças somos tão impressionantes como raça e acreditamos tanto que o sentimento humano é belo e puro, mas creio que a inteligência de que tanto nos orgulhamos e a sensibilidade que muitas vezes ponderamos, não passa de um mito. Somos menos do que acreditamos ser e não tão importantes quanto qualquer outro parasita que rasteja sobre este planeta. Nossa inteligência parece ser apenas o que acreditamos que ela seja, e algo que serve apenas a sí não pode ser tão importante assim.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/Hachiko.JPG.jpeg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-6127" title="Hachiko.JPG" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/Hachiko.JPG-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hachiko" target="_blank">Hachiko</a>, o cão deste filme, nos mostra um amor puro e a relação entre dois seres vivos, uma relação não baseada em um sub-sentimento nutrido de dependência e que se baseia em sobrevivência ou em convívio. Estes dois eram apenas amigos, independente de qualquer coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">E se alguém ainda duvida disso, ou desvaloriza esse tipo de relação entre duas raças tão distintas, faço minhas as palavras do <em>Mau Saldanha</em> no <a href="http://cabinecelular.com.br/index.php/2009/12/26/sempre-ao-seu-lado/" target="_blank">Cabine Celular</a>: &#8220;Faria isto, um filho por um pai? Faria um pai, por um filho isto?&#8221;. Bom, nunca vi acontecer com estes seres tão &#8220;impressionates&#8221; que somos nós, mas agora conheço a história de Hachiko.</p>
<p>A verdade é que a razão talvez seja nossa maldição.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="280" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UFY8vW5IedY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="280" src="http://www.youtube.com/v/UFY8vW5IedY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Gatos devoradores de cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[gatos]]></category>
		<category><![CDATA[George Homero]]></category>
		<category><![CDATA[zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Ilustradora e animador digital homenageiam George Homero com um curta que remete a cenas de seus filmes e a atitude de seus zumbis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="250" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QNwCojCJ3-Q&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="250" src="http://www.youtube.com/v/QNwCojCJ3-Q&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Esta fantásticia animação desenvolvida por <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.cyriak.co.uk');" href="http://www.cyriak.co.uk/" target="_blank">Cyriak Harris</a> (Música e animação) e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/domestica.spreadshirt.co.uk');" href="http://domestica.spreadshirt.co.uk/" target="_blank">Sarah Brown</a> (Ilustrações), mostra de forma muito &#8220;fofacional&#8221; o que é uma espécie de musical com gatos zumbis.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem conhece o trabalho de <em>George Homero</em> poderá notar neste curta vários aspectos característicos do trabalho do diretor, que foi o precursor no mundo deste gênero de cinema. Mais que uma animação divertida, esta parece ser uma homenagem ao trabalho do cineasta, e isto pode ser notado em várias cenas desta animação que são recorrentes nos filmes de Homero, e também na forma como os gatinhos são devorados pelos &#8220;gazombies&#8221;.</p>
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		<title>Sherlock Holmes está de volta</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 22:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Conan Doyle]]></category>
		<category><![CDATA[Baker Street]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Law]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock Holmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Várias citações e todas as características do personagem estão neste filme. Sim, ele é Sherlock Holmes como o conhecemos, e veio com vários "brindes" estéticos e narrativos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/holmes-posters-header.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6106" title="holmes-posters-header" src="http://www.digestao.net/wp-content/uploads/2010/01/holmes-posters-header-450x228.jpg" alt="" width="450" height="228" /></a>Sim, de volta! E quem leu &#8220;O Último Adeus de Sherlock Holmes&#8221; sabe do que estou falando. Quem não leu, também pode ter uma idéia, pelo título do último livro publicado por <em>Sir Arthur Conan Doyle</em> de seu personagem que encanta diversas gerações até hoje. Seja pelo conhecimento científico, pelo amor a arte ou pela personalidade, muitos amam ou ainda irão amar este incrível detetive que vive na Baker Street, N˚221B.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes mesmo deste filme ser lançado, houve um surto de temor por parte de vários fãs que, ao verem as imagens na web, fizeram todos os julgamentos possíveis e até mesmo improváveis. Confesso que até eu fiquei com um certo receio, mas verdade seja dita, Guy Ritchie (Rocknrolla, Snatch) acertou!</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, todos os elementos do personagem de Sherlock Holmes estão lá e foram cuidadosamente trabalhados pelo diretor para que não sofresse a descaracterização que os fãs mais precoces estavam imaginando. Além do personagem se manter, em sua maior parte, fiel, ganhamos de brinde várias citações a diversas aventuras do detetive mais brilhante da literatura, como uma cena em que Holmes luta com outro personagem a beira de um precipício. É desta mesma forma que termina o livro já citado neste texto, e que foi a última aventura do personagem, mas desta vez, esta mesma situação marca o início de uma saga que promete angariar vários novos fãs para este britânico curioso e genial.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser um filme muito gostoso de se ver, e que garante muitas risadas, nem tudo são flores. Houve várias cenas desnecessárias durante a trama, que poderiam ser evitadas como narrativa, mas que são essenciais para impressionar e garatir que esta produção entre na categoria de <em>Blockbuster </em>e gere renda suficiente para agradar os produtores. No mais, tudo fluiu muito bem. Adorei a forma como Guy Ritchie utilizou o <em>BulletTime</em> para que pudéssemos acompanhar o raciocínio de Holmes, mas não temam, este foi um recurso usado de forma muito sóbria, sem exageros, e que dá uma tremenda riqueza estética ao filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos fatores que sofreram algumas modificações nos conceitos dos personagens foi a relação de Holmes com Watson, e a própria personalidade deste personagem, que no filme deixou de ser um &#8220;capacho&#8221; e foi posto a altura de seu companheiro detetive. Achei a adaptação desta característica muito relevante e um dos pontos altos do filme. Digo até que deveria ser assim nos livros e que este teria sido um erro de <em>Conan Doyle,</em> colocar um personagem tão importante como uma espécie de servo. Mas o relacionamento dos dois continua igual ao da literatura, e considerando que é um filme e que vivemos em novos tempos, <em>Ritchie</em> conseguiu tratar tal relacionamento de uma forma muito verdadeira, sem beirar o homossexualismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Impressionante também foi a escolha do elenco, onde todos os atores caíram como uma luva em seus personagens. Mas tenho que confessar que apesar de eu ser um GRANDE fã de Downey Jr. e de ele ter feito um trabalho perfeito com este personagem, o melhor ator deste filme é mesmo Jude Law.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="280" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eaXSotEkzSA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="280" src="http://www.youtube.com/v/eaXSotEkzSA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Efeitos digitais e muito verde</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 02:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Aureliano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[chroma key]]></category>
		<category><![CDATA[efeito digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de ter mais de 80 anos de idade, o Chroma Key ainda é uma tecnologia muito eficiente que deixa a produção de alguns filmes e da maioria das séries de TV mais prática e econômica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="250" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/clnozSXyF4k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="250" src="http://www.youtube.com/v/clnozSXyF4k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Chroma Ke</em>y é uma técnica de efeito visual com mais de 80 anos de idade e consiste de um conceito básico de transmissão do sinal de TV. Para economizar banda, a sua TV atualiza apenas a parte da imagem que muda, é assim pelo menos de agora para os anos que se passaram, uma vez que todo o sinal está sendo convertido para o digital, mas era feito desta forma para a imagem ser transmitida rapidamente. Baseado neste conceito surgiu o <em>Chroma Key,</em> que põe um fundo verde (ou azul) com os atores na frente, para &#8220;a imagem que não muda&#8221; ser substituída por qualquer outra. Essa tecnologia é tão inteligente que foi atualizada para funcionar digitalmente, em programas modernos de edição, e ficou ainda mais rica e poderosa com o advento do 3D.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, essa tecnologia &#8220;antiga&#8221;, mas ainda muito eficiente, faz o maior sucesso nas séries de TV.</p>
<p style="text-align: center;">
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