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	<title>Ensaio Virtual</title>
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	<description>Michel Ribeiro</description>
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		<title>Bryan Adams retoma parceria de sucesso em “So Happy It Hurts”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MS Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 15:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cantor canadense Bryam Adams anunciou hoje seu novo single “So Happy It Hurts” que fará parte do novo álbum de mesmo nome com lançamento para 11 de março. A grande surpresa até agora é que a produção e autoria do single ficou por conta de ninguém mais ninguém menos que Robert John Mutt Lange,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor canadense <a href="https://www.bing.com/ck/a?!&&p=f014034447c02452JmltdHM9MTY5MzQ0MDAwMCZpZ3VpZD0wN2YyMDk5ZC00ZThhLTY4OWMtMTZmMC0xYWQzNGY0NDY5MjMmaW5zaWQ9NTE5MQ&ptn=3&hsh=3&fclid=07f2099d-4e8a-689c-16f0-1ad34f446923&psq=bryan+adams+site&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cuYnJ5YW5hZGFtcy5jb20v&ntb=1">Bryam Adams</a> anunciou hoje seu novo single “So Happy It Hurts” que fará parte do novo álbum de mesmo nome com lançamento para 11 de março. A grande surpresa até agora é que a produção e autoria do single ficou por conta de ninguém mais ninguém menos que Robert John Mutt Lange, produtor de álbuns icônicos do rock inclusive do álbum de sucesso de Bryan “Waking Up The Neighbours”, de 1991.</p>
<p>De acordo com Adams, “‘So Happy It Hurts’ fala sobre liberdade, autonomia, espontaneidade e a emoção de viver em uma estrada sem fim. O álbum toca em muitas coisas efémeras da vida e que são o verdadeiro segredo da felicidade e mais importante, da conexão humana”, disse.</p>
<p>Não dá para deixar de notar que a nova música de Adams chama atenção pelos vocais de apoio criados por Mutt, que lembram bastante as produções do já citado álbum “Waking Up The Neighbours”, em especial a faixa “Not Guilty”. Essa mesma característica Mutt empregou em produções com Deff Leppard, Shania Twain etc., nas quais a “marca” do produtor e compositor sul-africano fica bem evidente.</p>
<p>Que a parceria de Bryan Adams e Mutt Lange dá certo ninguém duvida. O que resta saber é se as demais faixas do novo álbum também serão produzidas pelo produtor sul-africano. É esperar para ouvir.</p>
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		<title>James Horner deixou saudades</title>
		<link>https://www.michelribeiro.com/musica/james-horner-deixou-saudades.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste dia há exatos seis anos, nos deixava um dos grandes artistas contemporâneos que marcou a cultura pop para sempre: James Horner. Ainda que você não conheça esse músico e produtor estadunidense, provavelmente é admirador de sua obra sem saber. Impossível não ter se emocionado com a trilha sonora na história do cavaleiro escocês William...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste dia há exatos seis anos, nos deixava um dos grandes artistas contemporâneos que marcou a cultura pop para sempre: James Horner. Ainda que você não conheça esse músico e produtor estadunidense, provavelmente é admirador de sua obra sem saber.</p>



<p>Impossível não ter se emocionado com a trilha sonora na história do cavaleiro escocês William Wallace, na produção cinematográfica de Mel Gibson “Braveheart”, de 1995. Horner, além de uma lista extensa de filmes, embalou dois grandes sucessos do diretor James Cameron: Avatar, de 2009; e a que considero a maior obradeHorner<em>,</em> Titanic.</p>



<p>O trabalho de James Horner em Titanic é especial não pelo fato de o longa-metragem ter se tornado um blockbustere a música My Heart Will Go On, composta por Horner e Will Jennings e cantada por Celine Dion, virar um grande sucesso mundial. Mas sim pela homenagem sutil que Horner presta a música celta. Alias, uma das principais marcas do trabalho de James Horner é a utilização de instrumentos musicais de origem celta como a flauta irlandesa e a gaita de fole escocesa. James Roy Horner faria em agosto 68 anos. Faleceu pilotando seu avião turboélice Embraer EMB-312 quando caiu em Los Padres National Forest, no sul da Califórnia. Pilotar era um de seus hobbies favoritos.</p>
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		<title>O segredo do sucesso de Back In Black</title>
		<link>https://www.michelribeiro.com/musica/back-in-black-mutt-lange-acdc.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É curioso dizer que o segundo álbum mais vendido da história da música é de hard-rock. Mais precisamente o álbum da banda australiana AC/DC, “Back in Black” de 1980. Lançado há exatos quarenta anos e com cerca de cinquenta milhões de cópias vendidas, Back in Black fica atrás somente do álbum de Michael Jackson “Thriller”, de 1982, que vendeu sessenta e seis milhões de cópias. Curioso também é o fato de o responsável pelo sucesso mundial da banda vir de um recluso produtor musical sul-africano radicado na Suíça chamado Robert John “Mutt” Lange.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É curioso dizer que o segundo álbum mais vendido da história da música é de hard-rock. Mais precisamente o álbum da banda australiana AC/DC, “Back in Black” de 1980. Lançado há exatos quarenta anos e com cerca de cinquenta milhões de cópias vendidas, Back in Black fica atrás somente do álbum de Michael Jackson “Thriller”, de 1982, que vendeu sessenta e seis milhões de cópias. Curioso também é o fato de o responsável pelo sucesso mundial da banda vir de um recluso produtor musical sul-africano radicado na Suíça chamado Robert John “Mutt” Lange.</p>
<p>

</p>
<p>É inegável que Back in Black é um fenômeno não só de vendas, mas também em termos de produção e de som. Antes disso, porém, a banda AC/DC já havia acertado a mão ao contratar Mutt Lange parra produzir outro mega sucesso: <a>“</a>Highway to Hell”, de 1979. Todos os discos da banda AC/DC até então haviam sido produzidos por Harry Vanda e George Young, alcançando sucesso apenas na Austrália e Reino Unido. Era notório que para banda alçar voos maiores precisaria passar a um outro patamar de produção e foi justamente Bon Scott, vocalista mais influente da banda, que viu a necessidade de contratar um novo produtor.</p>
<p>

</p>
<p>Ao assumir as rédeas da produção musical de “Highway to Hell”, Mutt estudou o terreno e testou a banda para saber até onde poderia levar os então jovens componentes da banda. Nos discos anteriores não se ouvia Bon Scott soar tão bem como soava cantando a música título do álbum. A meticulosidade de Mutt unida à capacidade criativa e musical da banda resultou num disco multiplatinado nos EUA, Canadá e Austrália. A banda AC/DC havia passado no teste para irem rumo ao seu <em>magnum opus</em>. Mas, inesperadamente e vivendo numa verdadeira estrada para o inferno, Bon Scott falece vítima de uma overdose em fevereiro de 1980, às vésperas das gravações do disco que iria ser a maior homenagem póstuma que Scott receberia.</p>
<p>

</p>
<p>Na dúvida se continuariam ou não com o projeto, foi o pai de Bon Scott que encorajou e incentivou os integrantes da banda a não desistirem. Mutt, que já havia ouvido Brian Johnson cantar em alguns pubs no Reino Unido, indicou o cantor para assumir o posto de novo vocalista. Durante a audição, depois de cantar uma música de Tina Turner, foi admitido no grupo e partiu semanas depois às Bahamas para dar início as sessões de gravação de Back in Black.</p>
<p>

</p>
<p>Durante as gravações na ilha caribenha, o cuidado de Mutt em cada faixa e nota musical incomodava Malcolm e outros integrantes da banda. Após algumas semanas sob os olhos atentos de Lange no legendário Compass Point Studio, o disco ficou pronto. A preocupação do guitarrista Angus Young era de como seria a receptividade por parte do público sobre a entrada de Brian Johnson na banda. Bom Scott tinha um carisma ímpar como frontman do AC/DC até a sua morte, mas depois de algumas apresentações no Reino Unido com o novo vocalista ficou claro que a entrada de Brian na banda não foi uma substituição de Bon Scott. Foi uma perfeita não substituição do falecido vocalista.</p>
<p>

</p>
<p>Back in Black se tornou um mega sucesso não apenas pelas belas composições e arranjos arrojados que fizeram brilhar os riffs de Angus e os poderosos vocais rasgados de Brian, mas em grande parte pelo brilhantismo de Mutt Lange. Isso ficaria provado nos trabalhos subsequentes nos quais o produtor trabalhou e que foram grandes sucessos: “Pyromania” e “Hysteria”, da banda britânica Def Leppard, que venderam juntos 22 milhões de cópias só nos EUA; Briam Adams, Foreigner, Billy Ocean, The corrs, Marron 5, Nickelback, Muse, Lady Gaga etc. Sem falar de Shania Twain que, sob a produção musical de Mutt, lançou “Come On Over” que se tornou o álbum de música country mais vendido história. Existem diversos motivos para celebrar os quarenta anos do maior álbum de hard-rock da história. Mas é unânime afirmar que o maior deles é a bela homenagem póstuma que o álbum faz à memória de Bom Scott.</p>
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		<title>A cobertura da pandemia do novo coronavírus trouxe maior credibilidade ao jornalismo</title>
		<link>https://www.michelribeiro.com/comunicacao/jornalismo-pandemia-corona-virus.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 21:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia causada pelo novo coronavírus impactou inúmeros setores de atividades profissionais no ramo do entretenimento, varejo, moda, aviação etc. Em meio a esse cenário, com o advento do isolamento social ou mesmo lockdown em algumas capitais, a cobertura jornalística, definida pelo Governo Federal como atividade essencial no enfrentamento à pandemia da covid-19, ganhou novos olhares frente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia causada pelo novo coronavírus impactou inúmeros setores de atividades profissionais no ramo do entretenimento, varejo, moda, aviação etc. Em meio a esse cenário, com o advento do isolamento social ou mesmo <em>lockdown</em> em algumas capitais, a cobertura jornalística, definida pelo Governo Federal como atividade essencial no enfrentamento à pandemia da covid-19, ganhou novos olhares frente à crise sanitária que se instaurou no país.</p>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há alguns meses, quando vivíamos vidas normais, as mídias sociais da internet eram a principal fonte de informação para o cidadão médio brasileiro. Acesso fácil na ponta dos dedos, textos curtos e a não necessidade de checar informações são opções tentadoras para quem vive a vida frenética das megalópoles.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>O curioso é que as mídias tradicionais (rádio, tevê e jornais impressos ou suas versões digitais) ganharam, novamente, o protagonismo na divulgação de notícias tidas como ‘confiáveis’ em razão de grande parte da população, em condição de isolamento social, perceber que redes como Facebook, Instagram e WhatsApp potencializaram a disseminação de fake news durante a crise do novo coronavírus. Diversas empresas de comunicação, rádio, jornais e portais da internet registraram um aumento significativo no acesso a seus produtos, como mostra pesquisa da Kantar IBOPE Media, que revelou um crescimento exponencial na audiência do telejornalismo durante a quarentena, por exemplo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>Assim como os profissionais de saúde e segurança, jornalistas também estão na linha de frente de batalha. Com altos riscos envolvidos, equipes reduzidas e possibilidade de demissão ou morte, podemos dizer que a cobertura jornalística na pandemia se assemelha a cobertura em uma guerra, com profissionais trabalhando incansavelmente nas redações, ruas ou hospitais. Em meio a potencialização da polarização política e com a mesma sendo exercida como gincana por grupos opostos e apaixonados, muitos profissionais da imprensa vêm sofrendo ataques e hostilizações no cumprimento de seu dever. Tanto quanto opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, o papel social do jornalismo contemporâneo é o de combater a silenciosa rede de notícias falsas que se prolifera e confunde o púbico num momento tão delicado em que vivemos. Além de ir fundo na busca da verdade, vale ressaltar a importância do trabalho intelectual na conscientização da população para que todos tenham acesso a informações claras, concisas e de qualidade. É justamente a palavra ‘qualidade’ que difere o trabalho jornalístico sério da superficialidade de publicações instantâneas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com a dificuldade em se obter dados confiáveis, muitas vezes dependendo de fontes exclusivamente oficiais, podemos observar equívocos na publicação de determinados fatos. É importante observar que a cobertura jornalística sobre a pandemia do novo coronavírus obriga o jornalista a cobrir duas crises: política e sanitária; e atravessar diversos campos, como o jurídico, o econômico e o ambiental. Isso reforça a necessidade em redobrar os cuidados na apuração dos fatos e de ter um bom leque de fontes para assegurar a confiabilidade das informações.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para fins de entretenimento, muitas matérias de televisão ou portais de notícias focaram na publicação do isolamento de celebridades midiáticas abastadas, mostrando seu dia-a-dia e <em>modus operandi</em> de confinamento. Tal prática nos fez lembrar que no Brasil, de acordo com dados da Síntese de Indicadores Sociais – SIS, cerca 13,8 milhões de pessoas vivem em estado de extrema pobreza e em espaços de apenas um cômodo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>Paralela a crise do novo coronavírus, existe uma legião de cientistas de vários países realizando pesquisas e estudos para encontrar uma vacina que impeça a contaminação pelo vírus ou se empenhando na fabricação de remédios que atuem de maneira eficaz nos efeitos da Covid-19. Porém, na maioria dos grandes veículos de comunicação esses assuntos são simplesmente ignorados e o que é apresentado ao público confinado são números sistemáticos de contaminação e mortes. Até números quantitativos relacionados a pessoas que venceram a doença e estão recuperados são “esquecidos”. Esses posicionamentos por parte de algumas empresas de comunicação levantaram questões sobre qual seria de fato o papel da Imprensa e se esta não estaria atuando deliberadamente na difusão do medo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>Apesar dos pesares, a prática jornalística sairá da pandemia com mais credibilidade. Seja pelo fato do aprofundamento e tradução de matérias relacionadas ao conhecimento científico ou abordagens humanizadas em reportagens, o trabalho do profissional jornalista sairá ganhando. A utilização de meios digitais para realizar entrevistas e manter comunicação com as fontes virarão regra e o profissional avesso a determinadas tecnologias terá de se atualizar. A familiarização com ferramentas de publicação em podcasts, vlogs e gerenciadores de conteúdo (como WordPress, por exemplo) entrará na cartilha do novo normal da atuação do jornalista.</p>
<p><!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph --></p>
<p>Texto publicado no Observatório de Imprensa em 2 de junho de 2020:<br /><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/coronavirus-covid-19/a-cobertura-da-pandemia-do-novo-coronavirus-trouxe-maior-credibilidade-ao-jornalismo/">http://www.observatoriodaimprensa.com.br/coronavirus-covid-19/a-cobertura-da-pandemia-do-novo-coronavirus-trouxe-maior-credibilidade-ao-jornalismo/</a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p><p>O post <a href="https://www.michelribeiro.com/comunicacao/jornalismo-pandemia-corona-virus.html">A cobertura da pandemia do novo coronavírus trouxe maior credibilidade ao jornalismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.michelribeiro.com">Ensaio Virtual</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mediação na era digital</title>
		<link>https://www.michelribeiro.com/comunicacao/mediacao-na-era-digital.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 May 2019 11:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é exagero afirmar que o nível de credibilidade depositado em informações difundidas em sites de redes sociais na internet vem crescendo de modo exponencial. Nesse mar de publicações a esmo é preciso salientar a importância da mediação jornalística nas plataformas digitais que, de fato, ajudaram a democratizar o envio e o recebimento de informações...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não é exagero afirmar que o nível de credibilidade depositado em informações difundidas em sites de redes sociais na internet vem crescendo de modo exponencial. Nesse mar de publicações a esmo é preciso salientar a importância da mediação jornalística nas plataformas digitais que, de fato, ajudaram a democratizar o envio e o recebimento de informações em todo o mundo.</p>



<p>A lógica do viver em rede na era digital trouxe consigo a ideologia do ‘compartilhar’. Viver, por si só, não é mais viver. É preciso que o outro saiba o que se está fazendo, comendo ou sentindo, logo toda experiência é passível de registro. Ao longo de alguns pares de anos é nítida a perda da individualidade, que no passado foi responsável pelo surgimento das religiões e da filosofia. É de se admirar como a cultura de celebridade de massas se dissipou diante de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter, nas quais a busca pela fama e admiração é uma constante.</p>
<p><span id="more-53"></span></p>



<p>O jornalismo nasceu das revoluções liberais com o papel de informar, de maneira concisa, os cidadãos para que estes pudessem intervir diretamente no processo democrático. No século XXI, com o advento das redes sociais na internet, cada pessoa ganhou o poder de se tornar um gerador de conteúdo. Isso, claro, tem suas beneficies, mas gerou uma avalanche de informações de procedência duvidosa, fotos caricatas e hiperexposição na rede. Nesse cenário, surgiram inúmeros debates relacionados à importância da mediação jornalística.</p>



<p>Comunicar e produzir jornalismo são situações diferentes. Em grande parte dos casos, os usuários de redes sociais não são capacitados para realizar o trabalho de mediação da informação. Nesses ambientes é comum a publicação de informações sem qualquer filtro, textos apócrifos e dissertações sobre retalhos de obras literárias, por exemplo. Os editores de sites como Facebook e Twitter são complexos algoritmos que sabem exatamente de todas as preferências de seus usuários. Logo, o usuário dessas redes, imerso em conteúdos e pessoas que partilham a mesma linha ideológica, age de forma intolerante com quem pensa de maneira diferente. Esse comportamento gera a polarização da rede.</p>



<p>Uma das primícias do jornalismo moderno comprometido com a ética é a simples checagem da informação antes de transforma-la em produto noticioso. Diversos profissionais ou mesmo empresas jornalísticas que criaram extensões de seu trabalho na internet fazem deste pequeno detalhe uma máxima que faz a diferença na hora de distribuir informações na internet. De qualquer modo, nunca lemos e escrevemos tanto na história humana como agora. As redes sociais não são uma etapa evolutiva definitiva na rede. Ainda haverá grandes modificações. A forma pela qual se acessa a informação é sempre transformada em diferentes níveis. Há tempos, o surgimento do jornalismo moderno foi ditado por uma então nova tecnologia: o telégrafo. É provável que a internet, juntamente com as redes sociais, blogs etc., signifique a aurora de um novo patamar jornalístico na história da comunicação humana. Hoje, mais do que nunca, a mediação jornalística é indispensável, principalmente nas redes sociais online.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O country que não é mais rock</title>
		<link>https://www.michelribeiro.com/musica/shania-twain-mutt-lange.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MS Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 11:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Country]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro disco de Shania Twain, de 1993, que tem como título o nome da própria cantora, possui apenas uma composição de Shania em parceria com o já falecido compositor Kent Robbins. Para época, o disco vendeu inexpressivas cem mil cópias, o que fazia muitos críticos acreditarem que aquele seria o início do fim da...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p>O primeiro disco de Shania Twain, de 1993, que tem como título o nome da própria cantora, possui apenas uma composição de Shania em parceria com o já falecido compositor Kent Robbins. Para época, o disco vendeu inexpressivas cem mil cópias, o que fazia muitos críticos acreditarem que aquele seria o início do fim da carreira da, então, jovem cantora oriunda de Ontário, Canadá. Após percorrer diversas rádios e gravadoras com uma fita demo na mão, a cantora canadense Shania Twain foi vista no clipe da música “What Made You Say That” pelo produtor musical sul-africano Robert John “Mutt” Lange. Depois de muitos telefonemas nos quais partilhavam composições, Mutt passou a ser responsável pela produção musical dos discos de Shania. Os dois casaram-se no mesmo ano de 1993 e começou então uma brilhante parceria que viria a render ótimos frutos.</p>



<p>Lançado em 7 de fevereiro de 1995, “The Woman in Me”, segundo disco da cantora, foi um grande sucesso vendendo impressionantes 12 milhões de cópias. Sucesso não apenas pelas maravilhosas canções compostas pelo casal, que exaltavam a força feminina, mas pelo fato de Mutt Lange ter criado uma nova maneira de fazer country music: misturando-a com pop e rock and roll. Foi a combinação perfeita para projetar a cantora canadense à um nível artístico global. Robert John “Mutt” Lange tem seu trabalho mundialmente conhecido por produzir artistas como AC/DC, Nickelback, Def Leppard, Outlaws, Foreigner, The Cars, Bryan Adams, Billy Ocean, Savoy Brown, The Corrs, Maroon 5 e Lady Gaga. Pode-se dizer que uma das marcas nas produções musicais de Mutt, presentes nos discos de Shania e em todos artistas que produz, são os back vocals e linhas de guitarra.</p>



<p>O terceiro disco de Shania Twain, gravado em 1998 com o título “Come On Over”, foi outro megassucesso. Este disco entrou para o Guiness Book como um dos cinco álbuns mais vendidos no lançamento. Trazendo arranjos mais arrojados e clássicos como “You’re Still the One” (indicada para quatro Grammys em 1999, vencendo dois nas categorias “Melhor Canção Country” e “Melhor Performance Vocal Feminino Country), “Man! I Feel Like a Woman!” e “From This Moment On”, este disco consagrou de vez Shania Twain como uma grande referência dentro da música country.</p>



<p>Ainda em 1998, depois de ser estigmatizada pela crítica de Nashville como mero produto de estúdio nas mãos de Mutt Lange e de não saber cantar ao vivo, a cantora Canadense organizou a turnê que ficaria conhecida como umas das maiores bilheterias nos anos seguintes, com um faturamento em torno de 80 milhões de dólares. Este fato se deu pela grande produção pirotécnica envolvida, sistema de som de última geração e na formação da banda que acompanhava a cantora: The Fabulous Falls, composta por Allison Cornnel, Brent Barcus, Randall Waller, Andy Cichon, Corry Churko, Hardy Hemphill, JD Blair, Marc Muller e Roddy Chiong.</p>



<p>Em 12 de agosto de 2001, Shania deu à luz um menino: Eja D’Angelo Edwards Lange e deu uma breve parada na carreira para curtir sua maternidade. Após viajar o mundo compondo e recebendo influência musicais em diversos países, Shania volta, em 2002 com seu quarto disco intitulado “Up!” que ganhou arranjos com versões pop (disco vermelho com arranjos mais elétricos, valorizando guitarras e teclados), country (disco verde com arranjos que valorizavam instrumentos acústicos como violões , bandolins e pedal steel) e world (disco azul com arranjos que valorizavam diversos instrumentos pouco conhecidos no ocidente como a cítara, por exemplo). Este disco vendeu 20 milhões de cópias, sendo que 11 milhões só nos Estados Unidos. Através de “Up!”, Shania Twain se tornou a única mulher da história da música a ter três discos de diamante consecutivos certificados pela Recording Industry Association of America – RIAA.</p>



<p>Em 2008, após quase 15 anos de união, Shania e Mutt se separam em razão de uma suposta relação extraconjugal de Mutt com a ex-secretária de Shania, Marie-Anne Thiébaud. A separação conturbada fez com que Shania adquirisse uma disfonia, fazendo com que a cantora se afastasse dos palcos e parasse de cantar por um longo período.</p>



<p>Como num enredo shakespeariano, em 2010 Shania casa-se em Porto Rico com Frederic Thiebaud, ex-marido de sua ex-secretária, a mesma com quem Mutt havia tido um suposto caso. Após escrever no tempo em que esteve afastada dos palcos sua autobiografia, a cantora conseguiu sua “vingança” de Mutt simplesmente fazendo aquilo que o produtor mais detesta: expondo-o. Por meses a fio, Mutt teve sua vida perseguida por tabloides do mundo inteiro, capturando e exibindo suas fotos e perseguindo-o nas ruas de La Tour-de-Peilz, cidade suíça em que mora.</p>



<p>Shania volta em 2011 ao cenário musical com um single de sua autoria: “Today Is Your Day”, produzida pelo produtor e arranjador canadense David Foster. Depois de uma bem-sucedida temporada no The Colosseum at Caesars Palace, em Las Vegas, com o show Shania: Still the One”, a cantora lança em 29 de setembro de 2017 o álbum “Now”, com produção de Ron Aniello, Jake Gosling, Jacquire King e Matthew Koma.</p>



<p>Após Robert John Mutt Lange ter trabalhado a produção dos discos de Shania Twain por quase 15 anos, é possível perceber a diferença abissal entre as produções antigas e as atuais. No final das contas, a separação profissional foi boa para ambos. De um lado, Shania voltou a ter vida social, expondo mais sua carreira e vida pessoal na internet através das redes sociais. De outro, Mutt voltou a trabalhar de forma ermitã produzindo bandas de pop, rock e a compor para outros artistas às margens do Lake Geneva ou nas montanhas de Wanaka, na Nova Zelândia.</p>
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