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Hirsch</category><category>Sobre o cocô</category><category>Gripe suína: vacina não é solução</category><category>Alex Grey</category><category>Rios de preservação permanente</category><category>Hemp: um documentário diferente</category><category>Debate presidentes</category><category>Nosso ph é alcalino (entrevista Conceição Trucom)</category><category>Os liberais em tempos de crise</category><category>Consumo: tudo isso vem e vai pro mesmo lugar de onde tudo sa</category><category>Crianças e consumo</category><category>Alerta Brasil: 100 anos da Doença de Chagas</category><category>Depoimento sobre o efeito das vacinas</category><category>COP 15</category><category>Aldo Rebelo</category><category>Indústria Farmacêutica e Doenças Negligenciadas</category><category>Soberania alimentar</category><category>Cálcio</category><category>Artigo Marina Silva e a reserva legal</category><category>Serra da Gandarela</category><category>Conceição Trucom</category><category>Guy Sorman</category><category>Catadores e a crise</category><category>Proteínas</category><category>Água virtual</category><category>Decreto 7029</category><category>Mata Seca</category><category>Silêncio e precisão</category><category>Mineração no Norte de Minas</category><category>Sri Aurobindo</category><category>Rainer Maria Rilke</category><category>"O ser livre é aquele que deseja o que considera correto"</category><category>Veganismo</category><category>Isidoro</category><category>Belo Monte</category><category>A versão do MST</category><category>vermes</category><category>Você já plantou uma semente?</category><category>Desabafo esperançoso ou Sem medo de ser contra o sistema e ordem estável das coisas</category><category>Shantalla</category><category>Tantra</category><category>Bill Mollison</category><category>Ritmo Circadiano</category><category>Sistemas socialmente perversos</category><category>Não-violência</category><category>washington novaes</category><category>oculto</category><category>Código Florestal</category><category>Indústria Farmacêutica e Gripe Suína</category><category>É possível fazer brotar nascentes</category><category>Permacutura</category><category>paul lafargue</category><category>Ressaca na onda ecológica</category><category>o direito à preguiça</category><category>MST e Greenpeace</category><category>Suco verde com germinados para desintoxicar e curar doenças</category><category>MP 458: injustiças da distribuição da terra aos brasileiros</category><category>Vegetarianismo</category><category>Schumpeter</category><category>"Consumam" por Carlos Minc</category><category>Reportagem para a Rádio UFMG Educativa</category><category>Sobre mineração</category><category>A consciência de si</category><category>câncer</category><category>Pensamento caduco</category><category>Fernando Fernandez</category><category>Felisburgo</category><title>ColunaMeioAmbiente</title><description>Meio-ambiente, Saúde, Sustentabilidade, agroecologia, permacultura, planeta Terra</description><link>http://colunameioambiente.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>66</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/HzSb" /><feedburner:info uri="blogspot/hzsb" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:keywords>divagações</media:keywords><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Arts</media:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email><itunes:name>Marina Utsch</itunes:name></itunes:owner><itunes:author>Marina Utsch</itunes:author><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:keywords>divagações</itunes:keywords><itunes:subtitle>ColunaMeioAmbiente</itunes:subtitle><itunes:summary>Vértebra Experimental</itunes:summary><itunes:category text="Arts" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-3517170644995063228</guid><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-01T04:24:06.504-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vegetarianismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Veganismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Não-violência</category><title>A luta continua... rumo ao cessar da luta.</title><description>Gostaria de falar um pouco sobre a atividade política que tem me seduzido ultimamente. Quero fazer um relato jornalístico disso: essa é a investigação que eu faço há anos no meu corpo. Por jornalismo, por favor, não deduza imparcialidade. Isso não existe. Ao falar que precisamos comer carne e leite para garantir nossas necessidades nutricionais diárias, os jornais e a TV não estão sendo imparciais. Não sejamos ingênuos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não como carne, e também busco não consumir quaisquer produtos de origem animal como leite, queijo, ovos, mel e couro. Evito produtos industrializados de grandes marcas, pois praticamente todos são testados em animais. Atualmente, posso considerar-me vegan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto-me muito bem. Há muito tempo não apresento doenças comuns que todo mundo costuma ter como gripe, problemas digestivos e baixas no sistema imunológico. Meu intestino funciona muito bem e regularmente, enquanto vejo muitas pessoas acharem normal não fazerem cocô todos os dias, ficando literal e emocionalmente enfezadas. &lt;br /&gt;
&lt;u&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Comer animais é natural para o homem?&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Com fome, escolher entre uma maçã ou matar um coelho? Seria o ser humano naturalmente carnívoro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/rNrZKDpE3LE" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Sofrimento animal: uma causa&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AnV12WJYNEI/TrcqtncMsYI/AAAAAAAAAg8/a2_v8oJvsGE/s1600/libertacao+dos+escravos_%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-AnV12WJYNEI/TrcqtncMsYI/AAAAAAAAAg8/a2_v8oJvsGE/s1600/libertacao+dos+escravos_%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Não é mais possível fecharmos os olhos aos maus-tratos com os  animais. Há pouco mais de 100 anos a humanidade ainda tratava como seres  inferiores os escravos. Eles não eram vistos como almas a serem  respeitadas. Hoje o mesmo paradigma se apresenta no caso dos animais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ddfd-olwRVU/TrcquPBzUvI/AAAAAAAAAhE/V63ftXkArFw/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ddfd-olwRVU/TrcquPBzUvI/AAAAAAAAAhE/V63ftXkArFw/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Delicioso?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
Filmes indispensáveis para qualquer cidadão que queira entender como nosso sistema de produção mascara e cria ilusões sobre nossas reais necessidades são os documentários do Instituto Nina Rosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atenção pois esse video tem 6 partes. Não deixe de assistir as partes seguintes, que são as mais importantes.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IKIBmppiIvM" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cientistas, estudantes e abatedores chegam a achar normal procedimentos como a debicagem dos pintinhos, afastamento dos filhotes de suas mães, os cortes e sacrifícios em série. A humanidade precisa mesmo disso? É necessário?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achar normal que uma vaca fique grávida a maior parte de sua vida, com as tetas cheias 3 a 4 vezes mais do que o que seria para alimentar apenas seu bezerro, tão pesada que pode ter mastite e inflamações, vivendo uma expectativa de vida inferior a de uma animal livre e vendo seu filhote mamar menos para que seu leite abasteça os humanos, único animal na terra que consome leite de outras espécies. Não é natural sermos assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos bons por natureza.&lt;b&gt; Não é a toa que, como disse Paul Maccartney, os abatedouros não tem paredes de vidro e que sequer podemos filmar ou ver o que lá acontece. &lt;/b&gt;Sentimos compaixão, sentimos amor pelos animais. Sabemos que eles sentem dor, pois podemos olhar em seus olhos. Eles são como nós. Ao sentirem que serão assassinados, os animais entram em midríase, suas pupilas dilatam, uma grande carga de adrenalina, o hormônio do medo, é jogado em sua corrente sanguínea. E as pessoas ingerem isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais alto na cadeia alimentar, maior é o acúmulo de substâncias e metais pesados no corpo. Os índices crescem exponencialmente desde as algas e planctons, acumulando-se muitos mais nos animais do topo da cadeia alimentar. A medição de mercúrio chega a ser 300 vezes superior nas baleias, golfinhos e peixes. Os agrotóxicos estão muito mais acumulados e concentrados nas carnes e nos animais do que nos vegetais. Isso quem falou foi o Doutor Márcio Bontempo, médico com anos de experiência, que eu vi num documentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro filme a assistir é o "Não Matarás" que fala do &lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;so de animais em pesquisas científicas e testes de cosméticos e drogas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. O mais inocente xampu pode ter sido cruelmente testado em animais. Os cientistas inoculam os elementos tóxicos, desde produtos de limpeza a agentes causadores de doenças. &lt;b&gt;Nos olhos dos coelhos são injetadas substâncias e observadas as reações, que incluem inflamações e até cegueira.&lt;/b&gt; Vamos nos permitir usar produtos que compactuaram com o sofrimento de animais? Precisamos disso como humanidade? Nossa ciência, lugar supostamente mais alto ao qual conseguimos chegar, precisa realmente disso; de tratar os animais, inocentes criaturas, como trapos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÓS NÃO PODEMOS MAIS FECHAR OS OLHOS.&lt;br /&gt;
ASSISTAM A SEGUIR "NÃO MATARÁS".&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/V4PRbR-aM-8" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;&lt;b&gt;Cálcio, ferro e proteína: os vegetais são fontes mais confiáveis&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do que prega a mídia de massa e a opinião comum, laticínios roubam cálcio do corpo. Um corpo cheio de proteínas animais (leite, queijo e carne) é um corpo lutando para digerir uma quantidade excessiva de aminoácidos (a proteína não é uma cadeia de aminoácidos?). Por consequência, o sangue também fica ácido, um meio propício para infecções, inflamações e doenças. Um corpo assim tem que produzir muito HCl (ácido clorídrico) para digerir as proteínas animais. Na iridologia, o ponto no nosso olho onde se vê como vai o nosso estômago envolve a pupila, que é a região vinculada à estrutura de nossa coluna vertebral. A acidez no estômago está intimamente ligada com o corroimento de nossos ossos. Conforme um artigo dos pesquisadores sob o pseudônimo de Dr. Soleil, que você pode ler &lt;a href="http://colunameioambiente.blogspot.com/search/label/Prote%C3%ADnas" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;, as proteínas em excesso no nosso corpo são eliminadas, o que sobrecarrega os rins e o fígado que precisam usar grande quantidade de cálcio nesse processo, mineral que é então retirado diretamente de nossos ossos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-djfmzVytWYY/Tr0smQEcwMI/AAAAAAAAAhM/NkBgnDQyG3c/s1600/piramide_alimentar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="297" src="http://2.bp.blogspot.com/-djfmzVytWYY/Tr0smQEcwMI/AAAAAAAAAhM/NkBgnDQyG3c/s320/piramide_alimentar.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;É muito importante ingerir grãos integrais pois é na casca que se encontra sua riqueza. Os grãos refinados (ex: arroz branco e massas brancas) não contém vitaminas e minerais, podendo ainda atrapalhar a absorção de nutrientes pelo corpo. Segundo o Doutor Mark Sircus, muitas das doenças diagnosticadas em nossa sociedade tem a ver com a carência de magnésio, causada não por uma deficiência desse mineral mas por uma dificuldade de absorção, relacionada com o consumo de grãos refinados.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o nutricionista George Guimarães, no documentário "Olhe nos Olhos", os países com maiores índices de osteoporose são os países que mais consomem proteína animal: Suécia e Finlândia. Nunca se viu um vegetariano com carência de proteína. A ideia de que precisamos consumir carne para nos fornecer proteína é um mito. Podemos obter proteína suficiente para nossas necessidades diárias num simples prato de arroz integral ou algumas castanhas. Animais herbívoros, como o cavalo e a vaca, também precisam de proteína para formação de seus músculos, são tão ou mais fortes que nós e conseguem completar suas cadeias de aminoácidos nutrindo-se exclusivamente de fontes vegetais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vegetais verde-escuros num delicioso suco verde nos abastecem com todo o ferro, cálcio e zinco de que necessitamos. Frutas também contém cálcio. Melado de cana -o açúcar não-refinado- também está cheio desses nutrientes, enquanto que o açúcar que consumimos é apenas uma bomba de carboidratos sem nenhum nutriente e branqueado por processos químicos. Aliás, os refinados (açúcar branco, farinhas brancas, arroz branco), dizem alguns médicos, sugam o magnésio de nosso corpo, causando-nos déficit de minerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é a toa que algumas doenças que nunca existiram na história da humanidade surgiram nos dias de hoje: diabetes, osteoporose, hipertensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que então os supermercados estão cheios de alimentos processados, mortos, cheios de aditivos e conservantes, testados em animais, feitos com animais? -Atenção para os corantes de iogurtes de morango retirados de insetos mortos.-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hipócrates, o pai da medicina, já dizia "Seja o alimento o teu remédio e o remédio o teu alimento". Por que estamos então, milênios depois, comendo a doença que depois vamos tratar com substâncias causadoras de mais doenças (analgésico, antibióticos e DROGAS, vendidas nas DROGARIAS)? Por que estamos nos DROGANDO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;&lt;b&gt;B12 e nutrientes&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo nutricionistas como Eric Slywitch, George Guimarães e médicos como Alberto Gonzalez, vegetarianos costumam ter menos riscos de contrair câncer, especialmente do intestino, e muitas vezes melhores índices de ferro e outros nutrientes no organismo. Nenhum nutriente falta à dieta vegetariana. Cálcio, ferro, proteínas e todos os outros elementos podem ser obtidos de fontes vegetais: folhas verde-escuras, castanhas e oleaginosas, feijões, cereais integrais, frutas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vitamina B12 é o único elemento que não pode ser obtido exclusivamente de produtos vegetais. Mas isso é devido à esterilização dos ambientes que veio com o advento da industrialização. Antigamente, ingeríamos B12 proveniente de bactérias nos próprios alimentos. Bactérias boas. Alimentos mortos, industrializados, matam tanto as bactérias ruins como também as boas bactérias, que precisam viver em nosso intestino para contribuir na completa nutrição do nosso corpo. Não é a toa que pessoas com diarréia costumam comprar suplementos nas farmácias para recolonizar de bactérias os intestinos. Coisa que deveria existir naturalmente em nós se nos alimentássemos conforme nossa natureza: alimentos crus, alimentos vivos, não industrializados, grãos integrais, não refinados, não-polidos e não tratados quimicamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-3517170644995063228?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/c2CxkBHugqA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/c2CxkBHugqA/luta-continua-rumo-ao-cessar-da-luta.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/rNrZKDpE3LE/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2011/11/luta-continua-rumo-ao-cessar-da-luta.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-4433105713453715887</guid><pubDate>Fri, 06 May 2011 20:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-31T09:12:56.983-07:00</atom:updated><title>Dizeres de Paul Brunton</title><description>&lt;i&gt;" A eliminação da carne de uma dieta correta tem uma base  inteiramente científica. Essa espécie de alimento contém ácido úrico  venenoso, purina tóxica em excesso para que seja componente  saudável de tal dieta. Além disso, deteriora a flora intestinal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Thomas Jefferson escreveu sobre os que  comem carne: "Imagino que deva ser a qualidade de alimento de origem  animal ingerida; que torna seu caráter insensível à civilização.  Suspeito que a reforma deva ser executada nas suas cozinhas e não nas  suas igrejas, e que os missionários desse gênero conseguiriam mais do  que aqueles que se esforçam para amansá-los através de preceitos de  religião e filosofia".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;No homem, o instinto assassino é indiretamente conservado vivo pelo seu apetite por carne.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Os  homens suplicam ao Senhor, com preces lamentosas, por ajuda compassiva  ou perdão benevolente e, no entanto, nem por um momento pensam que eles  próprios não têm misericórdia para com criaturas inocentes que são  criadas e abatidas para seu proveito."&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Paul Brunton - jornalista e pesquisador de yoga e espiritualidade do início do século XX. &amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wFuayqyRWHc/TcRb88pcCuI/AAAAAAAAAg4/nzXAW6PDp2Y/s1600/animais.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="305" src="http://2.bp.blogspot.com/-wFuayqyRWHc/TcRb88pcCuI/AAAAAAAAAg4/nzXAW6PDp2Y/s320/animais.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
"Todo aquele que percebe a inferioridade de seu ambiente em relação ao que poderia ser, assim como a imperfeição de sua natureza à Luz de suas possibilidades não desenvolvidas, e que se propõe a melhorar o primeiro e sanar a segunda, deu o primeiro passo para a busca... Num dia decisivo, ele vai perceber, com pesar, que está preso pelas atividades externas como se fosse por um polvo. Vai então empunhar a faca da determinação penetrante e implacável e cortar de uma vez por todas os tentáculos que o prendem... Os que se interessam por idéias avançadas o suficiente para persegui-las a despeito do desprezo social, assim como os que têm coragem para explorar o que está além das idéias já aceitas, tornaram-se um contingente significativo de buscadores... A massa é apática diante da Busca: os pobres por uma série de razões, os ricos por outra. Apenas os poucos capazes de ter juízo individual, os pensadores independentes e ousados, serão capazes de se destacar da massa... Ele vai precisar de muita coragem para a Busca, porque será confrontado por dois inimigos poderosos. Um é ele próprio; o outro, a sociedade. No interior de si mesmo, vai ter que travar batalha contra os grandes desejos. No interior da sociedade, vai ter que lutar contra as grandes tradições... Não são muitos os que estão prontos para essa independência de atitude e de vida. É necessário, antes de tudo, certa força interior e, evidentemente, uma disposição natural ou adquirida para desertar do rebanho se necessário."&lt;br /&gt;
(Paul Brunton)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wFuayqyRWHc/TcRb88pcCuI/AAAAAAAAAg4/nzXAW6PDp2Y/s1600/animais.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-4433105713453715887?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/3mZgHwhvvBg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/3mZgHwhvvBg/ativista-politica.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-wFuayqyRWHc/TcRb88pcCuI/AAAAAAAAAg4/nzXAW6PDp2Y/s72-c/animais.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2011/05/ativista-politica.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-3093758636083474226</guid><pubDate>Sat, 05 Jun 2010 03:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-18T06:55:31.775-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fernando Fernandez</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Permacutura</category><title>Acordando com um SCHLAP na cara!</title><description>&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;span class="textoVI" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_Detalhe2_lblTexto"&gt;&lt;br /&gt;
Não, não temos que fazer mais hidrelétricas. Nem sequer necessariamente precisamos de mais energia do que temos hoje, pelo menos não a médio e logo prazo, se usarmos tecnologias mais eficientes. Mas se nos esquecemos que todas essas coisas na verdade são escolhas e não necessidades, isso é porque a mentalidade de querer sempre mais foi tão profundamente inculcada em nós. Na década de sessenta, as pessoas diziam que queriam um mundo melhor. Hoje, a cantora Claudia Leitte reflete as aspirações de grande parte da sociedade quando diz, num comercial na televisão, “eu quero mais”, se referindo a algumas bugigangas de celular. O querer mais, de certa forma, sustituiu para muita gente o querer o mundo melhor, nesta época tão sem utopias. Sempre mais, nos dizem - temos que querer mais, como aquelas pessoas sorridentes na televisão sempre querem mais. Eu, que nem celular tenho, e sou muito feliz assim, não consigo me livrar da pergunta: a gente quer mais ou quer ser feliz? É curioso, e quem sabe valioso, notar que em vários estudos realizados não houve correlação entre a felicidade e o PIB per capita dos países. Quem sabe porque, como disse uma vez Robert Kennedy, “O produto interno bruto mede tudo, em resumo, menos aquilo que faz a vida valer a pena.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas será que nós, os ambientalistas, queremos só criticar, ou temos alguma alternativa para oferecer? Existem, sim, várias alternativas já propostas ao nosso modelo atual de desenvolvimento baseado em crescimento contínuo, que é tão obviamente insustentável. Seria longo demais descrever essas alternativas aqui, mas um punhado de brilhantes livros recentes - “Economia para um planeta abarrotado”, de Jeffrey Sachs, “Nossa escolha”, de Al Gore, e “Quente, plano e lotado”, de Thomas Friedman - são todos altamente positivos. Eles apresentam soluções criativas e inovadoras para os problemas do mundo atual, e alternativas para obter uma nova economia estabilizada, que seja verdadeiramente - e não apenas em discurso vazio - sustentável. Não por coincidência, todos eles defendem economias onde o objetivo não deve ser mais meramente maximizar a quantidade do que é produzido, mas sim a qualidade de vida, entendida de uma maneira muito mais ampla, da qual um ambiente saudável é componente essencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Nada tem que ser feito” é muito diferente de “não temos que fazer nada”. Temos, sim, muitíssimo que fazer. Mas isso não quer dizer que hidrelétricas ou o que quer que seja precisem ser feitas. Temos outras escolhas, se formos capazes de vê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que a gente precisa mesmo de mais hidrelétricas e menos biodiversidade nesse mundo? É esse o mundo que a gente quer? Eu só sei que esse não é o mundo que eu quero. Precisamos urgentemente aprender a pensar menos em quantidade e mais em qualidade: na qualidade das coisas que usamos, na qualidade ambiental, na qualidade das nossas vidas. Quantidade não é tudo. Mais nem sempre é o melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Fernando Fernandez é biólogo, PhD em Ecologia pela Universidade de Durham (Inglaterra). Professor do Departamento de Ecologia da UFRJ, seu principal interesse em ensino e pesquisa é a Biologia da Conservação. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: O Eco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;No dia 10 de junho, às 19h, Fernandez ministrará palestra "O Mito do Bom Selvagem", evento realizado pela Amda no auditório do CREA-MG (Av. Álvares Cabral, 1600, andar 1S - Santo Agostinho). As inscrições são gratuitas. Para mais informações: &lt;/i&gt;&lt;a href="javascript:location.href='mailto:'+String.fromCharCode(101,118,101,110,116,111,115,64,97,109,100,97,46,111,114,103,46,98,114)+'?'"&gt;&lt;i&gt;eventos@amda.org.br&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Recebi o artigo acima reproduzido em parte aqui no blog no Informativo da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele faz uma crítica a uma pessoa que defende a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte sob o argumento de que é uma energia limpa e de que não há opção para nossa sociedade além de esolher o menos pior, no caso, a hidrelétrica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O criticado em questão ainda pensa sob um velho paradigma de "desenvolvimento"; aquela forma materialista de encarar o "desenvolvimento", como se "desenvolver" fosse continuar crescendo desse jeito: mais carros, mais consumo, mais e mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E hidrelétrica não é energia limpa. Inundações de ambientes orgânicos também liberam CO2, assim como as poluentes termelétricas; diz o artigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro dia pensei também na quantidade de seres vivos que devem morrer nas mega-inundações. Bichos que não são resgatados, pacas, veados, tatus, cobras. Pra que? Pra esse computador funcionar? Não justifica. Vamos achar um outro jeito de fazer. Que seja menos violento e mais harmônico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...a&lt;span style="font-size: large;"&gt; permacultura&lt;/span&gt; busca otimizar gastos energéticos e maximizar o aproveitamento da energia para atender várias necessidades antes que ela se dissipe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conceito de zonas da permacultura ajuda a pensar um assentamento humano, tanto no nível familiar quanto a nível de sociedade. Na zona 0, o ambiente em que se passa o maior tempo. Na zona 1, o que é prioritário e precisa estar mais próximo. Na zona 2, aquilo que precisa ser visto todos os dias. Em resumo, a pessoa precisa se posicionar próximo daquilo que mais necessita. E essa afirmação traz implicações globais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span id="goog_775934501"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_775934502"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/TAnDiq_c6QI/AAAAAAAAAec/TlP_X9rEhmw/s1600/zonas_juliano+copy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/TAnDiq_c6QI/AAAAAAAAAec/TlP_X9rEhmw/s320/zonas_juliano+copy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/TAnDzMCSP_I/AAAAAAAAAek/QjUydqdXqRQ/s1600/zonas_escola_juliano+copy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/TAnDzMCSP_I/AAAAAAAAAek/QjUydqdXqRQ/s320/zonas_escola_juliano+copy.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como é que pode o alimento ser cultivado longe das cidades, onde ele é consumido? É um gasto energético altíssimo. &lt;/span&gt;Não é a toa que dependemos de combustíveis fósseis para trazer pra perto de nós o alimento que garante nossa subsistência. E gastamos enorme energia ainda para tirar do subsolo&amp;nbsp;o petróleo&amp;nbsp;que será responsável por transportar nossas necessidades; aquilo de que precisamos e que já não sabemos, nós mesmos, produzir sozinhos&amp;nbsp;- o&amp;nbsp;que é vital para nossa sobrevivência e que ninguém mais sabe fazer com as próprias mãos: alimento, abrigo, um pouco de descanso. Tudo isso foi terceirizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...a permacultura? Propõe uma volta que não é um passo atrás, mas um passo a frente numa espiral. Resgatar conhecimentos ancestrais que possam ensinar ao homem, finalmente, que é possível ser inteligente sem romper com a Natureza, ou o Criador, a Fonte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-3093758636083474226?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/yX080qTycio" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/yX080qTycio/acordando-com-um-schlap-na-cara.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/TAnDiq_c6QI/AAAAAAAAAec/TlP_X9rEhmw/s72-c/zonas_juliano+copy.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/06/acordando-com-um-schlap-na-cara.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-4887856104464217242</guid><pubDate>Mon, 24 May 2010 12:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-01T06:13:21.138-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Belo Monte</category><title>Mídia, poder e paradigmas: a versão dominante e a versão ocultada</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A seguir, uma crítica à reportagem do Fantástico (da Globo) feita por um cientista integrante de um Painel de 40 especialistas que fizeram uma análise do Estudo de Impaco Ambiental da Usina hidrelétrica de Belo Monte, na Amazônia. Ele afirma que a reportagem não contemplou a versão dos cientistas e técnicos que criticam o projeto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;18/05/2010 - 11h05&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Belo Monte no Fantástico: o desaparecimento dos especialistas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Por Rodolfo Salm*, do Correio da Cidadania&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;No dia 16 de abril, quatro dias antes do fictício leilão da hidrelétrica de Belo Monte, um produtor do Fantástico telefonou-me, marcando uma entrevista com a repórter Sônia Bridi para a semana seguinte. Assim, recebemos no feriado de Tiradentes a equipe do programa na Faculdade de Ciências Biológicas da UFPA, em Altamira, e gravamos à beira do rio Xingu. Temos aqui três representantes do Painel de Especialistas, que é um grupo de 40 cientistas de renomadas instituições de pesquisa (USP, UNICAMP, ITA, UNB, UFRJ, UFPA, UFPE, UFSC, INPA e Museu Goeldi, dentre outras) responsável pela leitura crítica do Estudo de Impacto Ambiental de Belo Monte, que atestou sua inviabilidade. Eu e o professor Hermes de Medeiros da Faculdade de Biologia esforçamo-nos ao máximo para falar à jornalista sobre os vários aspectos desta possível tragédia: as mentiras segundo as quais se trata de uma "energia limpa"; que produziria muita energia; que é viável economicamente; e que não destruiria o Xingu ou a Amazônia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Perguntado sobre o que Belo Monte precisaria para ser viável, respondi que um projeto de barrar o Xingu seria desastroso sob quaisquer circunstâncias e que esta obra, se levada a cabo, poderia resultar na destruição de metade da floresta Amazônica, num efeito dominó marcado pela profunda intensificação da força de todos os principais agentes de desmatamentos: a pecuária, os madeireiros, as invasões de florestas públicas e de terras indígenas etc. A jornalista nos adiantou que não haveria muito tempo disponível para nós na matéria que iria ao ar, que conseguira apenas cinco minutos para tratar do assunto e que ainda entrevistaria um representante do Consórcio Belo Monte, organização local que defende a construção da usina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No domingo 25 de abril, o Fantástico, para minha decepção, além de não incluir na edição da reportagem nem uma frase nossa, com a exceção das falas dos índios, deu todo o espaço para a manifestação dos defensores da obra.&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;E, pior, deixou truncada a única e isolada frase em referência ao Painel de Especialistas, possivelmente criando uma confusão para o telespectador médio e não sintonizado com a guerra que se trava em torno desta obra. Neste trecho, o responsável pelo projeto, Maurício Tolmasquim, garante "uma vazão que seja condizente com a manutenção da piscicultura, a manutenção da navegação, com a manutenção da vida das comunidades que vivem do rio".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Trata-se de uma mentira. Mais uma da infindável série de mentiras disparadas sem constrangimento pelos proponentes da obra (tal como a maior de todas, de Lula, que afirmou em 22 de julho de 2009 durante reunião com importantes personalidades contrárias à obra, incluindo Dom Erwin, o bispo do Xingu, que Belo Monte não nos seria "empurrada goela abaixo"). Basta recordar as conclusões emitidas pela própria equipe de Licenciamento Ambiental do IBAMA, sobre a análise técnica do Estudo de Impacto Ambiental de Belo Monte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;"Ressalta-se que, tendo em vista o prazo estipulado pela presidência, esta equipe não concluiu sua análise a contento. Algumas questões não puderam ser analisadas na profundidade apropriada, dentre elas as questões indígenas e as contribuições das audiências públicas. O estudo sobre o hidrograma de consenso não apresenta informações que concluam acerca da manutenção da biodiversidade, a navegabilidade e as condições de vida das populações do trecho de vazão reduzida (que ocuparia grande parte da Volta Grande do Xingu, que teria a maior parte de seu fluxo de água desviado por canais colossais conduzindo-o às turbinas da hidrelétrica). A incerteza sobre o nível de estresse causado pela alternância de vazões não permite inferir a manutenção das espécies, principalmente as de importância sócio-econômica, a médio e longo prazo. Os impactos decorrentes do afluxo populacional não foram dimensionados a contento.&lt;/b&gt; Conseqüentemente, as medidas apresentadas, referentes à preparação da região para receber esse afluxo, não são suficientes e não definem claramente o papel dos agentes responsáveis por sua implementação. &lt;b&gt;Há um grau de incerteza elevado acerca do prognóstico da qualidade da água, principalmente no reservatório dos canais"&lt;/b&gt;, lê-se em trechos do documento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;O pior é que a edição do Fantástico, refere-se rapidamente ao Painel de Especialistas sem explicar do que se trata nem citar os problemas para os quais alertamos, talvez por tê-lo eliminado de última hora: "O risco de destruição foi apontado por um painel de 40 cientistas". Esta é uma afirmação forte, que pede algum detalhamento maior, além da imagem de algum desses cientistas. Afinal, temos representantes nossos e de praticamente todas as grandes universidades brasileiras! Mas ao invés disso o vídeo passa rapidamente à declaração enganosa de Maurício Tolmasquim. Assim, pode ter dado a impressão, ao telespectador desinformado (aquele que no começo da matéria perguntava se Belo Monte é um bar ou "alguma coisa ligada à moda") que o engenheiro do governo é o representante da equipe de pesquisadores que cientificamente condena o projeto!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Em outro trecho da reportagem dizem: "Os Araras vivem bem na curva da Volta Grande do Xingu, esse pedaço do rio que vai ter a vazão controlada. Depois de construída a represa, o Xingu não vai ter nem cheia, nem seca. Vai correr sempre no mesmo nível. O que os Araras temem é que o rio seque, a água fique quente demais e mate os peixes, que são a fonte da vida na aldeia". Na verdade, o mais grave não é tanto que quase 100 km do rio Xingu não teriam mais o ciclo de cheias e secas, mas que todo este trecho teria sua vazão extremamente reduzida. A vazão até poderia ser controlada sim (algo que nem poderíamos ter garantia, dada a seqüência infindável de mentiras acerca desta obra), mas em um nível extremamente baixo. E não são só os índios que temem que "a água fique quente demais e mate os peixes". Quem afirma que isso aconteceria, se essa obra for levada adiante, são os pesquisadores. Que acrescentam também que as poças criadas no&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;trecho de rio seco serão focos para a proliferação de pragas e doenças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Apesar de quase toda a grande imprensa dar a construção da barragem como certa, não gostei do começo, quando, do alto da ilha Pimental, Sônia Bridi disse: "A barragem da usina de Belo Monte vai passar exatamente aqui". Eu preferia algo como "é aqui que pretendem construir...", pois não há nada de definitivo sobre Belo Monte, ainda mais por se tratar de um projeto caro, anti-econômico, destrutivo, conduzido com base na infração de diversas leis e no controle do Executivo sobre o Judiciário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Além do mais, teremos as eleições presidenciais e, com relação ao leilão de Belo Monte, José Serra&lt;b&gt; &lt;/b&gt;comentou: "Neste processo, houve tanta complicação ambiental e tanta falta de transparência que a gente sabe que vai haver problema. Dizia-se que era o capital privado, e a gente está vendo agora que é o governo. É uma coisa muito cara para você fazer de maneira atropelada". Pra piorar, o governo entra com todo o financiamento, todo o risco, mas não terá nada do controle, nem da gestão, pois as empresas estatais participantes têm ligeiramente menos que 50% de participação na usina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;Em favor do Fantástico, podemos dizer o programa conseguiu fazer em parte o que somos incapazes de fazer: colocar para a população, como um todo, o outro lado, os índios e as comunidades. Um programa popular, falando de seus medos, do impacto da usina em suas vidas. Toda a situação em torno de Belo Monte é tão absurda que mesmo uma reportagem falha ainda assim termina servindo-nos bastante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;*Rodolfo Salm, PhD em Ciências Ambientais pela Universidade de East Anglia, é professor da Universidade Federal do Pará.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999;"&gt;&lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-4887856104464217242?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/Pq-rZex3gKc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/Pq-rZex3gKc/midia-e-poder-e-sempre-um-problema-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/05/midia-e-poder-e-sempre-um-problema-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-8523779320874887951</guid><pubDate>Fri, 21 May 2010 14:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-21T08:06:04.870-07:00</atom:updated><title>BAMBU</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S_aZzen4eXI/AAAAAAAAAeU/ruL3xmWx0DQ/s1600/flyer_cursobambu.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S_aZzen4eXI/AAAAAAAAAeU/ruL3xmWx0DQ/s640/flyer_cursobambu.gif" width="475" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div bgcolor="#ffffff"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: olive;"&gt;Esta é a  divulgação de uma vivência para coletar e tratar varas  de bambu  para a construção do Domo Geodésico do Instituto de Permacultura Ecovida  São  Miguel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse primeiro momento, dias 5 e 6 de junho, a vivência  terá como  foco a primeira parte do processo, que é o manejo correto do bambu para  que ele  tenha durabilidade em qualquer tipo de uso: construções, móveis,  utilitários,  etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: olive;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: olive; font-family: Verdana;"&gt;A prática será coordenada pelos  permacultores do Instituto de Permacultura Ecovida São Miguel,&amp;nbsp;que tem  ampla experiência com o uso do mesmo para atender as necessidades de  construção e design do Instituto&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: olive;"&gt;&lt;br /&gt;
A permacultura  tem por  princípio o CUIDADO com o planeta Terra e com as pessoas, e a divisão  igualitária dos excedentes de produção, numa lógica que é contrária a do  lucro.  A partir da observação dos padrões naturais, o(a) permacultor(a) cria  soluções  que aproveitam os recursos de forma sistêmica, com otimização do gasto  energético, transformando em insumos os resíduos gerados. Uma das  principais  aplicações da permacultura é o design de assentamentos humanos  ambientalmente  sustentáveis, socialmente justos e economicamente viáveis. &amp;nbsp;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br style="color: #666600;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: olive;"&gt;&lt;span style="color: #666600;"&gt;Informações:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #666600;" /&gt;   &lt;span style="color: #666600;"&gt;&lt;a href="http://www.ecovidasaomiguel.ning.com/" target="_blank"&gt;www.ecovidasaomiguel.ning.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #666600;" /&gt;&lt;span style="color: #666600;"&gt;&lt;a href="mailto:ecovidasaomiguel@gmail.com" target="_blank"&gt;ecovidasaomiguel@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: #666600;" /&gt;   &lt;br style="color: #666600;" /&gt;&lt;span style="color: #666600;"&gt;Colabore com a divulgação, repassando este informe!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-8523779320874887951?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/X-VemEsw5e8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/X-VemEsw5e8/bambu.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S_aZzen4eXI/AAAAAAAAAeU/ruL3xmWx0DQ/s72-c/flyer_cursobambu.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/05/bambu.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-5509646385436995109</guid><pubDate>Sun, 09 May 2010 23:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-09T16:54:42.678-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Água virtual</category><title>Água virtual</title><description>&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wA2WUncZgyc&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wA2WUncZgyc&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Rede Permacultura Social Brasileira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-5509646385436995109?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/k88lwf1e5FE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/k88lwf1e5FE/agua-virtual.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/wA2WUncZgyc&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" length="1067" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/wA2WUncZgyc&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" fileSize="1067" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Fonte: Rede Permacultura Social Brasileira</itunes:subtitle><itunes:author>Marina Utsch</itunes:author><itunes:summary> Fonte: Rede Permacultura Social Brasileira</itunes:summary><itunes:keywords>divagações</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/05/agua-virtual.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-4193799443624120686</guid><pubDate>Sat, 08 May 2010 18:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-09T16:56:35.427-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Debate presidentes</category><title>Primeiro Debate entre candidatos à presidência, em BH</title><description>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Muito boa a reportagem do Último Segundo,iG. Recomendo a leitura:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #999999; color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No 1&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o.&lt;/span&gt; duelo, Marina é a mais aplaudida&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
Correndo por fora, pré-candidata ganhou a plateia ao abordar temas espinhosos, enquanto Serra e Dilma polemizaram sobre repasses.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999; color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;*Por Ricardo Galhardo enviado a Belo Horizonte*&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma forte gripe a senadora Marina Silva foi a mais aplaudida no  primeiro encontro entre os três pré-candidatos à Presidência, na tarde  desta quinta-feira, em Belo Horizonte. Líderes nas pesquisas, o tucano  José Serra e a petista Dilma Rousseff polemizaram sobre os repasses de  verbas federais para os municípios e a possibilidade de uma reforma  tributária profunda. Correndo por fora, Marina ganhou a plateia ao  abordar temas espinhosos da vida política brasileira e pontos da agenda  municipalista caros às dezenas de prefeitos que formavam a plateia.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999; color: black; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: Agência Estado &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999; text-align: center;"&gt;&lt;img alt="marina" height="250" src="http://www.portaldomeioambiente.org.br/images/stories/noticias/marina_silva/marina.JPG" style="vertical-align: middle;" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999; color: black; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;b&gt;Dilma,  Marina e Serra durante encontro em Minas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999; color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Os três pré-candidatos concordaram quanto à necessidade de criação de  um fundo de royalties para a exploração mineral cujos principais  beneficiários seriam os prefeitos mineiros. O primeiro a sugerir a ideia  foi o tucano. Nenhum deles disse como pretende implementar a proposta.  Serra, Dilma e Marina também concordaram quanto à necessidade de uma  reforma tributária profunda e, principalmente, sobre a dificuldade da  empreitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo na primeira intervenção a pré-candidata do PV abordou temas como o  transporte escolar, o Fundo de Participação dos Municípios, a emenda 29  (que transfere recursos para a saúde) e a necessidade de criação de um  mecanismo de transferência automática de recursos federais, para que os  prefeitos não dependam da boa vontade ou da orientação partidária dos  ministros. Muitos prefeitos que esperavam um discurso exclusivamente  voltado para a questão ambiental se surpreenderam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma se  limitou no início a elencar os inúmeros programas de parceria entre o  governo federal e os municípios desfiando números e valores. Serra falou  de suas realizações em prol das prefeituras na Assembleia Constituinte,  no Ministério da Saúde e de sua experiência de pouco mais de dois anos  como prefeito de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dois líderes ensaiaram uma  polêmica sobre as compensações oferecidas pelo governo federal aos  municípios em decorrência das perdas de arrecadação provocadas pelas  isenções de ICMS e IPI concedidas para aliviar os efeitos da crise  financeira global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma disse que o governo Lula foi o primeiro a  conceder tal benefício às prefeituras. Serra rebateu dizendo que o  repasse foi de R$ 2 bilhões mas as perdas de R$ 3,5 bilhões. Dilma se  defendeu alegando que todos, inclusive o governo federal, tiveram perdas  e os R$ 2 bilhões foram fruto de negociação com os prefeitos. Serra,  por fim, admitiu que a isenção foi uma medida positiva para a economia  em geral mas defendeu a criação de um mecanismo de repasse automático  para que o governo federal não faça "generosidade com o chapeu alheio".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polêmica foi um exemplo do comportamento dos líderes. Serra criticava  ações do governo dizendo que poderia ter sido feito mais e Dilma  rebatia com números mostrando os saltos obtidos em relação à gestão de  Fernando Henrique.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Dilma prosseguia com as realizações  do governo Lula e detalhando projetos futuros como o PAC 2 e o Minha  Casa Minha Vida 2, Serra tentava demonstrar bom humor. Ele fez uma  inconfidência ao revelar que Dilma torce pelo Atlético Mineiro e tentou  contornar o mal estar quando percebeu a desaprovação da petista, alvo de  uma vaia dos cruzeirenses na plateia. "Não se preocupe com isso Dilma  porque em São Paulo eu também torço pelo time que tem menor torcida, o  Palmeiras", &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois fez uma piada com o mediador, Fernando  Mitre, que a toda hora avisava os pré-candidatos que eles tinham 45  segundos para terminar a resposta. "Não sei o que é 45. Daqui a pouco  vai ter processo na Justiça Eleitoral. O que é 45?", questionou Serra. O  número do PSDB é 45.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora tenha feito críticas, o tucano tomou  cuidado para não passar a imagem de opositor e faz diversos afagos a  Lula. Serra usou os cinco minutos de sua intervenção final distribuindo  "créditos". O primeiro foi para Marina Silva e o senador Tião Vianna  (PT-AC) pelo empenho na aprovação da emenda 29, o segundo para Dilma e  Lula. "Quando fui prefeito Dilma não fez nenhuma discriminação à minha  cidade e ao meu estado, ela e o Lula", disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Marina correu por fora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já  Marina, apesar da forte gripe que tornava ainda mais frágil sua voz,  pairou ao largo da polêmica entre os líderes das pesquisas. A senadora  do PV colocou o dedo na ferida ao dizer que a eleição não deve ser um  plebiscito nem um embate entre as duas principais forças eleitorais do  País mas sim um debate de propostas, ao criticar a lógica "de  conveniência" da política tradicional e ao dizer que tanto o PT quanto o  PSDB se aliaram ao que havia de pior na política brasileira quando  assumiram o governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste momento Serra revelou que pretende  convidar PT e PV a participar de seu governo e admitiu que a postura da  oposição empurrou Lula e Fernando Henrique Cardoso para os braços do  PMDB e DEM, respectivamente. Dilma, que espera ter um vice do PMDB, não  se manifestou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marina distribuiu alfinetadas e afagos  indiscriminadamente. Lembrou que a primeira marcha de prefeitos a  Brasília foi recebida pela polícia em 1998, no governo FHC. Falou que as  verbas de combate a enchentes para a Bahia foram canalizadas para os  aliados do ex-ministro da Cidades de Lula, Gedel Vieira Lima (PMDB).  Disse que Lula quebrou um paradigma ao promover crescimento econômico  com distribuição de renda. Parabenizou Fernando Henrique por ter  universalizado o acesso ao ensino básico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando entrou no discurso ambiental, tentou trazer o tema para a  realidade dos prefeitos. "Antes destas enchentes quem de vocês daria  tanta importância para a necessidade de uma Defesa Civil forte nas suas  cidades?", questionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final, sintetizou o primeiro encontro  entre os três pré-candidatos no painel "Autonomia Municipal: Realidade  ou Utopia?" durante o 27º Congresso Mineiro de Municípios, em Belo  Horizonte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Acho que foi um bom ensaio, Serra. Acho que foi um bom ensaio,  Dilma. Viemos aqui para o debate e não para o embate", disse ela. Foi  aplaudida pela pelos prefeitos, quase todos comprometidos com as  candidaturas de Serra e Dilma.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #999999; color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;* Último Segundo, iG&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Agência Rebia de Notícias &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-4193799443624120686?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/6NPhmr4yyXE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/6NPhmr4yyXE/primeiro-debate-entre-candidatos.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/05/primeiro-debate-entre-candidatos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-6867313397228934432</guid><pubDate>Thu, 29 Apr 2010 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-08T11:56:26.975-07:00</atom:updated><title>Isidoro: as opiniões favoráveis</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, no post anterior ficaram evidentes os argumentos dos críticos ao novo Projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo de Belo Horizonte, especialmente no que se refere à Emenda que cria a Ocupação Urbana do Isidoro, que seria uma nova Regional municipal, numa área que é um dos últimos redutos verdes da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, os defensores da proposta, no caso, a maioria da Câmara dos Vereadores e a Secretaria Municipal de Políticas Urbanas, dizem que o Projeto vai mesmo é garantir a proteção ambiental da área do Isidoro, direcionando melhor a ocupação urbana, já que o lugar já está se tornando terra de ninguém e de ocupação irregular.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No gráfico abaixo, publicado no &lt;b&gt;Jornal O Tempo&lt;/b&gt;, dá pra entender melhor onde fica isso. É um lugar muito bonito, abriga muitas águas e pássaros. O pessoal de lá faz trilhas e caminhadas e são encontradas inúmeras espécies medicinais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S9mMpghMOXI/AAAAAAAAAdw/59oa8Y398QE/s1600/tempo_isidoro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S9mMpghMOXI/AAAAAAAAAdw/59oa8Y398QE/s640/tempo_isidoro.jpg" width="472" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Notícia publica no site da Câmara Municipal explica melhor o conteúdo da Emenda:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;"De acordo com o projeto de operação urbana apresentado pela  consultora da Prefeitura, a região será dividida em três áreas com graus  de proteção diferente (grau de proteção 1, 2 ou 3). As áreas de grau 1  serão transformadas em parques públicos ou áreas de reserva particular  ecológica (que são abertas ao público). As áreas com grau 2 e 3 poderão  ter maior coeficiente de ocupação, com a área de grau 3 permitindo o  maior adensamento urbano. De acordo com o projeto, todos os equipamentos  públicos necessários para o funcionamento da área urbanizada (escolas,  postos de saúde, etc.) seriam financiados em parte pelo setor privado  por meio de um fundo da operação urbana, que prevê aportes do Executivo e  contrapartidas do setor privado empreendedor.&amp;nbsp; &lt;span style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;i&gt;(Fonte: CMBH)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;Essa nova regulamentação prevê que a área será ocupada, mas garante que as áreas verdes deverão ser de pelo menos 40%. Na Lei atual essa porcentagem&amp;nbsp; é de 26% . Só que&amp;nbsp; isso é o que está no papel, porque na prática o que temos é uma área particular praticamente 100% preservada, por um esforço do proprietário. Há uma pressão da cidade e das ocupações que começam a chegar, mas o fato é que a área está preservada; &lt;b&gt;é a maior área preservada de Belo Horizonte.&lt;/b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;Mas os críticos do Projeto, incluindo movimentos ambientalistas importantes, como o Projeto Manuelzão, relatam pouca participação social e debates com a população. O local, alvo da regulação, é inclusive área onde vivem comunidades quilombolas, mas essas pessoas e todas as que já vivem na região pouco sabem do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(Eu, pessoalmente, preferiria ver a área verde totalmente preservada, transformada em local produtivo da cidade; de uso sustentável... Imagina um lugar onde se pode plantar, manejar uma agrofloresta e nada num rio limpo dentro da cidade de Belo Horizonte. Seria um grande espaço para produção e comérciod e alimentos orgânicos, uma área de lazer, área de recarga hídrica e infiltração do subsolo. Enfim, uma área de suspiro para Belo Horizonte...Imagine...&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;E, não esqueçamos: o PL 820/2009 não é só a emenda que cria a Ocupação Urbana do Isidoro Ele contém também outras questões bem polêmicas, que podem afetar áreas de preservação como a Mata das Borboletas.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Vetor Norte: tudo começou com a obra do Centro Administrativo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A ocupação da região do Isidoro e de toda a extensão Norte da capital parece ser um processo inevitável. A cidade vai começar a crescer mais para aqueles lados, já que o Centro Administrativo do Governo do Estado mudou pra lá. Os planos são de fazer a Vila da Copa naquela região. Só empresário metendo a colher. Vamos ver no que dá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para compreender melhor, as raízes disso tudo é bom pôr lupa no tal &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Centro Administrativo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; A obra custou &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;1,2 bilhão de reais aos cofres públicos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;i&gt;(não dava pra fazer algo melhor com esse dinheiro?? Casa popular, escolas, hospitais, revitalização de rios...) &lt;/i&gt;e sabe quem recebeu essa bolada??&amp;nbsp; As construtoras Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa, Mendes Júnior, Santa Bárbara, OAS, Queiroz Galvão, Via Engenharia e Barbosa Mello, as mesmas envolvidas com a polêmica construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte (na Amazônia), que se recusaram a participar do leilão, exigindo mais garantias do Governo Federal e cobertura dos riscos. E o&amp;nbsp; Governo vai fazer o quê? Financiar a obra com dinheiro do BNDES, &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;19 bilhões de reais&lt;/b&gt;,&lt;/span&gt; dinheiro público gasto com o que? e com quem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E só pra acrescentar, voltando a Minas Gerais,&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; a construção do Centro Administrativo (obra do Governo Aécio) gastou 26% a mais do que o previsto&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, ficou mais cara e o dinheiro vai pro bolso dessas construtoras. (Fonte: Portal Ecodebate)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-6867313397228934432?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/sozqXwXj_mo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/sozqXwXj_mo/isidoro-outras-opinioes.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S9mMpghMOXI/AAAAAAAAAdw/59oa8Y398QE/s72-c/tempo_isidoro.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/04/isidoro-outras-opinioes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-2106900465893751615</guid><pubDate>Fri, 16 Apr 2010 13:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-18T17:08:43.684-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Isidoro</category><title>Belo Horizonte desprotegida: Operação Urbana do Isidoro</title><description>É assustador o que está acontecendo em Belo Horizonte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, a proibição de eventos culturais na Praça Sete, belamente combatida por um grupo de jovens que tomou a PRAÇA transformando-a em área ocupada, PRAIA. Depois, o cancelamento do FIT - Festival  Internacional de Teatro, evento tradicional da cidade, decisão que acabou sendo revogada. O FIT vai acontecer, mas a organização está completamente desarticulada, por causa de cortes e boicotes da Prefeitura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora, uma campanha tem alertado a população para o Projeto de Lei 820/09 de reformulação da Lei de Uso e Ocupação do Solo da cidade. O Projeto, já aprovado em 1o. turno, será votado em caráter final na semana que vem, possivelmente em sessões extraordinárias, e até então não foi debatido com a sociedade. Áreas verdes como a Mata das Borboletas, no Sion, a Mata do Planalto e, o mais assustador, a Mata do Isidoro, na região norte, poderão ser extintas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chamada Ocupação Urbana do Isidoro permitirá a supressão dessas matas em benefício de interesses imobiliários. Serão 72 mil apartamentos ao valor médio de R$ 100 mil, numa área de 6  milhões de metros quadrados que concentra 29 nascentes e cursos d´água. A Prefeitura garante 50% de áreas verdes, mas os críticos alegam ser insuficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo reportagem publicada no Jornal O Tempo, a Prefeitura de Belo Horizonte ignorou um estudo encomendado em 2002  pela antiga administração, que classifica 29 cursos d’água da região do  córrego do Isidoro como "classe especial", ou seja, são de grande  importância ambiental. Ainda segundo o jornal, deverão ser reassentadas as famílias que vivem há anos na região, incluindo uma comunidade quilombola remanescente.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8hjzHbi_9I/AAAAAAAAAdM/eUczbt-5rus/s1600/Mata+dos+Werneck.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8hjzHbi_9I/AAAAAAAAAdM/eUczbt-5rus/s320/Mata+dos+Werneck.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Já reportagem publicada no Jornal Hoje em Dia mostra que os empreendimentos servirão ao setor hoteleiro, num projeto que tem sido chamado de Vila da Copa, em referência à Copa de 2014. Segundo os defensores do projeto, a expansão urbana para aquela região, depois da mudança do Centro Administrativo do Governo Estadual, seria inevitável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;- Foto do Ribeirão Isidoro de autoria Antônio Ruas. &lt;a href="http://www.manuelzao.ufmg.br/"&gt;www.manuelzao.ufmg.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo &lt;a href="http://salveoisidoro.wordpress.com/"&gt;campanha promovida pelo vereador Iran Barbosa&lt;/a&gt;, para manter a nova fronteira de ocupação urbana, a Prefeitura (PBH) deve gastar mais de R$ 99 milhões, valor equivalente ao atual orçamento da Regional Venda Nova, que tem a mesma estimativa de população. Mas a arrecadação em IPTU que as novas moradias vão gerar é inferior a esse valor: R$ 50 milhões.  Segundo procunciamento de Barbosa, em reportagem do Jornal Hoje em Dia, a proposta (que já tramita na Câmara desde outubro de  2009), se for aprovada, vai acabar com cerca de 6 mil metros quadrados  de área verde. “Hoje é reserva ambiental. Eles querem revogar este  status para passá-lo a área de preservação ambiental de grau dois.  Assim, podem construir no local”, afirmou o parlamentar. As construções representam um acréscimo de 250 a 300 mil pessoas no Vetor Norte da Capital, mais trânsito para as avenidas Antônio Carlos, Pedro I e Cristiano Machado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Essa é a última área vazia, sem prédios de Belo Horizonte,e também das últimas com grande cobertura vegetal. A capital está totalmente construída, sobrando apenas 4% de áreas desocupadas. A Granja Werneck e demais regiões do Ribeirão Isidoro representam 90% dessas áreas que restam"- afirma o engenheiro Fernando Viana Werneck, um dos proprietários da Sociedade Anônima Granja Werneck, em reportagem de &lt;b&gt;Flavia Ayer e Gustavo Werneck para o Jornal Estado de Minas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mobilização popular gerou ao menos requerimento de Audiência Pública, emergencial, antes que o Projeto seja votado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;EVENTO: AUDIÊNCIA PÚBLICA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assunto: Alteração urbana da área do Isidoro, localizada na região norte de Belo Horizonte, provocada pelo Projeto de Lei 820/2009,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Data: 19/04 (segunda-feira)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Horários: 9 horas&lt;/div&gt;Local: CMBH – Plenário Helvécio Arantes – Av. dos Andradas, n. 3100, bairro Sta  Efigênia.&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Dandara&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Penso nas correlações que esse movimento de ocupação urbana do Isidoro pode ter com a repressão social e governamental que sofre a Ocupação Dandara, mais de 4000 pessoas sem-casa que foram viver em barracas pedindo a posse de uma antiga fazenda no bairro Céu Azul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A área de 40 hectares, próxima à Lagoa da Pampulha, cuja propriedade é defendida por uma construtora, estava sem uso e sem função social. A construtora inclusive estava inadimplente com o pagamento de IPTU. Segundo artigo de Frei Filvander, a empresa deve mais de 2 milhões em imposto e "é ré em mais de 2.500  processos na justiça, o que pode ser comprovado nos arquivos do  Tribunal de Justiça". As pessoas que para ali se mudaram pedem o direito básico de moradia; o direito à cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ocupação Urbana do Isidoro, que leva o título desse post, vem responder a essa demanda por casa, mas apenas parte do empreendimento é destinado a moradias populares. O problema dos reassentamentos de quem já vive no Isidoro há anos é outra questão por resolver. E, ao mesmo tempo, diversos terrenos dentro de áreas nobres estão sem uso, à mercê da especulação imobiliária, desrespeitando a função social da propriedade, premissa básica do Estatuto das Cidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pensamento de que pessoas como as que ocuparam a Fazenda no Céu Azul, da Ocupação Dandara, estão invadindo propriedades privadas e cometendo crimes não é exclusividade da Prefeitura. É reflexo de como pensam os belorizontinos, e mostra como a propriedade privada tornou-se maior do que a diginidade humana e o direito de abrigo. As pessoas estão ficando frias e pouco solidárias. Importa mais uma posse do que a solidariedade com quem precisa. Em recente reportagem no Jornal Estado de Minas a Ocupação Dandara foi taxada pelas pessoas como lugar de desordem e violência. A idéia é empurrar o problema da falta de moradia ao invés de ajudar a resolvê-lo. &lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A carta-resposta de um juiz que concedeu liminar favorável à Dandara no demorado processo para definir a posse do terreno é uma tentativa de enfrentar esses "medos" da sociedade mineira, publicada parcialmente pelo jornal. Leia a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;"Li, com bastante atenção, a carta enviada à Redação pelo leitor Almir Pazzini Lobo de Freitas, intitulada “crítica à sentença a favor de invasores”.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;A cartinha encaminhada pelo Sr. Almir demonstra uma grande indignação com uma decisão por mim proferida acerca de uma contenda envolvendo um imóvel de propriedade da Construtora Modelo Ltda, localizado na confluência de Belo Horizonte, Ribeirão das Neves e Contagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;...o que busquei ao deferir a posse em caráter provisório para os moradores da Comunidade Dandara nada mais foi do que &lt;span style="font-size: large;"&gt;calcular  o peso do direito à moradia no confronto com o direito à propriedade tendo como balança (ou fiel) a dignidade da pessoa humana, que são, os três, princípios constitucionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;Esse cálculo quanto aos direitos em confronto mostrou o meu intento de evitar, ao longo do tempo (para o futuro), que mais pessoas continuem vivendo sem dignidade e que por isso não se realizem enquanto seres humanos. Assim, realmente não contabilizei os dinheiros que o Município de Belo Horizonte despenderá como prejuízos, mas como investimentos para elevar todos aqueles que estão desprotegidos socialmente em nossa Capital. Aliás , o Estado (Município, Estado e União) só serve enquanto se constituir em meio para realização do ser humano, e, por ser humano devemos ter em medida todos os brasileiros, independentemente da condição social.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;Manoel dos Reis Morais&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;Juiz de Direito Titular da 6ª Vara da Fazenda Pública"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A carta na íntegra pode ser lida em &lt;a href="https://docs.google.com/Doc?docid=0AVk_PB7xrQxiZGRqcnBtcV81NWMzNDY0ZmR6&amp;amp;hl=en"&gt;https://docs.google.com/Doc?docid=0AVk_PB7xrQxiZGRqcnBtcV81NWMzNDY0ZmR6&amp;amp;hl=en&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a decisão do Juiz já foi sobreposta. A liminar que ele concedeu em favor de Dandara já não vale mais e o movimento de sem-moradia está prestes a ser despejado. Se forem expulsas de lá, para onde vão essas famílias? Certamente não para a  tal Regional Isidoro já que os apartamentos construídos por lá serão vendidos à classe média. Como conciliar a cidade que não pára e só cresce com o direito de todos de ter um abrigo digno?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-2106900465893751615?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/hPi1YAkBu-s" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/hPi1YAkBu-s/belo-horizonte-desprotegida-operacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8hjzHbi_9I/AAAAAAAAAdM/eUczbt-5rus/s72-c/Mata+dos+Werneck.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/04/belo-horizonte-desprotegida-operacao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-115402361029795029</guid><pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-15T05:30:18.045-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mineração no Norte de Minas</category><title>Mineração no Norte de Minas: escoamento com alto gasto de água em área de seca. Pode?</title><description>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;style&gt;
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&lt;/style&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;
Apesar dos protestos de prefeitos da região Norte de Minas, &lt;span class="not_texto"&gt;entre os municípios de Grão Mogol e Rio  Pardo de  Minas,&lt;/span&gt; a mineração Minas-Bahia (Miba) formalizou a intenção de construir &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;mineroduto&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;para escoar a produção de uma jazida de minério de ferro calculada em 1,5 bilhões de toneladas, com um teor médio de 37% de ferro. A crítica ao mineroduto é o dispêndio de água numa região que enfrenta sérios problemas com seca e estiagem. A proposta de uma ferrovia subsidiada pelo Governo de Minas, aparentemente, foi descartada já que em notícia divulgada no Diário Oficial o governador Antonio Anastasia formalizou protocolo para investimento de R$ 3,6 bilhões na implantação de mina de minério de ferro e corredor logístico no Norte do Estado, mesmo com a afirmação da Miba de que vai construir o mineroduto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os técnicos da Miba afirmaram que o escoamento com mineroduto é mais barato e, com isso, aumenta-se a possibilidade comercial do minério de ferro. Os prefeitos locais, entretanto, manifestaram preocupação e alegaram que a estrada de ferro poderia beneficiar o transporte de outros produtos e diversificação da economia na região, que não ficaria dependente dos 15 mil empregos que a Miba promete gerar. (Fonte: IOF-MG)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-115402361029795029?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/CHLBdyQNJ5w" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/CHLBdyQNJ5w/mineracao-no-norte-de-minas-escoamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/04/mineracao-no-norte-de-minas-escoamento.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-6922806876673794709</guid><pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-15T05:32:07.499-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mata Seca</category><title>Mata Seca: nova Lei permitirá desmatamento</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEgEO32TI/AAAAAAAAAdE/3xebsDo7Hv4/s1600/mata_5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEgEO32TI/AAAAAAAAAdE/3xebsDo7Hv4/s320/mata_5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEebGzrfI/AAAAAAAAAc8/mWE76HEmqAg/s1600/mata_4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEebGzrfI/AAAAAAAAAc8/mWE76HEmqAg/s320/mata_4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Os deputados mineiros da bancada do Norte do Estado estão prestes a conseguir desvincular a vegetação de Mata Seca do mapa que protege o bioma Mata Atlântica. O objetivo é permitir  maiores níveis de intervenção e supressão de vegetação, revogando o Decreto Federal 6.660/2008, que submete a Mata Seca à Lei da Mata Atlântica (Lei 11428/2006). Por causa desse Decreto, as áreas de Mata Seca em Minas Gerais são consideradas remanescentes de Mata Atlântica e só podem ser utilizadas por meio de manejo florestal, não sendo permitido o desmatamento para formação de cultivos ou pasto. A comercialização de matéria-prima nativa depende de autorizações de órgãos ambientais e é vedada a exploração de plantas incluídas na Lista Oficial da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção ou em listas estaduais do mesmo tipo.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEc0R8luI/AAAAAAAAAc0/X2vfBE_JIaE/s1600/mata_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Projeto de Lei (PL) 4.057/09, do deputado Gil Pereira (PP), pretende mudar essa situação e recebeu parecer favorável da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia de Minas Gerais na última terça-feira (13). O deputado alegou, em reunião em setembro de 2009, que a geração de cerca de 250 mil empregos estava em risco por causa das restrições de uso da mata no Norte de Minas. Segundo o deputado, muitos proprietários encontram-se sem alternativa econômica porque não podem fazer nada em suas áreas sem serem multados e censurados pelos órgãos ambientais. Os ambientalistas, no entanto, protestaram no ano passado enviando carta ao Ministério do Meio Ambiente em que argumentam que a Mata Seca é um bioma de transição importante, pertencente à Mata Atlântica, muito pouco conhecido e pesquisado. O que restou dessa vegetação cobre menos de 3% do território brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda segundo ambientalistas contrários ao Projeto, a degradação da Mata Seca observada atualmente se deve à riqueza de suas madeiras nativas, úteis como lenha e carvão nas siderúrgicas mineiras, e à formação de pastos e plantações de eucalipto em latifúndios no Norte do Estado. O pensamento de que a Mata Seca é uma mata pobre e sem vida contribui para o alto índice de degradação dessa vegetação, o que é contestado por especialistas que já encontraram espécies de anfíbios e aves, únicas. Segundo a Embrapa, ela é caracterizada por diversos níveis de queda das folhas durante a estação seca e essa vegetação ocorre nos níveis de relevos que separam os fundos de vales (interflúvios), em locais geralmente mais ricos em nutrientes. Importantes áreas de pesquisa arqueológica e espeleológica encontram-se na abrangência desse tipo de vegetação como do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEc0R8luI/AAAAAAAAAc0/X2vfBE_JIaE/s1600/mata_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEc0R8luI/AAAAAAAAAc0/X2vfBE_JIaE/s320/mata_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Mas o Projeto de Lei que recebeu parecer favorável segue tramitando na Assembleia e vai desvincular a Mata Seca de qualquer tipo de proteção federal. Ela será considerada um bioma regional e, portanto, será regida pela  Lei Estadual 17.353, de 2008, que permite o desmatamento de até 60% da área total de propriedade rural onde ocorra mata em fase primária e onde a vegetação nativa represente pelo menos 80% da área total. Em áreas onde a mata não seja nativa, será permitido o desmatamento de até 70% da área total da propriedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PL 4057/09 segue para votação em 1º turno. (Fonte: ALMG)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-6922806876673794709?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/zz3WW5QNjEY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/zz3WW5QNjEY/mata-seca.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S8cEgEO32TI/AAAAAAAAAdE/3xebsDo7Hv4/s72-c/mata_5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/04/mata-seca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-8112327731045820146</guid><pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-16T10:34:05.338-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Código Florestal</category><title>Origens do Código Florestal Brasileiro</title><description>Leia a seguir trechos de autoria do ministro do Meio Ambiente de 1962, Armando Monteiro Filho, que foi um dos pais da reforma do Código Florestal na época. Um pensamento ecológico que, mais de 40 anos depois, continua sendo rechaçado e ainda não incorporado por todos. A Comissão que está discutindo a reforma do Código Florestal de 1965 quer abrir mão das proteções legais garantidas nesse antigo Código em nome do "progresso econômico". Querem por exemplo relativizar APPs, dar autonomia aos estados; e assim corre-se risco de legislações degradantes, como a aprovada em Santa Catarina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ok, pessoal. Desmatem tudo, até mesmo o entorno dos cursos d´água. E olha só o que acontecerá (não vai sobrar nem água pra matar sua sede):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S6tYIbm6ZJI/AAAAAAAAAcg/A_4cRQJca4k/s1600/4assoreamento_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S6tYIbm6ZJI/AAAAAAAAAcg/A_4cRQJca4k/s400/4assoreamento_2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A seguir, o discurso em 1962; mais avançado que o pensamento da maioria atualmente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;“Há um clamor nacional contra o descaso em que se encontra o problema florestal no Brasil, gerando calamidades cada vez mais graves e mais nocivas à economia do país. A agricultura itinerante continua se desenvolvendo segundo os métodos primitivos dos primeiros anos do descobrimento. Chega o agricultor, derruba e queima as matas, sem indagar se elas são necessárias à conservação da feracidade do solo ou do regime das águas. Depois de alguns anos de exploração, renovando anualmente a queimada, como meio de extinguir a vegetação invasora, o terreno esgotado é entregue ao abandono e o agricultor, seguindo as pegadas do madeireiro que adiante derrubou as árvores para extrair as toras, inicia novo ciclo devastador”&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;“As margens dos rios são devastadas e os desbarrancamentos sucedem-se. Hoje, todos os rios do Brasil, inclusive o Amazonas, estão necessitando de dispendiosas dragagens. Muitos rios estão secando e tornam-se já inservíveis ao tráfego fluvial, suas barras enchem-se de bancos de areia e lama deixando os portos imprestáveis. Inundações cada vez mais destruidoras, pela remoção desordenada de florestas, colocam em sobressalto as populações de centenas de cidades ribeirinhas. (...) Os desmatamentos nos mananciais vão transformando os campos em solos pobres e com produtividade cada vez menor”.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc; color: black;"&gt;“Daí resulta que cada ano o agricultor trabalha mais, para retirar menos do solo. Principia, por aí, a substituição intensiva de lavouras por pastagens pobres, acarretando uma alarmante perda de substância no incremento da agricultura, relativamente à taxa de crescimento demográfico. (...) Paralelamente, pois, ao problema agrário decorrente da estrutura arcaica da economia rural, agrava-se o problema da produção agrícola, como efeito imediato do uso indisciplinado e caótico das terras florestadas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-8112327731045820146?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/VBTXEyYYPOw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/VBTXEyYYPOw/origens-do-codigo-florestal-brasileiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S6tYIbm6ZJI/AAAAAAAAAcg/A_4cRQJca4k/s72-c/4assoreamento_2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/03/origens-do-codigo-florestal-brasileiro.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-571290943917336094</guid><pubDate>Wed, 24 Mar 2010 16:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-31T08:31:04.596-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rios de preservação permanente</category><title>Assembleia mineira derruba veto do Governador e aprova artigo que permite intervenções em APPs.</title><description>Com a rejeição ao Veto do Governador Aécio Neves, nessa terça-feira (23), o Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais instituiu de vez no estado a regra que permite a modificação do leito e das margens de cursos d'água de preservação permanente, em casos de utilidade pública e interesse social, com autorização do órgão ambiental competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o Executivo, o Artigo Vetado fere a Lei federal, que institui as áreas em torno dos cursos d´água como áreas de preservação permanente, e também a Lei Estadual nº 15.082, de 27 de abril de 2004, que institui os seguintes rios como &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;rios de preservação obrigatória no Estado de Minas Gerais: rio Cipó, &lt;span style="font-size: small;"&gt;afluente do rio Paraúna, e seus tributários,&lt;/span&gt; integrantes da bacia hidrográfica do rio das Velhas; o  rio  São  Francisco,&lt;span style="font-size: small;"&gt;  no  trecho  que  se  inicia imediatamente a jusante da barragem hidrelétrica de Três Marias  e vai até o ponto logo a jusante da cachoeira de Pirapora;&lt;/span&gt;  os  rios  Pandeiros e Peruaçu, &lt;span style="font-size: small;"&gt;integrantes  da  bacia hidrográfica do rio São Francisco&lt;/span&gt;;o rio Jequitinhonha e seus afluentes, &lt;span style="font-size: small;"&gt;no trecho entre  a nascente e a confluência com o rio Tabatinga;&lt;/span&gt; o rio Grande e seus afluentes,&lt;span style="font-size: small;"&gt; no trecho entre a nascente e o ponto de montante do remanso do lago da barragem de Camargos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S7H9coRCk2I/AAAAAAAAAco/JM3kTN98Qkw/s1600/mapa-qualidade-2009.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="451" src="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S7H9coRCk2I/AAAAAAAAAco/JM3kTN98Qkw/s640/mapa-qualidade-2009.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Uma imagem também dessa semana. Semana da Água.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Mapa da Qualidade da Água em Minas Gerais.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A maior parte dos rios monitorados está com qualidade média. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Os grandes centros urbanos são os maiores poluidores.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;lt;&amp;lt;&amp;lt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O Artigo faz parte da Proposição de Lei 19.586, originada a partir do PL 492/07, do deputado Leonardo Moreira (PSDB). Originalmente, o PL trata do aproveitamento de nascentes e águas subterrâneas atingidas nas obras de construção civil. O Projeto tem como meta evitar o desperdício e a exaustão de lençóis de água limpa, que muitas vezes jorra nas construções sem ser utilizada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o Artigo cujo veto foi derrubado, aparentemente deslocado do resto da Proposição de Lei, foi uma Emenda adicionada ao Projeto durante a tramitação. Com a rejeição do veto, o governador é obrigado a promulgar a Proposição de Lei em 48 horas. Caso o governador não promulgar, o presidente da Assembleia, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), o fará e, caso não cumpra o mesmo prazo, o vice-presidente da Casa providencia a promulgação. &lt;i&gt;(Fonte: ALMG)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-571290943917336094?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/HxugAKycFsk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/HxugAKycFsk/assembleia-mineira-derruba-veto-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S7H9coRCk2I/AAAAAAAAAco/JM3kTN98Qkw/s72-c/mapa-qualidade-2009.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/03/assembleia-mineira-derruba-veto-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-8646356908424817438</guid><pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-16T10:39:24.977-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sobre mineração</category><title>Sobre mineração</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S6DxyelQ8xI/AAAAAAAAAcY/AWJOh2Vbvkg/s1600-h/serradoscarajshojely1.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S6DxyelQ8xI/AAAAAAAAAcY/AWJOh2Vbvkg/s320/serradoscarajshojely1.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Foto de &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="titre7"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Val-André Mutran, da mineração na Serra dos Carajás (PA)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Comitê Mineiro dos Atingidos pela Vale, em parceria com outras organizações da sociedade civil, iniciou a divulgação em Minas Gerais do I Encontro Mundial dos Afetados pela Vale, que contará com participantes de diversos países da África e América Latina, que protestam contra atos da empresa mineradora brasileira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A programação começa com uma caravana que sai de Belo Horizonte (MG), passa por Conceição do Mato Dentro onde ocorrem as obras do Projeto Minas-Rio, de outra mineradora, a Anglo-Ferrous, e termina no Rio de Janeiro onde ocorrerá o Encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nota de divulgação do evento, o Comitê expõe alguns dados sobre a indústria da mineração. Veja a seguir :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Minas Gerais é líder do setor de mineração no Brasil, com 44% de participação. Quase 50% da produção nacional de ouro têm origem em Minas, que é responsável por aproximadamente 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 71% de minério de ferro. A cadeia produtiva mineral representa 30% do PIB estadual. Toda essa riqueza é produzida e a maior parte exportada sob o controle de grandes empresas transacionais, cujos lucros são destinados ao exterior. Essas empresas são beneficiadas de isenções tributárias como a garantida pela lei Kandir que determinada que as atividades primário-exportadoras sejam isentas de pagamento de ICMS (18%).&lt;b&gt; &lt;span style="font-size: large;"&gt;Além disso, os royalties pagos pelo setor são irrisórios. Em 2007 quando as exportações do setor somaram R$ 16 bilhões foram pagos apenas R$ 153 milhões em royalties, ou seja, menos de 1%.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“O governador do estado, Aécio Neves, teve 40% de sua campanha financiada pela empresa. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;A influência política da VALE garante à empresa o silêncio do Estado e de governos em relação aos crimes sociais, trabalhistas, tributários e ambientais cometidos pela empresa, garante benefícios econômicos como o empréstimo aprovado pelo BNDES à empresa de R$ 7,3 bi a pagar em 40 anos sob juros irrisórios.” &lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;“Há 25 anos os moradores dos bairros São Geraldo, Caetano Furquim, Boa Vista, Casa Branca e Vila Mariano de Abreu em Belo Horizonte,  lutam pelas obras de transposição da linha férrea, da FCA/VALE que passa pela região. É alto o numero de pessoas mortas ou mutiladas por acidentes na linha.”&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;“A VALE está explorando minério de ferro de alto teor na Mina Capão Xavier, em Nova Lima-MG, na região de quatro mananciais de abastecimento público – Fechos, Mutuca, Catarina e Barreiro.&lt;b&gt; Estes mananciais são responsáveis pelo abastecimento de 9% da população de Belo Horizonte (cerca de 320.000 pessoas). &lt;span style="font-size: large;"&gt;A atividade da mineração de ferro implica no rebaixamento do lençol freático. A tendência das nascentes próximas é perderem muita água e até secarem.&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;O problema de Capão Xavier é que a jazida acumula as águas que nascem mais adiante com os nomes de ribeirões Mutuca, Fechos, Catarina e Barreiro. Fechos e Mutuca são as principais fontes do Sistema Morro Redondo, que abastece, por gravidade, a região sul de Belo Horizonte. “&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;“A VALE  consome 5% de toda a energia produzida pelo país. Possui inúmeras hidrelétricas e algumas distribuidoras de energia. &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Paga R$ 3,30 por cada 100kwatt/h, cerca de 20 vezes menos do que pagamos em nossas casas em Minas Gerais.” &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;I Encontro Mundial dos Afetados pela Vale &lt;/b&gt;acontecerá nos dias 12, 13,14 e 15 de Abril, no Rio de Janeiro. De 5 a 11 de Abril acontecerá no Vetor Mineiro a Caravana com a seguinte programação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05 de Abril (Segunda-feira) – Belo Horizonte &lt;br /&gt;
• Apresentação do I Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale e Lançamento da Caravana Minas. Às 19hs no Sindrede (Av. Amazonas, 491 – Sala 1009– Centro. Edifício Dantês)&lt;br /&gt;
• Pernoite em Belo Horizonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
06 de Abril (Terça-feira) – Belo Horizonte &lt;br /&gt;
• Manhã: Contextualização geral da mineração e seus impactos em Minas Gerais &lt;br /&gt;
• Tarde: Visita e debate com a comunidade do Bairro São Geraldo/BH&lt;br /&gt;
• Pernoite em Belo Horizonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
07 de Abril (Quarta-feira) – André do Mato Dentro (Santa Bárbara) &lt;br /&gt;
• Atividade em André do Mato Dentro sobre Projeto Apolo e Serra da Gandarela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
08 de Abril (Quinta-feira) - Itabira &lt;br /&gt;
• Atividades em Itabira&lt;br /&gt;
• Pernoite em Itabira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
09 de Abril (Sexta-feira) Conceição do Mato Dentro &lt;br /&gt;
• Atividades em Conceição do Mato Dentro&lt;br /&gt;
• Pernoite em Conceição do Mato Dentro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10 de Abril (Sábado) Conceição do Mato Dentro &lt;br /&gt;
• Atividades em Conceição do Mato Dentro&lt;br /&gt;
• Pernoite em Congonhas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11 de Abril (Domingo) Congonhas &lt;br /&gt;
• Atividades em Congonhas&lt;br /&gt;
• Pernoite em Congonhas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12 de Abril (Segunda-feira) Rio de Janeiro &lt;br /&gt;
• Saída para o Rio de Janeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Fonte: Comitê Mineiro dos Atingidos pela Vale)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-8646356908424817438?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/_nwVYMJ_8t4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/_nwVYMJ_8t4/o-comite-mineiro-dos-atingidos-pela.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S6DxyelQ8xI/AAAAAAAAAcY/AWJOh2Vbvkg/s72-c/serradoscarajshojely1.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/03/o-comite-mineiro-dos-atingidos-pela.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-4883129517445146499</guid><pubDate>Fri, 05 Mar 2010 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-12T05:21:01.723-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">câncer</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vermes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sonia Hirsch</category><title>Câncer as vezes é verme</title><description>Já li isso em livro da &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Sonia Hirsch&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, mas ver uma foto agora no site dela me impressionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que os médicos diagnosticam como câncer pode em alguns casos ser &lt;b&gt;um verme ou um parasita calcificado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a foto em que o médico diagnosticou um câncer de mama, mas na sala de operações descobriu um verme. Em outros casos, o verme morre e ali, como um corpo estranho, acaba estimulando um padrão mutante de desenvolvimento da célula; e aí vem o câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S5EMNHeedBI/AAAAAAAAAcE/Fu_QAxn83Ko/s1600-h/verme.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S5EMNHeedBI/AAAAAAAAAcE/Fu_QAxn83Ko/s320/verme.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S5EMO3lMZbI/AAAAAAAAAcM/tV-f0QtXTAY/s1600-h/verme2.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="108" src="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S5EMO3lMZbI/AAAAAAAAAcM/tV-f0QtXTAY/s200/verme2.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, por que temos vermes, cândida e infecções urinárias causadas por infestação de fungos em nosso sangue, coceiras no corpo, problemas de pele constantes? O problema não é combater esses bichos em si. Eles existem no ambiente. A questão é fortalecer o meio, no caso, o nosso corpo, para que não sejamos um ambiente agradável pra esse tipo de infestação. Ou seja, para evitar que um parasita goste de viver em você, tenha um sangue com ph equlibrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os vermes gostam de ficar no nosso corpo, especialmente o das crianças, quando o sangue tem o ph mais&amp;nbsp; ácido do que o normal para um ser humano, que  quando saudável tem um padrão ligeiramente alcalino. O organismo ácido tem as condições ideais para o crescimento de vermes e fungos, como a cândida, que atormenta as mulheres. Isto é causado por excesso de alimentos refinados, açúcares e industrializados. Crianças comendo bolachas, refrigerantes, leites e queijos em excesso estão mais propensas a criar vermes em seus corpos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que o adulto faça isso consigo mesmo é uma coisa; agora, expor as crianças a essa situação é questão de saúde pública. Vejo poucas mães se preocuparem com isso. Na verdade, o bonito é dar bala à criança pro menino não ficar aguado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações e sintomas dos vermes em nosso corpo (catarro e sinusites, inclusive, são sintomas) no site da &lt;a href="http://correcotia.com/vermes/larva.htm"&gt;Sonia Hirsch.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-4883129517445146499?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/jdvSp0sPOsA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/jdvSp0sPOsA/cancer-as-vezes-e-verme.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S5EMNHeedBI/AAAAAAAAAcE/Fu_QAxn83Ko/s72-c/verme.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/03/cancer-as-vezes-e-verme.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-758838932440673033</guid><pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-03T06:09:16.616-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aldo Rebelo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Código Florestal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sri Aurobindo</category><title>Aurobindo, Aldo Rebelo e Carlos Minc. Han?</title><description>&lt;i&gt;“A guerra e a destruição são um princípio universal que governa não apenas nossa vida puramente material, como também nossa existência mental e moral. O homem não pode dar um passo à frente sem uma batalha. Não basta ter mãos limpas e almas imaculadas para que a lei da guerra e da destruição desapareçam do mundo; é preciso, primeiro, que o que está em sua base desapareça da humanidade.”&lt;/i&gt; (Sri Aurobindo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;style&gt;
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&lt;div class="MsoNormal"&gt;A seguir o debate em vídeo de Aldo Rebelo, do PCdoB, relator do Projeto de Lei que pretende mudar o Código Florestal (LEI 4.771/65), abertamente defensor do fim das proteções já garantidas pela Lei, &amp;nbsp;e Carlos Minc, o ministro, do outro lado, que quer manter o Código como está, mas propor políticas públicas que ajudem os proprietários a cumpri-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aldo faz parte do grupo de deputados e senadores da bancada ruralista que querem que o Código Florestal Brasileiro seja revogado. Dentre as ações que eles apoiam estão:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Anistia aos proprietários que desmataram a Reserva Legal em suas propriedades.&lt;/b&gt; A Reserva Legal é uma área que tem de ser mantida intacta nas propriedades. Na Amazônia, é 80% e em outras regiões é 20%, variando também de lugar para lugar . Quem vem desmatando desde 1965 e não tem mais a Reserva em sua propriedade, seria obrigado a comprar outras áreas e doá-las como reserva. Mas os parlamentares ruralistas não querem que isso aconteça. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Novos critérios para proteção de áreas de preservação permanente (APPs).&lt;/b&gt; &amp;nbsp;As chamadas APPs são áreas que todo mundo precisa preservar pois garantem a proteção da vegetação em volta das nascentes, nas margens dos rios, nos topos de morro e encostas com alta declividade, que precisam estar cobertas para garantir a infiltração da água e evitar a erosão. Na entrevista, o Aldo Rebelo defende que nem existe esse conceito nos outros países; que a APP prejudica os proprietários de terra que querem plantar nessas áreas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Relativização da Lei nacional, dando mais autonomia aos estados para definir suas leis.&lt;/b&gt; Seria como deixar que os estados decidam sobre reserva legal e tamanho das APPs, o que, segundo o Ministério do Meio Ambiente, é um perigo pois poderiam haver locais como Santa Catarina e Mato Grosso em que as proteções ambientais praticamente seriam extintas em prol dos interesses de latifundiários.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Veja o vídeo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;object height="392" width="480"&gt;&lt;param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=1213423&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392" name="FlashVars" /&gt;&lt;embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1213423&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pelo visto no vídeo, até parece que o Aldo Rebelo está defendendo pequenos proprietários, mas os pequenos proprietários tem diversas vantagens garantidas pela Lei que os ajudam a cumprir com as leis de proteção ambiental. Nas pequenas propriedades, pode-se incluir o pomar e as florestas produtivas como reserva legal. Também a averbação da reserva legal em cartório é gratuita nas pequenas propriedades. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Além do mais, a proteção das nascentes, dos topos de morro (onde ocorre a recarga hídrica), dos terrenos e das declividades (áreas que estão sujeitas à erosão) é uma garantia para que o terreno seja sustentável a longo prazo. Desmatando tudo pode até haver um aumento de produtividade agrícola, com o pacote adubos químicos, agrotóxicos, mecanização da lavoura. Mas isso é no curto prazo. No longo prazo, tirar todas as áreas protegidas é um tiro no pé.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Estive recentemente no Noroeste de Minas e é verdade: para produzir grandes lavouras, desmata-se tudo. Não sobra uma árvore. Resultado: calor, muito calor; solo exposto e com isso riscos de erosão e formação de desertos; e sem árvores, muitas nascentes vão sendo extintas. É muito triste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falam em conciliação da preservação do meio-ambiente com crescimento econômico. Como se uma questão fosse antagônica à outra. É esse paradigma que precisa ser quebrado. Sem preservação do meio-ambiente, em pouco tempo, não haverá mais crescimento. Só propriedades secas, sem vida. Falta muito pouco pra isso acontecer. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-758838932440673033?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/GDxpc1Fugeo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/GDxpc1Fugeo/guerra-e-destruicao-sao-um-principio.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" length="99494" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" fileSize="99494" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>“A guerra e a destruição são um princípio universal que governa não apenas nossa vida puramente material, como também nossa existência mental e moral. O homem não pode dar um passo à frente sem uma batalha. Não basta ter mãos limpas e almas imaculadas par</itunes:subtitle><itunes:author>Marina Utsch</itunes:author><itunes:summary>“A guerra e a destruição são um princípio universal que governa não apenas nossa vida puramente material, como também nossa existência mental e moral. O homem não pode dar um passo à frente sem uma batalha. Não basta ter mãos limpas e almas imaculadas para que a lei da guerra e da destruição desapareçam do mundo; é preciso, primeiro, que o que está em sua base desapareça da humanidade.” (Sri Aurobindo) A seguir o debate em vídeo de Aldo Rebelo, do PCdoB, relator do Projeto de Lei que pretende mudar o Código Florestal (LEI 4.771/65), abertamente defensor do fim das proteções já garantidas pela Lei, &amp;nbsp;e Carlos Minc, o ministro, do outro lado, que quer manter o Código como está, mas propor políticas públicas que ajudem os proprietários a cumpri-lo. Aldo faz parte do grupo de deputados e senadores da bancada ruralista que querem que o Código Florestal Brasileiro seja revogado. Dentre as ações que eles apoiam estão: - Anistia aos proprietários que desmataram a Reserva Legal em suas propriedades. A Reserva Legal é uma área que tem de ser mantida intacta nas propriedades. Na Amazônia, é 80% e em outras regiões é 20%, variando também de lugar para lugar . Quem vem desmatando desde 1965 e não tem mais a Reserva em sua propriedade, seria obrigado a comprar outras áreas e doá-las como reserva. Mas os parlamentares ruralistas não querem que isso aconteça. - Novos critérios para proteção de áreas de preservação permanente (APPs). &amp;nbsp;As chamadas APPs são áreas que todo mundo precisa preservar pois garantem a proteção da vegetação em volta das nascentes, nas margens dos rios, nos topos de morro e encostas com alta declividade, que precisam estar cobertas para garantir a infiltração da água e evitar a erosão. Na entrevista, o Aldo Rebelo defende que nem existe esse conceito nos outros países; que a APP prejudica os proprietários de terra que querem plantar nessas áreas. - Relativização da Lei nacional, dando mais autonomia aos estados para definir suas leis. Seria como deixar que os estados decidam sobre reserva legal e tamanho das APPs, o que, segundo o Ministério do Meio Ambiente, é um perigo pois poderiam haver locais como Santa Catarina e Mato Grosso em que as proteções ambientais praticamente seriam extintas em prol dos interesses de latifundiários. Veja o vídeo.&amp;nbsp; Pelo visto no vídeo, até parece que o Aldo Rebelo está defendendo pequenos proprietários, mas os pequenos proprietários tem diversas vantagens garantidas pela Lei que os ajudam a cumprir com as leis de proteção ambiental. Nas pequenas propriedades, pode-se incluir o pomar e as florestas produtivas como reserva legal. 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É esse paradigma que precisa ser quebrado. Sem preservação do meio-ambiente, em pouco tempo, não haverá mais crescimento. Só propriedades secas, sem vida. Falta muito pouco pra isso acontecer. </itunes:summary><itunes:keywords>divagações</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/03/guerra-e-destruicao-sao-um-principio.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-6467454439309515909</guid><pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-03T04:23:50.291-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Proteínas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cálcio</category><title>Esqueça a pirâmide alimentar das aulas de ciências</title><description>Mas não faz falta a proteína? É a pergunta que muitas pessoas fazem para o doutor quando se fala em redução do consumo de carne. Na escola, a gente aprende que a carne e o leite são as fontes de proteínas da alimentação humana. Que esse elemento fundamental que forma nossos tecidos, a proteína, só pode ser suprido em nosso corpo comendo carne, leite e ovos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S45Ukp4Rm-I/AAAAAAAAAb8/yhq2W_sMtN4/s1600-h/proteinas2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S45Ukp4Rm-I/AAAAAAAAAb8/yhq2W_sMtN4/s320/proteinas2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Mentira que muita gente se esquece de questionar. Nunca vi um exame de quem não consome carne e leite que apontasse carência de proteína. Aliás, o problema é justamente o oposto: o excesso de proteína dos que consomem carne e laticínios demais. Isso sobrecarrega o fígado e os rins. E, pasmem, contribui para gastar o cálcio do corpo.&amp;nbsp; Daí se conclui que a osteoporose, essa doença que causa medo aos idosos, não seria pura e simplesmente a falta de cálcio no corpo. Cálcio temos de sobra nas saladas, no gergelim, nos grãos. Não precisa de leite e queijo pra suprir o cálcio que o corpo necessita. O problema é outro: excesso de consumo de proteínas, que causa descalcificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S4KSWeDvTqI/AAAAAAAAAbc/yqLv6WzeYAc/s1600-h/prote%C3%ADna1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S4KSWeDvTqI/AAAAAAAAAbc/yqLv6WzeYAc/s320/prote%C3%ADna1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;Na figura, o colágeno, uma proteína, assim como a hemoglobina e as enzimas. &amp;lt;&amp;lt;&amp;lt;&amp;lt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro vilão dos intestinos e da intoxicação no corpo: os alimentos refinados. Açucar, farinha de trigo, arroz e até o sal que consumimos no modelo alimentar que domina atualmente: alimentos que passam por processos de refinamento. Isso significa que a parte mais rica em nutrientes e fibras do trigo, do açúcar, do arroz e do sal são removidas. Muitas vezes há também um processo de branqueamento com produtos químicos. E o que sobra é um alimento pobre em nutrientes. O açúcar mascavo ganha muito do açúcar cristal em vitamina C. O sal marinho é cheio de minerais esssnciais que o sal refinado não tem. A farinha de trigo integral e o gérmen de trigo são ricos em zinco, elemento cuja falta causa queda de cabelo, apatia e impotência e manchas brancas nas unhas. A farinha de trigo refinada não tem zinco; só carboidrato e de, tão descascada que é, sobra só uma goma que cola nas paredes do intestino e causa constipação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Refinados, excesso de carne, queijo e leite... Coisas do modelo de alimentação adotado num sistema capitalista. Por causa desse modelo, é preciso produzir em larga escala para abastecer uma população essencialmente urbana, que não sabe produzir o que precisa pra viver. Por causa desse modelo, é preciso transformar a produção em algo enorme, de grande escala, distante da realidade local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os especialistas em soberania e segurança alimentar, é cada vez mais importante subverter essa ordem: consumir alimentos locais, participar de redes de trocas, dar preferência ao alimento fresco, que vem próximo de onde se mora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S4KT4vq2OVI/AAAAAAAAAbs/8RaC9IC3QcU/s1600-h/prote%C3%ADnas+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S4KT4vq2OVI/AAAAAAAAAbs/8RaC9IC3QcU/s320/prote%C3%ADnas+3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Ao lado, os vegetais que, de um modo geral,&amp;nbsp; contêm algumas proteínas. A única diferença é que na carne as proteínas são completas, isto é, com todos os aminoácidos essenciais. Com os vegetais é necessário variar mais a alimentação para conseguir absorver todos os aminoácidos necessários. Use: castanha-do-pará, semente de girassol, gergelim (tahina), quinoa, gérmen de trigo, alfafa, frutos secos em geral (avelãs, amêndoas, nozes), as leguminosas (feijões, lentilhas, ervilha, grão-de-bico), cereais, sobretudo integrais, como aveia, trigo, arroz, cevada e centeio.&amp;lt;&amp;lt;&amp;lt;&amp;lt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fundação Soleil reúne um conjunto de especialistas que ousam afirmar verdades que a indústria não deixa divulgar. Abaixo, um excerto do livro "Você sabe se alimentar?" que expõe algumas polêmicas (e que foi a base para escrever esse post):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMarina_2%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;style&gt;
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--&gt;
&lt;/style&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 24pt; line-height: 115%;"&gt;"PROTEÍNAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
As proteínas são elementos nutritivos usados para o crescimento e restauração das células do corpo. Elas são formadas por aminoácidos. Há 12 aminoácidos que nós mesmos sintetizamos em nosso organismo. Oito aminoácidos, chamados essenciais, temos que receber através da alimentação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontramos proteínas tanto no reino vegetal quanto no reino animal. As proteínas encontradas nas plantas têm a mesma qualidade nutritiva que as de origem animal. Todos os alimentos de origem vegetal, quando não refinados, contém os 8 aminoácidos essenciais - na maioria das vezes, mais do que o dobro na necessidade calculada para crianças e adultos. Os alimentos naturais contêm todos os aminoácidos necessários para a saúde. Se comemos alimentos vegetais variados e não refinados, não temos falta de proteínas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período de vida em que mais precisamos de proteínas é na infância, quando estamos crescendo. O alimento ideal para o bebê é, sem dúvida, o leite materno - rico em proteínas. Encontramos 8% de proteínas no arroz, 11% nas batatas e 28% no feijão. É quase impossível encontrar um caso de deficiência de proteínas em nossa sociedade ocidental. Pelo contrário, &lt;span style="font-size: large;"&gt;é extremamente freqüente encontrar vítimas do consumo excessivo de proteínas (os americanos consomem 6 a 8 vezes mais proteínas do que necessitam). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;As proteínas em excesso não são armazenadas pelo corpo: sua eliminação constitui uma sobrecarga de trabalho para o fígado e os rins, deixando-os esgotados. Para eliminar as proteínas, os rins têm que usar grande quantidade de cálcio. Isso provoca perda de cálcio ósseo e, como conseqüência, a osteoporose e grande concentração de cálcio na urina. Daí a formação de cálculos renais. São principalmente as proteínas de origem animal que criam esses problemas. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utilizando produtos animais como fonte de proteínas também absorvemos grande quantidade de gorduras e colesterol. Além disso, os produtos animais são deficientes em fibras e, freqüentemente, estão contaminados por vírus, bacterias e produtos químicos. Os alimentos de origem vegetal são pobres em colesterol e gorduras, mas ricos em fibras. Constituem, portanto, a melhor fonte de proteínas para a alimentação humana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditar que é preciso consumir leite e queijo para obter cálcio suficiente é um mito que provoca doenças. A alimentação simples dos chineses e japoneses, à base de arroz e vegetais, contém cálcio suficiente para permitir a milhões de asiáticos viverem bem - sem nunca beber leite nem ingerir tabletes de cálcio comprados na farmácia! É essencial compreender que a carência de cálcio dos ocidentais não é provocada por falta de cálcio nos alimentos mas pelo excesso de proteínas, que conduz a perda de cálcio ósseo. O estudo cuidadoso da literatura científica mostra que as deficiências de cálcio no ser humano nunca são provocadas por falta de cálcio na alimentação. Há cálcio suficiente nas plantas para permitir que cavalos, elefantes, hipopótamos e girafas desenvolvam seus enormes esqueletos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quantidade de cálcio absorvida pelo intestino é determinada pela necessidade de cálcio do corpo - as células intestinais só absorvem o que é exigido pelo organismo. Se todo cálcio contido nos alimentos fosse absorvido pelas células intestinais, teríamos uma sobrecarga de cálcio. Por isso, não faz sentido dar cálcio em comprimidos para uma pessoa que apresenta sinais de carência de cálcio, como osteoporose. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A indústria do leite procura fazer crer que a osteoporose ocorre quando as pessoas consomem pouco leite de vaca. Entretanto, a osteoporose é uma doença encontrada principalmente nos países que consomem muitos laticínios: Estados Unidos, Inglaterra, Finlândia e Suécia. É extremamente rara nos países em que quase não há consumo de laticínios, como na maior parte da Ásia e da África. Nos Estados Unidos, país com maior consumo de proteínas animais do mundo, encontramos o índice mais elevado de fraturas de colo do fêmur; nos países africanos, as fraturas de colo do fêmur são praticamente desconhecidas. Os esquimós, que têm uma alimentação muito rica em proteínas animais, têm também um índice muito elevado de osteoporose. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso diminuir o consumo de proteínas na alimentação para reestabelecer o equilíbrio do cálcio, isto é, não perder mais do que absorvemos. Pessoas com tendência à osteoporose deveriam, pois, abster-se de proteínas animais e comer apenas proteínas de origem vegetal. " &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;(Fonte: Dr. Soleil, Você sabe se alimentar?)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: #93c47d;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S4KXK-lAoyI/AAAAAAAAAb0/_KSPVCvxoD4/s1600-h/proteinas4.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S4KXK-lAoyI/AAAAAAAAAb0/_KSPVCvxoD4/s320/proteinas4.png" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E agora um trecho de artigo do Dr. Aureo Augusto, copiado de seu blog &lt;a href="http://aureoaugusto.blogspot.com/"&gt;http://aureoaugusto.blogspot.com &lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
"...olvidou-se que na realidade o leite pode ser uma armadilha. Há algum tempo li na revista da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) um artigo (infelizmente perdi o nome do autor) uma pesquisa mostrando a grande incidência no Brasil de intolerância à lactose. Esta substância é um dissacárido, ou seja, um açúcar formado por dois açúcares simples (glicose e galactose). Para que possa ser absorvido pelo organismo deverá sofrer uma quebra e os açúcares simples são então captados pelas células do intestino delgado (no jejuno-íleo) e passam para o sangue. Apenas 10% dos brasileiros adultos têm a enzima capaz de quebrar a lactose. Isto faz com que ela não seja absorvida e chega inteira ao intestino grosso, alimentando bactérias aí existentes e alterando o equilíbrio osmótico provocando o surgimento de gases e irritação das paredes intestinais. Em alguns o quadro é bem sério e pode levar à hospitalização, mas na maioria das pessoas o problema segue surdamente e o prejuízo não é notado, mas mina a saúde. Em alguns países africanos a situação é mais séria, pois 99% das pessoas não toleram o leite. Na África, salvo engano, apenas os Masai (salvo engano) apresentam um quadro genético que lhes garante a tolerância à lactose e, portanto, podem consumir leite. Já os povos nórdicos, como os escandinavos, holandeses, ingleses etc. apresentam um quadro de apenas 10% de intolerância.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Vale observar que o leite tem outros aspectos que o tornam pouco recomendado. Por ser bastante alcalino estimula a produção de ácidos no estômago o que o torna inadequado para portadores de gastrites ou úlceras. Também alcaliniza o intestino grosso, órgão que para funcionar bem tem que ser um pouco ácido, daí o leite contribui para a obstipação (prisão de ventre), causa ou fator coadjuvante em graves problemas de saúde . No leite temos duas proteínas importantes, a caseína e a lactoalbumina. O leite de vaca tem uma proporção muito maior da primeira (ao contrário do leite materno onde a lactoalbumina predomina). A caseína quando se coagula (em presença do ácido do estômago) o faz em grumos grandes e grosseiros o que dificulta sua digestão, este é um dos motivos pelos quais as crianças não devem tomar leite de vaca. Mais recentemente o Dr. Raphaël Nogier, publicou suas pesquisas relacionando o consumo de leite e laticínios com enfermidades da mulher, tais como corrimentos vaginais e tumores das mamas . O livro que traz farto material merece ser lido cuidadosa e criticamente. Representa um importante alerta contra o consumo indiscriminado de leite e derivados. Aliás, reforça as conclusões de um brasileiro, o Dr. Raul Barcellos . Os autores trazem diversas informações sobre o como o alimento, graças a sua fórmula de carboidratos, gorduras, proteínas e açúcares, acaba por nos prejudicar mais do que trazer benefícios.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
Apesar disso, sabemos que alguns povos que tinham o iogurte como forte componente da dieta apresentavam grande longevidade e saúde, destacando-se os Hunzas dos Himalaias e os georgianos do Cáucaso. O abandono da dieta tradicional (por influência dos povos europeus), com muitos legumes, frutas e iogurte fez com que a saúde destes povos se reduzisse. A realidade é que o iogurte, ou a coalhada, são bem melhores do que o leite, pois estes são ácidos e estimulam o intestino grosso, corrigindo a prisão de ventre, ademais o cálcio só é bem absorvido em meio ácido, donde no leite in natura a absorção deste mineral é diminuída. A caseína é quebrada em parte pelas bactérias que, além disso, faz por nós o trabalho de reduzir a lactose a suas partes absorvíveis, o que é uma solução para quem tem intolerância à lactose. Mesmo assim, pesquisadores como Barcellos e Nogier fazem restrição ao uso da coalhada e do iogurte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Penso que isso pode ocorrer, no todo ou em parte, por algo que o Dr. Servan-Schreiber nos traz no seu maravilhoso livro, Anticâncer . Ele nos alerta para o fato de que o exponencial aumento do câncer de mama e também das demais formas de câncer aconteceram após o boom de alimentos depois da Segunda Guerra Mundial, quando o consumo de leite e derivados aumentou muito, mas também aumentou o consumo de carnes, e de produtos industrializados, refinados etc. Observa que o gado passou a alimentar-se artificialmente, usando ração rica em ômega 6, um ácido graxo importante para o nosso organismo, porém capaz de estimular as inflamações em geral (que por sua vez têm seu papel na gênese do câncer). Leite de vacas que comem capim tem muito mais ômega 3 do que ômega 6. Isso acontece com a carne de boi ou de frangos e com os ovos de galinha. Cumpre atentar para estes dados antes de condenar completamente os laticínios ao ostracismo. Atualmente na França alguns criadores estão incluindo na dieta de galinhas, frangos e do gado leiteiro ou de corte, porções de sementes de linhaça; isso tem aumentado o teor de ômega 3, tornando-os mais saudáveis para consumo humano."&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; (Fonte: Dr. Aureo Augusto)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-6467454439309515909?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/3ZCgoz9DmXI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/3ZCgoz9DmXI/esqueca-piramide-alimentar-das-aulas-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/S45Ukp4Rm-I/AAAAAAAAAb8/yhq2W_sMtN4/s72-c/proteinas2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/02/esqueca-piramide-alimentar-das-aulas-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-3503894212906404404</guid><pubDate>Mon, 11 Jan 2010 13:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-11T05:18:14.808-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Felisburgo</category><title>Massacre de Felisburgo</title><description>Vídeo sobre o massacre de Felisburgo, na região do Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais, quando 5 acampados do Movimento dos Sem-Terra foram assassinados pelo proprietário da Fazenda Nova Alegria acompanhado de jagunços, restando também 20 feridos, inclusive uma criança atingida no olho. Também 60 barracas foram queimadas, incluindo a barraca que servia como escola para os acampados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais de 5 anos depois do massacre, as 42 famílias que resistiram acampadas na fazenda de 2 mil hectares, mesmo sob ameaças, conseguiram a posse da área. O Governo desapropriou o antigo proprietário e autor do massacre Adriano Chafik alegando que na área ocorria crime ambiental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi a primeira desapropriação no Brasil pautada por esse critério. Segundo a Lei, terras podem ser desapropriadas para reforma agrária seguindo três parâmetros: improdutividade (terras devolutas), exploração de trabalhadores e crime ambiental. Mas até então todas as desapropriações brasileiras tinham como motivo a improdutividade. O caso de Felisburgo foi o primeiro em que o critério de destruição do meio ambiente foi prerrogativa para a desapropriação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesou também contra o proprietário Adriano Chafik o fato de que boa parte da posse dos 2 mil hectares de terra em seu nome terem sido conseguidos por meio da prática da grilagem. Ele anexou cerca de 500 hectares de terras devolutas que pertenciam ao Estado de Minas Gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao massacre, os autores, proprietário e jagunços, continuam em liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="390" src="http://blip.tv/play/AYGrzyMC" type="application/x-shockwave-flash" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-3503894212906404404?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/fdVOqQ-XRMo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/fdVOqQ-XRMo/massacre-de-felisburgo.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2010/01/massacre-de-felisburgo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-1381347391326299891</guid><pubDate>Mon, 14 Dec 2009 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-16T05:12:26.074-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alex Grey</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Decreto 7029</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">COP 15</category><title>COP 15 e Decreto 7029: é difícil avançar. Há fluxos interrompidos. Ou será que essas novas eco-ideias é que são uma interrupção no fluxo da história, encaminhando o círculo para novos direcionamentos? Espiral...</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SyeMjF-p-nI/AAAAAAAAAaw/03aPHBDvddQ/s1600-h/Spiritual_Energy_System_1981ed-197x380.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SyeMjF-p-nI/AAAAAAAAAaw/03aPHBDvddQ/s640/Spiritual_Energy_System_1981ed-197x380.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SyeOEq4sZSI/AAAAAAAAAa4/2we_Y_JOETM/s1600-h/Universal_Mind_Lattice_1981ed2-193x375.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SyeOEq4sZSI/AAAAAAAAAa4/2we_Y_JOETM/s640/Universal_Mind_Lattice_1981ed2-193x375.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;As imagens de&lt;b&gt; Alex Grey&lt;/b&gt; mostram a circulação do sistema energético: nosso e do universo. Serve para lembrar que o que vemos com os olhos da matéria é bem menos do que o que é. Observe como tudo é circular. O que sai por baixo, entra por cima e vice-versa. É tudo uma coisa só. É assim que encaro a relação com o meio-ambiente. O que está acontecendo em Coopenhague e no Brasil é parte de um processo evolutivo, mas como é lento... Sempre retrocedendo, e avançando vagarosamente... Assim também somos nós, sempre indo e voltando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferência da ONU sobre o Clima em Copenhague. Nenhum consenso até agora. Ninguém quer abrir mão da economia para frear o aquecimento global. &lt;i&gt;E as pessoas que morram torradas, mas o meu país tem que aumentar o PIB... &lt;/i&gt;Os países ricos querem que todos contribuam com o mesmo tanto, que os pobres ofereçam os mesmos recursos. Não aceitam doar dinheiro sem que os outros também doem. Não aceitam reduzir emissões das indústrias sem que os pobres tenham também as mesmas metas de redução.&amp;nbsp; Não querem que a China e o Brasil continuem crescendo economicamente, de forma livre, enquanto eles tem que obedecer a limites. Parece coisa de criança briguenta, "&lt;i&gt;se ele não tem que fazer, porque é que eu tenho?&lt;/i&gt;". No todo, desconsideram o processo histórico como bem lembrado pelo excerto abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"Num plenário conflagrado, com suas divisões inesperadas, Connie Heddegaard, a presidente da Conferência, deu a palavra para uma representante da sociedade civil. Uma jovem negra, africana, traz todos de volta à realidade:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;- Os países ricos, que já tiraram trilhões de nós, agora oferecem US$10 bilhões. Esse dinheiro não dá para pagar os nossos caixões." &lt;/i&gt;(Do Globo, blog da &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2009/12/14/cop-15-dinheiro-do-clima-artigo-de-miriam-leiao/"&gt;Miriam Leitão&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tem gado na COP&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma Conferência, um estudo de 10 especialistas brasileiros ligados ao INPE, Unb, Embrapa e Amigos da Terra mostra que quase 50% das emissões de gases efeito estufa no Brasil é causada pela pecuária.O motivo principal da pecuária ser o vilão do efeito estufa no Brasil? É que é para formar pastagens, principalmente, que muitas das queimadas da Amazônia acontecem. É a criação de gado, gente, que está contribuindo para acabar com tanta água, fauna e flora. Sempre a carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;E o mais impressionante é que,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mesmo sob o impacto dessas informações, o presidente Lula acaba de assinar o &lt;b&gt;Decreto 7029/2009&lt;/b&gt;, que institui o Programa Mais Ambiente (será que é mais mesmo?), anistiando propriedades da Amazônia que estariam sujeitas a multas a partir desse mês por descumprirem com a Lei da Reserva Legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais de 90% das propriedades na Amazônia estão irregulares: não conseguem proteger o que está previsto em lei desde 1965, quando foi instituído o Código Florestal brasileiro que instituía a preservação de uma porcentagem fixa da propriedade (reserva legal) e das áreas em torno das nascentes e cursos d´água (áreas de preservação permanente - APPs).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A irregularidade teria fim no dia 11 de dezembro de 2009, data em que começariam a ser aplicadas as multas previstas. Isso por causa de um Decreto promulgado no ano passado, quando Minc havia acabado de entrar para o Ministério do Meio Ambiente, que previa finalmente a aplicação do Código Florestal de 1965, que apesar de tão antigo, nunca saiu do papel. Mas, o prazo foi chegando e o governo Lula afrouxou a pressão. Criou então esse novo Decreto, alargando mais uma vez o prazo em dois anos; e ainda flexibilizando as exigências. O saldo são 13 bilhões de reais em multas que &lt;b&gt;não &lt;/b&gt;vão ser aplicadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criticado pelos ambientalistas, elogiado pelo ministro da Agricultura Reinold Stephanes, em fala colhida pela Agência Brasil: "O governo não está dando anistia, ele está convertendo em serviços ambientais a multa que a pessoa recebeu, que ainda não teve seu processo esgotado e que não pagou, desde que ela se adapte à nova legislação e aos novos prazos. Esse produtor tem agora um ano e meio para se regularizar. Se ele não foi notificado ainda, após esse período, ele poderá ser notificado e terá um prazo de 180 dias para se adaptar à nova legislação”, explicou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o jornal Valor Econômico, "o novo decreto de crimes ambientais concede “moratória” até abril de 2012 somente a desmatamentos feitos em áreas de reserva legal. As infrações cometidas em áreas de preservação permanente (APPs), como margens de rios, nascentes e cursos d”água, continuarão passíveis de punição imediata com multas de até R$ 50 milhões, apreensões de bens e produtos e embargos de obras. Mas os proprietários dessas poderão evitar as sanções legais se aderirem imediatamente ao programa de regularização ambiental, batizado pelo governo como “Mais Ambiente”. A adesão ao compromisso garantirá “anistia” a todos os crimes cometidos em qualquer área."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tal programa alivia a barra para os proprietários. Eles agora receberão estímulos (sementes, assessoria das ATERs e o pacote de sempre para preservar ou reflorestar a reserva legal em suas propriedades.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faz muito tempo, foi nesse ano de 2009 ainda, a &lt;a href="http://colunameioambiente.blogspot.com/search/label/MP%20458%3A%20injusti%C3%A7as%20da%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20da%20terra%20aos%20brasileiros"&gt;MP 458&lt;/a&gt; ajudou essa gente a regularizar a posse de terras, muitas griladas. Agora, lá vem mais essa vantagem: uma folguinha para continuarem desmatando. É mais um jeitinho brasileiro; como sempre pouca rigidez. O tal estímulo a quem cumpre com a lei, sugerido por especialistas como alternativa, também passou longe do Decreto 7029. Nada de benefícios, isenções e financiamentos especiais para proprietários que preservam. Enquanto isso, a última floresta preservada do mundo vai sumindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Fontes da notícia: &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/"&gt;Ecodebate&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.portaldomeioambiente.org.br/"&gt;Portal do Meio Ambiente;&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-1381347391326299891?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/a6q1sEuOOoc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/a6q1sEuOOoc/excertos-sobre-cop-15.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SyeMjF-p-nI/AAAAAAAAAaw/03aPHBDvddQ/s72-c/Spiritual_Energy_System_1981ed-197x380.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/12/excertos-sobre-cop-15.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-3964746361889581324</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-07T18:15:17.717-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Shantalla</category><title>Shantalla</title><description>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z_IlYtj8Xg4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Z_IlYtj8Xg4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-3964746361889581324?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/-ukT5FHb0-s" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/-ukT5FHb0-s/shantalla.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/Z_IlYtj8Xg4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" length="1082" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/Z_IlYtj8Xg4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" fileSize="1082" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:author>Marina Utsch</itunes:author><itunes:keywords>divagações</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/12/shantalla.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-7250020096641254020</guid><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T08:44:03.706-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Belo Monte</category><title>Belo Monte</title><description>Se nós tomamos a pílula da dormência, pelo menos os índios parecem despertos. (Não fui lá, mas é o que mostra esse documentário sobre a construção da mega-hidrelétrica de Belo Monte, que vai alterar, não se sabe ainda como e com que grau de impacto, o fluxo do rio XINGU &lt;i&gt;(grata pela correção&lt;/i&gt;), na Amazônia. Obra do governo Lula, assim como a transposição. Quanta megalomania, quanto retrocesso.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E meu coração palpita de tristeza ao ver que estamos encurralados pelo modo de vida que escolhemos: consumo e solidão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Energia elétrica, trem, carro, comida em pacotes; ter mais do que o necessário, do guarda-roupa ao sapato, do celular à televisão. Ilusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YgtC93oUfNU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YgtC93oUfNU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveito para divulgar fotos de um amigo em expedição pelo Madeira: &lt;a href="http://www.subindomadeira.blogspot.com"&gt;www.subindomadeira.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-7250020096641254020?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/XhavNA-IC_4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/XhavNA-IC_4/belo-monte.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/YgtC93oUfNU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" length="1046" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/YgtC93oUfNU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" fileSize="1046" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Se nós tomamos a pílula da dormência, pelo menos os índios parecem despertos. (Não fui lá, mas é o que mostra esse documentário sobre a construção da mega-hidrelétrica de Belo Monte, que vai alterar, não se sabe ainda como e com que grau de impacto, o flu</itunes:subtitle><itunes:author>Marina Utsch</itunes:author><itunes:summary>Se nós tomamos a pílula da dormência, pelo menos os índios parecem despertos. (Não fui lá, mas é o que mostra esse documentário sobre a construção da mega-hidrelétrica de Belo Monte, que vai alterar, não se sabe ainda como e com que grau de impacto, o fluxo do rio XINGU (grata pela correção), na Amazônia. Obra do governo Lula, assim como a transposição. Quanta megalomania, quanto retrocesso.) E meu coração palpita de tristeza ao ver que estamos encurralados pelo modo de vida que escolhemos: consumo e solidão. Energia elétrica, trem, carro, comida em pacotes; ter mais do que o necessário, do guarda-roupa ao sapato, do celular à televisão. Ilusão. Aproveito para divulgar fotos de um amigo em expedição pelo Madeira: www.subindomadeira.blogspot.com</itunes:summary><itunes:keywords>divagações</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/12/belo-monte.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-2259816471075248157</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 08:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-05T00:57:47.436-08:00</atom:updated><title>Morre Lévi-Strauss</title><description>" (...) A civilização indo-européia, por exemplo, tinha predileção pelo número "três", enquanto os africanos e os ameríndios tinham uma inclinação pelo número "quatro". Essas preferências obedecem a propriedades lógico-matemáticas exatas." Claude Lévi-Strauss &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTTVpSLjI/AAAAAAAAAak/g44VCnBY9iY/s1600-h/strauss4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTTVpSLjI/AAAAAAAAAak/g44VCnBY9iY/s320/strauss4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTOLolRHI/AAAAAAAAAaM/wIoAvPCsAEo/s1600-h/Strauss.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTOLolRHI/AAAAAAAAAaM/wIoAvPCsAEo/s320/Strauss.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTQuVQyLI/AAAAAAAAAaU/7biGeTdIap4/s1600-h/strauss+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTQuVQyLI/AAAAAAAAAaU/7biGeTdIap4/s320/strauss+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTSKbgFRI/AAAAAAAAAac/fOccsCO3udQ/s1600-h/strauss3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTSKbgFRI/AAAAAAAAAac/fOccsCO3udQ/s320/strauss3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-2259816471075248157?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/3WjcV38NiR8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/3WjcV38NiR8/morre-levi-strauss.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_x94iDjkHaDY/SvKTTVpSLjI/AAAAAAAAAak/g44VCnBY9iY/s72-c/strauss4.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/11/morre-levi-strauss.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-999542211850353020</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T04:02:39.601-08:00</atom:updated><title>Um resumo dos argumentos contra a transposição</title><description>A questão da transposição está aparecendo demais nesse blog. É que realmente a coisa, que já estava esquecida pela mídia como águas passadas, reanimou, reacendeu. E Washington Novaes escreveu um artigo muito bom, um bom resumo do que foi e é o conflito em torno do projeto de transposição do São Francisco. Um projeto que já é realidade, pelo menos em 15%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Washington responde a um outro artigo de Tomaz Balduíno, que saiu na Folha de São Paulo, que evocava a morte/vida do rio e toda a polêmica da transposição.&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"[&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091030/not_imp458686,0.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091030/not_imp458686,0.php');"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;] Os recentes despautérios do presidente da República, em sua viagem às obras de transposição de águas do Rio São Francisco – atirando ao fogo dos infernos, de cambulhada, o Judiciário, o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público, organizações sociais, científicas e religiosas, até bispos -, levam a temer que tanta pretensão à verdade única e incontestável possa conduzir a conflitos institucionais muito graves. Ou ao ridículo, já configurado em charge do cartunista Jorge Braga, do jornal O Popular (25/8) de Goiânia, que retratou o chefe da Nação ouvindo o preço de Judas por seu apoio: “Trinta dinheiros do mensalão.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;A repercussão das falas presidenciais, entretanto, parece haver deixado em segundo plano a questão específica do projeto de transposição, já executado em cerca de 15%, apesar dos argumentos alinhavados há mais de dez anos por muitos especialistas, que apontaram alternativas mais adequadas para os problemas que a transposição supostamente resolveria – argumentos desqualificados pelo presidente e por alguns de seus ministros e ex-ministros como fruto de “má-fé”, “ignorância”, “irresponsabilidade” e por aí afora. Ao longo dos 12 anos em que ocupa este espaço, e mais alguns antes, o autor destas linhas apontou – sem resposta – muitas dessas questões, desde que projeto semelhante, do ex-ministro Aluizio Alves, no início da década de 1990, foi inviabilizado por um parecer do TCU.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Ainda assim, voltou à cena logo no primeiro ano do atual governo. &lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Especialistas do porte dos professores Aldo Rebouças, Aziz Ab”Saber, João Suassuna, João Abner e muitos outros mostraram que se tratava de um mau caminho, já que o problema de água nas regiões a serem beneficiadas não era de escassez, e sim de má gestão – pois existem ali, em 70 mil açudes, nada menos que 37 bilhões de metros cúbicos (m3) de água (sem redes que os distribuam), quando a transposição levará 2,1 bilhões de m3, mas também sem redes de distribuição para as áreas isoladas, mais carentes. Nada menos que 70% da água se destinará a projetos de irrigação e 26% ao abastecimento de cidades. Além do mais, a disponibilidade de água no Nordeste setentrional é de 220 m3 por segundo, para um consumo humano e industrial de 22 m3/segundo; e será de 131 m3/segundo o consumo na irrigação previsto no projeto (226 mil hectares). &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Não bastasse, o Comitê de Gestão da Bacia do São Francisco – que conhece de perto a área -, por 44 votos a 2, condenou o projeto, que considerou “centrado em grandes obras, desconectadas de uma visão mais ampla e adequada do semiárido” e que se destinariam a beneficiar essencialmente grandes projetos de exportação de grãos e frutas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Tem mais. Embora o projeto ainda tivesse de ser aprovado pelo Ibama, a então ministra do Meio Ambiente, em pronunciamento público, deu-lhe o seu aval. E o Ibama, ao examinar o estudo de impacto ambiental, observou que os açudes para os quais a água transposta seria encaminhada perdiam, por evaporação, em média 75% do que acumulavam; nos solos que seriam beneficiados com irrigação, 20% tinham “limitação para usos agrícolas”; somados os “solos litólicos, notadamente impróprios para esse uso”, chegava-se a mais de 50%; e “62% precisam de controle, por causa da forte tendência à erosão”; sem falar que o desmatamento no Cerrado já comprometia o fluxo dos rios formadores do São Francisco. Ainda assim, o Ibama concedeu licença prévia, condicionada ao cumprimento de 31 exigências (que até hoje não se sabe se foram cumpridas).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Logo em seguida, o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, fez greve de fome contra o projeto; o TCU apontou sobrepreços de R$ 460 milhões; a Sociedade Brasileira o Progresso da Ciência (SBPC) e a Sociedade Brasileira de Limnologia pediram ao governo uma reavaliação; o ex-ministro do Meio Ambiente e secretário dessa pasta em Minas Gerais, José Carlos Carvalho, considerou-o “um projeto nocivo ao Brasil”. Novo parecer do TCU trouxe outros e mais graves questionamentos. A Agência Nacional de Águas propôs como alternativa, pela metade do custo da transposição, obras para 530 municípios. Nada mudou o curso e o Exército iniciou as obras – o que o bispo dom Luiz Flávio Cappio considerou “um desrespeito para o Brasil”, partido do presidente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Os obstáculos criados pelo Comitê de Gestão da Bacia foram superados submetendo o projeto ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no qual o governo federal, sozinho, tem maioria absoluta. E o Ibama concedeu licença de instalação, mas com 51 condicionantes (que também não se sabe se foram cumpridas). A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a suspensão da licença, mas não teve êxito – como não o tiveram 11 outras ações propostas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pelo Ministério Público e outras instituições. O Fórum Nacional da Reforma Agrária ofereceu 140 tecnologias alternativas que considera mais adequadas que a transposição – não adiantou. O Comitê de Gestão voltou à carga: a transposição atenderá a menos de 20% da população do Semiárido e 40% continuarão sem água. Para esses milhões de pessoas em áreas isoladas, a alternativa ideal está nas cisternas de placa, das quais já se construíram mais de 200 mil, a custo muito menor. Argumentos não ouvidos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Agora, com o “tour” do presidente e de seus ministros nas obras, dom Luiz Cappio voltou à carga: “O governo Lula se tornou refém dos grandes projetos transnacionais (…); o projeto é um tsunami e a revitalização do rio, uma marolinha (…); é um computador cheio de vírus, chega um momento em que ele para.” Por isso tudo, mandou soar na igreja de sua cidade o dobre de finados. E o bispo dom Tomás Balduíno sentenciou: “O dobre de finados dos sinos e o jejum do bispo têm o peso de uma profecia, a transposição não se concluirá.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Diante da história do projeto, cabe perguntar: será?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Washington Novaes é jornalista . E-mail: wlrnovaes{at}uol.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;* Artigo originalmente publicado no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091030/not_imp458686,0.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091030/not_imp458686,0.php');"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;."&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-999542211850353020?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/8pS8ifuDmZI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/8pS8ifuDmZI/um-resumo-dos-argumentos-contra.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/11/um-resumo-dos-argumentos-contra.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-1093384933660366613</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T08:29:08.607-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">15%de transposição do São Francisco</category><title>São Francisco: 15% já morreu?</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Movimentos sociais reagiram nos últimos dias à viagem de Lula para visitar a obra da transposição do rio São Francisco. Na semana passada, o Governo divulgou que concluiu até agora 15% do prometido e o presidente foi visitar o Norte de Minas e o Nordeste, berços da transposição. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há ainda os que resistem e insistem em tentar conter a obra como a Articulação São Francisco Vivo que está realizando mobilização, através de petições populares, relatório-denúncia e manifestações públicas. Eles querem pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a julgar ações pendentes contra o projeto de transposição, em especial as que tratam das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;terras indígenas afetadas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os integrantes da Articulação Popular São Francisco Vivo, as obras de transposição do rio São Francisco, implementadas pelo Exército, ignoraram leis de proteção de áreas indígenas. Segundo a Constituição, é necessário o aval do Congresso Nacional liberando o uso das terras em obras desse tipo. "Desde o seu começo em 2007, 33 tribos indígenas estão sendo afetadas pelo empreendimento. Diretamente são quatro, os Truká, os Tumbalalá, os Pipipã, os Kambiwá."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Articulação denuncia ainda os impactos sociais da chegada da obra de transposição nas cidades, como aumento do número de &lt;b&gt;mulheres grávidas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o ex-presidente da Comissão Pastoral da Terra, Tomaz Balduíno,  em Editorial na Folha de São Paulo do dia 25, apontou que o problema da falta de água no semi-árido é a distribuição e não água em si. Segundo ele um projeto alternativo bem mais barato foi abafado: a implantação de cisternas. “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Enquanto a transposição atenderia 12 milhões de pessoas em quatro Estados, segundo dados oficiais, o projeto alternativo atenderia 44 milhões em dez Estados&lt;/span&gt;. Custo: metade do preço da transposição.” Na opinião de Balduíno, as obras faraônicas deveriam ser substituídas por soluções que incorporem o conhecimento local e que considerem as tecnologias que o povo descobre para lidar com seu ambiente, a partir de sua realidade. Segundo o artigo, “um pedreiro sergipano inventou a tecnologia revolucionária das chamadas cisternas familiares de captação da água de chuva para o consumo humano. Em mutirão já foram construídas 290 mil cisternas como parte de um projeto de 1,3 milhão de cisternas para captação de água da chuva.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E mais gente também andou revisitando as reflexões sobre a transposição. O Projeto Manuelzão, de revitalização da bacia do Velhas, afluente do Velho Chico em Minas Gerais,  divulgou artigo do geólogo Edézio Teixeira carvalho, publicado no Jornal O Tempo.  Reflexões sobre as questões físicas do São Francisco, que se confrontam como poesia bucólica, para os amantes do Rio da Integração Nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Por aqui: Onde nasce o São Francisco? Na serra da Canastra, ora! Não!&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; O São Francisco não nasce, nasceu no litoral entre Sergipe e Alagoas.&lt;/span&gt; Assim diz a geomorfologia. Assim diz a geologia física. Assim diz a física em sua mecânica dos fluidos. Pela física: Como poderia a primeira gota d’água, tendo sido dada à luz na serra da Canastra, chegar ao Atlântico percorrendo o famoso leito e abrindo-o por suas próprias forças? A física diz que outras abriram caminho para ela, de baixo para cima, do litoral para o interior do continente. A geologia diz que a erosão remontante foi escavando o famoso leito, de baixo para cima. A geomorfologia diz, de forma um pouco mais elegante, que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o São Francisco foi conquistando sua bacia por sucessivas capturas fluviais&lt;/span&gt;, e diz ainda que na insondável profundidade do tempo geológico por vir, poderá até capturar o rio Grande &lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geólogos e geomorfólogos deveriam entrar em acordo para desfazerem essa confusão de conceitos dizendo que os rios nasceram em suas fozes e o que lhes chamamos nascentes são de fato o ponto mais afastado, mais alto, mais distante da foz a que conseguiram levar seus leitos sob o império do desequilíbrio entre forças e resistências continentais.”&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Fontes: Ecodebate, Articulação Popular São Francisco Vivo, Projeto Manuelzão, Folha de São Paulo e Jornal O Tempo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-1093384933660366613?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/7lAqjlWIxbQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/7lAqjlWIxbQ/15-de-transposicao-do-sao-francisco.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/10/15-de-transposicao-do-sao-francisco.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6511146320502732528.post-5435540018492380524</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T10:33:01.390-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Hemp: um documentário diferente</category><title>Hemp: um documentário diferente</title><description>&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mwW8l81geZM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mwW8l81geZM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzo abaixo a reportagem "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Um personagem, uma câmera e R$800,00&lt;/span&gt;" de Rafaella Javoski que saiu no &lt;a href="http://www.sidneyrezende.com/"&gt;http://www.sidneyrezende.com. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Guilherme de Souza, o&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Hemp&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que dá nome ao documentário, é um homem de 41 anos, barba grande e olhos azuis que deixou a família de classe média alta para viver em uma gruta na Prainha, na Zona Oeste do Rio. Atualmente, ele mora em uma casa da Floresta da Tijuca, doada por um amigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; O objetivo era fazer um curta-metragem para um trabalho de conclusão de curso em uma especialização em Cinema Documentário. Mas a rica história de Hemp não pôde ser resumida em poucos minutos. "A decisão de fazer um corte de longa metragem surgiu na ilha de edição, junto com montador Pedro Vinícius. Nós entendemos que fragmentar o discurso de Hemp seria um grande equívoco. O &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tempo do personagem é outro, diferente do nosso, é lento, calmo, harmonioso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;", justificou o diretor, Cid César&lt;/span&gt;&lt;b style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; O gasto total da produção é inacreditável:&lt;span style="font-size:130%;"&gt; apenas R$ 800.&lt;/span&gt; Para formar a equipe, profissionais renomados do cinema brasileiro participaram de forma voluntária, como o diretor de fotografia Alberto Bellezia, um dos principais câmeras da América Latina, e o técnico de som Leandro Lima, que trabalhou em 'Tropa de Elite'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para ajudar na&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; captação de recursos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cid César &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;vendeu camisas-cota-de-patrocínio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Aqueles que compraram terão seus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nomes exibidos nos créditos finais, como patrocinador&lt;/span&gt;. Segundo o diretor, os profissionais e as empresas envolvidas foram essenciais para a realização do projeto. "Com esse valor você não aluga nem um microfone. Só consegui fazer o filme porque todos os profissionais e empresas envolvidas acreditaram no projeto, abriram mão de cachê. Eu bati de porta em porta, mandei e-mails, fiz ligações, implorei, falei, falei, falei .... e até hoje falo", brincou ele. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Cid César bateu na porta da casa de Hemp sem roteiro. E passou o dia ao lado de um homem que &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não tem energia elétrica, bebe água da fonte, colhe vegetais em sua horta e usa um fogão a lenha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Ele é um adepto do hinduísmo e fuma durante as orações, três vezes ao dia. Mas ele se defende. "Eu não fumo, faço cerimônia". O apelido do protagonista faz referência à sua defesa pela legalização e plantio da 'Hemp'. Para ele, esta seria a solução para muito males, inclusive o efeito estufa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;O diretor explicou que não fez pesquisas e não levantou informações antes de gravar a rotina de Hemp. Ele comentou ainda que não interviu nas ações do personagem. "Hemp é um corpo real, não é emprestado como de um ator. &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A câmera já basta, é violenta por sua natureza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;", disse Cid César.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O longa ainda não tem estreia prevista no circuito nacional, mas o diretor está confiante. Ele acredita que, caso algum distribuidor compareça à exibição, pode se interessar pela produção. "Hemp conquista o espectador, isso é fato comprovado. Caso aconteça, Hemp vai alcançar grandes números. Vai dar mais bilheteria que filmes de milhões, sem a pretensão, pode se tornar o negócio mais bem sucedido do cinema brasileiro nos últimos anos", planeja ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; 'Hemp' será exibido gratuitamente no dia 31 de outubro, às 20h, no Circo Voador. A entrada é franca e o evento contará ainda com orquestra, teatro, dança e outras intervenções artísticas. "Filme é feito para ser visto. Espero que muitas pessoas assistam", disse Cid César. &lt;/span&gt;"(Por Rafaella Javoski, em &lt;a href="http://www.blogger.com/www.sidneyrezende.com"&gt;www.sidneyrezende.com.&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ca3e2w1KZKI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ca3e2w1KZKI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511146320502732528-5435540018492380524?l=colunameioambiente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/HzSb/~4/Rgz3MyiUlaQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/HzSb/~3/Rgz3MyiUlaQ/hemp-um-documentario-diferente.html</link><author>noreply@blogger.com (Marina Utsch)</author><thr:total>1</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/mwW8l81geZM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" length="1005" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/mwW8l81geZM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" fileSize="1005" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Reproduzo abaixo a reportagem "Um personagem, uma câmera e R$800,00" de Rafaella Javoski que saiu no http://www.sidneyrezende.com. Vejam. "Guilherme de Souza, o Hemp, que dá nome ao documentário, é um homem de 41 anos, barba grande e olhos azuis que deix</itunes:subtitle><itunes:author>Marina Utsch</itunes:author><itunes:summary> Reproduzo abaixo a reportagem "Um personagem, uma câmera e R$800,00" de Rafaella Javoski que saiu no http://www.sidneyrezende.com. Vejam. "Guilherme de Souza, o Hemp, que dá nome ao documentário, é um homem de 41 anos, barba grande e olhos azuis que deixou a família de classe média alta para viver em uma gruta na Prainha, na Zona Oeste do Rio. Atualmente, ele mora em uma casa da Floresta da Tijuca, doada por um amigo. O objetivo era fazer um curta-metragem para um trabalho de conclusão de curso em uma especialização em Cinema Documentário. Mas a rica história de Hemp não pôde ser resumida em poucos minutos. "A decisão de fazer um corte de longa metragem surgiu na ilha de edição, junto com montador Pedro Vinícius. Nós entendemos que fragmentar o discurso de Hemp seria um grande equívoco. O tempo do personagem é outro, diferente do nosso, é lento, calmo, harmonioso", justificou o diretor, Cid César. O gasto total da produção é inacreditável: apenas R$ 800. Para formar a equipe, profissionais renomados do cinema brasileiro participaram de forma voluntária, como o diretor de fotografia Alberto Bellezia, um dos principais câmeras da América Latina, e o técnico de som Leandro Lima, que trabalhou em 'Tropa de Elite'. Para ajudar na captação de recursos, Cid César vendeu camisas-cota-de-patrocínio. Aqueles que compraram terão seus nomes exibidos nos créditos finais, como patrocinador. Segundo o diretor, os profissionais e as empresas envolvidas foram essenciais para a realização do projeto. "Com esse valor você não aluga nem um microfone. Só consegui fazer o filme porque todos os profissionais e empresas envolvidas acreditaram no projeto, abriram mão de cachê. Eu bati de porta em porta, mandei e-mails, fiz ligações, implorei, falei, falei, falei .... e até hoje falo", brincou ele. Cid César bateu na porta da casa de Hemp sem roteiro. E passou o dia ao lado de um homem que não tem energia elétrica, bebe água da fonte, colhe vegetais em sua horta e usa um fogão a lenha. Ele é um adepto do hinduísmo e fuma durante as orações, três vezes ao dia. Mas ele se defende. "Eu não fumo, faço cerimônia". O apelido do protagonista faz referência à sua defesa pela legalização e plantio da 'Hemp'. Para ele, esta seria a solução para muito males, inclusive o efeito estufa. O diretor explicou que não fez pesquisas e não levantou informações antes de gravar a rotina de Hemp. Ele comentou ainda que não interviu nas ações do personagem. "Hemp é um corpo real, não é emprestado como de um ator. A câmera já basta, é violenta por sua natureza", disse Cid César. O longa ainda não tem estreia prevista no circuito nacional, mas o diretor está confiante. Ele acredita que, caso algum distribuidor compareça à exibição, pode se interessar pela produção. "Hemp conquista o espectador, isso é fato comprovado. Caso aconteça, Hemp vai alcançar grandes números. Vai dar mais bilheteria que filmes de milhões, sem a pretensão, pode se tornar o negócio mais bem sucedido do cinema brasileiro nos últimos anos", planeja ele. 'Hemp' será exibido gratuitamente no dia 31 de outubro, às 20h, no Circo Voador. A entrada é franca e o evento contará ainda com orquestra, teatro, dança e outras intervenções artísticas. "Filme é feito para ser visto. Espero que muitas pessoas assistam", disse Cid César. "(Por Rafaella Javoski, em www.sidneyrezende.com.) </itunes:summary><itunes:keywords>divagações</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://colunameioambiente.blogspot.com/2009/10/hemp-um-documentario-diferente.html</feedburner:origLink></item><language>en-us</language><media:credit role="author">Marina Utsch</media:credit><media:rating>nonadult</media:rating><media:description type="plain">ColunaMeioAmbiente</media:description></channel></rss>

