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	<title>Checchia.NET</title>
	
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	<description>Tecnologia, Infra-estrutura e Segurança</description>
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		<title>Entenda a importância de cuidar da sua reputação na internet</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 10:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[
As redes sociais devem ser tratadas com cuidado, uma vez que elas acabam com a privacidade das pessoas e podem representar um risco para profissionais em posição de destaque nas empresas
Alguns meses atrás, o microblog Twitter passou a oferecer uma ferramenta pela qual seus usuários podem classificar os contatos em listas. A consultora norte-americana de [...]]]></description>
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<p><strong><em>As redes sociais devem ser tratadas com cuidado, uma vez que elas acabam com a privacidade das pessoas e podem representar um risco para profissionais em posição de destaque nas empresas</em></strong></p>
<p>Alguns meses atrás, o microblog Twitter passou a oferecer uma ferramenta pela qual seus usuários podem classificar os contatos em listas. A consultora norte-americana de redes sociais Allen Mireles decidiu, então, checar em seu perfil quais listagens a incluíam. “A ideia era saber se esses grupos refletiam a imagem que eu gostaria de transmitir pela Web”, disse ela, ao contar que, para sua surpresa, seu nome era citado no conjunto de amigos de um ator de filmes pornográficos e na lista de “pessoas que eu vi nuas” de um desconhecido.</p>
<p>A primeira reação da especialista foi bloquear tal ator de acessar seu perfil no Twitter – o que automaticamente a remove de suas listagens – e entrar em contato com o outro usuário, explicando que utilizava o microblog para fins profissionais e que não julgava apropriada sua presença em um grupo ligado à nudez. “Ele gentilmente respondeu que entendia meu ponto de vista e me retirou de sua lista”, diz Allen.</p>
<p> <span id="more-280"></span>
<p>Essa história ilustra uma realidade que deve ser levada em conta pelas organizações: na medida em que os sites de conteúdo gerado pelos usuários tornam-se mais populares, aumenta a necessidade de dedicar algum tempo ao monitoramento da internet para saber o que tem sido dito sobre cada pessoa. “As <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/01/20/90-das-corporacoes-proibem-o-acesso-as-redes-sociais">redes sociais</a></p>
<p>escancararam a vida de muita gente e, por isso, devem ser tratadas com cuidado, principalmente por profissionais que ocupam posições de destaque em empresas”, explica o presidente da agência norte-americana de marketing online Tandem Interactive, Joe Larato.</p>
<p>Ele informa que o primeiro passo a ser tomado por um usuário de mídias colaborativas é saber o conteúdo que remete a seu nome em sites de busca. Se algo negativo aparecer, é preciso buscar uma forma de reverter isso, seja entrando em contato com o autor do conteúdo ou buscando outras maneiras de melhorar a <a href="http://cio.uol.com.br/opiniao/2009/11/12/como-construir-sua-imagem-na-corporacao">credibilidade</a> na Web.</p>
<p>O consultor norte-americano George Brown, que trabalha para melhorar a reputação de seus clientes na internet, afirma que é necessário fazer com que os 20 primeiros resultados da busca por um nome específico sejam positivos. “As pessoas raramente dão atenção aos resultados que aparecem depois disso”, justifica o especialista.</p>
<p>Segundo ele, há duas maneiras de alcançar esse objetivo. Primeiro, os usuários devem intensificar suas atividades nas redes sociais como <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2010/01/18/transforme-o-linkedin-em-uma-ferramenta-de-trabalho">LinkedIn</a>, Facebook, Twitter sempre realizando comentários e assinando com o nome completo. Depois de uma semana fazendo isso diariamente, Brown afirma que as atualizações poderão ser feitas uma vez por mês. “O Google continuará considerando o perfil ativo e mostrando-o em seus primeiros resultados de busca”, diz ele.</p>
<p>A segunda opção citada pelo especialista é a aquisição de um domínio Web com o nome da pessoa – o que demanda pouco investimento e traz ótimos efeitos. Nessa página, o usuário deve escrever seu nome, telefones e e-mail de contato. “Com essas providências, posso garantir de que é possível controlar a reputação na Web – tanto de pessoas, quanto de empresas”, conclui Brown.</p>
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		<title>Como estabelecer políticas de segurança para redes sociais</title>
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		<comments>http://checchia.net/2010/02/como-estabelecer-polticas-de-segurana-para-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 10:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestores de TI devem estar atentos às novidades das Web 2.0, com o intuito de equilibrar as oportunidades de negócio com os riscos para as empresas.
A colaboração online e o compartilhamento de arquivos possibilitados pela Web 2.0 elevam os riscos aos quais as empresas estão expostas a um novo patamar, no qual as ameaças vão [...]]]></description>
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<p>A colaboração online e o compartilhamento de arquivos possibilitados pela Web 2.0 elevam os riscos aos quais as empresas estão expostas a um novo patamar, no qual as ameaças vão além dos ataques às redes corporativas tradicionais e passam também por questões como privacidade e imagem das organizações no mercado.</p>
<p>De acordo com o sócio-fundador e membro do comitê de TI, outsourcing privacidade e segurança do escritório de advocacia norte-americano Foley &amp; Lardner, Michael Overly, a própria natureza das <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2010/02/03/redes-sociais-podem-substituir-parte-do-e-mail-nas-empresas-preve-gartner">redes sociais </a>e outros sites colaborativos favorece cibercriminosos. Isso exige, segundo Overly, que os gestores de TI adequem as políticas de segurança, com o intuito de evitar problemas para a organização, mas sem restringir possíveis oportunidades de negócio para as empresas.</p>
<p>O especialista dá três dicas para criar uma política de segurança aderente às redes sociais. Leia matéria completa na <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/02/04/como-estabelecer-politicas-de-seguranca-para-as-redes-sociais/">CIO</a>.</p>
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		<title>Relatório indica como criar plano de segurança eficiente</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 09:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo elaborado pelo Infosec Council traz dez dicas de como criar um plano eficiente. Relatório foi divulgado na sexta-feira (05/02), em São Paulo.
Foi apresentado nesta sexta-feira, (5/02), em São Paulo, o estudo “Planejamento Estratégico da Segurança da Informação”, elaborado pelo Infosec Council, conselho multidisciplinar que reúne 13 especialistas da segurança da informação no Brasil.  [...]]]></description>
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<p>Foi apresentado nesta sexta-feira, (5/02), em São Paulo, o estudo “Planejamento Estratégico da Segurança da Informação”, elaborado pelo <a href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2006/08/11/idgnoticia.2006-08-11.6447350724/">Infosec Council,</a> conselho multidisciplinar que reúne 13 especialistas da segurança da informação no Brasil.    <br />O relatório foi lançado durante palestra do consultor e professor Edison Fontes, na sede da Microsoft, empresa que apóia o grupo de trabalho no Brasil.</p>
<p>O novo guia do Infosec Council vem com a proposta de orientar as empresas na elaboração de um plano estratégico de <a href="http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/02/04/gastos-com-seguranca-permaneceram-estaveis-em-2009">segurança da informação</a> mais eficiente. O estudo é o segundo do grupo. O primeiro foi sobre “Formação de cultura em segurança da informação”.</p>
<p>O estudo do Infosec está disponível gratuitamente para download pelo <a href="http://www.infoseccouncil.org.br/02publicacoes.html">site </a>da entidade, que acaba de entrar no ar. O estudo sera liberado também em espanhol e inglês para que possa ser consultado por CIOS, CSOs e demais profissionais de segurança da informação de outros países.</p>
<p>Leia o anúncio completo <a href="http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/02/04/relatorio-indica-como-criar-plano-de-seguranca-eficiente">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>É proibido proibir, mas monitorar pode!</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 09:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entre a ditadura do &#34;vamos proibir tudo&#34; e a anarquia do &#34;libera geral&#34;, use uma política do bom senso: monitore os acessos de sua rede.
Já passou o tempo dos oito ou oitenta na administração de redes de empresas que tratavam os usuários por igual, quase não sendo possível distinguir suas diferentes necessidades no uso dos [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/86Vtm_dbey46digQjsHB1b3ksj4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/86Vtm_dbey46digQjsHB1b3ksj4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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<p><strong>Entre a ditadura do &quot;vamos proibir tudo&quot; e a anarquia do &quot;libera geral&quot;, use uma política do bom senso: monitore os acessos de sua rede.</strong></p>
<p>Já passou o tempo dos <em>oito ou oitenta</em> na administração de redes de empresas que tratavam os usuários por igual, quase não sendo possível distinguir suas diferentes necessidades no uso dos serviços de internet, e-mails e comunicadores instantâneos. Pouco tempo atrás o que se via em algumas empresas era a necessidade de bloquear o acesso para todos, pois não havia definições muito claras de quem deveria acessar e o que acessar na Internet. Por outro lado, havia empresas que liberavam o acesso sem nenhum tipo de restrição, pois ninguém estava disposto a ficar controlando o que cada um fazia ou deixava de fazer. Tudo era uma questão de consciência e confiança (e riscos, muitos riscos).</p>
<p>Pois bem, e o que temos agora? Uma explosão de possibilidades de usufruir a Internet com uma variedade de dispositivos, softwares e sites que podem ser o diferencial de uma empresa, seja qual for o seu segmento no mercado. Saber tirar o máximo de proveito das inúmeras ferramentas disponíveis na rede, como Twitter, Orkut, Facebook, YoutTbe, Google Maps, MSN, Skype, sistemas de blogs e outros deveria ser um pré-requisito em algumas profissões. Não faz sentido impedir o uso destes recursos para todos na empresa, pois algumas profissões se reinventaram, tendo como principal característica um novo conceito no relacionamento entre clientes e fornecedores. Mas todos estes exemplos também possuem outro lado, nada profissional. </p>
<p> <span id="more-276"></span>
<p>Temos visto estatísticas recentes, como a da Qualibest, que mostra que <strong>90% dos funcionários utilizam a Internet para fins pessoais e recreativos</strong>; outras mostram que<strong>88% das fraudes</strong> avaliadas pelo CERT.br são de <strong>direitos autorais</strong> e que o acesso a conteúdos relacionados à <strong>pedofilia</strong> <strong>aumentou cerca de 200%</strong>, segundo pesquisa da Microsoft, entre 2006-2007, o que com certeza já deve ter atingido novos patamares.</p>
<p>Quando um funcionário passa boa parte do tempo em sites e ferramentas de relacionamento, expondo sua vida, a vida dos colegas de trabalho e muitas vezes as rotinas da empresa, ela não se dá conta de que está alimentando um banco de dados para criminosos, que dedicam tempo e dinheiro em busca de informações que possam levá-lo a obter alguma forma de lucro. Além do prejuízo material, há outro tipo de prejuízo que muitas vezes fica impossível de mensurar: sua reputação! Há sites especializados em expor informações de pessoas por meio de fotos, vídeos ou palavras que podem literalmente acabar com sua a vida social.</p>
<p>E quando há um funcionário realmente mal intencionado? Este pode cometer tantos crimes como pedofilia, racismo, injúria, difamação, pirataria de músicas, filmes, livros, softwares etc&#8230; que se a empresa não identificar isso com antecedência e tomar as devidas ações, poderá se tornar cúmplice, respondendo criminalmente pelos delitos do mau elemento. Isso sem contar no tempo de trabalho desperdiçado e nas ameaças contra a segurança da empresa.</p>
<p>Um exemplo recente é a notícia publicada no site do Jornal Comércio de Franca com a seguinte manchete: &quot;Prefeitura flagra servidores em sites pornográficos&quot;. O departamento de TI da Prefeitura de Franca descobriu que funcionários das secretarias de Finanças, Administração, Desenvolvimento, Biblioteca do Arquivo Central e o setor de Almoxarifado passavam o dia em sites de conteúdo pornográfico, sendo que em alguns casos o acesso durava cerca de 8 horas diárias. De acordo com a Prefeitura, o monitoramento começou dia 04 de janeiro, com a implantação da ferramenta BRMA, e foi possível identificar o comportamento dos usuários e o tempo de acesso de todo o período.</p>
<p>A web 2.0 criou novas possibilidades que devem ser bem aproveitadas, por isso fica inviável fechar as portas para estes recursos. Mas também não se pode simplesmente aderir às novas ferramentas de comunicação e compartilhamento de informação sem pensar no impacto que isso trará à segurança da empresa e das pessoas. Um planejamento deve ser elaborado visando permitir o uso profissional destes recursos, mas com um monitoramento constante que possa garantir um retorno para o negócio. Há diversos produtos no mercado para controlar e monitorar o acesso dos usuários de uma rede à Internet. De nada adianta implantar soluções de firewall e outras ferramentas de segurança se não houver um acompanhamento no seu uso. Não adianta comprar este ou aquele firewall, se ele não for configurado corretamente e monitorado constantemente.</p>
<p>Como na canção de Caetano Veloso (&quot;É proibido proibir&quot;): “<em>&#8230;e eu digo sim, e eu digo não ao não, e eu digo é proibido proibir, é proibido proibir&#8230;”</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/15824">iMasters</a></p>
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		<item>
		<title>Telefónica quer cobrar buscadores por rede</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 09:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente da Telefónica, César Alierta, declarou ao jornal El País nesta segunda-feira, 08, que a empresa é a favor da ideia já há meses debatida nos EUA sobre a cobrança do uso das redes das operadoras de telecom pelos sites de busca. 
Conforme o executivo, se Google e outros buscadores desejam fazer negócios com [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/grABNyedoSKM6lbBH77MPEQGvDQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/grABNyedoSKM6lbBH77MPEQGvDQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/grABNyedoSKM6lbBH77MPEQGvDQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/grABNyedoSKM6lbBH77MPEQGvDQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O presidente da Telefónica, César Alierta, declarou ao jornal El País nesta segunda-feira, 08, que a empresa é a favor da ideia já há meses debatida nos EUA sobre a cobrança do uso das redes das operadoras de telecom pelos sites de busca. </p>
<p>Conforme o executivo, se Google e outros buscadores desejam fazer negócios com a Internet, terão de começar a dividir parte dos lucros com as operadoras, responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção das infraestruturas de banda larga, hoje consumidas na maior parte por estes sites, segundo ele. </p>
<p>&quot;Eles (os sites de busca) usam nossa rede e não pagam nada”, lamentou Alierta. “Essa situação vai mudar&quot;, provocou. </p>
<p> <span id="more-275"></span>
<p>O presidente da Telefónica alega que a operadora realiza investimentos constantes em manutenção e implantação de novas redes, tudo para comportar o crescimento da banda larga em todo o planeta, o que, em muito, se deveria ao uso dos buscadores. </p>
<p>Para ele, é injusto que as teles tenham de arcar com este investimento sozinhas, já que a infraestrutura acaba por beneficiar gratuitamente estes sites, que são os maiores usuários das redes. </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513960">Baguete</a></p>
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		<title>Gartner lista as dez principais tendências para 2010</title>
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		<comments>http://checchia.net/2009/11/gartner-lista-as-dez-principais-tendncias-para-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Computação em nuvem, TI Verde, segurança e remodelagem do data center estão entre as soluções consideradas estratégicas para o próximo ano
Nesta semana, a consultoria Gartner divulgou um ranking com as dez principais tendências estratégicas de TI para as organizações em 2010. De acordo com o levantamento, essas soluções tendem a impactar os planos, programas e [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Ju2FtaLrrVVYl1KX8J0X8ch-F4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Ju2FtaLrrVVYl1KX8J0X8ch-F4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><h4><a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2009/11/12/gartner-lista-as-dez-principais-tendencias-de-ti-para-2010"><img style="margin: 0px 20px 15px 0px; display: inline" align="left" src="http://cio.uol.com.br/imagens/logo_impressao.gif" /></a><em>Computação em nuvem, TI Verde, segurança e remodelagem do data center estão entre as soluções consideradas estratégicas para o próximo ano</em></h4>
<p>Nesta semana, a consultoria Gartner divulgou um ranking com as dez principais <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2009/10/21/gartner-aponta-tendencias-de-gestao-da-ti-para-os-proximo-cinco-anos/">tendências estratégicas de TI para as organizações em 2010</a>. De acordo com o levantamento, essas soluções tendem a impactar os planos, programas e iniciativas de longo prazo dos CIOs.</p>
<p>Confira a seguir a lista das principais tendências citadas pelo Gartner:</p>
<p><a href="http://cio.uol.com.br/opiniao/2009/11/09/os-custos-escondidos-pelo-modelo-de-cloud-computing/"><strong>Cloud computing</strong> </a>- modelo em que fornecedores entregam aos consumidores série de serviços baseados em nuvem. Os recursos do cloud não eliminam os custos das soluções de TI, mas os reorganiza e, em alguns casos, os reduz.</p>
<p><strong>Análises avançadas</strong> &#8211; ferramentas e modelos analíticos devem ser adotados para maximizar os processos de negócio e a eficácia das decisões por meio da análise de resultados. Isto pode ser visto como um terceiro passo no suporte a decisões de negócios operacionais. Regras fixas e políticas pré-definidas renderam-se a decisões impulsionadas por informações corretas fornecidas no momento correto, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (<a href="http://cio.uol.com.br/opiniao/2009/10/28/por-que-os-sistemas-de-gestao-nao-melhoram-os-resultados-corporativos/">CRM</a>), do planejamento de recursos empresariais (<a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2009/11/10/erp-empresas-erram-ao-analisar-custos/">ERP</a>) ou de outras aplicações.</p>
<p><strong>Client computing</strong> &#8211; a <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2009/10/02/como-evitar-a-sobrecarga-dos-servidores-com-virtualizacao/">virtualização </a>está criando novas formas de empacotar aplicações e capacidades de client computing. Como resultado, a escolha de uma determinada plataforma de hardware de PC e, consequentemente, a plataforma do sistema operacional, torna-se menos crítica. As organizações deveriam estabelecer, proativamente, um roadmap estratégico de cinco a oito anos para client computing.</p>
<p><strong>TI verde</strong> &#8211; a TI pode viabilizar muitas “iniciativas verdes”, como gestão de documentos eletrônicos e redução de viagens com o uso de videoconferência. A TI também fornece ferramentas analíticas que a organização pode implementar para reduzir o consumo de energia no transporte de mercadorias ou em outras atividades de gestão das emissões de carbono.</p>
<p><strong>Remodelagem do data center</strong> &#8211; descobrir o que a empresa tem, estimar o crescimento para 15 a 20 anos e, então, fazer a construção adequada. Os custos serão realmente menores se as organizações adotarem uma abordagem pod-based, método de engenharia de estrutura, para a construção e expansão dos data centers. Cortar despesas operacionais, que são uma parte não trivial das despesas gerais de TI para a maioria dos clientes, libera recursos para serem aplicados em outros projetos ou investimentos em TI ou no próprio negócio.</p>
<p><strong>Computação Social (Social Computing)</strong> &#8211; Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para suportar seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (sejam pessoais ou em grupo) e outro para acessar informações “externas”. As organizações devem focar no uso de software social e de mídia social na organização e na participação e integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas. Não ignore a função do perfil social de reunir as comunidades.</p>
<p><strong>Segurança</strong> – Tradicionalmente, o foco da segurança tem sido estabelecer um muro perimetral para manter os outros de fora, mas ela evoluiu para monitorar atividades e identificar padrões que foram esquecidos anteriormente. Os profissionais de segurança da informação enfrentam o desafio de detectar atividades maliciosas em um fluxo constante de eventos distintos que normalmente estão associados a um usuário autorizado e são gerados a partir de múltiplas redes, sistemas e fontes de aplicações.</p>
<p><strong>Memória Flash</strong> &#8211; A memória flash não é algo novo, mas está se movendo para um novo nível no plano de storage. A memória flash é um dispositivo semicondutor de memória, familiar por seu uso em pendrives e cartões de câmeras digitais. É muito mais rápida do que os discos giratórios, mas consideravelmente mais cara; porém, este diferencial está acabando.</p>
<p><strong>Virtualização para disponibilidade</strong> &#8211; A virtualização tem estado na lista das principais tecnologias estratégicas nos anos anteriores e está na relação deste ano porque o Gartner enfatiza novos elementos, como a migração dinâmica para disponibilidade, que tem implicações no longo prazo.</p>
<p><strong>Aplicações móveis</strong> &#8211; Até o final de 2010, 1,2 bilhão de pessoas carregará consigo dispositivos capazes de realizar transações comerciais móveis, proporcionando um ambiente rico para a convergência da mobilidade e da web. Já há algumas milhares de aplicações para plataformas como Apple iPhone, apesar do mercado limitado e da necessidade de uma codificação única. Isto pode levar a uma nova versão que seja projetada para operar de forma flexível tanto nos PCs quanto nos sistemas em miniatura.</p>
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		<title>Jeff Jarvis defende adoção do modelo "Beta" pelas empresas</title>
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		<comments>http://checchia.net/2009/11/jeff-jarvis-defende-adoo-do-modelo-beta-pelas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 09:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
O movimento colaborativo que caracteriza a Web 2.0 deveria ser estendido para todas as atividades humanas. É o que defende o blogueiro e escritor Jeff Jarvis, autor de &#34;O que o Google faria&#34;, que participou de sessão nesta terça no Web2Expo, em Nova York. 
Jarvis contrapõe o conceito tradicional da era industrial de produto acabado [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZgYH6EsoYC8ID3sEyZSYrNhgco/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZgYH6EsoYC8ID3sEyZSYrNhgco/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZgYH6EsoYC8ID3sEyZSYrNhgco/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZgYH6EsoYC8ID3sEyZSYrNhgco/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=155877&amp;C=265"><img style="border-right-width: 0px; margin: 5px 10px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" border="0" alt="TI INSIDE" align="left" src="http://www.tiinside.com.br/imagens/logotiinsiden.gif" /></a></p>
<p>O movimento colaborativo que caracteriza a Web 2.0 deveria ser estendido para todas as atividades humanas. É o que defende o blogueiro e escritor Jeff Jarvis, autor de &quot;O que o Google faria&quot;, que participou de sessão nesta terça no Web2Expo, em Nova York. </p>
<p>Jarvis contrapõe o conceito tradicional da era industrial de produto acabado ao conceito de &quot;Beta&quot;, de produto em permanente desenvolvimento (como faz o Google com seus sites, por exemplo). </p>
<p>Para ele, o modo de produção da era industrial acabou, e o conceito de construção colaborativa, em que os usuários dão ideias permanentemente para melhorar os produtos, pode ser aplicado na indústria, na educação, no entretenimento, no governo e até na religião. </p>
<p>&quot;Detroit (a indústria automobilística americana) morreu porque não soube ouvir as pessoas, ficou presa no método antigo&quot;, diz Jarvis. </p>
<p>Um exemplo que ele dá é o do jornalismo. &quot;A matéria jornalística não faz mais sentido, porque parte do princípio que o jornalista sabe mais que os outros, porque estava lá. Mas ela morre assim que é publicada. Na Wikipedia, por outro lado, a informação é atualizada permanentemente&quot;, diz. </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/">http://www.tiinside.com.br/</a></p>
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		<title>eBook gratuíto sobre Web Analytics</title>
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		<comments>http://checchia.net/2009/08/ebook-gratuto-sobre-web-analytics/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 21:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[WebAnalytics]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ótima iniciativa com ótimos colaboradores. São 113 páginas de conhecimento gratuíto, de colaboradores com expertise reconhecida no mercado. Esta é a se   Esta é a segunda edição deste e-Book de sucesso.
Veja os capítulos: 
Qual é a maturidade de sua empresa para a área de métricas? (Ruy Carneiro)    Inteligência competitiva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><strong>Veja os capítulos:</strong> </p>
<p>Qual é a maturidade de sua empresa para a área de métricas? (Ruy Carneiro)    <br />Inteligência competitiva na Internet (Fabio Figueiredo)     <br />Web Analytics &#8211; Analisando os números e gerando resultados (Gerson Ribeiro)     <br />A evolução das métricas de e-commerce: de meras verificadoras de resultados a impulsionadoras de vendas (Douglas Tokuno | André Fatala | Clecia Simões)     <br />Cases de web analytics: Eficiência e eficácia (Juliana Varnum Carvalho)     <br />Como lidar com múltiplos objetivos e cenários em ações integradas de marketing (Marcos Giuntini | Daniella Morier)     <br />A importância do serviço de web analytics em projetos de otimização de sites – SEO (Celso Campos Hora)     <br />KPI´s para ações em SEM (Gustavo Loureiro)     <br />Teoria e prática das métricas de engajamento (André Folli | Leonardo Naressi | Vinicius Tsugi)     <br />Vídeo On-line: Além do Alcance e Freqüência (Miguel Dorneles)     <br />E-mail marketing: o marketing do e-mail (Priscila Gonçalves)     <br />Índices para Mensuração de Campanhas de Branding (Rodrigo de Freitas Vale)     </p>
<p><strong>Ficha técnica (2a edição):</strong>     <br />Organização: Ruy Carneiro     <br />Projeto Gráfico: Mágica Inovação Criativa     <br />Apoio: IAB Brasil, Arizona, Leonardo Naressi,Métricas Brasil </p>
<p><strong>Baixe o PDF completo aqui: </strong><a href="http://www.metricasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2009/07/webanalytics-uma-visao-brasileira-2-final.pdf"><strong>Web Analytics Uma Visão Brasileira 2</strong></a> </p>
<p>&#160;</p>
<p>Há também uma versão online disponível no SlideShare:</p>
<p> <img style="width: 0px; height: 0px; visibility: hidden" border="0" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNTA4OTExOTYyMDImcHQ9MTI1MDg5MTIyMDE2OCZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89ODAzMDBlYTY3YWVlNGIxZWJjMDVkYjE1ZGJlYWUzYmYmb2Y9MA==.gif" width="0" height="0" />
<div style="text-align: left; width: 425px" id="__ss_1760229"><a style="margin: 12px 0px 3px; display: block; font: 14px helvetica,arial,sans-serif; text-decoration: underline" title="e-Book Web Analytics Uma Visão Brasileira - 2a. edição" href="http://www.slideshare.net/leonaressi/ebook-web-analytics-uma-viso-brasileira-2a-edio">e-Book Web Analytics Uma Visão Brasileira &#8211; 2a. edição</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=webanalytics-uma-visao-brasileira-2-090723125044-phpapp01&amp;stripped_title=ebook-web-analytics-uma-viso-brasileira-2a-edio" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=webanalytics-uma-visao-brasileira-2-090723125044-phpapp01&amp;stripped_title=ebook-web-analytics-uma-viso-brasileira-2a-edio" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-family: tahoma,arial; height: 26px; font-size: 11px; padding-top: 2px">View more <a style="text-decoration: underline" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration: underline" href="http://www.slideshare.net/leonaressi">Leonardo Naressi</a>.</div>
</p></div>
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		<title>Hacker acusado de roubar dados da Telefonica é indiciado</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 16:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[kmax]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia Civil de São Paulo indiciou na quarta-feira o programador Vinicius Camacho Pinto, 28 anos, conhecido como K Max, pelo crime de divulgação de segredos qualificado. Ele é acusado de invadir o banco de dados dos clientes da Telefônica e disponibilizar as informações na internet.
Policiais Delegacia de Repressão a Crimes Cometidos por Meios Eletrônicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CeNsZkkUfXXDck3m69820yWjb4g/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CeNsZkkUfXXDck3m69820yWjb4g/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CeNsZkkUfXXDck3m69820yWjb4g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CeNsZkkUfXXDck3m69820yWjb4g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><blockquote><p>A Polícia Civil de São Paulo indiciou na quarta-feira o programador Vinicius Camacho Pinto, 28 anos, conhecido como K Max, pelo crime de divulgação de segredos qualificado. Ele é acusado de invadir o banco de dados dos clientes da Telefônica e disponibilizar as informações na internet.</p>
<p>Policiais Delegacia de Repressão a Crimes Cometidos por Meios Eletrônicos do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do programador, em Itapevi, na Grande São Paulo.</p>
<p>Segundo o delegado José Mariano de Araújo Filho, titular da DRCC Meios Eletrônicos, Pinto teria invadido o sistema de cadastro da empresa. &quot;A partir do site da empresa, ele conseguiu acessar dados pessoais dos clientes. Depois, disponibilizou as informações quem estivesse interessado&quot;, disse Araújo Filho.</p>
</blockquote>
<p>Siga a discussão pelo TweetChat: <a href="http://tweetchat.com/room/freekmax">http://tweetchat.com/room/freekmax</a> (necessário ter login no twitter).</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/checchia/~4/uZxd_YDCmkM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Consultoria gratuíta sobre Tecnologia!</title>
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		<comments>http://checchia.net/2009/08/consultoria-gratuta-sobre-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 02:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[free]]></category>
		<category><![CDATA[share]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34;Se você tem conhecimento, deixe os outros acenderem suas velas nele.&#34;&#160; &#8211; Margaret Fuller

Recebo muitas consultas por e-mail de amigos ou colegas, sobre os mais variados temas relacionados com minha área de atuação. Procuro sempre auxiliar e acompanhar o andamento da solução, dando o apoio necessário. 
O objetivo principal destas dicas ou “Consultorias” informais que [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eA2qPrOQm-aoYnb2PqMOTgbsi6Y/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eA2qPrOQm-aoYnb2PqMOTgbsi6Y/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eA2qPrOQm-aoYnb2PqMOTgbsi6Y/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eA2qPrOQm-aoYnb2PqMOTgbsi6Y/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><blockquote><p><strong>&quot;Se você tem conhecimento, deixe os outros acenderem suas velas nele.&quot;&#160; &#8211; Margaret Fuller</strong></p>
</blockquote>
<p>Recebo muitas consultas por e-mail de amigos ou colegas, sobre os mais variados temas relacionados com minha área de atuação. Procuro sempre auxiliar e acompanhar o andamento da solução, dando o apoio necessário. </p>
<p>O objetivo principal destas dicas ou “Consultorias” informais que presto é compartilhar o conhecimento adquirido em mais de 20 anos de atividade profissional. </p>
<p>Quem desejar enviar consultas sobre tecnologia, infra-estrutura, segurança ou redes, favor enviá-las pelo formulário, na página <a href="http://checchia.net/consultoria-free/">Consultoria FREE!</a>. Trocaremos e-mails e, no final, publicarei o resultado como um post, mencionando sempre os dados de quem enviou a questão. </p>
<p>Afinal, </p>
<blockquote><p><strong>&quot;O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar.&quot; &#8211; <em>Sócrates</em></strong></p>
</blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/checchia/~4/MPZMjReztrU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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