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	<title type="text">Diga não ao bullying</title>
	<subtitle type="text">Um espaço para refletir sobre o bullying e ajudar a evitar esse sofrimento entre as adolescentes brasileiras. Veja histórias reais e leia matérias e veja como você pode fazer a sua parte.</subtitle>

	<updated>2013-03-12T16:08:08Z</updated>

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		<author>
			<name>Christiane Silva Pinto</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[4 motivos para assistir ao documentário &#8220;Bully&#8221;]]></title>
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		<updated>2012-12-06T23:15:56Z</updated>
		<published>2012-12-06T23:15:56Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bully" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="documentário" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="filme" />		<summary type="html"><![CDATA[O documentário &#8220;Bully&#8221; estreou no começo do ano nos EUA, mas chegou ao Brasil apenas na última semana. Dirigido por Lee Hirsch, o filme vem causando polêmica por mostrar de forma tão dura e pesada a realidade das crianças que sofrem bullying nas escolas americanas. Além do filme ser ótimo, você precisa assistir porque: 1. Ele [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/4-motivos-para-assistir-o-documentario-bully/">&lt;div id="attachment_704" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-704" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2012/12/documentario-bully.jpg" alt="Documentário &amp;quot;Bully&amp;quot;" width="580" height="362" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Foto: Divulgação&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href="http://action.thebullyproject.com/" target="_blank"&gt;documentário &amp;#8220;Bully&amp;#8221;&lt;/a&gt; estreou no começo do ano nos EUA, mas chegou ao Brasil apenas na última semana. Dirigido por Lee Hirsch, o filme vem causando polêmica por mostrar de forma tão dura e pesada a realidade das crianças que sofrem bullying nas escolas americanas. Além do filme ser ótimo, você precisa assistir porque:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Ele acompanha por um ano a vida de crianças que sofrem bullying.&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Lee Hirsch acompanhou mesmo os adolescentes da cidade de Sioux City, nos EUA, durante um ano inteiro. Ele filmou todos os momentos de angústia, sofrimento, xingamentos e agressões físicas. Além da falta de apoio de alguns pais e até consequências muito graves, como o suicídio de uma delas. Hirsh conseguiu provar seu ponto de vista, que o bullying virou uma epidemia nas escolas americanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Ele mostra outros problemas além do bullying.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A adolescente Kelby, de 15 anos, é lésbica e assumiu isso para toda a população da sua pequena cidade. Desde então ela sofre não só com o bullying dos colegas na escola, mas também com o preconceito de professores, vizinhos e conhecidos. Em um dos momentos mais revoltantes do longa, Kelby relata a distinção feita em tom de brincadeira por um professor, que lista os alunos por gênero durante a chamada: &amp;#8220;garotos antes, depois garotas, em seguida Kelby&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Ele busca encontrar uma solução para o problema.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Focado no depoimento dos participantes, o documentário tenta apontar uma solução concreta para o problema durante um debate organizado pelos pais de Tyler Long (um garoto que cedeu à pressão e acabou se suicidando). Uma fiscalização mais rígida dentro do sistema educacional norte-americano por parte dos pais e professores, e estímulo a um ambiente em que os jovens se sintam à vontade para relatar o que sofrem estão entre algumas ideias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Ele mostra que bullying não é frescura.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A história principal do filme é a de Alex, um estudante de 12 anos que diariamente é ignorado e xingado na escola. Mas o pior momento para ele são os empurrões e socos dentro do ônibus escolar. O mais revoltante é que os pais do menino não acreditam no que acontece e ainda ficam bravos porque ele não sabe se defender. Só depois de assistir as cenas gravadas com uma câmera escondida é que eles percebem que a vida do filho é um inferno. O documentário também mostra o quão perigosas são as agressões desse tipo, que levaram um menino ao suicídio e outra garota a apontar uma arma para os colegas. =/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Assista ao documentário e leve seus amigos junto! Para saber mais sobre o filme, acesse o site&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://thebullyproject.com/indexflash.html" target="_blank"&gt;The Bully Project&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Christiane Silva Pinto</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[#DigaNãoAoBullying: Conheça a história de Amanda Todd!]]></title>
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		<updated>2012-10-17T23:07:50Z</updated>
		<published>2012-10-17T18:18:07Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="cyberbulling" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Amanda Todd" />		<summary type="html"><![CDATA[A história de Amanda Todd poderia ter sido muito diferente se ela tivesse amigos para ajudá-la. A garota canadense de apenas 15 anos sofria cyberbullying  e isso a machucava tanto, que Amanda tentou se matar várias vezes, até conseguir de verdade na semana passada. A notícia do suicídio de Amanda chocou o mundo inteiro e [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/diganaoaobullying-conheca-a-historia-de-amanda-todd/">&lt;p&gt;A história de &lt;strong&gt;Amanda Todd&lt;/strong&gt; poderia ter sido muito diferente se ela tivesse amigos para ajudá-la. A garota canadense de apenas &lt;strong&gt;15 anos&lt;/strong&gt; sofria &lt;strong&gt;cyberbullying&lt;/strong&gt;  e isso a machucava tanto, que Amanda tentou se matar várias vezes, até conseguir de verdade na semana passada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A notícia do suicídio de Amanda chocou o mundo inteiro e fez com que todos refletissem sobre o bullying.  Como teria sido a vida de Amanda se ela tivesse alguém que a mandasse mensagens de apoio? Pensando nisso,&lt;strong&gt; jovens de diferentes países começaram a postar fotos em sua homenagem. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheça Amanda, veja as mensagens de apoio e inspire-se: &lt;strong&gt;você também pode ajudar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;!--15anos--&gt;
					                    &lt;a name="galeria2"&gt;&lt;!--ancora--&gt;&lt;/a&gt;
                    &lt;div id="bordaImg2" class="bordaImg"&gt;
                    	&lt;div class="ftPro"&gt;&lt;a href="javascript:next_imagens('2','prox');"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ftAnt"&gt;&lt;a href="javascript:next_imagens('2','ant');"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
                        &lt;img id="imagem20" alt="Amanda Todd" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/amanda01.jpg"  /&gt;
                    &lt;/div&gt;
                    &lt;p class="descrifoto" id="boxDesc20"&gt;&lt;strong&gt;Amanda Todd&lt;/strong&gt;, de apenas 15 anos, não sabia mais o que era viver sem sofrer com o bullying. Ela chegou a mudar de escola várias vezes, mas as perseguições continuavam através do Facebook e publicações na internet. Sua tristeza era tanta, que ela tentou se matar várias vezes, chegando até mesmo a beber alvejante.&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc21"&gt;Antes de cometer suicídio, ela postou um vídeo no Youtube contando sua história, os ataques que sofria e um apelo de ajuda, dizendo que não tinha ninguém e que precisava de um amigo.&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc22"&gt;Sua morte chocou os jovens de vários países, que começaram a postar fotos segurando mensagens de apoio à Amanda, assim como ela tinha usado papéis para falar no vídeo. Várias páginas no Facebook foram criadas em homenagem à garota, sendo que a maior delas já tem quase 1 milhão de fãs!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc23"&gt;Todos aqueles que sabem o que é sofrer com o bullying resolveram participar do movimento. "Amanda Todd, nós te amamos. Descanse em paz", foi o que essa garota escreveu.&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc24"&gt;"Descanse em paz, Amanda Todd. &lt;3 da Turquia"&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc25"&gt;Não só a Turquia, mas jovens do mundo inteiro estão mandando suas mensagens à Amanda. Essa, por exemplo, é da Polônia!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc26"&gt;"Descanse em paz, Amanda Todd. Vocês está num lugar muito melhor agora", disse a garota. A cartinha do menino foi ainda mais fofa: "Você não me conhece, Amanda, mas tenho sido seu amigo e não tenho deixado ninguém te magoar."&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc27"&gt;Assim como a diva Demi Lovato, Amanda também se cortava. Por isso, várias pessoas escreveram seu nome no pulso como um sinal de respeito. &lt;3&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc28"&gt;A @@carolboyer tirou uma foto bem fofa com a Minnie mandando um recado mega importante: "Pare com o Bullying! Ninguém merece isso"!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc29"&gt;@Nessa_demachado e @JuuhTouguinho também deixaram suas mensagens carinhosas à Amanda. &lt;3&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc210"&gt;@jaacferreira, @gabriella_mar e @amandapresente escreveram no pulso como sinal de respeito à história de Amanda. Stay strong!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc211"&gt;"Descanse em paz", foi o que @_aniinhaa_ e @MilenaTwet escreveram na palma da mão. Já a @moma_schwarz fez até um desenho em homenagem à Amanda!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc212"&gt;A @marikressan também mandou sua mensagem através do Twitter usando a hashtag #DigaNãoAoBullying&lt;/p&gt;                    &lt;div id="divMenu2" class="divMenu"&gt;
                        &lt;div id="btnPE2" class="btnPE"&gt;&lt;a href="#foto" onmouseover="ScrollEsq('gb2');" onmouseout="ScrollStop();" title="Fotos anteriores"&gt;Fotos anteriores&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
                        &lt;div id="gb2" class="gb"&gt;
                            &lt;ul id="divMini2" class="diviMini"&gt;
                                &lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda01.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','0');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb20" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda01.jpg" alt="Amanda Todd" class="atual" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda02.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','1');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb21" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda02.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda03.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','2');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb22" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda03.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda04.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','3');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb23" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda04.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda05.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','4');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb24" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda05.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda06.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','5');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb25" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda06.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda07.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','6');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb26" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda07.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda08.jpg" title="Amanda Todd" onclick="mostra_imagens('2','7');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb27" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_amanda08.jpg" alt="Amanda Todd" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_03.jpg" title="@carolboyer" onclick="mostra_imagens('2','8');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb28" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_03.jpg" alt="@carolboyer" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_02.jpg" title="@Nessa_demachado e @JuuhTouguinho" onclick="mostra_imagens('2','9');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb29" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_02.jpg" alt="@Nessa_demachado e @JuuhTouguinho" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_01.jpg" title="@jaacferreira, @gabriella_mar e @amandapresente" onclick="mostra_imagens('2','10');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb210" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_01.jpg" alt="@jaacferreira, @gabriella_mar e @amandapresente" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_05.jpg" title="@_aniinhaa_, @MilenaTwet e @moma_schwarz" onclick="mostra_imagens('2','11');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb211" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_05.jpg" alt="@_aniinhaa_, @MilenaTwet e @moma_schwarz" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_04.jpg" title="@marikressan" onclick="mostra_imagens('2','12');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb212" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/amanda-todd/thumbs/thumbs_04.jpg" alt="@marikressan" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
						
                            &lt;/ul&gt;
                        &lt;/div&gt;
                        &lt;div id="btnPD2" class="btnPD"&gt;&lt;a href="#foto" onmouseover="ScrollDir('gb2');" onmouseout="ScrollStop();" title="Próximas fotos"&gt;Próximas fotos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;O que você escreveria para Amanda se ela fosse sua amiga? Siga o exemplo da galeria acima e &lt;strong&gt;poste sua foto no Twitter com a hashtag #DigaNãoAoBullying!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Aline Vieira</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Fotos e mensagens fofas para ajudar você a superar o bullying]]></title>
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		<updated>2012-03-03T11:30:03Z</updated>
		<published>2012-03-03T11:30:03Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" />		<summary type="html"><![CDATA[Ninguém deve aceitar o bullying! É preciso falar sobre o problema e nunca  desistir de buscar ajuda. Se você está vivendo ou já viveu essa situação, sabe como é difícil superar. Pensando nisso, reunimos várias imagens fofas do Weheartit com mensagens que ajudarão você a dar a volta por cima!]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/fotos-e-mensagens-fofas-para-ajudar-voce-a-superar-o-bullying/">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ninguém deve aceitar o bullying!&lt;/strong&gt; É preciso falar sobre o problema e nunca  desistir de buscar ajuda. Se você está vivendo ou já viveu essa situação, sabe como é difícil superar. Pensando nisso, reunimos várias&lt;strong&gt; imagens fofas do &lt;a href="http://weheartit.com" target="_blank"&gt;Weheartit&lt;/a&gt; com mensagens &lt;/strong&gt;que ajudarão você a dar a volta por cima!&lt;/p&gt;
&lt;!--15anos--&gt;
					                    &lt;a name="galeria1"&gt;&lt;!--ancora--&gt;&lt;/a&gt;
                    &lt;div id="bordaImg1" class="bordaImg"&gt;
                    	&lt;div class="ftPro"&gt;&lt;a href="javascript:next_imagens('1','prox');"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ftAnt"&gt;&lt;a href="javascript:next_imagens('1','ant');"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
                        &lt;img id="imagem10" alt="bullying1" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/galeria2.jpg"  /&gt;
                    &lt;/div&gt;
                    &lt;p class="descrifoto" id="boxDesc10"&gt;Diga não ao bullying&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc11"&gt;Quebre o silêncio: o número de meninas que sofrem bullying é maior do que você imagina! Abra o jogo sobre o que está rolando para acabar de vez com o problema. Esconder-se não é a solução!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc12"&gt;"Quem vê o bullying rolar não pode fechar os olhos. Tem que comunicar à diretoria para fazer isso parar", DH, vocalista da Banda Cine.&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc13"&gt;"É muito importante procurar ajuda, porque é bem difícil sair dessa situação sozinho", explica o pediatra Aramis Antonio Lopes Neto, da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia).&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc14"&gt;fechar os olhos enquanto um amigo é humilhado é uma forma de colaborar com o bullying. "As condutas dos agressores acabam sendo reforçadas por muitos espectadores, que acham ‘engraçado’ o sofrimento da vítima", diz a pedagoga Cléo Fantes&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc15"&gt;"Ninguém deve se preocupar com a opinião dos outros! Minha vida melhorou muito quando entendi que somos únicos. Com defeitos e qualidades únicas. Você deve amar quem é e saber que é especial por isso!", Manu Gavassi, cantora.&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc16"&gt;Usar a Internet para atingir o outro também é crime! Diga não ao cyberbullying e proteja-se nas redes!&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc17"&gt;"Minha solução para superar o bullying foi continuar sendo eu mesma! Levantei a cabeça e encarei quem me zoava. Além disso, fiquei próxima de quem eu já sabia que gostava de mim!", R.R, 14 anos&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc18"&gt;"A gente tem que proteger as pessoas de que gostamos do bullying. Eu mesmo já defendi vários colegas!", Alex Pettyfer, ator&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc19"&gt;"Depois de muita conversa com meus pais sobre as zoações que estava sofrendo, resolvi mudar de escola. Eles me apoiaram e hoje sou outra pessoa. Há uma vida linda longe do bullying!", L.M, 15 anos&lt;/p&gt;&lt;p class="descrifoto esconde" id="boxDesc110"&gt;Quando tudo parecer perdido, pare e pense: há alguém que gosta de você como você é! Valorize e aproxime-se dessas pessoas!&lt;/p&gt;                    &lt;div id="divMenu1" class="divMenu"&gt;
                        &lt;div id="btnPE1" class="btnPE"&gt;&lt;a href="#foto" onmouseover="ScrollEsq('gb1');" onmouseout="ScrollStop();" title="Fotos anteriores"&gt;Fotos anteriores&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
                        &lt;div id="gb1" class="gb"&gt;
                            &lt;ul id="divMini1" class="diviMini"&gt;
                                &lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria2.jpg" title="bullying1" onclick="mostra_imagens('1','0');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb10" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria2.jpg" alt="bullying1" class="atual" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria3.jpg" title="bullying2" onclick="mostra_imagens('1','1');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb11" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria3.jpg" alt="bullying2" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria5.jpg" title="bullying3" onclick="mostra_imagens('1','2');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb12" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria5.jpg" alt="bullying3" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria11.jpg" title="bullying4" onclick="mostra_imagens('1','3');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb13" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria11.jpg" alt="bullying4" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria13.jpg" title="bullying5" onclick="mostra_imagens('1','4');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb14" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria13.jpg" alt="bullying5" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria7.jpg" title="bullying6" onclick="mostra_imagens('1','5');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb15" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria7.jpg" alt="bullying6" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria8.jpg" title="bullying7" onclick="mostra_imagens('1','6');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb16" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria8.jpg" alt="bullying7" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria9.jpg" title="bullying8" onclick="mostra_imagens('1','7');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb17" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria9.jpg" alt="bullying8" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria10.jpg" title="bullying9" onclick="mostra_imagens('1','8');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb18" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria10.jpg" alt="bullying9" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria6.jpg" title="bullying10" onclick="mostra_imagens('1','9');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb19" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria6.jpg" alt="bullying10" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria12.jpg" title="bullying11" onclick="mostra_imagens('1','10');return false;"&gt;&lt;img id="imgThumb110" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/thumbs/thumbs_galeria12.jpg" alt="bullying11" class="none" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
						
                            &lt;/ul&gt;
                        &lt;/div&gt;
                        &lt;div id="btnPD1" class="btnPD"&gt;&lt;a href="#foto" onmouseover="ScrollDir('gb1');" onmouseout="ScrollStop();" title="Próximas fotos"&gt;Próximas fotos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
                     &lt;/div&gt;
                        &lt;script type="text/javascript"&gt;
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							imagensD[1][0] = 'http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/wp-content/blogs.dir/34/files/diga-nao-ao-bullying/galeria2.jpg';
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		<author>
			<name>Rafaela Polo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[“Até aqueles que considerava meus amigos me zoavam!”]]></title>
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		<updated>2013-03-12T16:06:12Z</updated>
		<published>2011-08-05T19:36:47Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" />		<summary type="html"><![CDATA[A leitora F.G., 14 anos, contou que sofreu muito quando foi vítima de bullying na escola. Ela lembra que ficou decepcionada com as pessoas que antes diziam-se suas amigas. “Sempre tive a mesma turma na sala de aula. Mas, quando  crescemos e chegamos no colegial, as coisas começaram a mudar. As pessoas criaram apelidos ofensivos [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/ate-aqueles-que-considerava-meus-amigos-me-zoavam/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/ate-aqueles-que-considerava-meus-amigos-me-zoavam/bullying-5/" rel="attachment wp-att-714"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-714" title="bullying" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/08/bullying.jpg?12" alt="" width="580" height="504" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leitora &lt;strong&gt;F.G&lt;/strong&gt;., 14 anos, contou que sofreu muito quando foi vítima de bullying na escola. Ela lembra que ficou decepcionada com as pessoas que antes diziam-se suas amigas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Sempre tive a mesma turma na sala de aula. Mas, quando  crescemos e chegamos no colegial, as coisas começaram a mudar. As pessoas criaram apelidos ofensivos sobre mim, a respeito da minha cor, minha altura e do número que eu calço&amp;#8230; Até aqueles que considerava meus amigos me zoavam! Eu não aguentei mais sofrer aquelas humilhações e contei para a minha mãe. Fora do horário de aula, ela foi até a escola e conversou com a diretora sobre o que eu estava enfrentando. Bastou chamar os responsáveis para que, depois de muito negarem, confessasem as agressões verbais. Depois desse dia, tudo melhorou. Por isso, se você está vivendo a mesma situação, enfrente o problema e não se deixe abalar!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a psicóloga &lt;strong&gt;Fernanda Santini Franco&lt;/strong&gt;, procurar ajuda evita que o bullying cause  maiores traumas: &amp;#8220;Se ignorado, os danos psicológicos  causados pelo bullying podem ser permanentes e capazes de interferir no desenvolvimento e na constituição de identidade&amp;#8221;, explica. Ela aconselha que qualquer prática seja denunciada e ainda reforça a importância da família: &amp;#8220;O adolescente que conta com o suporte familiar pode pedir ajuda para lidar com o bullying e, assim, terá mais apoio para superar este momento&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você passa por um problema como este, não tenha medo de pedir ajuda. É muito importante que você não se deixe abater por esse tipo de agressão.&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Rafaela Polo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[“Enfrentei o bullying e a minha vida mudou”]]></title>
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		<updated>2013-03-12T16:08:08Z</updated>
		<published>2011-07-28T20:37:49Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" />		<summary type="html"><![CDATA[A leitora T. A, 12 anos, mandou um depoimento contando da época em que sofria bullying na escola. Ela começou a se sentir muito mal  e pediu ajuda, o que foi essencial para a solução do problema. “Sofro bullying há muito tempo por ser mais magra do que as outras pessoas da minha escola. Me [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/enfrentei-o-bullying-e-a-minha-vida-mudou/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/enfrentei-o-bullying-e-a-minha-vida-mudou/topo/" rel="attachment wp-att-719"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-719" title="topo" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/07/topo.jpg" alt="" width="580" height="389" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/enfrentei-o-bullying-e-a-minha-vida-mudou/destaque-blog-3/" rel="attachment wp-att-590"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A&lt;strong&gt; leitora T. A&lt;/strong&gt;, 12 anos, mandou um depoimento contando da época em que sofria bullying na escola. Ela começou a se sentir muito mal  e pediu ajuda, o que foi essencial para a solução do problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Sofro bullying há muito tempo por ser mais magra do que as outras pessoas da minha escola. Me chamavam de “raquítica” entre outras coias  que me magoavam. Eu sempre tentei levar para a o lado da brincadeira, para ver se as pessoas enjoavam daquele tipo de atitude, mas nada adiantava.  Este ano eu não aguentei mais. Eu chorava muito e não queria mais ficar próxima de ninguém, pois tinha medo de me ferir. Contei para a minha mãe sobre este problema, e ela me incentivou a explicar para a diretoria do colégio o que estava acontecendo. As pessoas que faziam isso comigo acabaram levando uma suspensão e, desde então, me tratam de maneira bem diferente. Por isso, por experiência própria dou a dica: se você sofre com o bullying, conte seu problema para alguém, pois a sua vida pode mudar.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A psicóloga &lt;strong&gt;Cintia Vilani &lt;/strong&gt;explicou os traumas que este tipo de agressão pode causa e quais atitudes são indicadas para esse momento, “Bullying é uma situação de violência verbal, mas é mais comum ficarem com traumas aqueles adolescentes que não tem apoio da família e dos amigos. Os sintomas de problema psicológico são a aversão social, ansiedade ou depressão e, nesses casos, é bom que ele procure um profissional para tratamento individual e com a família. “&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caso você enfrente um problema parecido com esse , avise aos seus pais e funcionários do colégio para que eles possam te apoiar no combate ao bullying.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Equipe Capricho</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Shay Mitchell e Tyler Blackburn, de &quot;PLL&quot;, participam de campanha contra bullying]]></title>
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		<updated>2012-05-24T14:28:49Z</updated>
		<published>2011-07-07T22:21:18Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="cyberbulling" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="pretty litle liars" />		<summary type="html"><![CDATA[Quem acompanha a série &#8220;Pretty Little Liars&#8221; sabe que o bullying é um assunto comum e muito enfrentado no colégio em Rosewood. Mesmo com  a trama mostrando os lados negativos e as consequências desse ato, os atores da série, assim como os outros do canal americano ABC, resolveram lançar uma campanha contra o cyberbullying. A [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/shay-mitchell-e-tyler-blackburn-de-pll-participam-de-campanha-contra-bullying/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-556" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/07/BULLYIN-TOPO.jpg" alt="" width="580" height="423" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem acompanha a série &lt;strong&gt;&amp;#8220;Pretty Little Liars&amp;#8221;&lt;/strong&gt; sabe que o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; é um assunto comum e muito enfrentado no colégio em Rosewood. Mesmo com  a trama mostrando os lados negativos e as consequências desse ato, os atores da série, assim como os outros do canal americano ABC, resolveram lançar uma campanha contra o &lt;em&gt;cyberbullying&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha se chama &lt;strong&gt;“Delete Digital Drama”&lt;/strong&gt; (que em português seria “Apague o Drama Digital”), e nas fotos e no vídeo todos que falam sobre bullying estão usando uma camiseta escrito “Delete” no peito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="../files/2011/07/PLL-BULLYING.jpg" alt="" width="580" height="528" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ator &lt;strong&gt;Tyler Blackburn&lt;/strong&gt;, que interpreta o Caleb em PLL, deu seu depoimento e confessou que também sofria com o bullying. &amp;#8220;Eu sofria no colégio. Só por seu eu mesmo. Por ser alguém que gostava das artes&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já &lt;strong&gt;Shay Mitchell&lt;/strong&gt;, a Emily em PLL,  deu um conselho para as pessoas que espalham o bullying online. “Se você estiver navegando e ver agressões, apenas as apague, por que isso magoa”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outras celebridades, como &lt;strong&gt;Shailene Woodley&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Emily Osment&lt;/strong&gt; (&lt;a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/emily-osment-fala-sobre-bullying/" target="_blank"&gt;que você já viu falando sobre bullying aqui&lt;/a&gt;), também deram seus depoimentos no vídeo. Olha só:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;http://www.youtube.com/watch?v=K_tcPBQdK7Q&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Legal os famosos falarem sobre isso, né?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Se você também sofre com isso, mande seu depoimento!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Rafaela Polo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[&quot;Quando começam a falar de mim, tenho vontade de fugir. Pra suportar a dor, comecei a me cortar&quot;]]></title>
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		<updated>2011-06-23T19:14:09Z</updated>
		<published>2011-06-23T19:14:09Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="cortar" />		<summary type="html"><![CDATA[A nossa leitora, M. N., de 14 anos, mandou seu depoimento sobre bullying. Ela não consegue mais ficar no meio de seus colegas de escola por causa das agressões, e, quando pediu ajuda, seus pais acharam que era bobagem. “Sofro bullying desde pequena, mas nunca liguei muito para isso. Hoje, isso começou me afetar mais. [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/quando-eles-comecam-a-falar-de-mim-eu-tenho-vontade-de-fugir-para-suportar-a-dor-comecei-a-me-cortar/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-543" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/06/Materia-bullying.jpg" alt="" width="580" height="378" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nossa leitora,&lt;strong&gt; M. N., de 14 anos, &lt;/strong&gt;mandou seu depoimento sobre &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;. Ela não consegue mais ficar no meio de seus colegas de escola por causa das agressões, e, quando pediu ajuda, seus pais acharam que era bobagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Sofro &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; desde pequena, mas nunca liguei muito para isso. Hoje, isso começou me afetar mais. Parei de frequentar lugares onde todos os meus amigos vão pois não aguento as piadinhas que fazem sobre mim quando estão todos reunidos.  Pelo fato de eu ter um  nariz um pouco grande e ser muito magra, eles me chamam de apelidos bem chatos como &amp;#8216;ladra de ar&amp;#8217; e &amp;#8216;graveto&amp;#8217;. E eu nem preciso estar perto para isso acontecer, pois mesmo quando estou no meu canto, recebo tuítes com zoações a meu respeito. Já falei para os meus pais sobre o problema, mas eles só riem e acham que é bobagem. Pedi que eles me levassem a um psicólogo, mas eles acharam desnecessário. O que eles não sabem é o quanto isso me faz mal.  Quando começam a falar de mim, eu tenho vontade de fugir e ir para um lugar bem longe para chorar. Eu comecei a me cortar, para que pudesse esquecer esse problema e ajuda um pouco. Eu não sei mais o que fazer&amp;#8230;.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procuramos uma profissional para explicar esse comportamento tão sério da leitora.“Este comportamento de se cortar frente a uma situação angustiante, apesar de muito grave, não é incomum e é sim &lt;strong&gt;reversível&lt;/strong&gt;. Em uma fase como a adolescência, em que a jovem se reconhece quando participa de um grupo, ser colocada de lado faz mal para a sua autoestima. A melhor coisa que se pode fazer é procurar um psicanalista. É uma pena que os pai não levem a sério, pois aquilo que ela não pode transformar em palavras, faz com que seu comportamento ganhe as dimensões que ganhou.”, explicou a psicóloga Katia Bizzarro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se, como no caso da M., seus pais não acreditarem no seu problema, procure outra pessoa de confiança, como uma tia ou mesmo uma professora, e peça ajuda com o problema!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você passa por esse problema do &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;? Mande seu depoimento pra gente e levante a cabeça. Não deixe que essa agressão te abale!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Equipe Capricho</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Elas sofreram bullying por ser gordinhas: a T. deu a volta por cima e a L. não ainda superou]]></title>
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		<updated>2011-06-16T20:57:21Z</updated>
		<published>2011-06-16T20:57:21Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" />		<summary type="html"><![CDATA[Nem todas as pessoas reagem da mesma maneira às agressões do bullying. Algumas ficam traumatizadas para toda vida e outras resolvem dar a volta por cima e não se deixam abalar com esse problema. A T. M., de 13 anos, era chamada de gordinha, mas ao invés de ficar em depressão, ela deu a volta [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/elas-soferam-bullying-por-ser-gordinhas-a-t-deu-a-volta-por-cima-e-a-l-nao-superou/">&lt;p&gt;Nem todas as pessoas reagem da mesma maneira às agressões do &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;. Algumas ficam traumatizadas para toda vida e outras resolvem dar a volta por cima e não se deixam abalar com esse problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-537" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/06/bullying.jpg" alt="" width="580" height="363" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;T. M.&lt;/strong&gt;, de 13 anos, era chamada de gordinha, mas &lt;strong&gt;ao invés de ficar em depressão, ela deu a volta por cima e resolveu enfrentar o problema.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Sou meio gordinha e desde a 1ª série do colégio os meninos da minha escola me agrediam fisicamente e psicologicamente por causa disso.  Eu sempre fui excluída das atividades e era isolada por todos.  Eu só conversava com os professores , e apenas quando eles me perguntavam alguma coisa. Por causa das agressões, troquei de colégio muitas vezes, mas nada fazia parar. Chegou a um ponto em que fiquei muito doente, por cauda do sofrimento que as agressões me causavam. &lt;strong&gt;Fiquei preocupada comigo mesma e pedi ajuda. &lt;/strong&gt;Avisei meus pais sobre o problema e eles procuraram a escola, o que aumentou o diálogo sobre &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; com os alunos. Comecei  a frequentar uma psicóloga e uma nutricionista e hoje estou superbem.  Se você sofre com o bullying, na maioria das vezes quer fugir dele, se esconder, mas se não se abrir para o diálogo e não enfrentar isso, nunca superará o problema.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-522" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/06/MATERIA-BULLYING1.jpg" alt="" width="580" height="376" /&gt;&lt;br /&gt;
Já a &lt;strong&gt;L.B.&lt;/strong&gt;, 18 anos, que também sofria com comentários maldosos por ser gordinha, &lt;strong&gt; nunca conseguiu superar&lt;/strong&gt; os problemas que sofreu nos seus dias de colégio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Eu sofro com o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; desde pequena. Comecei a engordar depois da 1ª série e minha autoestima ficou muito abalada com isso. Alguns meninos do meu colégio nunca perdiam a oportunidade de me zoar  por causa disso. Eles me chamavam de gorda, feia e até fizeram uma música sobre mim.  Mudei de escola querendo que aquele sofrimento acabasse, mas, coincidentemente,  um dos meninos que costumava me zoar se mudou para o mesmo lugar que eu.  Em um intervalo, na escola nova, ele me chamou e, só de ouvir ele falar meu nome tive uma crise de choro e tive que ir embora. &lt;strong&gt;Mesmo fazendo algum tempo que esse problema passou, eu não consigo superar&lt;/strong&gt;. Eu não me acho bonita, não gosto de mim mesma, já tive depressão e me automutilei . Hoje posso me considerar melhor, mas só de ver algum desses meninos, mesmo que de longe, tenho crises de pânico.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A psicóloga Ana Paula Maia explicou pra gente por que, apesar da agressão ser praticamente a mesma em ambos os casos, uma conseguiu superar o problema e a outra não. “O fato de uma ter superado o problema e a outra não pode se dever a vários fatores. A gente é uma caixa de surpresas. Enquanto uns conseguem se resolver, outros surtam completamente. &lt;strong&gt;É tudo uma questão de ter o desejo de mudança&lt;/strong&gt;. A pessoa vê aquilo que os outros implicam e resolve procurar ajuda e se tratar para superar isso. É como vemos no seriado &amp;#8216;Glee&amp;#8217;, onde os personagens trabalham o que não gostam dentro deles. A superação depende também de como essa pessoa tem suporte em casa. Se os pais estão atentos ao problema e apoiam o filho, com certeza as possibilidades de superação são melhores.”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Se você sofre com o bullying, não se cale e enfrente esse problema. Será melhor para você e evitará que outros passem pelo mesmo que você passou! =)&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Equipe Capricho</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[&quot;Por causa do bullying, comecei a me auto-mutilar&quot;]]></title>
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		<updated>2012-05-24T14:28:55Z</updated>
		<published>2011-06-06T17:56:48Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="escola" />		<summary type="html"><![CDATA[A leitora G.V., de 13 anos, mandou sua história sobre bullying para nós. No caso dela, a situação chegou ao extremo. O sofrimento que as agressões causaram era tão grande que ela começou a se mutilar. “Por causa do bullying, comecei a me auto-mutilar. Eu sofro bullying desde os 6 anos, tudo porque tenho uma [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/por-causa-do-bullying-comecei-a-me-auto-mutilar/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-509" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/06/MATERIA-BULLYING.jpg" alt="" width="580" height="339" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leitora &lt;strong&gt;G.V.&lt;/strong&gt;, de 13 anos, mandou sua história sobre bullying para nós. No caso dela, a situação chegou ao extremo. &lt;strong&gt;O sofrimento que as agressões causaram era tão grande que ela começou a se mutilar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Por causa do bullying, comecei a me auto-mutilar. Eu sofro &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; desde os 6 anos, tudo porque tenho uma marca de nascença no rosto, parecida com uma mancha. Em 2008, tudo ficou mais grave. Eu era nova na escola, e quando chegou próximo ao meu aniversário, eu chamei toda a turma para fazer parte, mas ninguém apareceu. A partir disso, comecei as mutilações, pois não me sentia mais importante para ninguém. Este ano, um aluno que era novo na escola em que eu estudo começou a me zuar, e por causa dele, logo em seguida, a escola toda estava me agredindo. Eles falavam que eu estava suja e tentavam limpar meu rosto, no lugar onde tenho minha mancha. Não tinha coragem de contar para os meus pais, mas tive que conversar com meu pai sobre o assunto. Ele foi até a escola falar do problema, e os meninos que fizeram isso comigo foram transferidos, mas o vazio que eu sinto ficou.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós conversamos com a psicóloga Fabiana Pires, que comentou o depoimento da G. “ É essencial promover a conscientização de pais, professores, alunos e todos os que assistem a esse tipo de prática que tanto mal causam as pessoas. Ensinar o respeito pela diversidade é promover a saúde mental e física de todos.”, contou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você passa por um problema como esse não fique calada. Conte aos seus pais e aos responsáveis no seu colégio e enfrente o problema. Essa é uma das maneiras de fazer as agressões pararem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você também sofre com o bullying? Manda a sua história para gente.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Andressa Fernandes</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Depoimento: Bruna Vieira sofreu bullying, superou e hoje é uma blogueira superfamosa!]]></title>
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		<updated>2011-05-27T19:06:33Z</updated>
		<published>2011-05-27T19:06:33Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Sem categoria" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bruna veira" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="depoimento" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="depois dos quinze" />		<summary type="html"><![CDATA[A blogueira Bruna Vieira, 17 anos, mandou seu depoimento pra gente. Criadora do Depois dos Quinze, ela conta como sofreu, enfrentou e superou o bullying! Olha só: (Foto: arquivo pessoal) “Sempre fui muito tímida. Tinha medo de fazer novas amizades e acho que isso surgiu com as brincadeiras dos colegas de classe. Quando era menor, [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/bruna-vieira-sofreu-bullying-superou-e-hoje-e-uma-blogueira-superfamosa/">&lt;p&gt;A blogueira&lt;strong&gt; Bruna Vieira&lt;/strong&gt;, 17 anos, mandou seu depoimento pra gente. Criadora do &lt;a href="http://www.depoisdosquinze.com/" target="_blank"&gt;Depois dos Quinze&lt;/a&gt;, ela conta como sofreu, enfrentou e superou o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;! Olha só:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-480" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/05/bullying-ddq.jpg" alt="" width="580" height="435" /&gt;&lt;em&gt;(Foto: arquivo pessoal)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Sempre fui muito tímida. Tinha medo de fazer novas amizades e acho que isso surgiu com as brincadeiras dos colegas de classe. Quando era menor, usava óculos, era estrábica, gordinha e bem desajeitada. Logo surgiram os apelidos de mau gosto. Para me refugiar de tudo isso, comecei a me interessar muito por fotografia, internet e leitura. Eu tinha quase 2 mil fotos no Orkut, vários textos escritos e um blog recém-criado, chamado B-maybe.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;No 1º ano do colegial, mudei de escola. No dia do trote, uma garota do 2º ano tirou uma foto minha e colocou no no Orkut, sem autorização. E o pior, com a legenda&lt;em&gt; ‘Sorry caloura, aqui não tem photoshop!’&lt;/em&gt;. Isso me deixou muito triste, principalmente porque os outros alunos da escola acharam a ‘brincadeira’ engraçada e comentaram coisas horríveis a meu respeito. &lt;strong&gt;Embora eu tenha sentido muita vontade de desistir, resolvi seguir em frente&lt;/strong&gt; e não deixar que isso abalasse minha felicidade: afinal, eu havia passado em 2º lugar em um dos concursos mais disputados da região.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;&lt;strong&gt;Todo mundo que comentou aquelas coisas, com o tempo e a convivência, tornaram-se meus colegas e amigos. &lt;/strong&gt;A própria garota que publicou a foto veio pedir desculpa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;Hoje, três anos depois, percebo o quanto tudo isso mudou minha vida. Com a ajuda da minha mãe, dos meus novos amigos e das minhas leitoras, consegui superar tudo aquilo. &lt;strong&gt;Não guardo mágoas, pois foi graças a tudo que aconteceu que me tornei o que sou hoje.&lt;/strong&gt; Aprendi a dar importância às coisas certas, e a simplesmente não me importar com o que pensam ou dizem a meu respeito (na internet ou fora dela).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;Tento passar isso diariamente com meus textos e fazer com que as pessoas enxerguem o mundo de uma maneira diferente, sem &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; ou qualquer outro tipo de preconceito. &lt;strong&gt;Com mais amor, blush e abraço apertado!&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;ps:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; me formo este ano no colégio. Meu blog mudou de nome (agora é o &lt;a href="http://www.depoisdosquinze.com/" target="_blank"&gt;Depois dos Quinze&lt;/a&gt;). Tirei os óculos e uso lentes, emagreci e não sou mais tão tímida. Nada como o tempo =)”&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left"&gt;&lt;strong&gt;Você também já enfrentou o bullying? Mande sua história pra gente!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Andressa Fernandes</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[&quot;Mesmo com o fim das agressões, eu não consigo superar o trauma&quot;]]></title>
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		<updated>2012-05-24T14:29:03Z</updated>
		<published>2011-05-23T18:30:23Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="combate" />		<summary type="html"><![CDATA[A leitora M. Y., de 12 anos, mandou seu depoimento pra gente pois estava se sentindo cada vez mais angustiada com os problemas que passou na escola. Mesmo tendo conseguido fazer as agressões pararem, ela continua se sentindo mal. “Eu sempre sofri bullying, tanto que eu já tive que trocar de escola cinco vezes, mas [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/mesmo-com-o-fim-das-agressoes-eu-nao-consigo-superar-o-trauma/">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-467" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/05/materia-bullying.jpg" alt="" width="580" height="470" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leitora&lt;strong&gt; M. Y&lt;/strong&gt;., de 12 anos, mandou seu depoimento pra gente pois estava se sentindo cada vez mais angustiada com os problemas que passou na escola. Mesmo tendo conseguido fazer as agressões pararem, ela continua se sentindo mal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Eu sempre sofri &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;, tanto que eu já tive que trocar de escola cinco vezes, mas é na minha escola atual que eu sofri as piores agressões. As pessoas da minha sala me xingam, me ameaçam, fazem montagens com as minhas fotos e espalham mentiras a meu respeito. A situação é tão grave que eles até fizeram um abaixo assinado para provar que eu era a menina mais feia da escola. Tinha problemas em contar para os meus pais, pois me sentia muito constrangida com essa situação. Mas tomei coragem e contei para eles. Eles foram até o meu colégio e contaram toda a situação para a direção. A diretora fez com que as meninas que começaram com as agressões me pedirem desculpa. Mas, mesmo com o fim das agressões, não consigo superar e choro muito.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Casos como o da M. são uma prova de como as agressões podem a magoar a vítima do &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;, mesmo que parem. “As marcas do &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; ficam impregnadas na pessoa, o que pode atrapalhar a sua formação.  Os adolescentes, nessa idade, estão saindo do mundo familiar para se identificar com outros jovens da mesma idade. Quando eles não encontram esse apoio, podem se sentir marcados ou excluídos.”, disse a psicóloga Elizabeth dos Santos Souza. Para superar, é importante contar com o apoio dos pais, e não ter vergonha de se abrir com os verdadeiros amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você passa por uma situação dessas?&lt;strong&gt; Não fiquei calado. Conte o problema para os seus pais e as autoridades de seu colégio e ajude a acabar com o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Equipe Capricho</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Justin Bieber encontra Casey Heynes, o australiano que revidou o bullying!]]></title>
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		<updated>2011-05-05T21:03:24Z</updated>
		<published>2011-05-05T21:03:24Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" />		<summary type="html"><![CDATA[&#160; Como não é segredo para ninguém, Justin Bieber vive postando em seus tuites frases de “Diga não ao Bullying”, tentando conscientizar os praticantes dessa ação. Há algum tempo, começou a circular na internet um vídeo de um menino australiano que revidou o bullying que sofria. Pois Justin aproveitou a passagem de sua turnê pela [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/justin-bieber-faz-campanha-de-combate-ao-bullying-durante-show/">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-421" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/05/MATERIA-BULLYING-2.jpg" alt="" width="580" height="310" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como não é segredo para ninguém, &lt;strong&gt;Justin Bieber&lt;/strong&gt; vive postando em seus tuites frases de “Diga não ao Bullying”, tentando conscientizar os praticantes dessa ação. Há algum tempo, começou a circular na internet um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dxBAy3901kc" target="_blank"&gt;vídeo de um menino australiano que revidou o bullying&lt;/a&gt; que sofria. Pois Justin aproveitou a passagem de sua turnê pela Austrália e chamou &lt;strong&gt;Casey Heynes&lt;/strong&gt;, o garoto do vídeo, para ser convidado vip em um de seus shows!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-423" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/05/MATERIA-BULLYING-JB-1.jpg" alt="" width="580" height="199" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Casey até subiu no palco! No meio do show, JB puxou o assunto com a plateia e então chamou o garoto. “Eu só queria dizer que Casey é uma inspiração, pois ele ensinou que é necessário se defender”, disse o cantor. Esse vídeo mostra todo o encontro dos dois!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="580" height="435" src="http://www.youtube.com/embed/b_rZn8YKEzU?fs=1&amp;#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Casey  conheceu Justin nos bastidores do show. Ele contou que quando bateu no garoto que o estava ofendendo, não pensou muito sobre o assunto, apenas fez porque cansou de ser humilhado. Justin deu sua opinião também, dizendo que &lt;strong&gt;acredita que as pessoas não podem se calar com esse problema&lt;/strong&gt;, e que elas devem contar para os seus pais o que está acontecendo. “Você nem sempre pode devolver a agressão, mas, às vezes, você precisa”, completou o cantor.Justin abriu o coração dizendo que também sofreu com o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; no colégio, pois, como se dava bem nos esportes, quase não tinha amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você achou da atitude do Justin?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Equipe Capricho</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Emily Osment fala sobre bullying: &quot;Não devemos ficar calados&quot;]]></title>
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		<updated>2012-05-24T14:29:09Z</updated>
		<published>2011-04-28T15:38:55Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Com os famosos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Emily Osment" />		<summary type="html"><![CDATA[Ao contrário de muitas celebridades que já afirmaram ter sofrido com o bullying nos seus tempos de colégio, Emily Osment nunca teve que enfrentar esse problema. Mas, recentemente, a atriz e cantora deu seu apoio às pessoas que sofrem com a agressão. Filha de uma professora, Emily disse que ouvia desde criança as histórias de [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/emily-osment-fala-sobre-bullying/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-409" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/04/EMILY-BULLYING.jpg" alt="" width="580" height="422" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário de muitas celebridades que já afirmaram ter sofrido com o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; nos seus tempos de colégio, &lt;strong&gt;Emily Osment&lt;/strong&gt; nunca teve que enfrentar esse problema. Mas, recentemente, a atriz e cantora deu seu apoio às pessoas que sofrem com a agressão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Filha de uma professora, Emily disse que ouvia desde criança as histórias de violência na escola, o que a fez saber lidar com a situação e ficar longe daqueles que agiam dessa maneira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Os estudantes se tornam praticantes do&lt;em&gt; bullying&lt;/em&gt; pois geralmente tem problemas entre eles. Os agressores não aceitam que as outras pessoas possam ser melhores que eles em algumas coisas. É muito difícil dar um conselho geral para vítimas desse problema, pois cada caso é um caso.&lt;strong&gt; O que posso dizer é que não devemos ficar calados frente a situações como essa.&lt;/strong&gt; A pessoa agredida deve procurar alguém de confiança e contar tudo o que está acontecendo para o problema ser solucionado.”, contou a cantora e atriz em entrevista à &lt;a href="http://www.bravo.pl/stop_przemocy/gwiazdy_przeciw_przemocy/emily-osment/ida,908673/" target="_blank"&gt;Bravo da Polônia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sofre com o bullying? Sigo o conselho de Emily e enfrente o problema!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Rafaela Polo</name>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[&quot;Mudei de escola, mas as marcas do bullying ainda não sumiram&quot;]]></title>
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		<updated>2011-04-26T17:52:31Z</updated>
		<published>2011-04-26T17:52:31Z</published>
		<category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="bullying" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Com os famosos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Depoimentos" /><category scheme="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying" term="Nas escolas" />		<summary type="html"><![CDATA[A leitora C. L, de 15 anos, mandou seu depoimento para gente contando seus problemas. As agressões com ela foram tão graves que, além de largar a escola, ela teve que começar a ter acompanhamento psicológico. “As pessoas costumam me zoar desde pequena e nessa época eu nem me importava, mas percebi que com o [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/eu-mudei-de-escola-mas-as-marcas-do-bullying-ainda-nao-sumiram/">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-395" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/04/BULLYING-MATERIA.jpg" alt="" width="580" height="299" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leitora&lt;strong&gt; C. L&lt;/strong&gt;, de 15 anos, mandou seu depoimento para gente contando seus problemas. As agressões com ela foram tão graves que, além de largar a escola, ela teve que começar a ter acompanhamento psicológico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“As pessoas costumam me zoar desde pequena e nessa época eu nem me importava, mas percebi que com o passar dos anos, as zoações frequentes começaram a influenciar e atrapalhar a minha convivência com meus colegas. Eu cheguei a entrar em depressão, pois não conseguia mais me relacionar com as pessoas. Os garotos do colégio não olhavam para mim e só me atacavam, me chamavam de gorda, nojenta, até de diabo já me chamaram. &lt;strong&gt;A gota d´água foi quando uma colega levou um cano de PVC na escola só para me agredir.&lt;/strong&gt; Eu consegui escapar da agressão e fui contar para a diretora sobre o problema. Ela não tomou nenhuma atitude a respeito e ainda me acusou de estar mentindo por querer ser a “queridinha” de todos. Eu mudei de escola, mas as marcas do &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; ainda não sumiram. Hoje faço tratamento para lidar com o problema.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a psicóloga &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Célia Mello, mudar de escola é uma última saída. “Cada caso é um caso, já que existem adolescentes que conseguem se defender sozinhos, sem a ajuda dos pais ou da coordenação da escola. &lt;strong&gt;Mas acredito que a troca do colégio seja uma medida extrema a ser tomada.&lt;/strong&gt; Essa menina já faz tratamento, o que pode ajudá-la a superar esse problema, mas esse trauma pode se tornar parte da personalidade dessa pessoa.”, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, mudar de escola até pode ser uma solução, mas nem sempre resolverá os problemas deixados pelo &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entre as celebridades&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esta semana o assunto&lt;em&gt; bullying&lt;/em&gt; ganhou novamente destaque nas notícias depois que boatos sobre&lt;em&gt; &lt;/em&gt;esse tipo de agressão começaram a  cercar a vida da atriz &lt;strong&gt;Emma Watson.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-396" src="http://capricho.abril.com.br/blogs/diganaoaobullying/files/2011/04/EMMA-MATERIA.jpg" alt="" width="580" height="349" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo começou porque ela está deixando a faculdade que cursa, a Brown, por outra instituição ainda não divulgada. O anúncio fez com que as pessoas começassem a especular que a saída da universidade seria resultado de possíveis agressões que a atriz estava sofrendo no ambiente universitário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o assessor de Emma, toda essa especulação é uma grande mentira. “Emma aproveitou muito o tempo que ficou na Brown e fez amigos, com os quais ela ainda mantém contanto. Essa história de &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; é mentira. Ela esta mudando de universidade apenas porque quer ingressar em um novo curso”, &lt;a href="http://android.eonline.com/article?id=237891" target="_blank"&gt;disse o assessor em entrevista ao site E!&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a atriz, as agressões podem não ter passado de um boato, mas o &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt; não é nenhuma brincadeira!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tem alguma história para contar? Desabafa com a gente!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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