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	<title>Artigos Técnicos CataBits</title>
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	<description>Nesta seção os visitantes do site podem encontrar diversos artigos técnicos, dicas, passo-a-passos, tutoriais e opiniões profissionais sobre diversos assuntos relacionados à informática, tecnologia, telecomunicações, segurança da informação, eletroeletrônica, cursos, eventos e mercado de trabalho.</description>
	<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 19:09:41 +0000</pubDate>
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	<language>pt-br</language>
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		<title>Artigos Técnicos CataBits</title>
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		<title><![CDATA[Procurar]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/procurar</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/procurar#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 9 May 2009 14:18:58 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
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	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Mantenha seu relógio em dia]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/softwares-e-sistemas/mantenha-seu-relogio-em-dia</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/softwares-e-sistemas/mantenha-seu-relogio-em-dia#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 02:04:44 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Softwares e sistemas]]></category>
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		<description><![CDATA[Veja como manter o relógio e a data do sistema sempre atualizados, usando serviços especiais na Internet.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><img style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://lh5.ggpht.com/catabits/SELXTRTJCzI/AAAAAAAACF8/15h1eAW9boc/s288/oldclock.jpg" alt="" width="108" height="158" /></td>
<td align="center"><strong>Com a chegada dos novos sistemas operacionais da Microsoft, diversos aplicativos e até jogos que necessitam de um processo especial de ativação, é essencial manter relógio do sistema funcionando bem e sempre atualizado.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>A bateria</h3>
<p>No PC, o sistema responsável pelo relógio em tempo real (RTC - Real Time Clock) é o BIOS, e para manter o tempo ajustado, mesmo quando o PC está desligado, existe uma pequena bateria instalada na placa mãe. A bateria do C-MOS<sup><small><a href="#1">(1)</a></small></sup> tem uma vida útil de alguns anos, mas não dura para sempre. Se seu PC vive “perdendo a hora”, atrasando com freqüência ou simplesmente perde toda a configuração do setup, também mantida pela bateria, está na hora de substituí-la.</p>
<p><!--more-->Não vou demonstrar os passos aqui, pois varia de placa para placa. Minha recomendação é que a troca seja feita por um técnico ou alguém com um conhecimento razoável, mas aqui vão algumas dicas:</p>
<ul>
<li>Não toque na bateria nova com os dedos, principalmente dos dois lados ao mesmo tempo. Use luvas ou pinças de plástico. Os óleos e a condutividade natural da pele podem causar problemas em curto prazo;</li>
<li>Pelos mesmos motivos, também não toque nos circuitos da placa mãe sob a bateria;</li>
<li>O PC deve estar completamente desconectado da energia e dos periféricos para a troca da bateria. Cargas estáticas podem danificar o C-MOS;</li>
<li>Use uma pulseira anti-estática devidamente aterrada;</li>
<li>Antes de trocar a bateria, entre no setup do BIOS e anote as configurações mais importantes como clock do sistema e seqüência de boot;</li>
</ul>
<p>A dica mais importante é: se ao fizer algo, tiver dúvidas, não devia estar fazendo. Procure orientação técnica.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="border: 0pt none; margin: 3px 0px;" src="http://lh5.ggpht.com/catabits/SELajRTJC0I/AAAAAAAACGg/62tlCJp4hRc/s288/bateriacmos.jpg" alt="" width="240" height="243" /><br />
 <small>Exemplo de bateria da placa-mãe</small></p>
<h3>Ajustando o relógio</h3>
<p>Mesmo com a bateria boa, é comum que o relógio do PC atrase ou adiante, seja pelos ruídos e interferências do ambiente, por causa vírus, trojans e outros mauwares, pela ação de softwares mal projetados e até pela intervenção de um usuário desatento.</p>
<p>Por sorte, a maioria dos sistemas operacionais modernos tem a opção de atualizar a hora usando serviços de referência na Internet chamados NTP – Network Time Protocol – Protocolo de tempo na rede. Existem vários servidores NTP no mundo, e no Brasil os mantidos pelo <a href="http://cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil</a> são os mais importantes  e precisos. Abaixo está a lista com estes servidores:</p>
<pre style="padding-left: 30px;">Nome         Endereço IP
--------------------------
a.ntp.br     200.160.0.8
b.ntp.br     200.189.40.8
c.ntp.br     200.192.232.8</pre>
<p>Para usar estes servidores no Windows, existem pelo menos duas possibilidades:</p>
<h4>Arquivo em lote</h4>
<p>Como administrador, abra o bloco de notas  digite as seguintes linhas:</p>
<pre style="padding-left: 30px;">net time /setsntp:"a.ntp.br b.ntp.br c.ntp.br"
net stop w32time
net start w32time</pre>
<p>Salve na pasta “C:\Documents and Settings\All Users\Menu Iniciar” com o nome “ntp.bat”. Assim, a cada boot, o script será executado na inicialização do Windows.</p>
<p>Esse método vale apenas se você tem uma conexão com a Internet, já que, para que o script funcione, a Internet deve estar conectada antes do boot do Windows.</p>
<p>Também é possível executar o script a qualquer tempo, bastando dar dois cliques com o mouse sobre ele. Neste caso, salve-o em outro lugar como o desktop e use-o quando quiser atualizar o relógio.</p>
<h4>Cliente NTP do Windows</h4>
<p>Outra possibilidade mais simples é informar ao relógio do Windows de onde ele deve atualizar-se. Para isso, como administrador, faça o seguinte:</p>
<ul>
<li>Dê dois cliques no relógio do Windows na barra de tarefas;</li>
<li>Clique na guia “Horário na Internet”;Marque a caixa “Sincronizar automaticamente com um servidor de horário na Internet”;</li>
<li>Altere o valor de “Servidor:” para “a.ntp.br” sem as aspas;</li>
<li>Conecte-se na Internet e clique no botão “Atualizar agora”;</li>
<li>Clique em “Ok” para fechar a janela do relógio.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://picasaweb.google.com/catabits/BlogCataBits/photo?authkey=plY1D1ChEhI#5206965333495712594" target="_blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/catabits/SELbYhTJC1I/AAAAAAAACHA/8LNTBe5PIJ8/s288/relogiowin.gif.jpg" alt="" /></a><br />
 <small>Ajustando o relógio do Windows pela Internet</small></p>
<p>A partir de agora, de tempos em tempos o Windows vai se conectar a este servidor e atualizar o relógio automaticamente. Às vezes, computadores em rede ou integrantes de um domínio tem dificuldades de atualizar-se desta forma, neste caso, consulte o administrador da rede.</p>
<p>No Linux, basta escrever um pequeno script que seja executado à cada boot. Para isso, abra seu editor favorito digite:</p>
<pre style="padding-left: 30px;">#!/bin/bash

# Procura o primeiro servidor NTP ativo
ntpdate b.ntp.br > /dev/null 2>&amp;1 ||
ntpdate a.ntp.br > /dev/null 2>&amp;1 ||
ntpdate b.ntp.br > /dev/null 2>&amp;1

# Atualiza o relógio do BIOS
hwclock --systohc &amp;&amp; > /dev/null 2>&amp;1

# Exibe a data ajustada
echo " "
echo -n "A data atual é: "
date +"%d/%m/%Y %H:%M:%S"
echo " "
exit</pre>
<p>Salve o script na pasta “/usr/local/bin” por exemplo com o nome “ntp.sh”. Agora, localize o arquivo ou diretório que executa scripts durante o boot da sua distribuição e inclua o script acima nele. Nas distros “Debian Like” como Debian :), Ubuntu e Kurumin, este arquivo é o “/etc/init.d/bootmisc.sh”. Outra possibilidade é agendar a execução do script usando o cron.</p>
<p>Existem ainda softwares especializados em manter o relógio correto. A vantagem destes aplicativos é que eles costuma ser mais precisos do que os clientes NTP embutidos nos S.O.s. Um bom exemplo é o <a href="http://www.meinberg.de/english/sw/ntp.htm" target="_blank">ntpd</a> de “David Mills”, criador do protocolo, que tem versões para Linux, Windows e outras plataformas e que serve de base para vários outros aplicativos.</p>
<p>Quem quiser saber mais ou tirar dúvidas, comente ou acesse nosso <a href="/forum/" target="_blank">Fórum CataBits</a>.</p>
<h4>Referências:</h4>
<ul>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NTP" target="_blank">NTP no Wikipedia</a></li>
<li><a href="http://ntp.br/" target="_blank">NTP Brasil</a></li>
<li><a href="http://www.catabits.com.br/forum/index.php/topic,44.0.html" target="_blank">Controlando o tempo no Linux</a></li>
<li><a href="http://www.meinberg.de/english/sw/ntp.htm" target="_blank">NTPd de David Mills</a></li>
</ul>
<p>__________________________________________________<br />
 <small><a name="1">(1)</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C-Mos" target="_blank">C-MOS</a> – Complementary Metal-Oxide-Semiconductor – Semicondutor de metal-óxido complementar – é a tecnologia usada na construção de chips (circuitos integrados) com alta taxa de integração à partir de transistores MOSFET - </small><small>Metal-Oxide-Semiconductor Field Effect Transistor</small><small>. A bateria recebe esse nome porque é responsável por manter uma pequena memória RAM sempre alimentada. Essa memória, que é parte da BIOS, é normalmente construída com a tecnologia C-MOS.</small></p>
]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Tem uma sintaxe no meio do caminho]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/tem-uma-sintaxe-no-meio-do-caminho</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/tem-uma-sintaxe-no-meio-do-caminho#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 23:41:29 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Wallace Vianna</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/wallyvianna</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=585</guid>
		<description><![CDATA[Um fato comum em minhas aulas de web é layout de páginas com tabelas aninhadas não centralizarem verticalmente com código X/HTML...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/dentro-e-fora-do-padrao">Como Mestre André bem colocou</a>, o DTD<sup>1</sup> do HTML determina como a página web vai  ser renderizada pelo navegador, e a declaração do "javascript" determina como a  programação vai ser interpretada. Erros ou inconsistências no código gerado pelo  software (ou manualmente) acabam afetando como a página vai ser renderizada ou  bloqueando funcionalidades desta.</p>

<p>Um fato comum em minhas aulas de web é layout de páginas com  tabelas aninhadas  (tabela dentro de outra tabela) não centralizarem verticalmente com código  X/HTML.</p>

<p>Outra coisa comum é o "javascript" gerado pelo software - ou manualmente - ser  interpretado de maneira incorreta pelo navegador em situações simples: o link  para a página seguinte não funciona ou o link de retorno (que chama o histórico  do navegador, p.ex.) também não rola.</p>

<p>Inicialmente resolvia a questão removendo:</p>


<ol type="a">
		<li>os DTDs de XML;</li>
		<li>os comentários em formato XML do código gerado "automaticamente" pelo  software (nas preferências do software, quando possível, ou manualmente).</li>
</ol>


<p>ou ainda: refazendo a sintaxe do javascript gerado, manualmente.</p>

<p>A solução para o design baseado em HTML está em conhecer os DTDs corretos para  cada tipo de página (HTML "restrito", HTML "de transição", XHTML, ou XML). Isso evita do navegador renderizar erroneamente seu layout para web, pois cada  DTD determina quais tags são aceitas/renderizadas ou quais foram abandonadas  (depreciadas).</p>

<p>No exemplo do layout com tabelas que não centralizam verticalmente tabelas  aninhadas, observei que nenhum dos DTDs sugeridos pelo W3C é suportado pelos  principais navegadores - só removendo o DTD é que o layout centraliza, o que me  leva a concluir que conteúdo centralizado verticalmente na página agora só em  camadas (?). E não esquecendo que nem todos os navegadores seguem os padrões  como o <strong>Firefox</strong> e, portanto, não centralizam camadas verticalmente na página...</p>

<p>Outra solução - esta envolvendo a programação - está em conhecer como se declara  o javascript corretamente para que o navegador saiba como interpretá-lo. Isso  envolve saber quais funções, métodos e propriedades são aceitas e onde/como são  declaradas. Por exemplo, se o evento OnClick não retorna a página desejada,  colocar o javascript dentro do parâmetro "HREF" faz o evento funcionar em ambos os  navegadores.</p>

<p>Para ambos os casos, um guia (em inglês) é o  <a rel="nofollow" href="http://www.w3schools.com/" target="_blank">W3Schools</a> que possui exemplos e  descrições sobre HTML e Javascript, o que ajuda a localizar e corrigir eventuais  erros em ambos. Isso demanda certo tempo e conhecimento técnico em inglês até  localizar a marcação (tag), seletor ou função problemática em sua página.</p>

<p>Sei que o ideal seria haver uma única ferramenta que validasse - em português -  HTML, CSS e Javascript simultaneamente (como existem validadores de HTMLs) para  webdesigners poderem ter uma orientação de como corrigir seu código  (programadores, eis uma ferramenta a ser desenvolvida!). Enquanto isso, seguem  endereços de validadores dos três, em separado:</p>


<h4>Validadores:</h4>
<ul>
		<li>JavaScript: <a rel="nofollow" href="http://www.jslint.com/" target="_blank">http://www.jslint.com/</a></li>
		<li>CSS: <a rel="nofollow" href="http://jigsaw.w3.org/css-validator/" target="_blank">http://jigsaw.w3.org/css-validator/</a></li>
		<li>HTML: <a rel="nofollow" href="http://validator.w3.org" target="_blank">http://validator.w3.org</a></li>
		<li>HTML, XML, CSS: 	<a rel="nofollow" href="http://www.w3schools.com/site/site_validate.asp" target="_blank">http://www.w3schools.com/site/site_validate.asp</a></li>
</ul>


<p>__________________________________________________<br />
 <small><strong>Notas:</strong><br />
 <sup>1</sup> DTD ou Document Type Definition é o comentário no início do  documento HTML que define o tipo de documento HTML que está sendo apresentado;  por exemplo, HTML com frames, de transição (que suporta marcações  abandonadas/depreciadas pelos padrões atuais do HTML), ou estrito (que só  suporta marcações padrões do HTML atual).</small></p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Dentro e fora do padrão]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/dentro-e-fora-do-padrao</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/dentro-e-fora-do-padrao#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 23:27:30 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=578</guid>
		<description><![CDATA[Quem desenvolve sites profissionalmente sempre se depara com problemas de incompatibilidades entre navegadores e aplicativos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/webstandards.jpg" alt="webstandards" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Quem desenvolve sites profissionalmente ou mesmo quem faz para uso pessoal  mas gosta de se manter atualizado, sempre se depara com problemas de  incompatibilidades.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>A maioria desses problemas são causados pela falta de padrão entre os  navegadores, mas muito podem ser resolvidos simplesmente conhecendo os padrões  web e aplicando-os corretamente. Os famosos "Web Stadards" determinam por regras  muito rígidas e bem documentadas como devemos escrever documentos para a  Internet, usando as sintaxes e parâmetros de forma certa.</p>

<p>O bom conhecimento desses padrões podem garantir menores dores de cabeça e  até mesmo provar que nem sempre o problema está na falta de padrões dos  navegadores.</p>

<p>Pelo que tenho observado ao longo do tempo em que desenvolvo sites de  Internet é que muitos dos problemas de incompatibilidade ocorrem por falta de  conhecimento dos padrões web. Vou dar dois exemplos, um sobre "linguagens" para  páginas de Internet e outro sobre a definição do tipo de documento (DTD).</p>


<h3>HTML e XHTML!</h3>


<p>Para criar páginas de Internet, existe a linguagem <abbr title="Hyper Text Markup Language">HTML</abbr>, atualmente na versão  4.01 cuja documentação oficial está em <a rel="nofollow" href="http://www.w3.org/TR/html401" target="_blank"> http://www.w3.org/TR/html401</a> e também a linguagem <abbr title="eXtensible Hypertext Markup Language">XHTML</abbr> que atualmente está  na versão 1.0 e cuja documentação oficial está em  <a rel="nofollow" href="http://www.w3.org/TR/xhtml1/" target="_blank">http://www.w3.org/TR/xhtml1/</a>.</p>

<p>Ambas tem formatação similar e a mesma função fundamental, "criar páginas de  Internet". A diferença é que o XHTML tem uma sintaxe muito mais rígida, pois  segue as regras do XML, <strong>apenas as regras</strong>. Até mesmo o "case" das tags podem ser  interpretados erroneamente. Veja como exemplo os trechos abaixo:</p>

<pre class="code">&lt;P&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Teste&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/P&gt;</pre>


<p>Apesar de "feio", em HTML 4.01 o trecho acima  é completamente válido e funcional, já em XHTML 1.0 não.</p>

<pre class="code">&lt;hr size="1" noshade="noshade" /&gt;</pre>


<p>O formato acima é obrigatório em XHTML, mas não em HTML. Observe o fechamento  da tag que em HTML seria apenas "&gt;" e não " /&gt;" como no XHTML.</p>

<pre class="code">&lt;HR SIZE=1 noshade&gt;</pre>


<p>Em HTML 4.01 o trecho acima está corretíssimo, mas não no XHTML.</p>

<p>Tenho visto que muita gente mistura sem querer HTML com XHTML, o que pode causar  problemas na interpretação por parte dos navegadores, principalmente quando  temos o JavaScript participando ativamente da página.</p>


<h3>XML não é HTML nem XHTML</h3>


<p>Note que <abbr title="eXtensible Markup Language">XML</abbr>, é outra coisa! Ele não serve para criar páginas diretamente. Sua  função básica é conter dados, como os de uma tabela de banco de dados por  exemplo, que podem ser "manuseados" de diversas formas e por diversas  plataformas. Podemos usar o XML para imagens, sons, planilhas, filmes e até  sistemas de arquivos completos...</p>

<p>Diferentemente do HTML e do XHTML, não existem tags padrão XML. Por exemplo, o  trecho abaixo é totalmente válido como XML, mas não é um HTML ou XHTML válido.</p>

<pre class="code">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;
&lt;agenda&gt;
    &lt;entrada&gt;
        &lt;nome&gt;Siriliano Sirinelson&lt;/nome&gt;
        &lt;telefone tipo="celular"&gt;9876-5432&lt;/telefone&gt;
        &lt;cadastro data="09/09/03" /&gt;
    &lt;/entrada&gt;
    &lt;entrada&gt;
        &lt;nome&gt;Sirinelza &lt;/agenda&gt;</pre>


<p>Além de muitas aplicações, o XML é amplamente usado na web, por exemplo, nos  feeds <abbr title="Really Simple Syndication">RSS</abbr> e Atom. Especificamente para páginas (conteúdo visual) usamos o XHTML  que é baseado no HTML mas usa as regras rígidas do XML.</p>


<h3>E o DTD?</h3>


<p>É muito importante que, antes de apresentar a codificação de sua página, você  informe ao navegador, "exatamente" que tipo de documento ele vai encontrar logo  abaixo. O DTD - Document Type Definition - é definido pela primeira linha do  documento, o tal &lt;!DOCTYPE...&gt;, antes da primeira tag HTML ou XHTML válida ser  inserida.</p>

<p>Para o HTML 4.01, por exemplo, temos 3 DOCTYPES possíveis:</p>

<pre class="code">&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"&gt;</pre>


<p>Define  um documento que deve seguir à risca (strict) todas as regras de sintaxe do  padrão HTML 4.01. Nenhuma tag ou parâmetro "deprecated" (depreciada) deve ser  usada. Um bom exemplo é a "velha" tag &lt;font&gt;...&lt;/font&gt;, uma das banidas do HTML  4.01.</p>

<pre class="code">&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;</pre>


<p>Define  um documento onde são permitidas algumas tags e parametros de versões anteriores  do HTML (transitional). Lembre-se que os navegadores não são obrigados a  suportar tags e parâmetros "deprecated" e sua página pode ter problemas ao ser  exibida em navegadores mais novos.</p>

<pre class="code">&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Frameset//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/frameset.dtd"&gt;</pre>


<p>Define  um documento que será formado por frames (frameset). Use apenas se adotar frames  no documento. Se for usar &lt;iframes&gt;...&lt;/iframes&gt; ou &lt;object&gt;...&lt;/object&gt; no  documento, não é necessário definir este "doctype", use o "strict" ou o "transitional"  neste caso.</p>

<p>Note que os códigos DTD acima não são tags HTML ou XHTML válidos e sim "códigos  de navegador", por isso devemos ter cuidado com maiúsculas e minúsculas,  espaços, símbolos, etc. Também pelo mesmo motivo, não deve ser misturado com  códigos destas linguagens, por isso deve estar na primeira linha, inclusive sem  espaços ou qualquer outro caractere antes de "&lt;!DOCTYPE ...".</p>

<p>Esses são apenas alguns exemplos de erros que podem causar problemas de  renderização de páginas pelos navegadores, além, é claro da própria  "incompatibilidade natural" dos browsers.</p>


<h3>Outros problemas comuns?</h3>


<p>Que mais? Note que:</p>

<pre class="code">&lt;script language="JavaScript1.2" type="text/javascript"&gt;</pre>


<p>é diferente de:</p>

<pre class="code">&lt;script language="JavaScript" type="text/javascript"&gt;</pre>


<p>Mais um? O código:</p>

<pre class="code">&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;...&lt;/html&gt;</pre>


<p>afetará o documento de forma diferente de</p>

<pre class="code">&lt;html&gt;...&lt;/html&gt;</pre>


<p>Observe que até mesmo editores de uso comum como <strong>Dreamweaver</strong> e <strong>FrontPage</strong> podem  levar o usuário a gerar incompatibilidades desse tipo inadvertidamente, até  porque quase não paramos para ver o código gerado por esses softwares.</p>

<p>Não vou dissertar sobre cada regra do HTML ou do XHTML aqui porque tudo está  muito bem documentado nos sites oficiais citados acima. Uma outra boa referência  é o site <a rel="nofollow" href="http://www.w3schools.com/" target="_blank">W3 Schools</a> que tem uma vasta documentação sobre praticamente todas as  linguagens e padrões usados na Internet, muitas delas acompanhadas de exemplos  simples e práticos.</p>

<p>Um bom domínio das regras, com consultas constantes à documentação, podem evitar  alguns inconvenientes.</p>

<p>Em caso de dúvidas, nosso <a href="/forum">fórum</a> está à disposição.</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Agendando tarefas]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia/agendando-tarefas</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia/agendando-tarefas#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 18:19:08 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Linux & cia.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=491</guid>
		<description><![CDATA[Agendar a execução de tarefas porém, é fundamental quando falamos de administrar servidores e redes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/agandamento.gif" alt="Agendando tarefas" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Apesar de muitos usuários de Windows conhecerem o "Agendador de tarefas", poucos usam o recurso. Agendar a execução de tarefas porém, é fundamental quando falamos de administrar servidores e redes. Nesta matéria, veremos como é fácil executar comandos em dias e horários determinados, usando o sistema Linux em modo texto. Tarefa essencial para administradores, técnicos de rede e usuários avançados.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Apesar do modo texto, o agendamento de tarefas é mais fácil e intuitivo no Linux do que no Windows. Isso porque, quase todos os ajustes se concentram em um único local ou arquivo e cada agendamento ocupa uma linha deste arquivo, facilitando muito a manutenção.</p>

<p>Isso porém não torna os agendamentos no Linux pobres, pelo contrário, pode-se fazer desde uma agendamento para uma data e horário específicos até agendar a execução de tarefas minuto-a-minuto, com muita flexibilidade.</p>

<p>No Linux há um servidor exclusivo para cuidar dos agendamentos. O daemon do CRON é o responsável por controlar esse recurso que está disponível em praticamente todas as distribuições GNU/Linux genéricas.</p>

<p>Para controlar os agendamentos usamos tabelas chamadas "crontabs" que ficam localizadas normalmente em "/var/spool/cron/crontabs/". Cada usuário tem seu próprio arquivo de agendamentos neste diretório e pode modificá-lo conforme sua necessidade, independente dos agendamentos dos outros usuários do sistema.</p>

<p>O principal agendamento disponível aqui é o do root (administrador). Para verificar os agendamentos do root, abra o arquivo "/var/spool/cron/crontabs/root" em um editor de textos planos como por exemplo o mcedit. Obviamente que somente o root pode modificar este arquivo...</p>

<pre class="cmd">mcedit /var/spool/cron/crontabs/root</pre>


<p>Veremos então os agendamentos do root onde as linhas que iniciam com "#" são comentários e não interferem nos agendamentos. Estamos vendo aqui agendamentos padrão que são configurados na instalação do sistema.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/rootcrontab.gif" alt="" /><br />
 <small>Agendamentos do "sistema"</small></p>

<p>Outros usuários precisam usar um programa chamado crontab. O problema é que neste programa os agendamentos são editados com o uso do editor vi que é meio confuso para iniciantes. Eu, pessoalmente prefiro o mcedit. Abaixo estão alguns exemplos de uso do crontab:</p>


<ul>
		<li><strong>crontab -e</strong> - Cria/edita os agendamentos do usuário corrente. </li>
		<li><strong>crontab -u geremias -e</strong> -&gt; Edita os agendamentos do usuário "geremias". Somente o root, além do usuário, pode fazer isso. </li>
		<li><strong>crontab -d</strong> - Apaga todos os agendamentos do usuário corrente. </li>
		<li><strong>crontab -l</strong> - Lista os agendamentos do usuário corrente. </li>
		<li><strong>crontab -u geremias -l</strong> - Lista os agendamentos do usuário "geremias". Somente o root, além do usuário, pode fazer isso. </li>
</ul>


<p>Para saber mais sobre o crontab, use um dos comandos abaixo:</p>

<pre class="cmd">crontab --help</pre>


<p>ou</p>

<pre class="cmd">man crontab</pre>
<h3>Criando agendamentos</h3>


<p>Cada uma das linhas do arquivo de agendamentos, com exceção dos comentários, corresponde a um agendamento. É mais simples do que parece. O formato destas linhas é visto abaixo:</p>

<pre class="cmd">{min} {hor} {dia} {mes} {sem} {comando}</pre>


<p>A linha é dividida em campos separados por um ou mais espaços. Abaixo esta a descrição de cada campo:</p>


<ul>
		<li><strong>{min}</strong> - Minutos. Aceita valores entre 0 e 59. </li>
		<li><strong>{hor}</strong> - Horas no formato de 24 horas. Aceita valores entre 0 e 23. </li>
		<li><strong>{dia}</strong> - Dia do mês. Aceita valores entre 1 e 31. </li>
		<li><strong>{mes}</strong> - Mês. Aceita valores entre 1 e 12. Pode-se usar também as três primeiras letras do nome do mês em inglês como "jan", "feb", "mar", etc. </li>
		<li><strong>{sem}</strong> - Dia da semana. Aceita valores numéricos onde 0 = domingo, 1 = segunda, etc. ou as três primeiras letras do nome do dia da semana em inglês como "sun", "mon", "tue", etc... </li>
		<li><strong>{comando}</strong> - Aqui colocamos o comando que será executado. </li>
</ul>


<p>Além dos valores de cada campo, existem outras possibilidades como por exemplo o "*" (asterístico) que significa "todos". Veja um exemplo:</p>

<pre class="cmd">30 10 * * * updatedb</pre>


<p>A linha acima agenda o comando "updatedb" para ser executado às 10:30 de todos os dias do mês de todos os meses e em todos os dias da semana. Veja abaixo porque:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/crontab02.gif" alt="" /></p>

<p>É possível especificar vários valores no mesmo campo separando-os por vírgulas. Por exemplo, a linha abaixo executa o comando "rm -rf /var/mail/root" às 10:30, 12:30, 15:30 e 22:30, mas somente nas segundas e sextas-feiras:</p>

<pre class="cmd">30 10,12,15,22 * * 1,5 rm -rf /var/mail/root</pre>


<p>Outra possibilidade é usar faixas de valores, separando os valores inicial e final por um "-" (traço ou menos). Veja o exemplo abaixo:</p>

<pre class="cmd">0,30 0-3,12 * * 1-5 rm -f /tmp/lixo</pre>


<p>A linha acima executa o comando "rm -f /tmp/lixo" às 0:00, 0:30, 1:00, 1:30, 2:00, 2:30, 3:00 e 3:30 e também às 12:00 e 12:30, mas somente de segunda a sexta.</p>

<p>Podemos especificar intervalos de tempo também. A linha acima poderia ser substituída por:</p>

<pre class="cmd">*/30 0-3,12 * * 1-5 rm -f /tmp/lixo</pre>


<p>Onde "*/30" significa "de 30 em 30 minutos". Veja outro exemplo:</p>

<pre class="cmd">*/10 */4,12 */3 * 1-6 date &gt;&gt; ~/teste</pre>


<p>Esta linha executa o comando de 10 em 10 minutos, a cada 4 horas e também as 12 horas, a cada 3 dias, de segunda a sábado.</p>


<h3>Mais possibilidades</h3>


<p>Com esses exemplos vemos que é possível usar os vários métodos de agendamento no mesmo campo e no mesmo agendamento. Observe que também podem existir vários agendamentos entrelaçados e dentro do mesmo arquivo crontab como no arquivo abaixo:</p>

<pre class="code"># Meu crontab
# 1o. agendamento
30 10,12,15,22 * * 1,5 echo ˝contador˝

# 2o. agendamento
*/10 */4,12 */3 * 1-6 date &gt;&gt; ~/teste

# 3o. agendamento
*/30 0-3,12 * * 1-5 rm -f /tmp/lixo</pre>


<p>Não se esqueça de salvar o arquivo e reiniciar o servidor cron para que ele aceite os novos agendamentos de imediato. Para isso, dê os comandos abaixo como root:</p>

<pre class="cmd">killall crond
crond</pre>


<p>Aproveito para dar mais algumas dicas:</p>


<ul>
		<li>Agendamentos de de usuários comuns só podem executar os comandos que esse usuário tem permissão para executar. Assim, seria interessante testar o comando antes de agendá-lo.</li>
</ul>
<ul>
		<li>Alguns sistemas possuem um arquivo crontab global, localizado em "/etc/crontab". Esse arquivo tem a mesma função dos agendamentos do root. Este arquivo só tem uma diferênça. O agendamento tem um campo adicional que informa o usuário para o qual o agendamento será executado. Veja abaixo:
<pre class="cmd">{min} {hor} {dia} {mes} {sem} {usuário} {comando}</pre>


<p>Onde {usuário} é o "username" do usuário com o qual o comando será executado.</p></li>
</ul>
<ul>
		<li>Caso você queira executar mais de um comando no mesmo agendamento, você pode criar um shell script e executá-los.</li>
</ul>
<ul>
		<li>Outra possibilidade é usar o comando run-parts. Este comando executa todos os comandos que estão dentro de um diretório. Assim, podemos executar todos os comandos e scripts que estão em um diretório específico, com um único agendamento. Por exemplo, o comando abaixo, executará todos os comandos que estão no diretório "/usr/local/bin/servidor":
<pre class="cmd">run-parts /usr/local/bin/servidor</pre>
</li>
</ul>


<p>As possibilidades de agendamento no Linux são muito grandes, agora, cabe a você explorar essa poderosa ferramenta.</p>

<p>Qualquer dúvida, não deixe de acessar nosso <a href="/forum">Fórum CataBits</a>!</p>

<p>Abraços e até a próxima...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Instalando uma rede WiFi]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/instalando-uma-rede-wifi</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/instalando-uma-rede-wifi#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 15:13:21 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Redes e conectividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=482</guid>
		<description><![CDATA[Vamos ver na prática que instalar uma rede sem fio é ainda mais simples do que a maioria pensa e mesmo usuários com pouca experiência podem fazer o serviço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold"><a href="http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/wireless-acessivel">Em outro artigo</a>, vimos que o custo de implantação de pequenas redes sem fio vem reduzindo bastante, tornando esse tipo de conexão bem atrativo. Neste segunda parte, vamos ver na prática que instalar uma rede sem fio é ainda mais simples do que a maioria pensa e mesmo usuários com pouca experiência podem fazer o serviço, já que uma das partes mais complicadas, os cabos, simplesmente não existem.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Instalando o Access Point</h3>


<p>A primeira etapa é instalar o Access Point no PC para a primeira configuração. Fiz uma <a href="http://picasaweb.google.com/anluferat/InstalandoUmaRedeWiFi#slideshow" target="_blank">seqüência de fotos</a> que ajudará os menos experientes nessa tarefa que, por sinal, é bastante simples.</p>

<p>A rede de testes é composta de uma pequena rede cabeada já existente, que será expandida com pela rede sem fio. Como tudo já opera com DHCP (Ip dinâmico), o único trabalho será configurar os dispositivos e a rede se auto-ajustará.</p>

<p>O sistema usado é o Windows XP, que já tem um bom cliente wireless que facilita bastante as coisas.</p>

<p>Veja o esquema da rede de exemplo abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless_bridge.gif" alt="" /><br />
 <small>Esquema da rede de testes. A parte cabeada já existe.</small></p>

<p>Primeiro vamos configurar o Access Point. Como indiquei na primeira parte, o AP usado é um Encore 802.11b. O mais baratinho que consegui encontrar aqui no Rio e que se conecta a no máximo 11 Mbps. Ele deve ser conectado à uma porta USB de  qualquer micro para ser configurado. Depois, essa ligação pode ser desfeita, ou seja, apenas o cabo de rede que vai ao HUB/Switch e o de força deverão continuar conectados ao Access Point, durante o uso normal.</p>

<p>Insira o CD-ROM que veio com o PA e, após a conexão, ele é detectado e instalado pelo assistente do Windows.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless001.gif" alt="" /></p>

<p>Com o hardware instalado, devemos instalar o software de configuração que está no CD-ROM. Para isso, navegue pelo CD e execute o arquivo "autorun.exe" para que a tela abaixo abra.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless002.jpg" alt="" /></p>

<p>Clique em "Install Software" e siga os passos tradicionais de instalação, como em qualquer programa. O negócio é rápido e sem a necessidade de configurar nada.</p>

<p>Agora, acesse o programa do AP que está disponível em: Iniciar » Programas » 802.11 Wireless LAN » Access Point Utility » AP Utility. Uma janela solicitando senha será aberta, conforme a figura abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless003.gif" alt="" /></p>

<p>A senha padrão é public e você pode aproveitar esta tela para mudá-la para algo mais seguro. Basta clicar no botão Change para permitir a troca da senha.</p>

<p>Cuidado! Por segurança, nunca deixe o AP configurado com a senha padrão e anote a nova senha em local seguro e acessível. Caso esqueça a senha, não será possível re-configurar o AP e você ficará sem acesso à ele.</p>

<p>Clicando em Ok, a janela de configuração (AP Utility) se abrirá conforme a imagem abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless004.gif" alt="" /><br />
 <small>Janela de configuração do Access Point</small></p>


<h3>Configurando o AP</h3>


<p>A configuração é bastante simples. Para os testes iniciais, vamos criar uma rede básica, sem sistemas de segurança. Mas lembre-se, isso é só para testes. Na prática, a rede deve ter pelo menos o WEP configurado.</p>

<p>Na aba <strong>Wireless</strong> do <strong>AP Utility</strong> fazemos as configurações básicas. Descrevendo os campos, temos:</p>


<ul>
		<li><strong>Access Point Name:</strong> O nome do Access Point na rede. Pode ser qualquer um.</li>
		<li><strong>Wireless ESSID:</strong> O nome da sua rede sem fio. Também pode ser qualquer nome.</li>
		<li><strong>Operational Rate Set:</strong> Aqui configuramos a velocidade da conexão. Deixe em Auto.</li>
		<li><strong>Wireless Channel:</strong> Este é o canal de operação do AP. Se existem outros APs nas proximidades, é conveniente escolher um canal diferente. Este canal será o mesmo usado pelas placas de rede ligadas a este AP.</li>
		<li><strong>Operational Mode:</strong> Define qual a função deste AP na rede. Deixe como Access Point.</li>
</ul>


<p>Abaixo está a nova configuração que fiz para os testes:</p>


<ul>
		<li><strong>Access Point Name:</strong> CATABITS_AP</li>
		<li><strong>Wireless ESSID:</strong> CATABITS</li>
		<li><strong>Operational Rate Set:</strong> Auto</li>
		<li><strong>Wireless Channel:</strong> Channel 6</li>
		<li><strong>Operational Mode:</strong> Access Point</li>
</ul>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless005.gif" alt="" /></p>

<p>Agora, vá até a guia <strong>IP Config</strong> para configurar o acesso à rede cabeada. Descrevendo os campos, temos:</p>


<ul>
		<li><strong>IP Address:</strong> Aqui entra o IP do Access Point na rede. Deve ser um IP livre;</li>
		<li><strong>Subnet Mask:</strong> Aqui entra a máscara de sub-rede, relativa ao IP acima;</li>
		<li><strong>Gateway:</strong> Este é o IP do computador que acessa a Internet na rede;</li>
		<li><strong>DHCP Client:</strong> Se sua rede tem um servidor DHCP, o AP pode pegar as configurações acima automaticamente, basta selecionar Enable neste campo;</li>
		<li><strong>Primary Port:</strong> Aqui escolhemos onde o AP deve procurar pelo DHCP primeiro, pela porta de rede ou pela rede sem fio.</li>
</ul>


<p>Essas configurações podem variar um pouco, de acordo com a rede existente. Mas não tem nada aqui que alguém com poucos conhecimentos de redes Windows não possa configurar.</p>

<p>Na rede de testes estou usando uma conexão ADSL que entra por um modem que está configurado como Router e já fornece IPs dinamicamente para a rede. Abaixo está a configuração para a rede de testes.</p>


<ul>
		<li><strong>IP Address:</strong> Desabilitado </li>
		<li><strong>Subnet Mask:</strong> Desabilitado </li>
		<li><strong>Gateway:</strong> Desabilitado </li>
		<li><strong>DHCP Client:</strong> Enable </li>
		<li><strong>Primary Port:</strong> Ethernet </li>
</ul>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless012.gif" alt="" /></p>

<p>Como visto, o uso do DHCP facilita bastante as coisas e acelera o processo. Na falta deste, um exemplo de configuração poderia ser:</p>


<ul>
		<li><span style="font-weight: bold;">IP Address:</span> 192.168.1.10 (IP livre)</li>
		<li><span style="font-weight: bold;">Subnet Mask:</span> 255.255.255.0 (mesma máscara usada em toda a rede)</li>
		<li><span style="font-weight: bold;">Gateway:</span> 192.168.1.1 (IP do modem/router ADSL)</li>
		<li><span style="font-weight: bold;">DHCP Client:</span> Disable (DHCP desabilitado)</li>
		<li><span style="font-weight: bold;">Primary Port:</span> Ethernet</li>
</ul>


<p>Como pode ser visto, o IP da rede de teste é 192.168.1.0/24. Caso o IP da rede seja diferente, os valores mudarão.</p>

<p>Nosso AP já está com uma configuração básica, suficiente para confirmar sue funcionamento e testar as placas de rede.</p>


<h3>As placas de rede</h3>


<p>Para instalar a placa de rede sem fio, precisamos abrir o micro que a receberá e localizar um slot PCI vazio. Nada muito complicado. Mais uma vez, os menos experientes podem consultar uma seqüência de fotos.</p>

<p>Ligue o computador e coloque o CD-ROM que veio com a placa. Se você usa Windows XP, não é necessário instalar os aplicativos deste CD-ROM, só o driver da placa será necessário. Como cada placa pode ter um procedimento diferente, não vou detalhar isso, mas o Assintente de Instalação de Hardware do Windows dá conta do recado na maioria dos casos.</p>

<p>Como disse, para o Windows XP, não é necessário instalar o cliente para redes WiFi que acompanha a placa pois o XP já tem um cliente residente e que, por sinal, é melhor do que os que vem com as plaquinhas mais baratas.</p>

<p>Logo após instalar a placa o Windows já reclama da presença de uma rede sem fio se o AP estiver ligado nas proximidades.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless006.gif" alt="" /><br />
 <small>Rede sem fio detectada pelo Windows XP</small></p>

<p>Clique com o botão direito do mouse no ícone da rede e selecione "Exibir redes sem fio disponíveis" e veremos nossa rede ativa. É provável que outras redes próximas sejam exibidas também.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless007.gif" alt="" /><br />
 <small>Nova rede sem fio detectada.</small></p>

<p>Caso sua rede não seja listada ou nenhuma rede seja detectada, volte e refaça os procedimentos no AP e na instalação da placa de rede.</p>

<p>Se tudo está certo, clique na sua rede e depois no botão "Conectar" na parte de baixo da janela.</p>

<p>Como nossa rede está sem sistema de segurança pois estamos só testando, o Windows vai reclamar que você está se conectando a uma rede insegura. Clique em "Conectar assim mesmo" para finalizar os testes.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless008.gif" alt="" /><br />
 <small>O Windows XP reclama quando a rede é insegura.</small></p>

<p>A indicação "Conectado" aparecerá no status da sua rede, indicando que você já pode usá-la da mesma forma que a uma rede com cabos.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless009.gif" alt="" /><br />
 <small>Status da rede Conectado.</small></p>

<p>Você pode configurar o Windows para que, toda vez que for iniciado, se conecte à uma rede preferencial, de forma que não é necessário se conectar manualmente sempre que reiniciar o micro. Isso também é útil no caso de notebooks. Os passos são:</p>


<ol>
		<li>Dê um duplo-clique no ícone da rede sem fio ao lado do relógio; </li>
		<li>Clique no botão "Propriedades"; </li>
		<li>Selecione a aba "Redes em fio"; </li>
		<li>Em "Redes preferenciais", "Mova para cima" a sua rede sem fio. </li>
</ol>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless011.gif" alt="" /><br />
 <small>Janela de status da rede sem fio.</small></p>

<p>Pronto. Toda vez que o Windows iniciar, ele avisará se sua rede sem fio está disponível. Veja abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless010.gif" alt="" /><br />
 <small>Windows encontrou sua rede preferencial e conectou-se.</small></p>

<p>Agora, já temos uma rede sem fio operacional! Quem tem notebook ganha uma maior mobilidade, já que num precisará de fios para conectar-se a sua rede, bastando ter um adaptador 802.11 instalado. Imagina poder passear pela casa toda ou pelo escritório, acessando a Internet e ouvindo sua rádio on-line favorita, sem a necessidade de fios. :)</p>

<p>Claro que não montamos uma rede de alta performance, mas que se sai bem em aplicações clássicas como acessar a Internet. Afinal, o objetivo é montar uma rede WiFi barata.</p>

<p>Talvez na próxima eu mostre como implementar um nível mínimo de segurança na rede WiFi, de forma a utilizá-la no dia-a-dia com segurança.</p>

<p>Até a próxima e não deixe de comentar para tirar dúvidas e dar sugestões...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Wireless acessível]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/wireless-acessivel</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/wireless-acessivel#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 14:49:00 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Redes e conectividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=475</guid>
		<description><![CDATA[As redes sem fio ainda são um mito para muitos usuários, técnicos iniciantes e até mesmo para alguns mais experientes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wl_ap3com.jpg" alt="Wireless acessível" /></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold;">É uma tendência mundial! O crescimento e a expansão das redes sem fio vem comprovar sua utilidade e facilidade de instalação. Mas as redes sem fio ainda são um mito para muitos usuários, técnicos iniciantes e até mesmo para alguns mais experientes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>O principal obstáculo é o custo de implantação do wireless frente às redes cabeadas. Porém, com a evolução das tecnologias wireless e a concorrência entre alguns fabricantes, principalmente de marcas mais populares, os equipamentos baseados em padrões mais antigos caíram bastante de preço, tornando as redes sem fio acessíveis e de fácil implementação.</p>

<p>Mesmo ultrapassadas em relação às novidades do mercado, esses equipamentos podem atender as necessidades de pequenas e até mesmo médias redes, principalmente, incrementando e agregando serviços a redes cabeadas já existentes. Já podemos adquirir em alguns lugares, placas de rede sem fio mais simples por menos de 150 reais e Access Point (ponto de acesso) por menos de 250 reais.</p>


<h3>Padrões de rede sem fio</h3>


<p>Atualmente, o padrão de rede sem fio mais difundido para uso em redes locais é o 802.11, normalizado pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers). Esse padrão é dividido em várias categorias que definem tecnologias diferentes, dentre os quais, destacamos:</p>


<ul>
		<li><strong>802.11b</strong><br />
 O primeiro padrão a se popularizar e atualmente o mais barato e acessível. Pode operar com velocidades até 11 Mbps (mega bits por segundo) em distâncias de até 200 metros. A taxa de transferência e a distância podem variar de acordo com a situação em que os equipamentos e antenas foram instalados.</li>
</ul>
<ul>
		<li><strong>802.11a</strong><br />
 Lançado logo após o 820.11b, permite conexões a até 55 Mbps e implementa sistemas de segurança mais eficientes. Porém essa tecnologia tem a desvantagem de ser incompatível com o padrão anterior, pois usa freqüências muito mais altas, por isso, é pouco difundido, tornando-se muito caro.</li>
</ul>
<ul>
		<li><strong>802.11g</strong><br />
 Essa é a mais versão mais usada para redes locais disponível no mercado. Permite conexões de até 55 Mbps e, por operar na mesma freqüência do 802.11b, é compatível com esta. Dispositivos 802.11g podem operar automaticamente com redes 802.11b, o que não é muito fácil de implementar com o 802.11a. Podemos assim, usar dispositivos 802.11b e 802.11g na mesma rede, permitindo uma migração mais "suave" da tecnologia e a expansão da vida útil da rede.</li>
</ul>
<ul>
		<li><strong>802.11g</strong><br />
 Essa é a mais nova versão para redes locais disponível no mercado. Permite conexões de até 300 Mbps e, por operar na mesma freqüência do 802.11g, é compatível com esta. Dispositivos 802.11n podem operar automaticamente com redes 802.11g, o que não é muito fácil de implementar com o 802.11a. Podemos assim, usar dispositivos 802.11g e 802.11n na mesma rede, permitindo uma migração mais "suave" da tecnologia e a expansão da vida útil da rede.</li>
</ul>
<h3>Tipos de rede sem fio</h3>


<p>A grande vantagem de uma rede sem fio, obviamente, é o fato de não ser necessário passar cabos, perfurar paredes, fazer conectorizações, etc. Existem duas possibilidades aqui:</p>


<h4>Interligando dois micros</h4>


<p>Essa forma de ligação ponto-a-ponto chama-se ad-hoc. Usamos apenas as placas de rede sem fio para interligar os micros. Esse formato é interessante se queremos, por exemplo, compartilhar a Internet banda larga com um amigo ou vizinho que mora próximo. É uma solução interessante já que somente concessionárias de serviços públicos podem passar cabos pelos postes da rua. Com sinais de rádio de baixa potência, não há problemas.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wl_adhoc.gif" alt="" /><br />
 <small>Rede AD-HOC (ponto-a-ponto)</small></p>

<p>Também é uma forma viável para estender a rede cabeada a um micro mais distante ou localizado em uma área que dificulta a passagem de cabos ou até mesmo para garantir a portabilidade do seu notebook. Neste caso, um dos micros da rede operará como bridge.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wl_extendida.gif" alt="" /><br />
 <small>Estendendo uma rede com fio a um PC sem fio</small></p>


<h4>Infraestrutura expansível</h4>


<p>Com o uso de um Access Point (em português: ponto de acesso) temos uma rede em infra-estrutura ou infraestructure. Cada access point 802.11b pode interligar até 8 dispositivos simultaneamente.</p>

<p>É o modelo ideal de rede para compartilhar a Internet com vários micros ou permitir acesso público em restaurantes, bibliotecas, escolas, etc. Access points também podem ser interligados de forma a expandir a rede conforme as necessidades.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wl_infra.gif" alt="" /><br />
 <small>Rede Infrastructure</small></p>


<h3>Rede de teste</h3>


<p>Nosso objetivo é montar uma pequena rede sem fio com 2 micros, permitindo também o acesso de um notebook já com interface wireless instalada. Pesquisando no mercado pelo material, placas e access point, mais baratos possível, o principal objetivo é compartilhar o acesso à Internet e algumas pastas nas estações de trabalho.</p>

<p>Para os iniciantes, o uso do Windows XP é recomendável, pois ele já tem um gerenciador de redes wireless nativo, de fácil uso e que permite o uso dos sistemas de segurança padrão. Nada impede porém o uso de outros sistemas como o Linux ou Windows 98.</p>

<p>A segurança é um ponto fraco nas redes wireless, ainda mais com equipamentos de mais baixo custo. Em todos eles, temos implementado por padrão o WEP - Wired Equivalent Privacy - que criptografa os dados com chaves de até 128 bits, mas equipamentos mais caros e modernos podem suportar outros tipos de criptografia, com chaves de 256 bits ou mais.</p>


<h4>Access Point</h4>


<p><img style="float: left; margin: 0 10px 10px 0" src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wl_apencore.jpg" alt="" /></p>

<p>Vamos precisar de um Access Point (ponto de acesso ou AP). O usado foi um Encore 802.11b com antenas fixas que suporta até 8 placas de rede conectadas. Esse foi o AP mais baratinho encontrado no Rio de Janeiro e custa em média R$ 100,00. Seus recursos são muito limitados, mas suficiente pra nossa rede.</p>

<p>Esse equipamento parece frágil, porém é fácil de configurar, pequeno e com baixo consumo de energia. Isso permite a instalação dele em locais altos e mais escondidos. Só o cabo de alimentação da fonte pode precisar ser expandido, pois é muito curto. <a href="http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/instalacoes-especiais">Neste artigo</a>, dou uma solução bem interessante para isso. O cabo de configuração USB já está disponível no pacote e o padrão USB facilita a instalação. Note que o cabo e a porta USB só serão usados na configuração inicial do aparelho. Depois, o cabo pode ser guardado para alguma eventualidade.</p>

<p>Esse AP pode funcionar também como bridge, permitindo o acesso à rede wireless a computadores que não tem placa de rede sem fio.</p>


<div>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless_bridge.gif" alt="" /></td>
<td style="color: #fff">. . .</td>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wireless_bridge_3com.jpg" alt="" /><br />
 <small>Bridge da 3Com</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h4>Placas de rede</h4>


<p><img style="float: left; margin: 0 10px 10px 0" src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wl_placa.jpg" alt="" /></p>

<p>Foram usadas duas placas de rede da marca LG, que usam o chip WL-8303 da Realtek. Essas placas podem ser encontradas em média por R$120,00 no Rio e são realmente uma pechincha em se tratando de redes sem fio. Sua configuração é simples, bastando instalar o driver que a acompanha e deixar a configuração do acesso à rede a cargo do Windows XP.</p>

<p>Essas placas podem apresentar dificuldades de configuração com algumas versões do Linux. Nada, porém que alguém com mais experiência no sistema do pingüim não possa resolver.</p>


<table style="float: right; margin: 0 0 10px 10px" border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/wlu356.jpg" alt="" /><br />
 <small>Adaptador USB/WiFi</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Existe ainda a possibilidade de usar um adaptador USB/WiFi que custa em média R$ 200,00. Esses adaptadores podem ser usados em qualquer PC com porta USB, sem necessidade de abrir o gabinete além de ter as vantagens do Plug-and-play.</p>

<p>Só isso, mais nada é necessário! Obviamente, em se tratando de uma rede sem fio, não há fios nem cabos a serem confeccionados :-P</p>

<p>Breve eu publico o tutorial sobre a instalação, configuração e uso dessa rede sem fio "mais barata". Enquanto isso, nosso <a href="/forum">fórum</a> está à disposição para a troca de idéias!</p>

<p>Até...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Acesso remoto com UltraVNC]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/acesso-remoto-com-ultravnc</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/acesso-remoto-com-ultravnc#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 14:22:45 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Redes e conectividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=470</guid>
		<description><![CDATA[Atendendo à pedidos escrevi um pequeno e prático guia para usar o UltraVNC, um software de acesso remoto que permite usar outro computador através da rede.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/arquivos/pcdeolho.gif" alt="Acesso remoto com UltraVNC" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Atendendo à pedidos escrevi um pequeno e prático guia para usar o UltraVNC que, para quem não sabe, é um software de acesso remoto que permite usar outro computador através da rede, como se estivéssemos na frente dele.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>O UltraVNC é uma versão melhorara, mas rápida e fácil de usar do VNC - Virtual Network Computing - que é um protocolo desenvolvido para permitir o acesso remoto a computadores, mas que diferentemente do TelNet e do <abbr title="Secure Shell">SSH</abbr> usa uma interface gráfica, o que facilita bastante o trabalho principalmente em sistemas Windows, MacOS X, Linux rodando KDE, Gnome e qualquer outra interface. Os sistemas não precisam ser os mesmos para permitir o acesso, assim nada impede que à partir de uma máquina com Windows você acesse outra rodando o KDE sobre Linux. O UltraVNC é para Windows, mas é compatível com qualquer versão do VNC.</p>

<p>Desenvolvido com código aberto (Open Source) e sobre licença <abbr title="GNU General Public License">GPL</abbr>, o UltraVNC é distribuído gratuitamente e é uma "mão na roda" para administradores e pessoal de suporte de redes que precisam atender clientes da rede com pequenos problemas no computador. Imagine você não ter mais que se deslocar vários andares apenas para configurar uma impressora ou verificar a presença de vírus em um disquete. Basta abrir o UltraVNC Viewer ou usar um navegador web e você terá a tela do PC do cliente em seu desktop. Para quem administra <abbr title="Wide Area Network">WAN</abbr>s então, nem se fala. Podemos até mesmo controlar PCs em outros estados ou países, desde que estejam na mesma rede.</p>

<p>O UltraVNC é um software recomendado apenas para redes locais pois pode ser extremamente perigoso se acessível pela Internet. Qualquer um que descubra a senha terá controle total sobre o servidor VNC. Muitos administradores de redes bloqueiam as portas usadas pelo protocolo VNC em seus firewalls para evitar problemas de segurança e usuários ingênuos.</p>


<h3>Instalando e configurando o UltraVNC</h3>


<p>Esses passos servem, com poucas ou nenhuma alteração para a maioria das distribuições VNC para Windows, inclusive o VNC tradicional.</p>

<p>O UltraVNC é dividido em duas partes:</p>


<ul>
		<li><strong>UltraVNC Server</strong> - Deve ficar ativo na máquina remota, ou seja, na que será acessada. Cuidado em que máquinas o Server será usado porque ele é a parte perigosa do VNC;</li>
</ul>
<ul>
		<li><strong>UltraVNC Viewer</strong> - É usado para acessar a parte Server, é o cliente que se conecta aos servidores para permitir o acesso remoto.</li>
</ul>


<p>Pra começar a instalar, baixe a versão mais recente do UltraVNC no site oficial. A instalação é bem simples e abaixo está um resumo:</p>


<ul>
		<li>Dê um duplo clique no ícone do instalador que você baixou;</li>
		<li>Na primeira janela, escolha o idioma e clique em [Ok]. Não há a opção do  	português então eu sugiro o uso do idioma "Inglês";</li>
		<li>Clique em [Next &gt;], concorde com a licença clicando em " <strong>I  	accept the agreement </strong>" e clique em [Next &gt;] novamente;</li>
		<li>Mantenha o local de instalação como " <strong>C:Arquivos  	de programasUltraVNC </strong>" e clique em [Next &gt;];</li>
		<li>Agora você deve selecionar o tipo de instalação mais adequado. As opções  	são: 
<ul>
		<li> <strong>Full installation </strong> - Instala  		o pacote completo;</li>
		<li> <strong>Server Only </strong> - Se você está  		instalando no computador remoto, o que será acessado;</li>
		<li> <strong>Viewer Only </strong> - Se você está  		instalando no computador do administrador, o que acessará o(s) outro(s);</li>
		<li> <strong>Custom Instalation </strong> - Permite  		que você escolha o que quer instalar. Se escolher essa, você já conhece  		bem o VNC e não precisaria estar lendo isso!</li>
</ul>
</li>
		<li>Selecione a instalação adequada para cada caso e clique em [next &gt;];</li>
		<li>Deixe o atalho como " <strong>UltraVNC </strong>" e  	mais uma vez clique em [Next &gt;];</li>
		<li>Agora, temos várias opções possíveis onde as mais importantes são: 
<ul>
		<li> <strong>Register UltraVNC Server as a  		system service </strong> - Marque esta opção para que o Servidor VNC inicie  		junto com o PC. Se quer apenas testar o VNC ou iniciá-lo manualmente  		para manter a segurança alta, deixe desmarcado;</li>
		<li> <strong>Start or Restart UltraVNC service </strong> - Permite controlar o servidor via "Ferramentas administrativas do  		Windows". Se marcou a opção acima, marque esta também;</li>
		<li> <strong>Create UltraVNC desktop icons </strong> - Marque se você deixou as opções anteriores desmarcadas para que tenha  		acesso mais rápido ao programa;</li>
</ul>
</li>
		<li>Selecione as opções acima conforme as necessidades, deixe o restante  	desmarcado e clique em [Next &gt;]. Essas opções podem ser modificadas na  	configuração do UltraVNC posteriormente;</li>
		<li>Clique em [Install] e aguarde o fim da instalação;</li>
		<li>Clicando em [Next &gt;] e depois em [Finish], concluímos o processo.</li>
</ul>


<p>Repita os passos acima em todos os computadores da rede que usarão o VNC.</p>

<p>Com tudo instalado, vamos configurar o servidor de cada micro que será acessado. Primeiro temos que ter o UltraVNC rodando. Reinicie o computador ou simplesmente dê um duplo clique no ícone do UltraVNC Server no Desktop ou em "Iniciar/Programas/UltraVNC/". Aparentemente nada acontece, mas olhe que o ícone azul do VNC está ao lado do relógio, na bandeja do Windows.</p>

<p>Dê um duplo clique neste ícone para abrir a janela "WinVNC: Current User Properties", onde configuramos todas as opções do servidor VNC. Ela é meio confusa e assustadora no começo, portanto vamos nos resumir ao que interessa: a senha de acesso é a coisa mais importante que deve ser configurada e influi diretamente na segurança do computador remoto, portanto, na parte "Authentication", coloque no campo "VNC Password:" a senha que será usada para acessar este micro. Bom, não preciso falar sobre a segurança das senhas não é?</p>

<p align="center"><a href="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc01b.gif" target="_blank"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc01.gif" alt="" /></a><br />
 <small>Janela de configuração do VNC Server.</small></p>

<p>Dê um [Ok] e o server já está rodando. Aproveite para anotar o IP deste PC na rede. Para isso, basta colocar o ponteiro do mouse sobre o ícone do VNC ao lado do relógio, sem clicar, e ele mostrará rapidamente o IP atual. Use este mesmo procedimento com o cliente quando estiver fazendo um atendimento remoto, pedindo a ele que pare o ponteiro sobre o ícone.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc02.gif" alt="" /><br />
 <small>Obtendo o IP do servidor.</small></p>

<p>Uma dica importante é configurar o firewall do servidor para aceitar conexões do UltraVNC Server pelas portas 5800 e 5900 que são as usadas pelo VNC.</p>


<h3>Acesso remoto</h3>


<p>Agora vamos testar o acesso abrindo o UltraVNC Viewer no computador que será usado para acessar o servidor. Na janela de conexão digite no campo "VNC Server:" o IP do servidor remoto. Deixe as outras opções como estão e clique no grande botão [Connect]. A janela de Status aparece e a senha do servidor é requisitada. Digite-a e aguarde a conexão.</p>

<p>Logo uma janela será aberta e nela será carregada a janela de controle remoto, com todos os ícones atalhos, botões, etc. Pronto! Você tem acesso total à este PC!</p>

<p align="center"><a href="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc05.jpg" target="_blank"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc05.jpg" alt="" /></a><br />
 <small>UltraVNC: Acesso total à interface do PC remoto.</small></p>

<p>No topo da janela do PC remoto podemos ver uma barra de ferramentas com várias opções que podem ser aplicadas. Um resumo das funções está abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc06.gif" alt="" /></p>


<ol>
		<li>Envia a seqüência [Ctrl] + [Alt] + [Del] para o micro remoto; </li>
		<li>Modo "Full Screen" ou tela cheia. Use [Ctrl] + [Alt] + [F12] para voltar ao modo anterior; </li>
		<li>Exibe e permite editar algumas opções da conexão; </li>
		<li>Atualiza a tela; </li>
		<li>Envia a seqüência [Ctrl] + [Esc] que é o mesmo que a tecla "Windows" do teclado; </li>
		<li>Permite o envio de outras seqüências de teclas; </li>
		<li>Exibe o status da conexão entre os micros;</li>
		<li>Encerra a conexão; </li>
		<li>Oculta a barra de ferramentas. Use [Ctrl] + [Alt] + [F9] para voltar a exibi-la; </li>
		<li>Apaga a tela no micro remoto, assim o usuário não verá o que está sendo feito; </li>
		<li>Permite a transferência de arquivos entre os dois PCs. Muito útil para instalar programas no PC remoto; </li>
		<li>Permite selecionar apenas uma janela para que somente ela seja exibida; </li>
		<li>Volta a exibir todo o desktop do PC remoto; </li>
		<li>Abre um chat com o PC remoto, permitindo a troca de mensagens entre eles. </li>
</ol>


<p>A maioria destas e outras funções também estão disponíveis pelo menu de contexto ao se clicar com o botão direito na barra de título da janela de controle remoto.</p>

<p>Existe uma outra possibilidade que é usar um navegador web. Neste caso, não é necessário ter o "Viewer" instalado pois uma interface em JAVA será usada. Teremos que usar então um navegador que tenha o Java instalado e o desempenho é bem inferior ao "Viewer". Para acessar o PC remoto via navegador, digite na barra de endereços "http://ip_do_pc_remoto:5800" sem as aspas é claro! O JAVA será carregado e a senha do servidor solicitada.</p>

<p align="center"><a href="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc07b.jpg" target="_blank"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc07.jpg" alt="" /></a><br />
 <small>Também é possível o acesso ao PC remoto via navegador.</small></p>


<h3>Alternativa de acesso pela Internet</h3>


<p>Também é possível usar o software pela Internet, desde que o servidor tenha um IP válido na web, ou seja, esteja ligado diretamente via modem e com as portas 5800 e 5900 liberadas no firewall. Uma boa banda larga é essencial neste caso. É possível acessar micros em uma rede pela Internet, mas é necessário configurar corretamente o roteador e isso é trabalho de administrador de redes, gente que não precisaria estar lendo este artigo.  ;)</p>

<p>Se você precisa acessar um computador via Internet, uma alternativa mais funcional é o serviço LogMeIn que é gratuito. Breve falarei mais sobre ele, mas seu uso é bem simples, através do próprio navegador.</p>

<p align="center"><a rel="nofollow" href="https://www.logmein.com/" target="_blank"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/ultravnc04.gif" alt="" /></a><br />
 <small>LogMeIn: alternativa ao VNC via Internet.</small></p>

<p>Pra fechar, dou uma dica legal que achei no site do UltraVNC e que permite ocultar o ícone do Server que fica ao lado do relógio: usando o RegEdit, acesse a chave "HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\ORL\Win\VNC3" e altere o valor de "DisableTrayIcon" para "1" sem as aspas.</p>

<p>infelizmente, muita gente sem conhecimento ou "demente" confunde o VNC com um programa de invasão ou coisa de hacker. Apesar de poder ser usado para fins maléficos, não é este o objetivo desta excelente ferramenta. Espero que esse artigo exclareça isso e ajude para que você use o VNC com sabedoria!</p>

<p>Nosso <a href="/forum">fórum</a> está disponível para troca de idéias...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Instalações especiais]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/instalacoes-especiais</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/instalacoes-especiais#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 13:56:16 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Redes e conectividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=465</guid>
		<description><![CDATA[Essas dicas visam economizar, simplificar as instalações e aproveitar melhor a capacidade dos cabos de rede UTP usados atualmente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold">Nessa matéria, vou dar dicas bem interessantes e práticas para instaladores de rede. Essas dicas visam economizar,  simplificar as instalações e aproveitar melhor a capacidade dos cabos de rede UTP - Unshielded Twisted Pair - usados atualmente.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>A maioria das dicas é baseada em uma interessante característica desses cabos: nas redes Ethernet de 10 Mbps e Fast Ethenet de 100 Mbps, apenas dois dos quatro pares são necessários para a troca de dados. Os outros dois não têm função alguma para a maioria dos equipamentos comuns.</p>

<p>No caso, os pares 1-2 e 3-6 (laranja e verde) são responsáveis pela transferência de dados entre os dispositivos interligados. Já os pares 4-5 (azul) e 7-8 (marrom) não têm função alguma, e são esses pares que podem ser usados para aplicações especiais.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/rj45.gif" alt="" /><br />
 <small>Pinagem e seqüência de cores do conector RJ-45.</small></p>

<p>O material usado pode ser facilmente comprado em lojas especializadas e até mesmo adaptado de equipamentos fora de uso. Note que para a maioria das dicas, é importante ter alguma noção sobre crimpar cabos e manusear ferros de solda e outras ferramentas. A criatividade de cada um também é importante para dar as melhores e mais seguras soluções, necessárias para cada caso.</p>

<p>Dicas importantíssimas são: jamais "destrançar" mais do que 1,3 cm do cabo, principalmente em redes de 100 Mbps, para minimizar as perdas de velocidade; e usar cabos de boa qualidade CAT-5e ou superior. Sugiro os da marca Furukawa.</p>

<p>Vamos às dicas...</p>


<h3>Dois micros no mesmo cabo</h3>


<p>Sim, é possível usar apenas um cabo de 4 pares para interligar dois micros na rede. Esse recurso, é muito interessante para pequenas redes. Usaremos os pares que sobram para transferir os dados do segundo micro. Veja abaixo a aplicação.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/cabo2x1.gif" alt="" /><br />
 <small>Esquema de construção do cabo.</small></p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/cabo2x1uso.gif" alt="" /><br />
 <small>Instalação dos adaptadores.</small></p>

<p>Os adaptadores em cada ponta do cabo são idênticos e são construídos com 3 tomadas RJ-45 fêmea cada um. Deve haver um adaptador no switch ou hub e outro próximo aos micros.</p>

<p>Observe que usamos apenas um cabo de rede, mas duas portas do hub/switch são necessárias, já que temos dois micros. Não se deve usar apenas um adaptador no conjunto, pois há o risco de danos aos equipamentos.</p>

<p>Existem algumas lojas especializadas em redes que já vendem estes adaptadores prontos, mas devemos observar se eles estão dentro das normas, principalmente quanto ao "destrançamento" dos pares do cabo que deve ser de no máximo 1,3 cm. A qualidade das tomadas e do cabo também é muito importante para garantir as taxas de transferência.</p>


<h3>Dados + voz</h3>


<p>Uma alternativa à ligação de dois micros, principalmente em escritórios, é ligar uma linha telefônica ou ramal de PABX, usando o mesmo cabo usado para o micro. Neste caso, apenas um dos pares que sobram, o 7-8 no cabo será usado para a linha telefônica. Veja como fazer:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/cabo+tel.gif" alt="" /><br />
 <small>Esquema de montagem.</small></p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/cabo+teluso.gif" alt="" /><br />
 <small>Instalação dos adaptadores.</small></p>

<p>A montagem é parecida com a usada no caso dos dois micros no mesmo cabo, com a diferença de que uma das tomadas de cada adaptador será uma RJ-11 e não RJ-45. O telefone usa apenas os dois contatos centrais do RJ-11, apenar de haverem 4 terminais disponíveis. Nada impede que se usem tomadas RJ-45 para o telefone também. Basta usar os contatos correspondentes ao par 4-5, pois, o RJ-11 encaixa-se nestas também. Deve haver apenas uma boa identificação para que não hajam confusões.</p>

<p>O uso de filtros, do tipo usado com linhas ADSL, um próximo à linha e outro próximo ao telefone é importante, mesmo em linhas comuns. Também deve-se evitar o uso de telefones antigos, com campainha de sineta, o famoso "trimmmm" que geram muitos ruídos que podem atrapalhar os dados que trafegam nos outros pares.</p>


<h3>Alimentação remota</h3>


<p>Vamos a um exemplo bem prático: precisamos fixar um Access Point, que provê acesso à rede sem fio, no teto de um galpão, escola ou biblioteca, onde não há uma tomada de rede elétrica disponível. Além disso, no final do expediente será necessário desligar a alimentação desse equipamento, sem, necessariamente desligar toda a energia do ambiente. Normalmente, seria necessário instalar, além do cabo de rede, um cabo de energia até as proximidades do equipamento, correndo o risco de gerar interferências, encarecendo o serviço e afetando o design do ambiente.</p>

<p>Uma possibilidade interessante é alimentar dispositivos pelo cabo de rede, recurso já disponível em alguns equipamentos deste tipo. Podemos usar no mesmo cabo de rede os pares que sobram, para enviar energia para o equipamento, montando um circuito adaptador, conforme visto abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/dados+fonte.gif" alt="" /><br />
 <small>Esquema de montagem.</small></p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/dados+fonteuso.gif" alt="" /><br />
 <small>Instalação dos adaptadores.</small></p>

<p>Neste caso, o par 7-8 (marrom) será usado para transferir a alimentação fornecida pela fonte do próprio aparelho que ficará instalada próxima ao switch ou servidor.</p>

<p>Os adaptadores em cada ponta do cabo são idênticos e são construídos com 3 tomadas RJ-45 fêmea cada um. Tome muito cuidado para não inverter as posições dos fios, o que pode causar a queima do equipamento remoto. O conector da fonte varia de acordo com esta e a polaridade deve ser observada.</p>

<p>Essa é uma adaptação mais crítica, por isso, algumas observações são necessárias:</p>


<ul>
		<li>Use um adaptador em cada ponta. Nunca ligue um adaptador diretamente no equipamento; </li>
		<li>Somente corrente contínua deve trafegar pelo cabo de rede para não interferir nos dados que trafegam junto; </li>
		<li>Nunca use o cabo UTP para energia da tomada elétrica de 110 ou 220 Volts A.C.; </li>
		<li>Sempre use filtros passivos com capacitores e choques de RF para eliminar ruídos que por ventura surjam na fonte de alimentação; </li>
		<li>Tome todos os cuidados na instalação do cabo. Cuidado com partes cortantes, curvas acentuadas "emprensamento" e nunca faça emendas; </li>
		<li>Apesar do padrão suportar cabos e até 90 metros, os cabos com alimentação devem ter no máximo 20 metros. </li>
</ul>


<p>Além dessas, outra dica importante é não alimentar equipamentos com um consumo muito alto, pois vai aquecer o cabo causando perda de dados e perigo de danificar a interface de rede, além de poder causar um incêndio.</p>

<p>A corrente deve ser de no máximo 1 ampère, com uma tensão de até 12 volts ou 2 ampères para tensões de até 6 volts.</p>

<p>Devemos também considerar as perdas de energia do cabo. Por exemplo: usando uma fonte de 5 volts com um cabo de 10 metros, pode ocorrer uma queda de tensão de 1 volt ou mais, fazendo com que chegue ao aparelho remoto apenas 4 volts, tornando seu funcionamento instável. Neste caso, uma fonte de maior tensão pode ser usada, tomando o cuidado para não sobrecarregar o equipamento remoto.</p>


<h3>Conclusão</h3>


<p>Com um pouco de habilidade manual essas dicas podem ser facilmente aplicadas, mas servem apenas em pequenas redes, pois redes estruturadas de médio e grande porte seguem normas rígidas de certificação que impedem o uso desses recursos. Essas dicas também não se aplicam a redes Gigabit Ethernet e outras plataformas que necessitam dos 4 pares do cabo.</p>

<p>Bom. Por enquanto é só. Breve eu volto com mais. Quem tiver mais idéias ou dúvidas, não deixe de comentar em nosso <a href="/forum">fórum</a>.</p>

<p>Até...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Bridging]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/bridging</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/bridging#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 13:41:27 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Redes e conectividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=458</guid>
		<description><![CDATA[Sua principal função é dividir um grande domínio de colisão em “sub-domínios de colisão”, menores, mais rápidos, eficientes e fáceis de administrar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold">Bridging é um processo realizado pela camada 2 (Enlace de dados) do modelo OSI, para otimizar o tráfego de quadros entre os hosts, diminuindo os "domínios de colisão".O processo é realizado por um computador ou por equipamentos de conectividade como bridges (pontes) e switchs (chaveadores). Alguns roteadores também são capazes de realizar bridging.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Domínios de colisão</h3>


<p>Um domínio de colisão abrange a parte da rede cujo quadros (pacotes de rede local) gerados pelas estações conectadas a ela estão propensos a causar colisão.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_001.gif" alt="" /><br />
<small>Domínio de colisão. Todas as estações podem causar colisões no meio.</small></p>

<p>Sabemos que as colisões, dentro de um certo limite, são toleradas e até necessárias nas redes Ethernet. Porém, a medida que a quantidade de estações na rede aumenta, a quantidade de colisões também cresce mas, em escala muito maior. Por isso, não é recomendado, ter domínios de colisão com mais de 20 estações.</p>

<p>Para solucionar esse problema é que os bridges foram criados. Sua principal função é dividir um grande domínio de colisão em "sub-domínios de colisão", menores, mais rápidos, eficientes e fáceis de administrar.</p>

<p>Abaixo vemos um diagrama, onde transformamos um grande domínio de colisão em dois domínios menores.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_002.gif" alt="" /></p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_003.gif" alt="" /></p>

<p>Essa capacidade do bridge reside no fato dele possuir uma "Tabela de endereços MAC" para cada uma de suas portas. Cada tabela contém o endereço MAC de todas as estações conectadas naquela porta. Assim, o bridge só deixa passar para o outro lado, os quadros cujo endereço MAC de destino constem na tabela da outra porta.</p>

<p>O MAC - Media Access Control ou Controle de Acesso ao Meio - é um endereço físico que reside em cada placa de rede que usamos. Cada uma tem seu próprio endereço MAC, dado pelo fabricante ou distribuidor, e que nunca se repete. Não existem duas placas de rede no mundo com o mesmo endereço MAC.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_004.gif" alt="" /><br />
<small>O bridge gera tabelas para cada uma de suas portas</small></p>

<p>Todo o processo de "aprender" o endereço MAC das estações é automático e executado várias vezes, enquanto o bridge estiver ativado. Cada nova estação conectada na rede, é incluída na tabela, assim que envia o primeiro quadro de dados pela rede.</p>

<p>O processo de bridging porém, tem algumas limitações:</p>


<ul>
		<li>Quanto maior o número de estações em conectadas em cada porta, mais tempo levará, após a inicialização da rede, para que o bridge funcione corretamente. Isso porque a tabela de hosts levará mais tempo para ser construída.</li>
		<li>Um número grande de estações também causa lentidão no bridge já que ele se tornará um gargalo, devido ao tempo que ele levará para identificar o destino do quadro de rede.</li>
		<li>Outro problema são os quadros de "broadcast" que devem ser difundidos por toda a rede, portanto, devem ser liberados pelo bridge. Se uma estação envia muitos broadcasts, transformará da mesma forma o bridge em um gargalo.</li>
</ul>


<p>Os bridges estão caindo em desuso, devido a diversos fatores:</p>


<ul>
		<li>Causam latências (atrasos nos dados) significantes, principalmente em redes mais rápidas; </li>
		<li>Só possuem duas portas que interligam duas redes, apesar de existirem bridges com mais portas; </li>
		<li>O custo dos switchs vem se reduzindo nos últimos anos, e esses são mais eficientes. </li>
</ul>
<h3>O switch</h3>


<p>Os primeiros switches eram conhecidos como "Bridges multiportas", isso porque eles operam de maneira similar ao bridge. Porém o switch tem algumas vantagens que o diferenciam do bridge.</p>

<p>O switch possui várias portas, permitindo interligar diversos segmentos de rede ao mesmo tempo, em um só local, facilitando a administração e manutenção da rede.</p>

<p>Para fazer o chaveamento, não é necessário que o quadro completo tenha sido enviado ao switch. No momento que o endereço de destino é recebido, o switch já faz o chaveamento, encaminhando o restante do quadro. Isso diminui muito as latências dos quadros na rede, permitindo aumentar a velocidade das transferências.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_005.jpg" alt="" /><br />
<small>Um switch de uso doméstico.</small></p>

<p>A grande virtude do switch porém, está no fato de permitir que várias de suas portas se comuniquem ao mesmo tempo. Isso é possível porque cada porta opera de maneira independente, possuindo sua própria tabela de endereços MAC. Quando é necessário, o switch opera como um "guarda de trânsito", gerenciando o tráfego de quadros entre as diversas portas.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_006.gif" alt="" /><br />
<small>O switch permite que diversas sub-redes "conversem" ao mesmo tempo.</small></p>

<p>Essa versatilidade, tem levado os técnicos e administradores de redes a substituir o hub pelo switch, com vantagens significativas para o tráfego da rede.</p>

<p>Cada um dos segmentos, junto com a respectiva estação e a porta do switch, formam um "Micro domínio de colisão", onde as colisões praticamente não ocorrem. Além disso, este esquema permite que uma estação transfira dados para a outra, ao mesmo tempo que outras duas fazem o mesmo.</p>

<p>Na verdade, é possível que, em alguns momentos, todas as estações estejam conectadas a outra, ao mesmo tempo. Veja o diagrama abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_007.gif" alt="" /><br />
<small>Switch como concentrador de estações</small></p>

<p>No exemplo do diagrama acima, é possível que, S1 "fale" com S4, S2 "fale" com o servidor e S3 "fale" com a impressora, tudo no mesmo instante de tempo e sem queda de performance de qualquer tipo.</p>

<p>Porém, é sempre recomendado obedecer o limite máximo de 30 ou 40 estações conectadas ao switch ao mesmo tempo.</p>


<h3>Micros como bridges</h3>


<p>Há algumas situações em que sai mais econômico transformarmos um computador em um bridge, ao invés de comprar um bridge dedicado.</p>

<p>A configuração é muito fácil, já que praticamente todos os sistemas operacionais de rede atuais como Windows 2000, XP, Server 2003 e todas as versões de Linux suportam nativamente o bridging, bastando ativar o recurso.</p>

<p>Logicamente, precisaremos ter pelo menos duas placas de rede instaladas no computador. Esse esquema também permite a possibilidade de interligar, via bridging, segmentos de rede de tecnologias diferentes como por exemplo, uma rede Ethernet a outra Token Ring (IBM).</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_009.gif" alt="" /><br />
<small>Ligando duas redes de tecnologias diferentes.</small></p>

<p>Uma possibilidade interessante, é usar velhos 386 e 486 nesta função. Existem "pequenos Linux", que rodam à partir de disquetes como o FreeSCO, que já estão preparados para atuar como bridges e são muito fáceis de configurar.</p>

<p align="center"><a rel="nofollow" href="http://www.freesco.org/" target="_blank"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/bridging_008.gif" alt="" /></a><br />
<small>O FreeSCO transforma velhos 486 em bridges poderosos.</small></p>

<p>Essa foi mais uma grande dica para os atuais e futuros administradores e técnicos de rede. Não deixe de acessar nosso <a href="/forum">Fórum CataBits</a> para tirar suas dúvidas. É de graça!</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Proteção por aterramento]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos/protecao-por-aterramento</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos/protecao-por-aterramento#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 13:17:50 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Hardware e periféricos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=452</guid>
		<description><![CDATA[É fato que um bom aterramento para o microcomputador aumenta sua vida útil, melhora seu desempenho e diminui as famosas travadas do Windows.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterramento2.gif" alt="Proteção por aterramento" /></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold;">Quando falo sobre aterramento eletrônico em minhas aulas, sempre surge muita polêmica e dúvidas entre os alunos. O fato de nossas instalações elétricas não estarem preparadas com esse sistema de proteção e a idéia de alguns profissionais "desatualizados" de que terra e neutro da rede elétrica são a mesma coisa fazem com que o assunto seja bastante discutido.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>O fato é que um bom aterramento para o microcomputador aumenta sua vida útil, melhora seu desempenho e diminui a freqüência das famosas travadas do sistema operacional. Isso acontece porque passa a existir um caminho mais fácil e rápido para os ruídos, interferências eletromagnéticas e para a eletricidade estática em direção ao nosso planeta terra, daí o nome "aterramento". Se esse caminho não existe, o caminho mais fácil acontecerá em direção a rede elétrica ligada na fonte, forçando a passagem desses efeitos indesejáveis por dentro do circuito eletrônico de nosso PC.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra345.gif" alt="" /></p>

<p>Um dos componentes que mais sofrem são as memórias que por vazes tem os dados corrompidos, ou seja, os bits alterados pelas descargas eletrostáticas. Outro que sofre com as descargas eletrostáticas e interferências eletromagnéticas são os discos rígidos, afetados por causa da interação entre mecânica, eletricidade e magnetismo que caracteriza seu funcionamento.</p>

<p>Isso acontece porque os dados processados pelo nosso PC estão em formato digital, quer dizer que ele só compreende duas possibilidades que chamamos de bits: 0 e 1. Tudo no "mundinho" do nosso PC tem que estar representado usando seqüências de apenas zeros e uns e qualquer pequena alteração nessas seqüências pode ser desastrosa para o processamento de alguma informação.</p>

<p>Se formos mais a fundo no hardware, verificaremos que nem mesmo zeros e uns existem. Tudo se trata, na verdade, de pura eletricidade. Para os sistemas do PC, todas as informações, dados, controles e processamentos matemáticos são representados, armazenados e compreendidos na forma de pulsos elétricos.</p>

<p>Sabendo disso, podemos perceber que qualquer interferência elétrica externa pode afetar a informação que está no circuito do micro.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra389.gif" alt="" /></p>

<p>Toda vez que falamos de eletricidade, há outro fenômeno que não podemos ignorar, os campos magnéticos ou simplesmente o "eletromagnetismo". Meus alunos já decoraram a seguinte expressão: "campos magnéticos geram corrente elétrica e corrente elétrica gera campos magnéticos". Esta frase descreve o funcionamento de diversos sistemas elétricos e eletrônicos como motores, transformadores, sistemas de rádio entre muitos outros, até mesmo algumas armas, e também explica como grande parte das interferências afetam nossos computadores. Sim, campos magnéticos podem afetar o funcionamento do nosso PC, fato muito evidente em redes de computadores.</p>

<p>A função do aterramento é ajudar a minimizar ou mesmo eliminar esses efeitos sobre os dados binários e sobre os circuitos eletrônicos e eletromecânicos nos computadores. Mas ele também é importante para a proteção do usuário, principalmente contra choques elétricos e descargas elétricas através da linha telefônica ligada ao modem.</p>

<p>É importante frisar que o aterramento é o mais importante sistema de proteção elétrica de nosso PC, mas não deve ser o único. A instalação de um bom filtro de linha ou ainda de um bom nobreak é fundamental para complementar esse sistema. Além disso, a polarização correta das tomadas deve ser observada para evitar fugas de corrente e choques elétricos.</p>

<p>Abaixo temos a posição de cada ligação da tomada onde o computador será ligado:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra_08.gif" alt="" /><br />
 <small>Polarização de tomadas "2P + T"</small></p>


<h3>Fazendo um aterramento</h3>


<p>Em casa, é razoavelmente fácil fazer um aterramento para nosso PC. Você pode contar com a consultoria de um bom eletricista ou, se você gosta de "pôr a mão na massa", fazer você mesmo.</p>

<p><em>Importante! Em hipótese alguma use o aterramento da sua rede elétrica (neutro) como aterramento para o micro (terra eletrônico). Se seu eletricista ou técnico de confiança insistir nisso, agradeça por seus serviços e procure outro.</em></p>

<p>O primeiro passo é ir à loja de materiais elétricos ou de construção e adquirir um kit de aterramento elétrico e alguns metros de fio: o kit é composto de um tubo de aço galvanizado ou cobre tratado (haste de aterramento) com comprimento entre 1,6 e 3,2 metros e uma braçadeira metálica com os parafusos adequados.</p>

<p>O fio deve ser de cobre rígido, do tipo usado em instalações elétricas. Diâmetros a partir de 1 mm já são suficientes para até três máquinas, acima disso, use fios mais grossos, aumentando o diâmetro em 1 mm para cada 5 micros adicionais. O comprimento deste fio deve ser o suficiente para ligar o ponto de terra à tomada onde o micro está ligado.</p>

<p>Abaixo está uma ilustração que ensina a fazer o aterramento:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra_05.gif" alt="" /></p>

<p>A escolha do local deve ser levada em conta: locais úmidos são mais adequados. A distância do aterramento da rede também deve ser observada, mas o principal e ter muito, mas muito cuidado mesmo com o aterramento de pára-raios.</p>

<p>Para locais onde os níveis de ruído ou a quantidade de micros é maior, como ambientes comerciais e industriais, um reforço do aterramento pode ser necessário. Veja o desenho abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra_06.gif" alt="" /></p>

<p>Há casos, porém, em que se torna inviável fazer o aterramento desta forma. Por exemplo, pra quem mora em prédios de apartamentos, acima do primeiro andar. Nesses casos, procure se informar se já existe um ponto de terra em seu apartamento. Construções mais novas já prevêem isso. Caso não exista, existe um equipamento chamado transformador isolador que pode servir como alternativa. Este equipamento isola o micro da rede elétrica; podemos então usar uma janela metálica ou outro objeto como aterramento. Mas lembro que este equipamento é apenas um "paliativo" e jamais substituirá o aterramento.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra_67.gif" alt="" /><br />
 <small>Módulo isolador da Microsol e esquema simplificado.</small></p>

<p>Alguns fabricantes deste tipo de equipamento são:</p>


<ul>
		<li><a rel="nofollow" href="http://www.toroid.com.br/isolador.htm" target="_blank">Toroid</a></li>
		<li><a rel="nofollow" href="http://www.betaeletronic.com.br/produtos_omega.html" target="_blank">Beta Eletrônica</a></li>
		<li><a rel="nofollow" href="http://www.microsol.com.br/produtos.php?id=3" target="_blank">Microsol</a></li>
</ul>
<h3>Incrementando a proteção</h3>


<p>O aterramento eletrônico, junto com o filtro de linha é fundamental para o bom funcionamento do micro, porém, convém observar algumas regras para melhorar essa proteção. A principal delas é diminuir a vulnerabilidade a raios, principalmente vinda pela rede telefônica ligada ao modem. Isso ocorre porque, caso "caia" um raio na rede telefônica, a descarga elétrica chegará rapidamente ao nosso modem e por ele achará um caminho rápido por dentro de nosso micro, para a Terra. As vezes, somente o modem para de funcionar, mas outros problemas podem surgir no micro ao longo do tempo.</p>

<p>O ideal é que, quando fora de uso, a linha telefônica seja desconectada do modem, mesmo com o micro desligado de forma a evitar esse problema. Desligar o micro da tomada se ficar sem uso por muito tempo também é uma boa prática.</p>

<p><a href="http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/melhorando-sua-conexao">Neste artigo</a>, eu proponho um circuito bem interessante e que pode ser facilmente montado em casa. Além de proteger o micro, este circuito pode melhorar o desempenho do acesso à Internet discado e evitar que a conexão caia quando alguém tirar a extensão telefônica do gancho.</p>

<p>Outro circuito interessante é visto abaixo. Na falta de energia, ele desliga completamente o micro, evitando que, na volta da energia, se ela oscilar, afete o equipamento. Para religar o micro, é necessário tocar em um interruptor, e só fazemos isso quando a energia que retornou, se estabiliza completamente.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/aterra_10.gif" alt="" /></p>

<p>Este circuito pode ser usado mesmo que tenhamos um nobreak, principalmente se este for do tipo off-line que não é muito eficiente quando a energia fica oscilando após uma queda.</p>

<p>Cuidado na montagem porque estamos trabalhando diretamente com a tensão da rede elétrica, além disso, o circuito deve ficar alojado em uma caixa plástica. É importante ter alguma prática com montagens eletrônicas, até mesmo para entender o esquema acima.</p>

<p>Bom, por enquanto é só sobre aterramento. Em caso de dúvidas, nosso <a href="/forum">fórum</a> está a disposição.</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Dual Channel com rodeios]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos/dual-channel-com-rodeios</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos/dual-channel-com-rodeios#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 12:40:14 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Hardware e periféricos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=444</guid>
		<description><![CDATA[Saiba como aumentar o desempenho do seu PC, melhorando o acesso à memória RAM, um dos ítens que mais influem no funcionamento do sistema.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc00.gif" alt="Dual Channel com rodeios" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Nos últimos meses, com a queda no preços dos PCs novos, muitos alunos, amigos e conhecidos tem Me procurado para que Eu indique uma configuração "boa" para montar ou comprar um computador novo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Muitos, como sempre, querem o melhor dos melhores, aquele PC que sirva para  fazer tudo que o usuário nunca fará, mas quando ele descobre o preço, decide  logo que o melhor PC é o melhor para ele, para o que ele pretende fazer e  principalmente para o seu bolso. Para os PCs médios e "TOP" de linha, ou seja,  para quem pretende um desempenho considerável e pode pagar por isso, existem 4  pontos na configuração que não podem faltar em um PC moderno:</p>


<ul>
		<li>Processador com suporte a 64 bits e pelo menos dois núcleos;</li>
		<li>Disco rígido com interface SATA 2.0;</li>
		<li>Drive de DVD, ou Combo (gravador de CD + leitor de DVD) ou ainda um gravador de DVD;</li>
		<li>Suporte a PCI Express, com pelo menos 1 slot 16X e 2 slots 1X;</li>
		<li>Memória DDR2 na configuração Dual Channel.</li>
</ul>


<p>Para usuários com pouco ou nenhum conhecimento de hardware, basta escrever isso  em um papel e orientá-lo a procurar uma boa loja com vendedores prestativos e  tudo resolvido, mas para os alunos e os que tem um bom conhecimento, sempre há  questionamentos a serem feitos. O que o pessoal, inclusive técnicos já  experientes, tem mais dúvidas é quanto a memória Dual Channel. Entre outras, as  dúvidas mais comuns são:</p>


<ul>
		<li>O que é isso? É um tipo de memória diferente da DDR ou DDR2?</li>
		<li>Posso usar mais de 2 módulos pra fazer Dual Channel?</li>
		<li>Todos os módulos tem que ser iguais?</li>
		<li>Qualquer placa mãe pode usar Dual Channel?</li>
		<li>2 módulos de 1 GBytes vão formar um Dual Channel de 1 Gbytes ou as  	capacidades se somam?</li>
		<li>Porque módulos Dual Channel vendidos em kits "certificados" custam o  	dobro ou mais que módulos genéricos?</li>
		<li>Todos os computadores ficam mais rápidos com Dual Channel?</li>
</ul>


<p>Vou tentar explicar de forma mais acessível possível e exclarecer de vez as  coisas, inclusive para os que não tem conhecimentos técnicos avançados mas  "querem saber" porque o tal Dual Channel é melhor, mesmo que seja para "tirar  onda" com os amigos, afinal, "tirar onda" sem saber surfar, é "pagar mico".</p>


<h3>Um pouco de história</h3>


<p>As primeiras memórias usadas no PC eram vendidas e instaladas como chips  discretos chamados DIP (Dual Inline Pinup - Pinagem em linha dupla), os famosos  circuitos integrados eram coisas em que só técnicos experientes "metiam" a mão.  Foi na época dos primeiros 286 e 386 que surgiram as memórias no formato de  módulos ou pente. Nesses, os chips discretos são soldados durante a fabricação,  em uma plaqueta de circuito impresso onde contatos elétricos dão acesso aos  recursos destes chips.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc01.jpg" alt="" /><br />
 <small>Um dos primeiros módulo SIMM de 30 vias.</small></p>

<p>Os primeiros a surgir foram os módulos SIMM (Single Inline  Memory Module - Módulo de memória em linha simples) de 30 vias(1) ou 30  contatos(1), os SIMM30. Apesar dos 30 contatos, apenas 8 são usados para que os  dados fossem trocados com o processador, o restante é usado para alimentação,  controle e endereçamento. São os famosos módulos de 8 bits (devido aos 8  contatos).</p>

<p>Os processadores x86 (286, 386, 486) porém, representam um problema para o SIMM  30. Eles precisam se comunicar com a memória usando 16 ou 32 bits de cada vez,  dependendo do modelo, e os 8 bits da SIMM30 não são suficientes. O que os  técnicos fizeram então foi criar os "Bancos de memória" que vem a ser a  associação de 2 ou mais módulos SIMM30 de forma a cobrir as necessidades do  processador.</p>

<p>Para um processador de 16 bits por exemplo, cada módulo de um banco armazena a  metade da informação (palavra), 8 bits, e dois em conjunto armazenam os 16 bits  necessários (2 x 8 = 16). Nos processadores de 32 bits a solução é parecida, só  que temos que usar 4 módulos de 8 bits (4 x 8 = 32 ). Veja o gráfico abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc02.jpg" border="0" alt="" width="321" height="210" /><br />
 <small>Banco de memória de 16 bits com módulos de 8 bits.</small></p>

<p>Devido a essa configuração, onde cada módulo armazena meia informação, é  essencial que os módulos sejam o mais parecidos possível, não só fisicamente,  mas dinamicamente, ou seja, a velocidade de acesso de ambos deve ser idêntica  para evitar que o processador receba a metade da informação e o restante somente  algum tempo depois, o que causa erros graves no software.</p>

<p>Para resolver este  problema, na época dos primeiros 486, os fabricantes começam a disponibilizar os  módulos SIMM 72, onde as 72 vias permitem acesso à memória usando os 32 bits de  cada vez, necessários ao 486. Assim, apenas 1 módulo SIMM 72 é suficiente para  que um 486 funcione pois este módulo já compõe um banco de memória.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc03.jpg" border="0" alt="" width="300" height="68" /><br />
 <small>Módulo SIMM de 72 vias. Acesso em 32 bits.</small></p>

<p>A vantagem dos SIMM 72 porém não durou muito pois o Pentium, lançado logo  após, acessava a memória usando palavras de 64 bits de cada vez, tornando  necessário o uso de bancos com 2 módulos de 72 vias. Mais uma vez, módulos em  pares idênticos eram exigidos, e a exigência era ainda mais crítica com o  poderoso Pentium. Grande parte da falta de desempenho e dos travamentos desse  processador se devia a montagens incorretas dos bancos de memória.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc04.jpg" border="0" alt="" width="300" height="253" /><br />
 <small>Placa mãe para Pentium com os 4 slots para memórias<br />
 SIMM 72, os slots brancos na parte superior.</small></p>

<p>A coisa se complica mais ainda porque a maioria das placas-mãe para o Pentium  permitiam colocar até 4 módulos de 72 vias, causando confusão. Na verdade, ou  usávamos 1 par de módulos ou 2 pares de módulos em configurações diversas para  obter a capacidade total de memória desejada. Coisa para técnicos experientes...</p>

<p>É importante observar que em todos os casos, a capacidade dos módulos se soma.  Por exemplo: se montamos um banco com 2 módulos SIMM 72 de 32 Mbytes teremos 64  Mbytes no total para este PC. Se acrescentarmos mais 2 módulos SIMM 72 de 16  Mbytes formando outro banco nesta mesma placa, teremos um total de 96 Mbytes; 64  do primeiro banco mais 32 do segundo banco. Devemos lembrar que a forma de  acessar a memória não tem necessariamente ligação com sua capacidade de  armazenamento.</p>


<h3>Os módulos DIMM</h3>


<p>A solução para o Pentium veio logo em seguida ao seu lançamento quando os  fabricantes começam a disponibilizar a memória em módulos DIMM (Dual Inline  Memory Module - Módulo de memória em linha dupla), inicialmente de 168 contatos.  O grande número de contatos permite o acesso aos chips de memória usando os 64  bits de cada vez, necessários pelo Pentium e praticamente todos os processadores  até hoje. Todas as memórias em módulos encontradas no mercado para PCs hoje,  seguem este formato: tanto as DDRs que vem em módulos DIMM de 184 vias quanto as  moderníssimas DDR 2 em módulos DIMM com seus 240 contatos<sup>(2)</sup>.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc05.jpg" border="0" alt="" width="300" height="264" /><br />
 <small>Módulo DIMM de 168 vias.</small></p>


<h3>Mais problemas à resolver</h3>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Com a padronização em 64 bits, o problema da formação dos bancos de memória foi  resolvido e não precisamos mais nos preocupar em ter módulos idênticos  instalados na mesma placa-mãe, mas outros problemas começaram a surgir. Com a  evolução dos processadores, graças à briga acirrada entre Intel e AMD, as  memórias tinham que correr atrás, ou seja, foi necessário fazer memórias cada  vez mais velozes para acompanhar as modernas CPUs. Os primeiros módulos DIMM por  exemplo, usados com o Pentium, alcançavam 66 MHz (66.000.000 de acessos por  segundo) o que garantia uma taxa de transferência de 528 Mbytes por segundo.</p>

<p>Para uma comparação simples, é como transportar de um lado para outro um texto  com 528 milhões de caracteres em apenas 1 segundo! Pode parecer muito, mas com a  chegada do Pentium 3, AMD k6-II e outros processadores, vieram as memórias de  100 e 133 MHz com taxas de 800 e 1064 MBps respectivamente. Esses valores vem do  cálculo:</p>

<p align="center"><!-- m --> <img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc87.gif" border="0" alt="" width="485" height="124" /></p>

<p>As memórias DDR (Double Data Rating - Taxa de dados duplicada) lançadas em  seguida, permitiram dobrar as taxas de transferência, na tentativa de acompanhar  os processadores mais modernos como o Penium 4, Athlon XP e cia. As DDR400 podem  alcançar até 400 MHz (400.000.000 de acessos por segundo), permitindo taxas de  transferências assustadoras como 3200 MBps. Imagine alguém ser capaz de ler um  livro com 3.200.000.000 de caracteres em apenas 1 segundo? A DDR 400 pode!</p>


<h3>Pentium 4 HT: a culpa é dele!</h3>


<p>As DDRs resolveram o problema? Nada disso! Eis que a Intel lança uma nova versão  dos já populares Pentium 4 na tentativa de vencer o desempenho dos Athlon XP.  Esses novos processadores possuem uma tecnologia chamada HyperThreading, algo  como "híper tarefas". O que o Pentium 4 HT faz é simular para o restante do  sistema que existem dois processadores instalados. Isso faz com que os circuitos  sejam melhor aproveitados e como resultado temos um rendimento maior da CPU.  Porém, dois processadores necessitam do dobro de velocidade de acesso à RAM.  Enquanto um Pentium 4 tradicional acessa a RAM a 400 MHz, o Pentium 4 HT precisa  acessar a RAM a 800 MHz para ter seu desempenho aproveitado. Isso faz com que a  DDR 400 não seja capaz de acompanhar o desempenho deste processador, e com  certeza, dos que viriam em seguida.</p>

<p>Existem duas saídas: ou criar um novo tipo de memória, mais rápida ou voltar à  boa e velha fórmula dos bancos de memória formados por mais de um módulo. A  segunda alternativa foi a mais economicamente e tecnicamente viável na época e  chamamos esta alternativa de DDR Dual Channel (Dois canais DDR). Agora porém, o  objetivo não é aumentar a quantidade de bits acessados de cada vez pois o  Pentium 4 HT continua acessando os mesmos 64 bits, mas sim aumentar a taxa de  transferência. Isso porque, enquanto o P4 comum tem uma taxa de 3200 MBps (8  bytes x 400 MHz) que é a mesma da DDR400, o P4 HT exige uma taxa de 6400 MBps (8  bytes x 800 MHz) para abastecer seu núcleo otimizado.</p>

<p>Para isso, o Dual Channel tem que ser implementado pelo controlador de memória,  um chip que vem na placa-mãe que (óh!) controla o acesso à memória RAM. Pense no  controlador de memória como uma secretária que controla a agenda do chefe, o  processador, e coordena o armazenamento de todos os seus documentos em arquivos,  pastas e gavetas, a RAM. Veja abaixo como é o esquema da Dual Channel:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc06.gif" border="0" alt="" width="360" height="230" /><br />
 <small>Esquema DDR Dual Channel</small></p>

<p>Pelo esquema, pode-se ver que o processador acessa os dois módulos de memória ao  mesmo tempo, mas "não sabe disso", ou seja, o acesso é feito via Controlador, e  esse sim "sabe" que temos dois módulos de RAM e não 1. O acesso é feito em ambos  ao mesmo tempo e não acontece mais o que acontecia com os bancos antigos onde  cada módulo armazenada a metade do dado. Graças a este esquema, dois módulos de  400 MHz funcionam como se fosse apenas um de 800 MHz, suficientes para abastecer  o Pentium 4 HT.</p>

<p>Alguns detalhes devem ser verificados na instalação do conjunto DC (Dual Channel):</p>


<ul>
		<li>Nos processadores Intel a placa-mãe deve suportar Dual Channel já que o  	recurso vem no controlador de RAM;</li>
		<li>Nos processadores AMD, o processador também deve ser projetado para Dual  	Channel já que ele possui seu próprio controlador de RAM;</li>
		<li>A maioria das placas-mãe com suporte a DC tem 4 slots de memória, e  	devemos ler o manual para saber como instalar os módulos. Se instalados  	erradamente, o DC não é ativado, apesar do micro funcionar;</li>
		<li>Os módulos que formam um DC devem ser idênticos, de preferência  	comprados juntos na forma de um kit.</li>
</ul>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc07.jpg" border="0" alt="" width="300" height="200" /><br />
 <small>Placa-mãe com Dual Channel instado.<br />
 Note os módulos nos slots de mesma cor.</small></p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/mdc08.jpg" border="0" alt="" width="300" height="169" /><br />
 <small>Um kit Dual Channel certificado e com garantia.</small></p>

<p>Hoje, as modernas DDR2 (Double Data Rating 2nd Generation - Taxa de dados  duplicada de segunda geração) também podem ser usadas na configuração Dual  Channel, de forma a atender a necessidade cada vez maior de velocidade de acesso  dos modernos processadores.</p>

<p>Bom, para fechar, vamos responder às perguntas feitas no começo da matéria:</p>


<ul>
		<li>O que é isso? É um tipo de memória diferente da DDR ou DDR2?<br />
 <span style="color: #800">É uma tecnologia que permite usar módulos de memória atuais DDR e DDR2 com processadores muito rápidos. Pow! Você não leu o artigo :)</span></li>
</ul>
<ul>
		<li>Posso usar mais de 2 módulos pra fazer Dual Channel?<br />
 <span style="color: #800">Sim. A maioria das placas-mãe suportam dois conjuntos DC, mesmo que de tamanhos diferentes. Portanto podemos ter até 2 pares de módulos nessas placas.</span></li>
</ul>
<ul>
		<li>Todos os módulos tem que ser iguais?<br />
 <span style="color: #800">No mesmo banco sim, e é essencial que sejam, caso contrário a placa-mãe detectará as diferenças e não ativará o modo DC. Entre os bancos não há problemas em serem diferentes. Podemos ter um banco DC de 512 MBytes (2 x 256) e outro de 1 MBytes (2 x 512) por exemplo.</span></li>
</ul>
<ul>
		<li>Qualquer placa mãe pode usar Dual Channel?<br />
 <span style="color: #800">Não, a placa deve ter suporte para DC no caso dos processadores Intel. Nos AMD, o processador também deve suportar o DC, já que o controlador de memória fica dentro dele.</span></li>
</ul>
<ul>
		<li>2 módulos de 1 GBytes vão formar um Dual Channel de 1 Gbytes ou as capacidades se somam?<br />
 <span style="color: #800">Em qualquer arranjo de bancos de memória, seja nos antigos ou com DC as capacidades se somam, no caso acima, teremos 2 GBytes de RAM.</span></li>
</ul>
<ul>
		<li>Porque módulos Dual Channel vendidos em kits "certificados" custam o dobro ou mais que módulos genéricos?<br />
 <span style="color: #800">Porque os fabricantes tem que fazer testes, verificar lotes, fabricar lotes especiais e embalá-los juntos. Além disso, tem garantia, alguns de 3 anos, outros "lifetime" e na maioria são marcas bem conhecidas que fabricam peças de qualidade, diferentemente das genéricas que ninguém sabe de onde vem.</span></li>
</ul>
<ul>
		<li>Todos os computadores ficam mais rápidos com Dual Channel?<br />
 <span style="color: #800">Não. Máquinas com Athlon XP, Semprom, Celeron, Pentium 4 (sem HT) e processadores inferiores não tem benefício nenhum com o DC.</span></li>
</ul>


<p>O que? você ainda tem dúvidas? Então não fique com vergonha! Comente em nosso  fórum!</p>

<p>___________________________________________________<br />
 <small>(1) Alguns técnicos chamam erroneamente de módulos de 30 "pinos", de 72 "pinos", etc. Na verdade, módulos SIMM e DIMM não tem "pinos" e sim "contatos" ou "vias".<br />
 (2) Existem módulos com n<sup><span style="text-decoration: underline;">o</span></sup> de contatos diferente como os usados em notebooks por exemplo.</small></p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Notícias padronizadas na Web]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/noticias-padronizadas-na-web</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/noticias-padronizadas-na-web#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 23:37:58 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=404</guid>
		<description><![CDATA[Mantenha-se atualizado sobre as ultimas notícias de diversos sites, concentrando-as em um só lugar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss.gif" alt="Notícias padronizadas na Web" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Os formatos de divulgação de notícias RSS e Atom não são novos. Já existem a algum tempo na web, mas só agora estão sendo padronizados e se popularizando entre os usuários da Web.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Imagine que você precisa estar sempre por dentro das informações e notícias mais atualizadas; seja por causa da profissão, por "vício" ou mesmo porque gosta de saber das coisas. Sabemos que a Internet é o melhor veículo para isso, afinal, que outra mídia de massa permite uma atualização das informações de qualquer parte do mundo, praticamente em tempo real?</p>

<p>Há um tempo atrás, a melhor forma de se manter atualizado na Internet era acessando, um por um, os sites de notícias e lendo com cuidado aquele monte de chamadas espalhadas pelo design da home page, com aqueles GIFs animados, cores berrantes e propagandas atrapalhando, quando não, tínhamos que ir na "busca" do mesmo site, que nunca funcionava bem, e procurar tudo o que foi postado naquela data... Qualquer favorito que se preze sempre foi uma bagunça, imagina o tamanho dos nossos "Favoritos" só para ler notícias?</p>

<p>Eis que chegam o <strong>RSS</strong> e o <strong>Atom</strong>, formatos de divulgação de notícias, informações e atualizações baseados no padrão XML que permitem que, de um único local (programa ou página web) possamos saber as novidades de vários sites ao mesmo tempo, através de resumos das notícias. Basta então um clique na notícia de nosso interesse para sermos levados à página no "site fonte" onde podemos ler a notícia completa.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss07.gif" alt="" /><br />
 <small>O Quick RSS é um bom exemplo de Agregador de Feeds</small></p>


<h3>A revolução do XML</h3>


<p>Um dos segredos dos feeds RSS e Atom está no XML, uma linguagem de marcações, parecida com o HTML usado na Web, armazenado na forma de um arquivo texto plano, como os .TXT, que pode ser facilmente compreendido e interpretado por qualquer tipo de aplicativo e até mesmo por nós, seres humanos "comuns".</p>

<p>Que fique claro que está não é, nem de longe a única aplicação do XML. Existem até mesmo modernos sistemas de arquivos controlados via XML e sua lista de contatos do MSN é outro exemplo de uso deste poderoso recurso. Apesar de parecido com o HTML, o XML não é voltado para design. Sua função é armazenar informações dos mais diversos tipos em um formato padronizado e universal, e serve para Internet e para qualquer outro tipo de aplicação.</p>

<p>Para vermos a simplicidade com que o XML pode ser interpretado, veja o exemplo abaixo. Ele é um fragmento de uma agenda telefônica de um celular de marca famosa. Observe atentamente e veja se a forma com que os dados foram armazenados entre marcas (expressões entre os sinais "&lt;" e "&gt;"). Com exceção da primeira linha, não faz bastante sentido?</p>

<pre class="code">&lt;?xml version=?1.0? encoding=?UTF-8??&gt;
&lt;agenda&gt;
    &lt;contato&gt;
        &lt;sobrenome&gt;Bom de Bola&lt;/sobrenome&gt;
        &lt;nome&gt;Geremias&lt;/nome&gt;
        &lt;telefone&gt;2345-6789&lt;/telefone&gt;
        &lt;celular&gt;9876-5432&lt;/celular&gt;
    &lt;/contato&gt;
    &lt;contato&gt;
        &lt;sobrenome&gt;Pinto da Silva&lt;/sobrenome&gt;
        &lt;nome&gt;Dilermano&lt;/nome&gt;
        &lt;telefone&gt;2233-4455&lt;/telefone&gt;
        &lt;celular&gt;9988-7766&lt;/celular&gt;
    &lt;/contato&gt;
    &lt;contato&gt;
        &lt;sobrenome&gt;Setembrino&lt;/sobrenome&gt;
        &lt;nome&gt;Eustáquio&lt;/nome&gt;
        &lt;telefone&gt;2323-4545&lt;/telefone&gt;
        &lt;celular&gt;8989-6767&lt;/celular&gt;
    &lt;/contato&gt;
&lt;/agenda&gt;
</pre>


<p>Os formatos RSS e Atom seguem esta mesma padronização do XML, só que as marcações são sempre as mesmas, padronizadas de acordo com cada um dos dois formados, de forma a serem interpretadas por um aplicativo leitor ou agregador. Veja um exemplo abaixo:</p>

<pre class="code">&lt;?xml version=“1.0“ encoding=“UTF-8“?&gt;
&lt;channel&gt;
    &lt;title&gt;Últimas notícias da Desenholândia&lt;/title&gt;
    &lt;description&gt;Últimas novidades sobre o mundo dos desenhos animados&lt;/description&gt;
    &lt;url&gt;http://www.saite.com.br&lt;/url&gt;
    &lt;language&gt;pt-br&lt;/language&gt;
    &lt;item&gt;
        &lt;title&gt;Bob esponja processado por patente&lt;/title&gt;
        &lt;description&gt;O funcionário do Siri Cascudo, uma famosa lanchonete da Fenda do Biquini foi acusado de fabricar siriburgueres sem autorização do proprietário. o Sr. Sirigueijo...&lt;/description&gt;
        &lt;pubDate&gt;Tue, 31 Oct 2006 15:18:23 -0300&lt;/pubDate&gt;
        &lt;link&gt;http://www.saite.com.br/Bob_esponja&lt;/link&gt;
    &lt;/item&gt;
    &lt;item&gt;
        &lt;title&gt;Chaves é plagiado por estudantes&lt;/title&gt;
        &lt;description&gt;Ontem, durante uma prova de química, vários estudantes de uma escola da Zona Sul foram expulsos da sala porque estavam imitando o Chaves. Segundo relatos, eles babavam e falavam coisas inúteis...&lt;/description&gt;
        &lt;pubDate&gt;Thu, 26 Oct 2006 09:57:49 -0300&lt;/pubDate&gt;
        &lt;link&gt;http://www.saite.com.br/Chaves_e_plageado&lt;/link&gt;
    &lt;/item&gt;
&lt;/channel&gt;</pre>

<p>Com uma olhada rápida o fragmento de RSS acima pode parecer confuso, mas preste atenção: as marcas (Tags)  delimitam o título da notícia,  e  delimitam um resumo da notícia (chamada),  e  delimitam o link para a página da notícia original,  e  delimitam a data de publicação da notícia e  e delimitam cada uma das diversas notícias do site. Veja como o código acima é exibido pelo leitor RSS embutido no Mozilla Firefox.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss01.gif" alt="" /><br />
 <small>Feed Atom visto no Mozilla Firefox</small></p>

<p>Para alguém com um pouco de conhecimento em linguagens para Web como PHP ou ASP, por exemplo, fica fácil gerar um arquivo texto formatado em XML RSS/Atom à partir de um banco de dados. Até mesmo para quem tem sites, mas nenhum conhecimento de programação, existem aplicativos que formatam e criam o XML RSS/Atom automaticamente.</p>


<h3>Como ler RSS e Atom</h3>


<p>Vários sites na Internet, inclusive blogs, fotologs, webmails e outros serviços para usuários em geral disponibilizam seu conteúdo em RSS e/ou Atom chamados de "Feeds" (alimentadores). Bons exemplos são o Blogger, o álbum de fotos Google PicasaWeb e o site de notícias IDG Now!.</p>

<p>Para acessá-los necessitamos de um agregador, nome dado ao leitor de arquivos de notícias. Vários agregadores gratuitos podem ser encontrados em sites de downloads, mas o problema é que, normalmente, temos que instalá-los para usar.</p>

<p>As versões mais modernas dos navegadores Mozilla Firefox, Opera e Internet Explorer também incluem um agregador de Feeds. Mas a melhor opção atualmente é usar sites Web 2.0. Um bom exemplo é o Google Reader que permite o acesso às notícias mais recentes sem a necessidade de instalar programas em cada computador que usamos. As páginas iniciais personalizadas do Hotmail, Google, Yahoo entre outros também permitem incluir seus próprios Feeds.</p>

<p>O próximo passo é "assinar" um Feed. Calma! Nada de entrar com dados pessoais ou pagar por alguma coisa. "Assinar" na linguagem dos Feeds significa incluir os links dos arquivos XML dos Feeds dos sites no seu agregador. Para isso, temos que descobrir o link, copiá-lo e colá-lo em nosso leitor.</p>

<p>Descobrir o link correto é fácil, normalmente temos que encontrar o ícone laranja com um RSS <img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss04.gif" alt="" /> ou com o símbolo do Feed <img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss03.jpg" alt="" /> e clicar nele. Alguns sites maiores podem possuir mais de um Feed, e podemos escolher sobre que assuntos queremos ficar atualizados. Para exemplificar, veja os links dos diversos Feeds do Catabits.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss02.gif" alt="" /><br />
 <small>Localizando links de Feeds</small></p>


<h3>Usando o Google Reader</h3>


<p>O Google Reader é meu leitor de notícias favorito, pela facilidade de configurar e usar, e principalmente pela disponibilidade, já que posso ter acesso às minhas notícias mais recentes de qualquer computador conectado à Internet e até do Palm e do celular.</p>

<p>Para usar este serviço você precisa ter uma conta no Orkut, Gmail ou qualquer outro serviço do Google. Então, acesse o site <code> <a href="http://www.google.com/reader" target="_blank">http://www.google.com/reader</a></code> e logue-se com os mesmos dados (usuário e senha) dos serviços citados. Inicialmente (e opcionalmente), você assistirá a um vídeo onde um dos funcionários do Google descreve alguns recursos do Google Reader.</p>

<p>Agora, é hora de incluir seus Feeds: para isso, acesse o seu site preferido e localize um link ou um dos ícones do Feed (<img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss04.gif" alt="" /> ou <img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss03.jpg" alt="" />) e clique nele. Alguns sites têm apenas um link apontando para a página de Feeds como é o caso do PicasaWeb que tem um link RSS na parte inferior da página. Quando localizar o link do Feed clique nele ou copie e cole na barra de endereços para que o navegador o exiba seu conteúdo. Alguns navegadores podem exibir o código fonte do XML, já outros, como o Firefox 2.0 e o IE7 exibem o conteúdo bem formatado.</p>

<p>No Firefox aparecerá um ícone de Feed ao lado do link do site, na barra de endereço. Clicando neste ícone, o Feed poderá ser adicionado automaticamente na barra de favoritos e seu conteúdo será exibido na tela. No IE 7 o ícone aparece na barra de status e o procedimento é praticamente o mesmo.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss06.gif" alt="" /><br />
 <small>Ícone de site com suporte à Feeds</small></p>

<p>Uma dica: a maioria dos links de Feeds aponta para um arquivo XML, como é o caso do Blogger. Por exemplo <a href="http://blogdosiris.blogspot.com/rss.xml" target="_blank"><code>http://blogdosiris.blogspot.com/rss.xml</code></a> é o Feed do Blog do Siris. Mas lembre-se que isso não é uma regra. No Siris Games por exemplo, uso um script em PHP para manter o Feed atualizado em tempo real. Isso faz com que o link seja diferente como, por exemplo, <a href="http://feeds.feedburner.com/sirisgames_ultimosposts" target="_blank"><code>http://feeds.feedburner.com/sirisgames_ultimosposts</code></a> que é o feed do Siris Games.</p>

<p>Com um pouco de pesquisa e prática, fica fácil achar o que queremos. Sempre digo aos meus alunos: "se fosse para achar as fotos proibidas daquela atriz famosa ou aquele crack para o game lançado recentemente, você acharia rapidinho, mas como é alguma coisa útil, tudo é difícil...".</p>


<h3>Incluindo e lendo as notícias</h3>


<p>De posse do link do Feed do seu site favorito, siga esses passos:</p>


<ul>
		<li>Abra a página inicial do Google Reader, obviamente já logado;</li>
		<li>Clique no link Add subscription, cole o endereço do Feed no campo que aparece;</li>
		<li>Clique no botão Add e pronto!</li>
</ul>


<p>Sua inscrição foi feita e um link aparecerá na sua lista "All subscriptions:". O número que aparece entre parênteses após o nome do site é a quantidade de notícias ainda não lidas. Siga os mesmos passos acima para incluir novos Feeds.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/rss05.gif" alt="" /><br />
 <small>Lendo Feeds no Google Reader</small></p>


<h3>Para ler as notícias:</h3>
<ul>
		<li>Clique no nome do site para ver as chamadas para as notícias do mesmo; </li>
		<li>Clique título de uma notícia para ver a versão completa no site de origem. </li>
</ul>


<p>Na parte superior direita da listagem existem três abas:</p>


<ul>
		<li>"Feed setings" permite fazer algumas configurações (quando disponível) ou remover sua assinatura; </li>
		<li>"Expanded view" mostra as notícias de forma expandida, exibindo a introdução das mesmas e várias ferramentas úteis; </li>
		<li>"List view" mostra apenas os títulos, os primeiros caracteres da chamada e as datas de publicação de cada notícia; </li>
</ul>


<p>Em qualquer modo, clicando no link você será direcionado à página da notícia no site que a publicou.</p>

<p>Existem muitos outros recursos a serem explorados no Google Reader como exportar suas notícias favoritas, montar um Feed com elas, criar links para readers de outros usuários, etc.</p>

<p>Quem tiver dúvidas, dicas ou contribuições, nosso <a href="/forum">fórum</a> está a disposição...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[HTML, web e design]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 22:23:55 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=398</guid>
		<description><![CDATA[Artigos completos sobre Internet como sites, serviços, recursos, tecnologias, notícias, desenvolvimento e design para Internet.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>%%listArticles%%</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Controlando o tempo]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia/controlando-o-tempo</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia/controlando-o-tempo#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:57:02 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Linux & cia.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=384</guid>
		<description><![CDATA[Veja como ajustar a hora e a data, imprimir calendários e manter seu sistema com a data precisa através da Internet.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/tempolinux.gif" border="0" alt="" /></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold;">O Linux é um sistema operacional bastante moderno. Ele surgiu em 1999, mais ou menos na época em que começava a desabrochar a grande rede mundial de computadores, a Internet. Somando-se a versatilidade do código livre e a forma de distribuição, temos um dos sistemas mais poderosos já desenvolvidos, com recursos que vão muito além de um simples computador desktop ou mesmo um servidor corporativo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>E o Linux é poderoso também no controle do tempo. Calma! Não vamos aprender como criar uma máquina do tempo, e sim como ajustar e obter hora e data de diversas formas neste sistema, usando o modo texto ou shell.</p>

<p>Não vou "perder tempo" sobre o modo gráfico porque funciona quase da mesma forma que no bom "e velho" Windows.</p>


<h3>O comando date</h3>


<p>O comando mais simples nesta área é o date que nos permite "ver" a data e as horas no Linux. Seu uso é simples, basta digitar o comando no prompt e obteremos algo como:</p>

<pre class="cmdout">Mon Dec 6 14:37:50 BRST 2004</pre>


<p>Bom, com um pouco de treinamento, fica fácil interpretar essas informações. Porém, ha uma forma de personalizar a saída do comando, de acordo com nossas necessidades. Tente por exemplo, o comando abaixo:</p>

<pre class="cmd">date +˝%d/%m/%Y %H:%M:%S˝</pre>


<p>e teremos algo como:</p>

<pre class="cmdout">06/12/2004 14:33:51</pre>


<p>O que fizemos foi definir o formato que queremos para a data. Para isso, basta usar o comando date, seguido do sinal de mais (+) e, entre aspas, a string com os códigos necessários. Veja outro exemplo bem interessante:</p>

<pre class="cmd">date +˝Rio, %d de %B de %Y˝</pre>


<p>Teremos a saída:</p>

<pre class="cmdout">Rio, 06 de December de 2004</pre>


<p>O mês não está muito elegante, mas funciona! Abaixo está uma tabela com todas as possibilidades para se usar na string do date:</p>

<p align="center"><img style="border: 0pt none;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/phpdate.gif" alt="" width="500" height="346" /></p>


<h3>Exibindo um calendário</h3>


<p>O comando "cal" é muito interessante, apesar de eu ter poucos usos para ele, a não ser exibir um calendário de forma que possamos localizar alguma data específica. Existem várias formas de ver o calendário. Para testar o comando, basta digitar:</p>

<pre class="cmd">cal</pre>


<p>que exibirá o mês e ano corrente conforme a imagem:</p>

<p align="center"><img style="border: 0pt none;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/cal200412.gif" alt="" width="173" height="118" /></p>

<p>Podemos ainda especificar o ano ou o mês e ano. Por exemplo, o comando:</p>

<pre class="cmd">cal 03 2005</pre>


<p>exibirá o calendário de março de 2005. Já o comando "cal 2005" exibirá todo o calendário do ano 2005.</p>

<p>O formato padrão para o comando cal é:</p>

<pre>cal [opções] [mês] [ano]</pre>


<p>Os parâmetros entre colchetes são opcionais. As [opções] para cal são:</p>


<ul>
		<li>-m - Exibe o calendário começando pela segunda-feira; </li>
		<li>-j - Exibe o calendário com o número do dia no ano; </li>
		<li>-y - Exibe o calendário do ano corrente inteiro; </li>
		<li>-3 - Exibe o mês anterior, o corrente e o seguinte ao mesmo tempo. </li>
</ul>


<p>Uma saída interessante é:</p>

<pre class="cmd">cal -3</pre>


<p>que exibe algo como:</p>

<p align="center"><img style="border: 0pt none;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/call-3.gif" alt="" width="526" height="136" /></p>


<h3>Acertando os ponteiros</h3>


<p>Além de exibir a data, o comando date também é usado para ajustar a data do sistema em modo texto. Para isso, fazemos o seguinte:</p>

<pre class="cmd">date MMDDhhmmYYYY</pre>


<p>Onde:</p>


<ul>
		<li>MM é o número do mês. 01 para janeiro, 02 para fevereiro, etc; </li>
		<li>DD é o dia do mês entre 01 e 31; </li>
		<li>hh é a hora no formato 24h entre 00 e 23; </li>
		<li>mm são os minutos, variando entre 00 e 59; </li>
		<li>YYYY é o ano com 4 dígitos. Ex.: 2004. </li>
</ul>


<p>Para acertar o relógio para o dia 06 de dezembro de 2004, às 14:54, usamos:</p>

<pre class="cmd">date 120614542004</pre>


<p>Só que esse comando altera a data apenas na RAM. Ao desligar o sistema e tornar a ligá-lo, a data do BIOS será recarregada. Para atualizar a data no BIOS, ajuste-a com o comando date e depois dê o comando:</p>

<pre class="cmd">hwclock --systohc</pre>


<p>Este comando grava a data atual no "hardware clock".</p>

<p>Se, por outro lado, você quer recuperar a data do BIOS para a RAM, use o comando:</p>

<pre class="cmd">hwclock --hctosys</pre>


<p>Outra possibilidade é ajustar o seu relógio direto da Internet, o que garante um ajuste quase perfeito. Para isso existe o comando ntpdate que acessa servidores <strong>NTP </strong>- <strong>Network Time Protocol</strong> - na Internet e salva os dados no relógio do sistema. Abaixo estão alguns servidores que podem ser experimentados:</p>


<ul>
		<li>a.ntp.br (Brasil) </li>
		<li>b.ntp.br (Brasil) </li>
		<li>ntp.pop-rs.rnp.br (Brasil) </li>
		<li>ntp.pop-pr.rnp.br (Brasil) </li>
		<li>ntp.pop-df.rnp.br (Brasil) </li>
		<li>ntp.nml.csiro.au </li>
		<li>clock.uregina.ca </li>
		<li>swisstime.ethz.ch </li>
</ul>


<p>Para ajustar o relógio, conecte-se na Internet e dê o comando:</p>

<pre class="cmd">ntpdate ntp.pop-rs.rnp.br</pre>


<p>Se deu certo, a saída será algo como:</p>

<pre class="cmdout">Looking for host ntp.pop-rs.rnp.br and service ntp
6 Dec 11:36:39 ntpdate[819]: adjust time server 200.132.0.132 offset 0.000646 sec</pre>


<p>Uma solução interessante é testar todos os servidores de uma só vez, já que alguns costumam parar de funcionar ou mudar de endereço. Para isso, construímos um shell script como o que está abaixo que chamaremos de "ajusta.sh":</p>

<pre class="code">#!/bin/bash
echo ˝ ˝
echo -n ˝Atualizando o relogio...˝

# Procura o primeiro servidor NTP ativo
ntpdate a.ntp.br &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate b.ntp.br &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate ntp.pop-pr.rnp.br &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate ntp.pop-df.rnp.br &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate ntp.nml.csiro.au &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate clock.uregina.ca &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate swisstime.ethz.ch &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1 ||
ntpdate ntp.pop-rs.rnp.br &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1

# Atualiza o relógio do BIOS
hwclock --systohc &amp;&amp; &gt; /dev/null 2&gt;&amp;1
echo ˝ Ok.˝

# Exibe a data ajustada
echo ˝ ˝
echo -n ˝A data atual é: ˝
date +˝%d/%m/%Y %H:%M:%S˝
echo ˝ ˝</pre>


<p>Salve-o e dê permissão de execução com o comando:</p>

<pre class="cmd">chmod +x ajusta.sh</pre>


<p>Além de atualizar o relógio com o primeiro servidor disponível, este script já ajusta o relógio no BIOS também.</p>

<p>Qualquer dúvida, não deixe de acessar nosso <a rel="nofollow" href="/forum">Fórum</a>!</p>

<p>Abraços e até a próxima...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Configurando a rede "na mão"]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia/configurando-a-rede-na-mao</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia/configurando-a-rede-na-mao#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:50:42 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Linux & cia.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=380</guid>
		<description><![CDATA[Aprenda os comandos e os procendimentos para configurar a conexão de rede de praticamente qualquer distribuição Linux.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/netpinguim.gif" border="0" alt="" /></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold">Uma das vantagens da forma de distribuição do Linux é a possibilidade de personalizar suas várias ferramentas, fazendo com que o GNU/Linux tenha características bem distintas entre as várias distribuições.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Cada distribuição tem suas próprias ferramentas de configuração, criadas para facilitar o acesso do usuário aos recursos do sistema. O problema é que nem todas essas ferramentas seguem um padrão ou trabalham da mesma forma, forçando principalmente o técnico a conhecer várias distribuições intimamente.</p>

<p>Porém, dado ao formato como é desenvolvido, o Linux permite que várias configurações possam ser feitas "na mão", ou seja, sem o uso de ferramentas avançadas ou então com o uso de ferramentas mais simples que já vem na maioria das distribuições.</p>

<p>Um dos problemas mais comuns é a configuração da rede. As vezes precisamos configurar ou alterar rapidamente IP, máscara e outros dados do computador para fazer algum teste de rede por exemplo e nos deparamos com as dúvidas: que distribuição é essa? qual é a ferramenta para configurar a placa de rede? Será que precisarei reiniciar o sistema após a configuração?</p>

<p style="font-size: 8pt;" align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/linux/netconfig.gif" border="0" alt="" /><br />
 O simplificado "netconfig" configura as opções de rede no Slackware</p>

<p>Par solucionar essas duvidas na maioria das distribuições GNU/Linux, vamos aprender a configurar as propriedades da rede na mão, de forma rápida e que resolve a maioria dos casos.</p>


<h3>O ifconfig</h3>


<p>O comando ifconfig é a ferramenta usada na maioria dos Linux para configurar a rede. Muitas vezes, mesmo ferramentas mais sofisticadas usam os recursos do ifconfig para ajustar a rede, é o caso, por exemplo, da ferramenta "netcardconfig" do Kurumin Linux.</p>

<p>Abaixo está um formato genérico para o ifconfig configurar a rede:</p>

<pre class="cmd">ifconfig [interface] [ip_da_interface] netmask [mascara_da_rede] [up | down]</pre>


<p>Onde temos:</p>


<ul>
		<li><strong>[interface]</strong> - é o nome da interface de rede que está sendo configurada como por exemplo eth0 para a primeira placa de rede, eth1 para a segunda, etc; </li>
		<li><strong>[ip_da_interface]</strong> - é o endereço IP que a interface receberá; </li>
		<li><strong>[mascara_da_rede]</strong> - é a máscara de rede do IP da interface. Normalmente usamos máscaras das classes A, B ou C; </li>
		<li><strong>[up | down]</strong> - "up" ativa a interface com os novos parâmetros, já "down" a desativa. Normalmente, usamos o "up". </li>
</ul>


<p>Veja como ficaria este comando para configurar a primeira placa de rede com um endereço classe "C" com o IP 192.168.100.25:</p>

<pre class="cmd">ifconfig eth0 192.168.100.25 netmask 255.255.255.0 up<code> </code></pre>


<p>Já para a segunda placa de rede, configuramos um IP classe "A" 10.0.124.10:</p>

<pre class="cmd">ifconfig eth1 10.0.124.10 netmask 255.0.0.0 up</pre>


<p>Fácil não?</p>

<p>No Linux, é possível ainda estabelecer mais de um IP para a mesma placa de rede. Por exemplo, para que a primeira placa de rede configurada acima (eth0) também responda pelos IPs 192.168.100.26 e 192.168.100.27, dê os seguintes comandos:</p>

<pre class="cmd">ifconfig eth0:0 192.168.100.26
ifconfig eth0:1 192.168.100.27</pre>


<p>Observe que normalmente, somente o root tem permissão de fazer essas alterações, por isso, para dar todos esses comandos você deve estar logado como administrador do computador.</p>


<h3>Outras configurações</h3>


<p>O ifconfig porém, pode não ser capaz de fazer todas as configurações necessárias. Em alguns casos precisamos incrementar mais a configuração, incluindo por exemplo o endereço do gateway padrão ou do proxy da rede, e também um ou mais endereços de servidores DNS da rede ou públicos.</p>


<h4>Gateway padrão</h4>


<p>No caso do gateway padrão, temos que alterar diretamente a tabela de roteamento do Linux, usando o comando route da seguinte forma:</p>

<pre class="cmd">route add default gw [ip_do_gateway]</pre>


<p>Onde:</p>


<ul>
		<li><span style="font-weight: bold;">[ip_do_gateway]</span> é o IP do host que liga nossa estação à Internet por exemplo.</li>
</ul>


<p>Caso o gateway da nossa rede seja o 192.168.100.254, digitaremos o comando:</p>

<pre class="cmd">route add default gw 192.168.100.254</pre>
<h4>Servidores DNS</h4>


<p>Já para configurar endereços de servidores DNS, precisamos alterar o arquivo "/etc/resolv.conf". Para inserdir, por exemplo, os endereços de DNS 192.168.100.1 e 200.100.10.240, podemos usar:</p>

<pre class="cmd">echo “nameserver 192.168.100.1” &gt; /etc/resolv.conf
echo “nameserver 200.100.10.240” &gt;&gt; /etc/resolv.conf</pre>


<p>A primeira linha recria o arquivo "resolv.conf" e inclui o primeiro DNS. Já a segunda, acrescenta o próximo DNS neste mesmo arquivo.</p>

<p>Caso queiramos acrescentar novos DNS, usamos o mesmo procedimento da segunda linha. Assim, para acrescentar o DNS com o IP 200.193.10.27, usamos:</p>

<pre class="cmd">echo “nameserver 200.193.10.27” &gt;&gt; /etc/resolv.conf</pre>


<p>Observe que, na maioria dos casos, as alterações passam a funcionar imediatamente, não sendo necessário reinicar o sistema, nem mesmo o modo gráfico.</p>


<h4>Servidor proxy</h4>


<p>Caso você acesse a Internet pela rede usando um servidor proxy é necessário informar isso para algumas aplicações. Fazemos isso criando variáveis de sistema que serão consultadas pelas aplicações:</p>

<pre class="cmd">export http_proxy = “http://192.168.1.10:3128”
export ftp_proxy = “ftp://192.168.1.10:3128”</pre>


<p>Onde temos o servidor proxy da rede com o IP 192.168.1.10 e respondendo na porta 3128. Note que as linhas acima permitem o proxy tanto para HTTP quanto para FTP. Caso você só use o proxy com um dos protocolos, o outro pode ser omitido.</p>

<p>Caso seu proxy necessite de autenticação, use o formato:</p>

<pre class="cmd">export http_proxy = “http://username:password@192.168.1.10:3128”</pre>
<h4>Hostname</h4>


<p>Outra possibilidade é alterar o nome do host e do domínio na rede. Para isso, temos que alterar o arquivo "/etc/hostname".</p>

<pre class="cmd">echo “#”cat '/etc/hostname' &gt; /etc/hostname
echo “[nome_do_host].[domínio]” &gt;&gt; /etc/hostname</pre>


<p>Onde:</p>


<ul>
		<li>A primeira linha comenta o nome do host atual; uma precaução, caso queiramos voltar atrás na configuração. Observe que o comando <strong>cat /etc/hostname</strong> está entre dois acentos que devem ser os mesmos usados nas crases, como em "à";</li>
		<li>Já na segunda linha, entramos com os novos "nome do host" e do "domínio", separados por um ponto ".".</li>
</ul>


<p>Por exemplo, se você quer mudar o nome do seu computador para "meumicro" e participá-lo do domínio "catabits.int", dê os seguintes comandos como root:</p>

<pre class="cmd">echo “#”`cat /etc/hostname` &gt; /etc/hostname
echo “meumicro.catabits.int” &gt;&gt; /etc/hostname</pre>


<p>Só mais uma dica! Seria interessante fazer essa configuração antes das outras para que os novos nomes sejam difundidos pela rede com mais facilidade.</p>


<h3>Montando tudo em um script</h3>


<p>Já vimos que são necessárias várias linhas de comando para fazer ou refazer uma configuração completa da rede no sistema.</p>

<p>Em alguns casos pode ser interessante, criar um shellscript simples para executar todos os comandos em seqüência. Vamos criar um script chamado "configurarede.sh" como o que está abaixo onde as linhas que começam com "#" são apenas comentários, com exceção da primeira que é obrigatória:</p>

<pre class="cmd">#!/bin/bash
#
# Script que configura a rede para novos parâmetros
# Por André Ataíde - www.catabits.com.br
# Altere as linhas abaixo conforme a sua rede

echo “Configurando a rede...”

# Dando nome e um domínio ao host
echo “#”`cat /etc/hostname` &gt; /etc/hostname
echo “meumicro.catabits.int” &gt;&gt; /etc/hostname

# Configurando os IPs das placas de rede
ifconfig eth0 192.168.100.25 netmask 255.255.255.0 broadcast 192.168.100.255 up
ifconfig eth1 10.0.124.10 netmask 255.0.0.0 broadcast 10.255.255.255 up
ifconfig eth0:0 192.168.100.26
ifconfig eth0:1 192.168.100.27

# Adicionando a rota padrão para o gateway da rede
route add default gw 192.168.100.254

# Informando o endereço do servidor proxy para HTTP, FTP e RSYNC
http_proxy = “http://192.168.1.10:3128”
ftp_proxy = “ftp://192.168.1.10:3128”
proxy = “192.168.1.10:3128”
export http_proxy ftp_proxy rsync_proxy

# Adicionando os servidores de DNS da rede e da Internet
echo “nameserver 192.168.100.1” &gt; /etc/resolv.conf
echo “nameserver 200.100.10.240” &gt;&gt; /etc/resolv.conf
echo “nameserver 200.193.10.27” &gt;&gt; /etc/resolv.conf

echo “... Ok”</pre>


<p>Este script também é o primeiro passo caso você queira criar seu próprio software de configuração. Não se esqueça de dar permissão de execução para que ele funcione!</p>

<p>Finalmente, há a possibilidade de configurar a rede por DHCP. Para que a configuração dinâmica funcione, é necessário que haja um servidor DHCP na rede e que o cliente DHCP esteja instalado na estação, o que é normalmente, o padrão.</p>

<p>Para executar a autoconfiguração basta entrar com o comando:</p>

<pre class="cmd">dhcpcd eth0</pre>


<p>ou</p>

<pre class="cmd">dhcpc eth0</pre>


<p>ou ainda</p>

<pre class="cmd">dhclient eth0</pre>


<p>Assim, a primeira placa de rede pegará as configurações diretamente do servidor DHCP conectado a ela.</p>

<p>Essas dicas devem funcionar na maioria dos casos. Eu as testei com o Kurumin, Slackware e Fedora Core 2, onde todas funcionaram sem alterações. Em caso de dúvidas, não custa nada usar "<code>man [comando]</code>" para saber mais :D</p>

<p>Qualquer dúvida, não deixe de acessar nosso <a href="/forum">Fórum CataBits</a>!</p>

<p>Abraços e até a próxima...</p>
]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Linux & cia.]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/linux-cia#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:44:38 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=377</guid>
		<description><![CDATA[Artigos completos sobre o sistema operacional Linux e outros sistemas e softwares open source.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>%%listArticles%%</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[PCs reais e virtuais]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/softwares-e-sistemas/pcs-reais-e-virtuais</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/softwares-e-sistemas/pcs-reais-e-virtuais#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:37:53 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Softwares e sistemas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=372</guid>
		<description><![CDATA[Com o poder dos computadores atuais é possível rodar mais de um sistema operacional ao mesmo tempo no mesmo PC, sem particionamentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/logo_virtualpc.jpg" border="0" alt="PCs reais e virtuais" /></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold">Com a afirmação no mercado dos processadores com dois ou mais núcleos, aumentam as possibilidades de explorar melhor este hardware tão poderoso antes presente só em servidores, afinal, para que ter um dual core se vamos apenas usar o Word ou acessar a Internet? Um recurso bastante interessante e que se beneficia das configurações de hardwares poderosas que temos disponíveis hoje é a virtualização, ou seja, a possibilidade de criar computadores virtuais dentro de um computador "real".</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>A virtualização não é novidade no PC <abbr title="Small Office and Home Office">SOHO</abbr>. Desde que o Linux começou a se popularizar, uma aplicação desde tipo acompanhou seu desenvolvimento: o <strong><a rel="nofollow" href="http://www.vmware.com/">VMware</a></strong> é um dos melhores e mais famoso software de máquinas virtuais da atualidade e por algum tempo foi praticamente o único nos PCs. Mas acompanhando a popularização do Linux vieram os processadores cada vez mais poderosos, começando com o Pentium 4 com tecnologia <abbr title="Hyper-threading">HT</abbr> e chegando aos dual core como o Athlon 64 X2, Pentium D e os moderníssimos Core 2 Duo. Um melhor aproveitamento destas plataformas permitiu que outros softwares do gênero e até soluções de hardware surgissem não só nos servidores mas também para estações de trabalho.</p>


<h3>Como funciona?</h3>


<p>O grande segredo de uma boa virtualização está na ligação entre o hardware real da máquina e o hardware virtual, e quando falamos de ligação entre hardware e software no PC, estamos falando de <abbr title="Basic Input and Output System">BIOS</abbr>, "a alma do PC". É o BIOS que diferencia o hardware de um "IBM PC compatible" de outros computadores, isso porque à nível de hardware, todos os computadores seguem (mais ou menos) a mesma filosofia, seja ele um PC, um Macintosh, um Haldheld, um videogame e até mesmo um celular; tudo se baseia em um processador central e mais cinco sistemas de suporte à este: memória ROM, memória RAM, I/O, Clock e fonte de alimentação. Veja o diagrama:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/hardware.png" border="0" alt="" width="391" height="316" /><br />
 <small>Diagrama genérico de um sistema micro processado.</small></p>

<p>Em uma descrição rápida:</p>


<ul>
		<li><strong><abbr title="Central Processor Unit">CPU</abbr></strong> ou processador é quem processa os dados e realiza os cálculos digitais;</li>
		<li><strong><abbr title="Read Only Memory">ROM</abbr></strong> é onde está o boot, ou seja, o "pontapé" inicial do sistema e o firmware que 	dará as características fundamentas do sistema;</li>
		<li><strong><abbr title="Ramdomic Access Memory">RAM</abbr></strong> é onde os softwares, dados fixos e variáveis que o processador está usando no momento ficam armazenados e podem ser modificados;</li>
		<li><strong>Clock</strong> é uma referência de tempo, um relógio que dá ritmo e sincronismo às operações do sistema;</li>
		<li><strong><abbr title="Input and output">I/O</abbr></strong> são as entradas e saídas de dados. É por onde o processador se comunica com o "resto do mundo";</li>
		<li><strong>Fonte de alimentação</strong> é quem fornece energia elétrica para os diversos blocos que compõem o sistema.</li>
</ul>


<p>Na máquina virtual, o hardware já está presente, já que usaremos o hardware real do PC e os recursos que ele disponibiliza. Porém, precisaremos de um BIOS capaz de interpretar o hardware que será acessível pelo S.O. virtualizado e interligá-lo ao hardware real. É isso que o software de virtualização faz, cria um ambiente isolado e com seu próprio BIOS nos formatos de um BIOS de PC, que vai permitir instalar outro sistema operacional. Veja o diagrama em camadas abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/virtualizacao.png" border="0" alt="" width="263" height="284" /><br />
 <small>Camadas de um sistema "simplificado" com virtualização.</small></p>

<p>Claro que esta é só uma das formas de se fazer a coisa que pode variar muito dependendo da plataforma e até do criador do software. Já a algum tempo os fabricantes de processadores vem introduzindo recursos, subsistemas e comandos adicionais nestes componentes, de forma a melhorar a capacidade de virtualização nos computadores, tanto de uso geral quanto de aplicações específicas como servidores.</p>


<h3>Pra que serve?</h3>


<p>Podemos imaginar o uso de máquinas virtuais em várias situações comuns:</p>


<ul>
		<li>Programadores em JAVA, C++, desenvolvedores Web, ou qualquer outra 	arquitetura que exija testes em várias plataformas;</li>
		<li>Técnicos que precisam conhecer e estudar novos sistemas operacionais;</li>
		<li>Testes de softwares que podem ser potencialmente perigosos para nosso 	computador;</li>
		<li>Testar a eficácia de uma ferramenta de remoção, infectando previamente 	um sistema com um vírus;</li>
		<li>Testes de softwares de redes e de comunicação entre vários sistemas 	diferentes;</li>
		<li>...</li>
</ul>


<p>As possibilidades são muitas, imagine ter um PC que "roda" Windows 98, Windows XP, Windows Vista, diversas distribuições Linux, OpenBSD e outros S.O., sem que necessariamente você precise reiniciar o PC toda vez que quer trocar de S.O.</p>


<h3>Como fazer?<img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/softwares/vmware_logo.gif" border="0" alt="" /></h3>


<p>Existem várias versões de softwares de virtualização, para aplicações diferentes e para diferentes sistemas operacionais. Os mais conhecidos são os da família <a rel="nofollow" href="http://www.vmware.com/">VMware</a>, mas outros produtores estão investindo alto para competir neste mercado em expansão como por exemplo a <a rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com.br/">Microsoft</a>, a <a rel="nofollow" href="http://br.sun.com/">Sun</a> e a <a rel="nofollow" href="http://www.apple.com/">Apple</a> entre outros.</p>

<p>Para simplificar, vou dividir o "mundo" da virtualização no PC em quatro (na verdade 3) possibilidades:</p>


<h4>Servidores de máquinas virtuais</h4>


<p>Como exemplos temos o <a rel="nofollow" href="http://www.vmware.com/products/server/">VMware Server</a> e o <a rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/windowsserversystem/virtualserver/default.mspx"> Microsoft Virtual Server 2005</a>. Ambos são sistemas para servidores onde podemos instalar servidores virtuais, capazes de atender a vários usuários. O VMware Server tem versões para Linux e Windows, além de outras plataformas e foi recentemente liberado para download gratuito devido a concorrência do servidor virtual da Microsoft, também gratuito.</p>

<p>Mas estes sistemas são complicados de instalar e configurar e requerem hardwares muito poderosos além de softwares adicionais como é o caso do <abbr title="Internet Information Services">IIS</abbr>, o servidor Web da Microsoft, que é requisito obrigatório tanto para o VMware quanto para o Microsoft Virtual Server 2005 quando instalados no Windows. Tem como ponto forte o desempenho nas aplicações, mas o desempenho gráfico é fraco, e chega a ser irritante mover o mouse na janela dos S.O. vitual.</p>


<h4>Máquinas virtuais para workstations</h4>


<p>São mais fáceis de instalar e configurar que os Servers e apesar de mais limitados, permitem criar máquinas virtuais com várias configurações possíveis de memória, tamanho de HD, e alguns hardwares. Tem como pontos fortes o desempenho de aplicações de usuário, com isso tem um desempenho gráfico melhor que as versões Server, porém pode ser complicado testar sistemas servidores devido às limitações de configuração.</p>

<p>O <a rel="nofollow" href="http://www.vmware.com/products/enterprise_desktop.html/"> VMware Virtual Desktop</a> é sem dúvidas o melhor nessa categoria, tanto no Linux quanto no Windows, mas tem a desvantagem de ser pago e um tanto caro se for usado apenas para fazer testes. Outras soluções gratuitas e Open Source estão disponíveis, mas na maioria dos casos são para Linux como é o caso do <a rel="nofollow" href="http://www.xensource.com/">Xen</a> e o <a rel="nofollow" href="http://sourceforge.net/projects/kvm">KVM</a>.</p>

<p>A Microsoft porém vem fazendo um bom trabalho no Windows com o <a rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/windows/virtualpc/default.mspx"> Microsoft Virtual PC</a>. A versão 2004 SP1 é bastante estável e muito fácil de instalar e configurar, além disso é gratuita e otimizada para instalações Windows, principalmente XP e Win9X, apesar de rodar Linux satisfatoriamente. Instalar o <a rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/brasil/windowsvista/">Windows Vista</a> porém pode ser complicado, por isso a Microsoft vem disponibilizando a versão beta do <a rel="nofollow" href="http://windowsvistablog.com/blogs/windowsvista/archive/2006/10/11/virtual-pc-2007-beta-free-and-available-now.aspx"> Microsoft Virtual PC 2007</a> que dá suporte ao Vista e, apesar de não divulgado, permite rodar muito bem algumas distribuições Linux como o <a rel="nofollow" href="http://www.ubuntu-br.org/">Ubuntu</a> o <a rel="nofollow" href="http://www.novell.com/linux/">SUSE</a> e o <a rel="nofollow" href="http://www.mandriva.com.br/">Mandriva</a>.</p>


<h4>Virtual players</h4>


<p>São softwares de virtualização que praticamente não permitem configuração e também não é possível instalar o S.O. do zero. Temos então que conseguir uma máquina virtual já pronta e o player para usá-la. Bons exemplos são o <a rel="nofollow" href="http://www.vmware.com/products/player/">VMware Player</a> e o <a rel="nofollow" href="http://www.cygwin.com/">Cygwin</a>, ambos gratuitos.</p>


<h4>Emuladores e APIs</h4>


<p>Apesar da confusão de alguns, emuladores não são máquinas virtuais, e sim implementações das APIs de outros sistemas operacionais que permitem executar aplicativos deste. O melhor exemplo é o <a rel="nofollow" href="http://www.winehq.com/">Wine</a> que permite executar até aplicativos como o Office e alguns jogos para Windows no Linux. O <a rel="nofollow" href="http://fabrice.bellard.free.fr/qemu/">Qemu</a> é outro bom exemplo.</p>


<h3>Na prática: Microsoft Virtual PC</h3>


<p>Bom, se você chegou até aqui o assunto interessou, mas se você já "mexe" com softwares de virtualização a leitura acabou. Já para quem quer enveredar pelos caminhos dos S.O.s virtuais, vou dar os passos para usar a versão mais recente do software da Microsoft, o <strong>Microsoft Virtual PC 2007 beta</strong>. Ele é totalmente compatível com máquinas virtuais criadas do <strong>Microsoft Virtual PC 2004 SP1</strong> e tem a mesma interface. A vantagem da versão 2007 é o suporte nativo ao <strong>Windows Vista</strong> e um melhor desempenho com o <strong>Linux</strong>.</p>

<p>Pra começar, é necessário ter um hardware adequado ao que você quer fazer. No mínimo ele deve estar acima dos requisitos mínimos dos sistemas operacionais que você quer instalar. Claramente, o ideal é esses requisitos sejam a soma dos necessários para rodar todos os sistemas que você pretende acessar ao mesmo tempo, ou seja, nada de instalar o Windows Vista em uma máquina virtual hospedada em Windows XP, CPU Duron 950, 128 MBytes de RAM e HD de 10 GBytes!</p>

<p>Pra começar, seria ideal um <strong>Windows XP Professional</strong> rodando em um processador <strong>Pentium 4</strong> com suporte a <strong>HT</strong>, um de núcleo duplo seria melhor ainda, com pelo menos 512 MBytes de RAM e HD de 40 GBytes. Isso já e suficiente pra você rodar o Windows XP e o Ubuntu ou Kurumin em máquina virtual, mas não ao mesmo tempo! Já para testar o Windows Vista é recomendado ter pelo menos 1 GBytes de RAM e uma placa de vídeo 3D se pretende abrir o Vista em uma janela do XP.</p>

<p>Com o hardware adequado, vamos baixar o <strong>Microsoft Virtual PC 2007 beta</strong>, para isso você terá que se cadastrar gratuitamente no programa de testes da Microsoft, <a rel="nofollow" href="https://connect.microsoft.com/programdetails.aspx?ProgramDetailsID=874"> clicando aqui</a>. O processo é meio complicado: depois de se cadastrar é necessário se inscrever no "Virtual PC 2007 Beta Program" para depois acessar a página de downloads. Se você não pretende testar o Windows Vista "ainda", baixe a versão 2004 que está disponível diretamente <a rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyId=6D58729D-DFA8-40BF-AFAF-20BCB7F01CD1&amp;displaylang=en"> aqui</a>. Os processos de instalação e configuração, inclusive o visual das janelas são os mesmos para ambas as versões.</p>

<p>A instalação é um simples processo de "Avançar", "Aceitar a licença", "Avançar", "Avançar", ... Tudo bem fácil e sem configurações. Depois de instalar, abra o console de configuração clicando em "Microsoft Virtual PC" dentro do menu "Iniciar" e você terá a tela conforme abaixo:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/msvpc01.gif" border="0" alt="" /><br />
 <small>Tela de configuração do MS Virtual PC 2004/2007.</small></p>

<p>Como estamos começando, vamos criar nossa primeira máquina virtual:</p>


<ul>
		<li>Clicamos em "New...". Oh!</li>
		<li>Um "Wizard" nos dá todos os passos, é só seguir clicando em "Next &gt;";</li>
		<li>Marque "Create a virtual machine" e clique em "Next &gt;";</li>
		<li>Dê um nome e uma localização para ela. Se você colocar somente um nome 	como "XP parasita" ela será salva na pasta "My Virtual Machines" dentro de 	"Meus documentos". Clique em "Next &gt;";</li>
		<li>Agora escolha o sistema operacional que será instalado. Temos na lista 	várias versões de Windows para estações e servidores além do OS/2. Escolha 	adequadamente. Se for instalar um Linux, escolha "Other";</li>
		<li>Agora escolha a quantidade de RAM. Normalmente o software já escolhe a 	quantidade mínima ideal para o S.O. escolhido, mas você pode modificar se 	marcar a opção "Adjusting RAM" e deslizar o controle para o valor que achar 	adequado. Como estou em uma máquina com 2 GBytes de RAM e vou instalar um 	"XP parasita", vou selecionar 256 MBytes. O mesmo valeria para o Ubuntu. Já 	para as versões Server do Windows e para o Vista, escolha pelo menos 512 	MBytes;</li>
		<li>Ajustado? Clique em "Next &gt;";</li>
		<li>Agora vamos criar um HD Virtual marcando a opção "A new virtual hard 	disk" e clicando em "Next &gt;";</li>
		<li>Deixe a pasta padrão e altere o tamanho conforme você quiser preenchendo 	em "Virtual hard disk size" com o tamanho em MBytes. Vou colocar 10.000 	Mbytes, aproximadamente 10 GBytes para o XP parasita e "Next &gt;";</li>
		<li>Confira as configurações e clique em "Finish" para fechar o trabalho.</li>
</ul>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/msvpc02.gif" border="0" alt="" width="450" height="363" /><br />
 <small>Finalizando a criação da máquina virtual.</small></p>


<h3>Acessando a Web na máquina virtual</h3>


<p>Já está tudo pronto para começar a instalação do sistema operacional na máquina virtual, mas caso queira fazer mais ajustes, selecione a máquina virtual no "Console" e clique em "Settings". São poucas opções e fáceis de entender. Se o seu micro tem acesso direto à Internet, seja discado ou banda larga, e você pretende acessar a Web pelo S.O. virtual, faça o seguinte:</p>


<ul>
		<li>Vá até o ítem "Networking" e na parte direita selecione em "Adapter 1" a 	opção "Shared networking (NAT)";</li>
		<li>Agora acesse "Conexões de rede" no seu "Painel de controle", clique com 	o botão direito na sua conexão com a Internet;</li>
		<li>Clique em "Propriedades" e na guia "Avançado";</li>
		<li>Marque a opção "Permitir que outros usuários da rede se conectem pela 	conexão deste computador à Internet";</li>
		<li>Agora clique em "Ok" para fechar as configurações da conexão.</li>
</ul>


<p>Se seu PC estiver em uma rede com acesso à Internet compartilhado, não precisa fazer isso. Deixe a configuração como ela está.</p>


<h3>Iniciando a instalação do S.O.</h3>


<p>Tudo pronto, agora vamos iniciar a máquina virtual e instalar o novo S.O. coloque o CD-ROM ou DVD do novo S.O. no seu primeiro drive, selecione a nova máquina virtual no console e clique em "Start". Você verá uma tela preta com letrinhas brancas aparecendo da mesma forma que aparecem quando você liga/reinicia seu PC.</p>

<p>Caso a instalação do S.O. não inicie, clique no menu "CD" da janela e de pois em "Use Physical Drive". Agora reinicie a máquina virtual clicando em "Action" e depois em "Reset". Também é possível iniciar a instalação à partir de uma imagem ISO guardada no HD, para isso, clique em "CD" e em "Capture ISO Image"; localize a imagem ISO e clique em "Abrir".</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/msvpc03.gif" border="0" alt="" width="450" height="326" /><br />
 <small>Começamos a instalar o Windows XP na máquina virtual.</small></p>

<p>O restante é com você, não cabe aqui ensinar a instalar cada S.O. porque o procedimento é o mesmo que se usa no normalmente no PC e varia para cada S.O...</p>

<p>Aproveito para, antes de fechar, passar alguns atalhos úteis:</p>


<ul>
		<li>[Alt Gr] + [Enter] - Muda entre os modos "Janela" e "Full Screen";</li>
		<li>[Alt Gr] + clique do mouse - Tira o ponteiro do mouse da janela da máquina virtual. Clique na janela para colocar o ponteiro nela novamente;</li>
		<li>[Alt Gr] + [Del] - Tem o mesmo efeito que [Ctrl] + [Alt] + [Del] na máquina virtual;</li>
		<li>[Alt Gr] + [R] - Reinicia a máquina virtual. O mesmo que o botão Reset do PC;</li>
		<li>[Alt Gr] + [F4] - Desliga a máquina virtual. O mesmo que o botão Power do PC;</li>
		<li>[Alt Gr] + [I] - Se a máquina virtual tem acesso à Web, baixa e instala complementos que melhoram a performance do S.O. virtual e a interação desde 	com o S.O. hospedeiro. Só serve para Windows e é altamente recomendado.</li>
</ul>


<p>E aí está! Windows XP (host e parasita), Windows Vista e Ubuntu Linux rodando no meu PC!</p>

<p align="center"><a href="http://www.catabits.com.br/artigos/software/desktop001b.jpg" target="_blank"> <img style="width: 400px; height: 300px;" src="http://www.catabits.com.br/artigos/software/desktop001.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
 <small>4 sistemas rodando ao mesmo tempo: haja hardware pra isso!</small></p>

<p>Tem muito mais a se experimentar como por exemplo salvar a imagem do HD em um pedrive de forma que possamos transportá-la. A Microsoft também disponibiliza gratuitamente uma imagem do Windows XP (em inglês) já pronta para rodar no Virtual PC. <a rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyId=21EABB90-958F-4B64-B5F1-73D0A413C8EF&amp;displaylang=en"> Baixe-a aqui</a>!</p>

<p>Nosso <a rel="nofollow" href="../../forum/">fórum</a> está aberto a dicas, sugestões, críticas e tudo mais que desejar "falar"...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Softwares e sistemas]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/softwares-e-sistemas</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/softwares-e-sistemas#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:29:20 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=370</guid>
		<description><![CDATA[Artigos completos sobre programas, aplicativos, ferramentas de manutenção e qualquer tipo de software.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>%%listArticles%%</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Melhorando sua conexão]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/melhorando-sua-conexao</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade/melhorando-sua-conexao#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 23:30:28 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Redes e conectividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=358</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo com a banda larga, ainda tem muita gente que acessa a Internet na velha conexão discada. Veja algumas dicas para melhorar sua conexão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Depois de um tempo relativamente longo de espera, as conexões em banda larga chegaram ao Brasil para a alegria de alguns afortunados internautas, que passaram a contar com uma conexão muito mais veloz e com muito mais qualidade para áudio e vídeo.</strong></p>

Mas infelizmente, alguns ainda não podem ter acesso a esses benefícios, seja pelos preços altos ou por morarem em regiões ainda não atendidas pelos serviços.

Se assim como o meu, esse é o seu caso, é possível melhorar o desempenho da tradicional conexão via modem e diminuir um pouco o sofrimento. Confira algumas dicas.

Primeiramente, vamos aumentar a velocidade de acesso ao seu HD transformando-o em um servidor de rede. Só faça isso se seu computador tiver 32MB de RAM ou mais:
<ol>
	<li>Vá em Iniciar, Configurações, Painel de controle, Sistema;</li>
	<li>Clique na guia Desempenho e no botão Sistema de arquivos;</li>
	<li>No campo "Função deste computador", escolha a opção "Servidor de rede";</li>
	<li>Coloque o cursor de "Otimização de leitura antecipada" todo para a direita;</li>
	<li>Clique em Ok em todas as janelas e reinicie o sistema.</li>
</ol>
<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/painel_001.png" border="0" alt="" /></p>

A segunda dica ajudará no desempenho da conexão, principalmente se você apenas navega entre as páginas, sem fazer downloads:
<ol>
	<li>Vá em Iniciar, Configurações, Painel de controle, Rede;</li>
	<li>Na lista de componentes da rede, clique em "Adaptador para rede dial-up";</li>
	<li>Clique no botão Propriedades e sobre a guia Avançado;</li>
	<li>Clique sobre a opção"Tamanho do pacote IP" e no campo "Valor", selecione a opção "Médio";</li>
	<li>Clique em Ok em todas as janelas e reinicie o sistema.</li>
</ol>
<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/painel_002.png" border="0" alt="" /></p>

<h3><a name="TOC-A-linha-telef-nica"></a>A linha telefônica</h3>
A última dica é sobre a instalação da linha telefônica. Para isso, convém consultar sua operadora e/ou chamar um técnico de sua confiança, principalmente se não tiver experiência com esse tipo de instalação. Verifique os seguintes pontos na instalação:
<ul>
	<li>Verifique se a instalação de sua casa, trocando os fios danificados, amassados e dobrados.</li>
</ul>
<ul>
	<li>erifique se não existem conectores oxidados, quebrados, frouxos ou com mau-contato. Se necessário troque-os.</li>
</ul>
<ul>
	<li>Refaça emendas e as ligações dentro dos conectores.</li>
</ul>
<ul>
	<li>Verifique se, ao tirar alguns telefones do gancho ocorrem ruídos ou estalos na linha. Se ocorrerem, leve o aparelho à uma assistência técnica ou troque-o.</li>
</ul>
<ul>
	<li>Tire o fone do ganho, tecle um número qualquer para que o sinal de linha cesse. A linha deve ficar totalmente muda, antes que soe o sinal de ocupado. Se ocorrerem ruídos ou linhas cruzadas, entre em contato com a operadora pedindo uma revisão.</li>
</ul>
<em>Observe que um serviço telefônico de boa qualidade é um direito seu. Não tenha vergonha de pedir revisões periódicas na linha, sempre informando à operadora que você é usuário da Internet.</em>

Outra coisa interessante de se fazer, que melhora bastante a conexão é refazer a instalação de modo que a linha venha do poste ou caixa de entrada diretamente para o micro, e só daí vá o telefone principal e suas outras extensões.
<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/linha_comutador.png" border="0" alt="" /></p>

Como não é bom deixar a linha sempre conectada ao modem, devido à tempestades e outros acidentes que podem ocorrer, você pode instalar uma caixa da comutação próxima ao micro, de forma que ao usar a Internet, todos os outros telefones da casa fiquem desligados, e quando os telefones funcionam, o micro não interfere na linha.

Existem caixas comutadoras comerciais, mas se você tem habilidade com montagens eletrônicas pode fazer uma. O esquema que segue abaixo é o que eu uso em casa. A montagem é simples e deve ser feita em uma caixa plástica que pode ser fixada na parede próxima ao micro.
<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/chave_comutadora.png" border="0" alt="" /></p>

Essas dicas devem melhorar bastante sua conexão com a Internet, pelo menos até que chegue a banda larga. ;-)

Qualquer dúvida, estamos à disposição...]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Redes e conectividade]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/redes-e-conectividade#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 23:26:36 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=354</guid>
		<description><![CDATA[Artigos completos sobre Internet, redes, wireless, roteadores, modems, interfaces de redes, monitoramento, cabeamento e conectividade em geral.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>%%listArticles%%</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Hardware e periféricos]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 23:20:24 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Artigos técnicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=319</guid>
		<description><![CDATA[Artigos completos sobre computadores, processadores, memórias, periféricos, instalações elétricas e tudo mais relacionado a hardware.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>%%listArticles%%</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Um pouco sobre o SATA]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos/um-pouco-sobre-o-sata</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/hardware-e-perifericos/um-pouco-sobre-o-sata#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 23:12:45 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[Hardware e periféricos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=313</guid>
		<description><![CDATA[O padrão de comunicação em série para unidades de disco de alta velocidade que derrubou o velho IDE.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/sata_logo.gif" border="0" alt="Um pouco sobre o SATA" /></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Desde o começo de 2003 o padrão Serial ATA (ou SATA) está rolando no mercado. Só que muitos técnicos e principalmente usuários ainda não viram a tal portinha que se prestaria, á princípio, a substituir o ATA paralelo com uma alta performance e baixo custo.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p align="center"> </p>

<p align="center"><em>"Imagina que conheço alguns técnicos que nunca ouviram falar nessa tal revolução ou, se já ouviram, não sabem descrevê-la!"</em></p>


<h3>O padrão PATA</h3>


<p>O padrão ATA - <strong>Advanced Technology Attachment</strong> - é um conjunto de normas responsável pela comunicação entre dispositivos de armazenamento IDE - <strong>Integrated Device Electronics</strong> - e o restante do sistema. O que ele faz é promover uma troca de dados confiável entre sistemas de armazenamento mecânico e principalmente a memória do PC.</p>

<p>Acontece que a comunicação dos dispositivos IDE ocorre de forma paralela. Isso significa o trafego de dados pelo cabo que liga o dispositivo de armazenamento à placa mãe é feito com 16 bits de cada vez (ou 2 bytes).</p>

<p>Barramentos paralelos apresentam um excelente desempenho e boa largura de banda (taxa ou velocidade de transferência muito alta), porém tem uma desvantagem: são altamente susceptíveis a perdas de dados causadas por ruídos e interferências externas e principalmente internas.Veja as imagens:</p>


<table style="font-size: 8pt;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_paralelo.gif" border="0" alt="" /><br />
 Comunicação em paralelo: um <strong>byte</strong> de cada vez</td>
<td></td>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_serie.gif" border="0" alt="" /><br />
 Comunicação em série: um <strong>bit</strong> de cada vez</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>O problema é que um bit trafega pelo fio na forma de uma corrente ou impulso elétrico de alta freqüência. Isso gera campos magnéticos intensos o suficiente para serem captados pelos fios adjacentes que transportam os outros bits, modificando-os e gerando erros nos dados transportados. Além disso, esses cabos têm uma baixa imunidade a ruídos gerados dentro do próprio computador.</p>

<p style="font-size: 8pt;" align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_erro.gif" border="0" alt="" /><br />
 Bit 1 interfere nos bits 0 adjacentes</p>

<p>Essas características limitam o comprimento do cabo paralelo a pouco mais de 40 centímetros. Os cabos também são chatos, rígidos e difíceis de organizar dentro do gabinete, dificultando até mesmo a ventilação do sistema.</p>

<p>Para aumentar as velocidades e manter o padrão mais um tempo em um mercado cada vez mais faminto por desempenho, um novo cabo foi implementado para as interfaces IDE de 66, 100 e 133 MiB/s.</p>

<p>Esse cabo nada mais é do que um cabo IDE paralelo com o dobro de fios, ou seja, ao invés de 40 temos 80 linhas. Os fios adicionais nada mais são do que terras ligados ao gabinete do micro. Esses fios-terra ficam entre cada um dos bits e têm a função de absorver parte da interferência gerada pelos bits adjacentes, desviando-as para a terra.</p>


<table style="font-size: 8pt;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_terra.gif" border="0" alt="" /><br />
 Terra desviando as interferências</td>
<td></td>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_cabohd.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Cabo IDE de 80 vias:<br />
 40 delas são terra</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Essa implementação (ou gatilho para os mais íntimos) melhora bastante o desempenho da interface, permitindo saltar de 33 MB/s para algo perto de 133 MB/s de transferência, mas para por aí. Alguns ainda tentaram ir além, chegando a 166 MB/s, mas não funcionou bem.</p>

<p>Resumindo: a tecnologia PATA (Paralell ATA - ATA Paralelo) chegou ao seu limite técnico e algo precisava ser feito.</p>


<h3><a name="TOC-Finalmente-o-SATA"></a>Finalmente, o SATA</h3>


<p>A comunicação serial foi deixada de lado nos primórdios do PC, onde reinava praticamente soberana a boa e lenta porta serial padrão RS232; a famosa portinha do mouse! Os fabricantes desenvolviam barramentos paralelos cada vez mais velozes e eficientes, porém cada vez mais curtos e críticos. Daí surgiu a família AGP, PCI e companhia.</p>

<p>Isso durou até a aparição do famoso e hoje já bastante popular USB - Universal Serial Bus e também das redes de computadores modernas, de alta performance como as <strong>Fast Ethernet</strong> e <strong>Gigabit Ethernet</strong>, entre outros padrões.</p>

<p style="font-size: 8pt;" align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/porta_usb.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Cabo e portas USB. Já bastante populares.</p>

<p>Então, só a algum tempo atrás os tecnólogos viram que o futuro da comunicação dos PCs está na comunicação serial, onde apenas um bit é transportado de cada vez. Essa característica permite a implementação de técnicas de proteção desse bit, de forma mais eficiente do que no barramento paralelo, permitindo grandes velocidades e por distâncias bem maiores.</p>

<p>Esse também foi o rumo adotado para as novas interfaces de disco de alta velocidade. O <strong>Serial ATA</strong> implementa uma comunicação bit a bit com uma velocidade de 1,2 gigabits por segundo, equivalendo a aproximadamente 150 megabytes por segundo. A versão mais recente é capaz de dobrar esta velocidade, chegando a 300 megabytes por segundo, apenas melhorando os protocolos de comunicação e a qualidade dos conectores e cabos.</p>

<p>As possibilidades do SATA não param por aí. Além de flexível, o cabo pode ter até 1 metro de comprimento, permitido uma melhor organização e ventilação do gabinete. O padrão também suporta o "Hotplug", o que significa dizer que é possível substituir o dispositivo SATA mesmo com o PC ligado, mas isso depende do chip controlador; característica essencial para servidores e estações de alta performance. Essa interface já está disponível em muitas placas mãe modernas e chama-se E-SATA.</p>

<p style="font-size: 8pt;" align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/hdsata.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Interface de um HD Serial ATA</p>


<table style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center; font-size: 8pt;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/pci_express.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Conectores PCI-Express<br />
 e um PCI tradicional (dir).</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Outras interfaces paralelas também já tiveram seus dias contados. É o caso da velha PCI e do AGP que já estão sendo substituídos pela PCI Express. Advinha! O PCI Express é serial.</p>

<p>Ao lado você vê três slots PCI Express. Da esquerda para a direita temos um PCI Express 16X, dois PCI Express 1X e um PCI paralelo tradicional.</p>

<p>Vale também citar a evolução do SCSI, interface para discos usada em servidores. Já está rolando no mercado o SCSI serial, mais conhecido como Serial Attached SCSI ou SAS.</p>


<h3><a name="TOC-O-segredo-do-sucesso-"></a>O segredo do sucesso!</h3>


<p>São dois os segredos para se conseguir essas altas taxas de transferência: a blindagem que faz o aterramento do cabo e a simetria do bit transferido.</p>

<p style="font-size: 8pt;" align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/sataxpata.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Comparação entre um cabo IDE paralelo, acima e um SATA</p>

<p>A primeira já e bem conhecida, mas só ajuda realmente se o computador estiver corretamente aterrado. Por isso a ajuda de um bom eletricista para fazer a instalação elétrica que receberá o computador é uma boa idéia.ou você corta o pino do meio da tomada?</p>

<p>A segunda foi herdada das redes de computadores e também é usada no USB. Nesse método, dois bits, um oposto ao outro, são enviados ao mesmo tempo por dois fios no mesmo cabo. A interação entre esses dois bits opostos causa um "cancelamento" das interferências de um no outro e cria uma espécie de barreira de alta freqüência que impede que ruídos externos afetem o dado que está sendo transferido pelo cabo.</p>

<p>Veja como funciona na imagem abaixo onde TX corresponde ao transmissor ou remetente e RX ao receptor ou destinatário dos bits:</p>

<p style="font-size: 8pt;" align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_simetrica.gif" border="0" alt="" /><br />
 Dados simétricos sendo transferidos</p>

<p>Além disso, a comunicação ocorre em modo "Full duplex", ou seja, a troca de dados ocorre em mão dupla e ao mesmo tempo. Para isso, temos duas linhas de comunicação opostas entre o dispositivo e a controladora, o que permite dobrar a banda de um único canal.</p>


<table style="font-size: 8pt;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_fullduplex.gif" border="0" alt="" /><br />
 Comunicação em Full duplex</td>
<td></td>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_cabo.gif" border="0" alt="" /><br />
 Construção do cabo SATA<br />
 40 delas são terra</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Abaixo temos a aparência do conector e do cabo serial ATA adotado atualmente. No futuro, com o aumento das especificações técnicas, pode ser necessário usar outros tipos de conectores.</p>


<table style="font-size: 8pt;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/sata_foto1.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Conector SATA na placa mãe</td>
<td></td>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_foto2.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Conectores SATA</td>
<td></td>
<td style="text-align: center;"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/hardware/com_foto3.jpg" border="0" alt="" /><br />
 Cabo SATA</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Após tudo isso, deixo pra vocês uma pergunta: porquê, com mais de um ano de vida, o SATA ainda não se popularizou?</p>

<p>Por enquanto é o que temos, aproveita para discutir o assunto no nosso <a rel="nofollow" href="/forum">Fórum CataBits</a>.</p>

<p>Até a próxima...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Artigos técnicos]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 23:10:55 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category />
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=300</guid>
		<description />
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/artigos.jpg" alt="Artigos técnicos" /></td>
<td style="text-align: center; font-weight: bold">Nesta seção os visitantes do site podem encontrar diversos artigos técnicos, dicas, passo-a-passos, tutoriais e opiniões profissionais sobre diversos assuntos relacionados à informática, tecnologia, telecomunicações, segurança da informação, eletroeletrônica, cursos, eventos e mercado de trabalho.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="border: 1px dotted #ff0000; margin: 10px 30px 10px 30px; padding: 8px; background-color: #ffffcc; color: #ff0000; font-size: 8pt;"><strong>Atenção!</strong><br />
 Os artigos assinados e as opiniões neles apresentadas são de responsabilidade de seus autores e não necessariamente refletem as opiniões ou idéias do proprietário deste site. Normalmente permitimos a cópia deste material, mas sempre verifique as permissões no final de cada artigo e também é essencial que o interessado em copiar algum conteúdo entre em contato com o proprietário deste site, com o autor do artigo e que cite todos os links para o conteúdo original.</div>


<p>Para contribuir com esta seção, envie seu artigo para avaliação seguindo o formato aproximado de qualquer outro artigo já publicado no site. Após a aprovação da equipe, o seu artigo será publicado com os devidos créditos.</p>


<h2>Categorias</h2>


<p>%%artSubPages=300%%</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Gerenciamento de links]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/gerenciamento-de-links</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/gerenciamento-de-links#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 4 Dec 2008 08:20:46 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Wallace Vianna</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/wallyvianna</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=510</guid>
		<description><![CDATA[Na falta de uma hospedagem que gerencie links quebrados, o webdesigner deve ter um fluxograma da estrutura de seu site.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Todo site com conteúdo dinâmico ou que muda/evolui ao longo do tempo deve ter estruturas que gerenciem links movidos ou removidos, até porque os buscadores e usuários podem manter links antigos no cache e nos favoritos por mais tempo do que o esperado.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Bons provedores de hospedagem fornecem este tipo de redirecionamento, através de uma página (definida pelo provedor ou pelo proprietário do site) que informa um link inexistente.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/gerenciamento-de-links/pg-movida.png" alt="" /><br />
 <small>Figura 1</small></p>

<p>Na falta de uma hospedagem que gerencie links quebrados, o webdesigner deve ter um fluxograma da estrutura de seu site. Antes de projetar a nova versão do site deve fazer uma lista das principais páginas antigas, e repeti-las na versão nova, mas tendo como conteúdo apenas a informação de que a página foi movida ou não existe mais.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/gerenciamento-de-links/organograma.png" alt="" /></p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/gerenciamento-de-links/pg-original-movida.png" alt="" /><br />
 <small>Figuras 2 e 3</small></p>

<p>No segundo caso – hospedagem que não forneça gerenciamento de links quebrados - uma tag/marcação que direcione automaticamente a página “antiga” para a página “nova” resolve a questão de modo rápido.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/gerenciamento-de-links/tag-meta1.png" alt="" /><br />
 <small>Figura 4</small></p>

<p>Aqui é particularmente útil o projetista de internet (ou webdesigner) saber quais as opções do navegador que podem interferir na navegação, e quepodem ser desabilitadas no computador do internauta. Muitos computadores estão num contexto (escolas, acesso público) em que a programação (scripts) e recursos de navegação podem estar desabilitados por questão de segurança (para não baixar vírus ao computador do usuário) ou restringir acesso a sites “não-permitidos” no ambiente. Nesse sentido, código “redundante” (que pode ser interpretado por alguns como “obsoleto”) pode ser efetivo para essas situações. Por exemplo, caso a tag META de redirecionamento esteja desabilitada no navegador (computador?) do usuário, um link “comum” para a nova localização deve existir na página, ou alerta de que scripts podem estar desabilitados no navegador (tag NoScript).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/gerenciamento-de-links/tag-meta2.png" alt="" /><br />
 <small>Figura 5</small></p>

<p>O redirecionamento de URLs também é útil para criar um endereço “curto” - para seu site ou página, facilitando o acesso. Como existem sites especializados em criar esses endereços curtos, se o redirecionamento for por curto prazo de tempo, utilizar uma URL do tipo "http://seusite.dominioY.com" pode ser uma boa solução de custo-benefício.</p>

<p>Se, ao contrário, o redirecionamento – ou URL “curta” – for utilizada por longo prazo (ou se uma URL mais personalizada for necessária para passar imagem mais profissional, sem usar subdomínios de terceiros) deve-se considerar a configuração de alias (apelidos ou URLs curtas) no servidor (http://nomedosite.com).</p>

<p>Por fim, ao criar estrutura de pastas e subpastas em seu site, lembre-se de sempre ter uma página index em cada subpasta (ou sub-nível) de seu site. Isso facilita a navegação por “texto” permitindo o usuário navegar digitando o caminho através das subpastas do site.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/gerenciamento-de-links/pastas-e-paginas.png" alt="" /><br />
 <small>Figura 6</small></p>

<p>Enfim, gerenciamento (direcionamento e redirecionamento) de links e endereços na web é uma prática necessária para quem projeta conteúdo para a internet.</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Estruturas de navegação (Parte 2)]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-2</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 03:24:01 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Wallace Vianna</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/wallyvianna</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[Nesta conclusão, vamos analisar os diversos tipos de estruturas de micronavegação que podemos encontrar e projetar em um site.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p style="border-top: 2px solid #c0c0c0; border-bottom: 2px solid #c0c0c0; padding: 5px 10px 5px 10px; margin-left:30px; margin-right:30px" align="center">Se você ainda não leu, acesse a <a href="/blog/artigos-tecnicos/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-1">primeira parte</a> deste artigo.</p>


<h3>4) Estruturas de MicroNavegação:</h3>


<p>Compreenderiam o modo como a informação é acessada/visualizada, dentro de uma mesma página ou dentro de um conjunto de páginas de hipertexto.</p>


<h4>BreadCrumb Trails (trilhas de migalhas de pão)</h4>


<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image028.png" alt="" /><br />
 <small>Figura 22: BreadCrumbs Trails1, uma estrutura <br />
 para navegação profunda; navegação normalmente <br />
 linear, mas que indica ao internauta o caminho<br />
 percorrido (ou existente) até ali.</small></p>

<p>Os BT (BreadCrumb Trails) para poder indicar exatamente o caminho percorrido de maneira não-linear (como o histórico do navegador), devem ser implementados por programação. Se não, acabam sendo uma barra de navegação comum.</p>


<h4>TrackBacks (trilhas reversas)</h4>


<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image029.jpg" alt="" width="500" /></p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image030.jpg" alt="" width="500" /><br />
 <small>Figuras 23 e 24: TrackBack (TB) ou Trilha Reversa – recurso utilizado em blogs<br />
 que visa ajudar a estruturação de hipertexto; aqui, links são gerados na página de destino por meio de um link reverso.</small></p>

<p>O TB funciona da seguinte forma: sempre que se faz um link para um “texto X” dentro de um “corpo fechado”[2] ao final do “texto X” é criada automaticamente  tabela de todos os links que apontam para ele. Como é um caminho de mão dupla, isso faz com que o leitor do “texto X” acesse todos os textos relacionados a ele, ampliando base de informação sobre o assunto tratado. O TB depende da existência de “corpos fechados”; assim sendo, quando o TB não é possível (quando o link para o “texto X” parte de uma página localizada em um “corpo aberto”) os comentários dos leitores (a rede social da blogosfera ou da internet) acabam cumprindo essa função de apontar os textos relacionados, através de links “comuns”.</p>

<p>Essa restrição visa tanto não criar uma lista infinita de links reversos, como limitar os links desejáveis. Por outro lado essa estrutura normalmente só é desejável em Blogs.</p>


<h4>Links externos</h4>


<p>Para documentos e pontos intradocumento que estejam:</p>


<ul>
		<li>na mesma janela</li>
		<li>em nova janela (ou janelas de salto - pop-ups)</li>
		<li>em camadas</li>
</ul>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image031.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image032.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/externo-camada.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" align="center"><small>Fig.25 Links exibidos numa mesma janela do navegador ou em nova<br />
 janela; apontando para novas páginas ou pontos específicos da página.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>A interface desse tipo de navegação pode se dar com exibição/ocultação de links (menus ou barra de navegação verticais/ horizontais).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image033.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.26 Interface para hipervínculos/hyperlinks. Como cita SANTOS (2008) <br />
 “A opção por usar um tipo ou outro está mais ligada ao aspecto da página (desenho) do que a questões técnicas”.</small></p>

<p>Os pontos favoráveis, no caso do link apontar para conteúdo de terceiros, consistem na atualização do conteúdo ao longo do tempo, a cargo do autor do link de destino.</p>

<p>Os pontos negativos compreendem:</p>


<ul>
		<li>eventuais links quebrados ao longo do teempo se a página for retirada ou mudada de lugar sem redirecionamento;</li>
		<li>falta de projeto de navegação no uso de frames/quadros: pode-se exibir o cabeçalho de outro site dentro do frame/quadro principal.</li>
</ul>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image034.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image035.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Fig.27 Links quebrados ou mal estruturados.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>Navegação hipermídia (vídeo, animação ou áudio)</h4>


<p>É uma estrutura de hipertexto em conteúdo multimidia (animação, vídeo e/ou áudio); são links que apontam para posições da mídia reproduzindo a informação a partir do ponto desejado.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image036.jpg" alt="" width="500" /><br />
 <small>Fig.28 Conteúdo multimídia (áudio, vídeo, animação) longo pode ser sumarizado através de links descritivos.</small></p>

<p>Esse tipo de navegação cria uma sumarização de conteúdo não-textual longo (áudio, vídeo, animação);</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image037.jpg" alt="" width="240" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image038.jpg" alt="" width="240" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image039.jpg" alt="" width="240" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image040.jpg" alt="" width="240" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Fig.29 Exemplo de site que indexa conteúdo de vídeo, com sumário curto e descritivo. <br />
 Interface desenvolvida em Flash (mas conceitos independem da tecnologia utilizada).</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>A crítica que se pode fazer é que, na Internet, o usuário pode ficar dependente da tecnologia para acessar o conteúdo multimídia se o player/tocador de mídia não existir no lado cliente (navegador ou sistema operacional). Se o navegador do internauta precisar de plug-in ou codec para exibir a mídia (áudio, vídeo, animação vetorial) fica impossibilitado de acessar o conteúdo (até instalar o software necessário).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image041.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.30 Atrelar o conteúdo à tecnologia (no lado cliente) pode impedir o acesso a informação.</small></p>


<h4>Links internos</h4>


<p>Que apontam para pontos intradocumento.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image042.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/interno-camada.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Fig.31 Exemplos de links internos</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>Exibição/ocultação de conteúdo</h4>


<p>O conteúdo está "inline" (na linha do texto)</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image043.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.32 Exemplos de links para conteúdo inline.</small></p>

<p>O conteúdo está "inpage" (na página)</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image044.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.33 Exemplos de links para conteúdo in-page (na própria página)</small></p>

<p>O conteúdo está "over-the-page" (sobre a página)</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image012.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.34 Exemplos de links pra conteúdo Over-the-page (sobre a página).</small></p>

<p>Essas estruturas proporcionam rápida contextualização e compreensão do conteúdo (não depende de carregar uma nova página ou janela para acessar a informação) além de evitar acesso indireto, como no caso dos frames/quadros.</p>

<p>Os contras existem apenas se houver exibição de conteúdo de terceiros, pois este pode ficar desatualizado ou indisponível.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image045.jpg" alt="" width="240" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image046.jpg" alt="" width="240" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Fig.35 Conteúdo desatualizado ou indisponível.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Conclusões:</h3>


<p>Estas são as situações mais comuns que o projetista de internet (webdesigner) pode se deparar no projeto de sites. Como o objetivo deste texto é discorrer sobre os prós e contras de cada decisão projetual, vale ressaltar que novas necessidades/conteúdos demandam novas soluções; assim sendo este texto é uma base para se evitar erros básicos no presente e para fomentar criação de soluções inovadoras, no futuro.</p>

<p>_____________________________________________<br />
 <small><strong>Bibliografia:</strong><br />
 BRUSILOVSKY, Peter; User Modeling and User-Adapted Interaction, Holanda, Kluwer Academic Publishers, 2001<br />
 SANTOS, Robson; <a rel="nofollow" href="http://interfaceando.blogspot.com/2008/01/sistemas-de-navegao-em-ai.html" target="_blank">Sistemas de navegao em ai</a>, <a rel="nofollow" href="http://interfaceando.blogspot.com" target="_blank">Blog Interfaceando</a>, acessado em fevereiro de 2008.</small></p>

<p><small>[1] Além dos estados do link (página ativa, visitada e não-visitada) há os BreadCrumb Trails (trilhas de migalha de pão) ou BCT que se subdividem em BCT de localização, caminho e atributo. Cada uma dessas categorias tem a função de orientar o internauta durante a navegação dentro de um hipertexto e cumprem razoavelmente bem esse papel como os sinais de trânsito (se o leitor estiver informado sobre essas regras).</small></p>

<p><small>[2] “Corpos fechados” segundo BRUSILOVSKI (2001) estão relacionados com sistemas de recuperação de informação que fazem “busca dentro de um site”; neste exemplo uso o termo para me referir a um conjunto de páginas relacionadas dentro de um blog, site de blogs ou blogs que compartilhem uma mesma estrutura de TrackBacks ou links reversos.</small></p>

<p style="border-top: 2px solid #c0c0c0; border-bottom: 2px solid #c0c0c0; padding: 5px 10px 5px 10px; margin-left:30px; margin-right:30px" align="center">Se você ainda não leu, acesse a <a href="/blog/artigos-tecnicos/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-1">primeira parte</a> deste artigo.</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Estruturas de navegação (Parte 1)]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-1</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 May 2008 19:37:28 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Wallace Vianna</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/wallyvianna</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=621</guid>
		<description><![CDATA[Este texto procura discorrer sobre Estruturas de navegação interativa em hipertexto e hipermídia, com análise crítica sobre estas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<dl> <dt><strong>Resumo:</strong></dt> <dd>Este texto procura discorrer sobre Estruturas de navegação interativa em hipertexto e hipermídia, com análise crítica sobre estas.</dd> </dl> <dl> <dt><strong>Palavras-chave:</strong></dt> <dd>Hipertexto, estruturas, navegação</dd> </dl> <dl> <dt><strong>Abstract:</strong></dt> <dd>This article discuss navigation structures in hypertext and hypermedia with critical analisys about them.</dd> </dl> <dl> <dt><strong>Keywords:</strong></dt> <dd>Hypertext, hypermedia, structures, navigation.</dd> </dl>


<p style="text-align:center; color: #c0c0c0; font-weight: bold">__________________________________________________</p>

<p>O texto que inspirou este artigo é o “<strong>Sistemas de navegao em AI</strong>” de <em>Robson Santos</em>, que discorre sobre estruturas de navegação em hipertexto. Aproveitando as definições de Robson, procuro desenvolver o seu raciocínio aqui, detalhando como se dão estas estruturas, com uma leitura crítica sobre elas.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image001.png" alt="" width="240" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image002.png" alt="" width="240" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Fig.1 Navegações do ponto de vista da interação.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Quando se fala sobre estruturas de navegação podemos dividi-las em <strong>navegação interativa</strong> e <strong>navegação não-interativa</strong>.</p>

<p>A <strong>navegação interativa</strong> se dá com ação do usuário. A web, aplicações em CD/DVD ou para PCs seriam os melhores exemplos de navegação interativa, que ocorre em camadas (de apresentação e de interface) percebidas pelo navegante.</p>

<p>Esse tipo de navegação se destina a conteúdo de hipertexto/hipermídia, onde o navegante decide a ordem pela qual deseja acessar uma informação fragmentada ou distribuída em várias páginas/telas ou mídias. A falta de projeto ou recursos de acessibilidade ou adaptatibilidade podem acarretar retardo ou ineficácia na apreensão do conteúdo.</p>

<p>A <strong>navegação não-interativa</strong> ocorre independente do espectador, ou seja, ocorre como apresentação de um conteúdo. Aplicações para quiosques e visitas guiadas poderiam ser bons exemplos de navegação não-interativa.</p>

<p>Do ponto de vista do espectador, na navegação não-interativa a apresentação é freqüentemente linear (mesmo que sua organização seja não-linear) e ocorre em uma única camada - de apresentação de conteúdo - mesmo que seja estruturada em mais de uma camada.</p>

<p>Essa navegação se destina a apresentação passiva (ou definida pelo autor), onde a compreensão do conteúdo está diretamente ligada a sua organização ou forma de apresentação.</p>

<p>Este texto procura discorrer sobre estruturas de navegação interativa.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image003.png" alt="" width="500" /><br />
 <small>Fig.2 Navegação do ponto de vista da estrutura e da profundidade.</small></p>


<h3>1) Estruturas de MacroNavegação:</h3>


<p>Compreenderiam o modo como o usuário/internauta percebe um conjunto de páginas de hipertexto.</p>

<p>Segundo Santos (2008) se dividem em Sumários, Índices, Mapa de navegação e Visita guiada.</p>

<p><strong>Sumários e índices</strong> possuem a mesma função da informação em papel, organizar o conteúdo de modo geral ou por ordem cronológica, alfabética ou de assunto.</p>

<p>Esse tipo de organização é necessária em sites com grande conteúdo textual (sites acadêmicos, enciclopédias, livrarias, p.ex.). No caso de uma sumarização/indexação longa, pode ser recomendada a criação de tópicos com exibição/ocultação do conteúdo.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image004.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.3 Sumarização ou indexação; organização geral ou específica.</small></p>

<p><strong>Mapas de navegação</strong>, como os mapas geográficos, possuem nível de abstração (sinais contextuais e representativos) que nos auxiliam na localização do conteúdo ou informação.</p>

<p>Esse tipo de organização é necessário em sites de grande complexidade, porém pressupõem um projeto, como na mídia impressa (livros, revistas). Como em qualquer sistema digital de localização, pode ser complementado por um sistema de busca por palavra-chave, uma vez que pode não dar conta de direcionar o usuário plenamente.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image005.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.4 Mapeamento da navegação: estrutura de localização ou diretório.</small></p>

<p><strong>Visita guiada</strong> tem por objetivo introduzir o usuário a áreas de maior complexidade – ou conteúdo – num sistema (de informação, p.ex.).</p>

<p>Esse tipo de navegação faz fronteira com a apresentação ou tutorial (no caso, de navegação num sistema de informação). Portanto deve ser bem planejada para atingir o(s) seu(s) objetivo(s) - apresentar ou ensinar algo. Uso de narração em áudio não dispensa legendas, para usuários sem placa de som. Legendamento é particularmente útil para usuários não-fluentes em outros idiomas (se o conteúdo narrado for em inglês).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image006.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.5  Visitação guiada: forma de tutorial ou sistema<br />
 de informação, normalmente linear. Pode se dar <br />
 com ou sem interação - ou ação - do usuário.</small></p>


<h3>2) Macroestruturas de navegação:</h3>


<p>Compreenderiam como as páginas são organizadas ou como se apresentam.</p>


<h4>Página única</h4>


<p>Neste exemplo, todo o conteúdo ocorre numa única página, em uma única janela do navegador. É a navegação clássica que deu origem à WWW (World Wid Web ou Rede Mundial de Computadores).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image007.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.6 Navegação em uma única tela ou <br />
 interface: navegação tradicional.</small></p>


<h4>Frames/quadros</h4>


<p>Aqui o conteúdo é exibido em uma única janela do navegador, mas distribuído em duas ou mais páginas.</p>

<p>Muito se fala sobre a má usabilidade dos frames (ou quadros) quando colocados no ambiente de hipertexto. De fato, nos framesets – ou conjunto de quadros/páginas – um dos frames é a barra de navegação (ou tópicos do texto) e os demais são os textos destes tópicos.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image008.jpg" alt="" /><br />
 <small>Figura 7: Frames ou quadros: exibição simultânea<br />
 de diversos conteúdos numa única interface: do lado <br />
 esquerdo a página com os tópicos, à direita <br />
 páginas com o conteúdo, em separado.</small></p>

<p>Caso o usuário faça uma pesquisa num buscador e acesse um texto fora do contexto dos frames (sem os tópicos ou navegação entre as páginas) o entendimento do texto fica prejudicado.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image009.jpg" alt="" /><br />
 <small>Figura 8: Navegação em frames (ou quadros)<br />
 – o internauta que acessa uma página não<br />
 possui navegação para as demais.</small></p>

<p>Uma solução simples para esse problema está em colocar uma programação que force as páginas fragmentadas a ocorrerem sempre no conjunto de frames (frameset), exibindo a barra de navegação, que por sua vez estrutura e dá acesso ao texto completo. Ou um link que abra o frameset de origem, em outra janela do navegador.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image010.jpg" alt="" /><br />
 <small>Figura 9: Programação (script) força a exibição<br />
 do conjunto de frames (frameset).</small></p>


<h4>Janelas “de salto” ou pop-ups</h4>


<p>Aqui o conteúdo secundário é exibido em uma segunda tela (menor) do navegador, por ser secundário ou para forçar consistência do layout em resoluções de tela variadas.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image011.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig. 10: pop-up: interface de conteúdo secundário <br />
 ou complementar, sobre a página principal.</small></p>

<p>O seu uso abusivo além de problemas de navegabilidade (navegação distribuída em várias janelas pode confundir o usuário) deu origem aos bloqueadores de pop-ups (add-ins ou acréscimos internos) nos navegadores, que por sua vez esbarra na incapacidade de muitos usuários novatos em acessar sites em pop-ups. Esse fato levou aos projetistas de internet (webdesigners?) a voltar a desenvolver conteúdo em página única ou em camadas.</p>


<h4>Camadas (ou layers)</h4>


<p>Uma prática dentro do conjunto de conceitos que se convencionou chamar de “web 2.0”, é exibir conteúdo secundário in-page (dentro da página) e over-the-page (sobre a página), criando diversas camadas de informação numa mesma interface ou tela.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image012.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.11 Interface em camadas, sobre a página: interface única, conteúdo múltiplo.</small></p>

<p>Camadas que restringem o acesso a página são o equivalente às telas de alerta do sistema operacional e devem ser utilizadas quando o conteúdo da camada é dinâmico e está diretamente relacionado à página (upload/envio de imagens por exemplo); camadas móveis (arrastáveis) reproduzem a experiência das janelas-pop-up (informar sem interferir com o acesso à página); camadas fixas devem ser utilizadas quando o conteúdo da camada está relacionado a determinado ponto da página (alerta para preencher campo de formulário, por exemplo).</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image013.jpg" alt="" width="160" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image014.jpg" alt="" width="160" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image015.jpg" alt="" width="160" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" align="center"><small>Fig.12 Camadas restritas, móveis ou fixas: navegação dependente da interface.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Uma prática pouco recomendável é a propaganda em camadas animadas com opção de fechar pouco clara, reproduzindo o problema dos pop-ups (conteúdo intrusivo). Os banners expansíveis, por exemplo, não padecem desse problema por serem fixos e terem exibição dependente do cursor sobre o banner (camada).</p>

<p>Santos (2008) propõe algumas topologias para as estruturas de navegação em hipertexto: topologia em árvore, em teia, navegação mista e linear.</p>


<h3>3) Estruturas de navegação</h3>


<p>Compreenderiam o modo como as páginas se relacionam entre si, ou como se organizam um conjunto de páginas no tocante ao seu acesso.</p>


<h4>Topologia em árvore</h4>


<p>Navegação estruturada (linear: breadcrumb, índice, mapa do site, visita guiada).</p>

<p>Neste caso a navegação é estruturada de forma hierarquizada, de cima para baixo, de modo geral (topo da árvore) ou em blocos (ramos da árvore).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image016.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.13 Topologia em árvore: organização clássica da navegação.</small></p>

<p>O ponto negativo é que este tipo de navegação pode engessar o acesso à informação: para acessar um ponto de outro ramo, deve-se voltar ao topo da árvore (ou página inicial).</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image017.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.14 Estrutura tradicional amarra a navegação<br />
 ao menu principal, colocando pelo menos um clique<br />
 a mais entre a origem e o destino.</small></p>


<h4>Topologia em teia</h4>


<p>É a navegação não-estruturada (internet). Aqui, qualquer página pode levar para qualquer outra página, dentro ou fora do site (estrutura de hipertexto) que originou o link.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image018.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.15 Navegação em teia: uma única tela pode remeter<br />
 o visitante para fora de seu site (sem retorno direto) ou<br />
 gerar interface de navegação confusa com muitas<br />
 opções (menu, lista vertical e/ou horizontal, etc.).</small></p>

<p>No caso de links que apontam para um “corpo fechado” (site ou conjunto de páginas de um hipertexto) há que se estruturar os links para que o conteúdo possa ser compreendido ao ser acessado de forma linear ou não-linear.  A barra – ou menu – de navegação seria uma solução nesse sentido.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image019.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.16 Barra de navegação permite navegação linear ou não-linear.</small></p>

<p>No caso de links que apontam para “corpos abertos” (sites ou páginas na internet) há que se considerar no projeto links quebrados ou momentaneamente inacessíveis ao longo do tempo.</p>

<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image020.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.17 Navegação externa pode levar a links quebrados <br />
 ou indisponíveis. Ocultação de links indisponíveis <br />
 ou programação que gere alerta automático sobre eles<br />
 pode ser uma solução.</small></p>


<h4>Navegação mista (com barra de navegação ou menus)</h4>


<p>Neste exemplo há uma navegação hierarquizada, mas que pode ser acessada em orientação variada (diagonal, vertical, horizontal). Sistemas de recuperação de informação (quiosques, enciclopédias, p.ex.) portais de informação (universidades, notícias) fazem uso desse tipo de navegação, que precisa ser estruturada de forma a manter a consistência da informação.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image021.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image022.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Fig.18 Navegação mista, quando organizada, pode ter mais de uma opção de<br />
 navegação. Um menu principal (geral) e um menu secundário podem ser complementares.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>O uso de pop-ups aqui pode gerar certos tipos de inconsistências se estes:</p>


<ul>
		<li>forem acessado diretamente, e as informaações ali contidas forem dependentes ou relacionadas a outra(s) página(s)</li>
		<li>não possuírem link ou informação que remmeta ao site/página de origem, conforme o caso anterior</li>
</ul>


<p align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image023.jpg" alt="" /><br />
 <small>Fig.19 Pop-ups acessados diretamente podem <br />
 remeter a navegação truncada ou incompleta.<br />
 Incluir tags (meta) que impeçam indexação<br />
 em sistemas de busca pode ser solução para o primeiro<br />
 problema. Informar qual a página de origem de pode<br />
 resolver o segundo problema.</small></p>


<h4>Navegação linear</h4>


<p>Num exemplo semelhante ao caso anterior, dentro de uma navegação linear (onde uma página leva à outra imediatamente posterior ou anterior) o usuário que acessa uma página aleatoriamente é obrigado a fazer a navegação completa, antes de usar o histórico do navegador, p.ex.; fica assim sem possibilidade de pular páginas previamente para acelerar a navegação. Se o texto estiver fragmentado em um número considerável de páginas, a compreensão do conjunto é comprometida – ou retardada - na mesma proporção.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image024.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image025.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Figura 20: Navegação linear – o internauta só percebe a estrutura se fizer toda a navegação.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>A solução para essa situação está em incluir uma barra de navegação em todos os fragmentos de texto. Como existem diversas formas e variantes da implementação desta barra[1], esse tipo de estruturação será, na maioria das vezes, suficiente para garantir a compreensão do texto, independente da forma em que for acessado.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image026.jpg" alt="" /></td>
<td align="center"><img src="http://geocities.yahoo.com.br/wallyvianna/blog/estruturas-de-navecacao/image027.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" align="center"><small>Figura 21: Barra de navegação em todas as páginas – o internauta percebe<br />
 a estrutura do texto pela barra, que funciona como um índice ou sumário.</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p style="border-top: 2px solid #c0c0c0; border-bottom: 2px solid #c0c0c0; padding: 5px 10px 5px 10px; margin-left:30px; margin-right:30px" align="center">Agora, acesse a <a href="/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/estruturas-de-navegacao-parte-2">segunda parte</a> deste artigo.</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Criando uma conta "seunome@msn.com"]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/criando-uma-conta-seunomemsncom</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/criando-uma-conta-seunomemsncom#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 3 Oct 2007 18:06:30 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=530</guid>
		<description><![CDATA[Quem não conseguir é porque não sabe ler, ver figuras ou é muito bizonho(a) porque está tudo explicadinho e testadinho.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Não é lá muito fácil criar uma conta de e-mail "seunome@msn.com". É que pra criar uma conta assim, curtinha, precisamos ter o "MSN Explorer", um pseudo-navegador que seria, mas nunca foi o provável substituto do "Internet Explorer".</strong></p>

<p>Então, sem mais enrolação, vamos ao trabalho...</p>


<ol>
		<li>Baixe o MSN Explorer, de preferência em português, do endereço <a rel="nofollow" href="http://explorer.msn.com.br/install.htm" target="_blank">http://explorer.msn.com.br/install.htm</a>;</li>
		<li>Conecte-se à Internet se já não estiver;</li>
		<li>Inicie a instalação dando 2 cliques no arquivo baixado;


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_01.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Na primeira tela interativa, aceite o contrato de licença;


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_02.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Se um "Alerta de segurança do Windows" abrir, clique em "Desbloquear";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_03.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Na caixa seguinte, "Usar o MSN Explorer", clique no botão "Sim";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_04.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Na janela "MSN" clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_05.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Aguarde o MSN Explorer se conectar na Internet;


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_06.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Marque a opção "Criar um novo endereço de e-mail para mim" e clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_07.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Preencha seus dados na tela seguinte e clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_08.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Escolha seu país, seu estado e clique em "Continuar&gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_09.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Preencha mais algumas informações e clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_10.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Leia os termos de uso do MSN, aceite o contrato e clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_11.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Escolha uma senha para sua nova conta, escolha uma "Pergunta Secreta", responda-a logo abaixo e clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_12.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Este é o momento mais importante e difícil, o de escolher seu nome de usuário. Claro que ele não pode existir ainda, portanto, tenha paciência e criatividade para escolher. Se o nome já existe, ao clicar em "Continuar &gt;" ele emite um aviso logo acima do e-mail e você deve tentar outro. Além disso, após o seu e-mail ser aceito, não há como voltar atrás;


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_13b.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Quando encontrar seu nome e ele for aceito, ao clicar em "Continuar &gt;", partimos para a tela seguinte: marque "Eu não quero fazer isso agora" e clique em "Continuar &gt;";


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_14.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Parabéns, sua nova conta @msn.com está pronta para usar, mas é interessante entrar nela pelo menos na primeira vez pelo próprio MSN Explorer e preencher mais alguns dados cadastrais. Essas informações podem ser preenchidas via hotmal.com também, na primeira vez que você acessar sua conta;


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/imagem_15.jpg" alt="" width="480" /></p></li>
		<li>Depois que você confirmar que sua conta foi criada (não se esqueça de fazer isso), pode remover o MSN Explorer pelo "Adicionar e remover programas" do "Painel de controle".</li>
</ol>


<p>Acabou! Quem não conseguiu é porque não saber ler, ver figuras ou é muito bizonho(a) ta tudo explicadinho e testadinho aí em cima. Volte e faça novamente ou então vá jogar pingue-pongue no seu velho Atary pois lá é sua praia!</p>

<p>Abraços...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Interfaceando em janelas]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/interfaceando-em-janelas</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/interfaceando-em-janelas#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Aug 2007 16:49:42 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Wallace Vianna</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/wallyvianna</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=502</guid>
		<description><![CDATA[Um problema meio recorrente é como projetar quando há necessidade de exibir esse conteúdo em janelas “normais” e/ou pop-ups.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Quando se projeta conteúdo para web isto se faz normalmente para ser exibido em janelas de navegadores (browsers), que podem occorrer em dispositivos desktop (de mesa) ou móveis (celulares, palms, etc). Um problema meio recorrente é como projetar quando há necessidade de exibir esse conteúdo em janelas "normais" e/ou pop-ups.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Um argumento forte contra as janelas "que saltam" ou pop-ups é que estas podem não aparecer corretamente em dispositivos móveis. Outro argumento é a invasividade delas (propaganda não solicitada pelo usuário). Por fim, com a proliferação de bloqueadores de pop-ups, conteúdo relevante atrelado a estas pode não ser exibido se o usuário não souber desligar esses bloqueadores (!).</p>

<p>Vale a pena distinguir as situações em que seu conteúdo pode ser exibido em janelas do navegador:</p>


<h3>Janelas normais</h3>


<p>Neste caso deve-se projetar a interface de forma que o conteúdo apareça:</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/layout_encaixado_na_tela.gif" alt="" /><br />
 <small>encaixado na tela (centralizado<br />
 vertical e horizontalmente)</small></td>
<td style="color: #FFFFFF">. .</td>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/alinhado_esq.gif" alt="" /><br />
 <small>alinhado à esquerda</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p><span style="color: #FFFFFF"> . . . </span></p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/alinhado_centro.gif" alt="" /><br />
 <small>centralizado horizontalmente</small></td>
<td style="color: #FFFFFF">. .</td>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/layout_liquido.gif" alt="" /><br />
 <small>layout líquido/fluido (se ajustando á resolução <br />
do monitor sem comprometer a diagramação)</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Janelas redimensionadas</h3>


<p>Aqui ou o conteúdo tem dimensionamento/posicionamento fixo (Figura 1) ou se adapta a largura da janela (Figura 2). Há que ter cuidado para que o conteúdo seja compreensível em um tamanho "minimo", daí normalmente se optar por layout com largura fixa, ou seja, com barra de rolagem, ao redimensionar.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/redimensiona_com%20rolagem.gif" alt="" /><br />
 <small>Figura 1 *</small></td>
<td style="color: #FFFFFF">. .</td>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/redimensiona_sem%20rolagem.gif" alt="" /><br />
 <small>Figura 2 *</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Janelas pop-up</h3>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/tela_cheia.gif" alt="" /><br />
 <small>em tela cheia ou fullscreen</small></p>

<p>Como uma interface web em tela cheia tem de ser carregada por uma janela do navegador, pode-se considerar essa interface um tipo de pop-up ou uma nova janela (sem barra de títulos).</p>

<p>Dispensa dizer que além de desorientar o usuário novato, tem de haver opção de redimensionar ou fechar a janela facilmente.</p>

<p>Uma opção a esta interface seria a janela com elementos de interface 100% personalizados (em CSS chamado Chromeless Window), com barra de titulos, borda, rolagem e botões totalmente personalizados. O problema é como diferentes versões dos navegadores irão interpretar esse recurso (em tela cheia ou tamanho pré-definido).</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/chromeless.gif" alt="" /><br />
 <small>Chromless</small></td>
<td style="color: #FFFFFF">. .</td>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/tela_inteira.gif" alt="" /><br />
 <small>Em tela inteira</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Na verdade é um pop-up que sempre aparece ocupando a tela inteira de seu monitor, com barra de títulos.</p>


<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/pre_definido.gif" alt="" /></td>
<td style="color: #FFFFFF">. .</td>
<td style="text-align: center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/com_rolagem.gif" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center" colspan="3"><small>Em tamanho pré-definido</small></td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Este pop-up tradicional se divide em pop-up e pop-up under, que se abrem ao entrar ou sair da página, respectivamente. A pop-up under é conhecida tanto por aparecer em sites "de conteúdo alternativo" como por ser uma "publicidade não-invasiva" (não atrapalha o carregamento da página ou a navegação inicial do usuário).</p>

<p>Uma alternativa que se justifica em tempos de web 2.0 seria o uso de camadas (layers) ou conteúdo dinâmico no lugar das pop-ups, amarrando o conteúdo ao layout e a uma janela única do navegador. Mas isso é assunto para outro texto...</p>

<p><strong>__________________________________________________</strong><br />
 <small><strong>Notas:</strong><br />
 [Figura 1] tabelas de tamanho fixo ou com Folha de Estilos/CSS;<br />
 [Figura 2] layout HTML puro (com ou sem tabelas de largura proporcional ao tamanho da janela) ou layout líquido (com tabelas ou CSS).</small></p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Layout versus resolução de tela]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/layout-versus-resolucao-de-tela</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/layout-versus-resolucao-de-tela#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2007 14:33:31 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Wallace Vianna</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/wallyvianna</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=516</guid>
		<description><![CDATA[Até bem pouco tempo o paradigma na produção de layouts para web eram as resoluções de tela de 800×600 pixels e 1024×768.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/fig5.gif" alt="" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Até bem pouco tempo o paradigma na produção de layouts para web eram as resoluções de tela de 800x600 pixels e 1024x768. Até porque, outras resoluções menores (640x480 x 640x320) não alcançaram a época da internet, e as maiores (acima de 1024 pixels) não tinham demanda por não haver conteúdo na web para este formato. De repente a popularização das LAN HOUSES, casas de jogos em computador, instituiu uma nova resolução de tela, 1280x1024 pixels.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Não vou questionar o "quase fato" de que muito pouca gente lê texto em tela de computador em resolução tão alta, assim como que pouca gente navega muitas horas na web em dispositivos móveis como um celular. Também não discutirei "fatos científicos" de testes de usabilidade que atestam determinados sites acessados na maioria por usuários com resolução de 1024 ou superior.</p>

<p>O que quero questionar, é que sites como o CDR (<a rel="nofollow" href="http://www.cdrculturaderua.com/" target="_blank">Cultura de Rua</a>)</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/fig1.jpg" alt="" /></p>

<p>ou da <a rel="nofollow" href="http://www.oi.com.br/" target="_blank">OI</a> (telefonia)</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/fig2.jpg" alt="" /></p>

<p>ignoram, cada qual a sua maneira usuários de resolução menor que 1024x768 (ao menos até a data presente, maio de 2007).</p>

<p>O CDR tem parte de seu conteúdo fora da área de visão de 800x 600 pixels, mas pelo menos deixa barras de rolagem disponíveis para que o conteúdo possa ser visto. A OI nem se dá ao trabalho: no Internet Explorer 6 (o IE7 ainda não se tornou padrão do mercado) a rolagem simplesmente não existe nessa situação, e mesmo visualizando em tela inteira, parte do conteúdo fica ilegível.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/fig3.jpg" alt="" /></p>

<p>No mínimo esses sites exigiriam a famosa mensagem "melhor visualizado em resolução de 1024x768 pixels".</p>

<p>Se fôssemos fazer uma análise ilustrada da situação atual, seria a seguinte:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/fig4.jpg" alt="" width="500" height="218" /></p>

<p>Ok, as soluções tecnológicas para esse drama - ter seu site visível nas situações e resoluções mais comuns - requerem uso de Flash ou Javascript, sempre com uma solução de compromisso; seu site em Flash pode se redimensionar para qualquer tamanho de tela, mas em dispositivos móveis pode ficar ilegível. Usando HTML a restrição fica por conta do layout "mínimo" (em tamanho fixo, 800x600 p.ex.), que em resoluções muito altas (1280x1024) pode ficar com uma legibilidade muito ruim. Ou ficar descaracterizado ao usar recursos de acessibilidade (permitir o crescimento/redução do tamanho do texto, p.ex.).</p>

<p>Para piorar, há que se considerar que algumas pessoas utilizam resoluções de tela "não padronizadas" como 1280 x 768 pixels, devido ao uso de dispositivos portáteis (telas wide screen de laptops) ou de formato recente (PDAs, celulares e assemelhados). Eu mesmo estou com esse drama - um cliente meu usa em seu laptop resolução "pouco convencional" pois lhe é mais confortável assim. Só que ele quer ver seu site nesta resolução, o que significa criar uma solução que só ele verá no final das contas (!).</p>

<p>Como o progresso parece ter vida própria(*), o IE7 incorporou um recurso que alguns add-ons (Barra de ferramentas do ICQ) haviam criado num passado recente: permitir zoom (aumentar/reduzir a visualização) de páginas no navegador. De uma só tacada um calhamaço de código, patches, hacks e outras artimanhas perderam a razão de ser.</p>

<p>Ou seja, caros amigos: se por um lado a realidade da web não é essencialmente 800x600, ainda não chegou a 1280x1024; vamos crer que num futuro próximo outros navegadores importantes (FireFox, Opera) incorporem esse recurso de zoom para páginas da web. A variável agora passa a ser de outra ordem (qualidade das imagens visualizadas em zooms extremos e proporcionalidade no layout visualizado em escala, p.ex.). Vamos ver como a tecnologia (como comentei, esse "ser autônomo") resolve estas novas questões.</p>

<p><strong>__________________________________________________</strong><br />
 <small><strong>Nota:</strong><br />
 (*) Como comentei num outro texto, hoje temos mais facilidades do que necessitamos para (sobre)viver de fato, fruto da fácil acumulação de conhecimento proporcionada pela rapidez dos meios de comunicação. Junte a isso a mega concentração de pessoas nos centros urbanos que, entre outros fatores, facilita e impulsiona a produção de conhecimento e temos um cenário onde a produção de bens e serviços não se dá mais por necessidade, mas sim por demanda duma sociedade de consumo, da economia capitalista atual e de fatores externos à  necessidades "naturais" (status, luxo, etc). Daí essa impressão de que o progresso caminha independente de nossas vontades ou necessidades - de de certa forma isso realmente acontece, quando um surge um produto para o qual não havia demanda nem mercado.</small></p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[MSN com e-mail do Gmail]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/msn-com-e-mail-do-gmail</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/msn-com-e-mail-do-gmail#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 3 Jan 2007 15:48:31 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=522</guid>
		<description><![CDATA[É coisa fácil de fazer, mas muita gente ainda não consegue usar o MSN Messenger ou o Windows Live Messenger com qualquer conta de e-mail.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">Esse é mais um passo-a-passo solicitado por um de nossos amigos. É coisa fácil de fazer, mas muita gente ainda não consegue usar o MSN Messenger ou o Windows Live Messenger com qualquer conta de e-mail.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>É possível usar o MSN Messenger ou o novo Windows Live Messenger e outros serviços da Microsoft cadastrando uma conta de e-mail de outro provedor, ou seja, podemos criar um "Passport" usando um e-mail diferente de "@hotmail.com" ou "@msn.com". Logicamente não teremos acesso ao webmail do Hotmail, mas teremos o MSN, página da "msn.com" personalizada, criar o Windows Live Space e poderemos até baixar programas beta e cursos do site "Technet.com".</p>

<p>Para criar seu "Passport" com outro endereço de e-mail, siga os passos abaixo usando o Internet Explorer porque outros navegadores tem problemas para usar sites da Microsoft :-). Caso você já tenha um "Passport" eu sugiro que você exclua todos os cookies do navegador, ou pelo menos os relacionados aos sites da Microsoft, MSN e Hotmail. Para excluir todos os cookies do Internet Explorer, siga os passos:</p>


<ol>
		<li>Clique em "Ferramentas" e então clique em "Opções da Internet";</li>
		<li>Na guia "Geral", em "Histórico de navegação", clique em "Excluir";</li>
		<li>Clique em "Excluir cookies";</li>
		<li>Quando for solicitado que você confirme que deseja excluir todos os cookies, clique em "Sim";</li>
		<li>Clique em "Fechar" e, em seguida, clique em "OK".</li>
</ol>


<p>Se já usa o MSN Messenger ou o Windows Live Massenger também é interessante salvar sua lista de contatos e fechá-lo completamente. Não adianta fechar a janela do Messenger pois ele continua ativo ao lado do relógio, é necessário encerrá-lo.</p>

<p>Para salvar seus contatos e fechar completamente, siga esses passos:</p>


<ol>
		<li>Entre no Messenger com sua conta atual;</li>
		<li>Clique no botão de "Ferramentas" e então clique em "Contatos" (Imagem 1);</li>
		<li>Clique em "Salvar Contatos de Mensagens Instantâneas";</li>
		<li>Escolha o local onde deseja salvar o arquivo e clique em "Salvar";</li>
		<li>Clique em "Ok" para fechar o aviso de salvamento;


<p align="center"><a href="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/passport01b.jpg" target="_blank"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/passport01b.jpg" alt="" width="450" height="333" /></a><br />
 <small>Imagem 1: Salvando sua lista de contatos atual</small></p></li>
		<li>Para encerrar o Messenger, clique com o botão direito do mouse no ícone do mesmo ao lado do relógio;</li>
		<li>Clique em "Fechar" para encerra-lo completamente (Imagem 2);</li>
</ol>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/passport02.gif" alt="" /><br />
 <small>Imagem 2: Encerrando o Messenger completamente</small></p>

<p>Agora vamos aos passos para criar seu "Passport" MSN com outro e-mail:</p>


<ol>
		<li>Acesse "https://login.live.com/";</li>
		<li>Clique em "Inscrever-se para obter uma conta";</li>
		<li>Marque "Sim, usar meu endereço de e-mail" e clique em "Continuar";</li>
		<li>Em "Endereço de e-mail:" coloque o endereço de e-mail que você vai usar no Messenger. Deve ser um endereço válido;</li>
		<li>Crie uma senha para esse cadastro. Não precisa (e não deve) ser a mesma senha que você usa para ler os e-mails;</li>
		<li>Preencha o resto do cadastro com atenção e clique em "Continuar";</li>
		<li>Em "Reveja e assine os Contratos" onde aparece seu e-mail, repita-o no campo ao lado e clique em "Concordo";</li>
		<li>Em "Você criou suas credenciais" clique em "Continuar";</li>
</ol>


<p>Em sua conta de e-mail chegarão várias mensagens confirmando o cadastro, e entre elas uma onde você deve clicar no link para confirmar seu e-mail. Sem essa confirmação, sua conta deixará de funcionar em alguns dias.</p>

<p>Agora você tem um "Passport" da Microsoft com seu e-mail.</p>

<p>Para usar o Messenger com a nova conta, inicie o Messenger e preencha os campos com os dados, usuário e senha, que você cadastrou na criação do "Passport". Na primeira vez que você entrar pode ser necessário confirmar o endereço de e-mail novamente. Basta clicar no aviso que aparece perto do relógio do Windows ao abrir o Messenger.</p>

<p>Não se esqueça de recuperar sua lista de contatos. Para isso, siga os passos:</p>


<ol>
		<li>Clique no botão de "Ferramentas" e então clique em "Contatos";</li>
		<li>Clique em "Importar Contatos de Mensagens Instantâneas";</li>
		<li>Escolha o local onde salvou o arquivo anteriormente e clique em "Abrir";</li>
		<li>Clique em "Sim" para confirmar a importação da lista de contatos;</li>
		<li>Leia e clique em "Ok" para fechar o aviso de importação.</li>
</ol>


<p>Como você não leu, eu vou avisar. "Pode demorar algum tempo até que todos os seus contatos sejam listados!" Não seja apressadinho!</p>

<p>Pronto! Agora você pode usar o Messenger e outros serviços da MSN sem problemas.</p>

<p>Quem tiver mais dicas, sugestões de artigos, contribuições, elogios, críticas ou achou algum erro, nosso fórum está à disponsição...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[ Segurança com o PHP e GD]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/seguranca-com-o-php-e-gd</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/seguranca-com-o-php-e-gd#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2005 01:15:11 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Angelo Valle</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/avalle</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=537</guid>
		<description><![CDATA[Criaremos a famosa senha de confirmação e de quebra aprenderemos um pouco sobre o “Captcha”, aquele recurso de confirmação por imagem.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Olá pessoal, depois de um longo tempo volto a publicar algumas coisas por aqui. E para este "retorno" resolvi escrever sobre uma coisa que é simples de fazer, é útil e o melhor de tudo: Ajuda a deixar nossos formulários html um pouco mais seguros. </strong></p>

<p>Estou falando da library GD. Bastante conhecida na web e amplamente utilizada para criação de thumbs, senhas de confirmação (em chats por exemplo), cadastro em determinados derviços, etc. Fatalmente você já passou por ela e hoje vamos conhecer o básico de seu funcionamento.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/web_e_design/phpgd.jpg" alt="" /><br />
 <small>Exemplo do uso de PHP + GD</small></p>

<p>Criaremos a famosa senha de confirmação e de quebra aprenderemos um pouco. Tendo criatividade você pode usar o que aprender aqui para outras coisas de acordo com a sua necessidade.</p>

<p>É necessário que o apache esteja instalado com suporte a PHP, e o PHP com suporte ao GD. No caso do Kurumin ou outros derivados do Debian basta dar um apt-get install php4-gd para instalar a library e todas as suas dependências.</p>

<p>Não entrarei em detalhes sobre a instalação da GD, essa informação é facilmente encontrada no Google. Minha meta é apenas mostrar o funcionamento com o PHP. <a href="http://www.google.com.br/linux?hl=pt-BR&amp;q=instalar+GD&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=cr=countryBR">Link para a pesquisa no Google</a>.</p>

<p>Vamos ao que interessa: Códigos!</p>

<p>Nosso formulário terá apenas dois campos. Um para nome e o outro para a senha. Veja logo abaixo o código do mesmo:</p>

<p>Arquivo <strong>dicagd.php</strong>:</p>

<pre class="code">&lt;?
session_start();
$_SESSION[˝numeroaleatorio˝]=rand(10000000,99999999);
?&gt;
&lt;html&gt;
    &lt;head&gt;&lt;TITLE&gt;Aprendendo com o GDH&lt;/TITLE&gt;&lt;/head&gt;
&lt;body&gt;

    &lt;form action=˝dicagd2.php˝ method=˝post˝&gt;
        Nome: &lt;input type=˝text˝ name=˝nome˝&gt;&lt;br&gt;
        Confirmação: &lt;input type=˝text˝ name=˝confirmacao˝&gt; &lt;img src=˝imagemgd.php˝&gt;
        &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;input type=˝submit˝ value=˝Enviar˝&gt;
    &lt;/form&gt;

&lt;/body&gt;
&lt;/html&gt;</pre>


<p>Note o <code>'&lt;img src="imagemgd.php"&gt;</code>'. É isso mesmo, ele chama um .php como se fosse uma imagem.</p>

<p>Criei uma session e defini um valor aleatório entre 10000000 e 99999999 para a variável numeroaleatorio. É com ela que vamos gerar a imagem e fazer a comparação lá na frente.</p>

<p>Agora vamos fazer o dicagd2.php, que é para onde o nosso formulário está enviando os dados:</p>

<p>Arquivo <span style="font-weight: bold;">dicagd2.php</span>:</p>

<pre class="code">&lt;?
session_start();
$NOME=$_POST[`nome`];
$CONFIRMACAO1=$_POST[`confirmacao`];
$CONFIRMACAO2=$_SESSION[`numeroaleatorio`];
if ($CONFIRMACAO1==$CONFIRMACAO2) {
    echo $NOME . ˝, a senha digitada está correta!˝;
} else {
    echo $NOME . ˝, a senha digitada está incorreta!˝;
}
?&gt;</pre>


<p>Bem, o que o dicagd2.php faz? Ele captura as variáveis enviadas pelo formulário no método POST, abre a session e captura aquele valor randômico que criamos no dicagd.php. Logo e, seguida ele compara o valor digitado com o valor gerado e responde dizendo se está correto, ou não.</p>

<p>Agora vamos criar o arquivo imagemgd.php, que é o motivo desta dica :)</p>

<p>Arquivo <span style="font-weight: bold;">imagemgd.php</span>:</p>

<pre class="code">&lt;?
session_start();
$imagem = imagecreate(70, 15);
$fundo = imagecolorallocate($imagem, 255, 255, 255);
$fonte = imagecolorallocate($imagem, 0, 0, 0);
imagestring($imagem, 4, 0, 0, $_SESSION[`numeroaleatorio`], $fonte);
header(˝Content-type: image/png˝);
imagepng($imagem);
?&gt;</pre>


<p>O que foi feito? Vamos lá:</p>


<ul>
		<li>A session foi chamada</li>
		<li>O tamanho da imagem foi definido (em pixels)</li>
		<li>A cor de fundo foi escolhida. No caso, branco</li>
		<li>Cor da fonte: Preto</li>
		<li>imagestring - Aqui a gente define o que vai ser escrito em nossa imagem</li>
		<li>header - Fala pro seu navegador que esse .php é na verdade apenas uma imagem :)</li>
		<li>imagepng - A nossa criação, no formato png.</li>
</ul>


<p>Claro que este é um exemplo bem básico, simples. Muitas coisas devem ser mudadas se for usado de forma profissional como por exemplo:</p>


<ul>
		<li>O rand() por exemplo, poderia ser trocado por uma função que randomiza letras e números.</li>
		<li>A imagem pode ter uma outra imagem de fundo para dificultar programas de leitura.</li>
		<li>A session pode trabalhar em conjunto com um cookie, e até uma tabela mysql gravando o IP do usuário para evitar um flood.</li>
</ul>


<p>Mas é a partir de coisas simples que nós criamos base para construir coisas complexas, essa é a intenção da dica. "Não dê o peixe. Ensine a pescar" ;-)</p>

<p>E por falar em pesca, seguem alguns links interessantes e que não devem deixar de ser vistos por quem se interessou na dica:</p>


<ul>
		<li><a rel="nofollow" href="http://br.php.net/manual/pt_BR/function.imagestring.php" target="_blank">http://br.php.net/manual/pt_BR/function.imagestring.php</a></li>
		<li><a rel="nofollow" href="http://br.php.net/manual/pt_BR/function.header.php" target="_blank">http://br.php.net/manual/pt_BR/function.header.php</a></li>
		<li><a rel="nofollow" href="http://br.php.net/manual/pt_BR/function.gd-info.php" target="_blank">http://br.php.net/manual/pt_BR/function.gd-info.php</a></li>
		<li><a rel="nofollow" href="http://www.google.com.br/linux" target="_blank">http://www.google.com.br/linux</a></li>
</ul>


<p>Até a próxima...</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Apache com o .htaccess]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/apache-com-o-htaccess</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/apache-com-o-htaccess#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2004 19:33:19 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=551</guid>
		<description><![CDATA[Veja como colocar senhas em diretórios, fazer edirecionamentos e configurar páginas de erro personalizadas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin-right: 10px" src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/logo_apache.gif" alt="" /></td>
<td style="font-weight: bold; text-align: center">O Apache é, atualmente, o servidor web mais utilizado no mundo. É também, segundo as más línguas, o mais complicado de configurar. Na verdade, ele é complicado justamente por ser muito poderoso e possuir diversos recursos que poucos conhecem. E isso torna a configuração do Apache um tanto complexa e extensa.</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p>Existem algumas ferramentas que ajudam em muito a manutenção do Apache. É o caso do excelente <a rel="nofollow" href="http://webmin.com/" target="_blank">Webmin</a>, mas eu pessoalmente sou mais adepto da configuração manual, por ser mais instrutiva e por tornar o administrador mais "íntimo" do sistema.</p>

<p>Uma possibilidade interessante do Apache é a de poder configurar algumas características dos diretórios que compõem a web, separadamente, independente do arquivo de configuração principal do apache, o "<strong>httpd.conf"</strong>.</p>

<p>Essas configurações, quando ativadas, residem por padrão em um arquivo chamado "<strong>.htaccess</strong>". É desse modo mesmo, com um ponto na frente do nome por se tratar de um arquivo oculto na visão dos sistemas Unix.</p>

<p>Cada diretório da web que queremos configurar, deve ter seu próprio ".htaccess", observando que algumas das configurações de um diretório serão herdadas pelos seus sub-diretórios automaticamente. Portanto, cada diretório da web (ou pasta como preferir) pode ter sua própria configuração.</p>

<p>Isso também pode ser feito no arquivo "<strong>httpd.conf</strong>", mas o tornaria muito extenso e propenso a erros de sintaxe.</p>


<h3>Configurando o Apache</h3>


<p>A primeira coisa que devemos ter é o Apache funcionando. Na maioria das distribuições Linux, ao ser instalado e inicializado, o Apache já estará funcionado. Para testar isso, abra um navegador na máquina que roda o Apache ou em outra qualquer da rede e digite o endereço "http://[IP_DO_APACHE]", onde [IP_DO_APACHE] deve ser, logicamente, o IP da máquina que está rodando o Apache.</p>

<p>Se o Apache estiver rodando, aparecerá a página de boas vindas padrão do servidor.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/htaccess_02.gif" alt="" /><br />
 <small>Página de boas vindas do Apache</small></p>

<p>Com o servidor funcionando, vamos configurar algumas linhas do arquivo de configuração do Apache, para que o uso do ".htaccess" seja ativado. Esse arquivo, na maioria dos casos, se chama "httpd.conf" e está localizado na pasta "/etc" do seu sistema. Às vezes dentro de "/etc/apache" ou "/etc/httpd". Se não souber onde ele está, faça uma busca com "find httpd.conf" ou "locate httpd.conf". Uma leitura rápida na documentação da sua distribuição também ajuda.</p>

<p>No Debian, minha distribuição Linux predileta quando se fala de servidor, este arquivo é o "/etc/apache/httpd.conf".</p>

<p>Antes de seguir, vou dar uma dica. Esse arquivo é muito grande, tendo aproximadamente 2000 linhas por padrão. Porém, a maioria dessas linhas são comentários, ou seja, todas as linhas iniciadas por um "#" (fluxo) não serão interpretadas pelo Apache.</p>

<p>Logicamente elas ajudam bastante, mas seria mais interessante ter uma boa documentação do que seguir as dicas desses comentários, então se quiser, rode os comando baixo, dentro do diretório onde está o "httpd.conf" para limpar esse arquivo:</p>

<pre class="cmd"># mv httpd.conf httpd.conf.copia
# egrep -v "^#|^$" httpd.conf.copia &gt; httpd.conf</pre>


<p>Isso vai criar uma cópia de segurança desse arquivo e limpar todas as linhas que não são usadas, reduzindo-o para aproximadamente 200 linhas.</p>


<h3>Habilitando o uso do .htaccess</h3>


<p>Vamos então verificar a configuração do Apache e, se necessário, habilitar o uso da configuração por diretório.</p>

<p>Abra o "httpd.conf" em seu editor de textos predileto. O nome do arquivo de configuração do diretório está definido na diretiva "AccessFileName" e normalmente é ".htaccess", portanto, deve haver a seguinte linha em nosso arquivo httpd.conf.</p>

<pre class="cmdout">AccessFileName .htaccess</pre>


<p>Note que, por se tratar de um arquivo oculto, deve começar com um ponto decimal " . ".</p>

<p>Algumas linhas do "httpd.conf" que afetam o funcionamento desse arquivo estão abaixo. Modifique para que fiquem como estão descritas e o uso do ".htaccess" seja liberado em toda a web.</p>

<pre class="cmdout">Options FollowSymLinks Indexes
AllowOverride All</pre>


<p>As linhas abaixo evitam que arquivos iniciados com ".ht" sejam vistos pela web, protegendo-os dos bisbilhoteiros:</p>

<pre class="cmdout">Order allow,deny
Deny from all
Satisfy all</pre>


<p>Feitas as modificações, salve o arquivo e execute o comando abaixo para verificar a sintaxe do mesmo:</p>

<pre class="cmd"># apachectl configtest</pre>


<p>O comando deve retornar "Syntax OK", indicando que está tudo correto. Caso retorne erros de sintaxe, vá até a linha indicada e corrija o erro.</p>

<p>Se estiver tudo correto, vamos reiniciar o servidor Apache para que as novas configurações sejam assimiladas. Para isso, dê o comando:</p>

<pre class="cmd"># apachectl restart</pre>


<p>A resposta deve ser "httpd restarted" ou algo parecido, indicando que o servidor reiniciou com as novas configurações.</p>

<p>Por padrão, o Apache configura sua web no diretório "/var/www/htdocs", portando, usaremos este diretório nos exemplos. Se você configurou sua web em outro diretório, mude a localização dos arquivos de acordo com o que estiver nas diretivas "DocumentRoot" do arquivo "httpd.conf".</p>

<p>Crie na raiz de sua web um arquivo chamado ".htaccess". Por ser oculto, devemos usar o comando "ls -a" para exibi-lo.</p>

<pre class="cmd"># touch /var/www/htdocs/.htaccess</pre>


<p>Vamos ver agora, algumas dicas para usar o .htaccess...</p>


<h3>Listagem de diretórios</h3>


<p>Essa é uma dica interessante. Toda vez que acessamos um diretório da nossa web que não contém uma página "index", o conteúdo desse diretório é listado pelo Apache. Podemos desabilitar essa possibilidade ou modificar a forma como ela é feita.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/htaccess_01.gif" alt="" /><br />
 <small>Listagem de diretório</small></p>

<p>Para desabilitar a listagem do diretório, insira alinha abaixo no .htaccess deste diretório:</p>

<pre class="cmd">Options -Indexes</pre>


<p>Para habilitar, troque a linha acima por:</p>

<pre class="cmd">Options +Indexes</pre>


<p>Podemos impedir que alguns tipos de arquivos apareçam na listagem usando por exemplo:</p>

<pre class="cmd">IndexIgnore *.txt *.php lista*</pre>


<p>Essa linha impedirá que todos os arquivos terminados com ".txt" ou ".php" e também os que comecem com "lista" sejam listados.</p>

<p>Obviamente, se você usar:</p>

<pre class="cmd">IndexIgnore *</pre>


<p>Nada será exibido pelo Apache.</p>

<p>É possível personalizar ainda essas listagens. Por exemplo: para mudar o cabeçalho da página com a listagem de cada diretório, crie neste um arquivo chamado "HEADER" e digite o texto desejado nele. Não use tags HTML, só texto plano.</p>

<p>Também podemos personalizar o rodapé da mesma forma, só que com um arquivo chamado "README".</p>

<p>Os nomes desses arquivos podem ser modificados pelas diretivas "HeaderName" e "ReadmeName":</p>

<pre class="cmd">HeaderName HEADER
ReadmeName README</pre>


<p>Esses arquivos podem ser ocultados para que não aparecem na listagem. Para isso, insira a linha abaixo no .htaccess.</p>

<pre class="cmd">IndexIgnore HEADER* README*</pre>


<p>Outra possibilidade é personalizar a descrição de acordo com o tipo de arquivo. Para isso, insira as linhas:</p>

<pre class="cmd">AddDescription "Arquivo HTML" .html
AddDescription "Script PHP" .php
AddDescription "Arquivo texto" .txt
AddDescription "Imagem GIF" .gif
AddDescription "Imagem JPEG" .jpg</pre>


<p>O resultado final ficará assim:</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/htaccess_03.gif" alt="" /><br />
 <small>Resultado da personalização do diretório</small></p>


<h3>Protegendo diretório com senha</h3>


<p>Essa é uma possibilidade muito interessante para proteger um diretório, permitindo que, apenas quem tiver uma senha possa acessá-lo. Insira as linhas abaixo no .htaccess dos diretório que você quer proteger:</p>

<pre class="cmd">AuthUserFile /var/www/htdocs/.htpasswd
AuthGroupFile /dev/null
AuthName "Área com acesso restrito"
AuthType Basic
require valid-user</pre>


<p>Explicando:</p>


<ul>
		<li>A primeira linha informa onde está o arquivo contendo as senhas. Veremos como criá-lo abaixo; </li>
		<li>A segunda linha desabilita o acesso por grupo, implementando a segurança; </li>
		<li>A terceira linha contém a mensagem que aparecerá na caixa de login do navegador; </li>
		<li>A quarta linha informa o tipo de autenticação que vamos usar. Basic é o padrão dos navegadores atuais; </li>
		<li>A quinta linha indica que o Apache requer um usuário válido para entrar no diretório. </li>
</ul>


<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/htaccess_04.gif" alt="" /><br />
 <small>Navegador solicitando senha de acesso</small></p>

<p>Deve ser criado um arquivo contendo os usuários e as senhas que terão acesso ao diretório. Para isso, usamos o comando "htpasswd" que faz parte do pacote do Apache, da seguinte forma:</p>

<pre class="cmd"># htpasswd -c /var/www/htdocs/.htpasswd luferat</pre>


<p>Será solicitada uma senha e sua confirmação e criado o arquivo ".htpasswd" que terá o seguinte formato:</p>

<pre class="cmdout">luferat:MceddZc5QVl</pre>


<p>Para adicionar um usuário ao arquivo já existente, use o comando:</p>

<pre class="cmd"># htpasswd /var/www/htdocs/.htpasswd dilermano</pre>


<p>Será solicitada a senha para o "Dilermano" e o arquivo ".htpasswd" ficará mais ou menos assim:</p>

<pre class="cmd">luferat:MceddZc5QVl
dilermano:isDGhtg34DFbc</pre>


<p>Note que, em ambos os casos, a senha foi criptografada.</p>


<h3>Especificando páginas de erro</h3>


<p>Usando o .htaccess é possível personalizar as páginas de erro geradas pelo servidor web. Para isso, insira as linhas abaixo:</p>

<pre class="cmd">ErrorDocument 400 /erros/erro_400.html
ErrorDocument 401 /erros/erro_401.html
ErrorDocument 403 /erros/erro_403.html
ErrorDocument 404 /erros/erro_404.html
ErrorDocument 500 /erros/erro_500.html</pre>


<p>Cada linha "ErrorDocument" contém o código do erro e a página que deve ser exibida. Para saber o que cada erro significa, visite <a href="/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/codigos-http">este artigo</a>.</p>

<p align="center"><img src="http://www.catabits.com.br/artigos/conectividade/htaccess_05.gif" alt="" /><br />
 <small>Página de erro personalizada</small></p>

<p>É possível ainda, especificar o erro diretamente na configuração. Veja alguns exemplos:</p>

<pre class="cmd">ErrorDocument 400 "&lt;center&gt;&lt;h3&gt;Requisição viciada&lt;br&gt;(Bad Request)&lt;/h3&gt;&lt;/center&gt;"
ErrorDocument 401 "&lt;p&gt;&lt;b&gt;Requer autorização (Authorization Required)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;"
ErrorDocument 403 "Acesso Proibido (Forbidden)"
ErrorDocument 404 "&lt;h1 align="center"&gt;Ichi! Página não encontrada!&lt;/h1&gt;"
ErrorDocument 500 "&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Erro interno do servidor (Internal Server Error)&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;"</pre>
<h3>Redirecionando diretórios</h3>


<p>Mais uma possibilidade interessante é a de redirecionar uma página para outro site. Por exemplo: ao acessar a página "http://www.catabits.com.br/forum.html" nosso navegador será direcionado para o site "http://forum.catabits.com.br".</p>

<p>Isso é feito, inserindo a linha abaixo no ".htaccess":</p>

<pre class="cmd">Redirect forum.html http://forum.catabits.com.br</pre>


<p>Observe que o "Redirect" deve sempre apontar para uma URL (http://...).</p>

<p>Não é só isso, existem muitas possibilidades nesse arquivo ".htaccess". A vantagem dele é que, mesmo que uma configuração para um diretório já tenha sido feita no "httpd.conf", a configuração do arquivo ".htaccess" sobrescreverá essa configuração, permitindo personalizar as características do Apache para cada diretório.</p>

<p>Só mais uma dica! A maioria dessas configurações também funciona no Apache para Windows sem problemas.</p>

<p>Por enquanto é só. Se você tiver outras dicas ou dúvidas, não deixe de usar nosso <a href="/forum">fórum</a>. Para conhecer outras diretivas do Apache que podem ser usadas no ".htaccess", acesse a <a rel="nofollow" href="http://httpd.apache.org/docs/mod/directives.html" target="_blank">documentação</a> do servidor.</p>]]></content:encoded>
	</item>

	<item>
		<title><![CDATA[Códigos http]]></title>
		<link>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/codigos-http</link>
		<comments>http://www.catabits.com.br/blog/artigos-tecnicos/html-web-e-design/codigos-http#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2004 02:24:44 -0200</pubDate>
		<author>
			<name>Luferat</name>
			<uri>http://www.catabits.com.br/blog/author/luferat</uri>
		</author>
		<category><![CDATA[HTML, web e design]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.catabits.com.br/blog/?p=560</guid>
		<description><![CDATA[Esses são os códigos retornados pelos servidores Web quando solicitamos uma página, ou outro tipo de arquivo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esses são os códigos retornados pelos servidores Web quando solicitamos uma página, ou outro tipo de arquivo. Tais códigos são úteis para administradores de redes que precisam diagnosticar eventuais falhas em servidores desse tipo.</p>


<h3>200 - Requisições bem sucedidas</h3>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" align="center" bgcolor="#000000" style="margin: auto;">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Cód.</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Mensagem original</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Tradução</th>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">200</td>
<td bgcolor="#ffffff">OK</td>
<td bgcolor="#ffffff">Bem sucedido</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">201</td>
<td bgcolor="#ffffff">Created</td>
<td bgcolor="#ffffff">Criado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">202</td>
<td bgcolor="#ffffff">Accepted</td>
<td bgcolor="#ffffff">Aceito</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">203</td>
<td bgcolor="#ffffff">Non-Authorative Information</td>
<td bgcolor="#ffffff">Informação não autorativa</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">204</td>
<td bgcolor="#ffffff">No Content</td>
<td bgcolor="#ffffff">Sem conteúdo</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">205</td>
<td bgcolor="#ffffff">Reset Content</td>
<td bgcolor="#ffffff">Conteúdo reiniciado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">206</td>
<td bgcolor="#ffffff">Partial Content</td>
<td bgcolor="#ffffff">Conteúdo parcial</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>300 - Requisição de Cliente redirecionada</h3>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" align="center" bgcolor="#000000" style="margin: auto;">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Cód.</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Mensagem original</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Tradução</th>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">300</td>
<td bgcolor="#ffffff">Multiple Choices</td>
<td bgcolor="#ffffff">Escolhas múltiplas</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">301</td>
<td bgcolor="#ffffff">Moved Permanently</td>
<td bgcolor="#ffffff">Permanentemente mudado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">302</td>
<td bgcolor="#ffffff">Moved Temporarily</td>
<td bgcolor="#ffffff">Temporariamente mudado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">303</td>
<td bgcolor="#ffffff">See Other</td>
<td bgcolor="#ffffff">Veja outras</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">304</td>
<td bgcolor="#ffffff">Not Modified</td>
<td bgcolor="#ffffff">Não modificado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">305</td>
<td bgcolor="#ffffff">Use Proxy</td>
<td bgcolor="#ffffff">Usando proxy</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>400 - Erros de Requisições de Cliente</h3>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" align="center" bgcolor="#000000" style="margin: auto;">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Cód.</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Mensagem original</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Tradução</th>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">400</td>
<td bgcolor="#ffffff">Bad Request</td>
<td bgcolor="#ffffff">Requisição ruim</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">401</td>
<td bgcolor="#ffffff">Authorization Required</td>
<td bgcolor="#ffffff">Requer autorização</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">402</td>
<td bgcolor="#ffffff">Payment Required</td>
<td bgcolor="#ffffff">Requer pagamento</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">403</td>
<td bgcolor="#ffffff">Forbidden</td>
<td bgcolor="#ffffff">Proibido</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">404</td>
<td bgcolor="#ffffff">Not Found</td>
<td bgcolor="#ffffff">Não encontrado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">405</td>
<td bgcolor="#ffffff">Method Not Allowed</td>
<td bgcolor="#ffffff">Método não permitido</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">406</td>
<td bgcolor="#ffffff">Proxy Authentication Required</td>
<td bgcolor="#ffffff">Requer autenticação no proxy</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">407</td>
<td bgcolor="#ffffff">Not Acceptable (encoding)</td>
<td bgcolor="#ffffff">Codificação não aceita</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">408</td>
<td bgcolor="#ffffff">Request Timed Out</td>
<td bgcolor="#ffffff">Tempo de requisição esgotado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">409</td>
<td bgcolor="#ffffff">Conflicting Request</td>
<td bgcolor="#ffffff">Requisição conflitante</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">410</td>
<td bgcolor="#ffffff">Gone</td>
<td bgcolor="#ffffff">Acabou</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">411</td>
<td bgcolor="#ffffff">Content Length Required</td>
<td bgcolor="#ffffff">Requer comprimento do conteúdo</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">412</td>
<td bgcolor="#ffffff">Precondition Failed</td>
<td bgcolor="#ffffff">Falha na precondição</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">413</td>
<td bgcolor="#ffffff">Request Entity Too Long</td>
<td bgcolor="#ffffff">Entidade requerida muito longa</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">414</td>
<td bgcolor="#ffffff">Request URI Too Long</td>
<td bgcolor="#ffffff">URI requerida muito longa</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">415</td>
<td bgcolor="#ffffff">Unsupported Media Type</td>
<td bgcolor="#ffffff">Tipo de mídia não suportado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>500 - Erros do Servidor</h3>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" align="center" bgcolor="#000000" style="margin: auto;">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Cód.</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Mensagem original</th> <th style="text-align: center; background: #888; color: #FFF">Tradução</th>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">500</td>
<td bgcolor="#ffffff">Internal Server Error</td>
<td bgcolor="#ffffff">Erro interno do servidor</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">501</td>
<td bgcolor="#ffffff">Not Implemented</td>
<td bgcolor="#ffffff">Não implementado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">502</td>
<td bgcolor="#ffffff">Bad Gateway</td>
<td bgcolor="#ffffff">Gateway com problemas ou incorreto</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">503</td>
<td bgcolor="#ffffff">Service Unavailable</td>
<td bgcolor="#ffffff">Serviço não disponível</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">504</td>
<td bgcolor="#ffffff">Gateway Timeout</td>
<td bgcolor="#ffffff">Tempo do gateway esgotado</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#ffffff">505</td>
<td bgcolor="#ffffff">HTTP Version Not Supported</td>
<td bgcolor="#ffffff">Versão HTTP não suportada</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<p><br class="spacer_" /></p>]]></content:encoded>
	</item>
	</channel>
</rss>
