<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>XX Encontro Anual da Compós</title>
	<atom:link href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011</link>
	<description>Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Porto Alegre, 14 a 17 de junho</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jun 2011 14:06:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>Marcondes Filho propõe o metáporo como nova forma de pesquisar a comunicação</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1773</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1773#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epistemologia da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa GTs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1773</guid>
		<description><![CDATA[O metáporo seria uma forma inovadora de olhar para o objeto da comunicação, sem concepções pré-definidas, segundo o autor da série "Nova Teoria da Comunicação"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Murilo Zardo</strong></p>
<p><strong>Ciro Marcondes Filho</strong>, professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), apresentou na manhã desta quinta-feira, dia 16, uma nova ferramenta para pesquisar a comunicação: o metáporo. A exposição da proposta de um novo olhar foi feita no <strong>GT Epistemologia da Comunicação </strong>da 20ª Compós.</p>
<p>De acordo com Marcondes Filho, o metáporo foi criado para superar o próprio método. É uma forma inovadora de olhar para o objeto da comunicação, sem concepções pré-definidas que engessariam o processo de estudo. “Muitas vezes, a criatividade do pesquisador é afunilada, por ele ter de se enquadrar em um certo tipo de caminho pré-traçado. É preciso flexibilizar isso. A pesquisa deve ter um desenvolvimento que permita que você não tenha nada pré-definido, que se possa buscar a comunicação por meio de uma forma de agir bem mais aberta, que respeita o próprio objeto”, afirmou.</p>
<p>Inquirido sobre a possibilidade de pôr em prática a nova abordagem, Marcondes Filho se mostrou otimista. “Enquanto você não aplicar o metáporo, você não poderá, de fato, enxergar nada. Ele é uma reeducação do olhar. Hoje em dia, com o excesso de teorias e explicações, normalmente se enquadra tudo antes mesmo de se ver o objeto. A ideia é a de nos despirmos, ou seja, assistir o objeto e não julgá-lo a priori&#8221;, explicou.</p>
<p>O professor ainda criticou o modo como a comunicação vem sendo problematizada pelos teóricos da área, argumentando que o campo deve buscar autonomia. “O eixo da nova teoria da comunicação que defendo é a proposição de uma definição do que é a comunicação, pois, apesar de todos falarem dela, ninguém conseguiu conceituá-la. Minha proposta é que primeiro se defina o que é comunicação, para depois procurarmos identificar se ela ocorre ou não nos diversos tipos de relacionamentos interpessoais&#8221;, detalhou.</p>
<p>O livre-docente da USP publicou recentemente os cinco tomos do 3º volume  de sua série de livros &#8220;Nova Teoria da Comunicação&#8221;. Nesta Compós, ocorreu o lançamento de três deles. Ciro Marcondes Filho é doutor em Sociologia da Comunicação pela Universidade de Frankfurt (Alemanha) e pós-doutor pela Universidade Stendhal de Grenoble (França).</p>
<div id="attachment_1774" class="wp-caption alignnone" style="width: 271px"><a rel="attachment wp-att-1774" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1774"><img class="size-medium wp-image-1774" title="Ciro" src="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/wp-content/uploads/2011/06/ciro-261x300.jpg" alt="" width="261" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Maurício Pflug</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1773</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compós 2011 foi a maior da história</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1766</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1766#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 21:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Compós 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Programa GTs]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Internacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1766</guid>
		<description><![CDATA[Número de participantes superou expectativa da presidente da Compós, Itania Gomes. Em entrevista, Itania comenta os principais destaques desta edição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A atual presidente da Compós, <strong>Itania Gomes</strong>, faz uma avaliação dos três dias de encontro, que se encerrou na tarde desta quinta-feira, dia 16 de junho, com a sessão de autógrafos de 29 livros.</p>
<p>A 20ª Compós teve recorde de inscritos, com 150 participantes a mais em relação ao evento do ano passado. Ao total, 408 pesquisadores participaram do evento. Foi o maior congresso em número de participantes em duas décadas.</p>
<p>Em entrevista, Itania comenta os principais destaques do congresso deste ano, que trouxe pela primeira vez um palestrante estrangeiro, o sociólogo norte-americano Michael Schudson.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1767" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1767">Ouça o boletim de Gabriel Hoewell para a Rádio da Universidade.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1766</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acesse as fotos da 20ª Compós</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1740</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1740#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 21:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cláudia Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1740</guid>
		<description><![CDATA[Encerrada a cobertura oficial do evento. Você pode acessar as fotos das atividades, já disponíveis na conta do Flickr]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O twitter foi a ferramenta utilizada para dar o clima da Compós e teve alimentação simultânea dos 15 GTs, uma verdadeira cobertura colaborativa. Na área fotográfica, o registro já está disponível, para isso basta acessar a conta do <a href=" http://www.flickr.com/photos/compos2011">Flickr.</a><br />
A cobertura jornalística da 20ª Compós contou com o trabalho de estudantes de graduação, de mestres, mestrandos e doutorandos da Fabico/UFRGS. O trabalho foi alimentar o site antes mesmo da realização do encontro, trazendo as informações de infra-estrutura, de organização e de preparação da Compós. Foram publicadas várias entrevistas, vinculadas aos trabalhos dos GTs, antecipando alguns debates que foram realizados nesta semana. Desde terça-feira, o site foi abastecido por detalhes da programação e várias entrevistas de pesquisadores, esclarecendo questões sobre suas pesquisas e atuação institucional.<br />
<a href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1752" rel="attachment wp-att-1752"><img src="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/wp-content/uploads/2011/06/flickr4-300x233.jpg" alt="" title="flickr4" width="300" height="233" class="alignnone size-medium wp-image-1752" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1740</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sessão de autógrafos encerra atividades</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1727</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1727#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 21:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cláudia Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1727</guid>
		<description><![CDATA[Encontro de autores e leitores no saguão da Fabico acontece nesta quinta-feira, após o encerramento dos GTs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 20ª Compós encerra as atividades desta quinta-feira, 16, com a Sessão de Autógrafos, no saguão da Fabico. São 29 obras lançadas no evento, que tratam de diferentes focos das pesquisas da área de Comunicação no Brasil. <br />
Leia mais sobre os <a href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1192">títulos lançados</a> e a <a href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1402">diversidade de temas</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1727</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compreensão do jornalismo ganha profundidade na 20ª Compós</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1718</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1718#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 19:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos de Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa GTs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1718</guid>
		<description><![CDATA[Opinião é do pesquisador e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Fernando Resende]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Paulo Finatto</strong></p>
<p>Os trabalhos apresentados no <strong>GT Estudos de Jornalismo</strong>, durante esta quinta-feira, dia 16 de junho, mostram como os pesquisadores vêm compreendendo a área atualmente. Para o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) <strong>Fernando Resende</strong>, as questões abordadas na 20ª Compós &#8220;revelam como os pesquisadores estão preocupados com essa tensão existente, que é do próprio campo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os estudos estão trazendo, como no ano passado, uma crítica ao jornalismo, o que reforça a ideia do quanto ele é feito disso mesmo, dessa tensão”, explica Resende. Segundo ele, dar conta e relacionar essas problemáticas está sendo interessante e importante no encontro de 2011.</p>
<p>A análise dessas tensões intrínsecas da área fez parte do trabalho “Às desordens e aos<br />
sentidos: a narrativa como problema de pesquisa”, apresentado por Resende, na quarta-feira,<br />
dia 15. “Acho que consegui mostrar que olhar para a narrativa implica um olhar que é, ao<br />
mesmo tempo, epistemológico e metodológico. Não um olhar que procura apenas entender<br />
a historinha que é contada”, reflete Resende.</p>
<p>Na opinião do professor, as contribuições dos estudos do discurso e dos estudos da narrativa apresentadas no GT deste ano estão ajudando o entendimento do jornalismo em meio a todos os  constrangimentos, as rotinas e as condições de produção. “Tenho entendido cada vez mais que o jornalismo é essa coisa toda, esse conjunto. Ele não é o texto que a gente lê, ele é o todo que se tem que articular e agregar ao texto”, defende Resende.</p>
<p>Porém, as pesquisas sobre jornalismo ainda têm muito que avançar. “É preciso olhar mais<br />
cuidadosamente para a construção da notícia e perceber como a gente inscreve os sujeitos<br />
nela. Eu gosto da idéia de que sempre há sujeitos, mesmo quando a gente trabalha com as<br />
fontes ou com os personagens. Essa é uma questão que a gente já está estudando, mas vai se<br />
tornar ainda mais relevante”, acredita Resende.</p>
<p>Do mesmo modo, o papel que a tecnologia exerce no jornalismo deve ganhar destaque nas futuras pesquisas. Para o professor, esse seria um caminho bastante promissor porque “essa indagação compreende não só o que o jornalismo é, mas o que ele ainda pode ser”, conclui.</p>
<div id="attachment_1728" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1728" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1728"><img class="size-medium wp-image-1728" title="5840369238_f47d9e74ec_b" src="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/wp-content/uploads/2011/06/5840369238_f47d9e74ec_b-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Francielle Caetano</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1718</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo analisa as imagens da assessoria de imprensa</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1714</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1714#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação em Contextos Organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa GTs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1714</guid>
		<description><![CDATA[Em entrevista à Rádio da Universidade, o pesquisador Basilio Sartor detalha pesquisa sobre as imagens-conceito da atividade sob o paradigma do interacionismo simbólico ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os professores <strong>Basilio Sartor</strong> e <strong>Rudimar Baldissera</strong> apresentaram na tarde desta quinta-feira, dia 16 de junho, a pesquisa &#8220;Imagens-conceito da assessoria de imprensa: comunicação organizacional e jornalismo em diálogo&#8221;, no <strong>GT  Comunicação em Contextos Organizacionais</strong>. Em entrevista, Sartor comenta detalhes da pesquisa.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1715" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1715">Ouça o boletim de Luiza Müller para a Rádio da Universidade.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1714</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cobertura da dengue pelo JN é tema de trabalho</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1710</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1710#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação e Política]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa GTs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1710</guid>
		<description><![CDATA[Em entrevista à Rádio da Universidade, Paulo Vaz comenta detalhes da pesquisa que analisou a cobertura pelo Jornal Nacional da epidemia da dengue em 2008 no Rio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cobertura da epidemia da dengue pelo Jornal Nacional é o tema do trabalho apresentado por Paulo Vaz e Janine Cardoso no<strong> GT Comunicação e Política</strong>, na tarde desta quinta-feira, dia 16.</p>
<p>Em entrevista à Rádio da Universidade, Vaz comenta detalhes da pesquisa. <a rel="attachment wp-att-1711" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1711">Ouça o boletim de Douglas Freitas para a Rádio da Universidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1710</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presidentes debatem o futuro da Compós</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1606</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1606#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[Compós]]></category>
		<category><![CDATA[Compós 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidentes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1606</guid>
		<description><![CDATA[Encontro ocorreu na tarde desta quarta-feira, dia 15, reuniu nove presidentes da Compós ao longo de duas décadas e foi mediado por Miriam Rossini, coordenadora do PPGCOM/UFRGS ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reunidos na tarde desta quarta-feira, 15 de junho, nove presidentes da Compós, destacaram os desafios que devem pautar as próximas duas décadas da entidade. Internacionalização da pesquisa brasileira, necessidade de articulação com as entidades especializadas  e planejamento dos objetivos da área foram alguns das sugestões trazidas pelos pesquisadores. O evento ocorreu no auditório da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS e foi mediado pela coordenadora do PPGCOM/UFRGS, Miriam Rossini.</p>
<p>A próxima diretoria da Compós deve ser eleita nesta sexta-feira, 17, em reunião do Conselho no Hotel Embaixador, centro de Porto Alegre. Julio Pinto, professor da UFMG e atual vice, será o novo presidente da associação, que reúne 41 programas de pós-graduação em Comunicação no país.</p>
<p>Em 1991, quando foi criada, a Compós reunia apenas sete programas. Duas décadas depois, o número é seis vezes maior. O aumento significou um crescimento na diversidade de subáreas, expressa nos 15 GTs que compõem hoje o congresso anual da Compós. O incremento, porém, ainda não foi acompanhado por uma internacionalização das pesquisas brasileiras. &#8220;Falamos muito pouco de nós mesmos para outros públicos. A participação da pesquisa em Comunicação no exterior é muito pequena. E a participação no exterior não é importante apenas  porque é no exterior, mas porque ela proporciona um debate de ideias&#8221;, disse o professor da UFF Afonso de Albuquerque, presidente entre 2005 e 2007.</p>
<p>A gestão atual, presidida por Itania Gomes (UFBA), planeja lançar em breve a versão em inglês do site da Compós e a revista da entidade será bilíngue. &#8220;Temos  concentrar nossos esforços para qualificar a pesquisa para internacionalizá-la&#8221;, ressaltou. A ideia de trazer um palestrante internacional para a abertura dos encontros, como foi feito este ano, deve permanecer. Itania deve continuar na diretoria na gestão 2011/2013, no cargo de vice.</p>
<p>A diversidade das pesquisas em Comunicação, marcada pelo enfoque multidisciplinar, traz uma preocupação a mais para a área. Apesar de representar uma riqueza do campo, há um risco da dispersão. &#8220;Precisamos reduzir a dispersão, o que não significa buscar consensos. Devemos contruir um circuito de pesquisas na área que possibilite uma articulação entre as áreas especializadas&#8221;, disse José Luiz Braga, professor da Unisinos e o segundo a presidir a Compós (1993/1995). Braga sugere que a Compós tenha uma articulação permanente com as entidades científicas especializadas.</p>
<p>Sérgio Porto, professor da UnB e um dos fundadores da Compós, destacou a importância de definir o objetivo do conhecimento produzido pelo campo. &#8220;O que temos não são diferentes métodos, mas diferentes objetivos de conhecimento. Temos de nos perguntar a quem servimos e para onde vamos nos próximos 20 anos. Não questionamos por que a Comunicação se aproximou dos sistemas de informação e priorizou o viés midiático em vez de valorizar o seu lado filosófico e das artes&#8221;, disse Porto, que presidiu a entidade entre 1999 e 2001. O pesquisador se mostrou preocupado com a classificação da Comunicação na tabela das áreas de conehcimento.</p>
<p>A preocupação de Porto também é compartilhada por Marcius Freire, que acaba de passar o cargo de coordenador da área de Comunicação na Capes para Maria Helena Weber (UFRGS), durante seminário em Brasília. Freire acredita que esse é o momento de consolidar a autonomia da área, que vem sendo questionada, estabelecendo políticas de forma independente. &#8220;Nossa autonomia não pode ser perdida&#8221;, alertou o professor da Unicamp. Vera França, professora da UFMG, também destacou a importância da autonomia. &#8220;As tensões e os embates mostram que a área não tem dono. Isso deve ser saudado&#8221;, disse.</p>
<p>O primeiro presidente da Compós, Carlos Messeder Pereira, atual professor da ESPM-Rio, sugeriu no painel a importância de valorizar a área de comunicação corporativa. Erick Felinto, professor da UERJ, também destacou a necessidade de valorizar a diversidade da área, com linhas de pesquisa e programas com temáticas mais inovadoras. &#8220;Nosso desafio é ir além das avaliações e enfatizar aquilo que é agregador dentro da nossa área&#8221;, disse André Lemos, da UFBA.</p>
<p>O quarto pesquisador a presidir a Compós (1997-1999), Antonio Albino Rubim (UFBA), não pode estar presente na Mesa, devido a compromissos como secretário de Cultura do Estado da Bahia.</p>
<div id="attachment_1700" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1700" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1700"><img class="size-medium wp-image-1700" title="mesa dos presidentes 1 Compós 2011" src="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/wp-content/uploads/2011/06/mesa-dos-presidentes-1-Compós-2011-300x139.jpg" alt="" width="300" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Francielle Caetano</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1606</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>GT Estudos de Televisão debate adaptações de livro e regionalismo</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1669</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1669#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 18:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos de Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1669</guid>
		<description><![CDATA[Confira a entrevista para a Rádio da Universidade da pesquisadora Elizabeth Bastos Duarte em que comenta pesquisa sobre o regionalismo na RBS ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois trabalhos que estão sendo apresentados na tarde desta quinta-feira, dia 16 de junho, no <strong>GT Estudos de Televisão</strong> discutem a adaptação televisiva de Dom Casmurro e o traço regionalista da RBS TV, emissora associada da Rede Globo na Região Sul.</p>
<p>O primeiro trabalho é do pesquisador da Universidade de Tuiuiti, no Paraná, <strong>Renato Luiz Pucci Jr</strong>., O segundo será apresentado por <strong>Elizabeth Bastos Duarte</strong>, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) . Em entrevista, Elizabeth antecipa detalhes da pesquisa.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1690" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1690">Ouça o boletim de Wesley Borges para a Rádio da Universidade.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1669</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A democracia é dependente da comunicação, diz Luis Felipe Miguel</title>
		<link>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1684</link>
		<comments>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1684#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 17:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cláudia Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?p=1684</guid>
		<description><![CDATA[Para o vice-coordenador do GT Comunicação e Política, a democracia precisa de uma comunicação plural para se concretizar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Melissa Schroder</strong></p>
<p>“A democratização do acesso à comunicação é uma condição para que a democracia possa se realizar plenamente”. A afirmação é do vice-coordenador do GT Comunicação e Política, <strong>Luis Felipe Miguel</strong>. Segundo ele, há uma relação de dependência entre a democracia e a comunicação, questão muito debatida por estudiosos da área, inclusive no GT do qual Miguel participa.</p>
<p>O professor da Universidade de Brasília (UnB) acredita que não há como os fluxos comunicativos funcionarem sem um espaço de liberdade política. Da mesma forma, a democracia precisa de uma comunicação plural, com diversas perspectivas e visões, para se realizar. O grande problema das democracias existentes, para ele, é a falta dessa pluralidade, inclusive no Brasil.</p>
<p>Na área de Comunicação e Política, Miguel explica que os trabalhos seguem uma linha clássica de pesquisa, que contempla o efeito dos meios de comunicação no campo eleitoral. “Esse ano, nós temos trabalhos particularmente muito bons que mostram o acúmulo de reflexões feitas há algum tempo dentro da política e da comunicação”, disse.</p>
<div id="attachment_1660" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1660" href="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?attachment_id=1660"><img class="size-medium wp-image-1660" title="luis felipe miguel" src="http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/wp-content/uploads/2011/06/luis-felipe-miguel-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Natascha Castro</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www6.ufrgs.br/fabico/compos2011/?feed=rss2&#038;p=1684</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
