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		<title>lá fora, a noite se parte dentro de mim&#8230;</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2014/01/26/la-fora-a-noite-se-parte-dentro-de-mim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2014 15:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cartas]]></category>
		<category><![CDATA[caio resende]]></category>
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					<description><![CDATA[(carta de Caio Resende para querino) &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2014/01/26/la-fora-a-noite-se-parte-dentro-de-mim/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>&#8211; da correspondência entre </em><strong><a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/tag/caio-resende/" target="_blank">Caio Resende</a></strong><em> e </em><strong><a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/tag/querino/" target="_blank">querino</a></strong><br />
<em>São Paulo, 4 de junho de 2013</em></p>
<p style="text-align:justify;">Então escrevo, malungo, para que eu mesmo possa retornar ao lugar de nossa última conversa. De imediato, fica-me óbvia certa falta de jeito, que, contudo, entendo comum a todo movimento inaugural – e isso é uma paz. Como você bem sabe, viemos a muito lidando com isso a que chamamos nossa escrita ou interstício, nossa vida; e é tudo sobre isso, a vibe de cada dia, o estofo de nossos pulmões: o que vai morrer no dia seguinte ao do bojo, ou que vai nascer, o que vai ser dessa miríade de gestos falidos pela eterna madrugada de nossas vidas?</p>
<p style="text-align:justify;">Foi, dessa pergunta, que me encontrei – sem frescor –, novamente sem resposta. Vez mais, diante de um silêncio que por tantas vezes obrigou-me amante de tantas torrentes. Sempre à beira. E seria esse o meu círculo vicioso, não fosse a breve transmutação dos dias, esse grau de morte que me surge insuspeitado no cerne de cada coisa, e que ora posso ter como uma nova disposição a tudo que me circunda em inserts diários de cotidiano. De outro modo, posso dizer que o que me impele à escrita não passa apenas, ou não necessariamente, pela dose-a-mais-de-qualquer-coisa</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span>(poesia, pedra na vidraça|<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span>|poesia, poro dilatado)</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;</span>, que durante tanto tempo foi sentida em mim como único veio; assim, esse “jeito”, que aqui vou entender como minha constante procura por qualquer centelha inédita de realidade, por outra pele, outro isso ou aquilo que me deflagrasse uma nova experiência escritural e que me fizesse deslocar de uma suposta fixidez – e eis aqui a nascente do jorro que me levava sempre às imagens mais fortes – se fez uma constante. Ao longo de anos, experimentei: fui o que pude. Fiz-me Caio para essas coisas tantas de que já falamos. E, por este ponto, me bastava a essas intensidades. Eu era e queria o jorro. Por entre conversas destiladas e entre esquinas e doses de conhaque, eu, meu caro, esculpi os estranhos rastros de tudo que vivemos. Por entre asfalto e crepúsculos, entre conversas e esquecimento sobre qualquer coisa, o mundo se despia do mundo, as tardes sediam ao breve torpor de cigarros ou jazz ou vinho. O mundo inteiro era tudo aquilo que vivemos. A escrita, num intermezzo de caminhos, este estradar, esse ir até quando que continuava a me lançar ao coro das ruas&#8230; a escrita, meu caro, a minha escrita, mesmo ali, ainda que de forma molecular e insipiente, já continha estranhas partículas de um certo Silêncio, duma estranha viração de tudo, deste estranho rio de tudo, que aos poucos ganhava força em minhas buscas</p>
<p><em>O cavalo sangra</em><br />
<em> à noite de absinto</em><br />
<em> Com os meus olhos encharcados</em><br />
<em> o que vejo é nada</em><br />
<em> E nado no mar de nossas veias</em><br />
<em> nado no mar de nossas veias</em><br />
<em> à correnteza de um passado que só é</em><br />
<em> pois todo passado é como um nó</em><br />
<em> em nossas veias:</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Aqui agora</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>O cavalo sangra</em><br />
<em> à noite de absinto</em><br />
<em> E nunca seremos piedosos</em><br />
<em> A noite é o mar em nossas veias</em><br />
<em> Nunca seremos piedosos</em><br />
<em> A noite é o nó de nossas veias</em></p>
<p>Ou ainda&#8230;</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;.</span><em>Como num vago corpo de memória, deslizamos os nossos dedos,</em><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;.</span><em> a saber o que não era, pelo hirtos do amor,</em><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;.</span><em> e pressentimos a vulva amada como, ao calor, uma tarde de verão&#8230;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, gaguejante e trôpego, procuro um novo traçado que seja capaz de restituir até mesmo essa alardeada “mesmice” de todas as coisas e todos os dias. Não mais buscando a beira por meio apenas da intensidade, o que insurge em minha escrita é este marulhar, rio, este Silêncio.</p>
<p style="text-align:justify;">Não, não o silêncio que é vazio ou cheio de vozes e sentidos. Não o silêncio dos que calam ou morrem, tampouco o silêncio dos automóveis, dos ruídos e clarões e latidos da noite. De modo algum era a esse silêncio que buscava. O que gritava em mim era uma mansa viração que atravessava os corpos e que, sem aparentemente tocá-los, os fazia sempre diversos e mesmos. Um todo aberto e eterno, que fazia a vida passar num ir e vir sempre perdido de destino. Sob a constante permanência dos corpos e ao fogo da eterna mudança.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Assim, quando encontrei a manhã exposta,</em><br />
<em> por entre as estrofes do mundo, sangrei</em><br />
<em> o mistério da minha alma. Fora de mim,</em><br />
<em> contei a mim mesmo mil vezes a mesma história</em><br />
<em> e ela era sempre outra&#8230;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Tinha já, a essa altura, uma lestada inédita a deslocar-me. Não queria apenas crivar o corpo de tudo que pudesse, não queria jogar ao fogo a última brasa de desejo pela simples possibilidade de fazê-lo. Então diferente, quis acossar o silêncio de cada ato, atirar fora a exumação consciente dos dias e ter-me junto de cada gesto, estando, ao mesmo passo, fora de cada deles. Foi nessa vira-volta que me deparei com nossa eterna madrugada: este Silêncio que então me sobrepujava qualquer direção prescrita ou qualquer expectativa a cerca da experiência escritural, revelou-se-me através de uma nova imagem, a do ritual. Não me preocupava a pura intensidade do instante, mas sim o ponto de toque entre este e o já vivido. A escrita como ritualística das experiências da vida trouxe-me o sensível como superfície de inscriação dos afetos, ritual que traz consigo este Silêncio que ora pude entender como uma nova experiência do tempo, em que corpo e sensibilidade, inseparáveis que são, jorram para dentro e para fora de cada encontro.</p>
<p style="text-align:justify;">Tão logo pude me deparar com essa tessitura, vim a perceber que o mundo como que se dobrava sob minha pele e que, na mesma medida, eu o crivava de cada gole, de cada vida até ali inventada. A Poesia não era mais o mesmo salto no escuro, e embora conservasse o seu princípio de sombra, o ato da vida crescia com suas ramas até tornar-se parte inseparável de mim, tal uma nota que se acrescesse a melodia fazendo-a ressoarnumanova canção que, apesar disso, é ainda a mesma.</p>
<p style="text-align:justify;">Como quem vai pela chuva até tornar-se parte dela, quis penetrar sua câmara secreta, ancorar sua bílis primordial num hiato de olhos urticado pelo sopro de um primeiro pulmão:eu, sombra esguia estirada no limbo, tive, desse Silêncio, de novo e de novo, a primeira infância do gesto, sou aquele que olhou o deserto e que em sua eternidade ainda olha. Sou um espelho, um eco. O epitáfio.Fora de mim, o caos que cresce por toda direção, matilha de luzes primordiais uivando o pó da eternidade. Dentro de mim, a primeira manhã, o primeiro menino a esculpir neste cais de flores se abrindo a derradeira miragem de um parco verão. Desse Silêncio, dessa nova experiência do tempo sou a constante presença do que nunca ficou</p>
<p><strong>Lara</strong><br />
<em>Este silêncio vertigem que se esgueira pela noite</em><br />
<em> matraqueado de passos</em><br />
<em> corredor adentro onde corvos balançam</em><br />
<em> e ausentes</em><br />
<em> antigos gestos no espelho</em><br />
<em> se confrontam</em></p>
<p><em>Este silêncio que se arrasta de halos</em><br />
<em> que verte inalterado o seu busto de sombra</em></p>
<p><em>(este exíguo grão da puberdade</em><br />
<em> que anima a hóstia de um sonho)</em><br />
<em> Tal presença orbitada de soslaio</em><br />
<em> este silêncio que é a última parte</em><br />
<em> que se rodeia de aldeias e de poços</em><br />
<em> despindo a brônzea fuligem de tudo</em></p>
<p><em>que se escorre mitigado</em><br />
<em> se expande na loucura</em><br />
<em> que se despe dos trópicos</em><br />
<em> em longas torrentes de absinto</em><br />
<em> Ó, este meu silêncio</em><br />
<em> , que não sabe maldizer o que tivemos</em><br />
<em> que se vive</em><br />
<em> que se perde como triste ilha</em><br />
<em> de tesouro</em><br />
<em> que é cigarro, pão &amp; guerra</em><br />
<em> onde Putas vão vender o seu delírio</em><br />
<em> onde Padres sequelam juízos</em><br />
<em> e acasos vão morrer no mesmo cais</em><br />
<em> onde Narciso é a pata do que vejo</em><br />
<em> onde Pollock jorra sangue sobre a tela</em><br />
<em> , e meninas</em><br />
<em> se dedilham com poemas</em><br />
<em> esperando da noite uma vontade qualquer</em></p>
<p><em>Este silêncio meu</em><br />
<em> infante desapego</em><br />
<em> que se me ergue feito mantra pelas ruas</em><br />
<em> e não reconhece a distância</em><br />
<em> entre os pontos</em></p>
<p><em>(qual certeza qual fuga ou a têmpora banhada de suor!)</em><br />
<em> que se arrasta pelas ruas pouco mais</em><br />
<em> para retomar toda vertigem no breve tempo</em><br />
<em> em que me perco dos cabelos</em><br />
<em> quando a tarde já é nua</em><br />
<em> , amena</em><br />
<em> e a dor tão mais pequena se aquece de desejo</em><br />
<em> Ah, este silêncio</em><br />
<em> que se abre em mil feixes</em><br />
<em> que desaloja</em><br />
<em> incessante</em><br />
<em> essa astúcia de grilo pela noite</em><br />
<em> esse baque de porta pela noite</em><br />
<em> esses mil fantasmas de homem pela noite</em><br />
<em> e que se escorre sem destino pelo ventre</em><br />
<em> carcomido de uma estrela</em></p>
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		<item>
		<title>a despeito de tudo, então</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/11/23/a-despeito-de-tudo-entao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2013 22:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[candeia]]></category>
		<category><![CDATA[matheus pazos]]></category>
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					<description><![CDATA[da pça da pedra, a cidade toma forma, nesse poema poema de Matheus Pazos &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/11/23/a-despeito-de-tudo-entao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sertão da ressaca</strong><br />
<em><span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>&#8220;&#8230; e não há qualquer transcendência em tudo isso.<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;<span style="color:#888888;">(querino, </span></span></em><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#888888;">no </span></span><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#888888;">poema</span></span><em><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#888888;"> </span></span></em><em>la notte</em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>no avesso da noite<br />
a luz insistente<br />
não cruza<br />
horizontes de liberdade</p>
<p>dá-me um copo<br />
de culpa, aliado<br />
sorvida na mesma<br />
companhia crua<br />
castigada nas horas<br />
impassíveis</p>
<p>cada passo ultrapassa<br />
raízes arrancadas<br />
frontes daquela<br />
batalha contra nós mesmos</p>
<p>dá-me um cigarro<br />
a fumaça invade meu<br />
peito [como um deus<br />
cego e bêbado]<br />
ritual do cristianismo<br />
do qual fugimos</p>
<p>tenho uma caneta<br />
desprovida de coração<br />
vontades de fala<br />
silêncio<br />
vontades de corpo<br />
silêncio<br />
vontades de voo<br />
silêncio</p>
<p>abra a janela<br />
rasgando o vento<br />
banhando a vida<br />
blues na vitrola<br />
arranhando os ouvidos<br />
com a impureza necessária</p>
<p>peço muito<br />
cansado de nadar<br />
no raso</p>
<p>quero a profundeza<br />
&#8211; avesso do caos &#8211;<br />
brotando naquela pétala<br />
do orvalho de nosso olhar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>clandestinos</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/09/15/clandestinos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2013 21:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[candeia]]></category>
		<category><![CDATA[carol aires]]></category>
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					<description><![CDATA[através da noite urbana de pedra e seca, 01 poema de Carol Aires &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/09/15/clandestinos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>nas negras luzes abertas da cidade<br />
é que encontramos torpor<br />
e alguma fuga<br />
ainda que não haja escapatória<br />
já que não sabemos carregar<br />
a experiência calada do sim<br />
e o não<br />
em toda coisa<br />
e no fundo<br />
queremos mesmo<br />
é não saber<br />
o que nos fere o frêmito<br />
doutras tantas<br />
a lucidez do corpo nos bastaria<br />
para a nossa necessidade de visualizar<br />
o quadro inteiro<br />
mesmo que nos digam do caos que é<br />
pertencer a nós mesmos<br />
e aos nossos verbos inutilizados<br />
que são olhos de atravessar paredes<br />
pontes<br />
abismos<br />
emaranhados por dentro<br />
à beira<br />
de qualquer margem</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>(a cidade, no caso)</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/09/08/a-cidade-no-caso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2013 13:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[intermezzo]]></category>
		<category><![CDATA[caio resende]]></category>
		<category><![CDATA[campo santo leituga]]></category>
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					<description><![CDATA[numa viela com Caio Resende e Campo Santo Leituga &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/09/08/a-cidade-no-caso/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Núpcias se atropelam no espelho da noite<br />
onde incongruentes musas,<br />
putas,<br />
babacões vociferam escárnios em cruz<br />
Eu deito uma tonelada de olhares<br />
no presente pretérito do desejo &#8211;<br />
há um gesto lacônico na rubra boca<br />
do silêncio<br />
&#8211; Ela ergue docas<br />
Eu vejo uma lua sob a pele do agora<br />
O instante Golpe!<br />
O instante Golpe!<br />
Há de haver pernas decompostas<br />
na ferida saborosa na orgia leviana<br />
que se arrasta suave e nefasta<br />
feito a bota da serpente deglutindo ilusões perdidas<br />
Pares povoam minha retina<br />
de neblina de vulvas de bares<br />
Eu escorro a manhã de nossas vidas nessas pernas ungidas de conhaque<br />
Salve as caveiras dos antigos carnavais<br />
Salve o fervor da inlucidez<br />
Salve o corpo sobre a voz da fêmea em combustão<br />
Eu tenho antenas febris instaladas no dorso da calma<br />
Uma aranha escorre em minha boca<br />
as cinzas de todos os verões<br />
Eu diria por isso<br />
a noite e seus infindos votos<br />
Estrelas estreitam verdades marginais<br />
Estou falando do agora<br />
Estou falando do olho aberto e dos mundos plausíveis<br />
no acesso do tempo;<br />
eu quero que se foda essa metalinguagem toda,<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>a poesia é estarmos aqui!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>quimera</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/09/01/quimera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2013 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[candeia]]></category>
		<category><![CDATA[ribeiro pedreira]]></category>
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					<description><![CDATA[há sempre uma fêmea/ na profundidade &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/09/01/quimera/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>arabesque penchée</strong></p>
<p>era azul o vestido<br />
que me trajava no sonho</p>
<p>éramos três e um café<br />
entoava cheiros na xícara de uma moça<br />
que eu desconhecia</p>
<p>aí umedecia um vento carnaval<br />
soprando cédulas<br />
na porta da rua<br />
(por que cédulas e não confetes?)</p>
<p>só sei que era Lisboa ali<br />
aquela cidade que não sei</p>
<p>o meu vestido<br />
fio a fio<br />
foi tecendo o céu<br />
e a moça parece que já ia partir</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>femme</strong></p>
<p>há sempre uma fêmea<br />
na profundidade<br />
(é preciso)</p>
<p>em qualquer parte do mundo<br />
e onde o mundo não tem parte<br />
(no oco)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>empós</strong></p>
<p>e sairia<br />
no meio do teu sono<br />
ao nascer do sol</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>acácia, e outro poema</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/29/acacia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2013 01:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[candeia]]></category>
		<category><![CDATA[micael]]></category>
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					<description><![CDATA[abre a roda pra jurema... &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/29/acacia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong>*</strong><br />
A visibilidade das imagens<br />
montadas e distorcidas,<br />
esculpidas pelo olho da serpente</p>
<p style="text-align:center;">Suba na serpente<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span><br />
Durma na serpente<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span>Seja a serpente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</span>acácia</strong></p>
<p style="text-align:center;">Era rio<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>outrora corpo<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>Era matéria<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>(ESSE COMPOSTO ORGÂNICO)<br />
A mesma sala no momento anterior<br />
Na lembrança de quando chegamos<br />
Era outro lugar<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</span>(TEMPO/LUGAR)<br />
Cada milésimo<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>é um lugar<br />
Num dos lugares:<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</span>Pessoas felizes<br />
NATUREZA<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>(cachoeira linda)<br />
– Recombinação orgânica<br />
VIROU GENTE<span style="color:#ffffff;">&#8230;</span><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</span>(personalidade linda)<br />
Se for para julgar que pelo menos seja BELO/BOM<br />
ILUMINADO DA JUREMA</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</item>
		<item>
		<title>a revolução não será em TV aberta, será no Pay-per-view</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/22/a-revolucao-nao-sera-em-tv-aberta-sera-no-pay-per-view/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2013 21:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[candeia]]></category>
		<category><![CDATA[ed goma]]></category>
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					<description><![CDATA[golpe colateral &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/22/a-revolucao-nao-sera-em-tv-aberta-sera-no-pay-per-view/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>na Globo, ode a Margareth Thatcher<br />
na Rede Record, testemunho de ex-<em>you can dance</em> de Xuxa<br />
no SBT, resultado parcial da Telesena de Páscoa<br />
na Rede Vida, campeonato regional: Novorizontino x Ferroviaria<br />
na TV Cultura, mais um programa educativo com bonecos de massa<br />
na Bandeirantes, cine privê com o filme:<br />
<em><span style="color:#ffffff;">..</span>Emanuelle e os caminhos do prazer</em><br />
na Canção Nova, show semi-católico com Jerry Adriani na campanha:<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</span><em>sexo anal, não!</em><br />
na Record News, mais noticia ruim<br />
e a TV Sudoeste&#8230; acontece?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</item>
		<item>
		<title>com alguma ternura</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/15/com-alguma-ternura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 14:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[candeia]]></category>
		<category><![CDATA[platini]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://candeeirocafe.wordpress.com/?p=2484</guid>

					<description><![CDATA[dois poemas de platini, e nada de teoria sobre teoria &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/15/com-alguma-ternura/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8230;</strong><br />
em modo fast<br />
a vibe é um ímen<br />
e nada de teoria sobre teoria<br />
<em>mas esse homem é uma mentira!</em><br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>shh<br />
ele prepara um corpo<br />
melhor do que você escreve um verso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>‘the way young lovers do</strong><br />
<em><span style="font-size:80%;">(sobre um poema de Eudoro Augusto, </span></em><span style="font-size:80%;">“um corpo que cai”</span><em><span style="font-size:80%;">)</span></em></p>
<p>aí cheira um pó e curte um jazz, certeza<br />
aí sim, me liguei de imediato<br />
narinas obstruídas<br />
versos rápidos<br />
depressa demais<br />
o segredo da vida é estar<br />
claro, é assim que tem que ser, bro<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>&#8230;<br />
já era<br />
qual o nome do camarada mesmo?</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>querida Vitória,</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/08/querida-vitoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2013 16:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cartas]]></category>
		<category><![CDATA[morgana]]></category>
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					<description><![CDATA[com a poesia, o cinema e a ópera &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2013/06/08/querida-vitoria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>estou de volta aos seus braços secos, atravessando as suas ruas cada vez mais longas e planas, houve um tempo que brincávamos de roda e nos pintávamos com urucum, não sei o que sinto além do que penso sobre o eterno retorno que não quero admitir, já te abandonei outras vezes e voltei para ti, como uma filha bastarda que não finge te amar, nada na vida conseguiu me reter senão o vínculo você me encabresta, você me parece tão burguesa, evangélica e pálida, você me conta as histórias que eu gostaria de esquecer, me olha como se pudesse saber quem sou, como se conhecesse o meu passado vadio, é sempre a mesma labuta contra o mercado imobiliário que você me impõe, crescendo em cubos verticais, vangloriando-se de um suposto desenvolvimento que não creio, não, não creio, é a mesma elite que te guarda, os genocidas que te batizaram o nome, não, não me calo, teremos que nos engolir uma a outra e vou te morder, querida, não sou diplomata, você não me traz perspectiva alguma senão a solidão e a burocracia do trabalho, sim, você me deu amigos e eles me beijam a face, há também os que me odeiam e os que me tomam por louca, não, não te odeio, sou apenas uma hóspede ingrata, vou reverenciar o seu crepúsculo dourado, caminharei por entre o vazio dos seus bosques de eucalipto e flores ornamentais, você não sabe o que é rio, nem mar, nem floresta, nem carnaval, você me seduz com a poesia, o cinema e a ópera, você é uma sertaneja erudita, gosto da sua diferença, Vitória, você não se faz refém do Estado, mas venho do samba e dos orixás, como aquecer o seu corpo frio?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</item>
		<item>
		<title>todo rastro é uma sedução definita, ou Rituais</title>
		<link>https://candeeirocafe.wordpress.com/2012/02/26/todo-rastro-e-uma-seducao-definita-ou-rituais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[candeeirocafe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 14:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[intermezzo]]></category>
		<category><![CDATA[edgard neto]]></category>
		<category><![CDATA[querino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://candeeirocafe.wordpress.com/?p=2308</guid>

					<description><![CDATA[o que talvez seja apenas isso &#8230; <a href="https://candeeirocafe.wordpress.com/2012/02/26/todo-rastro-e-uma-seducao-definita-ou-rituais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Esses telhados que nos inundam a vista<br />
fazendo crer em tudo o que é dito<br />
através desses olhos<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;..</span>que a noite esculpiu;<br />
eu não teria muito o que fazer &#8211;<br />
haverá para sempre esses belos olhos para a noite<br />
a mão estendida <span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;</span>o que se faz<br />
<span style="color:#ffffff;">..</span>quando ninguém mais vê<br />
o que talvez seja apenas isso<br />
café posto à mesa<br />
uns versos escritos<br />
<span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;</span>na expectativa do que sucede<br />
as luzes acesas<br />
canção<br />
uns passos que &#8211;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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