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	<title>Maia Tecnologia Agrícola</title>
	
	<link>http://www.mtagricola.com.br</link>
	<description>Alta Tecnologia na Agricultura</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2009 23:32:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Avaliação de Imóveis Rurais</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/30/avaliacao-de-imoveis-rurais/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 23:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Imóveis Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[análise estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de avaliações]]></category>
		<category><![CDATA[NBR14653]]></category>
		<category><![CDATA[NBR14653-3]]></category>

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		<description><![CDATA[Maia Tecnologia Agrícola apresenta seu mais novo serviço: Avaliação de Imóveis Rurais de acordo com a NBR 14653-3 a série de normas técnicas NBR 14653 regulamentam a engenharia de avaliações de imóveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_277" class="wp-caption alignleft" style="width: 256px"><img class="size-medium wp-image-277" title="Avaliação de Imóveis Rurais" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/avalicao-imoveis-rurais-300x224.jpg" alt="Avaliação de Imóveis Rurais" width="246" height="184" /><p class="wp-caption-text">Avaliação de Imóveis Rurais</p></div>
<p>Código technorati: 4vby58pjs3 &#8211; Maia Tecnologia Agrícola apresenta seu mais novo serviço: Avaliação de Imóveis Rurais de acordo com a NBR 14653-3 a série de normas técnicas NBR 14653 regulamentam a engenharia de avaliações de imóveis.</p>
<p><span id="more-275"></span></p>
<p>A metodologia científica para avaliações de imóveis é baseada na análise estatística de variáveis relevantes que caracterizam o imóvel avaliando na sua região.</p>
<p>Para saber mais sobre o serviço de Avaliação de Imóveis Rurais, veja esse link: <a href="http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')">http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/</a></p>
<p>Sobre avaliação de imóveis rurais é importante considerar:</p>
<p>- Só um <strong>Engenheiro Agrônomo</strong> pode avaliar um imóvel rural considerando <strong>todos </strong>os aspectos produtivos.</p>
<p>- Só um Agrônomo que tem uma larga experiência em <strong>análise estatística</strong> pode fazer uma <strong>avaliação científica</strong>.</p>
<p>- Só um Agrônomo que conhece as <strong>normas da ABNT</strong> pode elaborar um <strong>laudo de avaliação</strong> aceito pelos <strong>bancos e pela receita federal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A MTA está apta a fazer laudos de avaliação de imóveis rurais para as seguintes finalidades:</p>
<p style="text-align: justify;">Desapropriação</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Aquisição</li>
<li>Arrendamento</li>
<li>Alienação</li>
<li>Dação em pagamento</li>
<li>Permuta</li>
<li>Garantia</li>
<li>Fins contábeis</li>
<li>Seguro</li>
<li>Arrematação</li>
<li>Adjudicação</li>
<li>Outros</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Métodos empregáveis para avaliação:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Método comparativo direto de dados de mercado</li>
<li>Método de capitalização da renda</li>
<li>Método involutivo</li>
<li>Método evolutivo</li>
<li>Método comparativo direto de custo</li>
<li>Método da quantificação de custo</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações entre em contato diretamente com o Engenheiro Agrônomo Bruno Maia:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')">http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/</a></p>
<p style="text-align: justify;">Telefone: (34) 9123-1952</p>
<p style="text-align: justify;">Email: <a href="mailto:bruno@mtagricola.com.br">bruno@mtagricola.com.br</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xtt52Zj4BCFYuYWDl5P2WRZbil8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xtt52Zj4BCFYuYWDl5P2WRZbil8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xtt52Zj4BCFYuYWDl5P2WRZbil8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xtt52Zj4BCFYuYWDl5P2WRZbil8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Efeitos da crise na agricultura brasileira</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/15/efeitos-da-crise-na-agricultura-brasileira/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/15/efeitos-da-crise-na-agricultura-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>

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		<description><![CDATA[A agricultura se desenvolve em ciclos. Em períodos curtos de tempo, passa por altos e baixos, no médio/longo prazo, no entanto, é sempre evolutiva. Isso é explicado porque a demanda por alimentos e energia é de crescimento constante.
Contribuem para os períodos de crise, entre outros fatores, adversidades climáticas, escassez de financiamento para o período que vai do plantio à venda, preços não remuneradores no mercado, falta de planejamento e governos omissos com o setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_256" class="wp-caption alignleft" style="width: 263px"><img class="size-full wp-image-256" title="agricultura" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/agricultura.jpg" alt="Agricultura x Crise" width="253" height="157" /><p class="wp-caption-text">Agricultura x Crise</p></div>
<p>A agricultura se desenvolve em ciclos.  Em períodos curtos de tempo, passa por altos e baixos, no médio/longo prazo, no entanto, é sempre evolutiva. Isso é explicado porque a demanda por alimentos e energia é de crescimento constante.</p>
<p>Contribuem para os períodos de crise, entre outros fatores, adversidades climáticas, escassez de financiamento para o período que vai do plantio à venda, preços não remuneradores no mercado, falta de planejamento e governos omissos com o setor.</p>
<p><span id="more-255"></span><br />
</p>
<p>Muitos agricultores estão endividados e não conseguem obter financiamento para comprar máquinas e insumos. Mesmo produtores mais capitalizados estão temerosos e seguram o dinheiro para autofinanciar o próximo plantio. A cautela que se instaurou nas fazendas se reflete nos negócios da cidade.</p>
<p>É conflitante com a crise quando observamos hoje o valor pago por produtos como a soja. Embora o período de cotações recordes tenha ficado para trás, os preços reagiram e estão em um patamar positivo. Isso ressalta que a crise internacional mostra seu efeito sobre o crédito. Desde setembro de 2008, as fontes de recursos privados secaram &#8211; especialmente os financiamentos providos por tradings e fornecedores de insumos.</p>
<p>Com isso, ressurgiram com força problemas antigos, como o alto endividamento. Há décadas a dívida agrícola vem sendo rolada &#8211; e não para de crescer. O agronegócio acaba de concluir mais uma renegociação de 75 bilhões de reais em débitos, cujo pagamento foi parcelado. Nem assim o problema foi sanado.<br />
O alto endividamento é resultado do viciado sistema de crédito rural em vigor no Brasil há décadas. &#8220;A agricultura é uma atividade de risco, mas os produtores sempre apostam numa renegociação de juros e dilatação de prazos&#8221;, diz o economista Gervásio Castro de Rezende, professor da Universidade Federal Fluminense. Desde 2000, as operações de crédito rural quadruplicaram, atingindo o montante de 106 bilhões de reais, o que equivale a quase dois terços do produto interno bruto agropecuário.</p>
<p>Estimativas da Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso apontam que 70% dos 100. 000 produtores do estado expandiram seus negócios à base de financiamentos. É claro que crédito é fundamental para a expansão de qualquer setor da economia. O problema é que, nesse caso, ele se tornou uma espécie de dinheiro fácil, estimulado pela certeza de repactuações cíclicas dos débitos. &#8220;Há 20 anos estamos renegociando dívidas. Se nada for feito, daqui a 20 anos estaremos na mesma situação&#8221;, diz Luiz Carlos Guedes Pinto, vice-presidente do Banco do Brasil e ex-ministro da Agricultura.</p>
<p>Produtores e associações ruralistas temem que a falta de crédito contamine a próxima safra, cuja fase de compra de insumos deveria ter começado &#8211; mas não começou &#8211; em março. Para tentar melhorar a situação, no final do mês o Banco do Brasil antecipou a liberação de recursos para a aquisição de fertilizantes e sementes. A instituição também deve aumentar em 20% o volume de crédito para a próxima safra, passando de 35 bilhões de reais para 42 bilhões.</p>
<p>A histórica redução da taxa Selic em um ponto percentual, de 10,25% para 9,25%, foi positiva para o setor agrícola, pois abre espaço para conter a entrada do dólar na economia brasileira. É a primeira vez desde a criação do Copom, em junho de 1996, que a Selic atinge o patamar de um dígito.</p>
<p>O Plano Agrícola e Pecuário 2009/2010 será anunciado no dia 22/06/09, em solenidade a partir das 15 horas, em Londrina/PR. Dos R$ 93 bilhões previstos para o programa, R$ 12,3 bilhões servirão como capital de giro para as agroindústrias.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Genes da resistência contra a ferrugem asiática</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/03/genes-da-resistencia-contra-a-ferrugem-asiatica/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/03/genes-da-resistencia-contra-a-ferrugem-asiatica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proteção de cultivos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem asiática]]></category>
		<category><![CDATA[fitopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas brasileiros e americanos identificaram a sequência genética que promovem resistência da planta de soja ao fungo Phakopsora pachyrhizi, agente causador da ferrugem asiática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_252" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-252" title="Ferrugem asiática" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ferrugem_asiatica.jpg" alt="Ferrugem asiática" width="200" height="168" /><p class="wp-caption-text">Ferrugem asiática</p></div>
<p>Usando técnicas genômicas, um time de pesquisadores do ARS (Agricultural Research Services), do ISU (Iowa State University) e do Brasil identificaram a sequência genética que promovem resistência da planta de soja ao fungo Phakopsora pachyrhizi, agente causador da ferrugem asiática.</p>
<p><span id="more-251"></span></p>
<p>A ferrugem asiática foi detectada pela primeira vez no Brasil em 2001/20002, chegou aos Estados Unidos em 2004, no Brasil o custo de controle da doença chegou a 8% do total investido na produção.</p>
<p>O mapeamento genético anteriormente mostrava 5 regiões do DNA, ou ‘loci&#8217;, da soja, chamadas de Rpp1, Rpp2, Rpp3, Rpp4 e Rpp5. Através dessas regiões de DNA foram identificados 15000 acessos no banco de germoplasma de soja que foram testados e mostraram o quanto a resistência a ferrugem asiática é incomum, pois menos de 5% dos acessos identificados são resistentes.</p>
<p>Os cientistas fizeram o seqüenciamento do lócus Rpp4 e identificaram um grupo de genes que possivelmente seriam responsáveis pela resistência à ferrugem asiática. Então através de comparações entre cultivares resistentes e suscetíveis e usando técnicas de &#8220;silenciamento gênico&#8221; identificaram o gene Rpp4C4.</p>
<p>Os cientistas Ricardo Abdelnoor Silva e Danielle da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), juntamente com os pesquisadores da ARS e da ISU, publicaram recentemente um artigo na revista &#8220;Plant Physilogy&#8221; mostrando como chegaram a esse gene.</p>
<p>Traduzido e adaptado de: <a title="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm')" href="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm')" target="_blank">http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm</a></p>
<p></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial na agricultura</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/01/inteligencia-artificial-na-agricultura/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/01/inteligencia-artificial-na-agricultura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[Quando se fala de inteligência artificial na agricultura, não estamos falando de robôs que realizem trabalhos de homens, mas sim de sistemas de informática que ajudem em diagnóstico, planejamento e em elaboração de soluções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_248" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><img class="size-full wp-image-248" title="Inteligência Artificial" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/artificialintelligence.gif" alt="Inteligência Artificial" width="193" height="200" /><p class="wp-caption-text">Inteligência Artificial</p></div>
<p>No filme Inteligência Artificial de Steven Spielberg, Dave era um robô que podia imitar em tudo uma criança humana, sendo inclusive capaz de &#8220;sentir&#8221; aquilo que nos faz humanos, o amor.<span id="more-247"></span></p>
<p>Talvez essa cena esteja bem distante dos nossos dias, mas a inteligência artificial, é uma realidade hoje, é algo que possui atuação em diversos ramos da atividade humana, inclusive na agricultura.</p>
<p>Não se trata de robôs que realizem trabalhos de homens, mas sim de sistemas de informática que ajudem em diagnóstico, planejamento e em elaboração de soluções.</p>
<p>Esses sistemas são conhecidos como &#8220;Sistemas Especialistas&#8221;, são programas de computador, que, alimentados com informações sobre um domínio do conhecimento, são capazes de diagnosticar, prever ou planejar ações sobre um problema específico.</p>
<p>Um exemplo prático disso é o programa &#8220;SECAJU&#8221; construído na Universidade Federal do Ceará, que identifica as principais pragas e doenças da cultura do caju.</p>
<p>O programa age como um especialista na área de fitopatologia e entomologia, ele faz perguntas ao usuário cujas respostas sempre serão &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;, identificando os sintomas de determinada doença ou praga, como um sintoma às vezes pode ser uma característica subjetiva o programa permite ao usuário dizer o grau de certeza de sua resposta, assim ao final da investigação o sistema fornece as possíveis pragas e, ou doenças que condizem aos sintomas apresentados, esses resultados são apresentados em ordem do mais possível para o menos possível, de acordo com o grau de certeza especificada na descrição de cada sintoma.</p>
<p>O SECAJU foi construído em uma &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; um programa que permite criar sistemas especialistas em qualquer área, a &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; utilizada foi o &#8220;Expert SINTA&#8221;, também construído na UFCE, existem diversas &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; o &#8220;Expert SINTA&#8221; destaca-se por ser de fácil utilização, ser totalmente em português e ser gratuito, disponível no site: <a title="http://www.lia.ufc.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br','http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br')" href="http://www.lia.ufc.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br','http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br')" target="_blank">http://www.lia.ufc.br</a>.</p>
<p>Existem inúmeras aplicações de sistemas especialistas na área agrícola, evidenciando assim que a inteligência artificial é uma realidade em nossos dias e que tende a crescer cada vez mais.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Planilha de calagem 1.7</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/29/planilha-de-calagem-17/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/29/planilha-de-calagem-17/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 20:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Agrícola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=235</guid>
		<description><![CDATA[Nova versão da planilha de calagem, novas funcionalidades, leitores do site satisfeitos, maior produtividade no campo! Está disponível a versão 1.7 da Planilha de calagem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-216" title="Planilha de Calagem " src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/logo.jpg" alt="Planilha de Calagem 1.7" width="240" height="80" /><p class="wp-caption-text">Planilha de Calagem 1.7</p></div>
<p>Nova versão da planilha de calagem, novas funcionalidades, leitores do site satisfeitos, maior produtividade no campo! Está disponível a versão 1.7 da Planilha de calagem!<span id="more-235"></span></p>
<p></p>
<p>Atendendo a 64% das pessoas que votaram na enquete, a Planilha de calagem agora funciona para os vários estados. Pois o método de saturação de bases pode ser usado para os estados de Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A planilha agora faz o cálculo pelo método da neutralização do alumínio e elevação dos teores de Ca e Mg, esse método pode ser usado nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>E atendendo a 14% do votantes a planilha agora recomenda o tipo de calcário a ser utilizado, se dolomítico, calcítico ou magnesiano.</p>
<div id="attachment_217" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-217" title="Planilha de Calagem 1.7" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_7.jpg" alt="Planilha de Calagem 1.7" width="550" height="452" /><p class="wp-caption-text">Planilha de Calagem 1.7</p></div>
<p>Preciso que vocês testem a planilha com várias análises de solo. E escrevam aqui nos comentários se acharam alguma coisa estranha. Eu farei isso de toda forma, mas gostaria dos palpites de todos vocês.</p>
<p>Salva de palmas para os companheiros:</p>
<ul>
<li><strong>Leonel Ferreira</strong> (Enviou diversos materiais que vou incrementar aos poucos na nossa planilha)</li>
<li><strong>Ramiro</strong> (Enviou o comentário sobre as percentagens de Ca e Mg)</li>
</ul>
<p>Eles entraram para o rol da fama. Pababéns!</p>
<p>Se eu te ajudei a economizar e/ou ganhar um dinheirinho com essa planilha, sinta-se a vontade para fazer uma doação, usando o Pagseguro do UOL, clique no botão abaixo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Luz artificial para plantas</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/26/luz-artificial-para-plantas/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/26/luz-artificial-para-plantas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 19:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fisiologia vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[luz artificial]]></category>
		<category><![CDATA[terrário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=204</guid>
		<description><![CDATA[Que tipo de luz é boa para as plantas? Somente a luz solar? Posso usar luz artificial? Vez ou outra alguém faz essa pergunta. A questão é que a natureza (solar/artificial) da luz não importa e sim o comprimento de onda da luz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207" class="wp-caption alignleft" style="width: 224px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/terrario1.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fterrario1.jpg','terrario1')"><img class="size-medium wp-image-207" title="terrario1" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/terrario1-300x249.jpg" alt="Terrário" width="214" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">Terrário</p></div>
<p>Que tipo de luz é boa para as plantas? Somente a luz solar? Posso usar luz artificial? Vez ou outra alguém faz essa pergunta. A questão é que a natureza (solar/artificial) da luz não importa e sim o comprimento de onda da luz.</p>
<p><span id="more-204"></span></p>
<p></p>
<h3>Você sabe o que é um terrário?</h3>
<p>Um terrário é um espaço, fechado ou aberto, que geralmente fica em interiores em que você controla, umidade, luminosidade e se possível temperatura, a idéia é reproduzir um ecossistema em miniatura. Nesses ambientes a luz é artificial.</p>
<h3>Qual a importância da luz para as plantas?</h3>
<p>Vamos revisar uma pouquinho de fotossíntese. A energia luminosa é utilizada pelas plantas para sintetizar compostos de alta energia (ATP e NADPH + H+). As reações dependentes da luz podem ocorrer somente na presença de luz e durante esta etapa vários eventos importantes acontecem:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) A clorofila absorve energia luminosa, que desengatilhará um fluxo de elétrons excitados da molécula de clorofila;<br />
b) Uma parte da energia desses elétrons excitados da clorofila é transformada em energia química e utilizada para produzir ATP;<br />
c) Uma certa quantidade de energia luminosa captada pela clorofila é usada para quebrar a água, num processo conhecido como fotólise. O oxigênio da molécula de água é liberado, sendo uma pequena parte usado na respiração celular e o restante liberado na atmosfera.<br />
d) O hidrogênio da água combina-se com a molécula carregadora de hidrogênio NADP+, formando NADPH + H+ (NADP+ reduzido). Portanto, a energia elétrica é novamente convertida em energia química. É possível resumir as reações dependentes da luz assim:</p>
<p><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese.jpg','fotossintese')"><img class="aligncenter size-full wp-image-206" title="fotossintese" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese.jpg','fotossintese')" alt="fotossintese" width="458" height="62" /></a></p>
<p>Desta forma, nas reações dependentes da luz, a energia do sol é usada para sintetizar ATP e para reduzir o NADP+.</p>
<h3>Que tipo de luz favorece mais a fotossíntese?</h3>
<p>O tipo de luz que favorece a absorção de energia pelos clorosplastos é a que tem comprimentos de onda referentes às cores azul ou vermelha. Ou seja ao comprar uma lâmpada elétrica para seu terrário, a lâmpada deve emitir luz azul ou vermelha, ou ainda &#8220;branca&#8221; que representa o conjunto das cores visíveis. Existem lâmpadas especiais para terrários.</p>
<p>A figura abaixo dá uma idéia sobre o nível de fotossíntese de acordo com o comprimento de onda da luz:</p>
<p><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese2.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese2.jpg','fotossintese2')"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="fotossintese2" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese2.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese2.jpg','fotossintese2')" alt="fotossintese2" width="546" height="208" /></a></p>
<h3>Esclarecidas suas dúvidas?</h3>
<p>Então comente aí em baixo e classifique o post com as &#8220;estrelinhas&#8221;.</p>
<p></p>
<p><a></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOnbNyssn3LLdeaRuAUPP-kDXT8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOnbNyssn3LLdeaRuAUPP-kDXT8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOnbNyssn3LLdeaRuAUPP-kDXT8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOnbNyssn3LLdeaRuAUPP-kDXT8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agricultura de precisão muda retrato do campo</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/26/agricultura-de-precisao-muda-retrato-do-campo/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/26/agricultura-de-precisao-muda-retrato-do-campo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 12:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[gps]]></category>
		<category><![CDATA[produção agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[Visão de uma jornalista sobre a expansão da agricultura de precisão no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201" class="wp-caption alignleft" style="width: 208px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cabine.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcabine.jpg','cabine')"><img class="size-medium wp-image-201" title="cabine" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cabine-300x200.jpg" alt="Precisão em tudo." width="198" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Precisão em tudo.</p></div>
<p>Nem só de máquinas vive a moderna  agricultura brasileira. Além das sementes geneticamente melhoradas, o solo agricultável recebe doses precisas de  tecnologia. &#8220;Há 23 anos os produtores brasileiros comemoravam a chegada ao campo de um trator para o preparo da terra, agora estamos avançando definitivamente na  agricultura de precisão&#8221;, afirma o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador da Comissão Julgadora do Prêmio Gerdau Melhores da Terra, Luiz Fernando Coelho de Souza. Segundo informa, a atual crise econômica e a volatilidade própria do mercado de commodities agrícolas impulsionam a busca por soluções tecnológicas.</p>
<p><span id="more-200"></span></p>
<p></p>
<p>A aplicação da agricultura de precisão via utilização de equipamentos de alta tecnologia está em constante expansão. O plantio direto sobre palha já se consolidou como sistema de manejo, pela redução do impacto da agricultura no solo, ampliando a produtividade. &#8220;A agricultura nacional está entre as mais eficientes do mundo&#8221;, diz Coelho. Segundo o professor, em 1983 a safra brasileira foi de 23 milhões de toneladas. O último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimennto (Conab) estima produção de quase 138 milhões de toneladas para a atual safra 2008/09, seis vezes em uma área apenas 30% maior.</p>
<p>Esse crescimento representa uma produtividade média de 0,62 toneladas por hectare para três toneladas produzidas, ou 4,84 vezes mais grãos. &#8220;Antes o produtor dependia de uma média, hoje ele têm consciência que toda média é burra e não garante rentabilidade&#8221;, afirma o professor e pesquisador da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (UNESP), Luiz Malcon Mano de Melo. Ele explica que a agricultura de precisão permite a análise de amostras georreferenciadas a partir de um mapa de aplicação &#8220;que mais parece um mapa da mina&#8221;.</p>
<p>A pecuária é a atividade sobre a qual se aplica menos tecnologia, e no meio do caminho está a cana-de-açúcar, &#8220;por ser uma cultura perene que demanda o replantio ao final de um ciclo de seis anos&#8221;, explica Malcon. Mas a tecnologia disponível permite reutilizar o vinhoto, subproduto da produção do etanol rico em enxofre e potássio, e dispensar a aplicação de fertilizante.</p>
<p>Muitas dessas inovações tecnológicas foram apresentadas durante a 16 edição da Agrishow que se encerrou domingo. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) exibiu os resultados alcançados a partir do uso de tecnologia no campo. O pesquisador Lúcio André de Castro Jorge desenvolveu softwares para análise de troncos de madeira, de cobertura vegetal do solo e de folhas. O Anato Livre, por exemplo, permite que os pesquisadores e silvicultores avaliem o crescimento da planta e a qualidade da madeira cultivada. A cobertura vegetal do solo é medida pelo Siscob, que classifica as imagens e quantifica as alterações observadas para monitorar pragas, doenças e deficiências na lavoura. Para a análise foliar, o pesquisador da Embrapa desenvolveu o AFSof.</p>
<p>Ribeirão Preto, 4 de Maio de 2009</p>
<p>(Gazeta Mercantil/Finanças &amp; Mercados &#8211; Pág. 12)</p>
<p>(Gilmara Botelho &#8211; A jornalista viajou a convite de expositores da Agrishow)</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p79NjTJbb4XJAX8P8gxgNOMvbms/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p79NjTJbb4XJAX8P8gxgNOMvbms/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p79NjTJbb4XJAX8P8gxgNOMvbms/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p79NjTJbb4XJAX8P8gxgNOMvbms/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Capacidade operacional de máquinas agrícolas</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/25/capacidade-operacional-de-maquinas-agricolas/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/25/capacidade-operacional-de-maquinas-agricolas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 16:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[máquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade operacional]]></category>
		<category><![CDATA[conjuntos mecanizados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=191</guid>
		<description><![CDATA[Quando falamos de planejamento das operações agrícolas mecanizadas, existem vários conceitos que não podem deixar de ser considerados. Um conceito em especial é o de "Capacidade operacional" escrevi esse post falando sobre esse conceito em resposta a um e-mail que recebi. A capacidade operacional está diretamente ligada ao planejamento e a administração dos recursos da empresa rural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_196" class="wp-caption alignleft" style="width: 208px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/trator.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ftrator.jpg','Capacidade+operacional')"><img class="size-medium wp-image-196" title="Capacidade operacional" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/trator-300x199.jpg" alt="Capacidade operacional" width="198" height="131" /></a><p class="wp-caption-text">Capacidade operacional</p></div>
<p>Quando falamos de planejamento das operações agrícolas mecanizadas, existem vários conceitos que não podem deixar de ser considerados. Um conceito em especial é o de &#8220;Capacidade operacional&#8221; escrevi esse post falando sobre esse conceito em resposta a um e-mail que recebi. A capacidade operacional está diretamente ligada ao planejamento e a administração dos recursos da empresa rural.</p>
<p><span id="more-191"></span><br />
<strong>Capacidade operacional (ou de trabalho)</strong> é a unidade ou rendimento, ou seja, é a quantidade de produção que um conjunto mecanizado (trator e implemento) é capaz de realizar por unidade de tempo.</p>
<p><strong>Capacidade operacional efetiva &#8211; COe</strong>, obtida por meio de determinações com a máquina em operação, considerando o tempo de produção. <strong></strong></p>
<p><strong>Capacidade de campo teórica &#8211; COt</strong>, é a razão de desempenho obtida, se a máquina trabalhar 100% do tempo a velocidade nominal, utilizando 100% de sua largura nominal. Eficiência de campo &#8211; f, é a razão entre a capacidade de campo efetiva e a teórica.</p>
<p>Ou seja:<br />
Capacidade Operacional Teórica (COt): Considera que, durante o trabalho, todo o tempo gasto é utilizado exclusivamente na execução da operação.<br />
<a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cot1.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcot1.jpg','cot1')"><img class="aligncenter size-full wp-image-193" title="cot1" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cot1.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcot1.jpg','cot1')" alt="cot1" width="202" height="46" /></a></p>
<p><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cot2.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcot2.jpg','cot2')"><img class="aligncenter size-full wp-image-192" title="cot2" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cot2.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcot2.jpg','cot2')" alt="cot2" width="458" height="104" /></a></p>
<p>Capacidade Operacional Efetiva (COe): considera as condições reais de trabalho. Leva em conta as paradas necessárias.</p>
<p><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/coe.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcoe.jpg','coe')"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" title="coe" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/coe.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fcoe.jpg','coe')" alt="coe" width="513" height="121" /></a></p>
<p>Eficiência de campo (f): Indica a relação entre a capacidade operacional efetiva e teórica.<br />
O que influência na eficiência de campo?</p>
<ul>
<li>Condições do terreno</li>
<li> Formato da Área</li>
<li> Habilidade do operador</li>
<li> Operação executada</li>
<li> Capacidade de depósito</li>
</ul>
<p>Por exemplo um conjunto mecanizado (trator-arado) que possui 2 aivecas, de 25 cm de largura de corte cada uma, que trabalha a uma velocidade de 5,4 km/h. Vamos calcular sua Capacidade Operacional Teórica (COt):</p>
<p style="text-align: center;">COt = 5,4 (km/h) . 0,5 (m) / 10 = <strong>10, 8 (ha/h)</strong></p>
<p style="text-align: center;">Mas nosso trator-arado possui um índice de eficiência de campo de 70%, logo:</p>
<p style="text-align: center;">COe = 10,8 (ha/h) . 0,7 = <strong>7,56 (ha/h)</strong></p>
<p style="text-align: left;">Então se você está achando baixa a COe  do seu conjunto você pode trocar seu maquinário, ou um arado mais largo, ou um trator mais potente. Se esse não for o problema, você pode mudar o formato da gleba à ser arada e/ou pode providenciar um treinamento para o operador.</p>
<p style="text-align: left;"></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3xgopf2DKI7vZc9dhrUnMFnPDVA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3xgopf2DKI7vZc9dhrUnMFnPDVA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3xgopf2DKI7vZc9dhrUnMFnPDVA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3xgopf2DKI7vZc9dhrUnMFnPDVA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova colhedora de grãos – Vídeo</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/21/nova-colhedora-de-graos-video/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/21/nova-colhedora-de-graos-video/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[colhedora]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[New Holland]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=169</guid>
		<description><![CDATA[Nova colhedora de grãos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 284px"><img title="Colhedora de grãos" src="http://www.stackyard.com/news/2005/10/machinery/new_holland_harvesting.jpg" alt="Nova linha de colhdedoras" width="274" height="219" /><p class="wp-caption-text">Colheita de trigo</p></div>
<p>Veja a nova linha de colhedoras (colheitadeiras) da New Holland para soja, milho, trigo, etc. Não estou fazendo propaganda, não ganho nada por passar esse vídeo aqui, mas achei bem ilustrativo pra quem não conhece uma colhedora por dentro. Também o assunto &#8220;colhedoras&#8221; é pouco discutido por nós agrônomos, veja o vídeo e faça seus comentários.<span id="more-169"></span><br />
</p>
<p>No vídeo vocês vêem uma plataforma de corte enorme, que se adapta à várias culturas, soja, milho, trigo, etc. Há também um picador de palha no mínimo diferente que parece soprar o material picado ao invés de lançá-lo com força centrífuga.</p>
<p>Quem for atencioso vai ver um aparelho chamado SmartSteer que usa um sistema laser para manter o operador no curso. Agora o mais interessante, quando parecia que todas as colhedoras usariam o sistema de cilindro axial, a New Holland lança uma linha de colhedoras com o cilindro transversal, também conhecido como “convencional” isso me chamou a atenção, por isso postei esse vídeo.</p>
<p><b>Assista:</b></p>
<p></p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/l8ub7vmHGqM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l8ub7vmHGqM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>E você? que colhedora vai querer de presente de natal!? hehehe</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-K49rtwYuWuiitb1XiQFHNyyCds/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-K49rtwYuWuiitb1XiQFHNyyCds/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-K49rtwYuWuiitb1XiQFHNyyCds/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-K49rtwYuWuiitb1XiQFHNyyCds/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Grátis – Planilha de calagem 1.5</title>
		<link>http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 21:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[freeware]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Versão 1.5 da planilha de calagem totalmente gratuita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/19/gratis-planilha-de-calagem-15gratis-planilha-de-calagem-15/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F19%2Fgratis-planilha-de-calagem-15gratis-planilha-de-calagem-15%2F','CB055265')"><img class="size-full wp-image-144" title="CB055265" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/solo_nas_maos.jpg" alt="Solo em boas mãos" width="200" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Solo em boas mãos</p></div>
<p>O que era bom ficou melhor! É a versão 1.5 da planilha de calagem. O espírito é o mesmo esse é um projeto freeware. Totalmente gratuito e sem segundas intenções.</p>
<p><span id="more-142"></span><br />
</p>
<p>Nessa versão ela classificaca mais teores. Eu fiz também uma melhor divisão dos tipos de dados separando:</p>
<ul>
<li>Dados da análise de solo</li>
<li>Dados da cultura</li>
<li>Dados do calcário</li>
<li>Calagem</li>
</ul>
<div id="attachment_155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_5.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_de_calagem_1_5.png','planilha_de_calagem_1_5')"><img class="size-full wp-image-155" title="planilha_de_calagem_1_5" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_5.png" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fplanilha_de_calagem_1_5.png','planilha_de_calagem_1_5')" alt="Planilha de calagem 1.5" width="550" height="471" /></a><p class="wp-caption-text">Planilha de calagem 1.5</p></div>
<p>Como eu já havia dito, pra melhorar a planilha eu preciso da ajuda de vocês. Pra poder usar a planilha em outros estados, preciso das tabelas de classificação de nutrientes de cada estado. Pra poder fazer isso que fiz nessa: &#8220;Muito Bom&#8221;, &#8220;Bom&#8221;, &#8220;Médio&#8221;, &#8220;Baixo&#8221;, &#8220;Muito baixo&#8221;.</p>
<p>Também preciso da metodologia utilizada em cada estado. A próxima que estou desenvolvendo é &#8220;Neutralização do Alumínio&#8221;.</p>
<p>Ainda quero que a planilha recomende o tipo de calcário a ser utilizado e que calcule também as despesas da aplicação.</p>
<p>E você? Qual sua sugestão?Qual é o seu estado? Como é a tabela de classificação dos teores aí? Bate com os resultados da nossa planilha? Qual a metodologia usada para o cálculo da necessidade de calagem?</p>
Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.
<p>Outras formas de ajudar:</p>
<ul>
<li>Divulgando o projeto.</li>
<li>Apoiando os anunciantes do site, ele me apoiam.</li>
<li>Fazendo uma doação para o projeto.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">Para doar clique no link abaixo:</p>
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<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p>Para baixa a versão 1.5 da planilha clique no link com o botão direito e depois em &#8220;Salvar como&#8221;.</p>
<h1 style="text-align: center;"><a title="Planilha de calagem Versão 1.7" href="http://www.mtagricola.com.br/2009/05/29/planilha-de-calagem-17/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2F2009%2F05%2F29%2Fplanilha-de-calagem-17%2F','Planilha+de+calagem+Vers%C3%A3o+1.7')" target="_self">PLanilha de Calagem Versão 1.7</a></h1>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7jUa4T0xpUYpAI9vv80HbYsxXBk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7jUa4T0xpUYpAI9vv80HbYsxXBk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7jUa4T0xpUYpAI9vv80HbYsxXBk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7jUa4T0xpUYpAI9vv80HbYsxXBk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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