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	<title>Cais do Pensamento</title>
	
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		<title>Testemunho</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:45:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na passada semana, enquanto fazia os meus deveres laborais, fui contactada via e-mail por uma jornalista, de nome Marta Silva, do jornal &#8220;Correio da Manhã&#8221;.
Para espanto meu, eles queriam o meu testemunho para um artigo que estavam a fazer.
Um artigo sobre a Tropa, que iria sair na revista &#8220;Domingo&#8221; do jornal &#8220;Correio da Manhã&#8221;.
Porque não?
Obviamente que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a></a>Na passada semana, enquanto fazia os meus deveres laborais, fui contactada via e-mail por uma jornalista, de nome Marta Silva, do jornal &#8220;Correio da Manhã&#8221;.</p>
<p>Para espanto meu, eles queriam o meu testemunho para um artigo que estavam a fazer.</p>
<p>Um artigo sobre a Tropa, que iria sair na revista &#8220;Domingo&#8221; do jornal &#8220;Correio da Manhã&#8221;.</p>
<p>Porque não?</p>
<p>Obviamente que me disponibilizei para colaborar com eles, dando o meu testemunho enquanto militar do Exército Português.</p>
<p>Mostrei-lhes por palavras a Marta antes, durante, e depois da tropa.</p>
<p>E eis que, no Domingo, dia 18/10/2009, na revista do jornal &#8220;Correio da Manhã&#8221; saiu um excelente artigo, de título &#8220;Os novos Magalas&#8221;.</p>
<p>Após folhear algumas página, dei comigo a viver alguns momentos &#8220;militares&#8221;, a cada letra que os meus olhos iam absorvendo.</p>
<p>Incrível, cada testemunho alí reportado fez-me recordar inúmeros momentos que estavam bem lá no fundo, no meu baú memorial.</p>
<p>E, ao ver-me ali, senti um arrepio a dominar-me por completo pois senti que o sangue militar ainda corre nas minhas veias.</p>
<p>Para recordar, e para quem não teve oportunidade de ver o artigo na revista, coloco aqui uma parte desse mesmo artigo, o meu testemunho.</p>
<p>Aproveito para o dedicar a todos os meus amigos e camaradas, que sempre estiveram do meu lado, antes da tropa, no decorrer da minha vida militar e após ter deixado a farda para voltar à vida civil.</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/artigoCaboCosta1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-384" title="artigoCaboCosta" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/artigoCaboCosta1.jpg" alt="artigoCaboCosta" width="525" height="392" /></a><a></a></p>
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		<title>Venci!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:36:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante a minha ausência aqui, no nosso cais, entreguei-me à reflexão e ao descanso enquanto vivia o combate à depressão que teimou em me perseguir.
Com o passar dos dias senti a necessidade imensa de expor em letras o que ia sentindo e vivendo durante a minha batalha, mas não arrisquei pois tinha receio do resultado.
Contudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a><img class="alignleft size-full wp-image-360" title="Sem título" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/Sem-título.JPG" alt="Sem título" width="314" height="454" /></a>Durante a minha ausência aqui, no nosso cais, entreguei-me à reflexão e ao descanso enquanto vivia o combate à depressão que teimou em me perseguir.</p>
<p>Com o passar dos dias senti a necessidade imensa de expor em letras o que ia sentindo e vivendo durante a minha batalha, mas não arrisquei pois tinha receio do resultado.</p>
<p>Contudo, cá estou eu de volta.</p>
<p>Venci!</p>
<p>Lutei e venci a maldita depressão que atormentou a minha mente.</p>
<p>Venci um mundo obscuro e triste que, no final, só me deu ainda mais força e vontade em encontrar e conquistar a felicidade.</p>
<p>Venci a dor e sofrimento que a depressão derramou na minha vida, e na minha alma.</p>
<p>Ultrapassei a barreira que me separava da alegria e do bem-estar.</p>
<p>Hoje, graças à minha força espiritual e à ajuda de terceiros, renasci para a vida e para mim própria.</p>
<p>Fugi das trevas do medo e do sofrimento, e hoje sou uma nova Marta.</p>
<p>Uma Marta com força dupla em viver e vencer os obstáculos da vida.</p>
<p>Força esta que é o honrado troféu desta minha vitória, que hoje me faz ver a vida com uma imagem ainda mais positiva, e com um estímulo ainda maior em vivê-la intensamente.</p>
<p>Hoje sou forte o suficiente para impedir que algo de mal afecte o meu espírito e a minha vontade de viver.</p>
<p>Como disse Platão: <em>“Vencer a si próprio, é a maior vitória”</em>.</p>
<p>Além de eu ter vencido o mal da depressão também venci a mim própria,</p>
<p>pela diminuta visão sobre a claridade das coisas desta vida.</p>
<p>Essa é a minha maior vitória pois sei que a partir de agora viverei a vida ainda com mais harmonia.</p>
<p>Não quero ser glorificada pelo universo por esta minha vitória, pois ela é só minha e só a mim me dá o prazer de a sentir.</p>
<p>Contudo, quero dizer ao universo que estarei preparada para novas batalhas onde sei que as vitórias serão minhas.</p>
<p>Sou uma nova <em>Marta</em>, cheia de vontade de olhar dia após dia para o sol, e dizer o quanto o amo e o quanto me alegro ser merecedora de o ver e sentir todos os dias.</p>
<p>Uma <em>Marta</em> cheia de vontade em adormecer com os pensamentos entregue à minha amiga Lua, que me abriga e protege da escuridão da noite.</p>
<p>Hoje sou forte e persistente como, o meu amante, o mar!</p>
<p>E como seu reflexo, irei lutar contra os obstáculos e dificuldades que me enfrentarão nesta vida, e no fim subirei ao cimo mais alto para dizer ao mundo:</p>
<p>“Venci novamente e sempre vencerei!”</p>
<p>Agradeço a todos os que me apoiaram nesta fase menos fácil da minha vida, e especialmente e ti Pai, que sempre ouviste os meus desabafos e nunca me abandonaste! Obrigado meu Pai do céu!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<title>Momento Depressivo</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martacosta</dc:creator>
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Todas as nossas tomadas de decisão vão-se acumulando, e vão definindo e caracterizando o que somos na verdade.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/06/depressao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-354" title="depressao" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/06/depressao.jpg" alt="depressao" width="300" height="452" /></a>A nossa vida é gerida com o desenvolver de situações que, de certa forma, nos vão influenciando.</p>
<p>Todas as nossas tomadas de decisão vão-se acumulando, e vão definindo e caracterizando o que somos na verdade.</p>
<p>Contudo, há certos momentos em que nos vimos obrigados a abrandar, na tentativa de retirar o peso desse acumular de situações da nossa vida.</p>
<p>Tudo o que vivemos, passamos ou sentimos, vai-se depositando na secção sentimental e espiritual, cabendo a nós saber gerir e organizar.</p>
<p>Tal como tudo na vida, as coisas boas e más aparecem sem que tenham um pré-aviso de chegada.</p>
<p>Mas têm sempre alojamento na nossa vida, em nós mesmos.</p>
<p>Nenhum de nós foge à regra, pois a nossa vida é uma pura variante de momentos bons e menos bons.</p>
<p>E quando tomamos realidade disso, vemo-nos naquela fase da vida em que somos obrigados a um retiro espiritual e pessoal.</p>
<p>Retiro esse, obrigatório, que é simplesmente uma consequência de um momento depressivo que vivenciamos.</p>
<p>Momento esse em que a nossa mente e o nosso espírito juntam-se e aliam-se a uma depressão, que nos obriga a sentir sentimentos depressivos e de energia negativa.</p>
<p>E eu, mero mortal, deixei-me levar pelos sentimentos e pelas situações da minha vida, encontrando-me agora num momento depressivo.</p>
<p>Eis a explicação da minha ausência aqui no meu/nosso Cais do Pensamento.</p>
<p>Até a caneta me abandonou, pois recusa-se a entregar-se a cada linha das folhas do meu caderno de divagações.</p>
<p>Ela não tem culpa, pois a minha inspiração recusa-se a exercer os momentos necessários para que ela possa entregar-se em palavras a cada linha do meu caderno.</p>
<p>A única culpada sou eu, que me deixei cair na depressão, como uma folha que se deixa cair do cimo de uma árvore.</p>
<p>Tal como essa folha, eu sinto-me em baixo e perdida no meio de tanta folhagem, na esperança da chegada de uma rajada de vento que me possa elevar, para me poder levantar deste sentimento frio e pesado.</p>
<p>Neste momento há quem me pergunte onde coloquei todos os meu pensamentos positivos e de força, que tanto lhes transmitia.</p>
<p>E eu repondo-lhes que esse pensamentos também se renderam a este maldito momento depressivo.</p>
<p>Sei muito bem que eles continuam dentro de mim, pois sinto-lhes a força e poder, mas estão congelados pelo sentimento triste e frio de uma depressão que apareceu sem avisar.</p>
<p>Por breves momentos os sentimentos positivos, que em mim habitam, dão sinal de si para me mostrarem que ainda estão vivos, mas no momento seguinte eles perdem as forças e voltam a gelar, dando o seu lugar aos pensamentos tristes e negativos.</p>
<p>Estes altos e baixo só alimentam, cada vez mais, esta depressão que não baixa armas.</p>
<p>Tem alturas em que me olho ao espelho e não encontro motivo ou explicação para a minha existência, e dou comigo a desejar ir para o outro mundo onde lideram sentimentos de Paz.</p>
<p>No entanto, e mesmo sem ter partido para esse mundo, dou comigo numa auto-critica por eu desejar uma coisa tão impensável num ser de vida e ainda tem muita para viver e reviver.</p>
<p>É nesse momento que volta a acender a luz indicadora da minha energia positiva, mesmo que ela se acenda apenas por breves momentos.</p>
<p>Talvez seja ela que ainda me mantém aqui, a respirar e a lutar contra esta maldita depressão.</p>
<p>Sabendo eu que sozinha não sou nada, e que com a ajuda de terceiros poderei expulsar esta “virose depressiva” que anda por aí, vou-me aliar então a essa ajuda e fazer um retiro espiritual e pessoal.</p>
<p>Esperançada em recarregar as minhas energias, renascendo desta vez mais forte e de Karma no seu auge.</p>
<p>Apesar deste meu retiro, e pausa nas divagações, desejo que quando eu voltar vos possa encontrar neste meu/nosso cantinho.</p>
<p>Até lá…Sejam felizes!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<item>
		<title>O que (realmente) somos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 23:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martacosta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito do que somos vai para além do que, simplesmente, seres mortais revestidos de pele, carne e osso.
Somos bem mais do que meros seres vivos, em eterna busca de razões existenciais.
Mesmo vivendo por debaixo de uma imagem da qual é reflectida no espelho, em conformidade com as características mais superficiais de cada um.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/06/marta.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-351" title="marta" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/06/marta.jpg" alt="marta" width="300" height="450" /></a>Muito do que somos vai para além do que, simplesmente, seres mortais revestidos de pele, carne e osso.</p>
<p>Somos bem mais do que meros seres vivos, em eterna busca de razões existenciais.</p>
<p>Mesmo vivendo por debaixo de uma imagem da qual é reflectida no espelho, em conformidade com as características mais superficiais de cada um.</p>
<p>Mas o que não vemos nesse espelho é o reflexo do que realmente somos.</p>
<p>Pois somos algo mais do que aquilo que vemos!</p>
<p>Muitas pessoas dão plena importância à imagem e ao aspecto físico, tornando-se assim em pessoas meramente superficiais.</p>
<p>No entanto, e devido a essa obsessão pelo aspecto exterior, esquecem-se de cultivar o seu mais profundo, e verdadeiro, ser.</p>
<p>Esse cultivo é a simples dedicação e melhoramento do verdadeiro “eu”.</p>
<p>Nos decorrentes tempos socializamos e vivemos com inúmeras pessoas que, na sua maioria, são pessoas superficiais em que evocam toda a sua atenção e cuidado a serem bem-parecidas e, por conseguinte, admiradas por terceiros.</p>
<p>Percorrem o seu caminho cruzando-se com outros caminhos, mostrando o que são, ou melhor, o que aparentam ser.</p>
<p>Tudo por um único objectivo de carácter exterior e material.</p>
<p>Na verdade, o que muitas pessoas fazem é camuflar o que realmente são por entre pinturas e bens materiais, na esperança de se afirmarem perante os demais.</p>
<p>Contudo, esquecem-se de algo muito importante que é o facto de que nada é mais verdadeiro e puro do que o nosso íntimo ser.</p>
<p>Mas, com o tempo, esse mais profundo ser virá à superfície e, sem qualquer hesitação, desvendará o que há por detrás daquele “aparato” todo.</p>
<p>Aí, descobrimos que essas pessoas superficiais não passam de frustrados com a vida, pois a nível espiritual e pessoal criaram um desequilíbrio que só é “esquecido” com a criação de uma boa imagem.</p>
<p>Isto tudo porque se esqueceram do cultivo do seu íntimo e do seu ser mais profundo e verdadeiro.</p>
<p>Cultivo esse que deveria ser um hábito saudável de cada um, a cada novo dia das suas vidas.</p>
<p>Só através desse cultivo espiritual e pessoal é que podemos ser consideradas pessoas bonitas aos olhos dos outros.</p>
<p>A criação de um equilíbrio no nosso mais verdadeiro e profundo ser, só será possível se estivermos em Paz e Harmonia connosco mesmos, com os outros e com o mundo.</p>
<p>Essa harmonia é conquistada pela “luta” constante da negação do mal, e pela prática e aceitação constante do bem.</p>
<p>Sempre que praticarmos o bem e sempre que construirmos sentimentos saudáveis, estamos a criar uma forte energia harmoniosa dentro de nós, e isso irá reflectir-se no mundo e aos olhos dos outros.</p>
<p>Desta maneira seremos, verdadeiramente, admirados pelos outros.</p>
<p>Pois com a nossa alma de braços abertos ao bem, tornamo-nos em pessoas boas de coração e belas de espírito, e essa será a nossa mais pura beleza.</p>
<p>Caso contrário, se nos aliarmos ao poder do mal e se mantivermos sentimentos maliciosos dentro de nós, só iremos construir a nossa rejeição perante os outros e perante a nossa própria vida, que só nos trará coisas más pois é com elas que vivemos interiormente.</p>
<p>Com isto, acabamos por nos tornar em pessoas más e feias, mesmo que tenhamos a satisfação material e superficial.</p>
<p>A beleza de uma pessoa não se vê no seu aspecto exterior, pois só se criam sentimentos e/ou relações superficiais.</p>
<p>A verdadeira beleza de uma pessoa está no seu interior, no seu mais profundo e puro ser.</p>
<p>Uma pessoa de beleza pura é aquela que faz tudo com o coração e com a alma pura de honestidade.</p>
<p>Essa sim, será uma pessoa de bem com a vida e com os outros, pois sabe o que é construir e manter relações saudáveis e verdadeiras, onde a base será a honestidade e não a aparência.</p>
<p>O primeiro, e principal, passo para que cada um possa mostrar e revelar a beleza que todos nós possuímos, é expulsar o mal e praticar todos os dias o bem.</p>
<p>Fazendo desse mesmo bem um modo saudável de vida!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<title>O Fim</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 19:55:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tudo o que um dia começou, um dia também irá ter o seu fim.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/05/fim.jpg"></a><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/05/fim1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-348" title="fim1" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/05/fim1.jpg" alt="fim1" width="300" height="452" /></a>Tudo o que um dia começou, um dia também irá ter o seu fim.</p>
<p>Tal como a vida que um dia começou, terá certamente um dia marcado para findar.</p>
<p>Apesar de existirem coisas que foram criadas em determinado tempo e espaço, e que jamais terminarão devido à sua utilidade e características, não são coisas verdadeiras e de vida.</p>
<p>Pois tudo o que é verdadeiro e de vida tem a sua terminação, tal como a própria vida.</p>
<p>Um dia Deus criou cada ser que habita a Terra, e juntamente com essa dádiva foi criada um conjunto de condições, do qual temos que lidar e saber lidar com ela, da melhor maneira.</p>
<p>Condições básicas que todos podem cometer para que a duração da vida seja longa em qualidade, e repleta de coisas boas e magníficas.</p>
<p>Saber viver a vida enquanto ela nos pertence e sempre da maneira mais saudável e honesta, para nós e para os outros.</p>
<p>Saber aproveitar, sem receios e/ou hesitações, o que a vida tem guardado para nos ofertar enquanto somos dignos dessas mesmas «ofertas».</p>
<p>Essas «ofertas» só serão possíveis de obter se, ao longo da vida, cometermos actos de bondade e acções que inovem e cuidem da saúde do nosso planeta.</p>
<p>Para que, no final, quando chegar o término da vida, o possamos ver com outros olhos e com outras forças.</p>
<p> A última condição é, pura e simplesmente, a aceitação da realidade de que há coisas que tem um fim, e a vida não é excepção.</p>
<p>Essa aceitação deve ser encarada de forma consciente da realidade da vida, quando vivemos uma perda de alguém que nos é chegado, ou de alguém que um dia fez parte da nossa vida.</p>
<p>Quando perdemos alguém que nos é querido, vemos a nossa vida a sofrer um abalo, que julgamos ser incapazes de o ultrapassar ou sobreviver.</p>
<p>A verdade é que muitas pessoas não sabem lidar, de forma espiritual, com a morte e deixam-se cair no sofrimento que as vai engolindo cada vez mais no mundo da dor e do desgosto.</p>
<p>Obviamente que é muito mais fácil estar do lado oposto a essas pessoas, pois vemos as coisas de forma diferente e mais racional.</p>
<p>Mas há que, desde o início, ter em mente que o fenómeno da morte não acontece só aos outros, e que faz parte dos últimos elementos da vida que qualquer um de nós irá viver essa dor de perda, como também vamos acabar por sucumbir aos braços da morte.</p>
<p>A morte é uma condição de vida da qual temos que, obrigatoriamente, aceitar.</p>
<p>Pois a própria vida tem um fim, e esse fim tem um nome, morte.</p>
<p>Certamente que não é fácil lidar com ela, pois perder alguém é das piores coisas que nos pode acontecer, e a dificuldade de viver esse acontecimento é outro obstáculo que cabe a cada um de nós saber ultrapassar.</p>
<p>Choramos de dor essa perda, sofremos ao recordar a personagem principal dessa mesma perda, e voltamos a chorar.</p>
<p>Todo este cenário de luto só faz com que as pessoas criem um mundo sofredor e penoso, por não terem sido, atempadamente, «treinadas» espiritualmente para compreenderem e aceitarem o fenómeno da morte, que nos espera a qualquer um, quando menos contamos.</p>
<p>É sabido que quem mais sofre é quem vê partir, do que quem parte.</p>
<p>Mas esse sofrimento deverá ser atenuado com a consciencialização de que a «partida» faz parte da vida, e que nada nem ninguém podem contrariar a vontade do nosso criador, Deus.</p>
<p>A recordação é um modo de honrar e imortalizar quem terminou, por lei do destino, a passagem na vida e que passou para outro mundo, o espiritual.</p>
<p>As pessoas que por destino se entregam aos braços da morte, saem fisicamente das nossas vidas mas continuam espiritualmente dentro de nós, e estarão sempre ao nosso lado a olharem por nós.</p>
<p>Por esse motivo, é que devemos deixar o sofrimento fora de nós, porque certamente não é o que, quem partiu fisicamente, quereria para nós.</p>
<p>A vida continua, morte após morte, e temos que dar continuidade às nossas vidas mesmo quando vivemos uma perda, ou o fim de uma vida.</p>
<p>Deus quando fecha uma porta abre sempre uma janela, e por isso é que quando Ele recebe no seu mundo algum de nós, ele devolve outra vida ao mundo, que sentiu a perda de um elemento.</p>
<p>A esse fenómeno dá-se o nome de renovação de vida, em que quando é retirada uma flor de vida, logo é plantada uma semente cheia de vida nova.</p>
<p>Ou seja, quando alguém termina o percurso do caminho da vida e cumpre a sua missão na Terra, Deus coloca nova vida nessa mesma Terra com novos caminhos e com novas missões para serem cumpridas.</p>
<p>Essas semente são nada mais, nada menos, do que novas vidas de sangue fresco, que irão percorrer o caminha existencial cumprindo as suas missões e dando continuidade ao tratamento e inovação do Planeta.</p>
<p>O seu principal papel não é ocupar o lugar vazio deixado por alguém que findou a sua vida, mas sim um papel meramente importante na inovação e renovação de mentalidades, que podem mudar o mundo e ajudar na sua conservação.</p>
<p>O mundo foi projectado para sustentar a vida, e se esta não se renovasse não haveria a continuidade desse mesmo mundo.</p>
<p>Por isso ser verdade, Deus quando criou o mundo criou com ele a vida com a condicionante da morte.</p>
<p>Se não existisse a morte não se renovaria a vida e, por conseguinte, o mundo estagnaria pela extinção de novas mentalidades, que por si só dão continuidade e evolução à existência do próprio mundo.</p>
<p>Este é o ciclo da vida, o qual temos que aceitar porque sempre foi assim, assim o é, e assim continuará a ser para o resto da existência da vida.</p>
<p>Nada poderá evitar ou acabar com o ciclo da vida, pois se ele deixar de existir, todos nós passaríamos a fazer parte das espécies extintas, juntamente com a vida e o mundo.</p>
<p>A todos nós, resta-nos aceitar as leis divinas de Deus, e viver a vida sempre da maneira mais saudável e honesta com os olhos postos no cumprimento, vitorioso, das nossas missões na Terra.</p>
<p>Para que um dia, quando chegarmos ao fim do caminho da nossa vida, possamos partir descansados e em Paz com a plena certeza de que demos o nosso melhor para nós mesmos, para os outros e para a vida do Mundo.</p>
<p><em>Marta Costa </em></p>
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