<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-12745274</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 08:16:50 +0000</lastBuildDate><title>Oncalé</title><description>Oncalé era, em Bolama - então capital colonial da Guiné Portuguesa -, o local onde os resíduos sólidos provenientes do saneamento básico urbano desaguavam no Oceano Atlântico, no porto.(Esgoto)</description><link>http://oncale.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (DET)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>112</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-4996217690388036999</guid><pubDate>Tue, 10 Nov 2020 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-11-10T23:03:28.416+00:00</atom:updated><title>Aventuras &amp; Desventuras </title><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Aventura (&lt;/b&gt;do Latim&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;i style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;adventura «coisas que estão para vir», &lt;/i&gt;pelo Francês &lt;b&gt;aventure. &lt;/b&gt;Forma do verbo &lt;b&gt;aventurar&lt;/b&gt;; nome feminino&lt;i style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;);&lt;/i&gt;&amp;nbsp;1 - acção arriscada, perigosa ou fora do comum; 2 - acontecimento extraordinário ou imprevisto; 3 - acaso; sorte; 4 - perigo; e 5 - ligação amorosa passageira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Desventura (f&lt;/b&gt;orma do verbo &lt;b&gt;desventurar; &lt;/b&gt;nome feminino&lt;b&gt;); &lt;/b&gt;1 - falta de ventura; 2&amp;nbsp; - infelicidade; e 3 - desdita.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;in Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa [em linha]. Porto Editora, 2003-2020.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vem este introito, à laia de esclarecimento, a fim de evitar leituras transviadas do texto que me proponho escrever.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não sou, nem pretendo ser cientista político, vulgo politólogo, nem filólogo ou quejandos, dos letrados que abordam estes temas relacionados com a Política ou a Língua, intelectualmente e com base no conhecimento profundo da sua área científica de actuação. Tenho no entanto enquanto cidadão, opinião e julgo conhecer o suficiente da gramática portuguesa para poder exprimi-la de forma correcta e concreta... quanto ao sintetismo, deixo algo a desejar...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que me traz a esta publicação tem a ver com a situação decorrente das recentes eleições presidenciais nos Estados Unidos da América (EUA/USA) e o paralelismo entre elas e as africanas, na República da Guiné-Bissau e na Costa do Marfim, nas europeias de leste Ucrânia, Bielorrússia e na própria Rússia. Será que a pandemia sanitária se expandiu à vida política?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para não me alongar muito, é aqui que surge a questão em que a &lt;b&gt;aventura&lt;/b&gt;&amp;nbsp;de alguns se consubstancia na &lt;b&gt;desventura &lt;/b&gt;de muitos outros, no caso vertente de países e populações neles residentes que além do exercício do seu dever cívico de cidadania, ao votarem, ou participarem nos pleitos eleitorais, obtêm como resultado pioria do seu estado de vida e da sua condição de cidadãos. Ao invés das oligarquias nacionais/federais que consubstanciam os seus privilégios nas crises por eles próprios criadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Transformar a &lt;b&gt;adversidade &lt;/b&gt;em &lt;b&gt;oportunidade&lt;/b&gt;, ideia peregrina que teoricamente até parece ter &quot;pernas para andar&quot;, mas colide na prática com os escolhos sociais, económicos, sanitários, ambientais e financeiros presença quotidiana na vida do cidadão médio de qualquer país, independentemente da sua escala.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ventura da &lt;b&gt;desventura&lt;/b&gt; é aventura dos desventurados que se aventuram a confiar na &lt;b&gt;aventura&lt;/b&gt;. E se, por ventura, a aventura resulta em ventura serão a excepção que confirma a regra... bem-aventurados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2020/11/aventuras-desventuras.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-5361229212872913925</guid><pubDate>Sat, 24 Oct 2020 16:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-10-24T17:10:07.776+01:00</atom:updated><title>Nós os Guineenses</title><description>Numa altura conturbada da vida na República da Guiné-Bissau, em virtude das vicissitudes inerentes ao processo eleitoral em curso, cabe recordar a vida que existe para lá da vida pública e muitas vezes ao arrepio daquela e dos seus &quot;players&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade bissau-guineense, jovem, pujante de vida e vontade de viver vai-se edificando nas diversas áreas da cultura e do desporto, mau-grado as agruras do quotidiano serem um &quot;hazard&quot; que noutras latitudes levariam a estádios depressivos, de negativismo e desesperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posto isto, passo ao que me trouxe aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Venho dar fé de uma Guiné-Bissau positiva, que se revela ao mundo em todo o seu esplendor, multi-cultural, multi-étnica,&amp;nbsp; multinacional, pan-africana. Enfim, Homens e Mulheres que pelo seu engenho e a sua arte revelam o melhor de si, de nós e relevam o que de menos positivo possa ocorrer na Pátria-mãe aos olhos do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não conheço todos os meus compatriotas, pelo que, desde já, peço desculpa aos que faltarem como exemplo e disso fossem merecedores, não serão menos que os mencionados, apenas a minha ignorância da sua gesta os isenta de referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começo por&lt;b&gt; Sidney Cerqueira &amp;amp; Karina Gomes&lt;/b&gt;, casal de Artistas que na Pintura, ele, no canto, ela têm prestigiado a Guiné-Bissau por esse mundo fora;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Luís Barbosa Vicente&lt;/b&gt;, Gestor/Economista/Politólogo/ Escritor/Promotor de arte/Editor...&amp;nbsp; nas várias áreas da cultura, da sociedade e da política, este jovem agiganta-se pela sua polivalência, muita competência e humildade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A banda &lt;b&gt;Tabanka Djaz, Micas Cabral, Juvenal Cabral e Jânio Barbosa&lt;/b&gt;, embaixadores musicais da Guiné-Bissau a nível planetário há mais de 30 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Amélia Costa Injai, A&lt;/b&gt;ctivista social, Mulher, Mãe, Comunicóloga, uma referência cívica, uma voz a escutar pelo que tem a dizer e sempre pronta a lutar pelos ideais que defende e por uma Guiné-Bissau melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;António Soares Lopes, &lt;/b&gt;homem de letras e da comunicação, um dos mais conhecidos escritores Bissau-guineenses, pioneiro nestas andanças.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Domingos Manuel Pereira&lt;/b&gt;, Engenheiro, administrador de empresas, apolítico, patriota low-profile mas cujo contributo para uma Guiné-Bissau melhor, mais justa e equalitária, como demonstrou na Cicer ao fornecer água e electricidade aos bairros limítrofes quando as empresas estatais responsáveis por esse abastecimento o não conseguiam fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Fortunato de Barros, &lt;/b&gt;Médico Urologista, com a sua ONG &quot;Saúde Sabe Tene&quot;, numa meritória e altruísta ação cívica em prol da saúde na Guiné-Bissau, com sucessivas missões sanitárias no país, milhares de intervenções com as equipas de saúde que até lá conduziu e equipamento que aí deixou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;São apenas alguns exemplos de como gente de bem pode dar do país uma imagem positiva no estrangeiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem hajam todos os que, como estes, elevam o nome da Guiné-Bissau no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2020/01/nos-os-guineenses.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-7110689962111184483</guid><pubDate>Sat, 24 Oct 2020 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-10-24T16:56:50.928+01:00</atom:updated><title>Posicionar África no contexto mundial</title><description>A recente reunião do G-20 e as palavras do presidente Emmanuel Macron em resposta à pergunta de Philippe Couhon, jornalista Costa Marfinense, sobre &quot;como pode o Ocidente &quot;salvar&quot; África?&quot;, relançaram uma questão antiga e polémica, a saber: Como se revêem os Africanos e como idealizam África no contexto mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É &amp;nbsp;certo que África, como os demais continentes é heterogénea, logo ser Africano no Magreb difere de ser Africano na África subsaariana Ocidental, Oriental, Central ou Austral, e dentro de cada uma destas regiões há a considerar idiossincrasias e especificidades múltiplas de âmbito étnico, cultural, histórico, político, administrativo, religioso, ambiental, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Isto dito e considerando a África como um todo recai sobre as suas populações o estigma da escravatura que entre os séculos XVI e XIX incidiu com maior preponderância sobre o Continente e relegou parte das suas populações a uma condição sub-humana em termos sociais em relação às populações Europeia e Americana europeia-descendente no contexto mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência de Berlim (1884-1885), fixou zonas de influência de cada potência europeia em África estabelecendo regras para a &quot;corrida a África&quot;, desconsiderando os interesses e direitos das populações autóctones subjugadas pelo poderio militar europeu, estabeleceu fronteiras e renomeou regiões no continente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu-se inicio ao período das grandes &quot;expedições europeias em África&quot; e através delas à colonização dos territórios e constituição dos &quot;Impérios Coloniais Europeus&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radica aqui o busílis da questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado o novo Homem-Africano, globalizado, educado, &quot;ocidentalizado&quot; por séculos de tentativas de aculturização por parte do colonizador, integrado num mundo &amp;nbsp;em que prevalece a &quot;vitória do Ocidente&quot;, tem dificuldade em viver e conviver com um passado recente de subordinação ao &quot;ser superior&quot; detentor-maior da tecnologia e do saber;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com as independências pós-segunda guerra mundial (1939-1945), em regra mantiveram-se as fronteiras estabelecidas na Conferência de Berlim (1884-1885), isto é, manteve-se o &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado ocorreu miscigenação das populações, sobretudo em meios urbanos, criando uma separação entre um meio urbano ocidentalizado e um meio rural mais tradicional mas, visto como primitivo pelos citadinos. Desta assimetria social resultaram desequilíbrios demográficos, .económico-sociais e culturais em &amp;nbsp;todo o continente que não foram resolvidos com as independências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No capítulo económico-financeiro África, aos olhos do mundo tem sido vista como uma fonte de matérias-primas. Primeiro como fonte de mão-de-obra escrava e de minerais para o Ocidente e Médio-Oriente, depois como fonte mão-de-obra barata, de minerais e combustíveis fósseis maioritariamente e de recursos alimentares em menor escala, e.g. peixe, café, cacau, amendoim, frutos tropicais,, coconote, arroz, milho, mandioca, etc., e turismo. Em suma uma fonte de recursos naturais. Com as independências, mudando-se os atores políticos, mantiveram-se as premissas de exploração dos recursos naturais que vinham do período colonial, raramente em proveito das populações... muitas vezes em proveito de uma clique no poder ou na sua órbita.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em suma, África, aos olhos do mundo continua a ser um continente &quot;terceiro mundista&quot;, mal governado onde prevalece a corrupção, pois os corruptores encontram aí campo farto para aplicar as suas &quot;jogadas&quot;, tendencialmente prejudiciais à maioria mas altamente proveitosas para os corrompidos que, sem escrúpulos, se alcandoram a benefícios pessoais obtidos à custa do mal-estar comum. Nenhum país Africano pós-independência&amp;nbsp; é autossuficiente em termos alimentares, económicos, políticos, sociais ou ambientais. No entanto, em todos eles encontramos milionários... embora os países se encontrem sistematicamente em lugares distantes dos cimeiros da lista de IDH da ONU.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Voltando à pergunta feita ao presidente francês pelo jornalista costa marfinense, fica implícita a culpabilização do Ocidente (França, no caso) relativamente ao &quot;salvamento&quot; de África... sendo que é ocidental a localização maioritária dos corruptores e é no ocidente que os corrompidos aplicam os proventos da sua corrupção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O curioso nesta questão é que Frantz Fanon nos anos 50 do século XX já antevia a evolução dos novos países africanos com a substituição do colono europeu por uma elite negro-africana que emularia o estilo de vida do colono, resultante do impacto da escravidão transatlântica/transpacífico-indica e local nas sociedades pós-coloniais. &quot;Pele negra, máscaras brancas&quot;, 1952.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/07/posicionar-africa-no-contexto-mundial.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-795195382283621332</guid><pubDate>Sat, 24 Jun 2017 22:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-06-24T23:53:02.275+01:00</atom:updated><title>Pater requiescant in pace</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVMXWHBZ9atvH-DP2N4gbDdSkbLbjw0YRAa5TPSr97XvHXN50ea0-lQqT170xHKPppMh3KkU85JjkVefuFru-9W-9UfwIbdKiBiOuQUMdtom1gNlEU7x8kVQnek-E-K9WBb9X9/s1600/IMG_0463.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1280&quot; data-original-width=&quot;985&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVMXWHBZ9atvH-DP2N4gbDdSkbLbjw0YRAa5TPSr97XvHXN50ea0-lQqT170xHKPppMh3KkU85JjkVefuFru-9W-9UfwIbdKiBiOuQUMdtom1gNlEU7x8kVQnek-E-K9WBb9X9/s320/IMG_0463.JPG&quot; width=&quot;246&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Elisée Jean-Marie William Turpin&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;(23/05/1930, Bissau - 24/06/2017, Bissau)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Outrora jovem e garboso gentil-homem guineense, orgulhoso dos valores e mores que a rígida educação recebida lhe transmitiu mas, dono de um espírito e mente abertos à modernidade que se avizinhava &amp;nbsp;numa África pós-guerra mundial &#39;39-&#39;45 rumo aos movimentos independentistas e às independências nos anos &#39;50-&#39;60, revoltado com o tratamento injusto dado ao seu avô materno, António dos Santos Teixeira, por alegadamente se ter recusado a contribuir financeiramente para as &quot;campanhas de pacificação&quot; de João Teixeira Pinto (1910-1915), consequente prisão e expropriação de alguns bens/património, desde cedo lhe seguiu as pisadas e a motivação independentista. Este sentimento levou-o a pugnar por dois objectivos primordiais para ele, a saber: garantir a sua independência económica e financeira, ingressando ainda teenager, nos CTT primeiro, depois na SCOA, na Casa Gouveia e finalmente na ANCAR; e participar da libertação do &quot;jugo colonial&quot; no seu &quot;país&quot; junto com outros colegas da sua geração. Conseguiu o primeiro objectivo ainda jovem, antes dos 30 anos e contribuiu com sacrifício, trabalho e perseverança para a obtenção do segundo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Hoje, octagenário, longe dos anos doirados e sofridos de antanho, com a saúde debilitada o velho guerreiro de tantas lutas, no sindicato, na Associação Comercial, na fábrica de coconote no ilhéu do Rei, no PAIGC, no País enfim, soçobrou enquanto dormia, de madrugada, a Morte ceifou-lhe a Vida.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Nunca desistiu dos seus ideais, amou o seu país e o seu povo, suas gentes, manteve-se sempre ao lado dos mais desfavorecidos, tal como seu pai lhe ensinara dando o exemplo, igual a si próprio, respondendo quando o chamavam: &quot;Elisée Jean-Marie!&quot; - &quot; O único!&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Fica a saudade, a memória e pena do pouco tempo passado com ele mas, fica também o exemplo e a certeza do orgulho de com ele ter privado, aprendido e convivido e através dele ver uma Guiné que sem a sua orientação e esclarecimentos seria pouco apelativa para mim que a não compreendia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
RIP &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/06/pater-requiescant-in-pace.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVMXWHBZ9atvH-DP2N4gbDdSkbLbjw0YRAa5TPSr97XvHXN50ea0-lQqT170xHKPppMh3KkU85JjkVefuFru-9W-9UfwIbdKiBiOuQUMdtom1gNlEU7x8kVQnek-E-K9WBb9X9/s72-c/IMG_0463.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-8677770111432815503</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 06:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-02-09T06:24:38.977+00:00</atom:updated><title>Gastronomia da Guinea Bissau - CPLP Guiné Bissau</title><description>Pelo estômago... também se conquista... e é sempre um prazer rever o primo &quot;Lua&quot; a promover a gastronomia local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;344&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/bCr9JKqNcyQ&quot; width=&quot;459&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/02/gastronomia-da-guinea-bissau-cplp-guine.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/bCr9JKqNcyQ/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-955367376948607397</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 06:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-02-09T06:11:36.775+00:00</atom:updated><title>Guinea Bissau, praia de Varela</title><description>Recursos Naturais...Bissau-guineenses &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/4sCzNQqZARo&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/02/guinea-bissau-praia-de-varela.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/4sCzNQqZARo/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-4664449942203148159</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 05:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-02-09T05:49:57.205+00:00</atom:updated><title>Paulo Flores - Isso é que é Economia</title><description>Em Luanda, como em Bissau... &quot;isso é que é ECONOMIA&quot;, diz o &quot;miúdo Maravilha&quot;, como o epitetava o saudoso Jorge Perestrelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/8wOlqR9GXDE&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/02/paulo-flores-isso-e-que-e-economia.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/8wOlqR9GXDE/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-5310139601968434368</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 05:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-02-09T05:41:37.831+00:00</atom:updated><title>Guiné-Bissau, as paisagens (terceira parte)</title><description>Estes vídeos são da autoria da &lt;b&gt;Asequagui&lt;/b&gt; - Associação dos Estudantes e Quadros Guineenses em Itália.


&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;344&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/NgY-2XaqPgw&quot; width=&quot;459&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/02/guine-bissau-as-paisagens-terceira-parte.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/NgY-2XaqPgw/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-1537165857743753521</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 05:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-02-09T05:37:51.868+00:00</atom:updated><title>Guiné Bissau, as paisagens (segunda parte)</title><description>&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;344&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/Y1jW030e4A8&quot; width=&quot;459&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/02/guine-bissau-as-paisagens-segunda-parte.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/Y1jW030e4A8/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-4411051235728890559</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 05:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-02-09T05:36:26.486+00:00</atom:updated><title>Guiné-Bissau, as paisagens (primeira parte)</title><description>&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;344&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/nAp3EVOVmQA&quot; width=&quot;459&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2017/02/guine-bissau-as-paisagens-primeira-parte.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/nAp3EVOVmQA/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-7698366673991697265</guid><pubDate>Sun, 11 Sep 2016 16:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-09-11T17:48:48.641+01:00</atom:updated><title>O Carnaval... na República da Guiné-Bissau...</title><description>O desfile carnavalesco original...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ver video no &lt;a href=&quot;https://youtu.be/BfX-dDAET7o&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Youtube&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A continuação no plano Político...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ver video no &lt;a href=&quot;https://youtu.be/xZURtU6xwlQ&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Youtube&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2016/09/o-carnaval-na-republica-da-guine-bissau.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-8288489407492099384</guid><pubDate>Sat, 14 Feb 2015 11:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-02-14T11:04:28.653+00:00</atom:updated><title>Um retrato Bissau-Guineense</title><description>Navegando &quot;à bolina&quot; na internet dei por mim no YouTube visualizando esta vídeo-viagem pela Guiné-Bissau, de onde sou natural. Aqui fica a partilha, por entender interessante o retrato feito em 2013 pelo autor.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot; class=&quot;YOUTUBE-iframe-video&quot; data-thumbnail-src=&quot;https://ytimg.googleusercontent.com/vi/E3LbsGWR_wU/0.jpg&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/E3LbsGWR_wU?feature=player_embedded&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
Foram para mim 25 minutos de introspecção, viajando por espaços onde estive uns, outros onde gostaria de ter estado e alguns que me penou ver o estado em que se encontram/ encontravam ao tempo da gravação do documento. Mas tudo isto forma a idiossincrasia especial de um cantinho muito sui géneris da África ocidental sub-Sahariana a que me orgulho de pertencer e onde o meu &quot;bico está enterrado&quot;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2015/02/um-retrato-bissau-guineense.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/E3LbsGWR_wU/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-1504256948815881453</guid><pubDate>Wed, 18 Jun 2014 02:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-18T03:55:34.175+01:00</atom:updated><title>O Engenho e a Arte</title><description>&quot; E também as memórias gloriosas&lt;br /&gt;
daqueles reis que foram dilatando&lt;br /&gt;
a Fé, o Império, e as terras viciosas&lt;br /&gt;
de África e de Ásia andaram devastando,&lt;br /&gt;
e aqueles que por obras valerosas&lt;br /&gt;
se vão da lei da morte libertando,&lt;br /&gt;
cantando espalharei por toda a parte&lt;br /&gt;
se a tanto me ajudar o engenho e a arte.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Permito-me citar do Canto I a estância 2, desse Poema Épico do Poeta-mor Luso, Luís Vaz de Camões, &quot;Os Lusíadas&quot;, para através dele homenagear a obra em curso por parte da minha sobrinha-amiga-companheira de lutas estudantis, mas acima de tudo uma &quot;valerosa&quot; mulher bissau-guineense, &lt;b&gt;Dra. Carmelita Pires.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
No sec. XVI já Luís Vaz apodava de &quot;terras viciosas&quot; o território ainda mal conhecido, onde hoje a nossa &quot;Ita&quot; procura ajudar as crianças de uma zona desfavorecida materialmente, mas de grande riqueza e potencial humano a terem um futuro mais promissor, investindo na sua educação, passando à prática o estafado slogan de Cabral &quot;as crianças são as flores da revolução...&quot;, que mal tratado tem sido o jardim e as suas flores...&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Mulher de acção, em vez de lamentar o que o Estado não fez/faz, a Ita lançou-se na concretização da &quot;sua&quot; escola, rudimentar q.b. mas com o essencial para permitir aos 154 alunos um ano lectivo sem interrupções e de aprendizagem de qualidade.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Poderão pensar que é uma gota no oceano, mas é mais uma gota e é o conjunto das gotas da chuva que faz os mananciais que originam dilúvios...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Aqui fica a minha homenagem, singela, suspeita é certo, mas manifestei acima o eventual &quot;conflito de interesses&quot; que poderia toldar a justiça destas minhas palavras em relação à obra de alguém que me é caro, e que &quot;por obras valerosas se vai da lei da morte libertando&quot; e que sem engenho nem arte espalho, via net, por toda a parte.&lt;/div&gt;
</description><link>http://oncale.blogspot.com/2014/06/o-engenho-e-arte.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-3419445726991173597</guid><pubDate>Fri, 26 Apr 2013 03:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-27T14:48:30.231+01:00</atom:updated><title>Desconforto</title><description>Enquanto &quot;guineense na diáspora&quot;, modéstia à parte, os meus 48 anos de ausência somados aos&amp;nbsp;4 anos&amp;nbsp;de permanência no solo pátrio devem garantir-me este epíteto... tenho por vezes uma visão distorcida dos eventos qe pontuam a actualidade Bissau-guineense. E é com &quot;estes olhos uns que vejo no mundo escolhos onde outros, com outros olhos, não vêem escolhos nenhuns&quot; (António Aleixo)&lt;br /&gt;
Cito o poeta Aleixo, não para dar um toque de erudição popular mas, sim, para me socorrer das suas palavras para ilustrar as minhas ideias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Têm os mass-media internacionais dado grande relevo à captura e expatriamento do contra-almirante José Américo Bubo Na Tchuto para os USA, acusado de associação criminosa para prática de narcotráfico, tráfico de armas para organização terrorista, etc.; e também à acusação do&amp;nbsp; Presidente de transição, Manuel Serifo Nhamadjo, do Primeiro-Ministro Dr. Rui de Barros e do&amp;nbsp;CEMFGA general António Indjai e alguns membros do executivo de transição de malfeitorias&amp;nbsp; quejandas enquanto cúmplices do primeiro acima citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria de esperar todos negam o seu &lt;span style=&quot;color: #444444;&quot;&gt;envolvimento&lt;/span&gt; em actividades&amp;nbsp;ilícitas,&amp;nbsp; alegam inocência e apressam-se a solicitar provas do seu envolvimento nas acções de que são acusados e sustento destas por parte da justiça Norte americana et al..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Erro crasso, em meu entendimento, se acusado injustamente o primeiro passo deveria ser comprovar&amp;nbsp; a proveniência de cada cêntimo do erário pessoal, demonstrando assim que o ganhara de forma lícita; depois constituir um representante legal a fim de na Justiça defender urbi et orbi a sua inocência; e&amp;nbsp;finalmente intentar uma acção judicial por difamação contra os acusadores. Mas este tipo&amp;nbsp; de comportamento só funciona se a &amp;nbsp;consciência estiver tranquila...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora bem é aqui que &quot;a porca torce o rabo&quot;, na distribuição de atribuições entre os diferentes &quot;players&quot; deste imbróglio governativo, político, económico, financeiro e social em que a República da Guiné-Bissau se encontra. Dois governos, forças armadas desavindas e descoordenadas, políticos dissonantes e discordantes que discutem questões pessoais que se sobrepõem à discussão de ideias e programas; partidos residuais minoritários que se catapultaram para o governo, sem suporte eleitoral mas &quot;cavalgando&quot; o golpe de estado e dando-lhe &quot;cobertura&quot; política; bloqueio internacional ao governo de transição imposto pela CEDEAO -estrutura regional da UA- e não reconhecido pela maioria da comunidade internacional, UA incluída, &amp;nbsp;por ser apoiado/liderado/&quot;de iniciativa&quot; pelos/dos putchistas de 12 de Abril de 2012, ubiquidade por esclarecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A missão do Governo é exercer o poder EXECUTIVO, fazer e implementar&amp;nbsp;a&amp;nbsp;Lei do&amp;nbsp;Orçamento de Estado, promover a feitura de Leis, em suma governar o país, &amp;nbsp;as Forças armadas, subjugadas ao poder&amp;nbsp;politico, &amp;nbsp;os tribunais, órgãos de soberania e as Polícias com o &amp;nbsp;poder JUDICIAL; e ser supervisionado pelo Parlamento&amp;nbsp;e Presidência da República através do poder LEGISLATIVO.&amp;nbsp;Grosso-modo, num estado de direito semi-presidencialista, com algumas nuances é mais ou menos assim que as coisas se processam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas condições em que o Estado se encontra neste momento, não consegue cumprir cabalmente nenhum dos pressupostos que seria suposto cumprir enquanto tal e a passos largos dirige-se para a a inevitabilidade de passar de ESTADO FALIDO a &amp;nbsp;ESTADO FALHADO... passando pelo desconforto&amp;nbsp;de ser considerado entrementes NARCOESTADO/ESTADO TERRORISTA, epíteto que não ajuda nada um estado que depende quase exclusivamente da ajuda externa para suprir as necessidades mais básicas e elementares dos seus cidadãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adir à situação do país há a considerar o elevado número de cidadãos guineenses a braços com a justiça, em áfrica, na europa e américas devido ao tráfico de estupefacientes o que, aos poucos, acarreta o estigma de narcotraficante &quot;colado&quot; à nacionalidade/naturalidade do indivíduo, mesmo antes de aferida a sua culpabilidade e apesar da suposta e propalada presunção de inocência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo,energia e vidas desperdiçados em questões de lana caprina que em nada beneficiam o país, pelo contrário bastante prejudicam a sua imagem e o seu funcionamento enquanto estado, poderiam/deveriam ser aproveitados em fomentar a situação tida como ideal pelos que tomaram o poder e a responsabilidade de governar o país em Abril de 2012 rumo a uma &quot;transição&quot;, ainda muito mal explicada, uma vez que não seria expectável que os que foram depostos/rechaçados do poder pelo &quot;putch&quot; de Abril colaborassem na persecução de objectivos que não eram/são os seus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A posição da dita Comunidade Internacional também não é muito confortável pois desde o apoio implícito inicial da China, França e USA ao putch e ao governo de transição dele resultante, até à actual situação de guerra aberta à liderança militar bissau-guineense por, alegadamente, atentar contra interesses e vidas norte americanas via narcoterrorismo, demonstram claramente a instabilidade dos apoios externos à República da Guiné-Bissau e ao seu desenvolvimento enquanto estado-nação por parte daqueles estados, mais virados para a sua política interna e interesses geo-estratégicos de momento. Por outro lado a CEDEAO também não fica bem na fotografia pois da contradição inicial de criticar o golpe de estado e a interrupção do processo eleitoral para a presidência da república ao pactuar de seguida com os putchistas e nomear um governo de transição de sua iniciativa com o beneplácito dos militares revoltosos, não contribuiu para uma pacificação da situação que se manteve/mantém numa &quot;guerra fria&quot; &amp;nbsp;intestina latente &amp;nbsp;e se consubstanciou objectivamente num não reconhecimento das autoridades por si nomeadas pela maioria da Comunidade Internacional e um bloqueio económico-financeiro com reflexos sociais no país.</description><link>http://oncale.blogspot.com/2013/04/desconforto.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-278748503563038692</guid><pubDate>Wed, 21 Nov 2012 08:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-11-21T08:41:24.687+00:00</atom:updated><title>Censos 2011 - Portugal</title><description>&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Envelhecendo paulatinamente...&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;255&quot; marginheight=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://www.ine.pt:80/bddXplorer/htdocs/widgetCensos.jsp?wRegion=PT&amp;amp;wLang=PT&amp;amp;wHeadColor=00288A&amp;amp;wSize=200&quot; width=&quot;200&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte os dados na página interactiva no site do &lt;a href=&quot;http://www.ine.pt/scripts/flex_definitivos/Main.html&quot;&gt;INE&lt;/a&gt;.</description><link>http://oncale.blogspot.com/2012/11/censos-2011-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-6987060068977463701</guid><pubDate>Tue, 29 May 2012 01:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-29T02:17:06.189+01:00</atom:updated><title>Post Keynesiano pela RGB</title><description>Hoje a minha veia proeminente é a política, como tal vou &quot;politicar&quot;...&lt;br /&gt;
 &quot;Segundo John Neville Keynes, a ciência pode ser dividida em ciência 
positiva que consiste no corpo de saber sistematizado que diz respeito 
ao que é, em ciência normativa, isto é, o corpo de saber sistematizado 
que discute os critérios do que deveria ser e em arte, que se deve 
entender como um sistema de regras para a obtenção&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;
 de um dado fim. Assim, é económico tal aspecto da conduta humana, 
individual ou colectiva, segundo o qual, na presença de uma escolha 
entre meios limitados, se procura o melhor resultado possível, o que 
supõe a definição em cada situação das noções de custo, de risco ou de 
valor das finalidades. É também económico tal aspecto de uma organização
 das relações de produção e de distribuição do produto no seio de uma 
sociedade que tende para a satisfação de um certo ideal, o que supõe a 
definição em cada caso das noções de bem comum, de progresso ou de custo
 humano.&quot; PhD. Eng.º P. Damião Henriques escreveu estas sábias palavras 
que aqui reproduzo e retratam tudo aquilo que não está a acontecer na 
RGB neste momento, e é pena que assim seja, pois este raciocínio simples
 encerra em si as mais elementares regras de convivência urbana e cívica
 conducentes ao bem-estar comum, qualquer que seja o ideário ou a 
doutrina prevalecente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Sinceramente nem critico os militares do &quot;Comando militar&quot;, afinal agiram do único modo que conhecem... ao entenderem em risco o que quer que fosse... nem tampouco critico os políticos cujas propostas não mereceram nunca o apoio e confiança dos seus concidadãos a ponto de lhes granjear representação na Casa da Democracia aquando dos pleitos eleitorais, afinal a ocasião...&amp;nbsp; a culpa não é de ninguém e é de todos... de uns por agirem de boa fé, de outros por, agindo de má-fé, desconfiarem que os que agiam de boa-fé, estavam agindo de má-fé... logo a culpa é da fé. Economicamente falando podíamos considerar a fé como o custo de oportunidade da classe política...&lt;br /&gt; Politiquei... :(&lt;/span&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2012/05/post-keynesiano-pela-rgb.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-3518316588457511828</guid><pubDate>Thu, 24 May 2012 00:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-24T01:05:47.045+01:00</atom:updated><title>As armas e os barões</title><description>Assim se inicia o poema épico de Luís Vaz de Camões, curiosamente parece ser assim que termina a República da Guiné-Bissau... sendo as armas e os barões outros que não os Camonianos...&lt;br /&gt;
De proto-Estado respeitado a estado em estado-de-sitio bastaram 37 anos de desmandos e fartar vilanagem por parte de alguns para desgraça de todos os outros.&lt;br /&gt;
De uma luta de libertação nacional exemplar que a todos inspirou respeito e consideração a uma pleiade de golpes-de-estado-tiro-no-pé que inexoravelmente nos garantiram lugar cativo entre os &quot;damnés de la terre&quot;.&lt;br /&gt;
De um estado nação a um estado de nações, perdidos os valores de antanho que nos mantinham unidos e focados nos objectivos de uma pátria, uma só nação, um futuro melhor... as crianças são as flores da revolução, etc. e tal... hoje rouba-se o futuro às crianças e à nação em prol de interesses escusos, mesquinhos e egocêntricos.&lt;br /&gt;
Lembra-me o &quot;poema negro&quot;: &quot;não sei por onde vou, não sei para onde vou, sei que não vou por aí!&quot;. Infelizmente o caminho rejeitado é o do progresso, da prosperidade, do respeito pelo outro, da cidadania, do urbanismo e do civismo.&lt;br /&gt;
Depois há os outros, como eu, que de fora nos vamos insurgindo, treinadores de bancada/sofá, mas que podemos julgar com base nos &lt;i&gt;slow motions&lt;/i&gt; dos &lt;i&gt;replays&lt;/i&gt; televisivos e como críticos da obra feita temos sempre razão... ou razões...ainda que contraditórias, de acordo com a &quot;cor&quot; dos &quot;óculos&quot; que usamos... no interim os locais continuam sobrevivendo, lutando, aguentando estoicamente a estroinice de alguns que têm o poder de poder fazer pois detêm as armas e não hesitam em usá-las e de outros que, livres da pressão de ter de viver sob pressão, vão dando &quot;bitaites&quot; mais ou menos educados sobre como devia ser o que não é.&lt;br /&gt;
Hoje o meu pai perfaz 82 anos, lutou pela independência do seu país, como muitos outros da sua geração, sofreu as agruras da prisão política, idealizou com Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Fernando Fortes, Luís Cabral e Júlio Almeida, naquela casa no bairro da Tchada, em Bissau, a 19 de Setembro de&amp;nbsp; 1956, uma Guiné onde coubessemos todos em harmonia. Viu o desaparecimento físico de uma boa parte dos seus &quot;camaradas&quot;; viu o desmoronar do sonho de uma Guiné independente e próspera; assiste aos eventos bélicos da actualidade que coartam o desenvolvimento sustentável do país; assiste ao descalabro social e moral do país. Assiste ao desmoronar da utopia que o levou a insurgir-se contra o poder colonial. Hoje, não deve estar orgulhoso com o rumo que a Guiné-Bissau independente leva. Mas de certeza que não perdeu a esperança de assistir ao surgimento de uma Guiné melhor, tal como a idealizaram nos idos de 1956... sem armas nem barões...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2012/05/as-armas-e-os-baroes.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-765055739921739351</guid><pubDate>Thu, 05 Jan 2012 00:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-05T00:38:29.709+00:00</atom:updated><title>Televisão da Guiné-Bissau... online</title><description>Uma grata surpresa encontrar o site da TV-RGB online e operacional, com um visual simpático e funcional. Parabéns pela iniciativa a quem de direito... mas, se fizessem revisão dos textos publicados seria a cereja no topo do bolo!...&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.televisao-gb.net/&quot;&gt;http://www.televisao-gb.net/&lt;/a&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2012/01/televisao-da-guine-bissau-online.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-6985174158123530082</guid><pubDate>Mon, 26 Dec 2011 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-26T15:15:07.184+00:00</atom:updated><title>O País adiado</title><description>Era uma vez um território pequeno, com baixa densidade populacional, situado na costa Oeste africana, cuja capital se encontra nas coordenadas &lt;small&gt;11°52′N 15°36′W.&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma área de 36 126&amp;nbsp;km², o território estende-se por uma área de baixa &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Altitude&quot; title=&quot;Altitude&quot;&gt;&lt;/a&gt;altitude. O seu ponto mais elevado está 300 metros acima do nível do mar. O interior é formado por savanas e o litoral por uma&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Plan%C3%ADcie&quot; title=&quot;Planície&quot;&gt;&lt;/a&gt;planície pantanosa. O período chuvoso alterna com um período de seca, com ventos quentes vindos do&amp;nbsp;&lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Deserto_do_Sahara&quot; title=&quot;Deserto do Sahara&quot;&gt;&lt;/a&gt;deserto do Sahara. O arquipélago dos Bijagós situa-se a pouca distância da costa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Situada aproximadamente a meia distância entre o Equador e o Trópico de 
Câncer, o território tem clima tropical, caracteristicamente quente e 
húmido. Há duas estações distintas: a estação das chuvas e a&amp;nbsp;estação seca. O território insular, composto por mais de 80 ilhas, exibe algumas das melhores praias da África Ocidental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
A estação das chuvas estende-se de meados de Maio até meados de Novembro, com maior&amp;nbsp;pluviosidade em Julho e Agosto. A estação seca corresponde aos restantes meses do 
ano. Os meses de Dezembro e Janeiro são os mais frescos. No entanto, as temperaturas são muito elevadas durante todo o ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A população do território é constituída por mais de 20 etnias, com línguas, estruturas sociais e costumes distintos. A maioria da população vive da agricultura e professa religiões tradicionais locais. Cerca de 45% dos habitantes praticam o islamismo. As línguas mais faladas são o fula e o mandinga, entre as populações concentradas no Norte e no Nordeste. Outros grupos étnicos importantes são os balantas e os pepel, na costa meridional, e os manjacos e os mancanhas, nas regiões costeiras do Centro e do Norte. O crioulo é a língua veicular&amp;nbsp; interétnica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Paris no dia 12 de Maio de 1886 foram estabelecidas as suas fronteiras num acordo assinado entre as potências coloniais, imperiais à época, que controlavam os territórios da zona e&amp;nbsp;foi baptizado de Guiné, Guiné Portuguesa para se diferenciar de outro território mais a Sul designado Guiné Francesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já devem ter inferido falo da actual República da Guiné-Bissau. Com pesar, pois após uma luta de libertação do jugo colonial Português a muitos níveis exemplar, a obtenção da condição de país independente não confirmou, até hoje, os bons auspícios dos idos de &#39;70 do século passado e das esperanças e investimentos que a comunidade internacional, Portugal incluído, nela depositaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consultando os dados disponíveis que reportam os níveis de Desenvolvimento e Felicidade dos países apercebemo-nos pesarosamente que ocupa os últimos lugares da lista; no tocante ao desenvolvimento económico temos mais uma desilusão; na saúde e educação idem aspas; só ocupa lugares cimeiros em parâmetros indesejáveis,e.g.,&amp;nbsp; a Corrupção, o Narcotráfico e a Instabilidade Política.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É incrível como&amp;nbsp; no Natal, mesmo num país laico e multi-étnico, pode ocorrer uma situação de instabilidade militar, sabendo-se que o país depende maioritariamente da ajuda económica externa para complementar o seu orçamento geral de estado e que esse comportamento influencia inexoravelmente a ajuda externa e o desenvolvimento do país a todos os níveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, por isto e outras coisas que não vou agora abordar, é um país adiado em vez de um país de nações, a exemplo da Espanha, que devia e poderia ser sem os desvios à normal evolução de um país independente, sério e justo onde imperem as boas práticas de governação e a subordinação das forças militares ao poder político. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Clima&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2011/12/o-pais-adiado.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-8869064704731118150</guid><pubDate>Sat, 01 Jan 2011 23:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-01T23:34:15.758+00:00</atom:updated><title>A Troponina</title><description>&lt;div style=&quot;-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #82ad90; font-family: Tahoma; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;texto_vd&quot; style=&quot;color: #22683e; float: left; font-family: Tahoma; position: relative; width: 440px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;texto_vd&quot; style=&quot;color: #22683e; float: left; font-family: Tahoma; position: relative; width: 440px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Após passar a noite de Ano Novo na Urgência Central do HSM, acompanhando a minha mulher que apresentava um quadro de mal-estar cardíaco, consubstanciado numa alteração do valor da Troponina entendi por bem adir aqui um trabalho da Dra. Elisabete Almeida que explica de forma sucinta, mas muito clara o que estava a passar a minha &quot;Leôncia&quot;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Um paper da &lt;a href=&quot;http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/am/v23n6/v23n6a04.pdf&quot;&gt;Dra. Carla Sofia Martins&lt;/a&gt;, Serviço de Medicina Interna - HSJ - Porto, elucida-nos sobre a fisiopatologia do processo. Dadas as suas dimensões não cabe neste post mas pode cer acedido via link no nome da autora, em formato .pdf.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;texto_vd&quot; style=&quot;color: #22683e; float: left; font-family: Tahoma; position: relative; width: 440px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;texto_vd&quot; style=&quot;color: #22683e; float: left; font-family: Tahoma; position: relative; width: 440px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;Cardiologia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;texto&quot; style=&quot;color: #82ad90; font-family: Tahoma; font-size: 14px; font-weight: bold;&quot;&gt;Troponinas cardíacas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;float: right; position: relative; text-align: right; width: 570px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;left: 260px; position: absolute; top: 7px;&quot;&gt;&lt;iframe allowtransparency=&quot;true&quot; class=&quot;twitter-share-button twitter-count-none&quot; frameborder=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://platform0.twitter.com/widgets/tweet_button.html?_=1293922545673&amp;amp;count=none&amp;amp;lang=en&amp;amp;related=Troponinas%20card%C3%ADacas&amp;amp;text=LINCX%20Sistemas%20de%20Sa%C3%BAde%20%3A%3A%20Troponinas%20card%C3%ADacas&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.lincx.com.br%2Fcuidando-de-sua-saude%2Fartigos-cientificos%2Fcardiologia%2F5788-troponinas-cardiacas.html&amp;amp;via=LincxSaude&quot; style=&quot;height: 20px; width: 55px;&quot; tabindex=&quot;0&quot; title=&quot;Twitter For Websites: Tweet Button&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;left: 320px; position: absolute; top: 8px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fwww.lincx.com.br%2Fcuidando-de-sua-saude%2Fartigos-cientificos%2Fcardiologia%2F5788-troponinas-cardiacas.html&amp;amp;t=LINCX%20Sistemas%20de%20Sa%C3%BAde%20%3A%3A%20Troponinas%20card%C3%ADacas&amp;amp;src=sp&quot; name=&quot;fb_share&quot; share_url=&quot;http://www.lincx.com.br/cuidando-de-sua-saude/artigos-cientificos/cardiologia/5788-troponinas-cardiacas.html&quot; style=&quot;color: #82ad90; text-decoration: none;&quot; type=&quot;button&quot;&gt;&lt;span class=&quot;FBConnectButton FBConnectButton_Small&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #29447e; background-image: url(http://static.ak.fbcdn.net/images/connect_sprite.png); background-origin: initial; background-position: 0% -232px; background-repeat: no-repeat no-repeat; cursor: pointer; display: inline-block; font-size: 10px; line-height: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 0px; padding-left: 1px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;FBConnectButton_Text&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #5f78ab; background-image: url(http://static.ak.fbcdn.net/images/connect_sprite.png); background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(26, 53, 110); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-top-color: rgb(135, 154, 192); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; display: block; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 17px; margin-right: 1px; margin-top: 1px; padding-bottom: 3px; padding-left: 6px; padding-right: 6px; padding-top: 2px; text-shadow: none;&quot;&gt;Compartilhar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.lincx.com.br/servicos/imprimir_artigo.php?artigoId=5788&quot; style=&quot;color: #82ad90; text-decoration: underline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.lincx.com.br/templates/lincx/images/bt_print.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.lincx.com.br/servicos/enviar_artigo_amigo.php?artigoId=5788&quot; style=&quot;color: #82ad90; text-decoration: underline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.lincx.com.br/templates/lincx/images/bt_enviar_amigo.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.lincx.com.br/cuidando-de-sua-saude/artigos-cientificos/cardiologia/5788-troponinas-cardiacas.html#&quot; style=&quot;color: #82ad90; text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.lincx.com.br/templates/lincx/images/bt_tamanho_font.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;clear&quot; style=&quot;clear: both; display: block; float: none; margin-bottom: 13px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;artigo_data&quot; style=&quot;-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #22683e; font-family: Tahoma; font-size: 12px; margin-bottom: 10px;&quot;&gt;Data:&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;texto_br&quot; style=&quot;color: white; font-family: Tahoma;&quot;&gt;28/10/2004&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;artigo&quot; style=&quot;-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #82ad90; font-family: Tahoma; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;O que são as troponinas cardíacas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
As troponinas são componentes protéicos que fazem parte da musculatura estriada cardíaca e que existem em três tipos, a troponina C, a troponina T e a troponina I ligadas entre si e a tropomiosina. A troponina C possui a mesma estrutura no músculo esquelético e no músculo cardíaco. Mas as troponinas cardíacas como a troponina (cTnT) e a troponina I (cTnI) são produtos de diferentes genes em comparação as troponinas T e I da musculatura esquelética. Ambas as troponinas cTnT e cTnI podem ser medidas por radioimunoensaio que usam técnicas similares e os mesmos instrumentos laboratoriais para testes mais familiares como o hormônio estimulante da tireóide (TSH). Isto significa que o laboratório pode realizar as medidas de forma conveniente, rápida e de forma ininterrupta (24 horas por dia nos 7 dias da semana).&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Os níveis de cTnT e cTnI são indetectáveis no sangue pelos métodos disponíveis na atualidade de forma que os valores normais de cTnT e cTnI são efetivamente zero. Após o infarto do miocárdio. Após o infarto do miocárdio ocorre necrose do tecido miocárdio e a liberação na circulação de componentes intracelulares, incluindo conhecidas enzimas como creatino-kinase (CK), suas isoenzimas (CK-MB) bem como as troponinas cTnT e cTnI, as quais podem ser detectadas no mesmo espaço de tempo que as CK e CK-MB. Todos os casos de infarto de miocárdio apresentam níveis detectáveis de cTnT e cTnI cerca de 12 horas após o evento ou mesmo mais precocemente. As enzimas também servem para indicar a resposta a uma variedade de tratamentos usados como heparinas de baixo peso molecular, antagonistas da glicoproteína IIb/IIa e revascularização.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Por que as troponinas são importantes no IAM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
As troponinas cardíacas apresentam uma série de características específicas:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;São liberadas apenas após necrose miocárdica isquêmica (1).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A CK e a CK-MB ocorrem tanto no músculo esquelético como na musculatura cardíaca. Logo, uma lesão da musculatura esquelética causa elevações da CK e CK-MB tornando o diagnóstico da IAM difícil. Por exemplo, a dor torácica após uma maratona com níveis elevados de CK e CK-MB torna esta dosagem sem utilidade, pois ambas estão elevadas devido ao trauma muscular. Por outro lado, níveis de cTnT e/ou cTnI não aumentam a não ser no caso de ocorrência real de infarto do miocárdio.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;As enzimas ficam elevadas por um considerável período de tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Ao contrário da CK e CK-MB , as enzimas cTnT and cTnI podem ser detectadas por até 5 dias (cTnI) ou mesmo 7 a 10 dias (cTnT) após o infarto do miocárdio. Logo, o infarto pode ser detectado mesmo tardiamente. Um paciente que seja atendido com história de precordialgia 3 a 5 dias atrás, a dosagem da cTnT e/ou cTnI pode permitir o diagnóstico ou exclusão da IAM. Mas todo paciente com dor torácica dentro das primeiras 12 horas sugestiva de IAM necessita de avaliação hospitalar rápida.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;O método é bastante sensível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A CK e CK-MB são liberadas pela musculatura esquelética em baixos níveis de forma permanente havendo por isto sempre algum nível detectável. Isto não ocorre com as proteínas estruturais do miocárdio como as cTnT e cTnI. Logo elas são altamente sensíveis e específicas. Cerca de 1/3 dos pacientes com quadro clínico de Síndrome Coronariana Aguda, sem elevações no segmento ST ao ECG, que antigamente recebiam diagnóstico de angina instável, pois o diagnóstico de IAM pode ser excluído através das dosagens de CK e CK-MB apresentam níveis elevados de cTnT e cTnI, devendo, portanto deve ser feito o diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio com terapêutica específica. Estudos de seguimento destes pacientes evidenciam que eles apresentam um maior risco de morte, IAM subseqüente ou readmissão com angina instável em comparação com pacientes que não apresentam níveis detectáveis de cTnT ou cTnI.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Alterações diagnósticas&lt;/span&gt;A sensibilidade e a precisão diagnóstica das cTnT e cTnI levaram a “European Society of Cardiology” e o “American College of Cardiology” a propor novos critérios diagnósticos para o infarto do miocárdio. Estes consideram a dosagem de cTnT e cTnI o teste bioquímico mais importante. Logo, um infarto pode ser diagnosticado quando ocorrer alguma das situações abaixo:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;Alterações definitivas no ECG (onda Q e elevação do segmento ST)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div&gt;Alterações isquêmicas no ECG&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div&gt;Sintomas cardíacos&lt;br /&gt;
mais um aumento (e queda ) de cTnT ou cTnI.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Problemas&lt;/span&gt;Deve ser lembrado que a falta de elevação de cTnT ou cTnI não exclui o diagnóstico de doença isquêmica do coração. Um paciente que é internado com suspeita de IAM, mas que não apresenta níveis detectáveis de cTnT ou cTnI, ainda requer uma investigação adicional como em teste de esforço ou obtenção de imagens cardíacas para excluir uma estenose que limite o fluxo sanguíneo coronariano. A multiplicidade de métodos para a dosagem de cTnI significa que nem todos exames proporcionam um mesmo resultado ou mostram uma sensibilidade igual. Por isto é importante o médico conhecer o laboratório que efetua as dosagens, a sensibilidade e a reprodutibilidade do método de dosagem.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Outro problema ocorre devido a grande especificidade e sensibilidade das enzimas cTnT e cTnI para a detecção de lesão cardíaca. A elevação de cTnT ou cTnI é um indicado absoluto da existência de lesão cardíaca, mas esta pode ocorrer devido outras causas além do IAM. Uma miocardite, um trauma cardíaco devido cirurgia ou acidente de tráfego, o espasmo arterial coronariano devido uso de cocaína, uma insuficiência cardíaca grave e uma embolia pulmonar podem causar lesão miocárdica com uma elevação associadas das troponinas cardíacas. Finalmente, ambas a cTnT e cTnI podem estar elevadas de forma permanente em pacientes com insuficiência renal crônica e indicam um alto risco de morte em longo prazo. No IAM as enzimas se elevam mas depois voltam a níveis indetectáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Conclusões&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O papel das troponinas cardíacas pode ser resumido conforme a seguir:&lt;br /&gt;
· Para confirmar ou excluir o diagnóstico de IAM dentro das primeiras 12 horas após a admissão de um paciente com sintomas cardíacos.&lt;br /&gt;
· Para orientar as decisões em relação ao tratamento em pacientes internados com o diagnóstico de angina instável.&lt;br /&gt;
· Para confirmar ou excluir o diagnóstico de IAM em pacientes avaliados tardiamente, p.ex, 2 a 3 dias após um episódio de sintomas cardíacos onde a admissão imediata ao hospital não é necessária.&lt;br /&gt;
· Para confirmar ou excluir o diagnóstico de IAM em pacientes nos quais outros testes (CK, CK-MB) não são confiáveis devido a existência de trauma ou devido um excesso de exercícios.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
1. Collinson PO. Troponin T or troponin I or CK-MB (or none?). Eur.Heart J. 1998; 19 Suppl N:N16-N24.&lt;br /&gt;
2. Hamm CW, Ravkilde J, Gerhardt W, Jorgensen P, Peheim E, Ljungdahl L et al. The prognostic value of serum troponin T in unstable angina. N.Engl.J.Med. 1992;327:146-50.&lt;br /&gt;
3. Stubbs P, Collinson P, Moseley D, Greenwood T, Noble M. Prospective study of the role of cardiac troponin T in patients admitted with unstable angina. BMJ 1996;313:262-64.&lt;br /&gt;
4. Stubbs P, Collinson P, Moseley D, Greenwood T, Noble M. Prospective study of the role of cardiac troponin T in patients admitted with unstable angina. [See comments.] BMJ 1996;313:262-4.&lt;br /&gt;
5. Lindahl B, Venge P, Wallentin L. Troponin T identifies patients with unstable coronary artery disease who benefit from long-term antithrombotic protection. Fragmin in Unstable Coronary Artery Disease (FRISC) Study Group. J Am Coll Cardiol 1997;29:43-8.&lt;br /&gt;
6. Hamm CW, Heeschen C, Goldmann B, Vahanian A, Adgey J, Miguel CM, et al. Benefit of abciximab in patients with refractory unstable angina in relation to serum troponin T levels. c7E3 Fab Antiplatelet Therapy in Unstable Refractory Angina (CAPTURE) Study Investigators [published erratum appears in N Engl J Med 1999 Aug 12;341(7):548]. [See comments.] N Engl J Med 1999;340:1623-9.&lt;br /&gt;
7. Heeschen C, Hamm CW, Goldmann B, Deu A, Langenbrink L, White HD. Troponin concentrations for stratification of patients with acute coronary syndromes in relation to therapeutic efficacy of tirofiban. PRISM Study Investigators. Platelet Receptor Inhibition in Ischemic Syndrome Management. [See comments.] Lancet 1999;354:1757-62.&lt;br /&gt;
8. Lindahl B, Diderholm E, Lagerqvist B, Husted S, Kontny F, Stahle E. Invasive vs noninvasive strategy in relation to troponin T level and ECG findings-a FRISC-2 substudy. Eur Heart J 2000;21:469.&lt;br /&gt;
9. Cannon CP, Weintraub WS, Demopoulos LA, Vicari R, Frey MJ, Lakkis N, et al. Comparison of early invasive and conservative strategies in patients with unstable coronary syndromes treated with the glycoprotein IIb/IIIa inhibitor tirofiban. N Engl J Med 2001;344:1879-87.&lt;br /&gt;
10. Myocardial infarction redefined - a consensus document of The Joint European Society of Cardiology/American College of Cardiology Committee for the redefinition of myocardial infarction. Eur.Heart J. 2000;21:1502-13.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Editora responsável:&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Dra. Elisabete Almeida -&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;mailto:drabetty@lincx.com.br?cc=siqueira@lincx.com.br&quot; style=&quot;color: #82ad90; text-decoration: underline;&quot;&gt;drabetty@lincx.com.br&lt;/a&gt;&quot;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure type='text/html' url='http://www.lincx.com.br/cuidando-de-sua-saude/artigos-cientificos/cardiologia/5788-troponinas-cardiacas.html' length='0'/><link>http://oncale.blogspot.com/2011/01/troponina.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-8573081682536292717</guid><pubDate>Wed, 29 Dec 2010 13:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-29T13:20:37.760+00:00</atom:updated><title>O Estado Social</title><description>Ao assistir ao videograma em epígrafe tente reflectir sobre o sistema político, social e económico em que vive e como orienta o seu voto aquando dos pleitos eleitorais.&lt;br /&gt;
Michael Moore a fazer-nos pensar... com um par de entrevistas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.blogger.com/video.g?token=AD6v5dzNdbyBZTLqp_eAHLThYdsnF9-D6BuoBtLy-Lt_UItqbTYqoK0lASZGKv3AHJn56X-sZCAqLfzdjYA&#39; class=&#39;b-hbp-video b-uploaded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2010/12/o-estado-social.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-6330755901972110623</guid><pubDate>Wed, 29 Dec 2010 03:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-29T04:07:12.757+00:00</atom:updated><title>Ficção televisiva Bissau-Guineense</title><description>Foi com alegria e algum entusiasmo que tomei conhecimento, por mero acaso, da existência de ficção nacional bissau-guineense em vídeo. Mais, datada de 2008... comprovativo de que a sociedade civil não desiste de viver em estabilidade política e num status de normalização social, fazendo no quotidiano o que deve ser feito para alavancar a economia e trazer de volta a normalidade pacífica, apanágio da República da Guiné-Bissau durante dois  dos três decénios e meio que leva como país independente.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&quot;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=evYayPs0Oj4&amp;amp;feature=&amp;amp;p=6FFF7D790EE17504&amp;amp;index=0&amp;amp;playnext=1&quot;&gt;Cassamenti catem rassa&lt;/a&gt;&quot; e &quot;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=RRuvgVkocOI&amp;amp;feature=related&quot;&gt;Barudjo&lt;/a&gt;&quot;, de seus títulos, são retratos sociais bem humorados do quotidiano Bissau-guineense, falados em crioulo da Guiné-Bissau, por actores nacionais. Parabéns atrasados aos que se lançaram nesta gesta, independentemente das condições técnicas, materiais e logísticas disponíveis (ou não...), lançaram mão da plataforma internet para publicar o seu trabalho e disponibilizá-lo ao público (como eu...), que na diáspora não poderia de outro jeito aceder a ele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui fica um &quot;cheirinho&quot; do primeiro episódio..., são 7 no total, de &quot;Cassamenti catem rassa&quot;... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.blogger.com/video.g?token=AD6v5dw7vUEA6hlGRzkeDqkUUDWQIYzHlySQXenRP3Y6PInHiEwOCJBMbvwM8_b_rzU0u8XagdhhT6dT3lE&#39; class=&#39;b-hbp-video b-uploaded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ambas as séries estão disponíveis no Youtube ( http://www.youtube.com ), para aceder aos primeiros episódios de cada uma basta clicar acima sobre o título da série (texto a sépia).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure type='video/mp4' url='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=97f6ffb2f689d421&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link>http://oncale.blogspot.com/2010/12/ficcao-televisiva-bissau-guineense.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-953510667111689999</guid><pubDate>Mon, 27 Dec 2010 00:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-27T01:17:37.994+00:00</atom:updated><title>O Baptismo</title><description>&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;300&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.facebook.com/v/1256139140892&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.facebook.com/v/1256139140892&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;300&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;i&gt;Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo -&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;O Batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; &quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;O&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;s sacramentos são sinais eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, por meio dos quais nos é dispensada a vida divina. Os ritos visíveis sob os quais os sacramentos são celebrados significam e realizam as graças próprias de cada sacramento. Produzem fruto naquele que os recebem com as disposições exigidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;A Igreja celebra os sacramentos como comunidade sacerdotal estruturada pelo sacerdócio baptismal e pelo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;s &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;ministros ordenados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;O Espírito Santo prepara para a recepção dos sacramentos por meio da Palavra de Deus e da fé que acolhe a Palavra nos corações bem dispostos. Então, os sacramentos fortalecem e exprimem a fé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;O fruto da vida sacramental é ao mesmo tempo pessoal e eclesial. Por um lado, este fruto é para cada fiel uma vida para Deus em Cristo Jesus; por outro, é a para a Igreja crescimento na caridade e em sua missão de testemunho.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; &quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os sacramentos da ICAR têm em si algo de místico, na medida em que, apesar do elevado número de Católicos Apostólicos Romanos que encontramos por esse mundo fora, só uns poucos sabem dizer quais os sacramentos, a liturgia, os dogmas e acompanham regularmente o que emana do Vaticano relativamente à Igreja Católica e ao mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Baptismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Unção dos enfermos, Ordem e Matrimónio são os sete sacramentos da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana). E podem ser tipificados como de Iniciação (Baptismo, Confirmação e Eucaristia), Cura (Penitência e Unção dos enfermos) e de Serviço (Ordem e Matrimónio).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vem tudo isto a propósito do baptismo da minha sobrinha Bia-coração (vídeo acima), que ao entrar para a família cristã, não deixa de pertencer ao meu mundo agnóstico, nem de ser a pessoa maravilhosa que é. (eu sou suspeito uma vez que sou tio... mas é verdade, esta menina nem parece ter apenas 11 anos, tem uma maturidade que faz esquecer a sua pouca idade e nos leva a tomá-la por adulta quando falamos com ela).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta reflexão resulta desse facto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2010/12/o-baptismo.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-4808458293971241031</guid><pubDate>Sun, 19 Dec 2010 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-19T03:11:47.758+00:00</atom:updated><title>Pindjiguiti</title><description>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX61f1biILcQciWr_qUntbj7NFdEwHn4e3YakrG0C9NNTSQmdSfazLn-u4o5Gwv8hQxaMCoWhXkcNU6BG_osFp46cerKY4Kl_CMaSmTcsfs0R3Rfkrioc-RCMYW15Q7P9mzqtH/s1600/Porto+de+Pindjiguiti.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 289px; height: 175px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX61f1biILcQciWr_qUntbj7NFdEwHn4e3YakrG0C9NNTSQmdSfazLn-u4o5Gwv8hQxaMCoWhXkcNU6BG_osFp46cerKY4Kl_CMaSmTcsfs0R3Rfkrioc-RCMYW15Q7P9mzqtH/s320/Porto+de+Pindjiguiti.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5552225702027731794&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde 1959, a 3 de Dezembro, com a ocorrência do &quot;massacre do porto de Pindjiguiti&quot;, até hoje a data ficou marcada no calendário bissau-guineense como uma cifra negra da história nacional. Dele porém pouco mais resta que a memória desconexa dos sobreviventes e respectivos relatos, a &quot;aritmética do sangue&quot;, sempre falaciosa e desencontrada, variando conforme o lado que a escreveu entre 20 e 50 mortos... e as cerimónias comemorativas que a cada ano se realizam para homenagear os que faleceram e lembrar aos vivos que outros, antes, padeceram também na luta pelos seus direitos cívicos e sociais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Curiosamente, hoje, independente, a República da Guiné-Bissau está mais dependente da ajuda externa (dos chamados, países &quot;amigos&quot;), do que estava enquanto Província da Guiné, colónia portuguesa e o rendimento per capita é inferior àquele que levou à greve dos estivadores do porto de Pindjiguiti... vicissitudes da História...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Associado às comemorações está um evento de índole cultural o &quot;Festival Cultural de Pindjiguiti&quot; que este ano homenageia &lt;b&gt;Aliu Bar&lt;/b&gt;i, ex-&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cobiana DJazz Nacional&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, banda emblemática do pós-independência, músico, cantor e compositor, ex-preso político na época colonial na Ilha das Galinhas, agricultor e activista dos Direitos humanos na LGDH.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAp1k4O3fR61lwuAelb97Tn_V8m5ggbRy5FMaY7UbyAJr8bwZidN3EWWGxEFzupzfYE5OPNg0Br8hGLukzWnC1MNYaM02mivageS9yuSAqPjtpXSAU0X-qUiNGPBrbi3Ty9MkL/s320/Cobiana+Djazz+Nacional.JPG&quot; style=&quot;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5552222488491693762&quot; /&gt;    &lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgew2eQ9eVT-89eAJ2aqYD8LxZl-Ug5qnlwHcIoSXqXuCuaPKhHqDH9jZJbPIFjpEnAHN8RIK2mlH902gqcoz1vbxmNmbOUFW1Iqor7GLENxg6B6z1ZQE4lmCJo900VsUh09Ygi/s320/Aliu+Bari.JPG&quot; style=&quot;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 267px;&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5552222493779006722&quot; /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2010/12/pindjiguiti.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX61f1biILcQciWr_qUntbj7NFdEwHn4e3YakrG0C9NNTSQmdSfazLn-u4o5Gwv8hQxaMCoWhXkcNU6BG_osFp46cerKY4Kl_CMaSmTcsfs0R3Rfkrioc-RCMYW15Q7P9mzqtH/s72-c/Porto+de+Pindjiguiti.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-12745274.post-4880775526598928213</guid><pubDate>Sat, 27 Nov 2010 13:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-12T21:45:58.160+00:00</atom:updated><title>Talhão 157/10</title><description>Hoje, infelizmente, acompanhamos à Rua da Paz, Loures, o &quot;amigo Zé&quot;, que faleceu inesperadamente na madrugada de sexta-feira, 25 de Novembro.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;div&gt;Foi com surpresa que recebemos às 9:00 &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_0&quot;&gt;AM&lt;/span&gt; a notícia do óbito, pois todos, os amigos, o &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_1&quot;&gt;tinhamos&lt;/span&gt; visto no dia anterior e parecia estar bem, como de costume.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é espectável que aos 41 anos &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_2&quot;&gt;recém&lt;/span&gt;-feitos, em Setembro, sem patologia óbvia ou conhecida e com uma vida activa e preenchida, num país em que a esperança de vida média, para os homens, ronda os 78 anos, se morra. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além dos quatro filhos, duas meninas e dois rapazes, o &quot;amigo Zé&quot; deixa na memória de cada um dos que tiveram a felicidade de privar com ele o registo de um bem-estar feito de estar bem, a sua bonomia, a paz e tranquilidade com que, em geral, abordava a vida, o amor pelos filhos e orgulho nos objectivos que cada um, à medida do seu escalão etário e &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_3&quot;&gt;idiossincrasia&lt;/span&gt;, ia alcançando, o companheirismo e amizade, o &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_4&quot;&gt;profissionalismo&lt;/span&gt; com que encarava a sua profissão, fazem com que a sua falta seja sentida com saudade e alguma revolta por esta &quot;injustiça&quot; da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, a Rua da Paz ganhou um novo inquilino para o talhão 157/10 do Cemitério de Lousa, todos nós ficamos a perder e foi estranho ver um funeral em que até os agentes funerários choraram durante o serviço fúnebre, afinal estavam a prestar uma última homenagem a um amigo. Num cortejo fúnebre à antiga, com o carro funerário adiante e cerca de uma centena de familiares e amigos percorrendo os 500m do percurso entre a igreja e o cemitério, a pé, a passo, em silêncio e com os transeuntes a descobrir as cabeças ao cruzar-se com o cortejo. Recebido à entrada com uma quadra que não se enquadrava com o que foi o féretro enquanto Homem, a saber: &quot;A&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: Arial,Tahoma,Helvetica,FreeSans,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;qui se findam as vaidades/ com que o Mundo nos seduz,/ aqui há paz e abrigo/ à sombra da Eterna Luz&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;José Carvalho que a terra te seja leve, meu amigo. Consigo ver o teu sorriso &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_5&quot;&gt;gozão&lt;/span&gt;, bem disposto, sempre com uma palavra para sublinhar as vitórias do teu FCP; o &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_6&quot;&gt;brilhosinho&lt;/span&gt; nos olhos ao falar dos filhos, elas e eles; as preocupações com a Pastelaria; os jogos de futebol e as petiscadas que se seguiam... são memórias indeléveis e &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_7&quot;&gt;inapagáveis&lt;/span&gt; &quot;amigo Zé&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://oncale.blogspot.com/2010/11/talhao-15710.html</link><author>noreply@blogger.com (DET)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>