<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Contando Ninguém Acredita</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</managingEditor><pubDate>Tue, 5 Nov 2024 18:48:42 -0800</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://cna-srz.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:category text="Comedy"/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Porque criado mudo ?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/09/porque-criado-mudo.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:17:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-5838059095849004771</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGj_OPBGXiH1Je3koZ5qvftp8gUHFD87aHk3mkhQeGJN-Wih3w3O3DdZHLcHnhMPnS5k_TuUf1YG5ul3JcEOFLutQBX7ZdHbE1Pu79UYPfFt6bzXBtHQBd-FDLT1ErEhEqP-mVEgp8jkk/s1600-h/Criado+mudo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382534496727013442" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGj_OPBGXiH1Je3koZ5qvftp8gUHFD87aHk3mkhQeGJN-Wih3w3O3DdZHLcHnhMPnS5k_TuUf1YG5ul3JcEOFLutQBX7ZdHbE1Pu79UYPfFt6bzXBtHQBd-FDLT1ErEhEqP-mVEgp8jkk/s200/Criado+mudo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O termo "criado-mudo" se deve ao fato de que a mesa de cabeceira serve como auxiliador, portando objetos os quais não se pretende carregar. Tal função era cumprida por mordomos e criados entre pessoas ricas. Por ser um objeto inanimado e ter utilidade prática equivalente à de um mordomo, é chamado de criado mudo.&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGj_OPBGXiH1Je3koZ5qvftp8gUHFD87aHk3mkhQeGJN-Wih3w3O3DdZHLcHnhMPnS5k_TuUf1YG5ul3JcEOFLutQBX7ZdHbE1Pu79UYPfFt6bzXBtHQBd-FDLT1ErEhEqP-mVEgp8jkk/s72-c/Criado+mudo.bmp" width="72"/></item><item><title>É melhor desenrolar o papel higiênico por cima ou por baixo?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/07/e-melhor-desenrolar-o-papel-higienico.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Fri, 10 Jul 2009 07:06:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-2490133602770105185</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7UL9-nDAw9-KLLJrRsRrP2zg1Taf_HPfFHT-XFsHrKKOUnRNSwXxgPfBNIFqBzgcriEkzU3oxQL3pdKx9AtcSupNwN963XYVo97S1kfXggKUWKuo_9WtY6VJCcJTPrcGERxMmlCOcQbU/s1600-h/ponto+de+vista.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356835585535268098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7UL9-nDAw9-KLLJrRsRrP2zg1Taf_HPfFHT-XFsHrKKOUnRNSwXxgPfBNIFqBzgcriEkzU3oxQL3pdKx9AtcSupNwN963XYVo97S1kfXggKUWKuo_9WtY6VJCcJTPrcGERxMmlCOcQbU/s200/ponto+de+vista.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acredite, é por cima. Basta você fazer uma pesquisa rápida entre amigos e familiares para checar: enquanto a maioria dos homens prefere desenrolar por cima, as mulheres optam pela posição inversa. Nos Estados Unidos, existe até um site para votar pelo americanway de colocar o papel (&lt;a href="http://www.thegreatamericantoiletpaperdebate.com/"&gt;http://www.thegreatamericantoiletpaperdebate.com/&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;POR CIMA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A ponta livre do papel é facilmente identificável, estando geralmente em repouso sobre o rolo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo se você tentar deixá-la fora do campo de visão, virada para a parede, o papel vai acabar rolando e ela ficará suspensa, mas pela frente e – ufa! – bem visível!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo com apenas uma mão livre para fazer o que tem que fazer, a disposição por cima leva vantagem. Após o puxão, o rolo pára quase imediatamente, deixando a ponta livre disponível para o próximo momento de aperto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;POR BAIXO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O papel já precisa estar bem desenrolado para que a ponta apareça por trás do rolo e entre no campo de visão – caso a pessoa se limpe de pé, ele deve estar mais solto ainda. E, se o rolo não estiver desenroscado o suficiente, pior: você terá que apelar para o tato para encontrar a ponta...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, é preciso rasgar o papel com uma só mão, pois a outra está ocupada segurando uma camisa comprida ou um vestido. Ao dar o puxão para o lado, o rolo tende a continuar girando. Resultado: um bolo de papel desenrolado no chão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: Me&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7UL9-nDAw9-KLLJrRsRrP2zg1Taf_HPfFHT-XFsHrKKOUnRNSwXxgPfBNIFqBzgcriEkzU3oxQL3pdKx9AtcSupNwN963XYVo97S1kfXggKUWKuo_9WtY6VJCcJTPrcGERxMmlCOcQbU/s72-c/ponto+de+vista.JPG" width="72"/></item><item><title>Se Jesus fosse "vendido" hoje quanto Judas teria recebido em reais?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/05/se-jesus-fosse-vendido-hoje-quanto.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Fri, 22 May 2009 07:08:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-8252629696025368516</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaLiVLXsIUXrWWeY2oKyRqQ6NKwk2zzdqwS9lTrTe8RUlq51IWua1OCUvEDAeoMbyfB54xzPmeEBOTiuS1DGDud6WQO_UwG-dLorQxgNTCO4TVJoqc5dAeOrS06DrGI5N0SydKgscVWEA/s1600-h/Judas.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338651372612347394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaLiVLXsIUXrWWeY2oKyRqQ6NKwk2zzdqwS9lTrTe8RUlq51IWua1OCUvEDAeoMbyfB54xzPmeEBOTiuS1DGDud6WQO_UwG-dLorQxgNTCO4TVJoqc5dAeOrS06DrGI5N0SydKgscVWEA/s200/Judas.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É quase impossível estabelecer um valor definitivo – o máximo que se pode fazer é comparar, naquele tempo e nos dias de hoje, o poder de compra da grana que Judas faturou. Primeiro, vamos ao que diz a Bíblia. Na Judéia do século 1, Judas, um dos 12 apóstolos de Jesus, teria ganho 30 moedas de prata para entregar a identidade de seu mestre aos sacerdotes judeus, lideranças religiosas de Jerusalém que queriam matá-lo. Ao que tudo indica, o dinheiro do suborno era um pé-de-meia bem razoável. "No Império Romano, do qual a Judéia fazia parte, as moedas de prata eram comuns no comércio de elite, como na troca de terras, por exemplo. Com as 30 moedas que Judas ganhou, dava para comprar uma pequena fazenda", diz o historiador e especialista em moedas Cláudio Umpierre Carlan, do Museu Histórico Nacional. Com os preços de sítios na atualidade, podemos tentar uma aproximação de valores – lembrando sempre que estamos fazendo um exercício de imaginação e não uma conta exata. Só para dar uma idéia, uma chácara de 1 000 m2 , com benfeitorias, próxima a Manaus, no Amazonas, sai por cerca de 20 mil reais. Em uma área mais valorizada, como a zona rural de São José dos Campos, no interior de São Paulo, uma chácara igual vale perto de 40 mil reais. Antes de bater o martelo, porém, vamos analisar uma outra pista da Bíblia. Em seus escritos, o evangelista Mateus afirma que Judas se arrependeu, devolveu o dinheiro aos sacerdotes e se enforcou depois de ter traído Jesus. Com a grana de volta, os religiosos teriam comprado um cemitério. No nosso paralelo com os dias de hoje, um cemitério não muito grande, com espaço para 2 mil sepulturas, ocupa uma área de 15 mil m2. Mas qual era o valor de uma área dessas no Oriente Médio do século 1? "Como Jerusalém era uma cidade muito povoada, existiam poucos terrenos vazios e eles não deviam ser muito baratos", afirma outro historiador, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Comparando a Jerusalém do século 1 com uma metrópole em expansão nos dias de hoje, como Ribeirão Preto (SP), chegaríamos a um outro valor hipotético: nessa cidade, um terreno de 15 mil m2 , sem benfeitorias, custa cerca de 50 mil reais. É o máximo que dá para especular sobre o "preço" de Jesus, já que a Bíblia não oferece muitos detalhes sobre o episódio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: www.mundoestranho.com.br&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaLiVLXsIUXrWWeY2oKyRqQ6NKwk2zzdqwS9lTrTe8RUlq51IWua1OCUvEDAeoMbyfB54xzPmeEBOTiuS1DGDud6WQO_UwG-dLorQxgNTCO4TVJoqc5dAeOrS06DrGI5N0SydKgscVWEA/s72-c/Judas.png" width="72"/></item><item><title>Novidades!!!</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/05/novidades.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Tue, 12 May 2009 09:44:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-8895610749256480816</guid><description>Ola pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos com um quadro novo, ele vai nos mostrar como as coisas são feitas, hoje comessamos com um making of de uma luta entre Batman e Coringa pois Contando Ninguem Acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa diversão !!!</description></item><item><title>Chorar as pitangas</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/05/chorar-as-pitangas.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Mon, 11 May 2009 08:54:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-1933435535724601780</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnLTWSoCgPg4yHpcwAis5JVIs_9tEtJC4Z33uz8NuLtpyPUJKvMs-iasOA2wKSzBNeNIo7lL-iWIRl7oXBVXZ2qTm9ei-VlWHHgZtvBPst0Q6b_rOtPgFrlsHPclF6RjDD70sAFHCzF7w/s1600-h/Chorar%20as%20pitangas%20-%20BRESCOLA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334598459554449538" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 155px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnLTWSoCgPg4yHpcwAis5JVIs_9tEtJC4Z33uz8NuLtpyPUJKvMs-iasOA2wKSzBNeNIo7lL-iWIRl7oXBVXZ2qTm9ei-VlWHHgZtvBPst0Q6b_rOtPgFrlsHPclF6RjDD70sAFHCzF7w/s200/Chorar%2520as%2520pitangas%2520-%2520BRESCOLA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.brasilescola.com/curiosidades/chorar-as-pitangas.htm"&gt;Depois de alguns dias fora, estou retornando com a "corda toda" para seguir a nossa caminhada letiva...rs Lendo mil coisas por aí, encontrei uma curiosidade muito interessante, vejam só:&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em sua história, o Brasil se comportou como um rico mosaico de culturas onde influências diversas deram origem às várias facetas que hoje tentam definir a figura do brasileiro. Sem dúvida, é praticamente impossível alegar que nosso país seja portador de uma “cultura pura”. Povos oriundos das mais diversas partes do mundo deixaram aqui sua marca, compondo a formação de um amplo leque de hábitos, gestos e expressões que não reconhecem nenhum tipo de limitação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No início do processo de colonização, apesar das várias situações de conflito, portugueses e indígenas estabeleceram um contato empreendedor de diversas trocas culturais. Com esse respeito, alguns historiadores chegam a levantar a hipótese de que as dificuldades enfrentadas pelos colonos lusitanos seriam bem maiores caso não buscassem os saberes acumulados pelas sociedades indígenas que há séculos desbravaram o território.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De fato, o desafio de se adaptar a um espaço desconhecido deve ter feito muitos colonos “chorar lágrimas de sangue”. No entanto, se um português fosse se queixar a um indígena por meio dessa expressão gastaria certo tempo para que essa metáfora fizesse algum sentido para o nativo. É justamente aí que o contato entre esses dois mundos distintos, no caso, indígena e português, possibilitou a criação de novas expressões que perpetuaram em nosso cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segundo a indicação de algumas pesquisas, como a do folclorista Câmara Cascudo, o termo “chorar as pitangas” foi cunhado por meio desse contato entre culturas diferentes. No caso, o “sangue” que compunha a expressão lusitana foi substituído por “pitanga”, que significa “vermelho” na língua tupi. Dessa forma, o termo acabou fazendo alusão à uma lamentação extensa, onde o reclamante passaria chorando até ficar com seus olhos avermelhados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Foi assim que uma nova expressão foi desenhada para reclamar das várias intempéries ocorridas durante o longo e difícil processo de dominação do território brasileiro. Não se limitando ao passado colonial, ainda temos muitas pessoas que admitem “chorar suas pitangas” quando algum tipo de contratempo sobrevém.&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnLTWSoCgPg4yHpcwAis5JVIs_9tEtJC4Z33uz8NuLtpyPUJKvMs-iasOA2wKSzBNeNIo7lL-iWIRl7oXBVXZ2qTm9ei-VlWHHgZtvBPst0Q6b_rOtPgFrlsHPclF6RjDD70sAFHCzF7w/s72-c/Chorar%2520as%2520pitangas%2520-%2520BRESCOLA.jpg" width="72"/></item><item><title>A Origem do Desodorante</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/04/origem-do-desodorante.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Wed, 22 Apr 2009 09:16:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-8034150350431015211</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOxE0oGqeFUE-VAe1EuEVbDjbMP21Abebfun-AgcKX-mgcN1OEHVBGNc8EZ721jPzt0Z6gFQ2OBtyO_dByv0FQveLnrun0CcduFueMEpsy2XWsnqD6SHipAN0Knyww75gDqKGCjYfnJb4/s1600-h/perfume.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327553073626449618" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 141px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOxE0oGqeFUE-VAe1EuEVbDjbMP21Abebfun-AgcKX-mgcN1OEHVBGNc8EZ721jPzt0Z6gFQ2OBtyO_dByv0FQveLnrun0CcduFueMEpsy2XWsnqD6SHipAN0Knyww75gDqKGCjYfnJb4/s200/perfume.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde a época do Império Romano que se tenta controlar o suor e o odor produzidos pelas axilas. Os homens desta época usavam pequenas almofadas aromatizadas debaixo das axilas para diminuir o odor provocado pelo suor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do século XX, os Estados Unidos fabricaram um produto a base de sulfato de potássio e sulfato de alumínio, que seria capaz de controlar o suor e diminuir o odor, e deram o nome de desodorante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em razão do alto preço, o produto somente se espalhou no Ocidente. Após a Segunda Guerra Mundial os preços caíram e assim o desodorante se tornou acessível. Hoje, o desodorante apresenta diversas formas que podem ser escolhidas de acordo com a necessidade de cada um, encontramos desodorantes aromatizados ou sem perfume, com ou sem álcool e os com ou sem agentes bactericidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem ainda ser antitranspirante, que fecha cerca de 50% das glândulas sudoríparas, ou antiperspirante que reduz a formação do mau cheiro e a transpiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Ig&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOxE0oGqeFUE-VAe1EuEVbDjbMP21Abebfun-AgcKX-mgcN1OEHVBGNc8EZ721jPzt0Z6gFQ2OBtyO_dByv0FQveLnrun0CcduFueMEpsy2XWsnqD6SHipAN0Knyww75gDqKGCjYfnJb4/s72-c/perfume.bmp" width="72"/></item><item><title>Por que bocejamos?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/04/por-que-bocejamos.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Thu, 16 Apr 2009 10:33:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-2882858317392834658</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRrW77Ng47shst_nxwNyfs5WWSh7jJBnCH4I7_fEr23rWkW0QPifpEDvf8XhUgNjR62XT0MsIymmNNL0GAhpS0WSZZwOwU_iMtX03b-7xXc5knxWGb2LaKVikoVxEEBXv5qbGjRbGop-A/s1600-h/BOCEJO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325343948130708594" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRrW77Ng47shst_nxwNyfs5WWSh7jJBnCH4I7_fEr23rWkW0QPifpEDvf8XhUgNjR62XT0MsIymmNNL0GAhpS0WSZZwOwU_iMtX03b-7xXc5knxWGb2LaKVikoVxEEBXv5qbGjRbGop-A/s200/BOCEJO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bocejo é uma ação involuntária, na qual abrimos a boca e respiramos fundo. Pesquisas recentes afirmam que esse mecanismo ocorre em fetos de 11 semanas de vida. Até certos animais, como cachorros, gatos e peixes, por exemplo, também bocejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma pessoa boceja, abre bem a sua boca, permitindo a inalação de uma grande quantidade de ar. Ao realizar a inspiração, o pulmão se expande, os músculos abdominais são flexionados e o diafragma é contraído. O bocejo também provoca o aumento do ritmo do batimento cardíaco, elevando-o em até 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, não se sabe exatamente o que provoca o bocejo. Existem três teorias que tentam explicá-lo. A teoria física afirma que nós bocejamos para obter uma maior quantidade de oxigênio e eliminar um acúmulo de dióxido de carbono. Por esse motivo, segundo essa teoria, nós bocejamos bastante quando estamos em grupo, uma vez que muitas pessoas produzem uma maior quantidade de dióxido de carbono no ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria da evolução prega que os nossos ancestrais já realizavam uma espécie de bocejo para mostrar os seus dentes e intimidar os outros, e que esse ato seria uma manifestação de confronto. Outra tese, e talvez a mais conhecida, é a de que o bocejo acontece em situações de tédio, fadiga ou cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, não é possível explicar o porquê de o bocejo ser provocado. Provavelmente, ele é um mecanismo necessário para o bom estado do corpo físico, visto que aumenta a quantidade de oxigênio e o ritmo dos batimentos cardíacos, no entanto, esses benefícios podem ser facilmente proporcionados com a atividade física. Desta forma, o bocejo ainda é um assunto a ser explorado. Outro aspecto interessante é que, quando vemos e ouvimos alguém bocejar ou lemos algo sobre o bocejo – como este artigo – existe uma grande probabilidade de bocejarmos também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Ig&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRrW77Ng47shst_nxwNyfs5WWSh7jJBnCH4I7_fEr23rWkW0QPifpEDvf8XhUgNjR62XT0MsIymmNNL0GAhpS0WSZZwOwU_iMtX03b-7xXc5knxWGb2LaKVikoVxEEBXv5qbGjRbGop-A/s72-c/BOCEJO.jpg" width="72"/></item><item><title>O verdadeiro Cabral, quem descobriu o Brasil?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/04/o-verdadeiro-cabral-quem-descobriu-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Mon, 13 Apr 2009 08:01:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-9051007918940271207</guid><description>Jorge Couto é um historiador e professor português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBl_uBN6y3mHuYpPnHrJ5Xr1OqlMwrUrMzfNVuxLye3Uy4uwKdEtt8agLls-TmltG9igqoZ64z2tkfGmpT2w3IJsGkkGCf9qvojvsrG_lPVisyZEvPDoRRKJ4r1AUi7omNY1YUcegeeXE/s1600-h/pes_175293.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324192668944193842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBl_uBN6y3mHuYpPnHrJ5Xr1OqlMwrUrMzfNVuxLye3Uy4uwKdEtt8agLls-TmltG9igqoZ64z2tkfGmpT2w3IJsGkkGCf9qvojvsrG_lPVisyZEvPDoRRKJ4r1AUi7omNY1YUcegeeXE/s200/pes_175293.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Docente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador no Centro de História da mesma Universidade, é considerado o principal especialista luso em História do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu livro mais conhecido, A construção do Brasil (Lisboa, 1995), defende a tese da descoberta do Brasil em 1498, por Duarte Pacheco Pereira, com base no estudo do manuscrito Esmeraldo de situ orbis, produzido pelo próprio Duarte Pacheco entre 1505 e 1508 e que ficou desaparecido por quase quatro séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sustentar a sua tese, Jorge Couto cruzou dados sobre as relações políticas entre Portugal e a Espanha à época, debruçou-se sobre interpretações minuciosas do "Esmeraldo" e de exemplares da cartografia da época, estudou os métodos usados no final do século XV para calcular a longitude e recorreu a relatos históricos sobre as antigas populações indígenas da Amazônia e aos resultados das recentes pesquisas feitas pela arqueóloga estadunidense Anna Curtenius Roosevelt em Santarém e na ilha do Marajó, no estado brasileiro do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É autor de numerosos livros, artigos, introduções e prefácios publicados em Portugal, Brasil, Espanha, França, Estados Unidos da América do Norte, China e Japão. Alguns dos seus livros e artigos foram traduzidos para inglês, espanhol, francês e japonês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ocasião do Bicentenário da Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil (2008) publicou diversos artigos em catálogos de exposições e obras colectivas editados em Lisboa, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi presidente do Instituto Camões (1998-2002) e exerce, desde Novembro de 2005, as funções de director da Biblioteca Nacional de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi agraciado com condecorações de diversos países (Brasil, França, Roménia, Marrocos e Togo), avultando as brasileiras (Grã-Cruz da Ordem do Rio Branco, comendador da Ordem do Cruzeiro do Sul e oficial da Ordem de Mérito Naval).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBl_uBN6y3mHuYpPnHrJ5Xr1OqlMwrUrMzfNVuxLye3Uy4uwKdEtt8agLls-TmltG9igqoZ64z2tkfGmpT2w3IJsGkkGCf9qvojvsrG_lPVisyZEvPDoRRKJ4r1AUi7omNY1YUcegeeXE/s72-c/pes_175293.jpg" width="72"/></item><item><title>Quem é o pai dos sobrinhos do Pato Donald?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/04/quem-e-o-pai-dos-sobrinhos-do-pato.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Tue, 7 Apr 2009 10:22:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-1508622896629990909</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF1sAitqA2_x8ihH42tw9vMnQnqLOvPJpz-Jm7SxJeNwYDUxrhsBdW0Gmf2ssgn3sF6Q4QpXqcHIlu6AUyIyUmbE0YSOS11IZy6TFcxPTQlLg4PV62mOBveiYXA6dVu0TgsAFNZMV2OZs/s1600-h/FamiliaPatoporDonRosa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322002529052509698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 231px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF1sAitqA2_x8ihH42tw9vMnQnqLOvPJpz-Jm7SxJeNwYDUxrhsBdW0Gmf2ssgn3sF6Q4QpXqcHIlu6AUyIyUmbE0YSOS11IZy6TFcxPTQlLg4PV62mOBveiYXA6dVu0TgsAFNZMV2OZs/s320/FamiliaPatoporDonRosa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Só há pistas sobre a mãe deles. A identidade do pai continua sendo um dos maiores mistérios da história de Patópolis, a cidade fictícia habitada por Donald, Tio Patinhas e companhia nas histórias em quadrinhos Disney. Os trigêmeos Huguinho, Zezinho e Luizinho (como são conhecidos no Brasil) estão entre os personagens mais antigos dessa família: sua aparição data de outubro de 1937, apenas três anos depois do surgimento do próprio Donald. Apesar de tanto tempo de estrada, pouco se sabe sobre seus pais. No início da década de 50, Carl Barks - um dos principais desenhistas, roteiristas e animadores da Disney - criou uma árvore genealógica na qual a mãe do trio era identificada como Thelma, irmã gêmea de Donald. No lugar do pai, aparecia apenas um sinal de interrogação. Outra árvore genealógica mais completa, criada em 1993 pelo ilustrador e roteirista Don Rosa, também deixou esse espaço em branco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira explicação está no conceito de entretenimento familiar dos Estúdios Disney, que busca ser o mais assexuado possível. "Por isso, os laços familiares nessas histórias sempre se distanciaram da realidade. Quase não há contato entre pais e filhos - as relações se dão entre sobrinhos e tios, ou netos e avós - e os personagens nunca se casam", diz o especialista em quadrinhos Álvaro de Moya, autor do livro O Mundo de Disney.&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF1sAitqA2_x8ihH42tw9vMnQnqLOvPJpz-Jm7SxJeNwYDUxrhsBdW0Gmf2ssgn3sF6Q4QpXqcHIlu6AUyIyUmbE0YSOS11IZy6TFcxPTQlLg4PV62mOBveiYXA6dVu0TgsAFNZMV2OZs/s72-c/FamiliaPatoporDonRosa.jpg" width="72"/></item><item><title>Será que Adão tinha umbigo?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/04/sera-que-adao-tinha-umbigo.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Thu, 2 Apr 2009 08:13:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-1662138656498055651</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4hKSG4i4kfpsR-MyumK9gnEQWgWSy-EWMo327eHR6OVCPY1s212BazP8mlhiwEgRSytQlJqn7Gent-VdNwF88x86GRXsZr4D_KJBRncPDleRHoGYIeMLSz6VC4BiUwiupEfqEqO8gCDA/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320113157150371842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 243px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4hKSG4i4kfpsR-MyumK9gnEQWgWSy-EWMo327eHR6OVCPY1s212BazP8mlhiwEgRSytQlJqn7Gent-VdNwF88x86GRXsZr4D_KJBRncPDleRHoGYIeMLSz6VC4BiUwiupEfqEqO8gCDA/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“...Será que Adão tinha umbigo? Vale a pena observar que alguns criacionistas modernos, incluindo Ken Ham, acreditam que a resposta seja não, porque o umbigo é uma cicatriz do cordão umbilical, e um ser criado – não gerado - não teria porque ter essa cicatriz. A questão sobre o fato de Adão ter ou não umbigo pode soar fútil, mas na Idade Média e no Renascimento isso era um tema de debate freqüente. Artistas que pintaram Adão e Eva no Éden se deparavam com um dilema teológico: nossos primeiros ancestrais deveriam ser retratados com umbigo ou não? Não foram poucos os artistas que resolveram o problema pintando folhas bastante grandes para cobrir até a região do umbigo. Mas em seu famoso quadro que é a peça central do teto da Capela Sistina, Michelangelo deu a Adão um umbigo impressionante. E foi duramente criticado por isso por alguns dos teólogos mais severos de seu tempo. Mas seria tão extremo assim pensar que Deus pudesse ter criado Adão com umbigo? Afinal de contas, o umbigo é uma parte integrante da anatomia humana. A estrutura de nossos músculos abdominais é projetada para acomodar um umbigo. Não consigo pensar em nenhuma razão necessária, teológica ou bíblica, para que Adão e Eva não tivessem umbigos. Nossos patriarcas pareciam adultos normais em todos os aspectos. Provavelmente tinham calos para proteger as solas de seus pés como todos os adultos e seus dentes eram regulares, como se fossem utilizados normalmente, e não afiados, como se nunca tivessem sido utilizados. É claro, toda a questão envolvendo o fato de Adão e Eva terem ou não umbigos (ou calos, ou dentes regulares) é meramente especulativa. As Escrituras simplesmente não se referem ao assunto. Portanto, embora o assunto ainda seja intrigante, não há necessidade de reviver um debate tão trivial com intensidade medieval. Continua o fato, no entanto, de que Adão tinha muitas características associadas à maturidade. Ele não foi criado como embrião nem como bebê. Ele era um homem completamente crescido. Não há motivo para duvidar que tivesse essas características normais de adultos...”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: John MacArthur Jr., Criação ou Evolução, Editora Cultura Cristã, 2004, p. 48 &lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4hKSG4i4kfpsR-MyumK9gnEQWgWSy-EWMo327eHR6OVCPY1s212BazP8mlhiwEgRSytQlJqn7Gent-VdNwF88x86GRXsZr4D_KJBRncPDleRHoGYIeMLSz6VC4BiUwiupEfqEqO8gCDA/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp" width="72"/></item><item><title>Quem inventou o fim de semana?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/03/quem-inventou-o-fim-de-semana.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Sat, 28 Mar 2009 14:34:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-5516342675356947509</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUle3IkY0cdAuPBJu_tl0x7hUgdNt9Y0kxHhwioR5Iv_hYXYTeBJc4P-arfcx0OS7g5TG9GXaO_gVHCvIXZBy18qA1XPfwZCECLUDEQ8y28Lk2NwjdCTs1BDIOZfVnFPzcHKGmd8UukcU/s1600-h/bom-fim-de-semana-6988.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318359219595162946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUle3IkY0cdAuPBJu_tl0x7hUgdNt9Y0kxHhwioR5Iv_hYXYTeBJc4P-arfcx0OS7g5TG9GXaO_gVHCvIXZBy18qA1XPfwZCECLUDEQ8y28Lk2NwjdCTs1BDIOZfVnFPzcHKGmd8UukcU/s320/bom-fim-de-semana-6988.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A definição do sábado e do domingo como dias de descanso semanal remunerado é uma conquista recente dos trabalhadores. "Foi resultado da luta operária surgida na Inglaterra depois da Revolução Industrial, no início do século 19", afirma a historiadora Zilda Gricoli Iokoi, da Universidade de São Paulo (USP). Antes disso, os trabalhadores até podiam tirar uma folguinha por motivos religiosos, mas não recebiam salários relativos aos dias parados. Mas por que justamente o sábado e o domingo foram escolhidos para o repouso semanal? Aí é preciso buscar a explicação mais no passado. Na Antiguidade, os romanos e os adeptos de religiões pagãs dedicavam o sábado ao deus Saturno, que regia a agricultura. Esse dia era reservado para o descanso, numa forma de agradecimento ao deus por uma boa colheita. Em outras religiões, como no judaísmo, o sábado também já era consagrado como um dia de repouso semanal. Já o domingo ganhou esse "status" um pouco mais tarde. Só na era cristã é que passou a ser considerado sagrado, porque Jesus ressuscitou dos mortos neste dia. Por conta disso, os cristãos consagraram o domingo ao Senhor e, para que os fiéis pudessem ir tranqüilamente aos cultos, era natural que fosse um dia sem trabalho. &lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUle3IkY0cdAuPBJu_tl0x7hUgdNt9Y0kxHhwioR5Iv_hYXYTeBJc4P-arfcx0OS7g5TG9GXaO_gVHCvIXZBy18qA1XPfwZCECLUDEQ8y28Lk2NwjdCTs1BDIOZfVnFPzcHKGmd8UukcU/s72-c/bom-fim-de-semana-6988.JPG" width="72"/></item><item><title>Por que sentimos frio na barriga em descidas?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/03/por-que-sentimos-frio-na-barriga-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Wed, 25 Mar 2009 07:17:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-4702984624735431900</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ-JylaEXPpj8C0LE4flBUPo8lO1zIhLcPsIdntUjLxc5-U-CxaFelgHvLwQfPY72EqyS_3FUGVu1H68kTSiJcrK_b5ujQBu8lxomKyY6eJpWCGjKhRlVVb3mDUfpFsCO615VGavydLik/s1600-h/Montanha+russa.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317134312978856450" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ-JylaEXPpj8C0LE4flBUPo8lO1zIhLcPsIdntUjLxc5-U-CxaFelgHvLwQfPY72EqyS_3FUGVu1H68kTSiJcrK_b5ujQBu8lxomKyY6eJpWCGjKhRlVVb3mDUfpFsCO615VGavydLik/s320/Montanha+russa.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDeFMf8ZH0ruWLgkIcr44o6dJK3Klq2uBQyWON3tLRvIi3jV0xnd2PI08UFh2sw2RN4RyiYsMF58o5wuaPK_dCbb9BWwzxqC2nnY97441AflhPuNar0w7W79VljGV2Fuq2lZNpBl3MSXo/s1600-h/Montanha+russa.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trata-se de uma reação involuntária, causada pela impressão de imponderabilidade (estar frente ao desconhecido e ao imprevisível) ou de falta de peso causada pela inércia dos órgãos abdominais, que não são corpos rígidos e têm certa mobilidade. "Os órgãos possuem células nervosas chamadas mecanoreceptores, que detectam mudanças bruscas de aceleração, causadas basicamente por aumento ou redução na ação da gravidade", afirma o fisiologista Gilberto Xavier, da USP. Assim quando deslizamos, por exemplo, dentro de um carrinho montanha-russa abaixo, a queda é tão brusca que não há tempo para os órgãos se adaptarem à nova condição - ou seja, descemos, mas nossas vísceras como que permanecem no mesmo lugar onde estavam.&lt;br /&gt;Essa náusea instantânea ocorre também nas subidas e é acentuada por uma inspiração profunda involuntária - reflexo condicionado que ocorre sempre que nos sentimos diante de algum perigo iminente. Durante a queda ou a subida, a concentração de átomos eletricamente carregados dentro das células muda rapidamente, devido a uma mudança estrutural na membrana. A mensagem elétrica é, então, enviada para o cérebro, que processa a informação e a transforma no sintomático frio na barriga.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ-JylaEXPpj8C0LE4flBUPo8lO1zIhLcPsIdntUjLxc5-U-CxaFelgHvLwQfPY72EqyS_3FUGVu1H68kTSiJcrK_b5ujQBu8lxomKyY6eJpWCGjKhRlVVb3mDUfpFsCO615VGavydLik/s72-c/Montanha+russa.bmp" width="72"/></item><item><title>Qual foi a data em que morreu mais gente no mundo?</title><link>http://cna-srz.blogspot.com/2009/03/qual-foi-data-em-que-morreu-mais-gente.html</link><author>noreply@blogger.com (Silvio Zerbini)</author><pubDate>Tue, 24 Mar 2009 09:11:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7205447098746775050.post-6071523950813489756</guid><description>&lt;p&gt;Foi em 23 de janeiro de 1556, quando um terremoto devastador atingiu a província de Shaanxi, na China, deixando um resultado terrível de quase 830 mil mortos! Não há dados oficiais da matança, mas, segundo especialistas, tudo indica que o número de pessoas que passou desta para a melhor na fatídica data esteja próximo do verdadeiro. Em nossa conta, claro, não entra o bando de gente que, diariamente, bate as botas no mundo por causas outras que não catástrofes, guerras ou genocídios. Em 2009, segundo o US Census Bureau – órgão americano de recenseamento –, a média diária contabiliza 152 mil mortes. Dito isso, veja abaixo a lista das datas mais mórbidas de todos os tempos. :&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O CALENDÁRIO MACABRO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira os dez dias que mais mataram no planeta, além dos períodos mais funestos da história:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;23/1/1556 Número de mortos: 830 mil Causa das mortes: Terremoto Local: China1&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3/11/1970 Número de mortos: 500 mil Causa das mortes: Ciclone Local: Bangladesh&lt;/p&gt;&lt;p&gt;25/11/1839 Número de mortos: 300 mil Causa das mortes: Ciclone Local: Índia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;20/5/526 Número de mortos: 250 mil Causa das mortes: Terremoto Local: Turquia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;28/7/1976 Número de mortos: 242 mil Causa das mortes: Terremoto Local: Tangshan, China&lt;/p&gt;&lt;p&gt;16/12/1920 Número de mortos: 240 mil Causa das mortes: Terremoto Local: Haiyuan, China&lt;/p&gt;&lt;p&gt;26/12/2004 Número de mortos: 230 mil Causa das mortes: Tsunami Local: Índia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;31/1/1942 Número de mortos: 229 mil judeus Causa das mortes: Genocídio Local: Europa&lt;/p&gt;&lt;p&gt;5/10/1948 Número de mortos: 110 mil Causa das mortes: Terremoto Local: Turcomenistão&lt;/p&gt;&lt;p&gt;28/12/1908 Número de mortos: 100 mil (entre 60 e 200) Causa das mortes: Terremoto Local:  Messina, Itália&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>