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	<description>| Cloud Computing | IPv6 | VoIP | Infra-estrutura | Segurança da Informação | Tech Visionary &amp; Worklover |</description>
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		<title>Integrando TI e as áreas de Negócios de forma eficiente</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 14:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A TI não consegue acompanhar as demandas do Negócio&#8230; Isto é fato. Mas como melhorar este relacionamento? As áreas de TI das empresas possuem uma visão retrograda de como ela deve funcionar; A grande maioria ainda acredita que modelos utilizados há mais de 20 anos ainda possam ser utilizados, somente com mudanças de processos, como [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H_SekDj5TxH6686XcBw4E_gvM-0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H_SekDj5TxH6686XcBw4E_gvM-0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>A TI não consegue acompanhar as demandas do Negócio&#8230; Isto é fato. Mas como melhorar este relacionamento?</p>
<p>As áreas de TI das empresas possuem uma visão retrograda de como ela deve funcionar; A grande maioria ainda acredita que modelos utilizados há mais de 20 anos ainda possam ser utilizados, somente com mudanças de processos, como desenvolvimento ágil (Scrum, Agile e afins) ou com a terceirização do desenvolvimento em momentos de pico.</p>
<p>A tecnologia barateou, evoluiu e hoje é acessível para um número muito maior de pessoas. Este processo cunhou novos termos, como “consumerização” e “BYOD”. Apesar do que muitos falam, esta é uma ótima saída e irei postar aqui sobre como implementar a consumerização e o BYOD com segurança.</p>
<p>Mas, voltando ao assunto da “Nova TI”; A TI deve focar na camada de Negócios, disponibilizar APIs e Web Services para que as áreas de negócio possam desenvolver suas próprias camadas de apresentação.</p>
<p>Hoje a informação deve estar disponível em iPads, iPhones, Androids e web sites. Deve ser ágil o suficiente para atender as sazonalidades, aproveitar um Hype na Internet ou atender a necessidade da área de negócio em uma customização de interface. Várias empresas em que já atuei possuem dificuldades em alterar um logotipo para aproveitar o Natal, já que isto está amarrado e necessita da intervenção da área de TI para colocar em produção.</p>
<p>Com a TI focando na camada de negócios e nas APIs para a disponibilização e transformação da informação, as demandas diminuirão muito (uma vez estabelecida, esta camada é de baixa manutenção) e a área de negócios passa a ter mais liberdade de como consumir os dados gerados pela TI. Além de facilitar e permitir uma maior gestão dos custos operacionais por áreas, a TI passa a ter um maior controle da informação entregue.</p>
<p>Neste processo, padrões para utilização devem ser criados; Além de um token específico para cada aplicação, a autenticação do usuário deve ser solicitada no uso da ferramenta. Pode-se implementar outros controles, como um Single Sign On integrado, que possibilitará controlar o acesso individual aos dados.</p>
<p>Esta visão diminui o número de desenvolvedores internos e cria a demanda para a área de produtos, que passa a ter mais liberdade para decidir como atender as áreas de negócios.</p>
<p>No próximo artigo abordarei a gestão de Desktop e os conceitos de customerização e BYOD.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>[SI v3.0] Estruturando a Política da Informação em tempos de Consumerização</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 04:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Farssis]]></category>
		<category><![CDATA[SI v3.0]]></category>
		<category><![CDATA[política de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[SI]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrever uma Política da Informação que atenda os requisitos dos frameworks de segurança da informação e ainda seja permissiva (ao invés das tradicionais restritivas) é uma missão complicada – tanto na Política Corporativa como nas Políticas de TI. O principal objetivo de uma Política da Informação sempre foi – e sempre será – a proteção [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SETFpGaNIUkNIsFLsSsjWKNDbcU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SETFpGaNIUkNIsFLsSsjWKNDbcU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SETFpGaNIUkNIsFLsSsjWKNDbcU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SETFpGaNIUkNIsFLsSsjWKNDbcU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://checchia.net/wp-content/uploads/2011/08/triangulo.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="triangulo" border="0" alt="triangulo" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2011/08/triangulo_thumb.jpg" width="244" height="132" /></a>Escrever uma Política da Informação que atenda os requisitos dos frameworks de segurança da informação e ainda seja permissiva (ao invés das tradicionais restritivas) é uma missão complicada – tanto na Política Corporativa como nas Políticas de TI.</p>
<p>O principal objetivo de uma Política da Informação sempre foi – e sempre será – a proteção da informação. A diferença entre a abordagem tradicional e a nova abordagem proposta é o como se faz.</p>
<p>A escrita da Política deve ser direta, objetiva e clara. Então, mãos à obra!</p>
<p>Para ambientação, vamos estruturar a área de segurança da segurança da informação para uma institução financeira fictícia chamada <strong>Farssis S.A.</strong>, incluindo a escrita de suas Políticas de Segurança da Informação.</p>
<p>A Farssis, surgiu no mercado para fornecer Crédito Corporativo e deve atender a todos os requisitos definidos para Basiléia, CobiT, BACEN e etc</p>
<p>Iremos trabalhar em 3 fases, conforme a ilustração: Políticas, Normas e Procedimentos.</p>
<p>Na fase 01, trabalharemos nas principais políticas:</p>
<ul>
<li>Criar o organograma da área de segurança da Informação;</li>
<li>Criar a Política Geral da Segurança da Informação;</li>
<li>Criar a Política de Classificação da Informação;</li>
<li>Criar Políticas de acesso à Informação;</li>
<li>Criar a Política de Acesso e Uso de Mídias Sociais.</li>
</ul>
<p>Nos próximos post iremos trabalhar cada uma destas Políticas individualmente.</p>
<p>A área de comentários é aberta à participação de todos.</p>
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</ol></div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/checchia/~4/V_SrAlargFY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Tudo é permitido não significa que nada é proibido</title>
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		<comments>http://checchia.net/2011/07/tudo-permitido-no-significa-que-nada-proibido/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[SI v3.0]]></category>
		<category><![CDATA[política de segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta frase de Albert Camus pode ser considerada como um guia para a elaboração de uma política de segurança da informação. Analisem as políticas de informação das empresas por onde você passou. Em todas, o objetivo é tornar o desktop o mais parecido possível com um terminal burro, similar à época dos Mainframes. Em muitos [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K9vFkUPNVo6Bd6TwDYYvgh5qh7g/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K9vFkUPNVo6Bd6TwDYYvgh5qh7g/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K9vFkUPNVo6Bd6TwDYYvgh5qh7g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K9vFkUPNVo6Bd6TwDYYvgh5qh7g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Esta frase de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Camus" target="_blank">Albert Camus</a> pode ser considerada como um guia para a elaboração de uma política de segurança da informação. </p>
<p>Analisem as políticas de informação das empresas por onde você passou. Em todas, o objetivo é tornar o desktop o mais parecido possível com um terminal burro, similar à época dos Mainframes. Em muitos casos, até o papel de parede e os ícones do desktop são padronizados!</p>
<p>Imagine a seguinte situação (hipotética aqui, mas real): </p>
<p>- O CFO de uma empresa qualquer, que cuida das contas da empresa identificou a necessidade de um corte de despesas de 15% de todos os departamentos. Os gestores delegam para as equipes a identificação do que pode ser cortado e pede um parecer em 10 dias.</p>
<p>- Passados 10 dias, marketing e tecnologia apresentam planos que possibilitam uma redução superior a 15%, com terceirização de serviços, outsourcing de impressão e etc.</p>
<p>Qual o diferencial destes dois departamentos? As pessoas são mais capazes do que os outros departamentos? Não. 90% da empresa possuia restrição de acesso à internet e às redes sociais. A exceção (como sempre, existe) eram alguns departamentos, entre eles marketing e Tecnologia.</p>
<p>Com o uso de redes sociais, pesquisas e análise do que o mercado e seus concorrentes adotaram como Melhores Práticas, estes departamentos mostraram uma performance superior aos outros, simplesmente por ter onde buscar informação.</p>
<p>Esta é somente uma das várias situações onde a liberação de acesso melhora o resultado da empresa. Porquê, então, temos que criar políticas restritivas para proteger os dados ao invés de proteger os dados sem restringir os acessos?</p>
<p>É uma falácia imaginar que a internet é o “bicho papão” e que precisamos fechar tudo para nos proteger. </p>
<p>Um hacker que deseja invadir e roubar informações utiliza-se vulnerabilidades simples, que burla TODA e QUALQUER política de segurança da informação. Um simples curriculum enviado para o RH no formato PDF pode conter um rootkit que é capaz de ganhar privilégios de admin e coletar todas as informações que desejar – inclusive capturando telas e capturando a tela e gravando em vídeo (já ví isto acontecer e é humilhante para os responsáveis de SI e TI).</p>
<p>A melhor estratégia é atuar:</p>
<ul>
<li>Criando uma política de gerenciamento de patches com atualização automática dos desktops (não somente o SO mas, principalmente, os aplicativos como o Adobe Reader);</li>
<li>Criando baselines e GPOs (há vários exemplos no NIST.GOV, IASE e DISA)</li>
<li>Criando um whitelist dos programas homologados (tweetdeck, Chrome, MSN, Skype e afins);</li>
<li>E, o principal, criar campanhas e boletins para os usuários alertando sobre as últimas vulnerabilidades de DAY-0 e os cuidados que precisam tomar.</li>
</ul>
<p>Devemos deixar de imaginar que as políticas restritivas são a solução para todos os males do mundo e devemos – como profissionais de SI – assumir que elas não atendem mais… Estamos em uma época de consumerização e domínio da Geração XY nas empresas. Devemos atentar para este ponto para que os profissionais de SI não criem políticas que inibam a inovação e a criatividade.</p>
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		<title>[SI v3.0] Adequação do modelo aos Frameworks e normas existentes</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 19:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[SI v3.0]]></category>
		<category><![CDATA[política de segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O Modelo proposto para uma Política de Segurança da Informação, apelidado de SI v3.0, não é um devaneio ou uma falácia sem bases sólidas. Este modelo é plenamente alinhado ao CobiT, ITIL, NBR ISO/IEC 27001 e NBR ISO/IEC 27002. Qualquer auditoria a que seja submetida, serão geradas todas as conformidades necessárias – apesar da cara [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bIehoX5CtMiYnBCADUDGqBNrK_E/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bIehoX5CtMiYnBCADUDGqBNrK_E/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bIehoX5CtMiYnBCADUDGqBNrK_E/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bIehoX5CtMiYnBCADUDGqBNrK_E/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O Modelo proposto para uma Política de Segurança da Informação, apelidado de <strong>SI v3.0</strong>, não é um devaneio ou uma falácia sem bases sólidas.</p>
<p>Este modelo é plenamente alinhado ao CobiT, ITIL, NBR ISO/IEC 27001 e NBR ISO/IEC 27002. Qualquer auditoria a que seja submetida, serão geradas todas as conformidades necessárias – apesar da cara de susto que o auditor terá ao perceber que é o oposto do que ele está acostumado a auditar.</p>
<blockquote><p><strong>“… É necessário que a política esteja alinhada aos objetivos da organização. A partir dos objetivos de negócio, são definidos os objetivos da segurança da informação, que tem como destaque: possibilitar a realização do negócio no que depende do uso dos recursos de informação.”</strong> (retirado do livro “Praticando a Segurança da Informação” do Edison Fontes)</p>
</blockquote>
<p>Nos dias de hoje, como é possível exercer qualquer função, que viabilize a realização do negócio, sem acesso à internet? Como conhecer as melhores práticas do mercado ou propor melhorias nos seus processos internos SEM ter um acesso liberado à internet para a troca de idéias, participação em fóruns, redes sociais (sim! redes sociais) e listas de distribuição?</p>
<p>Não é mais possível ter Políticas de Segurança da Informação que bloqueiem o acesso dos funcionários. A Intel, com todo o seu tamanho empresarial, possui uma <a href="http://www.intel.com/sites/sitewide/pt_BR/social-media.htm" target="_blank">política para uso das midias sociais</a>.</p>
<p>A IBM é uma outra empresa que <strong>encoraja</strong> seus funcionários a utilizar as mídias sociais:</p>
<blockquote><p>O relatório revela que em 2007, a IBM Software Group fez da mídia social parte da rotina diária de cada empregado, a fim de dinamizar seus funcionários, canais de vendas e comunidades de clientes. <strong>Em outras palavras, a IBM encorajou todo o seu staff a envolver-se com o Twitter, LinkedIn e outras plataformas de mídia social</strong>.</p>
<p>Como resultado, existem mais de 80 perfis no Twitter com a marca IBM que divulgam notícias e mensagens, além de promover os produtos e serviços da empresa, e mais de 500 grupos no Facebook. (Fonte: <a href="http://www.midiassociais.net/2010/11/ibm-e-hp-sao-referencias-em-midia-social/" target="_blank">Midiassociais.net</a>)</p>
</blockquote>
<p>Todos os modelos para a implementação de uma Política de Segurança da Informação visam a proteção das informações da empresa. O Modelo SI v3.0 mostra que é possível proteger a informação SEM restringir o acesso à informação via internet. Não existe inovação nas empresas sem que se tenha acesso irrestrito à informação aberta.</p>
<p>No próximo post discutiremos a Política Geral da Segurança da Informação neste novo modelo.</p>
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<li> <a href="http://checchia.net/2011/07/tudo-permitido-no-significa-que-nada-proibido/" title="Permanent link to Tudo &eacute; permitido n&atilde;o significa que nada &eacute; proibido">Tudo &eacute; permitido n&atilde;o significa que nada &eacute; proibido</a>  </li>
<li> <a href="http://checchia.net/2011/07/nossos-modelos-de-segurana-da-informao-esto-ultrapassados/" title="Permanent link to Nossos modelos de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o est&atilde;o ultrapassados">Nossos modelos de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o est&atilde;o ultrapassados</a>  </li>
</ol></div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/checchia/~4/48uKjG2SOrQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Nossos modelos de Segurança da Informação estão ultrapassados</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 15:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[SI v3.0]]></category>
		<category><![CDATA[consumerização]]></category>
		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[política de segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho visto nas listas de discussão que acompanho e no Linkedin várias discussões levantadas por profissionais de segurança que estão sendo questionados sobre as rígidas normas implementadas para garantir a suposta proteção da informação nas empresas em que atuam (como consultores ou como profissionais exclusivos). Nossos modelos de Segurança da Informação estão ultrapassados. A cultura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q48uBX48TiOZcULMAg1pQSpuICU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q48uBX48TiOZcULMAg1pQSpuICU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q48uBX48TiOZcULMAg1pQSpuICU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q48uBX48TiOZcULMAg1pQSpuICU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Tenho visto nas listas de discussão que acompanho e no Linkedin várias discussões levantadas por profissionais de segurança que estão sendo questionados sobre as rígidas normas implementadas para garantir a suposta proteção da informação nas empresas em que atuam (como consultores ou como profissionais exclusivos).</p>
<p>Nossos modelos de Segurança da Informação estão ultrapassados.</p>
<p>A cultura de SI tem origem em um tempo em que os únicos computadores existentes estavam dentro das empresas, fechados em grande CPDs e acessados somente por terminais texto. Com o passar do tempo, vieram os microcomputadores, utilizados inicialmente como terminais destes CPDs, através de placas IRMA para acesso.</p>
<p>Todas as políticas desta época foram elaboradas para proteger o ambiente de usuários e operadores que não possuíam e não conheciam computadores. Estes usuários eram totalmente leigos e treinados de forma a operar os terminais e acessar somente os sistemas necessários.</p>
<p>Com o advento das redes locais de computadores, vimos uma corrida para os processos de downsizing, tirando o poder dos grandes CPDs e seus terminais para o poder dos microcomputadores. Neste momento, o movimento mais lógico foi adaptar a cultura de Segurança da Informação para estas novas redes.</p>
<p>20 anos depois, temos uma nova realidade mundial: Os computadores são cada vez mais acessíveis e os usuários deixaram de ser leigos; Hoje eles possuem computadores em suas casas mais potentes do que as estações de trabalho na empresa. Possuem smartphones, modems 3G e outras tecnologias que as empresas não disponibilizam. Com isto, nasce o movimento de consumerização: Porque não melhorar minha performance no local de trabalho utilizando meu próprio equipamento e meus gadgets? </p>
<p>Por outro lado, temos a Geração “Y”: Esta geração nasceu tecnológica; para eles, o uso de estações e as facilidades da internet são “direitos adquiridos” e não entendem as políticas restritivas das empresas – com isto, ficam desestimulados ou burlam as restrições (nada que uma busca no Google não resolva).</p>
<p>A TI e a área de segurança vivem com a espada no pescoço: Cada vez mais são pressionados para liberar acessos e o uso de equipamentos particulares. Se criar políticas para terceiros era fácil, para funcionários adeptos da consumerização, isto torna-se cada vez mais difícil!</p>
<p>Isto ocorre porque em mais de 30 anos, NADA foi alterado nestas políticas. A área de segurança continua tentando bloquear os acessos, USB, Celulares, Notebooks e outros gadgets que os usuários levam para empresa, quando o correto é REPENSAR DO ZERO as políticas de segurança, levando em conta os novos tempos e criando políticas mais flexíveis, com acesso liberado à internet e mantendo a segurança da informação.</p>
<p>Antes que digam que é impossível: Há 5 anos tenho implementado esta política em empresas de todos os portes – incluindo redes com mais de 1500 usuários e com um número de incidentes próximo a zero.</p>
<p>A partir deste post, criarei uma nova categoria no blog (SI v3.0) onde postarei minha experiência e exemplos para implementação desta política. </p>
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		<item>
		<title>Comissão de Crimes de Alta Tecnologia–OAB-SP</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Junho/2011 saiu a nomeação para a Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP. Agradeço ao Erasmo Guimarães (@ErasmoGuimaraes) e ao Dr. Coriolano Almeida (@CoriolanoAC) pela nomeação. Espero contribuir da melhor forma possível à esta comissão. Sem conteúdo Relacionado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b_4vrqUQZs0jpUs8n5QZZstjR5Y/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b_4vrqUQZs0jpUs8n5QZZstjR5Y/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b_4vrqUQZs0jpUs8n5QZZstjR5Y/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b_4vrqUQZs0jpUs8n5QZZstjR5Y/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/crimes-alta-tecnologia"><img style="margin: 0px 10px 10px 0px; display: inline; float: left" align="left" src="http://2.bp.blogspot.com/-jleaMXxUWvY/ThcYQbzxDUI/AAAAAAAAJik/x0SU1f56I7Q/s1600/oab-sp-inscritos%255B1%255D.jpg"></a></p>
<p>Em Junho/2011 saiu a nomeação para a <a href="http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/crimes-alta-tecnologia">Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP</a>.</p>
<p>Agradeço ao Erasmo Guimarães (<a href="http://twitter.com/ErasmoGuimaraes">@ErasmoGuimaraes</a>) e ao Dr. Coriolano Almeida (<a href="http://twitter.com/CoriolanoAC">@CoriolanoAC</a>) pela nomeação.</p>
<p>Espero contribuir da melhor forma possível à esta comissão.</p>
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		<item>
		<title>Comentários Sobre a audiência Pública do PL 84/99</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 11:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Azeredo]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Civil]]></category>
		<category><![CDATA[PL 84/99]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós sabemos da necessidade de tipificar os crimes “cibernéticos” (não gosto deste termo – parece muito “anos 60”), mas existe hoje no Brasil 3 correntes de pensamento distintas. Por um lado, temos Azeredo e Febraban, buscando criar uma cópia da Convenção de Budapeste, criada em um período de cerceamento das liberdades individuais, no auge [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vW69n4rJq7-PKn7e_HP5ON2UsWQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vW69n4rJq7-PKn7e_HP5ON2UsWQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vW69n4rJq7-PKn7e_HP5ON2UsWQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vW69n4rJq7-PKn7e_HP5ON2UsWQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Todos nós sabemos da necessidade de tipificar os crimes “cibernéticos” (não gosto deste termo – parece muito “anos 60”), mas existe hoje no Brasil 3 correntes de pensamento distintas.</p>
<p>Por um lado, temos Azeredo e Febraban, buscando criar uma cópia da <a href="http://checchia.net/2011/07/conveno-de-budapeste-e-o-pl-8499/" target="_blank">Convenção de Budapeste</a>, criada em um período de cerceamento das liberdades individuais, no auge da “guerra ao terror” (Nov/2001). Este projeto é polêmico e com vícios de direito, já que invadir uma casa é uma pena de 3 meses e invadir um computador é uma pena de 3 anos.</p>
<p>No outro lado, temos um grupo que entende que o Marco Civil deveria ser aprovado antes, já que não é possível criminalizar sem que os direitos dos cidadãos e usuários de internet sejam definidos previamente.</p>
<p>Por último, temos uma terceira vertente que é o pessoal do PL alternativo, que visa somente tipificar o que não está coberto pelo atual Código Penal.</p>
<p>No meu ponto de vista, <strong>a internet é um meio a mais para que as pessoas cometam crimes</strong>.</p>
<p>Assim, acredito que o PL alternativo seria a melhor opção, tipificando os crimes (somente os crimes) citados na Lei Azeredo, sem os exageros do PL 84/99 e cobrindo a lacuna jurídica no nosso CPP.</p>
<p>Não vejo necessidade em se criar o Marco Civil (ratificar o que já temos na constituição) e muito menos uma legislação com mais de 11 anos e totalmente fora da realidade atual.</p>
<p>A Dep. Luiza Erundina propôs um seminário na câmara para que os deputados (e seus assessores) possam tomar conhecimento de forma mais aprofundada sobre a questão e criar seu juízo quanto à questão. Deste modo a Lei Azeredo deixa de ser tratada em uma comissão de 12 pessoas com seus lobbys e interesses e passa a ter voz na câmara, com seus 500 e poucos deputados.</p>
<p>Espero que esta idéia vá adiante e que o PL Alternativo ganhe força. Para isto, ele DEVE SAIR DO PORTAL atual onde está sendo debatido e ir para uma plataforma mais apropriada, de consulta pública, onde os internautas possam somente comentar (sem alterar) sobre as questões – talvez uma plataforma como a do Marco Civil.</p>
<p>Todos que partcipam possuem “seu lado da moeda” e as inserçôes atuais estão desvirtuando o objetivo original, que é somente a tipificação de crimes e suas penas, complementando o CPP.</p>
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</ol></div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/checchia/~4/YLBwDjNUrIc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Convenção de Budapeste e o PL 84/99</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 20:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercrimes]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção de Budapeste]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes Cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Cybercrimes]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Azeredo]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é a Convenção de Budapeste? A Convenção de Budapeste, mais conhecida como a convenção de cibercrimes foi aprovada em 23 Novembro de 2001. Vale ressaltar que esta convenção foi realizada sob o peso dos atentados de 11/09, nos EUA. As diretrizes do Tratado: Ofensas contra a confidencialidade, integridade e disponibilidade de dados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AjyZrCV_uWmPyqEmeGkbEU08cAQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AjyZrCV_uWmPyqEmeGkbEU08cAQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AjyZrCV_uWmPyqEmeGkbEU08cAQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AjyZrCV_uWmPyqEmeGkbEU08cAQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><strong><span style="font-size: x-small;">O que é a Convenção de Budapeste?</span></strong></p>
<p>A <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Convention_on_Cybercrime">Convenção de Budapeste</a>, mais conhecida como a convenção de cibercrimes foi aprovada em 23 Novembro de 2001. Vale ressaltar que esta convenção foi realizada sob o peso dos atentados de 11/09, nos EUA.</p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">As diretrizes do Tratado:</span></strong></p>
<p><strong>Ofensas contra a confidencialidade, integridade e disponibilidade de dados de computador e sistemas:</strong> acesso ilegal (no todo ou em parte sem autorização), interceptação ilegal (por meios técnicos, incluindo emissões eletromagnéticas); interferência nos dados (dano, obliteração, deterioração, alteração ou supressão de dados); interferência em sistemas (distúrbios sérios no funcionamento); abuso de dispositivos (incluindo programas de computador, senhas, códigos e dispositivos de acesso);</p>
<p><strong>Ofensas relacionadas a computadores:</strong> falsificação (utilização de dados falsos como se verdadeiros fossem, estejam inteligíveis ou não) e fraude (ocasionando perda de propriedade para outrem);</p>
<p><strong>Ofensas relacionadas ao conteúdo:</strong> pornografia infantil (produzir, oferecer, tornar disponível, distribuir, transmitir, angariar, ter em posse);</p>
<p><strong>Ofensas relacionadas à infração da propriedade intelectual</strong> (observando-se a Convenção de Berna, versão de Paris e o Tratado sobre Direitos Autorais da Organização Mundial da Propriedade Intelectual &#8211; OMPI ou WIPO);</p>
<p><strong>Responsabilidade subsidiária e sanções:</strong> esforço e auxílio ou colaboração; responsabilização corporativa (crimes cometidos por pessoas jurídicas em seu próprio benefício ou de pessoa natural, utilizando-se de poderes de representação, procuração ou controle); sanções e critérios (persuasivos, proporcionais e dissuasivos, incluindo a pena de privação da liberdade, bem como penas pecuniárias).</p>
<p>Há previsão também da utilização, pelos signatários, de serviços informáticos de busca remota e em tempo real; interceptação e confisco de dados em trânsito ou armazenados, inclusive para fins de prova judicial; bloqueio do acesso de terceiros bem como a possibilidade de se determinar a remoção dos dados;</p>
<p>Caso não haja Tratado ou Convenção firmados entre as partes a respeito de assistência mútua e reciprocidade, o art. 28 prevê a prevalência da norma Convencional sobre a jurisdição e regulamentação locais.</p>
<p>Apesar do aspecto territorial do instrumento, há a previsão de acesso além-fronteiras (&#8220;trans-border&#8221;) a dados armazenados em computadores sem o consentimento da outra parte ou quando de disponibilidade pública (&#8220;open source&#8221;), independentemente da localização geográfica desses dados.</p>
<p><strong>O Itamarati, o MJ e a Convenção de Budapeste</strong></p>
<p>O Brasil não é signatário da Convenção de Budapeste, dentre outras coisas, porque ela contraria os rumos de nossa política externa defendida pelo Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>O Ministério da Justiça, através do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional; o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Departamento de Polícia Federal; o Ministério de Ciência e Tecnologia, e o Ministério das Relações Exteriores, analisam a Convenção à luz do ordenamento jurídico brasileiro. Segundo estudo preliminar realizado pelo GSI, as diferentes normas brasileiras contemplariam uma pequena parte da Convenção.</p>
<p>Por outro lado, o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, do Ministério da Justiça, estaria levantando os aspectos da convenção sobre os quais proporia reservas, como na questão da interceptação de comunicações.</p>
<p>Na avaliação do Itamaraty, o acordo é de difícil aplicabilidade, embora seja o único tratado internacional de combate aos crimes cibernéticos. O Brasil não é signatário da Convenção de Budapeste e só poderia se tornar signatário do tratado se fosse convidado pelo Comitê de Ministros do Conselho Europeu.</p>
<p><strong>O Projeto de Lei 84/99 e seu projeto alternativo</strong></p>
<p>Apesar de todos os estudos realizados pelo diversos orgãos do governo, o PL 84/99 foi alterado várias vezes para adequar-se à Convenção de Budapeste, sem levar em conta nossa realidade e nosso complexo ordenamento jurídico.</p>
<p>Comparando os pontos do PL 84/99 e a convenção de Budapeste, fica latente a intenção de dispor dos mesmos mecanismos votados em 2001 na convenção – lembrando-se o clima em que o mundo vivia em 2001, pós 11/09.</p>
<p>As ressalvas levantadas à Lei Azeredo são exatamente nos pontos que também são polêmicos mundialmente e que focam exatamente em privacidade, monitoramento e liberdade de expressão.</p>
<p>Nesta semana um novo projeto alternativo foi colocado para consulta pública; Este PL foca somente em tipicar os crimes cibernéticos, sem o legado da Lei Azeredo de tentar implementar controles ditatoriais em uma democracia que respeita a liberdade.</p>
<p>Ainda não é perfeito, faltando tipificar alguns crimes. Mas é uma alternativa que precisa ser trabalhada para atender a nossa necessidade jurídica e fechar esta brecha existente em nossa legislação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>http://bit.ly/nlgaO3, http://bit.ly/oamGX5 e http://bit.ly/pleL0B</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Planejamento Estratégico da Segurança da Informação</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 18:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Este material do InfoSec Council consolida várias experiências e lições aprendidas pelos seus membros que, alinhadas com as melhores práticas, busca traçar recomendações e direções a serem observadas na elaboração de um PESI. Download Aqui Sobre o InfoSec Council: Criado em 2005, idealizado como uma reunião de profissionais de alto nível (“C-level”), cujas áreas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHg27DLJmHIhyRsM2L_4xVW_uQU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHg27DLJmHIhyRsM2L_4xVW_uQU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHg27DLJmHIhyRsM2L_4xVW_uQU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHg27DLJmHIhyRsM2L_4xVW_uQU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Este material do InfoSec Council consolida várias experiências e lições aprendidas pelos seus membros que, alinhadas com as melhores práticas, busca traçar recomendações e direções a serem observadas na elaboração de um PESI.</p>
<p><strong><a href="http://checchia.net/wp-content/uploads/2011/07/PESI.pdf">Download Aqui</a></strong></p>
<p><strong>Sobre o InfoSec Council: </strong></p>
<p>Criado em 2005, idealizado como uma reunião de profissionais de alto nível (“C-level”),<br />
cujas áreas de atuação implicam no estímulo, criação, manutenção e evolução de técnicas e estratégias voltadas à segurança da informação, aqui considerada em um espectro bem amplo.</p>
<p>Neste aspecto, estão compreendidas as disciplinas de:<br />
• Tecnologia da Informação;<br />
• Segurança da Informação;<br />
• Segurança Corporativa;<br />
• Auditoria de Sistemas;<br />
• Governança de Tecnologia da Informação;<br />
• Compliance;<br />
• Recursos Humanos (voltado à segurança e auditoria).</p>
<p>Ainda que estes profissionais exerçam atividades em suas respectivas organizações – públicas, privadas e associativas –, sua participação se dá em caráter pessoal em função de sua comprovada e reconhecida experiência neste exercício.</p>
<p>O objetivo do InfoSec Council é atender às três comunidades-alvo (usuária, provedora e acadêmica) e contribuir e influenciar na evolução dos aspectos regulatórios da tecnologia e da segurança da informação.</p>
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		<item>
		<title>SCAMs, SPAMs e os bancos brasileiros</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/checchia/~3/lr1i0Yv3F5E/</link>
		<comments>http://checchia.net/2011/07/scams-spams-e-os-bancos-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Azeredo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma troca recente de mensagens no twitter com o @anchisesbr, chegamos a falar sobre investimentos dos bancos e os resultados obtidos com estes investimentos. Quando um micro de um usuário é comprometido e usado para roubar $$$ da conta bancária do usuário, os bancos costumam indenizar o correntista, sem muita contestação. Aliás, isto já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N5BHzh8irRFtGB5KO84-kETu6MA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N5BHzh8irRFtGB5KO84-kETu6MA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N5BHzh8irRFtGB5KO84-kETu6MA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N5BHzh8irRFtGB5KO84-kETu6MA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Em uma troca recente de mensagens no twitter com o @anchisesbr, chegamos a falar sobre investimentos dos bancos e os resultados obtidos com estes investimentos.</p>
<p>Quando um micro de um usuário é comprometido e usado para roubar $$$ da conta bancária do usuário, os bancos costumam indenizar o correntista, sem muita contestação. Aliás, isto já é previsto no balanço semestral como perda e como um risco aceitável.</p>
<p>Ocorre que a equipe de TI do banco poderia reduzir muito esta perda com um procedimento simples: a adoção do registro de SPF em seu DNS. Uma simples entrada de texto, que não causa impacto para a implementação e que evitaria boa parte dos incomodos existentes hoje.</p>
<p>Dos bancos brasileiros, são pouquíssimos os que possuem esta entrada do DNS (Banco do Brasil, por exemplo, é um deles). Qual o motivo pelo qual as equipes de TI não implementam esta regra simples? Desconhecimento? Falta de treinamento/preparo?</p>
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	</channel>
</rss>

