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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-26440386</atom:id><lastBuildDate>Mon, 28 Nov 2011 00:29:49 +0000</lastBuildDate><category>pensamentos</category><category>vazio</category><category>recomeço</category><category>escolhas</category><title>Idea Dealing</title><description /><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/viniciusalvim" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogspot/viniciusalvim" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-6403156277530580043</guid><pubDate>Wed, 26 Oct 2011 23:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-26T21:21:22.831-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rTJN9TaKbTw/TqiVs5so7JI/AAAAAAAAAjc/WMDcX1zFA94/s1600/DSC_0000018.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-rTJN9TaKbTw/TqiVs5so7JI/AAAAAAAAAjc/WMDcX1zFA94/s320/DSC_0000018.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Segunda feira farei o último retoque: Aumentar a "perna" do R pra de fato juntar as letras, que parecem ter ficado um pouco espaçadas entre "brother" e "hood". Aí sim, dormirei tranquilo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-6403156277530580043?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/10/segunda-feira-farei-o-ultimo-retoque.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-rTJN9TaKbTw/TqiVs5so7JI/AAAAAAAAAjc/WMDcX1zFA94/s72-c/DSC_0000018.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-4563963613120217148</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2011 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-24T20:50:27.426-02:00</atom:updated><title /><description>Escolho o tédio como a melhor alternativa no momento: Poderia distrair minha mente num jogo de dúvidas, preocupações e falta de valor pelo que é feito, ou até mesmo puxar assuntos diversos, com pessoas que muitas vezes, nem conheço bem. Opto por abrir o navegador descontroladamente, na esperança de que algo de novo aconteça, apareça alguma mensagem que me puxe pra dentro de um mundo em que o tempo passe rápido, e toda essa tempestade vire finalmente o pote de ouro no fim do arco-íris.&lt;div&gt;
No momento, porém, só me preocupo com o presente e o com o futuro: Acidentes de carro no passado que geram&amp;nbsp;consequências no presente, notas no presente que gerarão mais preocupação no futuro.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Entre me lembrar disso tudo, escolho simplesmente abrir uma página em branco e transbordar qualquer tipo de informação que venha à mente, qualquer tipo de recordação do dia que eu ache verdadeiramente necessário colocar em palavras. De resto, lanches na padaria, tatuagens e conversas não precisam ser minunciosamente contatas. Minha memória se encarrega de verdadeiramente guardá-las pra sempre dentro de mim. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-4563963613120217148?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/10/escolho-o-tedio-como-melhor-alternativa.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-2658697982231443266</guid><pubDate>Thu, 20 Oct 2011 19:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-20T17:21:31.760-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-l7sIICtGccQ/TqB0rT-UxPI/AAAAAAAAAjU/-Azv40poQk0/s1600/DSC_0000017.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-l7sIICtGccQ/TqB0rT-UxPI/AAAAAAAAAjU/-Azv40poQk0/s320/DSC_0000017.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-2658697982231443266?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/10/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-l7sIICtGccQ/TqB0rT-UxPI/AAAAAAAAAjU/-Azv40poQk0/s72-c/DSC_0000017.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-889088933209888877</guid><pubDate>Sat, 15 Oct 2011 23:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-15T20:35:24.905-03:00</atom:updated><title /><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A felicidade tem endereço! Nunca me esquecerei das
aproximadas 168 horas que mudaram minha vida para sempre. 7 dias de auto
descobrimento, curtição e pura felicidade. 7 dias de pensamentos bons,
aprendizagens e conquistas: de beijos na praia à beijos na chuva. De choros na
noite ao reforço do elo que não se rompe mais. A fórmula parece fácil de
combinar com o resultado: &lt;u&gt;Uma viajem + Um irmão + Várias festas + Vontade de
ser feliz =&lt;/u&gt; &lt;b&gt;The Best trip ever!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Entre erros e acertos, fecho a conta da melhor semana de minha vida com um
sorriso estampado de orelha à orelha, simplesmente porque eu estava com &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;a melhor pessoa que já conheci, meu verdadeiro
e escolhido irmão. &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;BTH pra sempre tatuado no coração.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
E por mais que a volta à realidade seja dura, que os obstáculos pela frente
pareçam imensamente penosos e dolorosos, me apoio em imagens tão simples: De
músicas tocando animadas, o sol nascendo ao fundo e à irmandade ao meu lado,
sorrindo, assim como eu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-889088933209888877?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/10/felicidade-tem-endereco-nunca-me.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-8450559126976964900</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2011 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-10T10:53:34.769-03:00</atom:updated><title>Entranhas estranhas</title><description>Me serviram hoje no serviço de quarto apenas tristeza e decepção, tanto na primeira quanto na terceira pessoa do meu singular. Grito nas entranhas na tentativa de expor o que sinto. Choro por dentro por duas únicas explicáveis e justas razões: A da tristeza por si própria, pelo sentimento de incapacidade e traição, e por não poder transpassar o choro para o externo de meu ser. Interferências ocorrem no pensamento, expectativas globais são jogadas no lixo, e o lixo passa a ser eu. A cada dia de vida no “mundo” jovial, perco um pouco de expectativas de vida futura. Parece-me demasiadamente surreal viver por longo tempo, convivendo com alguém que não mais suporto: eu mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto minha imagem e semelhança do que eu queria ser, curte para ambos, a parte que sobrou, com todos os defeitos, medos e falta de experiência fica com seus medos e faltas de experiência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto “estar juntos” é efêmero, estar de fato junto é meu único e maior desejo. Quero aquilo que defino como “brotherhood”, que diga-se de passagem, se resume toda minha expectativa, daquilo que nutro dia após dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto se parece completamente utópico sentir tal tipo de tristeza na “terra da alegria”, conformo-me que realmente não pertenço a mim mesmo, justamente no tal sentimento que tanto defendo e tanto busco. Justamente nos momentos que sonhei pra mim, me fazem sentir inseguro diante da realidade. Death. Death. Death. Pra mim já chega de viver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-8450559126976964900?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/10/entranhas-estranhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-7783522746151253531</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 01:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-25T22:39:51.046-03:00</atom:updated><title /><description>&lt;blockquote&gt;
&lt;b style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Bailão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;b style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Baião&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;b style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Balão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;b style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Bailemos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-7783522746151253531?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/09/bailao-baiao-balao-bailemos.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-3679717238683096157</guid><pubDate>Sat, 24 Sep 2011 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-24T10:53:48.413-03:00</atom:updated><title>Independência ou ... independência</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
No começo desse mês
setembrino, logo na primeira semana, consegui finalmente chegar à margem do meu
Rio Ipiranga, onde ergui minha espada e decretei e tão sonhada independência,
embora ela não tenha plenitude, tampouco essência verdadeira. Fazer 18 anos era
um conto de fadas, que até meus 17 e poucos segundos, eu nutria. Logo, me
disseram que não era todo aquele conto infantil que eu esperava. E realmente,
não muda nada para o lado bom. Ser “maior de idade” agora é a desculpa para
tudo. Perder carteiras de plano de saúde, esquecer de um horário, não fazer um
dever, tudo agora é motivo para eu ser lembrado que “agora eu sou responsável
pelos meus atos.” Grande bosta. Não é porque eu completei certa idade, que eu
tenho que me desvincular de tudo aquilo que me protegia. É fato que
responsabilidades chegam, mas não é de um dia para o outro. Portanto, se é para
o bem geral de mim mesmo, diga ao povo que não quero ser mais independente.
Como faz pra reverter isso?&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-3679717238683096157?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/09/independencia-ou-independencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-1324814893947778870</guid><pubDate>Fri, 02 Sep 2011 00:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-01T21:25:21.989-03:00</atom:updated><title>Deal</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Tem momentos que só parecem terminar bem no fim daquele
poço. Dá uma vontade filha da puta de sumir no mundo e esquecer o que passou.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Descobri que o pior sentimento do mundo chama-se &lt;b&gt;arrependimento&lt;/b&gt;, pela simples razão de que por mais que tu queira
deixar tudo o que aconteceu no passado e nunca mais tocar na ferida, você acaba
atingindo outras pessoas e machucando&amp;nbsp;
(eu sei que foi sem querer) outros seres. E é isto que dói. Machuca se
achar impotente diante do passado, mas dói mais ainda ver a indiferença das
pessoas, diante das suas atitudes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; O que fazer diante disso tudo? Sei que talvez você esperasse uma resposta digna
de experiência de vida, mas não. Eu não sei o que fazer. A reação&amp;nbsp;quase que natural para isto é procurar algo
que te doa mais do que a indiferença alheia, mas que seja remediada à seu modo:
seja se afundar (mesmo que por poucos dias) na escola, ou fazer aflorar as
lembranças mais lindas sobre “a tal garota” e se lembrar propositalmente em
seguida de que tudo acabou. Daí, a dor do arrependimento de certa forma
desaparece e tu passa a sentir dores mais intensas, mas que te avisam que um
dia vai passar, ao contrário do combo “arrependimento/indiferença” que
impossivelmente será lavado da sua alma.&lt;br /&gt;
Deal With!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-1324814893947778870?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/09/deal.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-7429093406782136865</guid><pubDate>Thu, 30 Jun 2011 21:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-30T18:33:35.964-03:00</atom:updated><title>Fita Vermelha</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Após andar por algumas horas, resolvi parar em uma esquina para descansar um pouco. Meus sapatos, que embora fossem novos, pareciam ter dentro de si grandes pregos por dentro, que de alguma forma, maltratavam meus pés. Minhas costas doíam como se estivesse carregando todo o peso do mundo sobre cada osso. Naquela esquina, fui observando cada casa, cada tom das paredes, o detalhe de cada janela e das cortinas que as cobriam. Observava os portões grandes de ferro, alguns com pequenos detalhes de ferrugem: marcas que o tempo tratara de imprimir, como um garoto deixa nas paredes vândalas o recado de “estive aqui”. Seguia a observação das casas em linha reta, passei até a sexta casa admirando seus detalhes enquanto minha respiração deixava de ser ofegante e meu coração que parecia antes como a batida de uma música rápida, tornava-se uma lenta valsa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Algum tempo depois, ao chegar ao ponto mais alto do telhado da sétima casa, vi uma pequena fita vermelha presa a ultima telha da esquerda. Possuir aquela fita pareceria, em qualquer visão, além de uma impossibilidade, uma idiotice. Eu não precisava de uma fita, ainda mais vermelha, ainda mais velha, ainda mais suja, ainda mais todos os “ainda mais” que de alguma forma me convenciam a não me arriscar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Talvez seja exatamente por todas as adversidades que aquela aventura me proporcionava, que resolvi chegar ao ponto mais alto da casa e possuir a tão sonhada fita vermelha da vitória. Comecei, obviamente, pela cautela de olhar em volta e me certificar que ninguém estaria passando na rua naquele momento. Depois, ao abrir o portão de ferro cravejado com os efeitos do tempo, ouvi o barulho dele se abrindo, um pedido de óleo a cada um que ousasse o tocar. Pisei na grama, que tanto precisava de um cuidado. Estava seca, áspera, e provavelmente, extremamente quente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Naquele horário, o sol não se opunha à casa, e, portanto, não disponibilizava nem um milímetro de sombra para a pobre rasteira, que se tornava cada minuto mais seca. O barulho dos meus sapatos sobre o piso desidratado e castigado novamente acompanhava o ritmo do meu coração, que a cada passo, acelerava um pouco mais. Fui diretamente aos fundos da casa, numa intuição um pouco infantil, típica da cabeça de um garoto de 10 anos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembrei-me de quando ainda morava em uma casa, antes de me mudar para o grande apartamento comprado à beira da avenida central, em que guardávamos sempre uma escada nos fundos da casa, caso fosse necessário a limpeza da chaminé que vivia entupida, graças aos ninhos de passarinhos que se acumulavam em seu interior. Por sorte, ou dependendo do ponto de vista, infelicidade, ali estava a escada que idealizei. Demorou alguns minutos para que minha tão pouca força de garoto pudesse deslocar uma escada daquele porte, uma típica escada de alcançar as chaminés mais altas. Após a ter posicionado em local estratégico, quase milimetricamente com seu ângulo calculado, comecei a jornada de subida. Um degrau de cada vez, mas que para mim, pareciam montes Everests inteiros, a cada centímetro longe do solo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Minha respiração voltava a ser ofegante e pequenas gotas de suor começavam a sair de todos os meus poros. Meu corpo nunca havia se sentido mais vivo do que naquele momento. Conforme fui subindo, a fita vermelha começou a ficar cada vez mais tangível. Me sentia como um super heroi, que em vez de portar uma capa vermelha, sairia por aí matando criminosos com a fita vermelha.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cheguei ao telhado. Àquele ponto, não havia mais escada que pudesse me firmar e me apoiar na subida. Era apenas eu e minha vontade. As telhas estavam cobertas com um muco verde, que por efeito das chuvas e do já presente tempo, dificultava e escorregava minha subida. Meus pés pareciam não ter atrito suficiente,e enquanto sentia o primeiro fio daquela fita, deslizei na última telha à esquerda. A fita se desprendeu e eu caí da altura da casa. Nos últimos instantes de queda, pude ver os donos se aproximando de carro, provavelmente, voltando de um passeio ao clube. Vi o rosto da dona da casa, apavorada a ver um “pivete” caindo de seu telhado. Não durou&amp;nbsp; muito tempo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Meu corpo caiu no solo seco, de grama seca. A escada caíra logo a seguir, em cima do meu corpo que já não tinha mais vida, mas que segurava na ponta dos dedos, a tão sonhada fita vermelha da vitória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Vinicius Alvim - 30/06/11&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-7429093406782136865?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/06/fita-vermelha.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-2250210921221256476</guid><pubDate>Sun, 12 Jun 2011 17:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-12T14:08:11.681-03:00</atom:updated><title /><description>Sei que não é só comigo, mas tenho um sério problema em expressar fisicamente o que eu sinto. Minha solução, então, é escrever cada pequeno sentimento numa frase qualquer que consiga&amp;nbsp;expressar, mesmo que só na essência, aquilo que sinto. Mais uma vez me vi num labirinto, com tanta vontade de falar, de abraçar e dizer o que quer que fosse, mas simplesmente não saiu. Pois bem, na válvula de escape, espero que dê conta:&lt;br /&gt;
Uma vez já falei sobre minha timidez e sobre o quanto eu sou cru nesse assunto de amizade. Sair de um mundinho paralelo feito dentro de um computador e de repente se ligar num mundo real é mais difícil do que se parece. Viver numa bolha dá um trabalho filho da puta. Não quero ficar enchendo o saco demais, falando demais, sendo que o essencial se resume em pouquíssimas palavras, até mesmo porque não dá pra passar todas as informações com palavras. Às vezes, uma simples despedida antes de cada um seguir seu rumo já fala mais que qualquer texto. Enfim, só queria dizer que quero que seja real. Quero dizer que não quero perder isso &lt;b&gt;NUNCA&lt;/b&gt;, mesmo se cada um seguir sua vida num canto, não quero ser privado de nada disso. Não quero ser privado de vocês, do quarteto fantástico gritando pros traficantes e morrendo de medo em seguida, ou dando carona pra meninas choronas, ou simplesmente pedindo macarrão às duas e meia da manhã de um sábado.&lt;br /&gt;
Como eu disse antes, falar tudo é impossível, preciso apenas com o tempo aprender como agir e conseguir expressar tudo. Pillow, Leandro e Filiw : Cristiano Ronaldo, Latino e Africano! Quem diria que um alemão vindo do Tirol (apesar que acabei de descobrir que o Tirol fica na Áustria) completaria o quarteto.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Let's make it last forever!&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-2250210921221256476?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/06/sei-que-nao-e-so-comigo-mas-tenho-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-1540942607060227489</guid><pubDate>Thu, 02 Jun 2011 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-01T23:14:24.202-03:00</atom:updated><title /><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp;Há vários problemas em se apaixonar. Creio que o meu é um dos maiores: Estou completamente apaixonado e não sei o nome dela. A vi pela primeira vez quando meu ônibus fazia a curva, e a vi com aqueles cabelos loiros, lindos e brilhantes saindo da padaria de uma esquina qualquer. Por alguns segundos, quase a olhei de relance e não acreditei no que meus olhos viam: Aquele rosto rosa, aquele sorriso doce (que eu não vi, mas creio que seja um daqueles de iluminar a rua toda) e todo o resto que não me cabe contar, só imaginar. Sorte minha que aquele foi um dos dias que eu me sentia bonito, o pica da galáxias, e deste olhar, a encarei, enquanto o ônibus fazia sua lenta curva, e por incrível que pareça ela também parou e ficou me olhando, até que o ônibus terminasse de passar a faixa de pedestres e me levasse por outros rumos e sabe-lá-Deus que rumo ela tomou, contrário ao meu.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; Não sei o nome dela, não sei seu endereço, a cor de seus olhos, onde ela estuda, ou trabalha, ou vive, e o pior de tudo é que não sei o telefone dela, mas mesmo assim já consegui fantasiar cada momento nosso: As risadas de madrugada, os beijos quentes, os almoços de domingo, às viagens pra Londres, Paris e Irlanda nas férias ou às viagens à Lua quando ela me olha da mesma forma que me olhou dentro daquele ônibus errante às oito e meia de uma manhã de segunda feira.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Imagino até o dia em que a apresento aos meus pais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Mãe, Pai, essa aqui é minha namorada, a ... - quisera eu saber seu nome.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-1540942607060227489?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/06/varios-problemas-em-se-apaixonar.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-6123547637416879129</guid><pubDate>Sat, 28 May 2011 23:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-28T20:18:38.333-03:00</atom:updated><title /><description>Talvez o errado seja essa anormal normalidade: Seguir à risca um padrão nunca me pareceu correto o suficiente para ser seguido. Não querer ser normal agora é erro ou é normal não querer não ser? Paradoxo.&lt;br /&gt;
Seguir modinhas também nunca foi meu forte, apesar de muitas vezes compartilhar interesses comuns, porém, só os faço quando me conecto de corpo e alma àquilo que sigo e canto com a multidão. Se algum aspecto daquele movimento é contraditório àquilo que penso, já não serve mais. Comigo é quente ou frio: Morno eu vomito.&lt;br /&gt;
Voltando a pensar sobre o que é normal para "qualquer garoto de 17 anos", vejo-me de novo num labirinto. Quero correr atrás dos meus sonhos, mas não os posso aqui. Quero é sair daqui logo, só mais alguns 6 meses de sofrimento e prisão num traje que não é meu, numa atitude que também não é minha, tendo que engolir pessoas que simplesmente não são compatíveis.&lt;br /&gt;
Tenho pena e felicidade ao mesmo tempo ao pensar que este traço não se herda no DNA. Felicidade ao pensar &amp;nbsp;em mim, uma vez que as ideias dela sempre se basearam no "normal". E problema de quem quer ser contra à ditadura da Rainha Mãe de Copas, que se preocupa com aquilo que num outro lugar, numa outra família, não se preocuparia. Qual o problema em achar que o normal é sem graça? É sem graça, sim, e disso não se discute, pelo menos não comigo. Pequenos padrões pra mim são coisas mornas, e como eu já disse, os vomito. Prefiro queimar a língua no quente ou ter hipotermia no frio, ao me contentar com verdades mornas. Gostar dos temperos mais intensos e dos perfumes mais fortes é minha escolha.&lt;br /&gt;
Normal ou não ? Problema seu. Quero ser assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-6123547637416879129?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/05/talvez-o-errado-seja-essa-anormal.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-3508013445242960591</guid><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 04:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-21T01:03:32.009-03:00</atom:updated><title /><description>E essa tal de decepção que continua me lembrando todos os dias de que pessoas simplesmente se desinteressam pelas outras? Onde devo guardá-la?&lt;br /&gt;
Se existe algum lugar onde eu possa guardar minhas mágoas e toda minha tristeza sem cura por conta do seu abandono, prefiro que seja dentro de mim. Imagino que realmente seja difícil ter que conviver com meus vultos repentinos: Quase não apareço, mas vez ou outra deixo minha presença registrada. Sei que posso continuar tatuado em você, mas sei que da mesma forma, conforme o tempo passa, a tinta perde sua cor. Frases perdem o sentido e do que se riu no dia, agora não tem mais graça.&lt;br /&gt;
Sinto muito pelo que aconteceu. Eu realmente sinto, e não é uma frase feita. Mas foi o melhor, pelo menos pra mim. Caso as coisas tivessem dado certo, hoje eu não teria o tal "foco", a tal "força de vontade".&lt;br /&gt;
Quebrar a cara ensina, contudo, é perigoso: Eu tinha duas opções. Poderia viver frustrado e ter destruído minhas chances futuras, mergulhar mais ainda num mundo inventado e mantido sob a ditadura&amp;nbsp;esdrúxula da "rainha de copas", ou ter tirado a poeira, quebrado às correntes e saído para algo tangível à realidade incontestável. No mundo que antes vivia, a realidade continua se distorcendo para aqueles que ainda a vivem, enquanto na vida real, o certo é certo sempre.&lt;br /&gt;
Sorte que escolhi dar a volta por cima e superar. Um caminho mais solitário, isso é fato, mas que dentre minhas duas opções, foi com certeza o caminho mais certo a ser seguido.&lt;br /&gt;
Não sei se por alguns segundos você pode se sentir culpada ou tentar reverter toda a situação: Sua distração (ou falta de vontade) me exclui mais ainda quando estou perto. Embora você continue me chamando, agora finjo que não estou mais perto e deixo sua voz ecoar pelo quarto, antes acesso pela tela de um computador, agora, iluminado pelo reflexo da luz nas páginas brancas dos livros que me cercam, inclusive nos sonhos que antes se baseavam em você e que agora apenas se concentram nas obrigações.&lt;br /&gt;
Obrigado por isso. Obrigado por me deixar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-3508013445242960591?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/04/e-essa-tal-de-decepcao-que-continua-me.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-4691994333996659021</guid><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 02:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T23:29:43.194-03:00</atom:updated><title>Desmascarando o Bullying</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Muito se fala atualmente do assunto mais polêmico em todas as escolas: Seja pública, seja privada, brasileira, americana, holandesa e o caralho a quatro. Só se fala no tal do Bullying.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A expressão, claramente americana, no entanto começou a cair no popular e tudo agora vira sinônimo de Bullying. Reuniões de professores são feitas, palestras moralistas aparecem a todo tempo nas propagandas de TV e nos jornais, mas na verdade, o que representa o Bullying?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Bem, na minha visão, o Bullying nada mais é do que uma forma infantil e&amp;nbsp;delinqüente de marginalizar todos os possíveis e imagináveis defeitos de alguém. O que eu observo é que os padrões de beleza e comportamento simplesmente não existem: Nenhum comportamento está acima das críticas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Vejamos: Se um menino, (&lt;i&gt;usando da licença para generalizar sexos, também poderia ser uma menina&lt;/i&gt;) tem o cabelo liso, é chapinha. Se tem o cabelo ruim, é afro. Se tem o cabelo "normal", deveria alisar, e quando alisa, é criticado pela chapinha.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Se a pele é branca, deveria pegar um bronze. Se é mais escura, é criticado também por isso. Se é o moreno, bronzeado ou o que for, deveria escurecer mais, ou parar de se bronzear.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Se a roupa é muito formal, deveria ser mais despojada. Se é informal, está mal arrumada. Quando entra no meio termo, é brega.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Se é muito magro, é palito. Se é muito gordo, bola de sinuca.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Se é muito alto, é bambu de cutucar estrela, se é muito baixo, é anão de jardim.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O que eu quis dizer com todos esses exemplos é que nunca o Bullying deixará de existir, por mais reuniões, palestras, falas, discursos, fóruns sejam feitos. Criticar e ser criticado está na natureza comum.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; É claro que quando se parte para agressões físicas, o assunto muda de forma. Proteger a integridade física de um indivíduo está nos direitos básicos de cada um, da mesma forma em que se lê a liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O fato é que não há como deixar de pensar em um ambiente seja escolar, de trabalho, ou até mesmo socialmente, sem pensar no que as pessoas podem falar. Todos os padrões podem ser criticados de todas as formas possíveis, e não vejo isso como Bullying. A palavra simplesmente perdeu seu sentido inicial.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ser chamado por um colega de branquelo, cabeludo, carequinha, magrelo, gordinho, ou o que quer que seja é simplesmente uma maneira tosca de tentar se destacar sobre ele, usando do defeito alheio, como se ninguém tivesse um pouco de branquelo, cabeludo, carequinha,magrelo, gordinho ou todos juntos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Agora me contem: O que os benditos, ou malditos, professores tem dessa responsabilidade?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Já se imaginaram numa sala com 40 crianças melequentas, mimadas, tentando seu lugar rumo a popularidade dos amigos, e tendo que controlar, ouvir, julgar e punir cada ato maldoso de um colega com o outro? Até quando ele contará com a influência da "tia" pra resolver seus problemas?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sejamos maduros e aprendamos que o diferente será julgado por sua escolha. O normal será julgado por ser normal, e os que julgaram também serão por julgar. E não é assim? Assim é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-4691994333996659021?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2011/04/desmascarando-o-bullying.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-6194142882649496172</guid><pubDate>Fri, 22 Oct 2010 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-21T22:23:35.143-02:00</atom:updated><title /><description>Definir-se é limitar-se&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-6194142882649496172?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/10/definir-se-e-limitar-se.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-2723273149620651695</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 19:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-18T17:33:40.009-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Porque vivo de esperanças e de sonhos ... e deixo com que eles me façam voar para caminhos mais altos, onde, no meio de um parque, rodeado de sonhos antigos se tornando verdadeiros, vejo no topo do castelo aquela que realiza o sonho dos outros. Ela voa e atravessa o meu caminho, embora ainda nunca saberá quem sou eu. Me vejo naqueles personagens criados por alguém assim como eu, que sonhava, e que queria criar e realizar os sonhos dos outros, que ele mesmo criava. Parece confuso a primeira vista mas trata-se da mais simples vontade de ver um sorriso se abrindo num dia de chuva forte. É poder, com todas as dificuldades, criar um lugar onde adultos se sintam crianças realizando seus desejos e que as crianças se sintam como tais, também realizando seus desejos. &lt;br /&gt;
Porque, no fim das contas, ainda sou alguém que queria ter tido coragem antes de realizar seu maior desejo: Ir para a Terra do Nunca, e nunca mais crescer, assim como aquele personagem que agora vive perto daquele castelo que quem realiza sonhos sai voando e me atravessa, perto daqueles outros personagens, perto de todos aqueles que ainda tem esperanças de que um dia, poderemos ser guiados por nossos sonhos, nossa vontade de realizar aquilo que mais desejamos.&lt;br /&gt;
Há apenas um prazer maior do que sonhar: realizar.&lt;br /&gt;
Quando se realiza, se sonha novamente e se dá espaço para que outras vontades tomem conta de si, abrindo caminho para novas diretrizes futuras. Sonhar faz sonhar, e mantém este ciclo infinito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-2723273149620651695?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/10/porque-vivo-de-esperancas-e-de-sonhos.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-8742540458286409639</guid><pubDate>Mon, 11 Oct 2010 03:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-11T00:45:59.707-03:00</atom:updated><title>Novo local</title><description>Então ... tenho escrito mais e publicado mais no Tumblr. &amp;nbsp;É realmente mais fácil do que blog.&lt;br /&gt;
Não deixarei aqui de lado, só informando que lá tem updates diários... uns 5 por dia, pra ser mais aproximado, então não perca tempo, crie seu tumblr e vai pra lá me seguir =P&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://viniciusalvim.tumblr.com/"&gt;http://viniciusalvim.tumblr.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-8742540458286409639?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/10/novo-local.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-2178820798588506502</guid><pubDate>Sat, 25 Sep 2010 03:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-25T00:24:26.202-03:00</atom:updated><title>Triste fim do Menino que corria.</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ele corre pra passar o tempo...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O tempo corre e não pára.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O tempo pára enquanto ele corre&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ele corre no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Parado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Naqueles segundos, parecia que o mundo parara de girar: era só ele e o tempo, ele e o vento, ele e seus pés descalços no chão frio, era apenas ele, e todo o mundo ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Parado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os segundos continuavam se contando e ele, enquanto, óbvio, corria, se perguntava até quanto o tempo sabia contar. Seu tempo era definido, pois o confuso tempo se esquecera de continuar contando.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O tempo do menino acabara.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O tempo corria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O tempo corria e não parava.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Era o tempo e o menino, frios no chão frio, assim como seus pés um dia o tocaram.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Parados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O menino agora, não corre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Está parado. Frio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O tempo o alcançara, e chegara à linha de chegada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Triste fim do menino que corria.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-2178820798588506502?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/09/triste-fim-do-menino-que-corria.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-8286565556640543975</guid><pubDate>Thu, 23 Sep 2010 01:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-22T22:15:24.196-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escolhas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pensamentos</category><title>(Contra) Digo-me</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Contradigo-me ao me pegar pensando em contradições...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TJqpUbGKrZI/AAAAAAAAAiU/aWlJOrjQdp4/s1600/multipla-escolha-e1276611930724.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TJqpUbGKrZI/AAAAAAAAAiU/aWlJOrjQdp4/s200/multipla-escolha-e1276611930724.jpg" width="199" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Opções? Ou só mais dúvidas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Opostos tão extremos ... uma infinidade nulas de oposições !&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Um meio termo quase não existe ! A balança pesa e se revela inconstante, quase quebrada !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O chamado meio do muro ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O chamado que me convida a ficar ... a possuí-lo, a beijá-lo ... a senti-lo em toda sua essência envolvente ! Seu sorriso me leva a outros planetas, inconstantes, fumegando e congelando, quase ao mesmo tempo !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Enquanto isso ela me tira do sério. Uma competição calorosa à minha intenção: uma verdadeira guerra dos sexos para ganhar minha ATENÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E novamente pego-me&amp;nbsp; contradizendo !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Escolhendo os opostos ou um meio termo? Atrair-me por tudo ou escolher realmente ao que ser atraído ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não dá pra decidir. Não posso correr o risco de me enganar com meus pensamentos controversos, reversos, opostos ...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Enquanto isso, deixo os dias e as noites decidirem por mim. Afinal de contas, cada um vive a mesma das minhas dúvidas. O dia. A noite. Alguns escolhem de qual gênero gostam, outros, gostam dos dois, completando sua essência e se afogando no que ambos tem de melhor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;(Contra) Digo-me.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-8286565556640543975?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/09/contra-digo-me.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TJqpUbGKrZI/AAAAAAAAAiU/aWlJOrjQdp4/s72-c/multipla-escolha-e1276611930724.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-4270666143707891024</guid><pubDate>Sun, 19 Sep 2010 17:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-19T14:50:56.830-03:00</atom:updated><title>Recuperando Tempo...</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TJZNRzQSg0I/AAAAAAAAAiM/FyU-D91Ypd0/s1600/friends_by_ssilence.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TJZNRzQSg0I/AAAAAAAAAiM/FyU-D91Ypd0/s200/friends_by_ssilence.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Às vezes me sinto culpado ...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Às vezes, me odeio por não ter me aproximado antes..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Às vezes, penso que teria sido (muito) melhor, se eu tivesse deixado meu orgulho de lado..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas o tempo passa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E não volta atrás... o que foi feito, está feito...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E o que não foi feito, foi adiado ... futuro próximo !&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O futuro ... o que ele me aguarda? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Próximo? Quão próximo eu posso esperar ? Posso viver mais alguns anos até que ele venha sorrir à minha porta, ou simplesmente ir buscá-lo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nessa busca infinita de descobrir minha verdadeira face, e descobrir pessoas importantes, as quais eu não tinha contato, mas que às vezes me sinto culpado por não ter me aproximado antes..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas o tempo passou. O relógio continua andando, segundo após segundo, dia após dia ... e a partir de agora, não vou mais perder tempo !!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Só quero te pedir desculpas por não ter percebido antes a imensa amizade que podemos ter ... as boas e altas risadas no meio da noite que podemos dar...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As conversas jogadas fora...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Será pra sempre. &lt;br /&gt;
Prometo !&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-4270666143707891024?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/09/recuperando-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TJZNRzQSg0I/AAAAAAAAAiM/FyU-D91Ypd0/s72-c/friends_by_ssilence.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-1603453936435956134</guid><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-17T00:57:30.622-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vazio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pensamentos</category><title>Vazio impessoal</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Às vezes me indago sobre o que é “ser”. O que eu fiz de tão importante ou substancial para poder “ser um ser” ? A vida não teria mais sentido se eu não pudesse encontrar mais dúvidas. Mas quem disse que a vida tem sentido? Corro para um lado a procura de respostas e só encontro mais dúvidas. Corro para o outro lado, num caminho à contra-mão e encontro apenas mais indagações. Ah, sim...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Indagações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Elas que me fazem correr novamente de um lado para o outro, como um inseto à efeito de um veneno, procurando as respostas que sei que nunca vou encontrar. Talvez agir como tal me deixe assim como eu sou...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Vazio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Porém, prefiro ser esse vazio cheio de duvidas, do que um vazio vazio delas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que alguns não entendem é o quão bom ser vazio pode ser. E novamente volto a me perguntar: O que é ser ?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Respiras?&lt;br /&gt;
Pensas por ti próprio?&lt;br /&gt;
Te alimentas por conta própria?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não quer dizer nada, se você não tiver a sensibilidade de olhar para cima, de ver o céu e tudo que ele guarda em cada nuvem. Cada lembrança e cada pedido feito a ele, quando uma estrela cadente rasga o véu da noite com seu brilho. Ou até mesmo olhar para baixo, no claro olho de uma criança, com tanta vida pela frente. Com tantas dúvidas, e tantas certezas que um dia virarão dúvidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Então um dia, ela correrá de um lado para o outro, se perguntando cada vez mais, num movimento que parecerá acabar apenas quando todas suas perguntas e incertezas forem respondidas: Nunca.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-1603453936435956134?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/09/vazio-impessoal.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-5081329690108867057</guid><pubDate>Sun, 05 Sep 2010 21:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-17T00:58:05.964-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pensamentos</category><title /><description>&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513546654384715362" src="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQNeFsk9mI/AAAAAAAAAho/LPzdEKpJAYk/s400/open+your+eyes.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; height: 80px; width: 400px;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513547481889052018" src="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQOOQY_FXI/AAAAAAAAAh4/mC-woHcMdP8/s200/paz.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 150px; margin: 0 10px 10px 0; width: 200px;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQNeFsk9mI/AAAAAAAAAho/LPzdEKpJAYk/s1600/open+your+eyes.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;E então, um dia, resolvi abrir os olhos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Passei a admirar cada detalhe, como o componente principal de cada objeto, que compunha o lugar. O que seria de mim sem meus detalhes? O que seria de mim se eu não pudesse me observar e ver coisas diferentes a cada dia. Um detalhe que sempre esteve em mim, e eu não via.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por isso é bom abrir os olhos, cada dia numa forma diferente. O humor reflete isto. Num dia, alegria. No outro, a mais profunda das depressões. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com esses olhares diferentes sobre todos e sobre nós mesmo, nos vemos de todas as formas, mais diferentes a cada dia. Um caleidoscópio de nossa própria imagem e semelhança. Um pequeno agito, um pequeno detalhe, e nosso dia muda por completo. Nossa imagem de nós mesmo se altera e novamente, um pequeno agito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim, dia após dia, ano após ano,vida após vida, vou tentando melhorar alguns detalhes bons e apagando os ruins. Como se passasse uma maquiagem sobre minhas deficiências. Eu mesmo não as quero ver, apesar de saber que sempre estarão aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Isso não me faz feliz, não se engane. Preferia eu ter nascido sem elas, outras deficiências, outros medos. Talvez até sentir menos. Chorar menos. Me importar  menos, e mais com o que será importante para mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas eu não consigo. Esse sentimento é mais forte que eu. Não consigo deixar de vislumbrar cada feição, do rosto choroso de uma criança que se separa da mãe no primeiro dia de escola, imaginando que ela nunca mais voltará. Não consigo deixar de pegar toda essa angústia e transferi-la pra mim. Não consigo deixar essa dor ir embora. Como eu disse, é mais forte que eu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Talvez esse seja um de meus detalhes. Detalhes que me compõe e sei que estão aqui, cada vez mais fortes, chamativos e em alto-relevo. Talvez um dia, alguém me entenda. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Talvez um dia, eu possa sentir em paz.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-5081329690108867057?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/09/e-entao-um-dia-resolvi-abrir-os-olhos.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQNeFsk9mI/AAAAAAAAAho/LPzdEKpJAYk/s72-c/open+your+eyes.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-26440386.post-6495830056726438615</guid><pubDate>Sun, 05 Sep 2010 21:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-17T00:58:14.138-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">recomeço</category><title /><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQKwLVQr_I/AAAAAAAAAhY/YgPQiwoa7xE/s1600/recomeco.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513543666600292338" src="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQKwLVQr_I/AAAAAAAAAhY/YgPQiwoa7xE/s400/recomeco.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; height: 80px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513543795127075826" src="http://4.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQK3qIbw_I/AAAAAAAAAhg/zb6Ps-CA3Wc/s320/recomecar.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 217px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Recomeçar. Reativar. Revolucionar. Recriar. Reincidir. Renascer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes, apagar tudo e começar do zero seja muito útil. Se não posso fazer isso com a vida, que ao menos possa fazer com blogs.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apaguei mais de dois anos de pensamentos loucos, todo meu amadurecimento, minhas descobertas, tudo o que pensava, em menos de dois segundos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Renascer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, um (Re) Começo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26440386-6495830056726438615?l=viniciusalvim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://viniciusalvim.blogspot.com/2010/09/recomecar.html</link><author>noreply@blogger.com (Vinicius Alvim)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_FjnbRqWtT5s/TIQKwLVQr_I/AAAAAAAAAhY/YgPQiwoa7xE/s72-c/recomeco.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

