<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630</atom:id><lastBuildDate>Fri, 12 Dec 2014 08:53:44 +0000</lastBuildDate><category>Literatura</category><category>Letra Corrida</category><category>Projetos Culturais</category><category>Zine</category><category>Arte</category><category>Ateliê de Literatura e Criatividade</category><category>Como Fazer</category><category>Crônicas</category><category>Cultura</category><category>Divulgação</category><category>Editais</category><category>Funarte</category><category>Memórias da Literatura</category><category>Minibook</category><category>Museu da Pessoa</category><category>Oficinas Literárias</category><category>Omar Izar</category><category>Proac</category><category>Prêmios</category><category>UBE</category><title>Cinco de Outubro</title><description></description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-1209413747690671043</guid><pubDate>Mon, 07 Jan 2013 16:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-07T08:25:28.207-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><title>Palavras no bico</title><description>&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-xe79ewGS1yc/T3iP-LDPnCI/AAAAAAAAARQ/c6ZKgFFLhmE/s1600/PALAVRAS.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-xe79ewGS1yc/T3iP-LDPnCI/AAAAAAAAARQ/c6ZKgFFLhmE/s200/PALAVRAS.JPG&quot; width=&quot;185&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;Tem quem prefira chutar lata, chutar balde, chutar o pau da barraca. É no texto que eu chuto tudo. Nele eu ponho palavras na marca do pênalti, sentenças que não aconteciam para dentro de mim. Um se fazer depois, da realidade de antes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;- Você é inédita! - Uma amiga veio com essa, noutro dia em que eu resolvi lhe mostrar o livro, com textos que eu escrevo, e gosto, e invento. Pequenas cenas flagradas dos lugares por onde ando. E de onde acrescento, acrescento, acrescento. Qualquer coisa a mais. Um cenário com detalhe de outro. Ou com uma parte a menos, também diminuo quando é preciso à existência. Dos personagens, digo. Ali, a brandir no imaginário, um enxerto, uma valsa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;- Tal como a vida! – Respondi, deixando o silêncio das escritas para o cotidiano que reconstruo, letra por letra, palavras escolhidas, coisa de cronista. Sou eu, sim, mas também não sou eu, naquelas linhas, item por item. O fato é que há um puro de mim que não existia antes do texto e, agora, não se sabe qual é a verdade na ficção. Deixo o jogo da descoberta para o leitor. Sempre ele, para quem escrevo do lugar em que assumo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;E para essa gente toda eu confesso: não é nada disso, não tem nada a ver. É como se o escrever fosse um brinquedo que retorce a realidade sem distorcê-la. Eu, em vez de escolher palavras amenas, escolho algumas para fora de contexto. Puro prazer de criar, e modificar. Alguém disse, um dia, que escritor tem dessas. Liberdade de qualquer coisa, poética, estética, visual, com palavras. As minhas eu gosto de por na boca do gol e dar de bico, para que caiam sem defesa.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2013/01/palavras-no-bico.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-xe79ewGS1yc/T3iP-LDPnCI/AAAAAAAAARQ/c6ZKgFFLhmE/s72-c/PALAVRAS.JPG" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-8503547241765409752</guid><pubDate>Sun, 28 Nov 2010 18:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-28T11:02:10.359-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ateliê de Literatura e Criatividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Letra Corrida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oficinas Literárias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Zine</category><title>Oficina de Zines</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TPKlt_cwNZI/AAAAAAAAIyw/o7897yqpDrQ/s1600/Slide2.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 321px; height: 239px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TPKlt_cwNZI/AAAAAAAAIyw/o7897yqpDrQ/s200/Slide2.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5544676300791231890&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Em novembro de 2010, mais uma vez o Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade fez mais uma das suas junto ao pessoal do Tantas Letras, de São Bernardo do Campo! Desta vez a atividade foi mais transgressora, com os princípios de indignação, a paixão, o desejo de expressões de ideias, pensamentos, críticas e pela satisfação de produzir um debate, uma repercussão pública de algo absolutamente autoral: os zines!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TPKltV0M9fI/AAAAAAAAIyo/vl_Zc9-UVok/s1600/Slide1.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 315px; height: 234px;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TPKltV0M9fI/AAAAAAAAIyo/vl_Zc9-UVok/s200/Slide1.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5544676289615295986&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&quot;Se é que é possível definir algo que abrange tantos assuntos e assume as formas mais experimentais, os zines têm, pelo menos, uma característica fundamental em comum: são veículos de opinião extra-oficial. E entenda-se por extra-oficial aquilo que não está comprometido com empresas, organizações, governos ou instituições.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A OFICINA DE ZINES do Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade é itinerante. Com uma estrutura móvel e prática, vamos que vamos, e aos mais diversos lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público Alvo: a partir dos 10 anos.&lt;br /&gt;Grupo Mínimo: 7 pessoas confirmadas.&lt;br /&gt;Local: em qualquer local ou no espaço do próprio ateliê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre em contato a partir do email &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;LetraCorrida @ Gmail.Com&lt;/span&gt; e tenha mais detalhes.</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2010/11/oficina-de-zines.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TPKlt_cwNZI/AAAAAAAAIyw/o7897yqpDrQ/s72-c/Slide2.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-514229409095650404</guid><pubDate>Sun, 01 Aug 2010 17:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-01T12:44:07.624-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Editais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos Culturais</category><title>Editais Culturais para Literatura - Orientações e Dicas</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;[Texto baseado no material do educador &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2010/01/Apresenta%C3%A7%C3%A3o__BIENALdoLIVRO__2009.ppt&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Osmar Barbalho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;] &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não é de hoje que a seleção pública de projetos e iniciativas culturais por editais é uma prática cada vez mais adotada pelo Ministério da Cultura, empresas públicas e privadas, secretarias estaduais e municipais de cultura, fundações e instituições culturais. Cada vez mais, e mais, e mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto se tratar de um diálogo com a sociedade civil, clap! clap!, ao possibilitar um grande número de inscrições, também permite a descentralização dos investimentos. Legal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Características da Seleção Pública&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Sua comunicação e divulgação é feita por edital público ou regulamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tem um objeto específico e direcionado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Sua inscrição é aberta a todos que se encaixam na proposta do edital;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Suas regras são claras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Os critérios de avaliação são divulgados previamente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Há presença de uma comissão de seleção.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pontos são comuns à maioria dos editais. Observe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Critérios Básicos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Impacto social da proposta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    - Quantitativo: número de pessoas beneficiadas.&lt;br /&gt;    - Qualitativo: características socioeconômicas da população envolvida; duração e profundidade das ações de fruição,&lt;br /&gt;    - sensibilização, capacitação ou formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Relevância cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    - Valor simbólico, histórico e cultural das ações e das manifestações culturais e artísticas envolvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Capacidade do proponente de execução do projeto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    - Tempo de fundação, atividades já desenvolvidas, reconhecimento social, currículo da equipe envolvida.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é importante observar quais são os tipo de projetos voltados à literatura, e suas respectivas particularidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Objetos de Editais – Área de Literatura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Publicação de romances, coletâneas de contos inéditos, poesias e crônicas, folhetos de cordel, revistas, história em quadrinhos, pesquisas culturais e similares, fanzines;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Publicações eletrônicas como e-books, periódicos digitais e sítios de cultura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Formação de novos leitores e ações de fortalecimento, estímulo e fomento à leitura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Criação e circulação de acervos bibliográficos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ampliação e renovação de bibliotecas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Reedição e distribuição de livros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Realização de bienais, mostras, seminários, congressos, concursos literários;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Lançamentos de livros em Espaços Culturais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Concurso de poesias, contos, crônicas, romances, ensaios, monografias, etc;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Bolsas de estímulo literário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Produção de eventos como saraus, recitais de poesias, stand-up;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Festivais, Mostras e Feiras.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom ficar atento! Abaixo, alguns editais contínuos da área de literatura:&lt;br /&gt;Fonte: newsletter da Representação NNE do MINC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ccinscricaodeprojetos.com.br/&quot;&gt;CAIXA CULTURAL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    Projetos culturais para os espaços da Caixa Cultural em Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo para palestras, encontros, cursos, workshops, oficinas e lançamento de livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Cultura/&quot;&gt;BNDES  DE  CULTURA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     Incentivo à leitura e formação de novos leitores,&lt;br /&gt;     Valorização e estímulo à criação e circulação de acervos bibliográficos,&lt;br /&gt;     Ampliação e renovação de bibliotecas públicas e escolares, além de práticas promotoras do acesso e da democratização da leitura;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     Produção literária individual ou coletiva de autores em todos os estilos, dirigidas ao público adulto e/ou infantil, compreendendo a edição de livros, folhetos de cordel, revistas, história em quadrinhos, publicações eletrônicas, pesquisas culturais e similares;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;     Realização de bienais, mostras, seminários, congressos, concursos literários e outros eventos direcionados a categorias de públicos infantil, adulto, da terceira idade, ou pessoas com deficiência, que possibilitem o acesso ao consumo da literatura, ou estimulem a formação e o desenvolvimento profissional de escritores e leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.funarte.gov.br/portal/editais-funarte/?centro=literatura&quot;&gt;BOLSA FUNARTE DE CRIAÇÃO LITERÁRIA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    A Bolsa viabiliza o desenvolvimento de projetos de criação literária individual, nos gêneros lírico e narrativo (conto, crônica, novela, poesia, romance), resultando em obras inéditas para publicação ou divulgação pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.unesco.pt/antigo/bolsas.htm&quot;&gt;BOLSAS DA UNESCO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    Encorajar a mobilidade de jovens artistas e promover a  criatividade e a diversidade cultural por meio de residências artísticas no estrangeiro, na  área de criação literária  incluindo transporte aéreo, atelier, apartamento e apoio logístico durante dois meses em diversas residências pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTOS DE LEITURA&lt;br /&gt;    Selecionar até 600 iniciativas culturais que mantenham ações de fortalecimento, estímulo e fomento a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://hotsitespetrobras.com.br/ppc/&quot;&gt;PETROBRÁS CULTURAL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    Contemplar, por meio de uma bolsa de criação literária (durante 10 meses), a manifestação de escritores de ficção e poesia, com inteira liberdade de formas e gêneros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SELEÇÃO PÚBLICA/Sebrae, Finep e MCT&lt;br /&gt;    Para apoio as empresas do segmento da economia da cultura ligadas à criação, produção, circulação, difusão e consumo de bens e serviços culturais nas cadeias produtivas da área editorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO VIVA LEITURA&lt;br /&gt;    Fomentar a leitura e reconhecer as boas práticas que acontecem em todo o Brasil dividido em três categorias:&lt;br /&gt;       - Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias;&lt;br /&gt;       - Escolas Públicas e Privadas; e&lt;br /&gt;       - Sociedade (empresas públicas e privadas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Microprojetos MAIS CULTURA&lt;br /&gt;    Ações que contemplem criação literária, revistas, jornais, fanzines e demais impressos, mídias eletrônicas, oficinas literárias, pesquisas e outras formas de criação e apresentação que propiciem a compreensão e o acesso à obra realizada, em todos os estilos literários (conto, romance, crônica, poesia, cordel, histórias em quadrinhos, poesia visual, poesia virtual, entre outras).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.oifuturo.org.br/site&quot;&gt;OI FUTURO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     Para financiamento, total ou parcial, de projetos aprovados em leis de incentivo à cultura nos Estados da sua área de atuação ou na Lei  Rouanet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUNCULTURA LITERATURA&lt;br /&gt;     Inclui obras de referência e cordel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Estrutura básica de um projeto cultural:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. [O QUÊ] APRESENTAÇÃO - Ações que vamos realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. [POR QUÊ] JUSTIFICATIVA - Análise da realidade e da idéia e do Projeto.                                                                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. [PARA QUÊ] OBJETIVOS - Objetivos gerais e específicos do projeto.                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. [QUEM] PÚBLICO ALVO - A quem está dirigido o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. [ONDE] LOCALIZAÇÃO - Locais onde vai se intervir.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. [COMO] ESTRATÉGIAS DE AÇÃO - Descrição de atividades e procedimentos.                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. [COM QUEM / COM QUÊ] RECURSOS (humanos, técnicos e materiais) - Organização e divisão de tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. [QUANTO] CUSTOS - Determinação dos custos do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. [QUANDO] CRONOGRAMA - Calendário de trabalho.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Para saber mais sobre como fazer um projeto cultural, clique &lt;a href=&quot;http://cincodeoutubro.blogspot.com/2010/06/como-fazer-um-projeto-cultural.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBSERVAÇÕES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de produto LIVRO, especifique:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Tiragem, em número de exemplares;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Preço médio para comercialização, em reais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Quantidade de exemplares que se pretende oferecer gratuitamente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) No caso de publicação impressa, especifique dimensões, papel, cores, número de páginas, número e dimensões das reproduções;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECOMENDAÇÕES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Siga as orientações do respectivo edital e/ou normas da instituição financiadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Aborde temas &quot;panorâmicos&quot;, globais ou amplos demais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Escreva de forma tal que pessoas não especialistas no tema possam compreender;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Faça uma redação sintética e bem feita (sinal de que o proponente tem idéias bem claras e precisas do que pretende fazer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Reveja se todos os itens do formulário estão devidamente preenchidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Faça uma pré-análise técnica do projeto, seguindo os critérios apresentados no edital de patrocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Observe se constam todos os membros da equipe técnica de execução e suas respectivas identificações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Não se esqueça de encaminhar os anexos solicitados pelo edital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Faça uma revisão ortográfica e gramatical criteriosa do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Confira se a documentação requerida pelo edital está completa.</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2010/08/editais-culturais-para-literatura_01.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-5540359354723286777</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 04:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-20T21:38:52.811-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Letra Corrida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Minibook</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Omar Izar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Zine</category><title>A arte de divulgar o texto (hein?)</title><description>Dia dos namorados. De um lado a saudade, o aperto no peito, e de outro, a oportunidade. Aquilo que, talvez, chamariam de a luz no fim do túnel. E mesmo com toda essa parte de mim querendo voltar no tempo e viver de romantismo, há um apelo que me leva adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone toca:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;- Fernanda, é o Omar. Olha só, estou ligando pra dizer que hoje é o último dia lá no Obar [um clube de amigos].&lt;br /&gt;- Sério, seu Omar?&lt;br /&gt;- É sim, já está decidido. Sei que hoje é dia dos namorados, né? Vai com o seu.&lt;br /&gt;- Ih, seu Omar, não tenho mais ele por perto não.&lt;br /&gt;- Ah, que pena. Vai lá mais tarde então, daí você afoga suas mágoas. E a gente se despede.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;Desliguei o telefone pensando no quanto minha vida é feita de bons amigos. E que isso era mesmo um privilégio. Liguei para todos os fãs do seu Omar e dei a notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;- Fernanda, você vai lançar seu livro aqui, né? – Era o seu Omar dizendo que ainda vai continuar abrindo a casa para eventos especiais. – Faço questão!&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Foi quando sacamos da bolsa, eu e a Letícia (minha sócia no Letra Corrida – Ateliê de Literatura e Criatividade), a edição do nosso último zine e também uma degustação do meu livro, um minibook de pré-lançamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade para nossas recentes vidas de escritoras foi arranjarmos coragem – e muita! – para distribuímos nosso material de divulgação nas mesas. Mas o seleto público do seu Omar pedia. Estava aí a oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r-MUrTdI/AAAAAAAAIS8/crbmp8gES98/s1600/P3270135.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r-MUrTdI/AAAAAAAAIS8/crbmp8gES98/s320/P3270135.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5485080849876209106&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Omar Izar, na gaita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Recomendo para os autores, em vez de capitalizarem uma folha A4 com seus escritos, como a gente vê por aí, que os distribuam, é mais divertido. E, convenhamos, ninguém tira o pé da lama vendendo zines a 1 real).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r9b9TvmI/AAAAAAAAIS0/3i6WFk8HK_8/s1600/P3270098.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r9b9TvmI/AAAAAAAAIS0/3i6WFk8HK_8/s320/P3270098.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5485080836893294178&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Público do seu Omar lendo o zine e o minibook&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, difícil é chegar o fim da noite e a saudade bater, como se faltasse um pedaço lá, de grande importância. Não condeno. Foi uma noite maravilhosa, numa troca de programas que, no fundo, não gostaria de ter tido. Mas que é bom viver, disso não tenho dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r-ky6VNI/AAAAAAAAITE/xf9xK3QwXJ4/s1600/P3270139.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r-ky6VNI/AAAAAAAAITE/xf9xK3QwXJ4/s320/P3270139.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5485080856445474002&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Fernanda de Aragão, Omar Izar, Letícia Mendonça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais o seu Omar Izar, gaitista de linhagem pura, acesse &lt;a href=&quot;http://sertaopaulistano.blogspot.com/2009/03/omar-izar.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2010/06/arte-de-divulgar-o-texto-hein.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/TB7r-MUrTdI/AAAAAAAAIS8/crbmp8gES98/s72-c/P3270135.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-3055175661974394157</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2010 04:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-06T22:42:04.923-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Arte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Como Fazer</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Funarte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Proac</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos Culturais</category><title>Como Fazer um Projeto Cultural - Literatura</title><description>&lt;img src=&quot;http://www.mostrasescdeartes.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/10/digitao_mini.jpg&quot; style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 250px;&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;Aqui, enrolada em editais de literatura, circulação, difusão, publicação, edição e coisa e tal, a dúvida: o que é preciso conter um projeto cultural? E a literatura, como fica no meio disso tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, enrolada com a Funarte e o Proac, editais que aprendi a dar conta apenas depois que resolvi escrever, e viver de escrever. Hein? É. Sem mais comentários sobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, navegando pela internet, apanhado de manuais, vamos lá, arriscar e coisa e tal. Nos encontraremos em algum edital por aí? Com certeza! E será um prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim, pois não, se você tiver alguma dica, é só usar os comentários para fazer o seu. E vamos simbora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Estrutura básica (montagem e captação de recursos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve sempre considerar a função e o objetivo da materialização do mesmo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• a quem se destina ?&lt;br /&gt;• quem fará sua leitura?&lt;br /&gt;• quais seus objetivos?&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;DADOS GERAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Apresentação&lt;/span&gt;: o projeto deve ser montado de forma organizada, lógica, bem diagramado, com o máximo de informações visuais (gráficos, fotos, etc.) e principalmente limpo. &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[Essa parte de informações visuais eu acho interessante, ainda não me habituei, já que o currículo acadêmico, aquele da Plataforma Lattes requer outros princípios. Quanto à estética, ok! Todo mundo sabe que uma informação bem apresentada faz toda a diferença!]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Linguagem&lt;/span&gt;: deve ser acessível de modo a evitar textos rebuscados, repletos de adjetivos e informações subjetivas. O texto deve ser claro, conciso, objetivo e direto. &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[Metáforas e Figuras de Linguagens e Metonímias apenas no material stricto da coisa: aquela literatura que vai anexa aos projetos como exemplo. Não sei se concordo muito com isso, parece que é mais criativo escrever um projeto com capacidade linguística igualmente criativo, mas talvez os proponentes tenham exagerado e coisa e tal, e para a avaliação ficar mais democrática e coisa e tal seja mesmo necessário uma linguagem simples e concisa. Talvez, não sei. O que você acha?]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Informações&lt;/span&gt;: devem ser quantificadas e precisas, principalmente a respeito do público a ser atingido pelo projeto, já que são informações que interessam em demasia aos futuros patrocinadores. &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[Em resumo: escrever de acordo com o edital. Não adianta nada mandar um projeto de crônicas para um processo seletivo de contos. É! Mas vale arriscar, vais que...]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Leis de Incentivo&lt;/span&gt;: deve-se sempre seguir as orientações e especificações básicas de cada uma das leis. &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[Óbvio!]&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;PARTES DE UM PROJETO CULTURAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disposição e organização de cada uma das partes de um projeto cultural variam de acordo com o direcionamento. O destaque e a ênfase de uma ou outra informação também vão depender desta função do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Atenção&lt;/span&gt;: nem todos os itens abaixo representam todos os itens obrigatórios de um projeto cultural. Lembre-se de escolher os itens determinados pelo edital! O Excesso de informações pode ser prejudicial!]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;I. Capa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Identificação do Projeto (título e área)&lt;br /&gt;• Identificação do Proponente (nome)&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Título&lt;/span&gt;: escolher um bom nome é importante para transmitir a idéia central do projeto, e de forma mais rápida. Além de dar uma idéia concisa e clara da sua proposta, um nome sucinto e objetivo facilita a compreensão e ajuda a atingir os objetivos com mais eficiência. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;II. Apresentação / Introdução / Descrição (o quê)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Descrição breve e clara do objeto que se pretende desenvolver, incluindo os temas abordados e seus desdobramentos. Pode ser uma ação, uma atividade ou um produto cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• O que é o projeto?&lt;br /&gt;• Qual sua missão? Qual seu objetivo geral? (Listar os principais objetivos)&lt;br /&gt;• Qual seu histórico e contexto (como surgiu a idéia, qual a importância)?&lt;br /&gt;• Quem são os principais envolvidos e quais suas funções?&lt;br /&gt;• Qual será o formato final e quais os resultados esperados?&lt;br /&gt;       (dados concretos, para analise das dimensões e potencial do projeto)&lt;br /&gt;• Qual é o público alvo?&lt;br /&gt;• Quando e onde será realizado?&lt;br /&gt;• Qual será o valor total do investimento solicitado?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A apresentação é uma das partes mais importantes na elaboração do projeto. É por meio dela que as comissões de seleção poderão entender – de forma rápida e objetiva – a proposta integral do projeto. Seja claro e objetivo, incluindo apenas as informações essenciais ao seu entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto deve transmitir segurança no conhecimento sobre o tema, autoconfiança, talvez um toque de entusiasmo, mas não promessas extravagantes! Deve conter a exposição clara, de maneira encadeada e cronológica do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentre-se em descrever o conteúdo específico do projeto, evitando dissertar sobre as referências teóricas e conceituais que lhe dão suporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma síntese. Comece com um histórico do objeto, descrevendo como surgiu a idéia de realizá-lo, qual sua importância e seus principais objetivos, o número de pessoas envolvidas, a qual público ele se destina e, finalmente, em que período e local ocorrerá.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;III. Objetivos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Descrever de forma clara O Quê se pretende fazer, bem como indicação dos resultados que se pretende atingir, dos produtos finais a serem elaborados e os benefícios da ação ou atividade cultural, se possível a curto, médio e longo prazo. Os objetivos devem ser formulados visando especificar aquilo que se quer atingir a partir da realização do projeto, apresentando soluções para uma demanda ou respondendo a uma oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• O que se pretende com o projeto?&lt;br /&gt;• Para que foi pensado e proposto?&lt;br /&gt;• Que impacto se pretende causar com este projeto?&lt;br /&gt;• Que ações se pretende realizar para alcançar este impacto?&lt;br /&gt;• Quais são os benefícios culturais, sociais e econômicos derivados do projeto?&lt;br /&gt;• Qual a influência e a intervenção na formação cultural?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Destacar a contribuição cultural e social que o projeto pode exercer em relação à comunidade, à área de inserção, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adequar os objetivos do projeto às exigências estabelecidas no regulamento do patrocinador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o projeto tenha mais de um objetivo, mencionar todos. (Faça um pequeno parágrafo com o objetivo geral e organize em tópicos os específicos. Os objetivos devem iniciar com um verbo, ser claros e sucintos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[Eu tinha um professor que dizia: os objetivos de qualquer projeto iniciam-se com verbos: realizar, apresentar, representar, auxiliar, editar, aproximar, relatar, etc, etc, etc]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;IV. Justificativa (porque)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Explicitar a importância do projeto e as motivações que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de avaliação previstos no edital, quando houver. Apresentação e explicação das razões e motivações para a realização do projeto, considerando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Motivo da demanda por recursos públicos;&lt;br /&gt;• As suas contribuições para o desenvolvimento da área de criação do objeto;&lt;br /&gt;• A criatividade, pioneirismo e ineditismo;&lt;br /&gt;• A importância deste projeto no conjunto da obra do candidato.&lt;br /&gt;• Em que contexto se insere? E qual sua importância dentro desse contexto?&lt;br /&gt;• Por que foi pensado e proposto? Por que a iniciativa de realizar o projeto?&lt;br /&gt;• Qual o diferencial do projeto? (ineditismo, pioneirismo, resgate histórico, etc.)&lt;br /&gt;• Que circunstâncias favorecem sua execução?&lt;br /&gt;• Como o projeto atende aos critérios de seleção e qualificação estabelecidos pelo patrocinador?&lt;br /&gt;• Quais as contribuições para o desenvolvimento cultural do público ao qual se destina ou da localidade/região na qual se insere?&lt;br /&gt;• Qual a experiência do proponente?&lt;br /&gt;• Já foram desenvolvidas outras ações para este público pelo proponente?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Atributos&lt;/span&gt;: enfatizar os principais atributos do projeto, lembrando que ele deve ser justificado culturalmente, como criatividade, contemporaneidade, tradição, irreverência, popularidade, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Relevância Cultural&lt;/span&gt;: há projetos em que é necessário estabelecer uma relevância cultural, ou seja, seu valor simbólico, histórico e cultural e as manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso é preciso evidencias os benefícios gerados pelas ações sugeridas, a partir do alcance visado e da área de atuação da proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de projetos em que se atinja a uma população em específico, é importante esclarecer que o projeto responde a uma determinada demanda percebida e identificada por você através de diagnósticos ou pesquisas sobre a região e/ou comunidade em questão.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;V. Sinopse / Release / Mecânica de Funcionamento / Produto (como) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Apresentação concisa do conteúdo da proposta cultural apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• O produtor deve sempre explicar sucintamente o conceito central do projeto e seu mecanismo de funcionamento. É o momento de dizer o que é o projeto e como vai funcionar: duração, conteúdo, forma de produção e produto final.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Descrição técnica da obra&lt;/span&gt;: Descrever estilo narrativo a ser empregado, o número previsto de páginas, utilização de ilustrações, divisão em capítulos e demais características técnicas da criação.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;VI. Público Alvo (quem)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Identificação do(s) público(s) ao qual o projeto se destina, presumindo, sempre que possível, uma quantidade direta e indireta do público a ser atingido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Para quem o projeto foi pensado e proposto?&lt;br /&gt;• Quais são as características (perfil) do público que pretende atingir?&lt;br /&gt;(condições de vida, escolaridade, idade, gênero, classe social, localização geográfica, área de atuação, etc)&lt;br /&gt;• Qual a estimativa de público?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Sempre que possível, faça uma estimativa da quantidade direta e indireta do público a ser atingido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos que podem auxiliar na definição do público:&lt;br /&gt;* onde o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;* a linguagem a que se refere (artes visuais, literatura, dança, musica, teatro, etc),&lt;br /&gt;* qual sua proposta (experimental, popular, massiva, erudita, etc),&lt;br /&gt;* entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o proponente conhecer seu público pode ainda detalhar aspectos como faixa etária, área de atuação, condições de vida, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características do projeto ou mesmo a trajetória do proponente podem já ter ou indicar um determinado público, que já possua um envolvimento com a ação ou atividade cultural proposta ou, ao contrário, a desconheça ou não tenha acesso e possa dela se beneficiar de alguma forma.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;VII. Resultados Previstos / Metas a Atingir&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Apresentação dos resultados a serem atingidos pelo projeto e os benefícios produzidos a partir de sua realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Quais serão as metas para cada um dos objetivos?&lt;br /&gt;• Quais são os benefícios culturais, sociais e econômicos?&lt;br /&gt;• Quais os resultados finais do projeto?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Os resultados devem ser mensuráveis e revelar o alcance dos objetivos específicos. Por exemplo: publicação com textos apresentados em palestras ou seminários, DVD com edição dos saraus realizados, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se possível apresentar dados quantitativos, como: tiragem, número de espetáculos ou mostras, público atingido, cidades abrangidas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como fazer&lt;/b&gt;: Volte ao item “objetivos” e tente traduzi-lo em resultados práticos ou produtos, que possam ser vistos ou experimentados. Busque resultados para cada objetivo específico, analisando os que, de fato, são viáveis de se concretizarem.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;VIII. Estratégias de Ação (Memorial Descritivo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Refere-se ao detalhamento das etapas de trabalho. Enumerar e descrever as atividades necessárias para atingir o(s) objetivo(s) desejado(s) e explicar como se pretende desenvolvê-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Qual a programação do projeto?&lt;br /&gt;• Como ele será realizado? Existem etapas distintas? Quais?&lt;br /&gt;• Quem são os responsáveis por cada etapa? Que atividades desenvolverão?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Como fazer&lt;/span&gt;: Para elaborar a estratégia de ação volte aos itens “objetivos” e “resultados previstos” e liste todas as atividades que serão necessárias para atingi-los. Ordene as ações por etapas de realização e preveja o tempo de duração de cada uma. Liste também os serviços a serem desenvolvidos em cada etapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: A estratégia de ação do projeto deve ser coerente com os itens “orçamento” e “cronograma”. Ela demonstra a capacidade de administração do proponente, bem como a proximidade que o proponente possui com a linguagem do projeto e a produção cultural.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Demonstrar a capacidade do proponente em viabilizar o projeto;&lt;br /&gt;• Incluir relação de livros publicados e propostas culturais desenvolvidas pelo proponente;&lt;br /&gt;• Detalhar os objetivos e mostrar claramente as etapas da realização;&lt;br /&gt;• Prever o tempo de duração de cada etapa;&lt;br /&gt;• Relacionar e descrever as parcerias (institucionais: órgãos públicos, fundações e instituições; promocionais: veículos de comunicação associados; e empresariais: apoio e colaboração em recursos humanos, materiais ou financeiros);&lt;br /&gt;• Demonstrar coerência com o orçamento; e&lt;br /&gt;• Destacar as ações que não serão subsidiadas pelo edital, mas que são importantes na compreensão geral do projeto. Neste caso é necessário indicar como essas ações serão custeadas, em coluna específica do orçamento físico-financeiro. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;IX. Plano de Distribuição dos Produtos Culturais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Indicar tiragem, número de ingressos e/ou o público estimado.&lt;br /&gt;• Informar se os produtos serão comercializados e/ou se haverá distribuição gratuita.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Em caso de distribuição gratuita informar os beneficiados, indicar o percentual de distribuição comercial (discriminar a quantidade e o valor pretendido), o percentual de distribuição gratuita (discriminar a quantidade e a destinação), o percentual para o patrocinador (até 10%) e editora (no caso de publicação), etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns editais e leis de incentivo, a instância financiadora solicita que 20% do produto seja distribuído de maneira gratuita, neste caso o proponente também deve listar quais entidades são beneficiadas, como bibliotecas, escolas públicas, videotecas, etc.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;X. Planos de Acesso, Divulgação e Comunicação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Especificar a forma de divulgação do projeto e seu plano de mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• De que forma será divulgado ou desenvolvido o trabalho de assessoria de imprensa?&lt;br /&gt;• Quantos cartazes, folders, outdoors e outros instrumentos de comunicação serão utilizados?&lt;br /&gt;• Quais produtos poderão ser disponibilizados ao final do projeto: livros, fotos, gravações, textos, etc.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;*Indicar as ações e os materiais de divulgação do projeto, com suas respectivas especificações e quantidades.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;* Material Gráfico (cartazes, convites, programas, filipetas, faixas, banners)&lt;br /&gt;* Ações promocionais&lt;br /&gt;* Release (dados informativos sobre o evento, local, dia, horário, contatos)&lt;br /&gt;* Arte final para material gráfico&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Indicar em quais veículos de comunicação o projeto será divulgado.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;* Mídia Impressa (jornais, revistas, boletins)&lt;br /&gt;* Mídia Digital (sites, blogs, podcasts, etc)&lt;br /&gt;* Mídia Radiofônica (quais rádios)&lt;br /&gt;* Mídia Televisiva&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Em outras palavras, o plano irá apresentar a publicidade, marketing e assessoria de imprensa do projeto. É possível formular um plano de comunicação alternativo, mais barato e eficiente se o proponente conhecer o seu público.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XI - Contrapartidas / Retornos para o patrocinador&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Indicação de atividades culturais a serem realizadas como contrapartida ou do impacto social do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Quais são as atividades de contrapartida?&lt;br /&gt;• Como serão realizadas?&lt;br /&gt;• Quando e onde?&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;As contrapartidas podem ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Institucionais&lt;/span&gt;: formas de aplicação das logomarcas dos parceiros nos materiais de divulgação, compromisso de mencionar as parcerias nos materiais de divulgação para imprensa e entrevistas concedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Estruturais&lt;/span&gt;: iniciativas de impacto social, de formação de público e reflexão. Exemplo: capacitação de jovens para a produção cultural, geração de oportunidade de trabalho para comunidades de baixa renda, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Compensatórias&lt;/span&gt;: iniciativas que promovam a democratização do acesso aos bens culturais resultantes do projeto. Exemplo: permitir acesso gratuito ou a preços populares para o público, portadores de necessidades especiais, portadores de doenças crônicas graves, idosos, estudantes de escolas públicas. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Proponha ações ou atividades que estimulem a participação do público no projeto, seja de formação ou de intercâmbio, e que tenham resultados mensuráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Indique de maneira clara quais os benefícios que receberão os patrocinadores e apoiadores.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;(Às vezes a publicidade, a divulgação e a associação da marca do patrocinador não são os únicos benefícios, poderá oferecer como contrapartida parte do produto cultural, no caso de livros, CDs, ingressos etc. outro beneficio pode ser a integração de clientes do patrocinador ao projeto cultural, através da realização de cursos, palestras, oficinas ou a cessão de vagas para a realização destas atividades dentro do projeto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: Toda ação ou atividade cultural se insere em um contexto econômico, social e político. Por esta razão, o proponente deverá pensar em como atuar neste contexto, tendo como princípio o compromisso cidadão. As atividades culturais indicadas devem estar articuladas com as diretrizes da política cultural da instituição em que o projeto será inscrito.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XII – Patrocínio ou Apoio cultural / Cotas / Permuta&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Discutir a inserção do logo do patrocinador, não esquecendo que cabe ao patrocinador lugar de destaque em qualquer que seja a peça produzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;P&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;lano de Cotas&lt;/span&gt;: quando o proponente estiver adaptando o seu projeto para a captação de recursos, deverá indicar cotas de patrocínio para que a empresa possa escolher. As cotas são níveis hierárquicos de parcerias: patrocínio, co-patrocínio, apoio, promoção, colaboração, etc. Para cada cota determine um custo e uma divulgação da marca diferenciados.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XIII. Material Utilizado / Previsto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Especificação de toda a estrutura material necessária, relacionando os equipamentos indispensáveis para a execução do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Utilize valores e orçamento razoáveis e dentro da realidade.&lt;br /&gt;• Não supre-valorize seu projeto, isto pode tirar a credibilidade de sua proposta.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Aqui também pode haver uma fusão com o quesito custos, ou não, dependendo da intenção. É importante distinguir o material de consumo (que é usado sem volta durante o projeto – exemplo energia elétrica, papel, etc) do material permanente (de uso continuado após o final do projeto – ex: instrumentos musicais), a forma de obtenção de cada material e destinação após o final do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o cálculo do trabalho dos assim chamados recursos humanos: artistas, colaboradores, pessoal técnico, pessoal administrativo etc. calcular o tempo de contrato e a quantia a ser recebida – salário, complementação salarial, etc.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XIV. Organização / Ficha Técnica&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Número de profissionais envolvidos e respectivas funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Nomes dos responsáveis por cada fase/etapa do projeto, implementação das diretrizes estruturais, divulgação, coordenação e documentação necessária.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XV. Dados sobre o(s) Proponente(s)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;É muito importante encontrar no próprio texto do projeto os dados de identificação de seu autor. Além de servir para facilitar a identificação do próprio projeto, o simples fato de se poder achar um nome de referencia facilitará também o contato daqueles que, ao manusearem o projeto, tiverem interesse em aproveitá-lo, discuti-lo ou mesmo levá-lo adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Currículo&lt;/span&gt;: resumido do proponente e dos principais envolvidos no projeto, com ênfase na área cultural. É interessante ressaltar a experiência do proponente em temas relacionados aos editais, quando for o caso.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XVI. Cronograma / Etapas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O cronograma situa no tempo as ações ou procedimentos necessários para a realização do projeto. Deve ser apresentado em forma de tabela, por itens e não em texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Em que período as ações/etapas do projeto serão realizadas?&lt;br /&gt;• Quanto tempo durará cada etapa?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;C&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;omo fazer&lt;/span&gt;: O cronograma é conseqüência da “estratégia de ação”. Desenhe uma tabela contendo as etapas do projeto e seu período de execução (semana, quinzena ou mês). O cronograma geralmente é dividido em pré-produção (ou preparação), produção e pós-produção, que significam, respectivamente, o momento prévio da execução do projeto, a sua execução de fato e o momento posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enumeração e detalhamento das etapas previstas para a execução da obra, como, por exemplo, pesquisas históricas, levantamentos bibliográficos, elaboração de capítulos, revisão de texto entre outras etapas que o candidato julgar necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: Algumas ações são comuns a vários projetos, como: reserva do local de realização do projeto, impressão das peças gráficas, divulgação, inscrições, ensaios, montagem, estréia, pagamento de serviços e profissionais, prestação de contas, entre outros. Em algumas ocasiões os editais e mecanismos de financiamento indicam um período de execução, o que significa que não se pode propor um cronograma que o extrapole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Previsão de duração do projeto&lt;/span&gt;: Informar a data prevista para início e término do projeto, considerando todas as suas etapas.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;* Procure detalhar as formas de desenvolvimento no transcorrer do projeto, metodologia utilizada e prazos necessários para sua realização. Quando será realizada cada uma das atividades pretendidas. Deve-se calcular o tempo que vai ser gasto em cada etapa do projeto, incluindo-se o tempo gasto na aquisição material necessário ao desenvolvimento do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Seja realista ao estabelecer prazos e ao definir seu cronograma de trabalho. Os projetos culturais costumam ser elaborados e apresentados com muita antecedência. O prazo ideal para realização de um projeto é de seis meses, dependendo de sua amplitude. Projetos de pequeno porte também precisam de no mínimo três meses de antecedência para sua captação de recursos e execução.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XVII. Orçamento Físico-Financeiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Indicação dos recursos financeiros necessários para execução do projeto, com valores unitários e totais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Qual o custo de cada etapa do cronograma?&lt;br /&gt;• Quais valores unitários e totais?&lt;br /&gt;• Quais são as fontes previstas?&lt;br /&gt;• Quanto será solicitado a cada fonte?&lt;br /&gt;• Qual o valor total do projeto?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Como fazer&lt;/span&gt;: O orçamento também deve ser apresentado em forma de tabela, por itens e não em texto. Sugere-se que o orçamento pelo menos indique: item, valor unitário, quantidade e valor total. O valor total do projeto é a multiplicação de todos os itens anteriores. Remeta-se às ações indicadas no cronograma e veja quais gastos estão implícitos em cada uma delas. Geralmente os projetos prevêem recursos para: pessoal e serviços; infra-estrutura e montagem; material de consumo; material gráfico; custos administrativos; comunicação e divulgação; impostos e taxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: A maioria dos editais possui uma cota limite de financiamento. Caso o projeto extrapole o valor determinado, deverá comprovar a existência de outras fontes de financiamento. Neste caso, divida os totais em valor solicitado ao edital e valor total do projeto.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Listar todos os itens;&lt;br /&gt;• Dependendo do tipo de projeto serão necessários três orçamentos.&lt;br /&gt;• Incluir um cabeçalho com o Título do projeto e outros dados relevantes (nome do proponente) na parte superior da planilha do orçamento físico-financeiro.&lt;br /&gt;• Procurar ter rigor nas cotações, fornecendo sempre custos coerentes aos do mercado.&lt;br /&gt;• Refletir e detalhar o valor solicitado, considerando as etapas de trabalho descritas na estratégia de ação, assim como indicar os recursos provenientes de outras entidades (se houver), considerando a incidência de todas as tributações previstas em lei, inclusive as trabalhistas e de direitos autorais. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Observações gerais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• Os custos de divulgação/comercialização do projeto não poderão ultrapassar 20% do valor total do projeto.&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;• Os custos administrativos do projeto não poderão ultrapassar 15% do valor total do projeto, independente do fato de uma parte ou todos os serviços serem terceirizados.&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;• Os impostos incidentes sobre pagamento de serviços, mediante recibo, somente deverão constar do orçamento, quando os mesmos forem recolhidos pelo proponente. Neste caso, os valores dos recolhimentos deverão ser especificados nos campos próprios da planilha. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XVIII. Avaliação dos resultados&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Apresentação de indicadores para avaliação do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;• O que precisa ser avaliado?&lt;br /&gt;• Como pode ser avaliado?&lt;br /&gt;• Como será apresentada esta avaliação? E para quem?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Como fazer&lt;/span&gt;: Volte ao item “resultados previstos” e tente identificar que ações auxiliam para checar os resultados. Pode ser através de questionários de pesquisa de público, de clipagens de materiais de imprensa, de entrevistas, da quantidade de ingressos ou produtos vendidos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: Os indicadores servem para comparar os “resultados previstos” com os resultados reais do projeto e permitem avaliar se o projeto foi bem sucedido. Eles podem ser quantitativos: número de participantes, espetáculos, beneficiados, etc; ou qualitativos: análise da divulgação, da satisfação do público e da verba total do projeto.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XIX. Estimativa de arrecadação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Multiplique o valor unitário do ingresso ou produto cultural pela quantidade pessoas poderão adquiri-lo – esta estimativa pode ser feita, por exemplo, a partir do número de lugares do local onde será realizado o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XX. Ficha técnica ou créditos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Direção, Produção, Realização, Coordenação, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XXI. Carta(s) de anuência&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Comprova a participação dos profissionais envolvidos indicados na ficha técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XXII. Material gráfico&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Folders, matérias de jornal, dvd’s, entre outros materiais que indiquem outros projetos do proponente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;XXI. Contatos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nome dos responsáveis, telefones, e-mails, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;[&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Observação Final&lt;/span&gt;: Geralmente é de bom tom, em um projeto de literatura, colocar em anexo textos de própria autoria, a menos que o edital declare sua posição contrária. Também é importante observar o limite de páginas para esse fim. Nossa sugestão fica entre 5 a 10 laudas, dependendo do projeto, do edital e coisa e tal.]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Guias para a Elaboração de Projetos Culturais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/dir/39162803/e26ebc2d/Sesi.html&quot;&gt;Guia SESI de Investimento Cultural&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/_JUvTqxh/democultural_manualprojetos.html&quot;&gt;Manual de apoio à Elaboração de Projetos de Democratização Cultural&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/lfBN5QBQ/sp_guia_apoio_cultural2008.html&quot;&gt;Guia de Apoio Cultural - Secr. de Relações Institucionais do Gov. do Estado de São Paulo&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/Kg79Krbv/pronac_manual.html&quot;&gt;Manual do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/ADbWa2nC/soudapaz_manual_execucaoprojet.html&quot;&gt;Manual de Execução de Projetos Culturais - Instituto Sou da Paz&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/bS7B8Zi7/bh_manual_gestaoincentivo2008.html&quot;&gt;Manual de Gestão de Projetos Culturais Incentivo Fiscal - BH&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;* Para elaboração desse documento foram consultados os seguintes sites:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Funarte (Fundação Nacional de Artes)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Proac (Programa de Ação Cultural)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Fundação Cultural do Estado da Bahia (&lt;a href=&quot;http://www.fundacaocultural.ba.gov.br/editais/pdf/manual_projetos.pdf&quot;&gt;Orientações para elaboração de projetos culturais&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Prefeitura de Santo André (&lt;a href=&quot;http://www.santoandre.sp.gov.br/bnews3/images/multimidia/programas/Manual.pdf&quot;&gt;Elaboração de projetos culturais&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Blog Elaborar Projeto Cultural (&lt;a href=&quot;http://elaborarprojetocultural.blogspot.com/&quot;&gt;http://elaborarprojetocultural.blogspot.com/&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- (&lt;a href=&quot;http://www.mtg.org.br/assessoria%20-Como%20Elaborar%20um%20Projeto%20Cultural.doc&quot;&gt;Como elaborar um projeto cultural&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Associação Brasileira de Captadores de Recursos (&lt;a href=&quot;http://www.captacao.org/recursos/noticias/guias-auxiliam-em-elaborac-o-de-projetos.html&quot;&gt;Guias auxiliam em elaboração de projetos&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2010/06/como-fazer-um-projeto-cultural.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-5094976711454417256</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 01:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T17:29:16.639-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prêmios</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">UBE</category><title>Concurso Internacional de Literatura 2009 - UBE/RJ (Cerimonial)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/SvImWBSFzRI/AAAAAAAAH6s/LeGXZzyJXJs/s1600-h/UBE2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/SvImWBSFzRI/AAAAAAAAH6s/LeGXZzyJXJs/s400/UBE2.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há vários mundos dentro daquilo que se chama literatura. É que a sociedade se constitui assim mesmo, com seus guetos, pelos semelhantes, através das identificações, e também pelo oposto disso tudo, as diferenças, as distâncias, por aqueles que não têm tampas. Existe o conservador e o rebelde (literatura marginal?), o clássico e o moderno (contos de uma frase ou aforismos que valem um conto?), o sério e o irreverente (a crônica como gênero menor?), o mundo e o sub-mundo (literatura pulp feita de papel para os enjeitados?) e por aí adiante, no dia 30 de outubro fui ver de perto o mundo acadêmico das letras, e sua gente (eu no dentro?).  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma cerimônia feita em antítese. De um lado os premiados já com livros publicados. De outro, os autores de livros inéditos. O patrocínio da Petrobrás ainda estou esperando, já que custeei minha própria viagem, sem ajuda, sem nada, apenas com aquele banner estendido ao lado da mesa principal no auditório oficial. Perdi alguma coisa? Talvez. O garoto do Piauí foi com gosto, meio às pressas, confortavelmente, pertencia ao time dos com livros já publicados, aqueles escolhidos pela comissão julgadora sem conhecimento prévio dos autores, grana da Petrobrás? Só se foi para estes, não pude apurar, mas é fato que o dinheiro foi para alguém diferente dos inéditos. Nesta linha mais fraca, muitos de fora nem chegaram a ir, deixando os residentes do Rio de Janeiro a promessa da festa e aquele almoço por adesão no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Está certo que existe uma putisse minha em relação ao prêmio. Primeiro pela falta de contato com a gente da organização. Recebi apenas um único telefonema, informando minha colocação, o provável dia da condecoração e aquele tom suspeito no ar: olha, minha querida, parabéns, vire-se para chegar ao Rio de Janeiro, já lhe disse o dia, anota o auditório. Da suspeita veio a certeza na medida em que, ao vasculhar a internet, nenhum telefone de contato com a União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro. A convicção do dane-se você, queridinha, veio com o telefonema para a sede de São Paulo, olha meu bem, lá não tem telefone, comunicamo-nos (no bom portugês) por email com o presidente. Passou o email, mas sempre voltava, como se os amarelinhos dos correios pudessem me dizer: foi e voltou, moça. Aham! Caixa postal cheia? Não sei. O que sei é que a estranheza permanecia com outros telefonemas e aquela falta de vontade para resolver o problema (que se repetia, e se repetia, e se repetia) da falta de contato, olha minha senhora, eu quero ir receber meu prêmio, mas preciso de mais informações, não tem como me ajudar? Não teve. Nova busca na internet e outra idéia. Por que não ligar diretamente na Academia Brasileira de Letras, local do evento? Um vão; de nada sabiam. Nada de telefones para contatos, veja bem minha senhora, eu quero ir receber meu prêmio, mas preciso de mais informações, não tem como me ajudar? Não teve. Na última idéia, algum resultado. Achar na lista o telefone da residência de alguém, daquele único nome que despontava no edital do concurso, o secretário da instituição, que foi muito simpático em receber meu alô fora de hora (será que você pode me ajudar?) em sua residência em Copacabana. Ajudou, na medida do que lhe era possível, confirmando o evento, a hora e a razão. E tem ajuda de custo? Veja bem, a literatura, você sabe como é... Sei, sei. Mas, e depois? E aquele cartaz estampado da Petrobrás? Onde será que eu perdi o bonde? Só me restou mesmo pegar aquele de Santa Tereza, aquele no Pão de Açúcar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A cerimônia foi digna. Pessoas bem vestidas, solenes. Hino francês, hino brasileiro. Algumas palavras na oficialidade, um ou outro protocolo e, na vez de cada um subir e buscar seu certificado no estilo colação de grau, os aplausos dos familiares e amigos mais chegados que estavam na platéia, um ou outro cônjuge coruja, alguns membros da instituição, música nos intervalos para eliminar o cansaço. Minha vez, protocolo à risca, também na estica, pose para as fotografias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É fato haver uma alegria contida. Uma felicidade, um reconhecimento. Para alguém que, em menos de dois anos, resolveu ser escritora e cronista; para alguém que montou apenas um único livro na vida, receber tal honraria por certo que é um motivo de muito orgulho. E tem a coisa da competição, não se pode negar, sempre há o gostinho daquele ouro, prata e bronze dos primeiro, segundo e terceiro lugares, aquela fila que chega depois, sabe-se lá com que critério ou julgamento, na exatidão da arte ou na inexistência dela. A tristeza fica por conta da mensagem subliminar do pouco caso que ainda se faz, não com a literatura, com as pessoas e seus valores. É que tem um povo tão grande, em quantidade, em espírito, em várias outras formas, espalhados por aí, que na falha, no furo, na falta, no “foda-se” (e como eu odeio essa concepção de “liga o foda-se e seja feliz” colocando todo o outro, que é a sociedade, na qualidade de menor, como se ela não fosse importante, como se não houvesse mais necessidade de respeito, como se tudo fosse uma coisa darwinista de que os mais fortes sobrevivem, e então os alunos não respeitam mais os professores – de quem é a responsabilidade desse país de iletrados? – e por aí vai, nesse egoísmo de vida tosco coroado com aquela ilusão “eu nasci sozinho”, mesmo com todo mundo ciente de que nenhum ser humano sobrevive ou se reconhece sem o outro depois do parto); no foda-se tudo parece um círculo vicioso daquele tipo eu finjo quê..., eles fingem também. Daí que a roda na mesmice continua e, no sistema, nada de novo.  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A parte interessante ficou mesmo com as diferenças. Há literatura de todas as formas, e a acadêmica faz cerimônia, festa a rigor, terno, gravata, vestido longo e sapatos altos num lugar onde a idade revela a experiência, o respeito e a tradição, templo sagrado no qual as formalidades permanecem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os vencedores: Lúcia Freitas de Andradre, Jorge Luiz Lima de Souza, Ademir Moreno Aguilar, Avelina Maria Noronha de Almeida, Flávia Savary, Ângela Togeiro, Érika da Silveira Batista, Helton Reginaldo Cenci, Sérgio José Meurer, Celso Antônio Lopes da Silva, Anibal Albuquerque, Hélio Rubens Batista Ribeiro Costa, Pedro Pazelli, Márcia Regina de Araújo Duarte, Fernanda de Aragão e Ramirez, Alda Estellita Lins, Marcos Vinicius Quiroga, Amélia Alves, Marilda Oliveira, Getúlio Cardoso, Augusto Sérgio, Ana Helena Ribeiro, Olívia Barradas, Norma Guilhon, Emanuel de Moraes, Gabriel Nascente Beatriz R. Dutra, José Carlos Ribeiro, Marco Aurélio Baggio, Ítalo Suassuna, Emil de Castro, Diogo Mendes Souza, Patrícia Engel Secco, Edu Engel, Jorge Ariel Madrazo.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2009/11/concurso-internacional-de-literatura.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_4VfhvPw65TY/SvImWBSFzRI/AAAAAAAAH6s/LeGXZzyJXJs/s72-c/UBE2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-433581646757793930</guid><pubDate>Sun, 18 Oct 2009 05:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-18T06:26:22.295-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Memórias da Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Museu da Pessoa</category><title>Memórias da Literatura - Museu da Pessoa</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/imgs/logomemorias.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;84&quot; src=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/imgs/logomemorias.gif&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Já disse antes, na postagem sobre A Formação do Escritor, sobre o Memórias da Literatura, do Museu da Pessoa. O objetivo é destacar as experiências de autores e leitores e suas relações com a leitura ao longo da vida, mostrando também a diversidade da produção literária lusófona, seja no Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Goa, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe ou Timor Leste. Com apoio da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o programa buscou promover uma integração entre os países de língua portuguesa por meio da difusão da literatura produzida por seus autores. Abaixo os arquivos de 2007. Divirta-se!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;31.10.07 • BIBLIOTECA DAVI VAIE: LEGADO DE UM IMIGRANTE&lt;/b&gt; - Davi Vaie nasceu na Romênia em 1912. Veio para São Paulo em 1927, formou-se farmacêutico e exerceu a profissão por toda a vida. Como bom leitor, Vaie colecionou uma biblioteca particular em sua casa. Após sua morte em 2006, sua neta Tani Vaie resolveu dar uma finalidade nobre para os livros: fundou uma biblioteca em homenagem ao avô, empresta seus livros para pessoas próximas e formou uma rede de usuários. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML100_DaviVaie.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;30.10.07 • POR TRÁS DAS TELONAS&lt;/b&gt; - Quem se fascina com a magia das grandes telas de cinema pode não perceber, mas o envolvimento na execução de um filme tem um lado bastante técnico. O roteirista e escritor Fernando Bonassi e o diretor de fotografia Walter Carvalho contam um pouco como é colocar a &quot;mão na massa&quot; quando o assunto é cinema. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML99_Adaptacao_para_cinema.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;26.10.07 • UMA RODA DE ESTÓRIAS&lt;/b&gt; - Reunir pessoas interessadas na obra de um escritor para que contem suas experiências em volta de uma roda. Essa é a proposta de uma roda de estórias literárias. Os depoimentos desse programa foram resultado de uma roda sobre o autor mineiro Guimarães Rosa. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML98_Roda_Historias_Guimaraes.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;25.10.07 • UMA ILHA DESCONHECIDA&lt;/b&gt; - Um bom começo para quem quer se iniciar na literatura do escritor português José Saramago é ler &quot;O Conto da Ilha Desconhecida&quot;. As educadoras Cris Zelmanovitz e Janete Dreyer tiveram experiências literárias distintas com a obra. Mas para ambas foi marcante a leitura. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML97_Ilha%20Desconhecida.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;19.10.07 • DESPERTANDO PARA OS LIVROS&lt;/b&gt; - Como fazer uma criança se interessar pela leitura? Neste programa Arnaldo Niskier e Marcelo Rubens Paiva relembram como se aproximaram dos livros. O bibliófilo José Mindlin dá uma dica incomum para fazer as crianças se interessarem por livros. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML96_Interesse_por_Livros.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;18.10.07 • O ESCRITOR QUE QUERIA SER CANTOR&lt;/b&gt; - O escritor gaúcho João Gilberto Noll chegou a cantar música erudita em festas, batizados e casamentos. Desistiu da carreira para escrever. Nesse programa ele explica a importância da arte na vida e como faz disso matéria prima para seus romances. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML95_Joao_Gilberto_Noll.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;17.10.07 • A BIBLIOTECA DE UMA VIDA - Empresário, advogado e bibliófilo, José Mindlin tem em sua história de vida o amor pelos livros como filosofia. Aos 93 anos, as estantes de sua biblioteca têm mais de 38 mil títulos, acumulados ao longo de uma vida. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML94_Jose_Mindlin.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16.10.07 • O ESCRITOR POR TRÁS DOS ESCRITORES&lt;/b&gt; - O célebre criador de o Sítio do Pica-pau amarelo está presente indiretamente em milhares de outros livros que não chega a assinar oficialmente. É que a Monteiro Lobato influenciou tanto seus leitores, que alguns deles também se tornaram escritores, como Lygia Bojunga, Marisa Lajolo e Anderson Braga Horta. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML93_MonteiroLobato.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11.10.07 • AO MESTRE COM CARINHO &lt;/b&gt;- No começo de nossa vida estudantil tudo parece estranho... Lugar novo, colegas diferentes e novos assuntos: a escola pode ser amedrontadora de tantas novidades. Mas o fato é que vamos nos acostumando e, às vezes, até gostando e cultivando importantes lembranças desses mestres. É o caso dos escritores Zuenir Ventura e Ana Gizélia Vieira. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML92_Professores.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10.10.07 • COMO NASCE UM ESCRITOR? &lt;/b&gt;- Angústia, paixão não-correspondida ou sensibilidade que já nasce com a gente. Você sabe o que faz alguém tornar-se um escritor? Fernando Bonassi, Moacyr Scliar e Nelida Piñon contam como foram suas primeiras experiências. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML91_ComoNasceumEscritor.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;24.09.07 • CURUMIN ESCRITOR E DESENHISTA &lt;/b&gt;- Yaguarê Yamã é membro do povo Saterê Mawé do Amazonas. Desde pequeno Yaguarê desenha nas areias de sua aldeia. Quando adulto veio para cidade grande, fez faculdade e hoje é escritor e pintor. Yaguarê Yamã relembrou sua trajetória ao &quot;Memórias da Literatura&quot;. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML90_Yaguare.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;19.09.07 • ERA UMA VEZ...&lt;/b&gt; - Quem não se lembra de ouvir, maravilhado e atento, histórias contadas pelos pais, avós e professores? São momentos que se eternizam e possibilitam o aparecimento de adultos mais criativos e com gosto pela leitura. As contadoras de histórias Deise Tebaldi e Edileine Fonseca falam do mágico universo da oralidade. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML89_ContadoresdeHistoria.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17.09.07 • HERÓI SEM NENHUM CARÁTER&lt;/b&gt; - Após muita pesquisa sobre a cultura do país, o modernista Mário de Andrade surpreendeu-se ao concluir que o tão falado caráter do brasileiro é, na verdade, não ter caráter algum. A obra resultado desta descoberta é Macunaíma, que marcou o escritor Jorge Miguel Marinho e o diretor de teatro Ednaldo Freire. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML88%20_Macunaima.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;04.09.07 • O OLHAR DE REPÓRTER DO ESCRITOR&lt;/b&gt; - Marçal Aquino é um dos grandes nomes da literatura contemporânea. Repórter policial por muitos anos, ele faz de suas andanças pelas ruas e seu olhar de repórter a fórmula literária para criação de seus personagens e histórias. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML87_Marcal_Aquino.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;03.09.07 • LEMINSKI À PRIMEIRA VISTA&lt;/b&gt; - Polêmico, arrebatador e apaixonante. O curitibano Paulo Leminski viveu intensamente seus 44 anos. Morto em 1989, sua obra continua despertando paixões à primeira vista. As jornalistas Maíra Kubik e Cristiane Gomes contam como o autor traduziu com imensa beleza vários momentos de suas vidas. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML86_Impressoes_Leminski.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;31.08.07 • A BELEZA DE UMA SEVERINA&lt;/b&gt; - A sensibilidade e a precisão dos versos de “Morte e vida severina” do pernambucano João Cabral de Melo Neto impressionam leitores como a professora Ana Sylvia Ribeiro e estudante Bruno D&#39;Angelo. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML85_Morte_e_vida_severina.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29.08.07 • UM ESCRITOR COM SOTAQUE&lt;/b&gt; - O dramaturgo paraibano Ariano Suassuna é um dos maiores defensores da cultura popular brasileira. Durval Leal Filho foi produtor de um documentário sobre o escritor, e o diretor de teatro Ednaldo Freire encontrou na obra de Suassuna uma identidade de vida e criação artística. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML84_Ariano_Suassuna.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;27.08.07 • MENINOS DA AREIA DE SALVADOR&lt;/b&gt; - Um dos livros mais lembrados de Jorge Amado é &lt;i&gt;Capitães da Areia&lt;/i&gt;. Além de ser a obra mais vendida deste grande escritor baiano. A história do grupo de meninos de rua emocionou o documentarista Durval Leal Filho e a pedagoga Cris Zelmanovits. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML83_Capitaes_da_areia.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;24.08.07 • O DIÁLOGO DE CAIO&lt;/b&gt; - Como taxista, Mauro Castro se tornou um cronista de mão cheia. Já a produtora cultural Djaine Damiati começou a se interessar pela literatura adulta por influência do escritor gaúcho. Ambos conheceram novas fronteiras literárias a partir da leitura do escritor Caio Fernando Abreu. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML82_Caio_Fernando_Abreu.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;23.08.07 • DAS PÁGINAS DO LIVRO PARA O PALCO&lt;/b&gt; - Dois diretores de teatro e amantes da literatura falam do envolvimento que tiveram em processos coletivos de adaptação de romances para os palcos. Cacá Carvalho montou o &lt;i&gt;Homem provisório&lt;/i&gt; a partir de um clássico de Guimarães Rosa e Alexandre Mate adaptou &lt;i&gt;Não verás país nenhum&lt;/i&gt; de Ignácio de Loyola Brandão. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML81_Teatro_e_Literatura.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;22.08.07 • UMA ESCRITORA FASCINANTE&lt;/b&gt; - Reconhecidamente bela, a escritora Hilda Hilst viveu muito a frente de seu tempo. Não quis se casar ou ter filhos, escolhendo viver em uma chácara no interior de São Paulo na companhia de seus fieis companheiros caninos. A inteligência rara e a qualidade literária da escritora surpreenderam as paulistas Djaine Damiati e Carolina Stanisci. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML80_Hilda_Hilst.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;21.08.07 • OS CLÁSSICOS E SEUS LEITORES&lt;/b&gt; - Livros que sintetizam sentimentos humanos e ultrapassam diferenças de idade, tempos vividos e condições sociais. Ana Sylvia Ribeiro e Cris Zelmanovits narram encontros emocionados com os clássicos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML79_Classicos.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16.08.07 • LEITORES SEM TEMPO PARA LEITURA&lt;/b&gt; - Eles não têm muito tempo para um bom romance. Os jornalistas Bruno D&#39;Angelo e Cristiane Gomes têm uma carga pesada de leitura teórica, mas se desdobram para dar atenção à sua crescente fila de livros a ler. Já a educadora Alice Lanalice descobriu uma forma de reservar diariamente um tempo à leitura prazerosa. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML78_Tempo_para_ler.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;15.08.07 • POLACO, POETA BRASILEIRO&lt;/b&gt; - Antonio Thadeu Wojciechowski, o Polaco da Barreirinha, é um agitador cultural. Poeta, já publicou mais de 26 livros, compôs milhares de músicas e já leu “umas duas mil vezes” o livro “Eu” do poeta Augusto dos Anjos. Ouça seu depoimento ao “Memórias da Literatura”, no qual recita versos, poemas e conta sobre seu envolvimento com a literatura. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML77_Polaco_o_poeta_brasileiro.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14.08.07 • LIVRO NOVO DE NOVO&lt;/b&gt; - A cada novo olhar, uma nova história. O jornalista Rogério Pereira faz uma releitura obstinada do escritor Raduan Nassar e a educadora Alice Lanalice emociona-se a cada vez que relê Campo Geral, de João Guimarães Rosa. Enquanto isso, o escritor Cristóvão Tezza mudou a interpretação que fazia de Monteiro Lobato após uma releitura mais madura. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML76_Releituras.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;13.08.07 • A INVENTORA DAS VACAS VOADORAS&lt;/b&gt; - Edy Lima cria histórias da forma mais trivial. Mas quando passadas para o papel ganham contornos absurdos. Aos 83 anos, Edy é uma das mais importantes autoras de literatura infanto-juvenil e falou ao Memórias da Literatura sobre livros, criação e sua amizade com Monteiro Lobato. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML75_Edy_Lima.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10.08.07 • O BOM ESCRITOR QUE DEIXOU DE ESCREVER&lt;/b&gt; - A trajetória literária de Raduan Nassar acumula, ao todo, dois romances “Lavoura Arcaica” e “Um copo de cólera” e o livro de contos “Menina a caminho&quot;. Dez anos depois de iniciar a carreira literária, o escritor decidiu abandoná-la. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML74_%20Raduan_Nassar.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;08.08.07 • POETA PANTANEIRO&lt;/b&gt; - Poeta das pequenas coisas, Manoel de Barros carrega em seus versos contornos da alma do Pantanal brasileiro. Em sua poesia ele explora os mistérios do irracional, sempre tomando nota de frases curiosas. O jornalista Cláudio Fragata é um apaixonado pelos poemas de Barros; assim como a jornalista Valéria Burgos o considera indispensável. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML73-ManueldeBarros.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;07.08.07 • ESCRITOR DOS MIL E TANTOS LIVROS&lt;/b&gt; - Ele escreve um romance em menos de seis horas e publicou 1075 livros, sendo 1000 livros em menos de 6 anos. O &lt;i&gt;Memórias da Literatura&lt;/i&gt; conversou com Ryoki Inoue, o paulista descendente de japoneses, que era médico, largou a carreira e se consagrou como o maior escritor de obras literárias do mundo, segundo o Guiness Book, livro dos recordes. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;06.08.07 • O POETA, SEUS VERSOS E O CIGARRO&lt;/b&gt; - &quot;Nada mais natural do que fazer versos&quot;, sentenciava o poeta gaúcho Mário Quintana. A escritora de livros Edy Lima, amiga de Quintana, recorda-se bem de sua facilidade para os versos. Assim como o ilustrador gaúcho Eloar Guazelli conta um episódio inusitado sobre a intensa relação do poeta com o tabaco. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML71_marioquintana.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;03.08.07 • LIVROS USADOS&lt;/b&gt; - Livros usados, livros raros, livros baratos, outros nem tantos. Nos&amp;nbsp;sebos é possível encontrar praticamente qualquer tipo de obra. Em São Paulo, o Sebo do Messias possui&amp;nbsp;estantes carregadas e funcionários cheios de história,&amp;nbsp;como contam o fundador, o ex-garçom Messias Antonio Coelho, o vendedor Jonas Taussio e o responsável pelo site do sebo, Cleberson Aquino. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML70_Sebos.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;02.08.07 • AÇOUGUE CULTURAL&lt;/b&gt; - Imagine um local em que carnes e livros convivem lado a lado, onde, literalmente, é possível alimentar o corpo e a mente. Para os freqüentadores da casa de carnes T-Bone, em Brasília, o açougue-biblioteca é uma realidade, levada a cabo pelo dono, Luiz Amorim. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML69_Acougue_cultural.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;01.08.07 • DO LIXO AO LIVRO&lt;/b&gt; - O projeto “Dulcinéia Catadora”, foi implementado pela artista plástica Lucia Rosa para capacitar catadores de lixo reciclável como escritores e artistas gráficos. O ex-catador Peterson Marques e escritor Flávio Amoreira trabalham com a editora que leva o mesmo nome do projeto. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML68_Catadores_autores.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;31.07.07 • O SERTÃO CANTADO PELO PÁSSARO MIÚDO&lt;/b&gt; - O poeta nordestino que carregou em seu nome a sua cidade natal, Assaré, no interior do Ceará, viveu até os 93 anos, morrendo em 2002. Patativa do Assaré é lembrado pelo lavrador Dirceu Pelegrino e pela jornalista Valéria Burgos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML67_Patativa_do_Assare.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;30.07.07 • A CONSTRUÇÃO DE UM ESCRITOR&lt;/b&gt; - Além da consagração como cantor e compositor, Chico Buarque cada vez mais se consolida como escritor de romances. As jornalistas Elisa Amaral e Miriam Portela comentam o lado autor do grande poeta da música popular brasileira. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML66_Chico_Buarque.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;27.07.07 • FLIP - FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DE PARATY&lt;/b&gt; - A cidade histórica de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, há cinco anos abriga um dos eventos culturais mais interessantes do Brasil: a Flip, Festa Literária Internacional de Paraty. A festa também se preocupa em trazer melhorias para a comunidade local, em especial às crianças do ensino público. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML65_Flip_beneficia_Paraty.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;26.07.07 • O POETA BEM HUMORADO&lt;/b&gt; - A tuberculose atormentou Manuel Bandeira desde os 18 anos de idade, obrigando-o a uma vida reclusa e cheia de privações, distante dos simples prazeres do cotidiano. Esta fragilidade e isolamento se transformaram na principal matéria-prima de sua poesia. Para o professor de História Nicola Gris, Bandeira é o grande poeta brasileiro. Um de seus poemas marca a experiência da professora Ana Sylvia Ribeiro com literatura. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML64_Impressoes_Manuel_Bandeira.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;25.07.07 • O ESCRITOR E SUAS MIRABOLANTES HISTÓRIAS&lt;/b&gt; - Murilo Rubião é escritor, mas também foi professor, funcionário público e jornalista. E desta última profissão herdou uma maneira objetiva de escrever, que usou para contar histórias fantásticas, repletas de situações absurdas ou surreais. Essas características fizeram com que o professor de teatro Alexandre Mate e o jornalista paulistano Fabrício Valério se encantassem com seus textos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML63_Murilo_Rubiao.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;24.07.07 • O POETA DE SETE FACES&lt;/b&gt; - Carlos Drummond de Andrade foi um dos principais nomes da poesia brasileira. Publicou mais de 20 coletâneas de poesias, crônicas e livros infantis. Este poeta mineiro que prezava os versos livres e que cantava o cotidiano é um dos autores preferidos da professora Ana Sylvia Ribeiro e do jornalista Michel Fernandes. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML62_Impressoes_Carlos_Drummond.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;23.07.07 • UM JEITO DIFERENTE DE SE DIVERTIR&lt;/b&gt; - Umas das brincadeiras que as crianças Bruna Costa e Pedro Henrique Borges mais levam a sério é a de escrever livros. Eles são escritores-mirins. Apesar da pouca idade que têm, eles já pensam em seguir uma carreira literária. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML61_Escritores_mirins.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;20.07.07 • POESIA NO ASSENTAMENTO&lt;/b&gt; - No meio da terra vermelha, em um assentamento do MST, o trabalhador rural Dirceu Pelegrino tira inspiração para suas poesias. Em seus versos, a relação entre homem e natureza se transforma em poesia. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML60_MST_e_poesia.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;19.07.07 • ESCRITORES QUASE FAMOSOS&lt;/b&gt; - Miriam Portela e Armando Alexandre dos Santos escrevem muitos livros, mas não assinam quase nenhum deles. Eles são os chamados ghost-writers ou &quot;escritores-fantasmas&quot;, profissionais que escrevem livros para que outros assumam a autoria. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML59_Ghost_writer.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18.07.07 • A PROSA DOS RETIRANTES&lt;/b&gt; - Graciliano Ramos descreveu a trajetória de retirantes de forma magistral no livro &quot;Vidas Secas&quot;. Ativo na política do Estado de Alagoas foi secretario de Educação e, por conta de suas posições políticas, foi preso no governo de Getúlio Vargas. O tempo de cadeia rendeu o livro &quot;Memórias do Cárcere&quot;. Seus personagens impressionaram a jornalista Elisa Amaral. Já o jornalista Fabrício Valério se recorda dos traços de personalidade dos mesmos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML58_Impressoes_Graciliano_Ramos.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17.07.07 • NA LINHA DIRETA DE XANGÔ&lt;/b&gt; - O poeta Vinicius de Moraes é autor de uma dezena de livros e outras tantas canções. Desregrado e encantador, foi um artista apaixonado pelas boas coisas da vida. Os jornalistas Carlos Soulié e Miriam Portela contam como conheceram a obra e a personalidade deste poeta singular. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML57_Vinicius_de_Moraes.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16.07.07 • ENGATINHANDO NA LITERATURA&lt;/b&gt; - A lembrança do livro inesquecível lido na vida acompanha toda a vida. A jornalista Mariana Zylberkan guarda especial lembrança de &quot;Marcelo, Marmelo, Martelo&quot; de autoria da escritora Ruth Rocha, assim como o comerciário João Paulo de Lima se recorda de &quot;Meu Pé de Laranja Lima&quot;. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML56_Literatura_infantil.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;13.07.07 • PASSAGEM LITERÁRIA&lt;/b&gt; - A passagem subterrânea de uma das mais movimentadas avenidas da capital paulistana, a rua da Consolação, é um agradável ponto aos leitores desde 2005. Silas Rocha e Odete Machado contam como é trabalhar vendendo livros nesta curiosa passagem literária, muito freqüentada por pessoas como o fotógrafo Winer Pastore. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML55_Passagem_literaria.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;12.07.07 • DAS PÁGINAS POLICIAIS PARA A LITERATURA&lt;/b&gt; - Rubem Fonseca, um dos maiores nomes da literatura policial no Brasil, foi delegado e repórter policial antes de se tornar escritor. É da realidade fria e violenta dos crimes sua inspiração para a literatura que cativa leitores, como a jornalista Paula Poleto e o jornalista e ex-delegado Edson Flosi. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML54_Impressoes_Rubem_Fonseca.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11.07.07 • COMPOSITOR, ESCRITOR E MAGO&lt;/b&gt; - Paulo Coelho é o maior fenômeno de venda da literatura brasileira. Numa mistura de auto-ajuda e exoterismo, seus livros já foram traduzidos para cerca de 59 idiomas em mais de 160 países, onde já vendeu mais de 90 milhões de exemplares. O estudante Marco Antonio Rocha e a atriz Simone Violanti dão sua opinião sobre a literatura do autor. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML53_Impressoes_Paulo_Coelho.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10.07.07 • GEOGRAFIA E POESIA EM GUIMARÃES ROSA&lt;/b&gt; - A geografia árida do sertão tem tanto peso quanto a poesia na prosa em&amp;nbsp;Guimarães Rosa. Estes são aspectos ressaltados pelas leitoras Júlia Bergman e Gisela Anauate. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML52_Impressoes_Guimaraes_Geografia.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;09.07.07 • ECONOMIA EM PESSOA&lt;/b&gt; - Fernando Pessoa, além de poeta, foi também jornalista e funcionário de escritórios comerciais. Zé Rodrix se surpreendeu com este lado do autor, assim como Gustavo Franco, que organizou uma coletânea de textos de economia do escritor. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML51_Economia_em_Pessoa.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;06.07.07 • DA REALIDADE PARA AS PÁGINAS DE UM LIVRO&lt;/b&gt; - Histórias e personagens reais às vezes parecem tirados das páginas de um livro. E são os biógrafos os responsáveis por levá-los pra lá. Lucius de Mello escreveu sobre a prostituta Eny Cesarino e Jorge Caldeira é autor de biografias como a do Barão de Mauá e Guilherme Pompeu de Almeida. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML50_Biografias.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;05.07.07 • OS BRUTOS TAMBÉM LÊEM&lt;/b&gt; - Embaixo de um movimentado viaduto do Centro de São Paulo há um lugar onde livros e um enorme ringue de boxe convivem numa harmonia inusitada. O espaço público foi idealizado pelo pugilista Nilson Garrido, e Aparecido Lúcio. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML49_Literatura_e_boxe.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;04.07.07 • MORALISMO EM XEQUE&lt;/b&gt; - Nelson Rodrigues retratou com ironia e maestria a classe média urbana brasileira. Simone Violanti leu todas as peças do autor e André Cortez compara a verve de Rodrigues a Machado de Assis. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML48_Impressoes_Nelson_Rodrigues.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;03.07.07 • LEITORES PROFISSIONAIS&lt;/b&gt; - Além de lazer e aprendizado, para algumas pessoas, ler também é sinônimo de trabalho. André Conti trabalha em uma editora de livros e Gisela Anauape escreve resenhas de livros para uma revista semanal. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML47_Profissionais_da_leitura.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;02.07.07 • O VAMPIRO DA LITERATURA&lt;/b&gt; - Dalton Trevisan retrata uma Curitiba miserável, diferente da imagem de cidade modelo geralmente associada à capital do Paraná. O que a princípio incomodou Fernanda Quinta e encantou Luigi Marnoto. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML46_Impressoes_Dalton_Trevisan.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29.06.07 • O CONTADOR DE CAUSOS&lt;/b&gt; - Monteiro Lobato foi fazendeiro, empresário, político, ativista cultural, editor de livros, explorador de petróleo e, ufa, escritor. O jornalista Thiago Linguanoto e o a vendedora de livros e escritora Eliza Nazarian falam sobre o autor. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML45_Impressoes_Monteiro_Lobato.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;28.06.07 • TALENTO DA MATURIDADE&lt;/b&gt; - Algumas pessoas descobrem certos talentos já na maturidade. Tatiana Belinky escreveu seu primeiro livro infanto-juvenil aos 68 anos e Maria do Carmo Giordano, mesmo sem ter publicado ainda, ingressou na literatura quando aposentada e viúva. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML44_Comecar_a_%20escrever_tarde.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;27.06.07 • OS PAMPAS LITERÁRIOS&lt;/b&gt; - O Rio Grande do Sul do escritor Érico Veríssimo tornou-se universal pela qualidade de sua literatura. Assim falam os leitores Mauirá Zwetsch e Renata Borges Lacerda. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML43_Impressoes_Erico_Verissimo.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;26.06.07 • O CONTISTA DO COSME VELHO&lt;/b&gt; - Machado de Assis além de um dos maiores escritores brasileiros, foi um contista de mão cheia. E é exatamente sobre esta faceta do escritor que os leitores Thiago Linguanoto e&amp;nbsp; André Cortez dão suas impressões. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML42_Impressoes_Machado_contista.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;25.06.07 • DE NOTAS LITERÁRIAS PARA NOTAS MUSICAIS&lt;/b&gt; - A transposição de uma obra literária para a música une as duas formas de arte. A violinista Marina Andrade adaptou Augusto dos Anjos e o músico Gereba fez um disco sobre os poemas do folclorista Câmara Cascudo. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML41_Adaptacao_musical.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;22.06.07 • UM BOM LUGAR PARA LER&lt;/b&gt; - Qual o lugar mais agradável para abrir um livro e se deixar levar por uma história? Os estudantes Maximiliano de Ataíde e Roberta Martins&amp;nbsp;e o executivo Luiz Halfers falam sobre seus lugares prediletos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML40_Lugar_para_ler.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;21.06.07 • A VERDADE NA FICÇÃO DE MARÇAL AQUINO&lt;/b&gt; - Marçal Aquino é autor de uma dezena de livros, de roteiros e ganhador de prêmios. As leitoras paulistanas Elisa Nazarian e&amp;nbsp; Luciana Bruno comentam este escritor que despontou na última década. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML39_Impressoes_Marcal_Aquino.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;20.06.07 • GERAÇÃO 90&lt;/b&gt; - No início dos anos 1990, um grupo de aspirantes a escritores começou a se reunir para falar sobre literatura. Entre eles estavam Marcelino Freire e Evandro Affonso Ferreira. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML38_Geracao_90.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;19.06.07 • CENAS DO COTIDIANO&lt;/b&gt; - A crônica é dificil ser definida pois transita entre o jornalismo e a literatura. A escritora Heloisa Seixas assinou uma coluna de crônicas, enquanto a jornalista Gabriela Longman é uma grande apreciadora do gênero. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML37_Cronicas.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18.06.07 • AS DESCOBERTAS NAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS&lt;/b&gt; - O estudante de História Hormando Júnior leu o poeta Carlos Drummond de Andrade para a faculdade e se apaixonou pelo autor, assim como Plínio Lourenço Dias ao ler Capitães de Areia, de Jorge Amado. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML36_Um_livro_mais_que_marcante.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;31.05.07 • BIBLIOTECA PRESTES MAIA&lt;/b&gt; - Uma biblioteca diferente, em um edifício abandonado ocupado por 400 famílias, no centro de São Paulo. A Bibliteoca Comunitária Prestes Maia é mantida pelos ex-catadores de lixo Severino Manuel de Souza e sua mulher Roberta, além do voluntário Edison Luis de Lima. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML24_Biblioteca_Prestes_Maia.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;30.05.07 • BLOG E LITERATURA&lt;/b&gt; - Os blogs se transformaram ferramentas de trabalho para autores. O escritor Marcelino Freire usa sua página pessoal para dar informações sobre o meio literário. Já Caio Mayer usa seu blog de forma participativa, convidando amigos para escrever. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML23_Blog_e_literatura.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29.05.07 • LIVROS ALÉM DA VISÃO&lt;/b&gt; - Diante da impossibilidade de ler, os deficientes visuais Airton Pasqual e Marli Camacho descobriram o serviço de livros e revistas falados. A tradutora paulistana Loreci Scavazzini é voluntária para estas leituras. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML22_Para_ler_alem_da_visao.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;28.05.07 • LIVROS DIGITAIS&lt;/b&gt; - A popularização dos computadores está trazendo um novo formato, o livro digital ou e-book. O editor do site Cronópios Pipol trabalha com esta plataforma e o jornalista Rodrigo Rezende é um leitor digital. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML21_Livros_digitais.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;25.05.07 • PRIMEIRAS LEITURAS&lt;/b&gt; - Você se lembra do primeiro livro que leu? A autora Ruth Rocha ainda guarda um carinho especial pela primeira leitura. E o escritor Marcelino Freire também se recorda muito bem do primeiro poema que leu. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML20_Primeiras_Leituras.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;] &lt;a href=&quot;http://draft.blogger.com/post-create.g?blogID=5699888322317611630&quot; name=&quot;luanda&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;24.05.07 • A INFLUÊNCIA DE LUANDA NA OBRA&amp;nbsp;DE ONDJAKI&lt;/b&gt; - Uma das principais fontes de inspiração para os escritores é a cidade em que vivem, com seus problemas, belezas e particularidades. Os hábitos e características de Luanda, capital da Angola, influenciam a produção do jovem escritor Ondjaki. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML19_Luanda_na_literatura_de_Ondjaki.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;23.05.07 • DA INSPIRAÇÃO À PRÁTICA&lt;/b&gt; - Para quem quer escrever, não basta apenas inspiração, é preciso muito prática. O escritor Fernando Portela criou uma rotina para escrever. E para o poeta Maximiliano de Ataíde começar a escrever é como acompanhar uma melodia. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML18_Comecar_a_escrever.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;22.05.07 • ROXOS, FANÁTICOS E LITERATOS&lt;/b&gt; - Qual a relação entre os livros e a grande paixão nacional, o futebol? Os escritores José Roberto Torero, torcedor do Santos, e Michel Laub, gremista, falam como tratar literariamente o esporte. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML17_Futebol_e_literatura.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;21.05.07 • A TRADUÇÃO DE LIVROS, IDÉIAS E SENTIMENTOS&lt;/b&gt; - Muitos leitores só conhecem os clássicos da literatura universal por meio de traduções. O tradutor Ricardo Lísias fala como é transportar um livro de uma língua para outra e a leitora Lídia Teixeira conta como foi ler o mesmo romance no original e no traduzido. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML16_Traducao.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18.05.07 • CONTOS POPULARES BRASILEIROS&lt;/b&gt; - A tradição dos contos populares brasileiros é preservada por meio de contações de histórias e de livros folclóricos. A contadora de histórias Simone Grande e o escritor Elias José trabalham neste sentido. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML15_Contos_populares.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17.05.07 • LITERATURA MARGINAL&lt;/b&gt; - A realidade da periferia e as denúncias sociais fazem parte da literatura do escritor paulistano Ferréz. Como ele mesmo define, trata-se de uma literatura &quot;marginal&quot;, pois é produzida às margens da elite. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML14_Literatura_marginal.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16.05.07 • O LEGADO DO CORDEL PARA LITERATURA BRASILEIRA&lt;/b&gt; - A poesia popular do cordel salta dos simples folhetos vendidos em feiras e mercados de rua para ser recitado e cantado por Evando dos Santos e pelo repentista&amp;nbsp;Sebastião Marinho. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML13_Cordel.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;15.05.07 • ESCRITOR ALFARRABISTA&lt;/b&gt; - Evandro Affonso Ferreira abandonou a escola no primário, foi bancário e publicitário e viveu muito tempo longe dos livros. Mas após um enfarte ele primeiro se tornaria um grande leitor, depois um alfarrabista e então um escritor. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML12_Escritor_alfarrabista.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14.05.07 • LITERATURA COMO INSPIRAÇÃO DE VIAGEM&lt;/b&gt; - O estudante universitário Mauirá Zwetsch resolveu ir além da expressão &quot;viajar pelas páginas de um livro&quot;. Ele foi à Bahia para conhecer de perto as paisagens descritas pelo autor baiano Jorge Amado. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML11_Literatura_como_inspira%E7ao_de_viagem.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11.05.07 • INSPIRAÇÃO LITERÁRIA&lt;/b&gt; - De onde vem a inspiração? Como um escritor inicia um livro? Estas são questões que nos enchem de curiosidade e Tatiana Belinky e Márcio Borges dão a sua versão da histórias. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML10_Inspiracao.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;09.05.07 • LIVREIROS E CONSELHEIROS&lt;/b&gt; - Um bom livreiro pode ser um bom conselheiro. Maria Aparecida Saldanha e Silvio Nascimento conhecem tão bem as livrarias onde trabalham que surpreendem os clientes com boas indicações. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML09_Livreiros.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;09.05.07 • PRODUÇÃO INDEPENDENTE&lt;/b&gt; - Muitos escritores só conseguem publicar seus livros por meio de edições independentes. Felipe Sant’ângelo e Diogo Henriques contam como publicaram seus primeiros trabalhos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML08_Producao_independente.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;08.05.07 • LEITURA EM TRANSPORTE PÚBLICO&lt;/b&gt; - Se você já andou de ônibus ou metrô deve ter reparado que quase sempre tem alguém com um livro aberto nas mãos. Marina Azevedo, Gustavo Vinagre e Basílio Magno contam sobre esse hábito. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML07_Leitura_em_transporte_publico.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;07.05.07 • AUTORES QUE COMEÇARAM CEDO&lt;/b&gt; - Diversões infantis algumas vezes são transformadas em profissão mais tarde. Paulo Werneck e Chico dos Bonecos levaram tão a sério brincadeiras de escrever contos e poemas que acabaram tornando-se escritores. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML06_Autores_que_comecaram_cedo.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;04.05.07 • TÁXI LITERÁRIO&lt;/b&gt; - Nascido no Rio Grande do Sul, Mauro Castro é um escritor taxista. Ou seria um taxista escritor? Casos e histórias abrem e fecham as portas do seu táxi e são publicadas numa coluna semanal em um jornal e no blog Taxitramas. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML05_Taxi_literario.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;03.05.07 • A DESCOBETA DOS LIVROS POR&amp;nbsp;RUTH ROCHA&lt;/b&gt; - Ainda menina, a escritora Ruth Rocha só foi se aproximar do mundo da literatura por conta de um problema de saúde e, mais velha, só iniciou sua carreira literária por insistência de uma amiga. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML04_Ruth_Rocha.mp3&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;02.05.07 • TRADIÇÃO ORAL NA LITERATURA AFRICANA&lt;/b&gt; - Na África a sabedoria popular sobrevive pela tradição oral. O poeta Zetho Gonçalves viveu essa tradição oral na Angola de sua infância e fala sobre a influência desses elementos. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML03_Zetho.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;01.05.07 • DAS MESAS DE BAR PARA AS PÁGINAS DOS LIVROS&lt;/b&gt; - O dono de bar, Jorge Ferreira fala da relação entre literatos e bar, e o escritor Eduardo Rodrigues criou, de fato, um personagem, numa mesa de bar. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML02_Literatura_e_bar.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;30.04.07 • BIBLIOTECAS&lt;/b&gt; - Uma biblioteca não significa, necessariamente, fácil acesso aos livros. O escritor Sérgio Caparelli conta sua experiência na infância com a biblioteca do colégio e o ex-pedreiro Evando dos Santos fala sobre a biblioteca que fundou. [&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcast/ML01_Biblioteca.mp3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixe e ouça&lt;/a&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2009/10/memorias-da-literatura-museu-da-pessoa.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>