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	<title>Maia Tecnologia Agrícola</title>
	
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	<description>Alta Tecnologia na Agricultura</description>
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		<title>A origem do mercado de terras no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 11:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação de Imóveis Rurais]]></category>
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		<description><![CDATA[É uma coisa que não costumamos pensar, mas durante a colonização do Brasil, a terra deixou de ser indígena e passou a ser patrimônio público. A exploração da terra no Brasil colônia se dava por concessão (condicionada ao uso produtivo), como por exemplo, através de sesmarias até a Independência em 1822, ou por ocupação, cuja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-383" title="A origem do mercado de terras no Brasil" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2011/09/A-origem-do-mercado-de-terras-no-Brasil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>É uma coisa que não costumamos pensar, mas durante a colonização do Brasil, a terra deixou de ser indígena e passou a ser patrimônio público.</p>
<p><span id="more-382"></span><br />
</p>
<p>A exploração da terra no Brasil colônia se dava por concessão (condicionada ao uso produtivo), como por exemplo, através de sesmarias até a Independência em 1822, ou por ocupação, cuja legalização deu-se com a promulgação da Lei de Terras (1850).</p>
<p>Sobre as sesmarias, o estado, recém-formado (Brasil) e sem capacidade para organizar a produção de alimentos, decide legar a iniciativa privada essa função. Este sistema surgiu em Portugal durante o século XIV, com a Lei das Sesmarias de 1375, criada para combater a crise agrícola e econômica que atingia o país e a Europa, e que a peste negra agravara.</p>
<p>Por meio desta lei, as terras passaram a ser adquiridas somente mediante compra e não mais pela simples ocupação ou posse. Com isso, imigrantes e trabalhadores desprovidos de recursos ficaram bastante privados da posse de terra própria, tendo de se sujeitar a trabalhar como empregados em terras de terceiros.</p>
<p>A partir deste momento a terra tornou-se um ativo, ou seja, fonte de renda futura para quem detém sua propriedade seja através do processo de produção seja via ganhos especulativos decorrentes da oscilação do preço.</p>
<p>O retorno da terra pode ser composto de duas partes:<br />
- Um retorno operacional (relacionado à sua utilização produtiva)<br />
- Um ganho ou uma perda de capital relacionado à variação de seu preço.</p>
<p>Talvez a determinação do valor da terra envolveria não somente os lucros que a atividade agropecuária poderia gerar, mas também uma expectativa de valorização. Ressalta-se que essa expectativa pode ser de ganhos ou perdas.</p>
<p>Referência: ZILLI, Julcemar Bruno. Valoração das propriedades rurais em Carazinho/RS e Cascavel/PR: uma análise das opções reais. 2010.</p>
<p></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bq2MZp0u4L37iGDVLpBLU6Q7fNY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bq2MZp0u4L37iGDVLpBLU6Q7fNY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bq2MZp0u4L37iGDVLpBLU6Q7fNY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bq2MZp0u4L37iGDVLpBLU6Q7fNY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/vheDxVykrCE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Alta nos preços de terras agrícolas</title>
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		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2011/09/07/alta-nos-precos-de-terras-agricolas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 02:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Os preços de terras de lavouras e de arrendamentos não são apenas importantes indicadores das condições financeiras do setor agrícola de um país, mas também refletem o potencial de investimento na terra. O espetacular crescimento que a agricultura brasileira tem experimentado ao longo destas duas últimas décadas, tem elevado os preços de terras agrícolas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-371" title="Alta nos preços de terra agrícola" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Alta-nos-preços-de-terra-agrícola-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Os preços de terras de lavouras e de arrendamentos não são apenas importantes indicadores das condições financeiras do setor agrícola de um país, mas também refletem o potencial de investimento na terra.<span id="more-370"></span></p>
<p></p>
<p>O espetacular crescimento que a agricultura brasileira tem experimentado ao longo destas duas últimas décadas, tem elevado os preços de terras agrícolas e aumentado os negócios com terra e as opções de investimento para a produção agropecuária tanto para compradores brasileiros como para estrangeiros.</p>
<p>O aumento dos investimentos na agropecuária tem como fundamentos a forte e crescente demanda mundial por alimentos, fibras e combustíveis.</p>
<p>A maior procura por alimentos ocorre não só pelo crescimento populacional, mas como também, pelo aumento da renda per capita que se tem observado nos últimos anos e também projetado para as próximas décadas.</p>
<p>Segundo os dados do oitavo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos no ciclo 2010/2011 deverá atingir 160 milhões de toneladas, o que representa um novo recorde histórico.</p>
<p>No que diz respeito a economia do país, estão entre os fatores apontados como determinantes do preço da terra:</p>
<ol>
<li>Fatores inerentes ao setor agrícola, como novas tecnologias de produção;</li>
<li>Crédito rural subsidiado;</li>
<li>Ciclos econômicos e taxas de juros;</li>
<li>Liquidez da economia, ou seja, volume de negócios;</li>
<li>Desempenho do setor agropecuário, demanda e lucratividade.</li>
</ol>
<p>Gráfico 1 – Preços históricos de terras de pastagens no Brasil</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-376" title="Preços históricos de terras de pastagens no Brasil" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2011/09/grafico11.jpg" alt="" width="704" height="267" /></p>
<p>Gráfico 2 – Preços históricos de terras de lavouras no Brasil</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2011/09/grafico21.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2011%2F09%2Fgrafico21.jpg','Pre%C3%A7os+hist%C3%B3ricos+de+terras+de+lavouras+no+Brasil')"><img class="aligncenter size-full wp-image-377" title="Preços históricos de terras de lavouras no Brasil" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2011/09/grafico21.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2011%2F09%2Fgrafico21.jpg','Pre%C3%A7os+hist%C3%B3ricos+de+terras+de+lavouras+no+Brasil')" alt="" width="756" height="316" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concluindo, para os investidores a perspectiva do mercado é otimista para os próximos anos, no entanto é necessário considerar as incertezas no processo de tomada de decisão como alterações na política econômica e variações inerentes a própria atividade agrícola.</p>
<p>&#8212;<br />
Bruno Maia<br />
Eng. Agrônomo, M. Sc.</p>
<p>Fonte: Preços de terras no Brasil http://ageconsearch.umn.edu/bitstream/106106/2/587.pdf</p>
<p></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xGLUJ6dhBqNjeFtaFz70DjJGEZg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xGLUJ6dhBqNjeFtaFz70DjJGEZg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xGLUJ6dhBqNjeFtaFz70DjJGEZg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xGLUJ6dhBqNjeFtaFz70DjJGEZg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/YwqEslwBWJ4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>.:pulverizar:.  Ensino de tecnologia de aplicação</title>
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		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2011/01/28/pulverizar-um-programa-para-ensino-de-tecnologia-de-aplicacao-de-agroquimicos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 11:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia de Aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[e-Learning]]></category>
		<category><![CDATA[pulverizar]]></category>

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		<description><![CDATA[O ensino a distância apresenta um grande potencial para minorar os problemas ocorridos no campo na área de tecnologia de aplicação de agroquímicos. Essa tecnologia não tem como objetivo substituir os treinamentos presenciais, mas complementá-los, tendo em vista a importância das práticas de campo neste tipo de atividade. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um programa computacional para o ensino de tecnologia de aplicação de agroquímicos à distância. Os módulos que compõem o curso, intitulado “Pulverizar”, são: (1) Conceitos básicos, (2) O que afeta a aplicação?, (3) Equipamentos, (4) Pontas de pulverização, (5) Calibração de pulverizadores, (6) Aplicação aérea, (7) Quimigação, (8) Propriedades físico-químicas, (9) Formulações, (10) Adjuvantes, (11) Qualidade da água e (12) Uso adequado de agroquímicos. O programa desenvolvido está hospedado no sítio www.pulverizar.iciag.ufu.br com o intuito de contribuir com os treinamentos tradicionais para a formação de profissionais da área de ciências agrárias em tecnologia de aplicação de agroquímicos. O sistema disponibiliza o acesso ao conteúdo em qualquer lugar, a qualquer hora e com baixo custo. Mostrou-se robusto, simples e de fácil acesso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-16 alignleft" title="Logomarca pulverizar" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/lgtecnoaplic_5_x_2-300x167.jpg" alt="Logomarca pulverizar" width="210" height="117" /></p>
<p>Você já ouviu falar de e-learning? O e-learning nada mais é do que a forma moderna de ensino a distância. Você deve lembrar do “Instituto Universal Brasileiro” e seus inúmeros cursos por correspondência, o e-learning tem o mesmo espírito, porém com o uso das ferramentas modernas de comunicação. <span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;amp;quot;"><span id="more-15"></span></span></p>
<p></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Pulverizar é um sistema de e-learning, um treinamento virtual em tecnologia de aplicação de agroquímicos, qualquer pessoa pode acessá-lo, está disponível em:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.pulverizar.iciag.ufu.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.pulverizar.iciag.ufu.br%2F','http%3A%2F%2Fwww.pulverizar.iciag.ufu.br')">http://www.pulverizar.iciag.ufu.br</a></p>
<p class="MsoNormal">
<p style="text-align: justify;">Este programa foi criado porque a proteção de plantas é fundamental para garantir a produtividade das lavouras, no entanto, não basta apenas identificar o problema, seja ele, planta infestante, fitopatógeno ou inseto. É necessário determinar qual agroquímico será usado e a dose a ser aplicada, além disso, o sucesso da aplicação é determinado pelo momento e pela maneira como essa ocorre.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Além de se conhecer o produto a ser aplicado, também é necessário dominar a forma adequada de aplicação, de modo a garantir que o produto alcance o alvo de forma eficiente e minimize as perdas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-17 alignnone" title="pulverizadorbarra2" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pulverizadorbarra2-300x152.jpg" alt="pulverizadorbarra2" width="300" height="152" /></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o que se percebe, ao analisar a formação dos profissionais ligados à área de Ciências Agrárias, é que os mesmos, de maneira geral, têm um domínio muito pequeno do assunto, resultando em grandes problemas no campo, como por exemplo: intoxicação de aplicadores, contaminação do ambiente e de alimentos, ocorrência de deriva acentuada e erro de taxas de aplicação. Neste contexto, o ensino a distância pode ocupar um lugar de destaque, como forma de minorar esses problemas, difundindo a correta tecnologia de aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento dos cursos de educação a distância vem sendo potencializado por diversos fatores, como o alto custo da educação tradicional e a rapidez das mudanças dos conteúdos dos cursos de forma dinâmica e personalizada.</p>
<p style="text-align: justify;">A limitação de ordem temporal, ditada por horários de trabalho e dificuldades de deslocamento, a importância crescente da aprendizagem continuada, as limitações geográficas que impossibilitam o deslocamento de potenciais alunos localizados em regiões distantes, a evolução das tecnologias interativas de comunicação também contribuem para a adoção do ensino a distância.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa foi criado utilizando-se a linguagem de programação PHP, sigla originada do termo &#8220;Hypertext Preprocessor&#8221;, é uma linguagem de programação interpretada que pode ser mesclada dentro do código HTML, possibilitando ampla utilização, especialmente para desenvolvimento para a Web. O objetivo principal da linguagem é permitir aos desenvolvedores escreverem páginas que serão geradas dinamicamente e rapidamente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://www.pulverizar.iciag.ufu.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.pulverizar.iciag.ufu.br','telaprincipal')"><img class="size-medium wp-image-18 alignnone" title="telaprincipal" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/telaprincipal-300x179.jpg" alt="telaprincipal" width="300" height="179" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">O conjunto destas informações formatado de maneira estruturada compõe um banco de dados SQL (Structured Query Language &#8211; Linguagem Estruturada para Pesquisas). Para adicionar, acessar e processar informações armazenadas de forma digital, é necessário um sistema gerenciador de bancos de dados que funciona como a engrenagem central em qualquer trabalho de computação, como utilitário independente ou como parte de outras aplicações. Tanto o PHP, quanto o MySQL, que é um servidor de bancos de dados, são ferramentas gratuitas disponibilizadas na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do pulverizar é o ensino à distância da parte teórica de tecnologia de aplicação de agroquímicos utilizando estas ferramentas de tecnologia da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores do pulverizar são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Engenheiro Agrônomo Bruno Maia, M. Sc.</li>
<li>Prof. Dr. João Paulo Arantes Rodrigues da Cunha</li>
</ul>
<p></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N7GF2Y4oesSYwQxLN33DpB86Vzk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N7GF2Y4oesSYwQxLN33DpB86Vzk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N7GF2Y4oesSYwQxLN33DpB86Vzk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N7GF2Y4oesSYwQxLN33DpB86Vzk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/RmkRhwiruIs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Planilha de calagem 1.7</title>
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		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2011/01/28/planilha-de-calagem-17/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Agrícola]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova versão da planilha de calagem, novas funcionalidades, leitores do site satisfeitos, maior produtividade no campo! Está disponível a versão 1.7 da Planilha de calagem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-216" title="Planilha de Calagem " src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/logo.jpg" alt="Planilha de Calagem 1.7" width="240" height="80" /><p class="wp-caption-text">Planilha de Calagem 1.7</p></div>
<p>Nova versão da planilha de calagem, novas funcionalidades, leitores do site satisfeitos, maior produtividade no campo! Está disponível a versão 1.7 da Planilha de calagem!<span id="more-235"></span></p>
<p></p>
<p>Atendendo a 64% das pessoas que votaram na enquete, a Planilha de calagem agora funciona para os vários estados. Pois o método de saturação de bases pode ser usado para os estados de Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A planilha agora faz o cálculo pelo método da neutralização do alumínio e elevação dos teores de Ca e Mg, esse método pode ser usado nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>E atendendo a 14% do votantes a planilha agora recomenda o tipo de calcário a ser utilizado, se dolomítico, calcítico ou magnesiano.</p>
<div id="attachment_217" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-217" title="Planilha de Calagem 1.7" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/planilha_de_calagem_1_7.jpg" alt="Planilha de Calagem 1.7" width="550" height="452" /><p class="wp-caption-text">Planilha de Calagem 1.7</p></div>
<p>Preciso que vocês testem a planilha com várias análises de solo. E escrevam aqui nos comentários se acharam alguma coisa estranha. Eu farei isso de toda forma, mas gostaria dos palpites de todos vocês.</p>
<p>Salva de palmas para os companheiros:</p>
<ul>
<li><strong>Leonel Ferreira</strong> (Enviou diversos materiais que vou incrementar aos poucos na nossa planilha)</li>
<li><strong>Ramiro</strong> (Enviou o comentário sobre as percentagens de Ca e Mg)</li>
</ul>
<p>Eles entraram para o rol da fama. Pababéns!</p>
<p>Se eu te ajudei a economizar e/ou ganhar um dinheirinho com essa planilha, sinta-se a vontade para fazer uma doação, usando o Pagseguro do UOL, clique no botão abaixo.</p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
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<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<p style="text-align: center;">Para baixar a versão 1.7 da planilha, vá para a página de downloads.</p>
<h1 style="text-align: center;"><a class="aligncenter" title="Clique aqui" href="http://www.mtagricola.com.br/downloads/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fdownloads%2F','Clique+aqui')" target="_self">Clique aqui</a></h1>
<p>Cadastre seu e-mail para você receber automaticamente todas as atualizações do site.</p>
<form style="border: 1px solid #ccc; padding: 3px; text-align: center;" action="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify" method="post">Escreva seu email:</p>
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<input type="submit" value="Cadastrar" />Atualizações por email</p>
</form>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uvg2NFvn0EQtFWqgD8AiYobR06Q/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uvg2NFvn0EQtFWqgD8AiYobR06Q/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/0DK3UvZgJx8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Notas sobre Calcário</title>
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		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2010/11/11/notas-sobre-calcario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 11:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Calcário]]></category>
		<category><![CDATA[agricola]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[melhor calcario]]></category>
		<category><![CDATA[rochas]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de calcario]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas informações sobre calcário que não costumamos ver nas escolas de agronomia, para quem nunca estudou o assunto é natural pensar no calcário como “rocha moída”, o que não é de tudo errado, no entanto, esse pó de pedra foi um dos responsáveis pelo sucesso da revolução verde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-314" title="Rocha Calcária" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2010/11/rocha_calcaria-300x204.gif" alt="" width="300" height="204" />Algumas informações sobre calcário que não costumamos ver nas escolas de agronomia, para quem nunca estudou o assunto é natural pensar no calcário como “rocha moída”, o que não é de tudo errado, no entanto, esse pó de pedra foi um dos responsáveis pelo sucesso da revolução verde.</p>
<p><span id="more-312"></span></p>
<p></p>
<p><strong>Definição</strong></p>
<p>Os calcários (do latim &#8220;calx -cis&#8221; , &#8220;cal&#8221;) são rochas sedimentares que contêm minerais com quantidades acima de 30% de carbonato de cálcio (aragonita ou calcita). Quando o mineral predominante é a dolomita (CaMg{ CO3}2 ou CaCO3. MgCO3) a rocha calcária é denominada calcário dolomítico.</p>
<p><strong>Cores do Calcário</strong></p>
<p>A coloração do calcário passa do branco ao preto, podendo ser cinza claro ou cinza escuro. Muitos calcários apresentam tons de vermelho, amarelo, azul ou verde dependendo do tipo e quantidade de impurezas que apresentam.</p>
<p><strong>Tipos de calcários</strong></p>
<p>Não existe uma classificação rigorosa aceita para agrupar os tipos de calcários. Entretanto, de forma grosseira, pode-se dividi-los em seis grupos:</p>
<p>- Dolomita: Um mineral de Carbonato de cálcio e magnésio</p>
<p>- Marga: Quando possui uma quantidade de argila entre 35 e 50%.</p>
<p>- Caliche: Calcário rico em carbonato de cálcio formado em ambientes semi-áridos.</p>
<p>- Tufo: Calcário esponjoso encontrado em águas de fonte devido à precipitação da carbonato de cálcio associado com matéria orgânica resultante da decomposição de vegetais.</p>
<p>- Conquífero: Formado pela acumulação de esqueletos e conchas.</p>
<p>- Giz: Calcário poroso de coloração branca formado pela precipitação de carbonato de cálcio com microorganismos.</p>
<p>- Travertino: São calcários densos encontrados em grutas e cavernas composta por calcite, aragonite e limonite</p>
<p>- Recifal: é um calcário de edificação que resulta da fixação de carbonato de cálcio por seres vivos, nomeadamente os corais.</p>
<p><strong>Usos</strong></p>
<p>Os principais usos do calcário são:</p>
<p>- Produção de cimento Portland.</p>
<p>- Produção de cal (CaO).</p>
<p>- Correção do pH do solo para a agricultura.</p>
<p>- Fundente em metalurgia.</p>
<p>- Fabricação de vidro.</p>
<p>- Como pedra ornamental.</p>
<p>Para adquirir Calcário Agrícola de excelente qualidade:</p>
<p><a title="http://www.mtagricola.com.br/calcario-dolomitico/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F')" href="http://www.mtagricola.com.br/calcario-dolomitico/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fcalcario-dolomitico%2F')" target="_self">http://www.mtagricola.com.br/calcario-dolomitico/</a></p>
<p>Bruno Maia<br />
Engenheiro Agrônomo<br />
(34) 9123-1952<br />
<a title="bruno@mtagricola.com.br" href="mailto:bruno@mtagricola.com.br">bruno@mtagricola.com.br</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6TeGhxmWnFNhqGt44nsyKS7KTw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6TeGhxmWnFNhqGt44nsyKS7KTw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6TeGhxmWnFNhqGt44nsyKS7KTw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6TeGhxmWnFNhqGt44nsyKS7KTw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/5EmIOVn1vDM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Avaliação de Imóveis Rurais</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/com/WHqd/~3/ewmwdztI3Vw/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/30/avaliacao-de-imoveis-rurais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 23:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação de Imóveis Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[análise estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de avaliações]]></category>
		<category><![CDATA[NBR14653]]></category>
		<category><![CDATA[NBR14653-3]]></category>

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		<description><![CDATA[Maia Tecnologia Agrícola apresenta seu mais novo serviço: Avaliação de Imóveis Rurais de acordo com a NBR 14653-3 a série de normas técnicas NBR 14653 regulamentam a engenharia de avaliações de imóveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_277" class="wp-caption alignleft" style="width: 256px"><img class="size-medium wp-image-277" title="Avaliação de Imóveis Rurais" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/avalicao-imoveis-rurais-300x224.jpg" alt="Avaliação de Imóveis Rurais" width="246" height="184" /><p class="wp-caption-text">Avaliação de Imóveis Rurais</p></div>
<p>Maia Tecnologia Agrícola apresenta seu mais novo serviço: Avaliação de Imóveis Rurais de acordo com a NBR 14653-3 a série de normas técnicas NBR 14653 regulamentam a engenharia de avaliações de imóveis.</p>
<p><span id="more-275"></span></p>
<p>A metodologia científica para avaliações de imóveis é baseada na análise estatística de variáveis relevantes que caracterizam o imóvel avaliando na sua região.</p>
<p>Para saber mais sobre o serviço de Avaliação de Imóveis Rurais, veja esse link: <a href="http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')">http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/</a></p>
<p>Sobre avaliação de imóveis rurais é importante considerar:</p>
<p>- Só um <strong>Engenheiro Agrônomo</strong> pode avaliar um imóvel rural considerando <strong>todos </strong>os aspectos produtivos.</p>
<p>- Só um Agrônomo que tem uma larga experiência em <strong>análise estatística</strong> pode fazer uma <strong>avaliação científica</strong>.</p>
<p>- Só um Agrônomo que conhece as <strong>normas da ABNT</strong> pode elaborar um <strong>laudo de avaliação</strong> aceito pelos <strong>bancos e pela receita federal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A MTA está apta a fazer laudos de avaliação de imóveis rurais para as seguintes finalidades:</p>
<p style="text-align: justify;">Desapropriação</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Aquisição</li>
<li>Arrendamento</li>
<li>Alienação</li>
<li>Dação em pagamento</li>
<li>Permuta</li>
<li>Garantia</li>
<li>Fins contábeis</li>
<li>Seguro</li>
<li>Arrematação</li>
<li>Adjudicação</li>
<li>Outros</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Métodos empregáveis para avaliação:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Método comparativo direto de dados de mercado</li>
<li>Método de capitalização da renda</li>
<li>Método involutivo</li>
<li>Método evolutivo</li>
<li>Método comparativo direto de custo</li>
<li>Método da quantificação de custo</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações entre em contato diretamente com o Engenheiro Agrônomo Bruno Maia:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F','http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Favaliacao-de-imoveis-rurais%2F')">http://www.mtagricola.com.br/avaliacao-de-imoveis-rurais/</a></p>
<p style="text-align: justify;">Telefone: (34) 9123-1952</p>
<p style="text-align: justify;">Email: <a href="mailto:bruno@mtagricola.com.br">bruno@mtagricola.com.br</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CktqkLgAF_BxvTLaWc6BhdlD6Ck/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CktqkLgAF_BxvTLaWc6BhdlD6Ck/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CktqkLgAF_BxvTLaWc6BhdlD6Ck/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CktqkLgAF_BxvTLaWc6BhdlD6Ck/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/ewmwdztI3Vw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Efeitos da crise na agricultura brasileira</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/com/WHqd/~3/w1kCvALeTWM/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/15/efeitos-da-crise-na-agricultura-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=255</guid>
		<description><![CDATA[A agricultura se desenvolve em ciclos. Em períodos curtos de tempo, passa por altos e baixos, no médio/longo prazo, no entanto, é sempre evolutiva. Isso é explicado porque a demanda por alimentos e energia é de crescimento constante.
Contribuem para os períodos de crise, entre outros fatores, adversidades climáticas, escassez de financiamento para o período que vai do plantio à venda, preços não remuneradores no mercado, falta de planejamento e governos omissos com o setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_256" class="wp-caption alignleft" style="width: 263px"><img class="size-full wp-image-256" title="agricultura" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/agricultura.jpg" alt="Agricultura x Crise" width="253" height="157" /><p class="wp-caption-text">Agricultura x Crise</p></div>
<p>A agricultura se desenvolve em ciclos.  Em períodos curtos de tempo, passa por altos e baixos, no médio/longo prazo, no entanto, é sempre evolutiva. Isso é explicado porque a demanda por alimentos e energia é de crescimento constante.</p>
<p>Contribuem para os períodos de crise, entre outros fatores, adversidades climáticas, escassez de financiamento para o período que vai do plantio à venda, preços não remuneradores no mercado, falta de planejamento e governos omissos com o setor.</p>
<p><span id="more-255"></span><br />
</p>
<p>Muitos agricultores estão endividados e não conseguem obter financiamento para comprar máquinas e insumos. Mesmo produtores mais capitalizados estão temerosos e seguram o dinheiro para autofinanciar o próximo plantio. A cautela que se instaurou nas fazendas se reflete nos negócios da cidade.</p>
<p>É conflitante com a crise quando observamos hoje o valor pago por produtos como a soja. Embora o período de cotações recordes tenha ficado para trás, os preços reagiram e estão em um patamar positivo. Isso ressalta que a crise internacional mostra seu efeito sobre o crédito. Desde setembro de 2008, as fontes de recursos privados secaram &#8211; especialmente os financiamentos providos por tradings e fornecedores de insumos.</p>
<p>Com isso, ressurgiram com força problemas antigos, como o alto endividamento. Há décadas a dívida agrícola vem sendo rolada &#8211; e não para de crescer. O agronegócio acaba de concluir mais uma renegociação de 75 bilhões de reais em débitos, cujo pagamento foi parcelado. Nem assim o problema foi sanado.<br />
O alto endividamento é resultado do viciado sistema de crédito rural em vigor no Brasil há décadas. &#8220;A agricultura é uma atividade de risco, mas os produtores sempre apostam numa renegociação de juros e dilatação de prazos&#8221;, diz o economista Gervásio Castro de Rezende, professor da Universidade Federal Fluminense. Desde 2000, as operações de crédito rural quadruplicaram, atingindo o montante de 106 bilhões de reais, o que equivale a quase dois terços do produto interno bruto agropecuário.</p>
<p>Estimativas da Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso apontam que 70% dos 100. 000 produtores do estado expandiram seus negócios à base de financiamentos. É claro que crédito é fundamental para a expansão de qualquer setor da economia. O problema é que, nesse caso, ele se tornou uma espécie de dinheiro fácil, estimulado pela certeza de repactuações cíclicas dos débitos. &#8220;Há 20 anos estamos renegociando dívidas. Se nada for feito, daqui a 20 anos estaremos na mesma situação&#8221;, diz Luiz Carlos Guedes Pinto, vice-presidente do Banco do Brasil e ex-ministro da Agricultura.</p>
<p>Produtores e associações ruralistas temem que a falta de crédito contamine a próxima safra, cuja fase de compra de insumos deveria ter começado &#8211; mas não começou &#8211; em março. Para tentar melhorar a situação, no final do mês o Banco do Brasil antecipou a liberação de recursos para a aquisição de fertilizantes e sementes. A instituição também deve aumentar em 20% o volume de crédito para a próxima safra, passando de 35 bilhões de reais para 42 bilhões.</p>
<p>A histórica redução da taxa Selic em um ponto percentual, de 10,25% para 9,25%, foi positiva para o setor agrícola, pois abre espaço para conter a entrada do dólar na economia brasileira. É a primeira vez desde a criação do Copom, em junho de 1996, que a Selic atinge o patamar de um dígito.</p>
<p>O Plano Agrícola e Pecuário 2009/2010 será anunciado no dia 22/06/09, em solenidade a partir das 15 horas, em Londrina/PR. Dos R$ 93 bilhões previstos para o programa, R$ 12,3 bilhões servirão como capital de giro para as agroindústrias.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wdTiHUtHOTvxU_Hfcf4Hrjd3vD4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/w1kCvALeTWM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Genes da resistência contra a ferrugem asiática</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/com/WHqd/~3/SrQykSHdgFU/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/03/genes-da-resistencia-contra-a-ferrugem-asiatica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proteção de cultivos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem asiática]]></category>
		<category><![CDATA[fitopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=251</guid>
		<description><![CDATA[Cientistas brasileiros e americanos identificaram a sequência genética que promovem resistência da planta de soja ao fungo Phakopsora pachyrhizi, agente causador da ferrugem asiática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_252" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-252" title="Ferrugem asiática" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ferrugem_asiatica.jpg" alt="Ferrugem asiática" width="200" height="168" /><p class="wp-caption-text">Ferrugem asiática</p></div>
<p>Usando técnicas genômicas, um time de pesquisadores do ARS (Agricultural Research Services), do ISU (Iowa State University) e do Brasil identificaram a sequência genética que promovem resistência da planta de soja ao fungo Phakopsora pachyrhizi, agente causador da ferrugem asiática.</p>
<p><span id="more-251"></span></p>
<p>A ferrugem asiática foi detectada pela primeira vez no Brasil em 2001/20002, chegou aos Estados Unidos em 2004, no Brasil o custo de controle da doença chegou a 8% do total investido na produção.</p>
<p>O mapeamento genético anteriormente mostrava 5 regiões do DNA, ou ‘loci&#8217;, da soja, chamadas de Rpp1, Rpp2, Rpp3, Rpp4 e Rpp5. Através dessas regiões de DNA foram identificados 15000 acessos no banco de germoplasma de soja que foram testados e mostraram o quanto a resistência a ferrugem asiática é incomum, pois menos de 5% dos acessos identificados são resistentes.</p>
<p>Os cientistas fizeram o seqüenciamento do lócus Rpp4 e identificaram um grupo de genes que possivelmente seriam responsáveis pela resistência à ferrugem asiática. Então através de comparações entre cultivares resistentes e suscetíveis e usando técnicas de &#8220;silenciamento gênico&#8221; identificaram o gene Rpp4C4.</p>
<p>Os cientistas Ricardo Abdelnoor Silva e Danielle da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), juntamente com os pesquisadores da ARS e da ISU, publicaram recentemente um artigo na revista &#8220;Plant Physilogy&#8221; mostrando como chegaram a esse gene.</p>
<p>Traduzido e adaptado de: <a title="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm')" href="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm','http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2009%2F03%2F090328152908.htm')" target="_blank">http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090328152908.htm</a></p>
<p></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3vCyg-vIzGtYi481OB_Ck4u4qwA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/SrQykSHdgFU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/03/genes-da-resistencia-contra-a-ferrugem-asiatica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/03/genes-da-resistencia-contra-a-ferrugem-asiatica/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial na agricultura</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/com/WHqd/~3/NJVTHsYN9GM/</link>
		<comments>http://www.mtagricola.com.br/2009/06/01/inteligencia-artificial-na-agricultura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroinformática]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mtagricola.com.br/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[Quando se fala de inteligência artificial na agricultura, não estamos falando de robôs que realizem trabalhos de homens, mas sim de sistemas de informática que ajudem em diagnóstico, planejamento e em elaboração de soluções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_248" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><img class="size-full wp-image-248" title="Inteligência Artificial" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/06/artificialintelligence.gif" alt="Inteligência Artificial" width="193" height="200" /><p class="wp-caption-text">Inteligência Artificial</p></div>
<p>No filme Inteligência Artificial de Steven Spielberg, Dave era um robô que podia imitar em tudo uma criança humana, sendo inclusive capaz de &#8220;sentir&#8221; aquilo que nos faz humanos, o amor.<span id="more-247"></span></p>
<p>Talvez essa cena esteja bem distante dos nossos dias, mas a inteligência artificial, é uma realidade hoje, é algo que possui atuação em diversos ramos da atividade humana, inclusive na agricultura.</p>
<p>Não se trata de robôs que realizem trabalhos de homens, mas sim de sistemas de informática que ajudem em diagnóstico, planejamento e em elaboração de soluções.</p>
<p>Esses sistemas são conhecidos como &#8220;Sistemas Especialistas&#8221;, são programas de computador, que, alimentados com informações sobre um domínio do conhecimento, são capazes de diagnosticar, prever ou planejar ações sobre um problema específico.</p>
<p>Um exemplo prático disso é o programa &#8220;SECAJU&#8221; construído na Universidade Federal do Ceará, que identifica as principais pragas e doenças da cultura do caju.</p>
<p>O programa age como um especialista na área de fitopatologia e entomologia, ele faz perguntas ao usuário cujas respostas sempre serão &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221;, identificando os sintomas de determinada doença ou praga, como um sintoma às vezes pode ser uma característica subjetiva o programa permite ao usuário dizer o grau de certeza de sua resposta, assim ao final da investigação o sistema fornece as possíveis pragas e, ou doenças que condizem aos sintomas apresentados, esses resultados são apresentados em ordem do mais possível para o menos possível, de acordo com o grau de certeza especificada na descrição de cada sintoma.</p>
<p>O SECAJU foi construído em uma &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; um programa que permite criar sistemas especialistas em qualquer área, a &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; utilizada foi o &#8220;Expert SINTA&#8221;, também construído na UFCE, existem diversas &#8220;Ferramenta SHELL&#8221; o &#8220;Expert SINTA&#8221; destaca-se por ser de fácil utilização, ser totalmente em português e ser gratuito, disponível no site: <a title="http://www.lia.ufc.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br','http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br')" href="http://www.lia.ufc.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br','http%3A%2F%2Fwww.lia.ufc.br')" target="_blank">http://www.lia.ufc.br</a>.</p>
<p>Existem inúmeras aplicações de sistemas especialistas na área agrícola, evidenciando assim que a inteligência artificial é uma realidade em nossos dias e que tende a crescer cada vez mais.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wUGX4qSaBIAnLM1s25fyEXD55bc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/WHqd/~4/NJVTHsYN9GM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Luz artificial para plantas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 19:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fisiologia vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[luz artificial]]></category>
		<category><![CDATA[terrário]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tipo de luz é boa para as plantas? Somente a luz solar? Posso usar luz artificial? Vez ou outra alguém faz essa pergunta. A questão é que a natureza (solar/artificial) da luz não importa e sim o comprimento de onda da luz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207" class="wp-caption alignleft" style="width: 224px"><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/terrario1.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Fterrario1.jpg','terrario1')"><img class="size-medium wp-image-207" title="terrario1" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/terrario1-300x249.jpg" alt="Terrário" width="214" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">Terrário</p></div>
<p>Que tipo de luz é boa para as plantas? Somente a luz solar? Posso usar luz artificial? Vez ou outra alguém faz essa pergunta. A questão é que a natureza (solar/artificial) da luz não importa e sim o comprimento de onda da luz.</p>
<p><span id="more-204"></span></p>
<p></p>
<h3>Você sabe o que é um terrário?</h3>
<p>Um terrário é um espaço, fechado ou aberto, que geralmente fica em interiores em que você controla, umidade, luminosidade e se possível temperatura, a idéia é reproduzir um ecossistema em miniatura. Nesses ambientes a luz é artificial.</p>
<h3>Qual a importância da luz para as plantas?</h3>
<p>Vamos revisar uma pouquinho de fotossíntese. A energia luminosa é utilizada pelas plantas para sintetizar compostos de alta energia (ATP e NADPH + H+). As reações dependentes da luz podem ocorrer somente na presença de luz e durante esta etapa vários eventos importantes acontecem:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) A clorofila absorve energia luminosa, que desengatilhará um fluxo de elétrons excitados da molécula de clorofila;<br />
b) Uma parte da energia desses elétrons excitados da clorofila é transformada em energia química e utilizada para produzir ATP;<br />
c) Uma certa quantidade de energia luminosa captada pela clorofila é usada para quebrar a água, num processo conhecido como fotólise. O oxigênio da molécula de água é liberado, sendo uma pequena parte usado na respiração celular e o restante liberado na atmosfera.<br />
d) O hidrogênio da água combina-se com a molécula carregadora de hidrogênio NADP+, formando NADPH + H+ (NADP+ reduzido). Portanto, a energia elétrica é novamente convertida em energia química. É possível resumir as reações dependentes da luz assim:</p>
<p><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese.jpg','fotossintese')"><img class="aligncenter size-full wp-image-206" title="fotossintese" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese.jpg','fotossintese')" alt="fotossintese" width="458" height="62" /></a></p>
<p>Desta forma, nas reações dependentes da luz, a energia do sol é usada para sintetizar ATP e para reduzir o NADP+.</p>
<h3>Que tipo de luz favorece mais a fotossíntese?</h3>
<p>O tipo de luz que favorece a absorção de energia pelos clorosplastos é a que tem comprimentos de onda referentes às cores azul ou vermelha. Ou seja ao comprar uma lâmpada elétrica para seu terrário, a lâmpada deve emitir luz azul ou vermelha, ou ainda &#8220;branca&#8221; que representa o conjunto das cores visíveis. Existem lâmpadas especiais para terrários.</p>
<p>A figura abaixo dá uma idéia sobre o nível de fotossíntese de acordo com o comprimento de onda da luz:</p>
<p><a href="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese2.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese2.jpg','fotossintese2')"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="fotossintese2" src="http://www.mtagricola.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fotossintese2.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.mtagricola.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F05%2Ffotossintese2.jpg','fotossintese2')" alt="fotossintese2" width="546" height="208" /></a></p>
<h3>Esclarecidas suas dúvidas?</h3>
<p>Então comente aí em baixo e classifique o post com as &#8220;estrelinhas&#8221;.</p>
<p></p>
<p><a></a></p>

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