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	<title>Caelis</title>
	
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	<description>"Gramátcas são de papel e apodrecem, idéias são para sempre."</description>
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		<title>Mobilidade no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Neves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As principais capitais do Brasil, principalmente São Paulo, sofrem com a mobilidade desde a década de 80. Um dos principais motivos para esse problema foi o prioridade dada ao automóvel como meio de transporte cotidiano, são sempre construídas novas estradas e alargadas as existentes e em raras exceções vemos investimentos em outros transportes coletivos. Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img.estadao.com.br/fotos/9A/EC/3F/9AEC3F79071E4DB9B2B8A97549798B77.jpg" alt="Trânsito em São Paulo" /></p>
<p>As principais capitais do Brasil, principalmente São Paulo, sofrem com a mobilidade desde a década de 80. Um dos principais motivos para esse problema foi o prioridade dada ao automóvel como meio de transporte cotidiano, são sempre construídas novas estradas e alargadas as existentes e em raras exceções vemos investimentos em outros transportes coletivos.</p>
<p>Na cidade de Natal, um dos principais projetos do PAC para a copa de 2014 será a transformação da Avenida Roberto Freire em uma via expressa, com cinco faixas de rolamento.  Nele, não há nenhuma referência à ciclovia ou a transportes coletivos como BRT ou VLT, é apenas previsto mais faixas para o mesmo tipo de tráfego: o de automóveis, isto define uma clara opção preferencial por parte do governo: o transporte motorizado individual. Nenhuma prioridade a transportes alternativos como a bicicleta e a transportes de massa, ônibus, trens, BRT&#8217;s VLT&#8217;s. Enquanto a cidade de Curitiba, mostra que o transporte coletivo é uma boa alternativa, já que o seu BRT tem obtido sucesso, Natal resolve seguir o exemplo de São Paulo, onde o engarrafamento toma conta da cidade.</p>
<p>O Rio de Janeiro agora ao menos tenta implantar novas formas de transporte coletivo, mas, os projetos são equivocados, a expansão do metrô, por exemplo, ao invés de serem criadas novas linhas e novos trajetos, é feita e expansão em uma única linha contínua e apenas troca de nome no percurso, e mesmo as novas estações da Barra e São Conrado vão continuar seguindo na mesma linha.</p>
<p>Também está previsto 	a implantação de um BRT no Rio de Janeiro, integrando os bairros da Barra da Tijuca, Guaratiba e Santa Cruz. É uma boa opção por se tratar de uma alternativa aos carros, mas deve ser pensado na integração do planejamento urbano da cidade com o seu sistema de transporte. A própria Barra da Tijuca é um exemplo, no planejamento urbanístico não foi agregado um transporte coletivo eficiente, que acabou gerando o congestionamento precoce das vias. Com a especulação imobiliária que provavelmente ocorrerá na área de Guaratiba, deve se tomar o cuidado para não ocorrer o mesmo problema.</p>
<p>Como se pode notar, em nenhum projeto citado é previsto a criação de ciclovias. Faltam projetos para as bicicletas, pois para as pessoas que usam, é difícil à locomoção por não ter espaço e também pela falta de respeito no trânsito com os ciclistas. Seria uma boa opção a criação de novas alternativas para os ciclistas assim como campanhas de conscientização para o uso da bicicleta e até mesmo para o respeito com os ciclistas, que apesar de as pessoas acharem que as bicicletas são usadas como lazer, 83% dos usuários as usam como meio de transporte.</p>
<p>O Brasil poderia seguir o bom exemplo de um país bem próximo, o Chile, onde Santiago mostra um bom exemplo de integração de transporte com o projeto urbanístico da cidade. As calçadas são planejadas para que os ciclistas e pedestres andem juntos, mas sem que causem problemas entre si. Existem três linhas de metrô que convergem no centro da cidade e que dão acesso a mais duas, que tornam as viagens práticas e rápidas. O próprio automóvel não incomoda tanto, já que as ruas também são bem planejadas para seu uso, e o respeito dos motoristas e pedestres contribuem para o bom funcionamento do transporte na cidade chilena. </p>
<p>Sendo assim, não por acaso o tema da mobilidade no Brasil se resume como congestionamento, graças a nossa política de circulação pelas de ampliação física e modernização da gestão do sistema viário, em detrimento da ampliação e modernização dos transportes coletivos. Mais alargamento de avenidas, mais túneis e viadutos, mais radares e lombadas eletrônicas e nada de um modelo de transporte coletivo integrado, confortável e barato.</p>
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		<title>Os Desafios do Novo Governo</title>
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		<comments>http://www.caelis.blog.br/2011/01/13/os-desafios-do-novo-governo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 18:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://img832.imageshack.us/img832/9420/dilmav.png" class="aligncenter" width="597" height="336" /></p>
<p>Após 8 anos de governo Lula, finalmente será iniciado um novo governo no Brasil. Apesar de ser do mesmo partido e uma indicação de Lula, a atual presidente do Brasil Dilma Roussef terá inúmeros problemas a resolver nos 4 anos que estão por vir, um dos principais será fazer um governo com sua cara e semelhança, e isso não será nada fácil, devido a grande popularidade de seu antecessor. Lula certamente será sua sombra principalmente no inicio de seu trabalho.</p>
<p>Fernando Henrique ficou marcado como o presidente que trouxe a estabilidade e as bases da economia atual ao país, Lula ficou marcado pela sua luta pelas questões sociais e principalmente na luta contra desigualdade no país. Dilma poderá ficar marcada como o presidente que diminuiu a burocracia, que diminuiu os juros, que melhorou a educação e a saúde, ou mais do que isso, ela pode ser marcada como o presidente que teve peito e coragem para enfrentar a todos e promover a reforma tributária e política.</p>
<p>De fato a reforma tributária é a de maior importância, principalmente para um governo que tem como meta, alcançar 2% de taxa de juros reais, mantendo o crescimento atual, em torno dos 5% sem deixar a inflação passar da meta do governo, que gira em torno dos 4,5%.  De fato é um desafio muito grande, baixar os juros a esse patamar, claro não será feito a curto prazo, mas para que isso possa acontecer, Dilma terá que suar muito a camisa. O primeiro desafio será diminuir os gastos públicos, excessivamente altos, porém ela de cara já encontra uma barreira forte no governo, o ministro da fazenda Guido Mantega  é um defensor ferrenho do crescimento econômico via gastos do governo, ele não deixa de estar errado, porém deve-se encontrar um equilíbrio, em um país cujo apoiado ao credito, consome desenfreadamente. Não precisa de gastos públicos elevados para se manter uma boa taxa do crescimento do PIB.</p>
<p>Sobre os impostos, o governo realmente terá um trabalho forte pela frente. É inadmissível aceitar que a produção industrial caia, justamente quando a economia interna está extremamente aquecida. Uns dos motivos da inflação, além dos já conhecidos aumento do preço dos alimentos, se passa nesse desequilíbrio entre demanda e oferta, o consumo em alta com produção estagnada ou baixa, não tem como não acontecer inflação, nesse caso a uma inflação de demanda. Dilma anunciou que as pequenas e micros empresas que são responsáveis pela maior parte dos empregos gerados no país, terão um plano especial na cotação dos impostos, para que assim se mantenha o emprego no mínimo no patamar atual, medida correta, mas de fato é necessário olhar para os outros setores, as maiores empresas nitidamente precisam também de um apoio contra os impostos e para que todos sejam beneficiados, a reforma tributária terá que sair nos próximos 4 anos, ou sai, ou ficaremos parados nos velhos problemas, por mais 8 anos no mínimo.</p>
<p>A questão de segurança e saúde sinceramente não tenho informação suficiente para dar pitacos. É nítido que precisa melhorar e espero que todos pensem da mesma forma. Para finalizar, eu que fui crítico e apoiava a outro candidato, espero muito que a presidente Dilma queime minha língua. Sinceramente, torço para que ela faça um bom governo, pois acima de qualquer bandeira política, eu como qualquer outro, sou brasileiro e quero para nosso país o melhor. Então em nome de todos os membros do Blog, ficam nossos sinceros votos de boa sorte ao novo governo.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/3.0/88x31.png" /></a><br />A obra <span>Os Desafios do Novo Governo</span> de <span>Rodrigo Fernandes da Costa</span> foi licenciada com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/">Creative Commons &#8211; Atribuição &#8211; Uso Não-Comercial &#8211; Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada</a>.</p>
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		<title>Rumo à Ucrânia</title>
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		<comments>http://www.caelis.blog.br/2010/12/25/rumo-a-ucrania/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 01:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de um ano eleitoral repleto de escândalos e com poucas novidades e propostas, Brasília volta a ter destaque no cenário político em 2010. Ontem a câmara aprovou aumento salarial dos parlamentares, cujos deputados, presidente, vice- presidente, senadores e ministros de Estados terão salários de R$ 26.700,00 ao mês. Senadores terão um reajuste de 61,8%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://globoesporte.globo.com/platb/conexaogontijo/2009/05/15/os-problemas-da-ucrania-para-2012/"><img alt="" src="http://img818.imageshack.us/img818/6648/foto20ucrania.jpg" class="aligncenter" width="500" height="325" /></a></p>
<p>Depois de um ano eleitoral repleto de escândalos e com poucas novidades e propostas, Brasília volta a ter destaque no cenário político em 2010. Ontem a câmara aprovou aumento salarial dos parlamentares, cujos deputados, presidente, vice- presidente, senadores e ministros de Estados terão salários de R$ 26.700,00 ao mês. Senadores terão um reajuste de 61,8%, presidente e vice terão um aumento de 133,9%, enquanto isso a classe trabalhadora recebe aumentos corrigidos pela inflação e nada mais, bom por conceito econômico a medida é mais do que correta, a questão é que deveria prevalecer para todos, seja ele político ou não, agora 133,9%? Bom, o nosso presidente vive dizendo que o País não tem inflação, será que ele erra em suas previsões em 133,9%? </p>
<p>O mais curioso disso tudo é que a votação durou apenas 5 minutos, o que me deixa a entender que projeto de interesses mútuos, a câmara, age com eficiência e incrível velocidade, questões mais importante com relação à sociedade podem esperar, o senhor Tiririca, coitado, dotado de informação considerou o projeto interessante e legal. Pois é amigo, ganhar quase 27 mil reais sem ter 10 anos de estudos deve ser legal mesmo, estudar pra que se eu posso ser deputado? </p>
<p>Dilma Roussef, futura presidenta do país, já começa com um grande pepino orçamentário para resolver, pois um país como nosso, que já durante as eleições se dizia muito em corte dos gastos, em prevenção da inflação e prevenção dos cofres públicos, receber essa notícia não deve ter sido nada agradável, pois essa medida irá custar aos cofres públicos nada mais do que 1,8 bilhões para as cidades, isso claro, irá recair na sociedade. Sim caro leitor! O otário no final das contas é o povo. Serão eles o povo mero mortais que irão arcar com os custos? O país em 8 anos não pode arcar com um orçamento desse para saúde, mas pode arcar para pagamento de salários para pessoas que deve receber até auxílio Viagra, enquanto a população mais carente não tinha direito a sequer um atendimento médico de dignidade, a educação nem se fala, é incrível ver nosso presidente argumentar que teve melhoras consideráveis na educação, digamos que no ensino superior, por necessidade, essa melhora veio, mas a base continua indo de mau a pior e foram 8 anos para se resolver.</p>
<p>Esse aumento acarretará em um orçamento mais inchado, o que pode levar a mais impostos e conseqüentemente mais inflação, impostos elevados sufocam a produção, inibem investimentos, e por falta dos dois, a inflação dispara, eu sou dos que defendem que a nossa inflação é sim de demanda, a população com mais renda, consome loucamente, empresas sem estoque, por conta das dificuldades que ela encontra em se expandir, não acompanha a demanda, a oferta cai e os preços sobem. Entendo que os alimentos estão pesando na inflação, mas não é só alimento que anda em falta no país, alguns produtos tecnológicos já faltam nas prateleiras e isso certamente trará aumento dos preços. Último dado da economia brasileira mostrou um crescimento pífio de 0,5% com a indústria puxando esse número para baixo, sinal de que o sufoco está maior do que imaginávamos somente no Brasil se para de produzir quando o mercado interno está aquecido.</p>
<p>Medidas como essa tiram de mim a esperança do sonho brasileiro. Um dia seremos gigantes, um dia não nos faltará nada, cada momento que passo eu vejo que realmente não passa de sonho, um país tão grande como nosso, com pensamento tão minúsculo de quem o governa, me traz a sensação de que isso jamais irá mudar e meu velho sonho de abandonar o barco volta a florescer. Acho que vou viver um pouco no frio. De repente, ficar preso dentro de casa me faça ignorar os problemas de qualquer nação. Ucrânia, ai vou eu!</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/3.0/88x31.png" /></a><br />A obra <span>Rumo à Ucrânia</span> de <span>Rodrigo Fernandes da Costa</span> foi licenciada com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/">Creative Commons &#8211; Atribuição &#8211; Uso Não-Comercial &#8211; Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada</a>.</p>
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		<title>Enquete Eleições 2010</title>
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		<comments>http://www.caelis.blog.br/2010/10/05/enquete-eleicoes-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 16:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Monteiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois dias depois do 1º turno das eleições, o Caelis.blog.br quer saber de você leitor, em quem você vai votar  nas eleições para presidente neste ano de 2010. Serra ou Dilma? Você pode votar na enquente abaixo. Quem sabe não temos uma pesquisa melhor que IBOPE, DATAFOLHA, etc. ? Abraços, Enquete Eleições 2010 by Leonardo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/eleicoes-2008/avatar/urna-eletronica-mao-407.jpg" alt="Urna Eletrônica" width="326" height="221" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Dois dias depois do 1º turno das eleições, o Caelis.blog.br quer saber de você leitor, em quem você vai votar  nas eleições para presidente neste ano de 2010.</p>
<p style="text-align: left;">Serra ou Dilma?</p>
<p style="text-align: left;">Você pode votar na enquente abaixo.</p>
<p style="text-align: left;">Quem sabe não temos uma pesquisa melhor que IBOPE, DATAFOLHA, etc. ?</p>
<p style="text-align: left;">Abraços,</p>
<p style="text-align: center;">Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/"><img style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
<span>Enquete Eleições 2010</span> by <a rel="cc:attributionURL" href="http://www.caelis.blog.br/2010/10/05/enquete-eleicoes-2010/">Leonardo de Castro Monteiro</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/">Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License</a>.</p>
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		<title>O Rio de Janeiro Chora</title>
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		<comments>http://www.caelis.blog.br/2010/10/03/509/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 13:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Monteiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje o Rio de Janeiro amanheceu chorando, talvez por já prever o que está por vir, um resultado triste numa das eleições mais fracas e mal frequentadas que o país já viu. Ainda me lembro em 2002, quando todos os brasileiros estavam motivados, pois finalmente um cara correto iria governar o país, um cara humilde, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caelis.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/Chuva-Rio-de-Janeiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-510" title="O Rio de Janeiro Chora" src="http://www.caelis.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/Chuva-Rio-de-Janeiro.jpg" alt="" width="504" height="322" /></a></p>
<p>Hoje o Rio de Janeiro amanheceu chorando, talvez por já prever o que está por vir, um resultado triste numa das eleições mais fracas e mal frequentadas que o país já viu.</p>
<p>Ainda me lembro em 2002, quando todos os brasileiros estavam motivados, pois finalmente um cara correto iria governar o país, um cara humilde, <span style="text-decoration: line-through;">trabalhador</span>, um grande líder que lutaria pelas massas.</p>
<p>Oito anos se passaram, e foram oito anos de conquistas e muita decepção, o mensalão, o caseiro, o próprio filho, a casa civil, o PAC, etc.</p>
<p>É triste saber que alguns tratam o PAC como uma conquista, pois poucos se lembram do governo anterior, que resgatou o país da merda e que tinha nele um programa de aceleração do crescimento, tal qual o PAC, muitos lembram menos ainda que um dos primeiros atos do atual governo em 2002, foi desativar tal programa.</p>
<p>Existem os que tratam o Bolsa Família como uma grande conquista desse governo, porém mais uma vez esquecem que no governo anterior tínhamos programas iguais, e quem sabe mais eficientes no ponto de vista fiscal.</p>
<p>É triste viver num país tão carente quanto o Brasil, onde esmola faz o povo festejar, uma política assistencialista, um governo populista, não para o povo, mas para os banqueiros, empresários, e outros mais.</p>
<p>O governo é tão insistente em lembrar que seu líder veio das classes baixas que já parece mais mito do que verdade, mas convenhamos, eles precisam insistir nisto, só assim conseguirão continuar desempenhando o populismo, colando sua imagem junta a do povo e o bolso junto aos banqueiros.</p>
<p>A alternância no poder é uma característica de um país democrático, mas não queremos ser democráticos, queremos? Queremos continuar ganhando esmola dos políticos como se estivessem fazendo um favor para nós, e não mais do que a obrigação, é engraçado como somos tratados como empregados e não como patrões.</p>
<p>A democracia ainda vai demorar muito para amadurecer no país, é verdade que a consciência do eleitorado anda melhorando, vide o Ficha Limpa, lei de iniciativa popular, mas um pouco de pessimismo me vem a mente quando neste ano podemos estar colocando uma base aliada ao governo forte no senado e na câmara, e talvez fomentando o que o governo tanto deseja, uma democracia fantoche.</p>
<p>Imagine, a censura à imprensa, a CPMF e tantos outros projetos controversos sendo votados ano que vem, tudo sendo aprovado, não porque dessa vez a oposição concordou com o governo, mas simplesmente porque não há oposição.</p>
<p>Democracia?</p>
<p>Enfim, o Rio de Janeiro amanheceu chorando, pois César Maia conquistará um lugar no senado, pois Garotinho também conseguirá seu lugar, mas esse na câmara dos deputados.</p>
<p>Triste decidir entre uma guerrilheira e um hipocondríaco, já que os ambientalistas estão no país errado, deveriam ir para nossos vizinhos do norte e ficar gritando “Global Warming”, “Terror”, quem sabe não conseguiriam alguma coisa por lá.</p>
<p>Se vamos votar pelo melhor do país, que seja no mais preparado, no mais experiente, que votemos pela democracia, pela alternância no poder.</p>
<p>O Rio de Janeiro amanheceu chorando, mas que acorde sorrindo.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Errata: O candidato César Maia não foi eleito, mas nomes piores estarão nos representando, infelizmente.</span></p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/"><img style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
O Rio de Janeiro Chora by <a rel="cc:attributionURL" href="http://www.caelis.blog.br/2010/10/03/509/">Leonardo de Castro Monteiro</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/">Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License</a>.</p>
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		<title>A não democracia brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 02:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia, folheando antigas revistas em quadrinhos, vejo uma história na turma da baixinha dentuça mais famosa do país (ela que não me ouça), onde os meninos organizavam um concurso de miss bairro como mais um plano “infalível” do garoto troca letras. A idéia era eleger a moça do vestido vermelho, sem analogia comunista, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.noticiastecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/urna_eletronica_66.jpg" alt="Candidato Darth Vader" width="350" height="208" /></p>
<p>Outro dia, folheando antigas revistas em quadrinhos, vejo uma história na turma<br />
da baixinha dentuça mais famosa do país (ela que não me ouça), onde os meninos<br />
organizavam um concurso de miss bairro como mais um plano “infalível” do garoto troca<br />
letras. A idéia era eleger a moça do vestido vermelho, sem analogia comunista, por que<br />
assim se sentiriam livres para implicar com a garota sem apanhar, com a premissa de que<br />
uma miss deve ser sempre educada e delicada.<br />
O plano vai por água abaixo por que todos decidem votar na garota mais bonita do<br />
bairro, já que sua presença seduzia a todos, e enfeitiçados, esqueciam da melhor candidata<br />
para suas vidas. Votar na garota bonita não a faria virar namorada deles. Neste caso<br />
seria algo bom somente para o ego da candidata, que continuaria a desfilar sua beleza.<br />
Você pode estar se perguntando: “Era um concurso de beleza, eles votaram<br />
corretamente”. É válido pensar assim, mas vamos extrapolar um pouquinho e tentar<br />
enxergar o que uma criança não seria capaz de ver ao ler essa história. Imagine uma<br />
eleição qualquer. Em quem você votaria? No candidato com melhores propostas, no com a<br />
propaganda mais bonita ou naquele cujo visual é mais agradável? Exerceriam a democracia<br />
indireta, elegendo um candidato que vai lutar pelos seus interesses ou vota em qualquer um<br />
que vai lutar por interesses próprios e provavelmente corruptos?<br />
Provavelmente todos os que leram até aqui optariam pelos candidatos cujas<br />
propostas apresentadas fossem equivalentes aos seus pensamentos. No fundo, é isso que<br />
acontece até pro candidato corrupto. Política não é papo de botequim, exceto quando<br />
algum político é pego com a boca na botija, mas logo aparece outro escândalo para apagar<br />
o primeiro, nas próximas eleições aparece esse cara cheio de sorrisos e crianças no colo,<br />
promovendo políticas assistencialistas imediatistas. No popular, tapando sol com peneira.<br />
Como vivemos em um país onde a desigualdade é enorme, isso acaba influenciando a<br />
maioria.<br />
Voltando à eleição dos quadrinhos, fica claro o ditado que diz que toda unanimidade<br />
é burra. Esse ditado provavelmente deve ser derivado das idéias do filósofo Sócrates<br />
que reprovava uma decisão tomada pela maioria. Para ele era mais importante saber se o<br />
argumento tem lógica e é razoável, mas como fazer isso para decidir nosso candidato se<br />
o tempo que tenho para ouvir cada um é desigual? Como fazer isso, se as propagandas<br />
políticas são um mar de acusações, de frases feitas, de apelos espirituais? Isso sem<br />
entrar no mérito de qual é o real benefício de se divulgar pesquisas de intenção de votos.<br />
O Brasil ainda precisa aprender o que é democracia. Para isso, precisamos de uma<br />
educação de qualidade, para que o cidadão não precise de bolsas governamentais para<br />
se sustentar (e em alguns casos, se igualar a alguns de Brasília e viver sustentado pelo<br />
governo) e sistemas de cotas. Para um cidadão saber distinguir o que é possível ou o que é<br />
mera fantasia em uma propaganda.<br />
Só assim, eliminaremos os sanguessugas que restaram pós ficha limpa, e para falar a<br />
verdade, espero que junto venha uma renovação política, pois ta difícil achar candidatos.</p>
<p>P.S.:<br />
Ainda não tenho meus candidatos para o dia 3 de outubro, mas já tenho certeza<br />
de quem não é. A minha decisão não é a da maioria (conforme pesquisas), mas eu estou<br />
junto com Sócrates. Meu argumento tem lógica, é razoável e tem até vídeo no youtube.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/"><img style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
<span>A não democracia brasileira</span> by <a rel="cc:attributionURL" href="http://www.caelis.blog.br/2010/09/23/a-nao-democracia-brasileira/">Rodrigo Rezende da Silva e Souza</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/">Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas 3.0 Unported License</a>.</p>
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		<title>O Brasil do desperdício</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 23:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Frente a mais uma eleição presidencial nos deparamos, qual Brasil nós vivemos hoje? Vivemos uma fantasia como proposta pelo governo, onde a segurança nas grandes cidades é um assunto resolvido, onde a saúde em nossas cidades é de primeira qualidade, onde os impostos elevados sim, mas bem revertidos à sociedade nos dão um salto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://a.imageshack.us/img839/4067/24mhgpaisaviao.jpg" class="aligncenter" width="720" height="460" /></p>
<p>Frente a mais uma eleição presidencial nos deparamos, qual Brasil nós vivemos hoje? Vivemos uma fantasia como proposta pelo governo, onde a segurança nas grandes cidades é um assunto resolvido, onde a saúde em nossas cidades é de primeira qualidade, onde os impostos elevados sim, mas bem revertidos à sociedade nos dão um salto de qualidade de vida? Bom assim como eu acho que você leitor deve perceber que não vivemos nada disso e assim como eu você deve se perguntar, quem esta certo, o governo ou seus opositores? </p>
<p>Bom sobre o que eu posso afirmar é que a parte da segurança pelo menos em meu estado não está resolvida (fui vitima a pouco mais de uma semana atrás da violência pública mal resolvida há décadas), leia-se e diga Rio de Janeiro, mais precisamente Niterói, a saúde eu mesmo não preciso dizer como anda, basta olhar em cada hospital seja ele municipal estadual ou federal para perceber como está a situação, os impostos então caem nisso tudo e muito mais, um país com uma arrecadação enorme não poderia passar por dificuldades com as quais passamos, fazendo um papel neutro aqui, posso até defender que a polícia do Rio de Janeiro aparenta pequenas melhoras, porém acho que pelo tempo de governo essas melhoras já deveriam ser maiores, então é obvio que nosso dinheiro arrecadado pelo Estado é muito mal administrado e repassado, um governo com a nossa arrecadação, não poderiam passar por déficits em suas contas como tem passado nos últimos meses.</p>
<p>De fato estamos novamente perdendo uma enorme possibilidade e industrializar nossa economia, um país cujo investimento chegou apenas no ano passado a 1% do PIB, que a meu ver é ridículo, comparado a China e outros países em desenvolvimento como o Brasil, e isso em grande parte não é culpa do baixo investimento e sim culpa da extrema carga tributária imposta as industrias o que impede é obvio na formação de novos empregos, a nossa educação de mau a pior não vai conseguir sustentar a demanda que nosso mercado irá exigir, o caos instalado na infraestrutura (reflexo do baixo investimento do Estado) também trava o nosso crescimento, o que isso de fato acontece, é que no futuro nós poderíamos alcançar um PIB com um tamanho 3x maior do que o atual, talvez daqui a 10 anos, e nesse ritmo estatizante que querem nos impor e que já vem sendo imposto dificilmente chegaremos a esses números, a não ser que uma mudança significativa de como é tratado funcionalismo seja feita, pois da forma atual esse inflamento da máquina pública somente faz com que as contas do Estado continuem no vermelho, não querendo criminalizar o funcionalismo, porém é necessária uma reforma em como os funcionários públicos devem proceder e lógico deve ser cobrado resultados, como qualquer empresa privada cobraria, os Correios foram novamente alvo desse serviço prestado de forma errada, muitas vezes por pessoas que não entendem nada do assunto ocuparem cargos de extrema importância e de extrema necessidade de qualificação, caso contrario se gastará muito dinheiro, com resultados abaixo do gasto elevado lembrando de nossos bolsos.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc/3.0/88x31.png" /></a><br /><span>O Brasil do desperdício</span> by <span>Rodrigo Fernandes</span> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/">Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial License</a>.</p>
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		<title>O futuro da mobilidade: Soluções imediatas para combater o aquecimento global</title>
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		<comments>http://www.caelis.blog.br/2010/08/09/o-futuro-da-mobilidade-solucoes-imediatas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 04:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Conforme já foi apresentado neste blog, no texto do Rodrigo Fernandes, ainda há discussões sobre o que é real no aquecimento global. Podemos até, em um exercício de imaginação, dizer que no contexto atual o aquecimento global serve como desculpas dos países desenvolvidos para frear a economia dos países em desenvolvimento, principalmente do grupo conhecido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.comunicandomoda.com/uploaded_images/squbmw_gina_p0045519-710178.jpg" alt="Carro Conceito da BMW" width="400" height="400" /></p>
<p>Conforme já foi apresentado neste blog, no texto do<a href="http://www.caelis.blog.br/2010/01/14/aquecimento-global-ou-enganacao-global/"> Rodrigo Fernandes</a>, ainda há discussões sobre o que é real no aquecimento global. Podemos até, em um exercício de imaginação, dizer que no contexto atual o aquecimento global serve como desculpas dos países desenvolvidos para frear a economia dos países em desenvolvimento, principalmente do grupo conhecido como BRIC, que engloba as principais potências emergentes, sendo elas Brasil, Rússia, Índia e China.</p>
<p>Independente do que há de real nos fatos, existe uma oportunidade única para evolução tecnológica, tendo em vista que os grandes saltos que a humanidade deu, foram dados quando houve alguma adversidade, como por exemplo nas guerras. Hoje você pode viajar em aviões a jato ou comer comida enlatada graças a esse desenvolvimento adverso. Sendo assim, o Carbono é nosso inimigo, e um dos principais vilões dessa história é o carro.</p>
<p>Algumas soluções para o futuro, que estão sendo aprimoradas, já foram apresentadas em <a href="http://www.caelis.blog.br/2009/09/01/o-futuro-da-mobilidade-hibrido-bateria-ou-celula-combustivel/">posts</a> anteriores, mas se for para esperar essas soluções, talvez seja tarde demais. É necessário algo que possa ser utilizado agora. Políticas públicas para transporte de massa é algo que todo governante deve pensar, mas se eu não quiser abrir mão do meu conforto e privacidade? Se eu quiser continuar a usar meu carro sem achar que estou abusivamente agredindo o meio ambiente? A industria automobilística está se movendo para te atender.</p>
<p>Bem verdade que forçada por leis mais rígidas, os carros que teremos em um futuro bem próximo serão resultado de um trabalho árduo dos departamentos de engenharia, visando o aumento da eficiência energética, reduzindo o consumo de combustível, e consequentemente, reduzindo a emissão de gases estufa na atmosfera. Sendo assim é bem provável que algumas dessas soluções estejam presentes no seu futuro automóvel:</p>
<p>Sistema start/stop:</p>
<p>Já presente em alguns veículos de luxo, é um sistema perfeito para cidades, pois consiste em desligar o motor quando está parado no sinal ou em um anda-e-para característicos dos grandes centros urbanos. Através de sensores localizados nos pedais e no câmbio, quando o motorista toma a ação de arrancar com o veiculo novamente, o sistema religa o motor, evitando consumo de combustível enquanto parado, isso sem precisar de alguma ação a mais do motorista. Você pode simular isso desligando seu carro na ignição, mas com certeza será xingado por algum apressadinho se seu carro não ligar de primeira, coisa que não tem risco de acontecer com esse sistema.<br />
Aliado a um sistema hibrido, com motores elétricos, é uma solução interessante.</p>
<p>Aerodinâmica:</p>
<p>Basta olhar para projetos antigos para perceber que aerodinâmica não era uma preocupação. Estilo como nos carros dos anos 50 ou funcionalidade como na Uno e na Kombi eram os objetivos do departamento de design das empresas. A aerodinâmica só era uma preocupação em carros esportivos e de competição, mas os próximos carros necessitarão de uma total integração do design com a engenharia, para a escolha de um projeto funcional, belo e aerodinâmico. Um carro que corta melhor o ar necessita de menos potência para ser eficiente, com isso, podemos ter motores menores, e por consequência também menor consumo.</p>
<p>Transmissão:</p>
<p>Quem busca algum conforto ao dirigir, provavelmente vai escolher um carro automático para não ficar trocando de marcha o tempo todo, mas quem ler um comparativo entre carros manuais e automáticos verá que o consumo do automático é maior. Isso se deve ao fato de que no modo manual, o motorista tem a liberdade de trocar as marchas de uma forma mais eficiente do que no modo automático, dependendo é claro, da forma de guiar e acelerar. Mas a indústria está desenvolvendo câmbios automatizados que poderão economizar mais e ser mais eficiente do que um câmbio manual. Mas ainda não é realidade em todos os carros. Vale a pena ver o comparativo de consumo antes de comprar seu próximo carro, isso se sua preferência for um carro de baixo consumo sem se importar de qual transmissão escolher.</p>
<p>Downsizing:</p>
<p>Em administração, downsizing significa  racionalizar processos, diminuindo a burocracia, tendo uma estrutura enxuta mantendo a eficiência e a eficácia. Terror dos funcionários, pois em sua aplicação são necessárias demissões. No livro “ O princípio Dilbert” de Scott Adams, há um capitulo inteiro de sátiras sobre esta prática que vale a pena conferir.<br />
Mas voltando ao foco, nos carros, esse princípio é aplicado nos motores, reduzindo cilindradas sem perder torque e potência através de estudos do departamento de engenharia. Por exemplo, o motor do Chevrolet Corsa 1.0 em 1998 possuía 60 cv de potência, e hoje um motor 1.0 que ocupa o Chevrolet Classic (que na verdade não passa de um Corsa sedã, com nome e maquiagem) possui 77 cv se usado com gasolina, e ainda é flexível, desenvolvendo 78 cv no Álcool.<br />
Outra técnica utilizada é a introdução do turbo. Os Volkswagen Gol e  Parati 1.0 Turbo do começo da década e os motores T-jet da Fiat usam esse recurso para serem um motor de baixa cilindrada que possuem potência semelhante a motores maiores.<br />
Possivelmente teremos um motor mais leve, compacto, econômico, sem perder em potência e desempenho.</p>
<p>Materiais:</p>
<p>Sabemos que quanto mais peso se carrega, mais força é necessária, portanto, para reduzir consumo nos carros, é necessário reduzir o peso estrutural dos mesmos. Plástico, alumínio e outros materiais compósitos poderão ser mais utilizados. Um exemplo disso é que alguns veículos esportivos possuem sua estrutura em alumínio, algumas peças em fibra de carbono, freios com discos de cerâmica e etc. Mas se engana aquele que acha que o aço foi descartado. O aço possui inúmeras vantagens em termos estruturais que alguns desses materiais ainda não possuem ou provavelmente nunca irão possuir, portanto as siderúrgicas estão desenvolvendo os chamados AHSS (sigla em inglês para aço avançado de alta resistência), e com isso uma peça pode ter a mesma resistência usando menos material. Essa redução de peso em relação ao aço usado atualmente pode ser comparada com a redução obtida com a utilização do alumínio mas com a vantagem de ser um aço.</p>
<p>Discutir as diferenças entre matérias foge do escopo desse texto e entraria em um artigo altamente técnico de engenharia de materiais. Em resumo, basta entender que teremos um carro mais leve, mas nem por isso, menos seguro, e seguindo nessa proposta de redução de peso, algumas empresas já estão pesquisando matérias que possam servir como baterias e carroceria visando o carro elétrico. Isso poderia resolver um dos grandes problemas para a utilização desse tipo de motor que é a falta de baterias compactas e eficientes.</p>
<p>Seu próximo carro poderá não ser livre de emissões de carbono, mas com certeza será muito mais econômico, quem sabe até tendo um consumo comparável ao de uma moto, com cerca de 30 km/l no ciclo urbano. Acha isso improvável? É apenas a meta europeia para 2020.</p>
<p>OBS: Na foto, temos o Gina, carro conceito da BMW que ilustra bem a busca por materiais mais leves na fabricação dos automóveis. O Gina possui uma carroceria composta por cabos de alta resistência e fibra de carbono, recobertos por um tecido impermeável e resistente.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/"><img style="border-width: 0" src="http://i.creativecommons.org/l/by/3.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
<span>O futuro da mobilidade: Soluções imediatas para combater o aquecimento global</span> by <a rel="cc:attributionURL" href="Soluções imediatas para combater o aquecimento global">Rodrigo Rezende da Silva e Souza</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/">Creative Commons Atribuição 3.0 Unported License</a>.</p>
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		<title>Eleições 2010 – 1° debate (Rede Bandeirantes)</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 03:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Band;Lula;FHC;Dilma;Serra;Marina Silva;Plínio de Arruda;PSOL;PT;PSDB;PV;Eleições 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 05/08/2010 foi realizado o 1° debate televisionado entre os presidenciáveis, organizado pela Band. O debate contou com as presenças dos principais candidatos a presidência e favoritos, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), e dos também candidatos, porém menos badalados, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda (PSOL). Como era esperado, o debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://a.imageshack.us/img413/6503/debatef.jpg" class="aligncenter" width="600" height="316" /></p>
<p>No dia 05/08/2010 foi realizado o 1° debate televisionado entre os presidenciáveis, organizado pela Band. O debate contou com as presenças dos principais candidatos a presidência e favoritos, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), e dos também candidatos, porém menos badalados, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda (PSOL).<br />
Como era esperado, o debate ficou polarizado entre os candidatos do PSBD e do PT, José Serra e Dilma Rousseff respectivamente, o candidato Plínio de Arruda do PSOL em diversas vezes argumentou sobre o fato. O mesmo Plínio foi o candidato mais agressivo do debate, atacando de forma direta os candidatos do PSDB e PT, nem se quer Marina Silva do PV escapou de seus ataques. Marina que por sinal não atacou ninguém, mas a meu ver teve uma boa postura durante o debate, sem fugir de perguntas e se focando sempre em seu projeto. Outra coisa interessante tocada pela candidata e apoiada pelo tucano Serra, foi que os partidos devem ser capazes de esquecer as divergências da oposição pela oposição, coisa que também defendo profundamente e achei um ponto interessante tocado por ela.</p>
<p>Dilma Rousseff e José Serra como era de se esperar focaram-se nas campanhas de FHC e de Lula respectivamente, logo no primeiro embate entre os candidatos José Serra fora questionado sobre os 14 milhões de empregos de carteira assinada criados em 7 anos pelo governo Lula em comparação ao de FHC.  Serra respondeu categoricamente que não deve ficar olhando pelo retrovisor e criticou a situação de portos, aeroportos e estrada do país. Dilma, claro, não concordou com Serra em relação ao retrovisor. Sobre a frase usada pelo candidato, eu particularmente concordo que a comparação da economia na época do FHC e de Lula são extremamente distintas, um pegou o país totalmente dilacerado com a década perdida dos anos 80 e a hiperinflação no Brasil vivida na mesma época, e o segundo, diga-se o Lula, pegou um país com estruturas macroeconômicas definidas, um país com uma moeda consolidada e principalmente pegou bons ventos da economia mundial, ou seja, são ciclos econômicos diferentes e, portanto a questão da formação de emprego deve ser comemorada sim, mas não comparada com uma gestão de 7 anos atrás e se quisermos ir mais longe e comparar há 16 anos atrás, o mundo mudou e o Brasil mais ainda nesse longo espaço de tempo, e quem tem noções de economia sabe disso. Serra questionou sobre isso com Dilma, justamente por ela ter cursado economia no passado. Além disso, contra a candidata tem o fardo do seu aliado, o ex ministro da fazenda, Antonio Palocci, ter em diversas oportunidades tem elogiado a economia do governo FHC, então convenhamos que esse ponto se for atacado pela candidata será um ponto negativo sempre, em cada debate que a mesma participar.</p>
<p>Em relação à pergunta feita pelo mediador, Ricardo Boechat, os três candidatos mostraram opiniões parecidas. A pergunta feita aos candidatos era em qual setor cada um iria priorizar assim que vencesse as eleições 2010 e os setores foram; a saúde, educação e segurança. Tópicos mais votados no site da Band e todos de forma acertada a meu ver, responderam que não se deve priorizar esses setores por serem críticos e ligados e cada um de sua forma citou suas propostas.</p>
<p>O debate foi se desenrolando de forma dinâmica e de forma respeitosa pelos candidatos. Cada um focando-se mais em propostas ao que a ataques pessoais, o que de fato fez crescer meu interesse, mesmo o radical Plínio de Arruda do PSOL tratou até certo ponto de forma respeitosa os candidatos, apontando falhas nas propostas de cada um e tentando de forma ríspida apresentar a sua que é acabar com a desigualdade no Brasil, talvez o ponto mais caloroso do debate com a participação de Plínio fora a acusação de que a reforma agrária do presidente Lula tenha sido menor do que a do FHC e que isso seria um horror, diga-se de passagem, que o próprio Plínio ainda então filiado ao PT elaborou o projeto e segundo o mesmo, o projeto fora rasgado ao meio, não chegando à metade do que foi proposto inicialmente.</p>
<p>Durante o debate percebi uma Marina contida, porém objetiva, um Serra focado e tentando ser o mais direto possível, uma Dilma inicialmente perdida, atrapalhada pelo nervosismo e afobação, chegou a tremular algumas vezes, mas depois se recuperou. Talvez um momento de dúvida que ela deixou foi sobre a questão das APAES (Associação de pais e amigos dos excepcionais) questionada sobre perseguição por parte do PT pelo candidato José Serra. Ela deixou no ar se as APAES foram ou não prejudicadas pelo governo. Outro ponto em que Dilma levou desvantagem fora a questão da comparação econômica entre o governo FHC e Lula, que já fora comentado aqui, culminaram para que eu chegasse a conclusão que nesse debate ela levou ligeira desvantagem em relação ao tucano. Plínio de Arruda foi ao ataque de tudo e a todos, mas considero sua presença importante para o debate. Primeiro ele deu o ar da graça no debate sempre com comentários que tiravam a gargalhada do público e importante também foi o seu ataque, que serviu para ver como cada candidato trabalharia sobre pressão. Enfim, apesar de discordar com quase tudo com que ele disse, por achá-lo radical demais, eu achei importante sua presença. Algo que me chamou atenção foi a sua proposta da redução da jornada de trabalho, alegando que ela seria benéfica para a contratação de mais trabalhadores, mas o candidato esquece de mencionar que cada trabalhador contratado representa um gasto enorme para qualquer instituição e, portanto essa redução devido a esse gasto excessivo que é contratar um trabalhador não iria alavancar mais contratações e de contra mão iria levar a produção abaixo, prejudicando a todos em um efeito cascata. Plínio esqueceu-se também que ser radical demais, representa fuga de recursos, basta voltar as eleições de 2002 que sobre o efeito de um possível calote que o Brasil poderia fornecer no futuro caso o Lula fosse presidente, levou um colapso em nossa economia quando o dólar chegou a bater R$ 4,00. Enfim, ele falou demais em mudança, mas esqueceu de dizer como. Veremos como será seu desempenho nos próximos debates.</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc/3.0/88x31.png" /></a><br /><span>Eleições 2010 – 1° debate (Rede Bandeirantes)</span> by <span>Rodrigo Fernandes da Costa</span> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/">Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial License</a>.</p>
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		<title>A palavra do dia é…</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Souza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
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		<description><![CDATA[Ignorância. Segundo o dicionário Houaiss, podemos definir essa palavra como: 1 estado daquele que ignora algo, que não está a par da existência de alguma coisa 2 estado daquele que não tem conhecimento, cultura, em virtude da falta de estudo, experiência ou prática 3 estado social no qual a instrução, a cultura é extremamente precária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img638.imageshack.us/img638/3593/ignorncia.jpg" alt="ignorancia" /><br />
<strong>Ignorância.</strong><br />
Segundo o dicionário Houaiss, podemos definir essa palavra como:<br />
1    estado daquele que ignora algo, que não está a par da existência de alguma coisa<br />
2    estado daquele que não tem conhecimento, cultura, em virtude da falta de estudo, experiência ou prática<br />
3    estado social no qual a instrução, a cultura é extremamente precária<br />
4    atitude grosseira; grosseria, incivilidade<br />
5    ingenuidade excessiva; inocência, pureza</p>
<p>Basta abrir os jornais para perceber, através destas definições, o Brasil possui um povo alegre, feliz, e todas aquelas definições difundidas em propaganda de turismo, mas acima de tudo é um povo ignorante. E me incluo como um.</p>
<p>Quem não lê os jornais, já podemos enquadrar na definição 1. O país tem uma alta taxa de analfabetismo, além dos analfabetos funcionais que são aqueles que sabem ler, mas não conseguem interpretar o texto. Por sorte, os primeiros não são obrigados a votar, mas não são impedidos de exercer esse direito, podendo até, em regiões mais pobres, favorecer o coronelismo, que ainda existe. Os segundos são altamente influenciáveis, pois não conseguem formar uma opinião coesa, e em geral são alienados graças à definição 3.</p>
<p>Essa palavra é tão perfeita para nos definir que sabemos que a maior parte da população está nas definições 2 e 3, devido a falta de estrutura de nossas escolas, vivemos com medo, principalmente nas grandes cidades devido a definição 4, e a maioria da população, quando confrontada com essas três definições, simplesmente age como na definição 1 e fala que isso é problema de outra pessoa. Bom, a pessoa que sofre com 2,3 e 4 geralmente não gosta disto, e a outra pessoa que seria encarregada, também fala que não é problema dela.</p>
<p>Viver na ignorância até pode parecer um bom negócio. Imagina a felicidade de muitos que ignoravam sintomas de doenças graves, com medo de ir ao médico, imaginando que “quem procura acha”, e ver sua vida acabar por ter que conviver com tratamentos. Ou quem sabe, aquele mais rico, que pode ignorar tudo que se passa nesse país, e se isolar em uma fazenda, ou mudar de país.</p>
<p>Ignorar tudo não dá.</p>
<p>Não dá pra ignorar a mídia polarizando uma eleição presidencial, entre dois candidatos que burlam as leis eleitorais, fazendo campanha antecipada. Não dá para ignorar, um jogador de futebol, que ganham salários exorbitantes, ser acusado de matar a mãe de um filho bastardo, independente de ter culpa ou não. Não dá para aturar a incivilidade de um cidadão após um atropelamento em uma via interditada não prestar socorro, e em seguida ser parado por uma viatura que nada faz.</p>
<p>Se “a ignorância é uma benção”, parece que nós estamos seguindo a risca.</p>
<p>Faltou comentar sobre a definição 5, e para isso, acho perfeito usar a frase que o Houaiss usa como exemplo: “Ah, santa ignorância, será que não percebes o que estão tramando?”</p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" /></a><br /><span>A palavra do dia é&#8230;</span> by <a href="http://www.caelis.blog.br/2010/07/27/a-palavra-do-dia-e/" rel="cc:attributionURL">Rodrigo Rezende da Silva e Souza</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/">Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas 3.0 Unported License</a>.</p>
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