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      <title>Psicológico</title>
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      <description>Psicologia e a Ciência do Comportamento Humano</description>
      <language>en</language>
      <copyright>Copyright 2010</copyright>
      <lastBuildDate>Fri, 27 Aug 2010 14:46:22 -0300</lastBuildDate>
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         <title>Feliz dia do Psicólogo!</title>
          <description><![CDATA[<p>Hoje é dia de dar parabéns a todos os profissionais da área e, claro, aos estudantes futuros psicólogos! Aqui em Itumbiara as comemorações estão a mil, com atividades o dia inteiro! Fui!</p>

<p>(Quem sabe quando tiver mais tempo escrevo mais por aqui)</p>

<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/dia_do_profissional_psicologo.jpg" target="_blank"><img alt="dia_do_profissional_psicologo.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/08/dia_do_profissional_psicologo-thumb-450x450-55118.jpg" width="450" height="450" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></a></p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/08/feliz_dia_do_psicologo.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
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         <category>Eventos</category>
         
         <pubDate>Fri, 27 Aug 2010 14:46:22 -0300</pubDate>
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         <title>Viajando na máquina de Ressonância Magnética</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100823_mushroom.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100823_mushroom.jpg" width="120" height="145" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /> A <strong>psilocibina</strong>, descoberta nos anos 50, é uma substância química presente em certos fungos que pode provocar alterações na percepção e até alucinações. Como no caso de muitas outras drogas alucinógenas, ainda não se sabe descrever exatamente o que se passa no cérebro quando está sob efeito delas.</p>

<p>Quem já passou pela situação de uma tomografia ou ressonância magnética (RMf) sabe que a situação não é muito agradável: ficar 10 a 20 minutos imóvel dentro de uma máquina enorme e barulhenta. Para uma pessoa sob influência de alucinógenos então, pode ser até assustador!</p>

<p>Procurando evitar possíveis "bad trips" e outros efeitos colaterais de ordem psicológica, pesquisadores selecionaram nove sujeitos, aplicaram 2 miligramas de psilocibina nos mesmos e os colocaram em uma máquina de RMf. Só que uma máquina de <strong>madeira</strong>. O objetivo era verificar se eles conseguiriam fazer o exame sem grandes problemas.</p>

<p>Nesta pesquisa tudo correu bem, portanto aparentemente o caminho está livre para se usar uma máquina de verdade! Pode-se esperar mais notícias sobre a psilocibina no futuro!</p>

<p><img alt="20100823_fmrimachine.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100823_fmrimachine.jpg" width="400" height="205" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></p>

<p>Vi primeiro no : <a href="http://http://neurokuz.blogspot.com/2010/07/coming-soon-your-brain-on-shrooms.html" target="_blank">NeuroKüz</a></p>

<p>Carhart-Harris RL, Williams TM, Sessa B, Tyacke RJ, Rich AS, Feilding A, & Nutt DJ (2010). The administration of psilocybin to healthy, hallucinogen-experienced volunteers in a mock-functional magnetic resonance imaging environment: a preliminary investigation of tolerability. Journal of psychopharmacology (Oxford, England) PMID: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20395317" target="_blank">20395317</a></p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/08/viajando_na_maquina_de_ressona.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
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         <category>Neurociências</category>
         
         <pubDate>Mon, 23 Aug 2010 18:32:38 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Medicando viciados em Starcraft</title>
          <description><![CDATA[<p>Dia 27 de julho de 2010 foi um dia muito importante para milhares de adolescentes e outros jogadores de jogos de computador no mundo todo: o lançamento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/StarCraft_II:_Wings_of_Liberty" target="_blank">Starcraft 2</a>, um dos jogos mais esperados dos últimos anos.</p>

<p>Juro que não estou exagerando: este jogo é a sequência do Starcraft, lançado em 1998, que é tão jogado que hoje na Coreia do Sul, por exemplo, existem dois canais de televisão dedicados a transmitir partidas do jogo. Os jogadores vivem de patrocínio que recebem para jogar como qualquer outro esporte e isso até já virou tema de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fgO86LH_fco" target="_blank">reality show</a>. Curiosamente, também na Coreia do Sul, alguns jovens estão tendo prejuízos na vida social por causa de jogos como este, fazendo surgir o termo "<strong>dependência de jogos online</strong>".</p>

<p><img alt="20100818_starcraft.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100818_starcraft.jpg" width="393" height="205" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></p>

<p>Han et al, psiquiatras sul-coreanos, deram a 11 jovens com "dependência ao Starcraft" a droga <strong>bupropiona</strong>, um antidepressivo também usado em casos de dependência à substâncias e à nicotina. Estes garotos jogavam pelo menos 4 horas diárias, sendo que seis deles não frequentavam mais a escola por dois meses matando aula em lan houses e outros dois se divorciaram por causa do uso excessivo de internet durante a noite.</p>

<p>E parece que a droga funcionou: após 6 semanas de tratamento, foram observados decréscimos na vontade de jogar Starcraft (23.6%), no tempo total gasto jogando (35.4%) e nos escores de uma escala de medida da dependência à internet (15.4%). Quem sabe o Starcraft não ganha uma seção especial no DSM-V?</p>

<p>Ainda bem que trabalho fora de Goiânia e meu notebook não roda o Starcraft 2, pois nos finais de semana eu gasto <strong>muito</strong> mais do que 4 horas num dia com esse jogo.</p>

<p>Fonte: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20695685" target="_blank">Han DH, Hwang JW, & Renshaw PF (2010). Bupropion sustained release treatment decreases craving for video games and cue-induced brain activity in patients with Internet video game addiction. <em>Experimental and clinical psychopharmacology</em>, 18 (4), 297-304 </a></p>

<p>Vi no <a href="http://neuroskeptic.blogspot.com/2010/08/drugs-for-starcraft-addiction.html" target="_blank">Neuroskeptic</a>.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/08/tratando_viciados_em_starcraft.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/fNpavDsFjWc/tratando_viciados_em_starcraft.php</link>
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         <category>Psicopatologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 18 Aug 2010 00:56:04 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Beber com os amigos: está no gene?</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100729_drinkfriends.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100729_drinkfriends.jpg" width="425" height="230" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></p>

<p>Você é daqueles que adoram uma cervejinha no final de semana, assistindo a um jogo de futebol ou então em uma mesa de bar com os amigos? Tanto que, de vez em quando, no outro dia bate aquela dor de cabeça e você diz "nunca mais bebo desse tanto"? Bom, pelo menos agora você tem mais alguém para jogar a culpa: seus amigos.</p>

<p>Uma pesquisa feita na Holanda apontou que <strong>indivíduos que carregam uma variação específica de um gene </strong>(receptor de dopamina D4, ou DRD4) <strong>estão mais suscetíveis a beber mais álcool na companhia de outros </strong>bebuns, ou melhor, seus amigos que também gostam de uma cervejinha.</p>

<p>Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores coletaram amostras de saliva de 60 mulheres e 53 homens que relataram beber "socialmente" e posteriormente pediram para que eles avaliassem propagandas sobre prevenção ao abuso de álcool. Entre duas sessões de 10 minutos, os participantes tinham um intervalo, em que sentavam em um bar com livre acesso a amendoins, cervejas, vinhos, refrigerantes e água mineral.</p>

<p>Neste intervalo eles interagiam com outra pessoa, do mesmo sexo, que eles acreditavam ser outro participante, mas que na verdade era também um pesquisador. E adivinha: quando este pesquisador só tomava refrigerante ou água, o participante com o DRD4 se limitavam a meia taça de vinho ou meia garrafa de cerveja. Quando ele ingeria bebidas alcoólicas, os portadores do gene consumiam quase dois copos de cerveja ou vinho, contra apenas um para os não portadores.</p>

<p>É uma pesquisa que ainda precisa de replicações e mais confirmações da hipótese, e é claro que variáveis ambientais e sociais também influenciam na ingestão de álcool, mas que ainda assim já leva a importantes discussões, como por exemplo: ninguém sabe os efeitos da DRD4 no cérebro, mas se essa correlação for confirmada, pode-se imaginar que o mesmo também ocorra com outras drogas além do álcool.</p>

<p>Fonte: <a href="http://www.wired.com/wiredscience/2010/07/alcohol-social-gene/" target="_blank">Wired</a>, mas vi primeiro no <a href="http://www.mindhacks.com/blog/2010/07/20100723_spike_act.html" target="_blank">Mind Hacks</a>.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/07/beber_com_os_amigos_esta_no_ge.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 09:20:49 -0300</pubDate>
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         <title>Por que Dunga não é um behaviorista (e nem o Diogo Mainardi)</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100712_mainardi.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100712_mainardi.jpg" width="115" height="101" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />Fiquei sabendo que o jornalista Diogo Mainardi apresentou em sua coluna na revista Veja sérios equívocos com relação ao behaviorismo e à psicologia experimental. O texo chama-se <a href="http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/o-caso-do-sr-d/" target="_blank">"O caso do Sr. D"</a> e nele Mainardi tenta fazer uma comparação ao modo como o (ex) treinador da seleção Dunga trata a imprensa e os jogadores com o modo como Skinner tratava seus sujeitos experimentais animais.</p>

<p>Sou cuiabano, e já não ia muito com a cara do Mainardi desde 2005, quando ele <a href="http://veja.abril.com.br/180505/mainardi.html" target="_blank">disse</a> "<em>se alguém me oferece 10.000 reais para dar uma palestra em Cuiabá, penso imediatamente que eu aceitaria pagar 15.000 reais para não ter de ir a Cuiabá.</em>"</p>

<p>A última vítima de Mainardi foi o behaviorismo. O afirmação infeliz do jornalista foi:</p>

<blockquote>"Dunga só pode ser nosso B. F. Skinner. Ele faz com seus jogadores precisamente o mesmo que, nos primórdios do behaviorismo, B. F. Skinner fazia com os pombos e com os macacos de seu laboratório. Primeiro, prende-os numa gaiola. Segundo, isola-os de qualquer contato com o exterior. Terceiro, raciona seus alimentos. Quarto, condiciona seu comportamento administrando-lhes choques elétricos."</blockquote>

<p>Já é difícil fazer com que o público leigo (e alunos iniciantes) olhem com bons olhos ao behaviorismo, e uma das razões para isso, acredito eu, é nossa linguagem técnica e rigor experimental. Ao estudar animais em laboratório e fazer pesquisas experimentais com seres humanos podemos passar a impressão de que estamos desumanizando-o, o que não é verdade. É muito comum em vários ramos da ciência começar trabalhando com animais para depois se testar os achados em humanos. Mainardi, infelizmente, acabou ferindo a imagem dos psicólogos behavioristas.</p>

<p>A profª Maria Martha Hübner, juntamente a outros membros da ABPMC, escreveu um texto intitulado "Por que Dunga não é um behaviorista", mostrando que o behaviorismo e os trabalhos de Skinner não tem nada a ver com o que ele apresenta em sua coluna! Recomendo muitíssimo a leitura, inclusive dos comentários, que pode ser feita <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=597FDS012">neste link</a>. Vou deixar aqui um pequeno pedaço:</p>

<blockquote>"Queremos, sim, construir um mundo mais digno. E os dados da ciência do comportamento vêm sendo profícuos em nos ensinar a como fazer isso. Mas isso depende da capacidade de nossos interlocutores superarem preconceitos históricos e ouvir o que temos a compartilhar à luz do atual desenvolvimento da Análise do Comportamento e do behaviorismo skinneriano."</blockquote> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/07/por_que_dunga_nao_e_um_behavio.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/B1KrEyNU_gk/por_que_dunga_nao_e_um_behavio.php</link>
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         <category>Behaviorismo</category>
         
         <pubDate>Mon, 12 Jul 2010 20:59:36 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>2 anos de Psicológico!</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100521_birthday.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100521_birthday.jpg" width="400" height="268" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></p>

<p>Esta semana o blog completou dois anos de existência (mais especificamente na segunda-feira, dia 17) e eu quase deixo passar a data! Mas também, esse último ano passou tão rápido!</p>

<p>Um ano atrás, no primeiro aniversário, eu falei um pouco da história do blog, quem tiver curiosidade só <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/1_ano_blogando_sobre_psicologi.php">abrir o post</a>.</p>

<p>Não sei bem o que dizer, só que está sendo uma ótima experiência e spero continuar escrevendo por mais alguns anos! :)</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/05/2_anos_de_psicologico.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/N1UZlVSjARI/2_anos_de_psicologico.php</link>
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         <category>Avisos</category>
         
         <pubDate>Fri, 21 May 2010 20:08:27 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Educar com ou sem palmadas?</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100519_palmadas.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100519_palmadas.jpg" width="118" height="90" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" />Uma notícia meio que virou polêmica nos últimos dois dias no <a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/05/educar-os-filhos-com-ou-sem-palmadas.html" target="_blank">Jornal Hoje</a>: um projeto de lei que visa proibir as chamadas "palmadas educativas". Vários profissionais deram suas opiniões no programa e, insatisfeito com todas elas, resolvi agora dar a minha.</p>

<p>Primeiro a pergunta clássica: palmadas funcionam? A resposta é sim. Mas não como os pais esperam. Gritos, palmadas e castigos são diferentes tipos de punição, que exercem bem sua função que é suprimir um certo comportamento indesejado da criança. Mas estas punições também tem <strong>efeitos colaterais</strong> como a eliciação de respostas emocionais negativas na criança, a supressão de outros comportamentos, o próprio punidor passa a ser visto como algo ruim, além de que a criança pode querer continuar a fazer coisas que o punidor não deixa, talvez até pelo simples ato de desafiar. </p>

<p>Ou seja, a criança não aprende nada, só que o punidor é um chato, que deve temê-lo e que o comportamento inadequado deve ser feito às escondidas. Daí de quem é a culpa quando o garoto cresce e foge de casa pra usar drogas?</p>

<p>Punimos tanto no dia a dia porque para nós ela parece funcionar a curto prazo: uma palmada faz sim com que a criança pare aquele comportamento indesejado. Mas só a punição não dá certo a longo prazo.</p>

<p><img alt="20100519_palmadas2.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100519_palmadas2.jpg" width="98" height="135" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />As pessoas estão vendo o problema pelo ângulo errado: a melhor maneira de se educar uma criança não é controlando o comportamento indesejado, mas sim o desejado. Ao invés de punir quando ela faz algo errado, tente <strong>reforçar aquele adequado.</strong> Quando a criança está quieta, brinca com os amigos ou faz a tarefa, os pais (e professores) devem parabenizá-la, reconhecer o trabalho bem feito, mostrar carinho, ou seja, sinalizá-la que aquele é o comportamento correto que, a longo prazo, ele certamente aumentará de frequência. Quando os comportamentos adequados aumentam de frequência sobra menos tempo para os inadequados ocorrerem.</p>

<p>Sim, a solução é simples assim, mas infelizmente parece que a maioria das pessoas estão acostumadas a usar apenas punição. Tanto que agora o governo quer simplesmente <strong>punir os pais</strong> que usam da força, mas planejar campanhas, cursos e workshops sobre como melhorar educação para os filhos ninguém quer fazer.</p>

<p>Para pais, psicólogos e curiosos recomendo a leitura: <a href="http://lidiaw.sites.uol.com.br/eduquecomcarinhopais.htm" target="_blank">Eduque com Carinho</a>, de Lidia Weber</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/05/educar_com_ou_sem_palmadas.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/4iQiF2g8JU0/educar_com_ou_sem_palmadas.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 19 May 2010 14:54:48 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Procurando o lado bom da depressão</title>
          <description><![CDATA[<p>A última edição da Galileu estampa na capa o texto "<a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134993-17773,00-O+LADO+BOM+DA+DEPRESSAO+TRECHO.html" target="_blank">O lado bom da depressão</a>", o que me fez ler a matéria. Curiosamente, em um debate com três profissionais da saúde, os três disseram não concordar que a depressão tenha um lado bom (quer dizer...).</p>

<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/05/peanuts2007-48742.php" onclick="window.open('http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/05/peanuts2007-48742.php','popup','width=600,height=136,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/05/peanuts2007-thumb-400x90-48742.png" width="400" height="90" alt="peanuts2007.png" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></a></p>

<p>E realmente não tem! Acho que o que a revista quer dizer é que, no processo de superação da depressão (que geralmente envolve terapia) você pode adquirir um autoconhecimento muito grande, podendo até passar por reviravoltas na sua vida que, no fim, podem ser muito satisfatórias. Neste ponto eu concordo: a depressão não tem lado bom, mas <strong>o modo come você lida com ela</strong> pode trazer benefícios.</p>

<p>É por isso que defendo o uso da terapia mesmo quando a pessoa está tomando medicamentos, caso contrário é como tomar aspirina para a dor de cabeça: seu sintoma some, mas você não sabe porque ele apareceu e nem quando pode voltar.</p>

<p>A primeira capa da matéria diz: "<em>Ela</em> [a depressão] <em>não pode ser diagnosticada por exames de sangue, detectada em chapas de raios-x ou investigada em testes de resistência física</em>". Isso porque a depressão não é uma doença como o mal de Alzheimer ou a diabetes, mas sim um transtorno <strong>comportamental</strong>.</p>

<p><img alt="20100511_depression.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100511_depression.jpg" width="146" height="195" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />Isso quer dizer que ela se desenvolve de acordo com a maneira que lidamos com nossas dificuldades do dia-a-dia. Pode até ser que algumas pesquisas apontem indícios de predisposição genética, mas ela ainda depende do ambiente. E a própria matéria, apesar de chamar a depressão de "doença" umas mil vezes, mostra isso em seus casos relatados: primeiro uma jovem morando só em uma cidade sem emprego nem amigos, depois uma mulher que trabalhava e estudava excessivamente (e aumentou essas horas para lidar com a sensação de vazio), e em seguida um rapaz insatisfeito com o curso que havia escolhido (e para mascarar a tristeza, gastava tempo e dinheiro em compras e baladas). São situações que já trazem mal estar e, dependendo de como lidamos com elas, podemos piorar ainda mais as coisas. A desesperança vem e daí a rotulamos de depressão - o "câncer da alma".</p>

<p>Acho que acabei falando mais mal do que bem da matéria, mas ela é bem interessante sim! Principalmente para curiosos e pessoas que conheçam outras com o diagnóstico. Já para profissionais da área as revistas científicas são sempre preferíveis.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/05/procurando_o_lado_bom_da_depre.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/Oz4ylOGUiIA/procurando_o_lado_bom_da_depre.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Sat, 15 May 2010 18:10:00 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Brilho eterno de uma mente com lembranças</title>
          <description><![CDATA[<p>Está na última Galileu (maio/2010):</p>

<div style="text-align: center;"><strong>"Experiência mostra que é possível manipular a memória para acabar com nossos temores."</strong></div>

<p><br />
"Pioneiros" neurocientistas de Nova York induziram um medo em seres humanos: apresentaram um quadrado azul seguido de um leve choque, fazendo com que o próprio quadrado, apresentado sozinho, produzisse o medo. Bom, isso se chama <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YhYZJL-Ni7U" target="_blank">condicionamento pavloviano</a>, foi descrito por Pavlov no final do século XIX e é bem conhecido na psicologia.</p>

<blockquote>"Numa segunda fase, tentamos apagar o temor que instauramos propositadamente. Para isso, (...) voltamos a mostrá-lo [o quadrado] às mesmas pessoas inúmeras vezes, só que sem os choques. Ao fazer isso, fornecemos novas informações sobre o objeto, agora não mais tão ameaçador. Conseguimos assim prevenir o retorno do medo provocado por ele."</blockquote>

<p>Ora, isso também foi descrito por Pavlov e muito outro psicólogos! Este princípio é tão conhecido que deu base à técnicas de terapia como o <strong>contracondicionamento</strong> e a <strong>dessensibilização sistemática</strong>!</p>

<p>Só não vou falar mais do assunto porque o <a href="cptse.blogspot.com/2010/02/neurociencia-reinventando-roda.html" target="_blank">Neto já o fez em seu blog</a> quando a mesma notícia apareceu na revista da FAPESP.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/05/brilho_eterno_de_uma_mente_com.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/fEkb8BVP7EU/brilho_eterno_de_uma_mente_com.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 12 May 2010 00:12:01 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Mais gorjeta para as mais bonitas</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="waitress2.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/waitress2.JPG" width="130" height="252" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />No Brasil a maioria das contas de bares já vem com os 10% inclusos, mas isso não costuma acontecer lá nos EUA - são os fregueses que decidem quanto será a gorjeta. O Prof. Michael Lynn resolver estudar que fatores influenciam mais nessa escolha e parece que, no caso das garçonetes, a qualidade do serviço tem um efeito muito menor do que, por exemplo, o tamanho dos seios.</p>

<p>Não só o tamanho do sutiã, mas também mulheres com cabelos loiros e corpos mais bem delineados também receberam maiores gorjetas. A pesquisa foi feita ao todo com 374 garçonetes. A seleção natural diz que estas mulheres teriam maior sucesso reprodutivo e por isso os homens reagem desta maneira a elas.</p>

<p>Você pode até dizer "eu já imaginava isso" mas esta é uma daquelas pesquisas que testam o que já é senso comum, como aquela que disse que as pessoas aparentam ser mais bonitas quando você bebe [<a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2008/08/as-pessoas-realmente-ficam-mais-bonitas-quando-voce-bebe.php">link</a>].</p>

<p>O mais engraçado é imaginar o orientador e seus pesquisadores explicando às suas mulheres "eu estava no <a href="http://scrapetv.com/News/News%20Pages/Business/images-3/hooters-waitresses-1.JPG" target="_blank">Hooters</a> só fazendo uma pesquisa, é sério".</p>

<p>Fonte: <a href="http://cornellsun.com/section/news/content/2010/05/07/larger-breasts-pay-waitresses-study-hotel-professor-finds" target="_blank">The Cornell Daily Sun</a></p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/05/mais_gorjetas_para_as_mais_bon.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/33Ra7QchMEA/mais_gorjetas_para_as_mais_bon.php</link>
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         <category>Curiosidades</category>
         
         <pubDate>Tue, 11 May 2010 11:04:16 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Transformando a sala de aula em videogame</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100403_wowscholar.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100403_wowscholar.jpg" width="170" height="360" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />O lado ruim de se estudar comportamento é que a gente acaba ficando um pouco decepcionado com o modo como algumas coisas funcionam em nossa sociedade. É sério, tem MUITA coisa errada por aí, tanto que Skinner imaginou uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Walden_Two" target="_blank">sociedade do futuro</a> (que possui suas tentativas na vida real), e, mais recentemente, <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/walden_tres_ficcao_cientifica.php">outro autor</a> teve também a chance de imaginar uma sociedade assim.</p>

<p>E de todos os lugares, a sala de aula deve ser um dos que mais me incomodam. Ora, sabemos que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iPZdg1S1nL8" target="_blank">reforço positivo</a> é capaz de estimular pessoas em diversos comportamentos, e que <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/coercao-e-suas-implicacoes/" target="_blank">punição e coerção</a> não são métodos adequados de controle, gerando insatisfação e ansiedade na pessoa, mas mesmo assim nas escolas e universidades fazemos os alunos seguirem tarefas para evitar perder pontos (se esquivar de punição).</p>

<p>Lee Sheldon, professor de uma universidade em Indiana, teve uma ideia muito bacana em suas aulas: adaptar seu sistema de avaliação com o sistema de jogos online, como os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MMORPG" target="_blank">MMORPGS</a>.</p>

<p>A própria disciplina é sobre criação de jogos online, então no início da disciplina os alunos montam uma proposta do jogo que eles pretendem criar, e então a sala é dividida em guildas (grupos de 6 a 7 alunos) de acordo com suas habilidades.</p>

<p>O tempo de suas aulas são divididos entre enfrentar monstros (exercícios, provas, etc), completar missões (apresentações de trabalhos, pesquisa, etc) e trabalhos manuais (ler artigos, produzir trabalhos, etc).</p>

<p>Mas a melhor parte: os alunos começam com 0 pontos de experiência, ou melhor, sem nota nenhuma. A medida que ele vai cumprindo as tarefas propostas, ele ganha pontos de experiência, que aumentam seu nível, e, é claro, sua nota final. Então, por exemplo, montar sua proposta de jogo te dá 50 pontos, apresentá-lo para a turma te dá mais 25, e por aí vai: com 1200 você passa de nível, podendo chegar até o nível 12!</p>

<p><a href="http://gamingtheclassroom.wordpress.com/syllabus/" target="_blank"><img alt="20100403_wowgrades.gif" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100403_wowgrades.gif" width="470" height="151" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></a></p>

<p>O professor garantiu que este método é eficaz para deixar os alunos mais motivados. E não me surpreende, afinal de contas, deste modo eles estão recebendo feedback após cada tarefa realizada, e não uma nota no boletim depois de alguns meses. O reforçamento é mais eficaz quando apresentado logo após o comportamento. Vale a pena dar uma olhada no <a href="http://gamingtheclassroom.wordpress.com/syllabus/" target="_blank">plano de ensino</a> da disciplina.</p>

<p>Será que um dia ainda veremos alunos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=puCHekcMglQ" target="_blank">viciados em estudar</a>?</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/04/transformando_a_sala_de_aula_e.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/58r6-umxoic/transformando_a_sala_de_aula_e.php</link>
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         <category>Curiosidades</category>
         
         <pubDate>Sat, 03 Apr 2010 15:50:22 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>6 coisas que os homens fazem para atrair mulheres, mas que a ciência diz estar errado</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100401_rejected.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100401_rejected.jpg" width="400" height="243" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></p>

<p>Me diverti muito lendo <a href="http://www.cracked.com/article_18440_6-things-men-do-to-get-laid-that-science-says-turn-women-off.html" target="_blank">esta matéria</a> no Cracked.com. Não quis fazer uma tradução na íntegra (pois ela é um pouco grande) mas sintetizei algumas de suas principais idéias:</p>

<p><strong>6. Falar com ela</strong><br />
Segundo <a href="http://www.telegraph.co.uk/health/healthnews/6132718/Men-lose-their-minds-speaking-to-pretty-women.html">este estudo</a>, "tentar impressionar" uma mulher atrapalha nossas funções cognitivas. Homens que passaram alguns minutos na companhia de mulheres atraentes se saíram piores em testes que medem funções cognitivas. Por isso que está difícil elas caírem naquele seu papinho na balada...</p>

<p><strong>5. Demonstrar interesse</strong><br />
Muitos <a href="http://compare.buscape.com.br/o-jogo-a-biblia-da-seducao-neil-strauss-8576842386.html">profissionais da arte da sedução</a> dizem que a chave para se conquistar uma bela mulher é não demonstrar muito interesse logo de cara. O mais adequado seria fazer amizade com as amigas primeiro e deixar a mais bonita por último (o que até faz sentido, pois não recebendo a atenção que está acostumada, ela pode acabar apresentando novos comportamentos para conseguir esta atenção - como puxar assunto com você, te fazendo se sentir o garanhão!).</p>

<p>Além disso, o site de relacionamentos <a href="http://blog.okcupid.com/index.php/2010/01/20/the-4-big-myths-of-profile-pictures/">OKCupid.com</a> verificou fotos de 7.000 usuários e concluiu que os homens que não olhavam diretamente para a câmera em suas fotos receberam mais mensagens que os que olhavam.<br />
<a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/04/20100401_dancing-44039.php" onclick="window.open('http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/04/20100401_dancing-44039.php','popup','width=313,height=432,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/assets_c/2010/04/20100401_dancing-thumb-120x165-44039.jpg" width="120" height="165" alt="20100401_dancing.jpg" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></a><br />
<strong>4. Dançar</strong><br />
Nem todo mundo arrisca dançar na balada, ainda mais depois <a href="http://www.telegraph.co.uk/science/science-news/6817134/Dad-dancing-may-be-the-result-of-evolution-scientists-claim.html">dessa notícia</a>: o Dr. Peter Lovatt comparou os estilos de dança e níveis de confiança de 14.000 pessoas e concluiu que dançar mal pode sinalizar que você não é muito fértil, ou seja, um parceiro inadequado. O jeito é treinar bastante para passar a imagem de muita testosterona!</p>

<p><strong>3. Elogiar a beleza delas</strong><br />
Você sabia que elas querem ter a personalidade apreciada também? O <a href="http://blogs.nerve.com/scanner/2009/09/28/calling-women-pretty-make-them-more-likely-to-reject-you/">mesmo site de relacionamendos</a> analisou 500,000 mensagens e descobriu que palavras como "gracinha" (cutie), "bonita" (beautiful) e "sexy" diminuíam as chances de resposta. Conclusão: tente não parecer que você só pensa naquilo.</p>

<p><strong>2. Ser Bonzinho</strong><br />
Muitos caras reclamam que quando gostam de uma menina se aproximam demais mas só conseguem ficar na amizade. O que os bonzinhos já sabiam foi confirmado por <a href="http://www.newscientist.com/article/mg19826614.100-bad-guys-really-do-get-the-most-girls.html">essa pesquisa</a>: elas gostam dos cafajestes! Traços como narcisismo, impulsividade e comportamentos de risco em pessoas podem ser prejudiciais em excesso ou até visto com maus olhos por alguns, mas se mostraram uma boa estratégia evolucionária para espalhar seus genes (e por isso estão até hoje entre nós).</p>

<p><strong>1. Ter o nome errado</strong><br />
É sério: <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-544170/Whats-The-difference-seen-attractive-or-Sophies-successful-Helens-unlucky.html">este estudo</a> feito com 6.000 pessoas mostrou que alguns nomes estão mais associados a beleza (Sophie e Ryan), sorte (Lucy e Jack) e sucesso profissional (Elizabeth e James) que outros. Com certeza por influências de nossa cultura e história de vida. Seria legal alguém reproduzir esta pesquisa no Brasil. Enquanto isso, se você está com dúvidas quanto a seu nome, é melhor arrumar um apelido!</p>

<p>Na esperança de conquistar aquela gata você pode ainda consultar este post com <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/10/9_maneiras_para_se_tornar_mais.php">9 dicas para se tornar mais atraente</a>, ou então, como último recurso, <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2008/08/as-pessoas-realmente-ficam-mais-bonitas-quando-voce-bebe.php">dar bebida pra ela</a>!</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/04/6_coisas_que_os_homens_fazem_p.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/bYcCjg2SB4U/6_coisas_que_os_homens_fazem_p.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Thu, 01 Apr 2010 16:17:00 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Viciando o cérebro em comidas gordurosas</title>
          <description><![CDATA[<p>Segundo <a href="http://www.cnn.com/2010/HEALTH/03/28/fatty.foods.brain/" target="_blank">esta notícia</a> da CNN, cientistas confirmaram que comidas gordurosas como <a href="http://30.media.tumblr.com/tumblr_kzqzeof7gw1qzvqipo1_500.jpg" target="_blank">bacon</a> e batatas fritas podem te deixar viciado, afetando seu cérebro da mesma maneira que drogas como cocaína ou heroína o fazem.</p>

<p>Para chegar a esta conclusão, foi feito um estudo com três grupos de ratos por 40 dias: um grupo se alimentava de ração natural; o segundo grupo comia bacon, salsichas, pães de queijo e outros alimentos gordurosos e calóricos por uma hora do dia, e um terceiro grupo podia se alimentar dessas comidas por até 23 horas no dia.</p>

<p><a href="http://www.flickr.com/photos/25503153@N00/534638236/" target="_blank"><img alt="20100330_mouseeating.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100330_mouseeating.jpg" width="280" height="172" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></a></p>

<p>Como era de se esperar, os ratos do terceiro grupo ficaram muito mais obesos. E além disso foi também desenvolvida uma "tolerância" à comida: <strong>eles precisavam comer cada vez mais para se sentirem satisfeitos</strong>, assim como dependentes químicos precisam de doses cada vez maiores das drogas.</p>

<p>Em uma segunda fase do experimento, os pesquisadores aplicaram leves choques aos ratos na presença da comida. Esta alteração fez com que os dois primeiros grupos evitassem a comida. Isso não ocorreu no terceiro grupo: eles continuaram a consumir os alimentos. O mesmo resultado já foi observado em experimentos com ratos consumindo cocaína.</p>

<p>O neurotransmissor dopamina está relacionado aos centros de prazer (ou recompensa) do cérebro, e o estudo mostra que nos ratos do terceiro grupo houve uma diminuição em certos receptores de dopamina, uma mudança também relacionada a dependência química e obesidade em humanos. Os pesquisadores acreditam que essa diminuição possa ser genética.</p>

<p>Pessoalmente não me surpreendeu muito o fato de haverem mudanças nas transmissões sinápticas do cérebro, imagino que alguém <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2008/09/viciado-em-world-of-warcraft.php">viciado em videogames</a>, por exemplo, também apresentará mudanças interessantes de se investigar, mas não quer dizer que o problema seja genético. O próprio estudo mostra como o ambiente externo (principalmente criação e alimentação) podem modificar o comportamento e o organismo.</p>

<p>Hoje em dia comemos muitos alimentos gordurosos que foram processados para serem "viciantes", como hambúrgeres e salsichas. Nosso organismo não foi feito para estes alimentos: não é isso que nossos ancestrais, nos outros 98% da história humana, comiam - e como consequência disso temos todos esses problemas</p>

<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lilcrabbygal/1015757591/" target="_blank"><img alt="20100330_hamburger.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100330_hamburger.jpg" width="110" height="133" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></a>Daí a gente come um alimento super gorduroso, o nosso cérebro acha a coisa mais maravilhosa do mundo e logo pede mais. Se continuamos com o hábito, logo os locais que frequentamos nos fazem lembrar desses alimentos (também por <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/07/e_coca-cola_vicia.php">condicionamento pavloviano</a>) e nos fazem querer mais. Ao mesmo tempo seu corpo está "se preparando" para receber esses alimentos, então você come a mesma quantidade que antes mas parece que não foi suficiente: você precisa comer um pouco mais para se saciar. Este ciclo pode continuar até você perder o controle e buscar ajuda para emagrecer.</p>

<p>E então fica a pergunta: como é sua alimentação diária? E a do seus filhos?</p>

<p><em>(Escrever este post me deu uma vontade MUITO grande de comer um sanduíche de fast-food. Que tortura!)</em></p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/03/viciando_o_cerebro_em_comidas.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/Z4n4CtoYdRQ/viciando_o_cerebro_em_comidas.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:04:27 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>O Jogo da Morte</title>
          <description><![CDATA[<p><img alt="20100324_milgran.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100324_milgran.jpg" width="180" height="118" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" />Em 1960, Stanley Milgran, inspirado pelo nazismo e interessado em compreender a submissão à autoridade, criou um experimento separando seus sujeitos em grupos de "educadores" e "alunos". O experimentador fazia perguntas ao "aluno", sentado em uma cadeira, e a cada erro, dava uma ordem ao "educador": liberar um choque no aluno como punição. A cada erro o choque era aumentado e, mesmo com as súplicas do aluno, dois terços dos participantes continuaram administrando os choques até o nível máximo! Obedientes, não?</p>

<p><img alt="20100324_jeudemort.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20100324_jeudemort.jpg" width="200" height="148" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />Na semana passada foi ao ar na França o "<em>Le Jeu de la Mort</em>", ou O Jogo da Morte. No programa, 80 voluntários foram recrutados. Foi dito a eles que participariam de um jogo de entretenimento chamado "Xtreme Zone". Eles fariam perguntas a um candidato e, caso ele errasse, administraria uma punição de 80 à 460 volts! Frente às câmeras ligadas, à apresentadora famosa e aos gritos da plateia 80% dos participantes continuaram até o final do jogo, chegando a aplicar o choque máximo levando o candidato a aparentemente cair morto. Apenas 16 desistiram. Chocante!</p>

<p>Ah, um comentário: nos dois experimentos, a pessoa que recebia o choque era na verdade um ator. O programa francês acabou sendo transmitido em forma de documentário. Mas as pessoas que aplicaram os choques são tão reais quanto a gente - o que é muito assustador.</p>

<p><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8571929.stm" target="_blank">Nesta matéria</a> da BBC você pode ver um trecho do programa.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/03/o_jogo_da_morte.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/C-BOvS6-IRA/o_jogo_da_morte.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 02:11:03 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Encontrada área responsável por erros da neurociência</title>
          <description><![CDATA[<p>Vi no <a href="http://www.mindhacks.com/blog/2010/02/area_responsible_for.html" target="_blank">Mindhacks</a> o link para um <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17803985">estudo</a> de 2008 que apontou que incluir uma imagem cerebral em um argumento sobre comportamento humano faz com que o público o aceite mais facilmente, mesmo que atividade cerebral não seja relevante ao tópico em discussão. E isso é bem comum de acontecer, visto que a origem última dos comportamentos costuma estar no ambiente externo.</p>

<center><img alt="20102802_brain.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20102802_brain.jpg"><br>
<em>"Parte do cérebro que impede análises críticas<br>quando vê figuras bonitas do cérebro."</em></center><br>

<p>Não me entendam mal, eu gosto muito da área das neurociências, mas é verdade que as vezes eles "reinventam a roda", como o Neto exemplifica bem <a href="http://cptse.blogspot.com/2010/02/neurociencia-reinventando-roda.html"target="_blank">aqui</a>.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2010/02/encontrada_area_responsavel_po.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
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         <category>Curiosidades</category>
         
         <pubDate>Sun, 28 Feb 2010 20:08:06 -0300</pubDate>
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